Estudo Reflexivo: Nosso Lar - Encontro 05. Mód. 01 | Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual

Feemt Play 16/07/2025 (há 8 meses) 1:31:41 261 visualizações

Encontro 05: Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual - Módulo 01: Nosso Lar 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho ⏰ Horário: 20h às 21h30 (horário de Cuiabá) ⏰ Horário: 21h às 22h30 (horário de Brasília) 📝 Slides: https://espiritizar.feemt.org.br/slides/estudo-reflexivo-as-virtudes-de-alcione-em-renuncia/ 🔹 Quer fazer parte da nossa Lista de Transmissão? Manda um Whats: https://wa.me/556581127262 📃 --- 🔹 Outros módulos deste programa de estudo disponíveis no YouTube: Módulo 10 | Estudo Reflexivo: As Virtudes de Alcíone em Renúncia Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br 🎧 Este conteúdo também está disponível em formato de podcast no Spotify! Basta procurá-lo pelo nome. --- 🔹 Nos acompanhe: • Facebook: / feemt.oficial • Instagram: / feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/ 💦 Conheça a campanha Gotas do Bem e nos ajude a seguir produzindo conteúdos gratuitos como este: http://gotasdobem.org/

Transcrição

para a nossa preparação do livro Vinha de Luz, Espírito Emanuel. Vê, pois, vê, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas. Jesus, Lucas, capítulo 11, versículo 35. a ciência e a sabedoria, inteligência e conhecimento, intelectualidade e luz espiritual. Geralmente todo homem de raciocínio fácil é interpretado a conta de mais sábio. No entanto, há que distinguir. O homem não possui ainda qualidades para registrar a verdadeira luz. Daí a necessidade de prudência e vigilância. Em todos os lugares há industrios e entendidos, conhecedores e psicólogos. Muitas vezes, porém, não passam de oportunistas prontos para o golpe do interesse inferior. Quantos escrevem livros abomináveis espalhando veneno nos corações? Quanto se aproveitam do rótulo da própria caridade, visando extrair vantagens à ambição. Não bastam um engenho e habilidade. Não satisfaz a simples visão psicológica. É preciso luz divina. Há homens que num instante aprende toda a extensão de um campo. Conhecem-lhe a terra, identificam-lhe o valor. Há, todavia poucos homens que se apercebem de tudo isso e se disponham a suar por ele, amando-o. e também e antes de explorá-lo, dando-lhe compreensão antes da exigência. Nem sempre a luz exide onde a opinião comum pretende observá-lo. Sagidade não chega a ser elevação, e o poder expressivo apenas é respeitável e sagrado quando se torna ação construtiva com a luz divina. Raciocina, pois sobre a própria vida. Vê com clareza se a pretensa claridade que há em ti não é sombra de cegueira espiritual. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus. Roar a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, abençoe-nos, Senhor, em mais esta noite que nos colocamos predispostos a estudar reflexivamente. O livro Nosso lar está repleto de reflexões profundas, conscienciais. para todos nós. Ampara-nos para que possamos aprender o conteúdo estudado, sobretudo para usá-lo em nossas vidas, nos tornando pessoas melhores, exercitando as virtudes que a obra traz. Tanto a ausência do exercício de virtudes

para que possamos aprender o conteúdo estudado, sobretudo para usá-lo em nossas vidas, nos tornando pessoas melhores, exercitando as virtudes que a obra traz. Tanto a ausência do exercício de virtudes que gera dor de sofrimento, quanto ao exercício das virtudes, que nos gera alegria de viver, saúde e bem-estar. Ampara todos nós, Senhor, a toda a humanidade. Gratidão por tudo, gratidão pela vida. E assim seja. Só um recadinho para quem se incomoda de manter a sua imagem no YouTube. Se tiver alguma dificuldade de com a sua imagem pública no YouTube, fechem a câmera, por favor. Se não se importar, pode manter sem nenhum problema, porque existe o chamado direito de imagem, quem se incomoda com a sua imagem, que vai ficar no canal Fent Play para o público, seja imagem ao vivo, seja foto, para aqueles que se incomodam também pode tirar a própria foto. Nós vamos fazer a revisão, primeiramente a revisão do nosso encontro anterior e depois adentraremos um conteúdo novo. Estamos estudando a série de André Luiz, A vida no mundo espiritual, estudo do livro Nosso A revisão do encontro quatro, nós estudamos o capítulo 6, precioso abuso. Nesse capítulo, Clarêncio vai visitar André Luiz e ele passa a relatar de forma lamentosa uma série de situações que estava vivendo como se fosse a a mais sofrida das criaturas. E aí, após de eh colocar uma série de dores num processo de autovitimização, de autopiedade, o clarêncio passa uma lição muito significativa que serve para todos nós. Nós vimos em detalhes no no encontro anterior. Hoje vamos apenas fazer um resumo. Quem não assistiu, vale a pena assistir o encontro quatro. Precioso aviso. Não posso negar que esteja melhor. Entretanto, sofro intensamente. Muitas dores na zona intestinal, estranhas sensações de angústia no coração. Nunca supus fosse capaz de tamanha resistência, meu amigo. Ah, como tem sido pesada a minha cruz. Agora que posso concatenar ideias, creio que a dor me aniquilou todas as forças disponíveis. Clarence ou vi atencioso demonstrando

amanha resistência, meu amigo. Ah, como tem sido pesada a minha cruz. Agora que posso concatenar ideias, creio que a dor me aniquilou todas as forças disponíveis. Clarence ou vi atencioso demonstrando grande interesse nas minhas lamentações. Meu amigo, depois de de falar não somente isso, mas muitas outras coisas da sua das suas lamentações, Clarcio vem e dá uma lição. Meu amigo, deseja você de fato a cura espiritual? Aprenda então a não falar excessivamente de si mesmo, nem comente a própria dor. enfermidade moral, enfermidade mental e enfermidade de curso laborioso e tratamento difícil. É indispensável criar pensamentos novos novos e disciplinar os lábios. Quando nós refletimos o quão prejudicial é a lamentação, a reclamação, o foco nas nossas dificuldades. Como Clarêncio esclarece, lamentação denota a enfermidade mental e enfermidade de curso laborioso e tratamento difícil. Nós somos convidados, todos nós, a substituir a lamentação, a reclamação constante que acaba criando o estado de lamentação, de reclamação, pelo estado de gratidão. A gratidão, uma virtude que faz com que nós criemos pensamentos no novos, disciplinemos o lábi, ver na situação dolorosa o aprendizado que essa situação nos gera. Vejamos que André Luiz esteve mais de 8 anos nas regiões umbralas, sofrendo eh muito muitas muito mais vezes muito mais intensa, com muito mais intensidade do que nesse momento. Agora ele está num quarto de hospital, no hospital no mundo espiritual, sendo tratado por médicos carinhosos, por enfermeiros, pelo próprio Clarence, ministro de nosso lar, toda uma série de situações que ele poderia focar, criando pensamentos novos, disciplinando essa tendência à lamentação, eh, sendo grato por estar naquela condição de socorro e de tudo mais, vendo o o médico já tinha mostrado para ele o suicídio indireto, vendo o objet o sentido da dor, nada disso. Ele estava eh focado. Ele estava focado na lamentação, reclamando daquilo que ele havia passado e que estava ainda continuado passado. Então, o estado de

