Evangelho no Lar • 11/05/2025
Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo
Olá, sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online. Hoje uma atividade muito especial, porque ela encerra uma semana toda especial em que a nossa casa trabalhou em todos os dias nas atividades da casa, mas também aqui no Evangelho, o tema da família. E hoje é um domingo, um domingo em que o mundo dedica para lembrar o dia das as mães, não é? Então, é um domingo especial também para todos nós. Eu quero cumprimentar inicialmente a todos que estão conectados através do canal SE, a todos vocês que estão sempre conosco, mas também os amigos que hoje, por ser domingo, estão conectados através da TV Mansão do Caminho. Quero dar um alô também aos amigos da Web Rádio Fraternidade, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas, a Rádio Espírita do Paraná, são nossos parceiros de transmissão. E como sempre nóemos aqui a nossa tradição de dar um oizinho aqui para algumas das pessoas que estão estão aqui conosco, como o ele dizendo ali, né, vibrações ao para o nosso irmão Divaldo pelos seus 98 anos. Relembrando o dia 5 de maio, próximo passado, quando o nosso querido Divaldo fez o seu aniversário. Eh, boa noite, então, Onaldo lá de São Luís do Maranhão, também Danilo Alegrete, aliás, que é o marido da Cha, está ali registrando seu oi para todos nós. Um amigo querido, receba o nosso abraço, Danilo. É bom saber porque a Cha nos disse que o Danilo não perde um evangelho, né? A semana toda tá com a gente. A Dulce Irene de Souza lá de Tijuca, Santa Catarina. Boa noite, Dulce. A Vanda de Campina Grande, na Paraíba. Olha que que beleza. Fernando de São Lourenço, Minas Gerais. Alguns representantes de vários estados. A Claudete Freire de São Paulo capital. Boa noite, Claudete. A Cibelle de Brusque, Santa Catarina, receba também o nosso abraço. Edilene de Serra Talhada, Pernambuco. Olha aí, lá da terra, do estado do nosso convidado de hoje. E também, é claro, né, a gente sempre escolhe alguns nomes de pessoas que, na nossa percepção, estão vindo assim pela primeira vez. Alguns, claro,
í, lá da terra, do estado do nosso convidado de hoje. E também, é claro, né, a gente sempre escolhe alguns nomes de pessoas que, na nossa percepção, estão vindo assim pela primeira vez. Alguns, claro, alguns são nossos conhecidos, mas nós temos uma equipe aqui de amigos que estão sempre conosco, né? Eh, e como a Aurora, o Trad, a Neusa, ah, olha o Hélio, Hélio Címarco, eh, quem mais? Nossa, tanta gente, né, que se a gente fosse cumprimentar, a gente não sairia do lugar. Então, meus amigos, é uma alegria. Eu dizia que é um domingo especial também por termos entre nós ou conosco hoje nosso querido Leonardo Machado, vem fechar aí coroando essa nossa semana. Leonardo já esteve conosco várias vezes, mas vale lembrar, é de família espírita, atua como palestrante desde os 17 anos de idade, é trabalhador voluntário da Federação Espírita Pernambucana, colaborador da Associação Médico Espírita do Estado de Pernambuco, tem livros publicados pela FEB, que é federação, a editora da Federação Espírita Brasileira, por exemplo, transtornos psiquiátricos, um olhar médico espírita, vida saudável e feliz, Evangelho de Jesus e Saúde Mental. também Divaldo Franco, Mediunidade ou Distúrbio Mental, publicado em parceria com Liliane Machado, Leonardo Machado. Então, eh, é profissionalmente médico psiquiatra, psicoterapeuta, palestrante e professor adjunto da Universidade Federal de Pernambuco. Querido amigo, muito bom recebê-lo aqui mais uma vez. Seja bem-vindo. Boa noite, viu? Boa noite, Adriano. Boa noite a todos. É um prazer estarmos de fato, mais uma vez aqui no Evangelho no Lar e para te receber duas mães, avós, amigas, trabalhadoras da nossa casa espírita. Eh, muito bom tê-las aqui. Senen Alegrete, boa noite. Chau. Boa noite, Adriano Leonardo e a minha querida amiga Cleid de muito tempo. Não vou contar quanto, Cleide, mas é sempre uma alegria estar aqui no Evangelho e hoje, especialmente por ser esse dia especial para todas nós mulheres. Um ótimo dia para todas mães e avós. Um ótimo evangelho para
r quanto, Cleide, mas é sempre uma alegria estar aqui no Evangelho e hoje, especialmente por ser esse dia especial para todas nós mulheres. Um ótimo dia para todas mães e avós. Um ótimo evangelho para nós. Leide, eu esqueci de mais uma mais uma forma de apresentar vocês duas. As duas, Leonardo, também já foram presidentes da nossa casa espírita. Então você veja, né, Cleid? Boa noite, amiga. Boa noite. Boa noite a todos. Leonardo, Adriano, Chau, querida. Estamos aqui mais uma vez, né, nesse dia especial dedicado a nós, né, as mães, as avós. Então, com muita alegria que nós podemos neste dia estar aqui junto de vocês. Então, Leonardo, uma boa seja muito bem-vindo novamente no nosso no nosso evangelho. Que todos nós possamos aproveitar muito esses momentos aqui. Isso aí. Maravilha. Então, minha gente, vamos lá, né? Já estamos quase no nosso horário. Vamos convidá-los, convidá-las mais uma vez para orarmos juntos sempre nesse momento, desde a oração, né? unirmos de fato os nossos pensamentos, participarmos desde esse início e temos quase todos os domingos, Leonardo, eu tenho lembrado as pessoas, né, da da importância de nós envolvermos eh em sentimento e vibrações de gratidão, de amor, de afeto, de carinho, o nosso Divaldo Franco, que foi aqui lembrado por um dos nossos eh participantes aqui do chat. Então, mais uma vez, eu convido todos vocês para que durante a oração dediquemos, não é, a as nossas vibrações também a esse nosso irmão que tanto fez e tanto nos ofertou e que agora, né, nesse momento em que parece estar vivendo aí o pôr do sol da sua da sua jornada aqui junto conosco, a gente precisa precisa simplesmente agradecer, né? Então vamos pedir a Sha que conduza os nossos pensamentos na prece de abertura dessa atividade. Jesus, nosso irmão e mestre, é com grande alegria que chegamos ao final de uma semana em que nos preparamos todos os dias para estarmos aqui finalizando essa semana em que dedicamos a família, não só a nossa pequena família, mas a grande família.
