Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E18 – Cap. 9: Novas Luzes para a Razão – Parte 2
Na segunda parte do Capítulo 9 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda a reflexão sobre o papel da razão esclarecida na jornada evolutiva. O estudo destaca como o entendimento lúcido das próprias emoções e escolhas abre caminho para decisões mais equilibradas, favorecendo o progresso moral e a superação de antigas sombras. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: João Korngold 🔎 Aprofundamentos: Eulália Bueno e Lincoln Barros de Sousa 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #NovasLuzesParaARazão #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Autoconhecimento #EvoluçãoEspiritual #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, amigos, amigas. Sejam muito bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão. E hoje nós damos continuidade ao capítulo eh nove, que tem um título muito bonito chamado Novas Luzes para Razão. Estamos aqui em companhia dos nossos queridos coordenadores, Eulália Bueno, e Lincoln Barros. Mas antes de passarmos a palavra a eles, vamos fazer a nossa oração de abertura, elevando nossos pensamentos, pedindo proteção e auxílio aos amigos espirit espirituais, para que possamos estar inspirados, guiados, que possamos aprender, que possamos, acima de tudo, vivenciar no nosso dia a dia os ensinamentos recebidos. Agradecemos a nossa mentora Sueli Caldas Schuber, criadora deste grupo de luz. Agradecemos ao nosso querido Divaldo Franco agora no mundo espiritual, que nos trouxe através da sua psicografia essa maravilhosa obra do espírito Manuel Filomeno de Miranda. Pedimos a proteção para todos, que possamos estar unidos em prece, que possamos estar guiados pelos sentimentos de amor, de fraternidade e que possamos realizar os trabalhos sob. Que assim seja. Então, para a continuação dos aprofundamentos do capítulo 9, vamos chamar nosso querido Lincoln, que vai começar o nosso trabalho. Lincoln, é com você. >> Saudamos carinhosamente os queridos amigos que nos acompanham nesses estudos sempre edificantes, como só vai acontecer em todos os livros do mentor Manuel Felmo de Miranda. Relembrando aqui o saudoso já V Divaldo Pereira Franco, que através dele recebeu toda essa obra, esse conjunto de obras que Manuel Filomeno nos apresentou, que estamos estudando já há algum tempo. É uma alegria sempre estar com vocês. E hoje nós temos um capítulo particularmente interessante, dando continuidade àquilo que foi apresentado na semana passada, onde eh a irmã emerenciana fez uma um conjunto de comentários a respeito do funcionamento daquela instituição, eh, que atendia ali as pessoas e que ela não se limitava, esse atendimento não se limitava naturalmente aquele aquele momento em que as pessoas encarnadas
espeito do funcionamento daquela instituição, eh, que atendia ali as pessoas e que ela não se limitava, esse atendimento não se limitava naturalmente aquele aquele momento em que as pessoas encarnadas eram atendidas, mas prosseguia eh posteriormente nos atendimentos aos desencarnados e faziam parte daqueles dramas das da das comunhões mentais, espirituais aí entre obsessores, obsidiados, enfim, uma uma casa que age em nome de Deus, eh estando com Jesus na busca do consolo às almas aflitas e procurando despertar tá? Os irmãos espirituais aí que ainda se encontram na ignorância em relação às leis divinas, trazendo-os para novas realidades. Então, é um capítulo riquíssimo. E na segunda parte nós vamos encontrar aqui o mentor Pelinto fazendo uma abordagem muito particular a respeito do que seria a magia branca, a magia negra, essas forças que envolvem essa terminologia. E aí nós fomos buscar alguma coisa a respeito desse assunto e vimos que inclusive Allan Kardec no livro Instruções Práticas sobre as manifestações espíritas, ele colocou no na parte do vocábulo espírita, colocou ali o termo magia e trouxe algumas informações que definem eh muito claramente inclusive eh esses aspectos da magia e com relação ao espiritismo. Então ele diz o seguinte, que magia ou mago vem do grego magéia, eh, que que significa conhecimento profundo da natureza, eh, e de onde magos sábios, cientistas formados em magia, sacerdotes, sábios, filósofos, entre outros, eh, especialmente entre os antigos persas, eles tinham esta prática de manipular esses elementos que vamos conhecer um pouco mais hoje. Então, a magia originalmente ela era uma ciência, diz Allan Kardec, dos sábios. Todos os que conheciam a astrologia e, digamos, se gabavam de de predizer o futuro, que faziam coisas extraordinárias e incompreensíveis para as pessoas vulgares, eram chamados de magos ou sábios, né, eh, naquela época. E mais recentemente ficou então somente a terminologia de magos. Claro que destaca Kardec também que o abuso e o
