Evangelho no Lar - #158

FEEGO 10/04/2025 1:05:18

Evangelho no Lar - #158 Programado para o dia 9 de abril de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 19, itens 3 a 5, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite. Retornamos com o nosso Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. é uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Sejam muito bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar a trabalhadora convidada desta noite, que é a Jaqueline de Jesus Silva Fernandes. Ela é dirigente do Centro Espírita Cristo Redentor em Itabiraí e é coordenadora da quarta região aqui no estado de Goiás. Boa noite, Jaqueline. Seja muito bem-vinda. Alegria receber você nesta noite de Evangelho no Lar. Boa noite, Glácia. Boa noite a todos. Para mim também tá sendo um momento ímpar e de muita alegria de poder contribuir com esse maravilhoso trabalho. Muito obrigada, querida. Bom, nós vamos dar boa noite para nossos amigos que já estão conosco, aliás, duas amigas. Maria Lúcia Barbosa, Cátia Catalani, boa noite. Ela está conosco do Rio de Janeiro. Boa noite a Maria Lúcia e a Cátia, sejam bem-vindas e a todos que estão nos acompanhando. Nós pedimos a gentileza de colocar o nome e a cidade de onde estão falando nesse momento. A Wpío que é daqui de Goiânia. Boa noite, seja bem-vinda aí do Pído. E a Regina Lopes também. Sejam todos muito bem-vindos, amigos. Ah, Sinal Nascimento, boa noite. E Carlos, nossa, nosso amigo Carlos que trabalhamos juntos nesse final de semana no congresso. Seja muito bem-vindo, Carlos. e a Maria Farias de Mato Grosso. Sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria estarmos aqui juntos nessa noite de Evangelho no Lar. Bom, para iniciarmos, a Maria Farias também está conosco, né, de Mato Grosso. Eh, e também fazer uma correção, né, Sinai Nascimento. Desculpe, Sinai. Seja

aqui juntos nessa noite de Evangelho no Lar. Bom, para iniciarmos, a Maria Farias também está conosco, né, de Mato Grosso. Eh, e também fazer uma correção, né, Sinai Nascimento. Desculpe, Sinai. Seja bem-vindo. Bom, eu vou fazer uma leitura de uma mensagem do capítulo 158 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana de Ângeles. E em seguida a Jaqueline fará a nossa prece inicial. Os negócios escusos dão rendimentos venenosos. Muitas pessoas justificam-nos e exaltam os lucros deles, adivinos, informando que são frutos da época e todos devem aproveitar a ocasião. Como a moral está desgovernada, não te deixes conduzir por ela. Antes controla os abusos excessivos que te cheguem, a fim de corrigires a situação caótica. O erro nunca deve ser tomado como exemplo. Numa época de epidemia gripal, o estado normal de saúde não passa a ser este somente porque a maioria das pessoas está infectada. Vacina-te contra os abusos e permanecerás com a vida em ordem, talvez sem os supérflos. Nunca, porém, com a escassez ou falta. Sim. Então vamos fechar os nossos olhos, respirar profundamente, buscando esse oxigênio maravilhoso que alimenta o nosso corpo e a nossa alma. E assim, agradecidos pela oportunidade da vida, convidamos a espiritualidade superior, nossos amigos, mentores espirituais, de cada um dos ouvintes, das pessoas que estão neste momento ligados, sintonizados conosco e aqueles que irão acessar o programa. Que os corações possam ser através deste programa, deste momento em que estaremos tratando do evangelho, que com que os corações possam ser consolados, que aqueles que estão aí do outro lado desta tela, desta programação, possam ser acolhidos, minimizado o sofrimento, dado a esperança, o revigoramento a todos aqueles que necessitarem. E para que estas coisas aconteçam, é necessário que a nossa sintonia esteja voltada ao bem, a espiritualidade superior, a Jesus, nosso mestre, a Deus que está em nós e em todos os lugares. E em nome do nosso amado mestre

sas aconteçam, é necessário que a nossa sintonia esteja voltada ao bem, a espiritualidade superior, a Jesus, nosso mestre, a Deus que está em nós e em todos os lugares. E em nome do nosso amado mestre Jesus, nós agradecemos não só pela oportunidade do dia de hoje que amanheceu, pelo trabalho que podemos realizar, como a noite que nos chega, como o momento de refletirmos sobre as nossas atitudes e podermos descansar o nosso corpo físico. E damos por aberto este momento de reflexão do Evangelho. E que assim seja para todo sempre. Que assim seja. Obrigada. Nós temos alguns comentários. Luciane eh dando boa noite para nós. O Carlos Alves de Godói, boa noite, de São Paulo. A Janete Santos de Salvador na Bahia. Muito, sejam muito bem-vindos. A Iliran também. Brum, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. É uma noite de muita alegria e de muita gratidão, porque nós aprendemos muito juntos. Bom, eu convido a Jaqueline para fazer a explanação. Ela trará suas reflexões. O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 19. A fé transporta montanhas. Itens 3, 4 e 5. Lembrando que o Evangelho é da editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Fique à vontade, Jaqueline. Obrigada mais uma vez, Gláusia. E é uma alegria, eu fui contemplada com essa passagem do evangelho, né, no seu capítulo 19, que trata a fé transporta montanhas. E o título desse desses itens, né, é o poder da fé. E como introdução desses dos itens neste capítulo, poder da fé, o Evangelho traz a passagem de Mateus em 17, capítulo 17 de do versículo 14 a 28. E essa passagem eh vai remeter, né, à passagem que Jesus se encontra com um homem que, aproximando-os lança-se de joelhos e diz, né, Senhor, tem piedade do meu filho que é lunático, sofre muito, cai muitas vezes no fogo, muitas vezes na água. E e esse homem relata Jesus que apresentou os discípulos, mas eles não o puderam curar. Jesus então, né, respondendo, diz, né, ó raça incrédula, depravada, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrereis? trazei-me aqui esse

