Evangelho no Lar - #162

FEEGO 08/05/2025 1:05:10

Evangelho no Lar - #162 Programado para o dia 7 de maio de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 19, item 11, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Boa noite, meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com o nosso evangelho no lar, um momento de estudo e de reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos muito bem-vindos. Este momento ele é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar a trabalhadora convidada desta noite, a Neila, que faz parte da equipe da área do atendimento espiritual da Fé Ego, é trabalhadora do centro espírita apóstolo Paulo de Trindade. Seja bem-vinda, querida amiga. Muito obrigada por atender ao nosso convite nesta noite de evangelho, tá? Muito obrigada. Boa noite a você, Clácio. Boa noite a todos que nos ouvem. É uma alegria poder participar desse momento, né? Esse momento de trazermos Jesus pro ambiente do nosso lar. Então, muitas vezes nós não temos como realizar o evangelho no lar por estarmos só, por eh não termos, né, não estarmos ainda muito treinados, muito eh se sentindo capacitados. E esse é o momento em que podemos fazer e vamos nos conectar com tanta gente, né, com outros companheiros aí Brasil aa então é um prazer estar aqui com vocês. Obrigada. E além da sua companhia, nós temos a companhia também dos seus gatinhos, dos seus cachorrinhos essa noite. É, nós já temos que psicologicamente isso. Assim seja. Eu quero agradecer também a Gisele que está na transmissão conosco. Muito obrigada, Gisa. Bom, vamos dar boa noite ao Fernando Barros. Seja bem-vindo. A Irene Alves, a Maria Célia Nunes, a Sheila, ao Fernando Rodrigues, a Cásia Benedita, que está conosco, trabalha, trabalha também conosco, não é mesmo Neila? a Maria Cecília Nunes, a Ana Mônica também. Isso. Muito obrigada pela presença de todos. Sejam bem-vindos.

es, a Cásia Benedita, que está conosco, trabalha, trabalha também conosco, não é mesmo Neila? a Maria Cecília Nunes, a Ana Mônica também. Isso. Muito obrigada pela presença de todos. Sejam bem-vindos. continue colocando aí a sua participação conosco. Esse momento é um momento de muita alegria e também um motivo de muita gratidão por estarmos reunidos até em prol deste momento de harmonização, de trazer Jesus para mais para perto de nós, principalmente aos nossos corações. Para iniciarmos, então, vou fazer a leitura de uma mensagem do capítulo 162. do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Eddo Pereira Franco, editado pelo espírito Joana de Angelo. E em seguida a Neila fará nossa prece inicial. Acautela-te amigos frios, de coração enregelado. Há homens que mataram as emoções e deixam-se vegetar em relação ao bem, exalando-me asmas que contaminam portadores do pessimismo malfazjo que termina por infelicitar quem deles se acercam. Dilato o círculo das tuas afeições. No entanto, cuida-te quanto as influências de tal natureza que terminam por perturbar, levando ao desencanto. Esses indivíduos amargos perambulam sem norte e tudo quanto veem sombreiam com a sua ótica escura. Querido Jesus, nos lembrando daqueles primeiros dias da sua caminhada apostólica aqui no planeta, convidando, convivendo com os discípulos. O senhor se abirando da casa de Pedro, um momento de tanta luz, convidou para que esses seus amigos de tarefa, que caminhariam juntos por um tempo por aqui, pudessem celebrar as bênçãos espirituais junto à mesa de casa e não apenas das bênçãos da de dividir o pão mater. material. Eis-nos aqui hoje, Senhor, relembrando esses momentos. Nós não temos a sua presença física, mas temos a certeza de que o Senhor aqui está representado e rogamos que em cada lar que está nesse momento conectado com o evangelho no lar ou naqueles que virão a conectá-lo, Senhor, esteja aí à tua assistência bem fazer. o seu carinho, a sua luz, a luz que irradia do evangelho, a boa nova, reconfortando,

conectado com o evangelho no lar ou naqueles que virão a conectá-lo, Senhor, esteja aí à tua assistência bem fazer. o seu carinho, a sua luz, a luz que irradia do evangelho, a boa nova, reconfortando, consolando, amparando corações por toda parte. Que seja um momento, Senhor, de nos refazermos, momentos de trocarmos vibrações cariciosas, relembrarmos que o Senhor continua cuidando de nós, sejam quais forem as circunstâncias da nossa caminhada. Então, Goiás aa Brasil afora, mundo afora. Que essas boas energias geradas nesse momento se espalhem, Senhor, reconfortando, amparando, consolando corações hoje e sempre. Que assim seja. E assim seja. Também gostaria de dar boa noite para Carla. Carla Bonfante, Bonfante, boa noite. Seja bem-vinda. Bom, nós estamos no capítulo 19, a fé transporta montanhas. E a Neila vai falar pra gente hoje, trazer as suas reflexões do item, do item 11. Lembrando que o Evangelho Segundo o Espiritismo, Editora da Feb, tradução de Ribeiro. Meila, fique à vontade. Está bem? Muito obrigada. Nós temos uma tarefa, uma tarefa que é muito um um comentarmos, um trocarmos ideias, né, assim, a respeito, pensarmos um pouco, é um convite a pensarmos um pouco, a reflexionarmos um pouco sobre um assunto que nós preferimos sentir. Geralmente se alguém prefere perguntar de chov assim pra gente que que é fé, a gentexe, acho que eu não sei definir que que é isso, não, né? Mas nós hoje temos por tarefa falarmos desse texto, né, o texto 11, que tem por título Fé, mãe da esperança e da caridade, né? Então, nós vamos trabalhar um pouco o que nos foi trazido por José, espírito protetor, para nós eh fixarmos, né, nos nossos corações e mentes algumas dessas orientações dele que nos ajudem até para que a nossa fé seja mais efetiva, mais forte, inamovível, como ele sugere que seja, né? Então, eu pus aqui alguns pontos de cada parágrafo, a gente vai trabalhando. E aí, eh, como é da dinâmica mesmo, né, do Evangelho no lar, se alguém tiver depois algum questionamento, alguma, né, alguma

