COMPAIXÃO E SOCORRO - Rafaela Guidi [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir. >> Boa tarde, queridas irmãs e irmãos, filhos de Deus. Com muita alegria estou com vocês hoje na TV e rádio com Mananhão para meditarmos sobre compaixão. Essa palavra que é tão falada e que muitas vezes é difícil de ser praticada. Para nossa harmonização, eu vou ler a mensagem Compaixão do Senhor e Mestre de Carlos Bacheli, pelo espírito de irmão José. O teu grau de compaixão pelo próximo indica a tua condição espiritual. Até onde sentes e ages? De quem apenas se compadece cruzando os braços, o amor permanece na periferia do coração. Consegues, de algo te despojares em benefício de quem te apiedas? Podemos, aqueles que nos tocam, a gente consegue despojar de algo nosso para esmagadora parcela dos que a exaltam, a caridade não passa de bela teoria. Fora da caridade numa salvação, mas e praticar? Tens ido ao encontro da penúria a fim de amenizá-la? Ou tens esperado que ela venha a ti? Aonde que estamos agindo, fazendo a nossa parte? Evitas o confronto com o sofrimento alheio para que não te sintas de consciência incomodada pela visão da dor de teus semelhantes. Como que está essa nossa prática de caridade? Como estamos praticando a nossa compaixão? E nessa mensagem, o irmão José nos chama a refletir sobre a nossa condição espiritual, moral, como que nós já evoluímos ou ainda estamos a caminho, pois sabemos que somos eternos aprendizes e que não devemos parar. E assim eu convido todos vocês a abrirem os seus corações, fechar os olhos aqueles que desejarem e nos conectar com o alto, com amor divino, com todas as suas bênçãos, com todas a sua misericórdia e agradecer, agradecer ao Pai por tantas oportunidades de crescimento que nos dá enquanto encarnados nesse planeta. Quantas auxílios nós temos
, com todas as suas bênçãos, com todas a sua misericórdia e agradecer, agradecer ao Pai por tantas oportunidades de crescimento que nos dá enquanto encarnados nesse planeta. Quantas auxílios nós temos e que possamos cada vez mais enxergá-los e sermos capazes de servirmos como anjos encarnados a aqueles que estão ao nosso redor e que sofrem em algum momento algum encanto e que possamos pela nossa esperança, pela nossa fé É, e que o Pai, que era o nosso melhor, possamos mostrar toda essa nossa alegria de viver, mesmo com tantos desafios para o nosso progresso. E assim, Pai amado, espiritualidade amiga, que possamos ter a mente aberta para refletirmos, meditarmos sobre a compaixão e sobre o socorro, porque todos nós estamos numa sociedade que uns dependem dos outros e uns auxiliam os outros. E assim que possamos nessa sintonia refletir boas ideias. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Jesus em Lucas capítulo 6 versículo 35 nos chama: Amai pois os vossos inimigos. Ai, se é difícil até amar os nossos amigos, né? Como amar os nossos inimigos? Inclusive, Kardec fez um capítulo, foi orientado a codificar um capítulo no Evangelho Segundo Espiritismo sobre esse tema. Então, nós devemos agir procurando o bem concreto de quem quer que seja, sem preconceito, sem olhar, sem julgar. E aí, como fazer isso? Muitas vezes a gente fica paralisado, às vezes a gente reage, que é natural. Mas penseemos, quando agimos com compaixão, nós podemos responder às ofensas com atos de generosidade que desarmam o conflito. pensar, fazer uma oração mental, pedir sintonia dos espíritos superiores para como agir naquela situação. Muitas vezes o silêncio, simplesmente um olhar de compreensão vai fazer mais sentido e trazer mais bons resultados do que entrar nessa energia de ódio, de raiva, de contenda, dessas discussões. infindáveis. Nós devemos buscar impedir que o ódio se perpetue dentro de nós. Porque quando vivemos odiando algo, nós não queremos nem ver. Nós ficamos buscando situações para evitar,
