Esperanças e consolações, com Haroldo Dutra Dias
5º Congresso Espírita de Mato Grosso do Sul, realizado em Campo Grande, entre os dias 8 a 10 de agosto de 2025. Tema central: “160 anos de O Céu e o Inferno”
Caras amigas, caros amigos, um bom dia para todos e para todas. É com muita alegria que mais um ano eu tenho a honra de participar desse congresso promovido pela Federação Espírita de Mato Grosso do Sul. E digo com muita alegria porque esse é um momento especial para nós enquanto comunidade espírita e um momento especial paraa espiritualidade que nos reúne num só objetivo, num só propósito. E nós sabemos que nesses momentos o coração dos trabalhadores recebem uma injeção de ânimo, de inspiração, um auxílio do mundo maior, porque nunca, como antes, estivemos tão necessitados das luzes do consolador prometido. O mundo sofre as consequências de um materialismo cultivado ao longo dos séculos. E o sofrimento social, moral, emocional, psíquico, é uma decorrência dessas escolhas. Mas nós temos o evangelho Rede Vivo, nós temos as luzes do Consolador para nos guiar nessa noite imensa que a humanidade atravessa. E nós sabemos, nós sabemos pelas promessas do próprio Cristo que um futuro promissor aguarda todos nós individualmente e coletivamente. E é sobre isso que eu quero falar nessa manhã. esperanças e consolações sobre a felicidade. Mas quero falar sobre a felicidade à luz dessa obra extraordinária, o céu e o inferno. A primeira coisa que as pessoas nos perguntam a nós que somos espíritas é: vocês acreditam no inferno? Eu sempre digo no inferno e no diabo com uma única diferença. Nós não acreditamos em um só diabo, mas em vários. Porque o diabo é o ser humano que abdica do maior presente que a divindade lhe deu, que é a oportunidade de ser bom e de ser feliz. Toda vez que nós menosprezamos o dom da bondade e a nossa habilidade, capacidade e anseio de felicidade, nós nos tornamos em agentes que agem em contrário às leis divinas, em agentes de perturbação. que acabam destruindo todos os laços de fraternidade e de afeto criados e mantidos por Deus. Nesse momento transformamos o nosso psiquismo em um inferno e enfermizamos a vida de todos que convivem conosco. Esse é um ponto importante.
ços de fraternidade e de afeto criados e mantidos por Deus. Nesse momento transformamos o nosso psiquismo em um inferno e enfermizamos a vida de todos que convivem conosco. Esse é um ponto importante. Kardec, escrevendo sobre esse assunto disse assim: "A felicidade está na razão direta do progresso realizado. De sorte que de dois espíritos, um pode não ser tão feliz quanto o outro, unicamente por não possuir o mesmo adiantamento intelectual e moral, sem que, por isso precisem estar cada qual em lugar distinto. O que que significa isso? Porque nós sempre acreditamos que a felicidade é uma decorrência exclusiva do ambiente em que você está. Nós sempre acreditamos que a felicidade é decorrente absolutamente das circunstâncias que você está enfrentando. Se fosse assim, por que as pessoas que estão nas circunstâncias mais favoráveis e nos melhores ambientes estão infelizes? Essa é uma reflexão profunda, porque hoje nós temos milhões de projetos fantasiosos de felicidade e milhões de criaturas comprando gato por lebre, construindo castelos de areia, uma felicidade completamente ilusória. Por quê? Porque é uma felicidade que depende exclusivamente do atendimento do desejo. Atendimento do desejo. O que significa isso? Oscar Wild, um grande dramaturgo, escreveu algo curioso. Se você quiser destruir uma pessoa, e é o que muitos pais estão fazendo com seus filhos, se você quiser destruir uma pessoa, dê a ela tudo que ela deseja. Eu vou dar um exemplo simples. Se você der a um mineiro todo o doce que ele deseja, em pouco tempo você mata ele. É doce de leite, é goiabada com queijo. Já viram? Será que isso é felicidade? Será que felicidade é desejar e alcançar imediatamente? Eu me lembro do meu filho do meio. Tinha que acordar ele para ir pra escola. Então, eram 6 horas da manhã e o clima tava assim igual hoje a meno 8º. Esse clima, esse calor de Campo Grande, mas chovia, ventava e ele dormia, ao menos quando estava dormindo, como um anjo debaixo do edredom. E eu pensei, eu sou um bom pai,
assim igual hoje a meno 8º. Esse clima, esse calor de Campo Grande, mas chovia, ventava e ele dormia, ao menos quando estava dormindo, como um anjo debaixo do edredom. E eu pensei, eu sou um bom pai, eu deixo ele debaixo do edredon ou ele vai pra escola? Então eu tirei ele do edredon, levei pra escola e ele foi reclamando. Por que que você fez isso comigo? Quando eu deixei ele na escola, que eu voltei, eu fiz uma oração, falei assim: "Pai, agora eu te entendo, desculpa, viu? Mas a cena melhor não foi essa. Tem pessoas que têm medo de tomar injeção, tirar sangue. Não é o caso dele. Ele tem pânico. Então eu levei ele para tirar sangue. De repente começou uma gritaria tão grande no laboratório que eles acharam que era transplante de órgão, não, era só tirando o sangue. E a moça disse para mim assim: "Você tem que segurá-lo", né? E quando eu segurei ele e ela foi pegar o sangue, ele olhou para