Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E24 – Cap. 12: Confronto de forças – Parte 2

Mansão do Caminho 18/01/2026 (há 2 meses) 1:08:29 961 visualizações 176 curtidas

Na continuidade do Capítulo 12 de Loucura e Obsessão, o estudo aprofunda a análise do confronto de forças que se manifesta no psiquismo humano, destacando os mecanismos sutis da obsessão e as possibilidades reais de libertação espiritual. A abordagem evidencia o papel da vontade esclarecida, da educação dos sentimentos e do amparo espiritual como recursos essenciais para a superação das influências perturbadoras e a reconquista do equilíbrio interior. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: João Korngold 🔎 Aprofundamentos: Eulália Bueno e Marcelo Netto 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #ConfrontoDeForcas #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #ObsessaoEspiritual #LibertacaoEspiritual #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, amigos, amigas, muito bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda e psicografia do nosso querido Divaldo Franco. Estamos aqui hoje na companhia dos queridos eh coordenadores, Eulália Bueno, e Marcelo Neto. Desejamos a todos um feliz 2026. A Ângela já desejou na semana passada, nossos companheiros que estiveram aqui com vocês na semana passada, mas agora nós também temos essa oportunidade. Eh, vou fazer como a Ângela fez semana passada, pedir para Eulália dar o dar a sua o seu seus suas palavras de ano novo e depois o Marcelo. Olá, João Marcelo, a todos que nos acompanham neste estudo Suelicalda Schuber. É uma alegria renovada iniciarmos 2026 fiéis a este estudo em momento tão difícil da terra, onde o aprendizado da doutrina espírita pode nos ajudar a fazer essa travessia com muito mais equilíbrio, distribuindo bom ânimo e paz. E é isso que o nosso coração deseja a todos. >> Da mesma forma faço das palavras da nossa Eulália, do nosso do nosso João, com votos também de um feliz 2026. É uma alegria muito grande estarmos aqui compartilhando os estudos e junto com esta equipe que, sem dúvida vai buscando neste garimpo tão especial das questões relacionadas a essa doutrina que nos resgata todos os dias da nossa ainda inadimplência moral e espiritual. Uma boa noite, um bom dia, uma boa tarde, dependendo daqueles que irão nos assistir mais tarde, com votos de paz e bem a todos. Grande abraço. >> Obrigado, queridos. Então, antes de passar a palavra a vocês, para continuarmos o estudo do capítulo 12, eh vamos fazer nossa oração elevando nossos pensamentos, pedindo a proteção e auxílio dos amigos espirituais. Agradecendo pela oportunidade de mais uma vez estarmos reunidos em nome do Mestre Jesus neste grupo criado e supervisionado hoje do lado espiritual pela nossa querida mentora Sueli Caldas Schuber. também sob a proteção de nosso querido Divaldo Franco, que no ano passado retornou ao mundo espiritual, mas continua nos acompanhando.

lado espiritual pela nossa querida mentora Sueli Caldas Schuber. também sob a proteção de nosso querido Divaldo Franco, que no ano passado retornou ao mundo espiritual, mas continua nos acompanhando. E o espírito Manuel Filomeno de Miranda, que tem nos trazido tantos ensinamentos, tantas aulas de muita luz. Pedimos a proteção a todos que nos acompanham, a seus familiares, a seus amigos, que possamos ter um ano de muita luz, muita paz e, principalmente muito aprendizado. E que possamos, com esse aprendizado, colocar em nosso dia a dia tudo que aprendermos para continuarmos na nossa evolução moral e intelectual. Agradecemos ao Mestre Jesus por outra oportunidade de estarmos reunidos em seu nome e pedimos permissão para começar os nossos estudos. Que assim seja. Então, a nossa querida Eulália vai começar os aprofundamentos de hoje, como eu mencionei, continue continuação do estudo do capítulo 12. >> Então, vamos lá. Eh, recordamos que a semana passada tivemos por parte das nossas amigas, irmãs, coordenadoras, a Tânia e a Ângela, uma aula excepcional, onde Tânia colocou todo tipo de aparelhagem que os espíritos lançam mão para poderem garantir a segurança do grupo. mediúnico. Vamos partir desse fato que é do conhecimento dos trabalhadores que estão integrados à tarefas das casas espíritas, que hoje participam das reuniões mediúnicas e que, segundo nos coloca toda a obra da codificação, a obra de André Luiz, a obra obra de Manuel Filomeno de Miranda. É indispensável o conhecimento antes de nos lançarmos a atividade mediúnica. Então, nós supostamente devemos estar informados sobre toda essa complexidade de participarmos de uma reunião mediúnica. O mesmo não acontece em casas como esta que vimos acompanhando, onde Manuel Filomeno de Miranda foi levado por Bezerra de Menezes e apresentado aqueles espíritos emerenciana, Anita, Felinto, que realizam, são responsáveis pela condução espiritual da casa. E também percebemos o espanto de Manuel Filomeno de Miranda quando o círculo se

esentado aqueles espíritos emerenciana, Anita, Felinto, que realizam, são responsáveis pela condução espiritual da casa. E também percebemos o espanto de Manuel Filomeno de Miranda quando o círculo se forma nessa reunião e se apresentam dois médiuns. Imediatamente é citado no livro que os dois espíritos em pugna eh correm em direção aos médiuns, havendo então o fenômeno que nós conhecemos por psicofonia hoje, mas que já utilizamos muitas e muitas vezes a palavra incorporação, mas que aqueles trabalhadores desconhecedores dessa eh diferença na colocação, porque incorporação realmente dá impressão que o espírito entra dentro do corpo. Então, toda a crença deles promove um fenômeno mediúnico que gera espanto. E para aqueles que têm desconhecimento, eh, mais confiança. Eh, digamos que eles acreditam que ali a mediunidade se expressa mais fielmente. E o que vemos a seguir é realmente uma luta quando esses espíritos através do trans mediúnico contidos por aquele círculo que não era apenas composto pelos trabalhadores encarnados da casa, mas eh preparado pela equipe espiritual da casa, onde uma rede magnética de grande intensidade continha aqueles espíritos restritos ao campo interno dessa roda. Mas mesmo assim eles começaram a disputa apresentando-se na forma que melhor expressava os seus sentimentos. Então, apresenta-se uma pomba gira e um exu. Então, uma um espírito com aparência feminina e um exu é o mesmo tipo de espírito com aparência masculina, supostamente só dedicados ao mal, como chega ao conhecimento de muitos de nós. Porém, nós sabemos que não existem definitivamente espíritos maus. Eles estão em transição. Como nós, por mais que lutem, por mais que se debatam, a evolução é uma imposição das leis divinas. A forma como ela vai se dar é exatamente de acordo com o comportamento e o respeito a essas leis. Os médiuns em transfletem com muita perfeição. Então, dá-se a perceber que as aparências deles mudam, nos levando a perceber que se tratam de entidades de aspecto demoníaco.