ria que chegamos ao final de uma semana em que nos preparamos todos os dias para estarmos aqui finalizando essa semana em que dedicamos a família, não só a nossa pequena família, mas a grande família. que é a humanidade. Agradecemos, Senhor, por todas as bênçãos recebidas, por todas as lições, todas as reflexões, que aquelas que calaram em nossos corações possam ser aplicadas, porque é através disso que chegaríamos ao mundo que tanto queríamos de regeneração. através dos cuidados com a família, que é a célula mat da sociedade, é que nos tornaremos mais fraternos, mais solidários. Aprendemos, Senhor, durante todos esses anos com nosso querido Divaldo Franco, o quão é importante esse amor fraterno, essa ligação não só com os nossos familiares mais próximos, mas com a grande família humana. Obrigada, Senhor, por nos ter conduzido a essa doutrina maravilhosa. Obrigada por termos o nosso querido Divaldo, ternos ensinado tanta coisa durante tanto tempo. Gratidão, Divaldo. Gratidão, Senhor, por todas as bênçãos. Que assim seja. Obrigado, Chau. A nossa, o texto de hoje da obra família, capítulo 5. Vamos pedir a Cleit que faça a leitura pra gente. OK. O nome do texto é Teu Filho. Família, capítulo 5. Observa. A flor tenra que desabrocha no jardim de teu lar. Espírito estasiado, exclamas ante o hóspede frágil que te pede refúgio ao coração, meu filho, meu filho, e sentes o suave mistério do amor que te renova as forças para o trabalho, enriquecendo a alma com estímulos santos. Dessa criaturinha leve e doce que ainda não fala, recolhes poemas inarticulados de esperança e ternura. Desse anjo nasciturro, nascituro, que ainda não caminha, recebe sugestões silenciosas de coragem para marchar com destemor dentro da luta em que te refazes para a vida maior. Bênçãos intangíveis do céu te curoam a fronte e aprendes a suportar com heroísmo o cálice de fé que o mundo te apresenta e a cultivar a humildade que te faz mais humano e melhor à frente dos semelhantes. Contudo, não te esqueças, é
uroam a fronte e aprendes a suportar com heroísmo o cálice de fé que o mundo te apresenta e a cultivar a humildade que te faz mais humano e melhor à frente dos semelhantes. Contudo, não te esqueças, é o som dessa música renovadora que teu filho será amanhã teu retrato e que nele estamparás teus próprios ideais e teus próprios impulsos, plasmando-lhe um novo modo de ser. Sem dúvida não é um estrangeiro em tua casa, nem um desconhecido ao teu afeto. É alguém que chega de longe, como acontece a ti mesmo. Alguém que te comungou as experiências do passado e que se liga o teu caminho pelos laços luminosos do amor ou pelas duras algemas da aversão. assim com doçura e reconhecimento, mas não ouvides o dever de armá-lo com elevação espiritual necessária ao combate que amanhã lhe cabe ferir. Ajuda-o, equilibra-o e ampara-o com o trabalho digno e com o estudo edificante. Ama-o e educa-o, oferecendo-lhe o melhor de tua alma. Porque cumpridas as tuas obrigações num lar, ainda mesmo que teu filho não te possa compreender a nobreza do sacrifício e a excelitude da abnegação, receberás do eterno Senhor, nosso Pai Celestial, a bênção da alegria e da paz, de vez que diante dele todos somos filhos e tutelados também. Emanuel, Emanuel, né? Sempre Emanuel. Meu Deus, que mensagem, né? Leonardo, meu amigo, a palavra é sua. O diálogo se estabeleceu entre duas mães, que também são irmãs, e as duas, conhecendo a dor de ver seus filhos, respectivamente, passando por situações muito dolorosas, elas tentavam encontrar, de certa forma, algum afeto entre elas, alguma palavra amiga entre elas. e a que estava recém em Lutada, havia perdido o filho através da desencarnação por um acidente trágico, na verdade um homicídio, quando ele estava em uma festa, num, né, uma dessas festas corriqueiras do mundo e por um uma discussão havia sido assassinado. Mas a mãe já passeava por muitas dores, porque esse jovem, ele desde que nasceu, desde que ele reencarnou, ele teve muitas dificuldades porque reencarnou com uma
uma discussão havia sido assassinado. Mas a mãe já passeava por muitas dores, porque esse jovem, ele desde que nasceu, desde que ele reencarnou, ele teve muitas dificuldades porque reencarnou com uma má formação congênita, uma má formação no coração que chamamos tetralogia de falou. Então, passou por procedimentos e a mãe, portanto, desvelava-se e dizia que enquanto ele estivesse vivo, enquanto ele estivesse reencarnado, embora ela não usasse essa terminologia, não é espírita, mas ela dizia que quanto ele estivesse vivo, ela teria uma razão para viver, que seria cuidar desse filho que precisava dos cuidados desde o berço. Mas depois que ele falecesse, se por acaso ele viesse morrer antes dela, ela não teria mais motivos para viver. Porque sendo uma criança com a má formação congênita, é natural que diante de procedimentos, diante de tantas expectativas e incertezas, ela enquanto mãe experimentasse a possibilidade de perder o filho para a morte. Então, desenhava-se nela já a possibilidade de ele vir a morrer