Evangelho no Lar - #157
Evangelho no Lar - #157 Programado para o dia 2 de abril de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 19, itens 1 e 2, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite. Retornamos para mais um Evangelho no Lar. Sejam todos muito bem-vindos. Meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área de atendimento espiritual da FEGO. Este é um momento de estudo e de reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO no YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bem, gostaria de apresentar a convidada desta desta noite, que é uma trabalhadora, faz parte da equipe da área de atendimento espiritual da FEBO e a trabalhadora do centro espírita Allan Kardec Jataí. Boa noite, Rose, seja muito bem-vinda. A nossa gratidão por ter atendido ao nosso convite mais uma vez. Obrigada, Gláusia. Boa noite. Boa noite a todos. Boa noite ao Natã, que também está nos bastidores contribuindo. Nós muito obrigada. Nós vamos dar boa noite aqui a Ela diz: "Boa noite a todos e fala conosco do Rio de Janeiro e deseja paz e bem para todos. Seja bem-vinda. O Eupí Quirino que também está sempre conosco. Boa noite a todos. Luz e paz daqui de Goiânia. A Maria Lúcia Barbosa, boa noite. O Fernando Rodriguez, boa noite a todos. Que Deus ilumine e abençoe a todos. Então, sejam muito bem-vindos. Vamos nos aproximando mais. deixa seu nome, o lugar de onde está falando, nos acompanhando, que a gente possa unir mais energias benéficas e convidando ainda mais a presença do nosso querido mestre Jesus em todos os nossos lares. Para iniciarmos o nosso evangelho da noite de hoje, eu vou fazer uma leitura da mensagem do livro Vida Feliz, a mensagem a 157, eh, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana de Angeles. Sempre que possível, loiza-te com a oração. espaços mentais e busca as fontes da vida, onde airá as energias puras e paz.
ado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana de Angeles. Sempre que possível, loiza-te com a oração. espaços mentais e busca as fontes da vida, onde airá as energias puras e paz. Todos os santos e místicos que alteraram o rumo moral da humanidade para melhor no Oriente como no Ocidente são unânimes em aconselhar a prece como recurso mais eficaz para preservar-se ou conquistar-se a harmonia íntima. Jesus mantinha a convivência amigos discípulos e o povo e o povo. No entanto, reservava momentos para conversar com Deus através da oração, exaltando a excelência destes colóquios sublimes. Sai, portanto, do turbilhão em que te encontras mergulhado e segue no rumo do oases da prece para te refazeres e te banhares de paz. A a Rose fará a nossa prece inicial depois dessa belíssima mensagem. Que inspiração essa mensagem nos traz. Queremos aqui, Senhor, pedindo a presença dos espíritos amigos, que possamos tudo sentir desse momento do evangelho no lar, essa irradiação e sobre a inspiração divina, tenhamos todos a oportunidade de absorver a leitura para esta noite, trazendo os recôn-vos das nossas mais profundas almas, sentimentos, corações, o verdadeiro discernimento a que tanto buscamos e que precisamos estar transpondo as nossas barreiras e colocando-se na prática da oportunidade bendita. E assim, Mestre Jesus, pedimos para o auxílio da abertura do diálogo desta noite. Muito obrigada. Que assim seja. Que assim seja. Então, vou passar para você que nós vamos iniciar nessa noite o capítulo 19. E a fé transporta montanha e a Rose fará suas reflexões nos itens um e dois. Lembrando que o Evangelho da Editora da Feb e a tradução de Guilon Ribeir, o poder da fé. Fique à vontade. R. Queridos irmãos, tão importante que aqui estamos. para depois dessa leitura que a Glácia nos proporcionou, trazendo essa reflexão para esta noite, neste mês de abril, hoje, dia 2, relembrando o nosso querido Chico Xavier, que tanto nos ensinou pelo seu exemplo, exemplificou a fé no exercício nobre da
