AMAMOS COMO O CRISTO NOS ENSINOU? - Rafaela Guidi [PALESTRA ESPÍRITA]
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Boa tarde, queridos irmãos e irmãs, aqui de Cristo, o nosso modelo guia. Com muita alegria estou hoje com vocês na TV e rádio de comunhão para meditarmos sobre a nossa essência divina e [roncando] sobre uma questão, como estamos amando. Estamos amando como Cristo ensinou. Nesse sentido, estou retornando ao texto base da palestra do dia 28 de fevereiro de 2026, que por problemas na transmissão não pode ser concluída. Nesses dois meses, nós buscamos uma reflexão complementar do capítulo 29, meio bem, do livro da esperança de Chico Xavier pelo espírito de Emanuel. Para a nossa harmonização, eu vou ler uma mensagem do Jesus no teu dia a dia, que se chama boa vontade. A boa vontade é essencial, o resto vem com tempo. Muitos têm dinheiro, mas sem boa vontade a doação nunca chega até a obra social. Muitos têm conhecimento, mas sem a boa vontade, a orientação morre na mente do estudioso. Muitos têm mediunidade, mas sem boa vontade ela se torna estéril. Não adianta de nada. Muitos têm compaixão, mas sem boa vontade limitam-se ao choro de piedade. Podemos ter pouco a oferecer, mas se tivermos boa vontade, teremos muito. Ponha as mãos na charrua do evangelho e prossiga servindo e amando. Não espere melhores condições para servir. O tempo passa rapidamente. [limpando a garganta] Ontem já é oportunidade perdida. Amanhã ainda demora. O hoje torna-se a melhor hora para se começar a servir. Tenha boa vontade e procure ser útil. Deus lhe dará o restante. Para conseguirmos realmente amar como Cristo ensinou, nós precisamos dessa boa vontade, dessa boa vontade de nos transformar, de buscar a nossa melhor versão em cada situação. E isso é essencial. E com esse pensamento elevado e com a boa vontade de nos melhorar e principalmente de emanar boas energias aqueles que estão ao nosso lado e aqueles que estão necessitados, abramos [limpando a garganta] os nossos corações. Aqueles que desejarem podem fechar os olhos e sermos gratos. Gratos a Deus pela nossa existência, existência desse espírito eterno.
stão necessitados, abramos [limpando a garganta] os nossos corações. Aqueles que desejarem podem fechar os olhos e sermos gratos. Gratos a Deus pela nossa existência, existência desse espírito eterno. Graças a Jesus que veio nos trazer tantos ensinamentos. >> Graças aos momentos e de oportunidade de crescimento, de reflexão, graças a aqueles obstáculos que nos fazem crer e sentir a presença divina junto a nós na busca do caminho do bem e da transformação. uma transformação que produz muita harmonia e tranquilidade no nosso dia a dia. E assim, pai amado, espiritualidade amiga, nossos mentores espirituais, que possamos estar abertos para mais uma meditação por um tema tão importante e ao mesmo tempo, tão desafiador para cada um de nós, que é o amor cristão. Disse Jesus em Mateus, capítulo 7, versículo 14: "E porque a porta é estreita e apertado o caminho que leva à vida eterna, poucos a que a encontrem." Jesus utilizou essa metáfora de porta estreita, porque o homem que deseja transpô-la deve fazer grandes esforços para vencer suas más tendências e poucos se submetem a isso. Essas mais tendências a gente pode considerar como gordura, que a porta é estreitinha. Então a gente que tá mais gordinho não consegue passar e nós temos que agrecer. E para emagrecer não basta querer, tem que perseverar na nossa transformação. E com isso nós vamos pouco a pouco trabalhando, trabalhando o nosso amor próprio, trabalhando aqueles que estão ao nosso redor e [roncando] e agradecendo as a natureza [roncando] que nos proporciona todos os momentos de luz e de paz. Então, quando do buscamos daquele fundo do nosso coração domar nossas mais inclinações, estamos em evolução para em uma encarnação que pode demorar, dependendo da nossa boa vontade, passarmos pela porta estreita. >> E nós sabemos que com isso nós vamos chegar próximos aos a Deus, aos reinos felizes, [roncando] ao reino divino. E nesse momento nós vamos ter compreendido a grandeza, a verdade e a sabedoria de todos os ensinamentos morais do Cristo.