e apresentou os discípulos, mas eles não o puderam curar. Jesus então, né, respondendo, diz, né, ó raça incrédula, depravada, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrereis? trazei-me aqui esse menino. E Jesus, então, eh, a a e tendo Jesus ameaçado o demônio, ele saiu do menino que no mesmo instante ficou som. E os discípulos vieram então ter com Jesus em particular e perguntaram: "Por que que isso aconteceu, né? Por causa por que que nós não conseguimos expulsar os demônios?" E Jesus então responde: "Por causa da vossa incredulidade, pois em verdade vos digos". Vamos pensar bem nessa nessa frase que Jesus disse aos discípulos, porque ela vai servir a cada um de nós por causa da vossa incredulidade. Pois em verdade vos digo, se tivesses a fé do tamanho de um grão de de mostarda, diriais a estas montanhas: "Transporta-te daí para ali e ela se transportaria e nada vos seria impossível". E aí, chegando lá no item três, o evangelho vai trazer para nós uma outra acepção da fé. E ela traz, né, no primeiro, no primeiro, no segundo item, que a fé como a confiança. E no terceiro item, ele vai trazer uma outra concepção, uma outra acepção dessa fé. Como a confiança que se tem na realização de uma coisa, a certeza de atingir determinado fim. A fé colocada como uma lucidez. E ao explorar e entendermos um pouquinho o que significa esse termo, vamos precisamos, né, pensar nesse termo de lucidez. com a compreensão. Então, nós já começamos a ver aqui que a fé ela não pode ser cega, ela precisa de trazer essa lucidez. Por quê? Ela vai permitir que em pensamento, a meta que se quer alcançar e vai nos proporcionar os meios para que a gente chegue lá. Então, a gente vai percebendo que, diferentemente de algumas concepções religiosas que colocam a fé como apenas um pequeno exercício, e muitas vezes quando nós estamos numa situação de fragilidade ou de uma grande sensibilidade, às vezes a gente se vê desprovido de fé. No evangelho, nesse capítulo aqui, a partir desse item, né, a partir do item

es quando nós estamos numa situação de fragilidade ou de uma grande sensibilidade, às vezes a gente se vê desprovido de fé. No evangelho, nesse capítulo aqui, a partir desse item, né, a partir do item dois até lá no C, ele vem explicando para nós que nós temos que ter algumas compreensões acerca dessa fé e que essa fé não é algo que vem com a simplicidade, com apenas, ah, eu não tenho fé, mas por que que a gente não tem fé? E aí a gente vai, à medida que a gente vai adentrando nesses itens, a gente vai compreendendo um pouquinho, né, o que nós podemos fazer para desenvolvermos essa fé ou para a fortalecermos quando já a encontramos. E eu vou ler aqui a o esse item, né, esse primeiro parágrafo do item três, de forma bem clara, para que possa ficar, né, bem esclarecido para nós o que a espiritualidade, os amigos benfeitores com a inspiração, né, ao inspirar Kardec para trazer essa ilucidação para nós, o que eles nos dizem nos dias de hoje, na atualidade. E esse texto é um dos textos que eu considero mais atuais, né? Todos eles são, mas esse fala muito especialmente ao nosso coração nos dias de hoje, porque ele vai trazer coisas que são bem contemporâneas, né? Eh, e isso v ao encontro daquele coração que que já às vezes, né, eh, acha que já não tem fé o suficiente para passar ou para encontrar, né, com essa esperança que o Espiritismo vem trazer para nós. Então, vamos lá no item três. Outracepção, entende-se como fé a confiança que se tem na realização de uma coisa, a certeza de atingir determinado fim. Ela dá uma espécie de lucidez que permite se veja em pensamento a meta que se quer alcançar e os meses de chegar lá. De sorte que aquele que a possui caminha, por assim dizer, com absoluta segurança. Num, como no outro caso, pode ela dar lugar a que se executem grandes coisas. Então aqui tem alguns elementos muito importantes que eu destaco, né? A fé ela nos dá a lucidez, mas ela também nos traz a absoluta segurança. entendendo a lucidez como a compreensão daquilo que nós vivemos, daquilo que nós

lementos muito importantes que eu destaco, né? A fé ela nos dá a lucidez, mas ela também nos traz a absoluta segurança. entendendo a lucidez como a compreensão daquilo que nós vivemos, daquilo que nós estamos, né, nas circunstâncias que nós chegamos a aos aos instantes do exercício dessa fé verdadeira nos garante essa segurança. Nós temos eh no espiritismo a a elucidação, vamos dizer assim, né? Nós entendemos, passamos a entender quando à medida em que nós vamos aprofundando no conhecimento, né, inicialmente de nós mesmos e em seguida daquilo tudo que tá à nossa à nossa volta, são princípios que nos fazem, nos fortalecem na fé. Olha o que o que Kardec coloca pra gente no segundo parágrafo. A fé sincera e verdadeira é sempre calma. faculta a paciência que sabe esperar, porque tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao objetivo visado. A fé vacilante sente a sua própria fraqueza. Quando estimulo o interesse, torna-se furibunda, significa furiosa, uma coisa sem fula, sem valor, e julga suprir com a violência a força que lhe falece. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança. A violência, ao contrário, denota fraqueza e dúvida de si mesmo. Então nós aprendemos, né, ao longo da nossa caminhada religiosa e vemos muitas, né, muitas pessoas proferirem que a fé ela tem aquele vigor da certeza, mas não de uma certeza com a calma, uma certeza da violência, né, que que às vezes é imposta e às vezes, muitas vezes até a gente vê pessoas, né, em orações fervorosas, né, entre aspas, né, exal colocando-se num tom de voz muito elevado, né? E definem como aquilo como uma presença, né, da fé, né, naquilo que elas eh pensam conseguir. E temos ainda a fé apenas do ponto de vista material. E às vezes, e muitas vezes, e nós aprendemos isso no espiritismo, a fé verdadeira ela não vai se estabelecer no período da bonança, no período em que você tem todas as coisas à sua volta. Muito pelo contrário, é naquele momento em que você percebe