antes dela própria. E ela então afirmava que quando ele viesse a morrer, ela não teria mais objetivo para viver, muito embora também já tivesse outros filhos. Mas os outros filhos, de certa forma, gozando de uma saúde e de uma certa tranquilidade do ponto de vista profissional, financeiro, não lhe ocupava tanto a preocupação quanto esse jovem agora adulto. Então, quando aconteceu essa morte, esse homicídio que ganhou os noticiários do do estado e as redes sociais e todas essas formas, a família ficou muito angustiada porque estava enlutada dessa forma trágica e agora pensava que talvez perdesse também a mãe, no caso a irmã dessa outra dessa outra mulher. Então eles ficaram pensando o que é que eles poderiam falar, o que que eles poderiam fazer. E graças a esses encontros que a divindade proporciona, essas duas irmãs sentaram-se para conversar na intimidade. essa outra que não havia perdido o filho, que era portanto a tia, ela também passava por dores muito grandes também relacionadas à filha, mas
essas duas irmãs sentaram-se para conversar na intimidade. essa outra que não havia perdido o filho, que era portanto a tia, ela também passava por dores muito grandes também relacionadas à filha, mas essa espírita tinha uma convicção e uma visão um pouco mais clara sobre o que acontece depois da morte, sobre as questões expiatórias, sobre as questões provacionais. E ela própria eh já havia há muito tempo dado o testemunho, porque a filha dela, desde a sua juventude, com mais ou menos 18 anos, começou a ter o primeiro episódio depressivo. E esse episódio depressivo se somou a outros, se somou a outras situações que chamamos dentro da psiquiatria de episódios de mania, de hipomania, porque era uma jovem que tinha um transtorno bipolar do humor, mas ao mesmo tempo, além do transtorno bipolar do humor, também era uma jovem que guardava um vazio existencial muito grande, uma jovem que, do ponto de vista diagnóstico, teria o que a gente chama de transtorno borderline de personalidade, que caracteriza por uma falta de sentido, uma sensação de peso, uma sensação de estranheza, uma sensação de incompletude muito grande. E ao longo dessa existência, ela foi então passando por uma verdadeira luta junto dessa filha e conhecia, portanto, as dores de uma mãe que vê um tipo de dor que não é uma má formação congênita, mas é uma situação intrínseca. E as duas irmãs conviviam com essa impossibilidade. A mãe do filho com tetralogia de falou não conseguia mudar o coração como ela gostaria, porque uma mãe, se fosse possível, gostaria de mudar o coração e regenerar fisicamente o coração do filho. E essa outra irmã que tinha uma filha com um transtorno que dava um vazio existencial, um vazio por dentro, se pudesse também ele preencheria o vazio com um sentido, com um propósito um pouco mais intenso. Mas as duas não conseguiam fazer isso, porque nós não temos essa possibilidade de salvar o outro ou às vezes de modificar, mesmo que a modificar a trajetória da existência, mesmo que nossa fé e nossa
Mas as duas não conseguiam fazer isso, porque nós não temos essa possibilidade de salvar o outro ou às vezes de modificar, mesmo que a modificar a trajetória da existência, mesmo que nossa fé e nossa abnegação sejam muito intensas. A tia havia passado há poucos meses, mais ou menos um ano, por uma situação extrema, porque a sua filha havia tentado cometer suicídio, mas nunca havia conseguido e agora já estava com seus 34 anos. Então, de 18 a mais ou menos seus 34 anos, episódios recorrentes, mas com mais ou menos 34 anos, ela então foi acometida de forma inesperada, porque não tinha teoricamente muitos fatores de risco por um AVC, um acidente vascular cerebral e um AVC muito forte, hemorrágico, que a fez ficar à beira da morte, tendo que ficar internada na UTI. E a mãe então nesse calvário que é ver um filho adoecido. E se a filha antes já possuía uma tristeza grande e já possui um vazio existencial grande com um corpo fisicamente perfeito, embora internamente adoecido, ela então imaginaria e imaginou que agora depois de um AVC, caso a filha se recuperasse, as sequelas seriam muito grandes e ela certamente ficaria mais deprimida. o que seria talvez algo mais difícil ainda. Mas ela convicta continuou de uma forma extremamente abnegada aos pés da sua filha desde quando a filha ficou hospitalizada. Foram meses de luta, meses de batalha, até que a filha conseguiu de fato vencer, digamos, a morte. continuou na vida, continuou na existência, mas com muitas sequelas, sequelas grandes, porque foram AVCs isquêmicos que se transformaram em hemorrágicos e o corpo dela, praticamente metade do corpo paralisado. E curiosamente essa mãe percebia em determinado momento que a sua fé deveria ganhar uma conotação ampliada, porque enquanto mãe ela orava, ela estava abnegada para ver se a filha conseguia se recuperar totalmente e voltar sem sequelas, porque ela pensava, se ela ficar com sequelas, ela não consegui aguentar uma existência, porque antes com o corpo saudável, fisicamente ela já
