Evangelho no Lar - #163

FEEGO 15/05/2025 1:04:00

Evangelho no Lar - #163 Programado para o dia 14 de maio de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 19, item 12, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Boa noite, sejam bem-vindos. Meu nome é Gláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da Fé Ego. Retornamos com o nosso Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que realizamos em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a presença de todos. Bom, este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Gostaria neste momento de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite. O Vinícius que é um colaborador da área da comunicação. Boa noite, Vinícius, seja muito bem-vindo. Boa noite, Gláuscia. Boa noite a todos os nossos amigos, irmãos e irmãs. Um grande prazer estar aqui novamente. Que bom. Ficamos felizes com a sua presença. E o Carlos, que é um trabalhador do atendimento espiritual, também ajuda na coordenação da reunião pública, é palestrante espírita, trabalha no Centro Espírita Cristo Redentor de Taberaí, Goiás. Boa noite, Carlos, seja muito bem-vindo. Uma alegria recebê-lo nesta noite. Boa noite, Glácia. Boa noite, Vinícius. Boa noite a todos os nossos irmãos que nos acompanham nas diversas plataformas. Para mim é uma alegria muito grande estarmos reunidos, né, mesmo que digitalmente aqui nas plataformas. É sempre um prazer, uma satisfação. Eu esqueci de dizer que o Carlos trabalha conosco no projeto integrado da área do atendimento espiritual com a área da juventude no nos congressos, né? Congresso da juventude e congresso do estado de Goiás, que é adulto. Bom, vamos dar boa noite para os nossos amigos que já estão conosco. A Nadir Gale, boa noite a todos, gratidão. E ela está ligadinha conosco de Santo São Paulo. Que bom. A Maria Lúcia Barbosa. Boa noite a todos. O Fernando Rodrigues está sempre conosco aqui. Boa noite a todos. A Daniela Barbosa

todos, gratidão. E ela está ligadinha conosco de Santo São Paulo. Que bom. A Maria Lúcia Barbosa. Boa noite a todos. O Fernando Rodrigues está sempre conosco aqui. Boa noite a todos. A Daniela Barbosa Costa, boa noite. A Nelma, boa noite. Ela também deixa o seu boa noite. O Elpídio também, que é daqui de Goiânia, que também está sempre conosco. Boa noite a todos. Luz e paz de Goiânia. Então, sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria, é um momento. E a Jaqueline também, que é a nossa coordenadora de Taberaí. Seja bem-vinda, Jaqueline, ela que esteve já aqui conosco. Que alegria tê-la aqui. Bom, deixa seu nome na cidade que estão falando para que a gente possa se aproximar mais ainda nesse momento muito importante, singular e hoje será muito especial, né? Hoje nós nós podemos esperar a nossa gratidão ao semeador de estrelas que esteve aqui conosco de Val Pereira Franco que trouxe tanto conhecimento e a sua vivência sempre amorosa, trazendo aí o evangelho de Jesus à luz do Espiritismo, conhecido, pentido, né, e vivenciados. Uma alegria para nós, fim de uma grande missão. Nós temos que nos sentir alegres por ver, né, essa essa grande oportunidade que nós tivemos. Cada um de nós temos uma historinha com ele e que a gente guarda com muito carinho, muita saudade e ele estará sempre conosco nessa caminhada terreno nos auxiliar. Então o Vinícius fará uma leitura do livro Vida Feliz, o capítulo 163 para nós, e é discografado pelo Marco Médio Diviro dos Santos e ditado pelo espírito Joana de Eu fará a nossa prece iniciar. Então na obra Vida Feliz no capítulo 163. Incessantemente, busca a tua identidade real, isto é, descobre-te para o bem de ti mesmo. Constatarás que não és melhor nem pior do que os outros. Assim o que tu faças, isso teá. Com esta conscientização perceberás que não tens direito aos abandonem aindade. Tudo quanto te ocorra, transforme emo teu crescimento espiritual, pois para tal estás na terra. Amealha todas as conquistas e converte-as emções de sabedoria, com que

ns direito aos abandonem aindade. Tudo quanto te ocorra, transforme emo teu crescimento espiritual, pois para tal estás na terra. Amealha todas as conquistas e converte-as emções de sabedoria, com que te enriquecerás de bênçãos. Então, queridos irmãos e irmãs, levemos nosso pensamento à espiritualidade maior, ao nosso mestre Jesus. Bom pai, nesse momento nós te agradecemos pela oportunidade sublime deste encontro, que enseja tão profundas reflexões acerca da boa nova, dos teus ensinos deixados no Evangelho, mestre. Pedimos, Senhor, que nessa noite o Senhor possa estar conosco, nos abençoando, nos trazendo as reflexões necessárias para o nosso crescimento espiritual. Que inspirados pela vida de aqueles grandes irmãos que aqui estiveram entre nós, Senhor, possamos também seguir seus passos inspirados uma vez mais pela mensagem que nos traz paz e esperança e harmonia. E assim te pedimos que abençoe a todos que aqui estão, a todos aqueles que irão assistir essa gravação, a toda a nossa humanidade. Que assim seja. Bom, nós estamos finalizando o capítulo 19, a fé transporta montanhas. O Carlos vai fechar esse capítulo para nós com o item 12, a fé humana e a divina. Lembrando que o Evangelho Segundo Espiritismo da Editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Então nós passamos para o Carlos, fique à vontade, Carlos. Lacia, muito obrigado. Mais uma vez um boa noite, um abraço fraterno a cada um dos irmãos que nos acompanham. Uma satisfação muito grande podermos estudar, aprender mais sobre o evangelho de Jesus à luz dessa maravilhosa doutrina que tanto tem nos transformado, né? Eh, bom, sempre ao me preparar paraas explanações do evangelho, né, para palestras, até para reuniões com os nossos irmãos, a fim de trabalharmos, né, e compreendermos mais sobre o Evangelho de Jesus, eu sempre gosto de refletir, né, e trazer a associação prática da nossa vida, que eu acho muito importante, né, nós eh como Jesus, né, através de seus exemplos, ele deixou esse através dos exemplos esse manual de