so no espiritismo, a fé verdadeira ela não vai se estabelecer no período da bonança, no período em que você tem todas as coisas à sua volta. Muito pelo contrário, é naquele momento em que você percebe aquilo que te falta, mas a tranquilidade e a alegria de viver aquele momento, ali está instalada a verdadeira fé, a confiança, né? E ele coloca, olha, a confiança, a segurança absoluta, né? que ele diz ali no no período anterior. E aí ele ainda diz, ainda continua dizendo ainda, olha, eh, a calma na luta é sempre um sinal de força, de confiança, e a violência, ao contrário, denota fraqueza e dúvida de si mesmo. No item quatro, ele traz o seguinte aprendizado para nós. Cumpre não confundir a fé com presunção. E aqui eu acho que é um ponto fundamental, por a fé, ela não tá no tom da minha voz, ela não está naquilo que eu acho que é uma certeza ou naquilo que eu quero. E aí muitas pessoas, muitas vezes, desejam algo que não é para aquele momento ou algo que talvez nem para aquela encarnação, mas a pessoa acha que se ela continuar desenvolvendo aquele pensamento em torno daquilo, aquilo pode acontecer, né? E às vezes se frustram e e a gente encontra pessoas que estão ali naquele momento frustradas na fé. Mas por quê? porque colocou a esperança sem a lucidez, sem a compreensão. Não houve ali um processo de inteligência e de entendimento do processo pelo qual está passando. E aí, olha só, por a presunção, ela é fruto do egoísmo, da vaidade, daquilo que eu quero. Muitas pessoas às vezes, né, eh, vou dizer um termo que é bem goiano, né, encasqueta com uma coisa que só quer aquilo e só pensa naquilo e e às vezes acha que solicitar aquilo repetidamente e irrefletidamente é chama isso de fé. E às vezes de tanto insistir, acaba conquistando. Chega lá na frente, percebe que não era aquilo que realmente, né, era o necessário. Mas aí ele continua dizendo: "Olha, a verdadeira fé se conjuga à humildade. Aquele que a possui deposita mais confiança em Deus do que a si próprio." Então, a gente vê

realmente, né, era o necessário. Mas aí ele continua dizendo: "Olha, a verdadeira fé se conjuga à humildade. Aquele que a possui deposita mais confiança em Deus do que a si próprio." Então, a gente vê ali na passagem um pai desesperado que buscou ali nos discípulos, né, nos apóstolos, nos discípulos, a a a solução daquele problema, mas eles não conseguiram. E isso gerou muita dúvida no nos naqueles homens que estavam ali. E aí Jesus então trouxe para eles, né, a parábola lá do grão de mostarda. Mas aquele grão de mostarda e aquele desenvolvimento da fé, né, do tamanho da fé, vai ao encontro de tudo isso que Kardec vai esclarecendo aqui para nós, através dos espíritos amigos que o inspiravam naquele durante todo o processo de construção, né, dos livros, do livro dos espíritos e do evangelho também. Então, olha só o que que ele diz. Olha, por por saber que simples instrumento da vontade divina, nada pode ser Deus. Então, naquele momento ou em todos os momentos da nossa vida, nunca devemos achar que já estamos prontos e preparados, né? Porque a partir do momento em que nós presumirmos a nossa independência de Deus, é o momento da nossa queda, é o momento em que deixamos, né, de ter a confiança na no auxílio, na espiritualidade, né, naquela, eh, vamos dizer assim, daquilo que vem, né, que nos ampara, da força que nos move. né? Porque sozinhos nós não podemos nada, né? Nós não podemos nada, mas a partir do momento em que nós reconhecemos isso, já é um bom passo e um caminho para o desenvolvimento dessa fé verdadeira. No último parágrafo, no item C cinco, ele traz pra gente: "O poder da fé se demonstra de modo direto e especial na ação magnética. E aqui a gente vê todas a toda a elucidação do poderio que nós temos, porque o magnetismo tá presente em nós e nós podemos movê-lo, né, para o bem ou para o mal. E ele vai dizer: "Por seu intermédio, o homem atua sobre o fluido, agente universal, modificando-lhe as qualidades e lhe dá uma impulsão, por assim dizer, irresistível.

, né, para o bem ou para o mal. E ele vai dizer: "Por seu intermédio, o homem atua sobre o fluido, agente universal, modificando-lhe as qualidades e lhe dá uma impulsão, por assim dizer, irresistível. Daí decorre que aquele que é um grande poder fluídico normal, junto ardente de fé, pode, só pela força de sua vontade dirigida para o bem, operar esses singulares fenômenos de cura e outros tidos antigamente por prodígios, mas que não passam de efeito de uma lei natural. Tal motivo que Jesus disse aos seus apóstolos: "Se não curastes, foi porque não tinha fé, não havia compreensão desse poder que temos." E ainda ontem, quando eu fazia a leitura do livro de André Luiz, Os Mensageiros, eu achei muito interessante num num determin não a parada que numa caminhada que eles estavam fazendo, vindo em direção a à crosta da terra. E eles param num posto de socorro e ali é a primeira vez que André Luiz veio falar sobre o sopro, né, como uma ação fluídica importante. E aí o o mentor, né, que tava eh acompanhando e que estava com eles faz o esclarecimento, né, que se nós soubéssemos o poder, né, que há no sopro, que há nessa nessa capacidade, né, eh nós faríamos grandes coisas, né? E ali eu eh a gente vai entendendo e fica, né, às vezes imaginando, olha quanto que a nossa compreensão é pequena, né? num em algo que às vezes nós temos e podemos contribuir, que é através do nosso próprio magnetismo, né? Podemos executar eh e exercer e podermos ajudar a espiritualidade, né, a curar pessoas, a acalentar corações, né? E a gente às vezes se acha, né, impotente diante eh das possibilidades que nos são colocadas. Então eu achei magnífico, né, quando ele coloca essas elucidações, trazendo aqui para nós esse esse campo do conhecimento, que é o exercício, a cura através do passe, que também, né, uma área de do atendimento espiritual, a irradiação, que também é outra possibilidade, né, de de exercício dessa fé verdadeira. Mas isso precisa acontecer com essa lucidez, desenvolvendo em nós essa confiança,