veis para as pessoas vulgares, eram chamados de magos ou sábios, né, eh, naquela época. E mais recentemente ficou então somente a terminologia de magos. Claro que destaca Kardec também que o abuso e o charlatanismo desacreditaram a magia, mas todos os fenômenos que hoje reproduzimos pelo magnetismo, pelo sonambulismo e pelo espiritismo, provam que a magia não era uma arte puramente quimérica e que entre muitos absurdos havia certamente muita coisa verdadeira. A vulgarização desses fenômenos tem por efeito destruir o prestígio dos que outrora operavam sob o manto do segredo e abusavam da credulidade, atribuindo-se um pretenso poder sobrenatural. Graças a essa vogalização, hoje sabemos que nada existe de sobrenatural e que certas coisas só parecem derrogar as leis da natureza porque não lhes conhecemos asa as causas. Então, Kardec faz essa análise preliminar aqui eh desse vocabulário mago para considerar que mesmo naquelas práticas de eventualmente abusivas eh para a dominação das massas, muitas verdades foram ali eh eh produzidas naqueles tempos que chegando aos tempos atuais trazem no campo da ciência também base de estudos importantes para todos nós. E Allan Kardec quando estuda livro Céu e Inferno, no capítulo 9, no capítulo 10, desculpe, eh onde ele menciona sobre a intervenção dos demônios nas modernas manifestações, né, falando agora das modernas eh manifestações, aquelas que foram identificadas e catalogadas racionalmente e cientificamente pela doutrina espírita. Naturalmente, eh, ele ele ele destaca que a doutrina espírita nacente, né, na época em que ele codificou as obras, ela foi acusada eh também de ser eh praticante da magia, da feitiçaria, confundindo naturalmente com aqueles lados mais negros ou obscuros da prática da magia, que não é exatamente o objetivo da magia inicial. Então ele comenta que na época em que floresceu a magia, ela era imperfeita, era imperfeita a noção sobre a natureza dos espíritos, geralmente havidos por seres dotados de poder sobrehumano.
inicial. Então ele comenta que na época em que floresceu a magia, ela era imperfeita, era imperfeita a noção sobre a natureza dos espíritos, geralmente havidos por seres dotados de poder sobrehumano. Então, esse tipo de poder ou esta vinculação desses espíritos com os médiuns naquela época ou aqueles praticantes da magia, acabavam então desenvolvendo algum algum tipo de poder para se sobrepor às pessoas mais ignorantes, porque tudo isso era praticado no recinto dos templos dos templos antigos. Vamos ver isso entre os persas, vamos encontrar isso entre os egípcios também. Então ele destaca também Allan Kardec no céu e inferno que os princípios do espiritismo não tem relação alguma com os da magia, nem espíritos às ordens dos homens, nem meios de constranger esses espíritos, nem sinais ou formas cabalísticas. Ou seja, eh, as práticas que nós observamos usualmente, ainda existentes hoje em outras instituições que, apesar de praticarem a mediunidade, não se confundem com a prática espírita, naturalmente, que não possui nenhuma forma cabalística, nem trabalha com ritualismos, nem com nem músicas ou canções de que possam enlevar ou mantras, como se diz, né, usualmente, que possam conduzir assim a um estado de êxtase. A prática espírita, como nós sabemos e já estudamos no livro dos médiuns, ela é praticada sobre elementos próprios de uma relação consciente, racional com o mundo espiritual, evada de respeito que devemos também às leis divinas que regem essas comunicações. E tanto eh, é diferente a doutrina espírita dessas demais práticas que são eh louváveis dentro dos seus princípios da prática do bem. Mas o próprio espírito Emmanuel vai dizer naquele livro Justiça Divina que em nossa assembleia hipotecamos o apreço devido a todas as crenças e confissões. Então nós vamos aqui simplesmente destacar e como Kardec O Céu e Inferno, e os princípios de espiritismo não tem relação direta com as práticas da magia, conforme conhecemos das heranças que vieram do passado. Eh, inclusive na Gênese, Kardec vai
como Kardec O Céu e Inferno, e os princípios de espiritismo não tem relação direta com as práticas da magia, conforme conhecemos das heranças que vieram do passado. Eh, inclusive na Gênese, Kardec vai fazer um registro também de que na época acusavam o espiritismo de parentesco com a magia e a feitiçaria, como já mencionamos, eh porque eles apoiam-se também nas manifestações dos espíritos. Vamos ver então conforme esclarece o codificador que cada um eh desses dessas instituições eh que professam as magias e aqueles de nós que estamos na doutrina espírita tem os seus elementos próprios de apresentação às pessoas e de prática também. Eh, nós achamos também uma observação que Hermínio Miranda faz no livro Diálogo com as Sombras, onde ele traz ali alguns conceitos que foram apresentados por um estudioso do século X, do final do século XIX, início do século XX, que é o eh ele é conhecido como Papus, mas na verdade era um um francês, eh, Gerhard, Anacle e Vincent e era médico, inclusive escritor, ocultista do século XIX e início do século XX. eh conhecido principalmente porque ele fundou eh o Martinismo moderno, que era justamente