os chegar próximos aos a Deus, aos reinos felizes, [roncando] ao reino divino. E nesse momento nós vamos ter compreendido a grandeza, a verdade e a sabedoria de todos os ensinamentos morais do Cristo. que o Evangelho segundo o Espiritismo tem esses ensinamentos que nos fazem refletir e muitas vezes podemos fazer isso no nosso evangelho no lar com aqueles que estão ao nosso redor. no Fenelon em Bordô 1861, que a lei do amor ela é muito importante e ele vem no capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, item nove, que já é a instrução dos espíritos. Dizenelou. Amados irmãos, pratiquem essas lições. Sua prática é difícil, mas a alma retira delas um imenso benefício. Acreditem em mim e façam o sublime esforço que eu peço. Amem-se e verão a terra se transformar. em um novo paraíso, onde as almas virtuosas desfrutarão do repouso merecido. E lembremos que esse repouso merecido não é ficar dormindo, é simplesmente fazer as coisas com harmonia, com tranquilidade, com muita paz. >> E Fenelon inicia sua instrução ressaltando que o amor é de essência divina, que todos nós possuímos a chama do fogo sagrado no fundo do nosso coração. A lei do amor é o primeiro e mais importante ensinamento da doutrina espírita. a amar a Deus sobre a todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Aos poucos vamos considerando toda humanidade como o nosso próximo. E isso são os efeitos dessa lei do amor que vão nos propiciando o aperfeiciamento moral. E quando nós nos aperfeiçoamos, a raça humana também caminha e a felicidade vai aparecer cada vez mais na nossa vida terrena. Para praticarmos o amor ao próximo, é necessário que deixemos de lado os nossos maiores problemas, o orgulho e o egoísmo. Quando buscamos a humildade e o altruísmo, estamos promovendo a nossa verdadeira ascensão espiritual e o alívio das nossas aflições. O reino de Deus é um estado de consciência alcançado coletivamente quando a caridade se torna a regra, como quando todos [roncando] estamos agindo nesse amor maior. Lembremos que a lei do amor diz: "Não
reino de Deus é um estado de consciência alcançado coletivamente quando a caridade se torna a regra, como quando todos [roncando] estamos agindo nesse amor maior. Lembremos que a lei do amor diz: "Não façam aos outros o que não gostariam que os outros fizessem a vocês ou façam aos outros todo o bem que poderem." E isso é algo que nos orienta, é o nosso guia. E foi Jesus que nos deixou isso. E vamos retornar ao texto de Emanuel meio bem. Frequentemente, dizem, somos defrontados por aqueles que admiram o amor aos semelhantes e que, sem coragem para cortar as raízes do apego de si próprio, se afeiçou à atividades do meio bem, que podemos dizer que é uma armadilha de quem já compreendeu a verdade, mas ainda não se libertou. todo ego continuando envolvido no movimento do mal ou movimento inferior, pois ainda não conseguimos agir de forma diferente. [roncando] Sabemos que é fácil admirar o amor e a caridade como conceitos teóricos e também é fácil falar sobre isso. Mas o desafio real é transformar essa admiração em renúncia pessoal. Quando nós ainda não a quando nós continuamos ainda alimentando, mesmo que indiretamente as tendências inferiores, nós queríamos fazer o bem, mas ainda não conseguimos nos livrar da vaidade, do milindre, da posse. E nós vamos caminhando. Emanuel nos traz alguns exemplos. Um deles é o seguinte. Nós emprestamos valioso concurso a quem administra, mas por outro lado, requisitamos favores e privilégios, suscitando dificuldades. O tomal lá da cá, digamos assim. Então, Emanuel, nesse sentido, nos fala do colaborador condicional que transita pela porta estreita amar ao próximo como a si mesmo, apenas enquanto ela não aperta seus interesses pessoais. ajuda esperando contrapartida, mesmo que seja bonus hora, porque na realidade esse bônus hora que é alguns espíritas falam, é a nossa evolução, é o nosso trajeto para alcançarmos essa felicidade. Então [limpando a garganta] ai a gente ajuda esperando a contrapartida, requisitando favores e privilégios, desculpa, gerando