ssas discussões. infindáveis. Nós devemos buscar impedir que o ódio se perpetue dentro de nós. Porque quando vivemos odiando algo, nós não queremos nem ver. Nós ficamos buscando situações para evitar, mas ou nos vingar. Mas na realidade nós estamos paralisados naquela situação que nos causou mal. E aí nós continuamos nessa sintonia que nos deixa tristes, descompensados e muito abertos a influências para realizar ações que depois nós possamos nos arrepender. Então, nesse amor aos inimigos, nós devemos cada vez mais buscar a restauração social, a harmonia das pessoas e não apenas uma punição vingativa. Porque pelas leis divinas nós sabemos que tem a ação e a reação. E essas consequências, essa nossa responsabilidade, ela independe de vingança de irmão contra irmão, mas da compreensão da mensagem que o autoimanda, que aquela ação, que aquele comportamento não traz bons resultados. muito pelo contrário, traz sofrimento e muitas vezes a prisão em pensamentos de vingança contra os nossos irmãos que muitas vezes fizeram para nos testar. Por quê? Porque nós estamos num planeta de provas e expiações. Então, meus irmãos, nós devemos refletir sobre isso. E no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 12, que é amai os vossos inimigos, como eu já falei, no item três, retribuir o mal com bem. Kardec nos faz refletir sobre o seguinte: se o amor do próximo constitui a o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra egoísmo e orgulho de quem? De nós mesmos. Então vamos focar em nós. E aí tem várias ideias de como que é esse amor, porque é diferente do amor à finidade. É um amor especial, é um amor respeitoso, é um amor de compaixão. Amar os inimigos é não ter contra eles nem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança. É perdoar o mal que eles nos fazem, sem impor condições e sem ter segundas intenções. Porque muitas vezes nós nos magoamos e o outro agiu naturalmente.
es nem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança. É perdoar o mal que eles nos fazem, sem impor condições e sem ter segundas intenções. Porque muitas vezes nós nos magoamos e o outro agiu naturalmente. Mas por que que nós nos magoamos? Porque nosso dia, as nossas vibrações, elas estavam em outra sintonia e aí coletiram. E nessa colisão não causou um bom sentimento naquele momento, porque poder acontecer em outro momento muito semelhante e não acontecer nada, não se sentir mal. né? Então nós devemos saber, né? Perdo amar o nosso inimigo é não colocar nenhum obstáculo a reconciliação. estarmos abertos a reconciliar, até o que que alguns chamam, né, de discussão da relação, mas para um saber o sentimento do outro, porque muitas vezes nós não nos compreendemos. Imagina compreender o outro. Nós devemos sempre desejar o bem para qualquer dos nossos irmãos, independente, principalmente daqueles que não são afetos, que são os nossos inimigos. Nós devemos nos alegrar pelo bem que aconteça a esse irmão, em vez de ficarmos tristes. E, por outro lado, não dizer bem feito, você não tem essa capacidade agora, ó. Tá vendo? Não, porque seu tempo de evolução e nós não somos melhores do que ninguém, porque perfeito só Deus o é. Jesus é o máximo de perfeição que nós já tivemos aqui e que é o governador do planeta, que é o nosso modelo guia, que é o máximo que nós vamos chegar. Nós devemos socorrê-los, os nossos inimigos, em caso de necessidade. Sem problema nenhum, o nosso dever é socorrer. Não devemos usar palavras, nem cometer atos que possam prejudicar estes irmãos e pagar todo o mal com o bem, fazendo o bem, mas sem intenção de humilharos. Olha, eu posso, eu faço isso com você. Olha só como que eu sou bom. Sim. Aí eu estou humilhando, mas se eu simplesmente fizer, eu não estou humilhando, eu estou simplesmente agindo caridosamente. Para isso, nós vamos nos concentrar num relato de Emanuel, que tá no livro da esperança, psicografia de Chico Xavier, num capítulo 32, que se chama Compaixão e Socorro.