ntão, eu pus aqui alguns pontos de cada parágrafo, a gente vai trabalhando. E aí, eh, como é da dinâmica mesmo, né, do Evangelho no lar, se alguém tiver depois algum questionamento, alguma, né, alguma menção, vai, deixa aí registrado que depois a Gláuscia conduz, né, Gláuscia, aí paraas devidas considerações. Então, eh, a primeira coisa que eu quis buscar mesmo dicionário, é o que que é fé, né? E a gente encontra que a fé em algo ou alguém, mesmo sem provas concretas, que pode ser religiosa, uma crença, em uma crença religiosa ou em algo como ideal ou uma ideia. Nesse caso aqui que nós estamos tratando, nós até no próximo, no próximo encontro vamos falar da fé humana e fé divina, que é um texto muito esclarecedor. Vale a pena não perder, vamos dizer assim. Mas aqui nesse momento nós estamos falando da fé em algo maior. Para nós espíritas, o maior em todas as circunstâncias é Deus, né? o criador de tudo, causa primária de todas as coisas, como está lá na questão número um de o livro dos espíritos. Então, nesse caso aqui, para nós, a fé é a crença em Deus, né? Ele não é concreto. A gente aprende com a doutrina espírita a dimensão que o criador tem, que nós nem temos condições de entendê-lo suficientemente ainda, mas já temos noção a partir do seu cuidado, da natureza que nos cerca, né? Então, é fé, fé de que estamos cuidados, fé na existência desse ser, né? E aí, eh, o nosso texto já começa assim no parágrafo primeiro. Quem estiver aí com o livro, né, e quiser até acompanhar, tem uma a seguinte frase: a fé deve ser ativa, né? Que que é uma fé ativa, né? Então não pode ser algo assim, ah, eu creio não. Esse crer, esse acreditar tem que nos mover, né? Tem que nos levar a agir, tem que nos mobilizar, tem que permitir com que nós nós eh possamos realizar algo de melhor com essa a partir dessa crença, né? A partir da nossa fé, né? Então, é algo que deve ser algo que nos impulsiona para o que é bom, para a realização, né, à nossa volta. E se nós estamos, se nós temos fé em Deus, nós

ir dessa crença, né? A partir da nossa fé, né? Então, é algo que deve ser algo que nos impulsiona para o que é bom, para a realização, né, à nossa volta. E se nós estamos, se nós temos fé em Deus, nós vamos, esse impulso é para cuidarmos de tudo que ele criou, vamos assim dizer, né? Que vai dos mínimos seres até o ser humano que nos seca a o pensar, como nós na doutrina espírita acreditamos, né? o pensar na espiritualidade também que nos cerca e que também merece o nosso cuidado, as nossas boas vibrações. Ele traz ainda que a fé é a mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus. Aí nós vamos dizer assim, eu estava pensando nesses termos e pensei assim, interessante, é como se a fé fosse assim num circuito, comparando com o circuito elétrico, se fosse o gerador no circuito elétrico, né? Aquilo que dá o impulso, que tem a energia, que tem a força para fazer com que tudo aconteça. Porque olha, imagina, ele fala todas as virtudes que conduzem a Deus. Então, quais são essas virtudes? E Jesus ensinou tantas, né? Humildade, fraternidade, perdão, simplicidade, né? Indulgência, benevolência, tantas e tantas outras. Então, todas essas, se nós não tivermos a fé por suporte, elas não acontecerão, né? Então a gente poderia dizer assim, por que será então, né, que a gente a gente vai descobrindo então a razão de nós ainda titubiarmos, a razão de nós ainda termos frágeis, né, a nossa capacidade de sermos benevolentes, é porque no fundo nós não temos a nossa fé suficientemente fortalecida, né, para dar esse impulso, para mobilizar, para fazer com que aconteça, né, né? Seja ativa a ponto de que aconteçam essas virtudes que nos conduzem a Deus. Aí um outro ponto já no parágrafo segundo diz que a fé, eh, a esperança e a caridade formam uma trindade inseparável, né? Então, se a fé é que induz a todas as virtudes que conduzem a Deus, é como se fosse dito nesse parágraf que assim que a caridade e a a deixa eu ver aqui, a esperança e a caridade são assim essas então estão lá no topo, né? Ela até diz que é o são o

ue conduzem a Deus, é como se fosse dito nesse parágraf que assim que a caridade e a a deixa eu ver aqui, a esperança e a caridade são assim essas então estão lá no topo, né? Ela até diz que é o são o corolá mesmo, que e são um um um conjunto inseparável. E aí ele explica por, né? Por quê? Porque ele diz que se ele diz assim que a fé faculta a esperança na realização das promessas do Senhor. Então, se eu se eu tenho fé, eu acredito que então vamos pensar aqui, né? Jesus como sendo representante do criador, maior representante do criador junto de nós. Quanta coisa ele falou que iria acontecer, né? que viria que que se nós fôssemos brandos, nós teríamos paz, não é? Que a gente os mansos herdariam a terra. Então, se a gente não tivesse fé, a gente não teria a esperança de que isso aconteceria. Aí a gente vai lembrar que eh na época na época em que Jesus esteve aqui, depois que ele se encarnou e que foram eh o os primeiros cristãos passaram por tantos momentos difíceis, né? Então, nós vamos nos lembrar que naquela ocasião e a fé era muito muito fortalecida, muito fortalecida em todos eles. Eles conviveram com Jesus, como se absorveram essa capacidade, né, essa energia toda. Porque a gente via, a gente, talvez, se a gente for comparar, a gente via tão dolorosas que eles iriam vivenciar, né, a nos circos, né, nas fogueiras, nas garras de de feras sanguinolentas, mas mesmo assim eles tinham a esperança na boa nova. Eles acreditavam que momentos melhores viriam. Eles tinham aqueles momentos difíceis de serem vencidos como sendo etapas, né? Então, realmente ele eles acreditavam a partir da sua fé, eles de fato tinham a esperança de que aquilo que Jesus havia dito que aconteceria iria se concretizar. E isso, vejamos bem, Jesus já nem estava fisicamente entre eles, né? E hoje a gente pode avaliar talvez assim: "E a nossa fé? Será que a nossa fé está gerando esperança, né? Será que nós acreditamos, continuamos acreditando que aquilo que Jesus nos nos trouxe, nos disse vai se

