Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 02 | 16.03.25

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 17/03/2025 (há 1 ano) 1:07:23 29 visualizações

Estudando com Jesus | 16.03.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 02: Excesso e você Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ Ei, bom dia. Bom dia, minha gente. Bom dia ou boa tarde ou boa noite, né? Dependendo do horário que você vai nos acompanhar ou se está aqui ao vivo. Sempre muito bom estar aqui aos domingos, né, para fazer esses estudos maravilhosos. Hoje tô aqui com o nosso amigo Rodrigo. Bom dia, Rodrigo. Tudo bem? Bom dia, Patrícia. Tá. Bom dia aos amigos aí que estão nos acompanhando. Coisa boa. Uhum. É, ó, chegou a Teca já. Bom dia, Teca. Tá lá nos Estados Unidos. Obrigada pela companhia. O Walter, bom dia, Walter. É isso aí. A turma tá despertando nesse domingo. Vamos lá, minha gente, tragam suas contribuições. A gente iniciou essa obra nova aí, O espírito da verdade, né, semana passada com Isabela e Cirlei, com, né, agora vamos ter várias, vários espíritos aí trazendo mensagens para nós, além de Emanuel, né, esses amigos aí maravilhosos que nos iluminam sempre com uma luz que já receberam, né, para que a gente possa brilhar. a nossa luz também. Então, a gente agradece ao Iges por essa oportunidade de est aqui, né, podendo fazer esse estudo, compartilhar com vocês um pouquinho mais do que nós compreendemos dessa dessas mensagens da espiritualidade superior e aos canais parceiros, a TV Goiás Espírita, ao portal Rádio Portal da Luz e a Discovery Spirit Teams Network lá dos Estados Unidos, que, né, tão estão sempre com a gente nessa parceria para levar essa mensagem para mais corações aí possíveis, para que alcance aí quem esteja precisando, né, em algum momento escutar aqui um pouquinho do que a gente já conseguiu eh compreender dessas mensagens que a gente sabe que cada vez que a gente lê a gente vê alguma coisa nova, né, Rodrigo? Quer fazer a nossa pressa então? E aí a gente inicia a leitura. Perfeito. Então vamos lá. Eh, cada um buscando a superioridade da sua forma, relaxando sobre o lugar onde está, conectando o seu coração à sua mente, unindos em um só. Agradecemos ao pai, criador de todo o universo, pela oportunidade que temos aqui de estarmos eh dando continuidade aos ensinos que a

onde está, conectando o seu coração à sua mente, unindos em um só. Agradecemos ao pai, criador de todo o universo, pela oportunidade que temos aqui de estarmos eh dando continuidade aos ensinos que a espiritualidade maior nos traz, a fim de nos orientar, nos mostrar os caminhos da benevolência, da beneficiência, da caridade, enfim, os caminhos que nos levam para a evolução espiritual. Obrigado aos nossos guias, amados, a esses que nos acompanham a todo momento, aqueles que também do outro lado têm sede de conhecimento e também estão presentes e que possamos ter um estudo agradável e cada um possa tirar aquilo que lhe é necessário nesse momento. Que assim seja. Que assim seja. Obrigada, Rodrigo. Muito bem. É isso aí, né? a gente vai, cada um no seu momento, absorvendo o que é possível, mas que a gente possa, né, fazer essa essa caminhada, não parar mais, porque esse é o é o trajeto que vai nos levar aí a grande felicidade que a gente almeja, né? E aí hoje esse segundo capítulo, né, é um capítulo de André Luiz, uma mensagem de André Luiz que vai nos falar aí do que vamos colocar aqui na nossa tela, ó, excesso e você, essas ilusões, né, que nos tiram desse caminho, que nos mantém com os olhos vendados e é uma referência ao capítulo 13 do Evangelho. Segundo Espiritismo, item 10, né, que é não saber a minha mão esquerda, o que faz a minha mão direita. É uma mensagem aí, uma instrução dos espíritos, uma mensagem do espírito protetor que a gente já escutou por aí, talvez que seja a nossa querida, né, Joana de Ângeles. Então vamos ler aqui a a mensagem e aí a gente vai iniciando. Olha, então ele diz assim: "Amigo, espiritismo é caridade em movimento. Não converta o próprio lar em um museu. utensílio inútil em casa será utilidade na casa no leva. O desapego começa nas pequeninas coisas e o objeto conservado, sem aplicação no recesso da moradia, explora os sentimentos do morador. A verdadeira morte começa na estagnação. Quem faz circular os empréstimos de Deus renova o próprio

coisas e o objeto conservado, sem aplicação no recesso da moradia, explora os sentimentos do morador. A verdadeira morte começa na estagnação. Quem faz circular os empréstimos de Deus renova o próprio caminho. Transfigure os apetrechos que lhes sejam inúteis em forças vivas do bem. Retirem da dispensa os gêneros alimentícios que descansam esquecidos para distribuição fraterna aos companheiros de estômago atormentado. Reviste reviste eh o guarda-roupa libertando os cabides das vestes que você não usa, conduzindo-os aos viajores desnudos da estrada. Estenda os pares de sapatos que lhe sobram. aos pés descalços que transitam em redor. Elimine do mobiliário as peças excedentes, aumentando a alegria das habitações menos felizes. Revolva os guardados em gavetas ou porões, dando aplicação aos objetos parados do seu uso pessoal. Transforme em patrimônio alheio os livros empoirados que você não consulta, endereçando-os aos ao leitor sem recursos. Examine a bolsa, dando um pouco mais que os simples compromissos da fraternidade, mostrando gratidão pelos acréscimos da divina misericórdia que você recebe. Ofereça ao irmão comum alguma relíquia ou lembrança afetiva de parentes e amigos. Ora na pátria espiritual, enviando aos que partiram maior contentamento com tal gesto. Renovemo-nos a vida constantemente, cada ano, cada mês, cada dia. Previna-se hoje contra o remorço de amanhã. O excesso da nossa vida cria a necessidade do semelhante. Ajude a casa de assistência coletiva. Divulgue o livro nobre. Medique os enfermos, aplaque a fome alheia, enxugue as lágrimas, socorra feridas. Enquanto buscarmos a intimidade no do Senhor, os valores mumificados em nossas mãos ressurgem nas mãos dos outros em exaltação de amor e luz para todas as criaturas de Deus. E aí eu já fiquei assim com nó na garganta, né, Rodrigo? Porque esse texto realmente André Luiz sem Rodeios nos coloca frente à frente perante uma condição que cada vez mais o mundo tem nos convocado a viver, né? Viver dos excessos, viver do que não nos é a posse