de do atendimento espiritual, a irradiação, que também é outra possibilidade, né, de de exercício dessa fé verdadeira. Mas isso precisa acontecer com essa lucidez, desenvolvendo em nós essa confiança, essa absoluta segurança daquilo que nós estamos fazendo, com entendimento de como esses processos ocorrem, de que forma, quais são os cuidados que eu preciso ter, né, para que de fato eu possa auxiliar o outro, né, dentro desse exercício da fé. Há pessoas que dizem que o espírita não tem muitas restrições, né? Eu discordo por eu preciso observar, né, em que condições eu estou e qual conhecimento eu tenho para então eu poder auxiliar. E é óbvio que muitas vezes a espiritualidade nem precisaria de fato, né, dos encarnados. Eles o fazem. por misericórdia da gente, porque nós entendemos que é a caridade que vai eh que é, né, o o o a o grande diferencial, né, e o a verdadeira salvação tá ali na disposição da ajuda, na disposição que a gente tem de auxiliar aqueles que às vezes estão em alguma condição e eu tenho algo a oferecer. E aqui nesse parágrafo, né, ele traz, né, Kardec traz as elucidações para nós, que se naquele momento os discípulos soubessem desse poder do magnetismo, né, eh já tivessem parado para refletir sobre isso e tudo aquilo que acontecia ali naquele momento das das diversas vezes em que Jesus exerceu, né, essa condição de cura ali pertinho deles, eles também poderiam fazer isso. Mas na verdade eh o que ocorreu foi não essa não reflexão. Daí a dificuldade deles de realizar aquele efeito, né, sobre a aquele aquilo aquele fenômeno, né, que estava acontecendo ali com aquele jovem, né? Eh, Gláusia quer? Vamos ouvir o chat, ver se tem alguma pergunta, algum comentário, né? Conversar agora. Vamos sim, sim. Vamos conversar um pouquinho, né? Vamos ver como tá aí. Não, não poderia ter sido diferente. Foi muito esclarecedor, de forma muito clara, muito bom. Só tenho a te agradecer, Jaqueline, e eu gostaria que a gente eh voltasse na questão do pensamento. A gente busca, né, o que que é esse

erente. Foi muito esclarecedor, de forma muito clara, muito bom. Só tenho a te agradecer, Jaqueline, e eu gostaria que a gente eh voltasse na questão do pensamento. A gente busca, né, o que que é esse pensamento, a gente vai ver que é um processo mental que envolve a elaboração de ideias, de conceitos, juízos e raciocínios e constituídos por elementos sensoriais como imagem, perceptivas e representações. Então você diz, se dá fé, a fé ela é divina. Nós precisamos, né, ter fé em Deus. Nada acontece sem a permissão de Deus. Sim. Eh, mas precisamos fazer o que nos cabe na realização daquilo que a gente se propõe, daquilo que nós almejamos. esse pensamento. Então, levando por essa perspectiva, como é que a gente pode ajudar nessa realização, nessa materialização do que nós queremos? Então, eh, eu, eu penso e, e reflito muito porque nem sempre às vezes, eh, aquilo que a gente projeta como uma meta, né, como um objetivo, eh, é realmente de fato a gente tá dentro daquele daquela determinação, vamos dizer, daquilo que eu preciso fazer, né? Então, o que eu preciso é compreender, né, primeiro, qual é o sentido, eh, o que eu quero, né? Tá, tá de acordo com o meu caminhar, né? Tá de acordo com os os o preceitos que eu tenho, as verdades que eu já consegui conquistar ou é algo que tá mirabolante? Então, entendendo, pensando, eh, refletindo, né, sobre esse, esse pensamento, sobre essa, essa meta que eu quero, né, realmente tá tá dentro do daquilo que eu desejo, daquilo que eu não é bem do que eu desejo, porque a gente deseja muita coisa, né? E a gente pensa muitas vezes em ter coisas do ponto de vista que às vezes poderia facilitar a nossa vida, né? Mas nem sempre eh essa condição nessa existência vai ser o melhor para mim. Então eu preciso de ir encontrando, ajustando, né, esse essa forma do meu pensamento com essa realidade do verdadeiro estágio em que eu estou. Como é que a gente pode auxiliar o outro a desenvolver essa fé, né? Eu chamando sempre essa pessoa a reflexão sobre as

forma do meu pensamento com essa realidade do verdadeiro estágio em que eu estou. Como é que a gente pode auxiliar o outro a desenvolver essa fé, né? Eu chamando sempre essa pessoa a reflexão sobre as atitudes, né, sobre os processos que no nos quais ela encontra ali naquele momento. Como eu sou da área da educação, então a gente tem sempre assim algo que a gente talvez quer ensinar e às vezes nem sempre você vai conseguir alcançar, né? Mas eu penso que seria através dessa dessa reflexão mesmo. Eu vejo muito dessa forma, né? é buscar na essência o que eu vim fazer, qual é a minha missão. Eu acho que respondendo um pouco essa pergunta, a gente chega ali numa num fio, né, condutor, né, da minha existência para o desenvolvimento da fé, né? Nós poderíamos então assim fazer uma síntese do que você disse, pensando que se o que eu quero é bom para mim e para os outros, né? não seria algo apenas egoísticamente, seria algo para compartilhar. Eh, ainda nesse nessa questão, eh, as pessoas às vezes nós nos encontramos em situações muito difíceis, às vezes como você mesmo trouxe esse trabalho de de construção da fé, porque ela é inata, ela já está dentro de nós. nós temos que desenvolvê-lo. Nós vamos desenvolver-lo em situações que nos coloca à prova, certo? E então, nessa perspectiva, em qualquer situação infeliz que nós estejamos, esse pensamento aliado com a vontade pode nos impulsionar a sairmos ou a resolvermos ou ao ou a minimizarmos as situações difíceis, desafiadoras nas quais nós podemos nos encontrar. E aqui no item quatro, Gláusia, quando ele coloca, né, que a gente não pode confundir a fé com a presunção, eu acho que vai muito ao encontro do que você colocou. E aí ele diz que a verdadeira fé, aé a fé nem fala assim, só a verdadeira fé, assim, ele fala, a verdadeira fé se conjuga a humildade daquele que deposita mais confiança em Deus do que em si próprio. Então, mesmo nas adversidades, naquilo que a gente olha e pensa: "Agora não vou conseguir". Então, nós precisamos ali