gente pode avaliar talvez assim: "E a nossa fé? Será que a nossa fé está gerando esperança, né? Será que nós acreditamos, continuamos acreditando que aquilo que Jesus nos nos trouxe, nos disse vai se concretizar? Será que nós falando aqui como espíritas, né, assim, eh, o programa é espírita e os fundamentos da doutrina espírita norteiam, né, o caminhar, o nosso caminhar. Então, com base no que a doutrina espírita nos ensina, né, nos juntando ao que Jesus nos trouxe, será que nós estamos conseguindo com esses conceitos, com os princípios da doutrina espírita, eh, que a esperança aconteça? né? Será que nós estamos eh gerando nos corações, nos nossos e no daqueles que nos secam esperança de que o que Jesus prometeu vai acontecer, está acontecendo, não é utopia, né? A gente fala isso porque nós estamos num num momentos delicados, não é? Que às vezes nós começamos a questionar, nossa, mas para tá tudo tão difícil que não tem nem jeito, vamos assim dizer. A gente ouve às vezes esses comentários. Mas a gente não pode deixar que isso alcance, né, o nosso coração. E aí nós vamos observando a importância da fé. Porque se nós temos essa fé, nós ouvimos, nós vemos situações muito delicadas à nossa volta, mas isso não abala, né? Nós nós vamos passar por momentos difíceis, mas nós nós temos a noção de que Jesus está no comando do nosso planeta, que o criador continua velando por nós, né, e por toda a sua criação. Então nós prosseguimos cheios de confiança, cheios de esperança. Então, e ele diz também que a fé dá o amor, né? que a fé dá o amor e que o amor eh seria o primeiro reconhecimento e depois depois o amor. Então assim, o o amar ao próximo como a nós mesmos, o amar ao criador acima de tudo, vai partir de quê? De nós termos noção de o que é esse criador, quem é o nosso próximo, por, né? Olha, nós precisando levar a nossa fé para algo raciocinado, pensado, entendido. Não é simplesmente falar: "Ah, porque alguém falou que é assim". Daqui a pouco a gente fala sobre isso, mas no final, né?

ha, nós precisando levar a nossa fé para algo raciocinado, pensado, entendido. Não é simplesmente falar: "Ah, porque alguém falou que é assim". Daqui a pouco a gente fala sobre isso, mas no final, né? De como deve ser a nossa fé. Então, eh, o no terceiro parágrafo a gente tem que a fé desperta todos os instintos nobres que encaminham o homem para o bem. Olha que coisa mais boa, né? E para que que é que nós estamos aqui? A doutrina espírita nos ensina que é para evoluir, né? Para evoluir, para contribuirmos à medida que evoluímos na criação. E se Deus é bondade e justiça, então para contribuirmos no bem, né? Então, nós estamos aqui com essa finalidade e a fé nos inspira, nos inspira tudo o que é bom para que nós alcancemos esse objetivo que é o da elevação da nossa melhoria moral constantemente, né? E aí, eh, diz que é a base da regeneração. Então, o que move mudança em nós é a fé, né? a o regenerar, recomeçar, reconstruir, reestruturar. Tudo isso vai a partir da fé. E a gente vai lembrar algo para nos fortalecer nesse sentido de entender isso. Já viram que muitas vezes uma pessoa está completamente desnorteada, tomando eh atitudes todas desconexas, todas apartadas do bem, apartadas do criador. E aí ele eh vamos dizer assim, encontra encontra, né, o evangelho, encontra a boa nova. esse encontrar, nós queremos aqui deixar claro que não tem que ser no centro espírita, não, né? Nós vemos tantos companheiros que encontram o evangelho nas nas na nos templos evangélicos, muitas vezes com um rigor de exigir que não faça isso, não faça aquilo, né? Mas aquele encontro é o ponto de mudança, de regeneração daquele ser. Então, por que não, né, naquele momento ele precisa daquela forma de entendimento do evangelho, né? Cada pessoa com a sua característica, com no seu tempo, né? E é mesmo um momento para mudança. E o que que é que mobilizou isso? A fé que ele passou a ter naquilo que ele encontrou, né? A fé de que Deus está em toda parte, está cuidando de todos os seres, sejam eles como forem,

to para mudança. E o que que é que mobilizou isso? A fé que ele passou a ter naquilo que ele encontrou, né? A fé de que Deus está em toda parte, está cuidando de todos os seres, sejam eles como forem, né? Aguardando nossa melhoria, dando oportunidade para que nós nos melhoremos gradativamente, dando-nos tempo, né? um tempo que é diferente do nosso tempo, que é com muitas oportunidades, mas que quando nós desperdiçamos essas oportunidades, tem também formas de nos fazer caminhar, né, acelerar o passo quando nós insistimos em ser relapso, permanecer pela estrada, né? Então eu pus aqui eh que deve ser ah, como é a base da regeneração, ela deve ser forte e durável. Ué, se é a base da regeneração, da nossa mudança, da nossa estruturação no bem, se ela não fosse forte nem durável, nós não íamos a lugar nenhum, né? E assim a gente observa quando a gente de fato não tem, né, um um princípios que nos norteiam, que nós acreditamos, quando nós não acreditamos, não entendemos suficientemente o criador e o que nos cerca, né, da parte desse criador, é complicado. nós vamos nos sentir frágeis, né, assim, eh, levando, vamos dizer assim, pancadas daqui, dali, né, a torta direita e não entendendo todo esse processo. Quando essa fé é forte e durável, eu coloquei aqui que é para suporte em todos os instantes, principalmente nos momentos extremos. E lá vem a gente para entender um pouquinho isso aqui também. Olhe como a gente vai perceber se a nossa fé é forte e se se é durável. Às vezes nós participamos de determinado grupo religioso por muito tempo nós, a família é desse grupo, nós nascemos ali, os nossos conceitos são baseados, né, naqueles que nos ensinaram, mas acontecem alguns fatos na nossa caminhada aqui que são para testar como se a nossa fé é forte, se a nossa fé é durável, se aquilo que temos aprendido satisfaz ao que nós necessitamos. para caminhar. Então, nós vamos encontrar, por exemplo, a perda dos entes queridos, uma doença muito séria que nos acomete, dificuldades de relacionamento muito