mim e falou: "Pai, você vai fazer isso comigo". Percebe? Então é nesse momento que a gente começa a compreender qual o projeto do criador para nós, espíritos imortais. Porque a nossa expectativa é de que Deus nos deixe debaixo do edredom eternamente descansando. Nenhum obstáculo, nenhum desafio, nenhuma contrariedade, nenhum aborrecimento, nenhuma frustração, nenhum adulto. Seríamos espíritos imortais infantis. Será esse o projeto de felicidade do Criador para nós? Será esse? Então aqui Kardec traz uma proposta da espiritualidade superior. Não foi ele que criou isso. A felicidade está na razão direta do progresso realizado. Isso não é uma teoria. Sabe de onde ele tirou isso? E é ele que fala isso. Entrevistando morto, entrevistando quem morreu. Manifestava o espírito e perguntava: "Tá vivo ou tá morto?" Falava: "Tô morto." E aí, feliz ou infeliz? Infeliz. E nós temos no livro Céu e Inferno uma lista de entrevista com gente que tá infeliz do outro lado. Característica de quem tá infeliz do outro lado. Todos investiram num projeto fantasioso de felicidade. Vou dar algumas características
uma lista de entrevista com gente que tá infeliz do outro lado. Característica de quem tá infeliz do outro lado. Todos investiram num projeto fantasioso de felicidade. Vou dar algumas características desse projeto fantasioso de felicidade. Eu não quero ter aborrecimento nem frustração. Vão ter depois que morrem. Porque a lei divina não se curva aos nossos caprichos. Outra característica desses projetos fantasios de felicidade, construir uma felicidade com base no sofrimento do outro e agora sofrem o sofrimento que causaram. É justo. Então, Kardec entrevistou depois dos infelizes os medianos. Não tão nem muito feliz, mas também não tão infeliz. E depois entrevistaram os felizes. Qual a característica que ele percebeu? Quanto maior o progresso moral e quanto maior o progresso intelectual, maior a felicidade. Por quê? Por quê? Pensando nisso, Kardec desenvolve um raciocínio que à tarde nós vamos trabalhar melhor, que é o raciocínio de cada defeito que você tem, cada imperfeição que você tem, é uma infelicidade. Quanto mais imperfeições, mais infelicidade. Querem ver? Querem ver? Eu vou começar com algumas imperfeições. Eu tô falando genericamente, se você se encaixar, não precisa levantar a mão. Só primeira imperfeição. Ingratidão. Alguém aqui se tiver casado com um ingrato ou com uma ingrata, se tiver filho ou filha, ingratos, se tiver sogro, sogra, ingrato, familiar, ingrato, alguém aqui já conseguiu agradar um ingrato? Por que não? Porque ingrato só valoriza o que ele não recebeu. Você pode fazer de tudo. O que você não fez é o que ele vai reclamar. Porque o prazer dele é colocar defeito. O prazer dele é sentir falta das coisas. O prazer dele é reclamar. Qual a possibilidade desse indivíduo usufruir a felicidade? A felicidade plena? Nenhuma. Nenhuma. Porque se você colocá-lo na convivência dos anjos, ele vai começar a fazer fofoca com anjo, caluniar anjo, brigar com o anjo, reclamar que o anjo é muito paciente. Perceberam? É isso que o Kardec tá dizendo. Você coloca um ingrato no paraíso em uma
s, ele vai começar a fazer fofoca com anjo, caluniar anjo, brigar com o anjo, reclamar que o anjo é muito paciente. Perceberam? É isso que o Kardec tá dizendo. Você coloca um ingrato no paraíso em uma semana ele tá com depressão. Aí você leva ele pro inferno. Em uma semana ele tá reclamando do inferno também. O que fazer? Mudar de lugar. Que lugar? Que lugar? Só tem um caminho pro ingrato começar a experimentar a felicidade. Desfazer-se da ingratidão. É isso. Então, vamos fazer um exercício aqui. Você pode ter 15, 20 motivos para reclamar da sua vida hoje. Mas pelo que eu observo assim, olhando, tá todo mundo respirando. Alguém aqui quer ir para um hospital para ser entado? Tem vaga na UTI? Alguém se candidata? Queria estar na UTI agora entado. Percebe? Você tá respirando, tá todo mundo aqui respirando. Então, quando nós fazemos o exercício da gratidão, que é uma virtude, assim, ó, tô respirando, cheguei no congresso andando, percebe? Você começa a fazer uma lista e você vai perceber uma felicidade genuína brotar no seu coração. Isso é um progresso moral. Quem cultiva a gratidão experimenta felicidade que nenhum ingrato vai experimentar. Agora, uma outra virtude. Vamos examinar uma imperfeição. Aqui tem uma virtude que se chama mansuetude. Mansuetude. O contrário é o belicoso. Essa pessoa vive uma guerra da hora que ela acorda até a hora que ela dorme. E geralmente ela dorme com uso de remédio. Por quê? Porque tudo é motivo para ela discutir. Então você diz assim: "Nossa, o congresso tá tão bonito". É, mas tá frio. Você fala: "Nossa, mas a palestra foi tão boa, pena que foi curta". E isso porque ela já saiu de casa, já brigou no trânsito, parou para tomar um café, brigou com a pessoa que atendeu. Quer dizer, ela já acordou brigando com quem tava deitado do outro lado da cama. É um inferno, não é? É um inferno. É tão curioso que quando a gente atende uma pessoa assim, atende uma pessoa, aliás, eu vi uma manchete muito interessante, um homem que casou com ele mesmo.
