#29 Estudando O Evangelho Segundo o Espiritismo - O jugo leve e Consolador prometido

Mansão do Caminho 20/05/2022 (há 3 anos) 1:16:36 3,179 visualizações

» Estudando O Evangelho Segundo O Espiritismo Um estudo sistemático e continuado da obra O Evangelho Segundo O Espiritismo, de Allan Kardec. O estudo é coordenado por Carlos Campetti, coordenador nacional da área de estudo do espiritismo FEB/CFN. • Toda quinta-feira, às 21h30, em parceria com a FEBtv. Encontro 29 - Capítulo 6 - O Cristo Consolador, de ‘O Evangelho Segundo o Espiritismo’ — O jugo leve – Itens 1 e 2; Consolador prometido – Itens 3 e 4.

Transcrição

Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo, um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo Espiritismo de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, nossa saudação fraterna você que está acompanhando de casa do seu ambiente, o nosso estudando o Evangelho Segundo Espiritismo, Luziane Bahia. Uma satisfação imensa dividir aqui a responsabilidade dessa atividade com você. as nossas boas-vindas hoje a Eliane Eline CAP e a Eline é trabalhadora do movimento espírita, muito dedicada e ela é facilitadora do Evangelho Rede Vivo na Federação Espírita Catarinense, na FEB, no Centro Espírita Sem Fronteiras e ela também é vice-presidente de unificação do ali da da Federação Espírita, não é, de Catarinense. E nós temos também hoje o Samuel, já vamos explicar, o Samuel Magalhães é pesquisador da história do Espiritismo, integrante do Centro de Documentação Espírita do Ceará, além de ter fundado os Centro de Documentação Espírita do Amazonas e de Pernambuco, é também autor de vários livros. atualmente colabora com a FEB e o Centro Espírita Sem Fronteiras, assim como a Elane e a Luziane. Então, eh nós teríamos hoje o Simão Pedro, mas ele está em uma localidade com dificuldades de conexão muito séria e ficou preocupado de ficar falhando. Então, nós convidamos o nosso querido Samuel, que sempre tem nos atendido e que conhece bastante, está aqui conosco hoje, não é, Lu? Nosso agradecimento também aos nossos parceiros de transmissão. E vamos lá, Lu. Esse mesmo, irmã e irmãos queridos. Sejam bem-vindos. É uma alegria estarmos aqui nesse estudando o evangelho. É o dia do evangelho no nosso lar, adentrando os nossos lares para nos trazer essa proposta dessa união, desta energia em torno do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo à luz da doutrina dos espíritos. Gratidão, Carlos, por esta parceria. aos nossos queridos convidados, a Elane, o Samuel, a nossa intérpret para intérprete para Libras, os nossos, a nossa equipe que está aí nos bastidores.

espíritos. Gratidão, Carlos, por esta parceria. aos nossos queridos convidados, a Elane, o Samuel, a nossa intérpret para intérprete para Libras, os nossos, a nossa equipe que está aí nos bastidores. E hoje nós vamos começar um outro capítulo. Nós já estamos no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo. Nós terminamos o quinto, bem-aventurados os aflitos. Passeamos por diversas aflições e diversas explicações para essas aflições. E aí adivém o capítulo sexto como um bálsamo intitulado o Cristo Consolador. E hoje nós vamos abordar os temas o julgo leve e o consolador prometido. Vamos começar então contigo, Samuel. Logo aqui no início desse capítulo, a gente tem um trechinho destacado pelo nosso cudicador que é do Evangelho de Mateus no capítulo 11, versículos 28 a 30. E o trechinho diz assim: "Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou brando e humildes de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu julgo e leve o meu fardo." Samuel, o que é que então significa tomai sobre vós o meu julgo? Boa noite, Luziane. Boa noite aos amigos e aqueles que assistem esse estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Que Jesus nos abençoe, nos mantenha em sua paz. Eh, gostaríamos de recordar aqui algo da tradição judaica ao tempo de Jesus. Naqueles dias, os meninos, a partir dos 6 anos, eles eram levados a estudar a Torá. eram matriculados na escola primária, chamara Beit sefé. E durante 4 anos eles precisavam memorizar os cinco livros da Torá que vai do Gênesis ao Deuteronômio. Depois que eles passavam por uma avaliação, alguns eh seriam aprovados para a escola secundária chamada Beit Talmud, onde então durante mais 4 anos eles iriam continuar estudando os textos do Antigo Testamento, de modo que por volta dos 14 anos eles deveriam ter memorizado a Bíblia do Gênesis a Malaquias. E nesse período eles já discutiam a lei, a interpretação da lei, o pensamento dos eh rabinos e passavam outra vez por um

volta dos 14 anos eles deveriam ter memorizado a Bíblia do Gênesis a Malaquias. E nesse período eles já discutiam a lei, a interpretação da lei, o pensamento dos eh rabinos e passavam outra vez por um por uma prova, uma aferição. E nesse momento, aqueles meninos que tinham maior destaque, eles eram tidos como orgulho do povo judeu e esperança do povo judeu. que seriam os futuros doutores da lei em Israel. Então eles eram entregues a um rabino, normalmente um rabino muito conhecido e muito respeitado. Então eles passavam a fazer parte de uma casa rabínica a partir de então. E foi isso que aconteceu com Paulo de Tar quando foi entregue aos cuidados de Gamaliel. Cada rabino tinha a sua forma pessoal de interpretar a lei, que não precisava e nem era igual a dos outros, mas tinha que ser aprovado por outros rabinos. Então, conforme o rabino interpretava a lei, ou seja, como ele entendia que ela deveria ser posta em prática, ele estabelecia regras de conduta para os seus discípulos, que eram chamados de Talmid. E essas regras é que na tradição judaica era chamada de julgo do rabino. Então o que era o julgo do rabino? era seguir os preceitos que o rabino determinava com base no que ele entendia da lei. E lógico que isso vem da tradição, que julgo tem uma relação muito próxima, aliás, quer dizer a mesma coisa também de Kanga, que era utilizado na parelha de bois para eh o trabalho do arado para servir ali no campo sob o comando de alguém. E essa canga, ela era de tal forma que eles não podiam se movimentar muito porque tinham que seguir em linha reta. E essa expressão é interessante, porque havia um ditado em Israel, na Israel da eh da época, que dizia que o discípulo deveria se cobrir com o pó das sandálias do seu mestre, ou seja, andar como seu mestre andou, passo a passo. Então, quando Jesus diz: "Tomai sobre vós o meu julgo", ele estava dizendo: "Segue a lei conforme eu interpreto a lei, conforme eh de fato a lei, porque Jesus tinha esse conhecimento. E quem vem em nosso socorro sobre que

iz: "Tomai sobre vós o meu julgo", ele estava dizendo: "Segue a lei conforme eu interpreto a lei, conforme eh de fato a lei, porque Jesus tinha esse conhecimento. E quem vem em nosso socorro sobre que interpretação é essa da lei que Jesus nos trazia?" Outro não é senão Allan Kardec nesse próprio texto que está aí no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo, quando Kardec diz que falando de Jesus eh que o seu julgo é a observância dessa lei, mas esse julgo é leve e a lei é suave, pois que apenas impõe como dever o amor e a caridade. Então, qual era o julgo de Jesus? como é que ele entendia a lei e o que é que ele pedia que os seus discípulos fizessem, que vivessem o amor e vivessem a caridade. Então, o julgo do rabino eram as regras que eles determinavam para os seus discípulos. E Jesus vem nos dar um julgo, só que o jgo dele é suave e o fardo é leve, porque impõe como dever o amor e a caridade. E esse é o julgo ao qual nós estamos submetidos. Excelente, Samuel. Muito bom esclarecimento. E antes de fazer a primeira pergunta, Elane, o esclarecimento. Eh, normalmente estão juntas a Eliane Carvalho e a Tainã Tinum, mas hoje a Tainã não pode vir. Então aí para os nossos irmãos que estão acompanhando pelas Libras, então vão acompanhar pela interpretação da Eliane Carvalho todo o tempo. Está bem? Então agora, Elane, nós vamos para o item dois. Esses itens são muito ricos, não é? daria uma agem pra gente aqui aprofundar bastante mais, mas o nosso estudo ele vai como sendo incentivo para que você casa tenha o ânimo de estudar e também aproveita para fazer suas perguntas se acaso tem algum ponto que gostaria, não é, de ser mais esclarecido ou aprofundado. Então aqui no item dois, como a esperança na vida futura exerce sobre nós a consolação. Como é que isso acontece? Aquele que crê numa única existência estaria forçosamente privado dessa consolação? Que beleza. Boa noite, Carlos. Boa noite, Lu, Samuel, Eliane. Eu achei que nós estaríamos, Elane e Eliane, aqui dose dupla, mas é tripla, então, né?

