Espíritas, Uni-vos! | Visita da Caravana Baiana da Fraternidade: Marcus Machado e Luciano Crispim

Mansão do Caminho 22/04/2026 (há 3 semanas) 5,866 visualizações

✨ "Espíritas, amai-vos; espíritas, instruí-vos!" Nesta noite especial, recebemos a alegria e a vibração da Caravana Baiana da Fraternidade. Marcus Machado e Luciano Crispim nos convidam a refletir sobre a importância da união e da fraternidade entre os trabalhadores e casas espíritas. Vamos juntos fortalecer esses laços? Seja muito bem-vindo(a) a este momento de celebração e fraternidade! 🕊️ A Mansão do Caminho tem a alegria de receber a Caravana Baiana da Fraternidade para uma live dedicada ao tema: "Espíritas, uni-vos!". Com a presença de Marcus Machado e Luciano Crispim, buscaremos compreender como a união de esforços e corações pode potencializar a divulgação do Evangelho e o auxílio ao próximo. Um encontro para reabastecer as energias e renovar nossos propósitos de servir com amor. Apoie a Mansão do Caminho: 🤝 Seja membro deste canal e ajude nossas obras sociais: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join 📚 Livros Mediúnicos: Para adquirir livros de Divaldo Franco e outros autores, acesse: http://www.livrarialeal.com.br 💰 Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/ Siga-nos nas redes sociais: 📸 Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho 🔵 Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho #Espiritismo #Fraternidade #CaravanaBaiana #MansaoDoCaminho #UniaoEspirita #MarcusMachado #LucianoCrispim #DoutrinaEspirita #CristianismoRedivivo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Muito boa noite a todos. Vamos dar início a essa reunião especial desta noite. Vamos dar início com a nossa prece de abertura. Senhor e Mestre Jesus, nosso amigo divino de todas as horas, de todos os momentos. As escuta-nos, Senhor, para o despertar dos nossos sentimentos. Na grande tentativa que realizamos de buscar-te. Sabes, sabes bem que os nossos passos são trôpegos, ainda necessitados de apoio, necessitados de orientação, porque muitas vezes nos perdemos nos caminhos e diversas vezes tivemos que retornar. Por isso, diante destas dificuldades que bem conheces e na grande espera que tens da nossa proximidade e na impossibilidade da tentativa de alcançar-te, apelamos, apelamos a vós, Senhor, para que venhas até nós. E desta forma, sentindo a vossa presença e dos benfeitores espirituais, a nossa alma entra em júbilo de alegria, de paz e a mansuetude, que não é nossa, mas que provém de vós, possa se instalar nossos corações. e a docilidade das ações que não são nossas, que são vossas, possa permanecer conosco. Abençoa-nos, faculta-nos os momentos de lucidez, de entendimento, de reflexão nas hostes da doutrina espírita. Abençoa-nos. Se conosco, Senhor, hoje, por todo sempre. E que assim seja. Então, antes de darmos início à nossa reunião, eu vou dar quatro breves avisos. O primeiro deles é relativamente ao nosso dia 9 de maio, que se aproxima com rapidez e celeridade com o seminário Dr. Alberto Almeida. É a data que antecede o dia das mães. Esse seminário, a criança cuidando da criança interior ferida, é o título de um livro do Dr. Alberto Almeida. Então, quem estará conosco aqui nesse dia das 16 até às 19 horas, depois o intervalo das 20 às 21 horas e dará continuidade às tarefas do seminário. As inscrições podem ser desenvolvidas e realizadas no nosso site da mansão do caminho. O nosso próximo aviso é uma conquista que nós tivemos junto aos organismos federais para que uma parcela do imposto de renda para aqueles que pagam o imposto de renda possam ser destinados a uma instituição

o próximo aviso é uma conquista que nós tivemos junto aos organismos federais para que uma parcela do imposto de renda para aqueles que pagam o imposto de renda possam ser destinados a uma instituição filantrópica, entre elas a mansão do caminho, né? No nosso site tem uma a instrução completa da de como desenvolver esta atividade. Não é nada complexo, é uma coisa bastante simples. Então o valor que é arrecadado pelo DARF, esse essa arrecadação vai pra prefeitura e depois da prefeitura que vem pra mansão do caminho. Não é diretamente pra mansão do caminho, né? tem um protocolo todo, tem uma um sistema que deve ser cumprido, né, para que a gente possa receber os recursos daqueles que pagam imposto de renda. Depois nós teremos a nossa o nosso terceiro aviso relativamente a uma um desenvolvimento de uma atividade que acontecerá em setembro na Suíça, com a presença do Jorge Godinho Luziano Bahia e do Gelson. né? E lá estará presente também a mansão do caminho nesse nesse seminário que ser realizado nesta data. E também depois nós temos aí um um mês depois no mesmo local na Suíça, mas em outra cidade, né? Que é a primeira, digamos, é o primeiro momento da mansão, primeiro momento internacional da mansão do caminho, né? A mansão do Caminho tem o compromisso, tem a obrigação de levar o legado de Divaldo Franco, como ele fazia pro mundo inteiro, por 70 países ele viajou, levando a mensagem da doutrina espírita, a mensagem dos benfeitores espirituais para que o Espiritismo pudesse ser divulgado, como fez Paulo de Tarso, né, no tempo de Jesus, logo após Jesus deu dando essa ordem, né, esse comando a ele, ele bem fez. E nós temos o cristianismo entre nós aí, graças a Paulo de Tarso. E temos o Espiritismo no mundo também, graças ao Paulo de Tarso, Divaldo Franco, né, que levou o Espiritismo para o mundo. Então, a mansão do caminho, ela se propôs a partir do ano próximo, depois do nosso centenário com Divaldo. mesmos roteiros que o Edivaldo fazia pelo mundo, nós iremos fazer também. Tem

