Evangelho no Lar - #192 📱
Evangelho no Lar - #192 Programado para o dia 3 de dezembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 24, itens 11 e 12, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, sejam todos muito bem-vindos. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estados de do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Bom, este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar o nosso convidado desta noite, que é o Estevan. Ele é diretor do grupo Arte Nascente, o GAN. Seja bem-vindo, Estevão. A nossa gratidão por ter aceito o nosso convite nesta noite de Evangelho. >> Boa noite, Glácia. Boa noite a todos. Gratidão é toda nossa, tá? Como sempre, Lacia, é um prazer enorme estarmos juntos aqui. >> Que bom, uma alegria. Muito obrigada. Bom, então para iniciarmos o nosso evangelho no lar e hoje a gente pede desculpe que nós tivemos um probleminha técnico, mas iniciamos, né? Nós gostaríamos de dar boa noite para Renata Cunha, que está conosco em Belo Horizonte, Minas Gerais. deixando aqui o seu boa noite. A Maria Lúcia Barbosa também deixando o seu boa noite. A Cátia Catalane, boa noite a todos, Rio de Janeiro. Jesus abençoe a todos nós e a toda a humanidade. Que assim seja. O Fernando Rodrigues também que está sempre conosco de Campinas, São Paulo, o Estevan Figueiredo, que neste 30º Evangelho no Lar, olha, eu vou dizer que já já nós estamos hoje no Evangelho no Lar 192, Estevan, que neste 30º evangelho no Lar, Jesus e sua falange de espíritos superiores es e puros abençoe e dei passes fluídicos vitais para nossa saúde e harmonização dos nossos lares. Que assim seja, gratidão. E ele está sempre conosco lá do Triângulo Mineiro, com a divisa de Goiás, Minas, pertinho de Tumbiara. Que bom. Eh, a Cátia deixando o Silva assim seja para o Estevan. A Margarete também deixando boa noite. A Roselena também
o lá do Triângulo Mineiro, com a divisa de Goiás, Minas, pertinho de Tumbiara. Que bom. Eh, a Cátia deixando o Silva assim seja para o Estevan. A Margarete também deixando boa noite. A Roselena também deixando o seu boa noite. Olha quantos amigos Estevam. Muito obrigada e agradecemos também a todos que acessarão o nosso evangelho no lar. Bom, então para darmos início, eu vou fazer a leitura de uma mensagem de 192 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana de Angeles. Estevão, você poderia fazer depois a nossa prece inicial? Ótimo. Generaliza-se a ideia falsa de que o homem honesto e trabalhador é um idiota. Assim afirmam diante da prosperidade material, da injustiça e do furto, da ignomínia e do suborno, que assumem proporções devastadoras no organismo social. Não tem, porém, razão aqueles que assim pensam e agem porquanto a abundância material sem a dignidade perverte os costumes, desorganiza o homem e e envilece a alma. Só a honra prevalece e o bem subsiste a tudo. Continua sábio agindo com elevação. Vamos nesse momento então entrar em sintonia com Deus, nosso pai. Obrigado, Senhor, pela oportunidade e possibilidade de estarmos aqui neste momento para aprendermos um pouco mais de tudo aquilo que Jesus, nosso irmão, nos trouxe. Obrigado pela presença dos amigos espirituais junto a nós, nos intuindo, nos iluminando, trazendo até nós todo o que for necessário para que possamos seguir os ensinamentos do nosso mestre querido. Obrigado por termos essa possibilidade de renovação, de reforma interior. Agradecemos hoje e sempre. Que assim seja. E que assim seja. Obrigada, Estevon. Bom, nós estamos no capítulo 24 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não ponhais a candeia debaixo do alqueiro. E hoje o Estevão fará para nós as reflexões dos itens 11 e 12. Lembrando que o Evangelho da editora da FEB, para os nossos amigos acompanharem, tradução de Guilon Ribeiro. Estev, fique à vontade. >> Obrigado, Glácia. Boa noite a todos. Eh,
xões dos itens 11 e 12. Lembrando que o Evangelho da editora da FEB, para os nossos amigos acompanharem, tradução de Guilon Ribeiro. Estev, fique à vontade. >> Obrigado, Glácia. Boa noite a todos. Eh, como a Glácia já disse, nós vamos falar hoje sobre capítulo 24 do Evangelho, né? Capítulo 24. Não coloqueis a candeia sobre o alqueir, mas precisamente o itens 11 e 12. Então, como eu tô com evangelho, eu vou rapidamente fazer uma pequena leitura aqui, tá? Para nós começarmos. O item 11 diz assim: "Jesus estando à mesa na casa desse homem, entre parênteses Mateus, aí vieram muitos publicanos e pessoas de má vida que se assentaram à mesa com Jesus e seus discípulos. O que os fariseus, tendo visto, disseram aos seus discípulos: "Por que vosso mestre come com os publicanos e pessoas de má vida?" Mas Jesus, os tendo ouvido, disse-lhes: "Não são aqueles que estão bem, mas os doentes que têm necessidade de médico." São Mateus, capítulo 9, versículos 10. a 12. E aí, mais um pedacinho no item 12, ele diz: "Jesus se dirigia sobretudo aos pobres e aos deserdados, porque são os que têm maior