plesmente agindo caridosamente. Para isso, nós vamos nos concentrar num relato de Emanuel, que tá no livro da esperança, psicografia de Chico Xavier, num capítulo 32, que se chama Compaixão e Socorro. E inicialmente Emanuel nos fala: "Não apenas os nossos adversários costumam cair. Nossa, não só são eles, não. Todos nós falhamos, nós atravessamos crises, nós cometemos equívocos e temos que repararnos. Nós estamos num planeta de provas expiações. Quando nós estamos sofrendo uma expiação, nós estamos reparando algo que fizemos nessa encarnação ou em encarnações passadas. E quando estamos sendo levados à prova, é porque nós achamos que já estamos com determinada virtude. E para realmente ter essa virtude automática, que é um autoreflexo, então que a nossa reação seja virtuosa, nós devemos passar por várias provas. Olha, a gente sempre fala uma virtude que ainda é complicada, a paciência, essa compaixão, essa empatia. Mas nós estamos tentando, nós estamos buscando domar nosso orgulho e a nossa raiva e a nossa violência mesmo, porque muitas vezes a gente quer sacudir o nosso irmão e não é por aí. O amor faz a diferença. O castigo não pode funcionar em alguns momentos, mas de sempre não. Então somos rápidos em notar as falhas dos inimigos. Já Jesus disse, nós somos bem capazes de ver um cisquinho no olho do nosso irmão e não vê uma trave, um erro enorme no nosso. Então, nós devemos ser sensíveis nesse sentido de compreensão e estarmos prontos para amparar esses mãos, irmãos, quando eles caem em situações constrangedoras. Amparar não é ficar condizente e muito menos se fazer que ele fez tudo certinho. Nem sempre quem ama educa. Assim é Deus Pai. E ele educa como com as leis, quais as leis naturais. E continuando a reflexão de Emanuel, ele nos diz que é preciso entender que as situações constrangedoras não aparecem unicamente diante daqueles que não nos comungam os ideais, cujas deficiências, por isso mesmo, estamos naturalmente inclinados a procurar e reconhecer. Porque é o diferente. Então aconteceu
o aparecem unicamente diante daqueles que não nos comungam os ideais, cujas deficiências, por isso mesmo, estamos naturalmente inclinados a procurar e reconhecer. Porque é o diferente. Então aconteceu porque aquele é diferente, né? Então vamos entender as situações. Se somos capazes de entender a queda dos nossos, inclusive a nossa. Chama Jesus. Não julgueis para não seres julgados. Então, devemos usar a mesma medida, a mesma letra de humanidade, de respeito de toda essa irmandade para olhar bem e compreender aqueles que não comungam, que comungam com outros ideais. Porque nós devemos compreender esses ideais, inclusive para ter argumentos. Nós sabemos que muitos têm ainda muito receio da doutrina espírita porque eles não conhecem os seus princípios. Então, essa humanidade de reconhecer que estamos todos aprendendo é importante. O amor e a compaixão devem ser uma postura constante diante da fragilidade humana. Todos nós somos frágeis. Todos nós, os governantes, os multimilionários, eles também são frágeis e todo mundo pode cair. Então, a o nosso amor e a compaixão deve ser direcionada para todos aqueles que caem. Emanuel também continua dizendo que as criaturas que mais amamos também erram. Verdade. Como temos errado, nós erramos. E nós e as pessoas que amamos e todos os nossos irmãos que estão encarnados nesse planeta erram. E com esse erro, que é uma dívida em relação à lei moral, ela tem que ser paga. E com isso nós adquirimos compromissos que nem sempre são desejáveis, que são os nossos sofrimentos que fazem o quê? refletir, refletir sobre a nossa postura, sobre o nosso comportamento, sobre aonde que a gente tá indo, sobre a o que que a gente tá comendo e bebendo. Tudo isso faz a gente refletir e nós devemos prestar atenção porque muitas vezes acabamos abraçando problemas difíceis de resolver. Primeiro, porque alguns deles a solução não cabe a nós. Segundo, porque queremos resolver sozinhos e nós precisamos de auxílio, que aí nós devemos praticar um pouquinho
