Estudo Reflexivo | Módulo 01: Nosso Lar - #23

Feemt Play 23/02/2026 (há 1 mês) 1:26:11 130 visualizações 15 curtidas

✨ Neste vídeo, participe do Estudo Reflexivo da Feemt (Federação Espírita do Estado de Mato Grosso) e aprofunde seus conhecimentos sobre os ensinamentos de André Luiz. 📚 Tema: Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual 📖 Módulo 01: Nosso Lar 👥 Encontro 23 🗓 O estudo acontece todas as terças-feiras, exceto a primeira do mês. ⏰ Horários: • 20h às 21h30 (Cuiabá) • 21h às 22h30 (Brasília) 🎙 Facilitação: Alírio de Cerqueira Filho 👉 Inscreva-se e participe ao vivo pelo link: http://linklist.bio/inscricao-estudo-reflexivo 🔗 Mais detalhes e gravações: www.feemt.org.br

Transcrição

Vinha de luz, Emel, saber como convém. E se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber. Paulo, primeiro Coríntios, capítulo 8, versículo 2. A civilização sempre cuida saber excessivamente, mas em tempo algum soube como convença-vo. É por isso que ainda agora o avião bombardeia, o rádio transmite a mentira e a morte, e o combustível alimenta a maquinaria de agressão. Assim também na esfera individual, o homem apenas cogita saber, esquecendo que é indispensável saber como convém. Em nossas atividades evangélicas, toda atenção é necessária ao êxito na tarefa que nos foi cometida. Aprendizes do evangelho existem que pretende guardar toda a revelação do céu para impô-la aos vizinhos que se presumem de posse da humildade para tiranizarem os outros que se declaram pacientes irritando a quem usou. E se afirmam crentes confundindo a fé alheia. Exibem títulos de beneferência, ouvidando comezinhas obrigações domésticas. Esses amigos, principalmente são daqueles que cuidam saber sem saberem de fato. Os que conhecem espiritualmente as situações ajudam sem ofender, melhoram sem ferir, esclarecem sem perturbar, sabem como convém saber e aprenderam a ser úteis. Us o silêncio e a palavra, localiza o bem e o mal, identificam a sombra e a luz e distribuem com todos os dons do Cristo. forma-se quanto à fonte da eterna sabedoria e ligam-se a elas como lâmpadas perfeitas ao centro de força, fracassos e triunfos no plano das formas temporárias. Não lhes modifico as energias. Esses sabem porque sabem e utilizam os próprios conhecimentos como convém saber. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus. a ele que nos abençoe a todos em mais esse estudo. Senhor Jesus, mestre vida, agradecemos, Senhor, por estarmos aqui para concluirmos com o estudo dessa obra monumental que é o nosso lar, que nos descortina a vida espiritual. para que não tenhamos surpresas do outro lado da vida. Apara-nos, Senhor, para que possamos bem compreender os ensinamentos que esta obra nos oferece

o nosso lar, que nos descortina a vida espiritual. para que não tenhamos surpresas do outro lado da vida. Apara-nos, Senhor, para que possamos bem compreender os ensinamentos que esta obra nos oferece para que possamos aplicá-la, aplicá-los em nossas vidas. No nosso dia a dia, fazendo esforços para desenvolver as virtudes. Gratidão, Senhor, por tudo. Gratidão pela vida. Ampara-nos hoje, sembrando, quem não quer ter a sua imagem no YouTube, só fechar a câmera. Vamos primeiramente fazer uma uma recordação do nosso encontro anterior e depois vamos concluir o estudo do nosso homem. No no no no encontro 22, nós estudamos o capítulo 46, sacrifício de mulher, no qual André Luiz faz o reloto da reencarnação da mãe dele, que vivia numa esfera era bem mais alta do que o nosso lar, uma colônia numa região mais superior e que estava reencarnando para resgatar da do umbral do seu esposo na encarnação anterior, pai de André Luiz, e as duas mulheres que o subjulgavam iriam reencarnar como filhas do casal. E ela fala sobre a o processo da reencarnação. E dentre as várias reflexões que nesse capítulo nos traz, ela fala das reencarnações compulsórias. Há reencarnações que funcionam como drásticos. Ainda que o doente não se sinta corajoso, exigem existem amigos que o ajudam a solver o remédio santo, embora muito amado. Relativamente à liberdade restrita, a alma pode invocar esse direito somente quando compreenda o dever e o pratico. Quanto mais, é indispensável reconhecer que o devedor é escravo do compromisso assumido. Deus criou o livre arbítrio. Nós criamos a fatalidade. É preciso quebrar, portanto, as algemas que fungimos para nós mesmos. Então, fica muito claro nesse capítulo que espíritos que não cumprem com o seu dever consciencial de se conectar com a lei de amor, não tem o direito de fazer escolhas com base no livre arbítrio a benefício deles mesmos. como ela diz, é a reencarnação nessa condição, o remédio amargo, né? Ela nesse capítulo relata que o Laert estava prestes a ser levado para

scolhas com base no livre arbítrio a benefício deles mesmos. como ela diz, é a reencarnação nessa condição, o remédio amargo, né? Ela nesse capítulo relata que o Laert estava prestes a ser levado para uma região ainda pior do que umbral nas trevas, devido à rebeldia dele. E aí a reencarnação funciona como esse remédio amargo e a liberdade de escolha. Somente acontece quando nós, como ela diz aqui, compreendemos o dever e o pratiquemos. Há na terra ainda muita ideia de que as pessoas têm direito a fazer tudo que querem sem cumprir os deveres. Isso é uma ilusão. lei divina é de justiça, de amor, de caridade, mas é de eh nos nos convida o tempo todo a usar bem a lei de liberdade, cumprindo com o nosso dever consciencial de evoluir e crescer. Quando o espírito se revela contra essa realidade, o que acontece deles ficar preso à reencarnações compulsórias, muitas vezes bastante dolorosas. Esses detalhes a o capítulo não traz, né, como seria essa reencarnação, mas o espírito sempre vai colher o resultado daquilo que ele planta. No capítulo 47, A volta de Laura, André Luizata a reencarnação da dona Laura, a mãe de Lísias, que o acolheu nos primeiros tempos em nosso lar. Eh, e aí a Laura estava temerosa do desse momento da reencarnação pelas eh dificuldades que poderia ter no futuro devido ao fato do mundo físico está cheio de eh armadilhas, de ciladas, de situações várias para os espíritos encarnados. Quanto que no mundo espiritual nós convivemos com semelhantes na terra encarnados. Nós convivemos com pessoas boas e pessoas más no mesmo ambiente. E aí o ministro Genesi, um dos ministros da regeneração da do do ministério da regeneração, vem falar com ela sobre o temor dela. E ele diz o seguinte: "Hora essa, não se deixe levar por conjecturas", atalhou o ministro Genesi. Precisamos confiar na proteção divina em nós mesmos. O manancial da providência é inesgotável. É preciso quebrar os óculos escuros que nos apresentam a paisagem física comezo amarguroso. Não pense em possibilidades de fracasso.

