ESSÊNCIA DIVINA - Rafaela Guidi [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/03/2026 (há 1 mês) 27:40 201 visualizações

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Transcrição

Boa tarde, queridas irmãs, queridos irmãos e queridos irmãos Jesus. Com muita alegria estou com vocês hoje pela TV e rádio comunhão para meditarmos sobre a nossa essência divina. E eu peço um pouquinho de desculpas que a gente entrou um pouquinho atrasado, que a gente teve um problema na internet e daqui para frente espero que tudo fique normal. Nem sempre vigiai, orai nos fala que nem sempre o melhor caminho é o que possui menos obstáculos. Nem sempre a decisão correta é a que se toma sem se prejudicar. Nem sempre a vida sem lutas é uma vida tranquila. Nem sempre uma deficiência significa limitação. Nem sempre o impedimento é prejuízo. Nem sempre surpresa desagradável tem consequências infelizes. Pode passar num tempinho e depois melhorar, né? Tudo de ruim pode traz alguma coisa para melhorar. O sonho que se alcança, nem sempre o sonho que se alcança é o êxito que se espera. Nem sempre a lágrima que se derrama é dor insuportável da alma. Muitas vezes uma lágrima de alegria que acontece, né? Às vezes a cruz pesa mais do que aparenta. Nem sempre a queixa sistemática tem fundamento. Nem sempre passos firmes demonstram retidão de preceitos. Nós sabemos que temos muitos caminhos a percorrer e temos decisões e temos que fazer essas escolhas, mas que nós devemos para progredir superar os obstáculos, porque é isso que causa o nosso progresso, que nos auxilia nesse progresso. E para isso, nós, com o conhecimento do evangelho, nós devemos praticá-lo da melhor forma possível e com humildade, mansitude, como Jesus nos exemplificou. Então, meus irmãos, com essa mensagem que às vezes as coisas funcionam, né, vamos abrir o nosso coração, elevar os nossos pensamentos e aqueles que desejarem fechar os olhos. E vamos agradecer ao Pai por essa existência, pela vida, pelo trabalho, por tantas oportunidades. A Jesus pelos seus exemplos maravilhosos, ao nosso mentor espiritual, a Bezerra de Menezes, mentor da nossa casa, comunhão espírita de Brasília. E com essa sintonia possamos enxergar a nossa essência

A Jesus pelos seus exemplos maravilhosos, ao nosso mentor espiritual, a Bezerra de Menezes, mentor da nossa casa, comunhão espírita de Brasília. E com essa sintonia possamos enxergar a nossa essência divina, pois todos nós temos, só que muitas vezes fica esquecida ou mal compreendida por conta da sociedade que ainda vivemos, pois estamos num planeta de provas, expiações. E dessa forma, pai amado, espiritualidade amiga, agradecer que estamos por esse momento de reflexão. Damos graças a Deus e graças a Jesus. Então, a nossa essência divina, porque todos nós somos deuses, Jesus falou isso, mas ao mesmo tempo nós estamos aprendendo, nós somos aprendizes do evangelho. E o evangelho traz o caminho para o reino dos de Deus, ou reino dos céus. Então, meus irmãos, Jesus em Mateus, capítulo 7, versículo 14, nos diz: "É porê, porque a porta, desculpa, gente, e porque estreita é a porta e apertado o caminho que leva leva à vida. E essa vida que Jesus falava é a vida eterna. Poucos há que a encontrem porque exige sacrifícios, escolhas. Então Jesus, ele como sempre utilizou a metáfora da porta estreita por termos que fazer escolhas. E essas escolhas dependem de cada um. Eu não posso fazer escolha por você, nem você pode fazer escolha por mim. E sempre ligados nessa nossa essência para continuar o nosso compromisso com os princípios e com o nosso planejamento espiritual que nós fizemos antes de reencarnar. E nessa doutrina, na doutrina espírita, ela tem princípios éticos e espirituais, pois ela é ciência, filosofia e religião. E tem as leis morais que nos orienta como proceder. A comunhão plena com Deus, ela exige disciplina e obediência. É, nem sempre a gente consegue. Por por quê? Porque seguir essa verdade muitas das vezes envolve enfrentar dificuldades, perseguições ou ir contra a maioria. Vamos lembrar do caso de Jesus, que veio trazer a boa nova, mas a maioria não entendeu porque era um novo conceito e eles não queriam mudar e nem perder aquela posição social que tinham naquela época.