o, vendo o objet o sentido da dor, nada disso. Ele estava eh focado. Ele estava focado na lamentação, reclamando daquilo que ele havia passado e que estava ainda continuado passado. Então, o estado de gratidão produz pensamentos novos, ressignifica essa esse foco no negativo para focar o lado positivo da vida, focar o lado otimista com observando a realidade de forma otimista, não dessa forma pessimista que André Luiz acabou mergulhando a sua mente. E isso interfere na cura espiritual, porque a cura se dá por pensamentos equilibrados, pelo exercício de virtudes. Em vez de exercitar as virtudes, ele estava ali lamentando a própria dor. Dor para nós significa possibilidade de enriquecer a alma. A luta constitui caminho para a divina realização. Compreendeu a diferença? As almas debes ante o serviço deitam-se para se queixarem aos que passam. As portes, porém, recebem o serviço como patrimônio sagrado na movimentação do qual se preparam a caminho da perfeição. O maior serviço, né, o maior trabalho que nós temos a realizar a seja na terra ou seja no mundo espiritual, é o nosso aprimoramento enquanto espíritos imortais que somos. queixar, reclamar, ficar lamentando situações da vida. É como essa figura que Clarence usa aqui, deita-se, fica lá deitado queixando aos que façam. Isso acontece com as almas débres, que em vez de focar no no serviço da autoiluminação, ficam focados nas na nas próprias limitações. E como ele diz, as fortes recebem o serviço como patrimônio sagrado na movimentação do qual se preparam a caminho da perfeição. Então, nós somos convidados a nos fortalecer, lembrando da fala do apóstolo Paulo, tudo posso naquele que me fortalece. Nós temos as nossas fragilidades, as nossas limitações, mas quando conectados com o bem maior, com a providência divina, nós nos fortalecemos com as energias divinas para nos libertar das limitações. Quando nós ficamos focados nas limitações e nos colocamos como pessoas limitadas, é como se nós nos deitássemos e ficássemos esper observando a vida

energias divinas para nos libertar das limitações. Quando nós ficamos focados nas limitações e nos colocamos como pessoas limitadas, é como se nós nos deitássemos e ficássemos esper observando a vida passar sem fazer os esforços que a vida nos opera, nos convida. como uma síntese, foi isso que nós refletimos no nosso encontro passado. Vamos agora para o conteúdo deste encontro, o capítulo sete, que iremos estudar explicações de Lisas. Repetiram-se as visitas periódicas de Clarêncio e atenção diária de Lízias. À medida que procurava habituar-me aos deveres novos, sensações de desafogo me aliviavam o coração. Diminuíram as dores e os impedimentos de locom locomoção fácil. Notava, porém, que as recordações mais fortes dos fenômenos físicos me voltavam à angústia, o receio do desconhecido, a mágoa da inadaptação. Apesar de tudo, encontrava mais segurança dentro de mim. Então, depois da lição que Clarence oferece, a André Luiz, ele começa a mudar a forma como estava vendo a realidade. Deleitava-me agora contemplando os horizontes vastos, debruçado a janelas espaçosas, impressionam-me sobretudo os aspectos da natureza. Quase tudo melhorada a cópia da terra. Cores mais harmônicas, substâncias mais delicadas, porrava-se o solo de vegetação. Grandes árvores ou marescos e jardins deliciosos. Desenhavam-se montes coroados de luz. em continuidade à planície, onde a colônia repousada, todos os departamentos apareciam cultivados com esmeriro. A pequena distância alteavam-se graciosos edifícios. Alinhavam-se a espaços regulares, exibindo formas diversas. Nenhum sem flores à entrada, destacando-se algumas casinhas encantadoras, cercadas por muros de era, onde rosas diferentes desabrochavam aqui e ali, adornando o verde de cambiantes variados, aves de plumagens policromas a usares e de quando em quando pousavam agrupadas das torres muito altas aerguerem retilíneas, lembrando lírios gigantescos rumo ao céu. janelas largas observava curioso o movimento do parque. Extremamente surpreendido,

o em quando pousavam agrupadas das torres muito altas aerguerem retilíneas, lembrando lírios gigantescos rumo ao céu. janelas largas observava curioso o movimento do parque. Extremamente surpreendido, identificava animais domésticos entre as árvores frondosas enfileradas ao fho. Muito interessante essa descrição de André Luiz, né? Linda. >> Aqui cabem algumas reflexões. Esses vegetais, esses animais são vegetais desencarnados, vamos dizer assim, animais desencarnados ou são criação mental, criações mentais dos habitantes de nosso ladin? Nós vimos a no nos primeiros capítulos a descrição do umbral. Não havia água ou havia lama, havia eh uma vegetação rústica. Qual que é a diferença de uma coluna espiritual? como o nosso lar. E segundo André Luía aqui na própria obra, segundo orient na verdade informações de outros espíritos, fica na já no final do umbral. Ela é uma cidade que fica nas circovizinhanças do umbral. Tanto que a câmara de retificação, ela é feita no subsolo da cidade, dentro de uma região branalina, porque são espíritos que estão ainda inadaptados a uma uma atmosfera mais sutil. Então significa que quem constrói um ambiente onde os espíritos se congregam são os próprios habitantes do lugar. Que tipo de pensamentos acontece com aqueles que estão nas regiões umbradas, os pensamentos que o próprio André Luiz manifestou já em nosso lar, mas como um tutelado na primeira visita do Clarence, pensamentos de derrota, pensa, reclamações, autopiedade. Isso. Aqueles que estão em sofrimento, porque existe os causadores sofrimento. André Luiz fala daqueles que caçoavam dele, que eh o perseguiam, torturavam, dos espíritos em forma de animais que para assustar. Então, constrói-se esse espaço a partir do próprio psiquismo. Um psiquismo torturado vai produzir no fluido cósmico universal imagens torturadas, imagens extremamente densas. Isso. Nessa obra só tem a descrição do umbral, mas tem outras obras Luiz que descreve a região trevosas. São muito mais eh muito mais agressivas, muito mais toscas

uradas, imagens extremamente densas. Isso. Nessa obra só tem a descrição do umbral, mas tem outras obras Luiz que descreve a região trevosas. São muito mais eh muito mais agressivas, muito mais toscas as imagens, o ambiente, né? Tenha, por exemplo, no livro libertação, tem a a uma descrição de uma cidade que é comparado com uma das uma a cidade inteira como se fosse uma favela, totalmente eh construções rústicas, eh pessoas deformadas e tudo mais. aqui em nosso lar, como é uma cidade construída por espíritos de uma envergadura maior, né, Clarence e outros, o governador e toda o que impera num onde as pessoas estão focadas em pensamentos nobres, vai imperar o bom, o belo, o nobre. Então, a descrição que André Luiz faz é de uma beleza muito grande. Por de onde tá vindo essa beleza? Dos espíritos que convivem na cidade, não os que estão doentes, como André Luiz, né? Porque o doente não tem o que, ele tá ali numa posição de receber. Mas aqueles que já se tornam cidadãos de nosso lar, né, no último capítulo, André Luiz se torna cidadão de nosso lar, eles todos concorrem para meio do pensamento criar esse ambiente. Um dos capítulos do nosso lar tem a o um parque, um parque inteiro foi construído pela ministra Veneranda, né? Nós vamos nós vamos estudar esse capítulo. Ela só ela sozinha construiu um parque inteiro com vegetação, com >> o rio azul. >> O rio >> o rio azul. >> É o o rio azul. Foi no na cidade toda, né? Mas o parque ela construiu vegetação, bancos, >> flores, tudo foi construído da ministra Veneranda, que é uma ministra do Ministério da Regeneração. Então, todas essas descrições, muita gente fala assim: "Ah, mas essa obra é fixão não é possível, não é possível ter árvore, ter, na verdade, eh, numa outra dimensão, né, numa dimensão energética. Tudo isso é criação dois espíritos. Jesus criou a terra inteira. Natá, tem essa informação no livro A caminho da Luz. É claro que ele, o espírito não cria do nada. Ele cria, ele é cocriador. É Deus cria, o espírito cocria. E ele