esse texto realmente André Luiz sem Rodeios nos coloca frente à frente perante uma condição que cada vez mais o mundo tem nos convocado a viver, né? Viver dos excessos, viver do que não nos é a posse do necessário, como diz lá o livro dos espíritos. e nos dar essa eh condição, né, quase que imperiosa de que se não tivermos, que se não acumularmos, não temos nem referência para viver no mundo, né? Ficamos aí perdidos sem saber o que é para ser feito nesse mundo, porque todos esses excessos, toda essa busca nos cria uma venda nos olhos, né? nos dá essa ilusão de que estamos muito eh adaptados ao mundo, mas aí nos afastamos completamente da nossa realidade espiritual, né? Uhum. Ah, é interessante que esse eh nesse nesse observação aí que o espírito nos traz, né, essa essa essa instrução, esse pedido, né, Patícia, a gente já entende, compreende que a caridade ela é ela vai além da materialidade, né? A gente já viu bastante, falou bastante, sabe que tem o envolvimento, né, sentimental, principalmente, que que tem um valor maior, né? Óbvio que a a caridade material como sincera, ela tem o seu valor, né, muito grandioso também, tanto quanto, mas justamente vem vem ven a nos chamar para essa para essa para esse tipo de caridade, né? Porque apesar da gente tá num mundo de transição, a gente tem muita miséria nesse mundo aí, né? Muita gente passando por miséria física, né? Da fome, da falta de um teto, né? as doenças, né, que envolve a falta de de sanitariedade, de, enfim, várias situações que do qual eh nós temos uma certa responsabilidade, porque colocamos, né, como o nosso sistema funciona ou um pouco como as coisas funcionam, colocamos esses irmãos nessa situação degradável, né, ou eh não, óbvio, né, uma responsabilidade por inteiro, mas participamos, né, participamos de alguma uma forma. Então é difícil para uma mãe, para um pai, uma pessoa já idosa, enfim, numa faixa etária avançada, eh estar passando por necessidades e conseguir se concentrar em si. Sim, né? Eu não sei, não sei se

. Então é difícil para uma mãe, para um pai, uma pessoa já idosa, enfim, numa faixa etária avançada, eh estar passando por necessidades e conseguir se concentrar em si. Sim, né? Eu não sei, não sei se você sabe, mas eu não sei o que é passar fome. Eu não sei o que que é não ter um teto para dormir. Uhum. Né? Graças a Deus, os meus pais sempre tiveram o suficiente para me dar e eu nunca tive nenhuma dessas necessidades, né? Mas isso não me faz não ser um ser empático a fim de de de ser tocado pela benevolência. Exatamente. De de ver que o outro tem essas necessidades, que tem pessoas passando por essas necessidades e que o que eu tenho dentro de casa já pode oferecer muito. Eu não preciso esperar justamente que me caia o prêmio de um de um grande sorteio para que eu resolva fazer a beneficiência e e alimentar, né, aos necessitados, enfim, a vestir aqueles que não tada nada para usar, né? Eh, ou, enfim, nós podemos eh fazer muito mesmo com um pouco que a gente possa ter, mas esse pouco às vezes já é o nosso superérfalo, né? Sim. Pode tá utilizando dele justamente para dar esse alento, né? A gente pode imaginar aí quantas mães, né, tão dia a dia tendo que imaginar o que vai ser do dia seguinte para alimentar os seus filhos. E muitas vezes mães solteiras, a gente sabe muito bem, né? Um chefe da família vai ter que se virar literalmente e não vai conseguir sozinho. Não vai, não vai mesmo, né? Pelas circunstâncias, pela questão onde vive, enfim, todas as questões sociais. Então, precisa da mão amiga, precisa de alguém, né? precisa, porque nós vivemos na lei da sociedade, não é à toa, né, da colaboração. às vezes é é aquele momento de assumir e assumir um pouco aquela carga que a pessoa possui, né, a fim de ela poder respirar e esperançar novamente, né, para daí então tomar a frente, né, mais uma vez. Eh, nunca é para substituir, né, para para ser o provedor daquela família eternamente, enfim, para ser. Não, não é isso. É justamente poder ser esse esse momento de de paz, talvez que aquelas aquela

. Eh, nunca é para substituir, né, para para ser o provedor daquela família eternamente, enfim, para ser. Não, não é isso. É justamente poder ser esse esse momento de de paz, talvez que aquelas aquela criatura tá necessitando para poder se reerguer e poder, né, dar continuidade ali no seu processo. Então, a eu acho muito bonito que no eh aqui referente ao item 10, mas um pouquinho mais à frente eu vem o item 13, que o o espírito irmão ali instrutor, ele justamente coloca a beneficiência e a caridade como se fosse um ser que vai inspirando, né, as pessoas, inspira na na esperança aquele que está sofrendo, inspira aqueles que estão bem a justamente olhar para o lado. lado, né, a fazer o que o que for, eh, sem obrigação e sem dizer o que fazer, sem permitindo que o seu faça aquilo que você acha que tem que ser feito, né, as suas capacidades, enfim, na sua no seu potencial, né? Então é no limite das forças, né? Como exatamente como diz o Paulo, né, para nós, né? Isso a gente sabe muito bem como toca, como nos toca quando a gente pode suprir uma pequena necessidade material de alguém, né? Como Sim, como já é tocante. Então a gente já tem uma noção do que que moralmente, né, isso isso nos traz. Uhum. né, e envolve a tudo que está ao redor, né? Então, realmente é é algo de modificador, é algo de de de sustância verdadeira, né? É a grande oportunidade, né, que é que é ofertada aí a todos nós nesse nesse dentro, né, dessa vivência entre a fraternidade, né? Por isso que o lema, né, é fora da caridade não há salvação, porque não há outro movimento a ser feito eh em busca dessa salvação, que é a nós nos, né, reencontrarmos com nós mesmos, né, com a nossa verdadeira essência para alcançar a felicidade. E a felicidade tem que ser para todos, né? Não basta que seja só para mim, porque aí eu vou continuar nesse movimento, né, do interesse pessoal, que é o que leva a todos esses excessos. Então, num primeira vista, a gente, né, olha, fala: "Nossa, mas por que que André Luiz escolheu esse item,