ção divina em nós mesmos. O manancial da providência é inesgotável. É preciso quebrar os óculos escuros que nos apresentam a paisagem física comezo amarguroso. Não pense em possibilidades de fracasso. Mentalize sim as probabilidades de êxito. Além do mais, é justo confiar alguma coisa em nós outros. seus amigos, que não estaremos tão longe do tocante à distância vibratória. Pense na alegria de auxiliar antigas afeições. Onere na glória imensa de ser útil. Aqui o ministro Genésio fala de eh de uma virtude muito importante que é a confiança. Nós somos convidados a confiar em nós mesmos. autoconfiança, confiar em Deus e confiar na vida. de que as leis da vida estarão nos providenciando todos os recursos necessários para a nossa evolução. E como ele diz aqui, em vez de pensar em fracasso, pensar no êxito, pensar positivamente. E quando ele diz também quebrar os óculos escuros que nos apresenta a paisagem física como exílio amarguroso. Há muito dessa a terra é um vale de lágrimas. Eh, tudo é sofrimento. Na verdade, tudo é convite para a evolução. Então, pensar em sempre de forma positiva, confiando em si mesmo, nos seus esforços de renovação na em Deus e nas leis da vida que vai vão sempre trazer para nós aquilo que é importante para a nossa evolução. Essa mensagem, reflexão do ministro Genésio serve para todos nós. E outra coisa que ele coloca aqui, ninguém reencarna sem uma proteção. Nós temos a proteção direta do nosso anjo de guardar e temos proteção de outros espíritos que participaram do nosso processo reencarnatório ou que avalizaram o nosso processo como a mãe de Adrano Luiz, que avalizou a reencarnação desses três espíritos em conjunto, como ela mesmo diz, com outros benfeitores espirituais superiores a ela que estarão velando pelo conjunto familiar. Todos nós temos esses espíritos protetores e como ele diz aqui, não estaremos tão longe no tocante à distância vibratória. Desde que nós nos conectemos com eles, eles estarão sempre dispostos a nos auxiliar. Ele continua: "Não ignoram as sombras do

o ele diz aqui, não estaremos tão longe no tocante à distância vibratória. Desde que nós nos conectemos com eles, eles estarão sempre dispostos a nos auxiliar. Ele continua: "Não ignoram as sombras do campo inferior, mas é indispensável coragem e caminhar para diante. Ajudá-la emos a trabalhar muito mais no bem dos outros que na satisfação de si mesmo. O grande perigo ainda e sempre a demora nas tentações complexas do egoísmo. Quando nós aprendemos a focar no altruísmo, no processo de caridade, de fazer aos outros aquilo que gostaríamos que fosse feito a nós, nós não precisamos temer. E aí vamos agir com coragem. A virtude da coragens numa usando a palavra como uma referência significa agir com o coração. Então nós somos convidados a agir com o coração, ou seja, nos entregar à prática das virtudes para evoluirmos quando estamos encarnados. Essa orientação do ministro Genesio serve para todos nós. E a dona Laura, ela termina a conversa, continua a conversa e dizendo: "Aqui tornou a interlocutora sensatamente. Contamos com as vibrações espirituais da maioria dos habitantes educados, quase todos nas luzes do evangelho redentor. E ainda que velhas fraquezas subam à tona de nossos pensamentos, encontramos defesa natural no próprio ambiente da Terra. Porém, nossa boa intenção é como se fora bruxoleante luz no mar imenso de forças agressivas. Então ela aqui ela fala o contraste que existe entre a vida no mundo espiritual e a vida no mundo físico. Esse contraste realmente existe. Mas vejamos o que o ministro Genésio diz para ela. Não diga isso, atalhou o generoso ministro. Não dê tamanha importância às influências das zonas inferiores. Seria armar o inimigo para que nos torturas. O campo das ideias é igualmente campo de luta. Toda luz que acendermos de fato na terra lá ficará para sempre. Porque a ventania das paixões humanas jamais apagará uma só das luzes de Deus. E é uma realidade, né? A a sombra treva, é escuridão, é a ausência da luz. Quando nós utilizamos da reencarnação

sempre. Porque a ventania das paixões humanas jamais apagará uma só das luzes de Deus. E é uma realidade, né? A a sombra treva, é escuridão, é a ausência da luz. Quando nós utilizamos da reencarnação para fazer luz, ou seja, para evoluirmos por meio do do trabalho de eh autoaprimoramento, brilhando a nossa luz, como Jesus ensina. Nós não precisamos temer as trevas, porque quando a luz se acende, a treva desaparece, a começar das nossas trevas, na treva interior. As trevas exteriores não suportam a luz. No capítulo 48, culto familiar, nós vimos a manifestação do do que seria o que foi exposo na encarnação anterior da dona Laura, que seria o seu futuro esposo, que ainda estava numa condição de bebê. e ele se manifesta por meio de um aparelho eh na forma anterior. E aí é um culto muito bonito que acontece na casa de Lías, da dona Laura, e ele pede para os filhos eh e a para a futura esposa, ele diz assim: "Ah, filhos meus, alguma coisa tenho a pedir-lhes do fundo de minha alma. Rem ao Senhor para que eu nunca disponha de facilidades na terra, a fim de que a luz da gratidão e do entendimento permaneça viva em meu espírito. Então é aquilo que é muito diferente daquilo que nós pensamos quando estamos encarnados, né? Aqui o espírito ainda está e na fase de beber mais pro mundo espiritual do que pro mundo físico. No mundo físico, nós desejamos as facilidades. Quando nós compreendermos as coisas como espíritos imortais, em vez de focar na facilidades, nós vamos agradecer pelas dificuldades, pelas limitações, pelas experiências de desafio, porque elas que vão nos auxiliar a evoluir e crescer. Bom, esse foi o conteúdo do nosso encontro passado. Vamos agora estudar o capítulo 49. Regressando casa, imitando a criança que se conduz pelos passos dos benfeitores, cheguei à minha cidade com a sensação indescritível do viajante que torna o verso natal depois de longa ausência. Sim, a paisagem não se modificara de maneira sensível. As velhas árvores do bairro, o mar, o mesmo céu, o mesmo perfume

ação indescritível do viajante que torna o verso natal depois de longa ausência. Sim, a paisagem não se modificara de maneira sensível. As velhas árvores do bairro, o mar, o mesmo céu, o mesmo perfume errante, embriagado de alegria. Não mais notei a expressão fisionômica. da senora Laura, que denunciava extrema preocupação e despedi-me da pequena caravana que seguiria adiante. Arêncio abraçou-me e falou: "Você tem uma semana ao seu dispor. Passarei aqui diariamente para revê-lo. Atento aos cuidados que devo consagrar aos problemas da reencarnação e nossa irmã. Se quiser ir a nosso lar, aproveitará a minha companhia." Passe Bendra. Último a deusa a dedicada mãe de Lízias e me vi só respirando o ar de outros tempos a longos austos. Não me demarei demorei a examinar por bendolas. Atravessei seleramente algumas ruas a caminho de casa. O coração me batia descompassado, à medida que me aproximava do grande portão de entrada. O vento, como outrora sussurrava carícias no arvoredo do pequeno abrochavam as alá e rosas saudações, saudando a luz proveru. Em frente ao porte ostentava-se Garbosa a palmeira que Zélia eu havia plantado no primeiro aniversário de casamento. de felicidade, avancei para o interior. Tudo, porém, demontava diferenças enormes. Onde estariam os velhos móveis de Jacarambá? E o grande retrato no qual esposas e os fininhos formávamos gracioso grupo? Alguma coisa me oprimia ansiosamente. Que teria acontecido? Comecei a cambalear de emoção. Dirigi-me à sala de jantar, onde vi a filhinha mais nova transformada em jovem casadora. E quase no mesmo instante Zé que saía do quarto acompanhando um cavalheiro que cavalheiro que me pareceu médico à primeira vista. Gritei alegria com toda a força dos pulmões, mas as palavras pareciam reboar pela casa sem atingir os ouvidos dos circunstâncias. Compreendi a situação e calei-me desapontado. Abracei minha companheira com o carinho da minha saudade imensa, mas parecia totalmente insensível ao meu gesto de amor. Muito atenta, perguntou ao cavalheiro

