Evangelho no Lar • 18/05/2025
Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo
Olá, queridos irmãos. Sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online. Essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Hild Fonso Correia aqui de Curitiba. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná. Mas queremos destacar que todos os domingos este evangelho é transmitido também pela TV Mansão do Caminho. Nos sentimos de alguma forma, porque já são tantos anos, também trabalhadores da mansão do caminho. Queremos então receber a cada um de vocês com muita alegria, com muita satisfação para estarem conosco neste evangelho. Conforme nós anunciamos, o Evangelho de hoje é um evangelho especial. Nós desejamos homenagear nosso querido irmão Divaldo Pereira Franco, mas manteremos a dinâmica habitual e gostaríamos de iniciar a atividade também abraçando alguns de vocês que estão conosco, como habitualmente fazemos, como Adriana Paiva da ilha de Itamaracá. Seja muito bem-vinda, Adriana. Sônia Nobre do Rio de Janeiro, um grande abraço. Paulo Freitas de Sorocaba, seja muito bem-vindo. Maria Helena Leone Mendes, gratidão eterna ao Tild pelos ensinamentos que nos ajuda a evoluir. Ela é de Salvador. Também queremos abraçar Fátima Balistieri, ela de Piracicaba, São Paulo, e bem como abraçar também a nossa Vera, Vera Cfer, que é de Porto Alegre, lá no Rio Grande do Sul. Lisânia, seja bem-vindo ao nosso evangelho. Ela que é do Rio de Janeiro, é uma uma satisfação citando estes nomes. Eh, sintam-se todos vocês eh abraçados por todos nós, por toda a nossa equipe. Hoje estão conosco figuras que vocês conhecem bastante. presidente da nossa casa espírita aqui ao nosso lado, Fernando Campos, noeval de quadros, é um dos apresentadores, assim como Fernando, do Evangelho no Lar ao longo da semana. Eh, também membro da Abraame, um grande trabalhador da nossa casa espírita e do movimento espírita aqui do Paraná. Sônia Mota é da nossa casa espírita, mas eu vou pedir que cada um deles faça a sua saudação inicial, porque acho que hoje vale essa nossa saudação. Querido Fernando, começamos
espírita aqui do Paraná. Sônia Mota é da nossa casa espírita, mas eu vou pedir que cada um deles faça a sua saudação inicial, porque acho que hoje vale essa nossa saudação. Querido Fernando, começamos com você. Muito boa noite, caros amigos encarnados e desencarnados. É um prazer imenso estar aqui, uma responsabilidade enorme de estarmos à frente deste programa que irá homenagear singelamente a verdade, mas do fundo do nosso coração, nosso querido Divaldo Pereira Franco, o tio Di, que muitos carinhosamente chamam assim, aquele que foi para nós um grande exemplo da exemplificação da doutrina espírita e um uma pessoa que irá certamente ficar no nosso corações. durante muito tempo ainda. Noivalde Quadros, meu amigo. Olá, boa noite a todos. Uma alegria muito grande estarmos juntos. Acredito que nós quatro aqui falamos em nome de todos os trabalhadores do Evangelho Nolar Online. Então, eh, uma responsabilidade e uma emoção muito grande podermos prestar esta homenagem ao nosso querido tio Divaldo. Então, estejamos todos juntos e um bom evangelho para todos nós. Muito obrigado. e Soninha, é uma alegria enorme quando eu recebi o convite, fiquei extremamente emocionada porque eu estou em particular aqui representando todas as trabalhadoras do SEIK com um carinho enorme e esperamos proporcionar a todos vocês momentos de emoção, como nós já nos sentimos desde o início. Muito obrigada. A Sil Flores, ela disse assim, né? espiritualidade em festa com a chegada do nosso querido Divaldo Franco. Acho muito interessante essa fala da Sil e que deve estar na nossa mente. Porque é claro, todos estamos profundamente sensibilizados porque o amávamos, mas ah, certamente ele deseja que nestes momentos nós também possamos dar o testemunho da nossa compreensão acerca da vida, acerca dos ensinamentos que a doutrina espírita nos transmitiu, de tudo que ele viveu. E, portanto, que se de um lado, do lado de cá, nós que estamos vivendo esse momento de despedida, de partida, se do lado de cá como se alguém entrasse numa
írita nos transmitiu, de tudo que ele viveu. E, portanto, que se de um lado, do lado de cá, nós que estamos vivendo esse momento de despedida, de partida, se do lado de cá como se alguém entrasse numa embarcação, não é? A gente se despede com acenos, com lágrimas. Eh, a Sil acabou de nos lembrar que existe um outro lado, né? Essa embarcação da vida vai aportar numa outra região. Já aportou. E nós todos, meus irmãos, ficamos imaginando de fato como não deve ter sido essa recepção feita a Divaldo Franco, Bezerra de Menezes, a quem ele intermediou durante toda a vida, a nossa querida Joana de Ângeles, quantos outros espíritos que através de Edivaldo nos enviaram as suas mensagens, certamente do outro lado, como a sua mãezinha como o tio Nilson, certamente prepararam uma verdadeira festa espiritual para receber este grande trabalhador do movimento espírita. Então, o que nós devemos fazer? Está aí a nossa querida Sandra Bóba nos orientando, continuar no serviço