sto de refletir, né, e trazer a associação prática da nossa vida, que eu acho muito importante, né, nós eh como Jesus, né, através de seus exemplos, ele deixou esse através dos exemplos esse manual de instruções para que nós pudéssemos aprender, implementar e transformarmos, né? Eh, eu sempre gosto de trazer essas reflexões para para nossa vida. E diante do que nós trabalharemos, estudaremos hoje, veio-me o seguinte pensamento. Quantas coisas, meus irmãos, nós temos vivido em nossas vidas, né? Tantas situações que nos trazem medo, angústias, algumas delas desespero, né, por conta de situações que nós vivemos em nossa vida ou às vezes por questões que acontecem com quem nós amamos, né? E muitas dessas questões, na maioria das vezes, nos sobra, nos resta, né, somente ter a fé, a fé que vai dar certo, a fé que tudo vai acontecer como deve acontecer, né? Ao menos comigo em algumas situações da minha vida, a fé foi tem sido sempre o pilar que tem me sustentado em todas as situações. E diante dessa observação, né, diante desse sentimento que nos mantém de pé, eu gostaria de deixar aos irmãos uma reflexão pra noite e pro restante da semana, né, que como é que está a nossa fé, como é que está a nossa fé em nós, como é que está a nossa fé em Deus, né? Afinal, a nossa fé, ela é uma fé humana ou é uma fé divina, né? Bom, e para compreendermos mais sobre a fé, né, e sobre as elucidações que Kardec nos traz a respeito da fé humana e da fé divina, hoje nós estudaremos, né, o capítulo 19, a fé transporta montanhas, e tem 12, a fé humana e a fé divina. Mas antes de nós, eh, partirmos para elucções de Kardec, quanto à fé humana e a fé divina, eh nós precisamos entender de fato o que é a fé. né? O que é fé? Será que fé é aquela fé cega, aquele sentimento em que nós devemos simplesmente acreditar? Porque alguém disse. Porém, esse sentimento, ele pode ser abalado por conta de constatações que vão de encontro ao que nós acreditamos, às vezes sem nenhuma fundamentação. E é de acordo com essa

itar? Porque alguém disse. Porém, esse sentimento, ele pode ser abalado por conta de constatações que vão de encontro ao que nós acreditamos, às vezes sem nenhuma fundamentação. E é de acordo com essa fé, né, com essa fé cega que Kardec vem na verdade nos elucidar sobre o verdadeiro significado da fé. E abre aspas, de acordo com Kardec, fé é o sentimento inato de seus destinos futuros. é a consciência que ele tem das faculdades imensas depositadas em dier no seu íntimo, a princípio em estado latente e que lhe cumpre fazer que desabrochem e cresçam pela ação da sua vontade. Ou seja, a fé é um sentimento natural que nasce conosco, né, que nos impulsiona pra frente. É a certeza de que podemos evoluir e que dentro de nós já existem todas as sementes para isso. Mas precisamos querer, precisamos agir, né? Para que haja essa eclosão dessa semente da fé, preciso que a força, né, que vai fazer com que eclodessa semente seja realmente a vontade de agir. E conforme Carne nos explica, né, a fé então foi compreendida, né, não só pelo foi compreendida por nós, na verdade, pelo aspecto religioso, né, considerado como chefe de uma religião. Porém, como diz o item 12, Cristo que operou milagres materiais mostrou através dos mesmos o que que o homem pode fazer através da vontade, através da fé. O que que o homem pode fazer quando se tem fé? Quando se tem vontade de fazer e a certeza de poder obter um resultado desejado, né? Tanto é que os próprios apóstolos também operaram milagres, né? a gente coloca milagres entre aspas, porque nós como espíritas nós sabemos que não existe milagres, né? As leis divinas elas são imbutáveis. Então o que nós consideramos milagres na verdade são pertencentes às leis divinas. E trazendo aqui o entendimento sobre a palavra milagre para que nós possamos compreender melhor, né? A palavra milagre, ela vem do latim miráculo, que significa coisa admirável, prodígio. Só que na concepção popular, milagre é tudo que desafia as leis naturais ou científicas. Então, de acordo com

né? A palavra milagre, ela vem do latim miráculo, que significa coisa admirável, prodígio. Só que na concepção popular, milagre é tudo que desafia as leis naturais ou científicas. Então, de acordo com Kardec, o Kardec explica que essa fé, na verdade, né, que a perdão, que a que na verdade os milagres não existem. E no capítulo 13 do livro A Gênese, né, conforme os espíritos amigos nos ensinam, os fenômenos que antes pareciam como miraculosos, na verdade não são exceções da ordem divina, não são situações, ações que fogem a lei divina, né, mas sim manifestações das leis naturais que ainda não foram compreendidas pela ciência humana. No entanto, no mesmo capítulo, né, ainda esclarece que Jesus, na condição de espírito puro, operava com pleno domínio dos fluidos e das leis espirituais, realizando os fenômenos que na época, né, pareciam sobrenaturais. Então assim, compreender os milagres à luz do Espiritismo é reconhecer o verdadeiro poder da fé esclarecida no conhecimento das leis universais e na sintonia dos desígnios superiores. Portanto, né, nós podemos compreender quando Jesus, tanto Jesus quanto os apóstolos operavam milagres, Kardec nos traz a distinção da fé humana e da fé divina, né? a fé humana, né, conforme Kardec narra no item 12, do capítulo 19, é como uma semente de força interior. Quando nós acreditamos que nós somos capazes, quando nós acreditamos na nossa disciplina, quando nós acreditamos na nossa competência, quando nós de fato nos esforçamos, né, quando agimos com determinação e esforço, essa fé é aquela fé que de fato transforma em ação e conquista. Essa que ela nos ajuda a vencer os obstáculos, né? é que nós podemos trazer dentre vários exemplos, por exemplo, o exemplo daquela pessoa que nasce uma situação de vulnerabilidade, às vezes numa comunidade mais carente e ela ela almeja, ela busca, né, mudar a sua vida, mudar a condição de vida dela e de sua família, né? Então essa esse acreditar, esse esforço de realmente buscar melhorar a sua condição, a sua situação, né, nós

