Evangelho no Lar • 27/04/2025

Mansão do Caminho 28/04/2025 (há 11 meses) 47:01 3,362 visualizações 669 curtidas

Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo

Transcrição

Olá, meus amigos, minhas amigas. Sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online. Essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Il Fonso Correia. aqui da cidade de Curitiba. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná. E hoje, como é um domingo, nós temos a alegria e a satisfação de, além de transmitirmos para o canal SE, transmitimos também para a TV Mansão do Caminho. Então, saudamos aqueles que estão conectados através deste canal extraordinário que é a TV Mansão do Caminho também. Temos como parceiros de transmissão a Web Rádio Fraternidade, a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas e a todos vocês que estão assistindo ao vivo ah uma live como uma live ou que estão assistindo agora uma segunda-feira, indo trabalhar já em casa, o nosso abraço. Sejam todos bem-vindos. Queremos cumprimentar alguns de vocês, como sempre fazemos, como por exemplo aqui a nossa Amanda trabalhadora da nossa casa espírita, o Seik, e que trouxe aí uma mensagem pra Ângela, né? Deus abençoe a nossa querida Ângela. Um ótimo evangelho para nós todos. Queremos cumprimentar também José Emilton Couto de Lima, lá de Petrolândia, Pernambuco. Satisfação tê-lo aqui conosco. A Magda Elisa, ela de Uberlândia. Seja bem-vinda, Magda. Que alegria também. Ana Marques de Porto Alegre, da Sociedade Espírita Paz e Amor, seja muito bem-vinda também. Doroteia Nogueira, Fortaleza, a gente vai ao Sul, agora, vai ao Nordeste, Fortaleza, no Ceará, a Doroteia, seja bem-vinda também. e a Naddia Schmitt Schredder de Rio Vamos ver se ela é parente da nossa Ângela, que já já vou apresentar. Eh, Ângela, é uma alegria te receber aqui. Eu disse que citei aí a nossa companheira Nádia lá de Rio com sobrenome semelhante, não é? Eh, nossa Ângela Deiga Schreders. eh trabalhadora aqui do Centro de Estudos Espíritas Francisco de Assis, uma instituição ah muito tradicional, uma casa espírita extraordinária que fica aqui no Alto da 15, alto da 15 de novembro, é um bairro aqui da cidade de

entro de Estudos Espíritas Francisco de Assis, uma instituição ah muito tradicional, uma casa espírita extraordinária que fica aqui no Alto da 15, alto da 15 de novembro, é um bairro aqui da cidade de Curitiba. Ela atua como monitora de grupos de estudos, também trabalha com palestras, mas a gente sabe que faz de tudo um pouco lá. no Centro de Estudos Espíritas Francisco de Assis e é também trabalhadora da área de comunicação social espírita da Federação Espírita do Paraná, é do da nossa equipe de trabalho da federação. Então, Ângela, uma alegria te receber, uma satisfação. Boa noite, Adriano, boa noite, Clarice. Boa noite, Henriqueta. Boa noite a todos vocês que nos acompanham. A alegria, Adriana, é minha de estar aqui neste momento, nesta noite participando. Não sei dizer que número do evangelho, mas eu sei que já passou de 5.000, né? Olha, eu não sei, eu também acho que não são 5.000, são 5 anos. 5 anos. Aí dá um número alto. Você tem aí, Karina? 1864. diz a Carina, 1864 dias ininterruptamente. Que coisa, né, gente? Esse número ainda ainda impressiona a gente. Eu quero também cumprimentar as nossas amigas aqui. Clarice Fraporte. Olá, Clarice. Boa noite. Seja bem-vindo, bem-vinda, trabalhadora da nossa casa. Boa noite. Obrigada pela oportunidade. Obrigada ao Fernando e é uma alegria estar aqui com você, Ângela. Já acompanhei você em outras atividades. É muito bom. Gratidão. E também Maria Henriqueta, trabalhadora também da nossa casa, em várias, atua em várias áreas. Seja muito bem-vinda, Henriqueta. Uma boa noite a todos, a nossa querida Ângela tão sorridente, a Clarice, ao Adriano, que tenhamos um bom evangelho. Isto mesmo, que tenhamos um bom evangelho. Eu gosto sempre de lembrar aos domingos, porque temos aqui aos domingos os amigos da TV Mansão do Caminho e e nós prosseguimos em oração, vibrando em favor da saúde do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Então, vamos aproveitar esse momento em que fazemos aqui uma comunhão de pensamentos, não é? eh, unir os nossos

