Encontro Integrado de Áreas Funcionais: ACSE e AEE | Sábado - Tarde
📜 Tema: Acolhimento, inclusão e amor ao próximo: compreendendo o valor de cada alma 📅 Salve na agenda: 25 e 26 de outubro de 2025 (sábado o dia todo e domingo de manhã). - Como garantir que todas as pessoas que chegam ao Centro Espírita tenham suas necessidades acolhidas? - Como promover um espaço seguro, diverso e humano em nossas atividades? - Divulgação doutrinária e estudo espírita podem agir para que cada alma se sinta valorizada? Essas e tantas outras questões vitais para nosso Movimento Espírita nestes dias serão abordadas em uma nova edição do Encontro Integrado de Áreas Funcionais, em outubro, com participação presencial de facilitadores nacionais… 🔹 Encontro Integrado de Áreas Funcionais: Comunicação Social Espírita & Estudo do Espiritismo 📣🌾 🎯 Público-alvo: - Facilitadores de estudo (ESDE, EADE, Evangelho Redivivo e outros); - Palestrantes e divulgadores espíritas; - Voluntários das áreas de Estudo do Espiritismo e Comunicação Social Espírita; - Dirigentes e voluntários espíritas em geral; - Interessados em atuar nessas frentes de trabalho;
อ Boa tarde a todos novamente. E aí, fizeram um bom almoço? Todo mundo tá descansado? Eh, todo mundo às vezes com um pouco de sono, né? Mas não vai dar tempo para isso agora à tarde, não. As os momentos serão preciosos. Eh, pra gente dar continuidade, então, nas atividades, eu convido a Silvana da área da família, diretora da área da família, que vai nos conduzir na prece inicial. Então vamos fechando os nossos olhos, acerenando o nosso coração para entrarmos novamente no clima tão preparado para cada um de nós no dia de hoje. E te agradecemos, Senhor, pela oportunidade deste evento, desse momento aqui na federação, onde estamos recebendo ensinamentos e informações tão valorosas paraas nossas vidas, pra nossa intimidade, pros nossos corações, a fim de que possamos rever em nós mesmos como estamos nos conduzindo, como estamos nos conduzindo na vida social, na vida familiar, no nosso trabalho, dentro do movimento espírita, como estamos acompanhando a evolução do nosso planeta. Então, que o Senhor nos ampare, nos auxilie nesse momento que é um momento muito valoroso também, esse momento de transição que por vezes parece tumultuado, mas nós sabemos que não existe o caos. O que existe é o cumprimento das leis. Então, que o Senhor possa estar conosco nesses momentos, no momento de agora, permaneça de alguma forma junto de nós no decorrer desta tarde, continuando aí com nossos nossos aprendizados. ser conosco hoje e sempre e fica com a nossa gratidão, Jesus querido. Agradecemos imensamente pela prece que nos reconecta e nos prepara para as atividades que continuam agora à tarde. Então é com imensa satisfação que convidamos para dar continuidade na nossa programação Gabriel Salum, ex-presidente da FERGS da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e diretor da área do estudo do Espiritismo do Centro Espírita Leão Denis de Porto Alegre. Gabriel desenvolverá o tema A inclusão nas obras de Kardec, o que o Espiritismo nos ensina sobre a igualdade. Amigo querido, é contigo. Queridos amigos e amigas, irmãos e
a Leão Denis de Porto Alegre. Gabriel desenvolverá o tema A inclusão nas obras de Kardec, o que o Espiritismo nos ensina sobre a igualdade. Amigo querido, é contigo. Queridos amigos e amigas, irmãos e irmãs, boa tarde. Saudamos aqueles que estão aqui presencialmente conosco, aqueles que nos acompanham através da nossa transmissão das mídias sociais, conclamando-os a formarmos todos juntos essa conexão, esse círculo espiritual tendente à reflexão e à transformação de nós próprios essencialmente. Antes de nós adentrarmos o tema da palestra, eu gostaria de fazer um teste com vocês aqui. Vocês me ajudariam? Pode ser? Então vamos fazer um teste que é o seguinte. Como é que é o seu nome, querido? Rosana. >> Aqui até a Rosana. Deixa eu ver se todo mundo que tá da Rosana paraa frente consegue fazer assim, ó. Tá, pode parar. Daqui da Rosana até a Cláudia. Vocês conseguem fazer assim com as duas mãos, tá? Ótimo. E todo mundo aqui para trás consegue fazer assim, ó, batendo nas duas pernas. Vou demonstrar. Vamos ver. Muito bem. Agora a gente vai fazer o teste para ver como é que isso tudo funciona. Primeiro pessoal da frente, só não parem. Pessoal do meio, não parem. Pessoal de trás, fechem os olhinhos. Que som é esse que vocês estão ouvindo? Chuva é para dizer que se vocês ficarem acordados comigo, a gente faz até chover agora detalhe. Mas vamos lá. Pode ser. Então vamos embora, gente. O tema que nos foi proposto nesse encontro tão oportuno quanto necessário promovido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, conduzida por esses amigos e irmãos tão queridos que temos por aqui, foi justamente a inclusão nas obras de Kardec, uma reflexão em torno da igualdade. E é importante nós já começarmos nos perguntando, tá comigo, Nati? Tá, né? Exatamente isso que está aqui. Eu tenho essa pergunta a fazer a vocês. Somos iguais? Sim. Não. Vamos ver quem acha que somos iguais. Levanta a mão. Vamos ver. Ó, é uma perspectiva. Quem acha que nós não somos iguais, levanta a mão. Quem não acha uma coisa, nem outra.
ês. Somos iguais? Sim. Não. Vamos ver quem acha que somos iguais. Levanta a mão. Vamos ver. Ó, é uma perspectiva. Quem acha que nós não somos iguais, levanta a mão. Quem não acha uma coisa, nem outra. Eu vou ensinar uma coisa para vocês. Quando eles leram aqui e contaram por onde a gente já passou na tarefa espírita, eles não contaram que profissionalmente eu sou advogado. E a melhor resposta que se tem a dar a uma pergunta de advogado sempre é: depende. Porque pela minha medida aqui, 64,18% dos presentes diz que nós não somos iguais. 28%,01 diz que somos iguais e o resto do pessoal mesmo com a chuva ainda está desdobrado, né, na espiritualidade. Agora, a pergunta é essencial paraa nossa reflexão, porque de fato ela pode nos conduzir a mais de uma resposta. se somos iguais ou se não somos iguais e sob. Porque alguém veio nos dizer exatamente isso que está aqui em o livro dos espíritos, na lei de igualdade, no estudo das leis morais, na parte terceira de livro dos espíritos, parte que origina inclusive o evangelho segundo o espiritismo, no desdobramento das obras básicas. Nós vamos encontrar esse questionamento lá na questão 803, formulado pelo codificador Allan Kardec. E é um questionamento que ele está construindo o seu entendimento de igualdade e inclusão. Sim. E então ele pergunta: "Perante Deus são iguais todos os homens?" E a resposta que tá lá qual é? Sim. Perante Deus são iguais todos os homens. Todos tendem para o mesmo fim. E Deus fez suas leis para todos. Dizeis frequentemente: "O Sol luz para todos". e anunciais assim uma verdade maior e mais geral do que pensais. E depois nós vamos encontrar o complemento. Todos os homens estão submetidos às mesmas leis da natureza. Todos nascem igualmente fracos. Acham-se sujeitos às mesmas dores e o corpo do rico se destrói como o do pobre. Deus a nenhum homem concedeu superioridade natural. Isso é importante. A nenhum homem concedeu superioridade natural, nem pelo nascimento, nem pela morte. Todos aos seus olhos. E
trói como o do pobre. Deus a nenhum homem concedeu superioridade natural. Isso é importante. A nenhum homem concedeu superioridade natural, nem pelo nascimento, nem pela morte. Todos aos seus olhos. E aí ele responde: "São iguais". Então aqui existe uma afirmação de igualdade do ponto de vista da essência. Todos nós podemos dizer quando nos perguntamos quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Qual o sentido da vida na Terra? Por que sofremos? Quando nós respondermos essas perguntas, nós vamos encontrar à luz da doutrina espírita e do trabalho de Allan Kardec, o entendimento de igualdade. Quem somos? Espíritos imortais. Se aplica a todos. De onde viemos? Criados por Deus, simples e ignorantes. Para onde vamos? destinados à perfeição relativa e à felicidade. Qual o sentido da vida na Terra? É provacional? É expiatória? É educativo? A reencarnação tem sempre o objetivo da evolução moral, da evolução intelectual e de contribuirmos com a obra da criação, porque ninguém nasce apenas para si e isso se aplica a todos nós. E quando nós perguntamos por sofremos, naturalmente porque nós esquecemos de todas as perguntas e respostas anteriores e vivemos como se fôssemos órfãos, mortais, em uma vida sem propósito e nos desconectamos da nossa essência. E aí, justamente nesse devaneio superficial e materialista, nós negamos essa igualdade essencial que nos diz que não existe superioridade natural entre nós e que nós todos, perante Deus e a lei divina temos o mesmo valor, a mesma relevância, a mesma essência e destinação. Mas nós temos aqui também a turma que respondeu: "Não somos iguais, porque de fato, embora nós tenhamos essa igualdade essencial, talvez possamos chamar assim, existem algumas coisas que nos diferenciam. Querem ver quem é que gosta de cozinhar? Quem gosta de dirigir? Quem gosta do Grêmio? Até fiquei surpreso aqui, né? de tudo, não é? Nós temos diferenças em que perspectiva? Porque é bem verdade que embora o nosso ponto de partida, a nossa essência e o nosso ponto de chegada sejam os mesmos,
iquei surpreso aqui, né? de tudo, não é? Nós temos diferenças em que perspectiva? Porque é bem verdade que embora o nosso ponto de partida, a nossa essência e o nosso ponto de chegada sejam os mesmos, existe um elemento essencial na trajetória evolutiva que é o livre arbítrio. E essa liberdade que nós empregamos desde as escolhas mais simples sobre o que vestir, onde estar, que trabalho exercer, o que faremos do nosso tempo, da nossa inteligência, do nosso dinheiro, essas escolhas vão nos diferenciando ao longo do tempo. Então, nós temos outras aptidões, tendências que fazem com que nós nos apresentemos. E o nosso querido Andrezinho destacou isso muito bem hoje pela manhã, quando trabalhava o tema da diversidade como sendo alguma coisa existencial da própria criação. Então, existem diferenças entre nós que são naturais e que também não nos transformam em criaturas mais privilegiadas ou superiores umas às outras. Porque entre espíritos imortais, a única ascensão ou superioridade provisória que pode existir é do ponto de vista moral, da capacidade de amar que uns desenvolvem mais rapidamente que outros pelas escolhas que fazem. Então nós vamos encontrar a sequência dessas explicações na questão seguinte, que é a questão 804 de Livro dos Espíritos, dizendo-nos o quê? Por que não outorgou Deus as mesmas aptidões a todos os homens? E a resposta dos benfeitores diz: Deus criou iguais todos os espíritos, mas cada um desses vive há mais ou menos tempo e conseguemente tem feito maior ou menor soma de aquisições, porque mesmo o tempo por si só ele é relativo. Alguns de nós podem num tempo menor fazer mais avanços do ponto de vista espiritual do que outros num tempo maior. E ele continua. A diferença entre eles está na diversidade dos graus da experiência alcançada e da vontade com que obram. Vontade que é o livre arbítrio. Então, até aqui, meus amigos, nós podemos construir algumas premissas no nosso entendimento da inclusão e da igualdade com o auxílio de Allan Kardec. A primeira delas, sim, somos iguais
ivre arbítrio. Então, até aqui, meus amigos, nós podemos construir algumas premissas no nosso entendimento da inclusão e da igualdade com o auxílio de Allan Kardec. A primeira delas, sim, somos iguais perante a lei divina e todos nós temos a mesma essência, a mesma destinação, a mesma origem. Ainda assim, durante a jornada evolutiva, nos diferenciamos uns dos outros pelas aptidões, pelo transcurso do tempo, pelo uso da liberdade. Agora, se essas diferenças, portanto, são naturais, vocês concordam que essas diferenças são naturais? Um gostar mais de uma coisa do que outro, um ter uma propensão a determinar a questão e outro é natural. Tá bom? Então, pelo fato de que é natural, é fácil conviver com diferenças, mas não é natural. Onde é que a criação divina que nos faz iguais em essência e diferentes na trajetória pelo uso da liberdade? também topa com determinadas desigualdades que talvez não nos fossem necessárias ou que são construídas por nós com bases que não são a lei divina, mas a lei humana na sua transitoriedade imperfeita e que acaba transformando diferenças naturais em muros, em classes, em inimizades. E aí a gente trouxe aqui um primeiro vídeo que é feito por uma organização que não tem nenhum tipo de partido político. Essa foi uma pesquisa, uma conversa feita com as pessoas na rua, na nas ruas de uma das maiores cidades do mundo, né, e a maior cidade do Brasil aqui em população, que é São Paulo. Essa pesquisa, se não me engano, ela é do ano de 2022, tem a referência ali. E a gente vai poder enxergar um pouco das pessoas conversando sobre questões que são cotidianas do nosso dia a dia, trazendo desde já uma prevenção a determinados cacuetes mentais que nós possamos ter. Nós estamos olhando pros temas da vida à luz da doutrina espírita, nada mais e nada menos. Então, quando a gente teve o convite também hoje de manhã, quando o pessoal fez a abertura, disse: "Vamos fazer tudo hoje de mente aberta, de coração aberto, é para que nós não sejamos prejudicados pelas nossas prevenções e préonceitos e