uma instituição ou um um uma instituição ou estudiosos que analisavam maior em maior profundidade todos os elementos voltados para a prática da magia, do ocultismo. Eh, ele então fez estudos sobre isso. Então, eh, Hermínio Miranda, eh, menciona aqui que, eh, a magia, trazendo o conceito de papus, a magia eh a aplicação da vontade humana dinamizada a evolução rápida das forças vivas da natureza, que inclusive é mencionado essa terminologia nesse capítulo que nós estudamos. E segundo Papus, então tem três formas de nós agirmos sobre a natureza que foi apresentada aqui pro Hermino de Miranda. A primeira é fisicamente, onde nós modificamos a estrutura eh do ser a ponto de qualquer de de qualquer natureza pela aplicação exterior de forças físicas, utilizando o trabalho do homem. Exemplos, agricultura. Nós agimos sobre a agricultura em todas as categorias da
r a ponto de qualquer de de qualquer natureza pela aplicação exterior de forças físicas, utilizando o trabalho do homem. Exemplos, agricultura. Nós agimos sobre a agricultura em todas as categorias da indústria também nos processos de transformação. E essa seria então a a ação dessas forças da natureza em caráter físico. Depois ele apresenta que nós agimos também sobre essa essas forças vivas da natureza de uma forma fisiológica ou astralmente, modificando a estrutura de um ser por meio da aplicação de certos princípios e de certas forças, não à forma exterior, mas aos fluidos que circulam dentro do aludido ser. Exemplo, a medicina. E nós vemos, então, que a medicina trabalha aquilo que nós vemos na fisiologia. Mas também a medicina já tem seus ramos que trabalham as forças fluídicas do ser humano presente também nesse corpo fluídico que nós carregamos. É uma uma definição interessante porque vem aí eh a coincidir com os conceitos que nós analisamos com relação ao per espírito e as possibilidades de modificação da sua estrutura. Eh, o terceiro elemento, ele fala que é eh que de ação sobre essas forças da natureza seria psiquicamente atuando diretamente, não sobre os fluidos, mas sobre os princípios que colocam esses fluidos em movimentos. Aí já caberia um estudo a respeito dos fluídos, que não é o caso de nós apresentarmos aqui nesse momento. Aí o L vai falar um pouco mais adante, um pouco a respeito disso. Então nós vemos que magia eh diferente daquilo que nós de uma forma preconceituosa até eh e analisamos em certos momentos, ela tem os seus fundamentos de valor, desde a sua origem, nas suas práticas mais dignas, de tal forma que temos hoje na cultura do mundo uma herança trazida por essas práticas antigas. E quando nós estudamos o magnetismo na doutrina espírita hoje, inclusive temos aí uma menção que o nosso mentor Felinto faz na fala dele, que essa magia era reservada à intimidade dos santuários naquela época, na antiguidade oriental e o uso do magnetismo começava a ser descoberto
uma menção que o nosso mentor Felinto faz na fala dele, que essa magia era reservada à intimidade dos santuários naquela época, na antiguidade oriental e o uso do magnetismo começava a ser descoberto naquela época, inclusive também da hipnose e havia também o intercâmbio mediúnico. esses elementos que nós estamos hoje utilizando pelo conhecimento espírita. Então, vemos que eh a a ciência ou esses elementos eles transcendem a história e são trazidos aos tempos atuais. Mas menciona também o nosso mentor que a ignorância eh daqueles princípios da prática da magia, ela se vestiu muito de rituais, fórmulas, né, que foram sendo ensinadas pelos espíritos ao longo da do dos tempos, especialmente nos ambientes familiares. Eh, mas isso levou muitos espíritos a se vincularem a essas práticas, acreditando-se ou apresentando-se como deuses, inclusive exigindo sacrifícios humanos de animais, vegetais, oferenda de frutas, alimentação. Isso nós vemos que até os dias de hoje ainda existem certas práticas. Naturalmente desconhecemos aqui com relação aos sacrifícios humanos, mas a sacrifício de animais sim prosseguem. Então, conhecendo assim o estudo sobre essa esse essas forças magnéticas, essas forças vivas da natureza, eles manipulavam de alguma forma tudo isso para projetar a os sacerdotes que praticavam. Eh, existiam muitos, inclusive dentro do ambiente eh de religioso, eh muitas igrejas que praticavam através de sacerdotes determinados elementos também deste campo da magia. Esses recursos eram aplicados então de alguma forma para se sobrepor às pessoas, inclusive perturbando de alguma forma os seus sentidos normais, atuando sobre elas, o que acontece até os dias de hoje também. Então, os espíritos que ensinavam isso, eh, nós temos, eh, como sempre, aqueles que ensinam para a prática do bem em relação às forças da magia e também aqueles que trabalham em relação às práticas do mal, que criou a denominada magia negra, eh, que que é o trabalho de espíritos dedicados, então, a promover, através deste fenômeno ou do