ndido satisfaz ao que nós necessitamos. para caminhar. Então, nós vamos encontrar, por exemplo, a perda dos entes queridos, uma doença muito séria que nos acomete, dificuldades de relacionamento muito intensivas. Então, muitas vezes, se a nossa fé não é bem estruturada, se aquilo em que nós nos baseamos para caminhar não é sólido, não é firme, nós vamos nos sentir abalados. E quando nós nos sentimos abalados, nós, vamos dizer assim, nos decepcionamos com aquilo que em que nós nos fortalecíamos, em que nós nos mirávamos, em que nós acreditávamos. E a nossa índole é buscar por algo que nos dê explicações e que nos sustentem o que nós precisamos naquele momento. Isso é natural. Então, muitas vezes a pessoa fala assim: "Ah, tal pessoa era de tal religião e agora ela ela é de outra". O que que aconteceu? Aconteceu que em alguma circunstância as respostas que ela encontrava não atendiam à necessidade que ela tinha em relação às suas crenças. Não não respondiam satisfatoriamente às suas ansiedades, aos seus receios. Então, nós vamos entendendo que que nós precisamos caminhar eh com conceitos, com entendimento, com sentir que nos preencham, preencham em todas as circunstâncias. Eu estou feliz. Eu estou feliz. Eu entendo por que eu estou feliz. Eu estou passando por momentos muito delicados, muito difíceis. Eu também entendo a necessidade desses momentos, né? E não culpo o criador por isso, né? Entendo que ele continua cuidando não só de mim, mas de todos que estão à minha volta, né? De todos aqueles que compõem a família universal. Eh, então ela deve, a nossa fé, diz o texto, deve ter bases inamovíveis. Que que significa isso? que não se alteram, né, que não vão se abalar em nenhuma circunstância. E aí eu pus aqui então de novo, para que assim seja, é preciso que seja, não seja uma fé cega, não seja porque alguém falou que você tem que acreditar desse jeito, não é porque tal líder religioso disse que é assim e pronto, né? ou outro disse assim: "Pronto, é preciso que você

eja uma fé cega, não seja porque alguém falou que você tem que acreditar desse jeito, não é porque tal líder religioso disse que é assim e pronto, né? ou outro disse assim: "Pronto, é preciso que você apreenda os conceitos, que você os tenha, eu já disse, internalizados, porque você raciocinou, você pensou, você estruturou mentalmente e concluiu que isso é o que responde. Não tem outra forma. Quando nós assim agimos, nós estamos gerando a fé inabalável, que não vai se mover, né? em qualquer circunstância, o que nós acreditamos, a forma como acreditamos, tem as respostas para aquilo que nós estamos vivenciando. Eh, aí ele ele diz também: "Deve-se ter base inamovíveis para afrontar os sofismas e zombarias dos incrédulos, né? Então, sofismas seria os enganos, a falácia, né? Aquilo que que tentam dizer: "Não, não é assim nada. Eu não acredito nisso, não é assim, né? E muitas vezes, se não é firme a nossa fé, nós somos, a gente observa isso, se a pessoa não tem os conceitos, né, assim, embasados criteriosamente, os princípios bem definidos, se alguém falar alguma coisa desto daquilo, né, que que é a verdade, que deve ser aquele conselho, aí o outro já fica nada. Mas será que é isso? Será que ele tá com a razão, né? E aqui o texto diz que o o a fé eh verdadeira, ela deve encarar a incredulidade de frente, né? Então assim, eu não temos receios de encontrar com alguém que diz que não acredita como nós acreditamos, vamos assim dizer, né? E mesmo assim a gente está tranquilo para esclarecer, para orientar, para comentar a respeito, né, do que acreditamos. Lembrando que não é paraa gente começar discussões estéreis, né? Porque às vezes quem fala conosco está simplesmente querendo colocar o seu ponto de vista, dizer que é daquele jeito e pronto. E nós não vamos entrar em contendas verbais, né? Para que isso? Agora, sempre que nós fomos procurados com a intenção de a pessoa saber como é que acreditamos, quais são os princípios da doutrina espírita, como é que tal aspecto da vida é visto à luz da

que isso? Agora, sempre que nós fomos procurados com a intenção de a pessoa saber como é que acreditamos, quais são os princípios da doutrina espírita, como é que tal aspecto da vida é visto à luz da doutrina espírita, é nossa tarefa, é nosso dever, né, esclarecer, porque muitas vezes uma palavra, um esclarecimento vai evitar situações muito, muito difíceis, né? Então depois a gente vê no quarto parágrafo. A fé sincera é empolgante e contagiosa. Comunica-se aos que não tinham. Eu achei isso aqui muito interessante, que ninguém ninguém gera fé no outro, né? Mas a ação de alguém que tem uma fé, né, sincera, é muito significativo, né? Ele fala que é empolgante e contagiosa. E aí eu estava me lembrando aqui, né, pensei assim, é mesmo, eh, a gente vai lembrar de alguns alguns exemplos que nos ajudam a entender que é assim. Aí eu pus aqui Francisco de Assis, né? Então, a ação dele, abraçando o que ele acreditava, abraçando servir a Deus, era algo que envolvia aqueles que estavam à sua volta. Outro que agia assim, eu fico imaginando, é Paulo, né? antes Paulo de Tarso, depois eh eh Saulo e depois Paulo. Então eu fico imaginando Paulo chegando nas comunidades que não eram nem cristãs, nos gentios, né? não acreditavam nem no Deus único. Tinham às vezes imagens ali de pedra, né, no no nas suas cidadezinhas. E ele chegando e com uma capacidade tão grande de falar do evangelho que toda vez que ele saía daquelas comunidades tinha ficado um núcleo cristão ali, né? Então, imaginemos como era envolvente tudo o que ele falava, a forma como ele agia, né? a forma como ele expressava a sua fé. É mesmo. Eu entendo que devia ser sim. Eu sinto que seja assim até hoje, contagiosa e empolgante. E assim eu pus aqui Madre Teresa também, né? Madre Teresa, irmã Irmã D uma pessoinha muito conhecida no meio espírita, né? falar pessoinha assim, é só um modo muito caninhoso de falar desse homem que foi assim e continua sendo um exemplo para todos nós, que é Chico Xavier, né? Então assim, como eu eu nunca ouvi nunca ouvi,