juga a humildade daquele que deposita mais confiança em Deus do que em si próprio. Então, mesmo nas adversidades, naquilo que a gente olha e pensa: "Agora não vou conseguir". Então, nós precisamos ali naquele momento, né? eh respirar, né? Entender que não é é não é uma coisa fortuita, não é uma uma apenas ali, você não está aqui só de passagem, né? Existe toda uma organização que vem ao nosso auxílio, né? Por mais que nós às vezes nos achemos perdido, por mais às vezes que a gente acha se não agora a gente não tem solução, né? Então há sempre por isso que você traz, né? Que que você me me fez reportar, eh essa essa fé é aquela presença de Deus que todos nós já trazemos, né? Então, nesses momentos de grande dificuldade, é preciso que a gente desperte essa lembrança dentro de nós, que deixe que ela reviva dentro de nós, né? E conseguirmos aos poucos devagarinho, né? E percebendo esse auxílio que sempre chega. De que forma, né? Às vezes numa música, às vezes num programa, às vezes numa leitura, né? E a leitura até do próprio evangelho. E com certeza, né? Teve um período na minha vida em que eu tinha um evangelho na sala, no quarto, na cozinha, porque a situação tava desesperadora e todas as vezes que eu abria, eu tinha ali um alento, né, paraa minha alma. E aquelas palavras do evangelho, elas iam a encontro do meu coração aflito, né? E eu li percebendo nessas pequenas coisas eh o tamanho eh da ajuda que a gente tem. Então, quando a coisa tá muito difícil e a gente se sente desprovido dessa fé, né, lembre-se que nós estamos sozinhos, né, que há sempre alguém que nos auxilia, que vem e que nos ajuda a despertar isso que já está dentro de nós, né, trazendo para nós essa essa confiança e esse conhecimento também. Nossa, eu tava tão desesperançada e agora eu tô cheio de esperança. Esse pensamento vem vem de onde, né? Então, uma parte tá dentro de mim, daquilo que tá ali adormecido, e a outra parte vem dos nossos amigos, né, que nos auxiliam e do grande amor que Jesus tem por cada

se pensamento vem vem de onde, né? Então, uma parte tá dentro de mim, daquilo que tá ali adormecido, e a outra parte vem dos nossos amigos, né, que nos auxiliam e do grande amor que Jesus tem por cada um de nós, né? Perfeito, Jaquelim. E nós vamos eh trabalhando essa fé através da nossa prece, a sintonia fina que nós vamos adquirindo, né, com a espiritualidade maior, com Jesus. Claro, com Deus, nosso pai. Só pra gente ressaltar, a fé ela é calma. Uhum. Ela é orgulhosa. Sou eu, é meu, eu que conquistei, eu que sei. Porque nós já sabemos muito pouco. Nós sabemos o suficiente para trabalharmos em nós o que a gente precisa de autoconhecimento, de reforma íntima, de construção. Mas quem vai nos auxiliando nessa caminhada para fazermos melhores escolhas? Se estamos em sintonia, será nosso espírito protetor diretamente, os benfeitos, aqueles que nos auxiliam no nosso trabalho, nos centros espíritas, no movimento espírita e, claro, Jesus. E nós vamos então entender que a fé ela ela é divina e ela é humana. E até este capítulo nós vamos chegar a isso. Exato. Lá na vai acrescentar isso, né? Mas a gente, por tudo que você colocou aqui, não dá pra gente não mencionar isso. Uhum. Essa fé, é acreditar, né? é saber, é ter confiança e na verdade é entrega a Deus, mas é a confiança em nós mesmos de saber que nós conseguimos, que nós vamos transpor essas essas montanhas que são as dificuldades. E o que assim é e o que eu acho assim muito interessante que Kardec ele ele vai trazendo pra gente um modelo de fé um pouco assim, não é aquela coisa só do fenômeno, né, só do do mundo espiritual, não. Ela tá aqui, tá materializada. No item cinco, quando ele fala, olha, o poder da fé se demonstra de modo direto na ação magnética, né? Quando ele traz isso é a materialização, né? Então, tendo fé, nós temos elementos em nós que pode trazer, pode levar a cura, né? Pode gerar inclusive a cura em nós mesmos, né? Claro que sempre com a ajuda, né? Voltada para o bem. É óbvio, né? que a gente precisa também esclarecer sobre

ós que pode trazer, pode levar a cura, né? Pode gerar inclusive a cura em nós mesmos, né? Claro que sempre com a ajuda, né? Voltada para o bem. É óbvio, né? que a gente precisa também esclarecer sobre isso, mas aí a fé ela deixa de que de ter somente aquele teor, né, sobrenatural, né, e a gente passa a entender e começa a entender porque ao longo do restante do capítulo ele vai trazer essas elucidações para nós de que essa fé ela é palpável, ela é, né, corpórea, ela é, né, ela é uma, é a forma da materialização, né? né? Não, e inteligência, olha que ele usa esse termo, né? Olha, eh, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, né? Então, olha como eh tá aqui, né? tá pertinho de nós e nós podemos a Cátia trouxe para nós, olha, eu quero ler aqui rapidamente Adalva Ferreira dando boa noite para nós. Ela é de Jusara, Goiás. A Durvalina Francisca também, a Lucimar falando: "Olha, Jaqueline querida, que bom vê-la no Evangelho no Lar. Um grande abraço, um abraço para você também". Seja bem-vinda, Lucimar. E a Cátia traz para nós, olha, tempo de confiança, item 40, no livro Caminho, Verdade e Vida, né, de ano, psicografado pelo Chico. Na atualidade dolorosa, inúmeros companheiros invoca a cooperação direta do Cristo. E o socorro vem sempre, porque é infinita misericórdia. a misericórdia celestial, mas vencida a dificuldade. Esperem a indagação. Onde está a vossa fé? E outros obstáculos sobrevirão, até que o discípulo aprenda a dominar-se, a educar-se e a vencer serenamente com as lições olhacer serenamente. Fique à vontade para você. comentar aqui. O Carlos Campos também tá dando boa noite, queridos. Ela continua, ela continua. Jaqueline, olha, às vezes temos desejo. Uhum. Nos esforçamos, mas não acontece. Pode até ser um livramento, é procurar fazer de outra forma ou tentar outra coisa. A confiança em Deus é primordial. Isso. Então, o que a Cátia traz e esse texto belíssimo, né, de Emanuel, vai ao encontro de tudo que nós com nós abordamos um pouquinho, né? Às vezes a