magia e também aqueles que trabalham em relação às práticas do mal, que criou a denominada magia negra, eh, que que é o trabalho de espíritos dedicados, então, a promover, através deste fenômeno ou do uso dessas forças eh o prejuízo direcionado a outras pessoas. Eh, claro que tudo isso está sujeito, como foi dito já na reunião passada, às forças próprias da dividade que controla tudo isso. Então, eh, cada criatura vai reagir de acordo com aquela sintonia, com este ambiente de influências negativas ou positivas e vai se envolver, então, eh, com a chamada magia branca ou a magia negra, segundo as próprias práticas de cada uma e a sintonia. Eh, nós vemos aí que os elementos próprios que atraem esses essa essa força negativa da magia negra, aqueles mes são aqueles mesmos que nós estudamos na doutrina espírita e é mencionado aqui pelo pelo por Felinto. A consciência de culpa, essa insegurança emocional, desajustes temperamentais, a invigilância, a insatisfação pessoal, a ociosidade mental, a conduta irregular. Então são fatores que além daqueles débitos dos passados que nós trazemos propiciam esse ambiente de sintonia para aquelas induções mentais que nos levam então a perturbações, aos processos de obsessão, porque cria-se aí elemento de comunicação entre dois espíritos, encarnado e desencarnado, pela telepatia, essa telementalização, a vampirização. Então, são as chamadas imatações fluídicas que nós sofremos por esse processo de afinidade vibratória que nós podemos manter ou com os espíritos bons ou com os espíritos ainda imperfeitos. e que todas estas forças são manipuladas pelos espíritos, segundo a categoria moral que carrega cada um deles. Então, essa as culturas do passado eh tinham essas práticas aí e foram criados inclusive denominações próprias, né, de seres elementais eh que cuidavam ou eram intermediários dessas práticas de magia. Então destaca o nosso o nosso mentor Felinto que tudo isso representa um trânsito evolutivo que as pessoas estão vivendo, encarnados e desencarnados pela
eram intermediários dessas práticas de magia. Então destaca o nosso o nosso mentor Felinto que tudo isso representa um trânsito evolutivo que as pessoas estão vivendo, encarnados e desencarnados pela afinidade. Mas é importante destacar que mesmo Manuel Filomeno de Miranda, trazendo essas práticas numa instituição eh que aqui poderia ser reconhecida como o chamado eh centro de Umbanda, com todos seus os seus rituais, as suas músicas, as suas danças, eh vemos uma equipe de espíritos valorosos trabalhando ali naquele ambiente e em Emerenciana é o destaque, né, que nós temos aqui neste capítulo. Eh, nós vimos aí no capítulo oito toda a história dela atravessando várias encarnações, inclusive como escrava, para buscar a a redenção aí do seu filho, né, que também foi escravo na época. E hoje ela está trabalhando voluntariamente numa instituição bandista. Ela poderia estar trabalhando num centro espírita, mas eh conhecendo a cultura que ela adquiriu nas encarnações como escrava, ela se compadeceu daqueles ambientes e hoje trabalha neste núcleo para aos poucos ir conscientizando as os praticantes desses rituais quanto a desnecessidade desses elementos de manifestação exterior para a produção daqueles fenômenos que eles estão buscando conduzir, que seriam esses intercâmbios com o mundo espiritual para o consolo das criaturas. Então, nós vemos que é um espírito de scol, eh, ali que ali ali trabalhando. E confesso que no meu caso, particularmente, eh, eu tinha assim na minha cultura, naturalmente, por heranças atávicas eh ou mesmo por ignorância minha, alguma ideia bastante assim depreciativa em relação a essas organizações. E hoje eu vejo a grandeza da bondade divina eh e dos espíritos eh superiores que trabalham nesses núcleos. Embora a existência de espíritos que não são tão evoluídos também, mas estão estão em processo de evolução, o valor do bem que ali se pratica, né, nesses núcleos e naturalmente o tempo e as oportunidades, os ensinamentos, a doutrinação, eh a leitura e que eles já começam a
tão estão em processo de evolução, o valor do bem que ali se pratica, né, nesses núcleos e naturalmente o tempo e as oportunidades, os ensinamentos, a doutrinação, eh a leitura e que eles já começam a realizar também das obras espíritas que são lidas já nesses núcleos de trabalho. gradativamente vai se então transformando uma determinada cultura ancestral que já vem de práticas desde as a a as culturas africanas, eh misturando-se aqui no Brasil especialmente com a cultura religiosa católica. E temos então essa esse caldo de cultural e múltiplo que atende as pessoas. E nós vemos o amor com que esses espíritos estão trabalhando ali para atender as necessidades. Aí e vimos também já em capítulos anteriores vários casos, né, de pacientes que foram atendidos. Então, nós vemos eh esse espírito felinto trabalhando hoje no sentido de tanto eh divulgar esta denominada magia branca, a ação do bem, como também a combater os efeitos desta magia negra que está sendo colocada dentro das conceituações daquela instituição. Vemos