e o respeito a essas leis. Os médiuns em transfletem com muita perfeição. Então, dá-se a perceber que as aparências deles mudam, nos levando a perceber que se tratam de entidades de aspecto demoníaco. E a emerenciana vai descrevendo que a feminina, a tida ou chamada como pombagira, ela não traz totalmente a sua aparência aquilo que realmente ela quer mostrar ou ela quer usar para a sua vingança. Já o Exu ele mostra toda uma aparência e que corresponde às ideias das religiões pregressas às quais todos nos submetemos da aparência do próprio demônio. Os médiuns que estavam ali no centro da roda dirigem-se para campos opostos e estendem as mãos um em direção ao outro, apresentando um confronto. E nesse momento a entidade masculina eh fala palavras cabalísticas e atirava dardos, claro, dardos de energias. muito densas, porque é a evolução do espírito que vai se utilizando perespírito, no caso deles, totalmente apegados à materialidade, aos hábitos eh de quando estavam encarnados, acrescidos de todo o ódio que cultivaram no seu coração e que ali os colocava em disputa direta pelo obsidiado. Percebamos que essa cena está sendo descrita numa tarefa dentro de uma casa. Não importa que seja umbanda ou uma casa espírita que nas quais ocorre talvez a mesma situação em moldes diferenciados, mas as ruas estão cheias desses combates espirituais em torno de mentes totalmente distanciadas da cristandade. Conforme o Exu enviava aqueles dardos energéticos maléficos, a entidade feminina se defendia fazendo das mãos um próprio escudo que se assemelhava a um escudo metálico para rebater essa energia. Então, era uma briga a nível dos sentimentos que ambos cultivavam, eh, de ódio pela vítima e, ao mesmo tempo de comando, de assumir o comando desse processo obsessivo ao qual os dois se julgavam eh eh responsáveis e queriam chamar a si esse poder. de conduzir a obsessão. Então, nós vamos eh ao livro dos médiuns, no seu capítulo 25, que fala de evocações, para explicar por essa pugna de energia.

eh responsáveis e queriam chamar a si esse poder. de conduzir a obsessão. Então, nós vamos eh ao livro dos médiuns, no seu capítulo 25, que fala de evocações, para explicar por essa pugna de energia. Exatamente porque nenhum dos dois espíritos estava moralmente credenciado ao domínio do outro. Então eles encontravam-se no mesmo nível evolutivo e só restava para os dois o combate. Quando se fala no item 280 e desse mesmo capítulo, explica que os espíritos eles revelam a sua inferioridade pela linguagem, pelas maneiras, pela baixeza dos sentimentos que nós vemos aí muito presente pela perfídia dos conselhos que nos pedem. Mas acima de tudo, o que é que eles nos pedem? Piedade. Então, Allan Kardec coloca ali que a piedade que nos deveria inspirar em direção aos maiores criminosos é de fato o sentimento que seria capaz de calar essa luta. Porque esses espíritos, eles só silenciam quando a sua frente eles percebem a presença de benfeitores espirituais de alta envergadura moral. Eles reconhecem a superioridade. É importante também recordar um pouco desse mesmo livro, mas no capítulo anterior, técnicas de libertação, onde a benfeitura explica o porquê daquela atuação que ela tem imediata em direção aos dois espíritos. Primeiro, a entidade feminina que contida supostamente pelos dardos que o outro enviava, tanto que ele comemora a vitória porque desconhece até o momento a presença desses benfeitores maiores que com absoluta certeza eles não visualizavam. acreditavam-se ali realmente num confronto entre eles, limitado ao poder de cada um. Então ela explica no capítulo anterior que sem descer a beligerância ou as forças iguais maléficas não podem desconsiderar a aplicação de recursos equivalentes em força, porém direcionados a objetivos superiores para alcançar o resultado almejado. a fim de poder preparar aqueles espíritos, como nós vemos ao final, ambos serem recolhidos a uma sala anexa. Ele eh completamente adormecido ante a energia que a benfeitora enviou, emitiu sobre ele.

. a fim de poder preparar aqueles espíritos, como nós vemos ao final, ambos serem recolhidos a uma sala anexa. Ele eh completamente adormecido ante a energia que a benfeitora enviou, emitiu sobre ele. Então, o único caminho, essa energia compulsória para que eles comecem a se predispor para o esclarecimento. Aqui vai uma observação muito importante que muitas vezes nós nas reuniões mediúnicas não nos damos conta. Aqueles médiuns, eles se encharcaram dos fluidos dos espíritos malfazos. proporcionando o choque anímico. Percebam que foram aproximadamente 10 minutos em que, ignorando toda a estrutura ao redor, eles digladiaram entre eles com dardos e pensamentos, indo e vindo, eh, ora, se protegendo, mas na maioria das vezes atacando. Claro que nesse momento houve uma troca fluídica, o que fez com que os médiuns realmente ficassem exauridos e nos faz recordar que nós, os espíritas esclarecidos, médiuns de psicofonia ou de qualquer outra mediunidade ou apenas de sustentação, temos que reconhecer ser que, infelizmente, em padrões morais, poucos somos capazes de fazer em relação ao esclarecimento dos espíritos e que a grande finalidade da condução dos benfeitores desses espíritos à nossa reunião é patrocinar exatamente esse choque anímico, essa troca fluídica que faz de perecer aquela força de ódio que os move, exaurindo-os, embora não os convença do contrário sobre a vingança, exaure-os. Então, enfraquece-os para que, de fato, eles não consigam materializar esse processo de vingança. E quem vai cuidar da do encaminhamento real, do esclarecimento moral, são os benfeitores espirituais. Eu acho que não há Emanuel Filomeno de Miranda e João Marcelo aí estão eh para nos completar ou corrigir uma única reunião mediúnica que não tem o seu desdobramento depois, no transcorrer da noite da madrugada com a presença dos eh espíritos, no caso Exu e a Pombagira da equipe espiritual e, infelizmente, nem sempre de todos os participantes da reunião mediúnica, porque não temos sabido nos preparar adequadamente para