alar pessoinha assim, é só um modo muito caninhoso de falar desse homem que foi assim e continua sendo um exemplo para todos nós, que é Chico Xavier, né? Então assim, como eu eu nunca ouvi nunca ouvi, né, nenhuma pessoa que disse que entrou em contato com o Chico e que não sentiu a diferença gerada pela sua presença, pelo seu carisma, né? E isso é essa fé contagiosa e empolgante. E aí eu eu me lembrei também agora que a gente tá vivendo um momento muito ímpar, né, na já estamos quase terminando, viu, Gláusia, na igreja, na igreja católica, pros católicos, né, que é a escolha do novo papo. Eu quero lembrar da figura de Francisco, porque eu não sei se vocês concordam comigo, mas nesse período que ele faleceu, né, desencarnou e todo o processo do luto, né, do vel e tudo, como nós ouvimos, né, menções à simplicidade e a essa essa essa essa empolgação que ele transmitia para aqueles que estavam à sua volta. Então, também uma pessoa assim que a gente chamaria de um carisma, de uma crença, uma um fervor. E aí é interessante que essas pessoas a gente pode voltar no tempo e lá no começo da trajetória deles que vamos descobrir que é a mesma coisa, né, desde aquele início. Então eles não se alteraram em função de ter uma, como o Papa Francisco, de chegar a esse ponto, vamos dizer, esse máximo, né, na Igreja Católica, não. as histórias eram de da simplicidade dele desde os primeiros momentos em que ele estava atuando, né, como religioso. E aí eu gostaria agora de ler as recomendações que ele traz para nós de como nós devemos agir, né, em relação à nossa fé, como nós devemos, eh, vamos dizer assim, agir mesmo para que ela seja, vamos dizer assim, mais efetiva. Então ele traz aqui no final desse parágrafo, pregai pelo exemplo da vossa fé para incurtir, para a incutirdes nos homens. Olha, então, exemplo da vossa fé. Aí a gente vai pensar assim, será que a minha fé é tal que eu posso dar exemplo a partir dela, né? É um chamamento pra gente dar uma analisada. Será que eu acredito a ponto

então, exemplo da vossa fé. Aí a gente vai pensar assim, será que a minha fé é tal que eu posso dar exemplo a partir dela, né? É um chamamento pra gente dar uma analisada. Será que eu acredito a ponto de isso transcender de mim e de envolver aqueles que caminham, que tem a ocasião de cruzar o meu caminho, né? E ele fala: "Pregai pelo exemplo das vossas das nossas obras, para lhes demonstrares o merecimento da fé". Então, ter fé não é ser inativo, não é ficar restrito apenas a aspectos teóricos do conhecimento, das doutrinas, da religião. Então, é agir, é realizar, é transformar essa fé em ação, em obras, né, em relação àqueles que caminham à nossa volta. Aí ele fala ainda: "Pregai pela vossa esperança firme". Olha aí a fé, mãe da esperança, né? Para lhes dar a ver a confiança que fortifica e põe a criatura em condições de enfrentar todas as vicissitudes da vida. Quando Paulo chegava no local, quando ele falava do evangelho, quando ele mostrava com a sua conduta que ele passaria pelo que fosse possível e necessário para demonstrar que ele continuaria seguindo Jesus em qualquer circunstância. Isso é, né, essa para ver, ajudarmos a ver a confiança que faz a criatura. como ele diz aí, ó, em condições de enfrentar todas as vicissitudes da vida, porque Paulo enfrentava tudo, tudo, tudo, tudo. E aquelas pessoas com quem ele convivia o ajudavam naquelas circunstâncias para dizer que isso não era um aprendizado enorme para elas, né, para as suas próprias caminhadas. E aí, finalizando, então a gente tem o último parágrafo que explica então como deve ser essa fé, que características ela deve ter para que ela seja forte, seja firme, seja inabalável. E aí ele diz assim: "Tende, pois, a fé com o que ela tem de belo e de bom, com a sua pureza, com a sua racionalidade. Então, não é algo impensado, é algo pensado, é algo analisado, né? Eu creio". E ele vai falar isso. Eu creio porque eu sei, né? Não admitais, olha, a fé. sem comprovação. Nossa, né? A gente faz nossa, né? Quantas vezes a gente quer, a

o pensado, é algo analisado, né? Eu creio". E ele vai falar isso. Eu creio porque eu sei, né? Não admitais, olha, a fé. sem comprovação. Nossa, né? A gente faz nossa, né? Quantas vezes a gente quer, a gente ouve que é para acreditar assim porque é assim, porque falaram que é assim. E aqui José diz que não é dessa forma que a gente deve entender o que é fé. Então, olha, não admitais a fé sem comprovação. Cega, filha da cegueira, amai a Deus. Não é o o máximo em termos de fé, amai a Deus, mas sabendo por o amais, crede nas suas promessas, né? Tudo de bom que nós vamos alcançar segundo as orientações de Jesus, mas sabendo por acreditais nela? Será que nós sabemos por que nós acreditamos no que Jesus diz que nós vamos vivenciar de bom? Ou será que a gente não sabe? A gente simplesmente diz que sabe, porque se a gente não sabe, né, a gente vai bater com aqueles momentos em que alguma coisa nos acontece que a gente, não tô acreditando nisso, isso não é assim, tá muito mal. E começa até a culpar até o criador, né? Seguir os nossos conselhos, isso dos espíritos, né? mas compenetrados do fim que vos apontamos e dos meios que vos trazemos para o atingir. Então, não é só porque um espírito se manifestou e falou que é assim o assado que nós vamos acreditar. É preciso fazer uma análise criteriosa. Há espíritos que já caminham na busca do aprimoramento no bem e ainda existem aqueles votados completamente ao mal. vão se modificar, mas por enquanto ainda não estão seguindo o caminho do bem, né? E aí, finalizando, crede e esperais sem desfalecimentos. Sem desfalecimentos. Os milagres são obras da fé. Então, com tudo isso, nós vamos entendendo que, na verdade, os milagres não, eles não existem, porque nós vamos entender o que eles são, né? Nós vamos, podemos aceitá-lo simplesmente, nós vamos entender como é que acontecem esses fatos maravilhosos que nós como costumamos chamar de milagres, mas que a doutrina espírita nos auxilia a entender que são fatos naturais, né, que nós achamos extraordinários exclusivamente