ncia estaria forçosamente privado dessa consolação? Que beleza. Boa noite, Carlos. Boa noite, Lu, Samuel, Eliane. Eu achei que nós estaríamos, Elane e Eliane, aqui dose dupla, mas é tripla, então, né? Porque ela está fazendo dois papéis. Gratidão por essa oportunidade de tornar mais acessível esse momento a muitos corações. Gratidão. É tão bom, não é, queridos amigos, nós estarmos aqui à noite, uma noite abençoada falando sobre o evangelho e preparando esse momento, a gente vai buscando os trechos da própria Bíblia ali, o Novo Testamento, né? E a gente chega ali no nesses versículos de Mateus, o capítulo de Mateus 11 e 12. É uma belezinha de nós buscarmos, sabe? A gente tem aqui na no próprio Evangelho Segundo Espiritismo o trechinho que vai nos trazendo compreensão de uma forma que cada vez mais essa chave interpretativa que é o espiritismo nos resgata, né, o ensinamento de Jesus nos traz esse caráter de evangelho rede vivo que é o próprio espiritismo. Por isso o capítulo de hoje é o Cristo consolador, não é? Então veja, quando a gente vai ali para pro Evangelho, pro Novo Testamento, o capítulo 11 de Mateus, ele vai falar de quando Jesus passa as instruções aos 12 discípulos, ele sai ensinar e pregar ali nas cidades. E ali ele vai trazer diversas orientações. Ele vai afirmar que ele realmente é o Messias. Ele vai falar dos julgamentos, das dissidências e vai nos convidar a humildade para que o evangelho tenha acesso a nossa intimidade. Aí ele diz: "Vinde a mim". Essa mensagem que foi explorada, né, pelo nosso amigo agora, né, com tanta, né, eh, profundidade, a gente vai aprendendo com ele, uma beleza. E no, no capítulo 12, que é a sequência, vocês vão ler ali fatos, acontecimentos. Os apóstolos estão com fome, eles pegam espigas, mas é sábado e eles são por isso, censurados. E nesse mesmo dia de sábado, em que não era permitido o trabalho, Jesus atende aquele que estava ali com a mão atrofeada, né? Então ele promove uma cura e ele nos traz ali uma profunda lição, já que nós falamos, né,

ia de sábado, em que não era permitido o trabalho, Jesus atende aquele que estava ali com a mão atrofeada, né? Então ele promove uma cura e ele nos traz ali uma profunda lição, já que nós falamos, né, da observação das leis, a lição da lei de amor como a lei maior, acima das leis temporárias, não é? E ele nos traz ainda essa compreensão de que a realidade espiritual é maior do que aquela que os nossos olhos físicos podem abarcar. Mas eu trouxe essa contextualização porque ela fecha com uma profecia. Mateus faz isso, né? Ele vai resgatando as profecias, nos dando essa compreensão de que Jesus é Messias. E a profecia ela termina assim: "E no seu nome as nações porão sua esperança." Jesus vem trazer a boa nova, a boa notícia, notícia do amor, da consolação, conhecimento de nós mesmos, dessa realidade imortal. E ele nos dá testemunho disso, não é? Então a gente fica pensando assim nesses momentos que nós atravessamos, né? Quando a dor chega, não é Carlos, não é Lu? Quando a dor chega, como chegou para muitos de nós nesses últimos tempos, onde nós nos apoiamos quando falta alguém, não é, que estava há pouco ali do nosso ladinho. Qual o nosso maior desejo? Quando de repente a vida sofre um abalo, não dá mais para continuar da mesma forma. Eu preciso encontrar um novo caminho, uma nova forma de caminhar e de viver. Como enxergar esse novo caminho com esperança, sem esmurecer, não é? Então, o ensinamento de Jesus faz isso. Ele resgata a esperança. No seu nome as nações porão sua esperança. Essa compreensão da vida Jesus da vida futura, Jesus nos trouxe. Ele traz essa revelação acima da revelação de Moisés, não é? E a se vocês quiserem, né, explorar esse conteúdo mais, além de o Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo 6, vocês vão encontrar em a Gênesis, no capítulo um, né, toda uma um uma análise, um detalhamento de Kardecirismo é o consolador prometido e vai nos ajudar nessa compreensão da vida futura. essa vida futura, essa certeza que ele nos traz, que nos dá consolação,

uma um uma análise, um detalhamento de Kardecirismo é o consolador prometido e vai nos ajudar nessa compreensão da vida futura. essa vida futura, essa certeza que ele nos traz, que nos dá consolação, esperança, compreensão da justiça divina, fortalece nossa fé, não é? E veja só, eu sei a partir de agora que eu vou encontrar almas queridas ainda que já partiram, que as minhas orações as alcançam, que eu ainda posso perdoar, que eu posso pedir perdão, que haverá possibilidade de reparação, que não haverá castigo perpétuo, que aquele que partiu, aquele que fica, ainda poderão se redimir, que todos nós alcançaremos a condição de angelitude pela progressão das almas, não é? Pelas experiências múltiplas. Então, nós vamos encontrando tanto conforto e compreensão da justiça de Deus, não é? Mas e se eu não acredito nisso? Se a minha visão se limita à existência atual, a pergunta de Carlos, né? Se nada espero depois dessa vida, nos diz Kardec ali no Evangelho Segundo o Espiritismo, as aflições caem com todo o seu peso. Nenhuma esperança lhe mitiga o amargor. Mais paraa frente, nós vamos ler lá em Desprendimento dos bens terrenos, que é como uma criança que só vê o tempo presente, qualquer perda é muito significativa, enquanto que aquele que já consegue um olhar que transcende a matéria é como adulto que vê as coisas mais importantes, não é? Algumas pessoas nos dizem: "Ah, mas eu queria tanto acreditar". E Kardec vai nos dizer lá paraa frente, né? na fé inabalável. Tem pois como certo que os que dizem nada melhor desejamos do que crer, mas não o podemos dizem apenas do lábio. Porque ao dizerem isso, eles tapam os seus ouvidos, mas as provas vêm, né, dão aquela chacoalhada e é preciso observar. Aí ele faz algumas referências que a gente precisa analisar se nós estamos nessa condição de não conseguir sustentar a nossa fé, não é? Ele coloca que para alguns há o descaso, para outros o temor de serem forçados a mudar os hábitos, paraa maior parte é o orgulho, negando uma existência

o de não conseguir sustentar a nossa fé, não é? Ele coloca que para alguns há o descaso, para outros o temor de serem forçados a mudar os hábitos, paraa maior parte é o orgulho, negando uma existência superior. Então, amigos, compreensão da vida futura nos renova esperança, consolação, não é? Sem essa compreensão, mais esforço será necessário. E só para terminar, ali em o advento do espírito de verdade, nós vamos ler: "Não busqueis alures a força e a consolação, pois o mundo é impotente para dá-las". Excelente, Elane. Antes da gente passar a próxima pergunta ao Samuel, só o destaque do que Elane falou, a gente encontra no iniciozinho do item dois. A frase é muito emblemática. Todos os sofrimentos, todos misérias, decepções, dores físicas, perdas de seres amados, encontram consolação na fé, no futuro, na confiança, na justiça de Deus, que o Cristo vem ensinar aos homens. Bem, isso que a Elane tava conversando com a gente. E antes da gente passar a pergunta, Samuel, tem uma aqui eh que foi feita no nosso chat que ainda se refere ao jubo. Apenas uma confirmação, uma um comentário a mais do que você nos trouxe. E vem assim às 21:38. A Anisia Bahia, ela pergunta: "Anía Bahia é a minha mãe, tá gente? O julgo a que Jesus se refere é o conhecimento e a prática nas regras do sermão da montanha? Que que você acha, Samuel? Eh, de fato, o sermão da montanha é uma síntese do ensinamento de Jesus. E a respeito do sermão do monte, já virou isso até jargão popular, o pensamento de de Gandhi, uma ratma Gand, que diz que se todos os textos considerados sagrados existentes no mundo fossem destruídos, fossem queimados e restasse ainda aí os textos, restassem os textos do Sermão do Monte, nada se teria perdido. Porque no sermão do monte nós vamos encontrar a doutrina de Jesus por excelência. Nós vamos encontrar Jesus falando desse amor que transcende. Então, o sermão do monte é a cartilha para quem eh já despertou a fim de nós seguirmos. Então, de fato, procede aí as anotações que foram feitas