continuar nesse movimento, né, do interesse pessoal, que é o que leva a todos esses excessos. Então, num primeira vista, a gente, né, olha, fala: "Nossa, mas por que que André Luiz escolheu esse item, né, para falar de excesso?" porque o excesso ele é, né, eh, completamente oposto a esse movimento necessário para que haja a integração do ser na sua família fraterna universal, né, não principalmente o material, né, mas aí também os os excessos, né, morais que a gente sabe que são fundamentais, que a gente vá a trabalhando senão a gente não vai conseguir, né, compreender para que serve o excesso material, né, aparente. Hum. Que aquela questão, né, da prova da riqueza que é muito mais desafiadora do que a prova, né, de estar aí com uma limitação financeira nessa vida, porque é tudo um empréstimo. Então, o que estamos fazendo com os empréstimos que nos foram dados, né? dessa desigualdade aparente. Então, não é porque nós acreditamos, né, e sabemos que cada um tem a sua trajetória, cada um fez as suas escolhas, que provavelmente, né, está numa condição, eh, a qual necessita para fazer a sua evolução, que nós não vamos considerar que sim há desigualdades no mundo por conta dos excessos que foram criados, como o Rodrigo falou. né? E que nós temos responsabilidades pelas escolhas que vem sido feitas como conjunto, né, como sociedade. Então assim, é muito claro, né? Fica muito clara essa escolha de André Luiz por esse texto, porque a caridade é a chave para sairmos do excesso. Uhum. Né? para que a gente veja que há milhares de oportunidades, como né, o Rodrigo já comentou, além da material, mas se a gente está aí num momento em que tem um excedente material, é porque nós temos que fazer alguma coisa com ele, né? não só guardar e acumular, mas as n outras possibilidades de auxiliar o irmão, como ele lista ali no texto, né, do espírito de verdade, da verdade, e como tá aqui também no próprio texto, né, a gente não vai ler o texto aqui do do Evangelho porque ele é um pouquinho

iar o irmão, como ele lista ali no texto, né, do espírito de verdade, da verdade, e como tá aqui também no próprio texto, né, a gente não vai ler o texto aqui do do Evangelho porque ele é um pouquinho comprido, mas aqui também, né, a a o espírito protetor coloca várias vários exemplos, né, de caridade moral. que podem ser feitos aí para que esses excessos sejam retirados. E são esses movimentos da caridade moral que vão nos transformar, né, eh, interiormente, vão ir nos limpando aí a nossas condições mais inferiores, né? Perfeito, Patrícia. Ol, chegou a nossa amiga Eliane. Bom dia. Bom dia, querida. tava aqui concentrada e estamos aguardando aí o pessoal e seus comentários, né? Vamos isso aí com a gente aí, vamos participar. Eita! Eh, é, é, é bacana, né, Patrícia, que você colocou bem, né? Talvez é eh eh o bacana é sempre como eles nos provocam o raciocínio, exatamente, né? Se aonde há o excesso, possivelmente há algum lugar que está faltando. Então, né? Então, já pensou, né? Pensar só tem tanto na tua casa, possivelmente na casa de alguém esteja faltando, né? E é exatamente nos provocar, nos tocar, né? E e é válido realmente quando coloca. Infelizmente, nós temos ainda muitas falhas e do qual essas necessidades aí do outro ainda são muito grandes e e realmente a gente tem muito o medo de nos faltar, faltar, faltar. Uhum. Nos atenhamos a isso, né? E e nos prendemos a isso. Aí no fim acabamos gerando o acúmulo, né? Então, a eh é sair, né? É uma provocação a sair do seu ninho, do seu quadrado, a fim de visitar o quadrado do outro e ver como que anda, né, esse quadradinho lá do outro e ver eh a a tamanha eh às vezes desgraça que envolve aquele semelhante. E é muito ruim, né, gente? Quando a gente vê ainda num adultos, a gente já se foralece, mas quando a gente vê pequenos seres, né, passando já por necessidades tão pesadas, né, como da fome, das doenças, é, eh, a gente vê ali a grande injustiça que a gente provoca, né? Quando eu falo a gente, a gente, eu tô falando de ser humano, né? A gente tá

necessidades tão pesadas, né, como da fome, das doenças, é, eh, a gente vê ali a grande injustiça que a gente provoca, né? Quando eu falo a gente, a gente, eu tô falando de ser humano, né? A gente tá incluído em todo esse barco, né, chamado terra. Sim. de seres espirituais encarnados que viveram como corpos, né, e não como espíritos. Exatamente, né? Então, eh eh a gente vê que não havia necessidade e não há coerência e justiça, né? E ver uma situação de seres tão pequenos já mais uma vez, né? Nesse tipo de situação tão miserável e de dor, né? que dói, dói, dói tudo que às vezes foge já da consciência daqueles ali, o que que é que tá pior, né? O que quer que tá de mais necessário, né? Você vê apenas pequenos seres assim só vivendo, só existindo, né? E não vivendo, né, né? Um caminho, alguma coisa. Então, a a que a gente não tendo as experiências que deveriam estar tendo, né, para se exatamente melhorar, porque a gente não pode ter a bom que você colocou, me veio a cabeça, Patrícia, não pode ter a arrogância de pensar que, ah, tá aquilo porque é uma expiação. Isso, por favor, espíritas, pelo amor de Deus, né? né? Não caia nessa falácia que a gente a gente vem carregando, a gente às vezes, né, acaba equivocadamente por causa dos ensinos que nos é passado, né? São sugestões. A pessoa a tercer pode estar passando por aquilo sim para sua vivência experiência espiritual em parte. Mas isso não nos cabe julgar. Nós não estamos aqui para julgar ou adivinhar o que o outro está passando. O que o outro está passando é necessário que ele passe e ponto, não é? Não, não nos cabe isso. Assim como não temos que saber do outro, a gente já nem sabe do nosso pedirá do outro, né? Uhum. Quer dizer, então, ah, nos é pedido para que a gente faça um movimento independente da história de quem seja. Isso. Independente da situação, né? É exatamente. Se for a a a expiação de alguém, não esqueça que pode tá sendo a tua prova. É quase certeza. Isso, né? Se a gente não sabe se é prova ou expiação do outro, mas aquilo que nos