sseguimos em oração, vibrando em favor da saúde do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Então, vamos aproveitar esse momento em que fazemos aqui uma comunhão de pensamentos, não é? eh, unir os nossos pensamentos e dedicar mais uma vez a ao nosso querido Divaldo, envolvê-lo em vibrações de amor, de fraternidade, de gratidão por tudo que ele eh representa, o que ele faz no nosso movimento espírita. Então, que nas nossas, nesse evangelho, ao longo do evangelho e também na nossa prece, possamos lembrar dele. Convidamos então a todos neste momento para estarmos juntos verdadeiramente silenciando os nossos, o ambiente quando possível, mas sobretudo eh dedicando a esse momento de oração a máxima atenção e concentração para que, enfim, possamos de fato estar juntos. Então eu vou pedir a Clarice que conduza os nossos pensamentos na prece de abertura. Dor de tudo, de todos Jesus, querido amigo, nosso mestre. A grandeza desse momento nos envolve em pensamento, em sentimento a todos os que estamos aqui, o que os que estão apenas ouvindo, mas sentindo as vibrações. Gratidão imensa temos por todo esse tempo que nos conectamos no altar íntimo do nosso coração, dos nossos sentimentos mais profundos. Colocando aqui sempre a vontade de crescer e evoluir, sempre direcionados pela sua luz, pelos seus exemplos. Mestre querido, envolvemos aqui também os nossos pedidos, as pessoas que estão próximas a nós, que estão com dificuldades, com dores. Pedimos também pelo nosso Divaldo e a todos que precisam de amparo, que conhecemos ou que apenas desejamos o bem. Mestre, pedimos pela paz no mundo. Também queremos nesse momento colocar as nossas intenções. Tanto temos ainda que aprender, mas pelo conhecimento, pela nossa força de vontade, que são um dias atingiremos tudo que espera de nós, a nossa evolução real. Gratidão, mestre. Ficai conosco nesse momento, nos amparando mais uma vez nesse encontro de almas que esperam a melhorias. Ficai conosco, então. Que assim seja. Obrigado, Clarice. Eu vou pedir a Henriqueta que

mestre. Ficai conosco nesse momento, nos amparando mais uma vez nesse encontro de almas que esperam a melhorias. Ficai conosco, então. Que assim seja. Obrigado, Clarice. Eu vou pedir a Henriqueta que faça a leitura do texto hoje da obra Justiça Divina, também pelo espírito Emanuel, psicografia do nosso querido Chico Xavier. Henriqueta, por favor, o capítulo 18 da justiça divina. Sabes disso? Essas doces crianças que observas com sublime enternecimento são teus filhos, pérolas de luz cujo escrínio geraste no coração, muitas vezes coagulando as próprias lágrimas. Tomaste algo do teu sangue e amassaste-o com um arto do teu arto. Adicionaste os melhores sonhos e os mais límpidos ideais e formaste semelhantes maravilhas que te nasceram por esperança em flor. Sentindo-as por ágeis aves frágeis a busca de asilo em teu peito. Sabes acolher-lhes as necessidades no carinho incessante. Dias de laborioso cuidado, preservando-lhes a existência. Noites de dolorosa vigília, quando a enfermidade aparece, alimento, agasalho, escola, responsabilidades e inquietações. Entretanto, mais tarde, nunca te lembrarás de cobrar-lhe os impostos de reconhecimento ou exigir se convertam em fantoches dos teus caprichos. Verdes a honradez e o trabalho, o passo reto e a independência construtiva representa em verdade todo o triunfo que ambicionas. E um dia, dobado longo tempo sobre a tua renúncia, se essas crianças transfiguradas em pessoas adultas caem sobríveis enganos na conquista da experiência, sabes esquecer as rugas de dor e refazer os ossos desconjuntados. Sabes começar a luta de novo para ajudar os rebentos da própria vida a se transferirem das dívidas de aflição para os júbilos do resgate. E todos que os que te reprovam o devotamento e a fadiga, censurando censurando-te à persistência no sacrifício, sabes responder na mesma reserva de confiança e ternura. com alegria misturada de pranto. São meus filhos. Isso acontece no lar terreno, onde as criaturas humanas, embora imperfeitas, não se resignam a ferretear