onou, trazendo essa reflexão para esta noite, neste mês de abril, hoje, dia 2, relembrando o nosso querido Chico Xavier, que tanto nos ensinou pelo seu exemplo, exemplificou a fé no exercício nobre da sua função, principalmente da sua missão. Então vamos lá. Neste capítulo 19, a fé transporta montanhas. O número um nos diz que quando veio até o povo, um homem se aproximou dele, lançou-lhe de joelhos aos pés e lhe disse: "Senhor, tende piedade de meu filho, que está lunático e sofre muito, porque ele cai frequentemente no fogo e frequentemente na água. Eu o apresentei aos vossos discípulos, mas não puderam curá-lo. E Jesus respondeu, dizendo: "Ó raça incrédula e deprevada, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Até quando me aqui essa criança? Trazei-me essa criança?" E Jesus, tendo ameaçado o demônio, ele saiu da criança que foi curada no mesmo instante. Então, os discípulos vieram encontrar Jesus em particular e lhe disse: "Por que não podemos, Senhor, nós outros expulsar esse demônio?" Jesus então lhes respondeu: "Porque não podemos?" É por causa de vossa incredulidade, porque eu vlo digo em verdade, se tivésseis fé como um grão de mostarda, diriais a essa montanha: "Transporta-te daqui para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível". Jesus estava colocando aos discípulos que cada um tinha uma capacidade em si, mas era tamanha a sua discordância entre o que sentiam, o que ouviam e o que pregavam. E esse fator que estava desnivelado naquele momento era crucial a dificuldade que estavam enfrentando para auxiliar aquela criança. É o mesmo caso nosso. Nós somos convidados a todo momento a ser como os discípulos do Mestre, tentando no exercício da caridade, da fraternidade, trazendo a esperança, o consolo, mesmo em pequenas atitudes. Mas onde é que não estamos conseguindo fazer para o ensejo que aquilo que buscamos realmente ajudar? É esse o nosso desafio. Jesus nos coloca que temos sim a necessidade de buscar a fé interior no verdadeiro sentido do propósito.
nseguindo fazer para o ensejo que aquilo que buscamos realmente ajudar? É esse o nosso desafio. Jesus nos coloca que temos sim a necessidade de buscar a fé interior no verdadeiro sentido do propósito. que se estamos em determinado momento para a dificuldade que pode ser solucionada, auxiliada por cada um de nós, não é o acaso. Os discípulos perceberam que ainda faltava muito para buscar essa essência, trazer a simplicidade, perceber que neles havia uma centelha. só que estava adormecida. Não seria o mesmo caso nosso. Existem muitas possibilidades de ajudarmos, de servirmos, de conduzirmos, de modificarmos. Mas por que que às vezes parece não dar certo? O ponto chave é realmente a nossa verdadeira entrega com trabalho por Jesus. e pela sua missão entre nós. E aí o próprio texto nos conduz a essa reflexão. No sentido próprio, é certo que a confiança nas próprias forças torna capaz de executar coisas materiais que não se pode fazer quando se duvida de si. Mas aqui é unicamente no sentido moral que é preciso entender essas palavras. As montanhas, que é a fé, transporta são as dificuldades, as existências, a má vontade numa palavra que se encontra entre os homens, mesmo quando se trata das melhores coisas, dos preconceitos da rotina. no interesse material, no egoísmo, a cegueira, o fanatismo, as paixões orgulhosas. São outras tantas essas montanhas que barram o caminho de todo aquele como nós que trabalha pelo progresso da humanidade. A fé robusta dá a perseverança, a energia e os recursos que fazem vencer os obstáculos nas pequenas como nas grandes coisas. A que é vacilante dá a incerteza, a hesitação de que se aproveitam aqueles que se quer combater. Ela não procura os meios de vencer porque não crê poder vencer. Eu já estive entre as duas situações muitas vezes. Por quê? Porque exatamente nós não fazemos esse exercício contínuo ao longo de muitas e muitas oportunidades, crendo que somos capazes e nos entregando ao verdadeiro propósito maior pela obra de Jesus. E quando assim
exatamente nós não fazemos esse exercício contínuo ao longo de muitas e muitas oportunidades, crendo que somos capazes e nos entregando ao verdadeiro propósito maior pela obra de Jesus. E quando assim somos desafiados em nós mesmos, a nossa dificuldade é tremenda. Todas as oportunidades que acontecem ocorrem principalmente nas dificuldades que enfrentamos, porque se existem elas são oportunidades. É claro que a gente não pode transferir a outro aquilo que nos compete. Eu me lembro que aquela história que todos nós já conhecemos, falada por a a grande maioria do meio espírita, quando o Chico morava em Pedro Leopoldo, todos nós já ouvimos essa história. Chico era uma pessoa