Expiação e arrependimento • Tânia Menezes
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho #obomcombate #apóstolopaulo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências e que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que que se encontram, tanto aqui na VSTV como aqueles que nos acompanham pela TV Mansão do Camilho. Sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amigo, a nossa gratidão, Senhor, pela tua companhia generosa em todas as horas. a nossa gratidão por essa terra que nos acolhe com toda a sua generosidade, dando-nos a oportunidade bendita de repararmos os nossos equívocos, trabalhando assim as nossas questões íntimas, vencendo as nossas limitações e guá, Senhor, trabalhando as nossas potencialidades e virtudes. Por isso, nesse instante grave em que a humanidade está atravessando, que tenhamos a consciência de estar unidos a ti em pensamento, a fim de sejamos colaboradores fiéis da tua seara. Por isso, amigo, abustece na nossa fé. Caminha conosco para que não nos percamos nos caminhos assumidos. Vem, Senhor, nesse instante e permaneça com cada um de nós em cada lar, em cada coração, para que sintamos verdadeiramente que estamos unidos a ti em espírito e em verdade. Vem, amigo, e ser conosco. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nossa querida amiga, irmã Tânia Menezes, trabalhadora da Mansão do Caminho, que sempre está aqui conosco, nos alegrando e trazendo seus conhecimentos hoje com o tema expiação e arrependimento. Tânia, mais uma vez seja bem-vinda. Esta casa já é sua, minha amiga, rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. Olá, querida Rosângela, querida Naira, a todos vocês que estão conosco, nos assistindo pelas pelos diversos canais. a nossa gratidão de estar participando deste momento que para mim é um momento muito feliz, onde nós buscamos através
aira, a todos vocês que estão conosco, nos assistindo pelas pelos diversos canais. a nossa gratidão de estar participando deste momento que para mim é um momento muito feliz, onde nós buscamos através das reflexões, trazê-las também para a nossa realidade existencial. E o tema que nos foi proposto, eh, que vai tratar sobre o arrependimento e a expiação, diz respeito muito ao que nós vivemos em nosso cotidiano. Porque quem de nós, em alguma circunstância não fez algo e que se arrependeu? Este arrependimento, ele é importantíssimo para que nós possamos seguir para o caminho do refazimento. E aí quando nós vamos ao livro dos espíritos, na parte quarta, que vai trazer dois pequenos capítulos, inclusive é a menor parte de o livro dos espíritos, no capítulo segundo, que é intitulado das penas e gozos futuros, Kardec ele vai apresentar um tópico que ele intitulou expiação. e arrependimento. Este tópico, ele nos traz 15 questões que vai iniciar da questão 990 e vai finalizar com a questão 1002. E na primeira questão deste tópico, a 990, Kardec vai estar indagando se o arrependimento ele vai se dar estado corporal ou no espiritual. E aí a gente pensa, é claro que quando estamos na experiência do corpo, a consciência desperta, ela já pode nos impulsionar. para o arrependimento. Mas os benfeitores eles vão dizer que é no estado espiritual, mas também este arrependimento pode se dar quando estamos na experiência do corpo. Agora, faz uma ressalva. O que é que faz o indivíduo em sua experiência no corpo ele se arrepender? Quando compreendemos a diferença entre o bem e o mal, falar de bem e mal também nos faz lembrar de um outro questionamento que está lá em o livro dos espíritos, na parte terceira que é destinada ao estudo das leis morais no capítulo primeiro, que é da lei divina ou natural. Quando Kardec vai indagar como nós podemos distinguir o bem do mal, a resposta é muito clara, que o bem é tudo que é conforme a lei de Deus e o mal tudo que é contrário. Então, fazer o bem é quando