da cama. É um inferno, não é? É um inferno. É tão curioso que quando a gente atende uma pessoa assim, atende uma pessoa, aliás, eu vi uma manchete muito interessante, um homem que casou com ele mesmo. Vocês viram isso? Fizeram cerimônia, casou com ele mesmo, mas parece que já divorciou incompatibilidade de gênios. Porque a pessoa não se suporta. A própria pessoa diz assim: "Eu não me suporto. Eu não me suporto." Como que uma pessoa assim é feliz? Se tiver todo mundo em paz, o que que essa pessoa traz? A guerra. O conflito, a discordância, é uma necessidade de discordar, é uma necessidade de confrontar, porque essas pessoas se alimentam de conflito. E essa é a causa da infelicidade delas. Não adianta. Você pode levar essa pessoa pro céu, pro purgatório, pro inferno, paraa casa dela. Não importa onde ela esteja, ela leva o inferno com ela. Eu tenho certeza que você não quer mais continuar sendo assim. E tem pessoas que nos ambientes mais agitados a pessoa entra e a paz se faz. Ela concilia, ela conversa, ela ajusta, a pessoa realiza, né? Então, a gente tem uma ideia, sabe por que Deus não permite que os anjos vivam no inferno? para não afrontar o capeta, para não afrontar o diabo. O dia que os anjos chegam nas regiões de sofrimento, elas deixam de ser regiões de sofrimento. E você deve estar perguntando, então por que que Deus não faz isso? Sabe por quê? Porque quem tá lá não quer, não quer. Em todas as séries, Manuel Filomeno de Miranda, psicografado por Divaldo Pereira Franco, Série André Luiz, psicografada por Francisco Cândido Xavier. A maior dificuldade de trabalhar no Umbral é quem não quer sair. Mas por que que ele não quer sair? Eu vou contar porquê. Essa história aconteceu em Minas Gerais. O moço andava pela estrada, mas poderia ter acontecido aqui também. Moça andava pela estrada, a gasolina começou a acabar, ele parou num posto, parou perto da bomba de combustível. começou a colocar gasolina e tinha um cachorro uivando sem parar. Ele encheu o tanque, lavou o para-brisa,
trada, a gasolina começou a acabar, ele parou num posto, parou perto da bomba de combustível. começou a colocar gasolina e tinha um cachorro uivando sem parar. Ele encheu o tanque, lavou o para-brisa, foi na loja de conveniência, tomou um café, voltou, o cachorro uivava. Aí ele perguntou pro rapaz, tava atendendo, moço, o que que tá acontecendo com esse cachorro? Ele falou se ele tá deitado em cima de um prego, por que que ele não levanta? E aí o frentista que era um filósofo igual o Décio, disse assim: "É porque tá doendo o suficiente para ele uivar, mas não o suficiente para ele levantar". Essa é a maior dificuldade de você trabalhar com pessoas que sofrem. Ela não quer o sofrimento, mas ela quer a causa do sofrimento. Ela não quer conflito, mas não quer parar de brigar. Percebe? Como que faz? Eu vou dar um outro exemplo de outra imperfeição. O descontrole em relação ao prazer, o vício. Café é muito bom, pelo menos pr um mineiro. O café é muito bom. Quatro garrafas por dia, eu já não sei. Queijo é muito bom. Dois por dia. Entenderam onde que eu tô querendo chegar? Tudo moderadamente pode ser tirando aquelas substâncias, aqueles elementos que são nitidamente nocivos, não importa a quantidade, não tô me referindo a isso. Mas as coisas da vida, né, com moderação. Eu tô lembrando, estava no congresso em Maceió e lá estava o querido amigo Ricardo, médico cardiologista da Associação Médico Espírita lá do de Alagoas. E ele, a presidente da federação, é paciente dele, né? E ela tava com probleminha no coração. Ele falou: "Vou te passar uma dieta". Essa dieta é maravilhosa. Coloca na boca. Se for bom, você cospe. Já viram que tudo que é bom faz mal pro coração? Nãoé, mas moderadamente não. Mas quem tem o descontrole passa mal até com água, porque o problema não está no doce, na comida, na gordura, na bebida. O problema está no excesso e todo excesso é prejudicial, né? Então eu acredito que aqui nós tivemos um cenário. As imperfeições são os obstáculos que nos distanciam. da