da divulgação, a fim de mantermos o legado do nosso querido irmão Divaldo. Nós vamos iniciar então a nossa atividade, como sempre fazemos, com uma prece e vamos pedir ao Noeval que conduza os nossos pensamentos na prece de abertura. Querido pai, bondoso amigo e mestre Jesus, é muito grande a nossa alegria por podermos estar juntos aqui, a família seikiana e também a família da mansão do caminho para prestarmos esta singela homenagem à aquele amigo, aquele irmão, aquele trabalhador fiel da tua seara, Jesus, que retornou à pátria espiritual depois de uma vida longa que ele soube aproveitar muito bem, servindo semelhante. Nós sentimos, Senhor, e sentiremos muito a ausência física do nosso querido benfeitor Divaldo. Porém, nós sabemos que os desígnios de Deus são sempre sábios e que logo mais, depois de breve descanso, Divaldo, estará ativo de novo na vida imortal como espírito benfeitor da humanidade, que ele é. Nós todos somos muito devedores, Senhor Jesus, do bem que ele espalhou por por toda parte, por toda a terra,
ldo, estará ativo de novo na vida imortal como espírito benfeitor da humanidade, que ele é. Nós todos somos muito devedores, Senhor Jesus, do bem que ele espalhou por por toda parte, por toda a terra, disseminando o amor e outras virtudes santas. A gente ainda lembra com muita emoção da expressão que ele cunhou, vale a pena amar. que sempre ele repetia como um mantra até que a gente internalizasse essa recomendação que que é o mandamento maior da tua do teu evangelho, Senhor Jesus. Amai uns aos outros como tu mesmo nos amaste. Que no evangelho de hoje possamos relembrar um pouco dos momentos felizes em que Edivaldo esteve ao nosso lado e que as nossas vibrações de todos sejam de de respeito, de carinho e de gratidão, como flores que possam chegar até ele reertando-lhe então o seu coração tão generoso e amorável. Fica conosco, então, celeste amigo, agora e sempre. Que assim seja, meus irmãos, a nossa homenagem será feita da seguinte forma. No dia 7 de junho de 2020, vejam que já estamos há quase 5 anos dessa data, né? Divaldo esteve conosco aqui nas janelinhas, no Evangelho no Lar Online. Naquela ocasião comentou o item 20 do capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Nós desejamos reprisar este momento, mas para que possamos senti-lo como se ele aqui estivesse conosco, nós vamos conduzir o evangelho, a leitura do texto e depois convidaremos Divaldo, assim como fizemos naquela ocasião, para que faça os comentários. Separamos alguns trechinhos, vamos intercalando. Alguns de nós faremos alguns apontamentos entre estes trechos do evangelho, mas eh será sem dúvida muito emocionante, não é? Então, a gente já tá emocionado antes, né? Então, nós vamos viver este momento. Pediremos a Sônia Mota que faça a leitura então do Evangelho de hoje para que o nosso querido Divaldo possa fazer o comentário. O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, item 20. A felicidade não é deste mundo. Não sou feliz. A felicidade não foi feita para mim", exclama geralmente o homem em todas as posições sociais.
o. O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, item 20. A felicidade não é deste mundo. Não sou feliz. A felicidade não foi feita para mim", exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isso, meus caros filhos, prova melhor do que todos os raciocínios possíveis. A verdade desta máxima do Eclesiastes. A felicidade não é deste mundo. Com efeito, nem a riqueza, nem o poder, nem mesmo a florida juventude são condições essenciais à felicidade. Digo mais, nem mesmo reunidas essas três condições tão desejadas, porquanto incessantemente se ouvem no seio das classes mais privilegiadas, pessoas de todas as idades se queixarem amargamente da situação em que se encontram. Diante de tal fato, é inconcebível que as classes laboriosas e militantes invejem com tanta ânsia a posição das que parecem favorecidas da fortuna. Neste mundo, por mais que faça, cada um tem a sua parte de labor e de miséria, sua cota de sofrimentos e de decepções, onde facilmente se chega à conclusão de que a terra é o lugar de provas e de expiações. Sim, pois, os que pregam que ela é a única morada do homem e que somente nela e numa só existência é que ele cumpre alcançar o mais alto grau de felicidade que a sua natureza comporta. Iludem-se e enganam os que os escutam, visto que demonstrado está por experiência arquecular que só excepcionalmente este globo apresenta as condições necessárias a completa felicidade do indivíduo. Em tese geral, pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia a cuja conquista as gerações se lançam sucessivamente, sem jamais lograrem alcançá-la. Se o homem é juizado, é uma raridade neste mundo, o homem absolutamente feliz jamais foi encontrado. O que o em que consiste a felicidade na Terra é coisa tão efêmera para aquele que não tem a guiá-lo a ponderação, que por um ano, um mês, uma semana de satisfação completa, todo o resto da existência é uma série de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos, que falo dos venturosos da terra, dos que são invejados pela multidão.