necessidade de consolações, aos cegos dóceis e de boa fé, porque podem ver, porque pedem para ver e não aos orgulhosos que creem possuir toda a luz e não terem necessidade de nada. É um pedacinho do item 12, ele é um pouco mais longo, mas pra gente poder começar a nossa fala, né? Eh, acho que nós já ouvimos muito essa frase, né? Os médicos não são para os sãos, né? E sim para os doentes. E Jesus naquela época ele andava com muitos, né? E entre muitos que eram necessitados, que realmente precisavam. E tinham outros naquela época que também o circulavam, que estavam com ele, mas que já se achavam conhecedores de tudo, né? Ou seja, se já eram conhecedores de tudo, de nada precisava, né? Então, nós temos aqui, eu separei um pequeno trecho aqui do livro Os não precisam de médico. Esse livro aqui é de Agnaldo, eh, Agnaldo Faviari, pelo espírito Benedito Pimentel. E esse trecho do livro, ele diz assim:
s aqui, eu separei um pequeno trecho aqui do livro Os não precisam de médico. Esse livro aqui é de Agnaldo, eh, Agnaldo Faviari, pelo espírito Benedito Pimentel. E esse trecho do livro, ele diz assim: "Olha só, quem são os enfermos?", né? É bom porque a gente às vezes então quem são os enfermos, né, a que Jesus se refere? E aí ele responde: "Não são apenas os doentes do corpo, mas principalmente os doentes da alma, os pecadores, os que estão no erro, os moralmente desviados, estes são enfermos, né?" E aí ele coloca: "Jesus se aproxima dos pobres e deserdados, pois são os que mais necessitam de consolação e esperança." E a gente pode ler por todas as passagens que nós já vimos, né, sobre Jesus no Evangelho, eh, e outros livros, né? Tem várias. seu livro, um que que eu gosto muito de de buscar e tô sempre lendo é o Boa Nova, que é psicografia do Chico, ditado por Humberto de Campos. Tem várias passagens de Jesus e mas em todas a gente percebe isso, né? E Jesus nunca julgou, nunca julgou quem quer que seja, principalmente os enfermos a quem ele se refereem, né? Ele nunca julgou, ele ajudou, pelo contrário, ele sempre ajudou. São esses realmente que precisam da ajuda. Olha só, sua doutrina é um remédio para as chagas da alma. A caridade e a misericórdia são o caminho para a cura espiritual. Ou seja, Jesus, ele sempre foi pura caridade, né? De todas as passagens que nós vimos, ele sempre praticou caridade, dando o exemplo, ajudando os necessitados, ajudando os enfermos. Quantas vezes ele não ajudou, né? As pessoas chegaram até ele e muitos das vezes os enfermos moralmente falando, né? aqueles que realmente têm a alma doente. Às vezes nem o corpo tava, mas a alma tava doente. E aí a gente tem no Evangelho, né, falando um pouquinho sobre Jesus ainda, a missão de Jesus. Jesus veio para chamar os pecadores ao arrependimento, não para julgar os justos que se consideravam sãos. Olha só, os justos já se consideravam sãos, né? Ele demonstrou que a lei de amor está acima das convenções sociais e das
ecadores ao arrependimento, não para julgar os justos que se consideravam sãos. Olha só, os justos já se consideravam sãos, né? Ele demonstrou que a lei de amor está acima das convenções sociais e das aparições de virtude. O verdadeiro espírita deve seguir o exemplo do Cristo, estendendo a mão aos que erram, sem preconceitos. A caridade não é apenas dar o pão, mas também a luz do evangelho e o consolo moral. quando ele coloca aqui o consolo moral, então aqui a gente pode entender um pouco mais sobre quantas pessoas, né, que precisam desse consolo moral, quem são essas pessoas então se não enfermos, moralmente falando, os necessitados. E hoje a gente vive num mundo eh colocado muito isso. A gente tem muitas pessoas que vivem à nossa volta e muit das vezes nós também, né, eu vou colocar assim, nós nos deixamos ser levados na condição de que não, eu não não tô doente, eu não preciso. Quantas vezes a gente escuta isso? Eh, ah, não, eu eu para quê? Não tô doente, não vou buscar ajuda não. Aí alguém fala assim: "Vai lá no centro, passa no tratamento para quê? Não preciso, não tô com nenhum problema." Ou fala assim: "Por que você não procura um psicólogo?" E aí a pessoa fala assim: "Para quê? Não tem nenhum problema, né? A gente escuta isso às vezes ainda. Psicólogo é para doido. Mas quantas pessoas ainda estão enfermas e precisam de ajuda, né? Como diz o item aqui, né? Médico. Mas esse estar bem, qual pra gente, qual que é esse limear? Como que eu sei que eu estou bem? Porque a gente sabe, né? Vamos falar assim, o nosso corpo ele dá sinais na gente durante toda a nossa existência aqui, a gente tem muitos sinais de que não estamos bem. Qualquer coisa que nos deixa para baixo, né? Que aí já começa a nos levar pro lado exemplo da depressão. Mas não estamos bem. Quantas pessoas hoje que aparentemente a gente acha que tá bem, mas que não está bem ainda, ou pelo contrário, que está muito mal. Eh, e essas pessoas às vezes a gente pensa, passa por ela, olha e pensa: "Ah, não tem nenhum problema".