comida, na gordura, na bebida. O problema está no excesso e todo excesso é prejudicial, né? Então eu acredito que aqui nós tivemos um cenário. As imperfeições são os obstáculos que nos distanciam. da felicidade. Esse é o primeiro ponto. Por isso Kardec escreve: "A felicidade está na razão direta do progresso realizado." O que que significa isso? Quanto maior o teu progresso moral, maior a tua felicidade, moral e intelectual. Quanto menor o progresso moral intelectual, menora a felicidade. Por quê? Porque as imperfeições são barreiras que impedem nosso acesso à felicidade ilimitada. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, nós somos criaturas de Deus, criados por Deus. No livro dos espíritos, questão 13, nós aprendemos sobre os atributos da divindade. Que que são atributos? São características da divindade. Características. Um dos atributos de Deus é que ele é a bondade suprema. Ele é bondade infinita. Ao mesmo tempo, ao mesmo tempo, ele é justo infinitamente. Olha, uma característica divina. E nós fomos criados à imagem e semelhança do Criador. O que que significa isso? Toda vez que você faz um projeto de vida, toda vez que você constrói suas características de personalidade ou de temperamento, toda vez que você adota hábitos emocionais e psíquicos contrários à sua natureza divina, você vai adoecer. Eu vou dar alguns exemplos. ódio. Quem aqui quer adoecer gravemente? Você quer ficar bastante doente? Cultive ódio. Por quê? Nosso psiquismo não foi criado para odiar, não foi? Então podia eu poderia descrever aqui os mecanismos do ódio. Começa a aumentar o cortisol, daqui a pouco você começa a ter problemas gástricos. Nós temos um mini sistema nervoso dentro do coração chamado sistema nervoso cardíaco intrínseco. Você começa a desregular e aí o que acontece? problemas elétricos no coração, arritmia, desritmia, você começa a adoecer. E não só adoecimento do seu corpo físico, você começa a adoecer psiquicamente. A sua atenção fica prejudicada. Por quê? Porque você só pensa no objeto do seu ódio.
a, desritmia, você começa a adoecer. E não só adoecimento do seu corpo físico, você começa a adoecer psiquicamente. A sua atenção fica prejudicada. Por quê? Porque você só pensa no objeto do seu ódio. A pessoa mais importante para você é a que você odeia. Pensa nisso. Tem 10 pessoas que você ama, você só pensa naquela que você odeia. Então, começa a prejudicar a sua atenção, começa a prejudicar a sua cognição. Por quê? Porque você não foi feito para odiar. O seu psiquismo não foi criado para odiar. O seu psiquismo não foi criado para ter mágoa, ressentimento. Então, se você casou, presta atenção nisso, porque senão o casamento vai te adoecer. Vou citar um filósofo aqui que o Décio gosta muito, que é o Chopenha. Ele diz o seguinte, que o relacionamento entre dois seres humanos é um relacionamento de dois porco espinho. Dois porcos espinho. Que que acontece quando dois porco espinh se aproximam? Machuca. Então eu acho que isso devia tinha que ter essa advertência na cerimônia de casamento. Só que eu acho que não ficaria muito romântico, né? No convite tinha que ter assim uma figurazinha, dois porcos espinh separadinho e uma frase assim: "Agora vocês vão se aproximar." Que isso é que é casamento? As suas imperfeições vão ferir o outro e as imperfeições do outro vão te ferir. E qual que é a armadilha se você começar a guardar mágoa e ressentimento? Ah, mas há 10 anos eu te pedi água. Eu tava sentado aqui nessa poltrona e você me olhou. Eu não nunca mais esqueço aquele olhar, pois trata de esquecer, porque você não tem psiquismo para ter mágo e ressentimento. Isso vai te destruir emocionalmente e fisicamente. É uma característica. Nós não temos estrutura psíquica para o excesso. Qualquer exagero, qualquer extremismo, até de coisa boa. Então, se você falar assim: "Agora eu vou ser uma pessoa exagerada, eu vou rezar o dia inteiro". Não vai ser bom porque é um excesso. O nosso psiquismo foi criado para o equilíbrio, não pro excesso. Você vai adoecer e você adoece internamente
ser uma pessoa exagerada, eu vou rezar o dia inteiro". Não vai ser bom porque é um excesso. O nosso psiquismo foi criado para o equilíbrio, não pro excesso. Você vai adoecer e você adoece internamente e tem um tipo de adoecimento que é difícil enxergar. que é o adoecimento das nossas relações. A pessoa que tá psiquicamente doente, ela adoece suas relações, ela envenena suas relações. Eu vou dar alguns exemplos. Se você adoece psiquicamente, você começa a necessitar de 100% de atenção. Toda a atenção tem que estar voltada para você. Quem consegue relacionar com uma pessoa que toda a atenção tem que ser só para ela? Quem que dá conta disso? Quem? ninguém. Então ele começa a adoecer a relação afetiva, a relação com os filhos, a relação com os familiares, tudo começa a ser envenenado por esse tipo de narcisismo, por essa vaidade descontrolada. Outro adoecimento que agora tá em moda, né? Teraz né? Não é nem ter conhecimento, porque o importante hoje não é ter conhecimento, é ter opinião, ainda que seja errada. Não é isso? Não, eu tenho minha opinião. Mas você tá errado, né? Tá errado. Eu cuido bastante disso porque eu tenho caso na família. Meu bisavô, o nome dele era Isidro Pedra. É um nome assustador. Seu Isío foi num sítio e colheu uma laranja do pé. Chupou a laranja e aí falou assim: "Eu vou levar uma semente, eu vou plantar". falou assim: "Não, senor, não adianta, porque isso aí é de enxerto, a técnica não é essa." Ele falou assim: "Não, eu vou plantar." Plantou, nasceu o cavalo, né? Que é limão, capeta. Floril. Minha bisavó falou: "Isidro, não é laranja. É laranja. Mas exído não, você tá vendo que não é exído?" Fal é. Eu plantei, fui eu que plantei. É o que nós estamos vivendo hoje. Não importa o fato, o que importa é a opinião da pessoa. E aí o que que ele fazia para provocar a bisa? Chupava o limão capeta. cortava na boca e a bisa, uma mulher que já havia realizado o progresso moral e intelectual, fala: "Viza, isso é limão, bem, é laranja, eu que plantei." né? Como é que uma pessoa dessa vai ser
