Estudo Reflexivo | Módulo 01: Nosso Lar - #1

Feemt Play 17/06/2025 (há 9 meses) 1:25:27 752 visualizações

Pode

Transcrição

No prazer é incontido, na dor é revoltado. Quando livre oprime os irmãos e escraviza-os. Quando subalterno perturba os semelhantes e insinua a indisciplina. O sentimento é o santuário da criatura. Sem luz aí dentro é impossível refletir a paz luminosa que flui incessantemente de cima. Ofereçamos ao Senhor um coração firme e terno, para que as divinas mãos nele gravem os augustos desígnios. Atendido a semelhante disposição em nossa vida íntima, encontraremos em todos os caminhos o abençoado lugar de cooperadores da divina vontade. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, rogar a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, agradecemos, Senhor, por mais este estudo que iniciamos nesta noite. Conhecer a vida no mundo espiritual para todos nós que estamos mergulhados no corpo carnal é de fundamental importância. Abençoe-nos, Senhor, nesse propósito de reflexão sobre o sentido profundo da vida, da vida do corpo e da vida maior que a vida do espírito. que possamos nesses estudos trazer sempre para a utilização do nosso dia a dia, dos conteúdos que refletiremos. Pare a todos nós, Senhor, nesse ideal. possamos ter bom proveito dos estudos que iniciaremos na noite de hoje, facilitando as nossas vidas, tornando o nosso jugo mais suave e o fardo mais leve. Ser conosco hoje e sempre. Gratidão por tudo. Gratidão pela vida. Começamos hoje então mais um um ciclo de estudos. Depois de concluir os romances de Emânel, nós decidimos começar essa nova série do projeto Espiritizar, que é o estudo das obras de André Luiz focadas na vida no mundo espiritual. Diferente dos outros estudos que nós utilizávamos o no outro programa que dá para fazer perguntas, mas apenas por escrito e as participações ficam mais estritas. nós definimos por fazer esse estudo eh no na plataforma Zoom, uma sala de aula em que todos poderão eh perguntar, fazer comentários, refletirmos juntos, sem pressa de concluir a obra. O nosso estudo vai ser, não tem uma programação definida, né? Ele será feito pela leitura da obra,

que todos poderão eh perguntar, fazer comentários, refletirmos juntos, sem pressa de concluir a obra. O nosso estudo vai ser, não tem uma programação definida, né? Ele será feito pela leitura da obra, uma leitura reflexiva desde o prefácio da obra, que é muito profundo, inclusive até o final, né? Terminando o nosso lar, nós passamos para os mensageiros, depois missionários da luz e vamos a proposta estudar toda a coleção André Luiz sobre a vida no mundo espiritual. Então, eh, todos devem se sentir bem à vontade para, eh, questionarem qualquer situação que não entenderam, fazer alguma reflexão sobre algum conteúdo, né? fiquemos bem à vontade realmente para fazer isso. Nós já temos outros grupos de estudos que fazemos dessa forma, estudo reflexivo do livro dos médiuns e eh num outro num outro grupo e neste será o mesmo no no mesmo sistema. A cada eh início de da nossa atividade, nós faremos um resumo em PowerPoint do conteúdo visto no no encontro anterior, né, para um termos um resumo eh reflexivo desse conteúdo, mas o objetivo nosso vai ser sempre a leitura direta no original, eu estarei usando o livro eh da quarta edição especial, segunda reimpressão. Então, tem eh tem mudanças de dependendo da edição, muda a página, mas o conteúdo é o mesmo. Então todos vão poder, o ideal é que tenha o livro em mãos, seja em papel, seja eletrônico, para poder eh aproveitar melhor o conteúdo e a as reflexões que faremos. Alguém gostaria de fazer alguma pergunta, alguma dúvida sobre eh a sistemática do estudo? Alírio, mostra a capa do do seu livro. Não dá para mostrar por causa do filtro. Foi na frente do teu rosto. Mas é o é o nosso lar a cidade ilustrada, tá? é a é a edução especial que foi feita com a uma ilustração da cidade. Os outros são são capas comuns. Essa edição especial é isso. É assim, é a quarta a quarta edição especial, segunda reimpressão do 88º milheiro. Mas a nós vamos por capítulos, então mesmo pessoas que tenham outras edições, pode variar o número da página, mas o

. É assim, é a quarta a quarta edição especial, segunda reimpressão do 88º milheiro. Mas a nós vamos por capítulos, então mesmo pessoas que tenham outras edições, pode variar o número da página, mas o conteúdo é o mesmo. OK, Elis, boa noite, pessoal. Alírio, vai ficar de alguma forma gravado isso ou depois se a gente puder assistir, quem não pudde participar fica, né? Nós gravaremos todas as as reuniões, as atividades e depois eh passaremos paraa empresa que cuida dessa parte para colocar no Fent Play. Vai ficar no canal Fent Play do YouTube, como temos os outros seminários, os outros estudos vão todos no Fent Play. A diferença é que nós vamos não vai ser eh transmitido ao vivo como eram os outros. é feito a gravação diretamente aqui no grupo. Mais alguma dúvida sobre a sistemática do estudo? Então, o ideal é que tenha o o livro, né, para que nós possamos eh aproveitar melhor, porque só o ouvir muitas vezes sem a leitura fica mais desafiador, né, de de acompanhar. Nós temos pessoas aqui no grupo do de vários estados do Brasil, do exterior também temos dos Estados Unidos, da do Canadá e acho que da Europa também, apesar do fuso horário e o pessoal acho que da Europa vai assistir mais depois, né? Mas inscritos no grupo nós temos 200 e 156 pessoas. Então vamos a vamos começar por prefácio. A sistemática de trabalho vai ser leitura e nós vamos parar quando tivermos eh quando tivermos algum conteúdo importante para ser refletido, nós vamos trazer para a reflexão. E a sistemática é de estudo reflexivo. Então, por isso que não temos uma programação prévia, nem eh a como se costuma estudar de forma intelectualizada, com focado no no conteúdo, a ideia de aproveitar o conteúdo para trazer sempre para as nossas vidas aquilo que diz respeito a cada um de nós dentro do do aspecto que o autor traz. O prefácio é de Emmanuel, que ele apresenta o novo amigo, que é o André Luiz, que é o pseudônimo, né? Os prefácios em geral apresento autores, exaltando-lhes os o mérito e comentando-lhes a personalidade.