reendi a situação e calei-me desapontado. Abracei minha companheira com o carinho da minha saudade imensa, mas parecia totalmente insensível ao meu gesto de amor. Muito atenta, perguntou ao cavalheiro alguma coisa que não pude compreender de pronto. O interlocutor, baixando a voz respondeu respeitoso: "Só amanhã poderei diagnosticar seguramente, porque a pneumonia se apresenta muito complicada em virtude da hipertensão. Todo cuidado é pouco." O Dr. Ener Nesto reclama absoluto repouso. Quem seria aquele Dr. Ernesto? Perdia-me num bar de indagações quando ouvi minha esposa suplicar ansiosa. Mas Salve por caridade, peço-lhe, ó, não suportaria uma segunda viudez. Zélia chorava e torcia as mãos, demonstrando imensa angústia. Um corisco não me fulminaria com tamanha violência. Outro homem se apoçara do meu lar. A esposa me esquecera. A casa não mais me pertencia. Valia a pena de ter esperado tanto para comer semelhantes desilusões? Corri ao meu quarto verificando que o outro mobiliário existia na Autova Espaçosa. No leito estava um homem de idade madura, evidenciando o melindroso estado de saúde. Ao lado dele, três figuras negras iam e vinham, mostrando-se interessadas em lhe agravar os padecilhanos. Estamos vendo aqui pela descrição, né, que André Luiz ainda traz muito do homem velho dentro dele. Vejamos que levou muitos anos para que ele voltasse. Os filhos eram pequenos quando ele morreu, né? Morreu, mas não desencarnou imediatamente, né? Só 8 anos e meio depois. Depois de muito, muito tempo em nosso lar, ele eh já vivendo como espírito imortal, volta para a terra, já queria vir antes, né? por ele teria vivido muito antes. Imagina a tragédia que seria depois de todo o conhecimento, depois de todo o trabalho. Veja como ele como ele se refere. Eh, a esposa me esquecera, a casa não mais me pertencia. Claro que não pertencia. Ele já tinha desencarnado há quanto tempo ele tava ainda era dono da casa. corria ao meu quarto. Que quarto que era dele? Então, eh, ele ele ainda achava que a esposa era dele,

laro que não pertencia. Ele já tinha desencarnado há quanto tempo ele tava ainda era dono da casa. corria ao meu quarto. Que quarto que era dele? Então, eh, ele ele ainda achava que a esposa era dele, que a casa era dele, mesmo depois de toda a preparação que recebeu, né? Então, ah, veja o próximo paráo. De pronto, tive ímpetos de odiar o intruso por todas as forças, mas já não era eu mesmo homem de outros tempos. O Senhor me havia chamado aos ensinamentos do amor, da fraternidade e do perdão. Verifiquei que o doente estava cercado de entidades inferiores inferiores devotadas ao mal. Entretanto, não consegui auxiliá-lo imediatamente. Então aqui é o ímpeto do homem velho e do homem novo que ele realmente decidiu por se tornar. Mas o homem velho está ali e se não houver vigilância e oração, ele toma fome. Mesmo no caso do espírito que já está na condição da imortalidade, né? Assentei-me decepcionado e acabronhado, vendo o Zé entrar no aposento e deve sair várias vezes, acariciando o enfermo com a ternura que me coubera noutros tempos. Depois de algumas horas de amarga observação e meditação, voltei com baliante à sala de jantar, onde encontrei as filhas conversando. Sucediam-se as surpresas. As a mais velha casara se tinha o polo filhinho e meu filho, onde estaria ele? Z instruiu convenientemente uma velha enfermeira e veio palestrar mais calmamente com as filhas. "Vim vê-los, mamãe", exclamou a primogênita, "Não só para colher notícias do Dr. Ernesto, como também porque hoje, singulares saudades do papai me atormento o coração. Desde cedo não sei porque penso tanto nele. É uma coisa que não sei bem definir. Não terminou. Lágrimas abundantes bovotavam-lhe a dos olhos. Zélia, com imensa surpresa para mim, dirigiu-se à filha autoritariamente. Ora, essa era o que nos faltava. Afritíssima como estou tolerar as suas perturbações. Que passadismo é esse, minha filha? Já proibia vocês exterminantemente qualquer alusão nesta casa a seu pai. Não sabe que isso desgosta o Ernesto? Já vendi

ima como estou tolerar as suas perturbações. Que passadismo é esse, minha filha? Já proibia vocês exterminantemente qualquer alusão nesta casa a seu pai. Não sabe que isso desgosta o Ernesto? Já vendi tudo quanto nos recordava aqui o passado morto. Modifiquei o aspecto das próprias paredes e você não me pode ajudar nisso. A filha mais jovem interveio, acrescentando: Desde que a pobre humana começou a se interessar pelo maldito espiritismo, vive com essas polícias na cachola, onde já se viu tal disparado. Essa história dos mortos voltários, votária o cúmulo dos absurdos. Estamos vendo que a família continuava materialista, com exceção da filha mais velha, né? Materialismo que eles viviam continua irno. A outra, embora continuasse chorando, falou com dificuldade: "Não estou traduzindo convicções religiosas. Então é crime sentir saudades de Pafai? Vocês também não amam, não tem sentimento? Se papai estivesse conosco, seu único filho, varão não andaria a mãe a praticar por aí tantas loucuras. Ora, ora, ora, tornou Zélia, nervosa, enfadada. Cada qual tem a sorte que Deus lhe dá. Não se esqueça de que André está morto. Não me venha com lamúrias e lágrimas pelo passado remediado. Aproximei-se da filha chorosa, estanquei o pranto, murmurando palavras de encorajamento e consolação. E ela não registrou auditiva, mas subjetivamente, sob a feição de pensamentos confortadores. final, via-me em face de singular conjuntura. Compreendi agora o motivo pelo qual meus verdadeiros amigos haviam procrastinado tanto meu retorno ao lar terreno. Angústias e decepções sucediam-se do tropéu. Minha casa apareceu-me então um patrimônio de ladrões, um patrimônio que os ladrões e os vermes haviam transformado. Nem haveres, nem títulos, nem afetos. Somente uma filha ali estava de sentinela ao meu velho e sincero amor. Nem os longos anos de sofrimento, nos primeiros dias de além túmulo, me haviam proporcionado lágrimas tão amargas. Chegou a noite e voltou o dia, encontrando-me na mesma situação de