Vamos lembrar do caso de Jesus, que veio trazer a boa nova, mas a maioria não entendeu porque era um novo conceito e eles não queriam mudar e nem perder aquela posição social que tinham naquela época. E para entrar na porta estreita são poucos aqueles que estão disposto a fazer a reforma íntima, a buscar, a se adequar cada vez mais às leis divinas, à leis naturais. E falando natural, vamos falar um pouquinho da lei de amor, que tá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 11. E uma passagem de Fenelon em Borrudô, 1861, que nos fala o seguinte: Amados irmãos, pratiquem essas lições. Sua prática é difícil, olha, já dizia, né? Mas a alma retira delas, dessas práticas, um imenso benefício. Acreditem em mim e façam o sublime esforço que eu peço. Ame-se. Amem-se. O amor incondicional, inclusive amar os inimigos. Aqui está no capítulo de amar ao próximo como silênis. Mas logo em seguida, Kardec especificamente põe pra gente amar de uma forma compreensiva e não repulsiva o nosso companheiro de jornada. Se conseguimos nos amar, nós veremos a Terra se transformando em um paraíso, onde as almas virtuosas desfrutarão do repouso merecido. Então, nós temos que praticar esse amor ao próximo, mas para isso precisamos deixar de lado o orgulho, o egoísmo, porque nós não temos toda a verdade. A verdade maior só Deus tem, né? Mas nós estamos buscando a nossa melhoria. Então nós devemos buscar tem cada vez mais sermos mais humildes, altruístas, buscando sempre promover a nossa verdadeira ascensão espiritual e o alívio das nossas aflições. Porque as aflições vem com aqueles problemas que se cristalizam na nossa mente. E pouco a pouco nós precisamos descristalizar, fazendo o que que a gente pode fazer e deixando o que não cabe a nós e orando sempre, meus irmãos, orando para que o bem sempre aconteça, a melhor caminho seja vissombrado nessa nossa seara de transformação. Nós buscamos, né, o reino de Deus, que é o nosso estado de consciência, que ele pode ser um estado de consciência alcançado coletivamente,

caminho seja vissombrado nessa nossa seara de transformação. Nós buscamos, né, o reino de Deus, que é o nosso estado de consciência, que ele pode ser um estado de consciência alcançado coletivamente, quando a caridade se torna a regra. E com isso, nessa questão, nessa nossa essência de amor que nós é estamos regando, cultivando, nós vamos utilizar um texto do espírito Emanuel no livro da esperança, psicografia de Chico Xavier, no capítulo 29, ele fala fala do meio bem, aquele bem que a gente faz, mas não a gente não tá totalmente dis dispensando qualquer orgulho, qualquer necessidade de troca, né? Então ele começa falando o seguinte: "Frequentemente somos defrontados por aqueles que admiram o amor aos semelhantes >> e que, sem coragem, para cortar as raízes do apelo, se a apego a si próprios, se afeiçoam as atividades do meio e bem. Essa atividade do bem, a gente pode considerar como o seguinte, é uma armadilha de quem já compreendeu a verdade, mas que ainda não se libertou do ego. Então, quer fazer, mas ainda quer uma moeda de troca, digamos assim. Então a gente continua, diz Emânel, envolvido no movimento do mal, porque é aquele que faz a cobrança pro outro. E nós devemos crescer juntos e não um cobrar do outro. Porque essas cobranças, muitas vezes nós cobramos o que o outro não pode nos dar. É, podemos, eu concordo com a maioria de todos que é fácil admirar o amor e a caridade. Nossa, são conceitos lindos, mas são teóricos, né? O desafio real é transformar essa admiração em renúncia pessoal. Quantos de nós ainda continua alimentando, mesmo que meio indiretamente, mesmo inconscientemente, as tendências inferiores, vaidade, melindre, posse, nós achamos o meu, meu, meu. Então, nós estamos ainda um momento de aprendizado, mas a nossa essência divina tá lá no nosso coração. Muitos emprestam valioso concurso a quem administra, mas requisitam favores e privilégios, suscitando dificuldades. Então aquele que parece que tá fazendo uma coisa boa, né, que faz, né, que é um