conseguia se recuperar totalmente e voltar sem sequelas, porque ela pensava, se ela ficar com sequelas, ela não consegui aguentar uma existência, porque antes com o corpo saudável, fisicamente ela já não aguenta. tava. Então, ela orava sempre para que a filha pudesse ficar totalmente curada. Mas conforme o tempo foi passando, conforme a a os dias foram se somando e ela foi vendo que a filha não conseguiria voltar a ter um corpo perfeito, saudável, fisicamente falando nessa existência, ela travou um diálogo que para mim ficou muito eh indescritível e e inesquecível. na minha memória, porque eu percebi que ela gostava muito de Maria, a mãe de Jesus. E determinado momento, sem ter muito o que falar para essa mãe, apenas escutando e podendo acolhê-la na sua intimidade, nós podemos conversar sobre Maria. E eu então fiquei pensando pela primeira vez, de uma forma mais profunda sobre a fé que essa mulher Maria nos ensina. Então conversei com ela, não, eu imagino como foi Maria aos pés da cruz, porque tamanha era sua fé, que ela cria em Deus, portanto, aceitava as resoluções do criador. Mas ao mesmo tempo a mãe aos pés da cruz certamente desejava que o filho pudesse sair daquela situação, ou seja, que a fé dela pudesse transportar a cruz e pudesse libertar, de fato, fisicamente o seu filho. Mas ela nos mostra um outro tipo de fé, que é aquela fé que é uma superação das montanhas internas. É como se a fé se desdobrasse em duas em em duas formas de superação. Aquela fé que transporta as montanhas externas, que é aquela fé superação que nós estamos mais desejosos, mas uma fé também que supera as montanhas internas e que se não é capaz de transportar as montanhas de fora, consegue transportar as montanhas de dentro a partir de uma postura, uma postura que nós chamamos de resignação. Existe uma fé que a gente pode chamar de superação externa e uma fé que é resignação, que é uma superação interna. Então eu falava para ela dessa outra fé que Maria nos ensina, que é uma fé resignada, que é um outro poder, é uma
de chamar de superação externa e uma fé que é resignação, que é uma superação interna. Então eu falava para ela dessa outra fé que Maria nos ensina, que é uma fé resignada, que é um outro poder, é uma outra força que muitas vezes nós ignoramos, porque no final das contas nós de fato queremos uma mudança externa, uma cura do paralítico, uma cura do leproso, uma cura do corpo, porque nós estamos no corpo e por mais que nós transcendamos a nossa perspectiva do ponto de vista temporal, Nós ainda temos uma limitação e por mais que sejamos espiritualistas, espíritas, muitas vezes estamos limitados pela temporalidade do nosso cérebro, vendo uma existência como sendo a vida. Mas enquanto espíritas, nós sabemos que a vida é a vida imortal, a vida do espírito. E essa existência é apenas um momento, como diria André Luís, um segundo diante dessa vida imortal. Então, quando eu comecei a falar um pouco sobre resignação, essa mãe como que entendeu, mudou a perspectiva e depois começamos a conversar sobre essa outra perspectiva da fé e ela muito fervorosa em relação à Maria, que simboliza o arquétipo, se pudermos usar um termo psicológico, o até o arquétipo da mãe, o arquétipo da do amor sublime, o arquétipo porque nos abraça, porque ao longo da trajetória humana nós temos uma série de cultos que adoraram essa mãe que nos abraça. Se pegarmos, por exemplo, a Grécia, verificaremos que antes dos do dos deuses do panteão, os deuses que são da mitologia, Zeus, Apolo, os deuses que têm uma figura antropomórfica, que lembram os seres humanos, existiam os deuses primordiais que criaram esses outros deuses do panteão. Então, esses deuses do Olimpo já são uma segunda categoria, digamos, de deuses. Existiam antes deles, segundo a mitologia grega, os deuses primordiais. E esses deuses primordiais se confundiam inclusive com os elementos eh da natureza. E o elemento da natureza materna era justamente a mãe terra, era justamente essa mãe que abraça. Então temos dentro de nós uma perspectiva psicológica que
am inclusive com os elementos eh da natureza. E o elemento da natureza materna era justamente a mãe terra, era justamente essa mãe que abraça. Então temos dentro de nós uma perspectiva psicológica que nos vincula ao criador, que Joana de Angeles muito bem situa sendo self, esse esse herdeiro, esse esse arquétipo divino que nos torna herdeiros de Deus, herdeiros do Criador. Nós temos essa visão do abraço da mãe. Essa visão do abraço da mãe que nos dá uma sustentação que a gente pode chamar de resignação nessa perspectiva. Foi muito curioso porque essa jovem que pouco tempo atrás, né, alguns anos havia tentado um suicídio um tanto quanto mais intenso, um pouco mais grave, ela me dizia assim, sabe que quando eu tentei me veio uma paz. Era como se eu tivesse escutado dentro de mim uma voz que dissesse assim: Deus me liberou. Eu já sofri tanto que agora Deus me liberou desse dessa minha expiação. Então, quando eu vi que Deus me liberou, quando eu senti que Deus havia me liberado, então