Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 19 | 13.07.25

Conecta Espiritismo TV 14/07/2025 (há 8 meses) 1:11:20 27 visualizações 4 curtidas

Estudando com Jesus | 13.07.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 19: Guarda-te em Deus Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ Bom dia. Bom dia a todos. >> Bom dia. >> Muito bom dia. >> Bom dia, amiga. >> Bom dia. Que seja um domingo de muita luz e paz e entendimento para que a gente possa abrir os nossos corações, o nosso ouvido pra gente ter um bom estudo e a gente receber todas as inspirações dessa espiritualidade amiga que nos acompanha, né? É hoje contexto lindo de Emanuel, vai ser o capítulo 19, >> dando boa tarde, boa noite para aquelas pessoas que estão em outros países ou então que irão nos ver eh em razão da gravação que fica no YouTube, fica gravado assim que terminar. É >> mais um dia de estudando com Jesus, mais um domingo, mais uma manhã nesse livro que nós estamos trabalhando ao longo do ano, que é o espírito da verdade. Esse livro que cada dia, cada leitura que a gente faz é um outro ensinamento, né? E a gente vê aqui que a gente estuda, estuda, estuda e o quanto que a gente tem para aprender e o quanto a gente tem para absorver. né? Lembrando a todos que podem participar, podem mandar perguntas que dentro do possível a gente vai responder sabendo aqui. É, >> ó, agradecendo também os nossos canais parceiros da transmissão, Conecta Espiritismo, TV Goiás Espírita, Rádio Portal da Luz e o Discovery Spiritism Network, que é ligado ao Centro Espírita Spiritist Society of Palm Beit, nos Estados Unidos. Nós estamos transmitindo também pelo Facebook do Iges, né, além desse canal aqui do YouTube do Iges, esse trabalho de divulgação da doutrina para que alcance mais lares de uma forma leve, de uma forma macia, de uma forma suave, com a nossa linguagem coloquial, com a nossa linguagem simples, objetiva, >> com a nossa sementinha, né, amigo, que é a nossa essa sementinha que nós estamos deixando cair aqui no terreno ao longo do caminho para que se essa sementinha frutificar em algum coração já vai ter valido a pena o nosso estudo, né? >> É verdade. Abrir então com uma oração, >> isso >> para iniciar os nossos trabalhos. Ó Deus celestial, pai amado, pai querido, mestre Jesus, nosso irmão de

vai ter valido a pena o nosso estudo, né? >> É verdade. Abrir então com uma oração, >> isso >> para iniciar os nossos trabalhos. Ó Deus celestial, pai amado, pai querido, mestre Jesus, nosso irmão de todas as horas, nosso guia e modelo, que nos ajuda a caminhar em relação à salvação de nós mesmos a partir do esforço, da esperança, da perseverança, da confiança em Deus, dessa proximidade de amizade com Jesus. que nos dá o ombro amigo, nos guarnece nos momentos difíceis, cuidar de nossos lares, cuidar de nossas famílias, das pessoas que nos amam, desses amigos queridos que estão agora conosco ou então que irão nos ver depois, cuidar das pessoas que estão esquecidas, que estão largadas, que estão desvalidas, sem um teto, sem uma cama, sem uma roupa, sem uma água para beber nesse tempo de inverno que caminha para a sua primeira metade, né? E vamos dando juntos, graças a Deus. >> Graças a Deus. Que assim seja. Então, que a gente possa aqui chegar a muitos lares e a muitos corações, né? E só trazendo aqui pros nossos amigos, bom dia ali pro Walter, pra Teca e para todos os outros que nos verão, como o Marcos disse posteriormente. >> Ó, bom dia, Walter. >> Bom dia. E a gente espera a interação >> igual conosco. >> É a Carlinha que tá chegando aí, ó. >> Carla, bom dia, bem-vinda. Obrigado. >> Obrigado pela companhia de todos, né? E que nós possamos, sim, igual eu falei agora mesmo, vou repetir, que a gente possa ser essa sementinha deixada ao longo do caminho aqui, né, conforme disse Jesus lá, né, que a sementinha possa florescer e frutificar algum dia no coração de alguém se essa lição servir para alguém. E nós não queremos aqui eh ter a pretensão de achar que o nosso entendimento, que a nossa fala aqui, ela é a única e verdadeira. Nós só estamos aqui fazendo um comentário daquilo que nós entendemos, daquilo que nós aprendemos desse estudo, né, e que nós podemos contextualizar aqui com vocês, mas nós esperamos aqui eh a opinião de vocês, aquilo que vocês acharem que possam contribuir conosco.

mos, daquilo que nós aprendemos desse estudo, né, e que nós podemos contextualizar aqui com vocês, mas nós esperamos aqui eh a opinião de vocês, aquilo que vocês acharem que possam contribuir conosco. Então, que sejam bem-vindas todas as contribuições de vocês aqui, viu? >> Bom dia, Rosâela. Bom dia, Cirlei. Bom dia, Rose. >> Bom dia, Cirlei. >> Então, então nós vamos lá, né, no capítulo 16, aliás, desculpa, no capítulo eh 19, guarda-te em Deus. Esse capítulo ele faz menção, porque esse livro nosso, ele faz menção ao evangelho, né? Isso. >> Então, ele tá tá fazendo a menção aqui ao capítulo sexto do Evangelho do item oito, mas o capítulo seis é o Cristo Consolador e ele é o menor capítulozinho, menor capítulo do evangelho, né? >> E o mais lindo encerra, é, ele encerra uma sabedoria muito grande, né? Então acho que ele fala assim por todos os outros, porque tudo que ele fala aqui é tudo aquilo que nós precisamos no dia a dia de ter de entendimento e de conhecer, né? São as verdades que nós precisamos conhecer todos eles, né? El tá dizendo aqui a Sirlei tá falando: "Muito lindo dia para todosi que mora lá no friozinho. Deve estar um frio bom aí, hein, Sirlei? Porque para mim aqui, para nós aqui que não tá tão frio, eu fico lembrando dela. Tem dia que ela posta lá uma paisagem assim dublada, bem acinzentada. Aqui hoje amanheceu assim meio dubladinho, mas não foi com esse frio aí do sul não. E o Marcos disse que aí nem tá frio, né, Marcos? Diz que aí tá bom. >> É, é. Aqui tá com sol. >> É, então tá bom. Então é bom esse clima aqui que a gente pode conversar, porque isso aqui é uma conversa mesmo, viu? É uma conversa sobre esse capítulo. Então é muito bom que ó lá o friozinho da Sirlei, ó, sempre. Então essa conversa amiga aqui vai continuar começando o capítulo guarda-te em Deus. Lembra-te, ele começa assim: "Lembra-te de Deus para que saibas agradecer os talentos da vida. Amigo, você quer que eu vou lendo e você vai comentando ou você quer ler tudo primeiro e depois

em Deus. Lembra-te, ele começa assim: "Lembra-te de Deus para que saibas agradecer os talentos da vida. Amigo, você quer que eu vou lendo e você vai comentando ou você quer ler tudo primeiro e depois comenta tudo?" Eh, você fica à vontade. Se você quiser comentar, você quer que eu leia? >> Pode. Mas eu quero só, já que eu li só essa linha aqui, eu vou falar aqui, ó, que nós saibamos agradecer os talentos da vida. É porque me chamou atenção quando a gente vai estudar sobre os talentos, né? Porque nós temos lá a parábola dos talentos, né? Isso >> que Jesus deixou e deu os talentos ali a três pessoas e depois tomou conta, né, do que que eles fizeram dos talentos. Mas que que é talento nesse sentido aqui? Nesse sentido de Jesus na parábola lá era um dinheiro, era uma moeda da época, né? Era uma moeda que ele deu a cada um para ver o que cada um faria com ela ao longo do tempo, segundo a parábola lá, né? Mas e para nós, o que que é talento? Talento pode ser habilidade, né? Pode ser aquela habilidade que um ou outro tenha, que eu tenha, que você tenha, que a gente desenvolve, que a gente aprimora, né? Pode ser a o talento uma virtude, né? Pode ser uma virtude que a gente tenha, que a gente carrega com a gente, que a gente venha desenvolver. Então, a gente vai vendo aqui os talentos da vida. Então, em vários aspectos, em várias áreas da nossa vida, todos nós temos talentos a serem trabalhados. Então, para que saibas agradecer, então, de que forma, nós vamos ver aqui durante a leitura, de que forma nós estamos agradecendo a esses talentos que a vida nos coloca e nos disponibiliza? >> Isso. >> Qual é o talento que eu tenho? >> Qual é a virtude que eu preciso desenvolver? Qual é a habilidade que me foi dada e de que forma que eu estou usando essa habilidade? A meu favor a favor do meio onde eu participo ou dentro da minha família? De que forma nós estamos usando essas habilidades, essas virtudes ou esse talento, conforme ele chama aqui. >> Isso. >> Então, isso é algo que chama a atenção

