ESPIRITISMO EM DIÁLOGO - Jefferson Bellomo [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/01/2026 (há 2 meses) 1:06:21 615 visualizações

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Transcrição

Aqui eu entendi [música] qual o valor dessa [música] missão foi nessa casa que aprendi toda dirigente dessa casa. Eh, sextas, as segundas, sextas-feiras do mês, nós dedicamos esse horário para um projeto chamado Espiritismo em Diálogo, onde nós procuramos trazer, né, assuntos que são comuns ao nosso dia a dia e fazer uma análise, trazer uma ótica espírita sobre esses assuntos. E eu procuro, até para facilitar a minha vida, porque eu não sou uma pessoa lá muito criativa para arranjar tema paraa palestra, eu procuro seguir uma sequência de assuntos de certos temas que eu acho que são sempre muito produtivos de reflexão. Então, eu fiz uma um conjunto de palestras sobre os Sete Pecados Capitais, depois foi um outro bloco de palestras sobre os 10 mandamentos. E agora nós estamos num outro conjunto de palestras que é sobre a chamada oração de São Francisco. Hoje vai ser a terceira parte dessa oração, né, que é aquela que diz, né, onde houver ofensas, que eu leve o perdão. E nós vamos refletir um pouco sobre ofensa e perdão na noite de hoje, tentando trazer o máximo de elementos para que a gente saia daqui entendendo um pouquinho mais por que faz bem perdoar e porque que é tão ruim a gente guardar mágou a gente guardar rancor. Dito isso, vamos fazer uma pequena leitura, a nossa prece e depois a gente já começa com a palestra propriamente dita. Ah, antes que eu esqueça, por gentileza, celulares no silencioso ou no módulo avião, modo avião, para que a gente possa trazer a nossa cabecinha para esse instante, para esse momento. É bom a gente desconectar. Vamos trazer esse momento para nós. Agora, se houver realmente uma necessidade de deixar o celular ligado, então a gente pede a gentileza para colocar no modo silencioso, tá bom? Eh, eu lembro uma vez que eu tava no cinema, tocou o celular do rapaz que tava umas duas fileiras na minha frente. Ele atendeu o celular e falou: "Oi ã, tá, não, tô no cinema, pode falar, tá tranquilo". E não tava tranquilo. A gente estava no cinema querendo ver o filme, já tinha

mas duas fileiras na minha frente. Ele atendeu o celular e falou: "Oi ã, tá, não, tô no cinema, pode falar, tá tranquilo". E não tava tranquilo. A gente estava no cinema querendo ver o filme, já tinha mesmo aquela parte que tem, né, de trailer, que tem de propaganda, ali a pessoa, né, já tem que começar a entrar no espírito do divertimento. Então não, pode falar, tá tranquilo, tá tranquilo para ele, para quem tava ali do lado, não tava nada bom, né? Mas como o tema de hoje é perdão, vamos fazer a nossa preparação do livro Bilhetes Fraternais. Eh, são espíritos diversos da Sociedade Divulgadora do Espiritismo Cristão. A Sode é aqui de Brasília. Capítulo 39, o valor da confiança. Estamos todos entrosados do esquema de Deus. Esse esquema nos leva através do tempo, à paz e a eternidade. Emanuel. E agora vem a mensagem. A confiança no amparo superior é a condição essencial para a vitória nas provas da existência. Ausência de confiança em Deus, na sua constante providência, regulando os destinos dos seres e dos mundos, traz como consequência inevitável a perda do próprio controle e a queda do desânimo destruidor, no desânimo destruidor. Confiar é o tônico da alma que revitaliza a mente exausta, dando-lhe as forças de que necessita para lutar e estabelecer em definitivo o domínio sobre as suas tendências ainda inferiores. Ninguém está só. Todos possuímos grandes amigos que nos amam e nos querem ver felizes. Acima de tudo, Deus nos ama. Seu amor é tão grandioso que nos destinou à perfeição após as lutas da aprendizagem. Se sentes fraco, confia, Deus te fortalecerá. Se estás cansado, confia. Deus te restaurará as forças. Se te sentes só, confia. Deus te fará compreender que a solidão é apenas ilusão dos teus sentidos. Em verdade, estás sempre junto dos que te amam e que se ligam a ti pelos canais vigorosos dos pensamentos. Se te sentes incompreendido, caluniado ou perseguido, confia ainda. Jesus te proporcionará oportunidades benditas para demonstrar-lhes o seu valor nas responsabilidades abraçadas. Se vês a

ensamentos. Se te sentes incompreendido, caluniado ou perseguido, confia ainda. Jesus te proporcionará oportunidades benditas para demonstrar-lhes o seu valor nas responsabilidades abraçadas. Se vês a tristeza chegar no teu coração sobre a forma do desencanto, da decepção ou da saudade, confia, confia sempre. Deus te trará a alegria da fraternidade a espraiar-se das fontes do legítimo amor. Cultua a confiança em todos os momentos da existência. Aprende com amparo direto dos planos superiores. Sempre se fará sentir junto àqueles que elegem a honestidade e a sinceridade de propósitos. como bússolas norteadoras em meio aos mares revoltos das conquistas espirituais. O espírito que assina se chama Rodrigo. Então, meus amigos, sugiro a todos fecharmos os nossos olhos para que possamos nos unir num só pensamento, num só coração, para que estejamos aqui neste momento com a nossa atenção, com a nossa consciência, entrando também em sintonia com os amigos espirituais que comungam conosco nesta noite. Todos juntos nos dirigimos a Deus, esse pai amado, esse pai querido, a quem Jesus sempre também dirigia a suas preces, pedindo a esse Deus amoroso, a esse Deus maravilhoso, que nos ilumine, que nos abençoe os bons propósitos, que nos dê a paz, a tranquilidade nas nossas mentes e nos nossos corações, para que possamos aproveitar essa reunião e para que possamos sair daqui melhor. do que aqui chegamos. Em teu nome, Senhor, em nome de Jesus, nosso mestre, nosso guia, nosso amigo, em nome desses amigos espirituais que estão conosco na noite de hoje, pedimos as tuas bênçãos para iniciarmos mais uma palestra da comunhão espírita de Brasília. Que assim seja, graças a Deus. Pois bem, então, como eu havia falado no comecinho, o nós agora estamos na sequência da chamada oração de São Francisco. Para quem não pegou as outras palestras, eh, eu tenho que falar que a oração de São Francisco não é de São Francisco. Ela tem este nome. Mas São Francisco não fez essa oração. Ela foi uma oração que