me senti bem e fui atrás de um meio para cometer. E ela então ficou sem entender. Eu comentei para ela, curioso, o Divaldo Franco, porque você conhece, nos narra e me narrou quando estive escrevendo o livro sobre ele, que quando ele era muito jovem e estava com um processo obsessivo e tentou um suicídio ali no elevador Lacerda em Salvador, ele então ele então naquele momento subindo, ele não conseguiu perceber a presença do obsessor, mas disse-me e que deu uma tranquilidade. É como se tivesse dado um insight, uma tranquilidade. E eu então falei para ele na entrevista que fiz: "Pois é, curioso, Divaldo." Na época eu chamava de Divaldo. Curioso que muitas pessoas não sabem disso, mas antes de uma tentativa de suicídio mais grave, não há um desespero, há quase que uma tranquilidade, como que fosse um eureca, um insight. Isso são os rodopios, digamos assim, que os obsessores fazem. Eles dão uma sensação de alívio para que a pessoa então sinta que é o caminho a seguir. E foi isso que fizeram com essa jovem.
um insight. Isso são os rodopios, digamos assim, que os obsessores fazem. Eles dão uma sensação de alívio para que a pessoa então sinta que é o caminho a seguir. E foi isso que fizeram com essa jovem. Graças a Deus, ela não conseguiu, cometeu suicídio e ficou em vida. Mas era curioso ver aquela jovem agora com a sequela do cérebro e do ponto de vista físico não havia como ela está bem do ponto de vista de não ter uma piora do seu transtorno bipolar. Porque se antes o cérebro não estava com AVC, ou seja, não estava com a sequela física e estava com um quadro difícil, agora então era para ficar mais difícil ainda, já que estava com a sequela física maior, uma doença física alterando a estrutura dos neurônios. Porém, eu, a mãe e ela, esperando eu e a mãe que ela voltasse a ficar deprimida, encontramos uma outra jovem. Depois que ela saiu da UTI, depois que ela começou a reabilitação e ela dizia assim: "Em resumo, eu estou orando a Deus para poder eu voltar a pelo menos pegar com essa mão o copo e beber a água sozinha. Eu estou orando a Deus e já fiz um acordo com ele porque eu quero viver". Era uma felicidade, uma alegria, uma paz que ao longo de décadas nós nunca conseguimos ver. Então, mãe dizia: "Léo, eu nunca vi a minha filha feliz. E, curiosamente, só depois do corpo com um AVC é que eu vejo a feliz". E a doença bipolar controlada, ela não está em euforia, não está em mania, não está numa felicidade patológica, está muito bem do ponto de vista psiquiátrico, mas além disso, voltando a encontrar as amigas que nunca mais saía, voltando a fazer as leituras, uma transformação tão intensa que eu então falei pra mãe: "Você está vendo o espírito dela sendo curado porque o corpo está alterado, mas aí não tem como ser uma um transbordamento de felicidade por causa do corpo. É o espírito, é o ser que está em cura devido a essas alterações. E Deus tem esses caminhos que nós não conseguimos entender por completo. Então, ela chorava, eu também internamente chorava, vendo essa cura
pírito, é o ser que está em cura devido a essas alterações. E Deus tem esses caminhos que nós não conseguimos entender por completo. Então, ela chorava, eu também internamente chorava, vendo essa cura diferente que dificilmente nós estamos acostumados a perceber, mas a mãe percebia. E agora essa mãe, tia do jovem que havia que havia sido morto pelo homicídio e pelo assassinato, conversava com a irmã que estava enlutada e dizia antes: "Se eu perder o meu filho, eu não tenho por ficar viva". Então, revoltada contra Deus com a vida, dizia assim: "Por que Deus me deu tanta dor? Porque Deus deu tanta dor para esse meu filho? Ele já nasceu com a do com essa doença, passou a vida inteira na perspectiva de talvez morrer e foi morto dessa forma trágica. Eu não consigo aceitar Deus. Eu não consigo entender Deus. Não consigo entender a vida. E então a irmã que havia passado ao longo de décadas por um calvário com a filha e vendo uma dor maior, a cruz maior transformando a filha, olha pra irmã e fala: "Eu entendo a sua revolta e você sabe porque eu entendo porque eu passei isso de forma parecida, não igual, porque as dores não são iguais, mas você sabe." E como a irmã sabia, né? eram irmãs e sabiam dos calvários que cada um tava passando. Essa enlutada aqueceu. Então você vai me escutar. E essa então resignada falava paraa enlutada dessa forma. Se você quiser ficar com raiva de Deus, fique, mas não é justo você ficar com raiva de Maria, porque Maria é mãe como nós e Maria também esteve um filho na cruz. Se você quiser ficar com raiva de Deus, fique. Mas não é justo você perder a fé em Maria, a fé em Jesus, filho de Maria. Isso trouxe paraa enlutada uma nova perspectiva. Ela olhou assim paraa irmã e falou: "Pois é, realmente ela sabe o que é a dor de mãe, não é?" E ela então me dizia: "Léo, não é que eu até fiquei com medo de falar isso com Deus, mas Deus é Deus. Ele vai entender a revolta da filha, vai entender que a mãe lutada. E eu então entendi que ali era o o lampejo que eu podia dar paraa minha