o para o mundo. Então, a mansão do caminho, ela se propôs a partir do ano próximo, depois do nosso centenário com Divaldo. mesmos roteiros que o Edivaldo fazia pelo mundo, nós iremos fazer também. Tem uma equipe que tá sendo preparada, uma equipe da mansão do caminho, de palestrantes, de amigos, de confrades que vão realizar essa tarefa, levando a doutrina espírita também em continuidade as obras de Divaldo Franco, as obras dos benfeitores, né, para a Europa, para os Estados Unidos e a América Latina, né, e a América Central também. Então, para isso, nós vamos fazer um ensaio lá na Suíça no mês de outubro, né? Então, agora eu vou passar a palavra a Ednolia Peixim, né, que vai comandar as ações desta noite aqui, né, na nossa atividade desta noite. Seja muito bem-vinda, fique à vontade. Sinta-se em casa. Olha, >> agora tem que ligar o microfone. >> Microfone. É um prazer enorme estarmos aqui para falar sobre uma atividade que nós achamos de alta significação em termos de fraternidade, de amorosidade, de aconchego, que é um evento chamado Caravana Baiana da Fraternidade. Mas por que surgiu a caravana baiana da fraternidade? Porque já temos lá em 1950 tivemos a caravana da fraternidade realizada por Leopoldo Machado e mais companheiros que vieram fazer visitas e por todos os estados do Nordeste para divulgar um grande evento que tem acontecido. no Rio de Janeiro chamado Pacto Áureo. E depois do Pacto Áure, foi criado também na Federação Espírita Brasileira o Conselho Federativo Nacional. Como os baianos aí, a maioria dos estados do Nordeste não estavam nesse momento, então eles se ofereceram para sair do a partir da Bahia até o Amazonas, que antigamente era só norte. A Bahia era norte, né, gente? geograficamente falando, então Leopoldo Machado veio com mais cinco companheiros para a Bahia, para Salvador, começar a divulgação desse grande feito do Rio de Janeiro e estabelecer momentos de fraternidade entre as casas espíritas de cada estado e especialmente fundar naqueles estados

a Bahia, para Salvador, começar a divulgação desse grande feito do Rio de Janeiro e estabelecer momentos de fraternidade entre as casas espíritas de cada estado e especialmente fundar naqueles estados que ainda não tinham um elemento federativo que pudesse ter um acento no Conselho Federativo Nacional. Então, chegamos aqui na chegando aqui na Bahia, nós tínhamos quatro instituições que poderiam ter o assento no Conselho Federativo Nacional. Esse essas instituições constavam no seu estatuto, nos seus estatutos, a prerrogativa de os centros espíritas serem a elas filiados. Aí aí ficaram no dilema: "E agora a gente vai fazer o quê? que aqui tem quatro instituições. Como é que a gente vai escolher? Eles não escolheram nenhuma necessariamente. Pegaram as quatro instituições, fizeram a reunião e disseram que elas juntas formariam um único, uma única entidade que seria a entidade que se representava a a Bahia lá no Conselho Federativo Nacional do Rio de Janeiro. E eles criaram aqui durante a Caravana da Fraternidade a União Social Espírita da Bahia, que era o conjunto dessas quatro instituições, a saber, a União Espírita Baiana, já fundada por Pititinga há algum tempo, a confraternização espírita baiana, que ainda existe, o Instituto Cardecista da Bahia também que existe ainda e o e outro centro espiritualista que esse deixou de existir. Então a, a União Social Espírita da Bahia, seria representada no Conselho Federativo Nacional, que acontece até hoje, sempre na primeira semana de novembro, onde todos os estados se reúnem no Rio de Janeiro para tratar das demandas federativas e do funcionamento da da das entidades no sentido de agregar cada vez mais os centros espíritas. Então, lá paraas tantas, em 1999, o Pacto Auro estaria fazendo 50 anos, né? Então, em homenagem ao Pacto Mário, nós criamos na Federação Espírita do Estado da Bahia a Caravana baiana da Fraternidade. E de lá até aqui a gente tem visitado todos os centros espíritas do estado dentro do possível. E é uma coisa que foi acontecendo

ederação Espírita do Estado da Bahia a Caravana baiana da Fraternidade. E de lá até aqui a gente tem visitado todos os centros espíritas do estado dentro do possível. E é uma coisa que foi acontecendo cumulativamente. Não aconteceu assim, olha, agora nós vamos visitar todos os no mesmo dia. Não foi assim. A coisa foi acontecendo paulatinamente e ainda está acontecendo paulatinamente. Cada ano tem um avanço maior e nós estamos visitando a maioria dentro do possível dos centros espíritas do nosso estado, visitando fraternalmente, divulgando a necessidade da união entre os espíritas e consequentemente da união entre os centros espíritas. Esse é o objetivo da caravana baiana da fraternidade que foi criada justamente para homenagear os 50 anos do Pacto Aure. Então esta aqui é a última, né? essa essa visita de Salvador é a nós estamos concluindo aqui a visita de Salvador na no caminho da Redenção e amanhã será o nosso nossa data sim encerrar de fato, né, o evento que está acontecendo aqui em Salvador e tem sido de um sucesso imenso. Vocês não tm noção como as pessoas estão animadas cada vez mais, cada ano que passa, a animação é maior. E agora com a ajuda da da dos nossos meios digitais, né? Então é foto para tudo que é canto e o pessoal se anima e é uma coisa assim e tá acontecendo uma coisa muito, eu tô muito agradecida por por as porque as pessoas estão cada vez mais dando esforços para unir os centros espíritas de Salvador, os centros espíritas da Bahia e os seus participantes, as pessoas que frequentam as casas espíritas. Como é bom a gente falar de união. E é esse o nosso objetivo enquanto federativa, enquanto pessoas que estamos envidando esforços para cada vez mais nós nos sentirmos a família espírita unida, a família espírita trabalhando junto, a família espírita no sentido de nos sentirmos irmãos cada vez mais, aconchegando a doutrina dos espíritos, a doutrina espírita no nosso conviver do dia a dia. a vivência espírita na prática mesmo. E esse é o nosso objetivo. E a caravana

sentirmos irmãos cada vez mais, aconchegando a doutrina dos espíritos, a doutrina espírita no nosso conviver do dia a dia. a vivência espírita na prática mesmo. E esse é o nosso objetivo. E a caravana hoje está de parabéns. Eu só tenho que agradecer as pessoas que estão realizando essas visitas cada vez mais, indo em todos os encões. Gente, é impressionante ver em Guanambi. Aí vai citando as cidades eh Vitória da Conquista, Barreiras. Então, as cidades mais distantes acontecendo, as visitas e não é assim como aqui que é tudo pertinho né Salvador, né? Já viia viajar esse perímetro todo para ir pra caravana espírita que tá acontecendo na região de Barreiras, a caravana da fratern baiana da fraternidade que está acontecendo em Vitória da Conquista, enfim, e outras tantas cidades que a gente não, eles que t os o número de de centros visitários já tem o número. Se não tem vai ter. Então isso é muito interessante porque gente, olha, ser espírita é uma necessidade nossa que estamos dentro do contexto do espiritismo, mas o melhor ao ser espírita é estabelecermos esse elo de fraternidade, de união, de aconchego e de amizade com os companheiros que fazem as mesmas leituras e que estudam as mesmas obras da codificação, já acrescentadas com a vivência do dia a dia, mostrando que realmente o espiritismo tem uma função importante na nossa vida, fazer-nos crescer e mudar e nos transformar. Esse é o objetivo da caravana baiana da fraternidade, unir sempre, amar continuamente. Muita paz para todos nós. >> Boa noite, irmãos. Boa noite, irmãs. Boa noite, Mário. Muito obrigado a oportunidade de estarmos aqui com vocês do Centro Espírita Caminho da Redenção, aos irmãos internautas que também nos acompanham. E desde já, como Ednólia aqui anunciou, nós estendemos o convite a todos vocês para que amanhã, a partir das 9 da manhã possamos estar todos no seminário de encerramento da Caravana Baiana da Fraternidade do ano de 2026. Nós, né, temos em Salvador 202 centros espíritas e no interior do estado 553.