íritos. Jesus criou a terra inteira. Natá, tem essa informação no livro A caminho da Luz. É claro que ele, o espírito não cria do nada. Ele cria, ele é cocriador. É Deus cria, o espírito cocria. E ele cocria naquilo que ele tem na mente. Se ele tem na mente apenas eh o mal, o o dor, sofrimento, ele vai criar psiquicamente um ambiente como o brau ou as trevas, dependendo da intensidade desse mal que há no no espírito. Aqueles que já estão voltados ao bem vão criar eh eh aquilo que está no seu psiquismo. Se o nosso lar é assim, imagina outras colônias superiores, onde os espíritos já estão praticamente quase todos redimidos a o nível de beleza que deve haver. Então é a beleza, o belo, ele vai se ampliando cada vez mais a partir do psiquismo do próprio espírita, né? Aa colocou aqui que a o nosso lar é uma colônia intermediária, então é uma colônia que está nas vizinhanças do umbral intermediário. Tem colônias inclusive escritas no nas obras de André Luiz que estão dentro do umbral, né? dentro do próprio umbral, mas ali naquele naquele espaço, e os espíritos criam um ambiente salutar, mesmo na região postos de socorro, né? Eh, das outras obras que nós vamos estudar, nós vamos ver detalhes de tudo isso. Isso não tem nada de ficção, é simplesmente se você pega as obras básicas, estuda, por exemplo, o capítulo do livro dos médiuns, que fala sobre o fluido cósmico universal, estuda com atenção às perguntas do Lro de Espírito que fala sobre o fluido cósmico universal. Você vai entender obras como o nosso lar, vai se entender que tudo é criação da mente dos espíritos que vivem naquele ambiente a partir do fluido do cósmico universal. Quando o espírito desenha encarnado, ele cria a própria roupa, ele cria de forma subconsciente. Ele nem se dá conta, ele não se vê n, mas ele se vê com a eh Camilo Castelo Branco, ele se via de frac, né, de porque se enterrava com a melhor roupa. A roupa que se tinha naquela no século XIX era frac. Ele se achava num quarto de hospital vestido de fraco, aquele perno que vai

nco, ele se via de frac, né, de porque se enterrava com a melhor roupa. A roupa que se tinha naquela no século XIX era frac. Ele se achava num quarto de hospital vestido de fraco, aquele perno que vai até na, né, que quase que é uma saia, que vai até embaixo. Aí aos poucos, ele foi percebendo que ele não estava num leito de hospital, ele tava dentro de um caixão. Até que ele consegue sair, mas ele continua de fraque até ser resgatado. Por quê? Porque a ele estava no psiquismo da do momento que ele se mata, né, no suicídio. Então, eh a explicação muito lógica desse eh dessa descrição exatamente é isso. Não se trata em hipótese alguma de ficção. Se trata de algo que basta você fazer reflexões acerca. Ah, mas não tem nada nas obras básicas que fala dessas cidades aqui. Não tem. Porque as obras básicas, como Kardec Nerma disse, são básicas com a a base do processo. Não tinha como nas obras básicas fazer descrição como essa. Imagina se fosse descrever todos os detalhes que nós temos no mundo espiritual nas obras básicas. Seriam obras de 1000 páginas, 2.000 páginas. e impossível até de serem inevitáveis, né? Agora, toda a base está ali. Basta ter olhos de ver para você e e refletir que aquilo que tá sendo descrito serve para uma série de circunstâncias, não apenas. Quando Kardec, por exemplo, no livro no livro dos médiuns, fala do da pessoa ter até a caixinha de rapé que o espírito usava, plasma sem nem perceber que tava carregando a caixinha de rapé no mundo espiritual. O rapel é fuma que se utilizava para espirrar as pessoas no século XIX. Hoje não se usa mais, mas todos esses detalhes d para entender que o espírito cria a fome propriamente de forma subconsciente. Imagina o que o espírito pode fazer de forma consciente. Então, esses espíritos abnegados que fundaram Colômia Nosso lar criaram com seu próprio psiquismo todo esse ambiente e os cidadãos de nosso lar eh desfrutam, né, de Jésica, Alir, boa noite. Eh, você falando dos animais, eu fiquei pensando quando os animais morrem, para onde que eles vão?

psiquismo todo esse ambiente e os cidadãos de nosso lar eh desfrutam, né, de Jésica, Alir, boa noite. Eh, você falando dos animais, eu fiquei pensando quando os animais morrem, para onde que eles vão? A maioria deles reencarnam imediatamente. Os animais, os animais selvagens, eles se encarnam imediatamente. Os domésticos, eles podem ser retirados. E esses animais que ele descreve aqui podem ser animais das pessoas que os tinham quando estavam encarnadas, tá? Em alguns casos eles eh retiram o assim que ele morre pro corpo, retiram pelo espírito e aí são levados e mantidos por um eh no livro no livro um livro da em homenagem a Xavier, me lembro o nome, o o Chico descreve descreve o irmão dele quando uma das o Chico gostava muito de cachorro e uma dos cachorros morre. E o irmão dele veio e pegou o cachorro. Pegou o cachorro espiritualmente, né? O cadáver ficou lá e ele levou muito provavelmente para para aguardar o Chico desencarnar ele ter a convivência com o cachorro dele no mundo espiritual, tá? Com os animais domésticos isso pode acontecer. Esses animais aqui que ele descreve pode ser animais desencarnados mesmo, não criação mental, né? Os pássaros, borboletas, isso são criação mental. Mas os animais, tipo cachorro, gatos, os animais que se usa como animais de estimação, eles podem ter essa característica, tá? Mas a maioria deles reencarna imediatamente. Está no livro dos espíritos uma questão sobre isso. >> OK, Jessica. >> OK. Obrigada. >> Alguma outra pergunta, alguma reflexão mais, gente? >> Olha, Lírio, eu tenho uma pergunta aqui, não é? Só para ficar claro, eh, por exemplo, agora aprofundou um pouco, porque eu entendia que o reino vegetal e o reino animal não seria a criação mental, só o reino mineral. Então, pelo que eu tô entendendo, em algumas situações, o reino animal é criação mental e outras não. Depende, porque, por exemplo, o o vegetais que são descritos no mundo espiritual são todos criações metais, não são vegetais desencarnados. O vegetal está no outro nível de de