ho e sincero amor. Nem os longos anos de sofrimento, nos primeiros dias de além túmulo, me haviam proporcionado lágrimas tão amargas. Chegou a noite e voltou o dia, encontrando-me na mesma situação de perplexidade, a ouvir conceitos e a surpreender atitudes que nunca poderia ter suspeitado. A tardinha, Clarocio passou, oferecendo-me o cordal palavra amiga e herta. Percebendo o meu abatimento, disse Solía, compreendo suas mágoas e rejubilo-me pela ótima oportunidade desse testemunho. Não tenho diretrizes novas. Qualquer conselho de minha parte, portanto, seria intestível. Apenas, meu caro, não posso esquecer que aquela recomendação de Jesus, para que amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo, como a nós mesmos, opera sempre, quando seguida, verdadeiros milagres de felicidade e compreensão em nossos caminhos. Aprendi, agradeci sensibilizado e pedi que me desamparasse com necessário auxílio. Clarenço sorriu e despediu-se. Então, em face da realidade, absolutamente só no testemunho, comecei a ponderar o alcance da recomendação evangélica e refletir com mais serenidade. Afinal de contas, por que condenar o procedimento de Zélia? E se fosse eu viúvo na terra? Teria acaso suportado a prolongada solidão? Não teria recorrido a mil preteços para justificar um novo consórcio? E o pobre enfermo, como e por o di não era também meu irmão na casa de nosso pai? Não estaria o lar talvez em piores condições se Zélia não lhe houvesse aceitado aliança afetiva? Preciso era, pois, lutar contra o egoísmo feroz. Jesus conduzira-me a outras fãs, não podia proceder como homem da terra. Minha família não era apenas uma esposa e três filhos na terra, eram sim constituída de centenas de enfermos nas câmaras de retificação. E estendia-se agora a comunidade universal. Dominado de novos pensamentos, senti que a lífa do verdadeiro amor começa a brotar das feridas benéficitas que a realidade se abrir me abrira no coração. Muito bonito para ver a reflexão que ele faz. Ele faz aqui várias perguntas

, senti que a lífa do verdadeiro amor começa a brotar das feridas benéficitas que a realidade se abrir me abrira no coração. Muito bonito para ver a reflexão que ele faz. Ele faz aqui várias perguntas conscienciais e se conecta com o evangelho de Jesus por sugestão, sugestão de claro, né, que lembra para que amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Então ele ele ao refletir sobre a orientação de clarencio, começa a perceber todos somos irmãos e humanidade e que a nossa família não é a família consanguína, é a família universal. Belíssima conclusão, é, também ia falar isso que você falou, porque me chamou atenção a postura de Clarêncio, né, eh, falando que qualquer coisa que ele fosse, qualquer conselho, seria intempestivo. Eh, ele não tava com ansiedade de consciência do tipo, pelo amor de Deus, olha o que você vai fazer. nada disso. Ele deu o conselho de uma forma amorosa, pontual e se retirou, né, Dra. Lí, eu acho que é isso, é o respeito da lei de liberdade, né? Porque o André Luiz precisava dessa prova, né, da prova que ele tinha realmente amadurecido e que tinha nascido um homem novo dentro dele e que ele tinha já se libertado do homem velho. Porque se Clarêncio falasse o que ele deveria fazer, seria opinião do Clarêncio. Claro que claro, tinha um um potencial de lidar com questão total, mas deixou que ele deu o ensinamento e lembrou, né, do ensinamento do Cristo e deixou ele entregue as próprias reflexões. E ele refletiu como um cristão, né? Ele refletiu, ele que era materialista, a família toda de materialista, provavelmente a filha mais velha se tornou espírita já liberta da do materialismo familiar, né? E veja que a irmã fala do maldito espiritismo, né? Que a irmã mais velha tinha se tornado espírita. Então ele faz as reflexões conscienciais e faz o processo de humildar o orgulho, amçar a rebeldia e transformar egoísmo em caridade, em altruísmo. É, é uma outra coisa que eu tava refletindo aqui, não sei se faz sentido, mas não não é comum na condição de André

humildar o orgulho, amçar a rebeldia e transformar egoísmo em caridade, em altruísmo. É, é uma outra coisa que eu tava refletindo aqui, não sei se faz sentido, mas não não é comum na condição de André Luiz, por ter estado no nosso lar um ano, eh ainda se comportar desse dessa forma não seria comum, não >> é? Mas a veja, ele já a eh esse essa decepção, esse processo todo, foi porque ele ainda estava mergulhado em uma concepção humana e não como espírito mortal, né? Ele viveu como materialista. Claro que o materialista, depois de tudo que ele tinha vivido em nosso lar, né, no umbral a de experiência depois em nosso lar, ele teria um cabedal para nem ter entrado no movimento que ele entrou, mas é comum porque o ego fala mais alto, mas ele refletiu, né? Ele teve o a reação, refletiu com essas perguntas conscienciais aqui e tomou a melhor decisão. Isso. >> Capítulo 50. Cidadão de nosso lar. Na segunda noite, sentia-me cansadíssimo. Começava a compreender o valor do alimento espiritual por intermédio do amor e do entendimento recíproco. Em nosso lar atravessava dias vários de serviço ativo, sem alimentação comum, no treino de elevação a que muitos de nós se consagraram. Bastava-me a presença dos amigos queridos, as manifestações de afeto, absorção de elementos puros através do ar e da água, mas ali não encontrava senão escuro campo de batalha, onde os entes amados se convertiam em verdugos. As meditações preciosas que a palavra de Clarence me sugerira, davam-lhe certa calma no ao coração. Compreendia finalmente as necessidades humanas. Não era proprietário de Zéria, mas seu irmão e amigo. Não era dono de meus filhos e sim companheiro de luta e realização. Recordei que a senora Laura certa Freita me afirmara que toda criatura no testemunho deve proceder como abelha, acercando-se das flores da vida, que são as almas nobres no campo das lembranças, extraindo de cada uma a substância dos bons exemplos para adquirir o mel da sabedoria. Apliquei ao meu caso o proveitoso conselho e comecei recordando minha mãe.

almas nobres no campo das lembranças, extraindo de cada uma a substância dos bons exemplos para adquirir o mel da sabedoria. Apliquei ao meu caso o proveitoso conselho e comecei recordando minha mãe. Não se sacrificara ela por meu pai a ponto de adotar mulheres infelizes como filhas do coração. Nosso lar estava repleto de exemplos edificantes. A ministra Veneranda trabalhava séculos sucessivos pelo grupo espiritual que ele estava mais particularmente ligado ao coração. Narcisa sacrificava-se nas câmaras para obter endorço espiritual de regresso ao mundo em tarefa de auxo. A senhora Hilda vencer o dragão do seu inferior e expressão de fraternidade dos demais amigos da colônia. Clarência me acolher com devotamento de pai. A mãe de Lises me recebera como filho. Tobias como irmão. Cada companheiro de minhas novas lutas me oferecia algo de útil, a construção mental diferente e ser guia célere. O meu espírito. Procurei abstrair-me das considerações aparentemente ingratas que eu via no ambiente doméstico e deliberei colocar acima de tudo o amor divino e acima de todos os meus sentimentos pessoais as justas necessidades dos meus semelhantes. No meu cansaço, procurei o apartamento do enfermo. estado se agravava de momento a momento. Zé amparava-lhe a fronte e dizia banhado em lágrimas: "Entesto, Ernesto, tem pena de mim, querido. Não me deixes só. Que será de mim se me faltares?" O doente acariciava-lhe as mãos e respondia com imenso afeto, apesar da forte espineia. Og Senhor energias necessárias para manter a compreensão imprescindível e passei a interpretar os cônjuges como se fossem meus irmãos. Reconheci que Zé e Ernesto se amavam intensamente. E se de fato me sentia companheiro fraternal de ambos, devia auxiliá-los com os recursos ao meu alcance. Nice eu trabalho procurando esclarecer os espíritos infelizes que se mantinha em estreita ligação com o inferno. Minhas dificuldades, porém, eram enormes. Sentia-me abatidíssima. Nessa emergência lembrei certa lição de Tobias quando me dissera: "Aqui em nosso

