Ep. 08 - Pelos Caminhos de Jesus com Divaldo Franco
No 8º episódio da Série Pelos Caminhos de Jesus o médium e orador espírita Divaldo Franco fala-nos sobre o Carnaval e a nossa responsabilidade moral e espiritual durante os festejos que remontam os rituais do Egito e da Grécia Antiga. Para assistir aos outros episódios acesse nosso canal no YouTube ou visiste nossa aba de vídeos, aqui na nossa Fanpage. #DivaldoFranco #Espiritismo #AllanKardec #MansaodoCaminho Fanpage: www.facebook.com/mansaodocaminho Instagram @MansaodoCaminho
Caros Amigos e caras amigas estamos em plena ebulição carnavalesca em toda parte o ardor da Alegria do reim mombo toma conta das criaturas humanas naturalmente do ponto de vista ético trata-se de uma oportunidade de exteriorizar sentimentos abafados conflitos necessidades de viver alegria e naturalmente com caráter terapêutico uma catar uma catar generalizada no entanto como toda catar necessita de uma orientação para que a explosão dos nossos conflitos não nos piorem as marcas das próprias manifestações de desequilíbrio o carnaval tem a sua origem no remoto Egito quando se celebravam aos Deuses particularmente a ises posteriormente passa a Grécia e nós vemos as bacanais logo depois vamos Vivendo em Roma nas saturnais es praias pelo mundo a partir dos bailes de máscara de Veneza Mas é em Paris que encontra o seu apogeu e da Cidade Luz ele é exportado para o mundo o Brasil Recebe o entrudo português e ao lado desse em tudo português vem também a contribuição africanista os instrumentos surdos a dor a saudade a necessidade de evocar os seus Deuses os fenômenos animistas a mescla entre a sua e a religião do Novo povo e logo depois as alegrias irrompem toda parte mas a palavra carnaval é derivada de um provérbio Latino no qual se estabelece que carne nada vale é necessário fluir cada sílaba formou a palavra que hoje se torna Universal e observamos que em latim seria a oportunidade de comer carne pela última vez porquanto logo mais viria a quarta-feira de cisas o dia do arrependimento hebraico quando os indivíduos se cobriam de cinzas a fim de purificar-se o carnaval é portanto uma festa como outra qualquer com a agravante de que rão Direta em que perdemos o sentido ético da vida e deixamos de lado o equilíbrio ao mesmo tempo aimia passamos para as expressões do sexo atormentado vivenciar o prazer até a exão logo depois quando sexo ficou muito cansado o surgimento do erotismo a nudez mas não nudez em si mesma que é tão bonita que é caracterizada pelas formas bem delineadas mas essa nudez heróica
té a exão logo depois quando sexo ficou muito cansado o surgimento do erotismo a nudez mas não nudez em si mesma que é tão bonita que é caracterizada pelas formas bem delineadas mas essa nudez heróica banal fugar Dom isqua que leva o indivíduo ao desespero e nunca lhe atende a sede da Paixão nada contra o carnaval podemos assisti-lo participar desde que nos não deixemos impregnar pelo bafio pestífero das Sensações mais amargas e das manifestações mais grotescas podemos recordarnos do pensamento da decadência quando Roma através dos imperadores devassos a partir de cômodo perdeu toda a dignidade do cidadão e longo mais se transformaria em parte dominada pelos bárbaros que a invadiriam inúmeras vezes o carnaval portanto no Brasil e no mundo é uma experiência muito interessante vivê-lo aproveitar o momento mas não esquecer que nós somos criaturas Imortais o carnaval passa ficam as suas sequelas E no momento em que a velice enfermidade e a desencarnação chegam como é que nos encontramos necessário que o carnaval faça parte do esquema de muitos de nós mas que não nos embriague a ponto de perdermos a dignidade h
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