efácio é de Emmanuel, que ele apresenta o novo amigo, que é o André Luiz, que é o pseudônimo, né? Os prefácios em geral apresento autores, exaltando-lhes os o mérito e comentando-lhes a personalidade. Aqui, porém, a situação é diferente. Em balde, os companheiros encarnados procurariam o médico André Luiz. nos catálogos da convenção. Por vezes, o anonimato é filho do legítimo entendimento e do verdadeiro amor. Para redimirmos o passado escabroso, modificam-se tabelas da nomenclatura usual na reencarnação. Funciona o esquecimento temporário como bênção da divina misericórdia. André precisou igualmente cerrar a cortina sobre si mesmo. É por isso que não podemos apresentar o médico terrestre e autor humano, mas sim o novo amigo e irmão da eternidade. por trazer valiosas impressões aos companheiros do mundo, necessitou despojar-se de todas as convenções, inclusive a do próprio nome, para não ferir corações amados envolvidos ainda nos velhos mantos da ilusão. Os que colhem as espigas maduras não devem ofender os que plantam à distância, nem perturbar a lavoura verde ainda em flor. Emânio começa de forma muito interessante, né? Porque no movimento espírita há várias especulações quem seria o médico eh que se denominou André Luiz, que na verdade é um dos irmãos do Chico Xavier, que ele me emprestou o nome André Luiz. Então, quem seria, né? Falam-se de Osvaldo Cruz, de eh Carlos Chagas e várias personalidades. Nós ainda no mundo temos uma ideia que o culto, à personalidade é muito importante, né? Saber quem é os títulos dessa pessoa, como se isso fosse de valor para o espírito mortal. pela apresentação de Emânel, a gente já percebe que é o de menor importância, é o título que a pessoa tinha, o nome dela, as questões puramente transitórias que ela vivia. O que importa no caso eh aqui desse médico que se denominou André Luiz como pseudônimo, não é quem ele foi, é o que ele viveu, a forma como ele viveu e a forma como ele passou para a dimensão espiritual, né? Então, dentro

eh aqui desse médico que se denominou André Luiz como pseudônimo, não é quem ele foi, é o que ele viveu, a forma como ele viveu e a forma como ele passou para a dimensão espiritual, né? Então, dentro de uma visão em que você foca no espírito imortal e e o estudo reflexivo com método reflexivo consciencial do projeto espiritizar, o nosso foco é no espírito imortal, não na personalidade transitória, não nas coisas transitórias da vida. Quando nós focamos o espírito imortal, o que importa são as experiências do espírito. Então, nós temos a experiência do espírito and do que se denominou André Luiz enquanto encarnado e depois já fora do corpo, né, morto, o corpo morto, mas o espírito ainda não desencarnado. Nós vamos ver isso no no primeiro capítulo, que há uma diferença entre morrer e desencarnar, né? Morrer é um fato biológico. Desencarnar é psicoespiritual. Então, André Luiz morreu. Esse médico que se denominou André Luiz, passou por uma processo de morte biológica, mas o espírito, como o espírito não morre, né, ele sai da carne, mas nem sempre essa saída da carne é no momento da morte corporal. André Luiz é um exemplo de alguém que morreu, mas não saiu da carne no momento da morte, né? As características nós vamos ver no primeiro capítulo de um processo assim. Então, mais importante do que a personalidade de quem foi, é, são essas experiências. Por quê? por o grande objetivo de André Luiz ternos relegado essa coleção a começar do livro Nosso Lar, para que nós aprendamos com os acertos e com os erros dos outros. Esse é o grande objetivo desta conversão. Por quê? Eh, nós podemos aprender com os erros e os acertos nossos. Podemos. Agora, quando nós aprendemos com os nossos erros, a dor que nós passamos, todo o sofrimento é nosso. Se nós pudermos aprender com os erros dos outros, nós vamos evitar as dores que os outros tiveram. Então, o próprio a a o início do nosso lar, o primeiro, os primeiros capítulos, é para que nós aprendamos com a dor desse espírito que teve essa existência como médico

as dores que os outros tiveram. Então, o próprio a a o início do nosso lar, o primeiro, os primeiros capítulos, é para que nós aprendamos com a dor desse espírito que teve essa existência como médico terrestre e que entrou na dimensão espiritual como suicida indireto, como suicida eh não a aquele suicídio direto, mas o suicídio indireto daqueles que se matam pelas atitudes que tem diante da vida. Então, o aprendizado ele ele vai ser muito importante dentro dessa questão da experiência. Então, desconectemos das personalidades. Quem é? Não importa quem foi André Luiz na Terra. Pode ser muito provavelmente alguém até desconhecido, né? Porque essas duas personalidades que o movimento espírita especula a serem, se você for na biografia deles, não corresponde a uma situação como essa que André Luiz viveu, provavelmente alguém anônimo dos muitos médicos da Terra. E a e a explicação muito clara, ele já ainda tinha nessa na década de 40, quando foram escografadas essas obras, eh, década de 40 e 50 parentes eh reencarnados e que poderia ter problemas como houve o problema com a família do Humberto de Campos, né? Todos sabem que a família de Humberto de Campos processou Chico Xavier querendo direitos autorais da das obras psicografadas por Humberto de Campos, né? Essa e a essa perseguição que Chico Xavier sofreu foi exatamente nessa época que André Luiz começou para não ter outros problemas novamente para o Chico, né, que poderia acontecer algo semelhante. Eh, ele usou do pseudono. Então fica mais eh o que nós vamos refletir neste estudo serão sempre as experiências do espírito e com muito respeito, buscando aprender com essas experiências. a muito eh assim amor e compaixão pelo sofrimento pel não só nesta obra, mas em todas os as outras demais obras que nós estudaremos, nós vamos ver sempre pessoas muitas vezes fazendo coisas realmente a eh de conformidade com as leis divinas e pessoas fazendo coisas contrárias à leis divinas e as consequências disso tudo. Reconhecemos que este livro não é único.

uitas vezes fazendo coisas realmente a eh de conformidade com as leis divinas e pessoas fazendo coisas contrárias à leis divinas e as consequências disso tudo. Reconhecemos que este livro não é único. Outras entidades já comentaram as condições da vida. Entretanto, de muito desejamos trazer ao nosso círculo espiritual alguém que possa transmitir a outrem o valor da experiência própria, com todos os detalhes possíveis, a legítima compreensão da ordem que preside o esforço dos desencarnados, laboriosos e bem intencionados nas esferas invisíveis ao olhar humano. embora intimamente ligadas ao planeta. Certamente que numerosos amigos sorrirão ao contato de determinadas passagens das narrativas. O inabitual, entretanto, causa surpresa em todos os tempos. Quem não sorriria na Terra anos atrás, quando se lhe falasse da aviação da eletricidade, da radiofonia? Essa observação de Emânia é muito interessante porque até hoje tem muita gente no movimento espírita que questiona as obras de And Luiz. Como que o espírito come? como que o espírito, né, se alimenta, como ele dorme, ele como se no mundo espiritual fosse tudo eh só na base do pensamento, mesmo para espíritos que estão no processo de evolução. falta base Kardequiana, porque Kardec fala que o espírito sente fome, sente sede, sente eh quando ele está intimamente ligado ao corpo, quando ele está ainda muito conectado ao corpo, principalmente no caso dos suicidas, diretos e indiretos, ele pode sentir sim fome, sede, frio, calor, pode sentir todas as necessidades fisiológicas de um encarnado, né? Então, há muitas eh correntes dentro do movimento que ainda coloca as obras de André Luiz como ficção por falta de aprofundar no próprio conhecimento das obras básicas, né? Colocando que as obras de André Luiz não estão de conformidade com as obras básicas. é ignorância daqueles que eh colocam essa questão. A surpresa, a perplexidade e a dúvida são de todos os aprendizes que ainda não passaram pela lição. É mais do que natural, é justíssimo.