lmeja, ela busca, né, mudar a sua vida, mudar a condição de vida dela e de sua família, né? Então essa esse acreditar, esse esforço de realmente buscar melhorar a sua condição, a sua situação, né, nós podemos caracterizá-la como a fé humana, né? E dentre vários exemplos, né, da fé humana, nós podemos considerar, nós podemos trazer aqui paraa noite, eu trouxe um que assim, o seu exemplo de determinação, o seu exemplo de disciplina, de nunca desistir, fez com que a humanidade desse um salto e que talvez por seu esforço nós hoje estamos aqui desfrutando esse maravilhoso momento. Um exemplo de Felmana que eu trago hoje é o exemplo do norte-americano, do inventor, né, comumente conhecido como inventor da lâmpada incandescente, que é Thomas Edson, né, que de acordo com as histórias ele teria tentado mais de 1000 vezes até conseguir o filamento ideal para que permitisse a emissão de luz estável e douradora. alguns relatos que as suas tentativas ultrapassaram 1200 tentativas. Aí nós pensamos, né, em várias situações que nós vivemos, às vezes nós desistimos nos primeiros obstáculos. Muitas das vezes nós vemos dificuldades nas nas situações que nós vivemos no dia a dia, seja no âmbito profissional, seja no âmbito até familiar. E nós desistimos, nós jogamos a toalha. E olha só, Thomas Edson insistiu, ele teve disciplina, acreditou em si mesmo quando muitas pessoas não acreditaram. Tanto é que há uma frase atribuída a ele, onde ele diz: "Abre aspas, eu não falhei, apenas descobri 10.000 maneiras que não funcionam". E além dessa invenção, né, da lâmpada incandescente que ele trouxe, ele trouxe diversas outras invenções que de fato ajudaram a impulsionar a a civilização. Dentre elas, eu vou destacar três aqui, que não é o intuito da da noite de hoje, mas, por exemplo, ele, com esforço, com dedicação, né, ele trouxe o fonógrafo, que era um aparelho capaz na época de gravar e reproduzir sons. Isso lá no final do século XIX, cinetoscópio que era um dos dispositivos da da exibição de filmes em

icação, né, ele trouxe o fonógrafo, que era um aparelho capaz na época de gravar e reproduzir sons. Isso lá no final do século XIX, cinetoscópio que era um dos dispositivos da da exibição de filmes em movimento, além de ter criado em 1882 a primeira usina elétrica comercial do mundo na cidade de Nova York. Agora nós imaginemos, imaginemos só se Thomas Edson não tivesse desistido naquela época, se ele não tivesse tido persistência, se ele não tivesse acreditado em si na força, nos seus conhecimentos. Será que hoje nós estaríamos tendo essa oportunidade? E como será que nós estaríamos, uma vez que as suas invenções trouxeram realmente e proporcionaram outras invenções para poder auxiliar a humanidade, né? Já uma outra elucidação que Kardec traz, que é a fé humana e agora a fé divina. A fé divina, conforme Kardec nos explica, é aquela que move o homem de bem através na sua consciência, no futuro feliz que o aguarda. A fé divina faz com que esse homem queira preencher sua existência de belas e nobres ações, extraindo na fé, na certeza da felicidade que espera, a força necessária para suportar com resignação as situações que tem enfrentado. A fé divina, ela nos proporciona realmente nessa crença, né, que a vida, como nós espíritos sabemos, ela não termina com o desenlace, né, com a com a nossa desencarnação, que na verdade a vida continua, né? Eu até gosto de utilizar um exemplo, que a nossa reencarnação ela faz parte de uma série. Nós estamos numa série e essa encarnação é seria um episódio, né? Então, a nossa vida não termina com o final desse episódio. E a fé divina, elas nos traz realmente, né, essa certeza de que de acordo com as nossas com a nossa dedicação, né, preenchendo a nossa vida com belas ações, eh, angareando força de acordo com a fé, forças necessárias para suportar com resignação as situações que nós vivemos, né? Porque a fé humana, ela nos, a, a fé divina, na verdade, ela nos traz a força para suportar situações em que a razão humana não nos permite compreender, né? Seja naquela situação

que nós vivemos, né? Porque a fé humana, ela nos, a, a fé divina, na verdade, ela nos traz a força para suportar situações em que a razão humana não nos permite compreender, né? Seja naquela situação em que um ente querido passa por uma situação complicada de saúde, né? ou às vezes conosco mesmo, situações em que nós passamos, em que nós confiamos, né, na ciência, mas deixamos nas mãos de Deus para que ele nos auxilie, né? E também abrindo forças nessa fé, nós conseguimos transformar o nosso coração, transformar o nosso ser, mudar o nosso pensamento, mudar a forma como encaramos a vida. transformar o nosso coração para o bem, né? E utilizando, né, como exemplo e hoje, né, na verdade esse mês não poderia ser diferente. Afinal, nós estamos nos das mães, né? Eh, não poderemos deixar de enfatizar o sublime exemplo de Maria de Nazaré como exemplo de fé divina, né? E algumas situações de Maria, algumas situações que Maria viveu revelam a grandiosidade de sua fé divina, né? E assim nós podemos trazer para conhecimento diversas situações, desde os seus pais, Joaquim e Ana, lá quando o anjo anuncia a Ana que ela conceberá uma criança, até a vida de Maria, após o retorno à pátria espiritual, diversos exemplos de fé divina, mas dentre eles destaco três que eu acho importantes, né, tão quanto os outros e que no momento de estudo me marcaram bastante, que primeiro deles é a entrega total e consciente à vontade de Deus. Quando ela diz ao anjo Gabriel na anunciação de sua gravidez, abre aspas, eis aqui a serva do Senhor, cumpra-se em mim segundo a tua palavra. Isso que nós encontramos em Lucas, capítulo 1, versículo 38. Então, essa entrega total e consciente a vontade de Deus. Um outro exemplo é na confiança inabalável em Deus, né? Pois mesmo diante da dor, porque Jesus quando foi crucificado, para os que para os que o condenaram, ele era, vamos falar assim, ele deveria ser condenado, né? Ele era um criminoso. Para os que o ouviram, mas não compreenderam seus ensinamentos, ele