es que se mantinha em estreita ligação com o inferno. Minhas dificuldades, porém, eram enormes. Sentia-me abatidíssima. Nessa emergência lembrei certa lição de Tobias quando me dissera: "Aqui em nosso lar, nem todos necessitam do aeróbos para se locomoverem, porque os habitantes mais elevados da colônia dispõe do poder de volutação e nem todos precisam de aparelhos de comunicação para conversar à distância, por se manter entre si num plano de perfeita sintonia de pensamentos. Os que se encontram afinados desse modo podem dispor à vontade do processo de conversação mental, apesar da distância. Lembrei quanto me seria útil a colaboração de Narcisa e experimentei. Concentrei-me em fervorosa oração ao Pai e nas vibrações da prece dirigime-me à Narcisa, encarecendo socorro. contava-lhe em pensamento minha experiência dolorosa, comunicava-lhe meus propósitos de auxílio e insistia para que mesmo não desamparasse. Aconteceu então que não poderia esperar. Passados 20 minutos, mais ou menos, quando ainda não havia retirado a mente da rogativa, alguém me tocou de leve no ombro. Era Narcisa que atendia, sorrindo. Ouvi seu apelo, meu amigo, e vim ao seu encontro. Não cabia em mim de contentamento. A mensageira do bem fixou o quadro, compreendeu a gravidade do momento e acrescentou: "Não temos tempo a perder". Antes de tudo, aplicou o passe de reconforto ao doente, isolando o dia das formas escuras. e se afastaram como por encanto. Em seguida, convidou-me com decisão. Vamos à natureza. Acompanhei-a sem hesitação e ela, notando minha estranheza, acentuou: "Não só um homem pode receber fluidos e emitidos. As forças naturais fazem o mesmo, os reinos diversos em que se subdividam." Para o caso do nosso enfermo, precisamos das árvores. Elas nos auxiliarão e ficar gente. Admirado da lição nova, seguia silencioso. Chegados ao a local onde se alinhavam enormes frondes, Narcisa chamou alguém com expressões que eu não podia compreender. Aí momentos, oito entidades espirituais atendierl ao apelo.

seguia silencioso. Chegados ao a local onde se alinhavam enormes frondes, Narcisa chamou alguém com expressões que eu não podia compreender. Aí momentos, oito entidades espirituais atendierl ao apelo. Imensamente surpreendido, via indagar da existência de mangueiras e eucalíptos. Devidamente informada pelos amigos que me eram totalmente estranhos, a enfermeira explicou: "São servidores comuns do reino vegetal os irmãos que nos atenderam. E à vista da minha surpresa, rematou: "Como vê, nada existe de inútil na casa de nosso pai. Em toda parte, se há quem necessite aprender, a quem ensine, e onde apareça a dificuldade, surge a providência. O único desventurado na obra divina é o espírito imprevidente que se condenou às trevas da maldade. Muito interessante, né, a fala da Narciso. Existem espíritos que velam pela pelos vegetais, assim como existem espíritos que velam pelos animais. Não existe nada na na criação que esteja ao abandono. Deus velando pelo universo inteiro e os espíritos fazendo a intermediação do criador. Narcisa manipulou em poucos instantes certas substância com as emanações do eucalipto e da mangueira. E durante toda a noite aplicamos o remédio ao enfermo pela respiração comun absorção pelos poros. O enfermo experimentou melhoras sensíveis. Pela manhã cedo, o médico observou extremamente surpreendido. Verificou-se esta noite extraordinária reação, verdadeiro milagre da natureza. Zélia estava radiate, encheu-se a casa de alegria nova. Por minha vez, experimentava grande júbilo na alma. Profundo alento e belas esperanças revigoravam meu ser. Reconhecia eu mesmo que vigorosos laços de inferioridade se haviam rompido dentro de mim para sempre. Quando o espírito faz esforços verdadeiros para desenvolver virtudes, realmente os laços de inferioridade ficam para trás, se rompem. Nesse dia voltei a nosso lar em companhia de Narcisa e pela primeira vez experimentei a capacidade de voltação. No momento ganhávamos grandes distâncias. A bandeira da alegria defraudara-se em

rompem. Nesse dia voltei a nosso lar em companhia de Narcisa e pela primeira vez experimentei a capacidade de voltação. No momento ganhávamos grandes distâncias. A bandeira da alegria defraudara-se em meu íntimo, comunicando a enfermeira, a enfermeira generosa minha impressão de leveza ouvia esclarecer. Em nosso lar, grande parte dos companheiros poderia dispensar o aeróbus e transportar-se a vontade nas áreas de nosso domínio vibratório. Mas visto a maioria não ter adquirido essa faculdade, todos se abstém de exercem nossas vias públicas. em abst essa abstenção, todavia, não impede que utilizemos o processo longe da cidade, quando é preciso ganhar distância e tempo. Nova compreensão e novos júbilos me enriquecia o espelho. Destruído por Narcisa, ia da casa terrestre à cidade espiritual e viceversa, sem dificuldade de vulto, intensificando o tratamento de Ernesto, cujas melhoras se firmaram francas e rápidas. Aencio visitava-me diariamente, mostrando-se satisfeito com meu trabalho. Ao fim de da semana, chegar ao termo de minha primeira licença no serviço das câmaras de retificação. A alegria tornar aos cônjuges e passei mar como irmãos. Era preciso, pois, regressar aos deveres justos. A luz dormente, cariciosa do crepúsculo, tomei o caminho de nosso lar, totalmente modificado naqueles rápidos sete dias, aprender a preciosas lições práticas no culto vivo da compreensão e da fraternidade legítimos. A tarde sublime enchia-me de magnos pensamentos. Como é grande a providência divina, dizia a monologar intimamente. Com que sabedoria dispõe o Senhor todos os trabalhos e situações da vida? Com que amor atende a toda a criação? Algo, porém, me arrancou da meditação a que me acolhera. Mais de 200 companheiros vinham ao meu improvam, generosos e acolhedores. Isas, Lacíia, Narcisa, Silveira, Tobias, Salúcio e numerosos cooperadores das câmaras ali estava. Não sabia que atitude assumir, colhido assim de surpresa. Foi então que o ministro Clarence, surgindo a frente de todos, adiantou-se, estendeu-me à besta