ras básicas. é ignorância daqueles que eh colocam essa questão. A surpresa, a perplexidade e a dúvida são de todos os aprendizes que ainda não passaram pela lição. É mais do que natural, é justíssimo. Não comentaríamos desse modo qualquer impressão alheia. Todo leitor precisa analisar o que lê. Reportamos-nos, pois, tão somente a objetivo essencial do trabalho. O espiritismo ganha dilatada expressão numérica. Milhares de criaturas interessam-se pelos seus trabalhos, modalidades, experiências. Nesse campo imenso de novidades, todavia, não deve o homem despurar de si mesmo. Não basta investigar fenômenos. aderir verbalmente, melhorar a estatística, doutrinar consciências alheias, fazer proselitismo e conquistar favores da opinião, por mais respeitável que seja no plano físico, é indispensável cogitar do conhecimento de nossos infinitos potenciais, aplicando-os, por nossa vez, nos serviços do bem. O homem terrestre não é um deserdado, é filho de Deus em trabalho construtivo, envergando a roupagem da carne. Alunos da escola benemérita, onde precisa aprender a elevar-se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta, o seu livro. O intercâmbio com invisível é um movimento sagrado em função restauradora do cristianismo puro. Que ninguém, todavia, se descuide das necessidades próprias no lugar que ocupa pela vontade do Senhor. André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência, na qual edificamos o céu, estacionamos no purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal. Vem lembrar que a Terra é oficina sagrada e que ninguém a menosprezará sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração. Esse parágrafo aqui ele muito significativo, né? Porque exatamente é por isso que André Luiz trouxe a sua experiência, porque ele foi surpreendido pela morte carnal, passou por um vários anos nas regiões umbralinas, que são equivalentes às purgatoriais da igreja e se defrontou

que André Luiz trouxe a sua experiência, porque ele foi surpreendido pela morte carnal, passou por um vários anos nas regiões umbralinas, que são equivalentes às purgatoriais da igreja e se defrontou face a passe com a própria consciência. Então essa questão da consciencial que nós vamos trabalhar durante todo esse estudo, o nosso objetivo é sempre refletir de forma consciencial, com base nas leis que temos na consciência, o convite para desenvolver as virtudes e todo o processo de reflexão vai ser nesse sentido, né? como que a as leis que nós vamos eh estudar, as virtudes que podemos aplicar em cada situação. Eh, como diz aqui, é exatamente isso que vai garantir para nós uma a morte e uma transição pós morte melhor, mais equilibrada, mais harmonizada. e entrada no mundo espiritual de uma forma serena, tranquila, enquanto que quando nós não agimos de forma consciencial, nós vamos adentrar, como ele diz aqui, nos abismo infernal, que na verdade o inferno, purgatório e céu são metáforas que foram vistas de forma eh literal. Nós nós temos na terra as regiões trevosas e aqui na própria obra nosso lar fala delas, a região umbralina e as colônias espirituais que corresponderiam ao chamado céu, né? Purgatória, regiões umbralinas e as regiões das trevas seria a o o inferno, né? com a a diferença que na na visão teológica o inferno é eterno. O purgatório, se a pessoa se arrepender, ela sai do purgatório, mas o inferno seria eterno. Tanto os a as os estágios nas trevas quanto no no umbral são transitórios. Não há nenhum espírito que vai ficar eternamente sofrendo as as consequências dos seus atos, porque cedo ou tarde ele ele a irá se arrepender e buscar reparar, porque é da lei que seja são. Hum. Alguma pergunta até agora, pessoal? Guarde a experiência dele no livro da alma. Ela diz bem alto que não basta a criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente, que os passos do cristão em qualquer escola religiosa devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo. Em nosso

ão basta a criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente, que os passos do cristão em qualquer escola religiosa devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo. Em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do espiritismo e do espiritualismo, mas muito mais de espiritualidade. Muito interessante também essa fala de Emano, né? Porque espiritismo é uma doutrina, a doutrina dos espíritos superiores. O espiritualismo é tudo, todas as doutrinas que falam do espírito, sejam de de eh cristãs ou não. Agora, a espiritualidade é um desrespeito à prática de virtudes dentro de nós. Então, se existe a a se nós precisamos de doutrinas como espiritismo, doutrinas espiritualistas, a humanidade ainda precisa, mas muito mais dessa conexão com a própria essência divina, ser essencial que nós somos, a conexão com as leis da nossa consciência, a conexão com a prática das virtudes, porque é isso que que é espiritualidade, né? Conexão verdadeira com a proposta do Cristo, que a doutrina espírita veio para reviver, né? Então, dentro dessa ótica que nós trabalharemos neste neste estudo reflexivo das obras de André Luiz, focando principalmente a questão da espiritualidade nossa aqui dentro. Porque conhecer a vida no mundo espiritual é interessante. Agora, o que eu faço com esse conhecimento na minha vida, né? O que eu faço com esse conhecimento na minha vida aqui agora é o que é mais significativo, porque é a prática da espiritualidade. Porque muitas pessoas leem essas obras de André Luiz como se elas fossem eh um uma obra interessante que fala do mundo espiritual e tudo mais, mas elas são muito mais do que a vida no mundo espiritual. São convites, nós vamos ter muitos convites a reflexão profunda sobre o que representa esse essa espiritualidade, né? Esse cultivo da espiritualidade dentro de nós que envolve conexão com as leis divinas que estão na nossa consciência e a prática de virtudes, porque é isso que transforma o ser. É isso que vai garantir uma vida de maior