. Para quem não pegou as outras palestras, eh, eu tenho que falar que a oração de São Francisco não é de São Francisco. Ela tem este nome. Mas São Francisco não fez essa oração. Ela foi uma oração que circulou muito na Europa no na primeira metade do século XX. E ela ficou ainda mais famosa porque houve a primeira guerra mundial e se achou uma cópia dela no bolso de um soldado que tinha sido alvejado e morto na trincheira. E ali que se encontra, né? Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz com todo o restante da oração. Então vocês imaginem uma pessoa vivendo o drama de bombardeio, o drama de tiroteios, né? vendo amigos sendo alvejados, eh pessoas sendo mutiladas e essa pessoa levando uma oração, dizendo: "Senhor, fazei-me um instrumento da vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensas, que eu leve o perdão. E assim por diante. Então, nós resolvemos refletir a respeito dessa oração anônima para que essas uma sexta-feira do mês, né, normalmente a segunda sexta-feira do mês, a gente possa pensar sobre esses temas e da importância dessas reflexões. E para quem ficou curioso, né, o nome oração de São Francisco, essa oração é originalmente da França. Ela foi publicada, se a memória não me falha, em 1917 em Roma. Eh, na publicação ela saiu no Jornal do Vaticano, que é o Observatório Romano, e depois ela foi replicada nas igrejas. E nessa réplica, de um lado tinha a imagem de São Francisco, do outro lado a oração. E aí se popularizou como oração de São Francisco e ela foi eh traduzida para o mundo inteiro. Então, eh imagino que São Francisco deva estar muito feliz com essa homenagem que foi dada a ele. Hoje nós falaremos, então, a primeira parte foi fazei-nos um instrumento da vossa paz. E aí nós abordamos a questão da paz e da importância de estar em paz para nós e para as pessoas que convivem conosco. Depois nós falamos a respeito do ódio, né, e a importância do amor em relação ao ódio. E é sempre essa eh essa relação dialógica, né, entre algo que traz um

nós e para as pessoas que convivem conosco. Depois nós falamos a respeito do ódio, né, e a importância do amor em relação ao ódio. E é sempre essa eh essa relação dialógica, né, entre algo que traz um prejuízo e algo que traz um benefício, algo que traz uma dor e algo que traz um alívio. E hoje nós falaremos da continuidade, onde houver ofensas, que eu leve o perdão. Para isso é importante que a gente entenda alguns conceitos prévios antes de nós falarmos, principalmente do perdão. Conceito prévio que é importante a gente entender, que tipo de espírito vive no planeta Terra. Porque quando nós falamos, onde houver ódio, que eu leve o amor, onde houver ofensas, que eu leve o perdão, a gente tá falando de ser humano. A gente não tá falando das baleias, não tá falando das tartarugas, né, das cabras. Nós estamos falando de ações humanas. Onde houver ódio, que eu leve ao amor. Onde houver ofensas, que eu leve ao perdão. Que tipo de espírito encarna ou reencarna neste planeta? São espíritos que ainda estão num processo muito inicial da evolução espiritual. Eles não estão bem no comecinho, porque aquele comecinho que esses espíritos normalmente são dirigidos aos chamados planetas primitivos. E lembrando que essas nomenclaturas, né, planeta primitivo, planeta de provas, expiações, planeta de regeneração, não é o planeta, são as pessoas, o grupo de pessoas que habita aquele planeta. As pessoas não são assim porque o planeta tem essa definição. O planeta tem essa definição porque quem foi morar lá é dessa ou daquela qualidade. Então, nossa espécie, 300.000 anos, homo sapiens sapiens, nós já fomos espíritos primitivos. Primitivo não é sinônimo de atrasado. Primitivo é sinônimo de quem vem primeiro. É algo que ainda está cru, algo que está em elaboração. E para que a gente possa ter uma visão disso, exatamente aquele eh homem, né? homem que eu falo ser humano, nômade, caçador, coletor, que a regra era a regra da selva, a lei do mais forte, que ficava se deslocando, principalmente, né, no começo da nossa

nte aquele eh homem, né? homem que eu falo ser humano, nômade, caçador, coletor, que a regra era a regra da selva, a lei do mais forte, que ficava se deslocando, principalmente, né, no começo da nossa espécie, nas savanas africanas. posteriormente conseguiu atravessar o Mediterrâneo e conseguiu atravessar para a Ásia e aí começou a se expandir pelo mundo. Posteriormente, quando houve o cultivo, a cultura de alimentos, ele começou a se fixar nos lugares onde os alimentos eram mais fartos. E aí começaram as primeiras aldeias, depois as primeiras cidades. O agrupamento dessas cidades, nós tivemos os primeiros países, né, ou as primeiras nações. A partir daí, nós já estamos numa outra fase. Nós já não estamos mais na selvageria. Porque para viver em sociedade, principalmente em sociedades com milhares de pessoas, tem que ter regra. E onde a regra tem que ter consequência, porque senão a regra vira uma palavra morta. Por que que as pessoas respeitam a regra? Porque tem consequência. A partir daí, nós estamos num nível de evolução de espíritos que estão sendo provados ou que estão resgatando os seus erros. Por isso que aqui hoje é um planeta de provas e expiações. São os espíritos que aqui estão. Por exemplo, teve agora a Megacena da Virada. Foram seis grupos de pessoas, algumas pessoas individuais e alguns grupos, né? Eh, o famoso bolão. Cada um desses grupos ou individuais ganhou aproximadamente R 182 milhões deais. é dinheiro para essa e para as próximas reencarnações. Do ponto de vista espiritual, esses espíritos estão passando por uma prova, porque você teve o seu destino completamente alterado e está com a provação do que você vai fazer com esse dinheiro. A gente imagina provação como coisa ruim, como coisa complicada, como coisa difícil. Não necessariamente. Uma pessoa, por exemplo, que vai sentar num ônibus e encontra um celular de última geração do lado dela no banco caído. E ela acabou de perceber que quando ela entrou no ônibus, ela foi sentar naquela fileira, alguém levantou

