Evangelho no Lar - #167
Evangelho no Lar - #167 Programado para o dia 11 de junho de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 20, item 4, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Boa noite, meu nome é Gláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Bom, este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Gostaria agora de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é o colaborador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, Vinícius, seja bem-vindo. Boa noite, Laur. Que bom, irmãos e irmãs. Que bom para mais um evangelho no lar. e o Paulo César, que é presidente do Conselho de Administração da FECO. Boa noite, Paulo. Seja muito bem-vindo. É um amigo querido, conhecido por todos nós. Boa noite. É uma alegria, né, poder estar aqui entrando nos lares das pessoas, né, e que essa intimidade possa estabelecer vínculos entre a gente inclusive, né, que a gente sabe que a ligação do pensamento é tudo. Então, muito prazer estar aqui visitando a todos vocês. Nós também estamos muito felizes com a sua presença. Bom, nós já temos alguns amigos conosco. A Renata Cunha, ela fala conosco lá de Belo Horizonte, Minas Gerais, deixando o seu boa noite a todos. Seja bem-vinda, Renata. Também a Maria Lúcia Barbosa. Boa noite a todos. Saúde e paz. O Eupídio Quirino. Boa noite a todos. Fus e paz de Goiânia. Que bom. Sejam todos muito bem-vindos. Para iniciarmos o nosso evangelho no lar, eu vou pedir pro Vinícius fazer a leitura do capítulo 177 do livro Vida Feliz, ciscografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana deângeles. E em seguida ele fará a nossa prece inicial. Então, no capítulo 167 traz Vinícius, eu não sei, não disse só para mim, mas o seu áudio está um pouco
reira Franco e ditado pelo espírito Joana deângeles. E em seguida ele fará a nossa prece inicial. Então, no capítulo 167 traz Vinícius, eu não sei, não disse só para mim, mas o seu áudio está um pouco baixo. Tá um pouquinho baixo. É, deixa eu tirar aqui. Melhorou agora. Você tinha aproximado para melhorar. tá tá me escutando, tá? Eh, então, capítulo 167 de vida feliz, Joana de Angeles nos traz esse mensagem. A grandeza de um homem pode ser medida pela sua capacidade de servir seu próximo, de verdade, de amor. Os homens grandes chamam a atenção e projetam sombra, mas os grandes homens, onde quer que se encontrem, tornam-se claridade inapagável, apontando rumos libertadores. Os verdadeiros heróis se ignoram, preocupados que vivem ajudar mais do que fazer a propaganda dos próprios atos. Torna-te um deles no silêncio das tuas realizações e na grandeza da tua pequenez. Então, nesse momento, eu gostaria de convidar todos os nossos irmãos para levarmos nosso pensamento a Deus. Bom Pai, uma vez mais nós te agradecemos pela oportunidade de nos reunirmos em nome do nosso mestre amado Jesus e podemos refletir acerca dos seus ensinamentos do boa moda do evangelho. Senhor, que sua exemplificação, suas palavras possam uma vez mais nos inspirar a reflexão tão necessária para o nosso crescimento e aprimoramento espiritual. Que possamos, Senhor, nesse momento, pelos nossos benefitores espirituais, busca o tempo de nos conectarmos a ti pensamento, palavra e ação, buscando assim a melhoria do campo íntimo tão necessária para o nosso crescimento. E assim, Senhor, te pedimos teus bênçãos a todas as pessoas cadas por teu amor na nossa humanidade. Que assim seja. Obrigada. Bom, e Tamara Silva também deixando o seu boa noite em São Paulo. Seja bem-vindo, Tamara. Sônia Maria também deixa o seu boa noite. Seja bem-vinda, Sônia. O João Batista também. Boa noite a todos. mensagem de luz deve ser, né? Obrigada, João, por estar conosco mais uma vez. Então, para iniciarmos, o Paulo fará a as suas reflexões no
ja bem-vinda, Sônia. O João Batista também. Boa noite a todos. mensagem de luz deve ser, né? Obrigada, João, por estar conosco mais uma vez. Então, para iniciarmos, o Paulo fará a as suas reflexões no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 20, os trabalhadores da última hora, o item quatro, muito pertinente para todos nós que somos trabalhadores espíritas. Lembrando que o Evangelho é da editora da FEB, a tradução de Guilon Ribeiro. Fique à vontade, amigo. Bom, esse evangelho ele fala diretamente para nós, né? Porque essa mensagem de Erasto, ela está bem pessoal, bem personalizada, né? tá no capítulo eh dos trabalhadores da última hora, sugerindo que seríamos nós, né, de alguma forma esses trabalhadores. história contada por Jesus naquela passagem, essa parábola, vem nos mostrando eh a responsabilidade do trabalhador, porque independente da hora que ele chega, se ele tiver a dedicação necessária, o esmeriro, ele vai receber o mesmo salário do de todos, né? Então, para nós é um alento sendo trabalhadores de última da última hora e saber que nós vamos eh usufruir do salário, né, integralmente. Isso é de maneira figurada, né, e fala dessa forma pra gente correlacionar com a nossa vida pessoal, com a nossa vida do mundo, para entender o que que ele tá querendo dizer, né? Então esse capítulo traz assuntos maravilhosos, né, fazendo esse convite para que a gente se torne um trabalhador. E nessa parte que fala do Missão dos Espíritas, Erasto, né, que foi um colaborador de Paulo, um grande trabalhador do movimento cristão, né, ele nos traz reflexões e assim observações, eh, chega a ser chocante, né, com a forma como ele coloca, nos nos chamando atenção que nós somos os convocados de Deus. né? Então ele vem fazendo toda uma reflexão acerca do momento que a gente está vivendo. E a gente tá sempre ouvindo falar sobre essa questão de transição planetária, de mudança. Então ele começa assim: "Não escuteis já o ruído da tempestade que há de arrebatar o velho mundo e abismar no