iritualidade dentro de nós que envolve conexão com as leis divinas que estão na nossa consciência e a prática de virtudes, porque é isso que transforma o ser. É isso que vai garantir uma vida de maior equilíbrio quando eh a no corpo e fora do corpo. Viver como espíritos imortais. fundamental esse essa questão que coloca aqui. Cada vez mais uma vivência cristã dentro de nós. Temos também uma mensagem de André Luía Guisa de Perfácio. Ele vem falando já da sua experiência bastante interessante a reflexão que ele vem nos falar. A vida não cessa. A vida é fonte eterna e a morte é o jugo escuro das ilusões. O grande rio tem seu trajeto antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas. também recebe afluentes e conhecimentos aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade antes de encontrar o oceano eterno da sabedoria. Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples. Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação. Como a troca de vestidos, nada tem que ver com as soluções profundas do destino e do ser. Ó caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração. É mistério percorrer-vos antes de tentar a suprema equação da vida eterna. É indispensável viver o vosso drama, conhecer-vos detalhe a detalhe no longo processo do aperfeiçoamento espiritual. Seria extremamente infantil a crença de que o simples baixar do pano resolvesse transcendentes questões do infinito. Uma existência é um ato. Um corpo, uma veste. Um século, um dia. Um serviço, uma experiência. Um triunfo, uma aquisição, uma morte, um sopro renovador. Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos de quantas mortes necessitamos ainda? E o letrado em filosofia religiosa fala de deliberações finais e posições definitivas. Aí hai por toda parte os cultos em doutrina e os analfabetos do espírito. É preciso muito esforço do homem para ingressar na Academia do Evangelho do

ala de deliberações finais e posições definitivas. Aí hai por toda parte os cultos em doutrina e os analfabetos do espírito. É preciso muito esforço do homem para ingressar na Academia do Evangelho do Cristo. Ingresso que se verifica quase sempre de estranha maneira. Ele só na companhia do mestre, efetuando o curso difícil, recebendo lições sem cátedras, cátedras visíveis e ouvindo vastas dissertações sem palavras articuladas. Muito longa, portanto, nossa jornada laboriosa. Nosso esforço pobre quer traduzir apenas uma ideia dessa verdade fundamental. Grato, pois, meus amigos, manifestamos-nos junto a vós outros no anonimato que obedece a caridade fraternal. A existência humana apresenta a grande maioria de vasos frágeis que não podem conter ainda toda a verdade. Aliás, não nos interessaria agora senão experiência profunda com seus valores coletivos. Não atormentaremos alguém com a ideia da eternidade? Que os vasos se fortaleçam em primeiro lugar. Forneceremos somente algumas ligeiras notícias ao espírito sequioso dos nossos irmãos na cenda de realização espiritual e que compreende conosco que o espírito sopra onde quer. E agora, amigos, que meus agradecimentos se calem no papel, recolhendo-se ao grande silêncio da simpatia e da gratidão, atração e reconhecimento, amor e júbilo moram na alma. Crede que guardareis semelhantes valores comigo a vosso respeito o santuário do coração. Que o Senhor nos abençoe, André Lupes. Então, ele fala de forma bem poética, né? poesia em prosa colocando sobre a questão da experiência que ele vivenciou e que nós vamos adentrar no capítulo um, nas zonas inferiores. Eu guardava a impressão de haver perdido a ideia de tempo. A noção de espaço esvaíra-se de a muito. Estava convicto de não mais pertencer ao número dos encarnados no mundo. E, no entanto, meus pulmães respiravam a longos aços. Desde quando me tornara joguete de forças irresistíveis? Impossível esclarecer. Sentia-me, na verdade, amargurado, doende nas grades escuras do horror.

entanto, meus pulmães respiravam a longos aços. Desde quando me tornara joguete de forças irresistíveis? Impossível esclarecer. Sentia-me, na verdade, amargurado, doende nas grades escuras do horror. Cabelos eriçados, corações aos coração aos saltos, medo terrível senhoreando-me. Muita vez gritei como louco, implorei piedade e clamei contra o doloroso desânimo que me subjugava o espírito. Mas quando o silêncio implacável não me absorvia a voz extentórica, lamentos mais promovedores que os meus, respondia-me aos clamores. Outras vezes, gargalhadas sinistras rasgavam a quietude ambiente. Algum companheiro desconhecido estaria, a meu ver, prisioneiro da loucura. Formas diabólicas, rostos alvares, expressões animalescas surgiam de quando em quando, agravando-me o assombro. A paisagem, quando não totalmente escura, parecia banhada de luz alvacenta, como que amortalhada e neblina espessa, que os raios de sol aquecessem de muito longe. E a estranha viagem prosseguia. Com que fim? Quem o poderia dizer? Apenas sabia que fugia sempre. O medo me impelia de roldão, onde o lar, a esposa, os filhos perdera toda noção de rumo. O receio do ignoto e o pavor da treva absorviam-me todas as faculdades e raciocínio. Logo que me desprendera dos últimos laços físicos em pleno sepulcro, atormentava-me a consciência. Preferiria a ausência total da razão, o ser. Muito interessante essa fala, né? Por quê? Nós todos trazemos as leis de Deus da consciência. A lei maior é a lei de amor, justiça e caridade, que nos convida a agirmos com amor, justiça e caridade conosco e com o nosso próximo. Tudo que nos acontece enquanto estamos no corpo e que vai se desdobrar fora do corpo está ligado a essas questões, principalmente a essa lei. Então, o que André Luiz está descrevendo aqui? Ele está descrevendo as consequências, porque a dimensão justiça se manifesta por meio da lei de causa e efeito. Então, se a causa é amorosa, justa e carizosa, os efeitos serão amorosos, justos e caridosos. Se a causa é desamorosa, injusta e

rque a dimensão justiça se manifesta por meio da lei de causa e efeito. Então, se a causa é amorosa, justa e carizosa, os efeitos serão amorosos, justos e caridosos. Se a causa é desamorosa, injusta e escalidosa, os efeitos serão da semelhantes. Então, o que ele está descrevendo? a vida de alguém que consciencialmente não esteve em sintonia com a lei maior. Por isso, esse desejo de ausência total da razão do não ser, porque veja que ele diz, atormentavam-me a consciência. Quando é que a a consciência atormenta? Ela só atormenta quando nós estamos num processo de ansiedade de consciência. Na ansiedade de consciência há a a consciência atormenta. E de onde vem a ansiedade de consciência? Ela é um segundo estágio a partir do do da anestesia da consciência. Muitos de nós vivemos no mundo num processo de anestesia da consciência. Aliás, a grande maioria da população da Terra vive com a consciência anestesada. Foi o caso de André Luiz. Ele viveu com a consciência anestesiada. Toda anestesia tem uma um um período de anestesia que a dor não acontece porque está havendo uma anestesia, mas toda a anestesia passa. E aí vem a ansiedade de consciência. Anestesia da consciência, na verdade, é um processo de subconsciência. Uma pessoa entra numa subconsciência em relação à vida, age como se não houvesse amanhã, age como se não houvesse leis na própria consciência. E essa subconsciência das leis faz com que a pessoa viva. No caso de André Luiz, ele não era uma pessoa má, mas também não era uma pessoa boa, principalmente com ele mesmo, né? Então ele ele eh não foi uma pessoa má no sentido de fazer o mal deliberado aos outros, mas não agiu no bem, no limite da consciência, conforme está na questão 642 o livro dos espíritos. Por isso, uma vez cessada a anestesia da consciência, a subconsciência vai produzir a ansiedade de consciência que atormenta o ser. Todo processo de afronta a nossa relação com a lei de amor, justiça e caridade vai gerar essa tormenta para o espírito. ele se atormenta,