ente a gente acha que tá bem, mas que não está bem ainda, ou pelo contrário, que está muito mal. Eh, e essas pessoas às vezes a gente pensa, passa por ela, olha e pensa: "Ah, não tem nenhum problema". Mas sim, hoje em dia a gente tem muito mais as doenças da alma, né? A medicina já tá muito avançada. As do corpo para, vamos falar assim, para quase tudo tem medicação hoje em dia para controlar. Temos médicos, tem a medicina já tá bem avançada. Mas e as doenças da alma, né? Essas são aquelas que Jesus se refere muitas vezes as pessoas que tente a alma, que precisa melhorar interiormente, que precisa se curar interiormente, não exteriormente, né? E o que acontece é que nós nos deixamos levar pela quantidade, hoje em dia, quantidade de afazeres que nós temos, pela quantidade eh de trabalho que chega para nós. E quando a gente chega no fim do dia, a gente não consegue nem fazer um balanço de como eu estou. Eu tô bem, não tô, eu tô só levando, eu tô precisando de ajuda. Essa é principalmente essa pergunta. Eu tô precisando de ajuda? Eu tô precisando de alguma cura? Como que está meu espírito ou meu estado de espírito? Então, quando a gente lê essa passagem, né, acende uma luzinha lá dentro da gente. E quantas pessoas que estão assim, que convivem conosco, por que estão bem, né? Se nós estamos em condições boas, nós precisamos fazer o quê? Auxiliar os que não estão, como Jesus sempre fez. Aí eles não deixou esse exemplo. Então, se eu estou bem, o que custa para mim ajudar o meu irmão que não está e que muitas vezes tá ali do meu lado ou que em alguma visita que que eu fiz ou que eu fui ou por onde passei, eu percebi que aquela pessoa precisa de ajuda. É claro. Eh, tem até eu, eu sou convidado às vezes para falar em casamento, né? De vez em quando eu tô ali falando no casamento, fazendo uma cerimônia. E eu gosto sempre de lembrar, vai ter momento que a noiva vai tá precisando do auxílio do noivo, do apoio, da ajuda, do colo. Vai ter momento que o noivo vai est precisando
nto, fazendo uma cerimônia. E eu gosto sempre de lembrar, vai ter momento que a noiva vai tá precisando do auxílio do noivo, do apoio, da ajuda, do colo. Vai ter momento que o noivo vai est precisando da ajuda dela da mesma forma, mas e quando os dois estão precisando, né? Isso acontece às vezes com a gente. Quando nós estamos é buscar o auxílio necessário. Se o meu pr Estev, a sua internet está ruim. Apoiar, auxiliar. Eh, nós estamos no tempo ainda, Glá. Eu tô aqui esqueci do tempo. >> Fica tranquilo. A sua internet que estava ruim. Não sei se era só para mim. Não sei se era só para mim, mas pode falar tranquilo. >> Ainda temos muito tempo. >> É, qualquer coisa você me avisa, tá? Se tr, >> tá bom. Vamos continuar então. Então, e a aqui uma outra parte do aí do item 12. Assim, o Estevan ele desconectou. Com certeza ele já irá retornar. Ele já estava entrando no item 11, né? Deixa eu pegar o evangelho aqui. Aliás, ele já ia entrar no item 12. que fala justamente Jesus se acercava principalmente dos pobres e dos deserdados porque são eles, ou seja, todos nós, todos nós somos os necessitados. Todos nós ainda estamos nesse processo de auto burilamento, buscando a auto iluminação. E a doutrina espírita, né, os ensinamentos de Jesus à luz da doutrina espírita, vai nos dando esse roteiro, vai nos sinalizando através da busca do autoconhecimento, da reforma íntima. Mas doentes estamos, não somos. Estamos. Isso é um processo. Conseguiu retornar, Estev? Tá. >> Consegui. Peço desculpa, sei o que que tá acontecendo, mas a internet. >> Imagina isso acontece. Tudo certo, pode continuar. >> Agora OK. Eu pus a minha internet do celular no notebook. Acho que agora vai. Então, então, como a gente dizia, né? Eh, Jesus ele sempre deu esse exemplo, né? Quantas pessoas tiveram ali junto com ele que foram curadas às vezes pelas palavras dele, pela fala dele. A gente busca o sermão do monte, né? E a gente talvez não tenha dimensão de quantas pessoas que participaram do sermão da montanha quando Jesus ali, né, explanou