m, é a nossa evolução, é o nosso trajeto para alcançarmos essa felicidade. Então [limpando a garganta] ai a gente ajuda esperando a contrapartida, requisitando favores e privilégios, desculpa, gerando desequilíbrio e injustiça nos ambientes, profissionais, familiares, religiosos, da sociedade em geral. Ainda estamos apegados ao prestígio humano em detrimento da autoridade moral. Queremos ser vistos, queremos ser agraciados, mas a gente tá em evolução. Nós devemos ficar felizes pelos que estamos fazendo e [roncando] não ficar aguardando essa recompensa, mesmo que seja só de reconhecimento e gratidão dos outros. Então, nós devemos servir ao rei, ao reino divino, mas nós devemos deixar de esperar que esse reino divino nos sirva primeiro. que muitas vezes nós não queremos fazer nenhuma atitude, nenhuma ação, mas a doutrina espírita fala que a caridade é o amor em ação. É. e que uma das leis pro nosso progresso é o trabalho. Aquele trabalho que pode ser suave, mas pode ser pesado de acordo com o que nós lidamos com ele. Existem muitos irmãos que financiam tarefas beneficentes, distendendo reais benefícios. No entanto, cobram o tributo de gratidão e isso multiplica os problemas. Por quê? Porque nós não correspondemos às expectativas. [roncando] E aí ele fica, ele se freia, não vou mais ajudar. Mas pensemos que estamos aqui uns para auxiliar os outros. Sabemos que muitas vezes a caridade material é importante, principalmente para quem passa necessidades básicas na vida, mas ela deve ser dada com amor, com gratidão, não humilhando o nosso irmão. Irmã Rosáia, no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda, o que saiba a vossa mão, o que faz a vossa mão direita. A caridade moral e a caridade material nos fala que a caridade moral não deve impedir a caridade material. Ela nos chama a cuidar para não desprezar o nosso semelhante. Peem naqueles que sofrem e orem por eles. Se não pudermos fazer muita coisa material, nós podemos orar. Qualquer um pode orar de coração. E
la nos chama a cuidar para não desprezar o nosso semelhante. Peem naqueles que sofrem e orem por eles. Se não pudermos fazer muita coisa material, nós podemos orar. Qualquer um pode orar de coração. E sabemos que essas vibrações de amor, elas perpassam o universo e chegam a quem é de direito. Quando cobramos tributos de gratidão, anulamos o mérito espiritual da ação dessa caridade material, onde deveria havermonia e desprendimento, surgem melindres, combranças, conflitos de ego, provando que o doador ainda está retido no orgulho. Muitos de nós, lembra-nos Emanuel, entram em lares sofredores, fazendo-se necessários pelo carinho que demonstram, mas solicitam concessões que ferem. Quais rijos golpes duros? Golpes duros que machucam. >> Nesse sentido, nós devemos enxergar o que Emanuel chama de vampirismo afetivo, que é uma forma sutil do egoísmo. A ajuda e o afeto que oferecem aos lares sofredores funcionam como uma armadilha de dependência. Existem também, meus irmãos, aqueles que fazem chantagem emocional. E tomemos cuidado, porque o amor maior é divino. Nós [roncando] podemos ser representantes deles, de Deus em muitas situações, mas o amor maior é divino. Esses irmãos que fazem chantagem emocional estabelecem confiança e passam a exigir privilégios. influenciando decisões privadas. Não, você tem que agir dessa forma. É assim que é o certo a fazer. E muitas vezes a nossa intuição fala para fazer um pouquinho diferente e nós ficamos em dúvida de como proceder. Então, meus irmãos, voltando aqueles que estabelecem confiança e passam a exigir privilégios, influenciando decisões privadas ou impondo vontades que violam a privacidade [roncando] e o livre arbítrio daqueles que estão fragizados. Aja dessa forma que aí você vai estar bem. Não necessariamente, porque esse se dar bem depende da nossa paz de consciência. Então, utilizemos mais o nosso livre arbítrio para seguirmos com a nossa consciência de termos feito o nosso melhor. [roncando] Alguns de nós oferecemos cooperação