que vai sentar num ônibus e encontra um celular de última geração do lado dela no banco caído. E ela acabou de perceber que quando ela entrou no ônibus, ela foi sentar naquela fileira, alguém levantou e essa pessoa ainda não desceu do ônibus, mas o celular tá ali. Ela tem duas opções. Ela pode pegar o celular e chamar o dono ou ela pode pegar e ficar com o celular para ela. Isso é uma prova. Essa pessoa está sendo provada. Ah, eu sou uma pessoa honesta, sou uma pessoa boa. Vamos testar. Eu sou uma pessoa confiável. Rapaz, vou te contar uma fofoca. Vamos testar. E quando nós falamos das pessoas que estão sendo eh que estão plas de provas e expiação, o que que é espiar? É colocar para fora. Colocar para fora o quê? Aquilo que nós trouxemos de desarmonia paraa nossa vida. Então, a pessoa, vamos imaginar que ela deu um golpe financeiro em alguém, ficou com todo dinheiro, aquela família caiu na pobreza. numa outra vida, ela tem que devolver esse dinheiro para essa família. Há um rearranjo desses espíritos e provavelmente ela vai passar também pela situação que ela fez os outros passar. Mas precisa via de regra. Precisa. Porque a gente não aprende via de regra simplesmente lendo o livro. A gente aprende quando vem as consequências dos nossos atos. Por isso que quando tá lá, né, na, se eu não me engano, na primeira epístola de Pedro, o amor cobre uma multidão de pecados, é porque o amor ele ajuda a gente ultrapassar essa didática do bateu, levou, do fez, recebeu. Vejam, eu estava falando mais ou menos quando começam as primeiras sociedades, algo em torno de 10.000 anos antes de Cristo. 10.000 anos antic. Cristo. De lá para cá, nós ainda estamos como planeta de provas e expiações. Que tipo de espírito então nós temos? Fia de regra, gente com boa intenção, mas desequilibrada. E com esse grande volume de pessoas convivendo juntas, a cidades aumentaram muito. São 8 bilhões de pessoas no mundo. 8 bilhões de pessoas que não são bem equilibradas. Nós vamos ter atrito, nós vamos ter ali

se grande volume de pessoas convivendo juntas, a cidades aumentaram muito. São 8 bilhões de pessoas no mundo. 8 bilhões de pessoas que não são bem equilibradas. Nós vamos ter atrito, nós vamos ter ali momentos de tensão, porque aqui na Terra vale uma máxima. Parinha a pouca meu pirão primeiro. É interessante. Eu quando entrei no espiritismo, que eu aderia ao espiritismo, eu era muito jovem. Eu entrei na mocidade espírita desta casa. E quando se falava assim, olha, fulano, faça um esforço para ser uma pessoa boa, para ser uma pessoa virtuosa, o que que era uma pessoa boa? O que que era uma pessoa virtuosa? Minha juventude, década de 80. Na década de 80, o que que era ser um cara legal, ser um cara bom? Você perdoa os pecados dos outros, os erros dos outros, as ofensas. Você pega, tá sobrando roupa no teu armário, você dá para quem não tem roupa, você evita mentir. Você é uma pessoa que prima por ser uma pessoa honesta, por ser uma pessoa digna, uma pessoa pontual, porque tempo é precioso. Pegar o tempo dos outros é um, no mínimo, uma descortesia para não falar que é um abuso completo, porque tempo você não devolve. Você pode devolver uma carteira, um celular, um carro, mas se você roubou o tempo de alguém, você não tem como devolver. Isso era ser uma pessoa legal na década de 80. O que que é uma pessoa virtuosa agora em 2026? Eu tenho acompanhado nas redes sociais e no mês da consciência negra você postar fotinho no Instagram do Zumbi dos Palmares. No mês LGBT do orgulho gay, você postar arco-íris ou mês amarelo, mês rosa, mês azul. Aí a pessoa é virtuosa porque ela adere a virtude do grupo ao politicamente correto. E como é que essa pessoa é no dia a dia? Não interessa. O que interessa é sinalizar virtude. Mudou para caramba. mudou muito, porque o fato de botar um arco-íris, o fato de botar o zumbi dos palmares, não quer dizer que aquela pessoa seja honesta, que aquela pessoa não minta, não quer dizer que aquela pessoa seja moralmente elevada, só quer dizer que ela tá indo à onda, tá