l. Quando Kardec vai indagar como nós podemos distinguir o bem do mal, a resposta é muito clara, que o bem é tudo que é conforme a lei de Deus e o mal tudo que é contrário. Então, fazer o bem é quando nós procedemos de acordo com a lei do nosso pai e fazer o mal. É tudo quanto nós infringimos esta lei. Toda vez que e eu trago as reflexões, essa questão do bem e do mal, não tem como não lembrar de uma belíssima página apresentada pelo irmão X através da psicografia do médium Francisco Cândido Xavier, quando ele intitula esta página entre o bem e o mal. E aí o irmão X vai dizer que existiam dois gênios, um do bem e um do mal, que queriam atuar sobre um homem. E aí o gênio, o os gênios se utilizavam das antenas receptoras que todos nós temos, que se dá através do nosso pensamento. O gênio do bem, ele parecia ser mais poderoso, parecia ser mais forte e certamente ele tinha um empenho para que as pessoas elas pudessem trabalhar para a construção do reino de Deus sobre a terra. chega próximo a este homem, sopra-lhe na sua mente, tirando aquelas impressões mais pesadas e através do pensamento começa a infundir-lhes ideias para ver se estas ideias seria por ele absorvida. E aí inicia dizendo que estava naquele momento tentando levar para ele a luz que seria a luz a luz eterna que lhe tiraria das circunstâncias mais difíceis e promoveria a sua aproximação com os benfeitores espirituais. Então, se ele fosse um colaborador, ele iria auxiliar a diminuir na Terra a fome, a miséria, a guerra e as pessoas elas seriam mais felizes. Todos os homens diante desta circunstância vivida, também se sentiria mais feliz. Agora, para poder alcançar esse desiderato, seria necessário algumas algumas alternativas a percorrer para que, de fato eh ele chegasse àela promessa de reino que estava sendo apresentada. E aí o gênio do bem vai traz vai trazendo quais são estas circunstâncias. E aí inicia dizendo que o começo da tarefa seria renunciando a todas as facilidades humanas. E aí vamos pensar quem de nós no nosso dia a
o do bem vai traz vai trazendo quais são estas circunstâncias. E aí inicia dizendo que o começo da tarefa seria renunciando a todas as facilidades humanas. E aí vamos pensar quem de nós no nosso dia a dia, quando estamos com o caminho aberto para a conquista daquilo que nós projetamos e almejamos, não temos dificuldades, vamos querer renunciar a essas dificuldades. Muito provavelmente nós não nos encaixamos neste lugar de renunciar as facilidades humanas. Também disse o gênio do bem que toda vez que ele fosse desprezado, ele deveria se sentir feliz. E aí vamos também pensar quem de nós diante de um desprezo, de estar em um local e não ser visível para aqueles que ali estão, vai se sentir feliz. Nós conseguiríamos sentir felicidade diante de uma condição de desprezo. Mas ainda o gênio do bem disse que ele precisaria servir sem cansaço. Quando nós lembramos deste ponto, não tem como também não se recordar da experiência do governador de nosso lar, que não tinha descanso, que era entrando ano, saindo o ano. E ele há mais de 100 anos governando a colônia nossular tinha uma preocupação com o descanso dos seus trabalhadores, mas ele estava o tempo inteiro operando. E aí vamos pensar se nós, com toda esta dinâmica de vida que nós temos, com todas estas atividades que desenvolvemos, é possível seguir sem um descanso. Mas também o gênio do bem vem assinalar o quão importante é não reclamar. qualquer recompensa mediante todas as coisas que forem feitas. É comum no ser humano nós aguardarmos um retorno. Vamos pensar na mãe, no pai, no familiar, tio, avô, avó, aquele que está mais diretamente ligado ao processo de educação. diante das experiências vividas da criança, do adolescente, chega a idade adulta e de repente aquele filho, aquele familiar, ele não vai correspondendo à aquilo que foi oferecido para ele. E em um momento, talvez, de mais inquietação, de mais conflito, esta mãe, este pai vai e diz: "Você não sabe quantas noites de sono eu perdi para poder cuidar de você, porque você eh tinha muitos problemas de
momento, talvez, de mais inquietação, de mais conflito, esta mãe, este pai vai e diz: "Você não sabe quantas noites de sono eu perdi para poder cuidar de você, porque você eh tinha muitos problemas de saúde quando era criança. tinha problema respiratório e aí vai trazendo situações vividas, mas que foram nossas escolhas. Então, tudo quanto nós fazemos, não temos que ficar cobrando nem aguardando recompensa. Por que fizemos? fizemos porque naquele momento acávamos que era o indispensável para poder proceder daquela maneira. Mas por que mesmo fizemos ou vamos ainda fazer pelos nossos filhos? Se não compreendermos que tem o sentimento de amor que vai viger neste mundo íntimo daquele que recebe o rebento. E nem sempre vem pelas vias consanguíneas, mas está ali