, uma semana de satisfação completa, todo o resto da existência é uma série de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos, que falo dos venturosos da terra, dos que são invejados pela multidão. a razão porque Deus semeou no vosso turbilhão esses belos planetas superiores, para os quais os vossos esforços e as vossas tendências vos farão gravitar um dia, quando vos achades suficientemente purificados e aperfeiçoados. Todavia, não deduzis das minhas palavras, que a terra esteja destinada para sempre a ser uma penitenciária. Não, certamente dos progressos já realizados, podeis facilmente deduzir os progressos futuros e dos melhoramentos sociais conseguidos novos e mais fecundos melhoramentos. Essa a tarefa imensa, cuja execução cabe a nova doutrina que os espíritos vos revelaram. Assim pois, meus queridos filhos, que uma santa emulação vos anime e que cada um de vós se despoj do homem velho. Deveis todos consagrar-vos à propagação desse espiritismo que já deu começo à vossa própria regeneração. Corre-vos o dever de fazer que os vossos irmãos participem dos raios da sagrada luz. mãos, portanto, a obra, meus muito queridos filhos, o que nesta reunião solene todos os vossos corações aspirem a esse grandioso objetivo de preparar para gerações porvindouras um mundo onde já não seja van a palavra felicidade. François Nicolá Madlen Marlot Paris 1863. Meus amigos, comentário de Divaldo. Então, nesse dia em que estavam presentes a época a nossa presidente Ana Suzi Gold Schmidt e o casal que introduziu o Evangelho no Lar Online e que deu para deu, portanto, conse eh responsável por tudo que ocorreu a partir dessa iniciativa desse casal Márcio Mons Mons. Então, convidamos Divaldo para o comentário do Evangelho. Queridas irmãs, irmãos queridas, essa mensagem ditetada pelo espírito do nobre cardeal Marl em Paris possuem o indispensável para conduzir o homem. E a mulher à plenitude. As criaturas humanas sempre lutamos na busca do mito da felicidade. A fantasia de que a jornada
to do nobre cardeal Marl em Paris possuem o indispensável para conduzir o homem. E a mulher à plenitude. As criaturas humanas sempre lutamos na busca do mito da felicidade. A fantasia de que a jornada terrestre fazse caracterizar pelo prazer e pelo gozo verdadeiro engodo que se permite a criatura humana na transitoriedade da vida carnal. Encontrando-se no veículo da matéria, o homem e a mulher sabem que o momento chega em que esse instrumento se desgasta e liberta o ser que o comanda, o espírito imortal. A conquista do espírito imortal é que nos leva realmente à verdadeira felicidade. Desejo tanto ser feliz. Proclamam as vozes angustiadas. Gostaria de ter e de poder, olvidando-nos que é muito mais importante ser tranquilo e pleno com a consciência reta dos deveres severamente bem cumpridos. Mas desde quando atravessamos o periodo infantil, em que tudo nos parece promessa e aventura, colocamos em nossa mente a ilusão de que a felicidade é um pomo que pomos onde não nos encontramos e sempre nos encontramos onde não a pomos. Que será a felicidade? Então o Eclesiastes a severa e o nobre, cardeal espírito afirma de que a felicidade não é deste mundo. O coronário disto é afirmativa de Jesus. O meu reino não é deste mundo. Nada obstante, é aqui neste mundo de provas e de expiações que o mundo de Jesus começa. Porque é exatamente aqui no lapidar das nossas paixões, na libertação das nossas heranças, dos instintos primários, nós aprendemos a voar na direção da imortalidade. E é exatamente deixando-nos dominar pela visão da transcendência divina, que conseguimos superar as nossas más inclinações, heranças das nossas jornadas transatas nas quais nos equivocamos. Considero no Evangelho segundo o Espiritismo este capítulo 5to e este item 20 verdadeiramente preciosos para nos despertar em torno daquilo que realmente interessa a existência humana na trajetória carnal. Queríamos convidar então o nosso amigo Noival para algum comentário aí nessa transição. Pois não, querido amigo Adriano. É uma
