Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 37 | 16.11.25
Estudando com Jesus | 16.11.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 37: Tranquilidade Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Olá a todos. Um excelente dia, um excelente domingo. É uma satisfação muito grande estar de volta aqui a mais um programa Estudando com Jesus, mais um estudo da obra o espírito da verdade. Hoje o capítulo 37, tranquilidade. Então vamos já iniciar aqui eh esse nosso programa de hoje, já convidando aqui a minha companheira da vida, Eliane, para dividir aqui o espaço conosco nessa live. Bom dia, tudo bem? >> Bom dia. Bom dia a todos que nos acompanham. É sempre uma alegria estarmos aqui e estudarmos esse capítulo hoje do livro Justiça Divina. Justiça Divina, não, Espírito da Verdade. Justiça Divina foi um livro que nós estudamos. E olha, nós queremos assim uma contribuição de todos que puderem mandando aí no chat eh opiniões, cada um tem uma visão, isso só enriquece aqui o nosso estudo. >> Muito bom. Bom, então vamos lá, né? O capítulo hoje é o nome dele é tranquilidade. Vai falar muito sobre essa conquista da paz, os caminhos, alguns dos caminhos principais para a paz. E é uma lição de André Luiz muito interessante hoje, que a gente tá vivendo num mundo onde as pessoas andam tão aflitas, né? andam tão assim preocupadas com tanta coisa, se irritando com tanta facilidade. É um cabelo que ele vai nos ensinar o seguinte: "Olha, como é que a gente vai conseguir essa tranquilidade, essa paz de espírito, a paz de consciência pra gente viver melhor, pra gente focar no que é mais importante, evitar essas perdas de tempo aí nossa nessa vida, né? Então eu já quero convidar todos aqui para a nossa prece inicial já pra gente se preparar mentalmente, psicologicamente, espiritualmente para poder, né, compartilhar desse estudo aqui. Fechando os nossos olhos, vamos então buscar nos pacificar. Hoje a lição fala de paz. Então vamos buscar nesse início aqui essa serenidade para que a gente possa aprender essas lições que vem lá do alto, lições que vem do mundo espiritual, lições que vem de pessoas que viveram a vida material, viveram a vida espiritual e retorno para nos contar. Amado mestre Jesus, muito obrigado,
que vem lá do alto, lições que vem do mundo espiritual, lições que vem de pessoas que viveram a vida material, viveram a vida espiritual e retorno para nos contar. Amado mestre Jesus, muito obrigado, Senhor, por mais essa oportunidade bendita de estarmos aqui, Senhor, nos iluminando um pouco mais hoje, iluminando os nossos lares, iluminando as nossas famílias, nos conectando nesse momento que para nós é tão sagrado. Este estudo que para nós é um verdadeiro culto do evangelho no lar. Senhor, nos abençoa, nos protege, transforma a nossa casa numa extensão da nossa casa espírita, Senhor, um templo de paz, de amor, de fraternidade, de alegria. Rogamos por todos que estão presentes aqui nesse momento e também por aqueles que sofrem nesse instante. E possamos assim vibrar muita luz para todos aqueles que estão de redor dos nossos lares, espalhando um pouco mais dessas energias positivas, dessas vibrações amorosas aqui por toda parte, Senhor. Muito obrigado. Que assim seja. >> Que assim seja. Então, vamos dando início ao nosso estudo de hoje, a lição 37 da obra O Espírito da Verdade, de autores diversos. E nós temos aí as psicografias dos médiuns Francisco Cândido Xavier, nosso querido Chico, Chico Xavier e Valdo Vieira. E quem nos escreve hoje é André Luiz. Então começa assim: tranquilidade. Comece o dia na luz da oração. O amor de Deus nunca falha. Aceite qualquer dificuldade sem discutir. Hoje é o tempo de fazer o melhor. Trabalhe com alegria. O preguiçoso, ainda mesmo quando se mostre num pedestal de ouro, de ouro maciço, é um cadáver que pensa. Faça o bem quanto possa. Cada criatura transita entre as próprias criações. Valorize os minutos. Tudo volta com exceção da hora perdida. Aprenda a obedecer no culto das próprias obrigações. Se você não acredita na disciplina, observe um carro sem freio. Estime a simplicidade. O luxo é o mausoléu dos que se avizinham da morte. Perdoe sem condições. Irritar-se é o melhor processo de perder. Use a gentileza, mas de modo especial
erve um carro sem freio. Estime a simplicidade. O luxo é o mausoléu dos que se avizinham da morte. Perdoe sem condições. Irritar-se é o melhor processo de perder. Use a gentileza, mas de modo especial dentro da própria casa. Experimente atender aos familiares como você trata as visitas. em favor de sua paz, conserve fidelidade a si mesmo. Lembre-se de que no dia do Calvário, a massa aplaudia a causa triunfante dos crucificadores, mas o Cristo, solitário e vencido, era a causa de Deus. >> Muito bom, né? Muito bom mesmo. E são várias as instâncias em que André Luiz nos convida a repensar assim a a as nossas atitudes diárias, a nossa maneira de enxergar o mundo. Então eu acho tão bom assim ele fazer esse passo a passo que ele é quase didático, né? Então ele chama lição de tranquilidade e ele já começa falando, olha, ao acordar, ao acordar, faça uma oração. Ao acordar, busca o amor de Deus, porque esse não tem erro. Esse aí não vai ter nenhum tipo de dificuldade para iniciar o nosso dia, né? E mais do que isso, ele fala, olha só, eh, não é apenas a luz do sol que ela vai iluminar a nossa manhã. É a luz o quê, né? é a luz divina, é a luz que vem com a oração. Então, primeiramente, é a luz que a gente emite ao eh acordarmos com essa disposição, com essa fé maior, com essa esperança maior, com essa boa vontade maior. Então, a gente já acorda emitindo essa luz que que primeiramente nos beneficia para que a nossa luz busque a a luz divina. a gente emite a nossa luz para que a nossa luz chegue até Deus e Deus possa nos iluminar de volta, né? Então é uma conexão bonita essa que ele propõe aqui no começo, né? Quando ele fala de luz, de oração, é nessa, é nessa visão, nessa visão bonita. E a partir daí, sim, após essa iluminação, olha como é que é interessante, né? Nós vamos observar que vai haver um encadeamento entre todos os itens que ele coloca. Então, o primeiro passo é a gente, né, emitir essa luz para que Deus possa nos iluminar também. Depois que somos iluminados por Deus, aí sim ele vai
m encadeamento entre todos os itens que ele coloca. Então, o primeiro passo é a gente, né, emitir essa luz para que Deus possa nos iluminar também. Depois que somos iluminados por Deus, aí sim ele vai propondo as ações subsequentes. Mas a gente tem que lembrar que o primeiro passo é a gente buscar a luz divina através da oração, da fé, dessa conexão com Deus, porque senão fica o resto mais difícil. Se a gente não tiver essa iluminação, o resto vai ficar mais complicado, porque logo em seguida, o que que ele vai falar? Aceite qualquer dificuldade sem discutir. É tempo de fazer o melhor hoje. É o tempo de fazer o melhor. Então vocês vão reparar, sem a luz divina do início, tudo fica mais difícil. Como é que eu vou aceitar uma dificuldade sem ter essa fé, sem ter essa luz, sem tá um pouco mais iluminado, vem uma dificuldade, como é que eu vou me relacionar com essa dificuldade, né? Então ele diz: "Olha, eh, a qualquer momento, a qualquer hora, é é o é o ponto pra gente fazer o o melhor que a gente puder, a gente dá o melhor de nós a qualquer momento. E com certeza, né, toda dificuldade ela nos propõe fazer o melhor, né? Porque a dificuldade é exigente. Toda dificuldade é exigente. Nossa, exige sair da nossa zona de conforto e às vezes fazer algo que a gente nunca fez, tomar uma decisão que a gente nunca tomou. >> tem uma disposição emocional que a gente nunca teve e dificuldade elas são inúmeras na nossa existência, né? Então já quero dar esse ponto de partida inicial falando justamente dessa importante da gente se iluminar no no primeiro momento do dia, porque a gente não sabe o que que vem pela frente, né? E André Luiz vai depois tudo disso, ele vai falar de várias situações, né? Vem a dificuldade, vem o trabalho, vem a vem a necessidade da gente fazer bem em algum momento, né? da valorização das nossas das nossas horas, dos nossos minutos. >> É isso mesmo, né? Importante como ele nos coloca nesse trabalho, nesse esforço pessoal. Olha só, tem que começar de nós a buscar