nça dos eh espíritos, no caso Exu e a Pombagira da equipe espiritual e, infelizmente, nem sempre de todos os participantes da reunião mediúnica, porque não temos sabido nos preparar adequadamente para estarmos em condições de lá comparecer. E essa parte que é muito esclarecedora e que está no final desse capítulo, cabe ao nosso Marcelo explicar eh todo o empenho dos benfeitores para que nós permaneçamos mais tempo dentro da casa espírita. Consideremos, continua nesse capítulo 11, que o médium é um íã que atrai os espíritos que se assemelham a limhas de ferro e que ao sofrerem esse processo de atração, são absorvidos fluídicamente pelo campo perespiritual do médium, onde essa troca fluídica patrocina uma melhora para o acesso dos benfeitores aos espíritos, enquanto a sua densidade, que na descrição pode nos assustar, como impactou o próprio Manuel Filomeno de Miranda, mas essa densidade não é muito diferenciada da densidade do nosso corpo biológico somado, infelizmente. ao nível de pensamentos que temos mantido. Só analisarmos o dia de hoje com todas as informações ao redor do mundo que nos chegam, mostrando que a guerra pipoca aqui, ali, os domínios, o poder, o desvio moral das criaturas para perceber quanto temos encharcado nosso campo mental de energias de baixo teor. Então, essas energias absorvidas, elas serão direcionadas pelo nosso próprio organismo através de todas as possibilidades escretoras que o nosso corpo físico oferece. Então, após todo esse essa pugna, todo esse direcionamento, eh, Miranda troca uma ideia com Felinto, dizendo que ele não concordava muito com o que ouvia dizer, que a mediunidade nos centros de Umbanda e de outras raízes afro eh se desenvolve com maior potência, com maior rapidez. E aí eu acho muito bonita essa parte que nos diferencia na nossa imperfeição para a condição em que se encontra um irmão felinto que ele diz assim que ali aquela casa é movida pelo amor. Aquelas criaturas chegaram ali na boa vontade de servir e sem a oportunidade do estudo

ção para a condição em que se encontra um irmão felinto que ele diz assim que ali aquela casa é movida pelo amor. Aquelas criaturas chegaram ali na boa vontade de servir e sem a oportunidade do estudo para o qual talvez elas ainda não estivessem amadurecidas, embora vemos no decorrer dos capítulos que já estudam o Evangelho segundo o Espiritismo. Então, já há uma luarização dessas consciências, mas que por hora, elas, pela boa vontade de servir, sem interesse pessoal, elas receberam o patrocínio desses benfeitores que lhes impõe, mesmo que seja a custa de certos rituais, um método de controle, uma educação da vontade, e do procedimento moral, porque eles visualizam ali a a fala dos espíritos, que eles costumam chamar da linha da esquerda. Eles têm os dias em que dedicam toda a sua tarefa para a presença desses espíritos. E obviamente nos dá a entender que, embora conhecidos como Pomba Gira, como Exu, nesse centro, eles não estão mais eh permitidos atuar no mal. Eu posso dizer a vocês que tinha família que participava da Umbanda e que um dia nós comparecemos a uma tarefa e essa tarefa nos chamou tanto a atenção que nós nos debruçamos em observar o que ali acontecia para depois buscar os recursos, exatamente como Manuel Filomeno nos fala, com muita propriedade. né, nos arrancando da superfície, mas que eu nunca esqueci aquela médium que, como o irmão que ali serve, o filho adotivo de Anita, nos demonstra aquela médium que chefeava o que eles chamavam de terreiro, eh, lógico, sob a atuação da sua benfeitora, ela não permitia que esses espíritos de esquerda promovessem ou aceitassem a encomenda de qualquer mal. Eles estavam ali no conhecimento da trajetória pelo mal, a fim de dissolvê-lo, porque eles já conheciam o caminho. Então, percebam que eles, embora se apresentando, e eu me lembro a época usando roupas, colares típicos dessas entidades, fazendo uso até de bebidas alcoólicas, como é do ritual deles, eles não se permitiam mais aceitar a proposta do mal. E ao contrário, eles se

ro a época usando roupas, colares típicos dessas entidades, fazendo uso até de bebidas alcoólicas, como é do ritual deles, eles não se permitiam mais aceitar a proposta do mal. E ao contrário, eles se empenhavam e nos diziam que acompanhavam os benfeitores numa troca em que eles mostravam aos benfeitores os espíritos atrelados ao mal em direção àquela criatura, enquanto os benfeitores lhe patrocinavam excursões a lugares onde eles nunca tinham tido. a oportunidade de ir. Vejam que interessante, eu era adolescente, eu não tinha o conhecimento do espiritismo, mas quando nós vemos aqui essa lição desse livro e atrelamos ao que vimos, ao que testemunhamos, nós vemos que, por exemplo, uma irmã emerenciana conduz aquelas entidades a algum posto avançado de serviço, de estudo e que mesmo aos nossos olhos mantendo os mesmos rituais, eles de fato estão aprendendo. E da mesma forma os médiuns que se dedicando integralmente por amor também tem a oportunidade de desvencilhados do corpo sob a ajuda de desses benfeitores, participarem das reuniões de esclarecimento, conhecerem técnicas de amor, não mais aquela técnica de fazer trabalhos, de fazer cobranças. Então, nós percebemos que de acordo com a evolução do espírito, a divindade nos oportuniza 1000 caminhos, 1000 posturas diferenciadas, entendimentos diferenciados para irmos de encontro ao bem. Aqui quando Manuel Filomeno de Miranda faz essa observação que na Umbanda parece que tudo é mais rápido, isso é um questionamento que muitas criaturas têm e que, olha que coisa interessante, um capítulo do livro do Manuel Filomeno de Miranda atualíssimo, porque ele nos leva a perceber, por exemplo, o resultado do senso que foi divulgado o ano passado e que diz que a frequência, a Umbanda aumentou em detrimento das próprias casas espíritas. E aí a gente percebe o quê? O desespero que toma de assalto todas as criaturas, que temos que reconhecer, estamos totalmente expostos às influências de espíritos e muito mais as influências de espíritos