amos encontrar Jesus falando desse amor que transcende. Então, o sermão do monte é a cartilha para quem eh já despertou a fim de nós seguirmos. Então, de fato, procede aí as anotações que foram feitas pela sua mãe, que é um prazer saber que ela tá acompanhando aqui, Luzianeo, você que é tão querida por todos nós. Obrigada, Samuel. Vamos então ainda no item dois e a gente encontra a seguinte pergunta: Jesus impõe alguma condição para a assistência e o alívio que dá aos aflitos? E aí, Samuel? Eh, eu gostaria então para responder de ler de novo o trecho de Mateus 11 28 30 aqui rapidinho. Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sobrando e humilde de coração e acharei repouso para vossas almas. pois é suave o meu julgo e leve o meu farto. Gostaríamos de fazer aqui pelo menos duas observações acerca desse texto para falarmos dessa condição. Primeiro, Jesus promete alívio, quer dizer que nós temos que fazer alguma coisa. É como aquela criança que traz escola o dever doméstico e que a mãe, o pai, o tutor, a tutora, quem cuida dele vai ajudá-lo a resolver, mas não vai fazer por ele. Então, Jesus não vai fazer por nós. Esse alívio é exatamente ensinar. Então, ele promete esse alívio. Nós devemos lembrar que há uma parte que é nossa. Uma outra questão que Jesus vai dizer: "Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim". Ou seja, aprender com Jesus que sobrando, olhe, Jesus é brando e humilde de coração. E essa humildade, quando nós vamos ao sermão do monte, agora trazido à nossa memória pela mãe da Luziane, nós vamos lembrar que a primeira das bem-aventuranças ali no discurso inaugural de Jesus é exatamente a humildade como sendo o primeiro degrau do nosso processo eh evolutivo ou do nosso processo de elevação espiritual. Então, Jesus volta a colocar essa questão eh da humildade em pauta. Mas eu gostaria de chamar atenção para esse impõe, que eu acho que seja uma questão das eh traduções, porque na

elevação espiritual. Então, Jesus volta a colocar essa questão eh da humildade em pauta. Mas eu gostaria de chamar atenção para esse impõe, que eu acho que seja uma questão das eh traduções, porque na verdade não há uma imposição de Jesus, porque ele nunca impõe, ele propõe isso. Vinde a mim, ele chama, quem não quiser não vai hoje. Amanhã certamente seguirá, porque há um determinismo que paira sobre nós, a humanidade que é o processo evolutivo. Hora outra teremos que fazê-lo. Então Jesus não impõe, ele propõe quando ele nos convida. Olha, os doutores da lei a época de Jesus, eles chamaram a si a nata intelectual de Israel, que era aqueles meninos que haviam demonstrado uma inteligência eh especial e que seriam os futuros doutores da lei. Jesus vem formar o seu corpo discipular como os rabinos da sua época. Só que ao invés dele chamar aqueles que haviam demonstrado essa inteligência curada, ele chama os aflitos, ou seja, todas as pessoas vinde a mim, todos vós. Então, o colégio discipular de Jesus que ele procura formar é com todas as pessoas. Ele quebra esse essas barreiras, esses paradigmas existentes dessa eh relação educacional. de Israel, que era mestre e discípulo, o rabino Talmidim. Jesus vem quebrar isso. Então, ele convida todas as pessoas. E qual é a condição para encontrar alívio? Seguir Jesus. Ou seja, para que nós tenhamos alívio, nós temos que viver segundo a lei de Deus. E nós aprendemos no livro dos espíritos que Allan Kardec pergunta aos maiores da pátria espiritual por o porquê do sofrimento. Porque nós sofremos e os espíritos respondem que nós sofremos todas vez nos afastamos da lei divina. O sofrimento ele é causado pelo nosso afastamento da lei divina. Isso quer dizer que se nós andarmos, se nós vivermos conforme a lei divina, nós não seremos aflitos, nós estaremos aliviados mesmo das culpas passadas. Lembrando aí a carta do grande apóstolo Pedro, o amor cobre a multidão de pecados. Por isso Jesus eh eh pedia, ele traduzia o seu julgo por essa vivência do amor, que é o

os mesmo das culpas passadas. Lembrando aí a carta do grande apóstolo Pedro, o amor cobre a multidão de pecados. Por isso Jesus eh eh pedia, ele traduzia o seu julgo por essa vivência do amor, que é o amor e a caridade desse amor em ação, para que cobrisse a multidão de pecados do passado e pudesse eh pavimentar o nosso caminho futuro num caminho florido, de paz, de esperança. E nós precisamos viver na angústia. Nós somos filhos de Deus. Nós somos herdeiros de Deus. Nós somos companheiros de Jesus. É certo que ele é nosso mestre, mas nós temos essa felicidade. E o espiritismo vem mostrar isso da maneira mais clara para os dias atuais. Então nós logicamente sofremos porque a terra é um mundo de provas eções. Mas devemos lembrar, Paulo de Tarso, que nós vamos nos sentir atribulados, jamais desesperados. Por quê? Porque temos essa confiança, temos essa certeza. que o Espiritismo nos traz. Então, a condição que não é imposta por Jesus, é imposta pela lei que ele nos propõe, é que nós vivamos segundo a lei, nós sigamos, sigamos o seu julgo e vivendo segundo a lei, tá lá no livro dos espíritos, nós estaremos livres do sofrimento, né? É isso que o Espiritismo nos ensina. Excelente. antes da pergunta, Eu Kom. Eis que nesse trecho Jesus diz que o espírito de verdade é que é esse consolador. Eu até comecei a explorar ali na na pergunta anterior e me contive aqui um pouco, não é, Carlos? Que bom a gente poder conversar sobre isso, né, queridos amigos. a gente vai encontrando toda essa descrição e análise em a Gênese no capítulo um, que vale a pena nos debruçarmos. Nós vimos uma pergunta recente dos amigos pelo Telegram, não é? Se nós teríamos estudo de AGES e houve ali mais paraa frente vai ter, né? E é os o coração já se se enche de alegria dessa possibilidade de estudarmos juntos também. Veja só, a gente vai falar aqui que o espírito de verdade é o consolador. A gente lê isso, né? Jesus nos trazendo essa referência. Mas e por que nós vamos dizer que o Espiritismo é esse consolador? Essa é a pergunta, né?

falar aqui que o espírito de verdade é o consolador. A gente lê isso, né? Jesus nos trazendo essa referência. Mas e por que nós vamos dizer que o Espiritismo é esse consolador? Essa é a pergunta, né? Mas é o espírito de verdade, amigos, que preside todo o trabalho da codificação espírita. essa revelação que nos chega da nossa realidade espiritual, compreensão, né, dessa vida que prossegue. Todas essas possibilidades nós encontramos no espiritismo presidida pelo espírito de verdade. Esse espírito que que está aqui na passagem de João é o próprio Cristo, né, que retorna num trabalho coletivo em equipe como espírito de verdade, na edificação do consolador prometido. E ele preenche aqui todas as características citadas por Jesus ali, não é? abre o véu da imortalidade, projeta uma luz imensa no presente, no passado e sobretudo no futuro. Nos traz respostas que vão preenchendo as nossas dúvidas, as nossas questões, nos trazendo a fé raciocinada, nos ajuda nessa consolação que a consideração trazida pelo amigo foi tão importante, né? a gente chega na casa espírita, a gente é abraçado, a gente é confortado desde a recepção e toda todo aquele momento ali juntos é consolador, né? Nós encontramos uma família onde nós encontraremos um alicerce poderoso paraos nossos enfrentamentos. Mas sobretudo essa consolação nós encontramos no estudo, no esclarecimento espiritual, nas respostas que acalentam o nosso ser, sanam as nossas dúvidas, não é? Então essa é a característica do do espiritismo. É o que ele nos concede. E por que que ele preenche tão de uma forma tão especial essas condições ali colocadas pelo eh em João, não é? Veja só que ali é dito assim: "Mas quanto a vós conhec conhecê-lo eis, né? O mundo não pode perceber porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo eis, porque ficará convosco e estará em vós. Porém, o consolador, que é o Santo Espírito que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo que eu vos tenho dito.