então que ninguém está ao desamparo. Todos nós estamos sendo atendidos, seja no centro espírita, seja nos centros de umbanda ou semelhantes que tenham essa essas práticas. Todos nós estamos sendo atendidos. Eh, então deixo aqui a minha o meu reconhecimento e o meu respeito a essas instituições, eh, revisando naturalmente a conceituação que eu tinha um pouco desvirtuada sobre isso. E aqui confesso para vocês que ess livro está mudando totalmente a minha forma de de encarar eh essas organizações. Já as vejo com a cendrado amor que a doutrina espírita nos nos recomenda também. tenhamos sobre todas as organizações voltadas para o bem. Não importa em que expressão a bondade divina se manifeste através daqueles canais próprios onde seja possível socorrer as criaturas, aqueles que ali estão na própria prática da sua religiosidade, da sua espiritualidade, como também aqueles outros que estão sendo atendidos pelo esforço empreendido pelo grupo de trabalhadores que ali se
eles que ali estão na própria prática da sua religiosidade, da sua espiritualidade, como também aqueles outros que estão sendo atendidos pelo esforço empreendido pelo grupo de trabalhadores que ali se encontra encarnados e desencarnados. Ou seja, para qualquer um de nós que queiramos trabalhar em qualquer campo da relação humana, nós teremos serviço a prestar em favor do bem, representando cada um de nós o seu papel na composição da criação divina. Deus conta conosco, sem dúvida. hoje inscritos ou matriculados ou convocados para trabalhar nas fileiras espíritas. Estamos também, de nossa parte estudando mais profundamente a nossa literatura para irmos gradativamente nos libertando também daquelas prisões que ainda carregamos em relação à necessidade de práticas exteriores da nossa fé, buscando então a luminosidade do templo do coração para ir encontrando Jesus. através dele, conversando com a divindade, mais de perto, aprendendo a conhecer as leis que governam as nossas vidas, que governam as vidas de todos os irmãos nossos em humanidade, eh, aprendendo a conhecer mais profundamente Deus, o nosso pai, para identificarmos a grandeza da sua misericórdia que diariamente nos atende sobre qualquer aspecto. Ninguém de nós está ao desamparo divino. Nenhum de nós está a sós nas nossas nas nossas lutas do dia a dia. Temos sempre as forças do bem ao nosso lado quando nós estamos buscando a nossa vinculação com esse bem. Então, meus irmãos, deixamos aqui esses breves comentários a respeito desse capítulo carregado de uma confiança muito grande na bondade divina e na esperança de que esses dias difíceis que atravessamos serão superados. E mais adiante veremos gloriosamente as vitórias sobre nós mesmos e sobre o mundo, como nos recomenda Jesus. Deixamos agora a palavra à nossa querida Eonolária, que eu estou ávido por ouvi-la também. >> Obrigado, Lincol. importante, muito importante essa sua colocação do respeito às outras crenças, do reconhecimento de que muitos de nós temos da desses
lária, que eu estou ávido por ouvi-la também. >> Obrigado, Lincol. importante, muito importante essa sua colocação do respeito às outras crenças, do reconhecimento de que muitos de nós temos da desses preconceitos que, infelizmente, carregamos contra eh pessoas que acreditam diferentemente, que seguem outros caminhos e que devemos respeitar e aceitar o caminho de todos, que é sempre uma lição para todos nós. e tenho certeza que muitos de nós estamos aprendendo eh muito com esse livro. Então, passamos agora a palavra à nossa querida Eulá. Olá, queridos irmãos João Lincoln. Vocês não imaginam a alegria de ser a bendita fruta entre os homens neste dia. A minha gratidão de poder ombrear com vocês. E Lincoln, no trecho final, eu fechei os olhos porque para mim as suas palavras eram uma prece de gratidão a Deus por tudo que nós ainda não conseguimos visualizar de bênçãos ao nosso redor. E que Manuel Filomeno de Miranda tem a esplêndida capacidade de nos mostrar em seus livros. Este de uma forma muito profunda, muito particular, porque toca em cada um de nós, nas problemáticas íntimas que ainda não conseguimos superar. nos dá uma panorâmica da casa espírita, que não é diferente de um centro de Umbanda, que não é diferente de uma Igreja Católica, de um templo protestante, evangélico, porque literalmente a melhor religião é aquela que nos torna seres melhores. E cada um de nós tem um patamar de entendimento, um perfil diferenciado. E Deus, Jesus nos chamam por todos os meios. Eu já tive a oportunidade de ser convidada a realizar palestras em centros de Umbanda, esses chamados Umbanda Branca, que já se desprenderam de alguns rituais, não todos, e que não faz diferença, porque ali encontramos pessoas extremamente amoráveis. dedicadas ao bem, completamente entregues a cuidar do próximo, às vezes até mais do que muitos de nós, espíritas de aparência, sem de fato conhecermos os alicerces da doutrina espírita. Então, quando nós partimos dessa desse capítulo na parte que nos cabe,