E a gente tá sempre ouvindo falar sobre essa questão de transição planetária, de mudança. Então ele começa assim: "Não escuteis já o ruído da tempestade que há de arrebatar o velho mundo e abismar no nada o conjunto das iniquidades terrenas, né? aqui na na outra tradução, né? Deixa eu ver aqui. É do eu não eu não sei se essa tradução aqui é do Guilon, porque ela fala de uma forma diferente aqui, né? Mas ele diz, veio eh arrebatar o velho mundo e precipitar no abismo do nada o conjunto de iniquidades terrenas. Então ele vem mostrando, chamando a atenção para esse momento, né? onde além de todos esses processos de ordem natural, de cataclismo, de tudo, tem toda essa alteração de pensamentos que estão nos envolvendo no dia a dia, nesse momento, né? Então, eh eh a coisa que me chamou muita atenção no início aqui da colocação dele, do comentário dele, sobre o nosso o convite que nos faz para falar da reencarnação, né? ele coloca eh, inicialmente ele fala: "Ide pregar o novo dogma da reencarnação e da elevação dos espíritos". Elevação que vai se cumprir de acordo com o que fizermos, bem ou mal, né? Das nossas tarefas, né? Então, nós temos essa grande eh esse grande benefício da compreensão dessa questão que a doutrina nos traz. E como espíritas, né, nós temos total facilidade de compreender, porque tá dentro de um rol de conhecimentos, não é só o conhecimento, reencarnação, nascer de novo, não. Vem todo um processo explicativo para nós das penas, do que que é o mundo espiritual, a sua correlação com o mundo material, nos dando a a tranquilidade de compreender essa questão. Eh, eu tenho conversado com muitas pessoas que nem tinha conhecimento do espiritismo. Eu conversei com pessoas que nem sabia o que era o espiritismo, nem sabia que existia espiritismo. Olha só que interessante, né? Tô tendo muitas visitas aqui e vai, o que que o senhor vai fazer? Não, eu tô indo para uma palestra. Palestra de quê? Do espírito. Ah, como é que é isso, né? Então, imagina no tempo de hoje,
ante, né? Tô tendo muitas visitas aqui e vai, o que que o senhor vai fazer? Não, eu tô indo para uma palestra. Palestra de quê? Do espírito. Ah, como é que é isso, né? Então, imagina no tempo de hoje, essa questão não é abordada e não l é do conhecimento de muitas pessoas. Então, eu penso que é um benefício extraordinário que a gente tem. Porque nós estamos hoje construindo o nosso amanhã e com esses conhecimentos nos facilita muito porque nos leva a ter mais vigilância e mais atenção com as questões que nos são trazidas no dia a dia, né? E esse processo da reencarnação é é a justiça divina eh de forma clara pra gente compreender, né? Aí ele fala também sobre a questão eh pra gente não não se assustar com tudo que está acontecendo. E aí ele fala das línguas de fogo, né, que estão sobre vossas cabeças. Então, essas línguas de fogos nada mais são do que esse processo de inspiração que nós temos a todo instante. E como ele coloca que nós somos os enviados de Deus, essas línguas de fogo estão aí. E a questão da mediunidade é uma questão fundamental para o nosso conhecimento, pra gente compreender essa questão das inspirações e essas línguas de fogo que estão sobre a nossa cabeça, né? Mas aí ele nos faz eh condições para isso. E ele fala que a gente tem que sacrificar alguma coisa. E quando a gente pega para ver o que que nos pede para para ser um sacrifício, é só da questão da vontade. Não tem nada que a gente não dê conta e não tem nada extraordinário e nada difícil, porque tudo tá voltado para nós mesmos. Ele fala eh sacrificar os nossos hábitos. E quando fala de sacrificar hábitos, tá falando de hábitos perniciosos. E esses hábitos ruins, desde a viciação, glutonaria, eh, e tantas questões, na realidade nos faz mal até pro organismo físico, né? Então, eh, sacrificar hábitos ruins é bom até paraa nossa saúde, né? Não é uma questão, embora esteja colocando de forma moral aqui para nosso evolução, faz bem para nós sacrificar a esses hábitos ruins, né? Fala para sacrificar