o eis, porque ficará convosco e estará em vós. Porém, o consolador, que é o Santo Espírito que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo que eu vos tenho dito. Então, três coisas eu queria destacar aqui para vocês. A primeira delas é Jesus já nos prevendo a necessidade de consolação, não é? Ele tá nos dizendo com a expressão ali presente para cletos, né, que é de consolador, nós precisaríamos de consolação. E precisaríamos de consolação. Por quê, amigos? Não é porque nós distorcemos os ensinamentos de Jesus. nós nos afastamos do seu sentido e aquilo que nós buscávamos de uma forma superficial, muitas vezes ritualística, não preenchia as nossas necessidades. Então, nós precisávamos desse esclarecimento maior. Resgata a mensagem de Jesus. Sabe que algumas pessoas até pensam assim em Pentecostes, né, quando fala de espírito de verdade, mas aí não acaba não coagunando com o que tá escrito aqui, porque nós precisamos de um amadurecimento do pensamento, destes ensinamentos de Jesus, do tempo, para que a mensagem pudesse ser resgatada, né, para que pudesse ser compreendida em maior profundidade. E agora nós temos essa possibilidade, né? Esse esforço que foi tão bem pontuado ali, sempre existirá. Resgata a mensagem de Jesus. Nós a compreendemos, a chave de interpretação da doutrina espírita que abre essa porta que é Jesus, conforme Mano nos dá. E também nos traz mais conhecimento, conhecimentos que naquele tempo nós não compreenderíamos. Jesus vai nos trazendo de uma forma velada, através de parábolas. E agora nós vamos nos esforçando para conseguir tirar o espírito da letra, compreender o sentido desses ensinamentos e agora no esforço maior ainda conseguir com que isso alcance, como o Carlos bem pontuou, o nosso coração, nossa alma, para que realmente alimente-nos e nos ajude a prosseguir. Aquelas perguntinhas que a gente fez lá no início, diante da dor, diante da perda, diante de uma prova difícil, onde eu deposito minha esperança? E aí é em Jesus, mas como

os e nos ajude a prosseguir. Aquelas perguntinhas que a gente fez lá no início, diante da dor, diante da perda, diante de uma prova difícil, onde eu deposito minha esperança? E aí é em Jesus, mas como compreender Jesus de uma forma que nós encontremos a justiça divina, né? E aí a gente traz o espiritismo, amigos. Então, é isso. Por isso é que o Espiritismo é o consolador eh prometido. E por isso é que nós lemos ali que é o espírito de verdade. É o espírito de verdade que preside, né, a edificação, né, do espiritismo junto de nós. Que lindo, Elane. Eh, especiais palavras, Samuel. No item quatro, nós encontramos a reflexão em relação às palavras de Jesus. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Como o Espiritismo esclarece acerca das consolações aos sofrimentos humanos. Interessante notar esse aspecto do espiritismo, esse aspecto consolador e que Eline já também eh explanou, né? aí que eh lembrando aqui nesse instante já do item que será debatido, estudado no próximo encontro, eh, do Espírito de verdade, da mensagem do Advento do Espírito de Verdade, que nós aí encontramos com pequeníssimas modificações, eh, diferenças no livro dos médiuns, né, nas dissertações espíritas lá que Allan Kardec colocou, onde essa mensagem foi assinada. Eh, por Jesus, o nome era Jesus. E Kardec, então quando elabora o Evangelho Segundo Espiritismo, ele muda um pouco que ele fazia muito nas mensagens em todo o trabalho. Ele para dar uma conformação melhor e coloca o espírito de verdade. que vem confirmar aí o que tava dizendo, que o próprio Jesus preside aí o espírito de verdade, que é essa equipe que vem trazer eh o o espiritismo. sendo o próprio Cristo que vem trazer eh essa mensagem renovada para o homem, ele não poderia eh deixar de dizer uma vez mais bem-aventurados aflitos porque serão consolados, como tá colocado aqui no item quatro, eh, repetido, do Evangelho Segundo o Espiritismo. Nós já até falamos sobre essa consolação, sobre esses aflitos que vão encontrar aí esse alívio que é pela prática da lei.

olocado aqui no item quatro, eh, repetido, do Evangelho Segundo o Espiritismo. Nós já até falamos sobre essa consolação, sobre esses aflitos que vão encontrar aí esse alívio que é pela prática da lei. Ajustando-se a ela, encontramos isso. Mas enquanto não praticamos a lei, porque ainda não somos capazes de seguir a lei arrisca sem desvios, nós vamos tendo alívios. E esses alívios, o espiritismo vem dizer por e vem nos oferecer que é o quê? conhecer o porquê das nossas dores. O Espiritismo vem falar das causas das aflições, das causas anteriores das aflições, que já foram estudadas aqui antes desse capítulo, vem falar das causas atuais das aflições. Então, se nós sabemos que a causa das nossas aflições eh residem nós, lá no meu Ceará se disse: "Cada um é causa do mal que padece para repetir Jesus". Ou seja, se nós sabemos que a causa está em nós, isso já tira de nós aquele ímpeto de de culpar a vida, de culpar a Deus, de culpar o mundo pelos sofrimentos que nós trazemos. Mas o espiritismo não só nos fala das causas das aflições que residem em nós mesmos, mas ele fala-nos dessa esperança que também Eline colocou aqui mais de uma ocasião, essa esperança de que nós podemos refazer caminhos. Aliás, nós teremos que refazer caminho, porque nós somos criados para a felicidade. Todos nós fomos criados para felicidade e haveremos de chegar a essa felicidade. Então, o Espiritismo vem nos dizer que há como refazer caminhos, que há uma esperança que mais tarde nós seremos mais felizes, dependendo do nosso esforço. Então isso justifica as palavras de Jesus. Bem-aventurado os aflitos, porque o aflito tá resgatando o passado, mas tá preparando um futuro de paz, um futuro de esperança. Então, quando o Espiritismo nos esclarece, ele realmente nos alivia. E aí nós lembramos de Jesus. Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará, inclusive do sofrimento, inclusive dessa aflição, dessa angústia, porque a ignorância ela promove a aflição. O saber, o conhecimento, em especial da lei divina, vai promover a alegria e a

s libertará, inclusive do sofrimento, inclusive dessa aflição, dessa angústia, porque a ignorância ela promove a aflição. O saber, o conhecimento, em especial da lei divina, vai promover a alegria e a felicidade. Porque nós sabemos que estamos sofrendo aqui, mas o futuro nós seremos ditosos. Isso já é um alívio muito grande. Olha, eu tô assim, mas no fim do mês eu vou conseguir pagar minhas contas e ainda vai me sobrar alguma coisa. a gente se lança no trabalho e é isso que o espiritismo faz moralmente conosco. Muito boa comparação que facilita bastante o entendimento, não é isso? E Eline, ainda no item quatro, por que afirma Kardec que o Espiritismo nos dá fé inabalável no futuro? Estaria aí o seu caráter consolador? Com certeza, não é, Carlos? Pergunto para ti também, né? Mas a gente vai lendo e vai estudando e vai vivenciando essa doutrina e vai compreendendo o quanto a fé raciocinada nos ajuda. Amigos, a compreensão da vida futura nós encontramos, Jesus é a revelação disso, né, junto de nós, mas nós encontramos nos segmentos espiritualistas, religiosos, né, essa compreensão de que a vida prossegue, que é algo além, né, da matéria. Mas o espiritismo ele nos dá certeza. O espiritismo é fruto dessas relações espirituais. Nós o recebemos, né? É a ciência do espírito. Nós o recebemos dos espíritos. E nós vamos compreendendo pela fé raciocinada, por esse encadeamento de uma forma tão didática dos ensinamentos dessa nossa realidade espiritual. Nós vamos ajustando as nossas lentes da vida e analisando as circunstâncias e todo esse manancial de conhecimento que temos a nossa disposição, né? Veja aqui atrás de mim quantos livros, não é, que nós temos para mergulhar, refletir. Cada um deles vai nos dando possibilidade de compreender um pouco mais a vida, a justiça das relações, das aflições, o porquê, quem sou eu e tudo isso que faz parte, né, da fé raciocinada. Então, realmente é muito importante para nós. Mas além disso, nós temos as faculdades mediúnicas, não é? Alguns de