muito simples, de pouco poder aquisitivo, ainda muito jovem, morando naquela cidade em Minas Gerais. Minas Gerais, pouco conhecida no Brasil, mas ele não via na sua dificuldade qualquer desafio que o impedisse de ajudar o seu próximo. Só que um dia lhe faltou o básico para que ele pudesse levar alimento aqueles que moravam embaixo da ponte, ou seja, não tinham sequer um lar para molhar. E o mais interessante dessa história é que ele faz uma prece. Nessa prece lhe aparece Dr. Bezerra de Menezes dizendo a ele queria magnetizar, fluidificar a água, que ele não deixasse de ir em hipótese nenhuma e que levasse aquilo para aqueles necessitados. Ele, meio que encabulado, não se deixou desvalir na certeza de que Dr. Bezerra era uma pessoa, era um espírito de tamanha envergadura moral e sabia que estava dizendo. E ele foi já com aquela água, chegou lá, olhando todos aqueles famintos embaixo da ponte, lhes disse que naquele dia ele não tinha o que levar de comer, mas levava-lhes a água, a água que poderia trazer algum conforto naquele dia. Naturalmente que quando eles ouviram isso, não aceitaram de bron estômagos pediam comida. Mas Chico não se deixou abater. Foi entregando um a um aquela água que trouxe magnetizada por Dr. Bezerra de Menezes. E enquanto entregava um rapaz desconhecido que havia perpassado pelo
ediam comida. Mas Chico não se deixou abater. Foi entregando um a um aquela água que trouxe magnetizada por Dr. Bezerra de Menezes. E enquanto entregava um rapaz desconhecido que havia perpassado pelo centro espírita, lá chegando, descobriu por um senhor de barba branca que Chico estaria embaixo da ponte e ele foi exatamente no local onde aquele senhor havia orientado. E Chico, percebendo a chegada daquele homem, foi até ele e disse: "Mas quem me mandou aqui? Eu não disse a ninguém que eu estava aqui." Então aquele homem disse que era um senhor de barba branca. Passou toda ali a informação da fisionomia, como ele se apresentou. "E qual era o seu nome?", me perguntou o Chico e ele disse: "Pezerra de Menezes, e eu vim trazer aqui essa doação, porque se trata de um homem que o Senhor ajudou há muito tempo. perderam um filho, mas recebeu através de suas mãos da psicografia a mensagem, uma mensagem que o consolou profundamente e ele veio através dessas doações em forma de agradecimento com esses alimentos, porque sabe que o Senhor faz a caridade. Chico, então, muito emocionado, compreendendo a mensagem e a providência divina, a providência que veio através mais uma vez de Dr. Bezerra de Menezes, agradeceu naquele momento tão crucial. Imaginemos, Chico poderia ter desistido lá atrás de ter ido. Ele poderia ficar acabrunhado, perguntar a si próprio. Eu, Dr. Bezerra, não tenho coragem de chegar lá só com a água e eles o que vão dizer? Vão brigar tudo comigo. Eu não tenho, realmente, eu não vou. Eu digo para vocês, possivelmente eu não iria, eu ficaria extremamente chateada, mas como a gente faz isso, faz aquilo e hoje, mais uma vez a gente precisaria dessa ajuda e ela não apareceu para ver o quanto foi a fé e a entrega de Chico, nos orientando que não desanimemos. Qual é a sua dificuldade? Qual é a minha dificuldade? O que estamos fazendo para tentar passar, ultrapassar essa montanha que tanto nos faz prender aos problemas da vida? Eu acho que essa é uma das maiores oportunidades que nós enquanto
inha dificuldade? O que estamos fazendo para tentar passar, ultrapassar essa montanha que tanto nos faz prender aos problemas da vida? Eu acho que essa é uma das maiores oportunidades que nós enquanto humanidade estamos enfrentando. Não podemos nesse momento desistir, porque só assim, é só mesmo assim que nós conseguiremos passar por todos esses processos de dores. E quando nós olharmos para trás, depois de passado essa dificuldade, seja ela qual for, nós teremos condições de olhar e agradecer muito a Deus, porque de uma forma ou de outra nós estamos muito bem orientados. Pense no seu guia espiritual que está do seu lado. Ele nunca nos desampara. O que dirá então Jesus? Então essa é a oportunidade que tentamos fazer, fazer com que essa fé possa ser irradiada, acendida, exalada dentro de nós. Mas isso eu posso garantir para vocês, é um dia após outro. É no desafio após outro e não há receita. Encontre a sua. Acenda essa luz. Você é luz. Eu sou