Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 50 | 29.02.26
Estudando com Jesus | 29.03.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 50: Maternidade Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
Olá, meus irmãos. Muito bom dia, um domingo excelente para todos nós. Olha, é uma alegria muito grande estar de volta aqui, já a esse estudo maravilhoso dessa obra O Espírito da Verdade e hoje também com uma temática extremamente interessante. Então, se você que está nos assistindo aí é mãe ou é pai ou tem vontade de ser mãe ou pai, mas principalmente mãe, hoje é um estudo especial para você que é mulher, para você que já teve os seus filhos ou está pretendendo, né, futuramente ter seus filhos. Então, hoje é uma mensagem muito boa, uma mensagem muito humana. E para poder conversar com a gente hoje aqui, vou convidar aqui minha companheira da vida, que é Eliane. Olá, bom dia. Bom dia. Bom dia aos nossos amigos que nos acompanham através aqui do canal do Inese. nós possamos ter aí uma manhã bem agradável, com uma temática tão atual e tão especial ao longo dos anos da vida, da existência do ser humano. Então, nós contamos aí com a presença de todos, nós damos bom dia aí a Rosália, uma querida amiga nossa, a Tânia, que nós possamos aí juntos estudar essa lição de hoje. Então que Jesus nos abençoe nessa manhã. Nós recebemos assim de coração aberto, né, esse estudo do GES todos os domingos. Então, é uma alegria estarmos aqui reunidos hoje. >> Isso mesmo. Isso mesmo. Então, vamos iniciar aqui convidando a todos os nossos irmãos que estejam conectados aqui conosco a elevar os pensamentos, a entrar nesse clima cristão, nesse clima de fé, nesse clima de amor, nesse clima de paz, pra gente poder receber bem esse ensinamento de hoje. Muito obrigado, pai Deus de amor, Deus de bondade, justiça e misericórdia. Muito obrigado pelo nosso dia de domingo, Senhor. Muito obrigado por este momento em que vamos de encontro a essa paz que só o Cristo é capaz de proporcionar, a essa compreensão maior da vida, Senhor. Hoje, essa compreensão maior sobre os nossos destinos e o significado da nossa vida, Senhor. Muito obrigado por esta oportunidade, Deus. E a gente roga Jesus, nosso mestre amado, esteja conosco, Senhor. Adentra
compreensão maior sobre os nossos destinos e o significado da nossa vida, Senhor. Muito obrigado por esta oportunidade, Deus. E a gente roga Jesus, nosso mestre amado, esteja conosco, Senhor. Adentra nosso lar, adentra nossa vida, adentra nosso pensamento, adentra nosso coração. Mestre, estamos aqui hoje abertos aí a tua glória, ao teu amor, a tua sabedoria. Mestre Jesus, envia teus emissários aos nossos lares nesse instante. Abençoa nossas casas. Que este estudo sirva de culto do evangelho no lar para todos nós, abençoando assim a nossa residência, iluminando cada cômodo aqui da nossa casa neste instante, Senhor. Muito obrigado. E que essas luzes produzidas aqui possam assim ao der redor iluminar a todos, auxiliando assim todos que levando os pensamentos aos céus, busca por uma resposta, busca por um consolo. Que essa luz toda possa nos iluminar, Senhor. Muito obrigado. Que assim seja. Assim seja. Então, continuando o estudo da nossa obra estudada aqui pelo nosso grupo de domingo, é a obra, para quem não conhece ainda o nosso estudo, é a obra O Espírito da Verdade, psicografada pelos médiuns Francisco Cândido Xavier e Valdo Vieira. Hoje a mensagem quem nos traz é Valdo Vieira. sobre a psicografia dele. E a mensagem é maternidade, número de 50. Olha só, nós já avançamos bastante, né, a lição aí número 50 do livro e a mensagem são são de vários espíritos, né, essa onda espíritos diversos. Mas quem vai nos falar hoje aqui, ó, é André Luiz. Espírito André Luiz traz essa mensagem a respeito da maternidade que começa assim. Vemos em cada manifestação da vida determinada meta de desenvolvimento, qual anseio do próprio Deus a concretizar-se na criação, o clímax da grandeza. Na caridade, o vértice da virtude. Na paz, a culminância da luta. No êxito, a exaltação do ideal. Nos filhos, a essência do amor. No lar, a glória da união. De igual modo, a maternidade é a plenitude do coração feminino que norteia o progresso. Concepção, gravidez, parto e devoção afetiva representam estações difíceis e belas de
No lar, a glória da união. De igual modo, a maternidade é a plenitude do coração feminino que norteia o progresso. Concepção, gravidez, parto e devoção afetiva representam estações difíceis e belas de um ministério sempre divino. celeste na mulher de todas as condições define o inderrogável recurso à existência humana, reclamando paciência e carinho, renúncia e entendimento. Maternidade esperada, maternidade imprevista, maternidade aceita, maternidade hostilizada, maternidade socorrida, maternidade desamparada. Misto de júbilo e sofrimento, missão e prova. Maternidade em qualquer parte traduz intercâmbio de amor incomensurável, em que desponta sublime e sempre novo o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos. principais responsáveis por semelhante concessão da bondade infinita. As mães guardam as chaves de controle do mundo. Mães de sábios, mães de idiotas, mães felizes, mães desditosas, mães jovens, mães experientes, mães sadias, mães enfermas. Ao filtro do amor que lhe verte do seio, deve o plano terrestre o despovoamento dos círculos inferiores da vida espiritual, para que o reino de Deus se erga entre as criaturas. Mães da terra, mães anônimas, sois vasos eleitos para a luz da reencarnação. Por maiores se façam, os suplícios impostos à vossa frente, não recuseis vosso augusto dever, nem susteis o hálito do filhinho nascente. Esperança do céu arrepontar-vos do peito. Não surge o berço de vosso coração por acaso. Mantende-vos assim vigilantes e abnegadas, na certeza de que se muitas vezes, se poais e espinheiros são vossa herança transitória entre os homens, todas vós sereis amparadas e sustentadas pela bênção do amor eterno, sempre que marchardes fiéis à excelsa paternidade da providência divina. André Luiz. Aí eu confesso que é tão emocionante, né, sentir cada palavra e entender o que que André Luiz traz aqui. E para mim que sou mãe, né, mãe, mulher, ainda é mais forte, porque entender o porquê da maternidade, porque tanta dor, tanta luta para ter os
r cada palavra e entender o que que André Luiz traz aqui. E para mim que sou mãe, né, mãe, mulher, ainda é mais forte, porque entender o porquê da maternidade, porque tanta dor, tanta luta para ter os filhos, mesmo que não tenha dificuldade, mas ao longo do caminho surgem as dificuldades. Mesmo que não aconteça nada, a maternidade já é essa essa responsabilidade, né? Então, é como se a gente tivesse o tempo todo em alerta, uma tarefa que nos exige, exige muito de nós. Aí a gente pensa assim, André Luiz, ele traz aqui bem no início que em cada manifestação da vida determinada meta de desenvolvimento. Olha só o que que é a meta, né? é o objetivo. Quais são os objetivos de cada manifestação da vida? Aí, o que que é a maternidade? Então, a gente vê que não é flores, né? Ah, mas eu quero tanto ser feliz, eu quero ter um filho. Claro que a gente pode ser feliz, mas no cumprimento do dever da maternidade. Olha só. Então tem que entender, né, a situação. Eu eu parti essa essa lição é muito extensa, né, Juliano? É extensa ela. Se a gente for destrinchar assim minuciosamente tudo, a gente vai, é um seminário que dá. Eu fico assim, a gente vai ter que ser bem, como se diz, né? Bem direto, né, em tudo, mas sem perder a sensibilidade da mensagem. Mas, primeiramente aqui entender o o verdadeiro objetivo da maternidade. Eu, assim, eu queria assim para passar para você, eh, então a meta é o objetivo, né? Por que que nós somos mães? Qual que é a finalidade de ter um filho? Qual que é a ideia disso? Aí, assim, para iniciar assim, bem mesmo, aí vamos perguntar para quem? Pro mestre, né? Porque é Jesus. Jesus já fala assim, ó. Lá no evangelho de Mateus e de Marcos também a gente encontra, ele fala a frase mais forte que eu acho dentre as ideias da maternidade. Quem recebe uma criança em meu nome, recebe a mim. Olha só. Então, toda mãe que recebe um filho recebe Jesus. Aí, qual que é o objetivo de Jesus aqui nesse nosso planeta, né? Qual que é a ideia da reencarnação? O por que nós devemos acolher essa