diante de você e brota no seu íntimo aquele amor, aquela vontade de fazer, sem esperar esta recompensa. Mais adiante vem na nossa imaturidade este desejo de ser recompensado quando, por exemplo, o filho responde, vem uma ingratidão. Então são circunstâncias variadas. Também o gênio do bem vai falar para aquele homem que é necessário ajudar ao necessidade necessitado que se perdeu no sofrimento ou que se precipitou na ignorância. também vai dizer que é preciso ficar feliz todas as vezes que você estiver diante de alguém que prosperou, que alcançou um patamar que era almejado e que também está irradiando felicidade. E aí vamos pensar em nós quantas vezes também estamos, vamos trazer o exemplo do ambiente de trabalho que convivemos com muitas pessoas, pessoas que são diferentes de nós e que às vezes estão em uma posição que nós gostaríamos de estar, mas nós não imaginamos o esforço. que foi feito para poder chegar naquele lugar. Apenas queremos, apenas almejamos, mas o que já fizemos para poder também lograr estar naquele lugar. Então, diante daquelas pessoas que chegam e anunciam para nós, você está sabendo? Eu fui promovida ou eu consegui isso? ou eu consegui aquilo. Então, o gênio do bem está dizendo para o homem, é preciso sentir felicidade
las pessoas que chegam e anunciam para nós, você está sabendo? Eu fui promovida ou eu consegui isso? ou eu consegui aquilo. Então, o gênio do bem está dizendo para o homem, é preciso sentir felicidade com a felicidade do outro e é para também estar feliz com o êxito dos amigos, tanto quanto no momento que eles vêm partilhar as suas dores. E aí vamos pensar. Aquele que chega diante de nós, contando a sua conquista, contando a sua alegria, qual é o sentimento que brota em nosso íntimo? nós compartilhamos com ele deste sentimento de alegria ou vamos eh eh de uma hora para outra ficando mais morchos com a expressão que não denota a alegria que eu deveria sentir pela vitória do outro. Também o gênio do bem vai dizer que nós não podemos, vai dizer aquele homem que isso se estende para todos nós. Não podemos nos deterante das imperfeições de ninguém e que nós vamos nos vigiar dia e noite em relação aos próprios defeitos. Isso é uma condição que também é muito peculiar, porque estamos a observar as falhas, as dificuldades, as quedas do outro e em nós estamos com esta vigilância. E aí vocês podem começar a pensar, mas o que isto tem a ver com o arrependimento, com a expiação? tem tudo a ver, porque na medida que nós recebemos recomendações da maneira como proceder e se estamos de fato com esta conduta correta, isso significa o bem, isso significa coerência com a lei de Deus, não vai haver equívocos, não. Não vai haver quedas, não vai haver dor. A dor vai levar ao arrependimento, a expiação que o próprio Allan Kardec nos apresenta no livro O céu e o inferno, na no capítulo séo, quando vai trazer aqueles 33 artigos ou dissertações, ele vai trazer a o momento em que, reconhecendo o equívoco, nós Vamos transitar por três estágios que se inicia com o arrependimento. E ele próprio nos esclarece: "Quando nos equivocamos, quanto mais tarde se der o arrependimento, maior será a nossa dor, o nosso sofrimento, que é a expiação. E como Kardec vai definir a expiação? como sendo sofrimentos físicos e morais, que
equivocamos, quanto mais tarde se der o arrependimento, maior será a nossa dor, o nosso sofrimento, que é a expiação. E como Kardec vai definir a expiação? como sendo sofrimentos físicos e morais, que são decorrentes de uma falta, de um equívoco. Então, percebam que este gênio do bem, ele está apresentando aquele homem as condições que serão libertadoras dos desafios, das dores, do sofrimento. A medida em que eu não desculpo, como ele mesmo vai colocar, desculparás centenas de vezes diariamente. Centenas de vezes diariamente. Então, é um número muito expressivo quando nós pensamos na nossa condição de humanidade, o quanto de fato estamos conseguindo em nossa caminhada exercer o perdão. E aí lembramos daquele célebre diálogo de Simão Pedro com Jesus. Quando Pedro indaga se deve perdoar o próximo apenas sete vezes e Jesus traz para ele a informação de que não apenas sete vezes, mas 70 x 7. Também o gênio do bem vai falar que não se pode perder tempo na curiosidade vazia, na maledicência. E aí vamos cada um fazer a sua retrospectiva da última