s ruins é bom até paraa nossa saúde, né? Não é uma questão, embora esteja colocando de forma moral aqui para nosso evolução, faz bem para nós sacrificar a esses hábitos ruins, né? Fala para sacrificar os os vossos trabalhos. Eu tenho uma vida de dentro da doutrina espírita. em nenhum momento eu eu me vi completamente impedido de exercer a tarefa da doutrina por causa de trabalho. E eu assumi responsabilidades muitos grandes no na na sociedade, né? Eu fui diretor de uma secretaria de governo e não deixei de mesmo tanto com essa responsabilidade eh de 24 horas, s 7 dias por semana de estar dentro da casa espírita. Então sacrificar o trabalho nem é tanto assim, mas até recomenda isso aqui, né? As as ocupações fúteis, né? Quantas bobagens a gente tem. A gente vai chegando numa certa idade, vai vendo, meu Deus, que besteira, né? A gente até hoje ainda tá envolvido com com disputas, com coisas com hábitos completamente fúteis, que não leva nada, né? tirar até questão da televisão, o tanto de bobagem que se a gente for ver a nossa saúde mental causa problemas graves para todos nós. O que a gente tá vendo, acompanhando pelos noticiários e pela vida aí que o mundo nos traz, né? fala eh, aí dentro dessas recomendações, ele vem refortalecer, né, que os espíritos superiores, os espíritos elevados estão conosco. É uma coisa muito natural isto, não é que por ser espírita e que os espíritos superiores vão estar conosco, não. Vão estar com todos aqueles que estão esforçando para vencer dificuldades, para eh fazer o bem, né? Então eles vão estar junto conosco. Então já é um alento, né, um conforto e uma responsabilidade também, porque se nós temos a possibila, essa certeza de estarmos bem sintonizados e bem amparados, né, nós temos essa responsabilidade porque esses espíritos não estão perdendo tempo com a gente. não pode perder tempo com a gente, né? Então ele fala da questão da de o doide e pregai. Aí ele fala das questões da que a gente vai pregar coisas que não vão ser ouvidas. Então
ndo tempo com a gente. não pode perder tempo com a gente, né? Então ele fala da questão da de o doide e pregai. Aí ele fala das questões da que a gente vai pregar coisas que não vão ser ouvidas. Então vou falar pros avaros que eles têm que ser desinteressados. Como é que vai, como é que eles vão aceitar isso? Provavelmente não vão ser, não vão dar ouvidos às nossas palavras, né? Não vou pedir para mansidão pros déspotas, não. Não tão acostumado com isso. É igual quando Jesus fala: "Amai os vossos inimigos, né? Então eu vou pedir coisas, eu vou falar de coisas, mas e aí eu vou pensar: "Não, tô jogando palavra fora". E os espíritos fal: "Não importa, porque são sementes, né? E a gente que tem um processo ligado à educação, a gente vê que isso aparentemente tá sendo jogado fora. Aparentemente, porque lá na frente com certeza, eh, dará muitos lucros, muitos resultados, muitas sementes boas vão germinar aí nesses corações, né? Eh, ele faz umas colocações assim de muita muito incisiva, né, em questão a a busca da justiça da de acabar com a iniquidade, né? Ele fala de uma forma bem incisiva, né? Como se ele tivesse realmente numa guerra, né? Para acabar. Quando ele fala de culto ao bezerro de ouro, ele tá falando as coisas de ordem material, não acabar, porque as coisas de ordem material ajudam no progresso e faz parte de todo esse processo nosso de crescimento aqui no mundo, né? O que é a grande dificuldade eh saber usar isto, né? usar isso da forma que que realmente vai produzir alguma coisa e não simplesmente nos satisfazer as nossas vaidades, as nossas necessidades, né? Então ele fala que essas pessoas provavelmente não vão dar atenção, mas aqueles infelizes simples, humildes, e a primeira bem-aventurança que Jesus nos traz é bem-aventurados os pobres de espírito. São os simples e os humildes. Então se a gente conseguir levar a esperança para esses já já que já tivemos um caminho grande nesse processo de atender essa missão que nós estamos sendo chamados. Todos nós estamos sendo chamados, porque
se a gente conseguir levar a esperança para esses já já que já tivemos um caminho grande nesse processo de atender essa missão que nós estamos sendo chamados. Todos nós estamos sendo chamados, porque se nós temos algum conhecimento que pode ajudar ao outro, nós temos que pregar. É uma obrigação nossa fazer isso, né? É lógico, não da da questão de proselitismo, dessa chate às vezes, mas de levar a palavra. E todos aqueles que estão próximo a nós que precisam nos procuram. Não tem como, né? pela pelo exemplo, pela experiência, sempre vão estar junto conosco, né? Eh, e aí ele fala da questão da da nossa tranquilidade em relação à questão da fé, porque a fé é uma questão difícil, né? Principalmente aqueles que ainda estão buscando essa questão da fé cega, tem que acreditar porque é, mas nós não temos isso, porque nós temos como raciocinar dentro dos conhecimentos e saber que nós vamos transportar a montanha com a nossa fé. Por quê? Porque eu eu tenho recursos para fazer isso, mas ele coloca que as montanhas que que na realidade são maiores do que as montanhas de terra, né, é as impurezas nossas. Essas são as grandes montanhas verdadeiras, né? São os vícios, as impurezas que decorrem desses vícios, né? E eu lembro bem do do bispo de Agel quando ele coloca da questão do orgulho como a sede, né, ou princípio de todos os males. Então são essas questões que a gente são que são para na realidade eh as montanhas que a gente deve remover, né? E essas dificuldades vão passar, né, com o dia que a gente tiver num estágio melhor e vai ficar só como uma lembrança de como fomos, como hoje a gente relembra, né, o o primitivismo, os irmãos que ainda estão numa fase primitiva, tá na só com a história, né? E embora a gente esteja ainda tão atrasado, tão comprometido com os nossos comportamentos, quando estiver melhor, isso vai ser parte da história. Vamos lembrar isso como uma coisa que já passou e talvez seja até lendas, né? Porque não vai fazer parte do nosso cotidiano no futuro, né?