ção. Muitos emprestam valioso concurso a quem administra, mas requisitam favores e privilégios, suscitando dificuldades. Então aquele que parece que tá fazendo uma coisa boa, né, que faz, né, que é um colaborador, mas ele quer a moeda de troca, né? Então, antigamente, eu não sei se ainda diz, né, que fica com grilhão, né, aquele que principalmente aceitou essa ajuda, porque vai ter alguém que vai reclamar. Então, Emanuel, nessa frase ele nos fala do colaborador condicional. Ele transita de vez em quando pela porta estreita apenas enquanto ela não aperta seus interesses pessoais. E isso que é o nosso egoísmo, a prevalência do nosso interesse pessoal, a o nosso cuidado pessoal, todos nós devemos ter, mas esse interesse que muitas vezes não é condizente com as leis divinas, é que dá problema. Essas pessoas elas ajudam esperando contrapartida, requisitando favores e privilégios. E com isso, o que que acontece? geram desequilíbrio e justiça nos ambientes. Ambientes, todos os ambientes, profissionais, familiares, até mesmo nos religiosos, quando a gente quer um algum troca e depois fica cobrando, né? Então a gente ainda está apegado ao prestígio humano em detrimento da nossa autoridade moral. Porque o prestígio do Cristo não foi por pelas posses, pelo que que ele mostrava uma moralidade enorme. Ele era muito ético, muito responsável, ele humilde e tratava todo mundo como igual. Então, quando nós desapegamos desse prestígio humano, fazemos por conta do nossa consciência, da nossa essência divina, o que consideramos certo de acordo com os conceitos que nós temos aqui em momento. Então, não fiquemos, ai se eu soubesse isso naquela, naquele tempo, aquele tempo não era para você saber, era para chamar atenção para você aprender e fixar algo que você não fixaria tão bem se não tivesse passado por aquela situação. Então, nós devemos servir o reino de Deus, né? Nós somos instrumentos, nós somos cocriadores de Deus. Mas quantas vezes nós desejamos que o reino de Deus nos sirva primeiro?

ssado por aquela situação. Então, nós devemos servir o reino de Deus, né? Nós somos instrumentos, nós somos cocriadores de Deus. Mas quantas vezes nós desejamos que o reino de Deus nos sirva primeiro? Emanuel fala que alguns financiam tarefarefas beneficentes, distendendo reais reais, né, benefícios, no entanto, cobram tributo de gratidão e com isso multiplica problema. A caridade material, ela sim, ela é importante para quem passa necessidades básicas na vida, mas deve ser dada com amor e não com superioridade. A irmã Rosáia no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13, que a vossa mão esquerda não saiba o que que faz a vossa mão direita. Falando sobre a caridade material e a caridade moral, ela que é no item nove do capítulo 13, ela nos fala que a caridade moral não deve impedir a caridade material. Cuidem para não desprezar o seu centelhante. Pensem naqueles que sofrem e orem por eles. Então, muitas vezes nós não temos recursos materiais, mas nós temos a oração, nós temos um olhar compassivo, nós temos um abraço. São pequenas coisas, mas que vão fazendo diferente. Alguns, lembra Emanuel, entram em lares sofredores, fazendo-se necessários pelo carinho que demonstram a cada um, mas solicitam concessões que ferem quais rígidos golpes, duros golpes, mais dolorosos, porque doem na alma do que no corpo. Então, nessa frase, Emmanuel está descrevendo o vampirismo afetivo, que é uma forma sutil do egoísmo. A ajuda e o afeto que oferecem aos lares sofredores funcionam como uma armadilha de dependência. Eles ficam necessitando daquele carinho, daquela atenção. Então, tem pessoas que acabam fazendo chantagem emocional. Eles estabelecem confiança e passam a exigir privilégios, influenciando decisões que era individual e impondo suas vontades e acabam violando a perversidade e o livre arbítrio daqueles que estão fragilizados. O amor sem essa intenção de contrapartida, ele cobre a multidão de pecados. Mas esse que vampiriza afetos é este da complicação. Então nós devemos fazer o