luz. O cãozinho da sua casa, o gatinho da sua casa é luz. Eles nos orientam tão bem e nos traz tanto energia boa quanto uma criança. Então, olhemos paraa nossa criança aqui interior e a gente vai vencer e adquirir cada vez mais essa fé que está em nós. Volto com você, Gláuscia. Que história linda do Chico. Que aprendizado. Exatamente. E quando a gente busca o dicionário para ver o significado de fé, ela fala fala que é confiança absoluta. Confiança absoluta. Interessante que todo momento a prece ela está ligada intrinseficamente com a com a fé. Não há fé sem esse recolhimento íntimo, sem essa busca de sintonia com o alto. E é interessante que é um sentimento nato, porque somos filhos de Deus. A centelha divina está dentro de nós, como você falou. E Jesus disse, né? Vós sois deuses de um Deus maior. Eh, brilha a vossa luz. E nesse momento tão que a gente pode dizer que a gente aos nossos olhos materiais, tanta desigualdade, tanto sofrimento, tanta fome, guerras, eh, é um capítulo do evangelho que é muito atual e muito necessário
omento tão que a gente pode dizer que a gente aos nossos olhos materiais, tanta desigualdade, tanto sofrimento, tanta fome, guerras, eh, é um capítulo do evangelho que é muito atual e muito necessário nesse momento vamos conversar um pouquinho a respeito dessa desse poder da fé Rose, que é justamente o título do nosso item, o poder da fé. Que poder é esse, R? Eu olho pros casos que tantas pessoas já passaram nessa nesse planeta, mas que alguns pensam: "Bom, eu já vivi demais, não tenho mais tempo para isso ou aquilo". E agora a gente não vai falar só de dificuldade, não. Vamos falar de sonhos, colocar a sua vida como um obstáculo para determinados caminhos que você gostaria de ter conquistado e não conquistou. Mas eu não digo no sentido material de algo que lhe faça realmente bem. Talvez a vida tenha encaminhado cada um de nós para outros desafios, mas ficam aquelas vontades, lembranças que ficam adormecidas. Talvez você queria ter seguido um outro caminho na sua vida, mas por alguma razão você não conseguiu. Eu tô falando isso porque eu vi essa semana a história linda de uma senhora que eu não me vou me recordar o nome, esse talvez não seria o caso mais importante. Ela entrando numa faculdade cujos colegas eram jovens, eram meninos, meninos paraa nossa idade, né? Porque quando a gente entra, a gente se acha uma adulta ali na faculdade, mas ela tinha 91 anos. Se alguém aqui já aposentou a sua vida aos 60, 70, talvez 80, ela não. Ela está começando a estudar e quer se formar porque foi um grande sonho da sua vida, que as dificuldades fizeram com que ela seguisse outros caminhos, mas ela conseguiu, enfim, estudar nutrição. Era um sonho íntimo desta mulher. Eu gosto de falar desta mulher particularmente porque eu não gosto da palavra idosa, porque tem gente que fala assim: "Era uma mulher e uma idosa". É como se a idosa deixasse de ser mulher, então eu prefiro chamá-la de mulher. E uma mulher de extrema coragem, de extrema determinação, se vi alegria ali radiante nos olhos
a uma mulher e uma idosa". É como se a idosa deixasse de ser mulher, então eu prefiro chamá-la de mulher. E uma mulher de extrema coragem, de extrema determinação, se vi alegria ali radiante nos olhos dela. O mais importante é que ela tá vivendo o aqui, o agora. Ela não tá preocupada com os desafios que ela vai ter ao longo de um ano. Não é hoje, outro dia, amanhã. Ela quer atingir e conquistar esse sonho. E olha que eu tenho comigo que ela vai conseguir 91 anos adentrando numa faculdade de nutrição. Então esse também é um caminho da fé, acreditar em si, não deixar que os seus, as suas maiores vontades, desejos, o seu carinho por determinada situação, pessoa, não te faça desistir de buscar, alcançar verdadeiramente você trilhar caminhos que estão aí quietinhos no seu coração. Em hipótese algum. Estou falando só pela questão material. Ela é associada, sem dúvida nenhuma, mas aquilo que te faz bem e esse bem é intransferível. Talvez você fica amargurada porque tá faltando algo na sua vida. Talvez seja esse o momento de repensar. Divida as suas dificuldades como as alegrias também. Não faltarão quem nos quer ajudar. Então, Gláuscia, a fé vem de diversas maneiras. Essa senhoria nos ensina mais com a oportunidade de que não limite para que a