também hoje de manhã, quando o pessoal fez a abertura, disse: "Vamos fazer tudo hoje de mente aberta, de coração aberto, é para que nós não sejamos prejudicados pelas nossas prevenções e préonceitos e a gente possa olhar para as coisas com sinceridade e humildade." Pode ser assim? Então, eu vou pedir pra nossa querida Nati rodar o vídeo para nós e assistirmos com atenção essas entrevistas. Tem racismo, sim, eu já sofro muito. >> Se você é branco, você tem uma oportunidade melhor no mercado do trabalho. Se você mora em comunidade, você é totalmente excluído em vários setores. é a população pobre no Brasil, a população que tem os meios de produção e de fato acaba gerindo o nosso país, não só na política, mas na economia, é uma população branca. Então eu acho que no final das contas o racismo ele acaba meio que se materializando nessas questões. >> Não, eu acho que não. Trabalho em banco. A gente verifica hoje que os cargos de maior escalão são sempre masculinos, são sempre os homens. Quanto o homem ele só estuda, a mulher ela tem que se provar 500 vezes mais para ela ser aprovada dentro do trabalho, né, para acreditarem na capacidade dela, enquanto o homem ele simplesmente existe. E sem contar que a forma de pagamento que a mulher recebe é totalmente diferente do homem. A resposta é triste, mas é essa. Não tem as mesmas oportunidades. >> Avançou, mas ainda está em patamares bem divergentes. >> Utilizo assim é o SUS por causa das vacinas. Eu considero bastante importante, muito forte, mas precisa ser ampliado e fortalecido cada vez mais. >> São importantíssimos. Nós precisamos de uma infraestrutura do estado para nos fornecer o básico para podermos ter chances melhores. >> Muitos acha: "Ah, isso daí não é nada, é uma amigada". Mas para quem tem, né? Para quem não tem, cai luva >> de forma nenhuma. Por exemplo, ICMS é a maior discrepância que tem no no Brasil, porque os pobres e os ricos pagam o mesmo valor sobre a cesta básica. >> Rico, ele sempre ganha mais e o pobre
luva >> de forma nenhuma. Por exemplo, ICMS é a maior discrepância que tem no no Brasil, porque os pobres e os ricos pagam o mesmo valor sobre a cesta básica. >> Rico, ele sempre ganha mais e o pobre sempre ganha menos, mas na hora de pagar o imposto é igual para todo mundo. Eu acho que não tá correto. >> Uma mercadoria que eu tô consumindo hoje e pra alimentação tá me custando muito, tá? Eu eu tô deixando de comprar outra coisa por causa do imposto que é muito caro. E o rico não. Para ele tanto fez como tanto faz. Obrigado, Nati. Ó lá em São Paulo, março de 2022. Bem, podemos voltar lá na nossa apresentação. A gente enxerga essas coisas e e causa um pouco de mal-estar, não causa? a gente fica pensando que concorda, que discorda, mas é importante, né? E por isso que foi tão bom aqui. Quem não pôde assistir pela manhã, assista de novo a palestra do Andrezinho. A gente aprendeu muito com ele, porque o André tava falando de nós olharmos paraa realidade, né? E falou bastante da realidade. Algumas dessas questões que estão postas aqui, talvez elas não sejam percebidas por nós de uma maneira clara, mas elas são científicas, elas são estatísticas, né? Além da advocacia, eu também tenho um trabalho que se aproxima profissionalmente do nosso salo, né, que eu trabalho com governança de empresas, com consultoria nessa área, né, e sou conselheiro da administração pelo conselho, pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Quando a gente faz essa formação, a gente estuda muitas coisas e uma delas, né, são as questões ligadas à igualdade, inclusão e diversidade no campo das grandes corporações. E a gente vai descobrindo coisas muito interessantes. Vocês já ouviram falar aqui no Mato Grosso de uma grande loja que tem moda e outras coisas femininas que tinha um slogan que dizia de mulher para mulher? Acho que ouviram falar. O slogan não era esse de mulher para mulher. Em 2023, a gente estudou claramente o caso de governança dessa companhia e os dados são públicos e descobrimos que de
para mulher? Acho que ouviram falar. O slogan não era esse de mulher para mulher. Em 2023, a gente estudou claramente o caso de governança dessa companhia e os dados são públicos e descobrimos que de mulher para mulher não havia coisa alguma, porque na alta administração dessa companhia, no conselho de administração dela, vocês sabem quantas mulheres existiam? Nenhuma. Você sabem quantas mulheres hoje no mundo ocupam postos de auto administração e meio corporativo? Pouco mais de 23% desses postos. E as mulheres são maioria populacional em muitos lugares. E aí a gente olha para essas realidades e diz: "Não, mas nós somos espíritas. Nós compreendemos que é o mesmo espírito imortal que reencarna como homem e como mulher. E automaticamente, por sermos espíritas, a gente constrói essas realidades muito igualitárias no campo do nosso movimento. Por isso, por exemplo, que a Federação Espírita do Rio Grande do Sul, que está com 104 anos agora, teve duas presidentes mulheres na sua história e as mulheres são maioria no nosso movimento. E a nossa Federação Espírita Brasileira, Andrezinho, nenhuma. Bom, mas para nós são os mesmos espíritos. Eu pensava assim também, houve uma época que nós tínhamos um congresso espírita no nosso estado, os nossos congressos sempre foram muito encorpados assim. E aí só tinha uma mulher palestrante muito conhecida do André, chama Sandra Borba Pereira. E a Sandrinha naquela edição teve um impedimento e aí nós fomos procurar alguém para substituí-lo. E o pessoal nos disse assim: "Olha, não, quem sabe nós procuramos uma outra palestrante porque senão nós só teremos palestrantes homens". E eu disse, mas gente, a gente é espírito imortal, pra gente tanto faz quem tá abordando o tema, porque não tínhamos naquela época alguma noção de representatividade que possa nos dizer: "OK, mas são os espíritos imortais, encarnação após encarnação, que t afirmado desigualdades que não são decorrências lógicas da lei divina". E aí, novamente o codificador vem em
que possa nos dizer: "OK, mas são os espíritos imortais, encarnação após encarnação, que t afirmado desigualdades que não são decorrências lógicas da lei divina". E aí, novamente o codificador vem em nosso auxílio para nos dizer um pouco mais sobre essas desigualdades sociais que a gente tava encontrando, que são as desigualdades também ligadas à distribuição de renda, as questões de etnia, as questões de gênero, enfim. E vejam a clareza da lição dos espíritos a ao questionamento de Kardec. É lei da natureza a desigualdade das condições sociais? E a resposta é não. É obra de quem? Do homem e não de Deus. essa diferença natural que existe entre nós e que às vezes não administramos bem porque não lidamos bem com o diferente e transformamos o diferente em menos do que nós ou em opositor nosso, elas são diferenças que servem ao nosso progresso. Porque a própria lei de sociedade, também tratada em um livro dos espíritos, que nos dirá que nenhum homem, nenhuma mulher possui faculdades completas. É convivendo que nós nos completamos, mas convivendo muitas vezes, uma vez que o egoísmo e o orgulho são as chagas originais essenciais, nós acabamos construindo isso que está aqui. E algum dia essa desigualdade social desaparecerá, como a gente tá enxergando, porque uns trabalham mais que outros, uns se esforçam mais que outros. É verdade, mas isso significa que nós tenhamos que ter imensa parte da população da terra passando fome nesse momento? Isso somos nós. E essa desigualdade desaparecerá quando o egoísmo e o orgulho deixarem de predominar. Restará apenas a desigualdade do merecimento. Dia virá em que os membros da grande família dos filhos de Deus deixarão de considerar-se como de sangue mais ou menos puro. Só o espírito é mais ou menos puro. E isso não depende da posição social. Quando a gente olha para Kardec, a gente encontra uma clareza que ao mesmo tempo nos consola. Afinal de contas, é o consolador prometido e, em certa parte nos desconforta, porque esta engrenagem que promove as desigualdades
a Kardec, a gente encontra uma clareza que ao mesmo tempo nos consola. Afinal de contas, é o consolador prometido e, em certa parte nos desconforta, porque esta engrenagem que promove as desigualdades artificiais decorrentes do materialismo, nós fazemos parte dela. O movimento espírita, meus amigos, ele é humano. A doutrina espírita tem um ascendente divino, uma origem divina, é revelação divina, mas o movimento espírita é essa organização humana. que tem por missão contribuir para que a missão do próprio espiritismo se cumpra na Terra, que é destruir o materialismo, conforme a resposta à questão 799 do livro dos espíritos, de que forma o Espiritismo contribuirá para o progresso? destruindo o materialismo e depois ele vai explicando. Então, nós precisamos olhar para cada um de nós conforme vamos passando por esses temas de inclusão e igualdade e procurar em que esse dia de hoje essas reflexões podem nos auxiliar a sermos promotores de uma humanidade mais fraterna e, portanto, cristã. Avançando um pouquinho na temática, nós vamos encontrar a questão do homem e da mulher que a gente tava falando aqui, né? Essa reportagem ela é de 2023 já e não sei se vocês lembram que surgiu esse movimento requentado, restaurado. Ouviram falar disto aqui que se denominou machosfera. Isso apareceu até no Fantástico, porque sem nenhum tipo de constrangimento ou pudor, as pessoas voltaram a promover a afirmação de que os homens são superiores às mulheres, afirmando claramente. E é muito interessante, gente, porque em âmbito histórico, nós não estamos distantes do momento em que essas questões estavam inclusive afirmadas na legislação. e há países em que elas ainda estão. No ano de 2002, nós tivemos a elaboração no Brasil de um novo Código Civil. Antes dele, vigia um Código Civil de 1916, conhecido como Código Beviláqua, em função do jurista que havia contribuído para ele, que era Cloves Beviláa. Claro que ele foi sendo transformado ao longo dos anos, mas esse código de 1916, você sabe o que que ele
Código Beviláqua, em função do jurista que havia contribuído para ele, que era Cloves Beviláa. Claro que ele foi sendo transformado ao longo dos anos, mas esse código de 1916, você sabe o que que ele dizia? Ele dizia que as mulheres, quem é que é casada? Vamos ver que quando as mulheres se casavam, elas perdiam a capacidade civil e a partir de então elas não estavam mais autorizadas a tomarem decisões da vida civil por si só, disporem dos seus bens, tomarem decisões também referentes a assumir direitos e obrigações. Dizia mais, o Código de Defesa do Consumidor, ele é da década de 90. Mas lá em em 1916 dizia que se o homem descobrisse ao casar que a mulher já havia sido deflorada, ele poderia devolvê-la como quem devolve uma geladeira, como quem devolve alguma coisa que veio com defeito. E a gente estava atribuindo ainda ao espírito humano, ao espírito imortal na encarnação feminina, uma importância de ré, de coisa. Isso não é tão distante. Há quanto tempo foi conquistado, por exemplo, o sufrágio universal, o direito das mulheres votarem não faz muito tempo. E nós não podemos parar de raciocinar a luz do espiritismo, porque se é o mesmo espírito que anima corpo do homem ou da mulher reencarnado de acordo com que ele precisa aprender, não dá um certo constrangimento, uma certa vergonha nós sermos espíritas e machistas. E isso nem é um privilégio só dos homens, porque há mulheres machistas também. E aqui nós vamos encontrar são iguais perante Deus o homem e a mulher e tem os mesmos direitos? E os e os benfeitores respondem: "Não outorgou Deus a ambos a inteligência do bem e do mal e a faculdade de progredir?" Nós temos nos reinos da natureza o reino mineral, o reino vegetal, o reino animal e o reino hominal, que também poderia chamar-se reino mulheral, não poderia? Não há uma distinção quando nós nos tornamos espírito com letra maiúscula. Os seres inteligentes de da criação, conforme a ciência espírita, somos os mesmos espíritos, um mesmo potencial. E aí, imagina a gente promover essa