crucificado, para os que para os que o condenaram, ele era, vamos falar assim, ele deveria ser condenado, né? Ele era um criminoso. Para os que o ouviram, mas não compreenderam seus ensinamentos, ele era um professor. Para os que seguiram, ele era o mestre, o Messias, o Salvador de Israel. Mas para Maria era seu filho. E conforme narra o livro Maria, mãe de Jesus, de Ivone Domaral Pereira e Chico Xavier, o livro conta que durante a crucificação de Jesus, quando Maria estava acompanhada de sua irmã, Maria de Copas, acompanhada também de Maria Madalena e de João Evangelista, né, ela durante aquele momento, durante aquele sofrimento, ela via, né, ela ela olhando para Jesus, ela lembrava, né, né, da anunciação do anjo, da infância de Jesus e de todos os momentos que ela havia passado com Jesus, né? Então, esse exemplo, né, dessa confiança inabalável em Deus, que mesmo diante da dor imensurável, né, Maria não se revolta contra Deus, ela aceita, mesmo sem compreender totalmente, ela aceita as vontades de Deus. E um outro exemplo sublime de Maria também, também contido no livro Maria, mãe de Jesus, na aceitação das provas com resignação e esperança, transformando a sua maior fraqueza em força. Essa é uma frase de Emmanuel que está na no site da União Espírita Mineira, né, sobre uma frase inclusive sobre as mães. O que que acontece? Maria, quando ela, né, ao ao desencarne de Jesus, quando Maria, né, quando Jesus, na verdade falece, Maria vai morar com alguns familiares na região de Bataneia até que João conseguisse um local para morar. E João consegue essa casinha, né, lá em Éfesos, através do de alguns cristãos que foram recém-convertidos, que eram os reis. E eles, ele, João vai até encontra de Maria e a convida para ele morar com ela, conforme havia conforme havia Jesus pedido, né? E essa casinha, né, no alto da colina simples, ela se torna um ponto de encontro, um ponto um ponto de reuniões, onde as pessoas se reuniam para poder ouvir os ensinamentos que o mestre Jesus

ido, né? E essa casinha, né, no alto da colina simples, ela se torna um ponto de encontro, um ponto um ponto de reuniões, onde as pessoas se reuniam para poder ouvir os ensinamentos que o mestre Jesus havia deixado e relembrar as suas histórias. E também torna-se um ponto onde as pessoas vão em busca de auxílio, de ajuda, né? Onde descobrindo que Maria, mãe do mestre Jesus, descansava entre eles, grandes fileiras se formavam para encontrar Maria, né? E Maria, né, com toda com toda aquela dor de ter perdido o filha, transforma aquela dor em uma forte força, né, uma fortaleza para poder auxiliar as pessoas. Dentre as pessoas que ela auxiliou, que ela ajudou, né, o andarilho, que tinha chegado com chagas, com dores, Maria o ampara, cura suas chagas, alivia suas dores. E esse andarilho com muita gratidão, a nossa mãe santíssima se ajoelha diante dela, pega sua mão, beija e murmurando diz: "Ei, a senhora é mãe do nosso mestre Jesus, nossa mãe santíssima". Eu recomendo muito mesmo que quem puder, quem tiver oportunidade para ler esse livro, que tem uma história maravilhosa. Bom, e quando o espírito protetor nos diz que o magnetismo prova o poder da fé em ação, né, ele quer nos mostrar que a fé, que a vontade sincera e que ação e a ação mais ação pelo bem, ela pode resultar em curas, em fenômenos, em ações verdadeiramente consideradas como milagres, né, mas que na verdade não são mais do que não são mais do que as ações naturais dentro das leis de Deus, né? né, que nós, como compreendemos, não são milagres. E trazendo um outro exemplo, né, até um exemplo maravilhoso e uma homenagem singela, né, um exemplo de dedicação integral ao próximo e à doutrina espírita, né, nós lembramos hoje com carinho do nosso irmão Divaldo Franco, né, que foi um exemplo de fé de fato posta em ação, né, Divaldo, que juntamente com seu amigo Nilson de Souza Pereira fundaram a mansão do caminho em 15 de agosto de 1952. Nosso irmão Divaldo desencarnou ontem e nosso irmão, né, Nilson de Souza Pereira, eh,

ivaldo, que juntamente com seu amigo Nilson de Souza Pereira fundaram a mansão do caminho em 15 de agosto de 1952. Nosso irmão Divaldo desencarnou ontem e nosso irmão, né, Nilson de Souza Pereira, eh, desencarnou há 12 anos atrás. E como é que como é que é o exemplo, né, qual o exemplo que Divaldo traz da fé posta em ação, né? Na verdade, assim, são tantas ações, né, que fica até difícil enumerá-las, mas no início da mansão do caminho nem sempre foi aquela estrutura que nós hoje conhecemos e acompanhamos nas redes sociais e outros canais, né? No início, né, quando Nilson e Divaldo fundaram, né, a mansão do caminho, os recursos financeiros eram escassos, né? Não tinha os recursos financeiros suficientes para poder auxiliar as crianças em todas as suas necessidades. No início, havia também o preconceito e resistência social em função de serem espíritas, né? preconceito tanto das pessoas quanto das instituições religiosas tradicionais também. E na época eles contavam com uma estrutura, né, uma infraestrutura limitada para atender as necessidades da criança. Mas mesmo assim, Divald e Nilson mantiveram na persistência, na fé inabalável, nas suas capacidades e com fé na providência divina que tudo daria certo. Vejamos, né, quantas pessoas, quantas vidas não foram transformadas pelo exemplo de fé, tanto humana quanto divina, que Divaldo, que Nilson e que os demais colaboradores da mansão do caminho não tiveram, né? Quantas vidas, quantas crianças não tiveram suas vidas mudadas, né? E a fé humana demonstrada na dedicação, na persistência, mesmo diante das dificuldades, né? E a fé divina, através da fé na providência divina, na dedicação de auxiliar ao próximo, entendendo que a ajuda sempre chegaria, como sempre chegou, através de pessoas e de instituições que estavam alinhadas com o propósito de trabalho da mansão do caminho. Então, né, a gente vê essa essa dedicação esse esforço, né, e graças, né, a essa superação das dificuldades, a essa dedicação, essa disciplina, esse