né? da valorização das nossas das nossas horas, dos nossos minutos. >> É isso mesmo, né? Importante como ele nos coloca nesse trabalho, nesse esforço pessoal. Olha só, tem que começar de nós a buscar essa tranquilidade, começar o dia na luz da oração. Ou seja, é o nosso passo, é nosso esforço pessoal. Eu gosto muito daquele livro, aquela obra Sinal Verde do André Luiz e ele fala que que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe. E ele fala, né, em relação assim ao acordar. A mensagem é essa, né, ao acordar. Então, buscando essa conexão com Deus, organizando o nosso dia, ele vai falar aqui na na mensagem também sobre disciplina. Disciplina tem a ver com organização, obediência aos deveres. Então, é importante aqui a gente saber que, olha, o amor de Deus nunca falha. Mas olha só, então o primeiro passo é nosso, né? começar o dia o quê? Nos sintonizando com Deus. Porque viver aqui na terra não é fácil, né? que quando a gente acorda, já tem que trabalhar, já tem que buscar eh todas as ferramentas materiais, porque nós estamos num corpo físico. Então, quando André Luiz nos propõe essa tranquilidade, não quer dizer que nós vamos ter paz o dia todo. Mas olha só, o sinônimo de tranquilidade é paz, é bem-estar, calmaria, calma, brandura, equilíbrio. Olha só, equilíbrio nas situações do dia, né? A mansidão, olha tanta coisa que pode ser, né? Sossego, serenidade, suavidade. Mas para isso é preciso o quê? Ter uma ação nossa diante de tudo que vai vir. que nós estamos no mundo, nós estamos em movimento, nós estamos com pessoas, convivências às vezes difíceis, às vezes mais, né, mais fáceis, mas nós sabemos o que que nós vamos encontrar lá na frente. Então, quando Jesus lá na obra eh na obra no Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec ele traz aí como referência para nós o buscar e achareis. Quando Jesus fala pra gente não não nos afadigarmos pela posse do ouro. Então, começou o dia, que que é que tá nos fadigando, né? As questões materiais, né? O que que é, que que eu
buscar e achareis. Quando Jesus fala pra gente não não nos afadigarmos pela posse do ouro. Então, começou o dia, que que é que tá nos fadigando, né? As questões materiais, né? O que que é, que que eu tenho, que que eu preciso? Então, calma, né? Tenha mais serenidade, mais tranquilidade, cuidar de um dia de cada vez, né? Quando Jesus fala, ó, não vos afadigueis por possuir ouro ou prata, não prepareis saco para viagem. Ou seja, Jesus quer falar o quê, né? Não se preocupe com muitas coisas, com o futuro. Portanto, aquele que trabalha merece ser sustentado. Olha só, tanto que você é bonito. Aí já entra, né, a ideia da disciplina, daquilo que a gente merece. Porque se nós trabalhamos, nós estamos dispostos a cumprir com os nossos deveres terrenos, Jesus quer nos falar que nada vai nos faltar. Isso tem que ter muita fé e muita eh fé e compromisso, né? Porque a fé não é só acreditar, a fé é ação. Então a gente observa aqui que André Luiz ele quer nos colocar diante dos nossos deveres. Então acorda, ore, se prepare, porque aí Deus também age. Olha só que interessante, né? Então faça a sua parte primeiro, né? é o ajuda-te a ti mesmo, ajuda e o céu te ajudará. Então a gente encontra só nessa primeira parte aí muitas muitas informações, né, que nós precisamos, né? Então aceite, olha só, aceite qualquer dificuldade sem discutir. É uma ação nossa. Como eu lido com a dificuldade que chega? Como eu lido com algo de ruim que me acontece? Então, tudo vai depender de mim. Eu acho interessante quando a gente pensa assim, será que tudo depende de mim para dar certo? Isso é bom ou é ruim? Olha só. Então, a gente precisa entender que tudo depende de nós, mas e Deus nessa parte toda, né? Então a gente se coloca como se tudo dependesse de nós. E aí tudo depende de Deus também. Deus permitir. A gente pode fazer um milhão de coisas para que aconteçam, mas se não for na permissão de Deus nada acontecerá. Olha só. Mas às vezes não da forma que a gente quer, mas a forma que ele quer. E ele vai trazendo aqui, né? Trabalhar
de coisas para que aconteçam, mas se não for na permissão de Deus nada acontecerá. Olha só. Mas às vezes não da forma que a gente quer, mas a forma que ele quer. E ele vai trazendo aqui, né? Trabalhar com alegria. Olha, o sentimento naquilo que a gente faz. Não importa se é simples, se é algo eh maior, mas com alegria, então com aceitação e para que a gente possa entender aquilo que nós estamos fazendo. Eh, eu ainda eh consigo compreender aqui quantas lições espíritas podem ser amplas. Quando o espiritismo fala em trabalho, a lei do trabalho, eh, que a gente vai encontrar lá no livro dos espíritos, a gente vai ver que trabalho é tudo que é útil, tudo que produz alguma coisa de útil, é considerado trabalho, né? Não é apenas o trabalho material que ele traz aqui pra gente, né? Não é só o ganha pão, né? Lavar a louça é um trabalho, cuidar de uma criança é um trabalho, né? Tirar terra de aranha de casa é um trabalho, tudo é trabalho, né? Na visão espírita, né? Tudo é útil. Nos põe em movimento, nos põe em movimento, nos ensina alguma coisa. Não é à toa que ele logo lá à frente vai falar sobre disciplina, né? poucos itens à frente. Então, ele vai iniciando esse encadeamento assim de assuntos. E ninguém tá isento do trabalho, né? Eu gosto muito da de uma lição que tá no capítulo 25 do Evangelho, que vou falar muito sobre trabalho. Se Deus houvesse exentado do trabalho o corpo do homem, seus membros se teriam atrofiado. Se tivesse exentado o trabalho da inteligência, o espírito humano teria ficado na infância. Então, quer dizer, o trabalho é pro corpo e ele é paraa mente também, paraa inteligência nossa. pro nosso corpo não atrofiar. Então, a gente tem que se movimentar, andar, levantar coisa, habilidades manuais, temos que desenvolver. E a inteligência da mesma forma, né? Problemas vão aparecer pra gente resolver, pra gente quebrar a cabeça mesmo, não é? Faz muito sentido com que ele mesmo começa a a falar quando ele inicia, né? Ou seja, dificuldade e aí vem o trabalho. Aí no capítulo 25,
er pra gente resolver, pra gente quebrar a cabeça mesmo, não é? Faz muito sentido com que ele mesmo começa a a falar quando ele inicia, né? Ou seja, dificuldade e aí vem o trabalho. Aí no capítulo 25, ele vai falar assim: "É dificuldade para colocar a nossa cabeça para funcionar". >> para tirar o nosso espírito da inércia, da infância espiritual, né? Como diz Allan Kardec lá no no Evangelho capítulo 25. Eu acho bacana, sabe o como que André Luiz ele ele dialoga bem com Allan Kardec, ele vai falando aqui as lições, aí que a gente vê no evangelho, a gente vê um raciocínio muito parecido que já vinha de longa data. Eu acho bacana esse diálogo entre os dois. E logo a seguir, então ele vai falar o seguinte, né? a importância de fazer coisas boas quando nós temos a oportunidade de fazer o bem. Ou seja, fazer coisas boas, né? Sermos benevolentes, sermos positivos, pensarmos o bem, ou seja, sermos otimistas e fazer o bem, ou seja, ser útil, né, o quanto a gente possa. Então, ele vem dizer que não é mais do que pensar, é mais do que fazer. Tudo isso faz parte de viver o bem, né? Se eu estou pensando positivo, com otimismo e tô aproveitando bem, é o momento para poder fazer o meu melhor, né, e de forma eh a alcançar um progresso, uma utilidade, isso vai definir se eu sou bom ou não. Eu acho bacana André, essa posição do André Luiz, né? Quer dizer, você é bom ou não? A pergunta de André Luiz que ele deixa implícita aqui. Bom, vejamos o que essa pessoa tá fazendo. Se ela faz coisas que são boas, além de ficar pensando, além de ficar planejando, além de ficar estudando, o fruto da vida dela, são bons frutos. Ou seja, né, na na hora da amizade, essa pessoa tem sido um bom amigo, na hora da vida familiar tem sido um bom pai, uma boa mãe, um bom irmão, um bom filho e etc. no trabalho, tem produzido coisas boas lá, né? Ou a gente é aquele tipo de pessoa que só dá dor de cabeça onde a gente vai, né? A gente só traz encrenca, a gente só traz preocupação, discussão, exigência demais. E aí vai dizer: "O que
