Estudo Reflexivo | Módulo 01: Nosso Lar - #3
✨ Neste vídeo, participe do Estudo Reflexivo da Feemt (Federação Espírita do Estado de Mato Grosso) e aprofunde seus conhecimentos sobre os ensinamentos de André Luiz. 📚 Tema: “Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual” 📖 Módulo 01: Nosso Lar 👥 Encontro 3 🗓 O estudo acontece todas as terças-feiras, exceto a primeira do mês. ⏰ Horários: • 20h às 21h30 (Cuiabá) • 21h às 22h30 (Brasília) 🎙 Facilitação: Alírio de Cerqueira Filho 👉 Inscreva-se e participe ao vivo pelo link: http://linklist.bio/inscricao-estudo-reflexivo 🔗 Mais detalhes e gravações: www.feemt.org.br
cham nós vamos fazer uma recordação, uma revisão do modo do nosso encontro anterior e depois nós entramos no conteúdo deste deste encontro. Desculpa, Silvana. Eh, vou fazer uma pergunta, mas não é nem do anterior, foi do primeiro mesmo, tá? Pode falar. É que eu não participei do anterior. E é você teve uma fala quando você disse do que o André Luiz ele ele tá evoluindo, né, no mundo espiritual. E eu queria que você falasse um pouquinho como que é essa evolução, porque ela ela é diferente, né? É. Pode falar um pouquinho sobre isso? Uhum. Ah, segundo o livro dos espíritos, né, nós baseamos sempre nas obras básicas, porque a nossa referência maior. Ah, há uma necessidade da encarnação para a evolução do ser, do ser humano. Por que que é necessário a a reencarnação? Para que haja o processo de expiação? que é o aprimoramento constante do espírito, né? Espiar no sentido amplo do termo, que não significa passar necessariamente por dores, que é o sentido estrito do termo, espiar, extrair a pureza, né? Prefueex, colocar para fora, pia, pureza. Então, ação para extrair a pureza, ou seja, para a purificação do espírito. Por que que é necessária a encarnação? No mundo físico, nós temos uma uma diversidade de espíritos em evolução. Nós temos pessoas extremamente boníssimas que transcende a humanidade de um modo geral, que é uma minoria no planeta de expiações e provas como o nosso. Nós temos pessoas já medianamente boas, que já estão propensas ao bem, querendo bem e fazendo bem não tão intenso quanto essas boníssimas, mas já no no movimento de realizar o bem. Nós temos uma grande parte das pessoas ainda numa neutralidade. É o espírito neutro da escala espírita que não faz o bem nem o mal. Uma grande parte da humanidade está assim ainda e uma parte maior ainda ainda se comprazendo com o mal. Então, no a a quando nós estamos no mundo físico, a evolução ela vai se dar com mais intensidade, porque realizar o bem num ambiente assim é bastante desafiador, requer de nós todo um esforço na direção
tão, no a a quando nós estamos no mundo físico, a evolução ela vai se dar com mais intensidade, porque realizar o bem num ambiente assim é bastante desafiador, requer de nós todo um esforço na direção do bem, trabalhando em função da nossa eh transformação interior gradualmente de uma forma eh com esforços, né? Isso que nós sempre colocamos, esforços continuados, paciente, perseverante, disciplinados de mudança. No mundo espiritual, os espíritos se agrupam por afinidade evolutiva. Então, os muitos maus se reúnem nas nas trevas. Nós vamos ver isso aqui no próprio livro nosso lar. nas regiões trevosas do planeta que ficam abaixo da crosta no âmago do planeta. Então eles se reúnem nessa nessas regiões fomentando o mal de si mesmo, do do da o mal pra humanidade em em intensidades as mais variadas possíveis. evoluir. Os espíritos que estão nessa região, eles tendem a ficar estagnados nessa posição muito mal de de muito mal. Se não saírem dali, se não houvesse o processo reencarnatório, eles ficariam nessa nessa condição eternamente. Então, quando vem a reencarnação, por mais que a ele possa continuar impedernido no mal, há uma chance de haver mudanças. os que estão na posição de que não são tão maus, que estão numa neutralidade que já é um mal, porque não fazer o bem já é o mal, ficam nas ficam nas regiões umbralinas que André Luiz descreve descreve no capítulo 1 e 2 do livro. nessas regiões que há também os causadores de sofrimento e aqueles sofredores que estão passando pelos efeitos das causas que praticaram. Também se não houvesse os resgates espirituais e o processo reencarnatório, se ficassem ali, ficariam entre os iguais para sempre, numa posição de de eh no mínimo de neutralidade de ou de mal para si mesmo, como foi o caso de André Luiz, que fez muito mal para si mesmo pelas atitudes dele. Os que medianamente bons vão para as colônias espirituais, como o nosso lar é um dos exemplos, não é a única colônia, tem muitas colônias. dependendo da evolução, o espírito vai
o pelas atitudes dele. Os que medianamente bons vão para as colônias espirituais, como o nosso lar é um dos exemplos, não é a única colônia, tem muitas colônias. dependendo da evolução, o espírito vai para colônias mais ou menos elevadas, mas ele vai conviver com espíritos bons na mesma categoria deles. Veja, eh, no livro Nosso lar da ele faz referência à própria mãe dele que vivia numa esfera mais alta, que era um espírito mais evoluído, então vivia numa colônia espiritual mais evoluída, mas os espíritos se se agrupam na mesma no mesmo nível evolutivo. Então, se ele permanecesse mesmo os espíritos bons que eh vamos pegar nosso lar, todos habitantes de nosso lar, se eles ficassem ali para sempre, eles ficariam no mesmo nível evolutivo. Quando reencarna, né? Porque fazer o bem em nosso lar é muito mais fácil do que fazer o bem no mundo físico. Então, reencarna para quê? para que haja progresso do espírito. O progresso se dá nesse ambiente em que nós vamos estar com os diferentes para realizar o bem no limite das nossas forças, como nos diz a questão 642, no limite das nossas forças, eh, mesmo no ambiente que ainda a grande maioria está focada no mal. Então, quando o espírito evolui, né, ele vai evoluindo, aí ele muda, por exemplo, para um planeta regenerador, um espírito regenerado, segundo a as orientações de Santo Agostinho no Evangelho Segundo o Espiritismo, ele ele ele adquire um fôlego para mais eh para aprimorar-se no bem, porque ele já vai estar mais conectado com pessoas que voltadas ao bem, só que encarnadas ainda com os desafios do mundo material, né? Então, eh, conforme temos nas obras básicas, se o espírito permanecesse no mundo espiritual, ele ficaria, ele ele pode até evoluir se ele tiver numa colônia espiritual já de transição para elevada, mas ele evolui nesse na horizontal da vida, não na vertical, porque na para na vertical é necessário as provas no na dimensão espiritual, essas provas não acontecem porque está se convivendo com os demais. Então, a ali com aqueles que são iguais,
o na vertical, porque na para na vertical é necessário as provas no na dimensão espiritual, essas provas não acontecem porque está se convivendo com os demais. Então, a ali com aqueles que são iguais, que são semelhantes, né? iguais, não semelhantes a nós. E você estimulado ao bem, o bem é praticado com facilidade. Já no mundo físico, com até com esquecimento providencial, a lei do esquecimento, todas as características do mundo físico, você ir além daquilo que é o status qu do planeta pede uma evolução bem grande, né? Então o espírito ele só evolui, ele só muda de faixa na encarnação, senão ele ficaria na mesma no mesmo patamar sempre. Tá? Ficou claro, Silvano? Isso no no na própria obra Nosso Lar, nós vamos entender melhor na na medida que vai eh formos eh nos capítulos, isso vai ficar bem mais claro. Sim, ficou claro. Obrigado. Então, nós vamos apresentar aqui um resumo do conteúdo do mês anterior, do mês anterior, não, do nosso da semana anterior. M. Revisão do encontro dois. Nós vimos do capítulo dois, Clarêncio, quando André Luiz ele descreve todo o processo da fome, da sede, né? Nós vimos que isso acontece principalmente com os espíritos suicidas diretos e indiretos ou pessoas extremamente sensualistas, que também é considerado um suicídio e que eh morrem, mas não desencarnam, porque morrer é um ato biológico. Desencarnar é psicespiritual. Para desencarnar preciso se desprender da carne. Então, se a pessoa está presa ainda ao corpo físico, e essa prisão ela não é física, ela é é mental, porque André Luiz nessa fase que ele está aqui, já é, ele já tava vários anos no umbral, ele fica 8 anos no umbral. Então, vivendo dessa condição, nessa fase que ele já está eh se referindo aqui, ele já tava preses a ser resgatado da das regiões umbralinas. Mesmo assim, ele fala da tortura, da fome, a sede que me escaldava, significando que mesmo o corpo já não existindo, porque depois de 8 anos eh sobra ossos apenas, ele estava ligado aos fenômenos do corpo, com fome e sede. A barba eh cresceu, a roupa