capeta. cortava na boca e a bisa, uma mulher que já havia realizado o progresso moral e intelectual, fala: "Viza, isso é limão, bem, é laranja, eu que plantei." né? Como é que uma pessoa dessa vai ser feliz, gente? Como se Como você vai feliz, vai ser feliz se as suas relações estão baseadas em ter razão? Como que você vai ser feliz? Porque você pergunta pra pessoa assim: "Você quer ser feliz ou tem razão?" Tem razão. Claro. Tem razão. Mesmo que eu tenha que ser infeliz. Percebe? É uma imperfeição. Uma pessoa não entendeu. Essa pessoa não entendeu que o tempo transforma. Graças a Deus. O que eu pensava quando eu tinha 15 anos. Graças a Deus eu não penso hoje. Quem fez o trabalho? As pessoas que tinham razão. Não, eu não escutei nenhuma delas. Quem que fez o trabalho? O tempo. O tempo faz o trabalho, né? Então, essas são características da infelicidade que nada, nada pode afastar, a não ser o seu próprio esforço em progredir. Por isso Kardec continua, ainda que juntos, olha isso, ele tá falando daqueles dois indivíduos. Um tem mais progresso moral, intelectual, o outro tem menos. Ainda que juntos, juntos pode um estar em trevas, enquanto que tudo resplandece para o outro. Perceberam? Por que que a mãe de André Luiz não pegou? André Luiz, levou pra colônia onde ela tava. Por quê? E adianta? e resolve. Você acha o quê? Que Deus não tem poder para te levar de um lugar pro outro. Deus te leva para onde ele quiser. O problema não é falta de céu, gente. Lugar onde não tem vaga é no inferno. Você tem que fazer a inscrição e ficar na fila. O céu o que mais tem é vaga. Por quê? Porque quando você foi criado, sua vaga no céu já veio junto. Você já foi criado, criada com o lugar nas esferas superiores. Seu lugar já tá guardado. Você só não chegou lá. O que mais tem no céu é vaga. Vagas aguardando os destinatários chegarem. O que não tem muita vaga é no umbral, porque não era para você tá lá. Era para você tá lá, não era. Então não é um problema de lugar. Eu tiro o indivíduo do umbral, levo ele
os destinatários chegarem. O que não tem muita vaga é no umbral, porque não era para você tá lá. Era para você tá lá, não era. Então não é um problema de lugar. Eu tiro o indivíduo do umbral, levo ele para uma colônia, onde ele tiver vira umbral. Lembram disso? Vou dar um exemplo. Tá no livro nosso lá. E toda vez que a gente fala de umbral, a gente pensa assim, um lugar perigoso, com assalto, roubo de celular, né? Não, não. Olha esse caso. Era uma senhorinha, uma senhora mãe, mãe amorosa, preocupada com o filho, extremamente preocupada com o filho, mas ela tinha uma imperfeição grave. Uma não, duas, pelo que eu notei dos estudos, duas. A primeira ingratidão. A segunda, roubando uma expressão do nosso querido Alberto Almeida, ela era encrenqueira. Encranqueira, barraqueira. Então ela chegou em nosso lar, mas é uma mãe, uma senhorinha. Se você olhasse para ela, fala: "Ah, vou levar. Que lindinha! Oi, que bonitinha, sabe de nada, né? Então ela conversou, o Clarêncio designou. Veja, deixa eu só explicar. Em nosso lar tem dois tipos de espírito. Tem o que tá sendo atendido e tem o que tá trabalhando. O que tá trabalhando tá bem, porque o que tá sendo atendido raramente vai ficar. O que tá sendo atendido, na maioria das vezes, vai reencarnar. Vai vir para onde? Para cá. pro Congresso, né? Os que tão bem vão trabalhar lá. Então, ela foi arrumar um lugar para ela para trabalhar. Mas qual que era a imperfeição dela? Encrenqueira. Então, gente, ela criou encrenca com os instrutores. Eu, deixa eu falar o nome de alguns instrutores aqui e aí você vai avaliar a sua capacidade de causar encrenca com essas pessoas. Instrutor Alexandre, Missionários da Luz. instrutor calderaro no mundo maior. Se você criar confusão com Calderaro, o problema tá em quem? no calderaro, pois ela brigou com os instrutores. Aí falou que o lugar tava inadequado, que era um povo tudo encrenqueiro, tudo colocava dificuldade. Procurou o Clarence, que é um ministro, ministro de nosso lar. Procurou o Clarent.