óximo, às vezes até mais do que muitos de nós, espíritas de aparência, sem de fato conhecermos os alicerces da doutrina espírita. Então, quando nós partimos dessa desse capítulo na parte que nos cabe, nós vamos tratar exatamente das perguntas que Manuel Filomeno de Miranda endereça para Felinto em nosso nome, porque todos nós gostaríamos de poder fazer-lhe as mesmas perguntas. Convido vocês a irem ao livro A Gênese, exatamente ao capítulo 14, fluidos, um capítulo excepcional que nos traz a dimensão dessa energia originada do fluido cósmico universal, que tem infinitas possibilidades. que pode ser utilizada para o bem ou para o mal e que através dessa escolha ela vai influenciando cada um de nós. Ninguém está isento a essa influenciação. E como é impossível no tempo que nós temos explanar esse capítulo de a Gênese, eu gostaria de ressaltar aqui no item 10 as palavras com que Allan Kardec define os fluidos espirituais que rodeiam a Terra, que pode ser comparada às camadas inferiores da atmosfera, mais pesadas, mais compactas, menos puras que as camadas superiores, superiores, perdão. Esses fluidos não são homogêneos, porque nós não somos iguais, nós somos únicos. São uma mistura de moléculas de diversas qualidades, entre as quais se situam necessariamente a dos elementares que aqui estão colocados por Felinto em todos os níveis, eh, gnomos e todos os espíritos vinculados ainda em estágio. de préhumanidade, mas não pertencentes ao reino animal. Eh, os animais primários, ainda dotados apenas de instinto, com pequenos vislumbres de uma inteligência repetitiva que não atingiu ainda a reflexão. Então, nós vamos perceber que o nosso próprio perespírito é formado desses fluidos que rodeiam a Terra e que aqui a Gênese explica que podem ser retirados tanto do que está mais purificado quanto do que se encontra mais denso, dependendo da nossa condição evolutiva. Obviamente os espíritos, os que estão desencarnados, eles têm possibilidades e habilidades eh ilimitadas dentro da sua categoria
do que se encontra mais denso, dependendo da nossa condição evolutiva. Obviamente os espíritos, os que estão desencarnados, eles têm possibilidades e habilidades eh ilimitadas dentro da sua categoria para manipular esses fluidos e com eles nos influenciar, como está bem escrito na pergunta 459 do livro dos espíritos. Mas há uma coisa que nós não conseguimos impedir, que é nos enxarcarmos exatamente dos fluidos com os quais estabelecemos estreita sintonia moral. Porque quando se trata de mediunidade, quando estamos numa reunião mediúnica, há uma sintonia vibratória estabelecida de uma forma versátil, de acordo com a sensibilidade ou a mediunidade de cada um, mas a qual não ficamos restritos porque diferimos moralmente no nosso comportamento, que pode ser definido como a soma dos nossos pensamentos, das nossas palavras, das nossas atitudes, mas há a sintonia moral, a afinidade fluídica que não depende dessa versatilidade, mas do comportamento que mantemos e automaticamente dos vínculos que estabelecemos. Ora, a irmã emerenciana como benfeitora espiritual dessa casa, dada a sua grandeza moral, que nos emociona, como o Lincol explicou, vemos a dedicação que ela tem para cada um daqueles que buscam o atendimento, sejam encarnados e desen encarnados. Ela nos cita a presença mais ou menos de 60 espíritos que irão acompanhar em dupla os casos mais graves, porém ela faz uma ressalva, que estejam realmente se esforçando para libertar-se das suas más tendências. E ela cita aqui particularmente três eh encarnados que se afeiçoaram, que afetivamente criaram um vínculo com o seu coração, devido ao esforço que vem fazendo para liberar-se dessas influências perniciosas, que é o Carlos, o Lício e o Aderson. Vale muito aqui nós lembrarmos uma coisa interessante, porque está no capítulo que é o livre arbítrio e o determinismo. Nós vamos encontrar farto material sobre isso no livro dos espíritos, na terceira parte, leis morais. No capítulo 9o, lei de liberdade. Porque quando nos acontece algo do qual
bítrio e o determinismo. Nós vamos encontrar farto material sobre isso no livro dos espíritos, na terceira parte, leis morais. No capítulo 9o, lei de liberdade. Porque quando nos acontece algo do qual não nos libertamos, nós costumamos dizer: "Fazer o quê? é o destino, é uma fatalidade. E não compreendemos na realidade o que representam essas palavras livre arbítrio e determinismo. A todo o momento nós estamos livres para decidir, livres para escolher. é o livre arbítrio. Ele nos é dado a partir do momento que adentramos a o campoinal e vai se ampliando conforme se amplia o nosso conhecimento. E nós vemos em toda a codificação que logo atrás do conhecimento da intelectualidade, mas não é a intelectualidade acadêmica, é a capacidade de aprender as leis divinas e com isso tornar mais seguras as nossas escolhas. Então, a partir do momento que nós escolhemos ação, lei de causa e efeito, a partir da escolha causa, nós adentramos o determinismo do efeito e mesmo assim mantemos