nder na mesma reserva de confiança e ternura. com alegria misturada de pranto. São meus filhos. Isso acontece no lar terreno, onde as criaturas humanas, embora imperfeitas, não se resignam a ferretear os próprios filhos com o estigma de escravos. Imagina, pois a longanimidade do amor que vibra e reina no infinito lar divino da criação. Eu Ângela. Agora o texto é muito bonito, não é? O texto é muito bonito. Eh, nos toca a todos, não é? que temos filhos e o os comentários ficam com você, então, por favor. Eh, muito obrigada, Aliano. Eh, obrigada pelo presente deste texto, né? Eu digo que a gente eh tem vários livros, várias mensagens e mais raro o momento em que a gente para para analisar a mensagem que a gente tá lendo ali. E aí a gente teve a oportunidade perante este texto de Emanuel, a que começa quase com uma pergunta, né? Sabes disso? Eu fiquei pensando, o que que ele quer dizer com sabes disso? Aí eu posso dizer, é, muitas coisas eu sei deste texto, porque nesse texto Emanuel destaca para nós o amor eh profundo e incondicional, eu diria, que tanto pais e mães têm por seus filhos. Eh, ele começa dizendo, né, das noites. E aí eu eu eu comento sempre que filho a gente depois que tem filhos, sejam eles os seus filhos biológicos ou seus filhos do coração, porque eu acho que não há diferença no amor que sentimos com relação eles, a gente é capaz de mover céus e terra, como fala o ditado, com relação a eles, noites em claro, preces, preocupações, né? mesmo diante de tantas outras coisas, a gente não deixa de se preocupar com os filhos. E aí eu me emocionei bastante com esse texto e gostaria de compartilhar com vocês a emoção que tive ao ler e lembrei quando falava de cuidar das crianças, dos nossos filhos. Lembrei, nossa, a gente ainda tem filhos saudáveis. Me lembrei de mães que t filhos adoentados, que tem filhos especiais, que tem filhos com doença. E aí me veio a história que acho que todo mundo lembra que virou o filme a Do Óleo de Lorenzo, que é um filme lindo, maravilhoso. Lembro que tava

, que tem filhos especiais, que tem filhos com doença. E aí me veio a história que acho que todo mundo lembra que virou o filme a Do Óleo de Lorenzo, que é um filme lindo, maravilhoso. Lembro que tava terminando a faculdade quando saiu lá pelos anos de 92, 93 e que é a história realmente de como pais, pai e uma mãe, eh, moveram, eu diria, a ciência em favor do seu filho. É, dando um spoilerzinho pequeno, porque talvez a a a grande maioria não tenha acompanhado, não tenha assistido esse filme. Lorenzo era o menino protagonista, que era uma criança saudável e ativa até os 5 anos de idade, quando daí ele começa a apresentar alguns sintomas neurológicos progressivos como eh pedaudição, dificuldades motoras e o diagnóstico que os seus pais recebem foi devastador para ele. Ele foi diagnosticado com uma doença chamada adrenoleucodistrofia. A abreviatura dela, que é mais conhecida, é é AL, que é uma doença degenerativa que vai atingindo principalmente meninos. Então, tá ligado com com a parte genética e que a ela atinge a capinha, a bainaha que envolve os neurônios no cérebro principalmente. E com o tempo, a naquela época que ele foi diagicado com essa doença, a expectativa de vida era de 2 a 3 anos. Aí, lendo esse texto de Emanuel, me lembrei dessa história e me lembrei também da luta que seus pais tiveram, porque não aceitaram com uma passividade, com braços cruzados o que a comunidade científica médica da época disse que não tinha tratamento, que era assim, e que eles aproveitassem bem esses dois a três anos de convivência que teriam com esse. E aí os pais, com o apoio de um cientista, de um bioquímico, se não me falha a memória, leram vários artigos científicos, formularam vários esportes, estudaram e olha que nem o pai nem a mãe, um era da área de economia e outra era da parte de linguística, eles começaram a estudar tanto e eles desenvolveram uma fórmula derivada do óleo de do azeite de oliva e com outro substância que eu não me recordo o nome e que essa mistura ficou conhecida como