partir das 9 da manhã possamos estar todos no seminário de encerramento da Caravana Baiana da Fraternidade do ano de 2026. Nós, né, temos em Salvador 202 centros espíritas e no interior do estado 553. Ou seja, na Bahia nós temos 755 centros espíritas. E eu acredito, Ednôle, porque o interior a gente termina 31 de maio, mas em torno de 70% das instituições espíritas da Bahia já foram visitadas. E pra gente isso é uma grande alegria, porque é um momento de confraternização, de reencontro, de encontro e também de espiritualidade. Esse ano, a Federação Espírita do Estado da Bahia adotou como a temática central do ano Vivenciando o Espiritismo, que será inclusive o tema do nosso encontro estadual que acontecerá de 31 de outubro a 2 de novembro. As inscrições inclusive já estão abertas, já temos alguns convidados de fora confirmados, né, como E Lália Bueno, Denise Lino, André Siqueira e Frederico >> Menezes, né? Talvez ele venha ou não, né? Mas que ele vem. E vocês aqui também, né? os irmãos internautas da Bahia, de outros lugares, convidamos para estarem conosco. Quero dizer também que temos aqui irmãos caravaneiros, né, que também saem junto com junto com a gente visitando centros espíritas. E quando Ednólia citou a caravana de Leopoldo, em que ele com outros irmãos, né, inclusive Divaldo Franco foi receber a caravana, Dr. Delfonso, né, na época ainda jovens e tantos outros baloartes do movimento espírita no nosso estado. Isso é muito importante, né? E quando a gente traz a temática de vivenciar o espiritismo, a caravana, que é o nosso primeiro grande evento federativo, nós então escolhemos o tema espíritas. univos. Esse é o tema da caravana baiana da fraternidade. Isso a gente remete quando Allan Kardec, ao tratar da lei do progresso e dialogando com os espíritos, eles ali nos afirmam que o materialismo é uma das maiores chagas da humanidade. E o materialismo, ele tem, digamos assim, âncoras, pilares, como o orgulho e o egoísmo, que fazem com que no âmbito das relações humanas, a divisão, a

erialismo é uma das maiores chagas da humanidade. E o materialismo, ele tem, digamos assim, âncoras, pilares, como o orgulho e o egoísmo, que fazem com que no âmbito das relações humanas, a divisão, a competição, a luta, a guerra, o assassinato e tantos outros crimes que fazem com que a alma humana, a vida na Terra seja dilacerada. É isso que, de certa forma, o materialismo ele vai se movendo. Então, os espíritos dizem Allan Kardec que o espiritismo ele tem por missão, por objetivo, destruir o materialismo. Olha, isso é muito importante. O objetivo do espiritismo é destruir o materialismo. Peixon, de uma forma poética, dizia, é superar o materialismo e incluí-lo. E aqui nós estamos neste momento encarnados vivendo nesta pós-modernidade em que alguns filósofos, estudiosos dizem: "Olha, para o mundo pós-moderno, o homem é visto como sendo uma fábrica de desejos, de consumo, em que ele vai escolhendo coisas para que ali ele busque e conquiste a felicidade e normalmente em objetos e em conquistas externas. compra um carro, compra uma casa, uma casa de praia, um apartamento, uma roupa, um sapato, um relógio, uma joia e não encontra felicidade. E ele vai sempre buscando, sabe? como alguém que vai cavando ali em busca de um tesouro e vai se frustrando porque não encontra esse tesouro por achar que a felicidade ela vem de dentro para fora. Na verdade, ela vem o perdão, ela vem de fora para dentro, né? A felicidade ela vem de dentro para fora. E com esse propósito, quando os espíritos nos convidam para que nós sejamos, né, esses vanguardiros de formar uma nova humanidade, um novo modo de mundo, uma nova possibilidade de existência, assim como Jesus nos anunciou do tão sonhado e desejado reino dos céus e pauta as suas lições, trazendo-nos a vivência das bem-aventuranças. Jesus então nos afirma que feliz é aquele que é misericordioso, é aquele que é humilde, é aquele que é puro de coração, é aquele que é pacífico. E isso para o mundo materialista e neste contexto atual que nós estamos vivendo, né, nós sabemos dos

é misericordioso, é aquele que é humilde, é aquele que é puro de coração, é aquele que é pacífico. E isso para o mundo materialista e neste contexto atual que nós estamos vivendo, né, nós sabemos dos grandes desafios e ser espírita na atualidade também é um grande desafio. essas épocas que Ednol aqui contou, né, de Leopoldo e tantos outros companheiros, né, os desafios na grande maioria eram a intolerância religiosa, né, a intolerância de amigos, de convivência por não aceitarem uma crença nova, que até então ainda em alguns rincões se vêem como sendo práticas, né, meramente de contato com o mundo espiritual. E a gente sabe que a doutrina espírita não é isso. Porém, né, nesse momento, o nosso grande desafio, na maioria das vezes, está em nós mesmos de darmos o testemunho de viver este grande ideal. Então, Allan Kardec vem ali como sendo timoneiro, né, um capitão, um líder desta missão divina que vem à Terra, fazer com que possamos sair, né, deste desta visão ainda equivocada que o materialismo nos convida e ainda impõe em nossa sociedade para que possamos dizer: "Olha, o espiritismo é uma outra visão de mundo e vem nos mostrar que a vida continua. Porque para o materialismo, o hoje é tudo. O amanhã não existe. O espiritismo vem e nos diz, o hoje é passageiro. O amanhã, o além é a vida verdadeira. É ali que nós continuaremos a nossa existência e lá muito mais tempo do que aqui. Porque aqui na Terra nós sabemos que ainda a nossa expectativa de vida, principalmente falando de Brasil, é em torno ainda de 76, 77 anos de existência. Quizá um dia possamos alcançar como planetas mais evoluídos, como em Júpiter, que lá se diz que se vive em torno de 500 anos, né? Não tem botox, não tem ácido hialurônico, né? Não precisa de nada disso, porque o perespírito é mais sutil, os corpos são mais sutis e não precisamos, né, de tanta química e de tanto trabalho para nos rejuvenescer. Bem, e aí uma notícia interessante, isso é pesquisa americana, de que quem frequenta uma instituição religiosa, uma