ção mental e outras não. Depende, porque, por exemplo, o o vegetais que são descritos no mundo espiritual são todos criações metais, não são vegetais desencarnados. O vegetal está no outro nível de de evolução. O animal doméstico, como ele já está mais próximo do ser humano, ele pode se manter desencarnado por um período de antes. Como o ser humano também se mantém desencarnado, depois reencarna. Ele pode se manter por um período. Os os selvagens não tem por mantê-los. Eh, não existe zoológico no mundo espiritual, né, para manter animal selvagem eh circunscritas em jaulas. Então, só os domésticos que poderiam ter essa eh característica de continuar desencarnado no mundo espiritual. >> Deu para deu para entender >> todos os demais seres são criação mental dos habitantes daquela região, >> tá? Então, deu para entender agora que, por exemplo, no caso dos vegetais é sempre criação mental e no caso dos animais há essa característica de criação mental. E >> veja que ó, essas váas plumagens policromas >> usavam os ares. Isso aqui é criação mental. Isso não são aves desencarnadas que ficam voando para lá e para cá. são criação mental. Ele fala de rosas diferentes desabruchavam aqui e ali. Também não são rosas desencarnadas, são rosas da dimensão espiritual criada pela mente dos espíritos. >> Obrigado. >> Continuando aqui nas minhas lutas introspectivas. Pertia-me em indagações de toda sorte. Não conseguia atinar com multiplicidade de formas análogas às do planeta, considerando a circunstância de me encontrar numa esfera propriamente espiritual. Lízias, o companheiro amável de todos os dias, não regateava explicações. A morte do corpo não conduz o homem a situações miraculosas, diz todo o processo evolutivo implica gradação. Há regiões múltiplas para os desencarnados, como existem planos inúmeros e surpreendentes para as criaturas envolvidas de da de carne terrestre, almas e sentimentos, formas e coisas, obedece a princípios de desenvolvimento natural e hierarquia justa. Preocupava-me, todavia, permanecer ali

para as criaturas envolvidas de da de carne terrestre, almas e sentimentos, formas e coisas, obedece a princípios de desenvolvimento natural e hierarquia justa. Preocupava-me, todavia, permanecer ali num parque de saúde havia muitas semanas, sem a visita de pelo menos um conhecido do mundo. Afinal, não fora eu a única pessoa do meu círculo a decifrar o enigma da sepultura. Meus pais me haviam antecipado na grande jornada. Amigos, vários no outro tempo me haviam precedido. Por que então não apareciam naquele quarto de enfermidade espiritual para conforto do meu coração dolorido. Bastariam os momentos de consolação. Um dia não pude conter-me e perguntei ao solícito visitador: "Meu caro Nísias, acha possível aqui o encontro com aqueles que nos antecederam na morte do corpo físico? Como não pensa que está esquecido? Sim, porque não por que não me visita? Na terra sempre contei com abnegação maternal. Minha mãe, entretanto, até agora não deu sinal de vida. Meu pai igualmente fez a grande viagem três antes, três anos antes do meu trespasso. Os lotes sua mãe o tem ajudado dia e noite desde a crise que antecipou sua vinda. Quando se acou abandonar o casulo terrestre, duplicou-se o interesse maternal a seu respeito. Talvez não saiba ainda que sua permanência nas esferas inferiores durou mais de 8 anos consecutivos. Ela jamais desanimou. Intercedeu muitas vezes em nosso lar a seu favor. rou bons ofícios de Clarência e começou a visitá-lo frequentemente até que o médico da terra vaidoso se afastasse um tanto a fim de surgir o filho dos céus. Compreendeu? Eu tinha os olhos úmidos. Ignorava o número de anos que me distanciavam da gleba terrestre. Desejei conhecer os processos de proteção imperceptível, mas não consegui. Minhas cordas vocais estavam entorpecidas com o nó de lágrimas represadas no coração. No dia em que você orou com tanta alma, prosseguiu o enfermeiro visitador, quando compreendeu que tudo no universo pertence ao pai sobrinho, seu pranto era diferente. Não sabe que as chuvas que destróem

dia em que você orou com tanta alma, prosseguiu o enfermeiro visitador, quando compreendeu que tudo no universo pertence ao pai sobrinho, seu pranto era diferente. Não sabe que as chuvas que destróem e chuvas que criam lágrimas há também assim. É lógico que o Senhor não espera por nossas rogativas para nos amar. No entanto, é indispensável nos colocarmos em determinada posição receptiva, a fim de compreender-lhe a infinita bondade. Um espelho enfuscado não reflete a luz. Desse modo, o pai não precisa de nossas penitências, mas convenhamos que as penitências prestam ótimos serviços a nós mesmos. Entendeu? Clarencio não teve dificuldade em localizá-lo, atendendo os apelos de sua carinhosa genitora da terra. Você, porém, demorou muito a encontrar Clarêncio. E quando sua mãezinha soube que o filho havia rasgado os véus escuros com auxílio da oração, chorou de alegria, segundo me contaram. "E onde está minha mãe?", exclamei por fim. "Se me é permitido, quero vê-la, abraçá-la. ajoelhar-me a seus pés. "Não vive em nosso lar", esclareceu Lisas. Habita esferas mais altas, onde trabalha não somente por você. Observando o meu desapontamento acrescentou fraterno. Virá vê-lo por certo antes mesmo do que pensamos. Quando alguém deseja algo, ardentemente, já se encontra a caminho da realização. Em você nesse particular a lição do próprio caso. Aos fio rolou como pluma, albergando o medo, as tristezas e desilusões. Mas quando mentalizou firmemente a necessidade de receber o auxílio divino, dilatou o padrão vibratório da mente e alcançou a vida visão e sofor. Olhos brilhantes, encorajado pelo esclarecimento recebido, exclamei resolu. Desejarei então com todas as minhas forças, ela virá. Ela virá. Lízia sorriu com inteligência e como quem previne generoso afirmou despedir-se. Convém não esquecer, contudo, que a realização nobre exige três requisitos fundamentais a saber. Primeiro, desejar. Segundo, saber desejar. E terceiro, merecer. ou por por outros termos, vontade ativa, trabalho persistente

ontudo, que a realização nobre exige três requisitos fundamentais a saber. Primeiro, desejar. Segundo, saber desejar. E terceiro, merecer. ou por por outros termos, vontade ativa, trabalho persistente e merecimento justo. O visitador ganhou a porta de saída sorridente, enquanto eu me definha silencioso, a meditar no extenso programa formulado em tão poucas palavras. que nós temos algumas reflexões também a fazer, né? Eh, tudo é uma questão de pensar, né, de como o Lías coloca, saber sentir, né, eh, e merecer o processo. Ele fala dos dois tipos de lágrimas. As lágrimas que André Luiz vertia antes de humildar o seu orgulho, ela eram lágrimas que destró. Quando ele faz a assim, usa a analogia com as chuvas. Então, quando ele chorava de desespero, quando ele chorava de angústia, sendo perseguido, muitas e muitas vezes, ele chorou, mas era choro de revolta, era choro de desespero, não era o choro que faz prorir o coração. Somente quando ele humildou o orgulho, ele chorou de forma diferente. E aí quando ele chora de forma diferente, é isso que o o Clarence, o Clarência não, Lísias reflete aqui com ele. Quando ele chora de maneira diferente, ele dilatou o padrão vibratório da mente e alcançou a visão socorro. mentalizou firmemente a necessidade de receber auxílio e recebeu dilatando a a percepção. Antes ele tava focado na própria dor, no sofrimento, revoltado para sofrimento. Então ele só enxerga aquilo que ele está fixado mentalmente. Quando ele muda a o psiquismo humildando o seu orgulho, a mansão do arrebeldinho, ele dilata a percepção mental, porque não é o milagre, é a percepção dele que ampliou. Clarocio já havia visitado ele várias vezes. A mãe já havia visitado ele várias vezes, mas ele mesmo não percebia. Por quê? Porque a mente estava totalmente fixada na dor e no sofrimento e na revolta por estar naquele processo. Somente quando ele se liberta da revolta minimamente, né? que é aquilo que Jesus coloca na parábola da conciliação com os adversários. o o a humildade, a mansidão do tamanho de