das aflições, o porquê, quem sou eu e tudo isso que faz parte, né, da fé raciocinada. Então, realmente é muito importante para nós. Mas além disso, nós temos as faculdades mediúnicas, não é? Alguns de nós de uma forma ostensiva, outros, né? Elas emergindo, né? se desenvolvendo de acordo com as nossas tarefas que nos dão possibilidade de testemunhar, né, a realidade que prossegue. Então, é a análise, é todo aquele tríplice aspecto da ciência, da filosofia e da religião, o estudo, o esclarecimento, a sublimação, não é? que nos faz compreender e comprovar a vida que prossegue e como isso fortalece a nossa fé, como nos dá força, resgata a esperança, nos dá a possibilidade de encontrar justiça onde antes nós não havíamos. Imagina, né, uns vivendo tão pouco tempo na sua jornada reencarnatória, enquanto os outros têm uma vida longa. Onde é a justiça divina? uns nascendo no meio abastado com todos os recursos, possibilidades de desenvolvimento, enquanto outros na escassez, na penúria ou alguns vivendo, né, com facilidades, tudo flui e às vezes até há escorregões enquanto outros enfrentam tantas dificuldades, preconceitos, não é? Então, realmente, como entender a justiça diante de tudo isso se não ponderarmos a reencarnação? né? Essa chave abençoada que nos deu compreensão do ensinamento do Cristo. Então, realmente a fé raciocinada vai fazendo com que a nossa luzinha ela cresça. E quanto mais ela cresce, é como um farol. O que que acontece com o farol? Ele vai iluminando, né? Um foco de luz vai iluminando ao redor. Quanto mais intensa, mais abarca, o horizonte se expande. Então nós também, quanto mais nós trabalharmos nesse processo de autoiluminação, esse esforço para que essa mensagem de Jesus, que é luz, alcance a nossa intimidade e cada vez mais possa, né, eh nos ajudar a melhor viver, a aproveitar as oportunidades para crescer. Alguém fez a pergunta, né, se era possível amenizar a a o sofrimento. A dor a gente vai viver, são as provas aqui. Mas o sofrimento nós podemos amenizar, sim.

aproveitar as oportunidades para crescer. Alguém fez a pergunta, né, se era possível amenizar a a o sofrimento. A dor a gente vai viver, são as provas aqui. Mas o sofrimento nós podemos amenizar, sim. Não é? Amenizamos esse sofrimento entendendo as experiências da vida como oportunidade redentora, de crescimento, de sustentação, de aprendizado, né? Então, veja como faz bem estudar e estudar juntos mais ainda, né? Espero ter respondido a tua resposta, a tua pergunta. Excelente, Elane. Nós gostaríamos de trazer então a participação do pessoal aqui no chat, mas destacar inicialmente a Marbia Fé Carvalho, às 21:13, que ela coloca assim: "Preciso de orientação sobre um tema que não está sendo abordado nesta noite, como devo proceder?" Marbia e todos os queridos amigos, nós podemos entrar no Telegram e colocar os nossos questionamentos. o nosso Telegram @studo_ese FEBTV e assim nós teremos as perguntas respondidas. E já trazendo um pouquinho do que a Elane já começou a tratar, Samuel, é a pergunta da Ângela Jucá Sancho às 21:19. A gente queria que você também estendesse um pouquinho. A pergunta é: podemos amenizar ou nos livrar dos nossos sofrimentos? A Elane já começou aí, Samuel. Pois é. Há uma distinção muito tênue entre dor e sofrimento e também vai da estatura espiritual que que tivermos alcançado. Eh, devemos considerar que o que é sofrimento para uns, para outros é só trabalhoum. Nós costumamos comparar nessa nesse caso numa forma bem simples, uma criança que traz os deveres da escola para casa, que tem que fazer alguma coisa, mas ele quer assistir o desenho animado lá. Eh, eu tenho uma netinha de 4 anos que já não assiste mais Galinha Pintadinha. Agora é eh, vai cachorro, vai. É, é essas coisas. Mas ele tem alguma tarefa para fazer para a criança muitas vezes suspender aquilo ou dizer que ali não vai ter naquele dia, que precisa estudar, fazer isso e aquilo, é um sofrimento. Mas uma pessoa adulta que tem que estudar para eh passar no concurso, porque aquilo vai

nder aquilo ou dizer que ali não vai ter naquele dia, que precisa estudar, fazer isso e aquilo, é um sofrimento. Mas uma pessoa adulta que tem que estudar para eh passar no concurso, porque aquilo vai lhe permitir um trabalho profissional que vai lhe garantir a sustentação sua e dos seus, aquilo não é um sofrimento, é um trabalho, é uma renúncia. Então, primeiro devemos observar que essa noção de sofrimento, ela depende de onde nós estamos colocado. E o sofrimento, ele é inerente ao nosso planeta. Nós vivemos num mundo de provas e expiações. Então, a dor está presente em nossa vida. Por quê? Porque é do nosso estágio evolutivo. O próprio Jesus passou pelas dores físicas aqui na Terra. Francisco de Assis, um espírito iluminado também, porque é característica do nosso mundo. Nós podemos aliviar a dor e não tê-la como sofrimento, mas como trabalho, porque, por exemplo, eh, Paulo de Tasso vai dizer que não sofre mais. Ele tem dor, mas aquela dor não é um sofrimento. Para ele, tudo aquilo é trabalho. Então, uma das formas é esse conhecimento que liberta de todas essas coisas. Nós deixamos de sofrer. Por quê? Porque estamos vivendo conforme a lei de Deus. Então, como é que vamos aliviar o sofrimento? Vivendo cada vez mais de acordo com a lei de Deus. Fazendo isso, nós vamos eliminar. E a dor quando nós tivemos noutro mundo, nos mundos de regeneração, os mundos regenerados, os mundos felizes, mas mergulhou aqui, existe a dor porque é inerente. Inclusive o corpo físico adoece, eh, tem problemas. Então essa dor ela é do nosso mundo. Agora nós vamos amenizar o sofrimento caminhando conforme a lei divina e vamos diminuir as nossas dores quando nós dermos a ela eh um tratamento diferenciado no sentido de quê? Entendermos que ela é uma questão externa e nós como espíritos passamos incól nessas coisas todas. Mas é uma questão de cada um e cada um vai aprendendo. Eh, cada um vai aprendendo com os seus próprios problemat. Tem um ditadozinho que diz, eu gosto muito dos ditados popular, que cada um sabe onde o

as é uma questão de cada um e cada um vai aprendendo. Eh, cada um vai aprendendo com os seus próprios problemat. Tem um ditadozinho que diz, eu gosto muito dos ditados popular, que cada um sabe onde o cala aperta, porque a dor de um não é a dor do outro, é de acordo com o nosso estágio evolutivo. Mas diminuir o sofrimento é com caminhar conforme a lei divina. Tá lá no livro dos espíritos. Muito bom, Samuel. Samuel me fez recordar eh a Joana fazendo análise de que nós podemos estar numa situação de enfermidade, mas nem por isso precisamos ser enfermos. Então é uma uma questão de posicionamento, não é? Houve uma novela muito antiga ainda da rede Tupi, que tinha uma freira que as pessoas invejavam, dizia que ela era privilegiada e ninguém sabia que ela tinha um câncer, não é? na na perna, um local onde ninguém via e ela era não reclamava de nada, vivia ajudando todo mundo, né? E as pessoas criticando a freira, que era uma privilegiada e tal, aí depois vão saber que ela tem aquele câncer por muito tempo, não é? E ela nunca reclamava de nada. Então, depende do nosso posicionamento, não é? O Dani Godói, ele faz uma uma colocação. Boa noite, eu tenho minha mediunidade aflorada, mas aqui no litoral do Paraná não consigo ajuda. Vocês podem me ajudar? Olha, Dani, todos os estados têm uma federativa, uma federação espírita ou uma união espírita, uma instituição que ela orienta o movimento espírita. Procure no site, procure e na internet o site da Federação Espírita do Paraná. Lá tem equipes especializadas, pessoas com conhecimento e que poderão indicar você se tem algum centro aí pela região que de repente você ainda não encontrou ou de que forma você vai obter auxílio à distância. Então, não deixe de procurar a federativa do seu estado, está bem? ela vai orientar naturalmente encaminhar e isso vale para todo mundo. Também houve uma pergunta que a que a a Luziane já atendeu que a pessoa não era sobre o assunto de hoje, então como é que ela poderia ser esclarecida? Eh, nós temos,