is e não precisamos, né, de tanta química e de tanto trabalho para nos rejuvenescer. Bem, e aí uma notícia interessante, isso é pesquisa americana, de que quem frequenta uma instituição religiosa, uma vez por semana, vive em média 7 anos a mais do que quem não frequenta dia nenhum. Coisa boa, hein, Mário? Quem frequenta duas vezes por semana vive em média 14 anos a mais do que quem não frequenta dia nenhum. Eu acho que a partir de amanhã você vai ter voluntário para os sete dias da semana. de manhã, de tarde e de noite. Bem, porém, uma outra notícia boa é que a Bahia é o estado mais longevo do Brasil. O Bras a Bahia é onde se tem o maior número de centenários. Isso quer dizer que sendo baiano, sendo espírita, vamos passar provavelmente do 100. Divaldo, por pouco, né? Esse ano Divaldo completaria 99 anos. Então, Allan Kardec, ele entendendo este propósito, juntamente com os espíritos, ele faz com que essas ideias comecem a disseminar. Além de ser um grande estudioso, de ser um pesquisador nato, Kardec inovou por promover uma nova ciência, uma ciência em que o laboratório não era o laboratório das academias, das universidades, o laboratório era o laboratório do mundo espiritual. Kardec também inova ao juntar, ao unir a ciência, a filosofia e a religião. E ali, nesse propósito novo, ele começa a ter vários adeptos. E então, por volta de 1860, ele é convidado para Lyon, a sua terra natal, em que ele foi fazer uma conferência, a fazer uma visita, uma viagem que para aquele período um pouquinho longa, em torno de 1000 km de Charrete. E ele foi até Lomas duas cidades e ali acontece o primeiro encontro de dirigentes espíritas. Kardec com muita alegria, recebido por um centro de operários, homens trabalhadores braçais, né? Porque naquela época na França, né, se conta aí em diversos livros de que já eram centenas, milhares de espíritas naquele país. E quando Kardec chega a uma festa, né, ele é recebido pelo presidente da casa, o senhor Diju. E ali Kardec disse que acontece o primeiro encontro de

eram centenas, milhares de espíritas naquele país. E quando Kardec chega a uma festa, né, ele é recebido pelo presidente da casa, o senhor Diju. E ali Kardec disse que acontece o primeiro encontro de dirigentes espíritas. E ele então aperta a mão de Diju e o chama de irmão. E o irmão não no sentido do irmão dos clubes, né, de organizações outras que nós vemos aí, que não propõe verdadeiramente algo de mais profundo para que o ser humano possa se desenvolver. Kardec ali já tinha um entendimento de irmão quanto irmãos espirituais, filhos de um mesmo pai. E nós espíritas precisamos estar atentos a isso. E ele então além dessa, fez várias outras visitas. E em 1862 acontece a maior visita em que ele visita 20 cidades da França. Ele viaja em torno de 3.100 km, inverno francês de Charrete. E ele já era mais ou menos idoso para a época. Então, vejamos que não é fácil. Se alguém aqui já viajou de charrete, né? Se já andou a cavalo, sabe mais ou menos o que a gente tá querendo dizer. E era um outro momento, era um outro período e havia uma festa imensa, né? porque ele estava, digamos assim, fazendo uma grande revolução. Porque tanto no campo da ciência quanto no campo da religião e da filosofia, Allan Kardec inaugura uma nova possibilidade e trazendo-nos, por exemplo, como em o livro dos espíritos, perguntas em que todos nós gostaríamos de fazer e obter respostas sensatas, racionais. E assim, então, ele vai coletando e juntamente com uma coletividade de espíritos, ele vai fazendo os questionamentos e obtendo as perguntas, as respostas e ali criando, digamos, um consenso universal do pensamento dos espíritos a respeito de várias temáticas. E aí vem o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o Evangelho segundo o Espiritismo, o céu, inferno, a Gênese, além de toda a revista espírita e mais algumas brochuras que Allan Kardec nos legou. Ele nos dá um sentido de que a importância de que as sociedades pudessem se visitar, né? A Kardec ele é muito enfático nesse sentido. E a gente pode observar que,

brochuras que Allan Kardec nos legou. Ele nos dá um sentido de que a importância de que as sociedades pudessem se visitar, né? A Kardec ele é muito enfático nesse sentido. E a gente pode observar que, como nos ensinou Artur Conandoili, de que houve uma invasão organizada dos espíritos, ou seja, os espíritos organizadamente eles vieram à Terra para nos anunciar não apenas que o mundo espiritual existe, que nós precisamos fazer o grande movimento que é da busca de Deus. Então ele vai inaugurando essas novas trincheiras. e vai deixando-nos legados, não somente no campo da união, da da das sociedades espíritas, dos espíritas estarem se confraternizando, mas ele inova mais ainda. Kardec cria um fundo, um fundo para que pudesse promover recursos materiais aos espíritas mais necessitados. Ele até pensou de que esse fundo pudesse bancar aquele que o substituísse após a sua desencarnação. Ele compra um terreno na avenida a seguir e ali inaugura uma vila, né, com algumas casas, pensando já na sua aposentadoria, bem como também de espíritas aposentados, desempregados, que pudessem juntamente com ele morarem, conviverem juntos em uma comunidade baseada nos princípios espíritas. Além de tantos outros legados, ele nos deixou, né? Isso serve para que, como bem disse aqui Edólia, nós possamos estar sedimentando este ideal. Porque ser espírita não é apenas fazer parte de uma confraria, não é fazer parte de uma religião, né? Kardec até em determinados momentos coloca-nos, né, o espiritismo como sendo uma doutrina que tem esses aspectos espirituais, mas não necessariamente como uma religião tradicional, com dogmas, né, e tantas outras querelas que nos afastam de Deus, que nos afastam da verdade. Baseado nisso, então, além de Kardec, logo após a sua desencarnação, vários espíritas e espíritos fazem com que essa ideia possa cada vez mais ser propagada. E nós aqui no Brasil estamos hoje como sendo o país com o número maior de espíritas no mundo. E a gente precisa abraçar essa causa, não apenas pensando em si, não