semana. Hoje, sexta-feira, desde quando iniciou esta semana, domingo, até hoje, passados dias, o nosso tempo, em algum momento, ele foi ocupado com a maledicência? Ou eu tenho sabido por experiência de vida, por conexão e integração com as leis de Deus, melhor ocupar este tempo, não dando margem à ociosidade, a hora vazia, a maledicência, a curiosidade que diz respeito à vida do outro e não a própria existência. Também vai dizer o gênio do mal que é preciso confiar em Deus, até mesmo quando o desânimo tomar conta de si. E aí vamos também refletir sobre quantas situações já vivemos e que este desânimo foi chegando sorrateiramente. Momentane nos esquecemos de que temos preciosos recursos para poder afastar o desânimo e o recurso que está muito próximo a nós diz respeito à oração e não buscamos estes recursos e vai penetrando bem lentamente, bem sorradeiro. E quanto mais ele penetra, mais difícil vai se tornando erradicar o desânimo dentro de nós. E aí também
respeito à oração e não buscamos estes recursos e vai penetrando bem lentamente, bem sorradeiro. E quanto mais ele penetra, mais difícil vai se tornando erradicar o desânimo dentro de nós. E aí também lembramos que foi o próprio Jesus que havia assinalado que no mundo nós teríamos aflições, mas que era necessário o bom ânimo, pois ele tinha vencido o mundo. E nós poderemos vencer na medida que estivermos mais conectados com esta mente mais integrada à criação, que é a nossa proposta existencial. E por fim, o Gênio do Bem fala a respeito da colaboração, da necessidade de aprender a servir, finalizando que é o amor, a mola propulsora os recursos, o recurso indispensável para que nós possamos vencer as nossas dificuldades. Então aquele homem que ouviu todas estas considerações, de alguma maneira ele não se sentiu feliz. Ele captou, né, intuitivamente, percebeu tudo quanto chegava até ele, mas não se sentiu tocado. E isso também acontece conosco. O que aconteceu? O que acontece com nós quando não estamos com a disposição, não estamos com bom ânimo, não estamos alegres, entramos em uma faixa que vai permitir uma sintonia. E foi o que aconteceu com o gênio do mal, percebendo que todas aquelas palavras que lhe foram dirigidas, não tocou o seu íntimo, aproveitou o ensejo e começou a sua ação, dizendo que ele não se preocupasse com esse negócio de ideias superiores. Para que isso? nada disso. E aí diz também a respeito da luz das estrelas. Observem. Olha pro céu, vê aquele brilho, mas elas estão distantes de nós. Alguma estrela é alcançável por alguém? Não. Elas são inalcançáveis. Então eu peço que você me auxilie a deixar a terra como ela é, para que a luz não incomode o serviço que as sombras têm a desenvolver. E aí pede que ele possa abrir caminhos para que as almas desprevenidas possam ficar ali sobre o seu controle. Também fala a respeito do perdão. Jamais perdoes. Perdoe para que perdoar? O perdão é sinônimo de fraqueza. E você não é fraco. Antes de ser bom, preocupe-se para não
m ficar ali sobre o seu controle. Também fala a respeito do perdão. Jamais perdoes. Perdoe para que perdoar? O perdão é sinônimo de fraqueza. E você não é fraco. Antes de ser bom, preocupe-se para não ser uma pessoa tola, uma pessoa imbecil. Renunciar. Para que a renúncia? A renúncia é a arte dos covardes e você não é covarde. Se porventura alguma bomba ameaçar a tua casa, imediatamente você corre, tira aquela bomba da sua casa e coloca a porta do seu vizinho. E não se esqueça, nada de se sacrificar. por quem quer que seja. Também pense no lucro imediato, nas vantagens, nos direitos que você tem e não pense de estar oferecendo nada para o outro, cada um que cuide de si. Também nada de pensar em construções elevadas, mas nunca se esqueça que a boa propaganda de si mesmo é você quem tem que fazer. Não espere nada disso eh em relação ao outro. Também é necessário pensar 99 vezes a respeito dos seus interesses e uma vez a cada 100 em relação aos interesses do outro. Fazendo isso, você há de vencer. em relação à paz. Nada de pensar em relação ao em relação à paz. Não perca tempo com a questão da fraternidade universal. Agora, diante de tudo isso que eu apresentei para você, se você de fato me atender, não tenha dúvidas. Vou te oferecer boa casa, uma cama confortável, comida farta, prazeres. E aí, qual é a sua opção? Onde você deseja ficar? De que