boas lá, né? Ou a gente é aquele tipo de pessoa que só dá dor de cabeça onde a gente vai, né? A gente só traz encrenca, a gente só traz preocupação, discussão, exigência demais. E aí vai dizer: "O que que essa pessoa tá fazendo de bom?" Aí tem gente que a gente conhece aí que que a gente pergunta, mas o que que essa pessoa tá fazendo de bom? Demoramos encontrar alguma coisa de boa que essa pessoa tem feito, né? Além de de trazer mais complicações onde essa pessoa está, né? É um ressurso de de André Luiz, né? Não basta a gente querer entre o querer e o e o e a materialização daquilo que a gente quer, tem um longo caminho, né? E esse caminho que vai defender é o é o tal do fruto, como diz Jesus. E logo à frente, quando ele fala da importância de que a gente execute coisas boas na vida, ele vai falar da valorização do tempo. A hora perdida não volta. Tudo volta, menos a hora perdida. Eu achei tão profundo. Ontem eh nós estávamos repassando por um por uma última vez essa lição aqui em casa, né? E nós ficamos assim, gente, tudo volta, mas tudo é muita coisa, né? Tudo, tudo. Quer dizer, cada ação minha, ela tem um reflexo que eu que vai retornar de alguma forma no futuro, né, Eliane? É uma coisa nesse sentido, res nesse sentido, não é? Quer dizer, tudo volta, mas tudo coisas boas também voltam. Uma gentileza que eu fiz volta. Uma ofensa que eu, né, executei aqui, pode ser que ela volta. uma preguiça, pode ser que ela volta na forma de alguma coisa que vai me estar ausente na minha vida no futuro. É disso que André Luiz tá falando. E aqui eu destaco esse ponto aqui porque de repente ele começa a se aprofundar a partir desse item cinco, ele começa a a sabe, eu acho que ele vai, eu achei engraçado essa essa lição porque ele vai nos aquecendo, né? De repente ele aprofunda, logo na metade da lição ele aprofunda e começa a nos exigir um pouco mais de de reflexão, uma reflexão mais demorada. Tudo volta, o meu tempo não volta, mas tudo volta. Quer dizer que o seguinte, se eu se eu não aproveitar muito bem
funda e começa a nos exigir um pouco mais de de reflexão, uma reflexão mais demorada. Tudo volta, o meu tempo não volta, mas tudo volta. Quer dizer que o seguinte, se eu se eu não aproveitar muito bem esse tempo, vai passar e não dá para me recuperar ele e que vai voltar de alguma forma. o meu tempo perdido, perdido na inconsciência, perdido eh naquilo que eu deixei de fazer ou no que eu fiz mal. Não tem como eu eu resgatar e falar assim: "Opa, deixa eu voltar aqui para poder refazer." Não, é só lá na frente. Eu vou pegar o reflexo disso, o reflexo disso. E André Luiz começa a ficar muito mais filosófico aqui a partir dessa dessa questão e e realmente ele toca num ponto muito profundo, né? Nossa, que que eu fiz errado ontem que vai voltar para mim depois, hein? >> O que que eu esqueci, eu ignorei, que vai depois lá na frente topar comigo, né? Essa semana nós conversávamos aqui em casa sobre algumas coisas que as nossas crianças nos falavam quando era pequenos, né? Às vezes, né? Criança às vezes tem aquela intolerância porque pequeno é imaturo, né? Uma birra, uma coisa, né? E falava uma coisa, aí a gente corrigia. Aí eu lembro que a gente depois que os nossos filhos cresceram tinham alguma algumas coisas que a gente falava para eles, né? Olha, quando você era pequeno, você falava isso para mim, né? E os nossos filhos falavam assim, eu falava como é que é isso e eu não me lembro disso, né? Não me lembro. Ué, a gente é, você falava desde frente, né? E o e a criança fica até constrangida, né? Quando a gente retoma, né, essas coisas do passado, né? Nossa, nem imag, né? Porque tem coisa que às vezes a gente fala na inconsciência e faz na inconsciência que a gente não nem guarda isso, nem tem l memória disso. A gente o exemplo da infância porque é um exemplo muito comum, porque criança esquece as coisas que faz, né, as inconsequências, né, e tal. Depois de adulto, quando a gente começa a lembrar, olha, você quando era pequeno era assim, né? Às vezes a a o nosso jovem, né, fica
iança esquece as coisas que faz, né, as inconsequências, né, e tal. Depois de adulto, quando a gente começa a lembrar, olha, você quando era pequeno era assim, né? Às vezes a a o nosso jovem, né, fica pensativo sobre isso, né? Mas nós também temos inconsciências da infância. Então, quando a gente tem inconsciente do que faz, aquele momento passou e não volta. Mas na frente alguém pode nos confrontar, né, e dizer: "Olha, pois é, eu lembro de quando você falou isso para mim". A gente fala assim: "Mas eu falei, eu devia esto." Quantas vezes, né? Alguém já falou isso para mim, você fez isso ou fez aquilo. Até aqui em casa mesmo. Eu falo assim: "Gente, eu falei uma coisa dessa, eu fiz isso, não é possível. Não é possível que eu p uma coisa dessa." De vez em quando a gente conta situações na nossa vida, não é? Você fala: "Gente, gente, mas eu não é possível que eu fiz uma coisa dessa, uma bobagem dessa." E às vezes a gente fez e a nossa inconsciência, nossa infância eh moral, nossa nossa nossa consciência infantil não permitiu que a gente guardasse registro disso e futuramente às vezes a gente tem que lidar, né, com a nossa inconsequência do passado. Isso é muito comum na nossa vida, mais do que a gente pensa, né? É interessante como você falou aí da lei de trabalho e trazendo a nossa juventude, vamos falar assim, né? Não propriamente dos filhos ou daqueles que estão na juventude próximo a nós, mas de nós mesmos, né? Porque, por exemplo, quando ele, André Luiz fala assim: "Trabalhe com alegria preguiçoso, ainda mesmo quando se mostre num pedestal de ouro maciço, é um cadáver que pensa." Então, olha só, trabalha para todo mundo, pro rico, pro pobre, né? Então, assim, ele nos enriquece. Se não for de ouro, que ele tá falando aqui, ó, a pessoa já tá num pedestal de ouro. Eu não preciso, né? Eu sou um herdeiro, eu tenho muito dinheiro, mas não é isso que o trabalho traz somente, não é só o ouro, o trabalho traz muitas coisas, desenvolvimento, né, intelectual, de virtude, de desenvolvimento, né, das emoções, no
tenho muito dinheiro, mas não é isso que o trabalho traz somente, não é só o ouro, o trabalho traz muitas coisas, desenvolvimento, né, intelectual, de virtude, de desenvolvimento, né, das emoções, no cumprimento também da dos deveres e também desenvolvimento de sentimento, da utilidade, traz dignidade. Olha só, a lei do trabalho é para todos. E olha só, a gente também não controla o futuro, não controla e tudo, porque as riquezas, tudo que é material é de ordem divina. Hoje pode estar rico e amanhã, amanhã ser pobre. Quantas notícias que nós temos de pessoas ricas que ficaram pobres ou pobres que ficaram ricas, ou seja, é a provação da riqueza, que é uma das mais difíceis, segundo o evangelho. Então, ser rico não é fácil, é administrar algo e tudo é de Deus. Então, a hora que Deus achar que a gente não merece mais aquilo, né, aí tira das nossas mãos, né? O dinheiro muda de mão, né? Até uma fala assim: "Olha, cuidado, porque o dinheiro muda de mão." Então, se a gente não cuida bem e é todo tipo de de riqueza, é Deus que que controla nas nossas vidas. Por exemplo, a saúde é uma riqueza. A gente tá falando aqui das da ordem material. O nosso corpo físico quando funciona e adequadamente e perfeitamente é uma grande riqueza. Imagina aí paralisar nossas pernas. Tanto que nós vamos pensar que a gente perdeu, é muita coisa para se perder. Então, tudo em em relação à questões materiais, nós estamos sendo avaliados o tempo todo, né? E aí você citou, né, o os filhos e tudo e a fala, né, da da não da da falta de consciência, né? Eu falei, eu fiz, somos nós. Se a gente olhar pro nosso passado, meu Deus, eu falava assim com minha mãe ou eu fazia isso, eu fiz tal coisa, né? A gente se envergonha. Mas a gente precisa também observar que não é sem vergonha, é se responsabilizar. Temos aí o grande exemplo que é Paulo, Paulo de Tarso, quando ele foi aí, né, eh, encontra a verdade, que que ele fez? Ele não ficou olhando pro passado dele, ele foi em frente, ele foi ser diferente. Então, de
grande exemplo que é Paulo, Paulo de Tarso, quando ele foi aí, né, eh, encontra a verdade, que que ele fez? Ele não ficou olhando pro passado dele, ele foi em frente, ele foi ser diferente. Então, de Saulo a Paulo, e isso que é importante, tem a obra do André Luiz, que é aquela agenda cristã, e ele fala justamente isso. Ele fala que nós devemos perdoar os jovens, porque nós também já fomos jovens. Olha só, nós também já agimos como os jovens. E muitas vezes nós não temos esse entendimento. Então a gente olha para um filho, não entende. Nossa, como que é isso? E por que que é assim? Por que que é tanta, né, falta de coragem ou falta de energia, para não falar preguiçoso. Mas a gente vê que até o mundo de hoje ele trabalha diferente os jovens. Então, nós estamos numa geração diferente, nós estamos num mundo diferente. Então, a gente precisa acompanhar a evolução de hoje, mas sempre ensinando a importância, ó, importância de tudo que fizer que seja com alegria, de fazer o bem que puder fazer, porque isso são situações, questões nas nossas vidas, são muito importantes. Quando ele fala, faça o bem quanto possa. Cada criatura transita entre as próprias criações. Muitas vezes nós não vamos eh gerar um efeito em um em algum lugar, em um lugar ou em alguém, mas a vida nos encontra lá na frente. Então é uma semente que nós vamos plantando, né, com o bem que nós fazemos. E aí lá na frente a gente colhe frutos. Eu gosto muito de Jesus quando ele fala que nada se perde no reino dos céus. Nada se perderá no reino dos céus. Então tudo que a gente faz tem valor. Tudo tá sendo contabilizado, mas é nos céus. Quando ele fala da recompensa, quando a gente faz o bem, né? O espírito ele faz trabalhos voluntários, né? Assim, voluntário aqui na terra, mas e para Deus? Tudo tem valor, tudo importa. Eu acho bom isso, né? Tudo importa. Um sorriso importa ou ou um valor alto de de devoção que a gente tenha importa algo que alguém vê e se que se destaca ou algo que ninguém tá vendo. Então Jesus ele