a vai produzir a ansiedade de consciência que atormenta o ser. Todo processo de afronta a nossa relação com a lei de amor, justiça e caridade vai gerar essa tormenta para o espírito. ele se atormenta, se atormenta por causa da do movimento, né, de eh consequência do da fase da anestesia. Então, a fase da anestesia da subconsciência, a ansiedade de consciência, vejamos que ponto de vista do espírito mortal, esse estágio já é melhor do que o anterior, ou melhor dizendo, é menos mal do que o anterior. é o mal menor. Por quê? Se a a anestesia da consciência, que a a subconsciência leva a pessoa agir com desamor, com eh injustiça e descaridade consigo e com o próximo, quando ele entra nessa ansiedade de consciência já com as consequências, né? causa e consequência. com as consequências daquilo que ele fez, já está, apesar de ainda ser doloroso, é um processo em que o mal é menor do que anterior, porque a subconsciência, a consciência não dói. a pessoa tá vai fazendo, vai praticando as ações uma atrás da outra, muitas vezes desamorosas, injustas, escaridosas e acumulando essas consequências que sempre virão, né? Porque ninguém afronta a lei de justiça ou a dimensão justiça da lei maior. Não é possível, né? Nós tentamos afrontar, nós tentamos impedir que a lei funcione, mas ela sempre vai estar na nossa consciência, mesmo que nós não estejamos conectados com ela. Então, na anestesia da consciência, que é a subconsciência, que ele a vida enquanto encarnado, ele viveu dessa maneira. Agora a consciência estava atormentado, o atormentando. Por quê? Veja que ele diz aqui, preferiria a ausência total da razão, o ser, né? Como se fosse possível não ser. O ser exatamente a subconsciência que ele vivia. Ele vivia como um materialista que acha que morre tudo acaba, que a vida se resume ao corpo físico, que não há outra coisa além do corpo físico. Então esse processo, a consciência ela está ali, mas não é acessada na situação que ele se encontrava. Não tem como não acessar a consciência,

orpo físico, que não há outra coisa além do corpo físico. Então esse processo, a consciência ela está ali, mas não é acessada na situação que ele se encontrava. Não tem como não acessar a consciência, né? Porque a consciência fica viva ali no espírito, no caso, nesse processo ligado à ansiedade de consciência, atormentando o espírito, né? Não que a consciência tenha sido criado por Deus para que gere tormentas para nós, né? Deus nos criou para que nós ajamos com autoconsciência, que é o o equilíbrio do do já num outro nível de consciência. na autoconsciência, a conexão com as leis, a o exercício das virtudes que nos tornam pessoas bem-aventuradas, como Jesus coloca no sermão do monte, na abertura do sermão do monte. Então, nós temos a os três níveis e inconsciência ou subconsciência, melhor dizendo, subconsciência, que é a consciência anestesiada, a ansiedade de consciência, que está ligado à culpa, ao remorço e a autoconsciência, que está conectada da consciência da pessoa conectada com as leis. desenvolvendo virtudes. Então, por que que ele preferia preferiria a ausência total da razão não ser para não doer, porque essa tormenta do do do da culpa do remorço dói muito no espírito. É o choro e o ranger de dentes que Jesus coloca no evangelho. Então, é muito doloroso para o espírito. essa situação. Agora, é esse essa situação que vai levá-lo ao processo da autoconsciência. Nós vamos ver claramente aqui nesse mesmo capítulo ele saindo da da ansiedade de consciência da tormenta para um momento de autoconsciência. a transição entre uma situação e a outra. Ângela, tem pergunta? Pode falar. Dío, o essa ansiedade de consciência então é o efeito de uma ação negligente. OK. Isso. De uma desconexão com as leis da consciência. Sim. Então, eh, faz sentido refletir que essa ansiedade de consciência ela, eh, pode ser, por exemplo, a gente lembrar da parábola da grande ceia, quando somos convidados para eh adentrar a ceia num primeiro momento, o nível de convite, no segundo outro e no outro ou

cia ela, eh, pode ser, por exemplo, a gente lembrar da parábola da grande ceia, quando somos convidados para eh adentrar a ceia num primeiro momento, o nível de convite, no segundo outro e no outro ou não tem ver porque na parábola da grande ceia Jesus mostra primeiro o convite é a lei de amor. O segundo convite vem da lei de causa efeito, trazendo as expiações. E o terceiro convite ainda da lei de causa efeito, mas trazendo o sofrimento, porque o espírito se revolta inclusive com a expiação, né? No caso, todos nós, todos os que os espíritos reencarnam com o objetivo de praticar virtudes de no dia a dia, cumprindo as leis que estão na própria consciência. Não há ninguém que reencarne para se divertir, passar uma vida inteira eh de prazeres e retornar pro mundo espiritual como se tivesse fazendo um jogo. Todos reencarnam com objetivo de progredir. Então, se nós, e esse é um convite amoroso que a vida nos oferece, é a lei de amor, justiça e caridade que já que está na nossa consciência, que nós somos convidados a exercitar no mundo. André Luiz, ele vai falar da experiência dele, que ele não se dispôs a fazer isso enquanto estava no corpo. E por isso ele está agora nessa tormenta que é efeito de uma causa. Efeito do quê? exatamente da subconsciência que ele vivia, em que ele não se conectava com as leis, não praticava as virtudes que a vida convida a todos nós praticar. E aí as consequências sempre vêm. Agora, por que vem as consequências? Vejamos que novamente é a lei de amor, justiça e caridade se fazendo presente juntamente com uma outra lei que é a lei de misericórdia. Porque se não houvesse essa dor que ele está experimentando aqui, ele poderia ficar eternamente na subconsciência. Mas como todos nós fomos criados para evoluir, para nos tornarmos espíritos cada vez melhores, todos sem exceção. A dor vem para que nós eh cansemos da dor, porque veja que a dor atormenta. Então, se ela tormenta, essa tormenta faz com que nós chegarem nós cansemos da dor, que é a terceira