estar naquele processo. Somente quando ele se liberta da revolta minimamente, né? que é aquilo que Jesus coloca na parábola da conciliação com os adversários. o o a humildade, a mansidão do tamanho de um seitil, ele se liberta daquela prisão mental que ele estava vivenciando. Ele estava vivenciando a prisão mental da revolta do orgulho. E aí ele paga a fiança, que é o a o seitil, né? E Jesus fala: "Não saireis dali enquanto não pagardes o último seit." >> Eita, você tinha alguma fala? Era isso mesmo que você falou, que a mãe o visitou, mas ele não conseguia perceber a presença dela >> por estar num padrão vibratório diferente. Então, quando a gente pensa e acredita, né, de uma pessoas comuns como nós há tempos atrás imaginávamos e tem gente que ainda afirma que quando morre, né, falece e o e depois que desencarne encontra todos os familiares, encontra todos os os falecidos, né, anteriormente. Mas nem sempre é assim, né? Porque cada um de nós tá num padrão vibratório diferente do outro. >> Isso. >> Até aqueles que enganosamente se matam, por exemplo, casais. Recentemente teve um casal de adolescentes que suicidaram para viver na vida eterna juntos, tipo Romeu e Julieta. >> Então, não necessariamente, né? >> Com certeza eles não vão se encontrar, né? No livro do No céu e inferno, eu tenho um caso da da mãe que o filho eh desencarnou naturalmente e ela >> se enforcou para para >> encontrar >> eh para se encontrar com o filho. E ela criou um abismo entre ela e ele. >> É, >> ele a visitava na dimensão espiritual, mas ela não conseguia vê-lo de forma nenhuma. né? Porque ah, tem a ver com essa fala do Lízias para Andí, por que que ele não foi visitado imediatamente pela mãe lá no nosso lar? Porque é primeiro desejar, depois saber desejar e terceiro merecer. Ele não tinha merecido até aquele momento a visita da mãe. Ele só vai merecer a visita da mãe quando ele começa realmente ao trabalho no na colônia. Ele se desdobra do por do corpo per espiritual e vai na ver a mãe na colônia da mãe.

momento a visita da mãe. Ele só vai merecer a visita da mãe quando ele começa realmente ao trabalho no na colônia. Ele se desdobra do por do corpo per espiritual e vai na ver a mãe na colônia da mãe. Ângela. >> Doutora Lírio. Aqui esse trechinho que fala: "O pai não precisa de nossas penitências, mas convenhamos que as penitências prestam ótimos serviços a nós mesmos". Ele, eu não sei se eu entendi bem, mas ele tá se referindo à dor ou ele tá se referindo a aquele pagamento pagamento do de pequenina a gente se humildar ou nenhuma das duas. Então, a a essa visão de que nós precisamos nos penitenciar para que Deus nos ajude é falsa. Porque se fosse necessário isso, era muito pouca gente que que realmente seria ajudado. Então, Deus nos ama, independente da nossa dedicação a ele ou não. A parábola dos dois filhos mostra muito bem isso. Jesus fala quando ainda estava longe, viu o seu pai e lançou-se ao pescoço e o beijou com íntima compaixão. Isso pro filho mais novo. O filho mais velho, o pai também o chama para participar do banquete na casa também com bastante compaixão. Então Deus Jesus eh coloca que Deus manda o céu e a o sol e a chuva para bons e maus. para justos e injustos, para que o mal se torne bom e o injusto se torne justo. Então, ele não precisa nós soframos para que ele nos ame. Agora, a o nosso sofrimento nos auxilia no processo de amansar, a rebeldia, humildar o orgulho. Então, André Luiz só conseguiu se libertar do orgulho e da rebeldia com muito sofrimento. E isso é benéfico para o espírito, não que o Deus precise, né? Tanto é que a visita do claro acontecia, a visita da mãe acontecia, mas ele não estava. Só quando ele realmente sofre, cansa de sofrer, ele humilda e aí abre a percepção da da realidade a sua boca, >> a realidade superior, né? Porque a realidade inferior ele via, ele via os monstros, ele via tudo, sofria tudo. Então aqui está no nível dele, abaixo do nível dele, ele percebe, ele não percebe a realidade superior. E a penitência, né, aqui tá a penitência

le via, ele via os monstros, ele via tudo, sofria tudo. Então aqui está no nível dele, abaixo do nível dele, ele percebe, ele não percebe a realidade superior. E a penitência, né, aqui tá a penitência no sentido da dor. >> Uhum. Ela auxilia a retirar os os obstáculos, que orgulho revelor obstáculo a uma percepção mais dilatada da vida. Então, quando ele consegue retirar esses obstáculos, ele vê claro, ele vê a luz e tudo mais. >> Ei, Al. >> Sim, é isso aí. Eh, eu fiquei querendo que você falasse um bocadinho sobre isso por conta desse termo, né, usado naquela naquele naquela época das penitências, né, que isso tem a ver com ele usar simbolicamente falando, né, não é não é penitência da Igreja Católica, é no sentido de dor e sofrião. >> Obrigada, >> Alessandro. Boa noite a todos. Alírio, quando ele fala que talvez não saiba ainda que sua permanência nas esferas inferiores durou mais de 8 anos consecutivos e André Luía Filme ignorava o número de anos que me distanciavam da glba terrestre. Então, podemos aventar que a palavra tempo tá mais relacionada à ciências da natureza para uma questão de organização da sociedade e nós contemplarmos os fenômenos da natureza. Porque quando diz respeito às questões morais para o espírito mortal, não tem sentido falar tempo, né? Assim, o espírito superior jamais ele vai ficar pegado a tempo, assim como o inferior nem sentiu, que é o caso dele, né? Naquele momento 8 anos. Quando um espírito vem nas sessões mediúnicas e fala tempo, ele está se passando por um pseudo sábio. Já que assim o tempo nas questões mais abrangentes, que seriam as questões do espírito mortal, não tem sentido de nós falarmos. Podemos ir por esse caminho. >> Veja bem, eh é aquilo que oas coloca que na a morte não conduz o homem a situações miraculosas. Todo o processo evolutivo implica gradação. O tempo na Terra, ele ele é ele é, na verdade resultado do próprio ambiente do planeta, a rotação do da Terra em torno dos do seu eixo e a rotação em torno do Sol, né, que aí

