Reencarnação e sexualidade: a jornada do espírito em diferentes gêneros
Após explanação de uma palestra histórica em que o nosso querido Divaldo Franco esclarece que o espírito não tem gênero, a palestrante espírita Ana Tereza Camasmie analisa a evolução do espírito imortal à medida que ele navega por diferentes expressões biológicas ao longo de sucessivas encarnações para alcançar a maturidade emocional. Ao analisar a orientação sexual sob a ótica do espiritismo, transcendemos os rótulos físicos, considerando essas experiências como transições psicológicas vitais que harmonizam as polaridades masculina e feminina da alma durante sua longa jornada rumo à plenitude. Confira o vídeo completo no programa DIÁLOGO FRANCO exibido no dia 28/03/2026: https://www.youtube.com/watch?v=EjxVfDFAqaY Assine o EspiritismoPLAY e ajude a Mansão do Caminho: http://www.espiritismoplay.com Você terá acesso a palestras históricas, eventos, audiolivros, revista digital, videoaulas e estará ajudando a manter a obra social do médium Divaldo Franco. Seja membro deste canal: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/
O espírito não tem gênero, mas a realidade é outra. Os espíritos têm o gênero da última reencarnação. Aqueles que desencarnaram na masculinidade aparecem masculinos. Os que viveram na feminilidade aparecem [música] na feminilidade. Muitas vezes para o processo da evolução, os mentores ajudam-no a trocar de sexo para desenvolver as faculdades inerentes ao espírito. A masculinidade se prevê a força, a coragem, o valor, o esforço na feminilidade, a delicadeza, a bondade, o sentimento maternal. Então, em cada período da nossa evolução, nós encarnamos em uma faixa, desencarnamos nela e voltamos uma diferente razão pela qual, de acordo com a intensidade que nós vivemos na masculinidade, no futuro, se viermos femininos, teremos a organização genésica feminina, mas teremos as tendências masculinas. No sentido oposto, [música] a mesma coisa. Por exemplo, Chopan, ele era delicado, era gentil [música] e era grandemente masculino. Dartte, Bitoven, Miguelâelo, cada um deles tinha a sua tendência. que não correspondia necessariamente à sua forma, o que não quer dizer [música] que eles tenham vivido de acordo com a tendência. A questão da pessoa dedicar-se a esta ou à aquela prática é uma questão pessoal de vontade que tem todo o direito e que merece respeito. Por isso, a pessoa pode ser homossexual, com uma vida honrada, pode consorciar-se, pode adotar filhos com a maior dignidade, às vezes melhor do que numa parceria homem e mulher. Daí a pessoa que pensa que gostaria de reencarnar masculino, isso na sua mente vai contribuir positivamente para que no futuro talvez você possa virade, o que eu acho que não é uma grande vantagem, mas deixa para lá. A pessoa tem o direito, [música] a isso nós chamamos livre arbítrio, mas há uma fatalidade [música] para você ler bem, seja em qual for a faixa de qualquer comportamento e particularmente do comportamento sexual, o respeito por si mesmo, o respeito pelo corpo, daí o autoamor a autoiluminação, o interesse para preservar, o cuidado com a saúde, [música] o equilíbrio com a
particularmente do comportamento sexual, o respeito por si mesmo, o respeito pelo corpo, daí o autoamor a autoiluminação, o interesse para preservar, o cuidado com a saúde, [música] o equilíbrio com a mente, para que a mente seja saudável, pouco importando a posição do corpo. Então, vamos dar início a nossas questões a respeito do tema. Perguntando à nossa irmã Ana Teresa Camazm, Divaldo nos esclarece que os espíritos não têm sexo. Podemos dizer que a experiência da sexualidade no corpo físico, ora em corpo masculino, ora em corpo feminino, faz parte do processo de evolução do espírito? >> Boa noite a todos. Muito obrigada pelo convite. Que todos se sintam tão bem quanto eu tô me sentindo aqui depois dessa inauguração. Muito parabéns para vocês pela inauguração da escola. Fiquei muito emocionada e com muita saudade do Divaldo também. Sim, a gente reencarnar em corpos de condições diferentes faz parte do nosso processo evolutivo, porque quanto mais experiências diferentes nós tivermos, mais a gente tem oportunidade de crescimento espiritual. E isso Kardec comenta muito bem na questão 202, quando ele diz que assim como a gente precisa progredir em tudo em posição social, quando a gente experiencia, por exemplo, posições sociais diferentes e pode vivenciar corpos com características diferentes, a gente ganha experiência. Mas eu gostaria de salientar uma coisa importante a partir da questão 155. Quando Kardec pergunta como é que se dá a separação da alma quando o corpo falece e os espíritos esclarecem que essa separação não é repentina, é uma separação gradual, cuidadosa, gentil, porque o nosso laço com corpo é muito importante. A gente tem uma tendência a fazer apego. Então, quanto mais a gente teve uma vida material, em que a gente foi muito preso a vida material, a como a gente foi enquanto homem, enquanto mulher, ou enquanto rico ou precário financeiramente, ou se teve status, se não teve, seja lá como for, quanto mais apegado à vida que a gente teve, essa separação da alma em relação ao corpo é
quanto mulher, ou enquanto rico ou precário financeiramente, ou se teve status, se não teve, seja lá como for, quanto mais apegado à vida que a gente teve, essa separação da alma em relação ao corpo é mais dificultosa. Então, há uma delicadeza para esse rompimento em que eu achei interessante o termo é um termo que se desata essa ligação, não é rompida, é desatado, é gentil. Isso, por que que eu tô falando disso? Porque quando a gente fala, ah, podemos reencarnar como homens, como mulheres, parece que é assim igual trocar um chapéu. Mas não é assim. Quando a gente tem várias existências encarnando como mulher ou várias existências encarnando como homem, a gente tem um monte de aprendizados e a gente se identifica bastante com esse lugar. Então, não é tão simples. Depois de vamos imaginar umas cinco encarnações seguidas como mulher, aí a encarnação seguinte eu encarno como homem. Não é tão simples assim eu agora encarnar como homem com toda essa experiência rica em outro gênero. Então essa transição não é simples no sentido de que seja instantânea, tem gradações, tem novas adaptações, é uma experiência que para nós não é eh, vamos dizer assim, banal. Então, por isso que a gente vai encontrar muitas diferentes experiências nessa transição de um gênero para outro. Então, todas essas experiências relativas a essa mudança, né, ora num corpo, ora num outro, também tem as mudanças culturais. Uma coisa é o encarnar como mulher no século XVI, uma outra coisa é o encarnar como mulher no século XX, no século 22 e assim por diante. Então, as diferenças culturais que vão exigir de mim comportamentos diferentes, maneiras de viver diferente, também é um grande processo de adaptação. Mas é importante é entender que o que guia uma encarnação não é exatamente se é homem ou se é mulher, são as provas pelas quais a gente vai passar. Quais que a gente precisa para se desenvolver espiritualmente. Então, encarnar como homem, como como mulher, não é o essencial, mas é verdade que tanto numa experiência quanto noutra,
ente vai passar. Quais que a gente precisa para se desenvolver espiritualmente. Então, encarnar como homem, como como mulher, não é o essencial, mas é verdade que tanto numa experiência quanto noutra, tem ali experiências relativas a uma posição e outra que a gente precisa experimentar para crescer. M.
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