depende da nossa paz de consciência. Então, utilizemos mais o nosso livre arbítrio para seguirmos com a nossa consciência de termos feito o nosso melhor. [roncando] Alguns de nós oferecemos cooperação preciosa em socorrendos à aflições alheias. No entanto, exigem atenções especiais. E aí o que que acontece? Emanuel nos fala: "Cria constrangimentos". Essa é uma cooperação condicional que gera dívidas de reconhecimento. Ah, eu fiz isso para você quando você tava assim. E nós devemos ter esse cuidado para que não criemos constrangimentos. A ajuda prestada é valiosa e preciosa. Não devemos deixar de ajudar. O socorro chega a quem sofre, mas o problema total é a forma como que ela está envolvida. Pela vaidade, eu estou ajudando fulano, eu estou ajudando tal coisa. [roncando] E é a vaidade e orgulho. Aqueles que fazem o bem para o bônus da virtude sem o nos da humildade. Nós não, nós devemos ter a nossa humildade. E por isso o nosso comportamento, quando a gente oferece uma cooperação e depois a gente exige atenção especial em troca, gera necessidade de sermos bajulados e alguns milindres entre as pessoas queridas. Muitos alimentam necessitados, mas lhes põe cargas nos olhos. É a caridade que escraviza. Algumas ajudas chegam acompanhadas de julgamento, exigências de submissão ou a imposição de dogmas e vontades pessoais. E aí, em vez de aliviar o fardo do próximo, o doador acrescenta o peso da dívida emocional e da dependência. Muitas vezes nós queremos fazer tudo pelo nosso irmão, mas nem sempre isso funciona, porque cada um deve aprender, aprender a fazer as suas escolhas, mesmo que nós nos os orientemos, mas a escolha de cada um. >> Então, nós não devemos julgar porque nós não sabemos as dificuldades [roncando] de cada um, sabemos mais ou menos as nossas, mas mesmo assim tem hora que nós temos várias dificuldades. Então, alguns aum de nós até hoje acredita que quando fazem o bem visível eles devem ser exaltados. E não, o bem é para o nosso bem, é para o nosso progresso, é para a nossa consciência,
dificuldades. Então, alguns aum de nós até hoje acredita que quando fazem o bem visível eles devem ser exaltados. E não, o bem é para o nosso bem, é para o nosso progresso, é para a nossa consciência, porque nós somos chamados a fazer o bem, a amar. Alguns de nós acolhem crianças menos felizes, mas reserva-lhes o julgo da servidão no abrigo familiar. Muitas vezes, em vários casos, atualmente tem diminuído um pouco. A adoção era algumas vezes uma fachada para obter mão de obra barata e submissa, do caso, comida, roupa lavada, tua instrução e tal, e você faz determinadas coisas. Hoje já a justiça, ela esclarece que essa adoção não é, tem que ser finho de coração. Então, o que você pediria por um filho? Você pode pedir para aquela criança que veio estar junto, né? Aonde que você decidiu devotar o seu amor, a sua paciência e todo o seu conhecimento de vida e moral. O verdadeiro cristão deve enxergar o próximo, aquele próximo que Jesus falou, principalmente, especialmente aos menores de idade. E eles têm um espírito livre, eles também fazem as suas escolhas. Mas devemos orientar como os pais ou os os pais biológicos, né? Agora me falhou o nome, faz com que eduque, que mostre um caminho, um caminho do bem. E aqueles que elogiam os companheiros para que esses mesmos companheiros lhes construam ou lhes errijam um trono. humano fala que tem e acredito que ainda continuamos ter aqueles que elogiam exageradamente. [roncando] E muitas vezes esses elogiinhos não são reais, vindos do coração. são objet eh elogios [roncando] meio falsos, muito do pensamento, do racional para ganhar alguma coisa. Então, tem o objetivo de obter favores, vantagens ou até manipular a opinião de alguém. E essas ações calculadas para obterem vantagens e aí edifica o próprio pedestral, um poder, um destaque, autoridade, porque eu não tô fazendo outro, que que eu quero que o outro faça? Então, se ele tá me elogiando muito, ele quer que seja elogiado e com isso ele vai crescendo, crescendo, crescendo, crescendo.