entos, quando estiver melhor, isso vai ser parte da história. Vamos lembrar isso como uma coisa que já passou e talvez seja até lendas, né? Porque não vai fazer parte do nosso cotidiano no futuro, né? Ele coloca uma coisa que eu gostaria de ler. As perturbações morais e filosóficas vão rebentar em todos os pontos do globo. Aproxima-se a hora em que a luz divina aparecerá sobre os dois mundos. Eu fiz questão de fazer essa leitura porque isso aqui é muito grave. É muito sério, porque é um momento em que nós estamos a, é, como ele diz aqui, rebentar, então rebentando as questões de ordem filosófica. estão desviando muita gente, muitos espíritas, porque ficam envolvido em ilusões, em coisas e muito mais ligado ao materialismo do que ao próprio espiritualismo. E as perturbações morais, né, estão aí trazendo para nós tanta preocupação e tanto transtorno. A humanidade nunca passou por tanto feminicídio, tantas questões de de pedofilia, como pelo menos está sendo divulgado, né? Mas tá acontecendo, né, com com um grande índice, porque o suicídio está aí à nossa porta o tempo todo. Isso é decorrência dessas mazelas morais que a gente traz, né? Então ele continua insistindo para que a gente tenha fé, para que a gente leve a palavra, para que a gente pregue, né? E ele vem nos falar também para que a gente não perca a coragem, né? Que porque os instrumentos pra gente fazer estão todos à nossa disposição. Os instrumentos, o arado, né? rua estão nas nossas mãos, está à nossa disposição, nós não temos que ir atrás de nada, tá tudo aí prontinho, mas é só pegar os o esses instrumentos e pôr no trabalho. E o maior deles é o conhecimento que a doutrina nos faculta, né? Eh, e ele, né, fala da questão dos espíritas que vão se transviar. E nós já falamos isso, mas pra gente seguir o caminho da verdade. E ele conclui uma pergunta: Como é que nós vamos reconhecer os que se acham no bom caminho? Então, todas essas questões quando chegam para nós, não precisa nem da gente procurar a resposta dos espíritos,
le conclui uma pergunta: Como é que nós vamos reconhecer os que se acham no bom caminho? Então, todas essas questões quando chegam para nós, não precisa nem da gente procurar a resposta dos espíritos, porque isso foi nos deixado muito claro por Jesus, né? Jesus deixou muito claro para nós que a questão da caridade, do exemplo, do exercício, do sacrifício pelo próximo era fundamental. A ele que os os espíritos respondem: "Reconhecerão, reconhecosã e pelos princípios da verdadeira caridade que eles professarão e ensinarão. Então, dentro dos postulados de Jesus, que foi o que mais ele nos recomendou. Então, se a gente tiver dentro desses princípios, fazendo, agindo e ensinando, nós somos bons espíritos ou bons espíritas, né? E reconhece pelo quanto de aflitos que a gente consolou e pelo tanto que nós tivemos de amor pelo próximo, né? Uma coisa que a gente que isso já é claro, porque tá completamente interligado, é a questão do desinteresse pessoal, né? Então, eh essa as observações que Era nos faz nesse convite para que a gente seja um bom espírita, né? Se eu não tenho verbo, não tenho alguma dificuldade nessa relação, eu tenho o meu sorriso, eu tenho as minhas mãos, né? Quantas pessoas desenvolve trabalhos de ordem social anonimamente, silenciosamente, mas é referência para muita gente. Então, eu não preciso ser destro no verbo para poder convencer as pessoas, mesmo, porque tem vários ditados que nos chamam atenção que o exemplo é a base do que eu quero passar, né? Né? O exemplo vale mais que 1000 palavras, né? O verbo convence, mas o exemplo arrasta. E aí a gente vai vendo uma série de questões, então que sejamos, né, verdadeiros espíritas e que a gente possa cumprir essa missão, porque olha, o conhecimento que nos é dado nos traz um compromisso muito grave perante a vida, porque a gente sabe das consequências da nossa atitude. Não é aquela história, ó, vai pro céu, vai pro inferno, vai pro purgatório. Não é isso a história, né, que leva até na brincadeira. é uma coisa séria de compromissos