mim. Olha só. Então, toda mãe que recebe um filho recebe Jesus. Aí, qual que é o objetivo de Jesus aqui nesse nosso planeta, né? Qual que é a ideia da reencarnação? O por que nós devemos acolher essa criança com amor, né? Porque a gente receberia Jesus de que jeito, né? Nós estamos recebendo as crianças em nome de Jesus ou em forma dele mesmo, né? Então, valoriza ali a simplicidade, né? valoriza essa ideia de nós recebermos o próprio Cristo. Então, o que que nós vamos fazer com essa tarefa, né? Então, quando a gente cuida de um filho, cuida de uma criança, a gente cuida para Deus. É um trabalho de Deus. É por isso que nós vamos ter que cuidar com amor, né? Se a gente não é não é ter no a ideia do dever, mas é desenvolver esse amor, é algo natural. Mas como nós estamos aí ainda devedores uns dos outros, moralmente falando, no mundo ainda de expiação e de provas, é claro que nós vamos encontrar aí as dificuldades de desenvolver esse amor de forma muito natural. É por isso que é trabalhoso, né? André Luiz vai falando, né? Eh, que cada situação vai exigir de nós, né? No lar, né? Ou seja, a glória da união. Não é qualquer um que tem a união. Então, por isso que a gente vem novo lar. É uma condição que nos aproxima, né? O nosso contato direto, né? Eh, frequente. É para quê? A família é para desenvolver o amor. Então não é fácil, né? É tarefa. Muitas vezes a gente vai ver como dificuldade, mas começa tudo aqui, né? Nessa nessa meta missão. Então, qual que é a missão da maternidade, né? Então, a gente se aproximar, a gente se unir e dentro desse estreitamento de relações desenvolver esse amor uns pelos outros, né? Sim, exatamente. Eu acho muito bonito a forma como André Luiz ele inicia esta lição de hoje, nos colocando assim para olhar a grandeza da criação divina, nos olhar para o universo que nos cerca, olhar para a grandiosidade do sol, das estrelas, da lua, olhar para todo esse planeta nosso, não é? Nessa criação divina. E depois André Luiz vai nos levando nessa narrativa dele
iverso que nos cerca, olhar para a grandiosidade do sol, das estrelas, da lua, olhar para todo esse planeta nosso, não é? Nessa criação divina. E depois André Luiz vai nos levando nessa narrativa dele a trazer isso para próximo de nós. Então, André Luí, ele vai da grandiosidade do universo todo, ele vai nos falando das virtudes que permeiam essa criação divina na forma da caridade de Deus com todos nós, na forma dessa paz que é o nosso objetivo de luta, culminância da luta. Ou seja, todos nós nos esforçamos dia após dia na conquista dessa paz, com o nosso trabalho, com os nossos esforços, com os nossos aprendizados, com as nossas vitórias. é que buscamos essa pacificação, ou seja, né, buscamos tornar tudo pleno. E assim, nesse êxito, André Luiz vai nos trazendo para dentro de nós mesmos e ele vai da criação divina, passando pelas virtudes. André, ele chega aos filhos que ele traz como essa tradução do amor, os filhos como tradução do amor e o lar como, né, a coroa da união, né, a glória da união. Eh, então eu acho muito bonito quando and ele da grandeza do universo, ele vai trazendo tudo para dentro da nossa casa. Olha que interessante, né? Do universo é construído um valor, mas que esse valor ele no final das contas ele começa dentro da nossa casa, no nosso lar. Que interessante, né? Então, para chegar numa simples conclusão, numa frase que ele vai expor da seguinte forma, da mesma forma, né, que Deus criou o universo, né, criou essa grandeza toda através de valores como caridade e na busca pela pacificação, na exaltação do que é o ideal para todos nós, ele vai dizer: "A maternidade reflete isso." Olha o que que ele diz. A maternidade então reflete isso como o caminho inevitável para o progresso. É o caminho que todos nós temos que trilhar para esse progresso. E é onde é uma profundidade tão grande, porque nós sabemos que Jesus para nós espíritas, ele é muito mais do que um modelo e guia. Ele é um homem, né, que é o nosso governador planetário. Ele é um homem que que gerencia todo
ade tão grande, porque nós sabemos que Jesus para nós espíritas, ele é muito mais do que um modelo e guia. Ele é um homem, né, que é o nosso governador planetário. Ele é um homem que que gerencia todo esse grande planeta ou mais de um planeta até, né, que gerencia esses destinos desses espíritos. Mas o que ele quer dizer é que tudo isso começou na maternidade. Tudo isso começou numa mãe que teve seu filho e foi para esse filho a sua entrada na vida material. foi que ensinou os primeiros passos, ensinou as primeiras, né, leis morais para essa criança, né, tudo começou com a mãe, né, não dá para ser a gente chegar a ser Jesus ser uma boa mãe, ser uma boa mãe. Então, por isso que essa frase para mim ficou muito forte, né, logo no iniciozinho, é o coração feminino que norteia o progresso. Olha aí. Ou seja, sem essa mãe, o progresso fica sem norte, o progresso fica sem referência, o progresso fica sem sem o seu caminho certo, né? E aí entre o que Eliane falou, o desafio, então, olha lá, estações tão difíceis quanto belas. Por que é difícil? É difícil por quê? Porque nos impõe um desenvolvimento, uma tarefa. Mas é bonita. Por quê? é o ministério divino, é uma tarefa divina, é uma função que Deus preparou especialmente para que eh a mulher possa se tornar um instrumento progresso no universo. No universo, não é o progresso dentro da nossa casa, na nossa sociedade, não é no universo. Porque esse espírito, ele vai caminhar bilhões de anos até se tornar um espírito de elevado grau. Mas não é possível que isso aconteça sem a maternidade. Bonito isso, né? É muito poético. Muito poético. >> É tão bonito mesmo, né? Assim, acho que a gente precisa assim não romantizar, mas valorizar a tarefa da mulher, da mãe, porque é uma educação de alma. Imaginemos nós, porque eu já fui criança, hoje eu sou mulher e mãe com essa responsabilidade espiritual que nós estamos falando. E todo espírito, ele traz uma necessidade de aprender algo específico. Nós podemos ter um filho, dois, três, quatro. Nós nunca vamos ter filhos
ssa responsabilidade espiritual que nós estamos falando. E todo espírito, ele traz uma necessidade de aprender algo específico. Nós podemos ter um filho, dois, três, quatro. Nós nunca vamos ter filhos iguais. Cada filho traz sua bagagem espiritual, a sua necessidade de aprendizado. É por isso que eu acho interessante quando as pessoas falam assim: "Ah, eu criei meus filhos todos iguais". Eu acho que quando fala dessa forma, eu acho que fala assim: "Cria igual no amor, na atenção, na renúncia, porque maternidade exige renúncia." E André Luiz fala que renúncia significa rumo certo. Olha só, tanto que isso é é consolador para nós. Olha, eu renuncio à minha vida particular, a minha vida profissional, a minha vida eh no lazer, coisas básicas, né? Meu sono, é renúncia, a gente sabe disso. Mas aí vem André Luiz e fala: "É o rumo certo". Ou seja, é provisório, é transitório, não é uma dor que para sempre a gente vai passar, logo os filhos crescem. Mas aí então cada filho exige dos pais algo, é assim, exigem coisas iguais, renúncias iguais, porém tem filhos que exige coisas diferentes, porque nenhum filho é igual, né? Então, todo espírito traz aqui pra Terra suas necessidades morais, muitas vezes físicas também, né, que a gente não é eh não tem a mesma eh composição orgânica, às vezes um tem mais saúde, outro não. Então, a gente ter esse olhar eh claro do que que o filho necessita. Então você falando aí, né, Juliana, assim da da extrema necessidade da gente entender o porquê, né, da do progresso. Que que é progresso? É evoluir. Mas a gente olhar cada espírito na sua individualidade. Tem filho que precisa mais, né, da gente, exige, exige mais atenção, tem outro que não. Então, a gente identificar isso, né? É uma obra do André Luiz que eu gosto demais, psicografada aí pelo por Chico Xavier. que ele fala exatamente isso. El fala: "Olha, observa a criança, né, que nós estamos educando, né? Toda criança é um mundo espiritual em construção ou reconstrução." Olha só o que ele fala. E aí isso lá no
le fala exatamente isso. El fala: "Olha, observa a criança, né, que nós estamos educando, né? Toda criança é um mundo espiritual em construção ou reconstrução." Olha só o que ele fala. E aí isso lá no livro Sinal Verde, né? E aí outra coisa que ele fala, olha só, não tente transfigurar seus filhinhos em bibelôos apaixonadamente guardados, porque são eles espíritos eternos. Olha só que chegarão, eh, como é que é? Porque eles são espíritos eternos, como acontece a nós, e chegará o dia em que despedaçarão perante você mesmo quaisquer amarras de ilusão. Isso é para nós é um destaque assim que a gente tem que entender o porquê desses filhos aqui. Porque no mundo de expiação e de provas, onde nós vivemos, um dos mundos mais materialistas ainda, a gente tá muito iludido com muita coisa. É claro que nós vamos viver as coisas da vida, da terra, né? Tem muita coisa aqui que a gente vai viver, porque nós estamos muito materializados ainda. Quando a gente fala de mundo espiritual, as pessoas até rinam de nós, né? Ah, mas existe vida após a morte. Que que é isso? Se não existe não. Por quê? Ah, não. Porque a pessoa não tem fé, porque a pessoa é materialista demais. É porque é nossa ainda condição espiritual. Nós acabamos de sair do mundo primitivo, né? Matéria, matéria, matéria. Aí a gente veio pro mundo de expiação e de provas. Então a gente tá começando a entender que nós somos espíritos. Então ainda a matéria ainda nos fadiga, né? Porque olha só a quantidade de coisas que a gente faz no decorrer do nosso dia, tudo matéria. Aí às vezes lá no finalzinho do nosso dia a gente acalma, né? vai pro trabalho, cuida do corpo, tudo, as necessidades aqui da terra, tá errado? Claro que não. Mas então, a gente sair dessa matéria e a gente entrar na questão da alma ainda é novidade para nós, né? Jesus trouxe essa visão espírita, né? Espiritual. Quando ele falava das questões espirituais, as pessoas não entendiam que eu vou construir o meu reino. Ah, então o reino, o reino reino não é um castelo.