idade, porque eu não tô fazendo outro, que que eu quero que o outro faça? Então, se ele tá me elogiando muito, ele quer que seja elogiado e com isso ele vai crescendo, crescendo, crescendo, crescendo. Muitos nos lembra, Emanuel, que protegem amigos diligenciando, se esforçando a convertê-los em joguetes e escravos. Então é aquela proteção possessiva, melhor dizendo, onde o afeto é usado como ferramenta de controle e anulação do outro. é uma criação de dependência ao exigir que o outro pense, sinta e aja conforme seus interesses, o suposto benfeitor nega assim ao amigo o direito sagrado ao livre arbítrio, transformando [roncando] o caminho na da vida em uma prisão de favores. E esses muitas vezes eles não sabem como agir se não tem essa presença desse protetor. [roncando] Mas lembremos, nós todos nos temos mentores ou anjo protetor, aqueles espíritos de luz um pouquinho mais evoluindo que nós ou mais ainda [roncando] para nos auxiliar, bastando a gente sintonizar o nosso pensamento na divindade que ele nos traz, porque a divindade utiliza para o nosso avali progresso, digamos assim. Emanuel fala para não desconhecermos que todo cultivador espera resultados da lavoura a que se dedica. E nem devemos ignorar que se semeia e colhe conforme a plantação. [roncando] E isso é operações matemáticas do do mecanismo da lei divina. A sua plantação é livre, a colheita é obrigatória. Nós devemos ter essa característica. Então, nós devemos esperar alguns resultados da nossa lavoura, mas conforme a nossa plantação, mas não necessariamente da forma que imaginávamos, porque lembremos de um velho de estado. Deus escreve certo por as tortas. Então, muitas vezes a gente não entende de primeira, mas depois a gente, nossa, a inteligência divina realmente é magnífica, misericordiosa. Então, nós temos que buscar o equilíbrio necessário entre a justiça e a intenção, que [roncando] aí é a lei de ação e reação. E essa lei, ela funciona com precisão matemática. Quem planta o bem colhe o bem. gratidão,
que buscar o equilíbrio necessário entre a justiça e a intenção, que [roncando] aí é a lei de ação e reação. E essa lei, ela funciona com precisão matemática. Quem planta o bem colhe o bem. gratidão, algumas vezes alguns privilégios e muitas vezes um certo poder em relação àqueles que estão ao seu redor, mas não um poder dominador, um poder de juntar irmãos para a realização de uma obra, de uma obra de amor. Emânuel examina aqui tão somente a estranha atitude daqueles que não negam a eficácia da abnegação, entregando-se, porém, ao desvairado egoísmo de quem costuma distribuir cinco moedas no auxílio dos outros. com a intenção de obter em retorno 5.000. Nós temos o conhecimento das leis morais, mas exige sacrifício que muitas vezes não queremos praticar. Nós de empurramos com a barriga, nós deixamos as coisas caminharem do jeito que estão, [roncando] sendo que nós poderíamos mudar a direção. Sabemos, infelizmente, que ainda para muitas pessoas a caridade é um negócio para receber vantagens, sejam elas sociais, emocionais ou materiais. E quem espera essas vantagens ignora que a lei divina não se deixe enganar por aparências. Deus ver tudo. E de uma forma ou de outra, ele busca a correções de rota que muitas vezes nós achamos que ele nos abandonou e muito pelo contrário, ele está nos corrigindo a rota nesse sofrimento para que possamos pensar diferente, buscar auxílio. nos ligar aos espíritos de luz. Tudo isso faz um grande sentido. Então, meus irmãos, não se encontra a entrada no reino divino [roncando] com o que sobra do bolso. Hum, hum. Muitos compraram, né, terrenos no céu porque não conheciam nada. E agora o espiritismo já traz uma nova visão, né, do plano espiritual, que não é nem céu, nem inferno, é um ambiente, é no universo aonde iremos, para onde está a nossa sintonia e aonde nós aprenderíamos o melhor para a nossa evolução. Não se e mais o que se transborda o coração quando se faz o bem sem pensar quem é que vai receber, se vai responder ou não, se vai nos apoiar ou não.