res, todos sem exceção. A dor vem para que nós eh cansemos da dor, porque veja que a dor atormenta. Então, se ela tormenta, essa tormenta faz com que nós chegarem nós cansemos da dor, que é a terceira fase da da parábola da grande ceia. a pessoa cansa da dor e aí a dor força a pessoa a entrar na ceia e representa a conexão com as leis na consciência e a prática de virtudes. Então, cedo ou tarde nós vamos cansar de sofrer, né? Por isso que Jesus ensina eh vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Então, cedo ou tarde nós vamos cansar. desse sofrimento, dessa tormenta, né? Muitos de nós já passamos por experiências como de André Luiz ou às vezes até piores do que as dele. E foi a dor e e o a companheiro, o companheiro da dor que é o sofrimento, porque vem a o sofrimento vem da revolta frente à dor que nos trouxe, nos fez o despertar da nossa consciência. Então todos nós eh já passa, devemos ter passado por situações semelhantes. que André Luiz tá descrevendo a situação dele, né, para nós que estamos encarnados, que temos a a lei do esquecimento a nosso favor, não é contra nós, a nosso favor, para que nós possamos ter uma ideia do porque essas questões que nós já passamos está esquecida para paraa grande maioria de nós, para que nós lembremos que caso nosso nós façamos, ajamos de forma semelhante, o resultado é essa tormenta. Não há outra outra alternativa. Não cumpriu as leis, se dotar de a tormenta da consciência vem, né? E o desejo do espírito de não ter a consciência de de de não ser. Até de ser eh muitos espíritos nessa situação de desespero desejam se aniquilar, né, como se fosse possível, né, espíritos que se jogam na frente de se jogam em fornalhas e coisa. Isso tem na literatura espírita, como se fosse matar o espírito, né? Já tenta, muitos já tenta, saíram do corpo matando o corpo físico e às vezes desejo ainda matar o o o espírito como se fosse possível, né? Continuando aqui, de início, as lágrimas lavavam incessantemente o rosto e apenas em

ta, saíram do corpo matando o corpo físico e às vezes desejo ainda matar o o o espírito como se fosse possível, né? Continuando aqui, de início, as lágrimas lavavam incessantemente o rosto e apenas em minutos raros, felicitava-me a bênção do sono. Interrompia-se, porém, bruscramente a sensação de alívio. Seres monstruos acordavamme irônicos. Era imprescindível fugir deles. Veja que a tormenta não era só consciencial, era do próprio ambiente que ele estava vivendo, né? Tem muito choro. Esse é o choro e o rander de dentes do que Jesus muitas vezes fala no Evangelho. Reconhecia agora a esfera diferente erguer-se da poalha do mundo. E todavia era tarde. Pensamentos angustiosos atritavam o cérebro. mal delineava projetos de solução. Incidentes numerosos impeliam-me a considerações estantees. Em momento algum, o problema religioso surgiu tão profundo a meus olhos. Os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos figuravam figuravam-se agora extremamente secundários para a vida humana. significava, ao meu ver, valioso patrimônio nos planos da Terra, mas urgia reconhecer que a humanidade não se constitui de gerações transitórias, e sim de espíritos eternos a caminho de gloriosa destinação. Verificava que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Esse algo é a fé, manifestação divina ao homem, semelhante análise surgia contudo tardiamente. De fato, conhecia as letras do Velho Testamento e muitas vezara o Evangelho. Entretanto, era forçoso reconhecer que nunca procurara as letras sagradas com a luz do coração, identificava-as por meios da crítica de escritores menos afeitos ao sentimento e à consciência ou em pleno desacordo com as verdades essenciais. Noutras ocasiões, interpretava como com o sacerdócio organizado, sem sair jamais do círculo de contradições em que estacionara voluntariamente. Então, vejamos aqui ele reconhecendo que tinha eh notícias das questões espirituais do Velho Testamento, do Novo Testamento, das questões sagradas, mas fazia quando

em que estacionara voluntariamente. Então, vejamos aqui ele reconhecendo que tinha eh notícias das questões espirituais do Velho Testamento, do Novo Testamento, das questões sagradas, mas fazia quando se ocupava disso, era por meio da crítica de escritores menos afeitos ao sentimento e à consciência. Na verdade, eles ele tinha conhecimento daqueles que eh questionam o próprio evangelho, questionam as questões espirituais no intelectualismo vazio, né? Na área médica é muito comum esse intelectualismo vazio e a ausência de reflexão sobre as questões espirituais. É muito comum entre os médicos o ceticismo e que é alimentado por uma literatura pseudocientífica que nega o espiritual. Então, vejamos que ele ele tinha algum o conhecimento todo focado no intelecto, eh, e também da religião, eh, da impressão que ele tinha um catol, ele era católico, mas aquele católico é de formulário, como ele diz aqui, sem sair sair jamais do círculo de contradições em que estacionara volunt voluntariamente. Então ele não tinha a uma uma visão espiritual da vida, uma visão a visão dele era materialista. Aqui no próximo parágrafo, ele esclarece isso. Em verdade não foram criminoso no meu próprio conceito. A filosofia do imediatismo, porém, absorveram-me. A existência terrestre que a morte transformara não fora assinalada de lances diferentes da craveira comum. Filho de pais, talvez excessivamente generosos, conquistara meus títulos. universitários, sem maior sacrifício. Compartilhar os vícios da mocidade do meu tempo, organizar o lar, conseguir a filhos, perseguir a situações estáveis que garantisse a tranquilidade econômica do meu grupo familiar. Mas examinando atentamente a mim mesmo, algo me fazia experimentar a noção de tempo perdido com a silenciosa acusação da consciência. habitara a terra, gozara-lhe os bens, colhera as bênçãos da vida, mas não lhe retribuíra seitil do débito enorme. Tivera paz, cuja generosidade sacrifícios por mim nunca avaliei. Espôs e filhos que prendera ferozmente

gozara-lhe os bens, colhera as bênçãos da vida, mas não lhe retribuíra seitil do débito enorme. Tivera paz, cuja generosidade sacrifícios por mim nunca avaliei. Espôs e filhos que prendera ferozmente nas teias rígidas do egoísmo destruidor. Possuíram um lar que fecheia todos os que palmilhavam o deserto da angústia. Deliciara-me com júbilos da família, esquecido de estender essa bênção divina a imensa família humana. surdo a comezinhos deveres de fraternidade. Enfim, como a flor de estufa não suportava agora o clima das realidades eternas, não desenvolver os germes divinos que o Senhor da vida colocara em minha alma, sufocara-os criminosamente no desejo incontido de bem-estar. não adestrara órgãos para a vida nova. Era justo, pois, que aí despertasse a madeira de alejado, que, restituído ao rio infinito da eternidade, não pudesse acompanhar senão compulsoriamente a carreira incessante das águas, ou como mendigo infeliz, que exausto em pleno deserto perambula a mercê de impetuosos tufões. Ó amigos da terra, quantos de vós podereis evitar o caminho da amargura com preparo dos campos interiores do coração? Acendei vossas luzes antes de atravessar a grande sombra. Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Suai agora para não chorardes depois. Muito bonito esse último parágrafo do primeiro capítulo, não é? Advertência para todos nós, para não fazer aquilo que ele fez, é aquilo que nós refletimos inicialmente, aprender com os erros dos outros. Então ele vem nos convidando a aprender com os erros dele para que nós não façamos o mesmo. Então, André Luiz, como ele mesmo diz aqui, ele teve uma vida tranquila, pais que ofereceram todos os recursos econômicos que ele precisava para cursar medicina. Eh, depois ele tinha um consultório que davam o os bens necessários para uma vida confortável, esposa, filhos, mas do jeito como ele fala aqui, não aproveitou nenhuma dessas experiências para desenvolver as virtudes do coração, né? Tudo feito de uma forma maquinal, egoísta, egocêntrica,