tar o zumbi dos palmares, não quer dizer que aquela pessoa seja honesta, que aquela pessoa não minta, não quer dizer que aquela pessoa seja moralmente elevada, só quer dizer que ela tá indo à onda, tá agitando a bandeirinha da maioria. Não estou criticando nem a consciência negra, nem a os movimentos eh de respeito aos direitos LGBT. Não é isso o que eu tô dizendo que não basta isso para ser virtuoso. Isso é legal, bom, mas isso não significa nada. Ser no dia a dia com as pessoas que nós convivemos, nós não temos a mínima ética no trato com essas pessoas. E aí que tá o problema. Somos espíritos do nível provas e expiações, que eu posso traduzir da seguinte forma: gente complicada. E por que que somos complicados? Porque nós somos espíritos sem sermos espiritualizados. Essa que é é a chave. Nós somos espíritos, então a nossa natureza é espiritual, mas não. A gente vive como se tivesse isso daqui. Eu tô falando da maioria, dos 8 bilhões. Então, faria pouca meu opinião primeiro, porque até uma lei econômica, né? Nós temos uma oferta reduzida de bens para uma demanda infinita. Então, todo mundo vai se estapear, vai se acotuvelar para pegar o dele primeiro. Por que que as pessoas ofendem as outras? Porque é um mecanismo de defesa, via de regra. É um mecanismo que é visceral. Nós ofendemos quando nós nos sentimos desagradados. Nós ofendemos quando nós nos sentimos ameaçados. É uma reação basicamente instintiva. Claro que tem gente que ofende porque quer machucar de caso pensado. Tem gente que ofende porque quer humilhar. Mas isso, graças a Deus, não é a maioria dos casos, nem a maioria das vezes de quem ofende. A maioria das vezes a pessoa ofende porque ela se desequilibra. Vocês já viram uma pessoa caindo, principalmente no meio de outras pessoas? Porque é uma pessoa em desequilíbrio, a pessoa está em queda. Que que uma pessoa caindo ela faz? Ela se agarra em quem tá perto. Não é assim? E quando uma pessoa está caindo e ela se agarra em quem está perto, o que costuma acontecer?

io, a pessoa está em queda. Que que uma pessoa caindo ela faz? Ela se agarra em quem tá perto. Não é assim? E quando uma pessoa está caindo e ela se agarra em quem está perto, o que costuma acontecer? leva pro chão quem tá perto. Nossa, a nossa ofensa é a manifestação do nosso desequilíbrio. E eu falo isso porque eu me incluo, obviamente. Não tenho a mínima pretensão de dizer que eu já superei, que eu sou um espírito, que isso já ficou para trás, que eu olho para os mortais. Não, eu sou comedor de arroz e feijão. Eu sou o cara da fila do pão como todo mundo. Talvez a diferença esteja na consciência. Eu tenho consciência que quando eu ofendo alguém, eu estou em desequilíbrio e isso me causa malestar. Porque o problema não é o outro. O problema sou eu. Pessoas ofendem outras pessoas para exercitar o poder porque elas têm um ego fragilizado. É muito fácil você intimidar alguém sendo agressivo. Difícil é você liderar alguém com ideias, liderar alguém com exemplos. Isso aí é complicado, mas pegar e colocar alguém numa situação de fragilidade para mostrar que eu sou o dono da bola, planeta de provas e expiações. Isso é ruim. É ruim por vários motivos. A neuroquímica do nosso cérebro não foi feita pra gente ser assim, pelo menos o tempo todo. Isso está muito associado ao mecanismo que não é muito diferente do nosso passado evolutivo, dos nossos amigos, né, dos nossos primos primatas ou dos mamíferos ainda mais atrasados do que nós e até os próprios répteis. Porque o que mexe quando nós ofendemos alguém é o nosso sistema límbico. Sistema límbico é o que a gente tem em comum, por exemplo, com jacaré. O jacaré não tem as outras circunvulsões do cérebro. Ele basicamente é o sistema reptiliano, é a base do nosso cérebro. Então, quando nós temos esse tipo de reação, o nosso lado mais instintivo, mais animal, mais ugauga, sabe? Aquele ser das cavernas, ele é que se manifesta. O ser humano, ele tem uma outra parte do cérebro que é para filtrar esses comportamentos. É o córtex pré-frontal.

tivo, mais animal, mais ugauga, sabe? Aquele ser das cavernas, ele é que se manifesta. O ser humano, ele tem uma outra parte do cérebro que é para filtrar esses comportamentos. É o córtex pré-frontal. Quando nós ligamos esse sistema límbico, porque nós acabamos ficando eh em desequilíbrio, então tem uma carga de neurotransmissores enorme no nosso cérebro, amídala, que é um local de mecanismo de defesa do nosso cérebro, ela entra no módulo fugir ou se defender. Veja, isso acontece vendo um jogo de futebol, numa eleição que eu tô torcendo para um dos candidatos. Eu tô ativando esse módulo reptiliano. Eu tô deixando que me faz ser um ser humano racional. Eu tô colocando na gaveta e tô manifestando tudo que me faz ser igualzinho a Uniandertal que vivia há 30.000 1 anos passados na Europa. Além disso, eu aumento o cortisol, que é a substância do stress, diminuo a serotonina, que é da calma, da tranquilidade, eu dou uma parada, como eu falei, no córtex pré-frontal, que é o que me faz ter julgamento de certo e errado. E aí eu já não respondo mais pelos meus atos, porque o meu ser atrasado, o meu ser é mais raivoso, ele assume. Nessa hora o que é mais interessante que essas coisas, eh, vejam o que que a gente tá vivendo hoje, muito por uma série de desvirtuamentos culturais, nós estamos aprendendo a odiar grupos. Basta a pessoa ser de um outro grupo que não é o meu, que eu odeio a pessoa. Eu nem conheço a pessoa. Eu parto do princípio que se se eu sou do time da camisa branca e o outro é do time da camisa verde, o fato dele ser verde já me dá o direito de eu ter raiva dele, de eu ofender, de eu préjulgar. Préjulgar é um nome bonito para uma outra coisa que a gente faz chamada preconceito. Então, todo judeu é assim, todo nordestino é assado, os negros, os gays, os brancos, os cristãos. Basta ser de um grupo que eu não gosto, um grupo que está em oposição ao meu. Então, se essa pessoa ela é alguém que eu entendo que é meu inimigo, meu adversário, qual é o filtro que eu tenho