s pelas palavras dele, pela fala dele. A gente busca o sermão do monte, né? E a gente talvez não tenha dimensão de quantas pessoas que participaram do sermão da montanha quando Jesus ali, né, explanou sobre as bem-aventuranças. Quantas pessoas que se curaram apenas de ouvir as palavras de Jesus, que são enfermos, né, ou que na época estavam enfermos da alma, talvez não do corpo, mas da alma, porque do corpo ele curou vários também. A gente pode segui-lo, né, nas no evangelho, em todas as passagens. Mas e aqueles que estavam da alma, né? A gente, por exemplo, vou dar o exemplo aqui, né, de Madalena, que que foi promovida uma mudança enorme na vida dela, que ela precisava de curar a alma que estava atormentada. Então, aí muitos devem ter julgado na época que Jesus chegou até ela, né? Olha só como julgaram nessa passagem. Mas e aí eu a gente volta a frisar a fala de Jesus, né? O hospital não são para o são, são para os doentes. O médico não são para aqueles que já estão curados ou que se acham curados, mas sim para os doentes que precisam desse apoio, desse amparo, né? desse remédio. E o maior remédio que Jesus sempre trouxe, nos ensinou, né, é o amor. A gente consegue muitas vezes curar os enfermos da alma através do amor, da caridade, do exemplo, né? Fora da caridade não há salvação. Então, a gente tem sim os remédios que a gente pode oferecer. inclusive os que nós podemos buscar para quando nós mesmos estiver precisando, né? Amaro próximo como a si mesmo. Eu me amo. Olha o remédio que eu tenho para mim. Eu me amo, né? Então, primeiro ponto é esse. Eu preciso me amar. O amor, o amor ele cura, o amor ele purifica. O amor é o sentimento por excelência. Então, nós podemos e devemos sempre levar tudo com o nosso amor, amar as pessoas à nossa volta, amar os nossos irmãos em sofrimento, dedicar mais a esses irmãos através da caridade, né? Esses são remédios. E o que Jesus sempre nos deu esse exemplo? Quantas vezes Jesus se aproximou e através do amor, eh, ele praticou ali o ato de caridade,
mais a esses irmãos através da caridade, né? Esses são remédios. E o que Jesus sempre nos deu esse exemplo? Quantas vezes Jesus se aproximou e através do amor, eh, ele praticou ali o ato de caridade, de ajuda, de auxílio e nunca julgou. Pelo contrário, ele sempre ajudou e disse aqueles que precisavam: "Vá e não voltes a pecar". Mas não julgou, né? Então, a gente precisa, uma, um dos pontos cruciais dessa passagem é entender que qual que é o remédio então para esses que estão doentes, para os enfermos da alma, né? Tudo aquilo que Jesus nos deixou é o perdão, a caridade, a humildade para com os nossos irmãos. e o amor acima de tudo, tá? Então, eh, essa passagem é ela tem muita coisa para falar dela, mas a mensagem que eu queria deixar é vamos parar um pouquinho, vamos fazer muitas vezes como Santo Augostinho fazia, quando formos nos deitar à noite, vamos meditar como que nós estamos, como que foi o nosso nosso dia, né? Como que foi o nosso trato com as pessoas durante o dia? Será que eu tô bem? Será que foi tudo bem? Se foi tudo bem, é porque eu estou bem ou não? Será que eu levei um dia com mais agressividade, com mais nervosismo? Como que está a minha alma? Então, Santo Agostinho tinha essa prática. Todo dia à noite ele fazia um retrocesso do seu dia e tentava perceber em que que ele poderia melhorar, se ele tava precisando de melhorar, em que pontos, né? E que a gente possa tratar com amor, com caridade todos aqueles que estão à nossa volta, os nossos irmãos, que muitas vezes a gente não percebe, mas que estão enfermos, sim, da alma e precisando muito dos médicos. E muitas vezes esse médico pode ser um de nós, que pode chegar ali e com o nosso amor ajudar aquele irmão, tá? Fica essa mensagem, viu, Gláussa? E agora a gente abre para bater aquele bate-papo junto, as perguntas. Ficou à disposição. >> Ótimo. Muito obrigada, Estevan. É uma alegria você estar aqui. Nós agradecemos muito. No item 12, ele menciona a questão de Jesus eh fazer as curas através do seu magnetismo, né, do seu olhar, o toque,
timo. Muito obrigada, Estevan. É uma alegria você estar aqui. Nós agradecemos muito. No item 12, ele menciona a questão de Jesus eh fazer as curas através do seu magnetismo, né, do seu olhar, o toque, né, na sua veste. sempre chama atenção porque todos tinham que aproximar dele, tinha que apresentar aquela vontade, tinha que que ter aquela disposição e predisposição realmente para receber aquela cura. Como você trouxe muito bem, muitas vezes não era apenas a o corpo, às vezes, muitas vezes era a alma. que é claro que a doença do corpo reflete a doença da alma, né, que todos nós estamos nesse processo. E ele fala da mediunidade que é inerente ao homem, a disposição orgânica de qualquer homem que pode ser dotado eh de ver, de ouvir, de falar. Todos nós, né? Todos nós temos essa mediunidade, essa faculdade de estar aí em contato com o mundo invisível, com o mundo espiritual e que cada um a usa de acordo com o estágio evolutivo em que se encontra. Deus dá para cada um de nós. Ele dá o livre arbítrio para esse