eu participo ou dentro da minha família? De que forma nós estamos usando essas habilidades, essas virtudes ou esse talento, conforme ele chama aqui. >> Isso. >> Então, isso é algo que chama a atenção da gente pra gente já começar a no entendimento dessa lição aqui, guarda-te em Deus. Porque isso tudo nos foi dado e nos foi dado pela providência divina. Então é a oportunidade que nós temos de desenvolver. Eh, e nós outra coisa, nós pedimos também, né? aquilo que nós deixamos lá atrás e que muitas vezes nós não concluímos, nós pedimos uma nova oportunidade para seguir em frente, para recomeçar, para ter um novo recomeço, para ter uma nova oportunidade. E quem é que dá sempre novas oportunidades para nós? Essa espiritualidade amiga, né? Esse pai todo misericordioso que não nega, por mais que a gente erre, por mais que a gente não esteja no caminho certo, jamais vai negar a mão e jamais vai negar uma oportunidade para nós. O que é bom na doutrina espírita que a gente aprende é que nós temos um Pai misericordioso que nos dá oportunidade e que nos dá chance de corrigir o rumo das nossas vidas, nos dá essa oportunidade através das vidas que nós temos a oportunidade de viver, que o nosso espírito é único, ele é imortal. Isso nós aprendemos, é o primeiro ponto, é aquilo que nos fixa e é aquilo que nos dá a certeza de que nós podemos sempre acertar mais e mesmo errando que nós possamos ir subindo um degrauzinho de cada vez, né? Acertando um dia de cada vez. Lá na frente a gente cai, mas a gente levanta de novo. Por quê? Porque a gente sabe que tem uma mão amiga ali a nos estender, né? pra gente levantar quando a gente cair estendendo a mão para nós, para nos dizer: "Vem, eu te ajudo". E quem é que diz vem, eu te ajudo? Senão a misericórdia divina, senão aquela alma bondosa, aquele espírito amigo que Deus coloca no nosso caminho para se fazer presente nas nossas vidas. Porque aqui quando ele fala guarda-te em Deus, ele vai falar muito da oração, ele vai falar muito do poder da oração, da confiança, né?

coloca no nosso caminho para se fazer presente nas nossas vidas. Porque aqui quando ele fala guarda-te em Deus, ele vai falar muito da oração, ele vai falar muito do poder da oração, da confiança, né? Então, se eu confio, eu sei que tem alguém aqui do meu lado que vai me assistir, que vai me amparar, que vai me dar a mão. Às vezes eu não tenho alguém agora do meu lado, mas numa prece fervorosa que eu endereço ali, ó, que eu conecto com a espiritualidade, vai surgir um pensamento, uma intuição, né? Vai surgir um telefonema, vai surgir um texto que eu vou ler, vai surgir alguém chegando na minha casa ou eu me encontrando com alguém. Olha que formas diferentes que nós temos para reconhecer quando o nosso pedido tá sendo aceito. Não é só chegar na nossa mão com todos os dizeres e com todas as letras, mas é saber que a misericórdia divina faz chegar até nós quando a gente tem uma fé e um coração ardente na confiança de que nós estamos sendo assistidos e ouvidos em nossas súplicas, se elas são necessárias e verdadeiras, e se o momento é adequado pra gente poder receber. Então, a gente sabe que as vias por onde chega essa resposta são inúmeras. Basta que a gente abra os olhos e os ouvidos para prestar atenção naquilo que a espiritualidade tá nos enviando, naquela resposta que Deus tá enviando para nós. Então, essa parte aqui, ó, do dos talentos e dessa leitura, nós temos muita coisa para comentar, >> sim, >> né? Então assim, desculpe, eu me alonguei aqui no nos talentos porque é alguma coisa que realmente é que a gente precisa prestar atenção. Eh, uma das coisas que me chama muita atenção a mim, né, no meu dia a dia, é essa intuição que eu tava comentando com você. Então, de onde é que vem, de onde é que vem esses avisos que o nosso bom anjo, que o nosso protetor tá aqui do nosso lado? Ele tá ali, ó, falando no seu ouvido, talvez 24 horas, você não tá dando importância, você não tá dando atenção para ele. Quando você acorda, você fala: "Nossa, e tem gente que às vezes não tem esse

? Ele tá ali, ó, falando no seu ouvido, talvez 24 horas, você não tá dando importância, você não tá dando atenção para ele. Quando você acorda, você fala: "Nossa, e tem gente que às vezes não tem esse olhar espiritual e que ainda fala assim: "Nossa, cara, como eu sou inteligente, como eu sou esperta, hein?" Ó, eu não tinha pensado nisso, ó. Acabei de pensar numa coisa agora que é a solução de todos os problemas, mas ele não sabe que tinha alguém ali coxixando no ouvido dele um tempão para ele acordar. e trazendo para ele a solução, trazendo para ele a resposta do que ele tá precisando. Então, o que que nós estamos falando aqui? Já estamos entrando no outro campo aqui da materialidade, daquele que muitas vezes olha só pelo lado material, aquele que ainda não teve essa abertura dos olhos espirituais e que não consegue enxergar conforme às vezes as coisas que nós comentamos, as pessoas olham e fala: "Nossa, mas será, será que eles estão acreditando tanto nisso aí? Será que isso aí procede? Será que é real, né? Então, falando da materialidade e da espiritualidade, naquele que é materialista, que muitas vezes só acredita naquilo que o olho físico está vendo, equele que, pela espiritualidade ele não precisa desse olhar da matéria para comprovar. Basta o sentimento e basta a sua fé e basta o seu pensamento ligado ao alto, né? >> É, >> a Cirlei colocou aqui a chance de uma reparação e muitas vezes a gente ainda reclama. é a oportunidade, né, Cirlei, a oportunidade que nós temos, né, que são inúmeras e a gente pode reparar de várias formas, ou nesta enquanto nós estamos a caminho, né, nesta nessa nossa vida, nesse nosso plano material, ou numa próxima, numa futura, vai depender de nós. Vai querer reparar agora, vai querer reparar aqui enquanto tá a caminho ou vai deixar para depois, né? Muita coisa a gente até brinca, fala: "Ah, vou deixar para depois. Essa aí eu eu vou botar na conta. Essa eu vou deixar para uma próxima oportunidade. E essa oportunidade que nós estamos deixando para depois, que consequências

inca, fala: "Ah, vou deixar para depois. Essa aí eu eu vou botar na conta. Essa eu vou deixar para uma próxima oportunidade. E essa oportunidade que nós estamos deixando para depois, que consequências vai trazer para nós, né? >> Então vamos seguir aqui, né, amigo? Eu só queria comentar eh >> tem o que você comentou, né, o que você mencionou dos talentos individuais, a a facilidade que a pessoa tem de manter a esperança, que são capacidades, apetidões que nós temos eh individualmente. Algumas pessoas têm facilidade de tomar decisões em situações extremamente difíceis e tem outros talentos eh que envolvem alguém, por exemplo. Eh, você respeitar as intuições que os espíritos amigos nos enviam, o talento de você conseguir manter um bom relacionamento com a espiritualidade superior, não se afastando dela, procurando caminhar junto. Agora, eu gostei muito do que a Cirley comentou, porque ela trouxe os talentos coletivos ou ou talentos universais. A qualquer pessoa, qualquer pessoa existe a chance de uma reparação. >> É >> porque está na lei divina. E hoje você comentou que a gente vai falar sobre a prece, mas a gente também vai falar muito sobre a lei divina. que é uma forma de ouvir Deus >> é >> conversando conosco, é seguindo a lei de Deus, respeitando a lei de Deus, procurando conhecê-la, porque nós nascemos todos simples e ignorantes. Então, nós vamos sendo apresentados à lei de Deus, conforme as experiências que nós vamos passando. Aí era só isso que eu queria fazer de adendo. >> Isso tudo, né, amigo? Você faz umas colocações assim perfeitas. Então, mas é isso mesmo. É isso aí. Então, vamos ler de novo. Lembra-te de Deus para que saiba agradecer os talentos da vida. Se fatigado, pensa nele. Ono pai que jamais desfalece na criação. Por isso que eu falei da prece, amiga. Olha aqui, ó. pensa nele. >> É, pensar em Jesus, pensar em Deus, pensar na espiritualidade é o quê? Uma conexão, né? É a gente ligar o pensamento e ligar o coração na certeza de que do outro lado da linha tem alguém