ia possa cada vez mais ser propagada. E nós aqui no Brasil estamos hoje como sendo o país com o número maior de espíritas no mundo. E a gente precisa abraçar essa causa, não apenas pensando em si, não apenas pensando na sua casa, mas acima de tudo pensando na causa que é uma causa maior. Vejamos o que o Espírito de verdade nos diz em o prefácio de o Evangelho Segundo o Espiritismo. Os espíritos do Senhor, que são as vozes do céu, se organizam como se fosse um grande exército, sobre as ordens de um grande comando que vem à terra para iluminar os caminhos e fazer aqueles que estão cegos poder ter a visão. Olha que coisa fantástica. Isso quer dizer, então, que existe um comando. E o governador é Jesus. Jesus, o nosso governador planetário, enviou então esses espíritos à Terra para que eles pudessem apoiar, assessorar e também na condição de encarnados fazer com que os diversos centros espíritas da Bahia, do Brasil e do mundo pudessem propagar essas ideias novas para que assim pudéssemos construir uma humanidade nova. Ele também nos diz o seguinte: "As vozes dos céus são como trombetas e a ela se associam os anjos e nos dizem: Homens, tomai da lira, unam as suas vozes para que assim possamos fazer parte de um divino conserto." Isso é extraordinário, gente. E finaliza mais ou menos dizendo assim: "Homens, a quem amamos, estamos junto de vós". Isso quer dizer o quê? Que os espíritos superiores estão conosco. É um projeto divino. Imaginemos essa casa que começou com dois jovens. Há quantos anos, Mário? >> 80 anos. Divaldo Franco e Nilson Pereira se juntaram e ali de um trabalho, digamos, até então incipiente, olha o que é hoje o Centro Espírita Caminho da Redenção, olha o que é a mansão do caminho, né? E esses dois, digamos, timoneiros, né, perseverantes, iniciaram um projeto que não era deles. O projeto era do Cristo. e assim como intérpretes da mensagem fizeram com que a ideia e a vivência pudesse arrebatar. nós que estamos aqui presentes e quantos que por aqui passaram e quantos que no

s. O projeto era do Cristo. e assim como intérpretes da mensagem fizeram com que a ideia e a vivência pudesse arrebatar. nós que estamos aqui presentes e quantos que por aqui passaram e quantos que no mundo quando ouvem falar o nome espiritismo, o nome de Valdo Franco, mansão do caminho, centro espírita, caminho da Redenção. Isso tem um peso social imenso e é preciso então estarmos atentos para que os diversos Divaldos, os diversos Nilsons, né, o Kardec, a Ednólia e tantos outros que abrem essas frentes para que nós possamos também seguir juntos. Porque não é a pena seguir uma crença como alguém torce para um time de futebol, como é adepto de um segmento político, não é algo muito mais profundo. É aquilo que os espíritos nos convidam para vivermos esta era nova. E somos convidados para que o reino dos céus se faça presente e esse mundo que hoje ainda é um mundo de expiações e provas, ele possa queçar e mudando, né, de transição até, né, passando por o mundo de regeneração, até os mundos felizes. E todos nós somos importantes nesse papel, todos nós. A nossa doutrina, ela tem somente 169 anos. Comparando-se com outros pensamentos espiritualistas e religiosos que são milenares, nós ainda somos novos, mas já fomos muçulmanos, já fomos católicos, já fomos budistas, já fomos ateus, já fomos judeus e hoje nós estamos espíritas. E quçá daqui a 169 anos, não sabemos aonde estaremos. Será que estaremos pro Salvador? Não sei. Será que eu terei o mesmo sobrenome? Não sei. Mas provavelmente eu serei espírita. E olhando o cenário, o retrato do mundo, nós vemos que muitos cantos ainda não se fala em espiritismo. E é bem provável que nós possamos regressar para outros países, para outras comunidades, fazer com que este ideal possa chegar às diversas partes do nosso planeta. E assim, quem sabe não teremos vários centros de espíritas na Suíça, né, como eles estão indo lá agora, né, no Japão, na China, no Irã, no mundo, porque somos nós que estamos aqui construindo-nos e construindo uma nova humanidade. E ela

s centros de espíritas na Suíça, né, como eles estão indo lá agora, né, no Japão, na China, no Irã, no mundo, porque somos nós que estamos aqui construindo-nos e construindo uma nova humanidade. E ela só será melhor quando for formada por bons espíritos. É o que temos na questão 1019 de O livro dos Espíritos, quando Allan Kardec pergunta se será possível, né, de que aqui na Terra seja um mundo mais feliz, um mundo melhor. E os espíritos respondem, né, especificamente São Luís, de que o mundo no planeta, a vida no planeta Terra, ela só será melhor quando for habitada pelos bons espíritos. pelos bons espíritos que estarão vivenciando o amor e a justiça, que promoverão o quê? O bem e a felicidade. Então, uma pergunta que precisamos nos fazer, qual é o mundo que nós queremos? Qual é a vida que nós queremos desejar, não somente aos que estamos aqui agora e principalmente para os que virão, inclusive nós. Nós vamos voltar à terra, nós vamos precisar viver. Isso faz com que nessa proposta de Kardec ordens de Jesus, todo este arcabolso, os princípios espíritas, né, da imortalidade da alma, da justiça divina, né, da supremacia das leis de Deus, da reencarnação, né, em nossas casas, independente se ela é maior, se ela é menor, se tem mais gente, se tem menos gente, se é longe, se é perto, que a gente possa se unir. para que esse ideal ele possa cada vez mais estar consolidado e mais ainda os mais fortes apoiarem os mais fracos. Então, se a minha casa espírita tem 300 trabalhadores e a outra tá para fechar, o que é que um espírita deve pensar? Nós não podemos deixar que uma casa espírita feche. Vamos apoiá-lo, vamos ajudá-lo. Se um espírita está precisando de um apoio, de ajuda, a gente precisa então fazer com que a nossa ideia se faça presente. E não quer dizer que a gente vai ajudar só os espíritas, não. Mas é com aqueles que estamos nesse momento convivendo mais próximos. e o Centro Espírita, como nós trabalhamos o ano passado nos encontros macrorregionais, como sendo o laboratório para a plenitude do ser. É

m aqueles que estamos nesse momento convivendo mais próximos. e o Centro Espírita, como nós trabalhamos o ano passado nos encontros macrorregionais, como sendo o laboratório para a plenitude do ser. É aqui que a gente se encontra, a gente estuda, a gente aprende, encontra espíritos simpáticos, encontra espíritos que não são tão simpáticos e também encontra espíritos que são antipáticos. E o que que a gente faz com isso? Isola, exclui? Não, o pensamento espírita nos convida para incluir os diferentes, porque eu preciso conviver com eles. Porque quando nós falamos de reencarnação e aqueles, digamos, até um pouco mais difíceis da convivência, não é apenas no lar, é também na casa espírita, é no trabalho. E a gente pensa assim: "Meu Deus, Salvador, com 202 centros espíritas e Deus manda esse danado, essa danada justamente para essa casa. É porque você precisa, Marcos, conviver com essa pessoa, né? Porque senão amanhã chega outro e depois chega outro. Eu vou perceber então que o problema está em mim. É Marcos que precisa mudar para conviver com alguém que pense diferente ou às vezes até são questões íntimas que eu possuo e que ainda não tentei resolver e quero externar que o problema é do outro e não é por aí, né? Então, o pensamento espírita ele nos convida a essa leitura interior, aquilo que, né, se chama de autoconhecimento, para que essa prática seja trabalhada, incentivada, para que todos nós possamos estar fazendo isso. E assim a gente vai percebendo que essa ideia, essa energia, essa motivação vai se estendendo de casa a casa, né? E a causa vai cada vez se tornando mais forte. Ali fora mesmo a gente tava até brincando, olha, existe a campanha eh do governo, né, da minha casa, minha vida. Nós espíritas precisamos implantar a campanha minha causa, minha vida, né? É, é claro, porque o espiritismo ele está acima de tudo isso, né? Nós ainda temos uma compreensão muito limitada da doutrina. Isso faz lembrar o pensamento de Bezerra de Menezes, em que nos diz que eh se nós