tuação, né? É exatamente. Se for a a a expiação de alguém, não esqueça que pode tá sendo a tua prova. É quase certeza. Isso, né? Se a gente não sabe se é prova ou expiação do outro, mas aquilo que nos acontece ao lado e que nos toca, possivelmente é uma prova pra gente. Isso sim a gente pode dar essa quase essa certeza, né? né? Então, eh eh temos que cuidar muito, né? E não permitir que a gente eh caia de novo no pré-julgamento, no préonceito, né? No julgar ao outro pelo que ele está vivendo e passando, né? Porque não é nada disso que o espírito aqui venha nos convidar, né? Exatamente. Nada. Exatamente o contrário. Totalmente ao contrário, né? É, eu tinha até visto uma frase aqui de Leon Deni no depois da morte, tem um capítulo inteiro sobre caridade, gente. Então é muito bonito, né? A gente sabe que ele é muito poético e exatamente isso que o Rodrigo tava falando, né? Que ele fala: "Essa virtude, porém é rara, né? Porque ela fala que ela é paciente, indulgente, né? Vindo naquela complementação, né? Da resposta dos espíritos a Kardec qual como se entende a verdadeira caridade, né? Eh, então é tolerante, né? Não ataca, não maltrata. Eh, e aí ele diz assim, né? Um certo fundo de egoísmo leva-nos muitas vezes a observar, a criticar os defeitos do próximo, sem primeiro repararmos nos nossos próprios. Então, o convite, né, é o que nós gostaríamos, né, de receber se estivéssemos naquela situação que o outro se encontra. Então, como que eu tenho o direito de apontar, né, eh, a situação dele, criticar a situação dele, mesmo eu não estando naquela situação, eu estou no mesmo planeta. Eu estou com a, né, provavelmente com outros desafios, mas também buscando me melhorar. Então, qual é, né, a minha a minha o meu direito de fazer esses apontamentos? O meu dever é olhar o outro e falar: "Nossa, se eu estivesse nessa situação, o que eu gostaria que fosse feito para mim?" que foi o que Jesus nos convidou. Uhum. Né? Pra gente poder então se colocar verdadeiramente no lugar do outro, né? E

ossa, se eu estivesse nessa situação, o que eu gostaria que fosse feito para mim?" que foi o que Jesus nos convidou. Uhum. Né? Pra gente poder então se colocar verdadeiramente no lugar do outro, né? E conseguir fazer todos esses movimentos, eh, que sejam materiais, que sejam morais, né? Eh, e, e poder, eh, ofertar a ao nosso irmão mínimo, né? O mínimo que seja aí um ombro amigo, que seja um momento de escuta ou então se nós não conseguimos, né, nos aproximar, que seja uma prece sincera, mas que a gente cada vez mais tenha essa intenção sincera dentro de nós de buscar fazer essa ajuda, né, de todo o nosso coração, todo o nosso entendimento, né, toda a nossa força lá, como diz Jesus, né, Sim. Eh, ah, não é simples, não é fácil, né, Patrícia? A gente sabe porque a gente se prende, eu acho que ainda muito como seres egocêntricos, ah, a gente se prende a falsa caridade ainda, que é o quê? A gente chama de pena, né? Esse é o nome que a gente dá. a gente eh por alguns segundos a gente se convalece com a situação alheia, né, mas apenas só sente aquilo e apaga, né, a fim de só se mostrar que se sentir sentiu alguma coisa, né, ah, né, sentir e, né, aquela, aquela tristeza, aquela melancolia, né, da situação, porém aquilo já se apaga e porque ah, eu não posso fazer nada, né, eu estou muito ocupado, não tenho tempo, né, e enfim, nem por um simples, por uma simples pequena oração ou pensamento possível para ser lançado para aquele centro. Então, que a gente tenha muito cuidado, porque o o egocentrismo, né, ele tem muitas sensações eh eu gosto de dizer inocentes, né, que se parecem benevolentes, mas não tem nada de benevolência, né? Exemplo, é essa a pena. Outro exemplo é o medo, né? Não fala do medo instintivo, né? Fala do medo de de fazer as coisas e onde a gente se amarra e no fim não faz nada e fica preso ali, né? Pelas amarras do medo, da, enfim, de de pelas crenças, enfim, que a gente acaba ou ideias equivocadas que a gente tem. Então, que a gente tenha cuidado para não se

m não faz nada e fica preso ali, né? Pelas amarras do medo, da, enfim, de de pelas crenças, enfim, que a gente acaba ou ideias equivocadas que a gente tem. Então, que a gente tenha cuidado para não se prender justamente a esse a essa sensação, né? Porque eh caridade é movimento, é fazer algo. Isso tudo que que tem relacionado à benevolência ao amor exige movimento. Eu gostei, eu gostei muito, eu não lembro aonde, eu sou, desculpe, eu sou meio péssimo para isso, gravar de primeiro nome, mas que a paz, né, dizer, a paz do Cristo, ela não é uma paz inerte, ela ela é uma paz, não incomoda, né? Tava escrito, entre aspas, por quê? O que incomoda o nosso ego, né? Ele veio trazer a espada, né? Não, a paz, ele disse. Então, exatamente. É. Então, por quê? Porque faz a gente sair do nosso conforto, dessa dessas das ideias que a gente tem instaladas na gente e que são isso provoca. Quando a gente vê, poxa, mas pô, fazer o bem, fazer as coisas não deveria ser bom. É bom. O problema é que a gente tá tão mergulhado num lamaçal, né? pesado e de lá a gente tá acomodado que para fazer movimento é é é se é ruim, é difícil, é dolorido, dolorido, enfim, não é? Então não é uma paz que veio para para trazer sossego, né? né? Vem para incomodar, para ser provocativa. Então, se a gente de esse essa essa essa esse futuro coração livre, né, de toda essa essa carga eh deletéria que a gente instalou nele, a gente vai ter que vai ter que mover muito e isso vai ser um bocado trabalhoso. trabalhoso, chato. Palavra que você bem pensada ou achar, mas eh mas a gente tem que entender, né, que isso acontece exatamente porque nós nos colocamos numa situação a fim de provocar isso, né, quando a gente vai buscar o bem. Se nós tivéssemos já talvez escolhido antes os melhores caminhos, isso talvez a gente não estaria, né, sentindo dessa forma, mas é OK, não é essa questão exatamente, né? É só para trazer, mas eh que e e em geral, né, Patrícia, também acho que todo todo movimento de caridade a gente começa aprendendo com