Eu acho bom isso, né? Tudo importa. Um sorriso importa ou ou um valor alto de de devoção que a gente tenha importa algo que alguém vê e se que se destaca ou algo que ninguém tá vendo. Então Jesus ele quer nos tranquilizar. Olha aí a tranquilidade naquilo que a gente faz. Ah não, não compensa fazer o bem mais não. Ninguém valoriza, ninguém dá. Não é assim? a gente tem muito, às vezes dá um uma, como que se diz assim? A gente fica indignado, né? A gente fica indignado com algumas coisas, mas Jesus quer falar: "Olha, calma, né? Tenha tranquilidade. Não é aqui que é o o o lugar de recompensa. Jesus já falou isso. Porque aquele que foi recompensado aqui na terra já recebeu sua recompensa. Então é o quer receber de na terra ou de Deus. Olha só. Então não buscar eh essa esse reconhecimento no meio dos homens. Então Jesus quer falar isso. Eu gosto também quando ele fala que não veio trazer a paz. Não vim trazer a paz para esse mundo. Trazer a divisão, trazer a espada. E é uma espada que divide muitas coisas, muitos erros, separa o erro do acerto. Olha tanto que isso é bom. Então, olha só, o cristão ele não vai ter paz porque há muito o que se fazer. Há muito que aceitar, há muito que entender, há muito que se eh eh agir. Então, quem faz o bem o quanto pode, ele tem paz o tempo todo, não tem. Porque hora ou outra tem alguém batendo na porta, tem alguém chamando, tem alguém buscando você ou te eh, como se diz, né? te provocando. Então Jesus tá falando disso. O cristão não vai ter paz mesmo. A paz não é daqui da terra. Aqui é lugar de trabalho, lugar de reflexão, lugar de ação. Muitas vezes não dá tempo da gente refletir muito, mas a gente vai refletindo no caminho. Porque se a gente começar a pensar demais no bem que se deve fazer, a gente nem faz o bem. A gente atrasa eh um o bem pro outro. Se a gente pensar, deve fazer ou não deu, será que a pessoa merece ou não? Faz, deixa Deus analisar, deixa Deus ver quem merece ou não, né? Então, se chegou até nós, o ideal, o correto é a gente fazer.
e a gente pensar, deve fazer ou não deu, será que a pessoa merece ou não? Faz, deixa Deus analisar, deixa Deus ver quem merece ou não, né? Então, se chegou até nós, o ideal, o correto é a gente fazer. Se te encontrou, é porque seria você a pessoa. Mas se não, se você não for, vai outro, né? É isso que ele quer dizer, né? Faça o bem quanto possa. Porque muitas vezes, olha, eh, tudo aquilo que a gente recebe também são de pessoas que a gente nem imaginava. Pessoas desconhecidas nos beneficiam, nos ajudam. Fal, nossa, como que essa pessoa me ajudou? Quem é essa? Não importa. Tá vendo? Nós giramos em torno de tudo que é necessário para nós. Nós estamos diante de pessoas, mas pessoas que foram eh direcionadas por Deus, pelo universo, né? Então, ou seja, por tudo aquilo que a gente fez, né? Então, se a criatura transita entre as próprias criações, isso nos tranquiliza. Isso é uma questão assim que traz tranquilidade para nós, né? Sim. E nesse caminho de compreensão, André Luiz, ele vai aqui nos falar sobre obediência, obediência e disciplina, para que a gente possa ter esse equilíbrio. Então, André Luía falar assim: "Olha, obediência a Deus, ela não está desvinculada da obediência ao mundo, pelo contrário, são expressões uma da outra". Então ele inicia pela as nossas obrigações diárias, aquilo que o evangelho vai chamar pra gente de dever, né? Dever. Capítulo 20, não, opa, desculpa, capítulo 17 do Evangelho. Devergação moral, primeiro para consigo mesmo, depois com os outros. Então, André Luis nos falar, nos fala desse dever. cumpre o seu dever. E aí sim, nesse cumprimento, nós deveremos entender o que que é a obediência. É o inevitável, né? Eu tenho que trabalhar de manhã, tenho meu trabalho. Isso é uma obediência, né? E se eu faço isso compreendendo a importância, aí sim eu vou alcançando outros valores, né? Por exemplo, a resignação nessa compreensão, né? E aí meu coração pacifica nessa compreensão de que isso é necessário, isso é importante e assim para que tudo que acontece na nossa vida. Tem pessoas
? Por exemplo, a resignação nessa compreensão, né? E aí meu coração pacifica nessa compreensão de que isso é necessário, isso é importante e assim para que tudo que acontece na nossa vida. Tem pessoas que tem problema de saúde crônicos, que tem que ter uma disciplina de de, né, de tomar o seu remédio na hora certa, ir ao médico com frequência, ah, não pode comer certas coisas. Então, eh, ou tenho que ter esse tipo de comportamento durante o dia. Daí fala: "Isso é um dever seu, é uma obrigação sua, é um trabalho seu, né? É dever, é obrigação, é trabalho. Isso tem uma disciplina, isso tem uma rotina. Então, é isso que educaz, né? A visão de André Luiz é isso aí. e que a partir disso aí a gente vai forando a nossa disciplina diária. Então tem várias maneiras de ter disciplina, né? Não é só você dizer assim: "Não, eu sou pessoa disciplinada porque eu bato ponto a hora, tudo meu é no relógio, né? Meus compromissos". Não, não é, não é só isso. São várias disciplinas do nosso dia a dia. Então, o espiritismo, ele vai sempre nos tirar do mundo material para nos colocar no mundo espiritual. nesse sentido, eh, para nos aprender, nos fazer aprender com tudo que nos acontece, é uma lição paraa alma, né? Não apenas para mim cumprir metas do mundo, não, não. Meu espírito, ele tem que aprender alguma coisa nesse processo, né? Depois de anos e anos e anos de disciplina no meu trabalho, quando eu me aposentar, eu vou continuar disciplinado? Eu vou dizer: "Não, isso aqui só servia pro meu trabalho. Agora que o meu trabalho acabou, acabou a disciplina. Não preciso mais preocupar com horário, nada, não. [risadas] Não tem que preocupar em produzir nada, não. Já produziu o que eu tinha que produzir, aposentei, não vou produzir mais nada. É esse pensamento que André Luiz, ele quer nos alcançar com ele. Ah, eu tive filhos, né? Eles eram pequenos, então eu tinha esse cuidado, esse carinho, essa maneira de enxerg. Não, agora meus filhos cresceram, acabou. Não precis se preocupar mais com criança, não. Acabou. [risadas]
s, né? Eles eram pequenos, então eu tinha esse cuidado, esse carinho, essa maneira de enxerg. Não, agora meus filhos cresceram, acabou. Não precis se preocupar mais com criança, não. Acabou. [risadas] Não, não preciso se preocupar mais em em dar atenção para ninguém mais não. Eu dei atenção que eu precisava. É isso que André Luiz tá falando. Então, quer dizer, o que você viveu ficou só naquele momento, né, as horas perdidas aí que ele falou, né, volta na questão das horas live. Então eu vivi essas horas aqui, elas passaram, mas não ficou nada com você do que passou, não ficou um aprendizado, não ficou um um uma lição dessas horas que você viveu. Então elas as horas passaram e a lição ficou lá no passado, só serviu para aquele momento a lição. Aí hoje você já volta a ser uma página em branco, onde não ficou nenhum nada registrado interessante, né? É disso que a gente tá falando quando a gente fala em iluminação espiritual ou qual que é o dever, né? Nós enquanto cristãos fazemos caridade. Ah, caridade pros outros. Aí ficou lá para trás a caridade. Ela não me serviu de nada nesse momento. A caridade que eu fiz ontem não serviu para nada para mim aqui hoje. Me ensinou a ser mais gentil, ser mais empático, né? Então é isso aqui que André Luiz tá falando. Nós não podemos deixar passar essas horas, o aprendizado dessas horas, desses minutos que ele coloca aqui. A disciplina nos ensina alguma coisa, né? Cada obrigação nossa é uma lição para paraa vida eterna. paraa vida eterna, né? Eu fui pai nessa, estou fui pai, estou sendo pai, serei pai até eu desencarnar nessa existência, mas a minha experiência de pai vai ficar para sempre, né? Daqui um bilhão de anos, se alguém perguntar assim, olha como é que é paternidade, eu vou ter coisas para falar, histórias para contar, [risadas] não é? Daqui 1 bilhão de anos, alguém me perguntar, Juliano, como foi a mediunidade na terra? Eu vou ter histórias para contar. não ficou na terra comigo. Ah, você teve um casamento, Jand 1 bilhão de anos, aqui 5 bilhões de anos.