as consequências da nossa atitude. Não é aquela história, ó, vai pro céu, vai pro inferno, vai pro purgatório. Não é isso a história, né, que leva até na brincadeira. é uma coisa séria de compromissos e compromissos seculares e que não é uma coisa eterna, por isso você vai voltar nela para corrigir. Então, que a gente utilize, né, esses benefícios que a gente tem com a doutrina espírita para nos tornarmos espíritas verdadeiros e cumprir essa missão que nos é trazida aqui de uma forma bem incisiva e exigente até por Erasto, né? Então, seria isso que a gente queria colocar e vocês tiverem alguma observação, a gente vai comentando. foi excelente, amigo, de forma clara, amorosa, eh mesmo sabendo da da responsabilidade, da forma com que ele coloca muito claro, muito objetivo, você trouxe eh como dá para lembrar de do convite do mestre Jesus, quando a gente transforma missão dos espíritas em oportunidade de trabalho e crescimento para cada um de nós, porque aí é indivíduo individualidade quando é quando se fala missão dos espíritas já passa para a coletividade, já é um trabalho que não beneficia apenas a mim enquanto trabalhadora, mas que possa vir a beneficiar outras pessoas também, tendo um convite do médico. Tendo que a proposta do trabalho é na seara do mestre. É, é porque a doutrina espírita nada mais é do que a volta de Jesus, né? E nós estamos tendo a oportunidade de compreender de uma forma bem clara e nítida o que que Jesus quis dizer para nós, né? compreensão da mediunidade, a compreensão da reencarnação, essa comunicabilidade entre os dois mundos, a existência do mundo espiritual. Olha, imagina 2000 anos atrás Jesus falar assim: "Nosso lar é assim para aquele povo." Uma colônia espiritual é assim, né? Como assim como a gente vê hoje, de uma forma que nos dá noção do que pode ser lá. É exatamente. Eh, é claro que não é como tá nos filmes, nas descrições, é uma maneira da gente compreender. Mas Jesus fala: "Ó, meu reino não é desse mundo. O mendigo morre, Lázaro vai pro reino,
lá. É exatamente. Eh, é claro que não é como tá nos filmes, nas descrições, é uma maneira da gente compreender. Mas Jesus fala: "Ó, meu reino não é desse mundo. O mendigo morre, Lázaro vai pro reino, pro seio de Abraão. Então, é um mundo fora daqui da matéria." Mas não tinha como descrever isso, né? Aí a gente sabe como são os mundos de sofrimento pela presença dos espíritos desse nível, né, de viciação, de desejo do mal, né? E como a gente pode imaginar a as cidades e os ambientes para onde a gente vai, onde tem bons espíritos, né, que querem fazer o bem. Então é construções lindas, limpas, bonitas, né? Diferente de algo que nos traz sofrimento, mas só eh a satisfação de estar vivendo num lugar de paz, de harmonia, né? E o que você trouxe é tão profundo e nos leva tantas reflexões, Paulo, porque a gente fica imaginando, ah, o que é essa lei de amor, essa proposta trazida por Jesus e e ela abrange tanto, nos nos clarifica tantas questões, eh, o autoconhecimento, a percep de si mesmo, aqueles que vão nos que a gente consegue, né, com os nossos vetores trazer para perto, que já contaram algo mais do que eu conquistei. E aí eu posso perceber o que o que eu preciso trabalhar em mim ainda, ou seja, aqueles que já con estão nos auxiliando nessa caminhada de crescimento e aí encontrando as respostas, encontrando essa paz e consequentemente essa felicidade que ela resulta do dever bem cumprido, da consciência. A gente vê lá no capítulo da justiça, né, de a a amor, caridade e justiça, não tão separados. E aí quando você pergunta pros espíritos sobre a questão da felicidade ou da infelicidade, que o homem é infeliz, e eles respondem porque se afastam da lei natural. Quando a gente aproxima da lei natural, nós somos felizes. Só que nós não arriscamos ainda a querer isso, né? Porque a gente ainda tá muito preocupado com as construções de ordem material e não tem dificuldade nenhuma a gente associar o mundo material com o espiritual. Não tem dificuldade. Eu não preciso abdicar do mundo material
tá muito preocupado com as construções de ordem material e não tem dificuldade nenhuma a gente associar o mundo material com o espiritual. Não tem dificuldade. Eu não preciso abdicar do mundo material para mim estar ligado no mundo espiritual. Eu não preciso renunciar a tudo que eu tenho para isso, não. Basta que eu compreenda, me dedique, me esforce, porque a partir do momento que eu tiver compreensão, com certeza eu não vou ter apego. Com certeza não vai me satisfazer me fazer feliz um carro novo, né? E não vai me fazer feliz ter um uma casa bonita, dinheiro. Não vai me fazer feliz. Eu vou descobrir que a felicidade tá em outras coisas. Não que eu não tenha eh possa ter esses bens, posso sim, mas eu eu tenho que saber que eles são para eu usufruir enquanto eu estou aqui ajudando a todos que estão à minha volta, né? E eu posso fazer isso. Olha, não acaba, gente, não acaba. Quanto quando eh tem uma uma matemática que é assim: quanto você mais tira, mais você tem. Quanto você dá, mais você tem. Eu não sou pessoa de dar muita coisa. Eu não tenho ainda tanto desprendimento, mas eu digo para vocês que tudo que eu já fiz de doação, de ordem material, não me fez falta e e sempre eu tive de volta mais do que eu dei. Falei isso é porque eu já tô com com a idadezinha avançada, então eu já tenho muita muitos anos de estrada e já tive a oportunidade de fazer algumas coisas, né? E e não faz falta de hipótese nenhuma e não te entristece porque você deixou de ter isso, aquilo. É o contrário. Te dá a satisfação de ver outra pessoa feliz, de outra pessoa ser sendo grata a você. Imagina o tanto de gente te agradecendo, tanto de vibração boa. A partir do momento que eu compreendo isso, olha que benefício eu tô recebendo, né? E além das construções para outra vida que eu estou fazendo, né, Paulo, ele fala da missão dos espíritas. Lembrei e de uma frase Dr. Bezerra de mim mesmo, na questão da unificação do movimento espírita. Ele chama, nos chama atenção, né, que o trabalho ele é urgente,