nós aprenderíamos o melhor para a nossa evolução. Não se e mais o que se transborda o coração quando se faz o bem sem pensar quem é que vai receber, se vai responder ou não, se vai nos apoiar ou não. Isso é a beleza da real caridade. nos diz que efetivamente o mínimo bem vale por luz divina, mas se levado a efeito sem propósitos secundários. Como assim? Ele fala como o caso da humilde viúva do evangelho, que se destacou nos ensinamentos do Cristo por haver cedido de si mesma a singela importância de dois vintentes sem qualquer condição. Ela tirou do dela para doar. Então, meus irmãos, mesmo que achamos que estamos fazendo pouco, mas fazendo o nosso melhor e de coração, esse pouco se torna a luz divina. Quando damos do essencial, sem esperar aplausos, cargos ou gratidão, nós estamos nos transformando. E uma doação preciosíssima, principalmente nos dias de hoje, é o tempo. tempo que nós deixamos para escutar um amigo, para fazer uma tarefa com calma e bem feita. Tudo isso não é pouco. A espiritualidade conhece. E lembremos que essa viúva do exemplo do Cristo, ela mostrou um ato de confiança absoluta na providência divina. Eu nos chama, ele usa o termo precatemo-nos, aprecemo-nos desse modo contra o sistema do meio bem. por onde o mal se insinua, envenenando a fonte das boas obras. O meio bem, ele é perigoso, sabe por quê? Porque nos dá a ilusão de dever cumprido, enquanto o ego ainda governa o leme. Nós lembremos da humildade dos pobres de espírito. Para que a fonte das nossas obras não seja evangenada, precisamos de sinceridade, desinteresse nessa prática da caridade e firmeza em não permitir que pequenos privilégios corromp igualdade fraternal. >> E Emanuel usa uma metáfora aqui. Estada construída pela metade patrocina acidentes. Quantas vezes não tem uma sinalização e ainda não completou a estrada, as pessoas se machucam. >> Então, quando liberamos uma estrada, um caminho pela metade, convida o trânsito para entrar naquela estrada, mas se não termina, ela termina em um abismo,
mpletou a estrada, as pessoas se machucam. >> Então, quando liberamos uma estrada, um caminho pela metade, convida o trânsito para entrar naquela estrada, mas se não termina, ela termina em um abismo, em algo ruim. Então, da mesma forma, quem pratica o bem com segundas intenções atrai a confiança do próximo. Mas aí depois o que que acontece? >> Vem as dores porque vem as cobranças, vem as dominações. E aquele que recebeu com tanta alegria aquele bem, não sabe por ele está sofrendo tanto. pensa, era melhor eu não ter aceito nada no campo espiritual. Então, Emanuel usou a estrada e agora vamos pensar no campo espiritual. Os acidentes são as quedas morais, os milendres, as rupturas de amizade e a decepção daqueles que buscavam socorro e encontraram exploração. Quantos não querem mais falar? Eu ajudei, eu fiz e desfiz e ela nem disse muito obrigado. [roncando] Como que pode? Não quero nem mais ver na minha frente. Se eu puder, né, desejar o bem quero, mas amar ao próximo como a si mesmo. E amar os inimigos é desejar o bem. é desejar o melhor é o progresso do nosso irmão e não fazermos maus pensamentos, maus julgamentos, maledicência. Prestemos bastante atenção nisso. Como que nós estamos lidando com as consequências de não recebermos aquela gratificação tão esperada? Então, para atravessar essa porta estreita que Jesus nos fala, não basta começar o caminho, nós temos que pavimentá-lo, irmos abrindo as rotas, mas como integridade. da intenção de fazer o bem. Então, quando abrimos o nosso caminho para o nosso progresso, estaremos sim buscando fazer o bem e nos transformando. [roncando] E são pessoas que já estão mais avançadas nisso, que fazem o bem tão naturalmente que nem acham que foi um algo maravilhoso, que era o certo a ser feito. E essa que é a transformação que acontece. [roncando] Então, o bem pela metade é o mal disfarçado que ainda não teve coragem de se transformar totalmente, porque existe essa cobrança e essa cobrança dói, fere [roncando] e machuca. E não é fácil te curar.