m os instrutores. Aí falou que o lugar tava inadequado, que era um povo tudo encrenqueiro, tudo colocava dificuldade. Procurou o Clarence, que é um ministro, ministro de nosso lar. Procurou o Clarent. Se fosse eu, que que eu faria? Criaria uma encrenca com ela. Não é? Percebe? Porque a pessoa encrenqueira, ela leva todo mundo paraa encrenca dela. A pessoa briguenta todo mundo, porque o prazer dela é tirar sua paz. Ela não suporta te ver em paz. Então ela chegou pro Clarencio. Qual que era o objetivo dela? Perturbar o Clarence. O Clarence falou: "Uh, minha irmã não adaptou não. Vamos conseguir um outro lugar para você. Que ela já ficou insatisfeita porque ela queria discutir com Clarence. O Clarence arrumou outro lugar. Ela foi para outro lugar. O Kardec tá falando, ó. Ó. Ainda que juntos pode um estar em trevas, enquanto que tudo resplandece para o outro. Ela foi para outro setor. O que que aconteceu? Que que aconteceu, gente? Dois meses depois, que que aconteceu? O lugar não prestava. Ela voltou pro Clarência. Que que o Clarence fez? Arrumou outro, outro lugar. Mas é claro que nosso lar só tem lugar ruim, né? Só tem instrutor ruim. Caldeiraro, Alexandre. brigou de novo. Dessa vez, quando ela voltou, o André Luiz tava quase se tornando um encrenqueiro. Por quê? Ele achava que a vida era injusta. E geralmente quando você tá pensando isso, você tá com pouca autorreflexão. Então ele tava assim, poxa, tá certo. Ele queria que as condições do mundo corporal se reproduzissem no mundo espiritual. Não vai acontecer isso. Não vai acontecer. Então o Clarêncio muito sabiamente colocou os dois juntos mesmo atendimento, recebeu os dois. Aí sentou André Luiz e sentou a senhora. Ele falou: "André, eu vou atender ela primeiro". Aí ela contou: "Ah, eu fui naquele lugar, mas ó, ah, um povo muito ruim". Aí fui para outro lugar, tô povo pior ainda. Aí fui para um terceiro e falou: "Minha irmã, então vou fazer o seguinte, eu vou te mandar pro bosque do repouso. Faz um repouso, minha irmã.
muito ruim". Aí fui para outro lugar, tô povo pior ainda. Aí fui para um terceiro e falou: "Minha irmã, então vou fazer o seguinte, eu vou te mandar pro bosque do repouso. Faz um repouso, minha irmã. Agora você vai ficar sozinha, vai ter ninguém, é só o bosque das águas e você." Por que que o Clarence fez isso? Porque ela vai voltar reclamando de quem? Dela. Falou: "Clarêncio, achei injusto você me mandar para um lugar que só tinha eu. Briguei comigo mesma." Quando o André Luiz viu isso, o caso, ele falou: "Meu Deus". Chegou a vez dele, o Clarence perguntou: "E você, meu irmão, o que que você quer trabalhar?" Falou assim: "Aonde eu sou determinado? Qualquer lugar senhor mandar, tô aqui para trabalhar em qualquer lugar." Porque ele percebeu o quê? Felicidade não é lugar. Felicidade não é lugar. Olha o raciocínio do Kardec. Ainda que juntos possa, ainda que juntos pode um estar em trevas, enquanto que tudo resplandece para o outro, tal como um cego e um vidente que se dão as mãos, este percebe a luz da qual aquele recebe a mínima impressão. Tá parecendo casamento, né? Perceberam? Tô no mesmo lugar. Um percebe. Então nós vamos fazer um exercício aqui agora. Qual a cota de felicidade que você tem hoje e não está percebendo? E eu não, eu não tô desmerecendo o que tá te faltando, não. É importante você ter uma lista do que falta. É importante você ter uma lista do que você deseja. É importante você ter objetivos porque Deus não vai desejar para você. Você tá achando que Deus vai desejar para você, você tá enganado. Toda vez que alguém chegava para Jesus, ele perguntava assim: "Que queres que eu te faça? Que que você quer? Que que você quer?" E você tem que ter essa resposta na ponta da língua, porque chega a hora em que a espiritualidade superior chega diante de você e fala assim: "Que que você quer?" Aí não sei, não me preparei para esse momento. Então, prepara, tem uma lista. O que que você quer? Onde você quer chegar? Quais são os seus anseios? Mas eu não tô falando disso. Eu tô