vre arbítrio daqueles que estão fragilizados. O amor sem essa intenção de contrapartida, ele cobre a multidão de pecados. Mas esse que vampiriza afetos é este da complicação. Então nós devemos fazer o nosso melhor e nós não precisamos ter privilégios exigidos. Com a nossa postura e nosso trabalho, nós alcançamos degraus maiores. Outros oferecem cooperação preciosa em socorrendo as aflições alheias. No entanto, exigem atenções especiais criando constrangimentos. Essa descrição de Manuel, ela fala da cooperação condicional que gera dívidas de reconhec a ajuda prestada, ela é variosa e preciosa, mas o socorro chega a quem sofre, mas a forma que ela chega, esse socorro chega, está envolvida pela vaidade de quem faz. Eu estou ajudando fulano, porque ele está numa situação e isso não faz bem a nas energias. Aqueles que fazem bem para o bônus da virtude sem o ônus da humildade. Nós devemos trabalhar essa nossa virtude que é a humildade. Tanto que depois dos bem-aventurados os aflitos, bem-aventurados os pobres de de espírito, são aqueles que são humildes, humildes de coração. E é o capítulo o capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, o capítulo seis, Cristo Consolador e vem os humildes. Nessa ordem foi Kardec intuído para colocar e para compor ou codificar, melhor dizendo, o Evangelho Segundo o Espiritismo. aqueles que fazem a muitas vezes esse comportamento gera constrangimento, bajulações e melindres, aqueles cristãos que querem dar a uma ajuda e tudo e depois eles querem atenção. Uns de nós alimentam necessitados. Realmente não se deve passar fome nação. É, é doloroso, é uma situação triste, mas não devemos impor cargas nos ombros desses necessitados. E isso, Emanuel Flora, que é uma caridade que escraviza. Algumas ajudas chegam acompanhadas de julgamento, exigências de submissão ou a imposição de dogmas e vontades pessoais, porque quer ainda a vaidade quer aparecer. Então, em vez de aliviar realmente o fardo do próximo necessitado, o doador acrescenta o peso da dívida

bmissão ou a imposição de dogmas e vontades pessoais, porque quer ainda a vaidade quer aparecer. Então, em vez de aliviar realmente o fardo do próximo necessitado, o doador acrescenta o peso da dívida emocional e da dependência e ainda faz com que fique gravado. Foi fulano que fez. E muitas vezes nós devemos fazer esquecer, porque essa é a vontade de Deus para comos. Então, em vez de aliviar o fardo do próximo, o doador acrescenta o peso da dívida emocional e da dependência. Alguns acreditam que quando fazem o bem visível devem ser exaltados. E por isso já vem lembremos do capítulo 13. Não saiba a sua mão esquerda o que faz a sua mão direita. que abrigam ou acolhem crianças menos felizes, reservando-lhe o julgo da servidão abrigo familiar. Po, que que vou ganhar? As adoções pode até ser várias. é apenas uma fachada para obter mão de obra barata e submissa, transformando o lar em uma extensão do cativeiro emocional e social. Então, o verdadeiro cristão deve enxergar o próximo, especialmente esses menores de idade, como um espírito livre, mas menores de idade, principalmente na primeira infância, eles estão necessitados de acolhimento e de instrução. instrução através dos exemplos, através do anel, de uma atenção especial para cada um de suas necessidades, porque cada um é um mesmo Gêmeos, cada um tem a sua característica, porque o espírito eles podem ter vindo de ocasiões diferentes, mas o corpo foi feito junto, principalmente para juntá-los, para fazer com que eles aproveitassem e seguem nesse caminho. Emanuel também nos fala que alguns elogiam companheiros. M.

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