aro, porque o espiritismo ele está acima de tudo isso, né? Nós ainda temos uma compreensão muito limitada da doutrina. Isso faz lembrar o pensamento de Bezerra de Menezes, em que nos diz que eh se nós estivermos unidos, perdão, se nós nos cooperarmos, né, seremos união. Se pensarmos isoladamente, nós seremos pontos de vista. E o mundo materialista prega isso, pontos de vista, né? exclusão. Não se unam, não se juntem, porque se a gente se juntar, se a gente se unir, olha o que Jesus com 12 fez para a humanidade, marcou a história. Aqui neste cenário, nós devemos ter em torno de umas 300 pessoas, né, aproximada 400 pessoas aproximadamente. O que que a gente não pode fazer? Se na Bahia tem 7500 espíritas, o que que a gente não pode fazer? Quantas pessoas são apoiadas na assistência social? Quantas pessoas fazem parte dos nossos grupos de estudo que são apoiados no atendimento espiritual? Quantos espíritos não são apoiados nas reuniões mediúnicas? Quantos de nós não foros espíritos que estavam sofrendo no mundo espiritual? E reencarna, né? Como meu caso, Marcos, embora reencarna em Feira de Santana, né? Vai para tal o centro espírita lá, meu filho, fazer a sua terapia. E é assim que a gente vai se desenvolvendo. E Allan Kardec, quando ele desencarnou, ele logo em seguida ele foi evocado e nos deixou uma mensagem belíssima. Allan Kardec, ele não veio falar de nenhuma teoria, não veio falar do perespírito, de nenhuma das suas obras. Ele veio nos dizer o seguinte, né, que nós espíritas deveríamos promover o progresso e o aperfeiçoamento desta obra a que ele tanto se dedicou na Terra. Já começa assim. E como é que a gente promove o progresso e o aperfeiçoamento da doutrina espírita vivendo ela? Porque é o exemplo que arrasta, é o exemplo que vai nos dizer verdadeiramente, né, que nós somos espíritas, porque não é para ficarmos somente falando, como nos ensina Vinícius, né, Pedro de Camargo, que nós não podemos ser meramente depósitos do conhecimento. A gente precisa fazer com que esses

espíritas, porque não é para ficarmos somente falando, como nos ensina Vinícius, né, Pedro de Camargo, que nós não podemos ser meramente depósitos do conhecimento. A gente precisa fazer com que esses depósitos abram as suas portas, as suas compostas do coração, para que o amor, a fraternidade, a felicidade possa estar sendo distribuída a todos. Então, Allan Kardec continua dizendo: "Olha, eu vou dar um recado para vocês, mais ou menos assim, só três coisinhas: fraternidade, solidariedade e que sejam amáveis uns com os outros e que sejam, irmãos, na verdadeira acepção da palavra, que nós sejamos irmãos. E se somos seres imortais, compreendemos que nós somos filhos do mesmo pai. Nós somos espíritos. Neste momento, podemos estar com sobrenomes diferentes em cidades, em profissões diferentes, mas nós somos filhos de Deus. E Jesus quando nos traz o Pai Nosso, deixa claro: Pai nosso que estáais nos céus, então é o Pai de todos. E se ele é o pai de todos, ele é meu, é pai do outro. E eu não posso criar nenhum tipo de movimento de afastamento. E quando nós lançamos essa proposta do Espíritas Univos, é justamente para darmos esse golpe no materialismo. Nós temos que dar as mãos. Nós precisamos estar juntos nos apoiando na dor, no sofrimento, na alegria, na infelicidade, no choro, no sorriso. Nós queremos ou não queremos um mundo melhor? É lógico que queremos, mas para mudar é necessário fazer diferente. E a gente precisa ser como, por exemplo, Jesus, né, que nova, que criava, que quando alguém era trazido para ele para ser apedrejado, ele ia com uma proposta muito diferente. Olha, atire a primeira pedra aquele que estivesse em pecados, né? O julgamento do mundo é um. Nós podemos estar trazendo outras propostas sem julgar, de incluir, de respeitar, de compreender as imperfeições do outro. E é por isso que nós precisamos fazer com que o nosso pensamento ele não seja meramente voltado para estarmos nos grupos de estudos, nas palestras, assistindo, interiorizando e ficando somente aqui. É preciso irmos mais além.

isamos fazer com que o nosso pensamento ele não seja meramente voltado para estarmos nos grupos de estudos, nas palestras, assistindo, interiorizando e ficando somente aqui. É preciso irmos mais além. É por isso que Bezerra de Menezes diz: "Olha, solidários seremos união. Solidários nós seremos união." Há também um grande escritor espírita que é o Miguel Víveres, espanhol, no seu livro Tesouro dos Espíritas, em que ele nos diz que nós espíritas devemos ser verdadeiramente como se fôssemos uma grande família, como se fôssemos pai, né, dos outros, um irmão mais novo, estarmos juntos, coesos para que a proposta do Cristo, ela possa efetivamente estar experienciada e, acima de tudo, acessível a quem quer que precisa. Nós já passamos por grandes desafios, né? Quando Edol aqui comentou a história de Leopoldo, ele quando passou aqui pela Bahia, na cidade de um espírito esquecido baixou aqui, viu, gente? Mas daqui a pouquinho eu me lembro, né? Pronto. Aí, ó, o outro espírito aqui já me lembrou na cidade de Ambupe. Embupe tinha um cemitério, mas não tinha centro espírita. Cemitério espírita, mas não tinha centro espírita. E Leopoldo, ele era um grande entusiasta, né? E ele chegou na cidade, tomou um susto. Tem cemitério, mas não tem centro, mas tinha grupos familiares. E ele então foi convidar a turma, olha que que tá acontecendo. Por que que vocês não vão abrir um centro espírita? É muito simples. Se nós abrirmos o centro espírita, nós vamos para o cemitério, ou seja, desencarnaremos. Ele falou: "Não tem problema, desencarna infeliz, vamos embora. Abram centro espírita. Era assim. Hoje não, a gente pode vir para aqui na hora que quiser, né? Mário já tá dizendo que em função de que se vive mais tempo, né, Mário, vai ter atividade na mansão até meia-noite, 2 da manhã. Vocês podem ficar à vontades aqui que não vai faltar trabalho, mas o grande desafio é a gente fazer com que na convivência, no trato humano, isso seja verdadeiro, isso seja real, né? Nós temos a figura de Francisco Cândido Xavier, quantos