us trouxe essa visão espírita, né? Espiritual. Quando ele falava das questões espirituais, as pessoas não entendiam que eu vou construir o meu reino. Ah, então o reino, o reino reino não é um castelo. Ele vai dominar tudo isso aqui. Jesus vai controlar, né, toda parte aqui. Então assim, não era disso que Jesus estava falando. Ele tava falando do reino interior, né? Ele fala o meu reino não é deste mundo. Quando ele é questionado onde está o reino dos céus? E ele ele responde: "O reino dos céus não está nem aqui, nem ali. Ele não é físico, ele está dentro de vós". Então é esse reino que nós estamos ainda tentando entender. Aí essa questão da criança é a gente entender o objetivo da maternidade, entender o objetivo de cada filho nosso, porque não são iguais. E mais do que isso, dá aquele que el daquilo que eles precisam na questão moral. Quantas mães, né? André Luiz vai falando aqui, mãe, mãe que tem dificuldade, mãe, a gente pode até incluir aqui, mãe que não tem muito dinheiro, né? Mãe que tem situações financeiras que às vezes fala assim: "Gente, como é que eu vou criar essa criança?" E aí de repente tudo dá certo, porque é uma obra nobre, ela é de Deus. Quando Jesus fala que quem recebe uma criança recebe ele, é o trabalho é de Deus, não é somente nós. É por isso que exige aqui de nós a fé, a confiança e entendimento, porque é tarefa difícil, mas nós não estamos sozinhos. Então o o bibelô que André Luiz quer falar o seguinte: "Olha, não transforme as crianças em bibelô, né, para as pessoas acharem bonito, né, passear com as crianças. Mas para que que você quer ter filho? Ah, não, porque eu acho bonitinho. É, mas não é bem isso, né? Criança não é pra gente sair desfilando no shopping. É uma alma, é um espírito que tá ali querendo desenvolvimento e progresso para ele, porque ele traz as suas vivências. Então é isso que André Luiz lá no sinal verde, como eu trouxe aqui, ele quer nos mostrar isso, desperte, porque criança é trabalho. Aí vem, né, exigindo atenção, diálogo.
e ele traz as suas vivências. Então é isso que André Luiz lá no sinal verde, como eu trouxe aqui, ele quer nos mostrar isso, desperte, porque criança é trabalho. Aí vem, né, exigindo atenção, diálogo. Então nós vamos vendo que não era nada daquilo que a gente pensava. Mas enfim, então a a a infância principalmente ela vai nos alertar para isso. Então o que que nós vamos fazer dessas crianças? Porque o mundo material ele tá de um lado e o lado espiritual tá de outro. É como se nós vivêsemos na contramão do mundo. Então, às vezes a gente não tem uma escola boa demais para dar dentro da visão do mundo, uma escola aqui na terra, né? Não dá conta de pagar uma escola muito boa, mas é a escola da alma que a gente tem aí como a primeira escola é o nosso lar, como você falou, né, Juliana, a primeira escola é o nosso lar. Então, adianta a gente formar grandes médicos, né, sei lá, uma profissão assim que a gente vê que que é nobre aqui na terra e não desenvolve a virtude, não desenvolve. E de que adianta? Nós temos grandes profissionais com, né, pessoas com títulos aí grandes na questão intelectual, mas e a alma e a educação e a nobreza de modos com os outros, a educação, a gentileza, a gente sabe disso, que isso é grave, isso carece de atenção na sociedade. Não adianta a gente ter uma pessoa, um profissional, né, muito valioso na questão, mas o lado moral não tem, né, que ainda é um problema no nosso mundo aqui, né? A gente, a gente quer isso, né? A gente quer honestidade, a gente quer a gente quer bondade, não é isso? A gente quer humanidade do outro, mas vai ser construído a partir do quê? A partir de alguém que tenha mais sabedoria, né? E aí eu gostei muito quando você falou de Jesus, né? Por mais que ele não tinha a necessidade de ter um espírito guiando ele, que a gente sabe disso, né? Mas teve a mãe, né? Maria teve ali a sua parcela, com certeza, mas ele veio nos mostrar isso, né? Que teve a vida dele na terra, teve mãe, teve pai, né? Então é isso, assim, a gente vai seguindo o
né? Mas teve a mãe, né? Maria teve ali a sua parcela, com certeza, mas ele veio nos mostrar isso, né? Que teve a vida dele na terra, teve mãe, teve pai, né? Então é isso, assim, a gente vai seguindo o fluxo natural da vida. E a e a ideia de Jesus, né, traz justamente isso, né? Porque a doutrina espírita, ela não traz essa hierarquia espiritual a meu filho, é menos evoluído que eu, porque, né, porque eu sou a mãe, eu sou a autoridade, não. E aí a gente vê em Jesus, né, que não é não é essa verdade, né? Então, muitas vezes a gente tem um filho que é mais evoluto que nós, mas ainda assim eu tô na minha tarefa de mãe, né? É interessante a gente pensar dessa forma, né? Jesus, ele, embora fosse um espírito de uma elevação incomparável na terra, a terra continua sendo mundo de expiação em prova. Então, ele precisaria de uma boa mãe, né, para poder dar a ele esses primeiros ensinamentos de vida e guiar ele até ele poder se tornar independente, né? Então, foi uma escolha difícil de Jesus, né? Não só nasceram aqui, mas quem é que vai ser minha mãe para cuidar de mim nessa terra de dores, nessa terra de lágrimas, de desafios, de violência, né? Mas enfim, eh, então começou daí, né, essa escolha de Jesus. E André Luiz, ele depois desse início maravilhoso, como nós já comentamos aqui, né, Eliane falou muito bem, ele vem falando sobre essa essa posição da mulher, que ele vai falar sobre essa laurea celeste, que a mulher que decide se a mãe recebe, ou seja, essa premiação, né, essa bênção celestial que é nessa tarefa que eh André Luiz vai chamar de inderrogável discurso, inderrogável recurso à existência humana. Ou seja, uma coisa que ela é impossível de evitar. É um caminho que todos devemos trilhar obrigatoriamente porque faz parte da lei da vida, faz parte da lei da natureza e e a gente tem que aceitar isso como a nossa condição. Eu acho tão interessante quando André Luiz fala assim, ó, inderrogável recurso à existência humana. Por quê? Porque é a maternidade ou a gente nascer de uma mãe é algo que
isso como a nossa condição. Eu acho tão interessante quando André Luiz fala assim, ó, inderrogável recurso à existência humana. Por quê? Porque é a maternidade ou a gente nascer de uma mãe é algo que é insubstituível na visão de André Luía. Olha que legal isso aqui. Nunca eu tinha pensado dessa forma. O que quer dizer que o meu a minha evolução, eu não vou poder substituir ela com outro recurso. Por exemplo, não adianta eu me formar em 50 universidades ou eu estudar muito ou eu praticar a caridade de mil formas diferentes. Não, eu vou ter que passar pelo processo da reencarnação de alguma forma. Eu vou ter que passar por uma mãe, eu vou ter que ser gestado, eu vou ter que ter uma pessoa que vai me educar do berço até eu conseguir a minha independência, um processo da natureza que ele é um processo que é inevitável. Eu não vou poder substituir isso de uma outra maneira. Olha que interessante. Não adianta eu falar assim: "Não, eu não quero mais reencarnar, eu vou substituir a a minha reencarnação por outro recurso." Que André Luiz diz, não tem jeito não, né? vai ficar incompleto seu desenvolvimento. Você vai precisar passar por esse processo de materialização através da gravidez, assim como o motivo pelo qual todos, em tese, todos nós seremos mães um dia, até eu serei mãe um dia para poder absorver esse ensinamento. Quer dizer, feliz daquela mulher que já foi mãe, né? Quando eu olho para minha esposa aqui, vejo aqui minha família, eu vejo, houve um crescimento espiritual. A gente percebe isso na convivência aqui material. E e a doutrina espírita reforça isso, endossa isso, né? É, não, realmente é necessário, né? Então, quer dizer, um dia serei mãe também. Se não for na próxima encarnação, pode ser na outra ou na próxima. Deverei passar por isso como um processo meu de aprendizado evolutivo. Não dá para pular etapas, né? Dizer: "Não, eu não vou precisar passar por essa etapa". Assim, né? É, é necessário que nós que nós vivenciemos todas essas experiências para adquirir