que me escaldava, significando que mesmo o corpo já não existindo, porque depois de 8 anos eh sobra ossos apenas, ele estava ligado aos fenômenos do corpo, com fome e sede. A barba eh cresceu, a roupa se rompeu, né? Por quê? Porque o o o psiquismo do espírito, ele projeta no próprio perespírito roupa. Ele ele eh ele ele está totalmente ligado ainda às questões do corpo físico e da forma como ele estava vivendo fora do corpo físico, mas ainda não desencarnado. Por isso, essas características que que eh ele e coloca aqui, aí ele descreve, né, que buscas infeliz, aonde vai suicida, tais objurgatórias incessantemente repetidas perturbavam meu coração. Infeliz, sim, mas suicida nunca. Essas increções, a meu ver, não eram procedentes. Eu havia deixado o corpo físico a contragosto. Realmente, o André Luiz não era um, não foi um suicida voluntário, ele foi um suicida involuntário. aquilo que é chamado de de suicídio indireto. Ele não matou o próprio corpo deliberadamente, matou pelos seus atos. Nós vamos ver no próximo capítulo a o que ele fez para voltar pro mundo espiritual eh como suicida. Não raro, era imprescindível cultar-me das enormes manadas de seres animalescos que passavam em bando com as feras insaciáveis. eram quadros de estarrecer, acentuava-se o desalento. Então, esses seres animalescos são espíritos, espíritos humanos transformados em animais no nas dimensões, nas regiões trevosas e na nas umbralinas. É comum esses espíritos que se tornam animais por hipnose eh eh de outros espíritos punitivos que os punem eh transformando em animais ou às vezes a o próprio psiquismo do espírito faz com que ele se tome essas formas animais. Aqui a André Luiz começa a descrever a mudança dele, né? humildando o seu orgulho, amançando a sua rebeldia. Quando ele diz, "Foi quando comecei a recordar que deveria existir um autor da vida, fosse onde fosse, essa ideia confortou-me. Eu, que detestar as religiões do mundo, experimentava agora a necessidade de conforto místico. Médico extremamente
rdar que deveria existir um autor da vida, fosse onde fosse, essa ideia confortou-me. Eu, que detestar as religiões do mundo, experimentava agora a necessidade de conforto místico. Médico extremamente arraigado ao negativismo da minha geração, impunha-se me atitude renovadora. Tornava-se imprescindível confessar a falência do amor próprio a que me consagrara orgulhoso. Então aqui ele começa a humildar o seu orgulho, né? E humildando o seu orgulho, ele abre campo para entrar no movimento de autoconsciência. até agora ele estava vivendo numa subconsciência, conforme nós vimos no capítulo um. E agora eles ele adentra um processo de despertar da consciência. Então, a subconsciência também chamada de consciência de sono para o despertar da consciência que ele começa a pensar na existência de Deus, que ele sempre desdenhou como médico orgulhoso que ele se tornou. E quando as energias me faltaram de todo, quando me senti absolutamente colado ao lodo da terra, sem forças para reerguer-me, pedi ao supremo autor da natureza me estendesse mãos paternais em tão amargurosa emergência. Então ele chega no auge da dor, né? Recordando a parábola do filho pródigo. É o momento que o filho que vai pra terra longínqua, ele perde tudo e não tem nem os alimentos dos porcos para comer, né? Então ele faltou tudo para ele, né? Quando as energias me faltaram de todo, quando me senti absolutamente colado ao lodo da terra. sem forças para me para reerguer-me. Aí ele pede, ele entra em oração pedindo a Deus que o ajudasse naquela situação. Quanto tempo durou a rogativa? Quantas horas consagrei a súplica de mãos postas, imitando a criança aflita? Apenas sei que a chuva das lágrimas ele me lavou o rosto, que todos os meus sentimentos se concentraram na prece dolorosa. Estaria eu e estaria então completamente esquecido. Não era igualmente filho de Deus, embora não cogitasse de conhecer-lhe a atividade sublime quando enggofado nas vaidades da experiência humana? Porque não me perdoaria o eterno pai quando providenciava ninho as aves
nte filho de Deus, embora não cogitasse de conhecer-lhe a atividade sublime quando enggofado nas vaidades da experiência humana? Porque não me perdoaria o eterno pai quando providenciava ninho as aves inconscientes e protegia bondoso a flor tenra dos campos agrestes? Então aquele humilde o seu orgulho, amans sua rebeldia e ora como uma criança aflita, como ele mesmo diz. E essa prece dolorosa, né, que faz com que o espírito ele reconheça a a paternidade de Deus e volte, né, à casa do Pai, conforme Jesus narra na parábola do eh do filho pródigo, dos dois filhos. Então ele reconhece o erro praticado, ora pedindo ajuda e a ajuda vem. Ah, é preciso haver sofrido muito para entender todas as misteriosas belezas da oração. É necessário haver conhecido o remorço, a humilhação, a extrema desventura para tomar com eficácia o sublime elixir de esperança. Foi nesse instante que as deblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu emissário dos céus. Um velhinho simpático me sorriu paternalmente, inclinou-se, fixou nos meus os grandes olhos lúcidos e falou: "Coragem, meu filho, o Senhor não te desampara". Então, o filho pede ajuda e o pai manda ajuda. Aqui a lei de misericórdia funcionando. Clarêncio, um instrumento da lei de misericórdia vem oferecer, né, na parábola dos dois filhos, Jesus fala que o pai o abraça e beijo o filho com íntima compaixão, simbolizando a lei de misericórdia, também chamada de lei de compaixão, que nos abraça com íntima compaixão. Então, Clarêncio vem, atende as necessidades de de do André Luiz, que nesse momento humilda o seu o seu orgulho, né, que ele ainda vê como humilhação, é o remorço de de ter cometido todos os atos praticados e ele começa a adentrar no processo do arrep endimento para eh seguir adiante, né, para voltar para a casa do Pai. No capítulo, na verdade não é o capítulo eh capítulo três, a oração, eh, aliás, capítulo 4ro, oração coletiva. Estamos nas esferas espirituais vizinhas da terra e o sol que nos ilumina neste momento é o mesmo que nos vivifica o
é o capítulo eh capítulo três, a oração, eh, aliás, capítulo 4ro, oração coletiva. Estamos nas esferas espirituais vizinhas da terra e o sol que nos ilumina neste momento é o mesmo que nos vivifica o corpo físico. Aqui, entretanto, nossa percepção visual é muito mais rica. A estrela que o Senhor acendeu para os nossos trabalhos terrestres é mais preciosa e bela do que supomos quando no círculo carnal. Nosso sol é a divina matriz da vida e a claridade que irradia provém do autor da criação. Então aqui uma referência ao sol que André Luiz viu de uma forma muito mais bela do que na Terra, porque claro está mais próximo do Sol. Mas a percepção visual do sol é muito mais rica e a e essa certeza que o sol é a divina matriz da vida, a claridade que radia, que provém do autor da criação e provém de Deus. Todas as residências e instituições de nosso lar estão orando com o governador através da audição e visão à distância. Louvemos o coração invisível do céu. Mal terminar a explicação, as 72 figuras começaram a cantar harmonioso hino repleto de indefinível beleza. A fisionomia de Clarêncio, nos círculos dos veneráveis companheiros, figurou-se me tocada de mais intensa luz. Então, Clarência, que atendeu o André Luiz era um dos ministros de nosso lar, um dos ministros, o ministro do auxílio da do Ministério do Auxílio, que atende a que assessora o governador. Então, esse momento 72 ministros junto com o governador estão orando e transmitindo para toda a colônia a oração na hora do Ângelos, às 6 horas da tarde. O cântico celeste constituía-se de notas angelicais de sublimado reconhecimento. Paravam no recinto misteriosas vibrações de paz e de alegria. E quando as notas argentinas fizeram dele delicioso estacato, desenhou-se ao longe, em plano elevado, um coração maravilhosamente azul, imagem simbólica formada pelas vibrações mentais dos habitantes da colônia. Nota do autor espiritual, com estrias douradas. Então, todos irmanados, né? A oração coletiva é um hábito nas colônias espirituais