tecem esses fatos maravilhosos que nós como costumamos chamar de milagres, mas que a doutrina espírita nos auxilia a entender que são fatos naturais, né, que nós achamos extraordinários exclusivamente por não sabermos ainda. À medida que fortalecemos a nossa fé, a compreensão vai se fazer cada vez maior e nós trilharemos, né, com mais desenvoltura o caminho para o bem, para a evolução e para a paz. Muito obrigada. Você estava preocupada com o tempo? É, olha aí, já agradeço por tantas reflexões, esclarecimentos, pela simplicidade, mas eu gostaria muito que a gente ainda conversasse a respeito. Fé como mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus. Quando a gente pensa lá no sermão do monte, a gente percebe que a humildade ela é a base ali, ela é a primeira virtude que nós precisamos trabalhar, precisamos adquirir. E José traz aqui para nós que a fé é mãe da esperança e da caridade. Ela é a mãe de todas as virtudes que nos conduz a Deus. o quanto é importante nós falarmos dessa fé nesse momento atual. Você trouxe uma questão, né, dos primeiros cristãos e e eu sempre pergunto, será que era mais fácil eh vivenciar o evangelho naquela época do que nessa época atual que nós estamos? E você trouxe aí uma explicação maravilhosa, porque eles tinham essa fé, né? Eles tiveram aquele contato muito próximo com Jesus, aquele magnetismo ainda estava impregnado. Aí, mas vamos conversar um pouquinho a respeito disso. Mas é interessante que eu diria, eu diria assim que o eh tudo é a resultado da nossa caminhada, né? aqueles aqueles primeiros cristãos, eles beberam na fonte, né, vamos dizer assim, estavam em contato com o Cristo. Mas depois aí nós vamos observando isso. Alguns estiveram em contato, viram, né, conviveram mesmo com Jesus, foram curados por ele. Mas nós vamos observando com os primeiros cristãos, com a narrativa dos primeiros cristãos, que quando Jesus desencarnou, isso não os demoveu de continuarem entendendo sobre a boa nova, porque era uma mudança muito grande em tudo que eles vivenciavam, aqueles

arrativa dos primeiros cristãos, que quando Jesus desencarnou, isso não os demoveu de continuarem entendendo sobre a boa nova, porque era uma mudança muito grande em tudo que eles vivenciavam, aqueles pequenos, né, daquela época, foi exatamente os que receberam as promessas de Jesus de que as coisas modificariam. Então eles ouviram, eles ouviram diretamente Jesus ou se não ouviram diretamente Jesus, depois da parte de Jesus eles começaram a se reunir para conversar sobre o que Jesus tinha falado, né? Eles começaram esses momentos que a gente disse de evangelho no lar, né? e nos locais assim os mais insólitos muitas vezes. E aí já a gente vai vendo que principalmente em Roma, eles começaram, né, a ser perseguidos, mas isso não os demovia da da vontade de estar em contato com aqueles ensinos ali do mestre Jesus. E foi, eu diria que foi talvez o passar do tempo em que nós fomos eh nos assenoriando do dos conceitos do que Jesus ensinou e e fazendo, eu diria assim, deturpando, deturpando aquela simplicidade primeira, né? muitas vezes agindo como se detivéssemos eh uma verdade e fôssemos detentores da capacidade de de dizer para os demais, diferentemente do que Jesus ensinou, mas em seu nome. Então, eu diria que isso eh enfraqueceu aquele aquele momento inicial. A gente vai ver isso tanto que que ao longo do tempo nós vamos ter guerras, inquisições, né, assim, em nome do Cristo, que outro dia a gente comentava no centro, assim, nós tivemos pessoas que foram aquelas épocas mortas, mortas dizendo que era em nome do Cristo, porque elas acreditavam de forma diferenciada. Então, para essas pessoas, por exemplo, assim, ouvir sobre o evangelho de Jesus não era nada fácil. E essa fé, se eles, se eles poderiam até ter uma fé nos ensinos do Cristo, isso foi muito maltratado, né? Tanto que nós temos uma um texto no evangelho que fala da árvore, como a árvore era, né, bem fazeja e como nós fomos, como se estraçalhando os seus galhos, né, ao longo do tempo. Então aí, mas o pai cuida de tudo. E como Jesus disse que

evangelho que fala da árvore, como a árvore era, né, bem fazeja e como nós fomos, como se estraçalhando os seus galhos, né, ao longo do tempo. Então aí, mas o pai cuida de tudo. E como Jesus disse que enviaria um consolador, nós recebemos a doutrina espírita para, vamos dizer assim, colocar de novo, mostrar de novo a beleza do evangelho de Jesus na sua origem e na sua simplicidade. Então a gente vai desconsiderar, né, numa frase que eu ouvi uma vez do Haroldo, vai desconsiderar, é como se a gente tivesse que pegar aquelas escovinhas que os o pessoal que lida com artefatos históricos, né, eh, eu esqueci como é que é o nome do profissional agora, mas que vai ali limpando aquilo que veio de camada externa, né, sobre aquilo que é a pureza original. Então, quando nós voltamos a pensar na simplicidade do que Jesus ensinou e e saber que ela, né, nos fiar, por exemplo, no testemunho de Paulo, saber que esse é o caminho, eu diria que nós temos condições de fortalecer a nossa fé, Cláusia, de sentirmos de novo aquelas mesmas, só um instantinho, aquelas mesmas luzes daquele momento, sabe? sabe, manusear o evangelho tem que ter para nós esse significado, como se a gente voltasse lá, né, e fizesse parte de novo daqueles grupos, né? E eu diria que isso é uma tarefa nossa no centro espírita, né, nos grupos que nós participamos de de trazermos essa simplicidade, beleza, toda essa alegria que significa acreditar, né? acreditar no que Jesus nos ensinou. Muito bom, Neil. Neila, eu estava pensando na questão, né? Conhecereis a verdade e a verdade nos libertará. Eu acho, eu não tenho absoluta certeza, mas no livro Palavras de Vida Eterna, lá no último parágrafo, se eu não estou enganada, a lição 130, Emanuel fala que cada um de nós acessa essa verdade e cada um de nós temos um tempo paraar essa verdade, que aí a gente pensa na verdade trazida por Jesus, clarificada pela doutrina espírita, mas uma verdade em nós, nossa verdade, essa busca íntima, né, que a questão 919, que Santo Agostinho traz para nós uma