olutivo implica gradação. O tempo na Terra, ele ele é ele é, na verdade resultado do próprio ambiente do planeta, a rotação do da Terra em torno dos do seu eixo e a rotação em torno do Sol, né, que aí conta o tempo. No nas obras de André Luiz faz referência a relógio no mundo espiritual que contava o tempo igual da Terra. né, da na mesma, no caso do rio do do nosso lar, a latitude, a longitude dela é do Rio de Janeiro. Então é o tempo ali do do é o fuso horário de Brasília do do Rio de Janeiro. Então, é o tempo, porque não há essa eh essa transformação simplesmente já não existe mais tempo. Para o espírito imortal, o tempo é relativo. No sentido psicológico, existe o tempo cronológico e o tempo psicológico. O tempo cronológico de que André Luiz passou no Brau foram 8 anos e pouco, quase 9 anos. Mais de 8 anos. O tempo psicológico, com certeza se perguntar para ele foi uma eternidade, que é aquela ideia, né, que tá tá lá no no livro dos espíritos, quando o espírito tá em sofrimento, o tempo parece que por isso que ele gerou a ideia do inferno eterno, né? Meu par nunca vou sair dali. ele, o desespero que ele se enquanto ele não meu dou orgulho, ele ficava desesperado acreditando que aqui aquilo seria pro resto da eternidade. Então, veja que esse é o tempo psicológico. O cronológico foi 8 anos e pouco para que ele humildasse o orgulho e amassasse a rebeldia, né? O tempo cronológico é igual da Terra, nesse nessa dimensão de o tempo psicológico é diferente. Então, por exemplo, quando você está num estágio superior, o tempo eh psicologicamente ele é completamente diferente do tempo cronológico, né? Quando uma pessoa, por exemplo, realiza coisas significativas, o tempo passa muito rápido. Agora, quando você está com dores ou quando você está numa situação tediosa, o tempo parece que não passa, mas é o mesmo tempo cronológico. Por que que não passa? Porque você não está, né? Imagina eh uma hora com dor de dente daquelas bens de de fazer canal, né? É uma tortura. Agora, uma hora fazendo a

sa, mas é o mesmo tempo cronológico. Por que que não passa? Porque você não está, né? Imagina eh uma hora com dor de dente daquelas bens de de fazer canal, né? É uma tortura. Agora, uma hora fazendo a coisa, a sua atividade preferida, passa no átimo. É o mesmo tempo cronológico, mas psicologicamente é diferente. Então, tem a ver com isso. A dimensão do o espírito superior 100 200 anos para ele não é nada porque ele está numa dimensão psicologicamente em atividades que agora o tempo cronológico para ele realizar uma ação é contado igual da Terra. Imagina os benfeitores que orientam uma reunião mediúnica. Se eles não contam o tempo cronologicamente, ele ah, a reunião mediúnica hoje eu nem lembrei, porque ele, se ele ficar só no tempo psicológico, ele não se conecta com as atividades que requer o tempo cronológico. Então, temos essa essa questão. Então, dentro do tempo, ainda nas regiões eh da Terra, próximas a Terra, o tempo cronológico conta também. Mais alguma reflexão desse capítulo, pessoal? >> Doutor, >> pode falar, >> tá? Eh, essa vontade ativa, trabalho persistente, merecimento justo. Você falou sobre isso. Desculpa, eu não sei. >> Ah, eu ia falar agora. Então, a a oes, né, ele fala, primeiro, ele fala desejar, saber desejar e terceiro, merecer. Na verdade, dentro de uma visão profunda, desejo é uma coisa mais fugaz. Na verdade, é vontade, é o querer. Querer saber, querer. Eh, primeiro querer, saber querer e merecer aquilo que se quer. Então, vontade ativa, porque é a mobilização da vontade que faz com que aquilo que nós queremos seja realizado. O trabalho que é o esforço que a pessoa vai para conquistar. O mérito, o mérito ele não é uma dádiva, ele é uma conquista. Então, o que que nós merecemos? Nós merecemos o as as oportunidades de trabalho para gradualmente merecer aquilo que nós queremos, né? Porque são duas leis que diz respeito à questão, existe a lei do mérito e a lei de misericórdia para que no Veja que a André Luiz estava, ele não tava tendo mérito nenhum

aquilo que nós queremos, né? Porque são duas leis que diz respeito à questão, existe a lei do mérito e a lei de misericórdia para que no Veja que a André Luiz estava, ele não tava tendo mérito nenhum até esse momento, por ele foi resgatado por acréscimo de misericórdia. veio de misericórdia o acolheu. Ele ainda ficou reclamão até que ele aprendeu que não era por aí, que ele iria evoluir, né? Aí a partir dali ele começa a ter novos pensamentos, mas ainda não conquistou o mérito. O mérito vai ser dado pelo trabalho persistente, pelo serviço que nós vimos no no capítulo anterior. O serviço principal é aquilo que diz respeito a nós mesmos, a nossa transformação. e a partir da nossa transformação para melhor ajudar na coletividade. Então, somente quando ele ajuda na coletividade que ele merece a visita da mãe, né? Quando ele começa realmente a sair da esfera da lei de misericórdia para ir ao encontro da lei de do mérito, né? A lei de misericórdia é uma dádiva. A lei do mérito, a a conexão com a lei do mérito é uma conquista feita por meio de trabalho persistente. Aí a pessoa se conecta com o merecimento justo, porque a da é tem a ver com a dimensão justiça da lei maior. Quando nós praticamos o amor a nós mesmos, amar a si mesmo e ao próximo como a nós mesmo, nós nos conectamos com a lei de amor. Quando nós começamos a fazer aos outros aquilo que gostaríamos de fosse que fosse feito a nós, a dimensão caridade. Quando nós fazemos isso, nós acionamos a justiça. É justo que nós mereçamos o resultado do nosso trabalho. É, aí ao mérito vem. Enquanto isso não ocorrer, nós ficamos claro. A lei de misericórdia sempre vai estar nos atendendo, sejamos justos ou não. Agora, ela vai sempre, ela, a lei de misericórdia nos dá dádiva para que nós nos conectemos com ela por meio da lei de permissão. a lei de permissão nos convida a exercitar sentimento de aprendizo, humildade e mansidão para nos permitir a misericórdia de Deus e reparar os erros cometidos. Então, André Luiz gradualmente vai compreendendo

permissão nos convida a exercitar sentimento de aprendizo, humildade e mansidão para nos permitir a misericórdia de Deus e reparar os erros cometidos. Então, André Luiz gradualmente vai compreendendo esse processo. Ele vai compreendendo que não é se queixando e se colocando como a pior da dos sofredores que ele iria eh resolver as questões dele. Era com a transformação interior. quando ele vai, né, já tô até adiantando algumas capítulos do livro, quem ainda não leu, né, spoiler, mas eh quando ele vai pro ministro Clarence pedir trabalho lá no fundo, no fundo, o orgulho dele queria que ele queria o trabalho de médico. O Clarence percebe no ato. eh tá pensando, né, que pedindo trabalho humilde, mas na verdade você tá querendo trabalho de médico. Mas se você ainda nem compreende eh as questões do mundo material, vai conseguir ser médico no mundo espiritual. né? E aí o Clarence sugere para ele fazer um estágio lá na câmara de retificação para observar como que era o a o o serviço médico no mundo espiritual. Então, na câmara de retificação nem médica tinha, tinha uma enfermeira narcisa, e essa enfermeira não dava conta de atender todos os espíritos vomitando e fazendo coisas terríques. E aí quando ele se vê naquela situação, ele pega os apetrechos de enfermagem e vai ajudar a Narcisia. E aí, nesse dia ele recebe o merecimento justo. Inclusive durante o sono ele vai ver a mãe dele, né? Então é exatamente o que o não basta querer, é importante saber querer e merecer aquilo que se quer. Então, vontade ativa, trabalho persistente e merecimento justo. Mais alguma reflexão, pessoal? Vamos pro oitavo capítulo. Dá tempo ainda ver organização de serviços. Decorridas algumas semanas de tratamento ativo, saí pela primeira vez em companhia de lisas. Impressionou-me o espetáculo das ruas, vastas avenidas enfeitadas de árvores frondosas, ar puro, atmosfera de profunda tranquilidade espiritual. Não havia, porém, qualquer sinal de inércia ou de ociosidade, porque as vias públicas estavam