problemas difíceis de resolver. Primeiro, porque alguns deles a solução não cabe a nós. Segundo, porque queremos resolver sozinhos e nós precisamos de auxílio, que aí nós devemos praticar um pouquinho da humildade, coisa que o nosso orgulho muitas vezes reclama, né? Então, nós devemos reconhecer que temos sim errado, algumas vezes, algumas vezes mais. E temos abraçados problemas, carregado problemas, esquecendoos de buscar soluções. E isso nos coloca no mesmo nível de todo mundo que cai, de todo mundo que tá com alguma dívida nas leis divinas, somos todos iguais. E por que nos acharmos superiores? Porque eu conheço o Evangelho segundo o Espiritismo, porque eu já li, conheço a doutrina, o centro, tomo passe, mas as ações, o dia a dia, né? Então, devemos saber realmente como agir. Então, o erro do outro muitas vezes para agir com essa compaixão não é agir como um juiz. Isso, isso, isso. E nós devemos saber o peso das consequências daquele ato e com isso fazê-lo refletir sobre aquele ato. Isso é uma ação em função da atitude e não do irmão. O irmão tá em aprendizado. Então vamos pensar assim, um bebezinho que tá aprendendo a andar e ele cai. Nós vamos lá, falamos: "Você consegue levantar? Então vem e dá um passinho até aqui e aí a gente vai se afastando. Isso é uma forma de auxiliar, compreender as dificuldades do outro para poder simplesmente uma palavra ou uma ação condizente com aquela situação. E nesse planeta, principalmente, devemos amar o outro, não pela sua perfeição, mas apesar da sua humanidade falível. Nós somos valores. Imagina quando nós estamos ansiosos por alguma coisa e alguém fala que nos tira aquele momento, a gente vai responder mais bruscamente. E o outro, se ele não tiver uma compaixão, ele vai ficar magoado. Então são processos que nós temos que compreender. Então todos nós resvalamos, escorregamos nessa estrada da vida e todos nós pedimos palavras que nos esclareçam e braços que nos levantem. Não precisa faz nos carregar no Mas precisa, nós precisamos de
Então todos nós resvalamos, escorregamos nessa estrada da vida e todos nós pedimos palavras que nos esclareçam e braços que nos levantem. Não precisa faz nos carregar no Mas precisa, nós precisamos de esclarecimento de novos olhares, de novas perspectivas e de braços que nos levantem. Porque muitas vezes a gente tá num estado que se não tiver ninguém para nos levantar, nós vamos permanecer nesse estado que são os casos de depressão gravíssima, então, da nossa saúde mental, que aí nós precisamos realmente de braços de amor que nos façam levantar. Sabe, vocês sabem que no momento da queda, a dor e a confusão de quem errou, ela são os universais. Todo mundo sente dor, sente confusão, é normal. Por quê? Porque todos que caem se não tem a mesma vergonha ou uma necessidade de rumo? Porque principalmente quando a gente recai no mesmo eu, nós precisamos de alguém para mudar o rumo, porque se eu continuar naquela direção, eu vou recair no erro de novo. Eu não sei fazer diferente. Eu só sei escrever com letra caixa alta. Para escrever com letra cursiva, eu preciso que alguém me ensine, tipo uma situação dessa. Então, nós devemos ter uma palavra que esclarece nesse momento. E isso é compaixão. Não, o dedo apontando. Você fez isso, isso, isso, isso. Hum, hum, hum, hum. É ou aquele não avise e acontecer isso, sabia? Nós precisamos é dar uma orientação amorosa que ajuda a pessoa a entender onde se desviou, oferecendo uma luz para o retorno. Quantos filhos falam pros pais? Olha, você me jogou uma praga porque você disse que se eu fosse naquela festa, eu ia me decepcionar. E eu me decepcionei. Como que você sabia? Eu não te avisei. Então essa relação ela não tá envolvendo muita compaixão, mas uma luz é. Olha, aquele ambiente tava sinalizando isso, isso, isso. Por isso que eu falei que você ia se arrepender. E você foi e se arrependeu. Mas muitas vezes nós precisamos ver para nós somos um pouco de São Tomé, não tem problema, né? Nós devemos dar um apoio prático, tipo uma receitinha,