aulo, ele fala da missão dos espíritas. Lembrei e de uma frase Dr. Bezerra de mim mesmo, na questão da unificação do movimento espírita. Ele chama, nos chama atenção, né, que o trabalho ele é urgente, mas ele não é apressado. Nós não vamos violentar consciências, mas eh eu trago também para essa questão da nossa missão enquanto trabalhadores, que não é uma grandiosa missão, porque ele termina esse item já respondendo para nós. Se a gente acolher, consolar, amparar, esclarecer e orientar bem, nós estaremos cumprindo a nossa missão de trabalhadores. Eu trago aqui o atendimento espiritual, mas que a gente precisa nos preparar melhor. você trouxe essa questão aí da dessa transformação individual para que eu consiga oferecer ou consiga ser um instrumento melhor desse processo aí de divulgação espiritismo. Eh, quando fala de pregai eh, e divulgar a doutrina, levar o dogma da reencarnação, aí fala: "Não, mas tá tá fazendo proselitismo, quer que todo mundo seja espírita". A gente tá cansado de saber que não vai acontecer isso. O mundo evoluído, todo mundo é espírita, isso não existe. O que é importante é ter o conhecimento dos princípios e aplicar os princípios. Porque eu não sei se existe espiritismo lá no mundo evoluído. Existe cristianismo, com certeza, que é o nosso mestre, né? E o espiritismo, na realidade é um instrumento pra gente compreender melhor Jesus. Então, esse de pregar é muito substancial esse conhecimento. Eu tenho um filho que fala: "Eu não suicidei ainda porque eu sei, eu conheço a doutrina espírita." eh participando do atendimento fraterno num num desses dias lá, eh, eu caí na evangélioterapia para falar sobre suicídio, sobre suicídio. E eu fiz uma abordagem bem tranquila em relação a isso, a essa questão e falando, né, das da do que a doutrina espírita contribui com esse conhecimento que traz. E aí uma menina eh já madura, né, que tem tendências e já teve tentativas de suicídio, veio me abraçar efusivamente me agradecendo, porque ela já fez tratamentos e tratamentos com psicólogo,
que traz. E aí uma menina eh já madura, né, que tem tendências e já teve tentativas de suicídio, veio me abraçar efusivamente me agradecendo, porque ela já fez tratamentos e tratamentos com psicólogo, com medicamento, com tanta coisa, com a depressão e tanta coisa, mas ela nunca tinha ouvido falar falar dessas consequências das atitudes e como fazer para superar isso. Pô, olha, você abriu uma estrada para mim, ela falou numa palestrinha lá sobre essas sobre essa questão. Então imagina se essa simples colocação salvar essa vida, olha que as consequências do suicídio para o suicídio é muito penosa, muito difícil, né, de recuperação. Vamos perder aí séculos, né, em virtude de uma atitude dessa. Imagina se a gente consegue evitar que uma coisa dessa aconteça. E você tá falando para uma plateia enorme. Teve uma que manifestou, de repente são vários que virem pela internet, tantos outros viram, poxa, olha só que coisa. Então, os conhecimentos espíritas é maravilhoso. É muito maravilhoso. Muito bom, Paulo. O João tá dizendo: "A nossa vida e caminhada evolutiva é feita de bons e maus hábitos. nos cabe decidir. É, a gente tem que primeiro nos conhecer, né? Porque nos conhecendo a gente vai compreender muito essas tendências que a gente tem, que muitas delas pode ser de um passado que a gente ainda tá marcado em nós, né? Pode ser por um processo de influenciação espiritual também. Olha os conhecimentos que a gente vai tendo. E a partir do momento que eu passo a me conhecer, eu passo a entender o que que eu devo fazer para vencer isso, né? Eh, vivia muito pensamento suicida. Até que um dia eu falei assim: "Olha, eu não tô entendendo porque isso, eu não tenho vontade de fazer isso. Que história é essa?" um amigo espiritual fora. Isso é um processo de influenciação que você tá acolhendo e tá deixando. Então, quando passou a vir novamente esse tipo de pensamento, pode parar, não acabou, não é? Então, a gente tem todo um um uma bagagem de informações que não são importantes pro nosso dia a