simbólica formada pelas vibrações mentais dos habitantes da colônia. Nota do autor espiritual, com estrias douradas. Então, todos irmanados, né? A oração coletiva é um hábito nas colônias espirituais a a oração, a conexão profunda com o criador da vida por meio da oração na terra, na crosta. Agora que a ciência começa a trabalhar eh de um de um algumas décadas para para cá, a importância da oração. Nas religiões fala-se de oração, mas poucos realmente conhecem o sentido profundo da oração, que essa conexão profunda conosco em essência e com Deus. Curiosa música em seguida respondia aos louvores procedente, talvez de esferas distantes. Foi aí que abundante chuva de flores azuis se derramou sobre nós. Mas se fixávamos os miozotes celis celestiais, não conseguíamos detê-los nas mãos. As corolas minúsculas desfaziam-se de leve. Ao tocar-nos à fronte, experimentando eu por minha vez. singular renovação de energias ao contato das pétalas fluídicas que me balsamizavam com o coração. Então essa chuva de flores, né, que que também acontece no mundo físico, que são flores fluídicas para eh o equilíbrio da do dos espíritos, sejam encarnados ou desencarnados, como André Luiz está falando aqui, que vem das esferas mais superiores da vida. No capítulo 4, o médico espiritual, nós vimos eh André Luiz defron sendo defrontado com o suicídio. O médico que vem atendê-lo fala do suicídio. É de lamentar que tenha vindo pelo suicídio. Enquanto Clarêncio permanecia sereno, senti que singular assom revolta me borbulhava no no íntimo suicídio. Recordei as acusações dos seres perversos das sombras. Não obstante, o capital de gratidão que começava a acumular não calia a incriminação. Vejamos que que André Luiz, mesmo socorrido, quando o médico fala de suicídio, ele se revolta, mostrando o homem velho que ainda trazia, apesar deles ter entrado num movimento de autoconsciência, despertar a consciência, o processo de transformação não é abrupto, não é mágico, simplesmente porque ele orou e se transforma. eh numa pessoa excelente,
ter entrado num movimento de autoconsciência, despertar a consciência, o processo de transformação não é abrupto, não é mágico, simplesmente porque ele orou e se transforma. eh numa pessoa excelente, toda sem as viciações de antes. O orgulho ainda falava alto, a rebeldia falava alto dentro dele. E aqui fica muito claro isso. E aí o médico vai mostrar para ele porque ele havia se suicidado. Creio, agano, asseverei melindrado, né? Melindre, ele é filho do orgulho e da rebeldia, muito comum entre os seres humanos. Meu regresso do mundo não teve essa causa. Lutei mais de 40 dias na casa de saúde, tentando vencer a morte. sofri duas operações graves devido ao cruzão intestinal, como se o médico não soubesse disso pelo próprio organismo. Tudo fica registrado no próprio perespírito da da pessoa. Então ele ele melindrado porque ele não dera um suicida direto, ele é um suicida indireto. Sim, esclareceu o médico, demonstrando a mesma serenidade superior, mas a oclusão radicava-se em causas profundas, né? Então, a o cruzão é é obstrução intestinal. teve uma obstrução intestinal, fizeram provavelmente uma cirurgia de emergência para desfazer a a obstrução, mas precisou de uma nova cirurgia para deve ter obstruído de novo e ele eh veio veio morrer por causa disso. E aí o médico vai mostrar o o que tinha acontecido para essa obstrução eh ter ocorrido. Talvez o amigo não tenha ponderado bastante. O organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas no mundo. Então, tudo que nós fazemos fica registrado na nossa consciência e no as questões vividas no corpo físico fica registrado no perespírito, porque é o perespírito o primeiro que adoece, depois adoece o corpo físico. Vamos ver eh eh mais detalhadamente as causas da morte de Andra Luiz, que nós trabalhamos no nosso encontro passado. Vamos aqui fazer um um uma revisão e até um aprofundamento de alguns conteúdos. Inclinando-se atencioso, indicava determinados pontos do meu corpo. "Vejamos a zona intestinal", exclamou.
ntro passado. Vamos aqui fazer um um uma revisão e até um aprofundamento de alguns conteúdos. Inclinando-se atencioso, indicava determinados pontos do meu corpo. "Vejamos a zona intestinal", exclamou. "A oclusão derivava de elementos canceros". Então ele acabou adquirindo câncer. e estes, por sua vez, de algumas leviandades do meu estimado irmão no campo da sífiles. Ele tinha tido sífiles, provavelmente foi tratado com penicilina, mas a a doença mesmo tratada com antibióticos, no caso da sífiles, o treponema pálido, que é que causa sífiles, o a uma mata o a o o a bactéria, mas as lesões, tudo aquilo que aconteceu com a sífiles fica registrado pelo espírito. A moléstia talvez não assumisse características tão graves se o seu procedimento mental na no planeta estivesse enquadrado nos princípios da fraternidade e da temperança. Entretanto, seu modo especial de conviver, muitas, muita vez exasperado e sombrio, captava destruidoras vibrações naqueles que o ouviam. Então, o que que aconteceu com André Luiz? Além do do da sífiles que ele ele adquiriu ainda jovem, né, em em promiscuidade sexual, acabou produzindo um câncer. Agora, o que mais agravou o problema não foi nem as não foram as questões físicas, foram é o procedimento mental, né? Tem pessoas que acham que se encolerizar, ficar com raiva, ódio, ressentimento, mágoa, eh ansiedade, inquietude. É coisa do temperamento que não gera nenhum problema. Muito pelo contrário, produzimos com isso uma energia mental. extremamente tóxica. E essa energia mental tóxica acab acaba eh por por gerar eh lesões no perespírito, que se nós temos já problemas de ordem física, agravam os problemas de ordem física ou criam as condições para os problemas físicos que nós eh eh a acabamos contraindo. E e é e além disso, né, quando nós produzimos uma energia mental tóxica, nós influenciamos outras pessoas que convivem conosco, uma energia mental tóxica e trocamos vibrações, como ele diz aqui, vibrações destruidoras naqueles que ouviam. E aí uma troca de
a mental tóxica, nós influenciamos outras pessoas que convivem conosco, uma energia mental tóxica e trocamos vibrações, como ele diz aqui, vibrações destruidoras naqueles que ouviam. E aí uma troca de energia mental tóxica que sai de nós pros outros e dos outros vem para nós. Nunca imaginou que a cólera fosse manancial de forças negativas para nós mesmos. Aqui fica muito claro que o grande problema dele era a cólera, era a raiva. Ele se enraivecia, se encolerizava com muita facilidade. ausência de autodomínio e a a inadvertência no trato com os semelhantes, aos quais muitas vezes ofendeu sem refletir, conduziam-no frequentemente à esfera dos seres doentes e inferiores. Tal circunstância agravou de muito o seu estado físico. Então, a a essa esse hábito e isso é muito comum entre médicos, que muitos médicos se acham superiores às outras pessoas, principalmente enfermeiros e outros profissionais de saúde e e até com os pacientes. Então esse processo de encolerização de raiva, de qualquer coisa que não agrada a pessoa se enraivesse isso agride a outras pessoas que devolvem uma energia mental tóxica e leva a pessoa a adoecer. Esse foi o principal problema de André Luiz. Não foi nem tanto a sífiles e o câncer que ele adquiriu, foi essa esse movimento, eh, essa ausência de autodomínio no nível mental, emocional, conforme o médico diz. Os órgãos do corpo sogmático possuem incalculáveis reservas segundo os desígnios do senhor. O meu amigo, no entanto, iludiu excelentes oportunidades, desperdiçado e desperdiçando patrimônios preciosos da experiência física. A longa tarefa que lhe foi confiada pelos maiores da espiritualidade superior foi reduzida a meras tentativas de trabalho que não se consumou. Todo o aparelho gasto foi destruído a culta à custa de excesso de alimentação e bebidas alcoólicas aparentemente sem importância. Devorou-lhe a sífiles energias essenciais. como vê o suicídio é incontestável. Então aqui o o médico aborda a questão muito importante que todos nós trazemos