ensa nele. >> É, pensar em Jesus, pensar em Deus, pensar na espiritualidade é o quê? Uma conexão, né? É a gente ligar o pensamento e ligar o coração na certeza de que do outro lado da linha tem alguém nos escutando, tem alguém nos ouvindo. Nós podemos ter certeza que se não a resposta não veio já de imediato, é porque talvez o momento não seja propício para isso, né? Depois no final eu vou contar um casozinho passageiro aqui sobre essa questão do agora e o depois. Se triste, eleva-lhe os sentimentos, meditando na alegria solar com que toda manhã uma infinita bondade dissolve as trevas, meditando na alegria solar. Olha aqui que que ele tá dizendo para nós aqui, que todos os dias o sol nasce. Todo dia tem um sol. O dia pode estar nublado como for, mas aquela claridade do dia é o sol radiante nas nossas vidas. Então o que que ele tá dizendo aqui? que mesmo que a gente esteja eh triste eh pensando que tá no caminho de trevas e tudo mais, essa beleza e essa leveza divina na nossa vida é um exemplo que ele coloca assim, que o sol nasce todos os dias, ou seja, todas as oportunidades lhe são dadas todos os dias. Se não aconteceu ontem, espera o dia de amanhã. Espera que o sol nasça novamente. Amanhã será um novo dia, um novo recomeço, um novo tempo, uma nova oportunidade. Então essa luz do sol, ela brilha. Ela não brilha só na terra, na natureza, ela brilha dentro de nós, trazendo para nós a clareza das respostas que nós estamos nos ligando, né, que nós estamos aqui fazendo essa ligação com o criador. Então, por isso que eu falei muito na prece, porque tudo isso aqui encerra, né, e além do que você falou que é a ligação com Deus, a ligação divina, mas é a ligação nossa, cada um de acordo com aquilo que vai no seu coração. Um vai se ligar através dessa prece, dessa oração que eu citei. Outro vai se ligar na beleza da natureza do universo. Outro vai olhar pro céu e pras estrelas e falar: "Ó Senhor". E vai contemplar ali a oração dele vai ser aquela contemplação. Às vezes é uma prece calada, é uma prece

na beleza da natureza do universo. Outro vai olhar pro céu e pras estrelas e falar: "Ó Senhor". E vai contemplar ali a oração dele vai ser aquela contemplação. Às vezes é uma prece calada, é uma prece de admiração. Só de ficar ali, ó, deslumbrado com toda aquela beleza que o homem não foi capaz de pintar. Quem é que pintou toda aquela beleza no céu pra gente contemplar? Então, a prece muitas vezes ela não precisa ser falada, ela pode ser vista, ela pode ser sentida, né? Então esse sol aqui que ele fala é um sol que brilha dentro de nós, que irradia todos os dias essa beleza e essa leveza pra gente acordar. Pra gente acordar o quê? Todos os dias são renovadas para nós todas as oportunidades e todas as chances que nós pedimos de acordo com aquilo que tá indo no nosso coração, de acordo com aquela nossa necessidade, a gente tá vendo ali um sol brilhar, um sol nos aquecer, o dia pode estar muito frio, muito nublado, igual eu comentei ainda há pouco, mas aquele calor gostoso que irradia, né? Quem é que pode nos cobrir, trazer esse cobertor para nós senão o alento divino, senão a calma no coração, senão essa bondade que alivia as dores? Que muitas vezes ele tá falando aqui na tristeza, ó, dissolve as trevas. Quem que pode dissolver essas trevas? É como se derretesse ali toda aquela neve, toda aquela amargura. Aquele sol radiante vai derreter todas as nossas tristezas dentro do nosso coração. Amigo, você quer ler? Porque senão eu vou parando toda uma aqui eu vou parando. >> Não, tá perfeito. E eu amei o que você falou. Por quê? Porque na primeira leitura a gente pensa no sol exterior, inclusive o sol mesmo, né? A estrela. >> Isso é >> que que tá aqui fornecendo energia e força pra terra, né? >> Para toda a natureza, para pras plantas, pros minerais, né? É tudo, tudo, tudo, >> gerando a vida, né, amigo? É um gerador de vida distinção, sem distinção. E eu gostei muito também porque você comentou sobre o sol interior, que é o nosso coração. Você até falou do coração, que é o nosso seguinte, sol interior, que é

ador de vida distinção, sem distinção. E eu gostei muito também porque você comentou sobre o sol interior, que é o nosso coração. Você até falou do coração, que é o nosso seguinte, sol interior, que é da onde brota a nossa esperança, que é da onde brota o suspiro, >> né? que aquele momento em que você desceu bastante, aí sente que parou de descer, aí você suspira, que é uma trégua. Então nós temos esses dois só, né? Nós temos o o sol físico, o sol exterior e e temos também dentro de nós, todos nós, >> é, >> sem faltar ninguém, que é o nosso coração, que é da onde vai irradiar o amor, que que nos ajuda a perdoar, ajuda a suportar uma traição, uma frustração, uma decepção ou então um momento de penúria em que a gente vê que o destino da pessoa tá quase que traçado de uma forma infeliz e você vai buscar prece, que a forma de você se aproximar de Deus, você buscar o contato, né, buscar o abraço dele, a acolhida dele pela prece, pelas orações. E lembrando que no capítulo de prece do livro dos espíritos, como você comentou, também faz parte o louvar. >> É, >> o rei Davi dançava para Deus, né, >> como um presente ele oferecia aquilo. Então, louvar, às vezes a pessoa, como você disse, tá contemplando um céu e nem imagina que aquilo é uma oração. É, >> mas para nós da doutrina espírita, sim, é uma oração. Com certeza é uma prece. É. emociona muito porque como eu amo a noite olhar pro céu. Nossa, me emociona até de falar. Eu acho maravilhoso essa criação, que é o que eu citei ali, que nenhuma mão é capaz de pintar. E a gente vê aquele tanto de de de brilho no céu, né? Aquele tanto de estrelas bonitas. Olha quantos mundos há na criação de Deus e nós aqui nesse mundo pequenininho, né, sendo parte desse todo. Nossa, como eu amo essa noite, essa noite estrelada, sabe que eu que eu comento. Eu gosto muito de comentar porque eu acho que ali encerra uma maravilha de Deus que não tem como, é incontestável. É, >> sabe porque o dia, o sol, desculpa, amigo, é porque enquanto tem o sol, você

o. Eu gosto muito de comentar porque eu acho que ali encerra uma maravilha de Deus que não tem como, é incontestável. É, >> sabe porque o dia, o sol, desculpa, amigo, é porque enquanto tem o sol, você não tá vendo ali tudo que que tá por trás daquilo ali, porque o sol é tão forte, ele é tão claro na nossa vida, né? >> Ele cobre, >> eh, ele cobre, né? Ele cobre tudo isso aí, mas quando ele repousa, porque ele também vai para outros lugares para aquecer outro outro ponto da terra, aí ele nos permite enxergar essa beleza que sempre tá ali, tá aqui sempre conosco, tá aqui sempre ao alcance do nosso olhar. Então o que que é isso? É a beleza divina. é a beleza de Deus que tá sempre com a gente, que tá sempre dentro da gente. Então, esse sol que esquenta, que é o que a gente vê, que é o brilho que aquece esse coração que nós estamos falando, que é o nosso sol interior, ele dissipa as trevas. Como não vem a noite depois dele e depois da noite não vem ele de novo. Então, olha que exemplo maravilhoso, >> amanhecer. É, não, não, não tem eh dor que vai durar eternamente, porque vai haver sempre uma manhã, sempre o sol vai nascer de novo, né? Nossa, eu acho maravilhoso isso. Eh, eu acho que é um exemplo de Deus na vida da gente, assim, eh, sabe que a calma é um exemplo que que não tem não tem nem como você negar e contestar. Fala, gente, como que para nós é tão claro isso assim, para nós, eu digo para mim, né? Mas às vezes tem gente que fala: "Nossa, mas que bobagem, que poesia é isso, tá devagando. Ainda vai achar que nós estamos devagando e que eu é que sou meio trelelê, né?" >> Que bom, né? >> É que bom que isso aí seja. Desculpa, você ia fazer um comentário e eu te atrapalhei. Desculpa. >> Não, não atrapalhou não. Eu eu eu só ia comentar que nenhuma borracha humana ou extraterrestre é capaz de apagar. É, >> você comentou, né, >> que ninguém é capaz de pintar >> e nenhuma borracha, por mais que as pessoas sejam arrogantes, vaidosas, >> ah, eu vou destruir o planeta, eu vou