gente consiga aquilo que quer. Sim, Rose, eh, eu me lembrei agora do do início, né, que do item que o homem chegou com o filho porque os apóstolos dele, de Jesus, não conseguiu expulsar o demônio, né? se levou, né? Jesus fala: "Ó raça incrédula e depravada, até quando estarei conforto?" Claro que tem essa autoridade de Jesus, não há uma sombra de a autoridade moral para fazer com que ele, né, convencesse. uma nenhum convencimento, na verdade, para que ele fizesse um acolhimento tal para aqueles espíritos infelizes que estavam ali perturbando o menino desistir e tomar um outro rumo, né, nos seus propósitos. É interessante e você traz essa questão da senhora que hoje a nomenclatura que se usa é pessoa idosa. E aí a gente fica pensando 91
do o menino desistir e tomar um outro rumo, né, nos seus propósitos. É interessante e você traz essa questão da senhora que hoje a nomenclatura que se usa é pessoa idosa. E aí a gente fica pensando 91 anos já está bem no finalzinho dessa existência. Mas se pensarmos como espírito mortal e e se pensarmos que tudo que nós adquirimos em conhecimento, que é proveitoso pra gente, em benefício dos outros também, em determinados momentos é necessário e a gente vai colocar de alguma forma isso em prática, vivenciar isso e sim, Pode, pode falar. F à vontade. Nós eh eh sabemos a importância que é como exemplo o médium Divaldo Pereira Franco. Todos nós que podemos acompanhar ao longo de anos o trabalho desse grande missionário, sabemos que a vida dele não foi e não é fácil. Esse é um dos grandes exemplos que a gente pode imaginar aqui. Enquanto você falava, eu me lembrei de dois fatores. Divaldo, hoje está com 97 anos, é isso, caminhando para os 98. Pensem bem, quase 100 anos. Quem segura essa criatura há pouco agora fazendo um tratamento de câncer? Só que ele conta num relato muito peculiar que no momento que ele estava nesse processo de tratamento, aparece-lhe um grande amigo do passado no plano espiritual, que diz a ele que foi convocado para impedir que ele vá para o plano espiritual. E ali estava aquele amigo do passado em espírito para lhe dar novas forças, estimular aquele órgão físico e transportar em toda a sua energia no seu no seu perespírito, o que era necessário para revigorar a sua condição de saúde. Edivaldo conta isso de uma forma assim bem longa, com muitos riquezas de detalhes. Então, se a gente imaginar que ele poderia já agora fechar o ciclo, gente, 97 anos foi mais do que essa senhora. E quantas coisas ao longo de 97 anos ele já não passou? e já poderia ter cessado a sua encarnação. Então, se hoje, com essa idade, quase 98 anos, fará agora em maio, esperamos, tá aí já nas portas de maio, dia 5, ele completando 98 anos. Esse trabalho que ele realiza, trabalha
ado a sua encarnação. Então, se hoje, com essa idade, quase 98 anos, fará agora em maio, esperamos, tá aí já nas portas de maio, dia 5, ele completando 98 anos. Esse trabalho que ele realiza, trabalha em si próprio, no seu benefício. Seria mais uma oportunidade dele continuar aqui conosco, realizando o seu trabalho, a sua missão, com a grande fé que ele tem, com a entrega total que ele realiza e o plano espiritual, vem a galope ao nosso encontro, ajudando-nos, nos dando força, nos erguendo, porque é claro que ele, em alguns momentos ele pensou: "Meu Deus, eu não vou dar conta". E é tão importante esse exemplo para nós que é uma pessoa que veio da simplicidade como Chico Xavier. Então, Gláusia, a gente sabe que as dores, os sofrimentos, os desafios, as percas tá batendo a porta de todos, mas pega essa dor, faz uma oração. O que você acredita que essa dor pode colocar no seu coração e nas suas mãos e ela transpor para que você reaja? As respostas virão e não faltam respostas para cada um de nós. Cláusia, a dificuldade, o sofrimento são processos pedagógicos para a gente alcançar aí sabedoria para que a gente possa aprender, né, retomar, recomeçar. Então, e nenhum sofrimento ele é eterno. E, aliás, se torna em sofrimento, se arrasta só se a gente permitir. A partir do momento que a dor vem e a gente consegue ressignificar e isso não é simples, é difícil. E a gente busca essa fé, a gente consegue vencer. E aí a gente fala para quem está passando por uma situação de doença física muito grave, para quem tá passando por algum processo aí de depressão, de veração ao suicídio, para que a gente possa remover através dessa fé essas montanhas que nos impedem de enxergar mais além. Às vezes logo ali, bem aqui, a situação se resolve e a gente às vezes enfraquece, quer desistir. Isso é natural do ser humano. Mas se a gente busca essa fé, essa presença de Jesus, é claro que a gente vai, essa vontade, essa determinação, ela vai superar todos os desafios. E aí fala da fé robusta que dá