endizado evolutivo. Não dá para pular etapas, né? Dizer: "Não, eu não vou precisar passar por essa etapa". Assim, né? É, é necessário que nós que nós vivenciemos todas essas experiências para adquirir essa sabedoria divina, como como diz aqui na é a láurea divina. Eu eu quero uma laurea divina, não é? Então vou ter que passar por todas as etapas. que é muito bonito nós que vem que que viemos de uma tradição cristã que começou lá com os judeus e que vem dos hebreus, uma tradição muito antiga. Nós captamos isso já de muitos, muitos milênios atrás, só que às vezes esses ensinamentos eles se perdem ou nós não não os reconhecemos. Eu, como tenho uma formação em antropologia, me interesso muito pelas coisas antigas e os estudos da da das culturas antigas às vezes traz revelações que são impressionantes. Uma história que eu sempre gosto de contar é uma história que é muito mal compreendida, que é a história de da criação do homem, né, no universo, do homem criação do homem e da mulher lá no início da gênese mosaica. Eu acho uma história tão bonita, mas que as pessoas perderam o sentido dessa história, né, e acabaram degradando o seu sentido devido à falta de profundidade, né? Então, por exemplo, nós temos lá a criação divina, apenas resumindo, né, a a ideia criacionista, que é o quê? Deus, então, na sua glória, na sua inteligência, na sua sabedoria, do seu amor, eh eh teve então essa vontade de criar o universo. Então, a Gênese começa falando, né? Ele separou eh a luz da sombra, separou a terra das águas, criou os as plantas, os vegetais. Tudo isso é narrado como se fossem cada criação num dia diferente, né? E aí criou, enfim, o homem, criou o ser humano, né? E ele era o auge da criação divina, era o homem. Mas aí Deus pensou melhor, não, mas não tá legal, pode melhorar. Eu acho que não é bom que o homem esteja só. E de uma parte do homem, Deus então coroa a sua criação criando a mulher. É o que fecha a criação. É a criação da mulher, né? Ou seja, eh, ele começou num processos
ue não é bom que o homem esteja só. E de uma parte do homem, Deus então coroa a sua criação criando a mulher. É o que fecha a criação. É a criação da mulher, né? Ou seja, eh, ele começou num processos muito simples, né, separar a para simples assim para Deus eu tô falando, né, muito básicos, separar a a treva da luz, a água da terra, até chegar no ápice da criação, que é a criação mais perfeita de de Deus, que é a mulher, né? E isso faz parte da nossa história cristã. Essa história degradou durante os séculos e hoje, né, e muitos grupos começaram a olhar para para essa para essa história com olhares muito críticos, né, dizendo-se mulher sobre produto do homem e tal. Todas essas essas essas bobagens, né, que a gente vê pela dificuldade de interpretar textos muito antigos, né, e muito ricos. Então é essa láa, essa laurea que André Luiz coloca, né, na mulher nesse pedestal, já vinha lá da tradução cristã, né, da tradução mosaica de muito tempo. Então eu acho bacana esse resgate que André Luiz faz desse momento, né, do nosso passado, né, reforçando assim realmente essa origem da nossa crença. Acho muito bonito isso, né, a mulher fecha a criação divina, né, ou seja, é o é o ápice da criação divina, né, dentro lá do que Moisés já dizia. E André Luiz resgata esse momento, a Laura e a Celeste na mulher e diz que quatro características vão pontuar o processo dessa mulher que quer se elevar nessa condição à maternidade, né? Então ele vai ele vai eh eh eh eh narrar aqui pra gente, olha, quatro valores que a mãe deve ter para que ela possa eh se manter no rumo certo, né? Paciência, carinho, renúncia e entendimento. Olha que bonito. Isso aqui são as dicas de André Luiz para as mães. Paciência e carinho, OK? Renúncia e entendimento. Claro que que a mãe tem que ter paciência, o pai tem que ter paciência, os pais, né? Tem que ter paciência. Claro que tem que ter carinho, não é? Carinho, respeito pela criança, entender aquele momento que a criança tá vivendo, renúncia. É óbvio, né? Nós temos que nos
ia, os pais, né? Tem que ter paciência. Claro que tem que ter carinho, não é? Carinho, respeito pela criança, entender aquele momento que a criança tá vivendo, renúncia. É óbvio, né? Nós temos que nos abandonar, temos que sair de nós para que a gente possa atender as necessidades dessa criança, desse bebê, dessa gravidez, desse jovem, desse adolescente, dessa pessoa, né, que através de nós vem ao mundo. Temos que renunciar. Não dá para nós continuarmos fazendo o que nós sempre fazíamos, não. Nós temos que cuidar de uma pessoa, né? e entendimento dessa situação, desse momento. E cada fase da vida da criança, né, da vida desse filho, vai exigir nós um entendimento diferente. Há o entendimento da gestação, depois há o entendimento do recém-nascido, as necessidades dele, ao entendimento que vem na infância, na adolescência, ao entendimento que vem na juventude, né? Nós temos também uma filha de 18 anos, que já é maior de idade, que também traz necessidade que nós entendamos outras etapas. E mas isso é algo que que André Luiz já abriu falando isso aí, né? É o quê? Cada manifestação da vida determina uma nova meta de desenvolvimento. Eliano falou muito sobre essa meta, né, né, a algum algum uns um segundo, uns minutos atrás. E Andr vai dizer, olha só, a quantidade de situações que às vezes a mãe se vê. Então, é a maternidade que sim, ela pode ser a maternidade esperada, programada, planejada, mas também há aquelas maternidades que surgem de maneira imprevista, sem que às vezes nós nós não estivéssemos preparados. Aquela maternidade, então, que embora ela possa ser imprevista ou ser planejada, mas de qualquer forma ela pode ser aceita, mesmo que seja imprevista, ela é aceita. E há aqueles casos em que a mulher se assusta com essa maternidade ou o pai se assusta e aí essa maternidade se torna até hostilizada. André Luiz vai dizer. E às vezes a a mulher vai ter óleo dessa maternidade, da ideia de ser mãe, né? Nós temos tudo isso, tudo isso acontecendo ao nosso redor, né? E aquela maternidade que vai necessitar
ré Luiz vai dizer. E às vezes a a mulher vai ter óleo dessa maternidade, da ideia de ser mãe, né? Nós temos tudo isso, tudo isso acontecendo ao nosso redor, né? E aquela maternidade que vai necessitar de cuidados especiais, né? Que é a maternidade que ele vai chamar de maternidade socorrida, né? que vai precisar de um pouco mais de cuidados, pode ser uma maternidade de risco, até a maternidade que André Luiz vai chamar de desamparado, ou seja, a mulher vai se ver sozinha, grávida. E agora o que que vai ser? Sem um apoio, sem uma pessoa para lhe amparar, sem o pai dessa criança para lhe dar força por motivos variados. Então, por algum motivo, e a maternidade ela vai pode acontecer em vários contextos. O que não vai tirar da maternidade é a importância dela, não vai tirar a luz. da maternidade são os desafios. Por isso que André Luiz trata essa questão com muita seriedade, muita humanidade, né? Tá vendo? Ele olha para para pr para nós aqui com esse olhar, dizer: "Olha, nem sempre vai ser perfeito o momento. Nem sempre vai ser perfeito o momento, mas como é da natureza, há que se acontecer em algum momento, que nos possamos nos preparar para esse momento, para que ele não seja esse momento hostilizado, para que a gente possa então ter essa maternidade que possa se tornar um momento de luz, né? Então, quer dizer, André Luiz, ele já lança esse aviso à humanidade, né, para que nos preparamos para um momento da maternidade, para que nós eh tenhamos consciência de que esse momento ele vai acontecer, ele pode acontecer, faz parte da vida e que a gente tem que ter a cabeça madura para isso, né? Porque são processos que fazem parte da nossa rotina, assim como a gente fica doente ou a gente envelhece ou podemos ter um problema de saúde qualquer, né? E temos que também lidar com com as questões do trabalho, da alimentação, do pão de cada dia. A maternidade faz parte desse processo, né? Não é coisa assim a parte da nossa existência, não. Momento que é algo que a gente tem que aceitar