inhar e isso vale para todo mundo. Também houve uma pergunta que a que a a Luziane já atendeu que a pessoa não era sobre o assunto de hoje, então como é que ela poderia ser esclarecida? Eh, nós temos, não é, falhou naquele momento, algumas pessoas estavam reclamando que não estavam entendendo. Então, eh, você pode colocar as perguntas no Telegram. Aí um grupo, tem um grupo do Telegram aqui do nosso Estudando Evangelho Segundo Espiritismo e há um outro grupo do Estudando o Livro dos Espíritos. Então, ali você pode, não é, se ainda não faz parte, procure lá o link, entre, não é, e faça parte, faça a sua pergunta lá. Nós faremos todo o esforço. A equipe vai procurar atender a sua necessidade, a sua dúvida. Bem, agora ainda relacionado com o item quatro, a Giane Lima fez uma pergunta aqui. Ela vem finalmente trazer a suprema consolação aos deserdados da terra e aos que sofrem. Quem são os deserdados da terra? Obrigada, Giane, por estar participando, não é? Eh, isso me fez lembrar, Carlos, eu não vim para os sãos, mas para os doentes, né? Quando a gente vê essa palavrinha deserdado, a gente vai lembrar que é desprovo, é desprovido de bens ou de qualidades, não é? A gente sabe que Jesus veio para todos nós e ele nos convida a perceber a nossa pobreza espiritual e buscarmos cada vez mais no seu ensinamento os valores de vida eterna, né? Então vem para todos nós. Mas é certo que aqueles que eram desprezados, né, ou não eram nem considerados com a mensagem de Cristo, são incluídos, né? Olha a inclusão. Jesus é inclusivo, né, sempre. E nos convida como modelo, guia e mestre a fazermos o mesmo. Muito bom, Elane. Já falando, trazendo esse essa reflexão inclusiva, nós temos aqui um questionamento, eh, Samuel, da Mirele, que ela traz uma questão da amiga dela. Ela diz que a amiga quer saber o que o Espiritismo fala sobre o filho adotivo especial. Ela colocou aqui, entre parênteses, autista. Ela teve um filho também que era especial e desencarnou. Após 7 meses, ela adotou uma criança com 3 anos e que

ritismo fala sobre o filho adotivo especial. Ela colocou aqui, entre parênteses, autista. Ela teve um filho também que era especial e desencarnou. Após 7 meses, ela adotou uma criança com 3 anos e que eles são muito parecidos. Que que a gente pode dizer para ela, Samuel? Olha, primeiro devemos lembrar que o acaso não preside os nossos destinos. E nessas questões magnas da nossa existência, como seja a família, há sempre um motivo eh muito justo e que muitas vezes nós solicitamos ou que nos foi dado como prova ou ainda como inspiação, mas que tá tudo dentro da lei. um filho que hoje chama-se de especial, seja adotivo ou seja biológico, seja autista ou tenha algum alguma outra conotação, eh, denota duas coisas. Primeiro, nós devemos lembrar que não se coloca fardados pesados em ombros frágeis. Então, seguramente essas famílias, essas mães, esses pais, esses tios, avós que recebem esses nossos irmãos eh com esse quadro, é porque a bondade divina acredita no amor dessas pessoas para auxiliá-los eh na solução dos seus problemas, quaisquer que sejam, que nós desconhecemos. E quando a gente tenta aventurar para saber o que foi, quase sempre nós vamos nos enganar. A nossa tarefa é auxiliar. E se em desencarnando o filho adotou outro eh por livre vontade também, que tinha que trazia eh o mesmo quadro, demonstra que essa pessoa ainda se sente comprometida consigo mesmo. Mas sobre o autismo, eu acho aqui que a pessoa mais indicada para falar de questão é o nosso irmão Carl. Então, se ele quiser acrescentar mais alguma coisa, eu acho que seria de grande valia. Mas família é compromisso, que às vezes se abandona, mas que não deixa de ser compromisso. Muito bem, Samuel. Eh, agradeço aí a referência e lei também, não é? Eh, vive uma situação, ela também especialista no assunto. Eh, nós temos um filho autista, né? E nessa condição que a que a Mirele Morais faz referência. Então, eh, de fato, Samuel tem toda a razão no que ele coloca. E, espontaneamente nós tivemos oportunidade de saber de ligações nossas muito

E nessa condição que a que a Mirele Morais faz referência. Então, eh, de fato, Samuel tem toda a razão no que ele coloca. E, espontaneamente nós tivemos oportunidade de saber de ligações nossas muito anteriores, não de uma única encarnação com ele. Tá bem? Então, como Samuel colocou, nada ocorre por acaso. Quando o nosso filho chegou para nós, a época se afirmava que havia para cada para cada 150 crianças nascidas, uma era autista. Hoje ele está com 34 anos e a cada 56 crianças que nascem hoje uma é autista. melhoraram logicamente os a forma de diagnosticar, mas o próprio quadro mudou até de nome, não é? Ele é hoje em dia considerado um espectro do do não é do do da condição autista e eh varia ao infinito a a situação. Até aquela criança que sai andando e ela vai e para só quando encontra o obstáculo, uma parede ali, fica até alguém tirá-lo de lá, até aquele indivíduo que é autista, mas ele toca instrumentos, ele tem eh tá está dentro do espectro e é cientista, não é? se desenvolve nos vários campos e nós não podemos nunca nos acomodar, porque eles vão revelando ao longo do tempo condições de superação das problemáticas que apresentam. Então, a gente não desanima nunca. A gente vai devagarinho, vai insistindo, vendo quais são as limitações. Às vezes forçar é uma tortura para eles. Então nós não podemos forçar nada. Mas como o Samuel colocou, nada acontece em vão. O que eu posso colocar para vocês, em resumo, que nós temos aprendido muito com o nosso filho, muito mesmo. Tá bem? E aprendemos que ele também aprende muito, porque vários das das situações autisticas que ele apresentava, os sintomas, vários deles foram superados com auxílio da orientação psicológica e do auxílio espiritual. Então, mãe, pai, se você tem algum filho, alguma filha, com situação de limitação, seja qual for, não desanime. É uma oportunidade linda que você está recebendo. Aproveite, é libertadora, pode ter certeza disso. Nós temos agora depois a Elane quiser comentar alguma coisa, fica à vontade,

qual for, não desanime. É uma oportunidade linda que você está recebendo. Aproveite, é libertadora, pode ter certeza disso. Nós temos agora depois a Elane quiser comentar alguma coisa, fica à vontade, viu, Elane? O Daniel Rosa. Oi, pode falarim as tuas palavras, não é, de aprendizado. E considero aqui que a experiência que não é ou acaso que nos une nos fortalece sobre maneira na perseverança, na paciência, na valorização dos pequenos passos, das pequenas conquistas. São muito importantes para nós, não é? Então é muito bom, a gente só aprende coisa, tem que agradecer a Deus, né? A oportunidade sagrada de estarmos juntos. Muito bom. Daniel Rosa de Assis colocou: "Indo até Jesus, encontraremos a resignação, a paciência, a paz, porque suave é o seu julgo, na leveza da humildade, da fraternidade, do amor sem limites. Seu fardo é leve ao peso do orgulho e do egoísmo." Eine, exatamente. Ele fez uma ótima referência aqui. Samuel também explorou já esse assunto um tantinho, né? A gente pode explorar também um pouquinho mais, né? A gente às vezes pensa assim, mas se eu vou seguir as leis, né? Isso não é não é uma prisão, eu tenho que estar seguindo a lei, né? Mas o que nos aprisiona é justamente o distanciamento dela, os prisões da vaidade, das paixões desenfriadas, da mágoa, do ressentimento, dos comprometimentos que exigirão reparação, não é? Então, realmente, eu penso que já foi um assunto eh bastante explorado, mas que a gente sempre deve trazer a referência à necessidade da humildade, da simplicidade do coração que o evangelho tanto nos convoca, não é? Excelente. Esse convite é reiterado a todo momento no evangelho para que a gente encontre esse caminho tão especial que vai nos consolar. Eh, Samuel, a gente tem aqui a Luciana Belo às 21:52 dizendo: "No sermão profético sobre o final dos tempos, a gente encontra: "O evangelho será pregado em todos os cantos da terra". E aí ela pergunta: "Estamos neste momento passando por esse período do sermão?" Fechado o microfone, Samuel.