natural do ser humano. Mas se a gente busca essa fé, essa presença de Jesus, é claro que a gente vai, essa vontade, essa determinação, ela vai superar todos os desafios. E aí fala da fé robusta que dá perseverança, a energia e os recursos que fazem se vençam os obstáculos, assim nas pequenas coisas e nas grandes coisas. E a fé vacilante, ela resulta naquilo que você falou, na incerteza, no esmorecimento, né? Aí se não tem fé em Deus, imagina em si mesmo. E nós veremos nesse mesmo capítulo, né, que a fé é divina e humana, que podemos operar milagres através dessa confiança e dessa entrega que, na verdade, vai além da confiança. A fé é uma entrega nós fazemos. E aí eu quero retomar a história que Dr. Bezerro de Menez poderia dizer pro Chico: "Olha, vai, vai que o recurso daqui a pouco chega, né? Vai acontecer uma doação lá". Mas ele não quis porque o primeiro passo o Chico tinha que fazer, ele tinha que colocar em ação a sua fé. Vai lá, se move, vai com a vontade de auxiliar. que os recursos chega logo em seguida. E foi isso que aconteceu. E foi isso que aconteceu, né? Eu quero dar boa noite para Janete Santos. Boa noite, saúde e paz para todos. O Thago Rocha, boa noite, muita luz e paz para todos. Oi, Glau encontraremos no congresso. Saúde, paz e alegria a todos, com certeza. Daqui a pouquinho Natã vai colocar o vídeo para fazer esse convite para nós, para esse evento maravilhoso que vai acontecer nesse final de semana. O Thago continua: "Muito bom o estudo sobre a prece e a nossa religação com Deus. Com certeza a fé remove montanhas. E tem aqui, Rose, a Cátia Catalânia, que trouxe para nós. Muitas vezes o homem se encontra só lutando contra a correnteza dos con dos acontecimentos que o leva na na direção do abismo. Fica sem estímulo, sofre, sentindo-se desamparado e solitário. Ausência de uma custa que possa apontar o rumo da imortalidade. Abre espaço para comportamentos inquietadores, empurrando para depressão e para revolta surda silenciosa. Nunca só. Livro Lições
itário. Ausência de uma custa que possa apontar o rumo da imortalidade. Abre espaço para comportamentos inquietadores, empurrando para depressão e para revolta surda silenciosa. Nunca só. Livro Lições para, deixa me ver aqui. Lições para a felicidade. Joana de Angeles. Obrigada. Ktia, ela disse que resumiu. Você quer comentar, Rose? Fique à vontade. É, sem dúvida. Nós às vezes nos sentimos sós, porque quando nos abalamos por dificuldades diversas, parece que o universo está contra nós. E a gente tenta entender o porque que aquilo está acontecendo. Não se isole. Divida a sua dor, que sempre estende a mão quando você precisa. Parece algo insignificante aos olhos de uns, mas não é. você sabe disso. Então, nesse momento, enquanto a gente tá vendo essas orientações de Joana de Angeles, são realmente importantes pra nossa vida, porque em algum momento nós estamos enfrentando profundas dores na alma, mas se nós nos isolarmos, fica difícil nós percebermos a ajuda. Então, é importante que a gente busque, que a gente vá, seja numa casa espírita, seja em outra religião que você acredite, divida as suas dificuldades. Não deixe que isso te limite na sua dor. Porque nós sabemos que quando a gente compartilha algo que estamos deprimidos, que estamos desolados, querendo desistir da vida, faz com que nós nos paremos, que a gente deixe de acreditar na própria vida, na própria existência. Mas nós não estamos aqui para nos entregar a dor. Nós estamos aqui no planeta Terra para ultrapassarmos essa dor, enfrentarmos com toda a dignidade que nos compete, mas a gente precisa de ajuda. Então, a Joana de Angeles vem nos mostrar que a dor precisa ser compartilhada. E se nós compartilharmos essa dificuldade com alguém, seja numa casa espírita, você vai receber toda a orientação de vida, porque serão conduzidos até você as pessoas certas, os diálogos necessários, a orientação devida e você sentirá fortalecido. Não é fácil, mas é assim que acontece, como acontece com todas as pessoas que abrem o seu