lado? Imediatamente aquele homem registrou a proposta apresentada pelo gênio do mal. E aos poucos, quando ele ia falando, era como se uma satisfação íntima começasse a brotar naquele homem. Aquela proposta surtiu muito mais efeito no seu íntimo do que as propostas que foram apresentadas pelo gênio do bem. E aí ele desligou-se, o indivíduo ficou naquela dúvida, mas é claro que a sua tendência era de seguir as proposições apresentadas pelo gênio do mal. Quando os dois estavam no confronto entre o bem e o mal, o do mal virou para o bem e disse: "Você prestou atenção que ele está inclinado a me seguir e não a te seguir?" O gênio do bem permaneceu em silêncio. E
dois estavam no confronto entre o bem e o mal, o do mal virou para o bem e disse: "Você prestou atenção que ele está inclinado a me seguir e não a te seguir?" O gênio do bem permaneceu em silêncio. E aí ele insiste, mas você não vai fazer nada. Você não vai investir para que ele seja um aliado seu? Foi aí que o gênio do bem respondeu: "Não farei absolutamente nada. Apresentei as minhas propostas. Certamente ele seguirá contigo, mas não dou muito tempo e o gênio da dor vai bater na porta dele. E quando bater, talvez já seja tarde para recomeçar. Aí veremos qual será a sua escolha. Eu agora seguirei em busca de outros indivíduos que talvez possam acolher a minha proposta. afasta-se. E aí vamos pensar em nós, na nossa existência, nas variadas propostas que nos chegam, que nos são favoráveis a aquilo que é transitório. e que se fizermos esta escolha, certamente quando a consciência tiver desperta, chegará o arrependimento, especialmente naqueles momentos que agimos por impulso, que não paramos para refletir, para pensar em Jesus, para perguntar-se se Jesus tivesse aqui E neste momento qual seria a sua decisão? Porque todos nós, ao longo da nossa existência temos muitas possibilidades de caminhos por onde nós iremos trilhar. E estes caminhos, eles serão escolhidos por cada um de nós. que estas escolhas serão decorrentes da nossa maturidade, da nossa reflexão, daquilo que eu achar que é conveniente, que é o melhor. Só que a conveniência pode ser está relacionada ao transitório e não à vida espiritual. E aí nós nos recordamos daquele período após a crucificação de Jesus. Os seus discípulos, eles momentaneamente ficaram sem o rumo, porque Jesus era o roteiro seguro. E aí, mais ou menos 11 anos após a crucificação de Jesus, eis que o primeiro discípulo vai passar pelo martírio, que foi Tiago Maior, irmão de João evangelista. Claro que todos nós sabemos que o primeiro discípulo a morrer foi Judas, mas nós estamos trazendo após o martírio do mestre. E Judas, ele morreu, ele foi
ue foi Tiago Maior, irmão de João evangelista. Claro que todos nós sabemos que o primeiro discípulo a morrer foi Judas, mas nós estamos trazendo após o martírio do mestre. E Judas, ele morreu, ele foi sacrificado pela espada. E narra-se que mesmo após a sua morte, os seus despojos foram apedrejados. por uma multidão que estava ensandecida, que estava dominada por aquele por aquele mundo transitório e ilusório e que naquele momento movimentava as suas emoções. E aí nós lembramos que Simão Pedro, acompanhando à distância o que aconteceu com Thago Maior, volta para casa, volta com aquele sentimento, porque de fato Simão junto com Thago, eles assumiram a casa do caminho e Simão exercia aquela figura de pai, de pai. pai que orienta, de pai que educa, de pai que exemplifica e nada poôde fazer para poder eximir Thaago daquele momento difícil. E daí ele voltando para casa no caminho, ele começa a pensar como seria bom se Jesus tivesse aqui neste momento para trazer um alento a esta dor profunda que eu estou vivenciando. Chegando a casa, abre uma das janelas e a imagem de Jesus vai se fazendo mais forte. Ele lembra de orar. E na oração ele vai como que tendo a visão da presença de Jesus. E de fato, Jesus se apresenta diante dele, afaga-lhes os seus cabelos, entende o diálogo com a recordação de Pedro em relação a tudo quanto tinha vivido até aquele momento. Volta-se para Jesus e diz: "Ó mestre, por que temos que viver tantas dores? Dores que às vezes nos corroem por dentro. Eu não renego a cruz. Eu sei, aprendi contigo, mestre, que cada um tem que carregar a sua cruz. Sei que a cruz ela é individual. No entanto, mestre, eu clamo contra os maus, contra todos aqueles que nos têm colocado nestas situações difíceis. Mas e estas pessoas que têm cercado o nosso passo, o que nós poderemos fazer? contra estas pessoas. Aí traz o exemplo de Joreb, que ganhou dinheiro mentindo a respeito de cada um dos discípulos. E aí pergunta Simão a Jesus: "O que será dele, mestre?" E Jesus diz: "Jamais, Simão,