ar outra coisa. A confiança em Deus é primordial. Isso. Então, o que a Cátia traz e esse texto belíssimo, né, de Emanuel, vai ao encontro de tudo que nós com nós abordamos um pouquinho, né? Às vezes a gente tem aquele desejo, né, expresso às vezes na vontade e aí eh às vezes até nos frustramos quando não conseguimos atender. Ou às vezes quando nós conseguimos e vemos que não era aquilo, a gente pede perdão 1 vezes, né? Eh, porque a gente exerce, executa mal, né? A gente a gente não tem a noção da totalidade. A verdade é essa. A medida em que a gente vai amadurecendo, eh, para alguns, né? Isso não é regra geral também, não, né? Mas a e quando a gente fala de amadurecimento é o conhecimento mesmo de si mesmo, né? que às vezes a gente associa amadurecimento a uma pessoa que viveu muito e nem sempre as pessoas que vivem muito amadurecem porque não refletem, né? E é muito importante a gente saber diferenciar, né? Antes de de qualquer coisa, de qualquer eh de qualquer abordagem que a gente venha fazer conosco mesmo, né? Tô falando no sentimento de frustração, né? Às vezes a gente deseja tanto algo, quer tanto aquilo com intensidade e e a espiritualidade tá sempre ali tirando da gente, né, os mentores, né, aqueles que que convivem conosco há séculos que nos conhecem, se não vai dar certo, né? Vamos lá, traz outra atrativo às vezes pra nossa mente e a gente fica ali insistindo. Então, o que a Cátia traz é muito importante, né? Porque é preciso que a gente devagarzinho, não é? Não precisamos, né? Só parafraseando o que Bezerra de Menez traz pra gente, né? Eh, é apressado, é urgente, mas não é apressado, né? Então, essa maturidade para nós da nossa fé, ela é urgente, mas ela não é apressada. Então é pouco a pouco que a gente vai conseguindo aliar, né, aquilo que eu quero, aquilo que eu espero. E muitas vezes a gente chega às vezes nem nem ficar desejando demais, principalmente do no que corresponde às coisas materiais, né? Porque a gente é tão feliz com o que a gente tem que a

ue eu espero. E muitas vezes a gente chega às vezes nem nem ficar desejando demais, principalmente do no que corresponde às coisas materiais, né? Porque a gente é tão feliz com o que a gente tem que a gente só sabe agradecer, né? E ali, pela misericórdia mesmo, a espiritualidade, né, vai trazendo pra gente aquele algo a mais, né, e a gente só agradece. E porque esse agradecimento que é um exercício da fé também, né? Agradecer aquilo que a gente tem. Então, muito obrigada pelas contribuições e por teros lembrado aí desse texto maravilhoso de Emanu, né? Ele é fantástico. É interessante que às vezes nós não temos aquilo que merecemos, mas nós temos sempre aquilo que precisamos para a conquista desse amadurecimento que você trouxe. Sabe, Jaquel, enquanto você estava falando, eu lembrei do Evangelho Rede Vivo. Uhum. Que nós estudamos, né? Que nós fazemos, né? Que a mensagem do Cristo precisa ser conhecida, meditada. sentida e vivida. Então falta isso, né, essa buscar esse entendimento, essa compreensão, esse sentimento, qual que é o sentido, né, que Jesus trouxe para nós todos esses ensinamentos exemplificados. como é que nós vamos traduzi-los na nossa no nosso dia a dia, que não é só nosso templo de oração, que é o centro espírita especificamente, ou pode ser em outra denominação religiosa, mas no nosso lar, não somente na nossa casa física, mas na nossa casa mental, no nosso coração, para que a gente possa cada vez mais eh transpor esse olhar, né, eh elevar esse olhar acima do que é agora terra a terra, né, para vivenciarmos mais essa questão espiritual, não somente pensando na terra aqui e agora, nesse imediatismo. Eh, a Janete também está falando, ó, trouxe para nós aqui no chat, gostei quando você falou que podemos desenvolver a fé no momento de petições nas aflições. Pode comentar, já querem ficar à vontade, então, né? Eh, na assim, as pessoas às vezes, né, são poucos, eu conheço poucas pessoas que que não precisaram do sofrimento para chegar ao exercício de uma fé, né?