ristãos. Basta ser de um grupo que eu não gosto, um grupo que está em oposição ao meu. Então, se essa pessoa ela é alguém que eu entendo que é meu inimigo, meu adversário, qual é o filtro que eu tenho para dizer que ele é digno de respeito como as pessoas do meu grupo, como as pessoas que eu valorizo, as pessoas que convivem comigo, as pessoas que eu amo. não é do grupo adversário, ainda mais se eu entender que esse grupo é um grupo que de alguma forma faz mal ao meu grupo, porque aí eu entro no módulo de defesa, eu sou vítima e sendo vítima, o que eu fizer com agressor é pouco. Só que a gente não tá falando do João que agrediu Pedro, a gente tá falando de grupos e muitas vezes de gerações diferentes. O fato do cara na Idade Média ter feito um negócio, o grupo dele responde até hoje. Então nós estamos estimulando, nós que eu falo, a sociedade. Isso começa nos Estados Unidos e particularmente na França, década de 60 e a coisa vem tomando rumo. Engraçado, né, que Mat Luther King, quando ele na década de 60 ele luta pelos direitos civis dos negros americanos, quando ele fala aquele famoso discurso I have a dream, qual é o dream, o sonho dele? Que as pessoas não fossem julgadas pela cor da pele, mas pelo valor intrínseco que elas possuem enquanto seres humanos. A pessoa tem que ser julgada pelo que ela faz e não pelo grupo a qual ela pertença. Homem, mulher, negro, branco, gay, hétero, transis. Você deve ser julgado enquanto pessoa. E enquanto pessoa é muito complicado nós ofendermos os outros, porque do outro lado existe alguém com dignidade de ser humano. Então, eu entendo que existe uma pessoa que merece o meu respeito por ela ser humana. Os nazistas não fizeram isso com judeus. A primeira coisa que eles fizeram foi desumanizar os judeus. Quando você desumaniza, você pode fazer qualquer coisa, porque não é mais o ser humano. E acreditem, isso está sendo feito hoje de diversas formas. E como é que a gente cura isso? Eu costumo dizer que o planeta Terra é a nossa canoa, é o nosso barquinho.

, porque não é mais o ser humano. E acreditem, isso está sendo feito hoje de diversas formas. E como é que a gente cura isso? Eu costumo dizer que o planeta Terra é a nossa canoa, é o nosso barquinho. Bom, no espiritismo a gente fala: "Todos mundos são habitados, vida inteligente." A gente já mandou sonda, já mandou satélite, mas não viu nada. Porque no na visão espírita vai dizer o seguinte: existe vida inteligente, mas numa dimensão diferente da nossa. OK, beleza. É um ato de fé, mas é um ato de fé raciocinada, porque Deus não fez todos esses planetas, todas essas eh constelações, todas eh esses maravilhosos agrupamentos eh de estrelas no universo, só para beleza dos nossos olhos, né? Deus tudo que faz tem uma finalidade, OK? Mas a gente não é tão bom, tô falando dos 8 bilhões, a maioria. A gente não é tão bom para ir planeta mais evoluído. Pouca gente é boa o suficiente para ir para lugar mais evoluído, mas também a gente não é tão ruim para ir para planetas mais atrasados. É pouca gente atrasada, graças a Deus. A maioria é gente desequilibrada. A maioria acerta aqui, tropeça ali, elogia de um lado, xinga do outro. É nós, a maioria. Então, a maioria vai voltar para cá. A maioria não vai para planeta evoluído, nem para planeta atrasado. A maioria vai reencarnar e vai continuar reencarnando na Terra. é a nossa canoa. Bom, se nós temos pessoas na mesma canoa e essas pessoas estão dotadas de remo para que a canoa siga adiante, não é inteligente cada um de nós pegar um remo e começar a bater na cabeça um dos outros. Por isso que o ofender vai contra a nossa própria necessidade de viver em grupo. Eu costumo dizer que nós temos dois instintos básicos. Primeiro é o de sobrevivência. A gente vai lutar com todas as forças para se manter vivo até o último suspiro. O outro instinto básico é o de reprodução, mas eles não são os únicos dois instintos que nós temos. Um outro instinto que nós temos é o instinto de sociabilidade. Seres humanos procuram seres humanos. Seres humanos não procuram se distanciar

, mas eles não são os únicos dois instintos que nós temos. Um outro instinto que nós temos é o instinto de sociabilidade. Seres humanos procuram seres humanos. Seres humanos não procuram se distanciar de seres humanos. Seres humanos procuram pessoas que elas possam conviver e a base dessa convivência é a confiança. É uma necessidade instintiva da nossa espécie, porque a nossa espécie só dominou o planeta porque nós aprendemos a conviver juntos. As outras espécies não conseguiram fazer isso. Ah, mas eu vi lá na Animal Planet, na televisão, que tinha um grupo de chipanzés. Sim, tem grupo de chipanzé, tem grupo de Bonomo, tem grupo de gorila, tem grupo de golfinho, mas eles não chegam a mais de 100 indivíduos no mesmo grupo, porque eles se matam, eles não conseguem conviver. O ser humano consegue. Você pode lotar um Maracanã de pessoas para ver um jogo de futebol. Você não consegue lotar um um Maracanã de chipanzé sem dar briga, porque os chipanzés não foram feitos para isso. Nós fomos. Então, um dos instintos que nós temos é viver de forma gregária, em coletividade. Por isso que xingar o outro, ofender o outro vai contra uma necessidade básica, que é a convivência. Porque a convivência exige respeito, porque sem respeito eu não tenho confiança. E como é que eu vou confiar conviver com alguém com quem eu não confio? Não tem como. Então, do ponto de vista social, do ponto de vista biológico, do ponto de vista neuroquímico, tudo me leva a olhar para esse comportamento de agressão que o nosso Código Penal ele coloca como injúria difamação e calúnia. São as ofensas. Fulano é ladrão, fulano é uma besta, fulano isso, fulano aquilo. São as ofensas. Tanto que o Código Penal reconhece isso como um comportamento que tem que ser criminalizado porque afeta o convívio da sociedade. Tira a paz social. A pasta social é como se fosse um tecido. Comportamentos que são tipificados na lei, ou seja, tem um tópico na lei dizendo, ó, isso é crime, eles são tipificados porque esses comportamentos no tecido social eles