, alguém me perguntar, Juliano, como foi a mediunidade na terra? Eu vou ter histórias para contar. não ficou na terra comigo. Ah, você teve um casamento, Jand 1 bilhão de anos, aqui 5 bilhões de anos. Alguém vai me perguntar como foi o casamento na fé? Histórias para contar, histórias boas, histórias de desafio, histórias interessantíssimas, histórias otimistas de fé, de esperança, de superações. Olha que beleza. Tudo na nossa vida tem isso. Entra isso que quer falar dessa valorização que a gente tem que ter com as coisas, né? sempre e reter o aprendizado. No entanto, ele após isso nos nos transferir eh eh essa reflexão, ele vai falar o seguinte: "Tudo bem, né? Tudo isso tem que ser feito, mas com muita humildade, com muita simplicidade, tentando enxergar as coisas de maneira objetiva, racional. E ele e ele após isso ele vem falar dos problemas às vezes que algumas pessoas têm com o excesso, né? O luxo, como ele diz aqui. Quer dizer, tudo bem, nós estamos aqui falando toda essa valorização, todo esse resgate, tudo isso, né, que é importante, que a gente tem que reter esse aprendizado, que tudo isso vai ser importante para nós, né? Então, iremos reter todos esses aprendizados, ensinamentos, essa iluminação, mas que isso não nos encha de soberba. Então, Andrad, de certa forma, ele vai nos mostrando o caminho da iluminação, mas ele vai nos falando assim: "Olha, mas calma, não vamos também extravazar no pensamento que isso vai nos deixar melhor do que do que outro, hein? A medida que a gente for se iluminando, não significa que a gente vai se tornar assim exatamente melhor do que outra pessoa. Podemos falar assim: "Não, estou mais sábio, estou mais inteligente, estou mais esforçado". Mas falando agora sou melhor por sou melhor do que os outros. Não, porque todos nós somos da mesma qualidade. O que nos diferencia é o nosso esforço naquele momento, né? Não significa que eu sou melhor. Pode, eu posso dizer assim, não, eu estou um pouco mais avançado nesses aspectos. Outro tá avançado em outros aspectos.
ferencia é o nosso esforço naquele momento, né? Não significa que eu sou melhor. Pode, eu posso dizer assim, não, eu estou um pouco mais avançado nesses aspectos. Outro tá avançado em outros aspectos. Não sou melhor do que ninguém. Ah, porque eu vou ter agora sou disciplinado, porque agora eu encontrei um ritmo de vida bom, porque agora estou aprendendo a como trabalhar, como usar bem o meu tempo. Sou eu sou uma pessoa melhor do que os outros. A André Luiz põe esse freio, né, nesse freio, nessas conquistas nossas. Claro que nós somos bons em muitas coisas que outros não são e os outros serão excelentes em coisas. Nós estamos enigateando. Então, André Lu, ele quer, né, ao mesmo tempo que ele nos propõe a conquista de todos esses valores, ele diz: "Vai chegar o momento se a gente não tomar cuidado com a nossa vaidade, com o nosso orgulho, pode ser que a gente pense, né, [risadas] dessa forma, né, com essa soberba." Então, ele fala assim, ó, fria aí. Luxa é igual mausoléu. Luxo é mausoléu. Olha, por que que luxo é mausoléu? André Luiz foi aprofundando, né? Como eu tinha dito ali há alguns minutos atrás, vai aprofundando. Luxo é mausoleu, porque o luxo nos põe o quê? Vai, vai consumindo esses valores que nós conquistamos, né? A soberba vai nos colocando eh eh num pedestal que não é nosso, nos paralisando a ação. Aqui ele falou sobre o morto em vida. Ali ele ele falou super bem disso aqui. Preguiçoso é o morto em vida. Pois aí de novo ele volta nessa mesma questão. É a pessoa que vive no luxo e se deixa levar pelo luxo pode se tornar morto em vida de novo. Mas veja, a falta nos coloca mortos em viv em vida, né? A preguiça, o desânimo. Ah, não, não quero sair da minha zona de conforto, a passividade nos coloca mortes em vida. Mas por outro lado, ter tudo, ter muito o excesso é morto em vida também. É, vai te matando em vida. Pode, pode ser que te paralise também, né, os excessos. Então, é algo para se pensar. E depois ele avança, né? Depois que ele trata dessas questões, aí ele já parte
também. É, vai te matando em vida. Pode, pode ser que te paralise também, né, os excessos. Então, é algo para se pensar. E depois ele avança, né? Depois que ele trata dessas questões, aí ele já parte para um um outro valor que é o valor do perdão. Frente a todos esses desafios, pode ser que em algum momento a gente caia, a gente se sinta ofendido, pode ser que a gente se sinta mal, pode ser que alguma coisa nos coloque numa posição assim de desafio moral. E ele vai falar sobre perdão, que ele vai falar assim: "Olha, conquistou muita coisa. Cuidado com o luxo. Não perca o que você conquistou". Ele vai falar do perdão no sentido seguinte: "Olha, não perca, porque tudo isso conquistado até agora, olha o que que vai falar. A luz que veio com a oração, não é? o a aceitação da dificuldade, a vitória sobre a dificuldade, a força, né, que a gente adquiriu com o trabalho, né, a disciplina que a gente adquiriu com o trabalho, né, essa a consciência de valorização de cada minuto da nossa existência, obediência, compreensão da importância das nossas obrigações. Aí a gente adquire após isso aí, né, essa compreensão de que tudo isso faz parte de um processo, que a gente tem que ser humilde nesse processo. Temos que ser simples nesse processo. Temos que conservar o que é essencial para nós desse processo. Mas tudo pode se perder. Tudo pode se perder. Então ele fala justamente sobre o perigo de nós perdermos todas as conquistas que vem lá desde o do item 1 2 3 4 5 6 7. Quando chego, ele fala: "Você pode perder tudo isso e se irritando. [risadas] Se irritou você pode perder. Você se irritou pode perder a vontade de trabalhar. Você se irritou pode perder a disciplina. você se irritou, pode perder toda essa fé sua, essa essa essa iluminação que veio quando você acordou. É, pode perder a vontade. E aí ele fala, tem temos que aprender a perdoar como o processo de evitar a perda. Perdoar para evitar a perda. Uma rima interessante que ficou, né? Perdoar para evitar a perda. Não perdoo. As minhas chances de perder
m temos que aprender a perdoar como o processo de evitar a perda. Perdoar para evitar a perda. Uma rima interessante que ficou, né? Perdoar para evitar a perda. Não perdoo. As minhas chances de perder são grandes. Então ele faz um joguinho de palavras bacana aqui pra gente refletir depois, né? Perdoar para não perder. Vamos guardar essa frase. Eu achei essa frase muito boa. [risadas] Para mim foi uma frase que ficou marcada aqui. Perdoar para não perder. Eh, acho interessante assim, quando a gente observa assim cada item que ele trouxe, que depende muito de nós para termos essa tranquilidade, então cumprimento do dever, das nossas obrigações quando ele fala sobre isso, mas ele fala aqui, ó, de cada obrigação que nos é própria. Olha só, tanto que a gente observar a nossa própria vida, aprenda a obedecer no culto das próprias obrigações. Então não importa se o outro tá fazendo, eu tenho que fazer a minha parte. O que é que me cabe. Muitas vezes a gente tem assim aquela a, como se diz? A gente perde o sossego com muitas coisas a se fazer. Mas a gente também não consegue entender o que que é tarefa nossa e o que que é tarefa do outro. A gente perde a tranquilidade aí também. Será que a gente tem que abraçar tudo? Será que a gente tem que fazer tudo? Tem até uma eh aquele Samitiba, acho que é psiquiatra, ele já até desencarnou, já até faleceu. Fala que só tem mãe cansada porque tem filho folgado. Ó, um exemplo, por exemplo, a gente aprender a delegar tarefas, aprender a dar tarefa para o outro. Olha só, também a gente não centralizar, sabe, as coisas, ou seja, deixa, liberta pro outro também, né? Aí vem André Luiz na obra também Agenda Cristã, ele fala que irmãos em perigo é aquele que quer todo o trabalho para ele. Olha só, todo o trabalho é dele, né? às vezes numa casa religiosa ele é coordenador de tudo, ele manda em tudo. Não, o trabalho é de todos. Então, André Luiz fala: "Olha, divide a tarefa lá no agenda cristã, tá, que eu tô falando." Então, irmãos em perigo é aquele que