ontra estas pessoas. Aí traz o exemplo de Joreb, que ganhou dinheiro mentindo a respeito de cada um dos discípulos. E aí pergunta Simão a Jesus: "O que será dele, mestre?" E Jesus diz: "Jamais, Simão, amaldiçois Joreb ou quem quer que seja, porque todos hão de viver." Pedro ouviu, silenciou, meditou e lembrou a Jesus de Amenabe, que tentou de toda maneira amaldiçoar os discípulos. E aí chega para Jesus, e este Jesus, o que fazer? O que eles tentaram contra nós? E aí vem Jesus e diz: "Pedro, faz uma prece na direção de Amenabe, Amenadab, porque ele também há de viver". E Joaquim, Senhor, que tem sido para nós um algóis, que tem perseguido-nos de tantas maneiras, o que fazer de Joaquim? Vem Jesus e diz: "Não condenes, Pedro, porque Joaquim também há de viver. Ah, Senhor, neste momento eu lembro de Amós que nos tem caluniado, que tem mentido a respeito, a nosso respeito. O que será dele, Senhor? Convidemos também a nós, Pedro, porque ele há de viver. E aí, naquele momento, Simão Pedro lembra de Herodes Antipas, que tinha participado do martírio a que Tiago recentemente havia sido submetido. E Herodes que nos condena Jesus. fingindo não saber que nós servimos a Deus. Que será de Herodes? Jesus refletindo disse: "Mais uma vez, Pedro, eu lembro que aqueles que ferem perante a lei serão feridos. Aos que praticam o mal, basta-lhes o horror do remo. Quem de nós, com a consciência desperta, diante de um equívoco, não vai à luz da consciência clareando, assinalar? Mas por que eu fui capaz de fazer isso? Por eu falei, eu gritei, eu esperiei, eu compusquei, eu roubei, eu matei e aí vem a lista de tudo quanto nós fizemos, que nós reconhecemos, que foram atitudes equivocadas, mas que ainda pairam no impulso, no pensar. no pensar que se materializa, no fazer. Aí nós lembramos de uma experiência vivida numa reunião mediúnica, no diálogo com o espírito. Ele havia entrado em uma casa para assaltar. E como ele fez um certo ruído, o morador desta casa, ouvindo o barulho, perguntou: "Quem está aí?"
ivida numa reunião mediúnica, no diálogo com o espírito. Ele havia entrado em uma casa para assaltar. E como ele fez um certo ruído, o morador desta casa, ouvindo o barulho, perguntou: "Quem está aí?" Ele se assustou, a arma disparou e veio a matar aquele morador. Então ele trazia no seu contexto de fala o seu arrependimento por aquela situação e repetia: "Eu não entrei para matar ninguém. Eu só entrei para assaltar e ficou em algum momento na repetição, que é exatamente este remoço. É quando a nossa consciência ela se dá conta de que fez algo que não deveria ter feito, só que foi acidental no momento em que ele ouve aquela voz que descobre a sua presença, fica nervoso e no manuseio de uma arma que já estava na mão, essa arma dispara. É claro que esta não foi a intenção, mas o que seria este remoço, esta consciência de culpa, que vai ser o passo para o arrependimento? Ai, mas eu não deveria ter dito isso, ter feito aquilo, ter deixado de fazer. Então, vão surgindo em nossa mente essas pequenas frases que serão as disparadoras para o nosso arrependimento. Sem o arrependimento, nós vamos postergar o nosso processo de libertação destas amarras, daquilo que estamos fazendo e que não era para poder ser feito. Então vai dizer Jesus que o remorço ele tem a força suficiente para poder amargar a vida. Olha como é forte trazer esta força para poder comprometer a nossa existência. Porque observem, com esta consciência desperta que nós já adquirimos, não temos dúvidas de que este conhecimento da doutrina espírita do evangelho de Jesus já nos situaar que vai trazer esta responsabilidade perante a existência. Então, estamos diante da condição em que vai mostrar para nós que é preciso dar um passo diferente, porque o arrependimento já marcou aquela condição. E aí vem o arrependimento quando eu colhi a sintonia estabelecida com a percepção de que eu deveria me projetar, de que eu não deveria perdoar, de que eu deveria aproveitar o ensejo para obter os recursos que eram favoráveis.