numerosos cooperadores das câmaras ali estava. Não sabia que atitude assumir, colhido assim de surpresa. Foi então que o ministro Clarence, surgindo a frente de todos, adiantou-se, estendeu-me à besta e falou: "Até hoje, André, você era meu cumpido na cidade, mas dura oravante, em nome da governadoria declaro cidadão do nosso lar. Por que tamanha magnanimidade, se meu triunfo era tão pequenino? Não conseguia reter as lágrimas de emoção que me embargavam a voz. E considerando a grandeza da bondade divina, atirei meus braços paternais de clarência a chorar de gratidão e de alegria. Belíssima recepção, não é do André Luiz depois da da vitória sobre o homem. E o que ele fala de Deus aqui é belíssimo, né? Como é grande a providência divina. Com que sabedoria dispõe, o Senhor todos os trabalhos e situação da vida? Com que amor atende a toda a criação? É uma verdade, né? Não. Deus vela pelo universo todo e criou os espíritos para serem os seus colaboradores. Aprendamos a ser colaboradores de Deus. E o nosso lar é um manancial de lições nesse sentido. Alguma pergunta, alguma reflexão que alguém gostaria de fazer? Eh, esse esses esses dois últimos capítulos, eles são bem emocionantes, né? >> Eh, sobretudo esse esse final, essas tem muitas nuances aí que nos toca profundamente, muitas coisas que batem eh com o nosso íntimo, né? >> Sim. toda toda reflexão que ele faz, né, de ver o que poderia ele pôr no primeiro momentito era de ver o rival, aí ele ver o irmão em humanidade, vê a esposa não como esposa dele, mas como irmã em humanidade, né? Os filhos não como propriedade dele, mas como irmãos de humanidade no mesmo esforço de evolução, né? E quando ele é recebido, né, como cidadão do nosso lar, por todos os amigos que ele fez, nós vemos assim o o esforço do espírito quando é é a manifestação intensa da lei de causa efeita, quando nós usamos, né, o auxílio ao outro quando nós praticamos Amos a lei de amor, justiça e caridade, nós criamos simpatia, nós criamos amigos espirituais, seja no mundo físico, seja

e causa efeita, quando nós usamos, né, o auxílio ao outro quando nós praticamos Amos a lei de amor, justiça e caridade, nós criamos simpatia, nós criamos amigos espirituais, seja no mundo físico, seja no mundo espiritual. Então, é um convite para todos nós fazermos fazermos esforços nessa direção. >> É, Dra. Lírio, é, eh, lembrando essa sua fala que da da dos amigos que temos, né, no plano físico e espiritual, é muito bonito a questão da Narcisa, né, o pensamento, no momento em que ele pensa, né, ele se entrega de verdade, né, ela tava lá eh apoiando. Achei muito lindo isso também. espírito que já por mais ela fala da da vida dela, né, para, mas muito disposição para servir, para servir, uma grande companheira que foi a primeira companheira dele no serviço das câmaras, né, lá no quando ele deseja a eh trabalhar como médico sem ter a mínima noção de como funciona o corpo fluídico do espírito. Ele começa na enfermagem, ajudando a Narcisa a limpar os vômitos dos espíritos. E agora ela retribui ajudando ele a realmente fazer o esforço se tornar realmente um um homem novo. >> E e o e os amigos, né, na hora que ele chega, os amigos, a gente vê ali uma fraternidade, uma irmandade ali, né? Dá vontade de estar ali mesmo, né? junto abraçando. >> É, as colônias espirituais que já são de voltadas ao bem, ela já é o mundo de generação na Terra. No futuro, nós teremos na Terra essa mesma fraternidade. Por enquanto a existe nessas colônias que já são voltadas ao bem, né, no nas regiões mais superiores do planeta. Mas um dia nós vamos não vai ter mais trevas, não vai ter mais umbral no planeta inteiro. planeta inteiro será voltado ao campo. As regiões sombrias estão sendo todas liberadas dos espíritos impedernidos do mal que eh que fazem o que que são os verdadeiros fomentadores do atraso do mal no planeta. Uma vez exilados esses espíritos, os maus que estão vão morrendo, vão sendo exilados também, até que essa fraternidade que nós vemos em nosso lar esteja implantada na terra. Também

do mal no planeta. Uma vez exilados esses espíritos, os maus que estão vão morrendo, vão sendo exilados também, até que essa fraternidade que nós vemos em nosso lar esteja implantada na terra. Também lembrando da fala dos só os mansos e os pacíficos herdarão a terra. O estudo de obras assim nos auxilia muito na reflexão sobre essa realidade vida. >> É, a tua fala me vem muito o sermão do monte. >> Sim, >> né? Os limpos de coração, né? Eh, esse esforço, né? Na prática das virtudes. >> Sim. Vamos começar. Os mensageiros, como ainda temos meia hora, vão dá pra gente ler a introdução e talvez iniciar o primeiro capítulo. Os mensageiros. Lendo este livro que relaciona algumas experiências de mensageiros espirituais, certamente muitos leitores concluirão com os velhos conceitos da filosofia que tudo está no cérego do homem. em virtude da materialidade relativa das paisagens, observações, serviços e acontecimentos. Por SOS é reconhecer, todavia, que o cérebro é o aparelho da razão e que o homem desencarnado, pela simples circunstância da morte física, não penetrou os domínios angélicos, permanecendo diante da própria consciência. lutando por iluminar o raciocínio e preparando-se para a continuidade do aperfeiçoamento noutro campo vibratório. Ninguém pode trair as leis evolutivas. Se um chimpanzé guindado a um palácio encontrasse recursos para escrever aos seus irmãos de fasem evolucionária, quase não encontraria diferenças fundamentais para relacionar ante o senso dos semelhantes. notícia de uma vida animal aperfeiçoada e talvez a única zona inacessível à suas possibilidades de definição se desce justamente na auréula da razão que envolve o espírito humano. Quanto à formas de vida, a mudança não seria profundamente sensível. Os pelos russos encontram sucessão nas tasimiras e sedas modernas. A natureza que certo o ninho agressa, que fornece estabilidade à moradia do homem. A furna terceiria transformada na edificação de pétra. O prado verde liga-se ao jardim civilizado.

e sedas modernas. A natureza que certo o ninho agressa, que fornece estabilidade à moradia do homem. A furna terceiria transformada na edificação de pétra. O prado verde liga-se ao jardim civilizado. A continuação da espécie apresenta fenômenos quase idênticos. A lei de herança continua com ligeiras modificações. A nutrição demonstra os mesmos trâmitos. A união de família consanguínea revela os mesmos traços fortes. O chimpanzé, desse modo, somente encontraria dificuldade para enumerar os problemas do trabalho, da responsabilidade, da memória enobrecida, do sentimento purificado, da edificação espiritual, enfim, relativa à conquista da razão. Em vista disso, não se justifica a estranheza dos que leem as mensagens do teor das que André Luiz endereça aos estudiosos devotados à construção espiritual de si mesmos. Homem vulgar costuma estimar as expectativas ansiosas, a expoera de acontecimentos espetaculares, esquecido de que a natureza não se perturba para satisfazer a pontos de vista da criatura. A morte física não é salto do desequilíbrio, é passo da evolução. Simplesmente a maneira do macaco que encontra um ambiente humano, uma vida animal enobrecida. O homem que após a morte física mereceu o ingresso nos circos elevados do invisível, enquanto uma vida humana subimada. Naturalmente, grande número de problemas referentes à espiritualidade superior a espera a criatura, desafiando-lhe o conhecimento para ascensão, sublime aos domínios iluminados da vida. O progresso não sofre estacionamento e a alma caminha incessantemente atraída pela luz imortal. No entanto, que nos leva a gravar este prefácio singelo não é a conclusão filosófica, mas a necessidade de evidenciar a santa oportunidade de trabalho do leitor amigo nos dias que comem. Felizes os que buscarem na revelação nova o lugar de serviço que lhes compete na terra com sua vontade de Deus. O espiritismo cristão não oferece ao homem tão somente o campo de pesquisa e consulta, no qual raros estudiosos conseguem caminhar dignamente,