uso. Então nós podemos então refletir juntos, Estevão, como que nós estamos utilizando essa faculdade, que às vezes ela é ostensiva e para alguns não muito, mas todos nós estamos, né, com eh em contato com esse mundo invisível. E ele ainda coloca Gló lá no finalzinho, ele coloca assim, ó. O bom médium não é aquele que comunica facilmente, mas é aquele que é simpático aos bons espíritos, né? Porque muitas vezes eu sou méro, mediunidade ostensiva, mas não sou simpático de forma alguma. Eu acho importantíssimo também, porque, né, não é aquele que comunica facilmente, mas os que são simpáticos, aquele que muitas vezes consegue além da fala ao doutrinário em espírito, tocar com o coração, né? Você coloca bem no finalzinho desse item 12. muito interessante e importante, né, Estevon, que está ligado, então, diretamente à minha questão moral, né? Eu sou médium, mas como que eu faço o uso dessa faculdade, né? É pro bem ou é pro mal? Eu sou aqui um canal de auxílio ou de impedimento, de sofrimento para as
, diretamente à minha questão moral, né? Eu sou médium, mas como que eu faço o uso dessa faculdade, né? É pro bem ou é pro mal? Eu sou aqui um canal de auxílio ou de impedimento, de sofrimento para as pessoas. É interessante a gente pensar nisso. E você trouxe muito bem, né, que essa simpatia com a espiritualidade superior, nós só vamos ter simpatia com os espíritos elevados se a gente tiver essa vontade sincera de crescer, de passar por esse processo que você trouxe muito bem, né, que Santo Agostinho nos orienta na questão 919, 919A do livro dos espíritos e que é trabalho também. E mas você trouxe também a questão de auxiliar. Às vezes nós é que somos esse médico de que as pessoas necessitam. E lembrei imediatamente do atendimento espiritual no centro espírita em que nós precisamos, enquanto atendentes fraternos, estarmos em contato com o estudo e com a renovação íntima. para que a gente possa ser esses mediadores de acolhimento, de amparo, de consolo, de esclarecimento e orientação para todos que buscam o centro espírita e especificamente o atendimento espiritual que você colocou, né? >> Muitas vezes até com a oração, né, Lacal? Sim, >> que a gente às vezes esquece do poder dela. >> Bem lembrado, Stevan. Muito bom. É uma ferramenta, se é que nós podemos dizer assim, reduzir assim a uma ferramenta, mas ela é poderosíssima. Se a gente soubesse o quanto que ela, é, o Chico já orientava que se nós soubéssemos, né, o poder da oração, nós viveríamos assim o tempo todo buscando essa sintonia com o alto, porque facilita até esse campo da espiritualidade mais elevado, nos intuir, nos orientar, né? E aí a faculdade intuitiva. Eu tenho aqui uma pergunta. do livro consolador do Emmanuel, que é a 383, para que se alguém quiser aí eh acompanhar ou depois dar uma lida mais detalhada. É justo considerarmos todos os homens como médiuns. E aí nós estamos no capítulo sobre mediunidade, desenvolvimento. A 382 ela pergunta: "Qual a verdadeira definição da mediunidade, né? É aquela luz que seria derramada
mos todos os homens como médiuns. E aí nós estamos no capítulo sobre mediunidade, desenvolvimento. A 382 ela pergunta: "Qual a verdadeira definição da mediunidade, né? É aquela luz que seria derramada sobre toda a carne e prometida pelo divino mestre aos tempos do consolador, atualmente em curso na terra. E aí a resposta é enorme. Mas essa é justo considerarmos todos os homens como médiuns. Nós temos a resposta dele, né, de Emanuel. Todos os homens têm o seu grau de mediunidade nas mais variadas posições evolutivas. E esse atributo do espírito representa ainda a alvorada de novas percepções para o homem do futuro, quando pelo avanço da mentalidade do mundo, as criaturas humanas verão alargar-se a janela acanhada dos seus cinco sentidos. Na atualidade, porém, temos de reconhecer que no campo imenso das potencialidades psíquicas do homem existem os médiuns com tarefa definida, precursores das novas aquisições humanas. É certo que essas tarefas reclamam sacrifícios e se constituem muitas vezes de provações ásperas. Todavia, se o operário busca a substância evangélica para a execução de seus deveres, é ele o trabalhador que faz ju ao acréscimo de misericórdia prometido pelo mestre a todos os discípulos de boa vontade. Você quer comentar, Estevan? Fique à vontade, >> tá? É isso mesmo. Eh, e é, na verdade, vem totalmente de encontro com o que a gente falou, né, Gláuscia? é o que a gente acabou de ver sobre a passagem do capítulo 24, porque eh e muitas vezes a gente faz e essa a gente faz uma a gente tem uma noção errada, né, de o que que seria a mediunidade ou se todos são médios, porque a gente escuta isso muito, mas a gente acho que esse Sim. Eh, e aí é uma coisa minha, né? Eu acho que quando nós nos preparamos ou nós estamos interiormente preparados, limp, vamos dizer, limpos, entre aspas, né? Eh, nós estamos eh com nossos filtros prontos para receber. Não necessariamente eh eu tenho que fazer um fenômeno, né? Eu tô ali participando de uma reunião mediúnica, eu posso ajudar muito mais