tica, eles começaram a estudar tanto e eles desenvolveram uma fórmula derivada do óleo de do azeite de oliva e com outro substância que eu não me recordo o nome e que essa mistura ficou conhecida como óleo de Lourenzo. Ele não era cura para doença, mas ela retardava a progressão dos sintomas dessa doença, principalmente quando era diagnosticado precocemente. Eh, mesmo que Lorenzo não tenha se beneficiado com a cura, como mais sabe, esse retardamento do desenvolvimento da doença, propiciou a cura para várias crianças, possibilitou seus pais viverem com esse menino não somente dois a tr anos, mas eles viveram 30 anos com esse menino praticamente. O menino viveu até os seus 30 anos vindo a desencarnar por uma eh pneumonia. E aí essa história me lembrou eh a emoção do que Emanuel relata nesse texto dizendo que muitas vezes nós movemos várias coisas em favor dos nossos filhos, que os nossos filhos vêm do nosso coração, do nosso amor. E aí lembrei dessa história linda que depois virou o instituto também, que ilustra o exemplo de quantos e quantos pais anônimos nesse Brasil inteiro que talvez agora estejam nos escutando neste evangelho para que tenham realmente o consolo, os seus corações confortados com esse grande desafio que é cuidar desses seus filhos. Mas mesmo aqueles que têm filhos saudáveis, muitas vezes não deixam de ter desafios, né? Eh, o próprio Evangelho nos conta que teve a parábola do filho pródigo, né? Que também aquele pai teve um grande desafio em receber esse filho novamente, em gerenciar o problema com o filho que ficou. E ele coloca, Emanuel, mais na metade diante do do texto, ele parte da questão da saúde, que foi a minha interpretação que dei ali. E ele nos lembra de alguns filhos que muitas vezes eles são desafiadores para nós pais, desafiadores ah no no na educação, no ensino, no apoio que temos que dar a eles. E aí, Divaldo, muito tempo atrás, teve tem uma uma palestra que eu não vou precisar a data, aonde ele comentou sobre o grande desafio de um bispo de uma igreja

sino, no apoio que temos que dar a eles. E aí, Divaldo, muito tempo atrás, teve tem uma uma palestra que eu não vou precisar a data, aonde ele comentou sobre o grande desafio de um bispo de uma igreja anglicana com relação ao seu filho, exemplo de muitos pais que enfrentam com os seus filhos problemas relacionados com as drogas. Então eu fico pensando quantos pais, quantas mães não estão hoje aqui participando desse evangelho que nos fala dos nossos filhos. E talvez eu esteja falando diretamente para você, mãe, para você, pai, que tem um filho envolvido com drogas, que tem um filho, de repente envolvido na criminalidade e a gente não deixa de amar esse filho em nenhum momento. E aí, nesse texto, Emanuel nos convida a refletir sobre a justiça divina. Porque sim, o título do livro, aonde todas essas mensagens estão contidas, se chama justiça divina. Eu fiquei me questionando como a nossa visão de justiça divina é limitada e muitas vezes a gente não consegue compreender os desígnios de Deus, aonde está a sua justiça por nós termos uma visão limitada a essa encarnação, a esta vida, ao que nós achamos que não somos merecedores ou que somos. E Emanuel convida a refletir nesse texto, sabes disso? dentro do livro Justiça Divina, ressaltando a necessidade que nós temos de compreensão, de perdão, de compaixão com os outros e conosco mesmo. Lembra nas entrelinhas desta leitura que todos nós somos espíritos em processo de aprendizado, em caminho de evolução aqui nesse mundo. E talvez ele tenha usado o exemplo do amor de pais e filhos, porque na minha vera é o amor mais incondicional que temos. É uma força que nos guia. que nos ilumina o nosso caminho. Essa semana mesmo, eh, tive uma aluna que foi mãe pela primeira vez e lembro que escrevi o texto para ela, que agora você conhecia uma das emoções mais lindas, sendo mais desafiadoras que Deus nos permitiu sentir nesse mundo, que é o amor de mãe, o amor de pai. E quantos pais e quantas mães têm um sacrifício silencioso no trabalho de cuidar dos