questões do trabalho, da alimentação, do pão de cada dia. A maternidade faz parte desse processo, né? Não é coisa assim a parte da nossa existência, não. Momento que é algo que a gente tem que aceitar ele, né? >> Eh, achei interessante você falando aí, né, da das dificuldades na na maternidade. Não tem como não existir, né? é uma tarefa, é uma missão. Então, então não existe missão sem dificuldade, sem dor, sem esse processo de desenvolvimento. Aí não tem como a gente também não lembrar de Maria. Ela também teve medo, né, na história aí que nos traz, né, Maria sentiu solitária e agora que que eu faço, né? Então assim, é da tarefa em si, é da missão em si. E quando André Luiz traz aqui que é um misto de júbilo e sofrimento, missão e prova, maternidade em qualquer parte traduz intercâmbio de amor. Aí eu fico pensando, né, a maternidade ela é um misto, é uma alegria, um amor que a gente sente, o maior amor que tem, né, no mundo. Os espíritos superiores até falam isso, né? Que não existe amor no mundo maior do que de uma mãe. Então, pronto, já tá encerrado aí. Qual que é o maior amor no mundo? É o amor de uma mãe. Porque existe o quê? Doação. Por mais que o o pai ame, ele não ama como uma mãe. Não tenha visão de uma mãe, a sensibilidade de uma mãe. Ou seja, é um processo espiritual, como você falou, né, Jul? Um dia todos nós vamos ser mães para quê? Evoluir esse lado da sensibilidade. Porque o homem, né, né, não tô aqui falando a homem, mulher, mas assim, na concepção espiritual mesmo, ele não tem a sensibilidade, só a gente olhar o pai e a mãe, mas também não daria certo se todo mundo fosse sensível demais, né? Tem, cada um tem ali suas características, tá? Sua tarefa e a sua missão, porque senão todo mundo fica muito igual, né? Então, cada um tem sua dosagem ali certa. Deus sabe que faz, né? Mas então assim, eh, a maternidade ser um misto de dor e alegria, por que que tem essa essa alegria? Porque a gente ama, mas a dor porque algo nos nos provoca o quê? o sofrimento diante do
ue faz, né? Mas então assim, eh, a maternidade ser um misto de dor e alegria, por que que tem essa essa alegria? Porque a gente ama, mas a dor porque algo nos nos provoca o quê? o sofrimento diante do medo. Eu acho que o maior maior problema assim que a gente traz, que às vezes faz a gente pensar ou repensar e nos prejudica também na caminhada, é o medo, né? O que que eu vou fazer? Cuidar de alguém, cuidar de nós é difícil, agora cuidar do outro, cuidar da nossa evolução é difícil, agora cuidar da evolução do outro, né? na na questão 208 do do livro dos espíritos, eh Allan Kardec pergunta ali qual que é a missão dos pais e os espíritos respondem que a missão dos pais é o quê? Transformar moralmente esses filhos, aproximar os filhos de Deus. Olha, isso é muito difícil. Como que a gente se aproxima de Deus? Como a gente elimina as nossas imperfeições? Agora, como é que a gente faz isso com outro ser? Não tem outro caminho no seu exemplo. Já existe de nós uma mudança, uma transformação. Porque educar não é só falar, falar, falar, falar, falar, não. A educação ela está no fazer, né? A gente fala, mas a prova convencer o outro é só no quê? Na nossa vivência, na nossa, nas nossas atitudes, nosso exemplo. Temos aí Jesus como maior exemplo disso. Ele vivenciou. Quando ele falava do perdão para perdoar todos aqueles que não sabiam o que faziam, ele tinha acabado de perdoar todos os amigos dele lá atrás, né? Jesus perdoou lá na cruz. Perdoa, Pai, todos aqueles que, né, que nos prejudicaram, nos ofenderam, porque eles não sabem o que fazem. Então, ele já passou pela provação ali da cruz, né, na sua luta ali até chegar ali. Olha só, ele viveu. Então, é essa que é a lição para nós, né? a gente precisa viver aquilo que a gente fala. E eu acho interessante assim essa questão de misto de dor e alegria, porque a maternidade muitas vezes ela ela vem assim programada, aí a gente tem um tempo para pensar, né? Ah, como que vai ser? Aí a gente tem essa ideia, né, de tudo florido demais, né, a roupinha e
, porque a maternidade muitas vezes ela ela vem assim programada, aí a gente tem um tempo para pensar, né? Ah, como que vai ser? Aí a gente tem essa ideia, né, de tudo florido demais, né, a roupinha e tal. Eu acho que isso é ótimo, porque a gente tem que ter esse sonho, né? Esse é da mulher, né? Imagina ali a o bebê e a criança, a gente nem pensa no que a gente vai ficar sem dormir, sem, né, sem alimentar na hora certa, porque se a gente pensar demais, a gente não faz, né? É igual aquela aquela história, né? Se a gente pensar demais na caridade, a necessidade do outro até passa, porque a gente pensa e põe tanto problema, tanta dificuldade, aumenta-se tanta a as as montanhas que a gente não faz. Então, a maternidade é isso. A gente vai planejar, é claro, mas e quando vierem planejar, que que a gente vai fazer? Vai ter que acertar no meio do caminho. Aí eu lembro uma vez que conversando com a uma mulher, uma uma amiga nossa, conhecida, o sonho dela era ser mãe. Ah, porque eu quero ser mãe, porque eu quero ser mãe, é meu sonho. Já tem tempo já que eu que eu tô tentando, né? engravidar não consigo. Aí vamos analisar, vamos investigar, né, no médico o porquê dessa gravidez não vir, né, porque tem as questões, né, biológicas, orgânicas, né, o que que é que tá travando aí. Mas aí surgiu então a necessidade de fazer exame. Faz exame daqui, não dá, faz exame dali, não deu nada, agora eu tenho que fazer um exame mais aprofundado. Isso já há anos. E aí um dia ela me falou assim: "Olha, eu preciso fazer um exame, só que esse exame é muito invasivo, dói demais. E eu então deixei para lá, não quero mais, vou deixar para lá a maternidade, né? Tá, tá difícil, então vou deixar". Aí eu não falei nada, depois uma outra conversa. Sempre que me via conversava, conversava, conversava. E aí veio então a ideia assim dela ter aberto, né? a a me dado liberdade de opinar a respeito, porque eu acho que a gente tem que opinar quando a gente é convidado, não invadir a vida do outro, não encorajar,