, né? Eh, nós estamos eh com nossos filtros prontos para receber. Não necessariamente eh eu tenho que fazer um fenômeno, né? Eu tô ali participando de uma reunião mediúnica, eu posso ajudar muito mais com a doação da minha energia, porque é uma energia boa que tá sendo emitida, né? Do que necessariamente eu incorporar ou eu doutrinar, posso doutrinar, mas esse trabalho e muitas vezes nós temos essa essa mediunidade e não sabemos, né, que é a de doação de boas energias, que é importantíssima também. e fazemos se estamos com, né, a nossa, o nosso instrumento, vamos colocar assim, que nós somos instrumento. Esse instrumento nosso, ele está pronto para dar essa energia, mas tem toda essa parte que você leu aí que colabora para que esse instrumento esteja pronto, mas isso é de cada um, sabe? A gente precisa entender. Isso é um processo de cada um. Não é porque eu tenho ali um irmão ou um primo, um amigo que tem uma mediunidade de ver e que vê muito, que eu tenho que ter essa mediunidade também, né? É um processo de cada um. Eu participo muito do trabalho de reunião mediúnica, né? Toda segunda eu participo de um trabalho que é 6 horas da manhã e na quarta-feira eu participo de outro do mesmo horário. Só que esse ele é todo online, né? Depois a pandemia nos permitiu isso, né, Gus? Então, eh, e nessa, nesse trabalho a gente consegue, eh, perceber que a doação de energia ela é fundamental. Ela é fundamental pro trabalho acontecer. Então tudo isso aí faz parte, sabe Gossa? Eu acho que é o conjunto de tudo pra gente deixar o nosso instrumento bem afinadinho, o nosso filtro bem limpinho para que a gente possa receber e doar, receber e doar. Acho que é por aí. Isso. E é mesmo. lembra do Chico, do Divaldo, esses grandes médiuns missionários, né, com uma uma elevação moral já para receber e nos nos presentear com lições maravilhosas, né, que nos orientam, né, no esclarecimento >> de lições que vão nos ajudar na nossa caminhada terrena. Aí a gente lembra vários Sim. A gente a gente pode inclusive, Gláudia,
com lições maravilhosas, né, que nos orientam, né, no esclarecimento >> de lições que vão nos ajudar na nossa caminhada terrena. Aí a gente lembra vários Sim. A gente a gente pode inclusive, Gláudia, citar, e a gente tem várias, como você disse, mas eu eu trago duas aqui que eh curavam só de estar perto, curavam de colocar a mão e fazer uma oração, porque a irmã Dulce, né, uma delas é a irmã Dulce e a outra Madre Teresa. Quantos que já tiveram ali e que só pela energia delas, o trabalho de caridade que ela sempre de doação, permitia que o instrumento estivesse tão energizado que curava, curava. >> E traduzindo é o amor como você trouxe. >> Sim, com certeza. Nós vamos chegar num tempo em que a nossa evolução vai vai estar de tal forma que não vamos precisar mais dessas manifestações ostensivas, porque a nossa intuição, né, esse desenvolvimento da nossa intuição já fará esse papel que a gente necessita. Mas ainda leva um tempo, um tempo. Mas se a espiritualidade elevada quer, ainda precisa, né, utilizar dessa faculdade, é simplesmente amorosamente para nos auxiliarem na nossa caminhada evolutiva. são lições valiosas que nos ajuda na compreensão, né, de todos os ensinamentos de Jesus para que a gente possa crescer, né? E claro, a doutrina espírita nos clarifica isso. Eh, o João Batista, ele tá dizendo que Jesus naquela época curava doentes da alma através de seus milagres. Porém, muitos deles voltavam à mesma condição de enfermos por não compreenderem o evangelho de Jesus, que era caridade e amor. Muito bem lembrado, João. E o João fala conosco lá do Mensageiros da Luz. Eh, e eles voltavam a fazer, a levar aquela vida que sempre viviam e aí adoeciam novamente, né? Porque é a nossa conduta que nos leva, as nossas escolhas que nos levam à cura ou adoecimento. >> Jesus já falava, né, >> Jesus falava, vai e não voltes a pecar. >> Isso mesmo, Estevan. Eh, e o o Estevão está falando: "Sim, eu entendi que é o seu a sua 30ª participação, Steve. Nós agradecemos de coração a sua presença aqui conosco.