mais lindas, sendo mais desafiadoras que Deus nos permitiu sentir nesse mundo, que é o amor de mãe, o amor de pai. E quantos pais e quantas mães têm um sacrifício silencioso no trabalho de cuidar dos seus filhos? Especialmente, como eu disse, aquelas mães que têm os filhos frágeis, os filhos especiais, os filhos com alguma doença. A fragilidade quando a gente pega um bebê no colo vendo a que qualquer febre, qualquer doença que os ameaça nos tira o sono, nos dá muita preocupação e a gente nem pensa nas noites em claros. E no texto coloca que lá na frente, se a gente vai pedir recompensa, vai cobrar as horas extras com isso, nem passa pela nossa cabeça, porque isso é a expressão realmente do amor. O amor naquele gesto do cotidiano muitas vezes que passa desapercebidos aos olhos do mundo. É no lanchinho gostoso que deixa, é no bilhete que manda, é na mensagem que que responde para o seu filho. Então eu não tenho dúvida que esse amor é a expressão maior que nós podemos ter divinamente aqui na Terra. esse amor nosso que se manifesta assim diariamente no nossos pequenos gestos, naquele sacrifício velado. E ao mesmo tempo, esse amor tão grande, ele também é capaz de gerar muita dor quando nós vemos a queda, principalmente a queda moral dos nossos filhos. Tem uma parte do texto que Emanuel coloca que a nossa realização plena é quando nossos filhos já constróem o seu futuro, já estão eh encaminhados. Lembro que conversava com Adriano, com Karina sobre filhos, que temos filhos mais ou menos na mesma idade, como a gente se sente feliz quando esses meninos já estão encaminhados. Mas nem todos têm esta esta, eu diria sorte, privilégio. Eu não sei qual palavra colocar, porque ver a queda moral dos nossos filhos talvez seja uma dor muito profunda que muitos pais que estão nos escutando na dor no momento de hoje tenha que enfrentar. Aí, recordo dessa palestra que Edivaldo comentou, aonde ele fala sobre esse bispo da igreja anglicana, que o seu filho teve envolvimento com drogas, com

na dor no momento de hoje tenha que enfrentar. Aí, recordo dessa palestra que Edivaldo comentou, aonde ele fala sobre esse bispo da igreja anglicana, que o seu filho teve envolvimento com drogas, com alcoolismo, começou pelo alcoolismo e foi para drogas. E isso levou ao próprio eh a própria morte desse filho, que eh tinha todas as características de ser um suicídio. E esse bispo muito religioso, ligado ao destaque religioso, ao cenário que ocupava, ele ele se questionava com o que estava escrito ali nas escrituras que ele estudava, que quem se matava, que quem cometia esse ato contra si mesmo eh estava condenado, que ia sofrer. E ele resolveu estudar, ler e reler aquilo, porque aquilo estava contra o que ele gostaria de, como pai, acreditar como destino final pro seu filho. E ele teve, sim, esse pai, coragem de questionar os dogmas para buscar uma vivência mais racional. E ele preparou o sermão e comentou que ele não acreditava mais que esse filho dele ficaria o resto da eternidade separado dele. E isso abriu para ele um abismo e ele teve foi até inclusive afastado eh das suas funções religiosas, porque diante de tanta dor ele já não encontrava o conforto dentro dali. E aí ele começou a estudar mais e alguns fatos inusitados aconteceram eh na vida dele. E ele teve certeza que a vida sim continuava, que a alma continuava viva, ativa, que ela tinha possibilidade de comunicação. Aquilo tudo, irmãos, que nós estudamos na doutrina espírita, que eu acho uma das coisas mais lindas que ela veio nos mostrar, ela veio acabar com a morte. Porque ela falou que ela nos conta que a morte não existe, é simplesmente a transição de um estado pro outro, que a vida continuava e que se nós, seres humanos falíveis perdoamos os nossos filhos, que dirá de Deus esse pai amado, de bondade, perfeita em todos e os seus gestos, que ele não ia condenar para sempre? a infelicidade de um único filho seu. Então, esse é o grande consolo que nós encontramos eh na doutrina espírita. Que tantas mães, tantos pais que estejam