entindo dessa forma, mas é OK, não é essa questão exatamente, né? É só para trazer, mas eh que e e em geral, né, Patrícia, também acho que todo todo movimento de caridade a gente começa aprendendo com com alguma doação material, né? Uhum. Começa por aí, né? Então, e esse esse convite é muito válido quando o os, né, a superioridade ainda nos coloca a nos envolver sobre a a o movimento da doação material. Porque às vezes a gente justamente para e fica pensando em fazer grandes movimentos. Ah, não, mas é que o movimento moral de caridade ele é maior. Tem que fazer algo, né, dentro ali e você fica pensando por onde, como e no fim o tempo passa e a gente não fez coisa nenhuma. Isso. Você podia ter pego aquele pão, enfim, aquela coisinha que você tenha mais e já ter passado adiante fazendo esse movimento, já, né, trabalhando dentro de si de forma pequena. Já daí construindo passos maiores e por aí vai. Então é eh é é um é é um alerta, na verdade assim, é é um chamado constante, né? É o tal do do chamado, né? Todos nós somos o tempo inteiro, né, Patrícia? Para tudo, né? É. É como ele fala aqui, né? Renovemos a vida constantemente. Aham. Cada dia, cada ano, cada cada ano, cada mês, cada dia. Aquilo que a gente sempre fala no final do ano, né? Também. Ah, o ano novo é que dia? É todo dia, né? É esse movimento. É aqui ele fala, a estagnação é a verdadeira morte. Onde vai começar a verdadeira morte? Tudo isso que o Rodrigo falou. Jesus não veio ficar parado. Ele se movimentou o tempo inteiro. Sempre havia uma ação, né, na sempre há uma ação nas narrativas do evangelho, certo? A própria, né, ali o o sermão da montanha. com as bem-aventuranças é pura ação, é puro convite à movimentação, é avante. Não é aguardem que vai, né, que tudo vai ser solucionado, não é avante, né? E quando André Luiz fala aqui do porão, que eu perdi aqui, ó, revolva, né, os guardados em gavetas e porões. Que porões são esses? São só os da casa física? Porque aí você fala: "Mãe, eu não tenho porão na minha casa, então eu

qui do porão, que eu perdi aqui, ó, revolva, né, os guardados em gavetas e porões. Que porões são esses? São só os da casa física? Porque aí você fala: "Mãe, eu não tenho porão na minha casa, então eu não preciso fazer nada, tá tudo bem, né?" Não, mas você tem o seu porão mental da sua casa mental. Lembra lá, né? André Luiz também nos livros da série do mundo espiritual com calderar. As três, né, os três níveis da casa mental. A gente precisa transformar os nossos porões, que é sair desses hábitos aí. Tudo que o Rodrigo tá falando que a gente tá acostumado, né? Tá habituado, é isso. A gente vem de gerações, né, aprendendo assim, mas porque aprendemos assim é porque é assim. Não necessariamente, né? Algumas coisas foram eh se afastando das leis divinas e por isso fomos criando os excessos, acumulando os superérflas. que nos afastam, né, da nossa verdadeira felicidade. Então, vamos ir a esse porão da nossa casa mental, que é onde a gente precisa realmente, né, fazer a verdadeira transformação para que a gente possa ter a atitude com a intenção do coração, como o Androu, né? senão a gente vai ficar sempre nos mascarando, falando: "Ah, eu vou fazer porque eu sei que faz bem, porque eu sei que vai ser bem visto, né?" E aí o capítulo já fala: "Não saber a sua mão esquerda o que faz a sua mão direita". Esse é outro excesso do nosso da nossa atualidade, né? do nosso momento em que tudo precisa ser visto, tudo precisa ser publicado, tudo precisa ser divulgado. E não foi isso que Jesus ensinou, né? Algumas curas, ele falou: "Vai lá e conta, né, a tua aldeia, o que aconteceu". Mas a maioria ele não falou para ser divulgado, porque é um a um, né? é um a um. O processo é individual, mas claro, afeta o coletivo. Então o que estamos buscando, precisando divulgar é mais um excesso, né, Rodrigo? É mais um excesso da nossa vaidade, do nosso orgulho, né, em querer buscar as coisas da terra. Aí ele disse: "Se vocês buscarem as glórias do mundo, não receberão os tesouros dos céus". Exatamente. A única orientação que a

ossa vaidade, do nosso orgulho, né, em querer buscar as coisas da terra. Aí ele disse: "Se vocês buscarem as glórias do mundo, não receberão os tesouros dos céus". Exatamente. A única orientação que a gente tem na Patrícia como espíritas, né? É divulgar o espiritismo, que é o quê? Abra, né? Divulgue esse conhecimento para que as pessoas o conheçam. E que estamos fazendo aqui, né? Exatamente. Que é o que estamos fazendo. De resto, você pode manter mais para si, né? ou tratar como exemplo aos seus semelhantes, né, a ser exemplo que próximos, né, filhos, parentes, né, aquela coisa, né, que possam se inspirar na tua atitude e então também tá começando a fazer esse movimento, né? Então é, olha como é como é bonito a caridade na situação, né? O que o o que que ela faz, né? O que que como ela envolve, né? todo um trama de serum quando ela é realmente sinceramente feita. Eh, nesses tempos eu fiz uma uma explanação no centro espírita é sobre a compaixão, né? Porque até me eh compreendi melhor que realmente a caridade para ela acontecer, ela precisa de um estupim, ela precisa Uhum. um link, que no caso é esse nosso é é o sentimento da compaixão, né? A gente se compadece, né? né? Piedade com o próximo, né? Empatia, entende? E tem esse esse link com o coração alheio, a fim de querer fazer alguma coisa. E eu justamente tirei desse nosso livro aí que a gente tá estudando, vai ser lá no capítulo 17, é o espírito de Kaibar que fala sobre. Ai, que legal que daí é eu entendi mais assim sobre justamente essa esse sentimento, né, que faz esse essa conexão e da importância realmente dele dele estar ali, de existir e viver para que a gente justamente possa eh se desapegar mais fácil dessas coisas, desses excessos, eh né, a fim de ver a alegria, o sorriso, o bem-estar, mesmo que seja momentâneo. na vida daquele outro ser, né? Eh, mais uma vez, não. Sem julgar a criatura e sem julgar o que ela vai fazer ou deixar de fazer com aquilo, né? Porque o que importa é se o ato sincero. A partir daí é com o outro,

ele outro ser, né? Eh, mais uma vez, não. Sem julgar a criatura e sem julgar o que ela vai fazer ou deixar de fazer com aquilo, né? Porque o que importa é se o ato sincero. A partir daí é com o outro, né? O que ele vai trabalhar, como que ele vai corresponder com aquilo, se vai te agradecer ou não te agradecer, né? se vai usar oufim, vai jogar fora, não interessa. O importante é a disponibilidade, a gente estar disponível para este movimento, para essa, para esse sentimento, que querendo ou não, para nós ainda não é prioridade, não é algo que está instalado em nosso terreno, né, no terreno do coração. Uhum. não tá fértil ainda, ele não produz toda a capacidade que, né, que nós já somos maduros para produzir. Eu gosto sempre dizer dizer isso. A gente não é, não é que a gente não é capaz, a gente nunca eh está usando do nosso potencial de amadurecimento, né? A gente tá sempre meio que estagnado, né, em algum ponto e não tem avançado, não tem se usado o seu total. Isso. Ah, não é que eu não sou evoluído suficiente, né, Nanina? Não, né? Mais uma vez a gente não eh tem dado disponibilidade para justamente fazer o que a gente já é capaz. Não, a gente fica nessa inércia, né, do porão, do porão do do rio lá, do hábito de milênios que fala e vai se deixando levar porque eu aprendi assim, eu entendi assim e não busca, né, realmente eh ver se é se é esse o caminho. Uhum. Se é esse mesmo caminho, porque se não tá bom, é porque talvez não seja esse caminho, né? Se tá bom só para mim, será que esse é o caminho? Se tá bom só para um pequeno grupo, será que esse é o caminho? Uhum. Né? O caminho que tá estabelecido, o caminho que eh é é como eman fala, né? lá no hábito, eh, foram necessários para nos trazer até aqui. Mas é o que o Rodrigo tá falando, nós já temos muita condição, né, de fazer diferente, porque nós já estamos entendendo que esse não é o caminho, que esse caminho vai nos deixar aí permanentemente na dor, no sofrimento, né, promovendo injustiças, né, que a gente sabe que