ial é como se fosse um tecido. Comportamentos que são tipificados na lei, ou seja, tem um tópico na lei dizendo, ó, isso é crime, eles são tipificados porque esses comportamentos no tecido social eles provocam rutura, rasga o tecido social. Por que então o perdão? Porque o perdão ele traz a paz social. Mas o perdão não é um ato coletivo. O perdão é um ato individual. A sociedade é como a gente pode falar, por exemplo, a uma empresa, o Banco do Brasil decidiu isso, a Embraer decidiu aquilo, né? A Microsoft vai fazer tal coisa. A gente tá simplificando porque o Banco do Brasil não faz, a Embraer não muda, a Microsoft não compra, não vende. Quem faz isso são pessoas. Pessoas tomam ações. A empresa é só a representação dessas pessoas. Eh, o símbolo da o símbolo da Apple, ele vale tanto quanto a própria Apple. A gente não compra o símbolo da Apple, a gente compra o valor que as pessoas dão para aquele símbolo. Perdão não é algo coletivo. Eu posso ter políticas públicas que elas indultam grupos ou pessoas, OK? Mas é uma política pública. Não quer dizer que a sociedade, os indivíduos que formam aquela coletividade perdoam. Por que que o perdão ele é importante? Porque sem perdão você não tem de novo a paz social. E mais do que isso, você não tem nem a paz individual. Porque quando nós não perdoamos, o que a pessoa que nos agrediu fez? Ela roubou de nós algo. Ela tirou de nós algo. Se nós não aprendermos a superarmos isso, nós continuaremos sempre mancos, claudicantes daquilo que a outra pessoa nos tirou. Mas olha que curioso, a pessoa só leva de nós aquilo que nós permitimos que ela leve. Eu não tô falando isso porque eu sou melhor do que os outros, não. Eu tô falando isso porque eu pensei sobre isso e eu tenho dificuldades, como toda pessoa tem, de colocar em prática. Mas eu reflito muito sobre isso e já me aliviou. Vamos colocar aí uns 80% das broncas que eu tinha com muita gente. 80% já tá bom, né? Afinal de contas, é um planeta de provas e expiações. Se alguém chega para mim, Jefferson, e

isso e já me aliviou. Vamos colocar aí uns 80% das broncas que eu tinha com muita gente. 80% já tá bom, né? Afinal de contas, é um planeta de provas e expiações. Se alguém chega para mim, Jefferson, e fala assim: "Jeferson, você não passa de um corcunda desgraçado, eu vou olhar para essa pessoa e vou falar assim: "Porque eu tenho espelho em casa e eu sei que eu não sou corcunda". As palavras dessa pessoa não refletem em mim. Jefferson, você não passa de um vesgo. Bom, eu tenho milpia, mas eu não sou vesgo. Então, o fato da pessoa me ofender com certos adjetivos, porque eu não tenho identidade com a ofensa, não dói. É feito teflon. Sabe teflon que você vai fazer ovo na frigideira? Não gruda, não pega. É feito teflon. Agora vamos imaginar que eu esteja com a minha autoestima balançada. Vamos imaginar que eu tive um problema no trabalho, que eu fui questionado de decisões que eu tomei. E aí numa convivência social qualquer, uma pessoa chega para mim e fala: "Jeferson, você é um incompetente se eu tiver com a autoestima balançada, se eu tiver com isso fermentando em mim e alguém tocar nessa ferida, vai doer para caramba". Mas pera aí, o cara me chamou de vesga, não me ofendeu. O cara me chamou de corcunda, não me ofendeu. Por que que ele me chamou de incompetente e doeu? Porque eu me identifico como? Porque isso me balança, isso mexe com as minhas fragilidades. Então vai doer, senão ia dar risada. A maior parte das ofensas, elas só têm o efeito que elas têm, porque elas encontram repercussão no ofendido. Não tô querendo aliviar a barra do ofensor. Eu estou querendo que o ofendido reflita por que aquilo atinge. É como se nós tivéssemos um colete à prova de bala e alguém viesse e desse um tiro. Se eu tenho colete, eu posso até sentir a pancada, mas os meus órgãos internos, os os meus músculos, os ossos continuam incólumes. Mas se eu tô sem o colete ou o colete tá furado, vai atravessar e vai doer no mínimo. Ofensa só dói porque ela encontra eco no ofendido. Mais uma vez, o ofendido é vítima.

s ossos continuam incólumes. Mas se eu tô sem o colete ou o colete tá furado, vai atravessar e vai doer no mínimo. Ofensa só dói porque ela encontra eco no ofendido. Mais uma vez, o ofendido é vítima. Se alguém chega para mim e fala, por exemplo, que eu sou um traficante de drogas, eu vou processar essa pessoa por calúnia, porque tráfico de drogas é crime. O cara tá me chamando de criminoso, buto me afeta. a minha eh o meu psiquismo, a minha moral íntima, a minha tranquilidade não vai ser afetada, porque eu nunca experimentei droga. Quanto mais traficar, eu processo porque essa pessoa, ela está colocando a minha honra em cheque e vai me impedir de ter relacionamento com outras pessoas, sejam relacionamentos comerciais, relacionamentos sociais, relacionamentos pessoais, porque a pessoa vai achar que eu sou traficante. Então tem que responder perante a lei. Mas no meu íntimo, eu sei muito bem o que eu faço, que eu deixo de fazer. Então aquilo não afeta. A ideia é o perdoar. Ele passa pelo entendimento por que a ofensa machucou. Por que que ela encontrou eco em mim? Por que que isso desgraçou a minha vida? Porque vocês já devem ter ouvido falar da palavra maldita ou maldição. Palavra tem poder, palavra tem força, mas não é mágico, não é assim, um mantra e as coisas acontecem. Não, a palavra tem poder porque ela encontra repercussão no psicológico do outro. Então, ela pode elevar alguém como ela pode simplesmente estraçalhar o psiquismo de alguém. A palavra maldita nada mais é do que a palavra mal falada, mal dita. E quantas vezes as pessoas já falaram besteira para nós, que elas nem se tocaram, que a gente se sentiu ofendido e vice-versa. Quantas vezes nós ofendemos os outros sem nem perceber que nós estamos ofendendo? Porque a gente falou sem a mínima preocupação, como os outros falam pra gente também, as coisas sem a mínima preocupação. Fala por falar, fala porque não tem melhor para dizer, não tem conteúdo. Mas se o meu íntimo está com o nervo a flor da pele, aquilo ali vai ser uma