í a gente pensa na verdade trazida por Jesus, clarificada pela doutrina espírita, mas uma verdade em nós, nossa verdade, essa busca íntima, né, que a questão 919, que Santo Agostinho traz para nós uma metodologia, né, a reforma, conhecimento de si mesma, a reforma íntima, como fazer, por fazer, né, essa busca dessa verdade, ela, essa fé, ela vai sedimentando dentro de nós, quando a gente consegue, né, como você mesmo trouxe, né, a essa tirar esse verniz, tirar essa essa capa que encobre. E quando a gente é como se a gente tivesse esse despino do ego, e aí a gente encontra esse ser, né, que reconhece a paternidade divina, que se reconhece filho também, porque não basta saber que ele é pai, mas a gente precisa aprender a sentir como filho, sabendo o que pedir, como pedir, né? Jesus trou. Veja bem, veja bem que é é um é um é um trans é uma transformação mesmo, né? Porque para você admitir essa paternidade, você tem igual você acabou de falar e você tem que se despir do orgulho e do egoísmo, né? da da assim desse desses ranços que nós trazemos ainda de considerarmos que nós temos uma significação muito grande. Então é é entendermos a grandiosidade do criador. E aí eu aí eu vou puxar a brasa pra nossa sardinha, né, que é a doutrina. como é que a gente vai ter esse conhecimento, esse entendimento, se nós não sabermos nada a respeito dele, né? Que nós no geral fazemos é uma mistura de de querermos eh dar uma forma humana, darmos eh sensações humanas, né, inferiores até para o criador, trazê-lo como imparcial quando não há parcialidade nenhuma. Então, nesse sentido, eu diria assim que aquele que manuseia as primeiras perguntas de Livro dos Espíritos, não tem como, né, assim, eh, nós não nos depararmos com esse criador. É um facilitador pra gente conseguir admitir isso, Glácia, admitir a nossa pequenez, né, admitirmos que ele é superior mesmo, não tem como. E e mais interessante é que é como está dito aí no texto por José, é racional. Nós vamos é concluir isso racionalmente, não é? Que a gente

uenez, né, admitirmos que ele é superior mesmo, não tem como. E e mais interessante é que é como está dito aí no texto por José, é racional. Nós vamos é concluir isso racionalmente, não é? Que a gente vai começar a sentir uma coisa assim, né? E essa esse raciocínio vai nos levar a esse a essa fé, né? A essa fé que é inabalável e que move montanhas mesmo, né? Que nos transforma. E e a gente observa que assim é termos a disposição para encontrar. Muitas vezes no centro espírita eh eu tenho visto assim, a pessoa chega, às vezes a gente faz o atendimento fraterno, né, pelo diálogo. É o momento que a gente conversa um pouco mais. E a pessoa a pessoa que que fez isso e que não vinha, não era espírita e começou a vir, eu já ouvi eh depoimentos assim: "Nossa, mas é muito simples". e responde tanta coisa, né? Nossa, mas tá sendo assim, tá sendo muito gratificante aprender. Então, percebemos que o desconhecimento em relação aos princípios da doutrina espírita trazem confusão muitas vezes às mentes. E quando a pessoa se aproxima e deixa, né, que essa fonte sublime alcance o coração, ah, é uma transformação muito grande. Lembrando que isso não significa, nós estamos querendo dizer que quem leu um um livro espírita, quem leu o livro espírita vai se transformar em espírita, né, Glácia? Não é assim. Mas assim, que seja para a sua caminhada, no seu núcleo religioso, eu diria que tem respostas que só podem fortalecer a nossa fé. Lembrei da pergunta tentadora daquele daquele doutor da lei que fez para Jesus. Quando ele logo após ele narra a parábola do bom samaritano, samaritano, ele pergunta: "O que está escrito na lei?" Aí ele decorou, né? Muito conhecimento, pá. Aí Jesus devolve outra pergunta que é interessante para cada um de nós. Como le? Ou seja, qual que é o seu entendimento? O que que você consegue extrair dessa lei? O que interpretamos muitas vezes de acordo com o nosso interesse e a nossa necessidade. Sim, né? Então a questão é a leitura, a interpretação ali naquela simplicidade, naquela clareza que ela

ssa lei? O que interpretamos muitas vezes de acordo com o nosso interesse e a nossa necessidade. Sim, né? Então a questão é a leitura, a interpretação ali naquela simplicidade, naquela clareza que ela nos traz. Não é para mim, não é para você, para todos nós. Neila, eu quero ler aqui da do livro consolador a questão 354. que vem que perguntaram para o Emânel, né? Poder-se a definir o que é ter fé, porque é importante para esse momento a gente buscar esse desenvolvimento dessa fé. Eh, lembrando que nós somos filhos de Deus, então nós temos tudo aqui em estado latente, né? Basta que a gente queira desenvolver, mas a gente tem caminhos. Mas Jesus sinalizou esse caminho, esse processo e a doutrina espírita vem nos clarificando mais ainda esse caminho. Ter fé, guardar no coração a luminosa certeza em Deus. certeza que ultrapassou o âmbito da crença religiosa, fazendo o coração repousar numa energia constante de realização divina da personalidade. Conseguir a fé é alcançar a possibilidade de não mais dizer: "Eu creio", mas afirmar: "Eu sei". com todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento. Essa fé não pode estagnar em nenhuma circunstância da vida e sabe trabalhar sempre, intensificando a amplitude de sua iluminação pela dor ou pela responsabilidade, pelo esforço e pelo dever cumprido. Traduzindo a certeza na assistência de Deus, ela exprime a confiança que sabe enfrentar todas as lutas e problemas com a luz divina no coração e significa a humildade redentora que edifica no íntimo do espírito a disposição de a disposição sincera do do discípulo relativamente ao faça-se no escravo à vontade. do Senhor. É maravilhosa essa resposta do irmão. Eu aproveito, eu aproveito. Maravilhosa para e para dizer como ela é concernente com o que, né, com a mensagem do do de José para lembrar a todos que eh isso acontece na doutrina espírita. Então, nós temos as obras básicas e temos obras complementares também, mas é muito necessário que nós estejamos atentos a aquelas que são as complementares, né,

eh isso acontece na doutrina espírita. Então, nós temos as obras básicas e temos obras complementares também, mas é muito necessário que nós estejamos atentos a aquelas que são as complementares, né, sérias que devem ser acessadas, porque com a internet, com os meios, né, tantas mídias que acontecem, como nós vemos eh materiais sendo dito como espíritas, né, Gláuscia, e que na verdade são distorções muito grandes, tem conceitos muito deturpados que nada tem a ver com os princípios da doutrina, com os livros básicos. Então, quando nós acessarmos qualquer material, estejamos atentos à autoria, busquemos nos informar junto àqueles que já estudam há mais tempo para que nós não recebamos, não absorvamos material que não tem nenhum valor. Imaginemos conceitos como esses que nós estamos tratando, se se já são complexos, se precisam do nosso a eh assenarmos deles, né, pensarmos criteriosamente, imagina se tem aspectos eh incorretos aí plantados e nós consideramos que é assim mesmo, não valorizamos, né, o que é o caminho adequado nesse sentido, né? Então que sejamos bastante atentos a isso. E é um primor. Olha, Emanuel, vamos dizer assim, né, Glusa? Emanuel, se for Emanuel, nós podemos eh absorver tranquilamente, porque é alguém muito cuidadoso com todo o ensinamento que nos traz. Com certeza. gratificante ouvir essa questão. Verdade. E se vocês também quiserem, tem perguntas anteriores da ES 354, as posteriores também tudo. Olha, será a fé acreditar sem raciocínio? Então a outra, a dúvida raciocinada no coração sincério é uma base para a fé? Ó, a dúvida raciocinar. a dúvida com boa vontade, querendo estando aberto, buscando endimento, né? A reflexão é o que a gente todas as vezes agora eu lembro do evangelho redivo, né? Porque nós estudamos, né? Você já um tempinho a mais e trai o espírito da lei. Sim. Nós estamos aqui, né, tentando, né, refletir, compreender. Amanhã, amanhã talvez a gente já tem uma bagagem um pouquinho melhor e já vamos ampliando esse entendimento, essa construção.