e é coordenador de tudo, ele manda em tudo. Não, o trabalho é de todos. Então, André Luiz fala: "Olha, divide a tarefa lá no agenda cristã, tá, que eu tô falando." Então, irmãos em perigo é aquele que quer tudo para ele. E muitas vezes a gente faz isso na nossa casa, a gente faz isso no trabalho, a gente faz isso na casa religiosa, então eu sei mais, eu dou conta de tudo e não dá. Então, André Luiz nos tranquiliza. Ó, quer tranquilidade? Aprenda a obedecer no culto das próprias obrigações. Primeiramente, saber o que que é nosso. Então, cumpre com o que é seu. Ah, mas se eu não for lá, ninguém vai dar conta. Será? Muitas vezes uma inquietude que nós como mães, temos é o seguinte: se eu morrer, que que vai ser desse filho? Que que vai ser dessa casa? Ah, mas vai dar certo, pode ter certeza. Porque todos nós somos filhos de Deus. Então, olha, buscar uma tranquilidade em relação a tudo. O que que é minha tarefa? O que que é tarefa de Deus? O que que é tarefa do meu filho, o que que é tarefa do meu marido, do meu colega de trabalho, do meu colega de meu irmão de casa espírita ou de de uma de uma religião, né, de outra religião. Então, essa tranquilidade, é o sossego que a gente tem que ter. Eu até lembro daquela obra eh eh Cartas de uma morta. A mãe do Chico Xavier, Maria João de Deus, que ela preocupada no mundo espiritual, que ela havia desencarnado, deixou as crianças pequenas. Aí o, ela tava achando que lá tava tão bonito, tão tudo tão bom no mundo espiritual, porque havia eh desencarnado com uma doença muito grave. Aí ela fala: "É, mas e meus filhos?" E aí o mentor espiritual fala para ela: "Olha, os filhos são filhos de Deus. Nós, os pais na terra somos como zeladores desses filhos. Olha só, zeladores. Agora, quem é o criador de tudo é Deus, não se preocupe. Então, essa tranquilidade que nós precisamos buscar na Terra, olha só, aprendermos a enxergar as nossas verdadeiras tarefas, se a gente também não ultrapassar o limite para que o outro também cresça, desenvolva,
tranquilidade que nós precisamos buscar na Terra, olha só, aprendermos a enxergar as nossas verdadeiras tarefas, se a gente também não ultrapassar o limite para que o outro também cresça, desenvolva, erre, que nós também erramos para aprender. Você falou aí, né, quando a gente tá aprendendo e tá ensinando, nós somos aprendizes em muitas tarefas. Somos professores em outros porque já, né, já galgamos, já exercitamos, mas ninguém nasceu pronto. Então, e ele fala, né, eu achei muito bom esse aqui que André Luiz fala: "Olha, se você não acredita na disciplina, observe um carro sem freio." Então, imagina um carro sem freio, o perigo que é, o desgoverno que é. A gente não vai onde a gente quer, a gente vai onde vai chegar. A gente não sabe onde um carro sem freio vai parar, vai chegar. Olha, então cumpre com as suas tarefas, com as suas obrigações e seja disciplinado, porque senão você não vai controlar o destino, você não vai controlar nada lá na frente. Então isso aqui é muito importante quando André Luiz fala, né? E nós vamos ter que arcar com as consequências. E aí você falou também, Juliano, sobre o perdão sem condições. Irritar-se é o melhor processo de perder, ou seja, a gente não entrar no processo da cólera, porque nós estamos no processo de aprendizado, desenvolvimento, aí a gente melhora um pouco, aí amanhã vem o quê? uma aprovação. Quando a gente acha que a gente tá equilibrado, que a gente já desenvolveu, né, o amor ao próximo, aí vem a prova. Vamos ver mesmo, se Vamos ver mesmo se você passa no teste. Vamos ver mesmo se a gente consegue eh nem perdoar, mas será que a gente consegue não se ofender com o outro? Será que a gente consegue entender o processo que o outro ainda se encontra? Então esse essa essa indignação é comum da gente ter. É normal a gente olhar para algo errado, uma uma atitude ruim e a gente se indignar. A gente tem que se indignar mesmo. A gente tem que aprender a a separar o bem do mal, a ter essa essa ideia do que que é o bem e do que que é o mal. Isso é bom
uma atitude ruim e a gente se indignar. A gente tem que se indignar mesmo. A gente tem que aprender a a separar o bem do mal, a ter essa essa ideia do que que é o bem e do que que é o mal. Isso é bom e nos protege distinguir o bem do mal. Agora a gente não pode é se irritar a ponto de perder tudo. Foi o que você falou, perder os valores morais, perder aquilo que eu já conquistei de bom. Agora eu não quero mais fazer o bem para ninguém, porque ninguém merece. Fui tão bom em muitas vezes para as pessoas, ninguém mereceu. Então agora eu vou perder todos os valores que eu conquistei. Olha só, é, eu gosto muito da frase de Emanuel naquela obra Busque Charas, que é ajuda, serve e passa. Então, ajuda, serve a todos e passa. Esquece, esquece quem mereceu, esquece. Não aguarde, né, a gratidão das pessoas. Isso é não perder tudo aquilo que a gente conquistou. Os tesouros, né, que são os tesouros espirituais que não se perdem, que Jesus fala aqui. Não, é sentimento, é valor espiritual. Então, tudo isso é muito importante. Olha só, aqui a gente vai encontrar também, eu já vou dando aqui já eh seguimento por conta até do horário, né, que ele fala: "Use a gentileza, mas de modo especial dentro da própria casa. Experimente atender aos familiares como você trata as visitas". A gente tava até conversando sobre isso ontem em relação como se fazia muito isso. Eh, antigamente, tratava muito bem as visitas e mal os filhos, as crianças, né? Tudo era o melhor para visita. Então, a melhor eh eh o melhor bolo, a melhor louça, melhor toalha de mesa eram para as visitas. Era muito assim, né? A criança tinha que entender, tinha que ser obediente, tinha que respeitar. Não que não esteja certo, não é isso, mas valores. Então a gentileza, ela é importante até no exercício para cada um de nós e até nos moldando nessa gentileza. A gente se acostuma a ser gentil. As crianças em casa costuma a ser gentis, educadas com qualquer pessoa, mas começa no lar. E aí eu me lembro assim da de Cora Coralina, que ela tem um poema muito
za. A gente se acostuma a ser gentil. As crianças em casa costuma a ser gentis, educadas com qualquer pessoa, mas começa no lar. E aí eu me lembro assim da de Cora Coralina, que ela tem um poema muito bonito que fala sobre isso, que ela fala que ela criança tinha o bolo para a família e para as crianças da casa. Aquele bolo era uma alegria, é uma, era uma felicidade, um bolo muito simples, mas era a alegria das crianças aquele bolo. Então era cortada assim, bem fininha aquele bolo e ela, cora coralina, ela ficava esperando comer de novo. Mas aí depois chegava uma visita que ficava assim da tarde até já à noite, muito tarde, e ela ficava: "Nossa, essa visita não vai embora, eu preciso comer desse bolo." ou então assim esperar que servisse a visita para ela comer. Mas aí no outro dia, porque ela já tinha dormido cansada e e aguardando aquele bolo que nunca chegava, ela acordava pela manhã e o bolo já tinha acabado. A família dela já tinha dado o bolo todo para aquela visita. E ela ficava muito triste, né, que o melhor, a quantidade maior era paraa visita. E eu nunca me esqueci desse poema dela. Então a gente observar, a gentileza é para todo mundo. Então a visita veio, ela vai ser tratada como nós nos tratamos. Olha só, isso que é importante, né? E lendo uma mensagem ontem até de rede social que uma amiga postou falando sobre isso. Nós fracassamos quando a toalha de mesa mais bonita é para visita. Nós fracassamos quando nossa palavra mais gentil é para alguém de fora da nossa casa. A nossa paciência, uma palavra de consolo, de motivação. Por que que a gente consegue, né, eh ser bom para quem é de fora e para quem que está dentro da nossa vida, né? O Juliano sempre fala, né? Eliane é minha companheira de vida, né? ou companheira de desafio, porque o nosso lar é um lugar de união, onde se a gente desenvolve, se a gente diz, eh, se a gente consegue dividir as nossas dores, as nossas dificuldades, os nossos desafios, as nossas tarefas diárias, a gente consegue vencer. E por que que a