daquilo que realmente interessa a existência humana na trajetória carnal. Queríamos convidar então o nosso amigo Noival para algum comentário aí nessa transição. Pois não, querido amigo Adriano. É uma emoção, como dizem os amigos aqui no chat, eh ouvirmos a o Divaldo e lembrar desta primeira vez que ele esteve conosco no Evangelho online e abordando sobre a felicidade, né, nesse trechinho inicial. Então ele disse que a felicidade é um pomocos onde nos encontramos. O homem corre atrás da felicidade e nunca a encontra porque sempre a coloca longe de onde ele se encontra e que de fato a felicidade não é deste mundo. Ele próprio asseverou isso. Mas que Divaldo afirma e taxativamente é que a felicidade já começa, o reino de Jesus já começa aqui na terra, porque é aqui que nós vamos lapidar as nossas paixões, é aqui que nós vamos trabalhar as nossas arestas, né? Então é aqui que a gente vai superar as nossas más inclinações. Esta é a verdadeira felicidade. A medida então que nós vamos depurando-nos, não é? E como ele diz, o corpo se desgasta, mas daí ele vai liberar aquilo que é essencial, que é o espírito já mais depurado, mais aperfeiçoado e mais feliz. Fernando, Sônia, por favor. Sônia, microfone, Sia. Eu hoje pensei muito nas histórias do Divaldo, não? a maneira como ele colocava as estrelas nas suas contações, a maneira como ele fazia com que a gente viajasse, seja buscando a felicidade ou superando as dificuldades. Ele sempre falava: "É importante que a gente ame, que o amor esteja dentro de nós, porque ele sabia como era difícil para nós entendermos isso, como ainda é difícil, né?" E a outra colocação que ele dizia que me chamava muita atenção, o reino de Deus precisa estar dentro de nós, porque a felicidade do mundo, ela no mundo, ela não existe. Mas se você tiver esse reino dentro de você trabalhando esse amor, você estará em felicidade. Talvez não como seria antes de você conhecer a doutrina, mas como ela desperta em você esse amor. O Márcio, esse companheiro que nos trouxe
ro de você trabalhando esse amor, você estará em felicidade. Talvez não como seria antes de você conhecer a doutrina, mas como ela desperta em você esse amor. O Márcio, esse companheiro que nos trouxe o evangelho através de uma intuição linda que recebeu, ele disse uma frase nesse nesse vídeo que me encantou. O espiritismo é a luz do mundo, é a luz em nossas vidas. E o Divaldo é um farol nos iluminando e nos conduzindo a novos caminhos. Veja, luz e farol é como nós sentimos. Nós não vamos deixar de sentir porque fisicamente ele foi. É porque ele sempre será um farol que muitas vezes nos trouxe essa luz que Jesus tanto nos convida. Quando ele foi fazer a oração final, lembra, Adriano? convidado por você. Antes de começar a oração, ele disse: "O patrono da casa de vocês e o Defonso está aqui presente, agradecendo ao Márcio ter feito todo esse trabalho e vestindo a camisa, vamos dizer em nossas palavras." E eu pensei, será que no momento dessa homenagem nós não veremos ao contrário, porque o o defonso, o nosso patrono, com certeza ele está presente nesse momento, porque ele está sempre presente nos momentos em que a casa se eleva em pensamentos e mensagens. Quem sabe ele hoje não está trazendo para nós Divald, mas mesmo que não seja possível ainda, que a internet espiritual em algum momento faça com que ele veja essa homenagem. Porque Divaldo, agora diríamos nós, nós estamos trazendo a você o nosso coração com muito amor e nós desejamos te agradecer de coração por essa trajetória linda que você teve e que na sua nova morada você seja rico de homenagens de amor. para que um dia você possa enviar para nós outros trabalhadores que estarão em seu nome nos abraçando. Que você seja um anjo protetor da humanidade, assim como Chico Xavier, segundo as palavras dele, do Divaldo, é na espiritualidade hoje. Acho que seria o início isso. Então vamos ouvir mais um pouquinho do Divaldo, depois a gente faz mais uma parte dos espíritos que voltaram da morte para nos falarem sobre a vida.