até fiquei com medo de falar isso com Deus, mas Deus é Deus. Ele vai entender a revolta da filha, vai entender que a mãe lutada. E eu então entendi que ali era o o lampejo que eu podia dar paraa minha irmã para que ela pudesse continuar com vontade de viver. E foi isso que aconteceu. Ela então aceitou ajuda, porque ela também passava por quadros depressivos e naturalmente deprimiu novamente. Aceitou ajuda, tratamento, um tratamento mais intensivo. Depois que ela entendeu que a fé pode suportar e transportar montanhas, mas às vezes a fé vem como resignação. E certamente no mês em que nós nos lembramos, no dia em que nós nos lembramos das mães, nós temos Maria como arquétipo, o arquétipo do amor materno que nos abraça. Nos abraça não só quando está tudo bem, mas nos abraça com resignação quando aparentemente o nosso corpo está adoecido. Então essa mãe que foi entoada por Amaral Ornelas no Parnoo de Alem túmulo, dizendo: Ave, Ave Maria, Senhora do amor que ampara e redime, ai do mundo se não fora a vossa missão sublime. é uma mulher que nos ensinou a perspectiva do amor que se desdobra com fé e nos acalma o coração diante dos calvários que nós precisamos acompanhar, quer sejam com os nossos filhos, quer sejam com aquelas pessoas que nós amamos tanto. E obviamente nesse mês em que nós comemoramos semana passada os 98 anos do nosso tio Divaldo Franco, nós ficamos pensando nos modernos calvários, nós ficamos pensando na mensagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, que nos coloca que os mártires da atualidade, os cristãos da atualidade não não tem mais os circos romanos para o martírio. Não tem mais a crucificação da do madeiro físico. Existem outras formas de martírio e vendo, acompanhando de perto, todo mês, às vezes duas vezes por mês, esse homem que na minha perspectiva a pessoa que eu conheci nessa existência mais sábia, com maior sabedoria, que conseguiu não só ser um intermediário de ensinamentos, mas conseguiu reter esses ensinamentos e se torna ali uma pessoa sábia. Já conheci muitos professores,
ência mais sábia, com maior sabedoria, que conseguiu não só ser um intermediário de ensinamentos, mas conseguiu reter esses ensinamentos e se torna ali uma pessoa sábia. Já conheci muitos professores, né? na vida acadêmica, com títulos, professores de fora do país, pessoas brilhantes, mas posso dizer com um testemunho de fato que com sabedoria de vida, com sabedoria prática, com essa sabedoria que transborda num silêncio, que transborda numa atitude e não só nas palestras, na fala, mas nos bastidores da Casagre, na Mansão do Caminho, onde tenho a oportunidade de gerenciar voluntariamente o centro de saúde mental, Joana de Angângeles, posso acompanhar, pude acompanhar esse homem sábio, esse médium sábio que o diferencia de outros médiuns que conseguem ser bons médiuns, mas que às vezes precisam engrandecer ainda a sabedoria interna. vendo, portanto, esse martírio, esse calvário de dor, fico pensando que o corpo acaba se tornando às vezes uma cruz moderna, em que ele vem nos ensinando que o cristianismo não é para uma glória terrena. As glórias que acontecem na Terra são apenas uma um momento, uma janela de oportunidade que nós temos de homenagear o Criador e homenagear o Cristo como sendo o verbo de Deus que se fez carne, como diria João, o evangelista no início do seu evangelho. Mas a glória maior que o cristianismo nos ensina, nos convida, de fato, é a glória do sacrifício. Porque o próprio Cristo nos exemplifica e nos fala: "Aquele que quiser me seguir, que pegue a sua cruz e me siga." Mas o que importa, complementa o Cristo, ganhar o mundo todo e perder a si mesmo. Do que importa ganhar o mundo nas glórias temporárias, mas perder o endereço de si. Então, a glória que os cristianismo nos ensina e que o cristianismo nos fala, de fato, é uma glória do sacrifício, como nos falava dona Niná em uma mensagem que nos fez o benefício, né, as glórias do sacrifício, que nos fez o benefício de vislumbrar outros céus. Esses sacrifícios fazem com que a intimidade do ser se transborde tamanhamente, que ele já
gem que nos fez o benefício, né, as glórias do sacrifício, que nos fez o benefício de vislumbrar outros céus. Esses sacrifícios fazem com que a intimidade do ser se transborde tamanhamente, que ele já acaba sendo ele próprio, um pouco ou um muito da própria mensagem. Quando percebemos João evangelista de retorno como Francisco de Assis e percebemos a vida do de Francisco de Assis, percebemos que depois dos estigmas a sua vida física foi um uma cruz, um martírio, foi um sacrifício. O próprio João evangelista que nos dizem que morreu com mais de 100 anos e perguntava oportunamente pro Divaldo, ele falava: "Meu filho, eu também fiquei curioso e os benfeitores me disseram que foram quase 84, 86 anos, mas para aquela época aquilo era quase 100 anos, né?" E ele falava então do final da existência do de João Evangelista, que não foi para com a cruz, foi a morte morrida, como se fala por aqui no Nordeste, não foi a morte