não vai faltar trabalho, mas o grande desafio é a gente fazer com que na convivência, no trato humano, isso seja verdadeiro, isso seja real, né? Nós temos a figura de Francisco Cândido Xavier, quantos centos espíritas Chico Xaviero ajudou. Não ficou com R$ 1 das suas mais de 400 obras. Várias casas espíritas foram fundadas, creches espíritas, asilos espíritas, porque ele já compreendia esse papel, esta nobreza da doutrina de que uns precisam dos outros. Os mais fortes apoiam os mais fracos e os mais fracos também dão as mãos para pedir ajuda. E que a gente possa assim sair de vez, né, desses atavismos em que o orgulho egoísmo vai de certa forma nos convidando e a gente precisa se afastar disso. Porque se o orgulho e o egoísmo fazem parte do materialismo, eu preciso cada vez mais me afastar, porque a ideia espírita me convida para esse afastamento, para que eu me aproxime e eu possa deixar para quem quer que seja, que goste ou não goste de mim, eu estou aqui para te acolher, eu estou aqui para te apoiar. É assim então que com esta ideia nós convidamos a vocês para estarem conosco, não somente amanhã, fazerem parte das caravanas, né? Recentemente conversando com os companheiros do Amazonas sobre como era as caravanas no Amazonas, né? Aquele estado grande, né? Que tem uma floresta imensa. E eu perguntei: "Como é que vocês fazem para ir aos centros espíritas do interior da floresta amazônica?" É simples. A gente pega um barco, leva 30 dias para ir, passa um dia, depois volta 30 dias de novo. Por amor à causa, por amor aos irmãos. Edolha citou aqui algumas cidades da Bahia que a turma viaja 800 km num dia para visitar uma casa espírita e chegar lá, abraçar, né, se confraternizar, toma um cafezinho e volta feliz da vida. Porque como ele falou, né, de Paulo de Tarso, o próprio Divaldo, né, o Allan Kardec, e nós precisamos sermos estes indivíduos que daqui a 100, 80, 200 anos as pessoas possam reconhecer, olha, foi aquela moça, foi aquele rapaz que fez com que uma casa espírita fosse fundada

lan Kardec, e nós precisamos sermos estes indivíduos que daqui a 100, 80, 200 anos as pessoas possam reconhecer, olha, foi aquela moça, foi aquele rapaz que fez com que uma casa espírita fosse fundada numa cidade e contribuiu que, por exemplo, os números de suicídio pudessem diminuir, da depressão, da ansiedade e tantas outras doenças, né, que temos hoje na atualidade. E o mundo materialista muitas vezes não sabe para onde vai, porque não basta somente o remédio que é preciso, não basta somente um hospital que é preciso, mas é preciso também reconhecer que ali são espíritos e que esses espíritos precisam muito mais de amor, de alegria, de paz, de renovação. que mesmo que a vida esteja difícil, essa dor vai passar, é passageira. E eu finalizo a minha fala e passando aqui para Luciano, mas lembrando de um companheiro espírita lá de Feira de Santana, Osvaldo Requião, em que ele dizia o seguinte: "Cristãos avante, a seara é imensa, firmes sem detença vamos produzir. Quem mão narado põe não olhar para trás, nem pensa em desistir." A semente é o bem, a colheita é luz, o salário é a glória e o patrão é Jesus. E na empreitada não vamos de forma nenhuma parar, antes que a tormenta desencadear. Lá no horizonte surge peregrino, um clarão divino de raro esplendor. É o sol da nova era que inaugura e fugura a volta do Senhor. Luz e roteiro no porvir terreno. Jesus Nazareno clama por ação. E desta era nova, espíritas univos, somos os vanguardeiros e do Cristo herdeiros pela redenção. >> Boa noite a todos vocês. Ficamos muito felizes. Primeiro a ouvir Mário demonstrando que a mansão tá continuando a levar para o mundo legado de Valdo. Isso é muito importante. Ednola entusiasmada, emocionada porque pessoal é muito bacana. Imagine, sábado, por exemplo, dia 18, eu tava em Alagoinhas, no colégio. Marcos estava na Praça de Novaça, num evento lá gigante. Marco Pinto tava ali que tava lá em Jquier, tava outro lá em quer dizer, tava todo mundo, a baia toda se movimentando para que divulgar o espiritismo. Sabe por quê,

a de Novaça, num evento lá gigante. Marco Pinto tava ali que tava lá em Jquier, tava outro lá em quer dizer, tava todo mundo, a baia toda se movimentando para que divulgar o espiritismo. Sabe por quê, pessoal? Somos hoje 8 bilhões de encarnados. 1.2 bilhões são ateus, significa 15%. Os 85% são religiosos. Cristãos 2.6 bilhões. Islamistas 2 bilhões. Depois vem logo ciência, religião, filosofia não estão dando conta. Olha o mundo para perceberem a importância do espiritismo. Que o espiritismo não diz: "Ah, tomara que eu seja imortal, eu creio". Demonstra fatos. Nós conversamos com os mortos, logo não morrem. Isso muda tudo, muda a visão, muda o olhar, muda o posicionamento, muda o mundo. Você cria um novo olhar, isso chama-se um novo paradigma. Você começa a se posicionar de forma diferente diante do mundo, contribuindo para promover as transformações gerenciadas por Jesus. O espiritismo foi previsto é um planejamento de pelo menos os outros séculos. Então quando lá em Ridesville Nova York a começa aquela aquele movimento com as meninas Foxy era o combate de um processo que venham vem ocorrendo ao longo do todo o tempo quando você percebe que o Cristo tá gerenciando todos os processos. Para quê? para que já consigamos o nosso mental conversar com as pessoas, com as informações da ciência, com os elementos tecnológicos para dizer: "Galera, meus amigos, meus irmãos, vocês são espíritos. Pensem no longo prazo. Vocês já existiram antes em outros corpos? estão nesses provisoriamente. Desapegue-se, vão deixá-lo, queiramos ou não, e voltarão a outros. Daqui algum tempo logo construam um mundo melhor para todos, inclusive você. Porque, Marcos, quem é o próximo pessoal? Tudo menos eu. Existem três elementos no universo: Deus, eu e o próximo. Então, na verdade, quando disse Jesus amar ao próximo é amar tudo além de você que é o próximo, inclusive os minerais, os animais, os vegetais, aí vocês percebem a habilidade, a grandeza de Francisco de Assis, que percebeu claramente que