deixando. Então, quando passou a vir novamente esse tipo de pensamento, pode parar, não acabou, não é? Então, a gente tem todo um um uma bagagem de informações que não são importantes pro nosso dia a dia, paraa nossa vida. Certa vez eu estava subindo à rua, não vou detalhar não, porque senão toma tempo. Eu estava subindo à rua e vi um senhor discutindo com um rapaz no carro da frente. E quando ele, de certa forma agrediu o rapaz com palavras, com xingamentos, o rapaz abriu a porta para descer do carro e ia ser uma tragédia, porque o rapaz era muito forte e ele já era um senhor de idade, fraco, né? Certamente ele iria machucar o senhor. Esse senhor vendo isso, foi no carro dele que estava atrás. Eu acredito que o problema foi esse. Alguém tomou a frente para estacionar, né? Tomou, o rapaz tomou a frente dele para estacionar e ele abriu o carro e deitou assim, como se tivesse abrindo o porta-luva. Olha só, eu fui até lá. correndo risco e com o conhecimento que eu tenho, né? Botei a mão na cabeça dele. Olha, não vale a pena. Não vale a pena. O senhor vai prejudicar o senhor, a sua família, a família do rapaz, porque ele pegou a arma, vai lá atirar no rapaz. Então, sem um conhecimento nos dá tanta segurança no momento desse, eu ia ficar de longe olhando, né, como acontecer a tragédia. Ele deve ter ficado tão impactado com a situação que ele guardou o revólver, fechou o carro e saiu, não aconteceu nada. Então eu tô falando assim, desculpa colocar coisas de ordem pessoal, mas só que eu tô lembrando por causa da segurança que a doutrina dá, sabe? Essa beleza que é essa doutrina que nos faz ter impulsos de bondade às vezes, que não é nosso, né? A verdade, Paulo, nós precisamos colocá-lo em prática no nosso dia a dia. Essa divulgação, ela precisa mais com exemplos e você trouxe um exemplo fático. Muito bom. A Jaqueline está dando seu boa noite, dizendo que está ligadinha, aprendendo muito hoje. Gratidão Paulo Gláícios. E ela continua. Quando nos conhecemos à luz do Espiritismo, temos como
ico. Muito bom. A Jaqueline está dando seu boa noite, dizendo que está ligadinha, aprendendo muito hoje. Gratidão Paulo Gláícios. E ela continua. Quando nos conhecemos à luz do Espiritismo, temos como diferenciar as causas das aflições de agora e intuímos as anteriores. Isso é muito importante. Olha que alento, né? É um alento extraordinário para nós. Por que que eu tô vivenciando a situação X? Tem motivos. Se não é conveniente eu saber pelas minhas tendências, eu tenho uma noçãozinha do que pode ser. Mas a partir do momento que eu sei que Deus é justo e não é aquele Deus que fica julgando a gente, mas essa inteligência, se eu sei disso, pode acontecer o que for, eu sei que eu sei que tá correto. Deu uma queda de energia aqui. Aconteceu alguma coisa aí? Não, aqui tudo certo era preta aqui. Então, então essa eu sabendo entender essas causas dasões, né, ter noção disso já é um consolo fantástico que eu tenho, né? Quantas pessoas se rebelam, se revoltam, porque eu não mereço passar por isso, né? Por que que eu tô vivendo isso? E e conhecendo a doutrina, a gente jamais vai falar isso, né, Paulo? Você foi falando e eu fui lembrando, eh, e ao mesmo tempo a gente acreditar, né, nessa paternidade divina, na sua misericórdia, no seu amparo, na sua presença a todos os momentos. Então, saber que eu preciso entrar em sintonia através da prece, de um evangelho no lar, de bons pensamentos, eh, de cultivar bons hábitos, né, esse exercício diário, eu vou passar pelas dificuldades com mais serenidade. É, Vinícius, eu passo para você, Vinícius. Eh, eu acho que o estudo também ele lembra, né, essa importância, né, que nós espíritas temos também de não guardar esse conhecimento só para nós, né, de levarmos também até nossos irmãos, né? Eu acho que o Paulo exemplificou bem isso, né? Que com o nosso exemplo a gente vai estar demonstrando quão importante essa doutrina é o nosso despertar espiritual, né? E o espiritismo ele tem com certeza muito a contribuir pro crescimento espiritual da nossa humanidade, né? Para