matada, mas foi uma morte dolorida, porque também certamente o evangelho que ele escreve também foi com ajuda, devido à alta idade que já possuí a ajuda dos próprios discípulos. Como quer que seja, é importante que lembremos. E às vezes pessoas como o Divaldo, que t a capacidade evolutiva de aguentar o martírio vem nos dizer silenciosamente que as glórias às vezes estão no sacrifício, especialmente quando nós não buscamos o sacrifício, porque quando buscamos o sacrifício, às vezes é masoquismo e às vezes é vaidade. A vaidade de ser um mártir sem ter condições de céo. Mas quando as coisas vêm naturalmente, como a cruz veio naturalmente para Jesus, como a cruz veio naturalmente para os seus discípulos, como o fardo veio naturalmente para Maria, nós então começamos a entender que, como Paulo falou para Lucas, não conte as glórias, não conte as glórias, conte as dificuldades para aqueles que vierem depois de nós terem a certeza de que cristianismo é coisa séria, de que seguir Jesus é coisa coisa séria, não apenas para para a Terra, mas para uma perspectiva paradoxal, tão paradoxal
les que vierem depois de nós terem a certeza de que cristianismo é coisa séria, de que seguir Jesus é coisa coisa séria, não apenas para para a Terra, mas para uma perspectiva paradoxal, tão paradoxal quanto vermos um corpo com AVC sendo cur sendo o remédio da alma de uma pessoa que vinha com o vazio existencial há décadas e só conseguiu sentir alegria curiosamente e vontade de viver firmemente depois que esse corpo estava alterado. Então, na perspectiva dos mistérios do destino, como nos fala Castro Alves, que nos manda renascer, há mistérios que são peregrinos e que nós não conseguimos compreender de fato a totalidade. Entendemos a racionalidade, mas a emocionalidade da fé, do sentir, nós não temos como compreender cognitivamente. Nós temos que sentir, temos que vivenciar, temos que experimentar, experienciar. Aí entramos numa cognição mais profunda e parece que as mães que conseguem entender a função da maternidade, a função do materná, nos ensinam todos os dias essa capacidade que é não de ser mãe que sabe as regras de ser mãe, mas de ser mãe que entende que essas regras estão na intimidade amorosa. Sem sombra de dúvida, queremos falar hoje das mães que conseguiram entender o papel de ser mãe. Não, essa mãe que é perfeita, mas parafraseando uma fala muito bem feita do Winicot, um pediatra psicanalista, uma mãe que é suficientemente boa, não precisa ser perfeita, porque isso seria uma um perfeccionismo que não nos cabe ainda, mas uma mãe que entende e confia na própria amorosidade para poder enguiando o caminho dos filhos, guiando também o próprio caminho. Ficamos vendo Joana de Angeles, essa mãe Joana de Cusa, que nos momentos iniciais, logo no início do cristianismo, esteve ela própria na cruz, olhando o seu filho, pedindo: "Mãe, abjura por mim que sou teu filho". E essa mulher judia, essa mulher intensamente desejosa de Jesus, certamente deve ter ficado naquela angústia. O que fazer? O que fazer? Não estava na cognição, não estava no raciocínio, estava na emoção de
a mulher judia, essa mulher intensamente desejosa de Jesus, certamente deve ter ficado naquela angústia. O que fazer? O que fazer? Não estava na cognição, não estava no raciocínio, estava na emoção de responder: "O meu Jesus ensinou a te perdoar também". Falando para o romano. E aquele filho, ela guarda, cuida. E muito tempo depois, ele reencarnado como o tio Nilson, ela então agora no regaço completo, porque uma mãe profundamente mãe, sabe aguardar o concurso do tempo para poder ter o regaço dos seus filhos como ela gostaria naquele momento, para que o filho possa aprender. E às vezes só o tempo faz com que nós aprendamos a profundidade da vida, como Divaldo nos conta. sobre a história do Nilson. E ele próprio, um dos filhos daquela Joana de Cusa, não o que pede para abjurar, esse o Nilson, um dos filhos, então certamente está sendo cuidado, olhado nesse martírio, assim como Maria olhava Jesus, obviamente sem nenhuma comparação eh de equidade evolutiva. Assim como Maria olhava Jesus, essa mãe olha o seu filho no mundo espiritual trazendo um suporte, trazendo uma ajuda, um amparo para que ele possa também continuar nos ensinando no silêncio como o nosso mestre, como os grandes mártires, como os grandes discípulos de Jesus o fizeram, nos ensinando que espiritismo é coisa séria, que espiritismo é coisa para podermos pensar no templo do espírito e não no templo de pedra ou no templo de uma casa muito confortável, mas que dentro há um vazio. O espiritismo vem preencher a nossa vida e não necessariamente os nossos cofres. O espiritismo vem preencher a nossa existência com um sentido, um sentido paradoxal, mas um sentido que nos fala da imortalidade. E é para esse olhar que temos que temos que pensar. Por isso que nesse dia das mães, dia 11, nós queremos agradecer essas mães que nos ensinam o real, profundo, real e profundo sentido da palavra amor, fé, que não só supera, mas que resigna-se diante das situações mais diversas. Parabéns a todas as mães aqui representadas, mas as mães também