Então, o bem pela metade é o mal disfarçado que ainda não teve coragem de se transformar totalmente, porque existe essa cobrança e essa cobrança dói, fere [roncando] e machuca. E não é fácil te curar. E Eu nos fala das víboras que penetram em casa varando brechas. Então, qualquer [choro] pontinho elas vão e entram. a nossa sintonia. Nós devemos ter cuidado com a nossa sintonia, porque quando baixamos, quando estamos muito tumultuados, o nosso pensamento tá raivoso, angustiado, nós baixamos essa sintonia. E aí aqueles que estão nessa sintonia angustiada, raivosa, elas vem nos animar a fazer aquilo que nós estamos buscando domar, mas essas vem à tona e a gente acaba fazendo. Então, tomemos cuidado com a nossa sintonia. Por isso que se fala, vigiai e orai. Porque quando a gente vigia, a gente percebe que tá angustiado, que tá com uma vontade assim de fazer um um arte, né? uma coisa não tão boa. Nós podemos orar e pedir forças para domar essa vontade e para transformá-la em algo bom, em algo que persevera a paz e auxilia a nós mesmos e aos próximos. E Em Emanuel nos lembra que o bem pede doação total para que se realize no mundo bem de todos. Então, [roncando] nós não devemos ficar apenas no aspecto financeiro ou material da doação, mas a entrega da vontade, do tempo e do próprio orgulho, que sejamos humildes. Por quê? Porque enquanto guardarmos uma parcela de interesse pessoal, esse bem permanece fragmentado. A porta larga é onde buscamos o bem que nos favorece ou nos estaca, que aí é exalta o nosso ego, né? Então é vaidade, o egoísmo, né? o orgulho de ser o melhor de todos, mas nós somos todos aprendizes, aprendizes desse evangelho. E a porta estreita. A porta estreita é a da renúncia, onde o objetivo é o coletivo, a harmonia geral e o progresso do próximo sem que o nosso eu exija recompensas. [roncando] E dessa forma, o que que vai acontecer? O mundo se transformará em um novo paraíso. Quando quando os trabalhadores do bem pararem de negociar favores e passarem a servir por puro amor ao dever. E esse é
dessa forma, o que que vai acontecer? O mundo se transformará em um novo paraíso. Quando quando os trabalhadores do bem pararem de negociar favores e passarem a servir por puro amor ao dever. E esse é o amor que o Cristo veio exemplificar. Por isso, como que nós estamos amando? como Cristo ensinou, ou ainda com muitas nossas limitações. Mas busquemos, não paremos, não fiquemos paralisados. Aí não consigo, consegue um pouquinho que seja, servir com puro amor, sem esperar nada em troca. E quando nos olhamos para aquele amigo que nós guiamos e que nos está tratando com a certa ingratidão, nós possamos lembrar que o Cristo fez muito e muitos foram gratos com ele e que Deus faz muito por nós. E muitas vezes nós discutimos com ele, brigamos com ele porque achamos que não tá certo, mas tá mais que certo, porque ele sabe, ele sabe das nossas dificuldades e ele sabe e ele coloca as nossas oportunidades de forma a caminhar nesse bem, caminhar nesse amor. E é por isso que a doutrina espírita nos esclarece que o bem deve ser praticado com absoluto desinteresse e infatigável devotamento, sem que nos lícito, justo ou permitido e se tratando de nossa pessoa, reclamar bem bem algum. Então, nós podemos reclamar, mas nós devemos fazer a nossa parte que vai vir e prestemos atenção, porque muitas vezes não vem da onde que nós pensamos e sim, maravilhosa e que nos permite chegar mais próximo desse amor maior. A caridade, ela pode ser vista como uma via de mão única no que diz respeito ao eu. Eu faço por mim, não é por você, é por mim porque eu acho que tá certo. Logicamente eu estou auxiliando ao próximo, mas é o meu sentimento que tá ali. Então nós devemos ter absoluto desinteresse. Ah, como assim? sem expectativa de gratidão, de ficarmos prestigiados ou recebermos uma retribuição qualquer, [roncando] porque o mal não encontra brecha para envenenar a obra boa. Então, não precisamos nos ter em destaque. Nós precisamos que a nossa obra seja em destaque. [roncando] Então, nós temos Deus com Jesus como nosso