rrestre é capaz de apagar. É, >> você comentou, né, >> que ninguém é capaz de pintar >> e nenhuma borracha, por mais que as pessoas sejam arrogantes, vaidosas, >> ah, eu vou destruir o planeta, eu vou destruir tudo. >> Não vai, não vai, porque tá nas mãos de Deus. >> Bem colocado. >> É, tá nas mãos de Deus. Não é, não é bem assim como alguns pensam. >> É, é. Eu tenho, tenho poder na mão. Eu posso destruir a terra a hora que eu quiser. >> É, >> é. Basta eu apertar um botãozinho aqui que tudo vai pelos ares. Nossa, mas que engana, né? Fake news. >> É, é fake news. Ai, mas que engano, hein? É desse jeito. Então, vamos seguir aqui. Se doente, centraliza-te no perfeito equilíbrio com que a sua compaixão reajusta os quadros da natureza. mesmo quando a tempestade haja destruído todos os recursos que os milênios acumularam. Olha só nessa aqui, gente, olha isso aqui não é a perfeição de Deus. Então assim, por mais que haja essas intemperes da natureza, vamos falar agora da vida física, né? Mesmo que haja essas destruições naturais, né? Com todos esses, eh, como é que fala? E esses >> cataclismas, como assim? Eu queria falar esses >> ah >> ah é essas essas tempestades, essas tsunamis, esses cataclismos de todo jeito aí, né? >> Terremotos. >> Isso, por mais que haja destruição aqui que ele tá falando no na nos quadros da natureza, que que são essa destruição? É o quê? Olha a palavra que ele que ele coloca aqui. A sua compaixão reajusta os quadros da natureza. Então, há que haver certos tipos de destruição. Nós já estudamos isso aqui, quando é preciso que haja um desencarne em massa, quando é preciso que aquela região seja revolvida para poder fazer renascer, renascer valores para poder começar de novo, para poder as pessoas darem valor a tudo aquilo que tinha ali e que hoje não tem mais, mas tem que começar a reconstruir e que depois da reconstrução pode vir a ser muito melhor. Então esse reajusta os quadros da natureza aqui quando ele fala que haja destruído os recursos que os milênios

s tem que começar a reconstruir e que depois da reconstrução pode vir a ser muito melhor. Então esse reajusta os quadros da natureza aqui quando ele fala que haja destruído os recursos que os milênios acumularam. Então há que uma beleza natural, às vezes ela é destruída quando lá há muitos anos atrás, quando a gente teve aquela tsunami que que levou inúmeras, milhares de pessoas, né? E olha hoje como é que tá a região toda reconstruída com aquelas pessoas que reconstruíram, começaram de novo, que elas se levantaram, que elas tiveram mãos amigas que se uniram, né, que uma mão foi foi estendendo a outra e outra e outra e outra e fez uma corrente pelo mundo todo. Para quê? Para que chegasse ajuda, para que chegasse apoio. Então isso aqui é um despertar. Esses quando ele fala reajuste dos quadros da natureza, é o despertamento nosso. Por quê? Quando há essas tragédia, a palavra que eu queria falar aquela hora era tragédia. >> Ah, que bom que lembrou. Quando essas tragédias ocorrem, no momento que elas acontecem, há que muitas vezes a gente olhar o nosso olhar, nós não estamos enxergando o que aquela tragédia vem contar, o que ela vem nos dizer, que que ela quis dizer para nós, que que nós não estávamos vendo que houve a necessidade de acontecer tudo aquilo ali para que a gente pudesse abrir os nossos olhos. Olha quanta solidariedade nasce nas tragédias. Já reparou que quanto maior a tragédia, maior a solidariedade? Por quê? Brota no coração das pessoas, desperta o coração das pessoas para ver. Vamos falar essa que houve aqui no Sul aqui há pouco tempo, né? Olha quantos corações foram acordados abrindo seus armários, tirando lençóis, tirando roupas de frio, tirando eh utensílios domésticos, tirando eh dinheiro para poder fazer na conta daquela região lá, para poder reconstruir aquela região. Então, o que que nós estamos precisando de enxergar no momento de uma tragédia, no momento que a natureza ela está nos chamando atenção, ela tá dando esse puxão de orelha para nós. Se a gente não

ião. Então, o que que nós estamos precisando de enxergar no momento de uma tragédia, no momento que a natureza ela está nos chamando atenção, ela tá dando esse puxão de orelha para nós. Se a gente não acorda de uma forma, a própria natureza se apresenta para nós, nos fazendo despertar às vezes através de uma tragédia. Sim, a espiritualidade aproveita as tragédias para esses desencarnes em massa. Mas o que há por trás disso aí que nós podemos despertar? O que que nós podemos enxergar que nós não estávamos ainda, que a gente estava aqui adormecido, a gente estava na calmaria e na comodidade, né? Não enxergando que tem outro lá fora. Que que é isso? é sair de dentro de nós para enxergar que eu tenho outro lá fora, tem outro irmão lá fora. Então, é a gente não ficar preso nas nossas eh nas nossas dificuldades. É sair de dentro de nós e olhar: "Puxa vida, lá fora tem gente com mais dificuldade que eu. Que que eu posso fazer para ajudar essa pessoa?" Porque a gente fazendo alguma coisa para ajudar ali o próximo, a gente esquece de nós e a nossa dor diminui. Então, esses acordos e esse acordar da natureza, muitas vezes ele vem nos dizer coisas que nós não estamos conseguindo enxergar e que nós não conseguimos perceber na fatos, né? Isso é meu entendimento, viu, gente? Desculpa aí, eu falo demais assim, mas é da forma como eu entendo. Se tiver alguém discordando aí, pode colocar aqui a sua. >> Ou se alguém tiver alguma ideia. E >> lembrando, >> lembrando sempre, eu gosto de falar, onde há compaixão, há justiça. >> Onde há misericórdia, há justiça. >> É. E e dentro do que você falou sobre o sol, as tragédias também são podem ser interiores. >> Nossa, muito bem colocado. >> Uma traição no casamento, um desemprego inesperado. >> Às vezes você tava no auge e de repente tá sem chão. >> É. E eu pensei muito na tragédia que que eu vi do acampamento das meninas lá nos Estados Unidos, né? >> É >> que o rio se elevou demais, aí elas morreram afogadas. >> É, >> a tragédia, ela desperta a nossa

eu pensei muito na tragédia que que eu vi do acampamento das meninas lá nos Estados Unidos, né? >> É >> que o rio se elevou demais, aí elas morreram afogadas. >> É, >> a tragédia, ela desperta a nossa inteligência, o nosso caráter e ela nos propicia sermos heróis. Por quê? Porque a gente sempre pensa no herói como aquele herói imediato. O carro tá passando na frente da pessoa, você se joga e tira a pessoa do carro. Mas o o heroísmo ele também pode ser assim. Bem, esse rio aqui dos Estados Unidos enche, vamos ver se tem que fazer uma >> eh barragem, vamos ver se temos que dragar. De repente aí tá muito assoreado. E esse pensamento de prevenção em larga escala também é um ato de heroísmo. >> É >> feito pela inteligência da engenharia. >> É >> da engenharia >> e vindo através da tragédia, né? >> E tudo por causa da tragédia. >> É >> como você falou, ela ela ela >> força de nós o despertamento, né? Ela nos sacode. Ficou muito essa palavra na minha cabeça. >> É, é acorda, né? >> Dá um chapalhão na gente assim, ó. É, mas você falou, você falou uma coisa muito certa aí que que eu não tinha colocado, as tragédias não são só as exteriores. Eu acho que a maior tragédia é essa que você colocou, é a interior, que muitas vezes a a a pessoa se fecha, se fecha ali no seu mundo e aí despenca tudo e aí a tsunami é muito maior, aí a enchente é muito maior. Então, a gente não, muitas vezes ali naquela tragédia interior, se a gente não buscar ajuda, se a gente não sair de dentro de nós para poder buscar uma mão, amiga, aí a gente não vai conseguir sair dessa tragédia. Você colocou uma coisa muito profunda, viu, amigo? >> Não, na verdade foi você quando falou do sol, é que e você fala as coisas de uma forma natural. Aí eu pego aquilo, eu penso e pontuo. Eu tô fazendo assim, mas quem abriu o gancho foi você. >> É, inclusive >> é leitura, né? >> É, isso se aplica até aos outros parágrafos, né? Mas >> você tocou no primeiro que aconteceu e se aplica nesse aqui também. É sim compreendido. Volta-te para ele, o