a, vai e não voltes a pecar. >> Isso mesmo, Estevan. Eh, e o o Estevão está falando: "Sim, eu entendi que é o seu a sua 30ª participação, Steve. Nós agradecemos de coração a sua presença aqui conosco. Muito obrigada. Olha, o João, ele continua Estela, no mundo adoecido de hoje temos que ficar vigilantes, pois estamos expostos a todo tipo de mazelas, física, moral, intelectual, para continuar na caminhada evolutiva. Isso é esse cuidado que nós precisamos ter conosco, né, que foi colocado, é o cuidado diário, né, que nós precisamos, porque primeiro nós precisamos estar bom pra gente poder ajudar o próximo. Então, eh, tá muito bem colocado pelo João aí. Precisamos e e muita gente hoje até brinca, né? Eh, vigiai, e orai, não 24 hor, mas 48. Então a gente precisa estar o tempo todo vigilante. >> Sim. E nós tá a Cátia agradecendo pelas reflexões. E o João Batista ele também continua: "O amor está intrínseco no âmago dos mais cruéis dos seres e Deus permite o livre arbítrio para que ele florescaça, floresça no momento certo." Isso mesmo. Sim. >> Sim. Todos nós estamos numa mesma condição. Deus nos dá todas as oportunidades e nos oferece tudo que é necessário pro nosso crescimento. Só que nós temos o livrearbítrio, porque aí é que está o nosso mérito desse crescimento, não é, Estevan? as nossas escolhas, a nossa atuação. E nós temos assim uma dica valiosa do espiritismo, que o trabalho no bem nos ajuda, ou seja, a fé em ação, né? Nós precisamos ter fé. O Espiritismo nos traz essa fé raciocinada. Nós cremos e sabemos porque cremos, mas a nossa a nossa fé, como diz Tiago também, eh, que precisa ter ação, né? Nós precisamos trabalhar no bem. >> E lembrando, Glácia, o nosso livre arbítrio, nós podemos usar a vontade, Deus não interfere. à vontade, à vontade para plantarmos. Agora na hora de colher, não, né? Aí a gente já não usa o livrearbito para colheta, né? >> É porque a colheita ela é obrigatória. >> Tudo que nós fazemos retorna pra gente, >> né? Então essa a mediunidade nos lembra
e colher, não, né? Aí a gente já não usa o livrearbito para colheta, né? >> É porque a colheita ela é obrigatória. >> Tudo que nós fazemos retorna pra gente, >> né? Então essa a mediunidade nos lembra que instrumento eu sou, instrumento da passividade, da paz, ou eu estou aí dificultando que a mensagem do Cristo, a luz do Espiritismo, chega a mais corações, ou eu estou eh interpretando de forma errônea ainda, de acordo com a minha necessidade, com o meu interesse, É, de que forma eu estou levando essa mensagem? Porque todos nós somos, né, esses divulgadores do evangelho de Jesus, todos nós. Você sabe, Gláudia, só eu sei que o horário tá avançado aí, mas eu eu gosto muito de fazer uma reflexão quando a gente fala de instrumento, porque eu imagino como se nós fôssemos um instrumento de um médico, o médico é Deus e a gente vai ser um instrumento para operar ou ajudar os enfermos, né? Mas e se esse instrumento tiver em má qualidade de uso, em má condição de uso, ele precisa estar em excelente condição para que aí Deus possa operar de uma forma melhor, mais assertiva atrás. Então, quando a gente fala cuidar do instrumento, do nosso instrumento, vem isso na minha cabeça na hora, porque nós vamos ser usado para através de Deus sermos instrumentos para o auxílio, né? >> Sim, Estevan. Eh, o importante é que Jesus, ele não espera que a gente seja um espírito perfeito instantaneamente. Ele conta conosco para o trabalho. Se nós não aceitarmos, porque justamente nós temos esse livre arbítrio, ele vai contar com outros tarefeiros, colaboradores. Mas a oportunidade que nós temos, ela é primordial, primorosa, ela é única. que é esse momento adequado, propício pra gente trabalhar e auxiliar primeiro a nós mesmos, né? A nós mesmos para ajudar, como você disse, para ajudar o próximo, nós temos que estar bem conosco mesmo, né? E essa sintonia com o alto, essa vontade sincera de ajudar, né? Essa vontade de melhorarmos a cada dia é que faz toda a diferença. Toda a diferença. >> Nós estamos aí no caminho que precisamos