ando nós nos tornamos espírito com letra maiúscula. Os seres inteligentes de da criação, conforme a ciência espírita, somos os mesmos espíritos, um mesmo potencial. E aí, imagina a gente promover essa ideia da superioridade masculina ainda hoje, como ela é promovida em alguns espaços. E aí depois a gente reencarna como mulher. Temos que ter um aprendizado nesse sentido, né, meus queridos? De onde provém a inferioridade moral da mulher em certos países? E eu falei agora inclusive do nosso, do predomínio injusto e cruel que sobre ela assumiu o homem. É resultado das instituições sociais e o abuso da força sobre a fraqueza entre homens moralmente pouco adiantados. a força faz, né, essa desigualdade que tá ali. Acho que não seguia no próximo aqui. Então, para nós é importante irmos construindo essa concepção, porque quando falamos de inclusão e de igualdade, nós também precisamos reconhecer que existem desafios e que nós temos esses desafios dentro de nós. Às vezes a gente tá no trânsito e alguém faz uma manobra que não foi muito feliz e a gente diz o quê? Não é? Fica até feio de repetir, né? Não precisa. A gente recebeu a onda mental aqui. Chegou, chegou. E nós não percebemos como nós vamos perpetuando essas circunstâncias. E muito ao contrário, onde a gente tem visto, inclusive a liderança feminina, ela é capaz de trazer quando é uma liderança bem exercida, servidor, a exemplo de Jesus, misto de sensibilidade e força, de coragem e resiliência. Muitas vezes tudo bem até aqui. Muito. >> É. E por que que nós temos que ter uma lei como a Lei Maria da Penha? Tá ótimo paraa transmissão, né? >> Não, só repetindo, >> por favor, querida, para que todos te ouçam. >> É que eu disse assim que esse tipo de machismo e de postura mata. e que no Mato Grosso até o dia 20 de outubro 45 mulheres foram vítimas de feminicídio. Já >> no Rio Grande do Sul essa tragédia não é diferente. As estatísticas no Brasil também nos levaram à criação de uma lei específica voltada às questões da violência doméstica. E ainda nós temos
io. Já >> no Rio Grande do Sul essa tragédia não é diferente. As estatísticas no Brasil também nos levaram à criação de uma lei específica voltada às questões da violência doméstica. E ainda nós temos essa chaga porque como concebíamos de historicamente a mulher como coisa ou como propriedade, nós ainda acreditamos em algum nível que o homem pode dispor da sua vida. a seu bel prazer. Então, nosso compromisso como espíritos é que nosso meio, no nosso meio, esses preconceitos, eles vão se dissipando à luz da razão, da própria ciência espírita, da reflexão filosófica que dela descende e alcance a nossa conduta na consequência religiosa. Aí nós cumprimos o tríplice aspecto e o preconceito se desfez. Aqui nós trouxemos só essa sequência das questões 200, 2011, 202, que até trabalhamos na nossa oficina com alguns, trabalharemos daqui a pouco com outros, no sentido de afirmar e reafirmar que são os mesmos espíritos que animam o corpo do homem e da mulher. E mais, quando errante, diz ali, que prefere na 202 espírito encarnar no corpo de um homem ou de uma mulher? Isso pouco lhe importa. O que o guia na escolha são as provas porque acha de passar. E quando errante não é quando tá errado, tá? Quando errante é quando na erraticidade, né? Quando no mundo espiritual, quando fora do corpo físico, por exemplo, e prestes a uma nova reencarnação. Pouco lhe importa. Mas será que são só essas as questões da igualdade onde nós temos aprendizados nas obras de Kardec? Acho que não. Nós vamos encontrar lá na obra Evolução em Dois Mundos essa questão ligada a espírito, gênero e igualdade. Porque a zona em que a nossa ignorância nos leva aos preconceitos, ela não está apenas no homem e na mulher, mas está também na diversidade de expressões da sexualidade que nós encontramos ao longo das reencarnações e que fazem com que, independentemente da morfologia do corpo físico, masculino ou feminino, nós tenhamos circunstâncias que são psicológicas e afetivas de expressão da sexualidade e da afetividade,
s e que fazem com que, independentemente da morfologia do corpo físico, masculino ou feminino, nós tenhamos circunstâncias que são psicológicas e afetivas de expressão da sexualidade e da afetividade, que são infinitas no meio desta paleta aqui de cores da alma e que todas elas são vivenciadas pelo mesmo espírito humano com a mesma igualdade essencial e a mesma destinação. Mas em algum lugar nós encontramos uma justificativa para afirmar que a existência do homossexual, do bissexual, do transexual, da travesti, é uma existência menos significativa, menos digna, menos humana, menos relevante socialmente. Então nós trazemos de novo a luz do Espiritismo para nos ajudar. agora com o André Luiz lá na obra Evolução em Dois Mundos, quando ele nos diz: "A sede real do sexo não se acha dessa maneira no veículo físico, mas sim na entidade espiritual em sua estrutura complexa. O sexo é, portanto, mental em seus impulsos e manifestações, transcendendo quaisquer impositivos da forma em que se exprime. Não obstante reconhecermos que a maioria das consciências encarnadas permanece ajustada à sinergia mente e corpo em marcha para a mais vasta complexidade de conhecimento e emoção. Essa conexão mente e corpo pela qual o espírito passa nas suas sucessivas reencarnações. É a única origem lógica que nós vamos encontrar para essa pluralidade de expressões no campo da sexualidade. E ao compreendermos a naturalidade dessas questões à luz da doutrina espírita, nós vamos respeitar mais a experiência encarnatória de cada um de nós, independentemente da condição em que nos encontremos, do ponto de vista do gênero, da identidade, da orientação sexual, que são conceitos que nós estamos trabalhando também aqui nas nossas oficinas. E aí talvez alguém de nós estava esteja pensando, mas será que existe no centro espírita preconceito ligado, por exemplo, a homofobia ou a transfobia? Vocês acham que existe, gente? Que bom que a gente conhece, porque é o primeiro passo paraa transformação. Somos nós e nós temos desafios nesse
nceito ligado, por exemplo, a homofobia ou a transfobia? Vocês acham que existe, gente? Que bom que a gente conhece, porque é o primeiro passo paraa transformação. Somos nós e nós temos desafios nesse campo para construirmos juntos. E quando a gente olha pro contexto social em que nós estamos inseridos, essa aqui é uma pesquisa do Instituto Unibanco. Eh, essa publicação é de 2023, ela tá usando dados ainda de 2020 e eles publicam todos os anos algumas atualizações disso, mas eu achei muito interessante esse conjunto de informações em especial, porque ela não mudou de lá para cá do ponto de vista estatístico. E vejam como dói no coração da gente pensarmos que nós temos enfrentado isso e que irmãos nossos têm enfrentado isso. Olha o que tá ali, gente. 73% dos adolescentes e jovens foram agredidos ou agredidas verbalmente na escola por causa de sua orientação sexual. Gente, 73% das pessoas vivenciando os seus desafios encarnatórios, como todos temos em todos os campos, as suas possibilidades, os seus talentos encarnatórios, como todos temos em todos os campos, e sofrendo violência única e exclusivamente em decorrência da sua orientação sexual. Mais adiante, 82% dos adolescentes e jovens trans deixam o ensino médio entre 14 e 18 anos. E aqui a gente eterniza um ciclo de marginalização de irmãos e irmãs nossas em função desta condição de transexualidade. E aí, é claro que vão se reduzindo as possibilidades de trabalho, de estudo, de sustento. E nós reforçamos o estigma de uma população que vai ter um índice de mortalidade altíssimo em pouca idade, que muitas vezes é arrojada por nós próprios, pelo nosso preconceito ou pela nossa diferença, até mesmo as tristes portas da prostituição. É importante nós compreendermos que quando o homem produz aquelas desigualdades sociais que estão postas na questão 806, é muito confortável, tanto quanto equivocado, um discurso de meritocracia superficial, dizendo que todos têm as mesmas oportunidades, quando na verdade nós vamos medindo isso
ão postas na questão 806, é muito confortável, tanto quanto equivocado, um discurso de meritocracia superficial, dizendo que todos têm as mesmas oportunidades, quando na verdade nós vamos medindo isso socialmente pelos nossos preconceitos e eternizando algumas circunstâncias em função de algum domínio que nós exercemos na sociedade, até que nós vamos passando por todos esses polos através da reencarnação, nascendo noutros lugares, noutros países, noutras etnias, noutras vivências da sexualidade e assim por diante. Mas não é necessária a semeadura da dor para a colheita dolorosa, a fim de que haja o aprendizado. Tanto é assim que a doutrina espírita nos nos explica que não há arrastamentos irresistíveis e que o espírito não precisa passar pela fieira do mal para evoluir. É claro que nós aprendemos quando erramos, mas o erro não é uma fatalidade, uma obrigatoriedade. Nós podemos aprender estudando também, dialogando e convivendo. Pois bem, meus amigos, e ainda, né, sete em cada 10 estudantes LGBT e mais. Aqui a sigla ainda tava sem o qu, ela vai e volta. não se sentem seguros para declarar sua orientação sexual ou identidade de gênero no ensino médio. E só 0,3% dos estudantes nas universidades federais são pessoas trans. E o centro espírita, qual é o nível de acolhimento para essas almas sofridas que nós temos ofertado? Porque o centro espírita tem que ser um oasis de amor, de espiritualidade, de carinho, deciência, de instrução, de oficina de trabalho. Em que condições nós temos acolhido essas populações na nossa evangelização? Os filhos às vezes também de pessoas que vivenciam, que integram essas comunidades nos nossos grupos de estudo, no nosso atendimento fraterno. Mais do que isso, quantos desses são trabalhadores nas nossas casas? A gente tá acostumado a ver travesti aplicando passe. Um homem e uma mulher transgênero evangelizando. Haverá vedação normativa, né, Andrezinho, justificada na codificação que proíba que isso aconteça. Perguntas paraa nossa reflexão, paraas
icando passe. Um homem e uma mulher transgênero evangelizando. Haverá vedação normativa, né, Andrezinho, justificada na codificação que proíba que isso aconteça. Perguntas paraa nossa reflexão, paraas nossas construções e desafios. E aqui, gente, nós queremos tocar num outro ponto em que as lições de Allan Kardec são vigorosas na nossa direção. Tá todo mundo bem aí? Vocês estão bravos comigo? Que a gente tá tocando em alguns pontos que eles são difíceis? Como diz uma amiga minha, me queiram bem que não custa nada. Mas a gente tá passando por algumas coisas que eu tenho certeza que tocam os corações de vocês. Porque se nós estamos aqui hoje é porque nós temos uma propensão pro bem que brilha cada vez mais. Esse vídeo que tá aqui, ele é um experimento que foi feito na década de 50 nos Estados Unidos, mas agora bem recentemente, há poucos anos, ele foi refeito na Itália. Ele está com legendas em português e ele se chama o teste da boneca, The Doll Test, em que crianças foram convidadas a responder algumas perguntas diante de uma boneca preta e de uma boneca branca. Vamos ver como é que elas reagiram. Estão prontos? Então vou pedir para apagar um pouquinho mais essa luz aqui da frente e pra Nati dar play pra gente. Então tá aí, ó. Experimento na década de 40, aliás. dos Estados Unidos e depois foi reeditado na Itália, que é o que a gente vai assistir. >> Pode tá, tá andando mesmo. Ó, hoje recriamos o teste com crianças italias. Quale bambola é bianca? Quale bambola è nera? Quale delle due è bella? M questa. Qual è quella bella? Qual è quella brutta? E qual è quella buona? Quale è cattiva? Qual è buona? >> Perché è bona? Perché gli occhi celesti quale è cattiva? Perché è cattiva? Perché è tutto tutto vero. E qual è la bambola che ti somiglia di più? Quale bambola è? Mira >> sì. >> Tu perché? >> Perché mi ha chiamato Nero perché ti offendo per bambini fiso con cattiveria. Me está guardando storto. >> Obrigado Nati. Podemos voltar na nossa apresentação. Dói um pouquinho, gente.