o então a ideia assim dela ter aberto, né? a a me dado liberdade de opinar a respeito, porque eu acho que a gente tem que opinar quando a gente é convidado, não invadir a vida do outro, não encorajar, tenha filho, sim, vocês têm que ter filho, sim. Ou então não, não tenha filho, não. Acho que a gente tem que tomar esse cuidado, né, de decidir a vida do outro. E ela então veio com essa ideia, né? Não, porque o exame é muito doloroso, eu não quero fazer porque eu tenho medo do exame. O que que você acha? Eu falei: "Olha, eu acho o seguinte. Se você não consegue passar pela dor do exame em si, que eu não julgo que seja doloroso mesmo, não tem como passar pela maternidade, porque a maternidade é é dor. Onde que nós vamos prever que nós não vamos ter uma dor na criação dos nossos filhos? Onde é a primeira dor? É entender que nós vamos cuidar desse filho. Ele não é nosso. A hora que Deus quiser levar, ele leva. E dizem que a dor maior no mundo é perder um filho. Eu, graças a Deus, eu eu não passei por essa dor. Mas imaginemos isso. Você desenvolve, constrói tudo e aí Deus fala: "Me devolve". É dele. A primeira, a primeira dor que a gente tem, primeira ideia que a gente tem que ter, que a gente cuida para Deus. E aí aí vem, por exemplo, às vezes uma uma doença muito forte ou um filho que às vezes vai trazer dificuldade ou a dor, por exemplo, da ingratidão desse filho. Então adianta a gente sonhar, sonhar, sonhar? Então, a ideia da maternidade ela é doação, porque a gente não sabe o que que acontece. Até naquela obra é da mãe do Chico Xavier, carta de uma morta, quando ela desencarna, ela toda feliz no mundo espiritual porque passou os problemas da terra, passou as dores físicas que ela tinha muitas e ela mais e meus filhos? E aí o mentor espiritual responsável por ela lá na no mundo, né, espiritual fala: "Olha, mas mãe ou pais na terra não são criadores, são zeladores? Ou seja, seus filhos vão ficar bem. Eles são filhos de Deus. Quando a gente desencarna, a gente continua com o mesmo sentimento de mãe,
Olha, mas mãe ou pais na terra não são criadores, são zeladores? Ou seja, seus filhos vão ficar bem. Eles são filhos de Deus. Quando a gente desencarna, a gente continua com o mesmo sentimento de mãe, sentindo a dor pelo filho que ficou. Será que vai dar certo? A gente tem essa ligação para sempre. Foi Jesus que falou, tudo se tudo que ser que for ligado na terra será ligado nos céus. Nunca mais a gente se desliga na questão do amor. Então são laços criados para sempre. A gente não vai perder esses laços. Então, voltando nessa história dessa dessa amiga, né, foi quando ela pensou: "Nossa, então maternidade, o exame que eu vou fazer é uma dor pequena, porque vem o filho, vem a dor da gente não saber, da gente, né, pôr no mundo, que esse mundo aqui não é um mundo fácil de viver". O Juliano citou aí a nossa filha, né, com 18 anos. Que que é 18 anos, né, para quem a gente cuidou, não é, não tá pronto paraa vida. a gente tem preocupação o que que vai ser lá na frente, será que precisa de mais cuidado? Então é o tempo todo a gente pensando e ao mesmo tempo a gente entregando a Deus, né? Dividindo o fardo com Deus para que ele seja mais leve e a gente ter esse entendimento espiritual. Porque ser não é fácil ser mãe, mas é a maior e melhor sensação de se sentir. É algo pessoal. Pergunte a uma mãe se ela voltaria atrás hoje com os filhos, né, que nos braços, né? A Rosália tá aí, amiga nossa, mãezona e cuida dos netos, vem a continuação desse amor, porque a gente conversa muito sobre isso. Aí você voltaria atrás e falar: "Não, não queria ter sido mãe". Então assim, a gente só vai entender quando a gente passar, né? Então quando vem essas gestações assim, meu Deus do céu, eu não tava planejando, né? E aí isso que a gente vai entender só lá na frente, né? E o que eu fico feliz com essa amiga que ela se encorajou, fez o exame, é mãe, o menininho tá aí, né? Já tem três aninhos já. E que alegria, gente. Tá preparando para ter mais filhos e já encorajou e já tá aí querendo ter mais filho.
iga que ela se encorajou, fez o exame, é mãe, o menininho tá aí, né? Já tem três aninhos já. E que alegria, gente. Tá preparando para ter mais filhos e já encorajou e já tá aí querendo ter mais filho. Então são as situações que a gente olha assim, fala assim: "Nossa, a dor do parto é é dor terrível". É, mas quando a gente olha os filhos da gente, né? que o amor cobra a multidão de de situações, né? Jesus fala, né? O amor cobre a multidão de pecados, né? E cobre também, né? As dificuldades. O amor cobre um monte de dificuldades que a gente possa passar. Tudo isso fica pequeno, né? Porque o amor é grande demais, né? Então tudo fica muito pequenininho, né? Pra gente, né? Ô, meu áudio que não estava conseguindo desbloquear. E algo que me me deixa assim muito muito muito animado quando eu leio essas essas lições de André Luiz é o quanto que ele consegue trazer para essa reflexão frases tão poderosas e frases tão tão marcantes igual ele ele eh nos nos chama a essa grandeza, usando expressões muito, muito, muito interessantes. Olha só o que que ele fala aqui numa passagem. As mães guardam as chaves de controle do mundo. Olha só que reflexão é essa. Chaves de controle do mundo. Quer dizer, eh, a gente quer mudar o mundo, né? A gente quer que tudo melhore. Nós queremos que tudo evolua. Queremos chegar eh na paz, na justiça, no respeito. Queremos chegar assim nessa plenitude, ter uma vida material, que seja uma vida que seja uma vida satisfatória, né? Satisfatória. E André Luiz, ele olha a frase que ele usa, né? As mães guardam as chaves de controle no mundo. E aí isso nos dá um direcionamento a respeito realmente do nosso papel. nosso papel em meio a tantas pessoas que estão enxergando tantos problemas a serem resolvidos no mundo todo, né? E ao mesmo tempo tantas pessoas causando tantos transtornos no mundo devido ao seu egoísmo, a sua falta de empatia, a sua ignorância. André Luiz vem dizer: "Opa, pera aí, pela maternidade nós conseguimos transformar o mundo todo. Essa mãe que deveria estar educando
ndo devido ao seu egoísmo, a sua falta de empatia, a sua ignorância. André Luiz vem dizer: "Opa, pera aí, pela maternidade nós conseguimos transformar o mundo todo. Essa mãe que deveria estar educando melhor seus filhos. Essa mãe que deveria conhecer um pouco melhor sobre o que que é justo e injusto para poder passar para essa criança valores um pouco mais acentuados, valores um pouco mais próximos, eh, do que seria o ideal. Então ele vem eh nos conclamar enquanto pais a observar o tamanho da responsabilidade com os nossos filhos. Não é a gente criar os filhos assim do jeito que dá para que depois nosso filho vai se tornar uma pessoa que vai gritar no mundo aí querendo isso ou querendo aquilo, né? Ou vai de repente se esquivar qualquer valores morais, valores éticos. Não é nesse momento mesmo aqui, ó, de construção do indivíduo, construirmos indivíduos melhores, indivíduos que tm no coração esse ideal cristão, que tem dentro do coração esse ideal eh é um pouco mais elaborado. Então, a partir daí, o que que ele vai trazer para nós? Quantidade de experiências que as mães vão vivendo com esse processo, né? mães de de pessoa, mães que podem criar filhos muito sábios, mas ao mesmo tempo mães que podem criar filhos, né, que ele chama entre aspas aqui de idiotas, ou seja, né, pessoas sem consciência, pessoas sem ética, sem moral, que não não vão contribuir com a sociedade, pelo contrário, né, que vão ser um peso pra sociedade. Mães que se tornaram muito felizes com esse processo da maternidade e mães que tiveram uma série de desafios, que ele vai chamar aqui de desditosas, né, não foram felizes nesse processo. E ao mesmo tempo as mães que ele vai dizer, olha, foram mães muito jovens, que às vezes foram inexperientes ou que foram muito inocentes, mas que ele vai dizer que realmente são pessoas muito saudáveis mentalmente, fisicamente, mas vai ver aquelas mães também são enfermas. Ele quer dizer que não é a condição prévia que vai determinar se essa mulher vai ser mãe ou não. Qualquer mulher pode