aí a gente percebe o quê? O desespero que toma de assalto todas as criaturas, que temos que reconhecer, estamos totalmente expostos às influências de espíritos e muito mais as influências de espíritos infelizes, porque ainda somos muito inseguros no bem, porque ainda mantemos o pensamento de de revolta, muitas vezes de vontade, de reação. Então, estamos mais para capturar esses pensamentos de espíritos infelizes que se sobrepondo a nós nos levam ao sofrimento imediato. E como a Umbanda nos dá a ideia de que da mesma forma que o sofrimento chega, esses espíritos podem tirá-lo, as pessoas correm desesperadas quando, principalmente estão passando por um processo obsessivo, porque naturalmente atrelados ao estudo de Kardec, nós se a pessoa chega à casa espírita nessa condição, de perturbação, nós a encaminhamos ao evangelho, ao passe, a água frutificada, ao atendimento aos necessitados através do trabalho social da casa. lhes propomos o estudo e eles continuam naquela crença arraigada de que aquele espírito que os perturba precisa abrir o caminho da mediunidade deles. Eles precisam ir para uma mesa mediúnica, sentar e receber aquele espírito e queçar um atrás do outro, engrenar na mediunidade para que esses espíritos não fiquem retidos em si, mostrando aí o desconhecimento de que o que nos liberta da ação de espíritos infelizes é exatamente a nossa alteração de padrão moral. E aí nós vemos que no livro que é o espiritismo, Allan Kardec, no segundo diálogo, nos diz bem claro: "Praticar a mediunidade sem reconhecer os mecanismos básicos da faculdade, é como manipular substâncias sem conhecimento da química". Então, a forma como aqueles médiuns saíram é um esperado para a crença que eles têm. No entanto, se fosse dentro de um uma casa espírita, seria de estranheza, porque logo diríamos que o médium não tem o conhecimento suficiente e nem fez o preparo adequado para que ele estivesse no controle do trans mediúnico e não sob o controle da entidade. Eh, no livro do projeto Manuel Filomeno

o médium não tem o conhecimento suficiente e nem fez o preparo adequado para que ele estivesse no controle do trans mediúnico e não sob o controle da entidade. Eh, no livro do projeto Manuel Filomeno de Miranda Passes, Aprendendo com os espíritos, nós vamos encontrar no 31º exemplo uma passagem do capítulo 3 deste livro, quando a benfeitora emerenciana, dirigindo-se à jovem que chegou lá com perturbações na área da sexualidade, ela lhe aplica eh a bioenergia, o passe nos centros coronário e cerebral, diluindo as idelastias que o espírito que a atormentava lhe fomentava, a fim de que ela não conseguisse liberar do vício ainda arraigado. E ao não se liberar, obviamente não teria o campo mental liberto para eh simplesmente absorver novas diretrizes de conduta. E eu acho muito interessante porque nesse capítulo 3 que eu voltei lá para ler, Bezerra de Menezes diz assim que ele encontrou naquele núcleo do sincretismo religioso a presença do amor a Deus e a abnegação da caridade cristã, conforme nos ensina Jesus. Então, percebam que no capítulo anterior, no dois, Anita, a mãe adotiva do médium, ela diz que ainda se utilizam ou se aproveitam da presença desses espíritos vinculados às vibrações materiais, embora eles não apresentem muito conhecimento, mas como vimos na pugna, eles Eles conhecem, eles têm conhecimento do magnetismo e das ações que o magnetismo pode eh realizar nessas nessas guerras, nessas lutas que eles travam entre si. Mas que esses espíritos, quais são? Eh, exus, pomba giras, cabôclos, pretos velhos, herês, que eles chamam, que são espíritos ainda em forma de criança. Eh, direcionados pelo bem, eles encontram um campo de serviço que não lhes permite mais ir em direção ao mal. Então, aquilo que não vai para o mal já é em si um bem, é o princípio do bem. e eles acabam protegendo os próprios médiuns que têm às vezes dificuldade de crescimento moral por si, eh, de da ação de obsessores, porque como espíritos perversos, esses espíritos temem algumas práticas e

acabam protegendo os próprios médiuns que têm às vezes dificuldade de crescimento moral por si, eh, de da ação de obsessores, porque como espíritos perversos, esses espíritos temem algumas práticas e alguns rituais que eles utilizam por absoluta ignorância das leis divinas. então acabam cedendo espaço para a ação renovadora do amor. Eh, vemos também que emerenciana, quando de fato os médiuns são recolhidos e os espíritos levados a uma sala anexa, sob a vigilância daquela equipe tão bem organizada. E aí a gente vai falar, muitas pessoas não gostam mais organizada do que às vezes encontramos em casas espíritas que foram fundadas em ímpetos de disputa dentro de outras casas e que de fato não foram previamente planejadas pela espiritualidade senão pelo orgulho, pela prepotência. Aí sim de médiuns que supostamente exercendo a função dentro de uma casa espírita, deveriam reter o mínimo de conhecimento em relação à responsabilidade dessas atitudes, porque sempre vamos encontrar quem dirija falando no mundo espiritual, mas nunca, se não tivermos esse planejamento anterior, nem o desinteresse pessoal, Nunca podemos garantir que a direção esteja sob a ação de espíritos benfeitores. Então, acabando aquela tarefa, a irmã emerenciana convida os demais protetores espirituais dos médiuns, para que tragam a sua palavra de saudação, de incentivo. E por fim, ela própria dá a sua mensagem e ela usa uma expressão muito interessante que é exatamente a da limpeza psíquica daquele ambiente, gerando vibrações novas sob a explanação dessas mensagens. E ela passa a observação de quanto é saudável, terminando a reunião, a comunhão, a o estreitamento dos laços entre os trabalhadores. Material que nós agora confiamos para ouvir com muito carinho ao nosso irmão Marcelo. Muito obrigada pela oportunidade. Obrigado, Eláia. Um aprofundamento extremamente importante, um estudo da reunião mediúnica que sempre nos traz tanta, tanto aprendizado. Passamos então agora o Marcelo, que vai concluir os aprofundamentos do capítulo 12. Marcelo,