espiritualidade hoje. Acho que seria o início isso. Então vamos ouvir mais um pouquinho do Divaldo, depois a gente faz mais uma parte dos espíritos que voltaram da morte para nos falarem sobre a vida. é toda um tesouro de paz e de alegria. E a repetição das palavras de Jesus, penetrando o âmago dos nossos sentimentos, é naturalmente a resposta dos céus às lágrimas da terra. Ó vós que me ouvis, crede, confiai. A morte não é a etapa terminal da vida, é a porta que se abre em direção da vida. Não aamos, porque é uma fatalidade biológica. Não a deixemos entorpecer a nossa imensa alegria de viver, porque é uma fatalidade para nos levar de volta à casa bendita do nosso pai, aonde vamos encontrar os seres que nos anteciparam, a família querida. Muitas vezes nas minhas reflexões, a semelhança do lenhador ambicioso, eu procuro entrar na floresta das minhas ansiedades e lembro-me da ternura de minha mãe, o seu afeto, a sua carícia, e lhe digo: "Tenha paciência, daqui a pouco eu chegarei aí para receber o seu ósculo quente na minha face. e lhe disser docemente: "Bênção, minha mãe". e viver essa felicidade que nada mais destrói. A visão da imortalidade é uma das primeiras bênçãos para nos tornar felizes, porque elimina o medo da morte, o medo da perda, o medo dos sofrimentos que fazem parte do existir. Então, vale a pena, acima de tudo, desdobrar fibra por fibra o coração e amar. O amor é o enigma resolvido que temos pela frente e podermos repartir esta canção de imortalidade ternura com todos aqueles deste caminho, nesta noite de preocupações. As noites, por mais tempestuosas, passam e o dia volta a brilhar. Por mais demorada que seja a treva, a luz está brilhando além das nuvens, esperando por nós, principalmente aqueles que choram hoje, que sorriam, como diz as bem-aventuranças, como dizem, porque amanhã a felicidade estará plenificando o seu coração. Então nós que estamos na terra sim para sermos felizes na relatividade das nossas possibilidades de amar e servir e coletar as moedas de luz para atravessar
licidade estará plenificando o seu coração. Então nós que estamos na terra sim para sermos felizes na relatividade das nossas possibilidades de amar e servir e coletar as moedas de luz para atravessar o grande rio que os gregos lutavam para chegar a margem na barca de Caronte. E quando ouvíamos falar que o reino dos céus está em nosso coração e que a felicidade não é deste mundo, digamos assim, eu sei que não é, mas estou construindo-a desde agora no meu coração e nada, nada nos cause, porque Jesus Cristo nos afirmou nunca Eu vos deixarei órfãos. Eu rogarei a meu Pai e ele enviará o paracleto, o espírito de verdade, que ficará convosco, vos repetirá as minhas lições e dirá coisas novas que ainda não pode suportar. O paracleto chegou, os imortais estão conosco. E nesses momentos de sombra e de dor, esses espíritos bem-aventurados voltaram para nos enxugar as lágrimas, para nos ajudarmos a ajudar para estarmos na linha de frente do amor com as precauções estabelecidas pelas leis da saúde, a fim de vivermos dignamente e cumprirmos a nossa missão no planeta querido, no planeta terrestre, ninguém nunca nos roubará à primavera. Falou Gabriel Marques, meus amigos, e pensar que ele já deve ter recebido esteculo da mãezinha querida, não é? A gente fica aqui a imaginar. Mas além desse dia em que ele fez referência à possibilidade de estar retornando, nós tivemos oportunidade de entrevistá-lo. Eh, e esta entrevista está no canal FEP, foi no ano de 2019, quando aqui esteve para a realização naquela ocasião da 22ª Conferência Estadual Espírita. E ali então Divaldo, com 92 anos, viveria mais 6 anos. Ele eh estava muito preocupado porque a conferência se deu nos dias 13, 14 e 15 de março de 2019. No dia seguinte, no dia 16, praticamente o estado do Paraná e todo o Brasil eh eh esse parou, né? O país parou. começaram a surgir os decretos nos convidando a a permanecermos reclusos tudo aquilo que nós conhecemos. E ele então disse naquela ocasião que se por acaso, porque já estava vivendo também a questão das
meçaram a surgir os decretos nos convidando a a permanecermos reclusos tudo aquilo que nós conhecemos. E ele então disse naquela ocasião que se por acaso, porque já estava vivendo também a questão das dores relacionadas com o problema na coluna, a questões de toda ordem, né, naturais de uma pessoa com 92 anos àela época, ele dizia que se por acaso o vírus o atingisse e ele viesse a desencarnar, que não era exatamente o problema do vírus, mas porque esse é um fenômeno natural que de alguma forma nos conduzirá a esse retorno à realidade da vida. Eh, mas esta entrevista, ela é muito bela, ela ela nos traz, Divaldo nos trouxe mensagens belíssimas e nós queremos convidá-los a reverem. Então, no canal FEP, procurem lá a entrevista com o Divaldo Franco que se deu em março, deve ter ido ao ar no canal, meados de março e abril do ano de 