final dos tempos, a gente encontra: "O evangelho será pregado em todos os cantos da terra". E aí ela pergunta: "Estamos neste momento passando por esse período do sermão?" Fechado o microfone, Samuel. Nós vamos pelo o o os derradeiros capítulos de Mateus lá pelo 24, eh, falando sobre esse final dos tempos. Devemos lembrar que já já é mais do que sabido que o final dos tempos é no sentido de que nós estamos entrando, entraremos numa nova era, em um em um novo momento do nosso processo evolutivo. Então lá diz que no final dos tempos o evangelho será pregado em todos os cantos da terra. Para quê? para que todos tenham a oportunidade de conhecer a mensagem do Cristo. Isso não quer dizer que isso seja feito exclusivamente pelo Espiritismo, que isso seja feito exclusivamente eh pelas doutrinas orientais, pelo budismo, que também prega a mensagem de Jesus. Eh, o budismo traz muito do que Jesus nos falar, embora Jesus seja a reunião de tudo que foi dito e ainda mais alguma coisa. E o espiritismo vem renovar, mas é necessário que o evangelho chegue a todos os cantos, a todas as pessoas. Não quer dizer que todas as pessoas vão se tornar cristãs no sentido, eh, digamos assim, de seguir eh literalmente ou digamos assim doutrinariamente essa ou aquela religião ou aquela doutrina que traga isso aí. Mas essas informações elas são pregadas eh para todo o povo. E nós lembramos aqui a propósito, por exemplo, da declaração dos direitos universais do homem. Quem lê a Declaração dos direitos do Hom vai encontrar tanta coisa do evangelho ali dita as constituições dos vários países nós ainda não praticamos. Mas também se está dito lá em Mateus, Jesus falou que no final dos tempos o evangelho seria pregado a todos os cantos da terra e ainda não chegou, é porque ainda não estamos no final dos tempos. Nós ainda vamos ter alguns anos pela frente. Eu lembro de Emanuel numa entrevista do Chico Xavier, muito antiga, em que ele perguntam sobre essa questão do final dos tempos, sobre essa questão do mundo

ós ainda vamos ter alguns anos pela frente. Eu lembro de Emanuel numa entrevista do Chico Xavier, muito antiga, em que ele perguntam sobre essa questão do final dos tempos, sobre essa questão do mundo de regeneração. E ele diz que isso pode acontecer entre o ano de 200, 240 até o final do milênio. Nós é que estamos apressados e ninguém entra no céu à força, diz o ditado popular. Mas a mensagem tá sendo disseminada, até porque para que esse tempo antigo ele fique para trás, é necessário que os espíritos já estejam cumprindo o evangelho, ou seja, o tenham conhecido e tenham posto em prática para que nós efetivamente iniciemos esse novo e eh esse novo eh período. Então, isso está muito claro. que no final dos tempos vai ser pregado em todos os cantos da terra, quer dizer que o tempo novo as pessoas já terão conhecido. Isso é muito natural. Como é que vamos entrar na era de regeneração se não estamos trabalhando ainda dentro desse planejamento macro? É preciso que o evangelho seja pregado em todas as pessoas. Aí é, aí não é no mundo, aí é no mundo interior de cada criatura que vive na terra. Nós temos uma colocação do Rafael DM aqui já acho 22 e3. Eh, só um minutinho, vou fazer essa pergunta para Elane. Já deixa eu só atender o Ricardo Mendes aqui rapidamente, tá? Que vem em seguida. Em algumas traduções utiliza a paraclito, podem falar algo, é a mesma coisa que o consolador. Eu fui aqui no Google e coloquei a palavra, a palavra paracletos, né? E então aparece para queto significado e diz assim: substantivo masculino, teologia, nome dado ao Espírito Santo nos Evangelhos, figurado, aquele que defende e protege outra pessoa, mentor, defensor, consolador. Olha aí, sinônimo de consolador. Etimologia, origem da palavra paracleto e do grego paracletos. Pelo latim, paracletos. Então, sim, que é sinônimo de consolador, não é? nesse aspecto, inclusive de protetor, de de esclarecedor, de orientador, que é o que o espiritismo faz, não é? Agora sim, então, Eline, eh quando chegamos num

sim, que é sinônimo de consolador, não é? nesse aspecto, inclusive de protetor, de de esclarecedor, de orientador, que é o que o espiritismo faz, não é? Agora sim, então, Eline, eh quando chegamos num ponto que parece que paramos, o que que é que a gente faz? Uhum. Eu fico pensando que vida é movimento, não é, Carlos? Amigos, então, realmente, há momentos em que parece que para seja exteriormente, seja alguma situação de vida que nós estejamos atravessando nossos esforços, mas se vida é movimento, nós somos convidados a repensar. Durante a pandemia a gente pensou, parou tudo, não é? Mas a gente repensou, ressignificou. E às vezes o momento é realmente de silenciar um tanto mais, rever, fazer uma trajetória diferente. Às vezes nossa trajetória tá mais exterior e a gente precisa fazer uma trajetória íntima. A gente convida Jesus para essa trajetória também, não é? O importante é prosseguir. E aí tudo isso que nós falamos aqui hoje, né, de buscar essa compreensão maior, o espiritismo como esse conselador prometido, essa viagem interior que o o Samuel tava bem colocando, vai nos ajudar sobre maneira. Eu sempre busco pensar no livro Paulo e Estevo. É uma referência tão boa para nós, né, com relação a esse nosso despertar do espírito, às necessidades e aos compromissos assumidos. A gente vê lá, né, Paulo tendo aquele contato com o mestre e quando ele pergunta, né, Senhor, que queres que eu faça? Jesus não diz, eu quero que vá lá e pregue aos pagãos. Ele diz assim: "Vai até a cidade e lá te será dito o que lhe convém". Ou seja, né? Esteja em relação com os teus irmãos, né? A vida vai nos mostrando as tarefas a que nós estamos sendo convidados a cada instante. E em todos os momentos nós temos oportunidade de servir. Servindo, nós vamos, né, caminhando, resgatando esperança, movimento, vida, bom ânimo. Muito bom, Samuel. O Anselmo Duarte, às 22:13 pontua assim: afirmar que o Espiritismo é o consolador prometido como doutrina. Não seria negar aos não espíritas a participação no banquete?