mento extremamente importante, um estudo da reunião mediúnica que sempre nos traz tanta, tanto aprendizado. Passamos então agora o Marcelo, que vai concluir os aprofundamentos do capítulo 12. Marcelo, é com você. >> Muito obrigado, João. Muito obrigado, Eulália. E eu gostei muito do que você nos trouxe, Eulália. Trouxe pontos fundamentais. e da importância de toda essa dinâmica que ocorre nos bastidores e do que realmente é necessário para que uma casa espírita fundada nas bases sólidas do amor possa realmente perdurar e cumprir com a sua com seu verdadeiro objetivo. e você mencionou a respeito da conversa queereciana traz e e do convite que ela faz para que os trabalhadores ali pudessem permanecer um pouco mais para que trocando as suas experiências, as suas observações, a dinâmica, como cada um observou o fenômeno mediúnico, veja como isto nos enriquece. E aí quando a gente adiciona o conteúdo da doutrina dos espíritos e estudando o livro dos médiuns, vendo toda esta dinâmica, ganha ares muito mais amplos e a gente passa a perceber que aquilo não é simplesmente uma ritualística, aquilo é algo que vai muito além. Há um trechinho da mensagem nesse capítulo quando ela fala, né, que vemos instituições respeitáveis que tratam toda esta situação, vão embora rápido depois da reunião mediúnica, não há uma análise, não há um comentário, ou seja, parece que é um protocolo formal que se cumpre ali, talvez numa num total distanciamento do dos verdadeiros propósitos. que que a reunião nos oferece. O espiritismo, desde a sua origem com Kardecis se propôs, sem dúvida, a gente sabe disso, a a as fórmulas exteriores. Sabemos que existem determinados contextos religiosos que ainda têm as fórmulas exteriores, os gestos automáticos, as práticas eh eh ritualísticas, sem dúvida. Mas é uma doutrina, o espiritismo, essencialmente uma doutrina educativa, com objetivos muito mais amplos de transformação moral do indivíduo, de despertamento da consciência. E o espiritismo, como codificado por Allan

, o espiritismo, essencialmente uma doutrina educativa, com objetivos muito mais amplos de transformação moral do indivíduo, de despertamento da consciência. E o espiritismo, como codificado por Allan Kardec, ele nos deixa muito claro estas questões, nos traz, nos ratifica a existência de Deus, a imortalidade do espírito, a comunicabilidade entre os dois planos da vida, entre os espíritos, a pluralidade das existências, morando que estas reencarnações elas são solidárias umas com as outras e a pluralidade dos mundos habitados. Então, por isso mesmo, qualquer prática espírita que se afaste da reflexão, mas principalmente do sentimento da vivência cristã, ela corre o risco de trair o seu próprio objetivo. E você falou em uma coisa que eu gostei muito. Muitas vezes nas dissidências, nas brigas entre as instituições espíritas, alguma outra se forma. Mas talvez o planejamento não esteja baseado nas questões do amor, num planejamento que vai além, baseados no orgulho, num senso de poder. A nossa casa será melhor do que a outra que saímos. Isso tudo nos mostra ainda as nossas fragilidades relacionadas ao verdadeiro propósito, a verdadeira proposta que Jesus tem para com todos nós. O espiritismo, lógico, ele não só se sustenta simplesmente nessas experiências espirituais, mas numa reflexão consciente sobre os seus verdadeiros propósitos. Na nessa obra aí a gente vê principalmente nesse capítulo 12, né, Confronto de Forças, quando a irmã emerenciana, o o eu ve como o N, né, a nossa irmã emerenciana, ela analisa as atitudes dos trabalhadores e a nossa Eulália já deu a dica para que eu possa de alguma forma eh expandir um pouco após as reuniões de intercâmbio mediúnico nos falando e e ela trouxe o seguinte, né, risco riscos silenciosos e devastadores. E aí ela faz o paralelo com, acredito ser, instituições espíritas, adotando muitas vezes esse formalismo disfarçado que vai se instalando de uma forma muito complicada. E ela fala o seguinte, né? vemos, e eu separei aqui alguns trechos

to ser, instituições espíritas, adotando muitas vezes esse formalismo disfarçado que vai se instalando de uma forma muito complicada. E ela fala o seguinte, né? vemos, e eu separei aqui alguns trechos exatamente do capítulo, vemos instituições respeitáveis, nas quais um outro tipo de ritual, mesmo onde se diz detestá-lo, vai tomando corpo e devorando a espontaneidade. É o formalismo que poderíamos também chamar de indiferença ou desamor. Palavras da mentora. Esse formalismo que ela está mencionando não é um ritual clássico que muitos de nós imaginamos. Ele não se manifesta por símbolos exteriores, mas pela ausência de vida, de fraternidade, de diálogo, de interesse humano, né? É, é, é um ritual muitas vezes em casas espíritas ditas sérias, com muita frieza. Eh, eh, é o hábito, mas sem alma, se é que eu posso colocar desta forma. E Kardec traz em o livro dos médiuns ali no capítulo 29 das reuniões e sociedades espíritas, é no item 331, quando ele afirma que uma reunião é um ser coletivo, cujas qualidades e propriedades são, na verdade a resultante dos seus membros. Então veja que este ser coletivo ela ele precisa estar em uníssono para que os resultados sejam excelentes. Se a reunião é um ser coletivo e eh eh ela deve respirar sentimento pela troca, pelas observações, por esse por esta convivência fraterna. Quando os trabalhadores se calam por indiferença, não trazem as suas considerações, quando se dispersam por desinteresse, eh, cada um vai paraa sua casa correndo, como se fosse cumprindo simplesmente um formalismo, esse ser coletivo, entre aspas, que Kardec se refere, ele de uma certa forma, vou usar uma expressão talvez um pouco forte, ele adoece. Emerenciana, então prossegue num outro trechinho que eu separei. Não se diz uma palavra de estímulo ou não se fazem comentários receando-se elogios, embora nunca sejam poupadas críticas ácidas e destrutivas. Olha o que ela está falando aqui. A gente vai encontrar uma distorção muito comum nos ambientes religiosos. O medo muitas vezes de