a oportunidade de no meio do trânsito desse determinismo nos dedicarmos tanto ao exercício do bem bem que esse determinismo pode ser relaxado e nós criarmos uma condição diferenciada, tanto no campo da resignação quanto no campo de renovação de atitudes, de amainar a nossa existência física. Recordar que onde se vinculam obsessor e obsidiado, nós temos duas vítimas de suas próprias escolhas, dois espíritos em sofrimento, sendo o obsessor, aquele que não necessitava fazer o que está fazendo, mas equivocada no uso do seu livre arbítrio. E o obsidiado, aquele que já fez a sua escolha e agora colhe consequências. Então, percebam que são dois espíritos extremamente necessitados de amor, vítimas das suas direções, vítimas de si mesmos. A nossa, o nosso irmão Felinto, a nossa irmã emerenciana dão vistas da grandeza e da humildade. de Miranda, que é o nosso repórter que colhe vastas experiências e profundos esclarecimentos a fim de que nós que estamos aqui colhendo através das expiações o determinismo fruto do
za e da humildade. de Miranda, que é o nosso repórter que colhe vastas experiências e profundos esclarecimentos a fim de que nós que estamos aqui colhendo através das expiações o determinismo fruto do nosso livre arbítrio, utilizemos essa oportunidade para passar a fazer escolhas diferenciadas. Então, por exemplo, na pergunta 851, Allan Kardec formula assim: "Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida conforme o sentido que se dá a este vocábulo?" Quer dizer, todos os acontecimentos são prédeterminados. E neste caso que vem a ser do livre arbítrio, prestem atenção, reflitam sobre a resposta dos benfeitores espíritos que constituíram um alicerce que também Allan Kardec foi recolhendo ao redor de mais de 1000 grupos espíritas ao redor do mundo. A fatalidade existe unicamente. Ele não diz provavelmente, eles dizem unicamente pela escolha que o Espírito fez ao reencarnar desta ou daquela prova para a sofrer. Escolhendo-a, instituiu para si uma espécie de destino, que é a consequência da posição em que se acha colocado. Falo das provas físicas, pois pelo que toca as provas morais e as tentações, o espírito conservando o livre arbítrio quanto ao bem e ao mal. É sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquejar, um bom espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade. O espírito mal, isto é, inferior, mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Mas nem por isso a vontade do espírito encarnado deixa de se conservar livre de qual quaisquer peias. Então, o nosso livre arbítrio, mesmo em meio a uma expiação, a uma prova, ele continua garantido pelos benfeitores espirituais, que nunca exercer sobre nós qualquer tipo de constrangimento moral, ao contrário dos espíritos infelizes que sutilmente Na maioria das vezes, aproveitando o nosso descuido, vigiai, aproveitando a nossa falta de esforço, esforço moral para domar as más inclinações, tal qual encontramos na pergunta 90 do livro dos espíritos, que nos afirma
s, aproveitando o nosso descuido, vigiai, aproveitando a nossa falta de esforço, esforço moral para domar as más inclinações, tal qual encontramos na pergunta 90 do livro dos espíritos, que nos afirma que não temos nos esforçado tanto quanto deveríamos, porque andamos distraídos. E acabamos dependendo dessa dedicação de espíritos como emerenciana. Vemos com ela Bezerra de Menezes. E aí eu admirei muito Lincoln publicamente dizer que tinha algum tipo de preconceito em relação aos nossos irmãos umbandistas. Isso é belíssimo, porque, infelizmente, a maioria de nós tem esse tipo de preconceito até em relação aos espíritos que se comunicam na religião da Umbanda, como aqui está descrito, eternizando-os na condição de pretos velhos, de mães negras, como se eles estivessem às nossas ordens para materializar a nossa vontade, que, infelizmente, na maioria das vezes, é destinada ao campo material, certificando assim a nossa baixa condição moral. Aqui cabe muito bem em todo esse capítulo nós nos dirigirmos ao excepcional livro Dimensões espirituais do Centro Espírita da nossa inesquecível benfeitora Sueli Calda Schuber. Eu fico imaginando que par não, que trio estão fazendo no mundo espiritual. Manoel Filomeno de Miranda, Sueli Calda Schuber e Divaldo Fran. Aquele livro mostra que cada um de nós, não importa se somos dirigentes, se somos médiuns de sustentação, de psicofonia, de psicografia, aplicadores de passe, atendentes fraternos, não importa, frequentadores, todos nós influenciamos e muitas vezes damos mais trabalho aos benfeitores amigos, contribuindo erroneamente com a nossa o nosso pensamento dentro da casa espírita. E nesse mesmo capítulo de A gênese, Os fluidos, nós vamos encontrar no item 18, já o último parágrafo antes do item 19, uma advertência excepcional. Os ambientes nos quais abundam os maus espíritos são, pois impregnados de maus fluidos que as pessoas absorvem por todos os poros perespirituais, tal como se absorvem pelos poros do corpo os miasmas pestilenciais.