2019. Fernando, meu amigo, diga Noival, Fernando, fique à vontade. Já já nós vamos trazer Edivald encerramento, mas vamos lá, Noival. Eh, acho que foi março de 2020, né? Se a gente colocar no YouTube entrevista de Edivaldo Franco a Adriano Greca e em março de 2020, se eu não me engano, Adriel, nós vamos encontrar. Já tem mais de 1 milhão de visualizações. É uma entrevista maravilhosa de 52 minutos que vale muito a pena a gente assistir. Adriano, pode ser dúvida, mas vamos lá. Como ele falou depois, né? eh que nós estamos na terra para ser felizes e amar. E ali ele já disse, né, que ele lembrava muito da ternura e do afeto da mãe e estava ansioso para receber o carinho dela, o beijo na face, né, mamãe, daqui a pouco eu chego aí, ele disse, né, encontrar a família querida e pedir a sua bênção, mamãe, né? Veja só. Então ele já falava assim com essa com esse sentimento, né? E com certeza eh esses momentos já estão bem próximos de acontecer, se é que já não aconteceram, né, Adriano? Fernando, meu amigo, com prazer. Pois é, Sônia. Com prazer. Quando ele fala aqui a respeito de que se fosse viesse o processo da desencarnação por causa da da Covid, não era pra gente
am, né, Adriano? Fernando, meu amigo, com prazer. Pois é, Sônia. Com prazer. Quando ele fala aqui a respeito de que se fosse viesse o processo da desencarnação por causa da da Covid, não era pra gente se preocupar. E a nossa querida Sueri Calda Schuber partiu nessa nessa leva de e de complicações pela COVID. Mas a mesma querida Sueli nos traz o livro, em o livro O Semeador de Estrelas, uma obra que a gente recomenda eh totalmente, porque ela traz para nós uma situação que são muitos casos a respeito da vida do Edivaldo, mas eu gostaria de colocar aqui um ponto muito relevante. Estrelas têm luz própria. Imagine aquele que semeia estrelas, o nível de trabalho, de qualidade, de comprometimento, de auxílio, de tudo, né? Se fôssemos falar tudo aqui, vou ficar até amanhã de tarde falar a respeito da vida do nosso querido de volta. Então, um semeador que faz tudo isso, que de norte a sul, leste, oeste, no nosso país, eh, nos brindou com tantas informações que recebeu tantas oportunidades de mais de em 70 países de fazer suas conferências, de acolher na mansão do caminho quantos eu me recordo da daquela questão dos babilônios, eles nem conseguiam iam falar direito português, porque eles estavam lá no mundo espiritual há muito tempo e vieram, por concordância do nosso Divaldo, eh, nascer aqui no nosso país e eles tinham dificuldades de articular porque o português não era não fazia parte dos registros mentais, espirituais daqueles seres. E lembra, eram só mais dois ou três ou quatro ou cinco. E daí veio um grupo enorme. quem em sã consciência de nós teria estofo para tudo isso, né? Então, nosso pleito de gratidão pelo exemplo desse semeador que deve ter adubado com amor, paciência, resignação, trabalho e um monte de outras, uma série enorme de características específicas que só o nosso querido Divaldo foi capaz de fazer. Foi realmente um prazer tê-lo conosco, conviver com ele. E esse exemplo tem para nós uma força muito grande e a gente agradece muito a espiritualidade superior que o permitiu
valdo foi capaz de fazer. Foi realmente um prazer tê-lo conosco, conviver com ele. E esse exemplo tem para nós uma força muito grande e a gente agradece muito a espiritualidade superior que o permitiu que estivéssemos aqui com ele nesta encarnação. Soninha, você ia falar alguma coisa? Liga o microfone. O microfone, Sônia, se você não ligar, a gente não ouve. Desculpa. É emoção. É para criar mais emoção. A gente entende, a gente entende. É, é o seguinte, é a beleza que nós temos que saborear daqui para frente que nós não estamos mais vendo-o fisicamente, mas que tudo aquilo que ele nos falou do amor, da paciência, da amorosidade, do reino de Jesus, de Deus no nosso coração, nós não podemos esquecer nas nossas atitudes, no nosso trabalho. E eu também me lembrei que ele teve uma uma live em que ele falou em sonho que ele foi levado à casa onde ele iria ficar e dividiu conosco. Tudo que era bom nele, ele dividia. E também o desafio, quando o jovem recebeu a oportunidade de construir a mansão e não desanimou, não tinha recursos, mas foi atrás. É aquilo que a gente sempre diz, se nós fizermos o esforço necessário, a espiritualidade ajuda. E foi a bênção da do esforço dele, da vontade de fazer o bem, né? é que permitiu que ele construísse e que ficasse com tanta beleza à sua volta e que a gente não pode de maneira alguma esquecer e não falar que ele foi, ele é, ele é o peregrino do amor. Obrigado, Sônia. Amigos, aproveitando a fala da Sônia nesta entrevista, a que fizemos referência, que já colocamos ali no site, no chat, ah, ele diz assim, no finalzinho lá, ele diz assim: "Adriano, eu queria que se alguma coisa eh pudesse ser falada após a minha partida, porque motivado por essa questão daquele momento, entramos nesse tema, não é? E então ele falou, ele disse assim: "Eu quero que todos lembrem que eu fui perseverante, eu fui uma pessoa perseverante, perseverante na doutrina espírita. Eh, porque ele teve também muitos desafios, momentos difíceis que se nós passamos por momentos difíceis, ele também os teve em