amar ao próximo é amar tudo além de você que é o próximo, inclusive os minerais, os animais, os vegetais, aí vocês percebem a habilidade, a grandeza de Francisco de Assis, que percebeu claramente que amar a Deus é amar a si mesmo e a tudo além de si mesmo. Quer dizer, ele percebeu o que a gente às vezes fica tatiando e na confusão. Então, quando nós buscamos a união dos espíritas com propósito, qual é? levar o espiritismo como movimento a cumprir a sua missão, que é realmente provocar uma revolução paradigmática, ou seja, uma revolução no olhar da humanidade para que construamos a paz de verdade. Porque sem espiritismo tá como tá aí, 85% das pessoas do planeta Terra são religiosos. Estamos uns matando uns aos outros, estamos engordando de comer demais o outro morrendo de fome. Estamos destruindo a natureza e somos religiosos. Na verdade, algo não está funcionando. Então, precisamos, na verdade, viver o espiritismo, se apropriar da informação e transformá-la em conhecimento nas práticas diárias. Transformadora requer mobilidade. Não basta, não basta eu vir ao centro espírita, assim uma reunião doutrinária, toma paz, se ouvir Mário, Divas que passou por aqui, tantos outros e continuar a mês e missa criatura de antes. Não faz nenhum sentido. Não faz nenhum sentido. espiritismo tem um propósito, é provocar em nós todos as mudanças necessárias para que tenhamos de fato novo mundo. Marcos não acabou não dizendo que amanhã estaremos encerrando o nosso evento no Centro Espírita Deus, Luz e Verdade na Vila Laura. Amanhã das 9 às 12 Fem Brotas. Vai ser um evento muito bacana e nós vamos fazer uma grande festa de confraternização para dizer, nós estamos trabalhando na união dos espíritas para que o espiritismo cumpra a missão que lhe foi delegada por Jesus, que é o gestor, por um espírito que é espírito puro. E a gente às vezes não tem nem ideia da grandeza desse espírito. Quer dizer, se a Terra tem 4,5 bilhões de anos, esse piso já era puro há pelo menos 4,5 milhões de anos. Então, olha a

é espírito puro. E a gente às vezes não tem nem ideia da grandeza desse espírito. Quer dizer, se a Terra tem 4,5 bilhões de anos, esse piso já era puro há pelo menos 4,5 milhões de anos. Então, olha a grandeza. Então, tudo que tá acontecendo aí, ele tá no leme, ele tá vendo, ele vai tomar na hora acesso providência para modificar isso aí. Não tem, ou tá ou não tá. Ou tá ou não tá. Então, nós temos que ter esse entendimento e nos perguntarmos enquanto espíritas, tô finalizando já. Qual é o papel que cabe a cada um de nós? E Mar foi muito feliz. Cabe a nós vivermos espiritismo. Para viver, precisamos conhecer e pagar o preço e enfrentar uma sociedade materialista. O discurso é espiritualista, né? A prática é materialista e o negócio é consumir. E aí o modelo social vai o quê? induzindo você cada vez mais se afundar no consumo e não encontra felicidade. Espiritos meus amores, reflário, que é supérflo, se apropria do quê? As traças não roubam, ou melhor, não roem e os ardões não roubam. O que é que mesmo que lhe pertence? O que é que você leva? Se eu tiver, né, agora um ataque cardíaco, desencarnar aqui, o que é que eu vou levar? Tem que pensar. Isso é possível. Nós estava com o esposo de Aninol, André Peixinho numa reunião em 30 de março de 2024, conversando, trabalhando, de repente não desencarnou, né? E se eu desencarnar agora, que é que eu vou levar? é o conhecimento e as qualidades morais que se manifesta no bem que a gente faz. Pensemos nisso. Muito obrigado. A a nossa o nosso agradecimento. Pronto. Então, a nossos agradecimentos a Ednória Peixinho, Marcos Machado, ao nosso irmão Luciano Crispim e a Neusa que compareceram nessa noite aqui nos trazendo aí as boas notícias da caravana baiana da fraternidade e o brilhante trabalho que é desenvolvido desde 1950, Leopoldo Machado. Eu me recordo que Divaldo Franco ele muito gostava e participava desses momentos especiais, né? Então fica aí a nossa gratidão a todos a Federação Espírito do Estado da Bahia e compareço amanhã de manhã a partir das 9

Divaldo Franco ele muito gostava e participava desses momentos especiais, né? Então fica aí a nossa gratidão a todos a Federação Espírito do Estado da Bahia e compareço amanhã de manhã a partir das 9 horas no Centro Espírita Deus, Luz e Verdade ali em Brotas, aliás, em Vila Laura, né? para as atividades que lá serão desenvolvidas relativamente ao encerramento anual, né, Marcos, da caravana da 28ª ou 28ª caravana baiana da fraternidade. Então, mais uma vez a nossa gratidão a todos, a Andreia que está aí nos traduzindo em Libras. Muito obrigado, Andreia. Vamos agora então ao encerramento da nossa atividade da noite, convidando os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Amado mestre Jesus, nosso amigo, percebemos, Senhor, que desde o advento da doutrina espírita, há 169 anos entre nós, muito tem sido desenvolvido de trabalho, de esforço pessoal dos espíritas para levar esse maravilhoso conhecimento ao mundo no nosso estado, na Bahia. A caravana baiana da fraternidade é uma luz, é um farol que se acendeu, iluminando a Bahia como um todo, para que a sua luz possa ser percebida em todos os recantos do nosso estado. ampara o esforço dos nossos irmãos nas longas jornadas que realizam pelo interior do nosso estado, levando esperança, consolação, esclarecimento, entusiasmo, vontade de te servir. Todos embuídos dos mesmos propósitos. Transformar a humanidade num trabalho onde o bem definitivamente se instale, a fraternidade, o amor, a paz esteja presente entre nós. Faculta-nos, Senhor, a disposição e a vontade de servir-te desta forma. entusiasmo os nossos irmãos e irmãs para que continuem desenvolvendo essas tarefas com amor, carinho, com dedicação para sempre e de toda forma servir-te. Abençoa-nos. Leva a nossa gratidão a Divaldo, a Nilson, a benfeitora Joana de Andes, aos bons espíritos que conduzem esta casa. Abençoa o nome dos encarnados e dos desencarnados que colocamosos na entrada deste cenáculo. Também a água transformando

Nilson, a benfeitora Joana de Andes, aos bons espíritos que conduzem esta casa. Abençoa o nome dos encarnados e dos desencarnados que colocamosos na entrada deste cenáculo. Também a água transformando num remédio para os nossos males físicos e espirituais. Conduze-nos de retorno ao lar, pensando em ti, felizes para aqueles que lá nos aguardam. Sintam que a doutrina espírita está sendo implantada no mundo. E a caravana da fraternidade, a caravana baiana da fraternidade desenvolve a sua tarefa com muito amor e dedicação. Abençoa-nos. Se conosco, ó Senhor, hoje por todo sempre. E que assim seja. Muito obrigado a todos.

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