saudáveis mentalmente, fisicamente, mas vai ver aquelas mães também são enfermas. Ele quer dizer que não é a condição prévia que vai determinar se essa mulher vai ser mãe ou não. Qualquer mulher pode ser mãe. E ele as reflexão que ele nos coloca é que tipo de mãe que a gente quer ser, que tipo de pai que a gente quer ser. A gente quer ser o sábio, não é? Que vamos criar filhos sábios ou ou nós vamos só transmitir para os nossos filhos as nossas ignorâncias? Nós vamos transmitir a nossa sabedoria, né? que tipo de modificação que eu vou fazer na minha vida para que isso seja uma coisa saudável, para que isso não me não se torne uma enfermidade, para que o meu lar não se torne um lar enfermo. Então é reflexão muito profunda sobre essa reflexão, que tipo de pai, que tipo de mãe que eu serei? O que que eu vou transmitir? Então são reflexões que vão além do pré-natal. A gente vê muito a preocupação com a saúde da mãe, né? A saúde física, os médicos muito preocupados com a parte física. alimentação, as vitaminas, o descanso, etc, etc, etc. Mas e a parte mental? A parte moral, que o espiritismo fala da parte moral, acima de tudo, né? Como eu irei moralizar essa criança que virá, como é que eu irei transformá-la num ser humano melhor para o mundo? Às vezes nas redes sociais nós ainda captamos essas expressões assim muito rasas, expressões sem nenhum fundamento, de pessoas realmente que transmitem uma ignorância muito grande. Às vezes eu me me assusto quando as pessoas dizem assim: "Ó, para que ter filhos neste mundo cruel? Para que ter filhos neste mundo que é um mundo repleto de guerras e violência, de injustiças? Para que ter filhos neste mundo? melhor não colocar crianças neste mundo e poupar a criança desse tipo de decepção. Mas é é justamente sobre isso que o Espiritismo nos esclarece. É justamente por isso que nós devemos colocar filhos no mundo. Olha aí. É justamente por isso que nós devemos ter filhos para que esses filhos modifiquem o mundo. Para que a gente não precise mais passar pela
ente por isso que nós devemos colocar filhos no mundo. Olha aí. É justamente por isso que nós devemos ter filhos para que esses filhos modifiquem o mundo. Para que a gente não precise mais passar pela injustiça, criamos pessoas justas para ocupar o lugar dos injustos. Criamos pessoas éticas para ocupar o lugar das pessoas antiéticas, porque as pessoas antiéticas elas vão, né, se afastar do mundo, vão envelhecer ou vão adoecer, vão desencarnar, voltar pro mundo espiritual e vão ter que passar por esse processo de novo. E é por isso que eu que o que o André Luiz vai dizer, olha aqui, o plano terrestre era despovoar os círculos inferiores da vida espiritual, não é? Essa explicação, como eu comentei aqui, a visão errônea das pessoas é o que André Luiz tá dizendo. Ora, seres desencarnam de todos os níveis. Seres humanos superiores moralmente, seres humanos inferiores moralmente desencarnam. Mas para que eles possam retornar e transformar a Terra num melhor, é necessário que reencarne através de uma mãe para que esse espírito moralmente superior possa auxiliar no desenvolvimento da humanidade e para que aquele que é moralmente inferior possa ter uma nova chance para quê? Se moralizar, se tornar mais ético, mais amoroso, mais responsável, mais gentil, mais esforçado na prática do bem. Então, não há como a a nós eh evoluirmos sem sem a o ideal da maternidade. E André Luiz fala isso com muita propriedade. Ele ele viveu durante muitos anos nos círculos inferiores da vida espiritual. Ele nos conta essa história lá no livro do nosso lar. Então ele ele a partir daí ele vai viver num círculo espiritual um pouco melhor que é a cidade do nosso lar com espíritos que estão moralmente em processo de amadurecimento, de reavaliação dos seus ideais. E André Luiz passa por esse processo de reavaliar seus ideais. Depois que ele passou pelos círculos inferiores, ele asende até as regiões do nosso lar. No entanto, a mensagem que traz não bastará isso para ele, para ele próprio, inclusive, né? Não
ar seus ideais. Depois que ele passou pelos círculos inferiores, ele asende até as regiões do nosso lar. No entanto, a mensagem que traz não bastará isso para ele, para ele próprio, inclusive, né? Não bastará ele aprender sobre o espiritismo, sobre Jesus, sobre a caridade, sobre as práticas mediúnicas, sobre como a gente agir melhor. Não vai bastar para ele, ele vai ter que reencarnar novamente para poder resgatar tudo aquilo que ele não aprendeu naquela vida anterior dele. Então, é um fôlego que ele ganhou no mundo espiritual, aprendendo os verdadeiros valores imortais para que ele possa numa outra existência exercitá-los encarnado numa nova mãe, numa nova família, num novo lar. Muito bonito isso, né? A gente faz essa referência muito próxima ao programa da Luiz, né? Eh, já estamos encaminhando aqui para os finais, né, do nosso estudo. E assim, a gente fica com o final aqui da nossa lição, né, que fala, André Luiz fala assim, que não surge o berço de vosso coração por acaso. Ou seja, nós somos um sonho de Deus. Então, eu não estou aqui por acaso, meus filhos não estão aqui por acaso. Então, nós somos filhos de Deus. Nós estamos aqui na terra, Deus tem algo para nós, um propósito espiritual para cada um. E André Luiz fala assim: "Mant-vos assim vigilantes e abnegadas na certeza de que se muitas vezes se poais e espinheiros são vossa herança transitória entre os homens, todas vós sereis amparadas e sustentadas pela bênção do amor eterno, sempre que marchardes fiéis a excelsa paternidade da providência divina". Então assim, eu acho que não tem como a gente não falar de Maria, a mãe de Jesus, para encerrar aqui nosso estudo, porque ela deu seu sim. Ela quando foi ali com esse pedido, né, de trazer Jesus aqui paraa terra nessa tarefa grandiosa que ele trouxe, né, a missão dele de nos salvar através do seu evangelho, um evangelho de amor. Maria disse sim. Então, todas as vezes que a gente vê uma mãe, uma mulher gestando, né, uma criança, ela disse sim, mesmo com medo,
o dele de nos salvar através do seu evangelho, um evangelho de amor. Maria disse sim. Então, todas as vezes que a gente vê uma mãe, uma mulher gestando, né, uma criança, ela disse sim, mesmo com medo, mesmo com dúvida, mesmo com panto, né, ou com alegria. Então, e a gente continua cuidando os nossos filhos. Nós estamos dizendo sim para Deus, para Jesus. E a gente que a gente possa ter essa fé que nós não estamos desamparados nessa nossa tarefa, nessa nossa missão, né? Maria teve aí o anjo com ela durante todo o tempo, do início ao tempo todo aí durante a a sua caminhada como mãe. Nós lembramos de nós, né? Nós também não estamos desamparados na quando a gente fala assim que a quando a gente estuda, né? Quando nós estamos cercados por uma nuvem de testemunha, essa nuvem espiritual, quem que é essa testemunha aqui na terra por nós, né? Quem que é um espírito de bondade que nos acompanham nessa tarefa aqui da maternidade? Porque se nossos filhos são espíritos, eles também têm aí seus seus tutores e eu também tenho os meus. Então nós não estamos nessa tarefa sozinhos, né? Nós temos aí uma parentela espiritual que torce por nós. Então esse meu filho aqui, ele tem seus tutores espirituais que querem que ele avance. Eu conheço os meus filhos hoje aqui. Agora, de quantas vidas nós nos conhecemos, nós não sabemos. Nós não sabemos de onde a gente veio, para onde a gente vai. E a gente também não sabe dos nossos filhos. Mas então Deus sabe de cada um de nós e nós não estamos aqui de forma aleatória, né? Nós somos um uma nós temos uma meta, um objetivo, né? concluir aqui na terra, mas nós não estamos sozinhos, como Maria, né, trouxe aí também nessa essa visão da aceitação, né, quando ela fala que ela é a serva do Senhor. Eis-me aqui, Senhor. Então, que nós colocamos coloquemos também, né, dessa forma a nossa maternidade. Vamos olhar aí com carinho o que é que esse espírito, o que é que esse filho, o que é que essa filha ela nos pede. E aí a gente aceitar nessa situação, né? Aceitar a tarefa, aceitar a proposta de