> É, inclusive >> é leitura, né? >> É, isso se aplica até aos outros parágrafos, né? Mas >> você tocou no primeiro que aconteceu e se aplica nesse aqui também. É sim compreendido. Volta-te para ele, o eterno doador de todas as bênçãos, quantas vezes escarnecido por nossas próprias fraquezas, sem que lhe desanime a paciência incommensurável quanto aos arrastamentos de nossas imperfeições animalizantes. É, mesmo que a gente acha que a gente tá que não tá alcançando, né, que a nossa prece não tá chegando, quantas vezes eles vê nossas fraquezas, né, e fala pra gente aqui: "Não desanima, tenha paciência, segue em frente, amanhã o sol vai brilhar de novo, amanhã vai ser um outro dia." E aqui quando ele fala na paciência, porque ele tem paciência com a gente eterna, né, gente? Porque a gente é muito imediatista, né? A gente quer para ontem. E o que eu tô pedindo agora, ó meu anjo, ó, meu bom amigo espiritual, ó, você tá vendo o que eu tô precisando aqui, mas você tá vendo que é com urgência, né? Não dá para esperar, não. Não dá para demorar, não. É como se a gente tivesse negociando, né? A gente fala para ele, ó, eu tô precisando da sua ajuda. Tô precisando da sua ajuda, mas é para agora, não é para ontem, não. Então, você vem aqui, você me ajuda. É como se a gente tivesse dando a ordem, ou seja, onde é que tá a paciência? Onde é que a gente tá vendo aqui que é um dia depois do outro? A gente tá aqui parado no tempo, a gente tá achando que tá tudo à nossa disposição aqui. Olha aqui, quanto ao arrastamento das nossas imperfeições animalizantes, ou seja, as nossas imperfeições são tamanhas que muitas vezes nós são a dupla dinâmica. Carlinha é uma fala. Ah, obrigado, Carlinho. Eu adoro meu parceiro aqui por causa disso. Meu parceiro caiu, viu, gente? Eu já sou pouco falante aqui, ó. Então vou continuar aqui. Então quando ele fala aqui dos arrastamentos das nossas imperfeições animalizantes, por que que ele tá falando isso? Porque nós ainda somos tão eh nessa faixa aqui da imperfeição, nós estamos tão longe ainda

uando ele fala aqui dos arrastamentos das nossas imperfeições animalizantes, por que que ele tá falando isso? Porque nós ainda somos tão eh nessa faixa aqui da imperfeição, nós estamos tão longe ainda desse aprimoramento que os nossos instintos ainda se parecem animalizados, porque nós precisamos aprender muito, que nós precisamos eh nos elevar muito, sair de dentro de nós, colocar o nosso olhar no outro, colocar o nosso coração ali onde está o outro sofrendo, onde está o sofrimento do outro, a gente precisa sair desse instinto animal, desse imediatismo que nos faz achar que nós somos o centro das atenções. Então, como eu citei agora há pouco, brincando com o meu anjo guardião ali, falando para ele, ó, eh, vamos negociar aqui, você me ajuda porque a coisa aqui tá difícil, o negócio aqui não tá fácil não. Então, você me ajuda porque não dá para esperar muito tempo, não. Esse é o meu pensamento, isso é é a minha emoção que naquele momento ela tá tão aguçada, ela tá tão eh eh como a gente fala, egoísta, olhando só para mim, que a gente não olha lá fora e a gente acha que nós somos o centro do universo. Só me ajuda, porque só eu aqui, não tem mais ninguém lá fora. Você tem que ajudar é a mim, porque não tem ninguém lá fora precisando de ajuda mais do que eu. Olha o quanto a gente é egoísta nesse ponto, né? A Carla tá colocando que as dificuldades muitas vezes vem para nos ajudar a ampliar esse olhar e enxergar o outro que está ao nosso lado e também tem problema. Exatamente, Carla. Exatamente isso. É isso que eu tô falando. Olha o nosso egoísmo. Olha o nosso orgulho falando mais alto. Eu fazendo uma recomendação, negociando aqui com a espiritualidade, achando que a minha dor é maior do que a dor daquele que tá do meu lado. É eu não enxergar o meu próximo como também meu irmão e como também filho de Deus. Ele é um filho de Deus como todos nós somos. Então, ele precisa de ajuda. Eu preciso, óbvio, eu tenho as minhas necessidades, tenho, mas eu tenho também que ter esse olhar de sair de dentro de

e Deus. Ele é um filho de Deus como todos nós somos. Então, ele precisa de ajuda. Eu preciso, óbvio, eu tenho as minhas necessidades, tenho, mas eu tenho também que ter esse olhar de sair de dentro de mim. Porque quando a gente sai de dentro de si, olha aí os talentos, gente. Vamos voltar lá no primeiro parágrafo quando ele colocou dos talentos, a gente olhar o pró o o nosso próximo lá fora, ter esse olhar, sair de dentro de nós para olhar o outro. Isso são virtudes que a gente vai conquistando devagarinho. A gente vai conseguindo aprender. A gente vai conseguindo aprender que o amor, em primeiro lugar, nos faz enxergar o outro. Se a gente não tiver o amor aflorado dentro de nós para nos fazer perceber que todos nós estamos num contexto de filhos de um mesmo pai e que nós somos todos irmãos, então se eu preciso, o meu irmão também precisa. Se pode me ser dado algo, pode ser dado ao meu irmão também. Se ele tá passando por um momento de dificuldade e nós podemos ajudá-lo, por que não estender a mão a ele? Ele não é o nosso irmão. Ele não tá junto de nós precisando desse apoio, precisando desse amparo, dessa proteção. A gente vê muito isso ao nosso redor acontecendo. E quando a gente não sai de dentro dessas quatro paredes interiores que a gente se fecha lá dentro de nós mesmos, nós não vamos ter esse olhar para contemplar toda essa necessidade que nos cerca. Ó, minha hora tá passando ali. Então, vou continuar aqui que meu irmãozinho Marcos caiu lá até até que ele venha eu vou comentando. Se humilhado, entrega-lhe as dores da sensibilidade ferida ou do brio menosprezado, refletindo no celeste anonimato em que se lhe esconde a inconcebível grandeza, para que nos criamos autores do bem que a ele pertence em todas as circunstâncias. Olha só. Olha aqui o orgulho falando mais alto aqui de novo, ó. Eh, refletindo no celeste anonimato. Quer dizer que tudo que a que a que a natureza divina nos entrega aqui, ela nos entrega no anonimato. Ela não faz estardalhaço para mostrar que veio dali,

novo, ó. Eh, refletindo no celeste anonimato. Quer dizer que tudo que a que a que a natureza divina nos entrega aqui, ela nos entrega no anonimato. Ela não faz estardalhaço para mostrar que veio dali, que veio de Deus, que veio da de uma força superior, que veio da espiritualidade. É tudo no anonimato. O que vem de Deus vem no silêncio. Ele não faz estardalhaço para poder se fazer pintar aos olhos de todo mundo. Muita gente não tem esse olhar para poder saber e perceber que ao nosso redor tem um Deus maravilhoso que fala no silêncio. A fala de Deus está no silêncio. Ó, minha amiga Cristina chegando aqui. Oi, Cris, bom dia. Ô, Marcos, amigo, aí, ó, meu amigo chegou de volta, ó. Eu vi lá que você tinha congelado, depois você caiu. Mas >> eu perdi o sinal do micro, mas eu tava vendo pelo celular que eu uso o celular para monitorar. >> Ah, que bom. Po, onde falei que o celular é o que salva aqui? É, ainda bem que nós temos ele aqui. Então, Marcos, eu já tava falando aqui do parágrafo seguinte. Olha o que a Carla colocou aqui. Nós somos uma dupla dinâmica. Olha aí, ó. >> Ah, é? Sim, eu vi. É, obrigado, Carla. Eh, então aí depois ela colocou que as dificuldades nos colocam à prova, né, que as dificuldades são colocadas aqui no nosso caminho para nos fazer despertar, né? Então, eu tava aqui no próximo parágrafo quando ele fala que se humilhado entrega-lhe as dores da sensibilidade ferida ou do brilho menosprezado, refletindo no celeste anonimato em que se lhe esconde a inconcebível grandeza, para que creamos autores do bem que a ele pertence em todas as circunstâncias. Então, olha só, eu tava falando aqui do anonimato divino, né, que Deus não faz estardalhaço para mostrar para nós que nossas rogativas estão sendo atendidas, não. E depois olha aqui e ainda coloca mais aqui que a gente na nossa pequenez, a gente no nosso orgulho, na nossa soberba, ainda vamos achar que nós somos autores do bem, que a gente nem vai olhar que existiu aqui atrás de tudo isso uma espiritualidade que veio nos