omentar, já querem ficar à vontade, então, né? Eh, na assim, as pessoas às vezes, né, são poucos, eu conheço poucas pessoas que que não precisaram do sofrimento para chegar ao exercício de uma fé, né? Poucas pessoas assim, né? Ao longo da da minha existência, eu tive poucas pessoas que que já traziam isso bem claro assim, né? E e às vezes o objetivo da aflição seja esse mesmo, né? nos levar a ao desenvolvimento, né, dessa potência que nós carregamos dentro de nós, né, de percebermos coisas que quando as coisas estão na bonança a gente não percebe, né? Porque ali naquele momento da aflição que a gente descobre os verdadeiros amigos, verdadeiros amores, né? Aquilo que realmente é importante, né? E e é ali, né? Que a gente descobre os nossos que são que é desvendado para nós, na verdade, os nossos verdadeiros talentos, né? Há pessoas que ao proferirem uma prece e naquele momento ali da alma angustiada, né? Eh, são músicas, né? Aos ouvidos da espiritualidade que às vezes estava só aguardando aquele momento ali, né? Para que ele se fizesse presente, né? ali eh de forma eh eh como eu vou dizer, palpável para nós, né? Porque o tempo todo eles estão nos olhando, tão nos conduzindo, mas a percepção desse auxílio, ela vem muito mais fortemente dentro de nós, nesses momentos em que nos vemos, né, eh, sozinhos. E isso vai fazendo que a gente se torne e desenvolva essa absoluta segurança, não para fazermos o que a gente quiser. Veja bem, não temos essa presunção, porque a humildade precisa estar junto. E na humildade a gente entende que não estamos sozinho, não podemos tudo. Nós temos que ter os nossos eh limites, né? Então eu não posso. Ah, então eu tenho fé, eu sou uma super mulher. Não, não é assim, né? Eu tenho fé e sei que aquilo que eu estou passando tem um porquê, né? Tem uma causa, né? E eu preciso sanar essa causa hoje em mim para que cesse o meu sofrimento. E isso é a fé. Quando eu descubro isso, né? Eu começo a essa fé. Desculpa. pode falar. É, e aí eu começo a perceber, então, né, essa essa fé em

essa causa hoje em mim para que cesse o meu sofrimento. E isso é a fé. Quando eu descubro isso, né? Eu começo a essa fé. Desculpa. pode falar. É, e aí eu começo a perceber, então, né, essa essa fé em mim, né, é entender que a dor é um processo pedagógico de crescimento. Sim, né? Muito bem, muito bem. Ótimo. Lembrando aí você trouxe, a gente lembra de Kardec, ela é uma reunião e que os pensamentos eles eles são uníssimo tem um poder muito maior. E aí nós trazemos a atividade de radiação mental, que são as vibrações. Quando nós reunimos ali em prece, em pensamentos bons, endereçadas a quem quer que esteja, a quem estiver doente, a quem estiver eh passando por uns desafios, com certeza a espiritualidade soma a essa força, a esse magnetismo que vai endereçada, potencializada a aquele que precisa, aquele que está sendo ali um alvo para um alvo benéfico. Então nós precisamos acreditar nessa questão. O Carlos ele também traz, olha, car ele os nossos sofrimentos são proporcionais às nossas imperfeições morais e por elas e também pelas vicissitudes podemos ter uma ideia da natureza, da falta que cometemos e o que precisamos melhorar. Maravilhoso que o carro trouxe. Então, o tamanho do meu sofrimento é o tamanho daquilo que precisa prender. Verdade, né? E é a mais pura realidade mesmo. Essa reflexão que o Carlos traz é vai, né, assim, vem de cheio, né, porque é isso aí mesmo, né? Eh, e e demonstra também a o tamanho da misericórdia, porque ao invés da espiritualidade, né, eh, permitir que a gente fique, né, eh, isolado ou em sofrimento ou numa treva eterna, não. Ele nos dá a possibilidade de renascermos, corrigindo os nossos erros, né? mesmo que por um determinado tempo ou toda a vida, né? Tem pessoas que às vezes a vida existencial foram grandes sofrimentos, mas de grandes respostas também, né? De grandes encontros, né? Diríamos assim. E vai depender do que e como eu vou fazer, né? como é que eu vou reagir diante desse sofrimento aí, dessa percepção? Quando a gente entende,

ostas também, né? De grandes encontros, né? Diríamos assim. E vai depender do que e como eu vou fazer, né? como é que eu vou reagir diante desse sofrimento aí, dessa percepção? Quando a gente entende, quando a gente permite que a nossa inteligência se seja efetivada para essa compreensão, a gente manda bem, vai bem aí, né, nessa eh nessa conquista desse espaço e dessa confiança que o evangelho nos traz ao desenvolvermos a fé. Eh, o que vai ao encontro que você trouxe, que é importante ressaltar, Jaqueline, é a questão da revolta diante das dificuldades dos sofrimentos, porque aí eu me arrasto em sofrimento. Sim, eu me arrasto em sofrimento, sendo que a proposta da dor é de aprendizado. Eu aprendo, né? Eu aceito, compreendo, reflito o que eu preciso aprender. E esse processo vai com a ajuda de toda a equipe espiritual, do meu espírito protetor. Eh, ao contrário, se eu ficar me debatendo, recusando, buscando eh responsabilizar os outros, esse processo demora mais. E até acontece a questão de repetições das mesmas situações até que venha acontecer esse aprendizado. Uhum. E isso também é reportado, eh, Gláus, quando o Evangelho aqui no item quatro ele vai falar sobre a presunção, né? quando nós muitas vezes eh nos achamos o centro, né, eh de tudo aquilo da família ou às vezes da sociedade em si, a gente se coloca como centro, eh, é onde que às vezes a gente consegue concentrar ali, né, um tempo maior de de sofrimento, né? Então, procurar sair um pouco desse centro, perceber que todos nós somos pessoas amadas e tem alguém que vela, que chora por nós, que nos ama. Não, eu não sou a única detentora dessa qualificação, né? Não, todos nós. Então, olhar o outro com esse com essa empatia, né? tentando perceber, pera aí, eu tô sofrendo, mas os meus filhos também tão, meu esposo também está, minha mãe também sofreu, né, tentando eh se colocar no lugar do outro. Eu acho que que aí a gente sai dessa presunção de achar, né, que só a gente sofre, né, que as coisas para mim nunca nunca dá certo, né, porque isso