s com o propósito de trabalho da mansão do caminho. Então, né, a gente vê essa essa dedicação esse esforço, né, e graças, né, a essa superação das dificuldades, a essa dedicação, essa disciplina, esse esforço mesmo da diante das dificuldades do Divaldo e do Nilson, é que hoje nós vemos a mansão do caminho, né, uma estrutura com mais de 78.000 m², atendendo mais de 5.000 pessoas diariamente. Olha só o poder da fé. Olha só, vejamos o poder da fé posta em ação, né? O que é capaz, o que nós somos capazes de realizar, né? Portanto, meus irmãos, a fé, como diz Kardec, é a fé humana e divina, né? E como ele nos disse, nós nos achássemos bem convencidos dessa força que trazemos conosco, se combinássemos a fé com a vontade sincera na ação pelo bem do próximo, também poderíamos realizar prodígios que, no entanto, não passam de de um desenvolvimento das nossas faculdades. Portanto, meus irmãos, tenhamos fé, fé na nossa determinação, na nossa capacidade, nas nossas faculdades. Não desistir, não, não vamos pensar em desistir. Vamos sempre lutar. Vamos ter fé naquilo que nós podemos transformar e naquilo que nós podemos moldar. Tenhamos fé na providência divina, preenchendo nossa existência com belas e nobres ações e transformando a cada dia mais o nosso coração, nos tornando cada dia mais semelhantes ao nosso mestre Jesus. Muito obrigado. Nós que te agradecemos, cara. Obrigada pelas reflexões. Quando o espírito protetor inicia, né, o item, ele fala, ele afirma que a fé é um sentimento inato. Quando a gente procura o significado de inato, eh, ele fala que é um sentimento inato no homem, né? E a gente vai buscar o significado de natos, a gente encontra que pertence ao ser desde o seu nascimento. É inerente, é natural, é congênito. E isso é uma afirmativa. Sim. Eh, vamos conversar um pouquinho a respeito disso, cara. Dessa fé que é imata em cada um de nós. Vamos, vamos sim. Bom, o Kardec, quando ele diz, né, que a fé ela é uma fé que ela que ela é inata, ou seja, ela nasce conosco, eles ele nos

speito disso, cara. Dessa fé que é imata em cada um de nós. Vamos, vamos sim. Bom, o Kardec, quando ele diz, né, que a fé ela é uma fé que ela que ela é inata, ou seja, ela nasce conosco, eles ele nos mostra, na verdade, ele nos esclarece que nós temos, todos nós temos as potencialidades para poder realizar aquilo que nós desejarmos, né? Mas que esse que essa eclosão dessas potencialidades elas dependem da ação do querer, né, de de fato se esforçar, perdão, de fato se esforçar, né, de juntar, como diz, a fé e a vontade realmente de realizar, né, porque cada um de nós nasce, né, com essa fé, mas é preciso que ela seja trabalhada, é preciso que ela seja provocada. através das diversas situações do nosso dia a dia. Muitas vezes não é nas facilidades, porque o próprio capítulo, o próprio título já diz, né? A fé e transposta à montanha e essas montanhas são as nossas dificuldades, as nossas eh vicissitudes. Mas interessante é que a gente tem que pensar que essa luta ela é mais íntima, ela é travada mais íntima do que ao redor do que no outro, não é, Carlos? paraa gente entender como é que a gente vai desenvolver esse sentimento que é inato em nós. Nós somos filhos de Deus e Jesus trouxe para nós essa paternidade divina que é maravilhosa, porque nós enxergamos Deus já numa num outro numa num outro patamar. Ao invés de ser aquele que castiga, que pune, a gente vê um pai que é misericordioso. E a gente busca entender então que essas dificuldades que nós passamos, né, elas que muitas vezes elas são mais íntimas que externas, eh, são resultados de escolhas nos, ou seja, para que a gente não tenha esse sentimento de revolta ou querer, né, culpar todo mundo e até a Deus. Então, nesse processo em que nos vemos, nessa condição atual que nós estamos, que nós estamos no mundo de provas e aspirações, já aí apontando os raios de regeneração. E é natural que o sofrimento ele ele seja mais evidente. dor, a violência, ela se torna mais evidente até pelo fato de a gente já ter parâmetros, né, de observar paradigmas

do os raios de regeneração. E é natural que o sofrimento ele ele seja mais evidente. dor, a violência, ela se torna mais evidente até pelo fato de a gente já ter parâmetros, né, de observar paradigmas que já foram quebrados. Então, é nesse sentido que a gente busca compreender essa fé. E você falou muito bem, a gente não pode desistir. Isso porque requer de nós essa vontade de querer e essa certeza firme de um futuro melhor. Não é para aqui, para agora, né? Você quer comentar mais alguma coisa? Sim, sim, sim. Eu gosto sempre de trazer, gosto sempre de trazer algumas comparações, né, como nós já convivemos nos congressos, eh, ninguém muda uma receita quando tá dando tudo certo. Na verdade, nós buscamos mudar e buscamos realmente compreender certas situações quando nós passamos por essas dificuldades, né? E essa reflexão e compreender as dificuldades que nós passamos, né? Não culpar a Deus por aquilo que nós vivemos. Porque como espíritas que somos, nós sabemos que muitas das dificuldades que nós vivemos hoje, elas são produtos da lei de causa e efeito, onde para cada situação que nós vivemos, se não tenha sido eh uma consequência de escolhas nossas atuais, são consequências de escolhas passadas em que Deus, em sua misericórdia, permite que nós voltemos, que nós reencarnemos para que diante das situações e dos sofrimentos que nós enfrentamos na vida, nós possamos resgatar essas situações, né? Possamos reparar e muitos dos sofrimentos também vão muito de encontro as nossas falhas morais, né? aquilo que nós com a fé divina nós conseguimos, conseguiremos ter forças para mudar, porque apontar os erros do outro é fácil. Agora, olhar para nós, olhar para pro espelho e compreendermos as nossas falhas e aquilo que nós precisamos mudar, eis aí o verdadeiro desafio. Sim. E a mensagem inicial de preparação vem ao encontro, né, dessa proposta de nos conhecer. Nós não somos melhores nem piores do que ninguém. Não vamos nos conhecer para o outro. Nós vamos conhecer para nos melhorar, melhorar.

e preparação vem ao encontro, né, dessa proposta de nos conhecer. Nós não somos melhores nem piores do que ninguém. Não vamos nos conhecer para o outro. Nós vamos conhecer para nos melhorar, melhorar. E interessante que até o momento essa fé, ela é muito ligada somente à religião, mas o espiritismo traz esta proposta eh de comprovação científica que ela é materializada justamente quando a gente coloca em movimento que você trouxe, quando essa vontade é firme, quando é para não para os interesses efêmeros, materiais, mas quando a gente vai movimentá-la para o bem de si mesmo e o bem do próximo, um bem comum. Então, nisso, eh, eu, eu gosto muito de lembrar dessa pergunta no livro dos espíritos, mas não consigo lembrar o nome, cara. O número, se você lembrar, né, a prece torna o homem melhor. Não lembro também. Eh, não lembra não, né? E os espíritos respondem que sim. Por quê? Porque eh eh é de uma forma tão tão tão simples de compreender, porque a gente muda a nossa atmosfera, a gente muda a nossa sintonia, a gente vai ganhando a simpatia dos bons espíritos, a gente fica mais próximo do nosso espírito protetor. Então, nós somos aí intuídos a sempre querer fazer o melhor, a alcançar esse melhor que em benefício de si mesmo e do outro, não é? Sim, sim, sim. Tanto, tanto é que há um tempo atrás eu me preparei para uma, uma explanação do evangelho, foi justamente sobre esse assunto, né, que quando nós fazemos a prece, né, a prece é a ligação do nosso pensamento a Deus. E quando a prece, prece verdadeira, aquela prece feita do do coração que realmente ultrapassa o telhado da nossa casa, né? Não a prece feita da boca para fora, mas a verdadeira prece nos liga a Deus, né? E Deus vendo realmente a boa vontade e a verdade em nossos corações, ele permite e envia para que os nossos irmãos consoladores nos auxiliem a responder às questões que a nossa razão humana não nos permite compreender, né? é aonde viria de encontra a nossa fé divina. Quando a nossa fé humana, quando nossos