ssa pequenez, a gente no nosso orgulho, na nossa soberba, ainda vamos achar que nós somos autores do bem, que a gente nem vai olhar que existiu aqui atrás de tudo isso uma espiritualidade que veio nos socorrer, não. Aí a gente olha e fala assim todo garboso, né? E a gente diz assim: "Olha só como eu sou o cara. Olha aqui como eu sou a pessoa que resolveu toda a situação. Olha aqui, ó. Eh, para que criamos autores do bem que a ele pertencem em todas as circunstâncias. Olha só como a gente é vaidoso, né? Como a gente às vezes não percebe essa grandeza toda ao nosso redor. É o que eu falei da noite lá do universo. Quando a gente não percebe toda essa grandeza, será que nós vamos nos achar autores daquela pintura maravilhosa? E vai, nós vamos dizer pro outro: "Ah, fui eu que pintei". Olha só, olha só a nossa pretensão, como é que vai longe, né? Você quer comentar aqui, amigo? >> É dentro mesmo do que você falou, né? >> Agora é o foco aqui é o aspecto da vaidade, né? Do do orgulho também. >> Isso. Agora ele tá colocando isso aí, ó. Isso. Agora vamos trazer os talentos aqui, ó. O que que a gente precisa aprimorar, né? >> É. >> Olha só que tá falando alto aqui agora. Vamos borilar aí. Vamos borilar esse orgulho, essa vaidade. Vaidade. >> Às vezes menos é mais. >> É, às vezes não, sempre, né? Sempre menos. É mais. Nossa, aí aquela hora ali que você quer ficar calado para deixar o outro falar mais alto, porque naquela fala dele ali tem tanta baboseira, tem tanta besteira, que você não quer pactuar com aquilo ali. >> Então você ficar calado, muitas vezes a gente sai ganhando, né? >> É. Aí ficando calado, ele bota para fora ou também não fica mais dentro dele, né? >> É, dá a oportunidade dele desabafar, dá a oportunidade dele trazer aquilo que tava engasgado ali, né? >> É, de se limpar. >> É, é, é até uma oportunidade, até uma caridade, né? Você ficar calado para deixar o outro desabafar, para poder deixar ele pô para fora ali, toda aquela angústia, tudo aquilo que tava dentro

impar. >> É, é, é até uma oportunidade, até uma caridade, né? Você ficar calado para deixar o outro desabafar, para poder deixar ele pô para fora ali, toda aquela angústia, tudo aquilo que tava dentro dele ali, você deu a oportunidade dele para vazar. >> A gente às vezes foi só o canal, né? É, >> foi um canal que foi utilizado para poder dar o o alívio, porque quando a pessoa desabafa, quando ela bota tudo para fora, ela respira, né? Fala: "Ah, ufa, nossa, até me aliviou". Você já viu essa expressão? Tem gente que fala que depois que falou todo imprompério que quis fala: "Nossa, que eu tô sentindo aliviado", né? Então, às vezes a gente é o canal, às vezes nós somos esse canal que foi utilizado ali para naquele momento haver uma forma de ajuda. Ele não tava certo, mas de toda forma eu estendi ali, eu dei o meu ouvido para poder ele desabafar e para poder ele se sentir aliviado e para poder fazer ele pensar em tudo que ele falou. Porque quando ele tá falando, ele tá falando para ele, tá falando naquela voz alta que o ouvido dele tá escutando. Então, muitas vezes ele vai refletir. Quando ele fala que se sentiu aliviado depois de tudo que ele colocou para fora, aí ele vai refletir sobre aquilo que ele falou. É um momento de reflexão para ele também, para nós, né, gente? Eu tô falando para ele, para aquele que desabafou, mas é para nós, né? Porque nós nos vemos, porque nós nos vemos nessa situação. Já viu que de repente às vezes tem alguma situação que a gente perde a razão porque a gente se altera? Mas quando a gente altera e quando a gente põe às vezes para fora aquilo que tava ali guardado, quando a gente conforma o exemplo que eu acabei de falar, muitas vezes nós vamos refletir: "Puxa vida, ó, falei isso, isso, isso, mas, ó, isso não é nessa forma. Isso aqui poderia ser assim, assim". Quer dizer, a gente começa a conjecturar como que podia ser aquela situação se tivesse acontecido de forma diferente, né? Então é um despertar também, é um despertamento também. Então vamos pro próximo aqui. Se

, a gente começa a conjecturar como que podia ser aquela situação se tivesse acontecido de forma diferente, né? Então é um despertar também, é um despertamento também. Então vamos pro próximo aqui. Se sozinho, busca-lhe a companhia sublime na pessoa daqueles que te seguem na retaguarda. Cambaliantes de sofrimento, mais solitários que tu mesmo, na provação e na miséria, que eles vergastam as horas e lhes crucificam as esperanças. Olha aqui o olhar nosso, né, gente? Se a gente olhar ao redor, é o que nós falamos ali agora mesmo, nós vamos ver que atrás de nós vem gente que precisa mais, tem gente que sofre mais, tem gente que tá cambaleando no sofrimento, igual ele tá colocando aqui, que tá mais sozinho do que nós mesmos, que a provação e a miséria para ele tá muito maior do que o sofrimento que nós estamos olhando para dentro de nós. Então, que a gente precisa olhar para esses que estão na retaguarda, para esses que estão junto de nós. Ele tá falando retaguarda aqui, mas eles estão ao lado de nós e que muitas vezes nós não estamos enxergando, nós não estamos tendo esse olhar. Olha, ele precisa mais que eu. Lembra que eu te contei ainda há pouco, amigo, daquela pessoa assistida? Olha, se a gente olhar para uma pessoa necessitada, carente, numa fase eh de doença terminal, onde uma família toda necessita dela, olha como a gente olhar é ter esse olhar aqui de caridade. E nós só podemos endereçar essa pessoa o quê? Prece. prece de coração mesmo, de coração ardente, entregando para Deus todo aquele sofrimento, porque aí a gente passa a observar quantas são as nossas ah os nossos talentos. Vamos falar lá no talento, quantos talentos eu tenho à minha disposição, né? De que forma nós vamos tá utilizando esse talento nesse momento? Quando eu olho paraa retaguarda aqui e quando eu olho que tem pessoas que sofrem mais do que nós? Essas pessoas sofridas elas precisam da nossa mão. Então a gente nunca está sozinho, porque a gente sempre vai olhar pro lado e vai ver que tem um companheiro, que tem um amigo, um