alcoólicas aparentemente sem importância. Devorou-lhe a sífiles energias essenciais. como vê o suicídio é incontestável. Então aqui o o médico aborda a questão muito importante que todos nós trazemos um plano existencial a ser realizado no mundo, que é composto de propósito existencial e programa existencial. E o grande objetivo desse plano existencial é a nossa evolução. Como ele diz aqui, ele iludiu excelentes oportunidades desperdiçando patrimônios preciosos da experiência física. Ele trouxe uma longa tarefa que foi confiada pelos maiores da espiritualidade superior, que ele fez o quê? Reduziu a meras tentativas de trabalho que não se consumou. Então ele não realizou o plano existencial. Esse você foi lá desligar a água. Mor falência que o espírito pode eh pode gerar para si mesmo é não realizar o seu plano existencial, né? Uma encarnação que acaba sendo aproveitada apenas pelo aquilo que ele não fez do que aquilo que ele fez. o aprendizado que gera, mas depois de haver uma falência do espírito imortal que ele é, né? Então o principal ele acabou não fazendo. Então esse conteúdo que nós trabalhamos no Alí, eu posso fazer uma pergunta? Uhum. Sim, pode. Ô, Alírio, então assim, olhando aí esse relato, né? essa análise aí que foram foi feita, né? Então a gente a gente não, né? Vou falar a gente não falar por mim. Então a gente fica preocupado com a barba de molho porque a raiva essa hoje em dia é tão comum a pessoa tá irritada, né? Tudo tem tudo hoje tem nome, né? TDH, não sei o quê. E eu queria que você falasse um pouquinho mais sobre mais isso aí, essa parte que eu preocupei. É, a questão não é de se preocupar, mas de se ocupar, né? Preocupar só vai aumentar o problema. Além da raiva, você tem a preocupação que não resolve nem nada. se ocupar. É bom, se eu tenho um um movimento, eh, como o próprio médico diz para Andé Luiz, uma ausência de autodomínio que me leva a raiva, sou convidado a refletir sobre essa ausência de autodomínio e trabalhar no no autoconhecimento para gerar o
, como o próprio médico diz para Andé Luiz, uma ausência de autodomínio que me leva a raiva, sou convidado a refletir sobre essa ausência de autodomínio e trabalhar no no autoconhecimento para gerar o autodomínio que vai gerar a autotransformação, né? A tria de de de transformação interior passa pelo autoconhecimento, autodomínio e autotransformação. Eu vou me perceber, perceber o que está me gerando a raiva, né? Normalmente a raiva surge por um processo chamado de ilusão de controle. Nós tentamos controlar o mundo externo, controlar o que os outros fazem, o que os outros pensam, o que os outros sentem. Nós não conseguimos. E aí todas as vezes que nós entramos numa desilusão, porque quem se ilude imediatamente se desilude porque não consegue e aí fica com raiva porque não consegue eh mudar o mundo externo, né? foi o que André Luiz fez a vida toda dele, agravando os as doenças que ele trazia eh já a eh com as no caso da bactéria do treponema pálido que gerou que gera a sífiles, as alterações celulares, tudo foi agravado por esse processo de cólera que ele viveu com eh eh nesse movimento. Então, se nós temos problemas semelhantes, né, quando nós estamos falando desde o nosso primeiro encontro, o erro dos outros nos auxilia para que nós possamos observar e trazer para nós sempre o estudo reflexivo, sempre nós somos convidados a trazer a dificuldade do outro paraa nossa dificuldade, buscando eh refletir sobre ela para gerar a transformação como aprendizes da vida que todos nós somos. Então, o foco deve ser sempre no eh sentimento de aprendiz. O que que eu posso aprender com essa experiência? Porque se nós ficarmos preocupados, nós vamos só gastar energia, jogar energia fora. E a energia mental que nós jogamos fora com preocupações, vai fazer falta em algum momento, né? Então é importante refletir para fazer o trabalho de autoconhecimento, autodomínio e autotransformação. Ângela, tem pergunta, pode falar. Eh, até o momento, então, doutora Lírio, o André Luía admite o suicídio.
portante refletir para fazer o trabalho de autoconhecimento, autodomínio e autotransformação. Ângela, tem pergunta, pode falar. Eh, até o momento, então, doutora Lírio, o André Luía admite o suicídio. Ele ele reconhece que ele era um suicida, porque não tinha como não. E aí ele chora, né? Nós vimos lá que ele ele chora, o o o clarence o abraça. Diz que muita gente todos os dias volta pro mundo espiritual nas mesmas condições. Ele chora ou se sentindo humilhado, né? Porque o orgulho falou muito alto dentro dele, a rebeldia, a revolta. E então aí e ele está no movimento de remorço, ainda não é arrependimento, ainda não. Tá legal. É isso que eu queria. Obrigada. Mais alguma pergunta do encontro anterior? Vamos ao capítulo cinco. Então, recebendo assistência. É você o tutelado de clarêncio? A pergunta vinha de um jovem de singular e doce expressão. Grande bolsa pendente da mão, como quem conduzia petrechos de assistência, endereçava-me ele sorriso acolhedor. Ao meu sinal afirmativo, mostrou-se a vontade que de maneiras fraternas acentuou. Soulisias, seu irmão. Meu diretor, o assistente Henrique de Luna, designou-me para servi-lo enquanto precisar de tratamento. Henrique de Luna é um médico que eh nós ele mostrou para André Luía o suicídio. É enfermeiro, indaguei. Sou visitador dos serviços de saúde. Dessa qualidade, não só coopero na enfermagem, como também assinalo necessidades de socorro ou providências que se refiram a enfermos recém-chegados. Notando-me a surpresa, explicou: "Nas minhas condições, há numerosos servidores em nosso lar. O amigo ingressou agora na colônia e, naturalmente ignora a amplitude dos nossos trabalhos. Para fazer uma ideia, basta lembrar que apenas aqui na sessão em que se encontra existem mais de 1000 doentes espirituais. E note que esse é um dos menores edifícios do nosso parque hospitalar. Então, 1000 pessoas internadas, 1000 espíritos recém atendidos, né, só nesse edifício do parque hospitalar do Ministério do Auxílio, porque tem no Ministério da
s edifícios do nosso parque hospitalar. Então, 1000 pessoas internadas, 1000 espíritos recém atendidos, né, só nesse edifício do parque hospitalar do Ministério do Auxílio, porque tem no Ministério da eh no outro ministério que depois a André Luiz vai trabalhar da esqueci o nome e também tem hospitais de atendimento aos os espíritos. Tudo isso é maravilhoso! Exclamei. Adivinhando que minhas observações iam descambar para o elogio espontâneo. Lízias levantou-se da poltrona que se recolhera e começou a escultar-me atento, impedindo-me o agradecimento verbal. A zona dos seus intestinos apresenta lesões sérias com vestígios muitos exatos do câncer. A região do fígado revela dilacerações. A dosins demonstra característicos de esgotamento prematuro. Sorrindo bondoso acrescentou. Sabe, irmão, o que significa isso? Sim", repliquei. O médico esclareceu ontem, explicando que devo esses distúrbios a mim mesmo. Reconhecendo o acanhamento da confissão reticenciosa, apressou-se a consolar. Na turma de 80 enfermos a que devo assistência diária, 57 se encontram nas suas condições. E talvez ignore que aqui existem por eh que E talvez ignore que existem por aqui os mutilados. Já pensou nisso? Sabe que o homem previdente que gastou os olhos no mal, aqui comparece de órbitas vazias, que o malfeitor interessado em utilizar o dom da locomoção fácil nos atos criminosos, experimenta a desoluação da paralisia quando não é recolhido absolutamente sem pernas, que os pobres obsidiados nas aberrações sexuais pessoais costumam chegar em extrema loucura, identificando a per identificando-me a perplexidade natural. Prosseguiu nosso lar não estância de espíritos propriamente vitoriosos. Se conferirmos ao termos sua razoável acepção, somos felizes porque temos trabalho e a alegria habita cada recanto da colônia, porque o Senhor não nos retirou o pão abençoado do serviço. Então, essa interessante a fala do Lízias, né, em relação aos mutilados. Aqui dá para perceber a fala do Cristo, né? Eh, quando ele fala: "Se o vosso, se