azer diferente, porque nós já estamos entendendo que esse não é o caminho, que esse caminho vai nos deixar aí permanentemente na dor, no sofrimento, né, promovendo injustiças, né, que a gente sabe que muitos não necessitariam estar na condição que estão, como Rodrigo falou, né, e a a gente coloca ali na condição de expiação e dá por explicado e deixa por conta da providência divina. esquecendo, como ele falou, que também é do do da providência divina o convite para irmos ao auxílio, para sairmos de nós mesmos e para nos reencontrarmos aí com quem quer que seja, né? Fazer o bem sem olhar quem e parar de olhar para nós mesmos quando a gente faz o bem. simplesmente fazer, porque é o que é necessário para que a gente cresça, para que a gente amadureça, para que a gente alcance essas condições mais elevadas, né? e e e sinta aí verdadeiramente as recompensas do céu e não ficar continuar nesses ciclos aí ilusórios de que nós temos que receber tudo aqui, né? E agora, sem dúvida, né, Patrícia? O mal não é criação de Deus, não é da divindade. Toda a miséria que a gente passa nesse mundo, miséria de todos os sentidos, moral, física, material que seja, eh foram provocadas por nós mesmos. Eh, já somos instruídos e e educados hoje a entender que nós que temos que resolver então aquilo que nós provocamos, né? que a dividade apenas usa do próprio mal que nós criamos a nos educar. Isso não vale realmente, como você disse, esperar que a providência vá e resolva os problemas da gente, né? Eh, Deus não é a nossa semelhança, né? Como a gente gosta de fazer. Nós somos a semelhança dele, mas não tem nada a ver com com o mal e sim na na promoção ao amor, ao bem, né? É nisso que nós somos semelhantes ao pai. né, em ser luz, né, em poder ser luz. Então, que a gente possa eh através desses convites, porque a gente a gente sabe que já provocou muita miséria para muita gente, né? Muitas vezes são esses que são nossa, estão junto conosco em nossa família, né? Mais uma vez, quando eu digo miséria

es, porque a gente a gente sabe que já provocou muita miséria para muita gente, né? Muitas vezes são esses que são nossa, estão junto conosco em nossa família, né? Mais uma vez, quando eu digo miséria em todos os sentidos, né? Sim. sabe que a gente não tem que passar pela mesma miséria que nós provocamos, né, ao outro para espiar e aprender de vez. Talvez são nesses pequenos convites que a gente já tá, a gente tá sendo convidado a espiar, né? Uhum. Exatamente, né? Então, a a e nós não percebemos e não nos tocamos, né? Quando a gente julga que o outro, né? Mais uma vez aquele ponto que nós tocamos, né, de julgar o outro que, né, que ele está vivendo aquilo que precisa, quando talvez seja muito mais para você aquilo que tá, né, que está naquele momento do que para o outro. Sim. Então, a gente tem que ter eh outro fator, né, que é fundamental pra caridade acontecer, humildade. Sem sombra de dúvida, que eu acho que é o sentimento mais difícil que nós temos em concretizar, né, quando se trata de seres e e é o primeiro degrau, né, pra gente se tornar um bem-aventurado e a gente achando que já tá no meio do caminho. É, eu eu diria que a humildade é praticamente o antagonista do do ego, né, do ego desequilibrado. Sim, né? É quando você consegue literalmente tirá-lo de jogo, né, e você se colocar realmente no seu lugar como um, né, uma criação da divindade, um processo, né, de crescimento em respeito total ao outro, né, dos seus irmãos e tudo mais. Mas é é fundamental esse o trabalho nesse nesse sentimento para que acho que qualquer passo dentro da benevolência e do caminho do amor possa ocorrer realmente, né? Então é ter a humildade realmente lidar com a miséria dele eh material eh é cuidado justamente às vezes para não humilhar a esse que você vai vai como você faz a caridade, né? você faz aí entra a a par o ensino daquela da viúva que leva a filha. Isso é leva a viúva que leva a filha para fazer a caridade. Em pequeno trecho coloca, né, que ela se ela se veste de forma simples a fim de não humilhar

par o ensino daquela da viúva que leva a filha. Isso é leva a viúva que leva a filha para fazer a caridade. Em pequeno trecho coloca, né, que ela se ela se veste de forma simples a fim de não humilhar aqueles com quem ela vai trabalhar o movimento de car auxiliar. É, vai auxiliar. Exatamente. Para quê? Para para diminuir todo tipo de distância. todo tipo de distância que nos coloca um com o outro, né? Exatamente. Para que a gente possa se tentar se mostrar igual, se mostrar que real, né, porque somos realmente e uma mesmo pai, fomos criados da mesma forma, né, da mesma essência, viemos da mesma energia, do mesmo poder, enfim, eh, temos os mesmos direitos, estamos sobre as mesmas leis, né, possuímos o mesmo amor do mesmo pai, sobre a mesma forma. Então somos, né, por iguais nesse sentido. Sim. Respeitando, óbvio, a individualidade de cada um, a história de cada um. Então, a eh é o convite, né, a boa utilização aí do É, você vê vê como das condições, né? vê como eles nos nos puxam, né? uma mensagem simples, como eles nos levam aí ao a Não, eu fiquei, eu fiquei, tava olhando aqui, eu falei, gente, mas essa essa mensagem aqui nós vamos falar do evangelho inteiro, porque aí você tá falando isso aí, eu já tava, né, tinha pensado na outra mensagem dos superiores e dos inferiores. Então ele também fala tanto quanto, né, a questão material, essa questão moral, então aí como você tá colocando, como a gente se coloca, né, ao ao estar com o outro que não está na mesma condição que nós ou, né, como que é como que é feito isso. Aí fui lá no exemplo da da rainha, né, da realeza terrena. Então, o que que ela levou com ela? o que que ela descobriu ao ao desencarnar, né, quem estava mais elevado, ela achando que seria uma grande rainha nos céus e não era. Porque a gente vai crescendo, né? A gente vai transformando essa nossa essência e ficando cada vez mais humildes, né? E e trilhando esse caminho das bem-aventuranças, quanto mais a gente vai oferecendo de nós mesmos, né? Claro que se nós temos, como