e elogios, embora nunca sejam poupadas críticas ácidas e destrutivas. Olha o que ela está falando aqui. A gente vai encontrar uma distorção muito comum nos ambientes religiosos. O medo muitas vezes de estimular, muitas vezes sobre essa a gente traz a justificativa, não, a gente tem que evitar a vaidade. Lógico que todos nós somos vaidosos, sabemos das nossas fragilidades, mas muitas vezes contrastando com vemos, por exemplo, a gente não elogia, mas a gente tem muita facilidade de criticar e às vezes em total caridade. No passado a gente usava a espada, a gente usa a língua e a gente é muito bom nisso. E aí é interessante que a gente vê ali no Evangelho do Segundo Espiritismo, acho que no capítulo 10, quando fala: "Bem-aventurados os misericordiosos". Cadê a misericórdia? Cadê a indulgência? Cadê o perdão? A crítica sem amor, ainda que nós a utilizemos de uma forma, ainda que ela seja tecnicamente correta, porque lógico, não é porque a gente tem que ficar quieto e deixar passar, mas a crítica sem amor, mesmo que ela seja tecnicamente correta, ela pode ferir de uma forma e desagregar o grupo. Leão Deni traz na sua obra, no invisível, no capítulo 20, quando ele fala eh a mediunidade e seus perigos. Ele aprofunda essa reflexão quando ele afirma que a mediunidade, sem educação moral e sem ambiente afetivo saudável, torna-se campo propício ao desequilíbrio e ao orgulho. Olha que interessante. Então, para Deni, para Leão Deni, não basta simplesmente a disciplina exterior. É indispensável o clima moral da fraternidade, onde o médium se sinta orientado, estimulado e amparado por este grupo que, de uma forma muito amável, amada, caridosa, vou usar dessa forma, possa ampará-los para que aos poucos a gente consiga alcançar um trabalho melhor. Separei outro trechinho aqui exatamente da passagem que Emerenciana trouxe. Noutras sociedades, tão logo terminam as reuniões, todos partem como se desejassem fugir do recinto. E aí, nessa observação, a gente vai encontrar um eco direto nas orientações de Kardec, também

ouxe. Noutras sociedades, tão logo terminam as reuniões, todos partem como se desejassem fugir do recinto. E aí, nessa observação, a gente vai encontrar um eco direto nas orientações de Kardec, também no livro dos médiuns. Ali na primeira parte, livro dos médiuns tem duas partes. primeira parte ali no capítulo 3 do método, onde ele vai enfatizar que a prática espírita deve ser acompanhada de estudo natural, a gente sabe disso, diálogo, análise sobras de Kardec, de reduzir a um exercício automático. Então, a pressa de ir embora sem trocar uma palavra, sem refletir sobre o que foi vivido. e emerenciana ressalta isso, salienta, melhor dizendo, isso, revela que a reunião foi tratada simplesmente como uma espécie de um compromisso formal, não como uma experiência de crescimento, né? Aí ela vai num determinado lá e correm para programas antagônicos no fundo e na forma e ao que haviam participado, alguma coisa assim. E aí voltamos também, eu acho que a Ângela na reunião, na nossa última reunião, trouxe alguma coisinha de André Luiz no livro nos domínios da mediunidade. E aí eu vou ressaltar o capítulo 18, quando André Luiz fala de assimilação de valores. E ele vai explicar que após uma reunião mediúnica, os trabalhadores permanecem por algum tempo, e eu lá lhe trouxe isso, sob influência de campos vibratórios elevados que precisam ser preservados e assimilados. Lógico que tem aqui preservados e assimilados. Vamos tentar aqui descrever um pouquinho melhor, um pouquinho do que isso ali ainda na na no ambiente da casa espírita. Então, romper de uma forma abrupta essa sintonia, mergulhando muitas vezes em estímulos completamente contrários elevação moral, equivaleria a nós desperdiçarmos todo o auxílio que nós recebemos. Então, muitas vezes nós vamos ver, e a mentura traz na outra passagem que eu separei, ela fala: "Não se comentam as ocorrências ou as instruções, as conferências ou os estudos, não se fixando como efeito o que deveria constituir um aprendizado valioso." Então, os espíritos superiores, os

a fala: "Não se comentam as ocorrências ou as instruções, as conferências ou os estudos, não se fixando como efeito o que deveria constituir um aprendizado valioso." Então, os espíritos superiores, os mentores, os espíritos bons sempre nos esclarecem que o progresso é natural, vai exigir esforço, um esforço consciente, a perseverança no estudo, nos trabalhos, mas sem a reflexão, sem este convívio, muitas vezes as coisas ficam muito se vão saindo. Sem esse diálogo, essa troca de algumas informações, ninguém vai esmiuçar os detalhes, né? até para que não relembremos as questões todas, mas a troca de informações, me sentia assim, me sentia assado, trazendo algumas considerações, é realmente de extrema importância. E aí o conhecimento destas manifestações quando passam pelo crio da razão e iluminados, elucidad pela doutrina dos espíritos, ah, ela ganha uma grande importância. Então ela vai até falar, quase todos têm pressa de ir embora, às vezes por motivo nenhum. Ela diz mais ou menos assim. Isso mostra, sem dúvida, muitas vezes, uma desconexão com o verdadeiro sentido da tarefa mediúnica que estamos abraçando. Muitas vezes não é falta de tempo, é falta de envolvimento. Então ela vai concluir pobres homens, escravos de si mesmos, alguma coisa assim, né? E ela coloca, não os censuramos porque a gente já passou por esses caminhos, já trilhamos por caminhos iguais. E aqui nós encontramos mais uma vez o espírito do evangelho que o Cristo nos traz. Fora da caridade não há salvação. E aí numa última passagem que gostaríamos de trazer desta fala da mentora, quando ela diz: "No entanto, não soitamos o desejo de convidá-los à naturalidade, a vivência espontânea da fraternidade, do intercâmbio de opiniões e interesses, pelo menos espirituais, desde que nos afeiçoamos a esta área do universo dos deveres." Então esse convite resume o verdadeiro espírito do espiritismo. Um espiritismo que continua nas conversas edificantes, nas trocas sinceras, no desejo mútuo de aprender e crescer juntos. Então,