em mais do que nós? Essas pessoas sofridas elas precisam da nossa mão. Então a gente nunca está sozinho, porque a gente sempre vai olhar pro lado e vai ver que tem um companheiro, que tem um amigo, um desconhecido que tá ali precisando de uma mão amiga. Então não existe ninguém sozinho, né? Se aflito, confie-lhe as ansiedades, compreendendo que nele o imperecível amor, todas as tormentas se apaziguam. Olha aqui agora o amor, ele falando sobre a grandeza do amor, né, Marcos? Quer comentar isso aqui nas aflições e nas ansiedades? nos faz lembrar daquele momento em que Jesus tá dormindo no navio, no barco. É, tá dormindo no barco. >> É. >> E aí vão lá, acordam Jesus e ele acalma tudo, né? >> Acalma a tempestade. >> É que bemvent >> as nossas tempestades, né, Marcos? As nossas tempestades. Ah, ainda tem isso. É, você lembra bem, né? Existe as tempestades exteriores e também as tempestades interiores, né? As tormentas interiores. >> É. É. Não, mas isso que você colocou aí da do >> pode ser o medo, pode ser insegurança, >> pode ser ansiedade. Hã, >> isso, isso. Essas três, isso aí que você acabou de falar. Olha só o que o Pedro, o o Pedro viveu tudo isso aí, né? Eu tô citando o Pedro porque ele que se manifesta nesse, nessa parábola aí, né? Nessa história, ele que se manifesta. Então assim, todo mundo ali naquela aflição, naquela naquele barco balançando para lá e para cá, naquela ventania, naquela tempestade, Jesus lá tranquilo, dormindo, ele vai lá e acalma, tipo assim, é como se ele tivesse falando assim: "Cara, o negócio tá, o mundo tá desabando e você tá dormindo, vem cá, acorda, vem me falar". Aí Jesus acorda e fala para ele: "Calma, respira, né?" Então aqui essa calma, esse respira é a gente olhar para acalmar essa tempestade interior da gente. E quando a gente duvida, quando a gente duvida, a nossa fé ela tá cambaleando, né? Por quê? Porque a gente, quando ele falou, foi quando ele falou até lá pro Pedro, quando ele caminha sobre as águas e ele começa a caminhar e quando ele vê que ele tá

nossa fé ela tá cambaleando, né? Por quê? Porque a gente, quando ele falou, foi quando ele falou até lá pro Pedro, quando ele caminha sobre as águas e ele começa a caminhar e quando ele vê que ele tá caminhando sobre as águas, olha a dúvida. Será que eu tô sobre a água mesmo? Aí ele afunda. Então, cadê a sua fé? Cadê a sua firmeza, né? Cadê essa coragem? Tem que ter uma firmeza. Essa fé tem que ser firme. Esse falar tem que ser acreditado. Eu tenho que acreditar naquilo ali. E que que é isso aqui? É o imperecível amor de Deus e de Jesus por nós, nos mostrando, nos dando exemplo ali dentro com eles no barco e falando, cara, confia. Eu tô aqui, vem acorda. Eu tô aqui. E quando é que nós estamos acordando aqui para Jesus? Quando é que ele tá falando aqui para nós que tá acalmando a nossa tempestade e que de que forma que nós estamos acordando para poder saber que nós podemos como ele de todos os exemplos que ele deixou para nós, que nós podemos ser como eles, né? Então, o maior exemplo que tem lá quando Kardec pergunta qual é o maior exemplo que nós temos aqui, é Jesus. Porque tudo que ele mostra para nós aqui, esse amor imperecível que ele tá colocando aqui, essa calmaria que ele traz pro nosso coração, é só ele através do exemplo. Só ele tem aquela música lá eh do Tim Vanessa, né, que que ele fala que o maior exemplo é Jesus, né? Então, se você quer se modificar, se você quer ser alguma coisa diferente, se você quer conquistar alguma coisa diferente, segue Jesus. É só seguir Jesus. É o maior exemplo. Simples, né? É simples assim. É fácil, né? Nós já estamos nesse ponto, né, Marcos? Nós estamos caminhando lá. É simples assim. caminha. O pastor, criador daquela música Amazing Grace, que é graça maravilhosa. Ele comenta nos inscritos dele que a primeira vez que ele orou, ele tava ele tava num barco de tráfico negreiro que, que ele, infelizmente já teve essa profissão, tanto que ele depois veio a ser vendido como escravo, que isso é que vai ser a causa da redenção dele.

le tava ele tava num barco de tráfico negreiro que, que ele, infelizmente já teve essa profissão, tanto que ele depois veio a ser vendido como escravo, que isso é que vai ser a causa da redenção dele. E aí ele comenta que ele orou e ele foi um dos poucos sobreviventes. que foi um dos poucos sobreviventes. Aí a partir daí ele resolve que não vai mexer com esse tipo de negócio, né, que que existia na época. Ele era da Inglaterra. E também comentar que aí é uma observação que eu faço esse parágrafo. Se você naufragar, existe um motivo que tá na justiça divina e geralmente tem relação com as nossas vidas anteriores. >> Perfeito. >> Ou seja, a doutrina nesse sentido, ela nos consola porque ela mostra que nos que é possível não naufragar. Mas ainda que eu naufrague, aquilo não é o fim. E aquilo teve um motivo, teve um motivo para acontecer que que são as nossas reparações, porque nós somos responsáveis por tudo aquilo que nós já fizemos nesta e em vidas anteriores. >> Se a gente não tiver encontrando onde foi hoje, a gente pode lembrar que foi lá atrás, né, Marcos? Você colocou muito bem, muito bom. O homem também emociona a gente. Ó, a Cirlei tá lembrando que a música da Elizabeth também >> é a gente lembra nessas músicas, né, gente, quanto ensinamento elas encerram, né? Quanta coisa bonita ela traz para nós. E Marcos, você colocou aí a história dele no navio negreiro lá que ele fazia o tráfego, me fez lembrar aqui da misericórdia divina, né, de quando Jesus foi resgatar Judas, né? Emocionei. Eu sou molenga, eu vou falar, eu emociono. Ai, mas é perfeita a colocação que você fez. É a mesma, é a mesma situação que me fez lembrar. É, era inevitável que ele fosse crucificado. É. >> É. Não. E outra coisa, eh, você tá falando desse aí que tava lá no navi negreiro, olha só, ele lembrou-se de orar. Então, foi um dos poucos sobreviventes. Por quê? Porque ele ligou o pensamento ao alto. Teve alguém que ouviu, alguém que olhava por ele, que ouviu a prece e que veio em socorro dele. Igual você falou, então a gente

os poucos sobreviventes. Por quê? Porque ele ligou o pensamento ao alto. Teve alguém que ouviu, alguém que olhava por ele, que ouviu a prece e que veio em socorro dele. Igual você falou, então a gente vai naufragar algumas vezes. Vai, vai. E a gente tem que lembrar disso que você também acabou de citar, de lembrar, de levar o pensamento a Deus e de saber que eu tô sendo amparada e que eu tenho essa ajuda que vem do alto, então que eu não estou sozinha, então que eu vou ser resgatada, né? Então naufragar não é fracasso, é recomeço muitas vezes, né? é o sair lá de dentro sustentada, fortalecida e com aprendizado latente pra gente colocar em prática novas atividades, novos exercícios, novos talentos, né, amigo? Lá, ó, talento lá do início, que muitas vezes a gente não tava enxergando esses talentos adormecidos, que a gente faça o desabrochar e o despertar desses talentos que estão adormecidos dentro de nós, né? Ai, nós estamos terminando aqui, gente, ó. Seja qual for a dificuldade, é tudo é aprendizado. Tudo é amor divino para Verdade, Carla. Tudo é aprendizado. É isso mesmo. Seja qual for a dificuldade, recorda o todo misericordioso que não nos esquece. Olha aí o náuf, ó o náufrago aqui, ó. que a gente sabe que mesmo na dificuldade, mesmo afogando ali, a gente sabe que tem uma mão que tá ali do nosso lado falando: "Me dá sua mão que eu tiro você daí". É simples assim, né? É só você olhar pro alto, só você me enxergar. Eu tô aqui, me chama quando você quiser. Eu tô aqui sempre. e abraçando o próprio dever como sendo a expressão de sua divina vontade para os teus passos de cada dia, encontrarás na oração a força verdadeira de tua fé, a erguer-se, a erguer-te das obscuridades e dos problemas da terra para a rota de luz que te aponta as sendas do céu. Olha que maravilhoso, gente. Por isso que eu falei ali no início que tudo isso aqui é oração. É oração e a fé. É o que eu acabei de falar aqui, ó, quando ele fala do todo misericordioso. É só a gente olhar para cima e ver que tem uma mão