rante, eu fui uma pessoa perseverante, perseverante na doutrina espírita. Eh, porque ele teve também muitos desafios, momentos difíceis que se nós passamos por momentos difíceis, ele também os teve em sua vida. narrará nessa mesma entrevista o que havia acontecido no dia anterior, em que ele fora convocado para atender um espírito que desejava causar desconforto, transtornos para o evento que se realizava, o grandioso evento. E que convenhamos, só ele com a sua envergadura moral, como disse o nosso querido Fernando, teria então essa estatura, essa autoridade para servir intermediário nesse processo de encaminhamento dos dos espíritos ainda arraigados ao mal. Tantos que ele atendeu e que foram narrados, estão narrados nas obras, por exemplo, de Manuel Filomeno de Miranda. Mas ele disse: "Eu fui perseverante. Fique e fique em essa mensagem. Perseverem. Não se deixem abater. Eh, tenhamos essa visão, não é?" Divaldo nos pregou de fato a doutrina espírita com o seu exemplo, com a sua própria vida, vencendo os obstáculos que foram surgindo. "Quantas moratórias ele teve?" disse aqui a Dominique no chat, né? Quantas moratórias, há quanto tempo? E sem dúvida este período pós pandemia de março de 2020 em diante, que ele permaneceu um tanto mais conosco, já foi uma das primeiras moratórias para que ele pudesse estar conosco, atravessar conosco, nos auxiliando esse período tão difícil que vivemos toda todos nós na humanidade. Então, sem dúvida, ele perseverou e nós também devemos ser perseverantes. Eu gostaria de encaminhar, se os amigos permitirem, para o momento final da participação do Divaldo. Eh, ele nos fará um convite, ele vai dizer, me antecipo aqui, do auxílio espiritual que nós podemos receber através desta atividade e depois conduzirá os nossos pensamentos na prece. Mas vale aqui este reforço na lembrança que ele faz. Como nós podemos, através desse instrumento extraordinário, unir os nossos pensamentos em favoros próprios, do nosso próprio benefício, mas de toda a humanidade,
este reforço na lembrança que ele faz. Como nós podemos, através desse instrumento extraordinário, unir os nossos pensamentos em favoros próprios, do nosso próprio benefício, mas de toda a humanidade, daqueles a quem amamos, daqueles que já partiram. Como pode ser o Evangelho no Lar Online, esse instrumento maravilhoso para elevarmos o pensamento e auxiliarmos na construção de uma psicosfera melhor para todo o nosso planeta que ultrapassa um momento tão período, tão difícil, né, em que a gente vê aí os rumores da guerra, como se como diz o evangelho. Então, meus irmãos, ouçamos Divaldo mais uma vez e unamos-nos a ele na prece e naturalmente a ele nesse momento é a quem ofertaremos toda a nossa gratidão. Vamos lá. profundamente comovido, porque tenho a possibilidade de ver aqui conosco o nobre e o Defonso Correa, que se faz acompanhar de um grupo de espíritos dedicados ao bem, que são atendidos em nossa casa que ele guarda o respeitável nome. E ele me disse que o Evangelho inspirado ao nosso Márcio teve como objetivo unir as almas em torno de Cristo, através da oração, que é a linguagem das almas que amam e que creem. e que normalmente na etapa final um grupo de espíritos especializados nos passes entram em contacto com aqueles que estamos vinculados através desta comunhão cibernética e aplicam a bioenergia para que as pessoas vamos dormir banhado. pela paz e pela alegria de viver. Senhor, eu gostaria de dizer-te que eu amo a vida que para mim é bela e é consentida. Muito obrigado, Senhor, por tudo que me deste, por tudo que me dás. Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz. Muito obrigado pela beleza que os meus olhos vêm no altar da natureza. Olhos que fitam o céu, a terra e o mar, que acompanham a ave ligeira que voa fagueira pelo céu de anio e se detém na terra verde salpicada de flores em tonalidades mil. Muito obrigado, Senhor pelos ouvidos meus. E pelos olhos que me permitem ver o meu amor. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar. A melodia dos imortais que a