to da lei. Sim. Nós estamos aqui, né, tentando, né, refletir, compreender. Amanhã, amanhã talvez a gente já tem uma bagagem um pouquinho melhor e já vamos ampliando esse entendimento, essa construção. Então, é, lembrando que não é só para nós que estamos aqui, né, mas para todo ser humano, né, Gláuscia? funciona exatamente desse jeito. É o que você disse, antes de cada um ter momento, mas tenhamos certeza de que não existe filho que foi criado de forma diferente com privilégio. Então nós podemos acessar. Hoje nós conseguimos compreender de tal forma, daí a pouco isso se amplia, como a Gláuscia disse, né, Gláuscia? E nós vamos vamos caminhando, né, para esse aprimoramento, para esse entendimento de verdades maiores, né, a cada passo. Esse é o objetivo da nossa caminhada aqui. Verdade. O tempo passa tão rápido, minha amiga passa. Tá tão bom, tão bom. Nós já queremos agradecer, olha, a sua deu boa noite a Ireni. Essa é a turma aqui de tradear do grupo. Que bom. Fico muito feliz pela presença de todos. Muito grata também pela presença de todos. Neila, você quer deixar suas considerações? Quem mais? Ah, eu quero agradecer pela oportunidade. Eu quero lembrar que todas as quartas-feiras, né? Então, existe esse momento que a gente pode divulgar, né, para para outros companheiros, quando a pessoa ainda não faz o evangelho no lar, né? Então, abra o seu coração, procure conhecer mais, né? Participe nesse momento que é de certa forma conjunto, porque a gente vai ouvindo conceitos, vai ampliando nossa forma de entendimento e o nosso lar também nesse contato com Jesus. se enche de boas energias, né, que vão permanecer conosco até a próxima semana, até o outro momento do evangelho lá. Agradeço a presença, a participação de todos. Agradeço principalmente a as nossas companheiras aqui do nosso grupo de estudos por esse por estarem aqui, né, eh, dando essa força, essa vibração carinhosa. Muito obrigada mesmo. E a todos que estão aqui ou que participarão. A você, Glácia, Gisele tá eh transmitindo. Então, assim, carinho

or estarem aqui, né, eh, dando essa força, essa vibração carinhosa. Muito obrigada mesmo. E a todos que estão aqui ou que participarão. A você, Glácia, Gisele tá eh transmitindo. Então, assim, carinho imenso. Boa noite. Muito carinho mesmo. Nós que te agradecemos por essas reflexões maravilhosas dessa noite, Neil. Lembrando que o Evangelho no Lar é uma das atividades que compõe o atendimento espiritual. E aí nós trouxemos a explanação do evangelho, que também faz parte, é uma das atividades também do atendimento espiritual para que a gente possa incentivar, principalmente os trabalhadores espíritas a realizar esse momento dentro do lar. a recomendação de Emânio de Bezerra de Menezes, né? estreitar os laços familiares, uma higiene no ambiente familiar e por nes fatores, só beneficia, aliás, não beneficia só nós, o nosso lar, mas toda a nossa vizinhança, todos os nossos familiares, as pessoas que estão ligadas conosco diretamente e indiretamente. É um momento de estudo, de reflexão, de estreitar os nossos laços. Então, nós só agradecemos pela oportunidade. Mais uma vez, Neilha, muito obrigada e até amanhã na nossa formação e atualização. Eu quero deixar um convite. No dia 16 de maio, às 21 horas nós faremos uma live com o vice-presidente da FEB, da Federação Espírita Brasileira, Geraldo Campete, que vai abordar o tema A natureza é nossa mãe. a é um tema relacionado à campanha permanente, né, da ecologia, a nossa responsabilidade enquanto trabalhadores espíritas, a função, né, o papel do centro espírita em relação a esse meio, à sustentabilidade desta biodiversidade, esse meio em que nós vivemos. Você quer falar mais alguma coisa a respeito? Neila, fique à vontade. Não é dizer que essa também é uma abordagem que a área do atendimento espiritual está fazendo. É recente, né, Gláus? Você acha que a aprovação é do ano passado desse documento. Não, eu estive em Brasília na no festival da Terra, que foi o lançamento dessa campanha. Muito importante. É maravilhoso a gente pensar, ter esse

acha que a aprovação é do ano passado desse documento. Não, eu estive em Brasília na no festival da Terra, que foi o lançamento dessa campanha. Muito importante. É maravilhoso a gente pensar, ter esse olhar mais sensível. Exatamente. Então assim, eh, se você, nossa, não sei nem qual a ideia do que que vai tratar, não deixe participar da live. Deve ser um momento muito, muito, muito significativo, né? Nós aqui nos momentos que a gente tem na capacitação, nós estamos precisando controlar o horário, né, Glácia, porque depois todo mundo quer participar, quer entender. Esse tema a gente levou pra nossa formação e atualização do atendimento espiritual e ela está crescendo, ela está todos os participantes, né, nel Hoje nós temos 30 pessoas representando 30 cidades do estado de Goiás e o pessoal de fora também do estado e do exterior também que participam conosco na formação. Nó só temos a agradecer e dizer que a responsabilidade só vai aumentando. É mesmo mesmo. Exatamente. Então, muito obrigada. Muito obrigada a todos que estiverem estiveram conosco neste momento e todos que acessarão o nosso evangelho no lar posteriormente. Semana que vem, na quarta-feira que vem, continuaremos com o nosso evangelho no lar. Fiquem com Deus. Agora eu peço para Gisele colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Beijo no coração de todos. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova. Fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. Oh.

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