o real, profundo, real e profundo sentido da palavra amor, fé, que não só supera, mas que resigna-se diante das situações mais diversas. Parabéns a todas as mães aqui representadas, mas as mães também que estão nos escutando e se possível for, muito obrigado a minha mãe Inês. É possível, sim, é possível. Eh, bom, meus amigos, acho que vamos nos manter nesse clima de reflexão com essa essa história narrada pelo Leonardo dessas duas mães, não é, e das lições que elas transmitiram. Mas ainda nesse clima de homenagens também, nós temos entre nós aqui Leonardo, um amigo chamado Trad, ele está aí no tá aí no grupo, no chat. Tet mandou uma poesia porque ele é um um poeta e diz que você gosta. Depois eu vou te encaminhar. Mas ele também tem um grupo, ele escreveu também hoje um soneto em homenagem às mães. Eu queria fazer o seguinte, eh, eu vou fazer a leitura do soneto. A gente já pode entrar com o com o vídeo, eu faço a leitura do soneto e depois já fazemos a prece de encerramento. Então, voltamos para para nos despedirmos, tá? Então vamos lá. Graças te dou a mãe abençoada pela vida e o carinho transcendentes, pois as lágrimas furtivas e pungentes não te fizeram triste e amargurada. Com brandura, aplicaste a corrigenda aos filhos que te foram confiados e hoje colhes os seres renovados e a Jesus os entrega em oferenda. Por amor, renuncia à própria vida, cuidando com desvelo da ferida do redento que educa. renascido e a tua alma plena de grandeza espalha pelos mundos a pureza do mais sublime amor já conhecido. José Marcos Trad. Amigo e mestre Jesus, aqui estamos mais uma vez unindo os nossos pensamentos nessa data tão especial em que homenageamos estes seres extraordinários, estas mães que nos ofertaram o mais precioso dom que é a vida, que nos deram, abrindo as portas de uma nova vida, a grande oportunidade de redenção. Elas, Senhor, as mais simples, aquelas que nem sempre dotadas de recursos de conhecimento, mas que sempre souberam dispensar um afago, um carinho, um sorriso, um aconchego, um
portunidade de redenção. Elas, Senhor, as mais simples, aquelas que nem sempre dotadas de recursos de conhecimento, mas que sempre souberam dispensar um afago, um carinho, um sorriso, um aconchego, um colo. nossa gratidão e a estas mães que sempre nos orientaram, que sempre nos dirigiram, fortes no seu conhecimento exemplar. também a nossa gratidão, porque precisamos por vezes destes braços mais decididos, mais fortes. Então, quais queres que sejam o perfil das nossas mães, cientes de que na tua lei nada se equivoca? Agradecemos, Senhor, por elas nas nossas vidas. Fica então conosco nessa noite. Auxilia-nos a compreender a vida como hoje podemos vislumbrar com as histórias destas mães. Fica conosco então, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Então, Chau e Cleid começando pela Chau. Obrigado pela presença de vocês. Fique à vontade aí para dar um, né, já que o Leonardo falou da dona Inês, né, nós estamos em casa aqui. Ou às vezes a gente quer lembrar dos filhos, né, porque as mães têm esse coração. Eu só quero agradecer ao Leonardo. Me emocionou demais a tua fala. Demais, demais. Muito obrigada, Leite. Então, eu também fiquei assim mexida com as com as histórias, mas foi é muito bom, né? é mais material pra gente refletir e agradecer ao Leonardo essa oportunidade, né, de tê-lo aqui com a gente e desejar a todos uma boa noite e obrigada pela oportunidade de nós também estarmos aqui. Um beijo a todos. Obrigado, Leonardo, meu amigo. Muito obrigado, viu, pela sua participação e é sempre uma uma alegria, um prazer muito grande tê-lo aqui conosco. Fique à vontade. também agradeço porque falar de espiritismo é sempre uma oportunidade que engrandece a nós mesmos e nos emociona sempre, porque é uma mensagem potente, profunda, que nos faz resistir para podermos ter outro patamar no futuro, se aguentarmos bem, com resignação o presente. Muito obrigado pela oportunidade, meus amigos. Assim nós chegamos ao fim de mais um Evangelho no Lar Online. Lembrando a todos que a atividade é
futuro, se aguentarmos bem, com resignação o presente. Muito obrigado pela oportunidade, meus amigos. Assim nós chegamos ao fim de mais um Evangelho no Lar Online. Lembrando a todos que a atividade é diária no canal SIK, o canal do Centro Espírita e o Defonso Correia, sempre às 21:50 ou então aos domingos também na TV Mansão do Caminho nesse mesmo horário. a nossa gratidão a todos vocês que nos acompanharam, que divulgam, que compartilham, que eh estão aí a prestigiar, não é, este essa atividade há tantos anos. E um abraço carinhoso a tantas mães, não há como citar, mas a gente tá vendo aqui no chat quantos que e que a gente conhece, inclusive. Então, a nossa gratidão pela participação, o prestígio de vocês estarem aqui conosco. Fiquem com Deus, tenha uma excelente semana que agora se inicia e até amanhã, senão até a semana que vem, OK? Ciao. Ciao.
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