irmãos consoladores nos auxiliem a responder às questões que a nossa razão humana não nos permite compreender, né? é aonde viria de encontra a nossa fé divina. Quando a nossa fé humana, quando nossos esforços já se esgotaram, quando nós não temos mais, como até falei no início, né, quando nós só temos a fé, né, como a busca pela resposta, Deus permite que os irmãos consoladores, como sempre estão ao nosso lado, né, nos auxiliem, nos respirem, nos uam para que possamos fazer a melhor escolha, não na nossa concepção, mas a melhor escolha que é o melhor para nós. quanto seres mortais. Eu lembrei dos nossos pedidos, né? Nem sempre os pedidos que fazemos estão de acordo com aquilo que nós precisamos. Nem sempre é o que merecemos, mas é o que necessitamos para que a gente possa aprender, possa evoluir. Perfeito. O seu, a o seu comentário, e só cumprimentando o que você falou, vejamos só. Voltemos à nossa à nossa época de adolescência. Imagine só se nós tivéssemos feito o que nós na época tínhamos vontade ou achávamos como certo. Deus, ele nos conhece mais do que nós mesmos. Então, ele sabe perfeitamente o que nós precisamos. E às vezes nós passamos por certas dificuldades, por certos problemas, por certos sofrimentos, mas há até uma analogia do no Evangelho Segundo o Espiritismo, onde diz que o cirurgião, entendendo que o paciente precisa passar por um procedimento, não vai lhe negar o procedimento e ele deverá sofrer essa dor para que seja sanado esse problema, né? Então Deus, ele compreende, ele nos conhece e ele sabe do que nós precisamos passar, né? A situação que nós precisamos viver para que durante esse processo nós possamos aperfeiçoar o nosso espírito e melhorar moralmente. São processo cá. Primeiro a gente entender que nós eh temos algo maior que é Deus, que é nosso pai amoroso, que sempre está nos olhando, sempre está ao nosso lado, eh sempre quer nos conduzir para esse caminho de retorno a ele, mas que deixe em nossas mãos essas ferramentas. que nós podemos utilizar, porque esse

empre está nos olhando, sempre está ao nosso lado, eh sempre quer nos conduzir para esse caminho de retorno a ele, mas que deixe em nossas mãos essas ferramentas. que nós podemos utilizar, porque esse processo de escolha, de aprendizado, de crescimento é por nossa conta. E é nesse processo é que está o nosso mérito, porque se ele quisesse, ele poderia ter criados perfeitos. E, no entanto, nós somos perfectos. É um vir a ser todos nós, não é? Não tem nem não existe privilégio, né? Exato. E que e na verdade que sentido faria, né? Uhum. Sentido faria se já nos criássemos, se já criasse, por exemplo, eh, já seres perfeitos, né? Nós precisamos trilhar o nosso caminho aí, cada um de acordo com seus esforços para nós chegarmos no fim comum, que é a felicidade dos espíritos puros, que todos nós estamos caminhando pouco a pouco, dia após dia, mas chegaremos lá com fé em Deus. Sim, é preciso acessar esse conhecimento porque isso faz com que a gente tenha mais compreensão. A gente entende, compreende e depois a gente aceita e depois a gente sabe que é responsabilidade. Então, nós temos que colocar em ação o que está ao meu alcance para mudar moldar a situação e o que eu não tenho condições de modificar. E aí é a entrega. E aí é a fé mesmo, a fé em Deus, a fé divina que a gente sabe que cuida, que protege, que o a todos nós. Com certeza. o exemplo, né, que nós temos do nosso irmão que retorna à pátria espiritual de Valaldo, né, o exemplo de determinação que sempre teve, né, porque no início a estrutura não era aquela, não tinham tantas, tantos colaboradores como tem hoje, né, e como também desde o início, né, Carlos, quando ele realmente descobriu que era um médium nas situações em que ele se via. Eh, tem um livro que não é psicografia, é dele, A vivência do amor em família, que são histórias lindas, você ri, você chora ao mesmo tempo. Tem muitas histórias familiares, explorações musicadas, né? E nós temos aí uma colaboração maravilhosa no atendimento espiritual que é o projeto Manuelin de

lindas, você ri, você chora ao mesmo tempo. Tem muitas histórias familiares, explorações musicadas, né? E nós temos aí uma colaboração maravilhosa no atendimento espiritual que é o projeto Manuelin de Miranda que nós utilizamos tanto o nosso trabalho de atendimento espiritual. Nós vamos ver que a conquista sempre está assim ou derramando lágrimas ou suando mesmo no esforço diário para as conquistas. Então não cai do céu. É necessário que a gente faça a nossa parte. Nós estamos falando de um espírito muito preparado, de uma missão muito específica, mas que é realmente uma referência para nós, assim como outros grandes espíritos reencarnados, Chico Xavier e Manduce e outros tantos aí que às vezes até estão no anonimato e que tem as suas missões aí que levam com êxito também. Nós estamos falando de algo em que é bom a gente ter o exemplo porque olha, é possível, aguenta firme a caminhada, né? Fique firme mais um pouquinho, porque a grande promessa também é maravilhosa de que cada esforço a gente tem também uma uma realização, um sentimento de paz e isso que é a verdadeira felicidade. Verdade. Lembrando a nós mesmos, né, Car? Verdade. Lembrando que a fé, né, a fé ela não vai nos tirar a dor. fato de conseguirmos eh cultivar essa fé não nos vai tirar a dor, mas sim aprender com ela, aprender a conviver, a entender essa que ah, às vezes algumas pesso pode às vezes algumas pessoas falar: "Ah, mas nossa, quanto mais eu me dedico, mais parece que a minha vida fica difícil, fica complicada". Mas na verdade são as percepções nossas que vão aumentando diante das mudanças que nós precisamos fazer. Aquilo que antes nós considerávamos como normal, a partir do momento que vamos angareando mais conhecimentos e compreendendo realmente os ensinamentos do mestre Jesus, nós percebemos que nós estamos em um caminho completamente diferente, que precisamos voltar para poder traçar a volta correta. E interessante que os desafios, as dificuldades, eh, torna a fé mais robusta e nos dá tranquilidade, a