você ia se arrepender. E você foi e se arrependeu. Mas muitas vezes nós precisamos ver para nós somos um pouco de São Tomé, não tem problema, né? Nós devemos dar um apoio prático, tipo uma receitinha, né? Por que que você não faz desse jeito? Você já tentou fazer desse jeito? Você já pensou que poderia fazer desse jeito? São formas de apoiar e dar um auxílio prático. Porque muitas vezes nós ficamos paralisados e precisamos desse apoio. O gesto de estender a mão simboliza aceitação da humanidade do outro. permitindo que ele recomece. Nós temos aquela um frase que muitas vezes falamos e atribuímos ao Chico. Ninguém pode retornar e escrever um novo um outro passado, mas a partir de hoje eu posso realizar um novo presente e um novo futuro. Então nós podemos sempre recomeçar, sempre diz nada melhor do que uma noite bem dormida depois de um dia de muitos tumultos. Porque no dia seguinte, principalmente se nós fizermos oração antes de dormir, nós amanhecemos com várias intuições interessantes. E hoje somos nós que temos o braço forte para ajudar. Pensemos em fazer isso, porque amanhã poderemos ser nós, os que revalam na estrada, que cometem um erro e clama por esse mesmo amparo. Então, esses um ajudar o outro é algo que nós devemos fazer sempre, sem se gabar disso, que é isso que é caridade, né? Sabe que muitas vezes o silêncio caridoso impede que a ferida do outro aumente. Porque se eu não tenho nada de agradável ou de recomeço ou um apoio prático para dar, é melhor não cutucar a ferida, não é mesmo? Esclarecer não é dar lição de moral, é oferecer uma perspectiva que ajude a pessoa a sair do labirinto em que se meteu. Essa nova luz, esse que são os anjos encarnados, aqueles que nos iluminam, né? E se um desafeto está passando por uma dificuldade técnica financeira ou emocional, e temos, porque muitas vezes nós não temos, mas se nós temos a ferramenta para se dar, nós temos algo para oferecer, nós devemos fazê-lo de forma discreta. Ah, toda vez que nós nos mantemos humildes,
e temos, porque muitas vezes nós não temos, mas se nós temos a ferramenta para se dar, nós temos algo para oferecer, nós devemos fazê-lo de forma discreta. Ah, toda vez que nós nos mantemos humildes, nós evitamos que o socorro seja arrogante. E quando o socorro é arrogante, muitas vezes quem precisa desta ajuda não aceita. Mas de uma forma amorosa nós conseguimos chegar lá. Emanu chama tanto quanto nós na travessia das trevas interiores. Quando essas trevas interiores nos tomam de assalto, nós precisamos de compaixão e socorro, ao invés de espancamento e censura. E o que que Manu chama de trevas inferiores? Os momentos em que somos dominados pelo orgulho, pela raiva, pelo egoísmo ou pela cegueira moral. Nós devemos buscar essa compaixão. E lembremos novamente que a medida que usamos para nós no nosso julgamento deve ser a mesma medida que usemos para os outros. Então, nós não devemos ser mais severos com os outros do que conosco. Muito pelo contrário, como que nós temos o dever do nosso aprimoramento sermos mais severos conosco, de forma a buscar esclarecimento e novas perspectivas. Não ficar na culpa é fazer diferente. E podemos pensar num exercício. Esse exercício numa situação de passando por essas trevas interiores em relação ao nosso irmão, ele tá passando. que eu estivesse tomado por essa mesma cegueira agora, como eu gostaria de ser tratado, porque nós temos que tratar o outro como a nós mesmos. Não foi isso no mandamento maior que Jesus disse, amar ao próximo como a si mesmo, fazer ao próximo tudo aquilo que deseja que seja feito a você e não fazer ao próximo tudo aquilo que não desejas que te faça? É isso, né? E isso quando nós substituímos o julgamento pelo auxílio, nós estamos sendo misericordiosos como o Pai nosso faz. E lembremos que, como nós estamos sempre em evolução, aqueles que estão com pensamento ainda inferiores, eles precisam de ensinamentos, de processos, digamos assim, de uma cura para evoluir. e não precisa de ser uma alvo de ataque. Então, Emânuel nos fala o seguinte:
stão com pensamento ainda inferiores, eles precisam de ensinamentos, de processos, digamos assim, de uma cura para evoluir. e não precisa de ser uma alvo de ataque. Então, Emânuel nos fala o seguinte: "Sim, a compaixão e o socorro não significam aplausos e conivência para com as ilusões de quem de que devemos desvencilhar-nos." Por que ele fala isso? Porque a o erro a gente não pode aplaudir, porque é erro, a gente deve acolher o pecador. Então, devemos e podemos sim socorrer alguém que caiu sem celebrar que a queda ou motivo dela, sem exaltar, simplesmente ajudar e lidar dali paraa frente. Devemos reconhecer qualquer pessoa como ser humano. E esse ser humano, ele sempre vai merecer a chance de se reerguer e aprender, mesmo que o ato que ele praticou seja reprovável. Jesus na cruz, pai, perdoaos porque eles não sabem o que fazem. Então, quando se faz algo por ignorância, por não saber como que faz, nós devemos redar uma chance e buscar a e e enxergar a boa vontade de aprender, de fazer diferente, porque essa boa vontade ela depende de cada um, porque não adianta ajudar quem não quer se ajudar. E nesse texto até agora, Emanuel sugere que o verdadeiro amor é como o de um médico. Um médico tem compaixão pelo paciente doente. Um médico ele oferece socorro imediato e trabalha para que a doença acabe, o sofrimento acabe. E ele não olha quem é que tá lá na maca ou na sala de cirurgia. Mas essa postura existe firmeza e doçura. E assim era Jesus. Ele falava com firmeza, mas ao mesmo tempo era doce. E ele fala sempre ao coração. Resumindo, é amar o pecador, mas não não acolher o pecado. Socorrer o irmão, mas não combater a ilusão que o faz sofrer. Mudar a sintonia do irmão. Mas isso é com o nosso comportamento. Isso é de vez em quando, porque nem sempre a gente consegue. Emanuel nos fala que daquela passagenzinha do Evangelho, Jesus exortou-nos a deixar conjugados o trico e o joelho. Um é bom e outro não. Na gleba da experiência, de vez que a divina sabedoria separará um do outro
fala que daquela passagenzinha do Evangelho, Jesus exortou-nos a deixar conjugados o trico e o joelho. Um é bom e outro não. Na gleba da experiência, de vez que a divina sabedoria separará um do outro no dia da ceifa, mas não nos recomendou sustentar reunidos a a planta útil, a praga que a destrói. Então, nesse sentido vem a compaixão e o socorro que eles se expressam nesse cultivador através de uma bondade vigilante com que libertará o vegetal produtovo, produtivo ou proveitoso da larva que o carcome ou que o destrói. Então nós devimos aqui ajudar o outro, digamos assim, a erva daninha para se desvencilhar das próprias sombras do que a estraga para ela se tornar boa. é estender a mão para que se levantem, libertando os pesos, as influências que levam ao mau caminho. E para isso precisamos mostrar a luz, porque sem apresentar a luz não vai conseguir mudar o caminho. Emanuel nos fala muito claramente que o papel da compaixão é compreender. Compreender que o outro é um ser em evolução, tão sujeito a trevas interiores quanto nós iguais. é incentivar a renovação através da compreensão das nossas dificuldades, dos nossos deslizes, dos nossos pecados e buscar despertar a vontade de se desvencilhar dessas ilusões muito materiais, muitas vezes, para retornar ao caminho reto. O amor que esclarece e permite que o pecador caminhe com as próprias pernas, esse desvia de novas guestas. E essa é o papel da compaixão. E compaixão e socorro. A função do socorro é restaurar. restaurar o bem-estar e a esperança, reduzir os erros e suas graves consequências. Ninguém consegue fazer isso de uma hora para outra. É devagar. E essa fé, essa esperança é que nós podemos transmitir. E a crença nas potencialidades do nosso irmão. Você tem um lado bom e nós devemos exaltá-lo. E assim agia Jesus. Agora chama Emanuel a refletir sobre a ética de ajuda, como estamos ajudando. E diz assim: "Mas se a compaixão acalenta o mal reconhecido, a título de ternura, converte-se em anestesia da consciência.