or não nos retirou o pão abençoado do serviço. Então, essa interessante a fala do Lízias, né, em relação aos mutilados. Aqui dá para perceber a fala do Cristo, né? Eh, quando ele fala: "Se o vosso, se a vossa mão escandalizar, atire-a fora. É preferível que entre na vida sem a mão. Se o vosso olho livre escandalizar, só que isso aqui acontece no mundo espiritual, né? Então, motivo de escândalo, motivo de afronta a própria lei de amor, justiça e caridade que o espírito pratica. Então, se ele praticou ações de de desamor, de injustiça, de escaridade, ele ele com usando os olhos acaba sem os olhos no mundo espiritual. Se ele praticou ações da mesma forma, utilizando as os braços, as pernas, pode ficar paralítico ou ficar sem as próprias pernas. Da mesma forma, que ele que abusou do sexo acaba enlouquecendo, porque a energia genérica está intimamente ligada com a energia mental, né? Porque o sexo é basicamente mental. Então é aquela questão lei de causa e efeito, né? Quando o espírito é atendido e elevado, eles são recolhido das regiões umbralinas levadas para colônias como o nosso lar, a lei de misericórdia está acolhendo. Mas a lei de misericórdia não impede o funcionamento da lei de causa efeito, nem da da dimensão justiça da lei maior, né? Muito pelo contrário, ela suavisa. Mas não. Então o espírito ele é atendido para diminuir as suas dores, como foi o caso de André Luiz, mas o espírito ele é herdeiro de dele mesmo. Então dependendo do que nós fazemos conosco, nós vamos ter os resultados no próprio perespírito, na mente e no perespírito, produzindo saúde ou doença. somos nós que produzimos, seja no corpo ou fora do corpo. E aqui ele fala, né, da da do trabalho do bem possível de ser realizado no na mesmo na dimensão espiritual, o trabalho do bem cessante é a lei de misericórdia em ação, né, onde existe dor e sofrimento. A lei de misericórdia Deus criou para que os próprios espíritos encarnados e desencarnados sejam instrumentos dessa lei. Então, no caso do do médico eh
órdia em ação, né, onde existe dor e sofrimento. A lei de misericórdia Deus criou para que os próprios espíritos encarnados e desencarnados sejam instrumentos dessa lei. Então, no caso do do médico eh Henrique de Luna, Ulísias, aqui todos os instrumentos da lei de misericórdia para atender a necessidade de outros espíritos. O próprio André Luiz, depois depois de socorrido e recuperado, ele vai para as câmaras de retificação e nas câmaras de retificação trabalhar eh como atendente de enfermagem, né? impando o vômito de espíritos, também sendo instrumento da lei de misericórdia, devolvendo pra vida aquilo que ele não soube usar quando encarnado. Ela. Então, é uma reflexão que me veio com relação à mutilação, porque quão importante é a gente conhecer a dinâmica das leis, como por exemplo, a lei de causa e efeito, porque aí a gente não acha que eu já a gente já teve oportunidade de ouvir que André Luiz eh coloca medo, né? as obras de André Luiz coloca medo na gente, né? Eu acho que as pessoas que muitos de nós que pensamos isso não conhecemos a dinâmica, né? Como funciona as leis, né? Me veio essa reflexão, quis compartilhar, Dra. Eh, só coloca medo e para aqueles que ficam, como a Sheila Mã falou, ficam preocupados com o problema e não ocupados com a solução. Porque se nós nos ocuparmos com a solução do problema, focados em superar as limitações, não tem por ter medo. Nós vamos ter na morte aquilo que nós dermos paraa vida. Então, obras como essas são obras extremamente, elas são alertas mesmo para que nós que estamos ainda encarnados possamos corrigir a forma como atuamos de diante da vida, né? Porque enquanto nós estamos encarnados, nós podemos a qualquer momento transformar as nossas vidas, nem não ficar acomodados na forma. E aí mesmo nós espíritas que conhecemos a realidade espiritual, muitos de nós estamos acomodados. Eu já vi gente no eh trabalha no consultório dizendo: "Ah, não, eu vou eh inclusive um cliente uma vez você falou: "Eu vou me matar porque eu não tô suportando
itual, muitos de nós estamos acomodados. Eu já vi gente no eh trabalha no consultório dizendo: "Ah, não, eu vou eh inclusive um cliente uma vez você falou: "Eu vou me matar porque eu não tô suportando essa vida". E aí falei: "Mas mas fulano, você como que você você sabe que a vida não não termina eh com a morte? Você já sabe tudo isso?" Eu sei, realmente, eu sei também que a gente ora depois que morre, a gente ora e os benfeitores já vem e nos socorre, né? Então ele ele ele já estava pensando em se matar porque aí depois ele ia orar igual André Luiz fez e aí como se eh eh não houvesse agravantes para uma situação assim que a pessoa já sabe, né? Na verdade, eh, são orienta são assim induções hipnóticas que os próprios inimigos colocam na mente da não, você vai ser tudo muito fácil. Ele ele inclusive falou: "Eu oro, o Dr. Bezerra vai me socorrer porque vou orar com muita muita eh com muita unção, muita ardor. E Dr. Bezerra vem me socorrer, né? Muita gente tem essa ilusão de que de pode voltar para mundo espiritual de qualquer maneira que vai ter benfeitores que vão socorrê-lo porque ele sabe o que tá acontecendo. Diferente de André Luiz que era ignorante, ele vai saber o que tá acontecendo, né? Na verdade, o ignorante tem atenuante, aquele que sabe tem agravante. Então, esse conhecimento não é para que a gente fique com medo ou preocupado, mas que nós nos ocupemos nesse processo, nessa tríade autodomínio, auto eh autoconhecimento, autodomínio, autotransformação. transformar a nossa intimidade enquanto estamos no corpo físico, porque melhorando a nossa vida aqui agora, nós vamos ter uma boa morte, né, da forma como nós vivermos será a nossa vida depois da morte do corpo físico. Boa noite. Uma reflexão aqui. Eu fiquei pensando bastante sobre isso. Já tinha lido esse livro algumas vezes, mas ele é sempre muito surpreendente, trazendo pontos, né, que a gente ainda não tinha refletido com essa profundidade que a gente tem oportunidade. Agora, eh, o André Luiz, ele só foi ter essa,
ezes, mas ele é sempre muito surpreendente, trazendo pontos, né, que a gente ainda não tinha refletido com essa profundidade que a gente tem oportunidade. Agora, eh, o André Luiz, ele só foi ter essa, esse processo de arrependimento, só culminou o arrependimento na no resgate dele depois de 8 anos, né? E ele fala num determinado momento que ele não tinha se lembrado de orar nesse momento, durante todo esse momento. E ele narra agora nesse nesse trecho que você leu agora a pouco a incessante oração, aquela incessante repetição, até que ele alcançasse um nível profundo de arrependimento. E os benfeitores têm como detectar esse momento, né? Porque se assim não fosse, eh, todas as pessoas que estão num umbral seriam resgatadas. E ele narra também e no filme aparece várias cenas em que os socorristas passam por ele, vão resgatar outros espíritos e não e não resgata ele. E quando faz o resgate dele, não resgata outros espíritos. Então, quer dizer, depende daquele momento eh verdadeiro de arrependimento. Aí lá na frente, não querendo adiantar, mas vai aparecer o caso daquela mulher que fez inúmeros abortos e tinha marcas no perespírito, também pedia socorro. Uhum. Mas os benfeitores detectaram que não era ainda o momento de socorrê-la e não o socorreram. Uhum. É porque se você for analisar, André Luiz entrou em remorça, ele ainda não tinha se arrependido. Ele vai se arrepender muito tempo depois do próprio resgate, né? Quando ele depois que ele, por exemplo, quando ele abraça Clarcio e chora, ali começa o arrependimento. Aham. Verdade. Porque veja que ele ele ele ele sentia remorço. Aí ele cansou de sofrer. É um vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados. Então ele cansou de sofrer. Hora que ele cansa de sofrer, ele existe algo além disso. É. E ele a a ele que tava na subconsciência, eh ele o remorço, ele tem essa característica. é o remorço que leva o espírito pro próximo nível. Ele primeiro entra numa ansiedade de consciência, depois ele vai paraa autoconsciência,