, bom ânimo. Muito bom, Samuel. O Anselmo Duarte, às 22:13 pontua assim: afirmar que o Espiritismo é o consolador prometido como doutrina. Não seria negar aos não espíritas a participação no banquete? Eu seria a mesma coisa que nós dizermos que Jesus não é o Messias. Estamos excluindos os demais? Não, porque Jesus eh o esse governador planetário, ele é o divino cuidador nossas existências e não vai faltar amparo a ninguém. quando ele promete a vinda do consolador. E é interessante nós observarmos aí o texto eh que nós encontramos no Evangelho de João, no capítulo 14, que ele vai dizer, por exemplo, que o consolador prometido vai ficar eternamente convosco. Isso quer dizer que não é uma pessoa. Fosse um homem, teria que morrer, porque é lei biológica no nosso planeta. Então é uma doutrina. já vai dando os caminhos, vai dizer que ele vai nos lembrar aquilo que Jesus disse, porque nós esquecemos e falar sobre muitas outras. Isso o Espiritismo fez. Então, não é alguém que afirma, é uma análise em cima do texto de João pelo que o Espiritismo propõe. E ninguém está impedido de participar do banquete. Por exemplo, o Espiritismo, ele surge como doutrina realmente a partir de O Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857. E todas aquelas almas que viveram antes desse período estão fora disso. Não. por uma coisa simples e que o Espiritismo nos vem dizer, a lei divina está gravada em nossa consciência e as maneiras das quais Deus se utiliza para que essa essa lei divina venha a emergir do nosso inconsciente para o nosso dia, para a claridade, são variadas, são muitos, foram muitos os enviados do Cristo. Agora, que o espiritismo é aquele consolador que tá lá em João. Análise sim indica, mas eu lembro da mensagem de Paulo de Tarso, que tá no Evangelho Segundo Espiritismo. uma mensagem mediúnica, quando ele diz mais ou menos que devemos agradecer por estarmos no espiritismo, não porque só o espiritismo possa nos auxiliar na renovação, na nossa salvação, mas porque esclarecendo a nossa consciência

ndo ele diz mais ou menos que devemos agradecer por estarmos no espiritismo, não porque só o espiritismo possa nos auxiliar na renovação, na nossa salvação, mas porque esclarecendo a nossa consciência favorece o nosso caminho. Então, ninguém tá apartado da bondade divina, porque a providência divina, esse amor imensurável. E nós desconhecemos os caminhos de Deus, os mecanismos que ele tem e que utiliza para fazer tudo isso. Quem somos nós para avaliar agora que o espiritismo é esse consolador para nós? É sim e não exclui ninguém. E quem quiser pode beber dessa fonte sem precisar dizer: "Eu sou espírita". Mas seguir a lei, porque a lei ela é divina e vai ser sempre em todo lugar, em todo tempo. Ô Carlos querido, posso fazer uma palavrinha aqui agora? Bem, bem rapidinho, o tempo tá bem curtinho. Samuel tava falando e eu lembrei, né? O espiritismo não é religião do futuro, mas é o futuro das religiões. Então, sem esse aspecto de roto, é essa compreensão maior isso não é porque toda a religião se aproximará da lei natural, que é o que o espiritismo apresenta. Mas olha, o Anselmo Duarte, ele também fez assim, ó. Penso que eh reviver os ensinamentos do Cristo, isso não pode, deve ser exclusividade nossa espíritas. Portanto, o consolador prometido é todo o resgate dos ensinos do Cristo em todos que o buscarem. Não só agora, viu, Anselmo, antes de Jesus vir para estar junto de nós, ele já mandava para os diversos povos nas diversas épocas os enviados que vinham ensiná-los, como Lautissé, Forri, Hemnistrismisto e uma infinidade de outros Sócrates e Platão estão dentro disso. E depois lá no dia de Pentecostes vai acontecer as línguas de fogo unidade, que é forma como o consolador passaria a se manifestar para a humanidade já a partir dali. Quem estava maduro recebeu consolador naquele dia, mas quantos de nós estávamos maduros? Então o consolador se apresenta na medida em que nós temos olhos de veros de ouvir. Enquanto isso, ele está nós não vemos, não percebemos. Agora, uma vez que o espiritismo chegou,

s estávamos maduros? Então o consolador se apresenta na medida em que nós temos olhos de veros de ouvir. Enquanto isso, ele está nós não vemos, não percebemos. Agora, uma vez que o espiritismo chegou, então nós teremos o consolador para sempre junto de nós, porque é impossível que queimassem todos os livros, não podem queimar os espíritos. E chegou o momento do contato com eles, não há como evitar. E não vai ser só no espiritismo, não. Os espíritos estão se comunicando em muitos lugares, chamando atenção. Mas onde é que se explica o que tá acontecendo? Onde está a explicação se não espiritismo? Então as pessoas acabam chegando aqui e Kardec abandonar sua religião. Você está satisfeito com ela? Pode continuar com a sua religião. Isso que vai sua religião iluminada pelos conceitos espíritas. Não há no exclusivismo. Tá bem? Eh, eu nós estamos com tempo quase esgotado. A Lúcio tá se preparando pro fechamento. Eu só não queria deixar aqui pendente essa questão que o Roberto colocou aqui, Sampaio, do pensamento. O que que o pensamento leva, ô Roberto? Leva o que você emitir e traz de volta o que a gente mandou. Por isso é bom a gente pensar positivo, porque a gente vai receber também de volta, não é, de retorno o que há de positivo por sintonia. Ibrahim colocou assim: "Quando passamos por provas é teste fidelidade às leis divinas". Pode ser entendido assim, não, Samuel, Eline, bem rapidinho. Pode ou não pode? Mais do que eh teste é também consolidação das virtudes, é aprendizado maior, né? Porque mesmo quando nós falhamos, nós estamos aprendendo, pelo menos o caminho que não deve ser seguido novamente. Muito bem. E agora, olha, Ebra Pacheco, a função da dor é de preservação. É uma das funções, não é, Samuel? Mas não é a única. É uma das funções. Imaginemos nós, se não sentíssemos dor, nós iríamos aniquilar com o nosso corpo rapidamente. Porque se nós pegamos numa panela muito quente que tá queimando a mão e não sentimos, vai acabar com as mãos. Então, a dor é providência divina,

r, nós iríamos aniquilar com o nosso corpo rapidamente. Porque se nós pegamos numa panela muito quente que tá queimando a mão e não sentimos, vai acabar com as mãos. Então, a dor é providência divina, além de ser mestra que nos ensina. Nós temos a dor física, a dor moral. Então, a dor é providencial em nossa vida. Sem ela não caminharíamos, né? Mais tarde a gente vai ver possivelmente que a dor não é tão ruim, que os espíritos superiores quando fala da dor parece que acha bom e eles não são mais autistas. Olha aqui antes de passar paraa Lu para fechar Marlene Viegas. Vamos fechar com esse aquiu. Olha, estou muito felizes em estar estudando com vocês. Gratidão. E nós estamos felizes de vocês estarem conosco nesse estudo. Uma satisfação muito grande. Lu, é contigo aí. Agradecimentos a todos. Uma gratidão imensa estarmos juntos. Uma alegria estudarmos o Evangelho coletivamente. Agradecemos imensamente a todos vocês que estiveram aqui, que trouxeram seus comentários, as suas perguntas. Agradecermos aos queridos convidados, a Elane, o Samuel, tanto esclarecimento, tanta consolação, a Eliane traduzindo com tanta sensibilidade esta mensagem, ao Carlos, a todos que estão e que compõem a equipe desse Estudando o Evangelho Segundo Espiritismo. Esse estudo está disponível também em podcast, no canal Feb Podcast, no Spotify e nas demais plataformas de audio stream. Os nossos encontros semanais, eles ficam gravados e estarão disponíveis gratuitamente. Então vamos divulgar, compartilhar, principalmente para aqueles que não puderam assistir aqui ao vivo. Se nós temos dúvidas acerca do espiritismo ou gostaríamos de ficar atentos à programação do nosso estudo, nós podemos acessar o nosso Telegram, que aqui a gente já colocou um pouquinho antes no chat, mas agora a gente reitera, que é o @studo_es_feb. Se você deseja encontrar todo o conteúdo do Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo em um só lugar, nós podemos acessar a o site www.febtv.com.br/estudofense. Lá nós vamos encontrar as perguntas

. Se você deseja encontrar todo o conteúdo do Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo em um só lugar, nós podemos acessar a o site www.febtv.com.br/estudofense. Lá nós vamos encontrar as perguntas respondidas do Telegram, os encontros, materiais de estudo, podcast e muito mais. A FEB TV disponibiliza três oportunidades de estudo das obras básicas do Espiritismo. Estudando o livro dos espíritos todas as segundas-feiras às 20 horas. Estudando o livro dos médiuns, sempre às terças às 20 horas. E estudando o Evangelho Segundo Espiritismo, aqui conosco, sempre as quintas-feiras às 21:30. Apoia a FEBTV, ajude a manter exe e outros estudos no ar, acessando febtv.com.br. br pro nosso próximo encontro, instruções dos espíritos, mensagens lindas do espírito de verdade, o advento do espírito de verdade. Um grande abraço a todos, gratidão imensa e até o nosso próximo encontro. Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo, um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Yes.

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