s em um caminho completamente diferente, que precisamos voltar para poder traçar a volta correta. E interessante que os desafios, as dificuldades, eh, torna a fé mais robusta e nos dá tranquilidade, a serenidade para que a gente possa passar pelas dificuldades, sem desequilíbrio, sem tomar decisões precipitadas, né? Sem ficar aí mergulhados no sentimento de negativismo, de vitimismo também. Então, para que a gente possa se erguer, Vinícius, passar a palavra para Claro, esse estudo é muito interessante, né? Porque eu acho assim que ele transcende muito a ideia comum de fé, né? A gente tem muito essa ideia de fé como acreditar só uma religião, em uma fé, em Deus, né? Mas ele vai nos mostrar que a fé ela significa ter confiança, né? uma confiança plena. A gente sabe, a gente tem certeza, né, de que Deus existe, que ele é nosso pai. E a gente também é convidado a desenvolver essa confiança em nós mesmos, né, através das provações que a gente passa aqui nessa vida, né? Então, não fosse as dificuldades, né, que a gente atravessa, a gente não colocaria, não desenvolveria essa fé em nós mesmos, né? e principalmente a confiança nos desígnios de Deus, né, para nos colocar nessas situações, hora boas, hora mais desafiadoras, né, que vão nos fazer esse o exercício dessa fé, né, dos ensinamentos de Jesus para nos guiar, né, e acho que um ponto muito interessante quando a gente pensa assim nesses irmãos que nos inspiram tanto como Divaldo, assim mais recentemente, o Chico, né, é muita assim, é passaram por grandes provações, muitas dificuldades, mas muitas muito assim de maneira leve, né, com muita alegria, né, assim, não que foi fácil, né, mas é muito interessante como o Divaldo tinha um bom humor, Chico também tinha um bom humor também, né? Eu acho muito importante a gente destacar isso, que isso é também a pessoa que aprendeu a aceitar, né, as aquilo que precisava trabalhar na vida, né? Isso é algo que a gente precisa trabalhar, né? Porque eu acho que a pessoa que realmente tem fé, ela sabe

o é também a pessoa que aprendeu a aceitar, né, as aquilo que precisava trabalhar na vida, né? Isso é algo que a gente precisa trabalhar, né? Porque eu acho que a pessoa que realmente tem fé, ela sabe caminhar de maneira leve na vida, né? Não com revolta, não com chateação, né? É algo assim que eu trago para mim quando eu penso assim nas adversidades que a gente passa no dia a dia, né? Excelente, V, muito bom. Olha, eu gostaria de dar boa noite para Samanta Silva, seja bem-vinda. Nós temos aqui a Janete Santos, que tá conosco também de Salvador, Bahia. Olha, conterrânea do nosso querido irmão. Boa noite, saúde e plenitude para todos. Tem aqui, Lida, eh, obrigada e boa noite. A Jaqueline traz para nós, ó, ao colocarmos as potencialidades a favor da vontade de Deus, desenvolvemos em nós a fé, não para apresentar o que sustenta nosso orgulho e a vaidade, não para apresentar o que sustenta. E ela continua, mas é a apresentação do nosso sacrifício como mostra da nossa melhora interior. Perfeito. A Dair Maria de Jesus também, fala conosco. Boa noite. Podemos dizer que a nossa fé é proporcional ao nosso desenvolvimento espiritual? Pergunta, cara. Ou seja, nosso esforço para nos desenvolvermos espiritualmente, automaticamente nossa fé também quer. Bom, a nossa fé, a fé é algo que existe inato, né, como foi comentado. Só que, se eu não me engano, no item 7 do capítulo 19 diz que nem todas as pessoas terão realmente aosão dessa fé de forma, vamos falar assim, igual para todos, né? Porque a eclosão dessa fé e o trabalho, né, a ação em função da fé vai muito de encontro também a preparos que nós tivemos em existências anteriores. aquele espírito que já ele viria, por exemplo, mais educado, mais preparado também. Mas a fé, né, a fé ela é inata em todos nós, né, como nós falamos, basta que nós nos esforcemos para que ela ecloda. Quanto mais a gente adquire o conhecimento, maior reflexão e maior possibilidade de colocá-lo na nossa vivência diária. E assim a gente vai desenvolvendo, porque nós vamos

orcemos para que ela ecloda. Quanto mais a gente adquire o conhecimento, maior reflexão e maior possibilidade de colocá-lo na nossa vivência diária. E assim a gente vai desenvolvendo, porque nós vamos enxergando em oportunidade em todos os desafios, em todas as dificuldades. E aí nós temos a certeza de que Deus sabe o que é melhor para cada um de nós. E à medida que nós vamos vivendo essas situações, como disse o Vinícius, nós vamos aprimorando a nossa visão e a nossa vivência diante das provações que nós temos, né? A dor ela não muda, a dor ela ressignifica. E nós ressignificamos essa dor e mudamos a nossa trajetória também, né? Porque às vezes passamos por certas situações em que elas não vão mudar, mas podemos mudar a forma como nós enxergamos essas situações e como nós a vivemos. O atendimento espiritual, o atendimento espiritual nos ajuda muito nisso. Muito, muito. Verdade. Isso mesmo. Isso mesmo. Bom, e a Maria das Graças também traz para nós boa noite. Quase o bomba a todos. que assim seja. Que noite abençoada. Eu continuo com Ah, maravilha. Eu eu me sinto sempre honrado, viu? E muito feliz. Nós aprendemos muito. Que bom, que bom. E o tempo passa muito rápido também, não é mesmo, P? Muito, muito rápido. Muito rápido. Muito rápido. Eu só gostaria de eu enfatizar, né? É aquela o finalzinho mesmo do item. O homem de bem que crente em seu futuro celeste deseja encher de belas e nobre ações a sua existência. Aure na sua fé, na certeza da felicidade que o espera, a força necessária e ainda se operam milagres de caridade, de devotamento e de abnegação. Olha que lindo, olha que consolador, não é, Carlos? Sim, sim. A verdade sim, né? Nós nós estamos nesse nessa jornada buscando nos transformar, nos melhorar. E essa transformação, ela passa muito de encontro as situações que nós vivemos, a fim de transformarmos, mudarmos a nossa, transformarmos, na verdade, as nossas fraquezas, as nossas más inclinações em virtudes, né? Então, à medida que nós vamos passando por essas situações, passando por essas