nsformando essa nossa essência e ficando cada vez mais humildes, né? E e trilhando esse caminho das bem-aventuranças, quanto mais a gente vai oferecendo de nós mesmos, né? Claro que se nós temos, como a gente já falou aqui até agora, a gente também vai oferecer do que a gente tem. Mas é por isso que eu acho que André Luiz, né, fez questão de terminar o capítulo colocando exemplos, né, de como nós podemos oferecer de nós mesmos para sair do excesso de nós mesmos, do excesso do nosso egoísmo, do excesso do nosso orgulho, do excesso da nossa vaidade, porque é aí sim que nós vamos alcançar esse entendimento que o Rodrigo tá falando para nós. né, do que é a verdadeira caridade. Nós precisamos sair de nós mesmos, nós precisamos dar de nós mesmos, né? Como a viúva deu lá também o seu pequeno óvulo. E tem uma continuação dessa passagem, eu não lembro, gente, eu preciso procurar para ter essa referência. Eu sei que acho que é um livro de Humber Campos, do irmão X, né, que conta que depois ainda dessa viúva veio uma outra mulher que não, né, não tem nem nome, que foi limpar o templo. Uhum. Né? Que ofereceu do seu tempo, do que é a maior dádiva que nós todos temos. Perfeito, perfeito. Você tocou na palavra tempo e e também foi esses tempos aí eu fiz uma pequena explanação também foi o óbvulo da viúva. escolher, porque eu gosto muito desse desse eh eh dessa parábola, né, dessa vivência, na verdade. Enfim, porque realmente a a conclusão que eu quis trazer porque além da não foi uma eh tudo bem, era moeda mais de menor valor da época, né, o óbvulo, né? O óbvulo era uma moeda, isso de valor mínimo assim. Eh, mas não foi só isso que ela doou ali. Ela teve, ela ela doou o tempo para ter conquistado aquela aquela moeda. Aquilo talvez foi é isso, né, que que Cristo quis aprofundar, né? Aquela simples moeda tinha um grande valor, exatamente porque ela ela ela sacrificou que ela teve para aquela moeda em doar para alguém, em doar, em simplesmente em doar, em querer agradar a Deus, né, com com seu com com nada que

grande valor, exatamente porque ela ela ela sacrificou que ela teve para aquela moeda em doar para alguém, em doar, em simplesmente em doar, em querer agradar a Deus, né, com com seu com com nada que ela tinha, né, porque ela dividiu o que ela realmente tinha e não o que ela tinha de excesso, né? Ela dividiu o que tinha. né? Ter, ela deixou de ter alguma coisa da sua necessidade porque ela, deu, né, porque aquela moeda, ela ela acabou dando doando. Então, eh, ela saiu do medo, né? Aquele medo que você falou de não ter, é, né? É, é, é a fé na crença, realmente é a fé. É a fé, fé de que tava fazendo o certo, de que aquilo era o bem, né? aquilo que aquilo realmente agradaria ao a Deus, né, ou a divindade, enfim. E então o que a gente tem de de mais precioso é o nosso tempo. É o nosso tempo, porque aqui na Terra nós temos tempo. Talvez lá no mundo espiritual o tempo não exista, né? Já que somos eternos. Uhum. Mas aqui a gente tem um tempo, né? Nascemos e morremos. Nós temos um tempo a passar aqui e por fim, quando nós desencarnamos se encerrou, né, mais um período. E aí que a gente olha aí, vê o que que a gente fez ou deixou de fazer e vem aquelas, enfim, aquela aquele monte de de cois. Ó, ele fala aqui, ó, ele fala aqui, previna-se hoje contra o remorço de amanhã. É isso que falando, todos aqueles remorcios e afins, né, e não ter utilizado bem do tempo que foi lhe dado, né? Então, que a gente tenha consciência de saber usar o bem, principalmente no trabalho das bem-aventuranças, como você colocou, né, Patrícia, que a gente saiba dar tempo para isso, porque o tempo que damos para a nossa reforma íntima, consequentemente vai eh eh eh vai refletir ao próximo, né? Porque necessitamos daí dessas vivências e dessas oportunidades com o próximo paraa nossa reforma. Eh, que a gente não fique dentro da casa espírita esperando para ação da caridade. A gente pode fazer isso em qualquer espaço, em qualquer ambiente que tenha movimento de ação social. Você pode estar lá trabalhando,

não fique dentro da casa espírita esperando para ação da caridade. A gente pode fazer isso em qualquer espaço, em qualquer ambiente que tenha movimento de ação social. Você pode estar lá trabalhando, porque caridade não se terceiriza, tem que fazer. É isso que eles querem nos dizer. É, é igual. É igual a nossa evolução, não temização. É exatamente um movimento totalmente individual, né? Então vai buscar, se não tem ali para fazer, tenta buscar em outro lugar, em outro ambiente, que seja para auxílio daquela ação social administrativamente poder existir, ou seja justamente um braço lá a a agindo, é, agindo naquele movimento lá com as pessoasadas. Enfim, vamos produzir, né, gente? Vamos produzir alguma coisa, vamos fazer com que eh eh esse solo, né? Esse solo realmente cresça alguma coisa e não fique esperando. Vai lá, coloca a semente, mas rega, protege. Não, esse é o grande adubo da nossa sementeira, né? Exatamente. É, ela não vai crescer por conta do ti, né? O o cuidado justamente e a atenção em estar fazendo movimento, né, Patrícia? Então, é, vamos lá, vamos cobrir aquele que tá passando frio, eh, eh, vamos vestir aquele que que tá com que está sem a roupa, né? Vamos tentar suprir um pouco do estômago vazio daquele que que passa fome, entendeu? É, não interessa o que o outro acha ou deixa de achar. Faça o que o seu coração acha que tem que ser feito. Quer dar aquela moeda, quer dar aquele dinheiro, dê. Mas faça, faça com, óbvio, faça com sinceridade, né? Isso. Com intenção de realmente de de querer fazer o bem a alguém. Bem, ó, chegou nossa companheira Celei. Bom dia, Celei. É, ó, tem que sair desse modo automático da vida material. É, então esse é o modo de milênios aí que a gente precisa sair, né, entrar no modo manual da das leis divinas, né, e buscar esse esse caminho aí seguro, né? Olha só o que Leão Deni fala. Eh, esse tá no no problema do ser do destino da dor, né? Sobre no capítulo sobre justiça e responsabilidade. Ele fala assim: "A caridade é a mais bela das virtudes. Só