quando eu colhi a sintonia estabelecida com a percepção de que eu deveria me projetar, de que eu não deveria perdoar, de que eu deveria aproveitar o ensejo para obter os recursos que eram favoráveis. a minha existência. Então, vamos estar em diferentes situações no nosso cotidiano que vão dar o impulso para que escolhamos o caminho do bem ou o caminho do mal. Mas qual será a nossa escolha? Ora, uma consciência desperta que escolhe por um caminho equivocado, ela vai ter que responder em algum momento por essa escolha. Mas a resposta ela só acontecerá quando eu me arrepender daquilo que eu fiz e que não deveria ter feito. Quando de fato eu souber distinguir que o bem é tudo quanto é conforme a lei de Deus. E o mal é a infração desta lei. Eu tenho dúvidas nesta distinção. O que eu posso fazer para dirimir as dúvidas? Perguntar a Jesus como Simão, naquele momento, o que veio à sua mente? A lembrança do mestre, do mestre que é apazía, do mestre que, apesar de toda energia, a sua fala, ela é permeada do sentimento do amor, que foi o que o gênio do bem trouxe como síntese para aquele homem. Aprender a servir, aprender a amar, a amar especialmente aqueles que são os invisíveis. Então, não temos dúvidas de que já nos situamos numa posição de que sabemos que não deveríamos fazer e fizemos ou sabemos que era para fazer e não fizemos. Este é o passo inicial que nós damos desta consciência que já assinala o que é o bem do que não é o bem. Mas eu preciso ir mais além para não arrepender-se, arrepender-se do tempo que não foi utilizado como deveria. aquilo que trouxe o gênio do bem. E aí vamos até fazer uma análise da utilização deste tempo até o presente momento da nossa existência. Se olharmos para trás, vamos nos arrepender de não termos utilizado o tempo como deveríamos. Aí lembramos do nosso querido e saudoso tio Nilson quando nos trouxe a sua primeira mensagem psicofônica através do nosso querido tio Divaldo, quando ele disse que ele não aproveitou, aproveitou o tempo como deveria. É claro
erido e saudoso tio Nilson quando nos trouxe a sua primeira mensagem psicofônica através do nosso querido tio Divaldo, quando ele disse que ele não aproveitou, aproveitou o tempo como deveria. É claro que quando vem este sentimento pode acompanhar um arrependimento. Só que há uma diferença, porque quando eu reconheço o equívoco, aí vai gerar o arrependimento. Mas eu achar que poderia fazer, eu preciso de fato ter mais elementos concretos para poder reconhecer. Não, naquele dia eu tive a oportunidade e não fiz. Isso é concreto. Isso vai ser gerador do arrependimento. Então, quanto mais rápido é o que assinala Allan Kardec lá em o céu e inferno, quanto mais rápido soar em nossa consciência a luz do arrependimento, menor será a dor, o sofrimento que nós vamos estar a nos deparar. Então não vamos postergar para no amanhã, quando eu tiver maiores condições, agora eu não estou pronta, não, está muito difícil, passa para depois. E aí nós só vamos acumulando, só vamos postergando a aprovação naquele exame da vida que nos foi colocado agora, porque agora eu estou em condições de dar conta. E aí vamos fazendo a análise da nossa existência. Quais são os pontos que eu preciso rever, atuar para poder não estar equivocando como tinha mais equívocos no passado. Sabemos que viemos de um passado que não foi um passado edificante, que trazemos ainda alguns débitos que precisarão ser saldados. Toda a dívida contraída, ela requer que eh amortizemos e que anulemos. E isso vai se dar através da expiação, conforme já apresentamos e é trazido por Allan Kardec, que consiste nos sofrimentos físicos e morais decorrentes de uma falta de um equívoco. E aí nos deparamos com a dor e aí queremos nos libertar da dor. Mas tem dores que são mais intensas, que são mais profundas. que vão ficar mais tempo tomando conta de nós. Qual é a nossa movimentação para diminuir as dores? É agir conforme a lei de Deus. é buscar uma maior integração com estas leis, porque isso vai trazer mais clareza e mais discernimento
conta de nós. Qual é a nossa movimentação para diminuir as dores? É agir conforme a lei de Deus. é buscar uma maior integração com estas leis, porque isso vai trazer mais clareza e mais discernimento no que diz respeito a distinguir o bem do mal. E assim a minha caminhada na direção do bem, na integração com a lei de Deus, automaticamente ela vai auxiliar a redução da dor, do sofrimento, do desafio. É claro que eu posso solicitar passar por provas. Aí nós vamos estar sempre assinalando que toda, nem toda prova é uma expiação, mas toda expiação ela é uma prova. Então nós podemos pedir uma prova, não é uma expiação para desenvolver uma virtude, adquirir um patamar eh mais elevado. E aí eu solicito para poder eh diante