Agora chama Emanuel a refletir sobre a ética de ajuda, como estamos ajudando. E diz assim: "Mas se a compaixão acalenta o mal reconhecido, a título de ternura, converte-se em anestesia da consciência. Anestesia da consciência continua naquele mesmo estado. E se o socorro suprime o remédio necessário ao doente, a pretexto de resguardar-lhe o conforto, transforma-se na irresponsabilidade fantasiada de carinho. E isso pode apressar a morte, a morte da da a morte significando aqui a estagnação naquele estado sem poder evoluir. Porque nós não devemos apenas eliminar desconforto imediato, mas devemos respeitar e explicar o processo da cura, que muitas vezes é doloroso, que muitas vezes nos chama a ao bom combate, que é o combate das nossas mais inclinações, que aquela que nós temos que domar Nesse sentido, nós precisamos permitir que a pessoa que errou tome consciência do que precisa mudar, porque se ela não tomar essa consciência, ela não vai conseguir realmente mudar. Ela pode até fazer diferente uma, duas vezes quando a gente tá anda acompanhando, mas se a gente deixar solto, ela volta no mesmo lugar, porque ainda tem um conforto, tem uma anestesia, tem algo bom, um prazer naquilo ali que ela ainda não encontrou ou não reparametrizou para a outra as ações. O socorro real, ele pode permitir que o outro enfrente as consequências de seus lábios ou essas consequências ou passe por um tratamento difícil que gera uma cura definitiva ou um avanço, um progresso moral, espiritual definitivo, que aí nós não precisamos nem de provar, nem de espiar, porque aquele comportamento de amor já tá internalizado. E aí é nossa reação espontânea já se transformou. E quando se socorre, devemos ser responsáveis e priorizar a saúde integral do nosso irmão, física ou espiritual. os dois. E reconhecendo, pois que todos somos suscetíveis de queda, saibamos estender incessantemente compaixão e socorro onde estivermos. Chama Emanuel diz isso. Mas como fazer isso? sem escarnio, sem gozação para com as nossas feridas e sem louvor
cetíveis de queda, saibamos estender incessantemente compaixão e socorro onde estivermos. Chama Emanuel diz isso. Mas como fazer isso? sem escarnio, sem gozação para com as nossas feridas e sem louvor para com as nossas fraquezas. Ah, eu sou assim, só sei fazer assim. E quando nós agimos com compaixão e socorro, nós somos irmãos aventuosos e compassivos. sinceros e leais uns dos outros. E dessa forma continuamos todos juntos na constração do bem eterno, trabalhando e servindo cada qual de nós em seu próprio lugar. Então, Emânuel conclui título do livro da esperança com a fraternidade real. que substitui o julgamento pela empatia, sem cair na armadilha de romantizar nossos erros. E é o que buscar. Mesmo que eu tenha 100 anos, tenho muito que aprender. Eu posso mudar alguma coisa? Logicamente é mais difícil do que uma criança que está aprendendo a falar, mas nós podemos, principalmente o nosso espírito, porque ele é eterno. E muitas vezes nas nossas condições da velice desse corpo, né, do descaste que nós temos no corpo físico, nós podemos caminhar espiritualmente. E pensemos em três pilares dessa fraternidade real. Humildade, aceitando que ninguém é infalível e que todos estamos no mesmo processo de aprendizagem. E cada um em um nível e um ajuda um e ajuda o outro e assim vai se ajudando e assim vamos subindo a escada moral desse planeta. É, é um conjunto, não é só um ou outro. Somos todos nós, somos todos aprendizes e crianças espirituais ainda neste planeta. E lembrem-nos sempre do nosso modelo dia, o que Jesus faria. E a humildade é não ter a resposta certa, mas sim observar, pensar e agir, vendo se vale a pena aquele nosso comportamento. Nós devemos ter equilíbrio. Equilíbrio, mas nós temos que estar em equilíbrio. A gente fala tanto de equilíbrio, mas que equilíbrio seja esse? que pode nos trazer, oferecendo compaixão sem zombaria, mas também sem passar a mão na cabeça do que é errado, que é o louvor às fraquezas. Nós não devemos louvar as fraquezas, nós devemos oferecer compaixão