> Tu perché? >> Perché mi ha chiamato Nero perché ti offendo per bambini fiso con cattiveria. Me está guardando storto. >> Obrigado Nati. Podemos voltar na nossa apresentação. Dói um pouquinho, gente. Sabe que uma das minhas melhores amigas é mulher e é uma mulher negra. Alguns de vocês conhecem assim. E e eu conversava com o André agora a pouco e a gente falava o quanto a gente é capaz de lidar de forma diferente com as diferenças quando a gente tem afeto pelas pessoas, né? E o meu afeto por essa amiga querida me fez perguntar a ela e a outras pessoas como se sentiam diante de determinados contextos. Por que às vezes uma postura tão guerreira diante das coisas, que é uma postura de sobrevivente, de alguém que vem reafirmando o seu próprio valor contra questões tão injustas que fazem com que crianças, mesmo tendo a sua pele negra, elas olhem pra boneca negra e diga: "Essa é feia, essa é má e com qual que tu te parece com essa?" E por que que a outra é boa? Porque o olho é azul. E o espiritismo trará alguma contribuição nesse campo, meus amigos. Olha o que nos diz Allan Kardec, uma das edições da revista espírita do ano de 1861. Olha a clareza do pensamento deste homem, desta alma. O espiritismo, restituindo ao espírito seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, faz com que desapareçam naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens, conforme as vantagens corporais e e mundanas, sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os estúpidos preconceitos de cor. Existe aqui também um desafio importante para nós de afirmarmos e reafirmarmos que os espíritos que reencarnam em todas as etnias são os mesmos, em todos os gêneros são os mesmos, em todas as condições sociais são os mesmos. Somos nós, são os nossos irmãos, são as nossas irmãs e transformarmos os nossos centros espíritas em espaços em que nós estudemos essas questões à luz da doutrina espírita, a fim de desintegrarmos amorosamente, cientificamente,
mãos, são as nossas irmãs e transformarmos os nossos centros espíritas em espaços em que nós estudemos essas questões à luz da doutrina espírita, a fim de desintegrarmos amorosamente, cientificamente, filosoficamente, esses equívocos seculares que nós, enquanto humanidade continuamos reproduzindo. Na obra Gênese, lá no capítulo primeiro, item 36, nós vamos encontrar essa afirmativa de que com a reencarnação desaparecem os preconceitos de raças e de castas. Não faz sentido, mas ainda existem. Pois o mesmo espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário. Chefeou subordinado, livre ao escravo, homem ou mulher. de todos os argumentos invocados contra a injustiça da servidão. Não tá aí para vocês, mas tá aqui para mim ainda. Voltou. E da escravidão contra a sujeição da mulher à lei do mais forte, nenhum há que prime, em lógica, ao fato material da reencarnação. A reencarnação é o argumento mais claro para desintegrar os preconceitos, especialmente à luz da doutrina espírita. Se pois a reencarnação funda numa lei da natureza e o princípio da fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos civis e, por conseguinte, da liberdade. Kardec é inclusivo. Que que a gente acha até aqui? A gente pode não encontrar essa palavra, mas a gente precisa encontrar o princípio e a partir dele estabelecer o raciocínio, a convicção, o argumento e acima de tudo, né, Saulinho, de que nos adianta fervilhar apenas os argumentos eles não tocarem o o coração? O coração. E eu tenho uma dica muito simples para dar para vocês aqui, meus amigos. É difícil para nós termos a perspectiva do outro em relação à vida, mas é necessário que nós tenhamos essa perspectiva. Se nós ainda não temos essa capacidade de amar tão ampla e universal que faça com que nos doa a fome na África ou qualquer das guerras que estão acontecendo no mundo nesse momento, ou a situação das mulheres que são submetidas à desigualdade tão flagrante institucional em determinados países.
a fome na África ou qualquer das guerras que estão acontecendo no mundo nesse momento, ou a situação das mulheres que são submetidas à desigualdade tão flagrante institucional em determinados países. Nós temos amigos e irmãos que são pessoas de quem a gente gosta, que estão submetidos a algum tipo desses preconceitos. E aí, sabe o que que não custa? é perguntar como é que tu te sentes, minha irmã, como tem sido a tua vivência no nosso centro espírita, meu irmão? O que que tu pensas que nós poderíamos fazer melhor para que tu te sintas igual, forte, acolhido e amado? Quais foram as dificuldades que tu encontraste na tua trajetória até aqui e que nos cumpre transformarmos juntos? Existe alguma ferida aberta? onde eu possa colocar um abraço, um carinho e a afirmativa de que eu te amo como tu és neste momento da tua vida. Foi para isso que nós viemos. Jesus não nos conclamou a outra coisa, porque depois de nos revelar o maior mandamento que visitamos hoje como amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, ele nos pede finalmente: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei". é outro nível de amor. E é essa a meta. E nessa meta não cabe a nossa indiferença, a nossa omissão ou qualquer esforço pequeno diante dos preconceitos a serem desintegrados na busca pela vivência do amor na forma da lei de igualdade. Então aqui chegando nos momentos finais dessa nossa reflexão singela, nós trouxemos algumas perguntas de cada um para consigo mesmo. Vamos nos fazer essas perguntas. Olha só, eu cada um consigo, tá? Não é vizinho, companheiro, o presidente que não veio, o meu marido, a minha esposa, não. Cada um consigo. Eu ainda guardo crenças, hábitos, falas e comportamentos que fortalecem a desigualdade, que desumanizam a mim e ao próximo. Será que tem alguma coisa, na minha forma automática de agir que está continuando ou fortalecendo essas questões contrárias à lei divina? Próxima pergunta. Em que posso evoluir quanto aos preconceitos? em que que eu posso me melhorar na relação com o
ca de agir que está continuando ou fortalecendo essas questões contrárias à lei divina? Próxima pergunta. Em que posso evoluir quanto aos preconceitos? em que que eu posso me melhorar na relação com o machismo, com o racismo, com a LGBTQ a mais fobia, com a discriminação dos mais pobres, com o capacitismo que nós estudamos hoje juntos pela manhã também e que é uma forma de preconceito que nos alcança. E finalmente, de que maneira eu posso avançar constantemente pro cumprimento da lei de igualdade e acolher a todos em minha vida e em meu coração? Sabem por quê? Como se determina o nível evolutivo de um planeta? Me digam vocês. Uhum. Pela média da evolução daqueles que o habitam, correto? E como se determina a psicosfera de um centro espírita? Pela média da evolução daqueles que o habitam. Um ambiente não se constrói, sabemos nós, apenas das paredes físicas. O ambiente do nosso centro espírita, ele naturalmente será mais ou menos acolhedor de acordo com o testemunho de cada um de nós na vida diária, porque eu não consigo modificar, e a gente estuda muito isso no campo da mediunidade, né? Olha, a pessoa não é médium só na reunião mediúnica, não é? O conjunto do que ela tem de pensamentos, de sentimento e de ações é o que ela tem condições de oferecer e um choque anímico numa passividade mediúnica para acolher um espírito necessitado ou até mesmo para traduzir mais adequadamente a orientação de um espírito benfeitor. E nós também não conseguimos. Antes que chegue a vocês o som da minha voz está chegando a vocês sabe o quê? as minhas ondas de pensamento impregnadas do sentimento do meu coração. Por isso hoje quando Saulo começou a falar de amanhã que a gente já se emocionou mesmo quando ele tava em silêncio, porque quando a gente olhou nos olhos um do outro tinha sentimento alcançando. A gente não dissimula isso. A gente não disfarça a própria ambiência espiritual. A gente não disfarça os próprios preconceitos, os julgamentos mentais, as recriminações que fazemos. o comportamento que a gente tem fora do
isso. A gente não disfarça a própria ambiência espiritual. A gente não disfarça os próprios preconceitos, os julgamentos mentais, as recriminações que fazemos. o comportamento que a gente tem fora do centro espírito e depois quer fazer diferente dentro. Então nós temos um desafio de construir a psicosfera, o ambiente do centro espírita, melhorando a média evolutiva daqueles que o habitam. Esse é o convite de fazermos isso hoje. Ninguém vai construir um centro espírita mais acolhedor, Tiaguinho, se não tiver empenhado em construir uma sociedade mais acolhedora. Isso é artificial. E lá em o Evangelho Segundo o Espiritismo, nós vamos encontrar a afirmativa de que o homem de bem é bom, humano e benevolente para com que diz lá para com todos, sem distinção de raças nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus, meus amigos. E aqui a gente se despede só por hora, porque vamos seguir para as oficinas. Conversos do Espírito João de Deus grafados pela abençoada mediunidade do Chico na obra Parnas de Alentúmulo. Porque nada menos é a superação dos preconceitos do que uma busca genuína de fraternidade. Fraternidade vem de fratos. Fratos é irmão. E nós estamos convidados a promovermos a igualdade, a vivermos essa inclusão ensinada por Kardec e pelos benfeitores, construindo uma ambiência fraterna e feliz para todos, especialmente para aqueles que pensam diferente de nós ou que são diferentes de nós nesse momento. E é por isso que João de Deus nos diz que a fraternidade é a árvore bendita. cujas flores e ramos de esperança buscam a luz eterna que se agita rumo ao país de toos da bonança. É a fonte cristalina em que descansa a alma humana fraca, errante, aflita. É a luminosa bem-aventurança da mensagem de Deus pura e infinita. Vós que chorais ao couro das procelas, vinde, irmãos, desdobra as vossas velas. Não vos sufoque o horror da tempestade. Fraternidade é o derradeiro porto, a terra de união e de conforto que habitaremos na imortalidade. Vamos desdobrar as velas do amor e
desdobra as vossas velas. Não vos sufoque o horror da tempestade. Fraternidade é o derradeiro porto, a terra de união e de conforto que habitaremos na imortalidade. Vamos desdobrar as velas do amor e definitivamente superar as do preconceito. É o convite que fazemos hoje com toda a gratidão do mundo no nosso coração, dando um abraço e um beijo no coração de cada um de vocês, deitando o curativo amoroso nas feridas que porventura possamos ter tocado, mas sabendo que aqui é um ambiente de pessoas que se querem bem. E eu dizia isso pro Saulo hoje mais cedo. Quando a gente reencarna, a gente pergunta: "Tá bem, o plano é esse, eu vou divulgar o espiritismo? Eu tenho esses desafios e oportunidades pela frente?" tenho. E aí a gente pergunta, mas quem vai comigo? Sabe quem é que diz que vai com a gente? Essas almas que se reencontram aqui no movimento espírita, que são a nossa família amada, onde a gente recolhe forças, inspiração e coragem para prosseguir e para vencer. Muito obrigado, gente. Agradecemos imensamente pela profunda reflexão que o nosso querido Gabriel trouxe aqui para todos nós. Ufa. Então, né, a partir de agora, eh, segue o convite para as oficinas. Eh, só os palestrantes é que tocam de de sala, tá? Então, o pessoal que já tava na sala um permanece aqui neste local e quem está com crachá com o número dois vai pra sala dois, que é a sala menor e na sala três a sala da unificação, OK? E aqui para quem fica no YouTube nós teremos a continuidade da oficina com o Gabriel. Então, o Gabriel vai trazer a reflexão para para nós sobre identidade, respeito e acolhimento, gênero e sexualidade em pauta. Então, nós vamos aguardar um instantinho a todos. Eu queria só pedir um favorzinho antes de saírem todos para o pessoal que tá no presencial. Como a gente vai encerrar as nossas atividades na oficina, eu gostaria de lembrá-los que amanhã às 8 horas nós teremos teremos uma apresentação cultural maravilhosa que é da orquestra e orquestra da da fundação. E essa atividade cultural inicia pontualmente