vastas avenidas enfeitadas de árvores frondosas, ar puro, atmosfera de profunda tranquilidade espiritual. Não havia, porém, qualquer sinal de inércia ou de ociosidade, porque as vias públicas estavam repletas. Entidades numerosas iam e vinham. Algumas pareciam situar a mente em lugares distantes, mas outras me dirigiam olhares acolhedores. Incumbia-se o companheiro de orientar-me em face das surpresas que surgiam ininterruptas. Percebendo-me as íntimas conjecturas, esclareceu solista. Estamos no local do Ministério do auxílio. Tudo que vemos, edifícios, casas evidenciais, representa instituições e abrigos adequados à tarefa de nossa jurisdição. Orientadores, operários e outros serviçais da missão residem aqui. Nesta zona atende-se a doentes, ouvem-se rogativas, selecionam-se preces, preparam-se reencarnações terrenas, organizam-se turmas de socorro aos habitantes do umbral ou aos que choram na terra. Estudam-se soluções para todos os processos que se prende ao sofrimento. Olha que interessante, né? Aquela região que André Luiz ou do hospital onde ele estava pertencia ao Ministério do auxílio. No solular ela tem eh as os chamados ministérios são como se fossem bairros da cidade, cada um com característica eh diferente. Então o auxílio é para auxiliar. Então, objetivo de atender doentes, ouvir rogativas, selecionando preces, preces encarnados e desencarnados, preparar reencarnação, ajudar espíritos no umbral ou sofredores da terra. Então, todas aquelas pessoas que fazem esse serviço moram nas região, naquela região chamada Ministério do Auxílio, tem a as áreas residenciais e a hospitalares, eh, a bibliotecas, eh escolas, tudo isso tem nessa região como tem nas outras também. Ah, então em nosso lar o ministério do auxílio? Perguntei como não. Nossos serviços são distribuídos numa organização que se aperfeiçoa dia a dia sob a orientação dos que nos presidem os destinos. Vejamos que a organização da da cidade é muito diferente do das organizações da Terra, porque ele é

ídos numa organização que se aperfeiçoa dia a dia sob a orientação dos que nos presidem os destinos. Vejamos que a organização da da cidade é muito diferente do das organizações da Terra, porque ele é fruto da superioridade dos espíritos que fundaram a cidade, fixando em mim os olhos lúcidos prosseguindo. não tem visto nos atos de prece nosso governador espiritual cercado de 72 colaboradores, pois são os ministros de nosso lar. A colônia, que é essencialmente de trabalho e realização, divide-se em seis ministérios orientados cada qual por 12 ministros. Temos ministérios da regeneração, do auxílio, da comunicação, do esclarecimento, elevação e da união divina. Os quatro primeiros nos aproximam das esferas terrestres. Os dois últimos nos ligam ao plano superior, visto que a nossa cidade espiritual é zona de transição. Os serviços mais grosseiros localizam-se no ministério da regeneração, os mais sublimes, o da união divina. Clariense, o nosso chefe, amigo, é um dos ministros do auxílio. Então, vejamos que a a divisão é perfeita, né, desde eh ministérios que estão ligados às altas esferas e ministérios ligados às regiões umbraminas e a própria prosta terrestre. Valendo-me da pausa natural, exclamei comov. Ó, nunca imaginei a possibilidade de organizações tão completas depois da morte do corpo físico. Sim, esclareceu Lisas. O vel da ilusão é muito denso nos círculos carnais. O homem vulgar ignora que toda manifestação de ordem no mundo procede do plano superior. A natureza greste transforma-se em jardim quando orientada pela mente pela mente do homem. E o pensamento humano selvagem na criatura primitiva transforma-se em potencial criador quando inspirado pelas mentes que funcionam na esfera, nas esferas mais altas. Nenhuma organização útil se materializa na crosta terrena, sem que seus raios iniciais partam de cima. Olha que interessante também essa informação do Nisas, né? Tudo que temos na crossa terrestre começa, na verdade no mundo espiritual. No mundo espiritual, as invenções, tudo

s iniciais partam de cima. Olha que interessante também essa informação do Nisas, né? Tudo que temos na crossa terrestre começa, na verdade no mundo espiritual. No mundo espiritual, as invenções, tudo que nós temos no mundo físico é uma cópia imperfeita daquilo que existe no mundo espiritual. E não o contrário, o mundo espiritual é uma cópia do mundo físico. Mas nosso lar terá igualmente uma história como as grandes cidades planetárias. Sem dúvida, os planos vizinhos da esfera terráquea possuem igualmente natureza específica. Nosso lar é a antiga fundação de portugueses distintos. desencarnados do Brasil no século X. A princípio, enorme, exaustiva foi a luta, segundo consta em nossos arquivos do Ministério do Esclarecimento, há substâncias ásperas nas zonas invisíveis da Terra, tal como nas regiões que se caracterizam pela matéria grosseira. Aqui também existe enormes tensões de potencial inferior, como há no planeta grandes tratos de natureza rude e incivilizada. Os trabalhos primordiais foram desanimadores mesmo para os espíritos fortes. Onde se congregam hoje vibrações delicadas e nobres, edifícios de fino lavor, misturavam-se as notas primitivas dos silvículas do país e as construções infantis e suas mentes rudimentares. Os fundadores não desanimaram, porém prosseguiram na obra, copiando o esforço dos europeus que chegavam à esfera material, apenas com a diferença de que por lá se empregava a violência, a guerra, a escravidão. E aqui o serviço perseverante, a solidariedade fraterna, o amor espiritual, né? Porque uma construção dessa que é feito pela mente, só é possível serviço perseverante, solidariedade fraterna e amor espiritual. A essa altura, atingiram atingiramos uma praça de maravilhosos contornos. Ostentando extensos jardins. No centro da praça ervia-se um palácio de magnificente beleza, encabeçado de torres soberanas e se perdiu no céu. Os fundadores da colônia começaram o esforço partindo daqui, onde se localiza a governadoria", disse o visitador. Apontando o palácio, continuou.

za, encabeçado de torres soberanas e se perdiu no céu. Os fundadores da colônia começaram o esforço partindo daqui, onde se localiza a governadoria", disse o visitador. Apontando o palácio, continuou. Temos nesta frase o ponto de convergência dos seis ministérios a que me referi. Então, o nosso lar é como se fosse uma estrela, né? Tem a governadoria fica no centro e os os seis ministérios em torno. Todos começam na da governadoria estendendo-se em forma triangular. Então são seis triângulos a partir da governadoria. e respeitoso comentou: "Ali vive o nosso obnegado orientador nos trabalhos administrativos, utiliza ele a colaboração de 3.000 funcionários. Entretanto, é ele o trabalhador mais infatigável e mais fiel que todos nós reunidos. Os ministros costumam excursionar noutras esferas. renovando energias e valorizando conhecimentos. Nós outros gozamos entretenimento habituais, mas o governador nunca dispõe de tempo para isso. Faz questão que descansemos. obriga-nos a férias periódicas, ao passo que ele mesmo quase nunca repousa, mesmo no que concerne as horas de sono. Parece-me que a glória dele é o serviço perelho. Basta lembrar que estou aqui há 40 anos e com exceção das assembleias referente às preces coletivas, raramente o tenho visto em festividades públicas. Seu pensamento, porém, abrange todos os círculos de serviço. Sua assistência carinhosa tudo e a todos atinge. Depois de longa pausa, o enfermeiro amigo acentuou. Não faz muito comemorou seu centésimo eh eh 114 114 aniversário. >> 114º. >> É. Esse mesmo aniversário da sua magnânima direção. a Lara Sinías, evidenciando com movida reverência, enquanto eu a lado, contemplava respeitoso, embedecido, as torres maravilhosas que pareciam cindir o firmamento, indiferente dos governadores terrestres, né? Principalmente nosso país, esse que trabalha, os outros só querem outras coisas. né? Então, a é muito interessante a a organização da colônia, né? A governadoria, os os aos ministérios e a pela despressão, a colônia é enorme,