se a gente desenvolve, se a gente diz, eh, se a gente consegue dividir as nossas dores, as nossas dificuldades, os nossos desafios, as nossas tarefas diárias, a gente consegue vencer. E por que que a gente não consegue recompensar aqueles que estão à nossa volta? Dar a eles aquilo que eles merecem, não é? Por que que eu não consigo fazer o melhor do marido que eu tenho, que é meu companheiro, meu filho, que me atende quando eu preciso, para minha mãe quando o tempo todo está em oração, buscando uma forma de me ajudar, de me acolher. Por quê? Então, a gente precisa começar a entender isso, né? onde está a nossa base e a e a recompensa. A gente vai buscar recompensa lá fora, mas a gente também não faz dentro do lar. A gente precisa tratar essa essa recompensa no nosso lar, essa gentileza, esse amor, essa bondade como justiça, sermos justos com aqueles que nos servem. Porque hoje nós estamos aprendendo a servir dentro do nosso lar pra gente conseguir servir lá fora. Aí nós vamos convencer as pessoas lá fora, porque nós somos, nós temos essa essência, nós estamos desenvolvendo diariamente e facilita porque se torna algo natural. Isso é muito importante, né? Tá querendo falar >> assim que você terminar? >> Pode falar. É porque todo esse encadeamento de assuntos, né, ele ele vai nos levar eh justamente para a última lição que vai justamente falar finalmente da paz. Tudo isso como processos pra gente chegar na paz. Olha só como é interessante. Não podemos esquecer, não podemos esquecer a temática central, né, do nosso nosso estudo de hoje, que é essa tranquilidade. Então, tudo isso aqui são degraus para ir nos pacificando, né? Para ir nos pacificando. A, e falou bem, né? E pacificando todas as nossas relações sociais, nossa relação com o mundo até chegar na pacificação da nossa casa. [risadas] Achei que Eliane falou super bem sobre isso, né? Ou seja, né? foi falando de Deus, que é o todo, que é que é grande. E aí André Luiz vai afunilando, né, a temática, vai reduzindo ela cada vez
risadas] Achei que Eliane falou super bem sobre isso, né? Ou seja, né? foi falando de Deus, que é o todo, que é que é grande. E aí André Luiz vai afunilando, né, a temática, vai reduzindo ela cada vez mais até chegar dentro da nossa casa, até chegar na pessoa que mora com a gente, né, nas pessoas que moram com a gente, né? Achei bacana essa essa essa visão. E André Luiz [risadas] e é interessante que André Luiz vai colocando assim, né? Bom, após o perdão, olha, olha a lição imediata. Após o perdão, André Luiz, então ele já raciocina assim, ó. Bom, após o perdão, já podemos falar de outra questão que é a próxima que vem imediatamente após o perdão, que é gentileza, né? Porque a gente perdoa, mas às vezes não quer nem quer nem contato, né? Não, perdoei, mas não quero nem muito contato, não. Perdão de verdade, né? É a gente poder perdoar e depois se relacionar bem de novo com a pessoa, né? gentileza, né, que é um um dos sinais da educação é a gentileza, né, é uma um uma expressão melhorada, né, dessa educação que a gente tem que ter social. Quando você começa a ser gentil e ser gentil com as pessoas que vivem mais desafios. Eliane falou muito bem sobre esse desafio da vida em família, né? Então, quer dizer, ser gentil com as pessoas que mais demandam de nós no dia a dia, a gente não pode esquecer disso, porque às vezes a gente vive naquele automatismo no dia a dia, né? Porque a gente é família, já tá acostumado a viver. Então a gente se ama e pronto. A gente tem que entender que a gente é parente, que a gente tá casado, que a gente é filho, tal. E normaliza isso aí. Acho que não precisa ter gentileza. Como se a força do sangue, né, [risadas] ou como se a força do cartório já, né, nos colocasse numa relação já que tá sólida. Mas não é bem isso que André Luiz vem dizer. Não, calma. né? Não é só porque é do sangue, do sangue que é filho, você não pode ser gentil, né? Além da obrigação do matrimônio ou da obrigação do filho, não. Vamos ser gentis, vamos ser amorosos uns com os outros. Faz
é só porque é do sangue, do sangue que é filho, você não pode ser gentil, né? Além da obrigação do matrimônio ou da obrigação do filho, não. Vamos ser gentis, vamos ser amorosos uns com os outros. Faz parte, né? Faz parte. Vamos reforçar os laços dessa forma. Mas tudo isso vai nos levar então para finalmente ele falar de paz. E ele vai falar: "Em favor da paz, conserve essa fidelidade a si mesmo. Conserve a fidelidade a mim, mim mesmo." Quer dizer, a fidelidade a mim é um um caminho importantíssimo da paz. O que que ele quer dizer? Aí ele vai tentar explicar usando o exemplo de Jesus. Jesus sendo crucificado, ou seja, né, em tese, no no ponto de vista simbólico, estava sendo crucificado. Não era exatamente Jesus, era o Jesus, era os ideais dele, era o estilo de vida dele, era o que ele acreditava, era os seus conhecimentos, a sua expressão de vida. Eles estavam querendo se livrar disso tudo, não apenas do Jesus pessoa, mas tudo que ele representava, eles estavam querendo, né, destruir aquilo, né? E aí as pessoas aplaudindo aquilo, né? Aplaudindo aquilo, aplaudindo a casa, a causa triunfante. E no entanto, Jesus, que parecia o errado, era a causa superior de tudo, era a causa de Deus, não é? Ele era o ideal que todo mundo ver ele tá abraçando, mas estavam e as pessoas estavam jogando fora, né? Então ele usa esse exemplo, André Luiz, para nos poder falar um pouquinho aí que causa que a gente tá aplaudindo, né? A Lázaro usou o exemplo aqui. Bom dia, Lázara, minha prima. Tudo bem com você? Guardei sua mensagem aqui pro finalzinho. Abraçar a causa do mundo. A Lázarra dizendo: "É impossível abraçar as causas do mundo, porque realmente o mundo nos demanda muitas causas, né? Olha aqui, André Luis falar o seguinte, a pessoa tava aplaudindo as causas lá das lideranças, das lideranças que estavam crucificando Jesus. Mas cada uma daquelas pessoas estava aplaudindo aquela situação lá, porque essas pessoas estavam ganhando o quê? Crucificando Jesus, achando isso bonito. Estava servindo o quê para essas
icando Jesus. Mas cada uma daquelas pessoas estava aplaudindo aquela situação lá, porque essas pessoas estavam ganhando o quê? Crucificando Jesus, achando isso bonito. Estava servindo o quê para essas pessoas? Esse aplauso para elas? O que que esse aplauso estava contribuindo com a vida delas, com a felicidade delas, com a pacificação delas. Eu não encontrei nenhum motivo para eles estarem aplaudindo aquilo. Por que que aquilo mudou, melhorou? Não, me tira. Eu eu crucificar Jesus me tirou da pobreza, me tirou da ignorância, me deixou uma pessoa melhor, deu uma vida melhor para minha família, me deu um sustento melhor, me deu uma educação melhor, me deu mais direitos. O que que a pessoa ganhou aplaudindo, aplaudindo a crucificação de Jesus, né? Estranho, né? Quando a gente começa a pensar, a gente viu quanto que as pessoas foram, André Luiz tá falando isso aí. Olha, a pessoa não pode ser vazia, não. Se a pessoa tá vazia, é igual aquela frase que a gente conhece, né? Para quem não sabe onde vai, qualquer lugar serve, não é? Para quem não sabe o que quer ser da vida, qualquer coisa que a pessoa se tornar tá boa, não é? Olha que tipo de fidelidade a gente tá está nos guiando. Então, quer dizer, o que quer dizer assim, a fidelidade é a si. Nós temos que ter uma consciência, nós temos que ter valores, nós temos que ter conhecimento, temos que ter aprendizado que seja valoroso para nós. Começa aqui nesse ponto de vista, pessoa aplaudindo Jesus, sendo crucificado. Quais os valores dessa pessoa? Será que essa pessoa tinha algum algum tipo de valor, né? por estar tão vazia nesse sentido, né? Então eu eu interpreto de várias formas essa questão, sabe? Interpreto que realmente a a todos nós temos que que buscar pensar, né? Que tipo de causa eu estou me dedicando. E causa é o que mais tem no mundo, né? A Lázaro usou esse exemplo aqui, né? O mundo tá demandando muita coisa da gente. O mundo demanda porque temos quantos bilhões de pessoas na terra, né? né? Temos muitos bilhões de pessoas. A,