, eu gostaria de lembrá-los que amanhã às 8 horas nós teremos teremos uma apresentação cultural maravilhosa que é da orquestra e orquestra da da fundação. E essa atividade cultural inicia pontualmente às 8 horas. o convite também pro pessoal que tá em casa, porque às 8 horas inicia essa atividade, então não gostaria de deixá-los partir sem essa informação, tá bom? Mas bom trabalho a todos e aqui nós vamos iniciar com o Gabriel. Só vamos esperar o pessoal do YouTube instantinho, a dispersão dos nossos colegas que estão no presencial e retornaremos em 5 minutinhos. O pessoal que permanece aqui na sala pode chegar aqui paraa frente, pessoal. por favor, cheguem mais paraa pro. Isso. Vamos chegar aqui para frente e já vamos nos acomodar porque a gente já vai continuar. Deixa eu chegar aqui pro pessoal da que tá em casa me ver também, né? Estamos só nos preparando para iniciar, né? Então, o pessoal de casa que já tá sentadinho aguardando, nós precisamos também fazer a nossa parte aqui no presencial e sentarmos para atividade. A gente vai também trabalhar em grupos aqui. A gente também se enxerga mais de perto, fica com coração mais próximo. Pode ser o povo que tá atrás. Vamos chegar mais para frente um pouquinho. Deixa eu ver quantos nós somos até aqui. 1 2 3 4 5 6 7 8 9. Pois é, 10 12 13 14 15 16 17 18. Fora aqueles que nos acompanham de casa também e que estamos juntos. 61 no total. Muito bom, gente. Todos prontos aí? Vamos chegar mais para frente um pouquinho que vocês estão todos aí atrás, não é? Não é? Gente, eu tomei banho hoje de manhã. Tô limpinho. Não venceu ainda o banho, né? É. Então tá bom. Pessoal já pegou um cafezinho. Queridos, nós estamos então agora com essa oficina que de certa forma é uma continuidade também, né? E vamos revisitar alguns fundamentos. Se eu quero que é um cafezinho, eu até quero. Se tivesse, se sobrar algum aí eu tomo puro, puro mesmo. Isso que é uma oficina sobre identidade, respeito e acolhimento, gênero e sexualidade em pauta. E a gente
ero que é um cafezinho, eu até quero. Se tivesse, se sobrar algum aí eu tomo puro, puro mesmo. Isso que é uma oficina sobre identidade, respeito e acolhimento, gênero e sexualidade em pauta. E a gente que já tá agora também com alguma coisa em construção, eu quero convidá-los a assistirmos juntos um vídeo que se refere a uma viagem que todo mundo aqui já fez. Sabiam disso? Quem é que trouxe passaporte? Eu tenho certeza que essa viagem que nós vamos acompanhar aqui, todos nós já fizemos, e digo mais, já fizemos várias vezes. Quero que vocês assistam com bastante atenção e o coração aberto também para revisitar esse capítulo tão relevante da vida de cada um de nós. Todo mundo pronto? A gente consegue apagar as luzes aqui da frente. É do lado de lá, né? Eu faço isso. Tá. Aí fica melhor pra gente enxergar. Foi. Se tiver mais volume até pode botar. Tem mais luz para acender. Gente, quero saber em uma palavrinha ou duas quais foram os sentimentos que visitaram os corações de vocês ao assistirem essas cenas desse vídeo. Me digam aí. Vamos ver lá. Era bem tranquilo, deu uma certa saudade. Que mais >> ficar entre vocês? Só para facilitar para entregar o microfone, tá? Só levanta a mão para mim. >> Que mais, gente? Que outros sentimentos? Uma palavrinha ou duas? O que que a gente sentiu ao assistir essas cenas? Por favor, querido. >> Gratidão pela oportunidade. >> Gratidão, né? Que outros sentimentos surgiram? >> O valor da vida, do valor da vida. Quando alguém pensa em tirar, né? E olhando isso aí não vai nem pensar. >> O valor da vida. A gente revisita, né? o valor, o propósito, tem gratidão pela bênção que é. >> E às vezes a gente tem dificuldade de traduzir as coisas em prosa, mas sempre tem um poeta que vem e traduz em verso, né? >> E aí quando a gente não sabe definir tudo isso, vem Gonzaguinho e diz o que que ele fala? É um sopro do criador numa atitude repleta de amor. É a vida, né? E repete que é bonita e é bonita, que ninguém quer a morte, só saúde e sorte. E esse valor da vida, quando a gente
o que que ele fala? É um sopro do criador numa atitude repleta de amor. É a vida, né? E repete que é bonita e é bonita, que ninguém quer a morte, só saúde e sorte. E esse valor da vida, quando a gente olha paraa beleza, paraa complexidade, cada vez que nós reencarnamos, toda essa viagem aqui se dá nessa questão magnífica, em que o amor de Deus se expressa nas mínimas questões, na formação dos nossos corpos, dos nossos planejamentos reencarnatórios, da formação das nossas famílias. A gente não tem mesmo como não se sentir grato, como não reconhecer o valor de cada vida, de todas as vidas. É impressionante como aqueles que resolveram em algum momento da sua trajetória seguir os passos do Cristo, foram adquirindo essa consciência. Porque a gente vai encontrar um Pedro um pouco irritado e bravo desembanhando uma espada e cortando a orelha de um soldado. Mas esse mesmo Pedro, na mesma reencarnação, nas suas cartas, porque nem só Paulo escreveu cartas, Pedro também escreveu, ele se refere aos irmãos todos, né, reconhecendo, ele fala isso, saúdo, né, reconheço nome por nome com um ósculo. Um ósculo é um beijo. Ele reconhece de novo a importância de cada vida. E ele já fazia isso depois de sofrer as perseguições, as resistências e as incompreensões. Então, a primeira questão fundamental quando a gente tá buscando buscando compreender uma pauta ligada a gênero e identidade e trazer isso pro centro espírita em bases fraternas, a primeira premissa é essa, meus amigos. Cada vida é especial. Toda a alma é importante. Sabe o que eu lembrei quando eu perguntei assim quantos somos, né? E a Nati disse: "Ah, no total somos 61". Chico Xavier certa feita, foi visitar uma casa prisional, um presídio. E quando ele entra nas galerias, ele olha pro diretor do presídio e pergunta a ele: "Quantos somos?" A forma simples e profunda dele diz: "Quantos somos?" E ele estava conscientemente se colocando na mesma condição daqueles que temporariamente estavam no casa. Então, para nós, nós pensarmos no valor
A forma simples e profunda dele diz: "Quantos somos?" E ele estava conscientemente se colocando na mesma condição daqueles que temporariamente estavam no casa. Então, para nós, nós pensarmos no valor de cada vida é alguma coisa que se inicia pelo coração e pela razão para uma estrada cada vez mais feliz e adequada no centro espírita também nesse campo. Nós trouxemos aqui novamente uma afirmativa de Emanuel lá na obra Vida e Sexo, onde é que anda o microfone aí? E vou pedir que alguma alma querida leia pra gente o que está projetado lá. Quem é que pode ler pra gente esse trecho de vida e sexo ditado por Emanuel a mediunidade do Chico Xavier? Subsistirá, no entanto, qualquer estranheza nisso, quando não ignoramos que toda a estrutura psicológica em que se nos erguem os destinos, foi manipulada com os ingredientes do sexo através de milhares de reencarnações. E aceitando os princípios da causa e efeito que nos lastreiam a experiência, desconheceremos acaso que os instintos sexuais nos orientaram à romagem por milênios e milênios no reino animal, edificando a razão que hoje nos coroa a inteligência? Obrigado. O ensinamento de Emanu é vigoroso para nós porque ele nos conecta ao fato de que toda essa trajetória evolutiva que nós temos, ela é impulsionada por uma força criadora, uma energia chamada genésica ou sexual, porque genésico vem de gênese, de criação. E essa energia, esses ingredientes que ele tá posto ali, né, eles estão conosco desde o princípio da nossa criação como princípios inteligentes, continuam conosco depois que fomos individualizados como seres inteligentes da criação, aquela diferença de espírito com letra minúscula, princípio inteligente, presente em toda a criação, desde o reino mineral até o hominal. O espírito com letra maiúscula, ser inteligente da criação, individualidade, consciência de si mesmo e de Deus, submetido à lei de causa e efeito, dotado de livre arbítrio. Em toda essa trajetória de milênios e milênios e que vai se forjando a nossa evolução, esta
vidualidade, consciência de si mesmo e de Deus, submetido à lei de causa e efeito, dotado de livre arbítrio. Em toda essa trajetória de milênios e milênios e que vai se forjando a nossa evolução, esta energia está presente. Nós vamos observar energia genésica ou criativa nos minerais, forjando a atração e assimetria das moléculas e dos átomos. Observamos os vegetais, onde a isso se agrega a sensibilidade, sensibilidade à luz, aos ambientes. Eles produzem melhor quando postos próximos de espécies semelhantes. Vamos observar tudo isso do reino animal, em que além das moléculas agregadas, da sensibilidade, já temos um instinto, um instinto de conservação, de reprodução. E finalmente, quando o instinto encontra a razão em nós, isso tudo vai encontrar o sentimento coroando esta energia que é um dinamo de progresso. Sabem por que eu estou revisitando tudo isso com Emmanuel? Porque nós não podemos ignorar as questões ligadas à nossa sexualidade, à energia sexual, imaginando que elas são questões menores na nossa existência. Não são. E nessa mesma obra que nós estamos projetando aqui, que é a obra de Emanuel Vida e Sexo, ele vai nos responder por quê? Uma coisa que eu vou perguntar para vocês agora, quem aqui vamos ver quem é que tem mais de 10 anos na doutrina espírita? Tá bom? Fique com a mãozinha em pé. Isso. E mantenha a mãozinha em pé. Quem já assistiu mais de 10 palestras sobre sexo e sexualidade no seu centro espírita? Ah, diminuiu quase todos. Por, né? Pode baixar a mão para não dar uma burse. Por que será que as abordagens não são tão frequentes? Será por falta de conteúdo da doutrina espírita em torno dessas questões? Não. Por que que vocês acham que a gente fala pouco? A dificuldade nossa nos disse a Vanessa e também o nosso próprio preconceito, o tabu. E o preconceito ele tem origem até na falta de conhecimento, na ignorância, né? O tabu é uma coisa que a gente não conhece muito bem, então a gente repete ou a gente não toca. E é verdade, Emmanuensa maioria da humanidade presente na Terra
alta de conhecimento, na ignorância, né? O tabu é uma coisa que a gente não conhece muito bem, então a gente repete ou a gente não toca. E é verdade, Emmanuensa maioria da humanidade presente na Terra possui desafios no campo da sexualidade. E é por isso que é difícil pra gente olhar para si. Também revisitando essa perspectiva. Se é difícil olhar paraa minha sexualidade, naturalmente eu prefiro olhar paraa do outro e lá eu coloco todos os meus julgamentos, resistências, preconceitos e tabus. temos, né, >> tá falando, tem processo histórico também, né, de castração, processo cultural de de não ser uma coisa correta, de já ter sido disseminado que é pecado. >> Eh, e as várias outras questões que são de ordem, né, também religiosa, ancestral, de pudor. Bem nisso que tu estás trazendo, querido, um paradigma judaico cristão antigo, em que a gente vai se movimentando em pêndulos que são extremos. Então, a gente construiu uma ideia de que essas são questões sujas, são questões ruins e colocou o pé em cima de uma mola. Só que essa mola é essa energia poderosíssima que não pode ser ignorada ou negada. E aí tem uma hora que a gente não aguenta mais, ela vem com toda a força e a gente sai da questão proibitiva para uma geração wood stock. que de outro lado buscou uma vivência equivocada da liberdade, da sexualidade num comportamento infeliz. E essas pessoas adoeceram também em torno disso. Querem ver uma coisa? A gente ensina as crianças e a gente mesmo cultiva esse hábito. Depois que a gente vai ao banheiro e faz xixi, por exemplo, a gente lava as mãos, não é? E por que que a gente não lava as mãos antes? Porque de alguma forma a gente desenvolveu a convicção de que as nossas genitálias é que são sujas e impuras, quando na verdade eu tenho certeza que se colocarem um microscópio agora, as nossas mãos é que estão muito mais sujas >> e a gente coloca elas próximas das nossas genitárias sem higienizá-las. Isso está arraigado conosco e a gente precisa aos poucos ir jogando a luz da doutrina espírita para