daqueles exames conquistar aquilo que foi projetado como objetivo. sair deste lugar do equívoco. Porque se eu me equivoquei, é necessário chegar o arrependimento como o primeiro passo que vai seguir na expiação. E por fim, Kardec vai nos trazer neste nestes três passos a reparação que consiste em fazer o bem a todos aqueles aos quais nós algum dia prejudicamos. E como não conseguimos saldar o nosso débito em uma única existência, estamos neste trânsito indo, vindo, aprendendo, libertando, caindo, levantando. Mas quando nós caímos, como é maravilhoso encontrar alguém que nos estenda a mão. Aí pensemos na contrapartida. Se é maravilhoso encontrar, seja este agente, porque quanto mais bem nós fizermos, nós estaremos amortizando o nosso saldo devedor, que em contrapartida vai reduzir os nossos sofrimentos, as nossas inquietações. É importante a revisão da presente existência. O que eu posso fazer para não cair mais, para reduzindo essas quedas, eu também reduzir as dívidas que certamente ainda serão contraídas. Por que certamente? Por que nos situamos neste mundo de provas e expiações que t essa predominância do mal, conforme assinala Allan Kardec? Mas se buscarmos, quem foi que Simão Pedro buscou naquela noite difícil? Podemos imaginar o sentimento dele se deparando com o
xpiações que t essa predominância do mal, conforme assinala Allan Kardec? Mas se buscarmos, quem foi que Simão Pedro buscou naquela noite difícil? Podemos imaginar o sentimento dele se deparando com o martírio de Thago. Não deve ter sido fácil. Então, a quem ele recorreu foi uma dor. Não foi ele o martirizado, mas foi alguém muito querido de uma convivência próxima na casa do caminho. A quem ele recorreu? A Jesus. Jesus é a quem nós precisamos, a quem nós devemos recorrer para o nosso processo de libertação, libertação das dores, libertação das amarras, para podermos avançar mais e mais em nossa marcha evolutiva. Saiamos daqui pensando, é preciso arrepender-se de algo. Não vamos postergar mais aquilo que está à nossa vista diante de nós para o nosso crescimento, para o nosso amadurecimento espiritual. Então, refletir, existe algo que a minha consciência ainda não assinalou na direção do arrependimento. Corramos em busca do arrepender-se para que a expiação ela se dê em menor tempo, em menor intensidade e compreendendo aquilo que Jesus trouxe para nós a necessidade do bom ânimo, mesmo diante de todas as dores, de todas as aflições. Tenho vos dito estas coisas para que em mim tenhais paz. No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo. Queridas irmãs, queridos irmãos, todos nós sairemos vencedores desta etapa ao qual estamos momentaneamente mergulhados na experiência do corpo físico. Sigamos confiantes, trazendo a certeza de que Jesus nos ampara, de que Jesus nos consola, de que Jesus está a todo instante através dos teus emissários, instruindo-nos e oferecendo-nos o ânimo, para que diante das quedas não venhamos a desfalecer. A nossa gratidão a todos vocês que compartilharam conosco deste momento das energias dispensadas. A gratidão a Deus pela oportunidade da vida. a Naira, que tão gentilmente com este sorriso no rosto, está aí a nos transmitir estas através da sua linguagem as instruções que vem dos espíritos bons através de Jesus. agradecer a União
de da vida. a Naira, que tão gentilmente com este sorriso no rosto, está aí a nos transmitir estas através da sua linguagem as instruções que vem dos espíritos bons através de Jesus. agradecer a União Espírita de Vitória da Conquista por mais este convite, por mais este momento e a UFC TV e a Web TV Mansão do Caminho por ter oportunado a transmissão a todos vocês. Paz de Jesus em nossos corações e até uma próxima oportunidade.
Vídeos relacionados
Roda de Conversa • Toda imperfeição gera sofrimento
Mansão do Caminho · Carlos Campetti, Jorge Godinho, Jussara Korngold, Tânia Menezes
T6:E10 • Painéis da Obsessão • Recomendações e Advertências Valiosas
Mansão do Caminho · João Korngold, Laudelino Risso, Tânia Menezes
T6:E22 • Painéis da Obsessão • Providências para o Êxito
Mansão do Caminho · João Korngold, Marcelo Netto, Tânia Menezes
Tânia Menezes • Progressão dos Espíritos
Mansão do Caminho · Tânia Menezes
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E16 – Cap. 8: A Grandeza da Renúncia – Parte 2
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Gisele Risso, Laudelino Risso, Tânia Menezes
T7:E15 • Jesus e Atualidade • Jesus e Tormentos
Mansão do Caminho · Cristiane Beira
Em Busca do Sagrado | #191 • O Envelhecer
Mansão do Caminho · Valdineide Aquino, Limiro Besnosik, Genilson Araújo, Vitor Moura, Igor Dantas, Ciro Moura
Alessandro Vieira • Colhemos os reflexos de nossas ações implantados no ânimo alheio
Mansão do Caminho · Alessandro Vieira