veres." Então esse convite resume o verdadeiro espírito do espiritismo. Um espiritismo que continua nas conversas edificantes, nas trocas sinceras, no desejo mútuo de aprender e crescer juntos. Então, resgatar, de uma certa forma uma naturalidade, o convívio simples, o diálogo bem fraterno, um interesse que seja sincero de uns pelos outros, esse espiritismo vivido que ele ele continua após a prece final do final da reunião mediúnica, ele segue, ele vai se manifestando nas conversas edificantes, no respeito às opiniões, na escuta atenta e a gente vai corrigindo e trocando as ideias todas baseadas na doutrina dos espíritos, não nas nossas opiniões pessoais. Lógico, os nossos sentimentos, nas nossas emoções são externados ali, mas a doutrina dos espíritos é o guia, é o roteiro necessário para que a gente possa aos poucos, cada vez nos melhorarmos mais. Jesus não formou discípulos simplesmente através dos rituais rígidos, mas pelo convívio, pela essa caminhada conjunta, por uma troca constante. É isso que a mentora nos convida. Quem vai reler a obra Paulo Estevão ali na segunda parte do livro, ali no capítulo 4, eh, segunda parte do livro, são duas partes também, Paulo Estevão, primeiros labores apostólicos. E aí, Emanuel faz menção a uma instituição, a instituição de Antioquia, hoje é a região da Turquia, e ela se destacava pela sua imensa fraternidade. Eu separei, peguei até o livro aqui que eu falei assim, eu tenho medo de E o trechinho que eu separei para ler exatamente desse capítulo vai nos trazer, talvez o verdadeiro sentido que o espiritismo, que a casa espírita deve se fundar. A instituição de Antioquia era então muito mais sedutora que a própria igreja de Jerusalém. Vivia-se ali num ambiente de simplicidade pura, sem qualquer preocupação com as disposições rigoristas do judaísmo. Havia riqueza porque não faltava trabalho. Todos amavam as obrigações diuturnas, aguardando o repouso da noite nas reuniões da igreja. Qual uma bênção de Deus! Os israelitas, distantes do foco

daísmo. Havia riqueza porque não faltava trabalho. Todos amavam as obrigações diuturnas, aguardando o repouso da noite nas reuniões da igreja. Qual uma bênção de Deus! Os israelitas, distantes do foco das exigências farisaicas, cooperavam com os gentios, sentindo-se todos unidos por soberanos laços fraternais, raríssimos os que falavam na circuncisão e que, por constituírem fraca minoria, eram contidos pelo convite amoroso à fraternidade e à união. As assembleias eram dominadas por ascendentes profundos do amor espiritual. A solidariedade estabelecera-se com fundamentos divinos. As dores e os júbilos de um pertenciam a todos. Olha só, meu Deus. A união de pensamentos em torno de um só objetivo dava ensejo a formosas manifestações de espiritualidade. Em noites determinadas, segue Emanuel, havia fenômenos de vozes diretas. A instituição de Antioquia foi um dos raros centros apostólicos, onde semelhantes manifestações chegaram a atingir cuminância indefinível. A fraternidade reinante justificava essa concessão do céu. Veja o que que nós precisamos buscar. Essa unidade, esse corpo de irmãos. é o corpo de Cristo. Cristo é a mente, mas nós todos somos o corpo. Braços, bocas, pernas, ouvidos, cada um com a sua função. E esta que é uma reunião de intercâmbio mediúnico, onde aqueles que se vão apresentar nas suas dores, nos seus desesperos, que muitas vezes correspondem também aos nossos próprios desconfortos e problemas, se apresentam como verdadeiras lições para que não façamos o que agora eles vivem. E aí a nossa Eulália trouxe algo que foi muito importante. Nós repetimos muito nos estudos. Não tenhamos a pretensão de sermos os grandes salvadores da pátria. Apenas alguns que trazem como numa pequena recepção, nos choques anímicos, numa palavra de amor, de fraternidade, para que este encaminhamento ocorra nas esferas mais altas. depois nos convidando nos desdobramentos do sono para que talvez se assim estivermos capacitados, desencharcados das dos sentimentos opostos, possamos partilhar

nhamento ocorra nas esferas mais altas. depois nos convidando nos desdobramentos do sono para que talvez se assim estivermos capacitados, desencharcados das dos sentimentos opostos, possamos partilhar desta proposta verdadeiramente de auxílio ao próximo. Nenhum de nós. Eu vou trazer uma fala de Francisco de Assis. Há uma obra católica, não é uma obra espírita, uma obra que gostamos muito de um frade franciscano, Inácio Laranhaga. Ele era espanhol, depois ele se naturalizou mexicano e ele traz uma das biografias de Francisco, o irmão de Assis. E é muito interessante, eh, porque num determinado trecho, há um diálogo entre Francisco e um dos seus seguidores, um alguém que estava junto com ele no grupo. E nas situações que ocorriam, muitas vezes nesta ordem nova que acabava de estar estabelecida, o franciscanismo, depois com as bênçãos do Papa Inocêncio I recebeu até um grande apoio de um dos cardeis, Giovani de São Paolo. E é interessante que na obra Chico Diálogos e Recordações, nós vamos ver que esse cardeal que ali intercede em favor de Francisco junto ao colégio cardinalício e ao Papa Inocêncio I, segundo o nosso Chico, teria sido uma das encarnações do nosso Emanuel. Isso está ali na obra Chico Diálogos e Recordações, inicialmente lançado pela União Espírita Mineira. Agora eu não sei onde está colocado, eu tenho a edição mais antiga, mas eh o nosso frade franciscano traz um determinado trecho desta conversa que se deu entre Francisco e este seguidor. Talvez esse seguidor que ainda estava tocado pelas questões do poder, uma nova ordem, estava surgindo, um posto, um cargo, uma posição talvez de destaque. Não sei exatamente o contexto, mas o diálogo ocorre da seguinte forma e eu fiz um recorte para que nós possamos lê-la, ler este trechinho e talvez fazer uma pequena análise. Francisco dirigindo-se a este seguidor. Todos queremos triunfar, brilhar e o fazemos numa mescla sacralizada e profana com os nossos interesses e com os interesses de Deus. Quando penso nisso, diz Francisco, tenho