ue estão muito mais sujas >> e a gente coloca elas próximas das nossas genitárias sem higienizá-las. Isso está arraigado conosco e a gente precisa aos poucos ir jogando a luz da doutrina espírita para superar essas questões. A Alessandra, é isso? Com Cecidília? É a primeira Alessandre com ccidilha que eu conheço. Olha só, a gente passou por essas questões todas agora a pouco no nosso painel, revisitando essa informação, mas agora a gente vai entrar um pouco mais na questão 200. Eu vou pedir pra Alessandra ler pra gente só a questão 200, a pergunta e a resposta, querida, por favor. >> Questão 200. Tem sexo os espíritos? Não, como os entendeis? Pois que os sexos dependem da organização, há entre eles amor e simpatia, mas baseados na concordância dos sentimentos. >> Obrigado, querida. Gente, a gente não vem ouvindo ao longo dos anos dizer o seguinte no nosso próprio movimento: espírito não tem sexo. A gente ouve isso ou não ouve? Essa é uma afirmativa correta. Será? Qual é a resposta que tá lá? tem sexos os espíritos? E a resposta é não. Como o entendeis? Então a resposta é sim. Não como o entendêis fazendo um exercício de interpretação de hermenêutica, diz o seguinte: existe sim, mas não é o que nós entendemos. Porque sabem os benfeitores ao responderem essa questão que para nós sexualidade está muito mais associada à organização corpórea e morfológica. A gente reduz sexualidade a um conceito de genitalidade, não é? Quando em verdade, meus amigos, sexualidade é todo e qualquer emprego que nós façamos da energia sexual, criativa ou genésica, isso se expressa na profissão, em todos os relacionamentos que a gente tem em âmbito familiar, conjugal e tudo mais. Isso expressa em tudo que nós fazemos como cocriadores que somos. Isso é sexualidade, é muito mais do que genitalidade. É emprego da energia sexual. É por isso que na questão 200 está essa resposta. Não como entendeis, mas sim o que é que existe. Portanto, aí eles dizem, há entre eles amor e simpatia baseados na concordância de sentimentos. Então, a
por isso que na questão 200 está essa resposta. Não como entendeis, mas sim o que é que existe. Portanto, aí eles dizem, há entre eles amor e simpatia baseados na concordância de sentimentos. Então, a gente reconhece que antes e além da manifestação, já te passo aqui, da manifestação que a gente conhece na formação do corpo que nós estávamos visitando, existe uma estrutura psicológica e afetiva que se expressa de maneiras bastante plurais e isto é natural e que irá, como nós veremos, se adaptar de uma forma mais ou menos precisa a um novo corpo físico, a cada vez que reencarn de acordo com as provas e aprendizados que nós tenhamos que passar. Por favor, Vanessa. Eu acho que você respondeu, mas vamos lá. Eh, eu ia perguntar se isso tem a ver com o ânima e o ânimos, porque às vezes eu tô no corpo feminino, mas o ânimos em mim é bem mais >> e ao contrário a mesma coisa. Tem a ver? >> Com certeza que sim. E tá posto aqui, ó. Em uma nova existência, pode o espírito que animou o corpo de um homem animar de uma mulher e vice-versa? De certo são os mesmos espíritos que animam homens e mulheres. E mais abaixo ele dirá que o que o guia na escolha são as provas porque haja de passar. Então nós temos características de masculinidade, de feminilidade que se manifestam em nós independentemente da estrutura física em que reencarnamos. Só que é claro, o corpo em que nós reencarnamos, gente, ele é fruto de um planejamento divino que é perfeito, de um planejamento reencarnatório que é perfeito. Então essa é a experiência daquele momento. O que não significa, já te passo aqui, querido, o que não significa que eu possa simplificar a estrutura psicológica afetiva e sexual de cada um de nós, única e exclusivamente no corpo que está reencarnado. Porque é nessa oscilação que às vezes a gente tem aprendizados que são mais complexos do que a sinergia que nós consideramos como sendo a mais frequente entre mente e corpo. Essa pluralidade que vai se expressar nas questões de gênero, de identidade e de
ndizados que são mais complexos do que a sinergia que nós consideramos como sendo a mais frequente entre mente e corpo. Essa pluralidade que vai se expressar nas questões de gênero, de identidade e de organização sexual é plenamente compreensível à luz da doutrina espírita, a ponto de nos gerar respeito, compreensão e empatia. Fala, meu querido, por favor. Bom, não sei se você vai tratar disso mais tarde, mas complementando eh o que ela falou do ânimos e ânimas, né, no corpo, explica melhor sobre isso, né, de um homem num corpo de uma mulher se expressando de forma eh diferente e ao contrário, se você puder esclarecer um pouco mais, eu não sei se você vai tratar, mas só pra gente entender melhor. >> Vamos sim. É claro que aqui, gente, a gente tem questões bem mais profundas de estudo para mergulhar, né, que talvez nós não possamos apreendê-las na inteereza, mas pra gente não deixar o assunto sem trazer alguma contribuição, nós vamos perceber o seguinte: existem papéis na encarnação masculina e na encarnação feminina que eles são típicos, seja pelo contexto sóciopolítico cultural quando nós reencarnamos, seja até pela própria compleição física do corpo masculino e do corpo feminino. Então, a maternidade acaba mais conectada, portanto, à experiência feminina, a paternidade, a masculina. O corpo físico é naturalmente dotado de mais força e vigor em função de que na nossa trajetória antropológica até nós encontramos o homem com um papel ligado à caça, ligado à proteção. E essas vivências masculina e feminina elas podem ser mais ou menos equilibradas e a mesma força que protege pode agredir a ponto de nós precisarmos de uma lei Maria da Penha. A mesma sensibilidade que cuida e acolhe pode seduzir e enganar. Então, as nossas vivências de masculinidade e feminilidade, elas vão ficando arquivadas em nós com maior ou menor equilíbrio, o que faz com que ao reencarnarmos, independentemente dessa posição, muito comumente eu tenho uma soma maior de características femininas ou uma soma maior de características
aior ou menor equilíbrio, o que faz com que ao reencarnarmos, independentemente dessa posição, muito comumente eu tenho uma soma maior de características femininas ou uma soma maior de características masculinas, mas é justamente aí que eu troco de corpo para completar o aprendizado ou para refazer caminho, porque às vezes o machismo que eu construí na vivência da minha masculinidade, vai precisar ser sentido, vivido e refletido ao sentir o mesmo preconceito reencarnado no corpo feminino. Não vou fechar a questão com vocês, mas eu queria trazer que a gente vai desenvolvendo essas questões que elas se equilibram finalmente no topo da nossa evolução. Mas para nós entendermos aqui e a gente já vai dar um pulinho para mais um slide, daqui a pouco a gente já vai para um exercício, nós vamos entender que isso é uma questão muito importante da nossa jornada. E aí eu vou pedir paraa nossa querida Lorena, não, este aqui eu ti fazer a leitura pra gente, que eu sou que aqui no Mato Grosso se gosta muito da Joana de Angeles. É verdade. >> É verdade. Presente. >> No momento da concepção, o perespírito é atraído por uma força incomparável, as células que se vão formando nelas imprimindo automaticamente, por força da lei de causa e efeito o que é necessário a sua evolução, incluindo, sem dúvida, o sexo e suas funções relevantes. por onde quer que nós andemos, nós vamos encontrando essa questão do sexo, do gênero e da estrutura psíquica conectada e na base do planejamento reencarnatório. Se a gente andar mais um pouquinho, a gente chega naquela afirmativa que nós visitamos, inclusive na nossa exposição aqui anterior, dizendo-nos que a sede real do sexo não se acha no veículo físico. A sede real desta energia sexual, ela é um atributo do espírito, né? E aí ele vai nos dizer, ó, não obstante reconhecermos que a maioria das consciências encarnadas permanece ajustada a sinergia mente e corpo. Então há um número de de pessoas, né, de irmãos nossos encarnados que temos uma pluralidade de
ante reconhecermos que a maioria das consciências encarnadas permanece ajustada a sinergia mente e corpo. Então há um número de de pessoas, né, de irmãos nossos encarnados que temos uma pluralidade de manifestação na sinergia mente e corpo. E aqui no nosso movimento, a gente tem desafios importantes. Vou trazer para vocês algumas experiências concretas. Quando eu comecei a trabalhar na diretoria da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, e lá se vão mais ou menos uns 20 anos, existia uma diretriz federativa de que pessoas que estivessem vivendo a experiência da homossexualidade não deveriam trabalhar em evangelização. É de onde vem isso? da codificação espírita, >> não >> das obras complementares >> vem do nosso preconceito, da nossa ignorância, da nossa falta de abordagem de estudo desses temas e se traduz em dores imensas, em discriminação, em afastamento, em falta de acolhimento que a gente estabelece em grandes injustiças, né? Então, a gente vai vendo que essas questões não estão tão distantes de nós e que realmente a gente precisa, andando aqui mais um pouquinho, de algo que a gente chama de letramento. E agora a gente vai fazer um exercício rápido em grupos. Que que é letramento? Quem nos ajuda aí? Quem que que vocês entendem por letramento? Já ouviram esse termo? >> Que que é letramento? uma espécie de alfabetização. Que mais? Que que vocês pensaram aí atrás? É nos tornarmos letrado mais sabidos mesmo em alguma coisa. E quando a gente fala de letramento, esse termo tem sido muito empregado no campo de da inclusão, porque existem questões mesmo que a gente precisa nivelar um pouco mais, tornar mais homogêneo o conhecimento, o entendimento de determinadas questões. Então, o primeiro ponto que a gente tá fixando nessa breve viagem por obras espíritas confiáveis, eu trouxe aqui alguma literatura duvidosa, codificação espírita. Emanuel, André Luiz, Joana de Angeles, né? O livro dos espíritos dentro da codificação. Pois bem, a gente tá afirmando que, embora nós conheçamos as
i alguma literatura duvidosa, codificação espírita. Emanuel, André Luiz, Joana de Angeles, né? O livro dos espíritos dentro da codificação. Pois bem, a gente tá afirmando que, embora nós conheçamos as reencarnações masculina e feminina, nós temos uma pluralidade de expressões no campo da sexualidade e da estrutura psicológica e afetiva, que também precisamos compreender. E na observação cotidiana, a gente vê essa pluralidade se manifestar. em nós e nos nossos irmãos. Então agora a gente vai fazer um letramento porque a doutrina espírita também dialoga com as outras ciências. E o exercício que a gente vai fazer em grupo é o seguinte: cada grupo vai receber um ou dois conceitos. É bem curtinho, tá? Oi. Depois pro híbrido, gente, esses mesmos conceitos que eles estão recebendo, a gente vai projetar aqui e vai falar. Ninguém vai perder nada do conteúdo, tá? É só aproveita, toma um cafezinho e volta, porque a gente vai ficar 8 minutos nos grupos e depois vai projetar tudo que eles receberam também, tá? Então a gente precisa formar aqui cinco grupos de quatro, mas como a gente tava com 21, eu acho, podem ser quatro grupos de >> de cinco e um de seis. É isso, né? Tá. Então vamos lá. Vamos. Eu vão formando esses quintetos aí que eu vou passar e vou distribuir uma folha para cada um. Recordem is aqui também. Bora trabalhar. Pode ser quinteto ou sexteto. Aqui tem um conceito para vocês. Já vou explicar o que que tem que fazer, tá? Aqui tem um conceito para vocês. Formaram aqui? Não, ninguém pode ficar de fora. Vamos lá. Tem mais três aqui para formar >> aí, ó. Só precisa porque aqui tá formando dois grupos, tem que ser três. O máximo é de cinco, gente. Aqui ou um de seis só. 1 2 3 4 5. Não pode, pode vir que Ah, tem um no banheiro. Então, fechou aqui agora. Aqui 1 2 3. E daqui deve ter gente sobrando, ó. Quatro. Pode ser aqui e vocês aqui. Aqui, querido. Gente, atenção que eu vou explicar a atividade, tá? Ela é bem simples. Pode se juntar a qualquer grupo, mas tem que ter cinco grupos.