undo, né? A Lázaro usou esse exemplo aqui, né? O mundo tá demandando muita coisa da gente. O mundo demanda porque temos quantos bilhões de pessoas na terra, né? né? Temos muitos bilhões de pessoas. A, se cada pessoa propor uma causa pra gente seguir, qual que vai ser a nossa causa pessoal? Escolher uma causa que seja boa para nós, paraa nossa evolução, pro nosso desenvolvimento. Então, é como diz, é como diz a lição do evangelho aqui que a gente lê, né? O dever. O dever ele ele precisa inicialmente ser bom para mim. O cumprimento do dever, ele tem que ser importante para mim, pro meu desenvolvimento. Dever e obrigação moral. Primeiro para consigo mesmo, depois para com os outros. Capítulo 17. Então essa causa que eu tô seguindo, ela tá sendo boa para mim, meu desenvolvimento, a minha vida pessoal, né? Então começa por aí. Então claro que o mundo vai demandar. Eu lembro que eh quando eu era mais jovem, ele citou o exemplo do Samitiba, né? Fiquei pensando numa outra questão correlato a essa. Eu eu via muitos livros que falavam sobre como educar melhor os filhos, como a vida em família pode ser melhor, blindar o casamento, sei lá o quê. Havia essas lições, esses livros que tratavam disso, né? Hoje não vejo mais livros tratando disso. Eu vejo livros tratando assim, ó, como ser feliz sozinho, recomece, não sei o que, sabe? Para que filhos, né? né? E as pessoas fazendo esse óde a a solidão, que ter filho é um problema, que casar é um problema, que a gente não quer problema, ou seja, a gente não quer o trabalho, a gente não quer o progresso, a gente não quer o desenvolvimento, a gente não quer o dever, a gente não quer nenhum valor que o evangelho prega, né? A gente quer o quê? Egoísmo. Hoje em dia a gente tá vivendo o floreio do egoísmo, né? Bom dia, egoísmo gourmet, né? Vou falar de egoísmo gourmet, porque parece bonito e gostoso, né? Ser egoísta hoje em dia. É isso aí. Então o mundo tá demandando a gente ser egoísta. Ele não tá rindo aí de mim. É, mas assim, qual que isso vai nos levar para
met, porque parece bonito e gostoso, né? Ser egoísta hoje em dia. É isso aí. Então o mundo tá demandando a gente ser egoísta. Ele não tá rindo aí de mim. É, mas assim, qual que isso vai nos levar para onde? Vai nos levar para outra encarnação e outra encarnação e uma infinidade de reencarnações até a gente retornar ao que é o essencial paraa nossa vida, né? Que é esse aprendizado, os motivos pelos quais nós reencarn, né? Capítulo terceiro, do céu inferno. Reencarna para quê? Ah, para ter um aprendizado por meio do trabalho, do esforço, né, dos conhecimentos que a terra vai ensinar e outro, desenvolver excelentes relações interpessoais com as pessoas para derramar o outro, né? Para isso que a gente reencarna. Se você vai reencarnar para ser egoísta, vai reencarnar infinitamente, [risadas] não vai sair da terra, do terra a terra, né? Então fica essa lição final, esse finalzinho aqui pra gente pensar, gente, olha, vamos tomar muito cuidado com as ofertas do mundo, que o mundo traz muita oferta tentadora, mas no final das contas o que a gente tem que ter o quê? Um valor a seguir. Estabelecemos um valor, estabelecemos um critério, estabelecemos ali o nosso modelo pra gente poder seguir com Jesus, né? que é o nosso modelo, é esse, é Jesus, as obras que nos ensinam o caminho como aí, né, as obras da codificação e que a gente possa eh segui-las, né, como exemplo. >> Eh, a Sheila Lalas, ela está aí conosco, nossas amigas. Olha, é para finalizar, né? Porque nós já passamos um pouquinho do horário, só falando aí que André Luiz, ele fala para nós mirarmos em Jesus muitas vezes na incompreensão, na injustiça do mundo, né, de pessoas que não entendem os nossos propósitos. Ele fala: "Jesus, ele conseguiu cumprir o que ele veio fazer aqui na terra". Então ele ensinou através do amor, da bondade, da justiça, da verdade e não se desviou do caminho, mesmo que solitário, entendeu? Então assim, a gente observar que para o mundo Jesus foi vencido, ele foi solitário, mas não é verdade.
, da bondade, da justiça, da verdade e não se desviou do caminho, mesmo que solitário, entendeu? Então assim, a gente observar que para o mundo Jesus foi vencido, ele foi solitário, mas não é verdade. Então às vezes a gente se a gente entende, a gente pensa que a gente tá sozinho, mas se nós guardamos fidelidade a nós dentro do cumprimento dos nossos deveres, ou seja, trazemos essa tranquilidade da nossa consciência, então nós não estamos sozinhos, nós estamos na causa certa. que é a causa do dever, a causa da verdade. Cada um cumprindo com seu dever. Imagina se cada um cumprir com aquilo que veio fazer, com aquilo que precisa resolver em si mesmo, nós vamos aí eh contribuir para as muitas causas do mundo. E sim, nós não estaremos sozinhos. Jesus, ele é a prova viva disso. Até hoje se fala dele, né? Então nós vamos encerrando o nosso estudo de hoje com muita gratidão a Deus, uma mensagem que nos ensina a como termos essa tranquilidade, a mansidão e acima de tudo ter essa mensagem de hoje como o dia de hoje, por exemplo, né? Começando o dia, que que nós vamos passar? E aí, André Luiz trazendo para nós essa mensagem da tranquilidade diante do que nós vamos vivenciar no dia de hoje. Então, vamos viver o mal de hoje, como Jesus fala, a cada um, a cada dia a gente deve viver o mal e a gente esquecer esse mal. não vivermos ansiosos, vivermos preocupados com o que nós vamos encontrar, mas não vamos, vamos com tranquilidade, com discernimento, com equilíbrio, alcançarmos aí eh aquilo que nós tivermos que fazer, né? Cumprindo com os nossos deveres, cumprindo com as nossas obrigações, com alegria, que nós vamos vencendo aí os males da vida. Então, nós vamos eh encerrando o nosso estudo, agradecendo a todos que participaram conosco, a todos aqueles que irão assistir esse estudo, que possamos enriquecer cada vez mais as nossas mentes para que possamos vivenciar aqui na terra com mais sabedoria e desenvolver as virtudes que nós tivermos ainda que desenvolver. Então vamos encerrando,
ossamos enriquecer cada vez mais as nossas mentes para que possamos vivenciar aqui na terra com mais sabedoria e desenvolver as virtudes que nós tivermos ainda que desenvolver. Então vamos encerrando, se for de nossa vontade, que nós fechemos os nossos olhos, nos conectando assim ao mais alto, continuando com essa sintonia, lembrando do amor de Deus, como nos disse André Luiz, que o amor de Deus não falha, nunca falha. que nós possamos ter a oportunidade de fazer o bem, a oportunidade, oportunidade de enxergar o bem que nos rodeia. E assim Jesus que possamos ter olhos de ver, ouvidos de ouvir, para que possamos continuar a nossa caminhada contigo, lembrando da tua fidelidade para conosco, Senhor. Que o Senhor possa nos envolver na tua paz, que possamos sentir a tua presença nos momentos de dificuldade, que nós não percamos essa conexão contigo, possamos viver no mundo material, sem sermos possuídos por essas posses materiais. E assim, Jesus nos dê força, nos dê alegria de viver, entendimento das coisas, que o teu evangelho nos alcance nos momentos de tristeza, de irritação, que nos lembremos das suas palavras para que possamos voltar à nossa verdadeira essência. Que essa essência de amor, de bondade, que possamos, onde nós formos, levarmos um pedacinho dessa luz que tem nos iluminado também, que é o seu evangelho. No mundo há tantas dores, tantos tumultos, tantas rebeldias, que possamos ficar na nossa paz, no nosso equilíbrio que tanto buscamos. E assim, Jesus, que a tua mão amorosa e bondosa possa alcançar a todos aqueles que sentem dor, sofrimento, muitas vezes, Senhor, no anonimato, mas que o Teu amor alcance a todos eles, Senhor, nas camas, alcance, Senhor, nos orfanatos, em seus leitos sofridos, nas depressões, que possam, Senhor, levar a paz e a tranquilidade. E assim, no teu amor, na tua bondade, queremos encerrar o nosso estudo de hoje, trazendo para nós uma semana cheia de bênçãos, cheio de entendimentos, de crescimento espiritual e moral. Que assim seja.
assim, no teu amor, na tua bondade, queremos encerrar o nosso estudo de hoje, trazendo para nós uma semana cheia de bênçãos, cheio de entendimentos, de crescimento espiritual e moral. Que assim seja. >> Bom domingo a todos. Bom domingo, um abraço a todos e até na semana que vem que terá aí mais uma dupla de amigos que trarão mais ensinamentos. Muito obrigada. Ciao. Ciao.
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