gestos, que ele não ia condenar para sempre? a infelicidade de um único filho seu. Então, esse é o grande consolo que nós encontramos eh na doutrina espírita. Que tantas mães, tantos pais que estejam sofrendo nesse momento pela falta dos seus filhos neste mundo terreno, que você não tá mais separado dele para sempre, que um dia, quando chegar o momento adequado, nós vamos nos reencontrar. Porque o que nos une é muito maior do que estar vivo ou estar morto. O que nos une é o amor. E esse amor, a doutrina espírita deixa muito claro que a gente encontra as pessoas que amamos do outro lado, que esse amor não é rompido com a morte. Ele pode ficar de uma certa maneira silencioso, dolorido, arrancar lágrimas de saudades de nós. Com certeza a anca, mas que não é o fim que nós iremos nos reencontrar. Por isso, se você tem um filho que passou por essa situação, se você tem um filho em queda moral, o seu amor não deve recuar, não deve condenar, você não deve desistir do seu filho, porque a perseverança e a compaixão é um reflexo do amor divino dentro de nós. E Deus não abandona os seus filhos jamais. E ele nos ensina a seguir o seu exemplo de persistir, de corrigir, de educar. Então aí eu consegui entender o porquê desse texto dentro das do livro Justiça Divina, para que tantos corações às vezes sofridos, doloridos, não se revoltem contra Deus. contra o seu destino, contra o que a vida tá fazendo você passar, porque diz que Deus não dá carga maior do que nós possamos enfrentar. e que ninguém ao retornar para esse plano vem com uma missão que você possa falhar. Então, se hoje você tá tendo como uma missão guiar uma alma difícil, um filho contestador, um filho que esteja em queda moral, saiba, pai, mãe, que você tem dentro de si a força necessária para seguir adiante. que Deus é justo porque ele viu o quão forte você é para passar por essa provação. Tenha esperança, tenha fé, compreenda e veja isso como uma transição. Nunca deixe de acreditar. Você não está sozinha. A dor que você sente neste

viu o quão forte você é para passar por essa provação. Tenha esperança, tenha fé, compreenda e veja isso como uma transição. Nunca deixe de acreditar. Você não está sozinha. A dor que você sente neste momento, ela tem um sentido, porque a justiça divina, ela não pune, ela educa, ela restaura, ela reconduz cada um de nós para o caminho do bem. Então, esse texto, vou confessar, eu sou uma pessoa eh não muito fácil de chorar, mas quando eu li, ele me tirou lágrimas. Cada vez que eu relia e ontem, hoje eu trabalhei bastante na leitura, cada frase tocava fundo dentro de mim. Sabes de suportar todas as dificuldades, a imagem daquele pai e daquela mãe que sacrifica a sua vida querendo dar o bom e do melhor para o seu filho, quando na verdade você já deu tudo que ele precisava. neste mundo que era a oportunidade de reencarnar, de estar aqui. O resto é com ele mesmo. Você tem a missão justamente de guiar, de conduzir. Só que veja, nós fomos criados simples e ignorantes. Ou seja, todo o mérito da trajetória, todas as nossas conquistas depende de cada um de nós. Mas nós também fomos criados por Deus perfectives. Apesar das nossas limitações, das nossas imperfeições, dentro de nós, a gente é um projeto de Deus para dar certo. E isso tem que ser o grande motivo para que nós movamos céu e terra, montanha, se for o caso, para podermos guiar os nossos filhos dentro do caminho reto. Por isso que Emmanuel nos convida a que a gente não se revolte contra a justiça de Deus, mesmo quando ela nos arranca testemunhos amagos. Porque é na dor que nós crescemos, é na dor que nós descobrimos realmente todas as conjugações deste verbo chamado amar. Mas lembre que nenhum pai abandona seus filhos. Você abandona os seus? Não. Então, da mesma maneira, todos nós, filhos de Deus, não somos abandonados por ele. Às vezes, no nosso sofrimento, na nossa dor, a gente fica pensando: "Deus, onde você tá? Esqueceu de mim?" Não, ele não esqueceu. Ele não abandona jamais a gente. Ele nos dá as oportunidades. Deus sabe tudo que passa