vai estar demonstrando quão importante essa doutrina é o nosso despertar espiritual, né? E o espiritismo ele tem com certeza muito a contribuir pro crescimento espiritual da nossa humanidade, né? Para esse despertar espiritual, né? Para nós compreendermos, né? todas as questões que a gente tem vivenciado com a humanidade, eh, os conflitos, as aflições, né? Eu vejo assim que a doutrina tem muito a contribuir nesse sentido, né? Então, assim, é por isso que a espiritualidade traz essa mensagem tão enfática, né, de levar esse evangelho de vivo, né, a todos os nossos irmãos, né? Então, assim, acho que Paulo trouxe uma questão interessante, né? né? Os nossos irmãos precisam deixar a religião deles, né, para a para eh absorver um pouco do conhecimento que a espiritismo traz, né, de tal maneira que todos possam ter essa consciência, né, da vida espiritual, da reencarnação, né, porque são pontos chaves que mudam a compreensão da nossa existência, né, da nossa vida, né? Então, acredito que muito importante fez, né? É, Jesus já falava, né? e de pregai. Ele já a orientação dele para os discípulos foi essa, né? E quando ele reúne todos, é para isso. Vão, eles mandam os discípulos dele, né? E é bom lembrar que quem ele convidou para ajudá-lo nessa tarefa eram pessoas como nós, eram pessoas, né? sem instrução alguma, né? Então, muitos estão esperando alguma coisa. Nós não temos que esperar nada. Nós já temos tudo para fazer. Nós não precisamos de esperar grandes conhecimentos, nós precisamos esperar grandes fortunas, não precisamos esperar nada. O que tiver que fazer, a gente vai fazer e vai chegar às nossas mãos que for preciso, né? O Paulo Dalto, que é o fundador da nossa casa, ele ele sempre dizia uma frase assim: "O que nasceu para crescer cresce", né? E isso nasceu para crescer, né? Então a gente precisa adubar e ajudar, né? Com essencialmente com o nosso exemplo. E aí as outras pessoas vão ver, né? E vão ver, mas como você tá passando por tanta tribulação e tá nessa tranquilidade?
tão a gente precisa adubar e ajudar, né? Com essencialmente com o nosso exemplo. E aí as outras pessoas vão ver, né? E vão ver, mas como você tá passando por tanta tribulação e tá nessa tranquilidade? Não, não tô passando por tanta tribulação. Eu compreendo. São necessidades, são aprendizados, são processos pedagógico que eu tô precisando vivenciar. Então é outra coisa do que eu me revelar pela aflição, né? E só esse conhecimento espírito é capaz de fazer isso. Tem outra coisa. Sim, isso da esperança, nos fortalece e sedimenta a nossa fé, sabendo que um futuro ele pode sempre ser melhor a partir das nossas escolhas. Muito bom, Paulo. Vinícius, tem algo mais? Não gosto não ter mais nada. Tranquilo. Bom, então nós vamos agradecendo por mais esse evangelinho lá, pela sua presença, querida Paulo, por essas reflexões. Eu gostaria que você deixasse as suas considerações finais. Então eu queria agradecer porque todas as vezes que nós somos chamados a fazer alguma reflexão em torno do evangelho, se torna um grande aprendizado pra gente, né? São situações que a gente vai vivenciando e vai vendo no evangelho, né? O quanto ele nos solidifica a as ações da nossa vida, né? A partir do momento que você quer realmente fazer isso. Então que a gente faça mesmo, né? passa com bom exemplo. Se eu não posso sair, eu vou fazer em casa, vou dar bom exemplo em tudo. E essa pandemia foi muito boa para mim, porque minha vida era fora, né, do lar, trabalhando em creche, em centro, em federação, em tanta coisa e tendo que ficar no lar, a visão nossa muda, né? O meu relacionamento hoje com a minha esposa é completamente diferente de antes da pandemia, só pelo olhar que eu passei a ter no momento que eu tive mais próximo dela, mais presente. Então, que a gente saiba que essa essa missão de pregai e essa missão que nós espíritas temos pode ser com uma única pessoa, mas que a gente faça e dê exemplo, né? Pode ser num rol de amigos, pode ser na no nosso ambiente de trabalho, né? no condomínio que eu moro. Então,
e nós espíritas temos pode ser com uma única pessoa, mas que a gente faça e dê exemplo, né? Pode ser num rol de amigos, pode ser na no nosso ambiente de trabalho, né? no condomínio que eu moro. Então, olha, nós temos todas as oportunidades de fazer isso. Então, que a gente faça, né, e vai nos fazer muito bem a gente poder fazer esse trabalho, porque esse trabalho, além de nos enriquecer a vida, vão ajudar outras pessoas que vão estar tendo bons pensamentos para com a gente. Gratidão. A Renata está deixando o seu obrigada. Obrigada pela presença, Renato. O Fernando Rodrigues também que está sempre nos acompanhando, deixando o seu boa noite também. Bom, nós vamos encerrando o nosso evangelho do lar na noite de hoje, agradecendo profundamente a participação de todos, o carinho de todos, o seu carinho, Paulo para conosco, para juntou o nosso trabalho. Obrigada, Vinícius, por estar conosco na transmissão. Muito bom, querido. Então, nós já convidamos a todos para estarem conosco na próxima semana estaremos aqui para darmos continuidade ao nosso evangelho no lar. Uma boa noite a todos. Fiquem com Deus. Um beijo no coração. Eu peço o Vinícius para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Até a próxima semana. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus. a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. เฮ