onduzidos até você as pessoas certas, os diálogos necessários, a orientação devida e você sentirá fortalecido. Não é fácil, mas é assim que acontece, como acontece com todas as pessoas que abrem o seu coração. Você é importante, você é único, é um ser incomparável, belo por natureza. Não deixe que nada nem ninguém faça te sentir, porque você não é, eu não sou. A gláus não é, mas a felicidade está também nas dores. Ela vai passar, Cláusia. Sim. E nós até recomendamos, né, orientamos a buscar o centro espírita o atendimento espiritual, porque é através, claro, do acolhimento, do amparo, da orientação segura através do esclarecimento. E esse esclarecimento é o conhecimento espírita. E é ele que vai nos trazer essa certeza que vai fortalecer a nossa fé e que vai nos dar esperança em dias melhores. Eh, tudo que nós passamos tem um uma razão de ser. E ao lado do sofrimento, há também o remédio. Eh, o Walter Costa disse que ficou mudo, mas acho que não. É, você me escuta, escuta sim. O Fernando tá colocando, olha, a gente precisa dividir realmente o que ele o que você trouxe, né, de falar, de buscar uma pessoa de confiança, um profissional de saúde também, dependendo do caso, precisa ao Walter diz que enganou. Tudo certo, Wter? Então, o que mais nós podemos falar desses dois itens, Rose? Eh, como é que a gente vai adquirir essa essa fé robusta? A Cátia está colocando aqui, ó. Ter fé não é mais dizer eu creio, né? Mas afirmar, eu sei. Todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento. O consolador, a questão 354 do livro do Consolador, Emmanuel traz para mão. Então, eh, o espiritismo, né, a gente tem sempre como a fé raciocinada aquela que se baseia numa razão de equilíbrio. tudo aquilo que não sabemos, vamos pesquisar, vamos procurar, vamos tentar entender, porque nem tudo que cai no nosso colo, a gente vai entender. E quando a gente coloca eu creio, é no sentido mais palpável do conhecimento do que puramente aquela palavra vazia. é muito bem colocado aqui pela Cátia, porque o crer é no sentido
gente vai entender. E quando a gente coloca eu creio, é no sentido mais palpável do conhecimento do que puramente aquela palavra vazia. é muito bem colocado aqui pela Cátia, porque o crer é no sentido de procurar você ser alguém na vida, estabelecer ações, atitudes que possa você compartilhar a sua existência multiplicando, desenvolvendo amizades, sendo útil, não somente pensando em si. Então essa fé se estabelece com obras. É importante que a gente se coloque na vida sempre. Um dia tem quantas horas? Nós já sabemos. Mas o que que eu fiz hoje para ser útil, para somar na vida de alguém? Pode ser nes coisas. Então, essa fé estabelecida ali quando Jesus chega e aquele que fala, por que que os discípulos não fizeram aquilo eh de curar a criança, de tirar o demônio? Talvez porque eles estavam ainda tão simplesmente ouvindo e pouco praticando. E olha que era o Cristo que estava diante deles. O a falta de exercício, de atividades no dia a dia, para que a gente multiplique aquilo que já conhecemos da própria vida pode ser uma pessoa eletrada. Talvez ela se comporta multiplicando mais bens, ajudando alguém do que aquele que está como a condição de doutor ou universitário. Então, essa fé é um exemplo da sua própria existência e a gente vai mesmo assim enfrentar dores e sofrimentos, mas a gente pode fazer primeiramente sendo útil a alguém. sendo útil a nós mesmos, mas não pensar só em si. É preciso que a gente multiplique as nossas obras, as nossas formas de compartilhar o bem. O bem, gente, precisa ser multiplicado, precisa ser servido sem esperar que alguém vá reconhecê-lo. Faça por si só. E aí quando a gente vai enfrentar dificuldades, todos desafios, nós vamos estar um pouco melhores aproximados de todo esse processo, sabendo que cada um vai ter que enfrentar a si mesmo para aprender e a desenvolver a sua fé interior. Glácia. Sim, R, muito bom. A prática da caridade como traz, né, o espiritismo, eh, é uma forma de sairmos de nós mesmos em busca do outro. E esse movimento a gente trabalha em nós o