a gente também, as coisas sem a mínima preocupação. Fala por falar, fala porque não tem melhor para dizer, não tem conteúdo. Mas se o meu íntimo está com o nervo a flor da pele, aquilo ali vai ser uma pancada. Então, o ato de eu entender que eu tenho que olhar para mim e ver a repercussão que isso tem em mim e esquecer o outro. Ah, o José me chamou de bobo. Não me interessa, ô José. O que me interessa é saber porque a palavra bobo me tira do sério. Por que que me ofende? Por que que mexe no meu interior? É isso que eu tenho que pensar, porque o José, ele só foi um instrumento de alguma coisa que não está legal dentro da minha psicologia. Quando eu entendo isso, o José passa a ser uma figura de menor importância, o ofensor. Eu começo a me preocupar muito mais comigo, a ponto de querer entender o por que aquilo me desequilibra. E lembrando que quem se desequilibra costuma se agarrar no que tá do lado e leva todo mundo pro chão junto. Então, quando nós refletimos sobre isso, eu consigo encontrar o meu eixo de equilíbrio. Bom, eu não tenho filhos, então eu não sei se ainda vende um brinquedinho que se chama João Bobo. Vocês lembram desse brinquedo? Ainda vende João Bobo é um bonequinho normalmente com peso de areia embaixo ou de outra coisa. Ele é inflado e a criança vai lá e dá pancada no João Bobo. E o João Bobo fica assim, mas ele não cai. Quando você para de bater no boneco, ele volta para o centro de gravidade. Por quê? Porque ele tem uma base. Isso aqui é muito bem formado. E se nós tirarmos a base do João Bobo, quando você der um chute, ele voa, some, vaza, porque ele não tem o centro de equilíbrio. Todos nós somos, em grau maior ou menor, um João bobo. Quanto mais eu fortifico o meu centro de equilíbrio, mais forte eu estou para receber as pancadas da vida. Bom, as pancadas virão, eu vou balançar porque eu sou ser humano. Eu não tenho sangue de barata, como dizem, mas eu volto para o meu centro de equilíbrio. Assim que o sangue para de ferver, eu penso e falo: "Pô, a pessoa vai ver

ou balançar porque eu sou ser humano. Eu não tenho sangue de barata, como dizem, mas eu volto para o meu centro de equilíbrio. Assim que o sangue para de ferver, eu penso e falo: "Pô, a pessoa vai ver que não tá no bom dia, vê que a pessoa tá passando por algum problema. Ah, deixa. Problema dela. Se eu não tiver com isso aqui bem formado, eu tomo uma buzinada no trânsito, eu começo a ter gastrite de raiva do cara que buzinou de manhã, eu já tô de noite, porque o meu centro de equilíbrio não tá equilibrado, não tá forte, não está sedimentado. E as pessoas costumam pensar, né? Não, perdoar é esquecer. Esquecer é Alzheimer. Perdoar não é esquecer. Esquecer não faz parte do perdão. O perdão está no fato de você prosseguir sem o sentimento de vingança, sem querer dar uma marcha réel quem tá lá atrás. Perdoar é não querer a vingança, não querer o mal. é continuar. Mas para eu continuar, eu tenho que processar o que aconteceu. Eu acredito na justiça, mas quem faz justiça ou são as instituições ou é Deus. Não existe justiça por desforço próprio. Desforço próprio é vingança. Essa que é a diferença. Então, quando a gente fala onde houver ofensas, que eu leve o perdão. Isso funciona para nós, mas funciona também para os outros. Eu sou o cara que tá levando água ou gasolina pra fogueira. Porque as pessoas estão em desequilíbrio. Nunca foi catalogado tanto transtorno como está sendo catalogado agora. Inclusive transtorno que nem existia, tá aparecendo. Uns, na minha modesta e humilde opinião, que não sou da área da saúde, eu acho que é meio força de barra. Tem coisa que é uma criança, não é hiperativa. É criança. Criança é criança. Ah, meu menino tem hiperatividade. Não, ele tem 5 anos. 5 anos vai pegar e subir no lustre mesmo. É da idade, beleza? E o pai e a mãe tem que educar. Show. Mas tem muito transtorno, por exemplo, transtorno por videogame. Até haver videogame não havia transtorno. Quando surgiu o videogame, pessoas que são capazes de se trancar no quarto e ficar dois, três dias jogando