ubconsciência, eh ele o remorço, ele tem essa característica. é o remorço que leva o espírito pro próximo nível. Ele primeiro entra numa ansiedade de consciência, depois ele vai paraa autoconsciência, né? Então, a ansiedade e consciência é o reorço. Eu não devia ter vivido como eu vivi, né? Só que ele ele entra nesse movimento mais de lamentação. Vejamos que André Luiz ele ficou lamentando um bom período, né? de primeiro passa por porque esses 8 anos do umbral, acho que no último nos últimos meses que ele começou a a ter esse processo, antes estava numa subconsciência total. Aí ele ele começa a lamentar a forma como ele viveu, que é o a ansiedade de consciência ligada à culpa ou remorço, para depois vir o arrependimento e a expiação e a reparação, que é o processo que ele entra depois que ele olha que ele abraça o claro, que ele humilda mais uma vez o orgulho mais intensamente, reconhece ce a verdade. Aí ele começa a mansar o orgulho, a rebeldia e humildar o orgulho ali no arrependimento, no início do arrependimento, né, que foi o movimento dele da subconsciência, ansiedade de consciência, autoconsciência. O despert ele não é abrupto, ele vai acontecendo. É um processo gradualmente, ele vai, é, e os benfeitores logicamente que reconhece esse processo, senão não teria resgatado, né? Porque já sabia que os próximos passos seriam, talvez, né, dependendo da é da da condução dele, ele já seria eh já encaminharia para esse novo para essa nova etapa. Não quer dizer que os benfeitores não queiram. O Clarence o visitava várias vezes, né? Da mãe, a mãe também, só que ele mesmo energeticamente ele não percebia, percebia, porque é necessário que haja a humildação do orgulho e a diminuição da rebeldia para que ele consiga energeticamente perceber a própria ajuda. Senão não há como ser ajudado. Jéssica. Alírio, boa noite. Eh, eu queria que você comentasse duas questões, né? a em relação ao suicida, eh, quando ele se suicida e vai pra região umbralina, eh, se ele tinha um tempo ali de vida
o. Jéssica. Alírio, boa noite. Eh, eu queria que você comentasse duas questões, né? a em relação ao suicida, eh, quando ele se suicida e vai pra região umbralina, eh, se ele tinha um tempo ali de vida ainda de mais 10 anos, por exemplo, Uhum. Eh, em outro momento você tinha comentado que esse esse tempo de vida que foi perdido através do suicídio precisava ser passado eh durante a esse tempo que ele fica no umbral. para essa energia, essa esse fluído vital, não sei se era essa palavra, e assim a equipe espiritual poder atuar. Uhum. Não era isso no suicídio direto. Suicídio direto é assim. No suicídio direto, quando a pessoa mata o próprio corpo deliberadamente, é é preciso que ele esgote totalmente o fluído vital para ser acolhido. Às vezes ele é acolhido depois de de 20, 30, 40 anos depois do suicídio direto, né? depende de cada caso. No suicídio indireto tem atenuantes. O caso da André Luiz, ele foi um suicida indireto. Então, eh, não é a mesma condição, não precisa esgotar, passar todo o tempo que ele, porque ele ele a essas questões que aconteceu com ele foi ignorância de relação à própria vida. Não foi uma uma revolta, uma uma rebeldia deliberada daquele que mata o corpo por suicídio direto, tá, Alírio? Mas no indireto ele já não vai gastando mais esse fluído vital do que ele Sim, mas é diferente. Veja que ele ficou só 8 anos. Pelo que o médico Henrique de Luna falou, ele teria muito mais tempo de vida. Ah, ele deve ter morrido por volta de uns 40 e poucos anos. É. Ele deveria ter mais uns 40 anos de vida, não oito, né? Então não é é diferente do, por exemplo, Camilo Castelo Branco no Memória Suicida, ele deve ter morrido por volta de uns 60 anos, ele teria mais 10 anos cego para se eh espiar os débitos do passado. Ele se se mata dando tiro no ouvido, né? E aí ele ficou nos 10 anos eh até esgotar os fluidos e ser atendidos. Ser atendido. Alírio, nessa questão do suicídio direto, mesmo com arrependimento profundo, ainda é necessário esperar todo o tempo? dependendo, tem caso, cada caso é um
tar os fluidos e ser atendidos. Ser atendido. Alírio, nessa questão do suicídio direto, mesmo com arrependimento profundo, ainda é necessário esperar todo o tempo? dependendo, tem caso, cada caso é um caso, tem casos que há atenuantes e aí o suicídio e o assassinato. Existem casos que a pessoa se mata quase que praticamente sendo assassinada por outros espíritos, usando a própria pessoa para para assassiná-la. Esse tem atenuantes que aí pode haver resgate antes desse desse tempo. Tudo de cada caso é um caso. Não dá pra gente generalizar nenhuma situação, nenhuma morte é igual à outra. Nem um a a lei de misericórdia é igual para todo mundo, mas cada um vai receber de acordo com as suas obras. próprio Cristo ensina isso. É cada um de eh segundo as suas obras. A lei de misericórdia atenua a lei de causa efeito, mas não impede a ação da da lei de causa efeito. Ela diminui os efeitos das causas, o sofrimento, mas não impede que se impedisse o espírito não evoluiria. Toda todo resgate, toda ajuda é para que o espírito possa evoluir. Se for pro espírito ser prejudicado, não, não acontece. E aí quando a gente fala de espírito, é de um nível profundo as questões. Ah, mas ele vai ficar sofrendo 10 anos. Se for para o bem do espírito, ele vai ficar sofrendo 10 anos. Porque é para o é um bem com bem maiúsculo, é diferente. Para nós o bem com bem eh bem seria não resgata todo mundo, põe no hospital e dá um jeito deles. Não é assim as coisas, né? As leis são para valer. As leis divinas elas existem para que sejam cumpridas. e cumprir as leis é evolução. Então, a dor nesse caso e até o sofrimento é necessário para que o espírito possa amançar a rebeldia. Veja André Luiz ficou eh devido ao à rebeldia dele, 8 anos sofrendo até que amassou minimamente a rebeldia. É aquela prisão lá da parábola da da da do da conciliação com os adversários. Não saireis dali enquanto não pagardes o último seitil. Então é o veja que a humildade dele foi de um ceitil. A a a a mansidão dele foi pequenininha.
ola da da da do da conciliação com os adversários. Não saireis dali enquanto não pagardes o último seitil. Então é o veja que a humildade dele foi de um ceitil. A a a a mansidão dele foi pequenininha. Bastou é isso para ser socorrido. Depois ainda ficou revoltado com o médico que foi atendê-lo, porque a rebeldia foi só um tiquinho, né? O orgulho fez ele ficar eh revoltado, melindrado com o médico. E Alí aí até o caótico para nós, né? O caótico para nós está sobre a jurisdição divina, né? Que que é caótico? Como assim? assim, a nossa visão, a a miséria na África, essas questões que acontecem entre nós, tá sobre a tá sobre a jurisdição divina, né? Na verdade, Deus permite que isso aconteça por causa, não porque Deus queira. Não é vontade de Deus que exista tudo isso. Uhum. É, é o desejo humano que Deus permite, porque do mal vai sair um bem. Bem, vamos continuar aqui. Alri, deixa eu só tirar mais uma dúvida. Eh, é verdade o que se diz sobre Vale dos Suicidas? Se é verdade, é leio o livro Memória de Suicida. Você vai ver que que é o vale de Suicida, né? Se não não quiser ler o Memória Suicída, leia o livro Suicídio Falsa Solução. É um resumo das principais partes do do memórium suicida, né? Obrigada. Aproveitando a pausa mais longa, exclamei sensibilizado: "Continue, meu amigo, esclareça-me. Sinto-me aliviado e tranquilo. Não será esta região um departamento celestial dos eleitos?" Olha a ilusão de André Luiz, né? já tava achando que tava no céu, acabou de sair do Líia sorriu e explicou: "Recordemos o antigo ensinamento que se refere a muitos chamados e poucos escolhidos na terra, e vagueando olhar no horizonte longinco como a fixar experiências de si mesmo no painel das recordações mais íntimas", acentuou: "As regiões do planeta convocam as criaturas ao banquete celestial. Em san consciência, ninguém que se tenha aproximado um dia da noção de Deus pode alegar ignorância nesse particular. Incontável é o número dos chamados, meu amigo. Mas onde os que atende ao chamado?