erviço que lhes compete na terra com sua vontade de Deus. O espiritismo cristão não oferece ao homem tão somente o campo de pesquisa e consulta, no qual raros estudiosos conseguem caminhar dignamente, mas muito mais que isso, revela a oficina de renovação, onde cada consciência de aprendiz deve procurar uma justa integração com a vida mais alta, pelo esforço interior. pela disciplina de si mesma, pela auto pelo autoaperfeiçoamento. Não falta concurso divino ao trabalhador de boa vontade. E quem observar o nobre serviço de um anisso, reconhecerá que não é fácil prestar assistência espiritual aos homens. Trazer a colaboração fraterna dos planos superiores aos espíritos encarnados não é obra mecânica enquadrada em princípios de menores forças. Claro, portanto, que para recebê-la não poderá o homem fugir aos mesmos imperativos. É indispensável lavar o vaso do coração para receber a água viva, abandonarem rotórios inferiores para vestir os trajes nuciais da luz eterna. Entregamos, pois, ao leitor amigo as novas páginas de André Luiz, satisfeitos por cumprir um dever. constitui relatório incompleto de uma semana de trabalho espiritual dos mensageiros do bem junto junto aos homens e acima de tudo mostra a figura de umário consciente e benfeitor generoso em Anicero, destacando as necessidades de ordem moral no quadro de serviço dos que se consagram as atividades nobres da CL. Se procuras amigo a luz espiritual, se a animalidade já te cansou o coração, lembra-te, lembra-te de que em espiritualismo a investigação conduzirá sempre ao infinito, tanto no que se refere ao campo infinitesimal, como a espera dos astros distantes e que só a transformação de ti mesmo A luz da espiritualidade superior te facultará acesso às fontes da vida divina. E sobretudo recorda que as mensagens edificantes do além se destinam apenas à expressão emocional, mas acima de tudo ao teu senso de filho de Deus, para que faças o inventário de tuas próprias realizações e te integres de fato na responsabilidade de viver diante do

nam apenas à expressão emocional, mas acima de tudo ao teu senso de filho de Deus, para que faças o inventário de tuas próprias realizações e te integres de fato na responsabilidade de viver diante do Senhor. Pedro Leopoldo, 26 de fevereiro de 1944. O Mário aqui ele ele faz esse prefácio, né? Porque ainda na época houve muito estranhamento à obras a obra do lar pela similidade da vida no mundo espiritual com a da terra. Ainda hoje existem muitas pessoas que questionam André Luiz, tem um grupo de espírita que chama André Luiz de Obsessor. Ele é obsessor porque ele fala coisas que Allan Kardec não falou, animais no mundo espiritual, uma série de questões, alimentos no mundo espiritual, né? e por causa de alguns detalhes que nas obras básicas apenas é colocado de uma forma eh genérica, porque as obras básicas, o próprio Allan Kardec fala que são básicas, trouxe eh o lado filosófico da vida. Ele fala que as os detalhes seriam trazidos depois. Só que as pessoas não compreendem isso porque não Kardec não citou nominalmente a a tal coisa nas obras básicas. Pronto, né? Mas ele fala do, por exemplo, da questão da alimentação. Ele fala dos espíritos, tem uma dissertação no livro dos espíritos de três páginas, não podem no número, mas ele tem três páginas falando sobre as necessidades dos espíritos. Quanto mais sensual é o espírito, ele sente dor, ele sente fome, ele sente sede, ele sente todas as necessidades do encarnado, principalmente o espírito materialista, sensualista, o suicida, né? E ah, quando André Luiz fala de alimentação no mundo espiritual, muita gente eh acha absurdo, né, como que tem imagina, né, um suicida sendo recolhido no própria memória de suicida, que é psicografado por uma outra média onde o outro espin fala de alimento. mundo espiritual, você recolhe um suicida faminto, vai deixar ele famino, né? Não faz sentido nenhum. Então, quando eh eh Emânio chama atenção, né, quando ele diz aqui, em vista disso, não se justifica a estranheza dos que leem as mensagens do

aminto, vai deixar ele famino, né? Não faz sentido nenhum. Então, quando eh eh Emânio chama atenção, né, quando ele diz aqui, em vista disso, não se justifica a estranheza dos que leem as mensagens do teor que André Luiz endereça aos estudiosos, devotado à concessão espiritual de si mesmos. Esses detalhes são inclusive são de menor importância. Se existe alimento, se existe animal no mundo espiritual, é de menor importância. A obra, nós acabamos de estudar o nosso lar, o quanto de lições preciosas tem essa obra nos conclamando a prática de virtudes. Basta ter olhos de ver. É o que chama atenção aqui no no prefácio do do segundo do segundo livro da série, né? Eh, quem está devotado à construção espiritual de si mesmo não fica eh preso a questão imposto. Nesse nesse grupo de de pesso são escritas muito mais materialistas, né? Isso eles chamam de progressistas, mas é um materialismo quanto mais que não não consegue nem fazer uma ilação. Olha, se existe fome, será que não vai haver uma forma de de alimentar? Como André Luiz mesmo falou, ele ele passava dias sem se alimentar, só respirando pela respiração e pelo ar. Isso é possível. Mas o fato de ter alimentos eh fluídicos e que auxili o espírito no processo do que são espíritos ainda em transição. Claro que na esfera do Cristo nem deve ter alimentos como nós eh eh como nós vemos lá dentro nem terra, nem na colônia. Alexandro coloc no it 257 de livro dos espíritos. É uma uma dissertação longa e sai teórico sobre a sensação dos espíritos. Basta você refletir sobre isso. E a Kardec no no no livro eh no livro dos médiuns, no laboratório do mundo invisível, ele fala da criação mental, né, que a maior parte dos animais que existem no mundo espiritual é criação mental, aqueles pássaros, borboletas que ficam no nos jardins da é uma um raciocínio muito tosto, né, no mundo espiritual. Então não haveria, só haveria espírito vagando para lá e para cá, não haveria beleza, não haveria vegetação, porque as árvores também, ol como que existe a ministra, nós não