a sua fé interior. Glácia. Sim, R, muito bom. A prática da caridade como traz, né, o espiritismo, eh, é uma forma de sairmos de nós mesmos em busca do outro. E esse movimento a gente trabalha em nós o orgulho e o egoísmo. Não somos o centro e não somos melhores de que de do que ninguém. Então, nesse exercício de um encontro ao outro, nessa interação, há essa troca. E aí nós vamos trabalhando dentro de nós o exercício do amor, o exercício do perdão, da beneficência. Eh, por isso que a recomendação é essa. E Thago já dizia sem obras é por causa disso, mas adora, adora pelos com os lábios, mas e o coração como que está? O Fernando Rodrigues trouxe para nós, olha, eu gosto muito de um exemplo que o Divaldo diz, a fé, por exemplo, na imortalidade da alma é como ler depois que a gente aprendeu a ler, mesmo sem querer, você olha, já leu. E como essa questão de eu sei, eu não só acredito, eu sei. ter fé. Esse exemplo é perfeito também ao meu vi. Isso, com certeza. Nós vamos tentando no exercício. Às vezes essa semana não dá, eu não vou, eu estou muito cansado. Na semana que vem insiste até que esse hábito de sair e o auxílio do outro se torne uma algo intrínseco a nós, se espontâneo, natural. E com isso, gente, com certeza, vamos alcançar aí alguns degraus nessa escala aí de aprendizado, de transformação. Muito bom, Rose. Eu trago para você, antes da gente colocar o vídeo do convite aí ao nosso congresso, eu gostaria que você deixasse as suas considerações finais. Nós queremos aqui agradecer a oportunidade que todos que estão aqui conosco, sabendo que nesse momento estamos aí aproximando do Congresso de Goiânia. Se você tem oportunidade de participar, de acompanhar, será um manancial de conhecimento, de despertar da alma. Mas principalmente, como diz o próprio, eh, trabalho que está sendo elaborado por toda a equipe, que a vida continua. Se você perdeu alguém que ama muito, acredite, essa pessoa está muito viva e talvez do nosso lado, esperando que a gente reaja, esperando que as
sendo elaborado por toda a equipe, que a vida continua. Se você perdeu alguém que ama muito, acredite, essa pessoa está muito viva e talvez do nosso lado, esperando que a gente reaja, esperando que as nossas dificuldades sejam superadas para, enfim, cada um de nós perce percebermos que esse amor não tem barreiras. Embora esteja cada um no plano, o Congresso vai trazer essa perspectiva de que a fé está nos dois planos e as obras também. Não existe um fim, existe a continuidade. Então, queremos agradecer aqui por todos aqueles que estão conosco. Se você não teve oportunidade ainda de se inscrever no congresso ou de ir no congresso, acompanhe de qualquer maneira, porque vai ser, sem dúvida, um consolador para cada um de nós e um refrigério da alma para que a nossa fé seja despertada por todos aqueles que estão convidados. Obrigada, Glá. Muito obrigada, Rose. Então assim, eu peço para o Natã colocar para nós, por gentileza, o vídeo do convite do congresso Natal. A vida no mundo espiritual. Esse é o tema do Congresso Espírita de Goiás, de 4 a 6 de abril de 2025, no Centro de Convenções de Goiânia. Programação para crianças, jovens e adultos. Feira de livros e apresentações artísticas. Faça já a sua inscrição em congresso.org.br. Obrigada, Natã. E com esse convite para o congresso, eh, nós queremos agradecê-los pela presença de todos, pela colaboração aqui no chat também participando conosco e também aqueles que não colocaram o seu nome aqui, mas que nós sabemos que estão aqui conosco e também aos que vão acessar esse esse conteúdo do Evangelho no lar posteriormente. Muito obrigada a todos mais uma vez, Rose. Muitíssimo obrigada pela colaboração, pela presença de sempre. Boa semana a todos. Semana que vem nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Nós estamos só iniciando esse capítulo, a fé transporta montanhas. Tão interessante e eh ele é interessante e necessário para cada um de nós. Eu peço então, padre Natã, colocar o vídeo da poesia que foi escrito especialmente para esse momento
fé transporta montanhas. Tão interessante e eh ele é interessante e necessário para cada um de nós. Eu peço então, padre Natã, colocar o vídeo da poesia que foi escrito especialmente para esse momento do evangelho no lar. Fiquem com Deus. Beijo no coração de todos. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.
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