mo, né? E essa sintonia com o alto, essa vontade sincera de ajudar, né? Essa vontade de melhorarmos a cada dia é que faz toda a diferença. Toda a diferença. >> Nós estamos aí no caminho que precisamos percorrer ainda muito para aprendermos. E vamos participar, pessoal. Nós temos ainda alguns minutos. Nós temos aqui a Margarete dando boa noite, a Rosa. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindos. E essa questão que você diz de estar bem, eh, essa reflexão, ela é muito propícia pro momento atual, né, Estevon? Porque a questão mental, >> quantos nós nos adoecemos, né, adoecemos mentalmente, caímos em desequilíbrio, damos aí vazão para até eh as obsessões, né, os espíritos menos felizes ali nos eh sugerindo situações que ainda muito infelizes. Nós não podemos agasalhar essa sintonia e é tudo uma sintonia nossa. E você trouxe muito bem a questão da prece. >> Sim, justamente a oração ela e eh a gente às vezes não lembra desse poder, mas ela é uma ferramenta grandiosa que nós temos, né? Eh, lembra a passar e todos acho que a maioria senão todos já viram, leram, ouviram o nosso lar, né? O a história ali de André Luiz, quando que ele pode ser socorrido lá do umbral quando ele fez uma oração com coração. Foi quando ele conseguiu, o poder foi tão grande dessa oração que ele abriu o caminho para que pudessem tirá-lo dali, né? Sim. E só assim ele percebeu a presença da sua mãe, espírito elevado. >> Através de uma oração que aí clareou tudo para ele, né? >> Sim. >> Isso mesmo. Isso mesmo. >> A Marlene também está deixando a sua gratidão pelo evangelho. Que bom, que bom. A noite de evangelho, ela é motivo de muita alegria e gratidão, não é Estevan? >> Isso mesmo. Sempre, >> sempre. Cultivar os ensinamentos de Jesus no nosso lar é muito importante. Isso ajuda muito também. Nós temos, eh, sempre gosto de falar isso, lembrar, nós temos um presente, talvez um dos maiores presentes que Jesus nos deixou, que é o evangelho. Nele tem tudo o caminho, tudo que a gente precisa pra nossa evolução, tá
e gosto de falar isso, lembrar, nós temos um presente, talvez um dos maiores presentes que Jesus nos deixou, que é o evangelho. Nele tem tudo o caminho, tudo que a gente precisa pra nossa evolução, tá tudo ali. Ele precisa ser o nosso livro de cabeceira, né? >> Ele é o nosso roteiro de vida eterna. E lembrando também que o evangelho no lar foi Jesus que fez o primeiro culto cristão no lar na casa de Pedro, justamente para harmonizar, para estudar juntos, para fortalecer os laços, né? Vamos cultivar os ensinamentos de Jesus no lar, eh, seja em qual segmento religioso a família tenha, né? Podemos fazer sozinhos. podemos fazer com demais pessoas, demais familiares, não interessa, né? Bom, Estevan, eh, eu agradeço mais uma vez e gostaria que você deixasse as suas considerações finais. >> Eh, eu que agradeço, sempre muito, muito bom. Fico muito feliz de participar e a gente, na verdade, a gente tá aqui para aprender juntos, né? Então, agradeço mais uma vez, Gus, desejo aí a todos os irmãos que participaram, que possam seguir sempre com força, seguir em frente, eh que tenham ânimo, que tenham fé, né? E a fé ela tá, ela nos ajuda muito. Então, busquemos o evangelho e tenhamos as mensagens do evangelho, não só na cabeça, mas nos nossos atos também. Eh, cada cada momento que a gente vive, a gente precisa vivenciar o evangelho junto, porque a gente passa de uma forma eh, não falo melhor, mas de uma forma mais adequada pelas dificuldades. Fica aqui a gratidão nossa, o carinho. Estamos sempre juntos. Gratidão a nossa, Steve, por você estar nessa noite conosco e trazer tantas reflexões muito de forma muito clara, de forma muito amorosa também. E realmente, só reforçando o que você acabou de dizer, nós precisamos conhecer esse evangelho mais profundamente, meditar, refletir, sentir esses ensinamentos de Jesus para que a gente possa vivenciá-lo mais no nosso dia a dia. Gratidão a você mais uma vez. Agradeço também ao Vinícius, que é da área da comunicação, está aí na transmissão conosco.
sinamentos de Jesus para que a gente possa vivenciá-lo mais no nosso dia a dia. Gratidão a você mais uma vez. Agradeço também ao Vinícius, que é da área da comunicação, está aí na transmissão conosco. Obrigada, obrigada pela oportunidade bendita de estarmos juntos. Agora eu peço Vinícius para colocar a poesia que foi escrita especialmente para o evangelho no lar. Fiquem com Deus. Até a próxima quarta-feira. Muita paz. >> Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, [música] semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. Uh. เฮ