transtorno, por exemplo, transtorno por videogame. Até haver videogame não havia transtorno. Quando surgiu o videogame, pessoas que são capazes de se trancar no quarto e ficar dois, três dias jogando online e não parar. Rede social. Olha o tanto de gente que tem demonstrado desequilíbrio na rede social. Gente que no dia a dia são pessoas extremamente cordatas e na rede social são verdadeiros trogloditas porque tem um transtorno. E aí a questão é: eu sou o cara que leva a gasolina ou sou o cara que leva a mangueira com a água para apagar o incêndio? Porque não basta eu ser uma pessoa equilibrada. E detalhe, não é que nós sejamos equilibrados ou desequilibrados. Nós temos momentos de equilíbrio e momentos de desequilíbrio. A questão é: qual é o nosso momento de maior eh vivência? É o desequilíbrio ou é o equilíbrio? Porque a gente varia de um pro outro. Quanto menos desequilíbrio, mais equilíbrio, mais funcional o sujeito é. Não é complicado. E tem tudo aquilo que eu falei, né, dos neurotransmissores, tem exatamente o contrário. Quando a pessoa começa a ter essa sensação, essa dose de controle, córtex préfrontal tá assumindo a sua, o seu gerenciamento das nossas ações. A serotonina acalma os nossos sentimentos. A oxitocina nos dá a dopamina e a oxitocina nos dão a sensação de dever cumprido, porque nós superamos alguém que nos chamou de corcunda, de vesgo, de qualquer outra coisa. Faz bem para nós. Muita gente olha pros evangelhos e vê no evangelho um código penal. Código penal é assim, né? Tipo matar alguém. Pena de tanto a tanto. Evangelho não é código penal. Evangelho é um livro com propostas para você viver bem. A maioria das pessoas no ocidente se dizem cristãs, mas o cristianismo ele tem duas bases que um verdadeiro cristão deveria prestar muita atenção. Perdão e sacrifício. Não tem cristianismo sem essas esse binômio. Tá muito na moda hoje, né? A questão da teologia da prosperidade, se Deus me ama, eu vou ter uma BMW, uma casa com furô, vou ter quadra de tênis.

crifício. Não tem cristianismo sem essas esse binômio. Tá muito na moda hoje, né? A questão da teologia da prosperidade, se Deus me ama, eu vou ter uma BMW, uma casa com furô, vou ter quadra de tênis. Cristianismo não é isso. Cristianismo é sacrifício e perdão. A coisa é tão séria que o símbolo do cristianismo é uma cruz que simboliza o sacrifício e o perdão tá na oração do Pai Nosso. A única oração que Jesus deixou. Perdoai aos nossos ofensores, assim como nós perdoamos a quem nos perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos os nossos ofensores ou quem nos tem ofendido. Por quê? É uma obrigação. Não, porque faz bem, porque tira um peso das minhas costas, porque eu vivo melhor, eu fico funcional. E se não e se eu não perdoar? Eu carrego um peso que vai me atrapalhar a locomoção durante toda a minha vida, porque eu vou ficar remoendo algo que ficou no passado e eu não tenho mais como retornar ao passado. Se eu andar na velocidade da luz, eu posso ver o futuro, mas eu não posso andar acima da velocidade da luz para ver o passado. Não sou eu, Einstein. com massa anda acima da velocidade da luz. Eu posso olhar para o passado e mudar o meu presente, mas eu não posso voltar ao passado. E para encerrar, tem uma um caso muito interessante que foi de uma moça que, claro, né, já desencarnou. Ela era uma jovem quando ela judia, quando ela foi levada para Auschevitz. em Auschevitz, ela foi separada pelo departamento médico para ser cobaia do Dr. Mengelli. Joseph Menguelli, famoso pelos seus experimentos, sem nenhum tipo de anestesia, sem nenhum tipo de ética médica com os seus pacientes, que para ele não eram pacientes, eram cobaias, porque ele desumanizava essas pessoas, como todos os nazistas faziam em relação aos judeus. Ela passou por sofrimentos que eu vou evitar de falar aqui porque não quero tirar a o sono da noite de vocês e nem a fome, o apetite para aqueles que ainda não jantaram, mas ela passou por coisas atrozas. Ela perdeu toda a família no campo de concentração.

ui porque não quero tirar a o sono da noite de vocês e nem a fome, o apetite para aqueles que ainda não jantaram, mas ela passou por coisas atrozas. Ela perdeu toda a família no campo de concentração. E aí os anos se passaram e perguntaram para ela assim: "E você perdoa os seus agressores?" Ela disse assim: "Perdoo". Mas com tudo que você passou, você é capaz de perdoar? Sou. Mas por quê? Porque quando eu saí dos portões de Auschev, eu falei que eu não ia levar nada dali comigo. Tudo que eu tinha passado, eu ia deixar para trás. Por isso que eu perdoo. A gente não tá falando de alguém que chamou o outro de vesgo, nem de incompetente. A gente tá falando de uma pessoa que foi cobaia do Megel. Por isso, meus amigos, onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde onde houver ofensas, que eu leve o perdão. Principalmente numa sociedade que os valores estão cada vez tão tênues, é fundamental para que nós consigamos e prossigamos como pessoas saudáveis, muitas vezes no meio de um mar de desequilíbrio. Vamos paraa nossa prece, fechar os nossos olhos. Pai amado, pai querido, ajuda-nos, Senhor. Nós sabemos das nossas deficiências, nós sabemos das nossas dificuldades, mas o Senhor conhece também os nossos bons propósitos. O Senhor conhece, Senhor, a nossa vontade de sermos pessoas melhor, melhores, de seguir as tuas orientações, de seguir as tuas leis, que possamos sentir a tua presença do nosso lado, que possamos sentir o apoio desses amigos espirituais em todos os momentos da nossa vida. Que possamos olhar, Senhor, para as pessoas em desequilíbrio que nos ofenderam e entender que eram pessoas em desequilíbrio e que cabe a nós não cair no mesmo desequilíbrio onde elas ficaram. Ajuda-os, Pai, para que possamos ajudar, porque todos somos teus filhos, todos somos pessoas carentes do teu amor, todos somos pessoas carentes de seguir o teu evangelho, para que possamos sair daqui com firme propósito de sermos melhores hoje do que fomos ontem e sermos melhores amanhã do que somos hoje. teu nome, Senhor. Em nome

as carentes de seguir o teu evangelho, para que possamos sair daqui com firme propósito de sermos melhores hoje do que fomos ontem e sermos melhores amanhã do que somos hoje. teu nome, Senhor. Em nome dessa equipe espiritual maravilhosa que nos atende, que nos sustenta, que nos inspira todas os dias da nossa vida. Pedimos a tua permissão para encerrarmos a reunião de hoje, rendendo graças a Deus, graças a Jesus. Meus amigos, uma ótima noite a todos e um excelente final de semana. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada.

sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de [música] cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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