sformarmos, mudarmos a nossa, transformarmos, na verdade, as nossas fraquezas, as nossas más inclinações em virtudes, né? Então, à medida que nós vamos passando por essas situações, passando por essas vivências, nós vamos ampliando a nossa fé, vamos aumentando o nosso conhecimento e nós e nos aproximando ainda mais, cada vez mais de Deus. Muito bom. E eu já deixo com você para você trazer as suas considerações. Bom, eu queria deixar um um recado ao coração de cada um dos irmãos que nos acompanham, que tenhamos sempre fé, né? Sempre fé aqui, pois as adversidades elas sempre existirão, né? As dificuldades sempre nos encontrarão, né, nessa jornada da vida, mas que é imprescindível. né? Que nós tenhamos fé nas nossas capacidades, fé que nós podemos muito mais daquilo, muito mais do que aquilo que nós acreditamos poder fazer, né? e fé de que nós temos um Deus, um Pai maravilhoso de todo amor e bondade, que sempre, sempre, sempre cuida de nós e que sempre temos ao nosso lado a espiritualidade amiga, os nossos mentores, cada um de nós temos, né, os nossos, o nosso anjo da guarda para nos auxiliar, para nos fortalecer a fé quando, por algumas questões, por algumas dificuldades nós estremecemos e para nos intuir, nos inspirar no verdadeiro caminho, que é principalmente a nossa transformação, a transformação do ser humano em um homem de bem. Então, tenhamos fé, meus irmãos. A vida ela é cheia de desafios e dificuldades, mas o Pai que nos acompanha e os nossos amados mentores, nossos amados irmãos consoladores sempre estão ao nosso lado, nos lembrando o quanto somos fortes e o quanto nós já caminhamos, porém também precisamos caminhar. Muito bom, cara, Vinícius. E acho que eu queria lembrar uma parte do evangelho, eu sempre lembro dela assim, ela fala assim que Deus não coloca fardos pesados e ombros fracos, né? Então que a gente se lembre sim que nesses momentos que a gente passa por esses desafios, né, que a gente é assim capaz de passar por eles, né, que a gente busque sempre na oração esse

ros fracos, né? Então que a gente se lembre sim que nesses momentos que a gente passa por esses desafios, né, que a gente é assim capaz de passar por eles, né, que a gente busque sempre na oração esse recurso de conexão com Deus para nos fortalecermos diariamente, né, não só nos momentos difíceis, né, mas também nos momentos que a gente tiver bem, a gente mantém essa conexão profunda com a espiritualidade, sempre alimentando a nossa fé e a confiança em Deus, né, Muito bom, Vinícius. Antes de encerrarmos, eu gostaria de fazer um um convite muito especial. Sexta-feira, dia 16 de maio, nós teremos uma live com o Geraldo Campet, que é vice-presidente de divulgação doutrinária da FEB. ele fará, né, a exposição do tema natureza em nossa mãe para que a gente possa divulgar mais, aprofundar mais na campanha permanente de conscientização ecológica. a nossa responsabilidade como espíritas, é o que o Centro Espírita pode fazer para ajudar nesse também eh nessa sensibilização, nesse olhar mais cuidadoso para com a natureza, para com os nossos irmãozinhos mais inferiores. Como é que a gente pode atuar auxiliando nessa educação desse processo aí? é mais sensibilidade em relação, porque nós não somos o centro, né? Nós estamos aqui, não pertencemos aqui. Então, tudo que Deus criou é nos útil justamente para o nosso crescimento, para esse processo de transformação. E nós temos que aprender a viver harmoniosamente com esse meio. E é para é para isso a gente precisa dessa autoeducação e exemplificação para que a gente ajude os outros. Então nós convidamos a todos para estarem conosco, será gravada. Então quem não puder estar conosco no momento, pode acessar depois esse conteúdo que com certeza nós teremos uma noite maravilhosa de reflexão. Só pelo tema já é poético, né? A natureza é nossa mãe, então todos estão convidados e nas redes sociais, mas da fé é ego. Lá, vou colocar o banner rapidinho aqui. Sim, por favor. Isso. Muito bem. A área de atendimento espiritual e com a da FEGO. Muito bom. Dia 16 de maio,

convidados e nas redes sociais, mas da fé é ego. Lá, vou colocar o banner rapidinho aqui. Sim, por favor. Isso. Muito bem. A área de atendimento espiritual e com a da FEGO. Muito bom. Dia 16 de maio, sexta-feira, às 21 horas, nós colocamos esse horário para dar tempo de todo mundo fazer as suas atividades no centro espírita, retornar para casa e nos acompanhar. E a participação será muito bem-vinda. Perguntas, observações, porque nós sabemos que temos os centros espíritas maiores, mas temos aquele pequenininho que fica lá na periferia. como é que a gente pode levar essa campanha a todos os centros espíritas. Então, nós vamos encerrando o nosso evangelho no lar desta noite, agradecendo imensamente ao Carlos pela participação, pelas reflexões, pelo conhecimento. Muitíssimo obrigada. Eh, deixando um abraço aí a todos também poder aí, né, Glácia? Muito obrigado pelo convite, muito obrigado por podermos vivenciar esse momento, esse momento de de compreensão mais do evangelho de Jesus, a doutrina espírita. Um forte abraço a você, Vinícius. Muito obrigado de coração, Vinícius, muito obrigada por estar aqui conosco sempre. Obrigada a todos que nos acompanham, a todos que vão acessar o nosso evangelho no lar posteriormente, já convidando para semana que vem, quarta-feira que vem, nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Fiquem com Deus, muita paz ao coração. E eu peço Vinícius para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para a noite do evangelho milar. Muito bem, então fiquem com Deus. Muita paz. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos,

mado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. เฮ

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