. Em san consciência, ninguém que se tenha aproximado um dia da noção de Deus pode alegar ignorância nesse particular. Incontável é o número dos chamados, meu amigo. Mas onde os que atende ao chamado? Com raras exceções, a massa humana prefere aceder a outro gênero de convite. Gasta-se a possibilidade nos desvios do bem. Agrava-se o capricho de cada um. Elimina-se o corpo físico a golpes de reflexão. Resultado, milhares de criaturas retiram-se diariamente da esfera da carne em doloroso estado de incompreensão. Multidões se encontram erram em todas as direções dos círculos imediatos à crosta planetária constituídas de loucos, doentes e ignorantes. que fala de Lisas, né? E ele pega a fala do Jesus. São muitos os convidados, poucos os escolhidos. É a questão de da do gênero de morte de acordo com aquilo que nós tivemos na vida, né? Eh, a grande maioria das pessoas, como ele diz aqui, eh, a massa humana, em vez de atender ao chamado dout, o chamado de Deus, simplesmente ignora mesmo nós espíritas que temos o conhecimento da realidade da vida com muito mais eh detalhes, porque obras como o nosso lar, fica muito restrita basicamente o movimento espírita. E olhe lá, né, o a muito o mesmo espíritas leem, não compreende ou acha que é ficção. Tem muita gente no movimento espírita que ainda acha que que nosso lar é ficção com todos esses detalhes que nós temos na obra. Por quê? Porque essa viciação mental de eh não trabalhar as questões profundas da vida e focados no intelectualismo, é muito forte ainda na na nossa sociedade. Então que qual que é o resultado disso tudo, né? O resultado disso tudo é essa. Multidões sem contamra em todas as direções dos círculos imediatos da crosta planetária constituídas de loucos, doentes ignorantes. São os habitantes das regiões umbralinhas, né? Loucos, doentes e ignorantes da realidade da vida. O próprio André Luiz, só loucura que ele não, mas estava doente e ignorante da própria realidade que ele vivia em si. Acreditaria porventura que a morte do
, doentes e ignorantes da realidade da vida. O próprio André Luiz, só loucura que ele não, mas estava doente e ignorante da própria realidade que ele vivia em si. Acreditaria porventura que a morte do corpo nos conduziria a planos de milagres? Somos compelidos a trabalho áspero, a serviços pesados. E não basta isso. Se temos débitos no planeta, por mais alto que asamos, é imprescindível voltar para retificar, lavando o rosto no suoratando algemas de ódio e substituindoas por laços sagrados de amor. Não seria justo impor a outra tarefa de mondar o campo que semeamos de espinhos com as próprias mãos? É a dúvida que a Silvana perguntou no início do do nosso encontro de hoje aqui, né? muitas coisas que nós fizemos enquanto estamos encarnados e afrontando as leis, é no mundo físico que nós vamos eh reparar tudo isso. No mundo espiritual, nós podemos iniciar o trabalho, mas é aqui no mundo físico, como ele diz aqui, lavando o rosto no suor desatando algemas de ódio, substituindo-as por laços sagrados de amor. Então, nós nascemos em famílias que nós mesmos ferimos as pessoas ou fomos feridos para que aprendamos a nos amar como irmãos, como está lá no livro dos espíritos, né? às vezes não nasce da mesma família, mas vai pro mesmo centro espírita para conviver em conjunto com pessoas que nós ferimos ou foram feridas por nós para que nós possamos realizar isso que ele diz aqui, desatando algemas de ódio, substituindo-as por laços sagrados de amor. a dimensão espiritual, como são vamos conviver com os semelhantes, isso daqui não é possível. Às vezes nós já estamos numa condição mediana e pessoas que nós ferimos estão em condições eh menos felizes. E aí é só no mundo físico que vamos estar convivendo em conjunto, né? Abanando a cabeça, acrescentava: "Caso dos muitos chamados, meu caro. O Senhor não esquece homem algum. Todavia, raríssimos homens o recordam. acabrunhado com a lembrança dos próprios erros, diante de tão grandes noções de responsabilidade individual, objetei como fui perverso.
não esquece homem algum. Todavia, raríssimos homens o recordam. acabrunhado com a lembrança dos próprios erros, diante de tão grandes noções de responsabilidade individual, objetei como fui perverso. Contudo, antes que me alongasse noutras exclamações, o visitador colocou a destra carinhosa em meus lábios, murmurando: "Cálice, meditemos no trabalho a fazer, no arrependimento verdadeiro, é preciso saber falar para construir de novo." Olha que lição profunda. Isso é arrependimento. Arrependimento eu não devia ter feito, mas eu fiz. E que eu posso fazer para superar culpa é o que ele tá fazendo aqui. Como fui perverso, fica lamentando as coisas negativas que que fez. Como ele na região bralina, eles ele ficava lamentando aquilo que aconteceu com ele. Agora, eh, ele estava sendo convidado ao arrependimento verdadeiro, sincero. Em seguida, aplicou-me passes magnéticos atenciosamente, fazendo os curativos na zona intestinal, esclareceu: "Não observa o tratamento especializado na zona cancerosa? Pois note bem, toda medicina honesta é serviço de amor, atividade de socorro justo, mas o trabalho de cura é peculiar a cada espírito. Meu irmão será tratado carinhos carinhosamente. Sentir-seá forte como nos templos mais belos da sua juventude terrena. Trabalhará muito e, creio será um dos melhores colaboradores em nosso lar. Entre, entretanto, a causa dos seus males persistirá em si mesmo até que se desfaça dos germes da de perversão da saúde divina, que agregou seu corpo sutil pelo descuido moral e pelo desejo de gozar mais que os outros. A carne terrestre de que abusamos é também um campo bendito em que conseguimos realizar frutuosos labores de cura radical quando permanecemos atentos ao dever justo. Olha que fala profunda também, né? Veja que eh a cura real sempre será interior, né? A cura, o trabalho de cura é peculiar a cada espírito, seja no mundo físico, ele estava agora sendo atendido no mundo espiritual com médico, enfermeiros, então ele iria se recuperar no perespírito com tratamento no mundo
e cura é peculiar a cada espírito, seja no mundo físico, ele estava agora sendo atendido no mundo espiritual com médico, enfermeiros, então ele iria se recuperar no perespírito com tratamento no mundo espiritual, mas a cura real dependeria dele sempre, seja no corpo, no no corpo físico, seja Seja no na no corpo perespiritual, quando desencarnado, a cura real vai ser sempre eh nossa, né? Nós é que vamos realizar essa ação. Por quê? Porque é é a da lei. A lei de misericórdia nunca vai anular a lei de causa efeito, nem a lei de justiça, porque se anulasse a o espírito não evoluiria. Então, a carne terrestre de que abusamos é também o campo bendito em que conseguimos realizar frutuosos lavores de cura radical quando permanecemos autentos ao dever justo. Essa cura profunda, né, que ele chamou aqui de radical, que vai realmente produzir a cura do corpo definitivamente pela transformação moral da pessoa. Se não houver transformação moral, não há verdadeira renovação. Então, autoconhecimento, autodomínio, autotransformação. Essa autotransformação é a autotransformação moral, em que o espírito toma consciência de si mesmo e trabalha para exercitar as virtudes que o torne moralmente mais saudável. E aí todo o processo de descuido moral que ele fala aqui, né, ele é resolvido, né, pelo cuidado moral, pelo pelo pela transformação moral, fruto da conexão com as leis da nossa consciência e a prática das virtudes. É assim que o espírito se liberta de todo o passado espiritual menos feliz que ele criou para si mesmo. Ô Nilson, então pegando a tua fala, L, então da importância da nossa encarnação, né? Sim. a tamanha importância da nossa encarnação, porque só através da encarnação desse corpo físico que a gente vai poder resgatar realmente tudo aquilo que os débitos que a gente tem anteriormente. Sim. E da e colocar em prova, é, e colocar em prova tudo aquilo que aprendemos no campo espiritual. Isso, exatamente. Um bom uso do corpo físico, né? Porque podemos usar o corpo físico da mesma forma que a André Luís