, né, no mundo espiritual. Então não haveria, só haveria espírito vagando para lá e para cá, não haveria beleza, não haveria vegetação, porque as árvores também, ol como que existe a ministra, nós não vimos nosso lar, a ministra veneranda criou um aquele parque inteiro com a mente dela, né? Então é criação mental, mas é uma criação mental viva que ganha vida, né? que eh eh agora a possibilidade também do animal para animais domésticos eles ficaram em período também na na dimensão espiritual para serviços, como André Luiz coloca. Por causa dessas nuances, despreza-se a obra inteira por ignorância, por incapacidade de refletir mais profundamente a realidade, né? Então, quando nós eh entramos nesse movimento sectarista, movimento eh de querer ser mais eh é como se fosse assim, Kardecou nas obras que nós tenhamos bom senso, passemos tudo pelo crio da razão. e observermos realmente se aquilo faz sentido ou não. Se faz sentido, aproveita-se. Essas pessoas querem ser superiores a Kardec. Então, tudo que não está ípices verbes nas obras básicas não é real. despreza-se a eh ler para esse grupo do movimento espírita que a isso, eh em Emanuel fala isso em 1944. Esse grupo tá crescendo cada vez mais. São pessoas intelectualistas e ignorantes de uma realidade maior, porque não vão ao nível do coração. Um texto que estimula, nos estimula a conexão com as leis e com a prática das virtudes. O texto verdadeiramente nos leva isso à prática de virtudes, porque o texto do espírito pseudo sábio, ele não estimula a prática dos efeitos, muito pelo contrário, ele fala de Deus, ele fala de Jesus, ele fala do bem, mas de uma forma superficializada, não estimulante a prática das virtudes, nem a conexão das leis. As obras de Ana Luía. Eu estudo as obras de Ana Luía há mais de quase 40 anos. Quase mais 40 anos. Mais de 40. Desde desde os 20 anos dá é 47 anos. Tô até errado, né? 47 anos estudando as obras de André Luiz. E alguma a nosso lar, acho que já é uma décima vez, agora foi a 11ª vez ou mais que eu já li e várias

Desde desde os 20 anos dá é 47 anos. Tô até errado, né? 47 anos estudando as obras de André Luiz. E alguma a nosso lar, acho que já é uma décima vez, agora foi a 11ª vez ou mais que eu já li e várias várias vezes. E sempre me encanto com a a preciosidade, as orientações de de transformação interior que essas obras nos oferecem. Elas elas são obras eh fáceis de entender, né? com exceção daqueles termos médicos que nós vamos ver aqui quando esse momento missionários da luz tem muitos termos médicos, mas nós vamos decodificar para todos para pro aprendizado. Eh, são faces, são objetivas no sentido de conectar a pessoa com as leis divinas da consciência e estimular a prática da divid. né? Se o André Luiz é obsessor e tá se movimentando, tá fal tá fazendo tudo contrário do que do que eh o obsessor faz, né? O obsessor faz, não auxilia as pessoas a praticarem virtudes, né? a se conectar com as leis, muito pelo contrário. Então são obras de um valor enorme e as pessoas que ainda continuam em pleno século XX, 2026 criticando essas obras, porque não estudo a doutrina espírita com verdade. Não estudo as obras básicas com verdade. querem ficar presos à letra e não o espírito da letra para que nós compreendamos verdadeiramente o sentido das obras. Eu preciso ir no espírito. Qual é o sentido disso? As obras de André Luiz t um sentido de mostrar a realidade. Eu já vi uma pessoa eh eh que de referência no mundo do do Espiritismo dizer que as obras de Luiz são todas falsas. Porque como que pode descer escada, subir escada, fazer que a a gravidade nessa região onde o nosso lar fica é uma não tem gravidade, então não tem a todo mundo flutua. Nesse dia eu tava com essa pessoa que é, inclusive é um físico. Eu falei: "Mas no mundo espiritual você já ventou a possibilidade de existir leis físicas diferente do mundo físico?" A pessoa não não soube responder, aliás, nem respondeu, porque ele acha que as leis do mundo físico são as mesmas do mundo espiritual, né? Porque o André Luiz dá fase de referência que o nosso

ísico?" A pessoa não não soube responder, aliás, nem respondeu, porque ele acha que as leis do mundo físico são as mesmas do mundo espiritual, né? Porque o André Luiz dá fase de referência que o nosso lar fica na ionosfera. A ionosfera realmente lá todo mundo ficaria flutuando. Então como que tem, né, eh, árvores, tem casas, tem tudo que ele fala no nosso laros, né? Acabamos de de ler o livro inteiro para essas pessoas. Vejo aqui, é um raciocínio tão txo achar que no mundo espiritual todo mundo fica flutuando para lá e para cá, como fantasminhas, aquele Gasparzinho, fantasminha camarada flutuando, né? Será que é assim que é o mundo espiritual? É, é, é falta de de reflexão, de bom senso. criticar uma uma situação, né? Eu falar que ah, como que pode ter casa, como que pode ter eh chão, terra, ter, né? Ignorar que existem leis que na Terra nós ainda desconhecemos totalmente mal. Nós, a ciência da Terra conhece as leis físicas do planeta, né? A ciência que o cientista que arrota, que conhece tudo, é um ignorante completo. Ainda como um planeta de expiações e provas, ainda estamos engatinhando o conhecimento das leis físicas, biológicas. Ah, agora, as leis do mundo espiritual, como que é na dimensão espiritual? Não temos a mínima ideia na Terra de como funciona. Agora, falar, achar que as leis do mundo físico são as mesmas no mundo espiritual, é uma uma forma de extrapolar de uma forma extremamente eh sem bom senso, sem lógica, porque existe uma lógica racional e uma lógica emocional. Na lógica racional você analisa tudo quadradinho. 2 + 2 = 4. Se não for tudo. Na lógica emocional você observa o sentido dele daquele é plausível, faz sentido. Eu acho que faz muito mais sentido tudo que tem no que ter não ter nada e ficar um monte de espírito flutuando nas na nas altas esferas, sem sem ter nada construído ali, sem ter uma vegetação, sem ter o belo. Você vê um jardim florido no mundo físico, será que no mundo espiritual não vai ter jardins, árvores, flores? E a gente vê quando nós estudamos o

construído ali, sem ter uma vegetação, sem ter o belo. Você vê um jardim florido no mundo físico, será que no mundo espiritual não vai ter jardins, árvores, flores? E a gente vê quando nós estudamos o nosso lar, que é tudo de acordo com o psiquismo dos espíritos que vivem ali. Numer, o André Luiz fala da vegetação ressequida, de possas de lama. Já em nosso laro, tem vegetação, tem tudo, tudo criação da mente, dos espíritos que vivem ali. Então, não tem nada a se estranhar. No nos mensageiros, nós vamos ter, quem ainda não leu, tem revelações muito mais significativas do até do que o nosso lar. lar é um é um quase que um beabá, né? Os os livros vão se aprofundando cada vez mais. Os mensageiros já aprofunda muito do conteúdo eh colocado em nosso lar. Missionários da luz nem se falam da obra das mais profundas de André Luía, missionários da Luz. Então vamos continuar. Na semana que vem nós começamos o capítulo um de os mensageiros. Vamos fazer a nossa oração. Dav, você faz a oração por nós, >> gratos, Senhor, pela possibilidade dos aprendizados aqui trazidos, esses dedicados irmãos na condição de Sirineus nos auxiliam. constantemente, mas que possamos gradativamente perceber que a cruz é nossa. Aonde estiverem, com quem eles estiverem, que eles possam receber o teu amor. Muito obrigado, mestre, por mais um estudo em torno do teu evangelho. Assim seja. >> Uma boa noite para todos nós. Muita paz >> e até a semana que vem. Tá. >> Boa noite. >> Até a semana que vem. >> Boa noite. >> Terça-feira. >> Obrigada, gente. Boa noite. >> Boa noite. >> Beijos. Yeah.

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