que você quer?" Aí não sei, não me preparei para esse momento. Então, prepara, tem uma lista. O que que você quer? Onde você quer chegar? Quais são os seus anseios? Mas eu não tô falando disso. Eu tô falando de outra lista. Qual a cota de felicidade que você tem agora e não tá percebendo? Porque deixa eu te dizer, em um dia você pode destruir sua vida. Alguém aqui tem dúvida disso? Hoje você pode destruir seu relacionamento afetivo. Hoje você pode se entregar ao suicídio e complicar três vezes os problemas que você estão enfrentando. Você tá enfrentando hoje. Exatamente. Hoje você pode entrar num conflito familiar e destruir sua família. Sabe por quê? Porque você não percebe a felicidade que já tem. Você não percebe a felicidade que já tem. E eu não tô falando de coisas que você pode pegar, não. Eu não tô falando só disso. Então, você tem características, você tem laços afetivos, você tem suporte, você tem amparo, você tem oportunidades que muitas pessoas não têm. Sabe por quê? Porque perderam. E você tá caminhando sem perceber as luzes e as bênçãos que já felicitam a tua vida. que já felicitam a tua vida. Pensa nisso. Pensa nisso e adequa as suas expectativas. Adequa. Por que que nós temos que adequar? Porque todo mundo aqui, todo mundo não, todos aqui que eu estou vendo estão encarnados. Vai desencarnar todo mundo. Todo mundo aqui vai desencarnar, inclusive eu. Mas por que que você vai desencarnar? Porque Deus não gosta de você. Não, porque você tá encarnado. Encarnado não é seu estado normal. Seu estado normal não é tá encarnado. Então você vai desencarnar. Nascer, morrer, renascer, ainda progredir sempre. Tal é a lei. Encarnou, vai desencarnar. O problema é o seguinte, o dobro da plateia aqui é de desencarnado. Todos nós aqui estamos preocupados com o quê? com o dia do nosso velório. Eles estão preocupados com o dia do nascimento. Nós estamos preocupados com a desencarnação. Eles estão preocupados com a encarnação. Tem um espírito aqui que tá aflito. Falou: "Vou ter que encarnar". Tá
s estão preocupados com o dia do nascimento. Nós estamos preocupados com a desencarnação. Eles estão preocupados com a encarnação. Tem um espírito aqui que tá aflito. Falou: "Vou ter que encarnar". Tá chegando a hora. Ter que encarnar. Por quê? Porque com a encarnação vem uma lista de desafios. de progresso que eu tenho que realizar, de uma tarefa de aperfeiçoamento que eu terei que fazer, cujos instrumentos são obstáculos, dificuldades, provas e expiações. E aí quando eles olham e falam: "Nossa, meu Deus, vou ou não vou?" Percebe? E tem um detalhe, você tá encarnado, você vai desencarnar. Mas tem mais duas coisas. Além de tá caminhando paraa desencarnação, a cada dia você envelhece. Isso é uma característica da encarnação, porque os mulheres do Congresso, esperanças e consolações, espíritos bons para cima não envelhecem. Você pode escolher a idade que você quer ficar. Não envelhece. Gostou? Sem botox, sem procedimento, sem maquiagem. A maquiagem é mental. Você pensa e tá maquiada. Gostou? Espíritos bons para cima. Os puros são resplandescentes, não envelhece. Então, já falei três desafios. Agora, o quarto, adoecer. Então é nascer, morrer, envelhecer e adoecer. Essas são as principais vicissitudes da vida corporal. Então não adianta, gente, porque se você tá medindo a sua felicidade, ah, mas eu tô envelhecendo, ó. Novidade. Você queria encarnar e não envelhecer. Ai, eu tô doente. Você queria encarnar e não adoecer? Mas agora sabe o que que tá na moda? O pessoal não quer morrer. A maior, gente, eu tô falando sério, ó. Trabalho para espírita. Agora pessoal não quer morrer. A irmã da minha avó paterna, mãe, mãe do meu pai, minha avó desencarnou tendo 3 anos, segundo ela, porque ela ela assim, ela ficava de mal uma semana se você pedisse a identidade dela, perguntasse a idade. Então, rezam a lenda familiar que ela tinha 95. Mas há dúvidas, talvez fosse mais. Ela desencarnou com 95. A irmã dela, tia Julieta, desencarnou com 97. Só que o marido dela era mais velho, o Chiquinho, desencarnou com 99.