rtável, esposa, filhos, mas do jeito como ele fala aqui, não aproveitou nenhuma dessas experiências para desenvolver as virtudes do coração, né? Tudo feito de uma forma maquinal, egoísta, egocêntrica, orgulhosa. Nós vamos ver muito claramente no no nos próximos capítulos. Então, a o exercício de virtudes para viver como espírito imortal encarnado não aconteceu. Por isso ele diz aqui que eh a ele não aproveitou o o objetivo da existência, acabou não acontecendo, né? e as consequências e e eram claras. E aí ele coloca inclusive a questão da lei de justiça. Era justo, pois que aí despertasse a maneira de alejado, né? Porque como ele não construiu a vida do espírito imortal enquanto estava no corpo, fora do corpo, né? Se ele não, se se nós não construímos enquanto estamos no corpo, a, a, essa conexão profunda com a vida do espírito imortal que somos, quando estivermos na dimensão espiritual, estaremos como aleijados, porque não desenvolvemos esse sentido especial do espírito imortal. E a advertência é muito clara, né? acender as nossas luzes antes de atravessar a grande sombra, a momento da nossa morte corporal, porque vai acontecer com todos nós. Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Suai agora para não chorardes depois. Uma advertência claríssima. o nosso amigo perguntas, pessoal. Elis, pode falar, filho. Na verdade, é uma reflexão aqui, né? Eh, primeiro com essa questão do castigo, né? de que para mim ficou bem claro nesse capítulo e até na no começo que é uma cobrança e eh a gente com a gente mesmo, né? Não é esse olhar de Deus contra a gente, esse olhar que a gente se envergonha de Deus, né? Então isso é muito interessante porque a gente tira essa visão desse Deus punitivo, desse temor a Deus e traz Deus para mais próximo da gente, como o projeto espiritizar vem ajudando a gente a ressignificar essa visão, né? Exatamente. E outro ponto que eu achei eh interessante, que não sei se cabe, mas que me veio, quando ele fala nesse final de de da gente aproveitar tudo

judando a gente a ressignificar essa visão, né? Exatamente. E outro ponto que eu achei eh interessante, que não sei se cabe, mas que me veio, quando ele fala nesse final de de da gente aproveitar tudo isso para nos ajudar no processo da gente acender as nossas luzes, o próprio, as próprias reuniões mediúnicas, né, que a gente tem a oportunidade de ver ali casos de espíritos que muitas vezes estão sofrendo por questões que a gente também tá sofrendo aqui. Então, uma oportunidade da gente aproveitar isso também para esse processo da gente acender a nossa luz, né, através desse contato, né, que a mediunidade também traz. Uhum. Isso. Foi isso que eu refleti aqui. Muito bom a reflexão. E realmente é é porque nós ainda temos uma uma relação assim, uma ideia de que se nós não fizermos tal coisa assim, assim, vamos ser punidos, né? Não existe lei de punição. O que existe é uma lei de justiça. Então, quando ele ele reconhece que era justo o que ele estava passando, porque ele não fez aquilo que a consciência pede que todos nós façamos, que agir com amor, justiça e caridade, como espíritos imortais, eh, no corpo, fazendo todo esforço para desenvolver virtudes do coração. ele não praticou isso. Então ele se sentia no mundo espiritual como um alejado, né? Então é um sentimento, né? De ele não estava alejado fisicamente, né? Não é o perespírito não estava alejado, mas espiritualmente ele se sente assim, né? E é justo no sentido de que é o efeito de uma causa. Se ele agiu com injustiça, é claro que ele vai experimentar isso. Para quê? Para que ao passar por a situação de sofrimento, ele aprenda a agir com justiça para que ele aprenda. E foi exatamente no próximo capítulo do o segundo capítulo do Calarenseo que ele vai mostrar essa transição da subconsciência, da ansiedade de consciência para um momento de autoconsciência, né? a momento que ele desperta a consciência para todo o caminho que já no mundo espiritual ele fez de reparação dos erros passados. Então, no mundo, porque muita gente, ah,

omento de autoconsciência, né? a momento que ele desperta a consciência para todo o caminho que já no mundo espiritual ele fez de reparação dos erros passados. Então, no mundo, porque muita gente, ah, só a gente só evolui no mundo físico, não, mas evoluindo físico, no mundo espiritual. Então, André Luiz, com a coleção de de obras que ele nos trouxe, não só essa, mas todas as demais, ele já iniciou o processo de reparação, mas é somente no corpo, com os contrastes da vida material que a pessoa realmente vai demonstrar que eh está reparando, né? Porque no mundo espiritual, convivendo com mentores como Clarence e outros, é muito fácil ser bom. Agora, aqui no mundo físico, com todos os contrastes próprios do mundo físico, é bastante desafiador, né? Porque tem muitas muito apelo da sombra ainda do mundo. Sim. Você tá sem áudio Cristinho? Ah, agora sim achei. A minha reflexão é em relação assim a a pensar no no André Luiz, né, como um espírito mortal, nas encarnações dele, vamos supor, anteriores, porque me parece que ele é um espírito que que veio com alguns méritos assim de oportunidades, né, para essa encarnação como médico, né, com com pais parece que amorosos, no sentido de de darem, acolherem ou proverem a ele o que ele ele precisava. Então, a gente podia pensar que esse esse essa consciência dele, porque a gente sabe sobre o propósito, né, que a gente vem eh com com eh quando a gente encarna, né? Então, seria realmente essa essa essa consciência eh falida, né? não é não é a consciência falida, mas esse sentimento de não ter cumprido com o com a com o propósito que ele veio. A gente pode pensar eh porque assim, para mim é difícil eh pensar nele indo para umbral e descrevendo esse esse eh todo esse esse processo desse conflito interior, né? Porque parece que ele sabia melhor e não fez, né, o que o que o que precisava ser feito, porque já houve uma evolução no mundo. Sim, ele não era como fala, né, no mundo espiritual. Aham. Ele não era um espírito primitivo, não é? ele já trazia