ofreu, né, tentando eh se colocar no lugar do outro. Eu acho que que aí a gente sai dessa presunção de achar, né, que só a gente sofre, né, que as coisas para mim nunca nunca dá certo, né, porque isso não é verdade, né? Às vezes aquilo que você pensou que é o desejo, né, que a Cátia trouxe lá para nós, né, aquilo que é o desejo, né, que tá ali às vezes explícito, né, só eu que não consigo ver que não é bom para mim, não vai ser bom, não vai ser, né? Eh, e de repente a gente acha e se vê ali como pior miserável, né, da situação. Então eu acho que mais uma vez é o autoconhecimento, é o o buscar um entendimento, né? Quem sou eu, que eu estou procurando, né? E não precisa de regredir, né? Porque a gente já a nós foi dado essa essa linda, eu eu chamo isso de amor, de cuidado, né? O o esquecimento, né? eh, das nossas causas pretérit, daquilo que a gente foi lá no passado, foi exatamente para que a gente pudesse começar de novo, né? Mas entender, buscar compreender o que esse sofrimento, o que esse momento tá me trazendo de aprendizado, né? E é incrível quando você, e nós temos grandes exemplos disso, né? O próprio Chico Xavier, né? Eh, e outros tantos personagens que eu chamo de meus heróis, né, que vão nos mostrar isso, que mesmo diante de tanta in, né, ou incapacidade ou algum às vezes condições materiais conseguem se doar tanto, fazer tanto pelo outro, né, na busca exatamente dessa compreensão. Qual é o sentido da minha vida? tornar, né, a vida um pouco mais útil, né, procurando, porque sempre há o que doar, sempre há o que fazer, né, sempre olhar, eu tô sofrendo aqui, mas olhar paraa direita e paraa esquerda e ver que há pessoas em piores situações muitas vezes, né, do que a gente e tentar ajudar de alguma forma. Muito bom, muito bom mesmo. Olha, o tempo passa muito rápido, Jaquelinha, então, né? Passa muito rápido. Nós já estamos encerrando. Que noite de evangelho maravilhosa. Eu só tenho te agradecer, agradecer a todos que estão conosco neste momento, mas eu queria que

Jaquelinha, então, né? Passa muito rápido. Nós já estamos encerrando. Que noite de evangelho maravilhosa. Eu só tenho te agradecer, agradecer a todos que estão conosco neste momento, mas eu queria que você deixasse as suas considerações finais, certo? Então, né? E para fechar, eh, a gente precisa deixar, né, de, eu acho que não é nem deixar, é absorver, né, mais do evangelho, usarmos, né, dessas de cada texto, de cada pronúncia, né, seja dos mentores que acompanhavam Kardec, seja dele mesmo, né? A gente vai ver uma grande parte também, né, do evangelho, ele traz para nós, né, de um sentimento tão tão próximo, tão real, né, dentro de nós e encontrarmos ali, né, no nesse momento do evangelho do lar, procurar não é algo de outro mundo, não é algo que precisa, não é uma reunião ali simples, né? que você pode inclusive unir eh outras outras preceitos religiosos, outros, né, pessoas que às vezes que às vezes ah, não vou fazer o evangelho lá porque lá em casa tem um católico ou tem um evangelho, não, né? É esse bate-papo, né, que é legal da gente fazer e cada um pode expressar as suas ideias, né, que é o a a riqueza do evangelho. E saber que nós, quando nós desenvolvemos o evangelho no lar, é o momento de nós estarmos primeiro exercendo a nossa fé. É caridade para aqueles que estão conosco dentro do nosso lar. Mesmo que a pessoa às vezes não queira participar, não tem problema. Porque quando você faz o evangelho no lar, você cria uma redoma protetora e todos que estão ali estão protegidos. Então, é uma forma de expressar amor. E ali no evangelho, no lar, é o momento em que a gente treina, né, e desenvolve a nossa fé. Então, quer quero fazer palestra. Onde é que a gente começa? No Evangelho do Lar. Ah, eu quero ser um médium. Onde é que a gente desenvolve isso? Lá no Evangelho do Lar, sem sessão mediúnica nenhum na sua casa. Não precisa disso, né? que eu quero dizer que é o exercício realmente de todas as bases, né, do espiritismo. E uma coisa, Glaus, que que eu acho assim muito interessante é a

iúnica nenhum na sua casa. Não precisa disso, né? que eu quero dizer que é o exercício realmente de todas as bases, né, do espiritismo. E uma coisa, Glaus, que que eu acho assim muito interessante é a força que a esposa do Kardec teve, Emily, né? Eh, assim, é incrível uma mulher conseguir eh conviver, né, durante todo aqueles processos, né, que ele passou por toda a dificuldade, né, e ela ali conseguiu se manter firme, né? Então, eu tenho certeza que a fé foi ali foi iniciada ali dentro do lar, que foi o que deu a ela as condições, né? Eu tava lendo eh esses dias uma um artigo da revista depois da morte da revista espírita, depois da morte de Kardec, ela num tribunal, né, defendendo a o o nome Kardec, né, e defendendo as ideias, aquilo que ele trouxe, os fundamentos que ele trouxe do espiritismo, né, e com uma propriedade assim Sim, muito grande. Então, tá ali no lar, né, trabalhando junto com ele, sendo companheira, tendo a oportunidade de de dialogar com ele, né, sobre todo aquilo aquele trabalho que ele fazia, é que ela foi adquirindo essa força para conseguir, né, cumprir também a missão dela na vida, né, que ela também teve a sua missão. Então queria deixar aí, né, com com as pessoas que estão iniciando seus lares ou as pessoas que, né, que estão começando seus novos lares ou as pessoas, os filhos, né, que seja exemplo, né, chame os seus pais que não importa a concepção religiosa, o evangelho no lar ele independe, ele extravaza esse conceito, né, e vai pega o versículo da Bíblia mesmo, leia, dialogue sobre ele tem tantos ensinamentos, né? E vai trazendo aos poucos os conhecimentos e a lucidez que o Espiritismo nos dá. Muito obrigada, querida. Muito obrigada. Teremos outras oportunidades, com certeza. Agradecemos mais uma vez a participação de todos neste momento, a todos que acessarão o nosso evangelho no lar. E semana que vem nós continuaremos o nosso evangelho no lar. Estão todos convidados. Eu peço então para o Natã para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento

gelho no lar. E semana que vem nós continuaremos o nosso evangelho no lar. Estão todos convidados. Eu peço então para o Natã para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Fiquem com Deus. Até semana que vem. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.

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