o mal não encontra brecha para envenenar a obra boa. Então, não precisamos nos ter em destaque. Nós precisamos que a nossa obra seja em destaque. [roncando] Então, nós temos Deus com Jesus como nosso modelia, [roncando] porque ele mostrou a obra dele, ele exemplificou a forma desse amor e nós consideramos ele. Nomeamos, nomeamos porque ainda precisamos de ter uma figura a nos guiar. Aquela luz, ela tem que ter uma alguma forma que nos possibilite a caminhar, porque senão, se acharmos que seja inalcançável, nós nos paralisamos. [roncando] E isso é muito ruim. Então, o trabalho no bem não é um passatempo para as horas de folga, mas um compromisso de vida que exige perseverança mesmo diante da incompreensão alheia. E isso se diz também muito a questão do voluntariado, porque quem é voluntário para fazer alguma coisa, [roncando] ele assume aquele compromisso. Não é um passatempo, é um crescimento, é um alimento para a alma. Lembremos sempre disso, quando estamos buscando fazer esse bem para o próximo, que nós possamos ter isso como um grande feito para a nossa alma, para o nosso espírito, que nós vamos levar pra vida eterna. Muitas vezes os outros, ainda mais ligados à matéria, não entendem esse tempo destinado a grandes obras ou pequenas obras, mas que vão fazer a diferença. diferença no nosso pensamento, no nosso espírito e [roncando] também naqueles que estão ao nosso redor. Porque nós estamos nos modificando, nós estamos evoluindo, nós estamos progredindo [roncando] e dessa forma nós avançamos fortes e firmes para esse reino divino que é o nosso destino. Todos nós somos fadados a chegar ao mundo feliz. uns mais rápido, outros menos, mas é passo a passo. E nós temos o modelo guia. Então, quando acharmos que estamos meio perdidos, vamos usar o nosso modelo guia. Então, o verdadeiro servidor do Cristo não se sente credor do mundo. Então, esse servidor do Cristo, ele entende que servir o ato, esse trabalho é a nossa maior recompensa que nos dá tanta alegria, que nos nos
verdadeiro servidor do Cristo não se sente credor do mundo. Então, esse servidor do Cristo, ele entende que servir o ato, esse trabalho é a nossa maior recompensa que nos dá tanta alegria, que nos nos faz sentir útil. importante, mas sou eu. Ninguém precisa dizer isso. Sou eu. E com isso nós temos uma grande oportunidade de um resgate espiritual, num resgate espiritual de fazer o bem, de ter novos pensamentos, de buscarmos elevar [roncando] toda a nossa bondade, toda a nossa chama divina que é reforçada pela oração. Quantas vezes é necessário oremos, aquela conversa amorosa com com Deus, com o nosso mentor, com aqueles que estão ao nosso lado. [roncando] Então, meus irmãos, a partir dessa meditação da nossa luz divina, da necessidade de sairmos do meio bem para fazer o bem e simplesmente pensemos com o Emanuel. É só não esperar nada em troca, não achar que o mundo tá devendo coisas para nós e sim que nós estamos participando [limpando a garganta] como cocriadores do universo. Então, deixemos o nosso orgulho de lado e sejamos caridosos de coração, deixando cada vez mais a nossa essência divina brilhar por onde passarmos, seja em casa, na rua, no trabalho, na escola, no centro, na igreja. Aonde estiver, que essa luz brilhe. E gratos que somos por Emanuel ternos propiciado. Tamanha reflexão. Agradecemos, Pai, por mais esse momento de reflexão, de paz, de harmonia. de conexão com alto [roncando] e de sabedoria. Sabedoria que fazer o bem automaticamente é aonde que a gente quer chegar, sem precisar de recompensa, sem cobrar nada de ninguém e simplesmente que as nossas ações cada dia se tornem mais vinculadas ao bem. amor, a fraternidade, a sinceridade. E com isso tenhamos paz. Paz de espírito. Paz nos nossos mares, paz no nosso trabalho, paz no nosso bairro, na nossa cidade, no nosso país. mais no mundo e que nesse momento possamos enradiar amor, amor a toda a humanidade, principalmente, Pai, aqueles que estão com pensamento ainda violentos, inferiores, que eles possam
e, no nosso país. mais no mundo e que nesse momento possamos enradiar amor, amor a toda a humanidade, principalmente, Pai, aqueles que estão com pensamento ainda violentos, inferiores, que eles possam saber que o amor cobre uma multidão de pecados e que somos todos irmãos e que fomos criados pelo mesmo pai e que quer transformar esse planeta e o universo num mundo feliz, no mundo onde todos trabalhem, cooperem e que tudo seja de todos e que cada um faça a sua parte, utilize o seu talento, para colaborar com a construção do universo. Não pensemos, meus irmãos, que somos tão insignificantes para esse universo. Nós somos poderosos porque a nossa parte vai fazer toda, mas toda diferença [roncando] nesse mundo. E que Deus abençoe a todos e que Jesus continue sendo o nosso caminho, a nossa verdade e a nossa vida eterna. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. [música] Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do
nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar o [música] amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus,
olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.
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