idades mil. Muito obrigado, Senhor pelos ouvidos meus. E pelos olhos que me permitem ver o meu amor. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não esquece nunca mais. a melodia do povo e todas as canções que a terra veste a natureza de paz. Mas diante da minha faculdade de ouvir, eu encontro os surdos que não podem escutar e oro por eles porque eu sei que depois desta lida na outra vida eles poderão outra vez captar. Muito obrigado, Senhor, pela minha voz, mas pela voz que ama, que canta, que ensina, que alfabetiza, que legisla pela voz que traeia uma canção e pela voz que fala docemente a outro coração. Pela minha alegria de falar, eu descobro na terra os que sofrem de afazia. Eles não cantam de noite, eles não falam de dia. Oro por eles, porque eu sei que depois desta dor no teu reino de amor, eles também falarão. Muito obrigada, Senhor, pelas minhas mãos. Mãos que aram, mãos que semeiam, mãos que agasalham, mãos de ternura, mãos que libertam da bargura, mãos que apertam mãos, mãos de sinfonias, mãos de poesias, mãos de psicografias, mãos de cirurgias, pelas mãos que atendem a velice, a dor, o desamor, pelas mãos que no seio embalam o filho de um corpo alheio. e pelos pés que me levam a andar sem reclamar. Muito obrigado, Senhor, porque me posso comunicar diante do meu corpo perfeito. Eu te quero louvar porque eu vejo na terra deixados, amputados, marcados, impossibilitados e eu posso bailar diante do meu corpo perfeito. Eu te quero rogar porque eu sei que depois desta expiação noutra reencarnação eles não me bailarão. Muito obrigado por fim, pelo meu lar, o meu doce cantinho, o meu ninho, o meu bangalô, seja lá o que for, mas que dentro dele exista a figura do amor de mãe ou de pai, de mulher ou de marido, de parceiro ou de amigo, de irmão, alguém que me dê a mão, porque é muito triste viver na solidão. Se eu a ninguém te ver para me amar, nem o teto para me ajudar, nem o solo para repousar, nem aí, nem aí reclamarei,
de amigo, de irmão, alguém que me dê a mão, porque é muito triste viver na solidão. Se eu a ninguém te ver para me amar, nem o teto para me ajudar, nem o solo para repousar, nem aí, nem aí reclamarei, pelo contrário, eu te direi: "Obrigado, Senhor, porque nasci. Obrigado, Senhor, porque creio em ti, pelo teu amor. Obrigada, Senhor. Ah, meu Deus! Como sentiremos falta, não é, de ouvir essas palavras. Meus irmãos queridos, nós vamos então nos encaminhando ao encerramento do nosso evangelho. Vamos retirar a tela e compartilhar algumas manifestações de vocês, porque a festa é de todos nós. A homenagem, perdão, é de todos nós, de todos vocês. E vamos então nos unir nessa homenagem que fazemos a Divaldo. Muito obrigado, eh, Fernando, eh, se desejar falar alguma coisa, Noival, Sônia, muito obrigado pela presença, pela participação. Nós que agradecemos o convite. Esperamos que todos possam ter aproveitado bastante e mais uma vez nosso pleito de gratidão a essa figura fantástica que nós tivemos o prazer de estarmos juntos. Muito obrigado a todos. Sonha, somos privilegiados, privilegiados realmente de termos convivido com ele, porque o amor, a luz que saía de dentro dele, ela não vai se apagar nunca. Gratidão. Só Noival, meu querido amigo. Obrigado. Obrigado, Adriano. Eu estava lembrando, né, nosso evangelho no lar online recebeu o Divaldo várias vezes através da transmissão pela mansão do caminho. Quantas pessoas chegaram até nós, como é o caso da Aurora Martins, que pela primeira vez foi nesse programa lá em junho de 2020 que ela veio, Arquimimo e tantos outros que se uniram a nós. A Rosem Maria Stang que disse agora ali, foi através do evangelho no lar que ela se tornou espírita. E tantas vezes a gente consegue chegar com esse evangelho naqueles locais, locais mais distantes onde não tem centro espírito, não tem oportunidade das pessoas. Então, Divaldo ajudou a disseminar, né, também o nosso evangelho. Nós somos extremamente devedores, aliás, todos nós, né, o mundo inteiro, porque a gente tem que
ito, não tem oportunidade das pessoas. Então, Divaldo ajudou a disseminar, né, também o nosso evangelho. Nós somos extremamente devedores, aliás, todos nós, né, o mundo inteiro, porque a gente tem que agradecer a Jesus, como disse Aston, esse privilégio de nós termos convivido com Divaldo e de ter ficado todos os seus ensinamentos como esse grande legado que agora nos cabe honrar, trabalhando, divulgando e vivendo. É isso. Então, muito obrigado a todos, amigos. Queria deixar aqui, meus amigos, acho que em nome da nossa casa, com a permissão do Fernando, dos amigos, os nosso, o nosso abraço agora aos trabalhadores da mansão do caminho e dizer que eles não estarão sozinhos, que todos nós nos uniremos vibrando por eles, trabalhando, servindo, auxiliando quando possível, porque agora a este grupo de pessoas caberá a a responsabilidade de dar continuidade naquele trabalho que ele e tio Nilson construíram. Então eles receberão também as nossas vibrações, o nosso carinho, nosso afeto, nosso trabalho, nosso apoio. De toda forma aos trabalhadores da mansão do caminho, a nossa gratidão. Vamos dormir banhados pela paz e pela alegria de viver. É o que disse Divaldo nas suas últimas palavras aí conosco. Fiquem com Deus. Até amanhã no Evangelho no Lar Online ou senão até a semana que vem também na TV Mansão do Caminho. Fiquem com Deus. Boa noite a todos e obrigado, Divaldo, né? Obrigado, Divaldo.
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