que eu falei ali no início que tudo isso aqui é oração. É oração e a fé. É o que eu acabei de falar aqui, ó, quando ele fala do todo misericordioso. É só a gente olhar para cima e ver que tem uma mão que tá estendida pra gente falando: "Vem, levanta, né? Eu te ajudo. Eu tô aqui. Faça que a gente confie, que a gente ore com confiança, que a gente tenha certeza nessa força maior, nessa força divina que nos ampara, que não nos desabriga hora nenhuma de nenhuma tempestade, seja ela interior ou exterior, que ela vai estar sempre ali essa mão estendida para nós, para nos socorrer, para nos ajudar e para fazer brotar e despertar os talentos adormecidos. >> É, >> né, amigo? E lembrando que como faz referência ao capítulo 6 do Evangelho, né, no item oito, >> isso >> que ele traz eh o espírito da verdade que que no livro dos médiuns Kardec explica que é Jesus de Nazaré, tem uma nota, ele traz dois talentos em específico, que é o devotamento e abnegação. >> E abnegação. É, >> por que que eu tô tocando nisso? Porque aqui no nesse último parágrafo ele fala do dever. >> E Jesus resume para nós apenas dois deveres no item oito do capítulo 6. >> É >> o amor e a caridade. >> É >> algo que eu jamais pensaria. A caridade eu até penso como dever, mas eu nunca havia pensado no amor como um dever. >> Uhum. >> Né? de e dever no sentido de deve ser visto, né? Porque, por exemplo, uma palavra denotativa é que dela se nota isso que que existe na língua portuguesa. Então, nós conhecemos o dever como obrigação, geralmente obrigação, mas dever também quer dizer daquilo que deve ser visto. Por quê? Porque é esperado por Deus nessa hora é a esperança divina. na esperança divina, no seu sentido verdadeiro. Deus de cada um de nós espera o amor que Clarento, no livro Nosso Lar, ele comenta que além da força mais poderosa de Deus, que é o amor, na opinião de Clarêncio, a segunda é a dor. Porque a dor é a única, na opinião de Clarêncio, que é capaz de nos obrigar a uma transformação para melhor. >> Verdade.

ais poderosa de Deus, que é o amor, na opinião de Clarêncio, a segunda é a dor. Porque a dor é a única, na opinião de Clarêncio, que é capaz de nos obrigar a uma transformação para melhor. >> Verdade. >> Eu faço assim essas palavras finais em cima de tudo aquilo que a gente estudou hoje. >> É isso aí que você falou, eu vou ler só o último trecho desse desse item oito do do Evangelho que ele fala assim: >> "Ah, é ótimo. >> É, tomai, pois, por divisa essas duas palavras. o devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque elas resumem todos os deveres que vos impõe a caridade e a humildade. O sentimento do dever cumprido vos dará o repouso do espírito e a resignação. O coração bate melhor, a alma se acerena e o corpo não tem mais desfalecimento, porque o cor o corpo sofre tanto mais quanto o espírito está mais profundamente atingido. Olha, amiga, você encerrou muito bem. Você falou muito bem sobre isso aí, porque nós podíamos ter lido isso aqui no início, mas deu um bom fechamento para nós, porque ele fala desse bálsamo que consola aqui, quando ele tá falando do devotamento e da abnegação, que são a prece contínua, encerra o ensinamento profundo. A sabedoria humana resiste n reside nessas duas palavras. Então essa é a mensagem do capítulo para nós que o capítulo seis, né, do Cristo Consolador e o Espírito de verdade em árvore em 1863, que deixa para nós essa mensagem maravilhosa e que nos fala da abnegação e do devotamento. Então, essa prece, essa certeza que nós eh temos que ter nessa confiança de que nós estamos sempre amparados por essa mão protetora e por essa mão divina, né? Muito obrigado, viu, amigos, todos vocês pela paciência de estarem conosco, de nos ouvirem, de também analisarem se aquilo que nós colocamos aqui faz sentido, de indicarem para outras pessoas também, quando tiver alguém necessitado de às vezes alguma palavra, uma compreensão, que possa nos assistir, que deixe o seu like para nós, porque aí, né, a o YouTube vai entender que esse assunto é relevante, que outras

alguém necessitado de às vezes alguma palavra, uma compreensão, que possa nos assistir, que deixe o seu like para nós, porque aí, né, a o YouTube vai entender que esse assunto é relevante, que outras pessoas podem eh querer ouvir numa outra ocasião que pode ser recomendado para outra pessoa. Então, estejam conosco também aqui no próximo domingo, porque outra dupla vai estar aqui para fazer um novo estudo de próximo capítulo desse livro, que vai ser o capítulo 20, e que tudo aquilo que nós falamos aqui tá servindo para nós, é um aprendizado para nós. Se ele for bom para cada um de vocês que estão aqui conosco, que seja realmente uma pedrinha assim, uma plantinha, desculpa, uma pedrinha, não, uma sementinha que seja colocada no coração de cada um daqueles que estiverem necessitados. Que cada um que precisa dessa companhia e desse amor sinta o nosso abraço, a nossa confiança e a nossa fé para que cada um de nós possamos ser abençoados durante essa semana. Lembrando sempre, né, que esse capítulo 19 é uma psicografia de Chico Xavier, né? O autor espiritual é o espírito Emanuel. >> No domingo que vem de manhã, o capítulo 20 vai tratar de contrastes, psicografia Edo Vieira, do espírito André Luiz. Então vocês estão convidados também, estão convidados a outros estudos, a outro a outras divulgações que o Igiza, seja eh domingo à noite, seja terça-feira, que também tem à noite, tá? Nós temos muit uma programação variada. O que >> agora nós temos praticamente todos os dias, né? >> Algum dia só que não tem. É, nós estamos com esse parceiro novo também que é o Conecta Espiritismo, que tá realizando um trabalho belíssimo. Pessoal lá, se eu não me engano, do Sul, né? >> É, >> eles inclusive domingo à noite, eu acho que 9 horas, >> 9 horas. É, >> hoje vai ter, eh, hoje vai ter com mais um tema, tá? Estão todos convidados >> e vamos fazer a nossa prece final. >> Aham. Ó, a, a Carla tá convidando, conheça os estudos que o Igio oferece. Exatamente. Tem vários estudos, isso que o Marcos citou agora são vários os

onvidados >> e vamos fazer a nossa prece final. >> Aham. Ó, a, a Carla tá convidando, conheça os estudos que o Igio oferece. Exatamente. Tem vários estudos, isso que o Marcos citou agora são vários os estudos que nós temos aqui à disposição, né? E que leva essa mensagem a muita gente que tá com coração aberto para receber, né? a Cirlei que tá sempre lá, né, ajudando e participando e mandando para nós todos os links de tudo que tem, né, Cirlei, obrigada aí por lembrar de nós e encaminhar sempre, né, e levando essa mensagem consoladora, igual a Carla coloca aqui, ó, que todos nós >> nos sintamos abraçados com todos esses estudos e essas mensagens que são deixadas ali para nós, que são disponibilizadas ali para nós a qualquer hora, né? É, >> então vamos, né, amigo, fazer a nossa prece e agradecer a Jesus por esses instantes. É, você faz para nós, amigo, por esse instante que nós estivemos juntos, né, >> amorável Pai, agradecidos por mais um encontro desta manhã de domingo. Mestre Jesus, obrigado pela presença, essa presença tão frequente, através de seus ensinamentos, através do seu evangelho, através da sua vinda como consolador, apoiando Allan Kardec, apoiando aos médiuns brasileiros que fizeram toda uma literatura satélite para dar apoio, para divulgar para deixar-nos instruídos de como funciona as leis divinas, de como é que elas nos regem, como é que elas cuidam de nós, como é que elas tratam do nosso crescimento e desenvolvimento para o nosso progresso, para a nossa evolução, para o nosso progresso moral, para a nossa evolução espiritual. Cuidai de nossos lares, cuidai do do nosso almoço de hoje, de domingo, cuidar de nossas famílias, cuidar de nossos amigos, cuidar do nosso ambiente de trabalho, cuidar de todos aqueles que estão aflitos, sem esperança, que estão desguarnecidos, desamparados, que eles possam encontrar um farol, um abrigo, um porto para ter pelo menos um período de refazimento e agradecidos. Estamos juntos, graças a Deus. >> Gratidão, viu, amigo, pela prece

s, desamparados, que eles possam encontrar um farol, um abrigo, um porto para ter pelo menos um período de refazimento e agradecidos. Estamos juntos, graças a Deus. >> Gratidão, viu, amigo, pela prece maravilhosa que você toca os corações da gente. Então, que a semana seja boa para todos os nossos amigos aqui, para nós, né, para você aí, Marcos. Muito obrigado pela parceria. >> Eu amo nossa parceria. Obrigada aí, viu, por eu estudar comigo aí, por me ajudar sempre, tá? Então, obrigada aos amigos e estejam todos na paz de Jesus. Até o próximo domingo. Beijo. >> Bom dia para vocês. Tchau.

Mais do canal