nos quais abundam os maus espíritos são, pois impregnados de maus fluidos que as pessoas absorvem por todos os poros perespirituais, tal como se absorvem pelos poros do corpo os miasmas pestilenciais. Porque nós estamos em incessante troca fluídica com o meio em que nos encontramos, eh, moralmente diz. E quando frequentamos lugares, lugares físicos em que abundam esses maus fluidos, muitas pessoas dizem assim: "Ah, eu vou às baladas, eu vou às discotecas, que agora nem se chama mais discoteca, né? As boates e nada interfere em mim, é engodo, porque nós nos encharcamos." É fato. Ele não diz podemos nos enxarcar, ele diz nos encharcamos, absorvemos. O problema é que não temos lastro moral para nos liberarmos dessas influências antes de materializá-las no ambiente em que vivemos. Tal é de importância essa afirmativa que Allan Kardec dedicou um capítulo inteiro, o 21, de o livro dos médiuns, a influência do meio. O que nos dá resistência ao meio impuro, seriam as nossas qualidades morais. Aqui também no item 19 do capítulo 14, há um parágrafo que eu queria passar para vocês tal como ele está escrito, para não desvirtuar às vezes ao gosto das minhas interpretações ou das minhas palavras e que vocês levem isso para o dia a dia, Mas principalmente aos médiuns que participam de reuniões mediúnicas na casa espírita, exaltando aqui que somos médiuns 24 horas por dia, mas ele diz assim: "Tal é a causa do sentimento de satisfação que se experimenta em uma reunião simpática, animada, por bons pensamentos de benevolência. Ali reina uma atmosfera moral salubre, onde se respira à vontade. Dali se sai reconfortado, pois que as pessoas são impregnadas de efúvios fluídicos salutares. Porém, se ali se misturam pensamentos maus, produzem o efeito de uma corrente de ar gelado num ambiente cálido ou de uma nota desafinada num concerto. Assim se explicam também a ansiedade, o malestar indefinível que se sente num ambiente antipático, onde pensamentos de malquerença provocam como que correntes de ar
e uma nota desafinada num concerto. Assim se explicam também a ansiedade, o malestar indefinível que se sente num ambiente antipático, onde pensamentos de malquerença provocam como que correntes de ar cheiroso. Percebam que onde quer que nos encontremos, na situação que nos está designada, no mais importante ou no mais anônimo papel, porque perante Deus, perante Jesus, perante os benfeitores espirituais, não são os cargos que nos diferenciam, mas a forma como abraçamos os encargos. a responsabilidade com que de fato ainda espíritos imperfeitos nos privamos de manter os pensamentos tumultuados, as palavras mal ditas, separado, os comentários desairosos na ambiência da casa espírita em qualquer ambiente, em qualquer cômodo, pode ser no banheiro. Pensem que cada casa, cada centro de Umbanda, cada templo, cada igreja tem no mínimo uma emerenciana, um felinto, conclamando-nos e debruçando-se sobre a nossa pequenez, para que finalmente consigamos nos libertar dessa essa imperfeição que nos domina e passarmos de fato a sermos fiéis contribuintes do Cristo, materializando no nosso exemplo de vida a libertação daqueles que ainda não conhecem o bem, daqueles que perseveram no mal, porque lhes falta os seguidores do Cristo, os homens do caminho, os que de braços abertos aceitam as arenas do sofrimento para trazer de volta Jesus ao coração dos homens, desta vez para sempre. Muita gratidão, uma honra ter participado com todos vocês. >> Muito obrigado, Eulália, por essa essa aula que você nos deu. Eh, sempre muito importante refletirmos, aprendermos e continuarmos crescendo nessa nossa jornada. Agradecemos a todos que nos assistem, pedimos a proteção aos mentores espirituais. para que todos tenham uma semana de muita luz, muita paz e convidamos a todos para estarem conosco na próxima semana. Fiquem com Deus então e uma boa semana. Vai lá.
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