igindo-se a este seguidor. Todos queremos triunfar, brilhar e o fazemos numa mescla sacralizada e profana com os nossos interesses e com os interesses de Deus. Quando penso nisso, diz Francisco, tenho vontade de chorar, meu filho. Não nos esqueçamos da cruz, como custa nos despojarmos. Menos eu, mais Jesus. Menos eu, mais Jesus. Como é difícil tornar-se pobre no sentido espiritual e não necessariamente material. Ninguém quer ser pequenino, meu filho. Cremos que podemos e temos que fazer alguma coisa. Temos que redimir, organizar, transformar, salvar. Mas só Deus salva. Só Deus salva. Nesse sentido, se fazemos talvez um certo paralelo com a doutrina dos espíritos, fora da caridade não há salvação. Quando praticamos a caridade, quando é entendida por Jesus, na benevolência para com todos, na indulgência para com as imperfeições aleheias e o perdão das ofensas, estamos falando que só Deus, o Deus interno que está dentro de cada um de nós, vai nos salvar, vai nos colocar nas posições de vantagem, não diante dos homens, diante de situações que irão nos salvaguardar. de tantos problemas, de tantas questões. Segue o nosso pobrezinho. Só Deus salva. Na hora da verdade, meu filho, nossas organizações de salvação, nossas estratégias apostólicas vão rolando pela ladeira da frustração. Temos lições recentes, mas não nos corrigimos. Acredite-me, é infinitamente mais fácil montar uma poderosa maquinária de conquista apostólica do que se fazer pequenino e humilde. Vou fazer um paralelo. É infinitamente mais fácil montar uma casa espírita, abrir milhões de cursos do que se fazer pequenino nas questões que realmente interessam como um verdadeiro servidor do Cristo. lembrando a igreja de Antioquia, onde a fraternidade reinava de uma forma que fenômenos aconteciam das vozes diretas, como se fosse uma prerrogativa de que o mundo maior identificava ali campo seguro para provar de que provar que a vida continua. Por isso segue o nosso Francisco conversando com este amigo. Por isso, meu filho, instintivamente

tiva de que o mundo maior identificava ali campo seguro para provar de que provar que a vida continua. Por isso segue o nosso Francisco conversando com este amigo. Por isso, meu filho, instintivamente fechamos os olhos. Instintivamente fechamos os olhos para a cruz, para o sacrifício, para a entrega com tudo aquilo que isso representa na mudança de hábitos, abrindo mão de vícios, das mágoas, dos ódios, da agressividade. Fechamos instintivamente os olhos para a cruz e justificamos com mil racionalizações nas ânsas de conquistas e vitórias. A salvação, meu filho, é fazer-nos pequeninos. E comecemos reconhecendo que só Deus salva. Só Ele é onipotente e não precisa de ninguém. E se precisasse de alguém ou de alguma coisa, seria de servos pequeninos, pobres e humildes, que imitassem o seu filho Jesus Cristo, submisso e obediente, capazes de amar e de perdoar. de nossa parte, só isso. O resto fica por conta de Deus. Por que que eu trouxe esta fala católica desta conversa de Francisco com um dos seus seguidores, século XI, e de uma certa forma fazendo um paralelo com os tempos atuais, trazendo a doutrina espírita para que nós possamos perceber que este Deus interno que está em perfeit que deveria estar em perfeita conexão com este Deus maior, com D maiúsculo, para que possa esta ponte estar constantemente alimentada e desobstruída. Sejamos pequeninos no intuito de perceber na fragilidade do outro, nas considerações do próximo, nas situações mais diversas, principalmente dos núcleos espíritas, oportunidade de servir. Porque aquele que serve prossegue. Aquele que serve segundo o espírito de verdade receberá no futuro os trabalhos mais difíceis. Veja que o trabalho não cessa mais difíceis na obra da regeneração, como está ali a mensagem do espírito de verdade. Talvez estejamos agora recebendo estes trabalhos e talvez malbaratando a oportunidade que nos foi dada. Muitas vezes ignoramos todas estas questões e diluímos a verdadeira fraternidade da casa espírita que ali estamos vinculados. tão

estes trabalhos e talvez malbaratando a oportunidade que nos foi dada. Muitas vezes ignoramos todas estas questões e diluímos a verdadeira fraternidade da casa espírita que ali estamos vinculados. tão distraídos dos verdadeiros contratos que foram firmados entre cada um de nós e o Pai celestial. Pensemos nisso. Talvez de uma forma muito mais bela, muito mais doce, a irmã emereciana trouxe esse conselho e alertou-nos a respeito de todas essas considerações tão necessárias para que o espírito do Cristo possa mais uma vez brilhar e se fazer presente neste mundo tão beligerante. Muita paz a todos. Marcelo, obrigado. Como sempre emocionante. Trabalha também. Hoje foi um dia de muita luz, de muito aprendizado. Agradeço aos nossos queridos coordenadores por esse brilhante estudo que tivemos. Convidamos a todos para estarem conosco na próxima semana, quando daremos início ao estudo do capítulo 13, revelação libertadora. Faremos então o estudo da primeira parte. Desejamos a todos uma semana de muita paz, muita luz, com a proteção de Deus e com as bênçãos do nosso mestre Jesus. Até a próxima semana.

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