amiliar que ela tinha 95. Mas há dúvidas, talvez fosse mais. Ela desencarnou com 95. A irmã dela, tia Julieta, desencarnou com 97. Só que o marido dela era mais velho, o Chiquinho, desencarnou com 99. Quando o Chiquinho tinha 96, ele foi no velório do irmão do meio, desencarnou com 93. E meu pai tava no velório do Chiquinho 96, o irmão 93. De repente o Chiquinho começou a chorar. Eu falou: "Jquinho, que que tá tudo bem? Que que foi?" Disse: "Ah, Naruto morreu tão jovem. E num primeiro momento, meu pai achou que era uma piada, só que não era. Não era. Então hoje a maior dificuldade é aceitar a morte, especialmente a própria. Dadas essas condições, sabe como é que os espíritos chamam isso? Vissitudes da vida corporal, vicissitudes da vida corporal. Primeira nascer. Por que que nasceu uma vicissitude? Arudo vou te contar. Um amigo meu fazia psicologia comigo, a avó teve Alzheimer e durante o curso nós fomos acompanhando. Um dia ele ficou muito emocionado porque ele chegou na casa da avó, ela não reconheceu ele. Falou: "Ô vó, a ela quem é você? Aí ele saiu rápido, foi para um quarto ao lado e chorou. Começou a chorar. Ela saiu de onde ela tava, chegou e falou assim: "Não chora não, eu não sei quem você é, mas uma coisa eu tenho certeza, eu te amo." Aí chorou mais ainda. Sabe por quê? Isso vai acontecer com você quando você nascer de novo. Já aconteceu. Toda vez que você nasce, você tem Alzheimer. Porque é o seguinte, tá aqui o seu benfeitor espiritual, seu espírito protetor, sua família espiritual, amigas e amigos, espíritos queridos, muitas vezes muito superior a você. Por quê? Eles estavam no mesmo lugar que a gente. Tava no mesmo lugar. Você fala assim: "Nossa, eu era imperfeito igual você, né? É, eu não mais", né? E às vezes a gente ouve assim: "Só ficou você do grupo, né?" E aí na hora que você vai encarnar, eles falam assim: "Você não vai lembrar de nenhum de nós. Só vai sentir o amor que nos une. E mesmo que ele se materializasse aqui agora, você ia fazer igual a avó do meu
a hora que você vai encarnar, eles falam assim: "Você não vai lembrar de nenhum de nós. Só vai sentir o amor que nos une. E mesmo que ele se materializasse aqui agora, você ia fazer igual a avó do meu amigo. Quem é você? Encarnar é Alzheimer, é perder memória. Por isso que é a primeira vicissitude da vida corporal. Segunda vicissitude, morrer. Como diz o personagem do ariano Suçuna, eu não gosto de morrer. Eu morro, mas não gosto. Não é o depois da morte, é o morrer. Envelhecer e adoecer. E é dentro desses quatro pilares que você tem que construir seu projeto de felicidade. Só que as pessoas estão querendo construir uma felicidade em que ela não precisa nascer, não precisa morrer, não envelhece e não adoece. solução vira espírito puro, porque o espírito puro não mais suscetível à encarnação em corpos perecíveis. Portanto, se ele não tá mais sujeito à encarnação em corpos perecíveis, ele não nasce, não morre, não envelhece e não adoece. Não mais sujeitos a provas, nem a expiações. Realizam a felicidade suprema no seio de Deus. Por quê? Não tem imperfeição, não consegue ser infeliz. Quem não tem imperfeição não consegue ser infeliz. Esse é o projeto de felicidade que tá no livro céu e inferno, que é extraordinário. Porque aqui tá nos dizendo, quer melhorar sua felicidade, se torne melhor, porque felicidade é aquilo que você atrai a partir de quem você se torna. Felicidade é o que você atrai a partir de quem você se torna. Você se torna um espírito melhor e tudo melhora. Por isso Kardec vai dizer, sendo a felicidade dos espíritos inerente às suas qualidades, aurina eles, ou seja, de onde eles retiram a felicidade em toda a parte em que se encontram, seja a superfície da terra, no meio dos encarnados ou no espaço. A felicidade dos espíritos é inerente às suas qualidades. Onde você o colocar, ele extrai felicidade. Quer ver livro Os mensageiros? A casa transitória tá no umbral, lembram disso? É um casal. A casa transitória tá no meio do umbral, mas o espírita costuma dizer assim:
colocar, ele extrai felicidade. Quer ver livro Os mensageiros? A casa transitória tá no umbral, lembram disso? É um casal. A casa transitória tá no meio do umbral, mas o espírita costuma dizer assim: "Ai, será que eu vou para um bral? Tomara, tomara que você vá para uma casa transitória onde você possa servir e atender os que sofrem. Porque a felicidade verdadeira do espírito é decorrente das suas qualidades. Então, quando André Luiz descreve a casa transitória, onde tá a esmalha, né? É assim, lá fora, tempestade, assustador, entra na casa transitória, é jardim. luz, atendimento, oração. Aí ela toca uma música, faz uma prece, aí recebe visita de outras colônias. felicidade. Esse é o projeto de felicidade verdadeira que a doutrina espírita protagoniza no mundo. Cuidado com o projeto fake. Esse é o projeto verdadeiro. E para terminar, Kardec diz assim: "O mundo espiritual tem esplendores por toda parte, harmonias e sensações que os espíritos inferiores submetidos à influência da matéria não entrevem sequer e que somente são acessíveis. aos espíritos purificados. Por isso, para que nós possamos sedimentar nossas esperanças e consolações, que é o tema dessa palestra, acima de todas as provas que você tá enfrentando agora, acima de todas as expiações, muito além de todas as frustrações que você tá sentindo, todos os sonhos desfeitos, expectativas que não se realizaram, situações que você gostaria de mudar. Acima de tudo isso, paira um sol infinito de amor, sabedoria e felicidade. E todas essas dificuldades que eu e vocês, que todos nós estamos mergulhados, elas têm uma finalidade divina: apurar nossas faculdades. furar, porque o mais difícil não é Deus te
Mais do canal
Pré CONJEMS 2026 - Confraternização de Juventudes Espíritas de Mato Grosso do Sul
6:14 · 33 views
Alfabeto em Libras
3:54 · 34 views
Evangelizadores e família, parceria de amor. Com Sandra Borba
43:26 · 325 views
Evangelização de bebês, crianças e jovens. Há espaço para a família? Com Cintia Vieira
1:34:22 · 126 views
O elixir da Caridade e da Prece, com Lacordaire Faiad
53:20 · 3.3K views
As paixões da alma, de Descartes à Kardec, com Cleidson Omido
1:01:38 · 757 views