so sofrimento, na nossa dor, a gente fica pensando: "Deus, onde você tá? Esqueceu de mim?" Não, ele não esqueceu. Ele não abandona jamais a gente. Ele nos dá as oportunidades. Deus sabe tudo que passa dentro do nosso coração, dentro da nossa mente. Ele sabe, ele vê, ele sente e abençoa também. E quando nós nos recolhemos numa prece, aquele silêncio que muitas vezes nós achamos que Deus não tá respondendo às nossas orações, aquele silêncio é o amor de Deus nos consolando, nos dando força, coragem. Caminhe mais um pouco, você vai conseguir. Essa mensagem nos faz lembrar tanto desse amor incondicional, nos faz refletir também eh sobre o papel da dor na nossa vida, que muitas vezes nós achamos que quando sofremos, principalmente quando sofremos por um filho, Deus está nos punindo. Não é castigo. Dor é uma lição, talvez seja um convite para que nós voltemos os nossos olhos aquilo que realmente importa. E a esperança, a esperança ela nunca deve morrer. A gente não deve desistir nunca. Ah, eu desisti do meu filho. Não desista. Tente uma vez mais, mais uma. quantas vezes for necessária. Até quando? Até no limite das suas forças. Isso está no evangelho. Porque se um filho caiu e você se esforçou ao máximo no limite das suas forças, você vai ter a consciência tranquila de ter feito tudo o que você podia para guiar este filho que está sobre empréstimo para você, porque somos todos filhos de Deus. Nós, pais e mães, temos a guarda provisória desses filhos de Deus. Olha a responsabilidade que temos. Então, não devemos poupar os nossos esforços. E eu me emocionei muito lembrando dessas duas histórias, do filme do óleo de Lorenzo, da história do bispo que mudou as suas convicções para acreditar que seu filho tinha salvação. E creio que esse realmente era a intenção de Emanuel, que a gente pudesse perceber o amor que nós já temos e que é, com certeza infinitamente menor que o amor que emana de Deus para com nós, cada um de seus filhos. Tentei não derramar lágrimas com esta reflexão, mas eu acho que ela tinha que

e nós já temos e que é, com certeza infinitamente menor que o amor que emana de Deus para com nós, cada um de seus filhos. Tentei não derramar lágrimas com esta reflexão, mas eu acho que ela tinha que consolar muitos corações que sofrem com problemas de saúde de seus filhos, com queda moral deles, com preocupações, mas saiba que você tem condições de triunfar nesta missão. Não desista. Ame, porque Deus não desiste nós. Adriano, obrigada a oportunidade de refletir, de dividir essa emoção todos vocês aqui na noite de hoje. Nós que agradecemos, Ângela. E eu queria voltar para que, na verdade, eh eh renovar um convite para que as pessoas leiam esse texto de novo, porque olha só que coisa linda, né? Tomaste algo de teu sangue e amassaste com o teu hálito ou com o hálito do teu hálito. Adicionaste os melhores sonhos, os mais límpidos ideais e formaste semelhantes maravilhas que te nasceram por esperanças em flor, né? Esses são os nossos filhos, né? É o tomamos algo do nosso sangue, amassamos com o hálito do nosso hálito, adicionamos os melhores sonhos, os mais límpidos ideais e formamos esses semelhantes maravilhas que nasceram por esperanças e em flor. Aí a gente, né, dias de laborioso cuidado, noite de dolorosa vigília, alimento, agasalho, escola, tudo fazemos. e dobrado longo tempo, dizemando, lá na frente, sobre a tua renúncia, se essas crianças transfiguradas em pessoas adultas caem, é o que você colocou, né? Ama mesmo assim, não é? é uma coisa extraordinária. Eh, e não nos preocupemos com aqueles que reprovam o nosso devotamento, a nossa dedicação, a nossa fadiga. Preservemos isso. Esse é de fato o mais belo sentimento, o amor paternal, o amor maternal e que deve ser preservado a todo custo, sempre é incondicional. Então, meus irmãos, que texto maravilhoso, que mensagem bonita que todos compreendemos. Eu vi aqui, por exemplo, alguns comentários da Gerlúcia diz: "Filhos são dádivas e desafios. preparamos para voar, mas permanecemos ligados a eles. É uma conexão de