car em prova, é, e colocar em prova tudo aquilo que aprendemos no campo espiritual. Isso, exatamente. Um bom uso do corpo físico, né? Porque podemos usar o corpo físico da mesma forma que a André Luís usou, né? Não para o bem de si mesmo e da coletividade, para simplesmente, como ele diz aqui, pelo desejo de gozar mais que os outros, pelo descuido moral e pelo desejo de gozar, né, de de gozos puramente materiais, eh, sensualistas e não para, eh, se dedicar à sua melhoria, melhor melhoria. dos da coletividade, né? Concluindo aqui, meditei os conceitos, ponderei a bondade divina e na exaltação da sensibilidade chorei copiosamente. Lízias, contudo, terminou o tratamento do dia com serenidade e falou: "Quando as lágrimas não se originam da revolta, sempre constitui remédio de purador. Chore, meu amigo, desabafe o coração e abençoemos aquelas beneméritas organizações microscópicas, que são as células de carne na terra, tão humildes e tão preciosas, tão destadas e tão sublimes pelo espírito de serviço. Sem elas, que nos oferece templo à retificação, quantos milênios gastaríamos na ignorância? Assim falando, afagou-me carinhosamente a fronte abatida e despediu-se com o ósculo de amor. Belíssimo eh capítulo, né? muitas lições no único capítulo. E essa fala de Lías, né, que é para concluir, né, as lágrimas, quando as lágrimas não se originam da revolta, sempre constitui remédio depurador. Porque podemos chorar de revolta, de raiva, né, por não conseguir eh realizar os nossos desejos. Esse esse tipo de choro, esse tipo de lágrima é como se fosse ácido a nos corroer intimamente. Agora, quando nós choramos, no caso aqui é o choro do arrependimento, mais um choro. Ele chorou nos braços de Calarêncio e agora tá chorando com as orientações que Lises, o enfermeiro visitador estava lhe oferecendo, né, para que ele pudesse realmente eh valorizar aquele momento vivido, né? Nós, por nossa vez, quando ele fala aqui das células, né, das células do nosso corpo, tão humildes e tão preciosas,
erecendo, né, para que ele pudesse realmente eh valorizar aquele momento vivido, né? Nós, por nossa vez, quando ele fala aqui das células, né, das células do nosso corpo, tão humildes e tão preciosas, tão detestadas e tão sublimes pelo espírito de serviço, né? Muitas vezes nós só vamos valorizar o corpo depois que o perdemos na morte corporal. São lições muito significativas, né, para refletirmos o sentido de estarmos encarnados, nos ocuparmos com aquilo que nós viemos para eh realizar, o nosso plano existencial, propósito e programa existenciais para evoluir e crescer. Angela, boa noite a todos. Dr. Alio, é uma dúvida. Seguindo o raciocínio do Ronilson aqui, como fala, a causa dos seus males persistirá em si mesmo. Então eu assumo a responsabilidade de reencarnar, né? Tem a, pela lei da misericórdia, o esquecimento, mas eu posso, em vez de resolver acumular mais ainda. Por exemplo, eu venho revoltada numa situação que eu pedi para passar devido a um meus tormentos anteriores, só que em vez de humildar, eu aumento a minha revolta. Uhum. Então, eh, como é que eu vou passando por esse processo se eu estou acumulando mais ainda meus débitos? Simplesmente você reprova. Existe a prova, você pode ser aprovada ou reprovada. Tem um Então, eu sou reprovada. Aí eu vou ter duas lições para para ser resgatadas. Um exemplo, não vou aquela que me ofereceu a minha deficiência temporária e mais a minha revolta. Sim. Eu posso estar acumulando isso que entende quanto é o que André Luiz fez, né? No livro Contos e Pontos tem a história da Leonarda, é uma chamada provas de paciência, né? No livro Consciência Espírita nós estudamos essa mensagem, essa esse essa crônica do Humberto de Campos. ela teve uma prova de paciência, não realizou eh não não fez os esforço para desenvolver a paciência. E aí ela foi pro mundo, voltou pro mundo espiritual na avaliação com a mentora, ela diz: "Ah, mas eu fui muito provada". E a mentora diz: "Mas foi, mas não foi aprovado". Simples assim. E ela vai repetir a
ela foi pro mundo, voltou pro mundo espiritual na avaliação com a mentora, ela diz: "Ah, mas eu fui muito provada". E a mentora diz: "Mas foi, mas não foi aprovado". Simples assim. E ela vai repetir a prova. Ela, a mentora fala: "Me fique triste porque Deus vai providenciar outra prova, outra encarnação, porque a misericórdia divina é infinita. Agora, cada vez que nós somos reprovados de uma prova, a prova seguinte vai ser mais desafiadora". É, é isso que eu ia perguntar. Não, não vai ser a mesma, né? Tá? Vai ser vai ser vai ser acrescida da reprovação que nós praticamos. É isso que eu queria entender. A gente vai acumulando até que vai através do trabalho resolvendo, mas diluindo. Só que a subida vai ser mais árdua, né? Vai ser mais trabalho vai ser maior, né? O Camilo Castelo Branco fala que no o suicida, uma das provas dele é o desejo de se matar de novo e que ele tem o o dever de resistir. Por quê? Porque ele se matou fugindo de uma prova. Aí vai ter mais além da prova original, porque ele vai repetir, vai ter mais essa prova de do desejo enorme de se matar de novo. E deve resistir tanto a a a aquele não resistiu quanto a nova prova, porque é da lei que seja assim, né? é lei de causa efeito e lei de justiça. É justo que a pessoa que mal barotou o tempo a sua existência venha a lidar com os efeitos das causas. Sim, né? A lei de misericórdia traz de novo a pessoa quantas vezes for necessária, as provas. providencia todas as provas, mas o espírito deve se esforçar para evoluir, porque o processo de evolução não é eh simplista, é um, ele é fruto do esforço do espírito que já compreendeu a importância da vida até que seja justo, né? Como diz aqui, dever de ser justo, né? É, muito obrigada. Concluímos por hoje. Vamos fazer a nossa prece. E você pode fazer a oração agradecendo por nós hoje? Posso sim. Amado mestre Jesus, com os corações cheios de gratidão neste momento, nós nos colocamos diante de ti pela oportunidade desse aprendizado, desses ensinamentos, que são palavras de
nós hoje? Posso sim. Amado mestre Jesus, com os corações cheios de gratidão neste momento, nós nos colocamos diante de ti pela oportunidade desse aprendizado, desses ensinamentos, que são palavras de vida eterna. que vem ao encontro das nossas necessidades mais íntimas. E à medida que vamos caminhando, essas necessidades vão se abrindo e sendo contempladas com esses ensinamentos tão profundos, tão gratificantes, tão consoladores ao mesmo tempo que esclarecedores são. Obrigado aos benfeitores que nos assistem e renovamos então os nossos compromissos para estarmos aqui na próxima semana neste mesmo local reunidos em nome de Jesus. Que assim seja. Graças a Deus. Boa noite. Boa noite para todos nós. Muita paz e até o próprio Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite, gente. Até seg. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite.
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