ez, né, o que o que o que precisava ser feito, porque já houve uma evolução no mundo. Sim, ele não era como fala, né, no mundo espiritual. Aham. Ele não era um espírito primitivo, não é? ele já trazia um espírito de condição mediana, porque como ele mesmo diz aqui, ele ele fala eh não, em verdade não for um criminoso no meu próprio conceito. O problema dele foi o materialismo e uma vida simplesmente na horizontal, focado só nele e nos dele. Uhum. E mesmo os dele, ele vivia de forma egoísta, né? Uhum. Então, a a o movimento dele não era um movimento na vertical da vida. Então, esse foi o grande erro, porque quando a pessoa age de forma criminosa, não é para um brau que ela vai, é paraas trevas. Não, situação muito mais grave, muito mais dolorosa, né? Na nas obras, principalmente o livro libertação aborda as trevas, né? Uhum. E nas trevas a situação é muito diferente, é muito muito mais é o ranger de dentes lá de muita muito sofrimento. Uhum. A região bralina é uma região de sofrimento, sim, mas é uma região de espíritos menos comprometidos com a lei, né? E por isso essa essa condição, eu fico pensando se é porque no no nas trevas ainda existe muitos espíritos na subconsciência, consciência totalmente anestesiada, né? A maioria deles, né? se não todos na nas regiões umbralinas já existe espíritos nessa condição de eh tá no conflito da consciência, né, no nos consci naciedade consciência. É, mas essa é a minha pergunta assim, eh, esse conflito de consciência, vamos supor, isso é, tá relacionado com esse propósito que a gente vem e não cumpre, talvez a ausência do de de de da a não realização do grande objetivo da vida, que é exercitar virtudes. Cada um tem uma virtude específica a ser exercitada. Aham. É, é que eu fico refletindo em relação, por exemplo, eh, ele eh eh se foi realmente essa falta de fé, esse materialismo da eh redundante nele que realmente levou ele para lá, porque talvez se ele se ligasse um pouco que seja, porque a gente vê em outras literaturas, como é o

ealmente essa falta de fé, esse materialismo da eh redundante nele que realmente levou ele para lá, porque talvez se ele se ligasse um pouco que seja, porque a gente vê em outras literaturas, como é o caso até, né, do do eh voltei, né, que ele Não realmente realizou o que ele precisava em termos interiores, mas realizou o exterior e teve a ajuda, necessária de não ir para, vamos dizer, para um para um bra. Então, que isso tá muito relacionado, eu acho com esse conflito de consciência nosso que vai levar para esse estado psíquico que que, né, em termos que a gente chama de umbral. Sim. É, é tudo é consciencial. É o que o Emânio coloca na na no prefácio, né? é o espírito eh tendo e é o que coloca aqui, colocar face a face com a própria consciência. Aí nós edificamos o céu, estacionamos o purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal. É, é de acordo com aquilo que nós praticamos que está registrado na consciência. E aí, eh, energeticamente o espírito se vê como é como um íã que atrai. Então, quando ele consciencialmente ele não está, não edificou o céu dentro de céu, entre aspas, dentro de si mesmo, ou ele vai paraas trevas ou vai pro umbral, no estágio evolutivo que a Terra ainda está, né? Uhum. Perfeito. Gratidão, Terezinha. que consegui abrir o microfone. Eh, eh, mais ou menos de tudo isso que a Cristina já colocou, eh, eu já tinha começado a ler esse livro e e só agora que eu vi que foi exatamente quando a COVID entrou, eu tava na Índia. E eu escrevi aqui nesse pedaço, no final desse capítulo que nós lemos, né, essa parte do arrependimento dele. Ah, quando ele diz: "Ó amigos da terra, quantos de vós podereis evitar o caminho da amargura com o preparo dos campos interiores do coração? É um alerta para todos nós. Uhum. Eh, porque nós sabemos que o pai é generoso, não é? Que o pai ele vem no fundo da nossa alma e ele reconhece. Quando a gente acorda, é, é mais ou menos um acordar. A gente tá sendo lendo esse livro, sendo sacudido. Presta atenção. Onde é que você, onde é

e o pai ele vem no fundo da nossa alma e ele reconhece. Quando a gente acorda, é, é mais ou menos um acordar. A gente tá sendo lendo esse livro, sendo sacudido. Presta atenção. Onde é que você, onde é que você está indo com seu caminho, não é? e que eh então eu escrevia: "O pai generoso, misericordioso, a todos ouve. Quando o arrependimento vem do fundo do âmago da alma coração, o socorro do amor incondicional de Jesus acolhe e a paz serena desse amor começa a curar a alma ferida de dor e de remoto. Eh, é o que que todos nós estamos propondo. o que eu estou me propondo e fazer uma uma revisão do meu caminho de vida já tá longo, então eh eu volto muitas páginas para trás para para ver e tentar limpar o caminho. Gratidão, Alírio. Tá sendo um estudo maravilhoso. Gratidão. Gratidão pela sua fala. Bom, o nosso tempo já foi, né? faz rapidinho. A gente não tá fazendo coisa boa. O tempo passa muito rápido, né? Quem gostaria de fazer a oração encerrando a nossa atividade hoje? Voluntário. Terezinha, já tá com a mão levantada com áudio. Faz a a prece por nós, por favor. Faz bom. Vamos unir os nossos corações olhando para a presença do nosso mestre Jesus em nós e deste codificador dessa dessas mensagens todas do nosso lar, que foi Chico Xavier e o espírito André Luiz. E vamos agradecer, agradecer por nós termos esse tempo, nós termos esse tempo que nos traz um pouquinho mais de luz, de entendimento com a ajuda do nosso mestre Alírio e que passo a passo nós vamos devagar, pegando o compasso da música real da nossa vidas. Gratidão, mestre Jesus, por sua presença amorosa em nossas vidas. Gratidão por todas as entidades que estão conosco neste momento, nos ajudando, iluminando e nos oportunizando aprender um pouquinho mais quem somos nós, o que, por que estamos aqui, qual é a nossa missão. Gratidão Deus misericordioso pela vida. e por nos ajudar a caminhar nesse momento terreno. E os anjos nos protejam. Assim seja. Uma boa noite para todos nós. Muita paz. Boa noite. Nós nos vemos semana que vem,

Deus misericordioso pela vida. e por nos ajudar a caminhar nesse momento terreno. E os anjos nos protejam. Assim seja. Uma boa noite para todos nós. Muita paz. Boa noite. Nós nos vemos semana que vem, terça-feira. Gratidão. Boa noite. Gratidão. Boa noite. Gratidão. Boa noite a todos. Boa noite. Boa noite. OK. Вот.

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