gem bonita que todos compreendemos. Eu vi aqui, por exemplo, alguns comentários da Gerlúcia diz: "Filhos são dádivas e desafios. preparamos para voar, mas permanecemos ligados a eles. É uma conexão de amor. A Nilda disse: "O amor é o laço que nos une eternamente, incondicionalmente, não é? Oremos por aqueles corações de mães. Olha o que a Ana lembrou, que tiveram seus filhos desaparecidos. Meu Deus! vivendo essa dolorosa prova de incerteza e de fé em Deus. E também a Gerlúcia, antes de ser nossos filhos, eles são filhos de Deus que nos confiou estes irmãos, para que cuidemos com amor incondicional. Então a gente vai percebendo, né, Angângela, como a a gente nosso público vai acompanhando, né, a tarefa, os raciocínios, o pensamento. Foi muito bonita a tua a tua as tuas palavras, muito consoladoras de fato e realmente eu não sei como você resistiu. Vamos encerrar o nosso evangelho fazendo uma prece, não é? E aí a gente retorna para o encerramento. Clarice, tudo bem? Maria Henriqueta, podemos encerrar com a prece? Então vamos lá. Eu vou fazer a condução dos pensamentos. Então, Senhor e mestre Jesus, aqui estamos reunidos em teu nome mais uma vez. Hoje refletindo sobre essa tarefa abençoada, a da paternidade, da maternidade, falando a respeito destas bênçãos, desafios, que são os nossos filhos, lembrando daqueles e daquelas mães, daqueles pais que sofrem em função das escolhas equivocadas, das dificuldades de toda ordem que envolvem aqueles seres que são os seres mais amados. Por todos estes, por todos nós, rogamos-te, Senhor, derrama as tuas bênçãos de luz. Pacifica os nossos corações, tranquiliza-nos, auxilia-nos a sustentarmos esse sentimento sublime, que é o amor incondicional. Auxilia-nos a encontrarmos forças para vencermos todos os desafios e prosseguirmos conscientes de que haverá um amanhã. Com esta fé no futuro que o Espiritismo nos apresenta, a esperança no por vir, que desenha por vezes caminhos difíceis para amanhã. Com as nossas semeaduras, colhemos frutos de alegria,

erá um amanhã. Com esta fé no futuro que o Espiritismo nos apresenta, a esperança no por vir, que desenha por vezes caminhos difíceis para amanhã. Com as nossas semeaduras, colhemos frutos de alegria, de paz, de consciência tranquila. S conosco então, Senhor, nos desafios da vida. permanece ao nosso lado, visitando os nossos lares hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado, Clarice, pela sua participação. Obrigado, Henriqueta. Querem dar um tchauzinho? Difícil, né? A emoção tomou conta, Ângela. Puxa vida, tocou na gente com certinho ali onde Puxa vida, muito obrigada. Obrigado, Clarice. Obrigado, Henriqueta, pela sua participação. É uma boa noite. Parabéns, Angela, pela mensagem linda que você transmitiu, mensagem consoladora que eu penso que é a melhor face do Espiritismo, né? Boa noite, Adriana. Clar, que fiquemos em paz. É mesmo, é mesmo, Henriqueta, essa face consoladora da doutrina extraordinária. E Ângela, muito obrigado pela sua participação, viu? Muito obrigado. Eu que agradeço a todos vocês. Queridas irmãs, queridos irmãos, chegamos ao fim de mais um Evangelho no Lar Online, convidando a todos para estarem conosco amanhã no mesmo horário, 21:50 aí no canal SEC ou senão no próximo domingo. Todos os domingos estamos aqui também na TV Mansão do Caminho. Fiquem com Deus, muita paz a todos e até breve. Ciao. Ciao.

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