é? Olha só o que Leão Deni fala. Eh, esse tá no no problema do ser do destino da dor, né? Sobre no capítulo sobre justiça e responsabilidade. Ele fala assim: "A caridade é a mais bela das virtudes. Só ela dá acesso aos mundos felizes." Com um pouco de atenção, poderíamos estudar e acompanhar em nós mesmos o processo da nossa evolução moral. Cada vez que praticamos uma boa ação, um ato generoso, uma obra de caridade, de devotamento, a cada sacrifício do eu, não sentimos uma espécie de dilatação interior. Olha, tudo que nós falamos, Rodrigo, mas ele fala bonito, né? Algo parece desabrochar em nós. Uma chama se acende ou se aviva nas profundezas do ser. Ó lá o porão. Uhum. Esta sensação não é ilusória. Olha, pra gente ter essa certeza, vale a pena. Toda a atitude que, né, vier do do nosso da nossa sinceridade e a gente puder fazer, vale a pena. O espírito se ilumina a cada pensamento altruísta, a cada impulso de solidariedade, de amor puro. Se esses pensamentos e esses atos se repetem, se multiplicam, se acumulam, o homem se acha como que transformado ao final da sua existência terrestre. Ó lá, você já é esses textos Leão Dení são quase preces, né? Eh, para quem quiser, ó, fica o convite para ler o capítulo todo da Caridade lá no Depois da Morte também. É muito lindo, né? Eh, ele só confirma todas esses essas falas que ele, né, que a gente já trouxe. E e esse é o caminho, né? Esse é o caminho pra gente poder se libertar desses excessos, né? sair dessas ilusões que a gente ainda vive nesse porão, né, mental de tentar só existir aí, né, na no modo de sobrevivência, né, esquecendo que nós temos um ser imortal que precisa ser cuidado, que precisa ser trabalhado e que precisa, né, esse trabalho precisa, eh, invariavelmente passar pelo do outro, passar pelo estar com o outro, né? Ó, Marcos também chegou aí. Bom dia, Marcos Diva. Ah, obrigada, Marco. Você sempre salvando a gente. Olha, eu vou anotar aqui, nunca mais eu vou esquecer. Olha aquele texto que eu citei, tá aí, ó. Dádiva maior do irmão X. Ele veio ao

ia, Marcos Diva. Ah, obrigada, Marco. Você sempre salvando a gente. Olha, eu vou anotar aqui, nunca mais eu vou esquecer. Olha aquele texto que eu citei, tá aí, ó. Dádiva maior do irmão X. Ele veio ao nosso socorro. Marquito querido. Só só um adentro. Nós temos no Evangelho segundo espiritismo, são duas viúvas, né? Tem o álbum da viúva e tem a viúva que vai suprir as necessidades de uma mãe que tem o marido no hospital. Isso que foi as que o Rodrigo falou que se veste, né, humildemente, leva a filha junto para ensinar o movimento de caridade. Isso. E deixa muito claro que o que, né, o que tava sendo dado também era da mãe, não era dela, que ela tinha que, né, produzir algo dela, produzir algo dela. É, e então é o dar de nós, né? É o dar o que nós temos, né? e não também fazer com o chapéu do outro, né, como a gente fala, que aí é muito muito conveniente, muito simples, né? É isso, meus amigos. Olha, é o que eu falei, é, a gente ia passear o evangelho inteiro aqui, porque o tema é fora da caridade, na salvação, né? Muito, muito lindo assim esse, esse convite de André Luiz para nós, né? para que a gente tenha certeza que esse caminho é o caminho seguro pra gente se reencontrar, né, trazer aí para fora a nossa essência divina, como o Rodrigo disse, e viver cada vez mais como seres imortais e como família fraterna universal, né, Rodrigo? Uhum. É isso aí. Eh, eu acho que a vida e o evangelho do Cristo se resume realmente a essa essa frase, né? Fora da caridade, não a salvação. Todo o movimento que ele fez foi um movimento, se a gente vê nas escrituras, né? Eh, ah, o Cristo se moveu de compaixão e se dirigiu a mudá. O Cristo se moveu em compaixão e se dirigiu à viúva que perdeu um ente tudo movimento de caridade. Ele sempre se dirigia a quem fosse com um sentimento de caridade, de, né, piedade, compaixão, essas essas irmãs aí. Então, e quando a gente não sabe o que fazer, aquela velha aquele aquele velho pensamento que Cristo fariam, né? essa né? Então que a gente saiba eh

, de, né, piedade, compaixão, essas essas irmãs aí. Então, e quando a gente não sabe o que fazer, aquela velha aquele aquele velho pensamento que Cristo fariam, né? essa né? Então que a gente saiba eh nesses momentos refletir e colocar em frente o que que esse sábio mestre faria e nós com certeza teremos a resposta. Buscar a sua referência, né? Buscar os seus exemplos. estaremos dando passos firmes e seguros na direção desse nosso melhoramento e do auxílio aí ao nosso ao nosso irmão. E então, pra gente terminar, vamos deixar aí uma uma música, um poema da nossa querida irmã Sâmia Aata aí, que nos brinda aí eh quase que semanalmente com esses com esses textos espetaculares. é num convite, né, para que a gente busque a nossa simplicidade e nessa simplicidade a gente descubra então o verdadeiro valor da vida e possa viver, né, eh, a nossa verdadeira essência aí como irmãos, né, e filhos desse pai de amor e de misericórdia. Rodrigo, muito obrigada por tá aqui com a gente hoje, por esse estudo maravilhoso. Espero que nossos amigos aí tenham gostado e para quem vem aí possa ser muito proveitoso, né? Assim. Eu que agradeço mais uma vez. Obrigada. Obrigada a todos. Semana que vem estamos de volta aí com o Espírito da Verdade. Então, aguardamos vocês, amigos. Fiquem com Deus. Um ótimo domingo. Se cuidem aí. São as coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se desce do que não lhe aprece para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula pega, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe. Até que desperte aos encantos dos dias, pois se ilusão nos afasta da vida. São as coisas simples que a vida acontece. São coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais

o nos afasta da vida. São as coisas simples que a vida acontece. São coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despido do que não lhe aquece para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula a pedra, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. até que desterte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. เฮ

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