e nos trazer, oferecendo compaixão sem zombaria, mas também sem passar a mão na cabeça do que é errado, que é o louvor às fraquezas. Nós não devemos louvar as fraquezas, nós devemos oferecer compaixão e buscar. Eu sei, meu irmão, que esse processo para você não é fácil, mas esse comportamento não pode continuar. Vamos pensar numa forma melhor qual foi o gatinho que gerou esse teu comportamento. Porque muitas vezes quando a gente percebe o que nos faz agir de certa forma, nós podemos vigiando e orando agir, porque assim que nós mudamos o nosso pensamento, assim que é uma estratégia de vigiar e orar para ser mansos e passivos. íficos de fazermos o bem para herdar a terra. Então, tudo isso é importante. Pouco a pouco vamos evoluindo e vamos trabalhando. E é sempre buscar o equilíbrio no desequilíbrio, porque a cada momento somos digamos assim, não desequilibrados nesse sentido literal da palavra. Nós saímos do nosso ponto de conforto para poder realmente avançar, porque nós só avançamos com tem interesse de mudar, porque senão, se tá muito bom, eu não vou mudar, eu vou permanecer dessa mesma forma. Para quê? Para que que eu vou me esforçar se não adianto de nada? E é isso que a gente tem que pensar, né? E ter essa vontade, essa perseverança de cada vez mais fazer o bem. E devemos também pensar no pilar da lealdade. Como assim? apoiando sinceramente, agindo com a verdade que constrói. A verdade é o fato. O fato ocorreu. Diante desse fato, tem várias versões. Então, vamos escutar as versões e buscar o como agir daqui pra frente. não ficar só criticando aquele momento, mas sim pensar daqui pra frente. E então, nessa reflexão, Emanuel nos chama e nos esclarece a compaixão e o socorro que é necessário no nosso dia a dia. Para com todos e para conosco, nós também precisamos de socorro. Nós também precisamos de compaixão dos outros. E é isso. Quando nós começamos a praticar essa compaixão, a agir para com outro da mesma forma que queremos que ele aja conosco, ele vai começar a entender o que é
precisamos de compaixão dos outros. E é isso. Quando nós começamos a praticar essa compaixão, a agir para com outro da mesma forma que queremos que ele aja conosco, ele vai começar a entender o que é compaixão. Porque sem os exemplos nós não sabemos. Por isso que nós temos Jesus na sua vida. Então, meus irmãos, que possamos sempre pensar em fazer a nossa parte de acordo com a nossa consciência, não do que os outros vão falar, mas o que nós conseguir teramos o certo naquela situação, da nossa melhor maneira possível naquele momento, porque se for em outro momento, a gente pode agir de outra forma e nós devemos ter essa consciência. Tá? E devemos buscar sermos melhores sempre, onde quer que estejamos. Não é só em casa, não é só no centro, não é só no trabalho, é em qualquer lugar exercermos a compaixão e socorremos aqueles que precisam de auxílio, não carregando no colo e nem fazendo por eles, mas ensinando e buscando que eles tenham interesse de aprender. E que possamos entender que o bem eterno é uma obra coletiva e ela é feita de pequenos gestos diários. É pouco a pouco tijolinho, tijolinho, não é nada grandioso. E essa base é a mais importante. Então, meus irmãos, depois dessa grande meditação em relação à compaixão e socorro, vamos caminhando para o encerramento e nesse momento, que possamos elevar os nossos pensamentos. agradecido que estamos por essas palavras, pelas mensagens do alto, pela misericórdia divina, pelas oportunidades de provas, expiações, de lapidações, que possamos cada vez mais buscar a nossa melhoria e compreender as ações de Jesus e buscar pouco a pouco os recursos internos para seguirmos realizando as nossas ações como Jesus fez e ele faria naquela situação. Que possamos ser também instrumentos da vontade divina no nosso dia a dia para com os nossos irmãos. e que possamos refletir sobre os nossos comportamentos, sobre as nossas palavras e muitas vezes ter a humildade de pedir desculpas, de pedir perdão e de mostrar sinceridade. Sinceridade na vontade de mudança e na
os refletir sobre os nossos comportamentos, sobre as nossas palavras e muitas vezes ter a humildade de pedir desculpas, de pedir perdão e de mostrar sinceridade. Sinceridade na vontade de mudança e na compreensão de cada comportamento. que possamos cada vez mais respeitar o nosso irmão. E com isso, pai amado, espiritualidade, que possamos nesse momento enviar vibrações de amor, de acolhimento, de cura, principalmente nessas regiões desse planeta que estão em guerra, que estão tendo cidades, casas destruídas, famílias separadas que eles possam encontrar no amor divino, a esperança e a fé no espírito imortal e num encontro com um bem maior. Sempre quando buscamos seguir a nossa consciência, fazer o bem e agir no amor. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do
al e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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