te sobrando, ó. Quatro. Pode ser aqui e vocês aqui. Aqui, querido. Gente, atenção que eu vou explicar a atividade, tá? Ela é bem simples. Pode se juntar a qualquer grupo, mas tem que ter cinco grupos. Tem cinco, né? Tá. Então, o desafio de vocês é o seguinte. Vocês terão 8 minutos para ler o que vocês receberam. É um conceito bem curto, né? conversar um pouco sobre ele, tá? E listar, pode ser de um a três, se for só um, não tem problema. Desafio ou sugestão de acolhimento no centro espírita ligado ao conceito que vocês estão lendo. Entenderam? vão ler o conceito, conversar sobre ele, cada um receber um conceito diferente. Depois a gente vai descobrir qual é o conceito do coleguinha, mas além disso, a gente vai listar de um a três desafios ou sugestões de acolhimento no Centro Espírita. Já escolham nesse tempo de 8 minutos uma pessoa do grupo que vai aqui paraa frente e vai ter dois minutinhos para contar o que vocês conversaram, tá bom? 8 minutos valendo. Vou avisando quando chegar perto do tempo. Deixa eu ver Tomei um cafezinho e tô me hidratando também. A umidade do ar baixa aqui, né? Uso cara eu tiro em gelata mais. Não tem mais. Mais 3 minutinhos, tá gente? 3 minutos já tem que ter listado aí o desafio e escolher quem é o relator ou a relatora. na injustiça, da discrimina Gente, tempo esgotado. Vocês ganharam até 9 minutos, não foram oito. E aí, eu vou pedir agora o seguinte, que o relator ou a relatora de cada grupo já venha aqui pra frente e que vocês já se organizem todos virados para cá também, por favor. Vamos lá, vamos continuar no nosso exercício de letramento e o pessoal que tá em casa já continua agora com a gente, porque todos os conceitos que eles estudaram, nós vamos estudar juntos agora transmitindo para vocês, tá bom? Pode vir aqui na frente, quem é o relator ou a relatora dos cinco grupos. Pode vir para cá já >> os cinco >> fica aqui do meu ladinho. Obrigado. Uma, duas, três. Não tem nenhum relator. Tá só as gurias hoje. Quatro. Tá faltando um grupo. Quem é o relator
a dos cinco grupos. Pode vir para cá já >> os cinco >> fica aqui do meu ladinho. Obrigado. Uma, duas, três. Não tem nenhum relator. Tá só as gurias hoje. Quatro. Tá faltando um grupo. Quem é o relator do grupo que tá faltando? A relatora. Se aqui já. Então estão a cinco. Vocês sabem que lá no Rio Grande do Sul quando a gente fala gurias é porque é respeitoso e é carinhoso, né? Então gurias nós vamos fazer agora o seguinte, tá? Eu vou projetar ali o conceito. Aí vou pedir que o grupo que recebeu faça a leitura daquele conceito que tá ali. Tem outro microfone aí à disposição. E logo em seguida, a gente tem um tempo de 2 minutinhos para cada grupo. Eu quero que vocês nos contem o desafio ou a sugestão de acolhimento que vocês listaram no centro espírita relativo a isso. Tá bom? >> Eu vou aqui projetar. O primeiro é este aqui. Quem é o grupo que recebeu orientação sexual? >> Orientação sexual. Desejo e afeto por outra pessoa. Mulheres que gostam de mulheres são chamadas lésbicas. Homens que gostam de homens são chamados de gays. Homossexualidade. Homens que gostam de mulheres e mulheres que gostam de homens são chamados heterossexuais. Heterossexualidade. Uma pessoa bissexual é alguém que se sente atraído por outra, não importando o gênero. Uma pessoa assexual não sente atração sexual. >> Então, algumas informações, algum letramento pra gente sobre o que é orientação sexual. E aí, o que que o grupo listou então como sugestão ou desafio de acolhimento no centro espírita? Bem, a gente ficou nos desafios porque são situações que nós enfrentamos no nosso centro espírita. >> Eh, primeiro, vencer o preconceito que existe dentro de cada um de nós, trabalhadores da casa, seja dos dirigentes, coordenadores, voluntários, na chegada de qualquer pessoa que não tenha eh o comportamento que a gente considera adequado. Então, o homossexual >> ou normal, entre aspas, né? >> É. o bissexual, o homossexual, até mesmo o asexual. O segundo desafio, >> hum, >> promover a oportunidade de crescimento e
te considera adequado. Então, o homossexual >> ou normal, entre aspas, né? >> É. o bissexual, o homossexual, até mesmo o asexual. O segundo desafio, >> hum, >> promover a oportunidade de crescimento e esclarecimento para cada um que chegue na casa espírita, até que ele possa trabalhar como qualquer um de nós. A gente não vai chegar na casa espírita e entrar pro trabalho. A gente não vai se tornar passista de um dia para outro. Então, nós fazemos uma caminhada dentro do centro espírita, caminhada que deverá ser eh promovida para todos que chegam, independente da sua orientação sexual. >> E aí é o tempo de fazer a sua reforma íntima, a sua transformação moral, de revisar alguns conceitos, algumas concepções e algumas vivências, a fim de que no melhor equilíbrio possível, quando tiver oportunidade, possa trabalhar na casa espírita. >> Muito bom. oportunidade. Eh, ao mesmo tempo, como a gente sabe que pessoas um pouco mais antigas, mais velhas, têm uma forma de ver mais eh difícil de ser trabalhada, então também ter acolhimento para com os nossos irmãos que de alguma maneira viveram dessa maneira que a gente hoje sabe que é preconceituosa e permitir que eles ou permitir não, eh, promover momentos como de hoje, onde a a gente possa debater, conversar, trazer Kardec, porque eh estávamos falando de pessoas que se >> Mais um minutinho, tá? Grupo se afastaram da casa espírita pela sua homossexualidade, pelo preconceito dessas pessoas, desses dirigentes, desses trabalhadores. Por quê? porque não viram, não souberam interpretar Kardec e aí acham que isso é uma coisa que não deve ser admitida na casa espírita e nós estamos vendo que não está tudo nas obras. >> Muito bom. Muito obrigado. Palmas pro nosso grupo. Que boas as contribuições, né? >> Muito obrigado, gente. Obrigado mesmo, né? E já na linha desses desafios e sugestões, por que não a gente estudar sexualidade nos nossos grupos de estudo? Por que não abordar essas questões da evangelização de infância e juventude? Se a gente tá vendo que existe conteúdo
s e sugestões, por que não a gente estudar sexualidade nos nossos grupos de estudo? Por que não abordar essas questões da evangelização de infância e juventude? Se a gente tá vendo que existe conteúdo espírita para isso, né? Então é na tribuna, porque isso vai construindo um ambiente de entendimento mais propício, né? A nós superarmos isso tudo, né? E irmos adiante. Claro, querida. Por favor. >> Ah, dá para >> É por causa da transmissão do pessoal de casa. >> Desculpa, desculpa. Eh, eu tenho dois filhos homossexuais, um menino e uma menina, tá? E quando eu descobri, eu fui buscar ajuda, porque eu não tinha essa orientação e eu fui buscar me ter o conhecimento. E eu não me esqueço que um do presidente, tipo, não é da federação, mas semelhante a à federação que que é lá de São Paulo. São Paulo tem. >> E eu frequentava aqui em Cuiabá. Eu frequentava aqui em Cuiabá. Então, um desses fraternidade, né? >> Uhum. >> E eu lembro que eu fui pedir ajuda a ele, ele complicou mais a minha cabeça, porque ele disse que a gente tem que aceitar, mas não pode aceitar o ato. >> Uhum. >> O homem por homem e mulher com mulher. >> Pois é, >> porque esse ato os deixa pecaminosos. Uhum. >> A gente vai encontrar, e é claro que a gente não consegue descer e esgotar esse tema aqui, a gente consegue deixar indicações de bibliografia, dentre elas eu deixo vida e sexo do Emanujo Dias Gloriosos da Joana de Ângeles aqui também a própria codificação espírita a partir da questão 200. as questões seguintes vão nos ajudar a ter um entendimento sobre isso. Existe uma outra obra eh intitulada Homossexualidade, reencarnação e vida mental de um autor espírita chamado Walter Barcelos. Também deixa essa indicação pro auxílio. Ele faz uma compilação de obras confiáveis. Mas uma questão que é importante para nós compreendermos é o espiritismo cientificamente ele vem matar o sobrenatural, não é? Porque tudo aquilo que estava no campo do sobrenatural, a gente foi explicando o fenômeno com a ciência espírita. E essas questões, elas
spiritismo cientificamente ele vem matar o sobrenatural, não é? Porque tudo aquilo que estava no campo do sobrenatural, a gente foi explicando o fenômeno com a ciência espírita. E essas questões, elas também ficam veladas por uma ignorância e por um misticismo que o estudo aprofundado da ciência espírita vai nos trazer com naturalidade. Não significa que não haja desafios específicos no campo da sexualidade quando nós apresentamos esta ou aquela tendência, independentemente de estarmos falando da trajetória do heterossexual, do bissexual, do homossexual, do assexual, como nós vimos aqui, né? Quase todos nós encarnados na Terra temos desafios no campo da sexualidade. O que às vezes a gente perpetua são equívocos interpretativos que vêm do nosso fanatismo ou da nossa ignorância. Nós vamos encontrar passagens do Antigo Testamento que afirmam isso que está aqui, especialmente lá no Levítico. Como a gente vai encontrar passagens dizendo que a pessoa ela fica imunda e merece inclusive a morte se ela tocar a pele de um porco. E como é que a gente vai fazer as pessoas jogarem bola e futebol? Porque tem bolas que são feitas de pele de porco. A gente vai encontrar passagem dizendo que a pessoa que usar mais de um tipo de linha ou de tecido para construir uma peça de roupa merece a morte. Vamos encontrar outras dizendo que merece a morte aquele que trabalhar em um dia de sábado. Vamos encontrar o entendimento de que quando nos dizem não beberá sangue, estamos proibindo a transfusão, quando na verdade estamos interditando a violência e a guerra. Então, nós temos questões interpretativas que são os nossos atavismos do passado, tentando submeter a lei divina às nossas visões transitórias equivocadas e particulares. E o remédio para isso tudo só pode ser o diálogo, o estudo e a caridade. Vamos ao próximo grupo. >> Espero ter dado um abraço nesse coração de mãe, né? Existe espaço para esclarecer ainda mais tudo isso, mas a afirmativa nossa aqui é no sentido de que nenhuma alma tem menos valor do que