ade. Vamos olhar aí com carinho o que é que esse espírito, o que é que esse filho, o que é que essa filha ela nos pede. E aí a gente aceitar nessa situação, né? Aceitar a tarefa, aceitar a proposta de cada um aí que nos exige muitas vezes aí paciência, renúncia e sem contar que essa renúncia ela só traz progresso para nós também. É porque quando eu me coloco no no caminho correto, né, que o Vilan até falou, eu começo a o quê? A também buscar novos caminhos para mim. Então a gente pensa assim: "Ah, não, mas ter filho, a gente exige paciência. São virtudes, né? Tolerância é virtude e é virtude conquistada". Então esse é o nosso testemunho, né? Nós estamos nessa linha de essa via de mão dupla, nós estamos ajudando um espírito a evoluir e nos evoluindo. Nós estamos juntos porque nós ainda não temos essa evolução. Nós não estamos ainda nessa nessa condição espiritual elevada. Por isso nós estamos juntos aqui passando aí pelas provas da vida e evoluindo no meio do caminho, né? tamanho é o amor de Deus por nós. Eu encerro minha fala aqui. Jando, você gostaria de falar mais alguma coisa que já deu nosso horário aqui? Consegue de falar? >> É isso. Eh, é uma mensagem de fé, é uma mensagem de esperança, é uma mensagem que vem nos tirar do terra a terra. Terra a terra é uma expressão que Allan Kardec usa e que Andra Luiz gosta muito de usar também, né? para que a gente consiga enxergar um pouco além. Vamos enxergar um pouco além. Tem um motivo para tudo. Olha o que André Luiz vem finalizar aqui para nós nessa nessa mensagem. As mães, vasos eleitos para a luz da reencarnação. Não surge o berço, o berço de vosso coração por acaso. Então, é a gente compreender que nós fazemos parte, nós fazemos parte de um plano maior. Nós fazemos parte desse plano. Deus age através de nós. Deus muda o mundo através de nós. E André Luis dizer, pois então, muito mais importante a do que a gente querer mudar o mundo com as nossas próprias mãos, nossas próprias ideias, nossa própria vontade. André Luiz Vind,
através de nós. E André Luis dizer, pois então, muito mais importante a do que a gente querer mudar o mundo com as nossas próprias mãos, nossas próprias ideias, nossa própria vontade. André Luiz Vind, calma. Existe já um caminho muito harmonioso que Deus criou para todos nós, para que o mundo possa ser modificado de maneira pacífica, só que de forma muito poderosa. a maternidade esse ferrament essa ferramenta, essa ferramenta para que a gente possa transformando o mundo através de cada pessoa, um por um que vai nascendo, já vai nascendo com essa grande possibilidade de se tornar uma pessoa que vai agir de maneira diferente, né? É como o Espiritismo nos ensina, como é que eu vou mudar o mundo? Primeiramente, mudando a mim mesmo. Se cada pessoa mudar a si mesmo, o mundo se transforma. Se cada mãe mudando a si mesmo pode contribuir com a mudança do filho, já são duas pessoas. Se tiver mais de um filho, um vai sendo uma pessoa a mais, né? Que essa mãe, que esse pai vai auxílio modificar para que agindo de maneira correta, nós não precisamos brigar mais uns com os outros. Quantas, né, pessoas no mundo estão aí brigando e lutando e gritando. Se cada mãe, cada pai tivesse auxiliado o processo de transformação do filho, não haveria uma injustiça acontecendo que precisasse outra pessoa brigar por causa da justiça. Não haveria uma violência acontecendo para que outra pessoa precisasse brigar para ter paz. Então, elas lição em profundidade. É isso que a lição quer nos dizer. Mudamos o mundo, mudando a nós mesmos. Mudamos o mundo educando melhor as nossas crianças. A nossa participação, na verdade, maior de todas, a mais importante é essa. É essa. Então, eh, e esse valor el não pode se perder, né? O que a gente tem visto no mundo são pessoas remediando situações que não foram tratadas lá no início, né, quando a criança nasceu e criaram-se pessoas, né, que trazem tantos problemas e de sabores ao mundo, que têm sido confrontados por pessoas tão desequilibradas quanto estas, né? E tudo
á no início, né, quando a criança nasceu e criaram-se pessoas, né, que trazem tantos problemas e de sabores ao mundo, que têm sido confrontados por pessoas tão desequilibradas quanto estas, né? E tudo começou onde? Quando Luiz me dizer, vamos voltar aqui a raiz da questão, lá no início de tudo, né? Começou com o quê? Com a mulher grávida, com ar, né? E tudo poderia ter sido melhor, poderia ter sido um lar melhor, poderia poderiam ter havido os pais melhores, poderiam ter havido uma uma situação que gerasse seres humanos melhores no mundo, né? Então é isso, né? A lição do André Luiz é como sempre o Espiritismo nos faz, é nos é olhar pra gente mesmo, né? O Espírito sempre nos coloca para olhar para nós mesmos, não ficar olhando pro outro. O Espirito sempre diz: "Olha, você quer corrigir o outro, mas e você? Você tá perfeito? Você tá bem? Como é que está aí na sua casa? Como é que tá aí no seu casamento? Como é que tá aí com seus filhos? Como é que tá aí essa turma nossa? Como é que tá aí essa turma nossa, né? Né? Então, André, isso que a André Luiz quer dizer. Vamos cada um cuidar das nossas turminhas aí em primeira instância, né? Para que a gente possa eh cultivar uma humanidade melhor no futuro, né? A gente é isso. Eu vou quero encerrar aqui com eh essa minha fala, né? Queridão, se você tiver à vontade, quiser pode fazer a prece então pra gente encerrada. Então vamos caminhando aqui então pro nosso encerramento e agradecer a oportunidade de estudarmos a doutrina espírita com esse olhar evangélico, com esse olhar de Jesus que nos traz paz, equilíbrio, nos mostrando porque nós estamos aqui nessa terra, qual que é o nosso objetivo real, nos aproximando da nossa verdade espiritual, agradecendo assim, Senhor Jesus, a bênção da vida para que nós possamos entender que em todos os momentos na nossa caminhada, nós temos um uma oportunidade de evoluir, oportunidade de nos aproximarmos de Deus, buscando o desenvolvimento das virtudes que nós necessitamos ainda. Por isso, Jesus,
os momentos na nossa caminhada, nós temos um uma oportunidade de evoluir, oportunidade de nos aproximarmos de Deus, buscando o desenvolvimento das virtudes que nós necessitamos ainda. Por isso, Jesus, pedimos a tua presença no nosso lar nesse momento, para que possamos ter a sensibilidade de sentir em todos os os instantes, muitas vezes, de dificuldades nas nossas vidas, sentir a tua presença amorosa. Muitas mães nesse mundo tem o coração cheio de amor, de bondade, mas encontram tantas dificuldades, Senhor, que essas mães muitas vezes na dor, muitas vezes, Senhor, doentes, desprovidas, desprovidas de do pão para seus filhos. Senhor possa, Senhor, tocar os corações amorosos e bons para ajudá-las nas suas tarefas. E assim, Jesus, cuida da nossa humanidade inteira. Cuida dos filhos, cuida dos pais, cuida das crianças, cuida dos idosos, Senhor, trazendo para nós, mestre, a força no nosso dia a dia. Cuida de cada um de nós hoje, agora e sempre. Que assim seja. Nós agradecemos assim a presença de todos os os nossos irmãos aqui presentes, que nós tenhamos aí uma semana agradável e sentindo a presença de Jesus que está sempre conosco. Que essas lições que nós estudamos sejam um preparo para as nossas vidas. Muitas vezes passamos por dificuldades, mas são provas, né? São testes, são provas, mas ter a certeza que nós não estamos sozinhos. Eu deixo aqui um abraço a todos e uma um ótimo domingo. >> Muito obrigado também pela presença de todos, viu? Gostei muito do estúdio de hoje. Vou mandar um abraço aqui então pros nossos irmãos que ainda estão conosco aqui, né? A Rosália, a Tânia, a Sônia, o Marcos, nosso irmão Marcos. Fizemos um estudo maravilhoso aqui alguns dias atrás, né? Eu, Eliane Marqu foi um estudo muito bom, né? Um grande companheiro de trabalho nosso aí. E que vocês tenham uma boa semana. Vou fazer das palavras da Helena e as minhas também. Esse é de semana e até que vem.
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