, esse que trabalha, os outros só querem outras coisas. né? Então, a é muito interessante a a organização da colônia, né? A governadoria, os os aos ministérios e a pela despressão, a colônia é enorme, né? É uma cidade enorme. Eh, deve ser uma cidade de milhões de habitantes pelo pelas descrições de Abra Luías. Não sei se tem essa informação da quantidade de habitantes, mas pelas descrições tem bilhões de habitantes. E e o objetivo da da cidade é o serviço de aprimoramento de si mesmo e de auxílio ao próximo. Toda a colônia, ela existe em função disso. E é interessante aquilo que nós estávamos eh falando agora a pouco, né? Tudo é criação mental, mas a criação mental a partir daquilo que já existe. Então, no Brasil, no século X, a construções que existiam no mundo espiritual era feito pelos indígenas, que são espíritos que ainda estão na infância espiritual. Então, as construções que existiam, né, mesmo das regiões que já não eram mais um branalinas, eram, como ele diz aqui, as construções eh infantis de suas mentes por serem espíritos e simples e ignorantes que estavam eh iniciando a sua vida no reino Minal. Já os europeus que vieram para cá, claro que tinham o lado ainda perverso, muito deles, eram espíritos já que vieram de outro planeta, né, do do sistema capela, né, mais evoluídos eh eh intelectualmente e esses que fundaram o nosso lar eram lares evoluídos intelecto, moralmente. E aí, com base nessa na capacidade deles, eles foram construindo, né, na o mundo espiritual não tem pedreiro, não tem eh material de construção que vai é tudo a mente vai sendo plasmando, né, e plasmando até que haja no a partir do fluido pósico universal as as construções. E tamb é interessante também a forma, né, do trabalho. Tem trabalho, tem repouso. E o trabalho e repouso são leis divinas. Tem a lei do trabalho, existe a lei do repouso também. E aí fala do entretenimento, de sono, né? Tem gente que acha que espírito desencarnado não dorme, né? Não precisa dormir como se não. Claro

inas. Tem a lei do trabalho, existe a lei do repouso também. E aí fala do entretenimento, de sono, né? Tem gente que acha que espírito desencarnado não dorme, né? Não precisa dormir como se não. Claro que ele não, o desencarnado, ele não morre se, se não dormir. Nós se nós não dormirmos, nós morremos. Depois de um certo tempo começa a dar fal em tube e a morte, mas o desencarnado não morre, mas é a necessidade do repouso para restabelecer as forças, porque aquilo que o Elías disse, não há milagre simplesmente lá tá desencarnado, tudo ficar mágico, miraculoso. Tem espírita que ainda acha que vai ficar flutuando no ar, né? Todo mundo flutuando no ar sem nada para eh fazer. Ela >> é ainda é um um nível semimaterial, né, Al? O nosso lar. O que me chamou bastante atenção foi quando ele se se referiu ao governador e ele fala de todo o processo evolutivo na construção do que o nosso lar apresentava, mas principalmente na sustentação do pensamento que o governador tinha aqui nesse penúltimo parágrafo. Ele fala: "Seu pensamento, porém, abrange todos os círculos de serviço. sua assistência carinhosa e tudo que e tudo e a todos atinge. Então é aquele cuidado, não basta construir, não basta fazer, é preciso eh uma manutenção de um padrão de pensamento para para garantir a manutenção do espaço, né, e o cuidado com as pessoas, né? >> Isso. >> Quando Jesus fala: "Vós sois deuses, podeis fazer o que eu faço e muito mais". >> Uhum. Isso é um um nível mais abrangente, como você disse, tem bastante, são muitos habitantes, então ele cuida, né, de de uma quantidade grande de espíritos, né? >> É o espírito de alta envergadura, né? Segundo informações do próprio André Luiz, só o governador e a ministra de que já estiveram na esfera de Jesus, >> né? Estiveram pessoalmente com Jesus, só eles dois. os ônibos da colônia. >> E quanto trabalho, né? 114 anos ininterrupto de trabalho, né? A gente trabalha 30 anos já que é aposentado. >> É aqui. >> OK. Bom, o nosso tempo >> já deu >> vocês esbofando.

os ônibos da colônia. >> E quanto trabalho, né? 114 anos ininterrupto de trabalho, né? A gente trabalha 30 anos já que é aposentado. >> É aqui. >> OK. Bom, o nosso tempo >> já deu >> vocês esbofando. >> Sou rápido. Vamos fazer a nossa oração. Maria Clara, pode fazer a oração. Já te acompanha, por favor. Queridos amigos, queridos irmãos, com gratidão podemos reconhecer a divindade do criador, a excelência sublime do seu amor. amor que nos envolve >> através de Jesus, através de Jesus, sol de nossas vidas. Que possamos agradecer, Senhor, esses momentos em que podemos participar de tantas reflexões amorosas para que nós aqui nesse momento possamos passar pelas nossas dificuldades, sabendo que ainda estamos num caminho e que temos muita ajuda e assim agradecermos a cada dia, a cada um de vocês que nos alimentam nossas almas também, a essas reflexões que nos levam a estar sempre junto a Jesus. E ele sempre nos abraçando com sua luz de amor. Que ele possa nos envolver cada vez mais e a cada terça-feira nós possamos estar cada vez mais perto do Pai e de Jesus. Que possamos então nos recolher agradecendo por tudo o que nós convivemos hoje, tudo que nós aprendemos. o desejar, o saber desejar e o merecer. O trabalho é permanente e todas as nossas emoções possam ser levadas ao otimismo, ao bem, a todos os que nos que estamos juntos aqui neste momento na terra. agradecendo por essa reencarnação que nos faz crescer. Senhor Jesus, abençoe nossos lares, abençoe nossas mentes, ilumine nossos corações, nos dando força e coragem para que possamos enfrentar com alegria todas as nossas provações, que ainda são muito poucas, mas que devagar, passo a passo, podemos estar contigo, mestre, nos orientando. em nossas aflições, em nossos momentos de alegria. Fique conosco, que possamos adormecer junto ao Pai, ao lado de Jesus e Maria, queem todos em paz. Que assim possamos fazer o nosso nossa vida de gratidão hoje e sempre. Assim seja. Uma boa noite para todos nós, muita paz e até a próxima terça-feira.

i, ao lado de Jesus e Maria, queem todos em paz. Que assim possamos fazer o nosso nossa vida de gratidão hoje e sempre. Assim seja. Uma boa noite para todos nós, muita paz e até a próxima terça-feira. >> Boa noite a todos. Oi, gratidão. >> Gratidão a todos.

Mais do canal