mo grupo. >> Espero ter dado um abraço nesse coração de mãe, né? Existe espaço para esclarecer ainda mais tudo isso, mas a afirmativa nossa aqui é no sentido de que nenhuma alma tem menos valor do que a outra, qualquer que seja a circunstância que ele viva de orientação sexual. E agora também no nosso próximo conceito que tá aqui, identidade de gênero. Quem é que pegou esse? Então, por favor, vai fazer a leitura do conceito e em dois minutinhos dizer qual foi o desafio ou sugestão. O tema rende, né? Identidade de gênero. Como a pessoa se vê? O gênero com o qual a pessoa se identifica. Pessoas que se identificam com o gênero atribuído ao nascimento são chamadas de si gêneras ou sis. Pessoas que não se identificam com o gênero designado ao nascer ou que transitam entre o gênero são chamadas de transgêneras ou trans. Eh, para ficar mais claro, eu acredito que seja assim. O homem que se identifica como uma mulher seria uma mulher trans. E o a mulher que se identifica como um homem seria um homem trans. Isso não é questão da do transgênero. Nós vou falar por mim, né, que me sou mulher e me identifico como mulher, sou sis ou se gênera. Então assim, >> e uma coisa importante é que essa identificação, ela difere da orientação sexual que está lá, porque tem muitos homens que se identificam como homens, mas se sentem atraídos do ponto de vista afetivo sexual por outros homens. Isso é também é um homem sis, mas com uma orientação homossexual. Ótimo esclarecimento do grupo. >> Muito bom. Eh, e os nossos desafios se deparam no, primeiramente no eu, entender o que é o identidade de gênero, buscar informação e nessa busca de informação transformar o meu entendimento, a minha energia, como você mesmo fala, que quando chega uma pessoa transgênera, homossexual, primeiro que comunica não é a minha fala, é a minha minha energia. Então, eu preciso transformar aqui dentro através do entendimento, da busca da da iluminação para daí eu passar isso para o outro. E a segunda forma que complementa a
ha fala, é a minha minha energia. Então, eu preciso transformar aqui dentro através do entendimento, da busca da da iluminação para daí eu passar isso para o outro. E a segunda forma que complementa a primeira é através do acolhimento. Dentro da nossa casa espírita tem seis eh pessoas que estão dentro da do homossexualismo. E >> aqui só uma correção importante, a gente usa o homossexualidade >> porque o ismo e é uma oportunidade importante aqui, >> porque nós já tivemos o reconhecimento disso no materialismo como doença e aí estava no Código Internacional de Doenças, no SID e já foi retirado de lá. Não está no campo da enfermidade mental. É uma questão do desafio da sexualidade na encarnação. >> Então, corrigindo dentro da >> letramento nosso >> dentro da homossexualidade. >> Aí, >> então, e isso é é importante para nós no sentido do acolhimento, de entendê-los. E eh na questão do da identidade de gênero, eu eu acredito que você chegar até a pessoa e perguntar como ela gostaria de ser chamada, principalmente a questão do pronome, porque se ela é uma mulher e se enxerga como >> um homem, então ela gostaria de ser chamada por ele, ser referida a ele. Então, acho que na questão da da do conhecimento, eu acho que entra dentro disso e acolhendo com amorosidade, com carinho, tudo isso acho que vai se complementando. >> Parabéns, gente. Excelente o trabalho do grupo Palmas para eles, né? E essa questão que vocês trouxeram por último, gente, pergunta pra pessoa como ela gostaria de ser chamada, como ela gostaria de ser tratada. tira o nosso julgamento da frente e coloca o carinho, a solidariedade e a empatia, né? Muito obrigado por essa contribuição. O nosso terceiro grupo, ele recebeu, portanto, aqui, né, continuando o que o pessoal tava estudando, mais um conceito aqui que é um conceito complementar também e a gente vai falar de mais algumas coisas, por favor. >> Então, vamos lá. transexual ou transgênero. Mulheres trans se identificam como do gênero feminino, mesmo tendo nascido com pênis e outras
mbém e a gente vai falar de mais algumas coisas, por favor. >> Então, vamos lá. transexual ou transgênero. Mulheres trans se identificam como do gênero feminino, mesmo tendo nascido com pênis e outras características tidas como masculinas. Homens trans se identificam com o gênero masculino, mesmo que tenham nascido com vulva e outras características tidas como femininas. Então assim, eh, o nosso grupo conversou e apontamos aqui duas sugestões e um desafio. O primeiro desafio que veio, eh, foi com relação a uma questão prática mesmo que sempre surge, que é o banheiro, né? E muitos, muitos lugares a gente já eh vê algumas eh espaços públicos evitando banheiro feminino e masculino, identificação e tratando o banheiro como banheiro, até às vezes com porta eh com piaheiro é banheiro, porta e a pia o de lavar as mãos do lado de fora. Então uma dificuldade eh que listamos foi o banheiro, né? uma dificuldade prática mesmo. Como sugestão, a primeira que listamos aqui até bateu com a de vocês, é tratar com naturalidade, receber com naturalidade, né? buscar realmente emanar esse amor no olhar, né, na na conversa, eh evitar comentários enquanto a pessoa está, né, chegando. Então, tratar com a maior naturalidade. E a segunda sugestão para completar os três itens seria orientar a comunidade, os trabalhadores da casa, né, conversar, proporcionar esclarecimento sobre assunto. Ou seja, o que estamos tendo aqui que é o letramento. Lamento. >> Letramento. Então, sejam essas as nossas sugestões. >> Palmas pro nosso grupo também. Questões de ordem prática, né, CL? Uma solução que eu tenho achado interessante até eu estava em aulaem, embora mora em Porto Alegre, estava em aula em São Paulo até ontem à noite antes de vir para cá. E essa instituição que eu estudo, que é o Winsper, eles têm em cada andar um banheiro masculino, um feminino e um outro que diz assim para todos os gêneros. Então a pessoa ela pode entrar onde ela se sentir melhor e mais à vontade, porque a gente sabe que também às vezes se gera algum tipo de
no, um feminino e um outro que diz assim para todos os gêneros. Então a pessoa ela pode entrar onde ela se sentir melhor e mais à vontade, porque a gente sabe que também às vezes se gera algum tipo de constrangimento, né? E a gente até reforça o preconceito com alguns tabus do que estão aí. Então a ideia é que a gente crie espaços para que todos possam se sentir bem dentro da vivência que estão tendo, da questão de identidade, da questão de gênero e da questão de orientação sexual. Muito bem, muito obrigado. O nosso quarto grupo recebeu esse termo que ali está. Vamos ver. Cadê o microfone aqui pro Júlio, né? >> Por favor, Júlio. Ainda bem que teve um dos guris aqui, né? Ah, é travesti. No passado, a palavra era considerada pejorativa, hoje está sendo resgatada como uma forma política de autoafirmação de mulheres trans, só é usada no feminino e de maneira autodeclarada. Sugestões já foi faladas todas porque gente eh muda travesti, muda o nome, mas as sugestões pra gente, né? Então aqui o que que quer dizer o travestir, né? É o homem que gosta de se vestir, né, como mulher. >> Uhum. >> Tá. >> E aí se identifica com pronome feminino, a travestir. >> A travestir. >> E como a gente tem que receber, né, uma travesti no centro espírita, né? Igual a gente recebe um homem, igual a gente recebe uma mulher, igual a gente recebe um gato, um cachorro. >> Uhum. >> Não tem diferença nenhuma. né? Então, as soluções é a gente se informar, foi falado por todo o grupo, né? Tudo que a gente conversou foi falado aqui já. Então, não vou tomar o tempo de tudo isso, tá bom? >> Maravilha, gente. E eu quero aproveitar nesse ponto antes da gente aplaudir o grupo, que foi muito lúcido, para também compartilhar um desafio real com vocês, né? Quando nós estávamos ainda na vice-presidência de administração na nossa federativa, no último ano antes de assumirmos a presidência, nós passamos por um desafio de mudança de sede, de uma federativa centenária, super antiga, que tá lá no Rio Grande do Sul, onde o pessoal é tão
ativa, no último ano antes de assumirmos a presidência, nós passamos por um desafio de mudança de sede, de uma federativa centenária, super antiga, que tá lá no Rio Grande do Sul, onde o pessoal é tão modesto que no nosso hino a gente escreve: "Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra". Gaúcha é a criatura assim, né? De uma modéstia impressionante, né? Só que dentre as nossas façanhas estão é o povo mais briguento que nós temos no Brasil, embora o seu valor, mas é onde a gente tem mais processo judicial por habitante. Às vezes é o estado campeão de índice de suicídio e especialmente entre os homens por causa do nosso machismo e a dificuldade de pedirmos ajuda. Então nós temos as nossas mazelas lá também e elas aparecem nesse campo de preconceito no nosso movimento espírita. Nós tínhamos que mudar de sede porque a nossa sede estava fisicamente inviabilizada. Era um prédio antigo que não tinha como ter um PPCI aprovado. Não havia obra capaz de tornar a nossa sede aprovável. A única possibilidade era derrubar e construir de novo, mas aí nós ficaríamos por um período sem sed e aí nós conseguimos uma outra operação. E o nosso estatuto, olha que interessante, ele diz que se um dia a gente vendesse a sede, tinha que comprar outra no mesmo ato. Então nós conseguimos ajustar uma venda pra Universidade Federal do Rio Grande do Sul que se interessava pela área porque era central. e a compra de uma outra área que era uma antiga fábrica que seria reformada, que era um inventário com 11 famílias só Jesus, né, para nos ajudar numa coisa que tá aí. E uma área que ia permitir uma uma sede mais ampla, que é onde nós estamos hoje, né, também mais moderna depois das obras. Enfim, qual foi a crítica que nós recebemos vindo do próprio movimento, que aquela região para onde a nossa sede iria, que era uma região com bastante acessibilidade pro transporte público, por tudo, fácil chegada para quem vinha do interior ou não, mas era uma região onde havia a presença de travestis e normalmente uma presença também
com bastante acessibilidade pro transporte público, por tudo, fácil chegada para quem vinha do interior ou não, mas era uma região onde havia a presença de travestis e normalmente uma presença também estigmatizada ligada à prostituição. Então, diziam: "Como é que nós iríamos colocar a federação num lugar desses? E aí a gente lembrou de quem? De Jesus, não é? Que caminhava com as pessoas à época que eram tidas como dem vida para mostrar o que que a gente viu naquele primeiro vídeo, o valor de cada vida. Nós fomos para lá, graças a Deus, não sem críticas. E aí depois de termos ido, a gente observou que o hábito das nossas irmãs travestis, elas trabalhavam durante a noite, dormiam durante a manhã. E aí a nossa federativa, ela não tem atividade de centro espírita, né? Ela tem atividade de órgão de unificação, mas nós passamos a ter na sede da federativa uma palestra no período da tarde, que é o período em que elas estavam acordadas. E aí a gente saiu algumas vezes à noite para distribuir panfletos e conversar e convidar, não é, nesse período que tava ali numa ação também de assistência e promoção social espírita, de autoletramento, de desconstrução dos nossos preconceitos. Mas não é fácil a gente trazer essas coisas, não é? Graças a Deus, aos pouquinhos a gente vai superando, mas para isso a gente precisa dessa humildade, dessa lucidez, de olhar para nós mesmos como espíritas e dizer: "Ainda existe em nós questões dessa natureza". Então, parabéns a nosso grupo também. Palmas para eles. Agora sim, pedir que retornem aos seus lugares para que a gente continue, né? Foram todos, né? >> Ah, faltou um. Desculpa, perdão. Olha aqui. Tá aqui, ó. Desculpa, desculpa, desculpa. Dominique. >> Bom, eh, pessoas intersexo isso >> são pessoas que nascem com genitais deixar ambigos. >> Expressão de gênero. As roupas, o estilo, o jeito de falar, a voz é a forma como a pessoa expressa gênero ou gêneros. Enfim, no nosso grupo a gente discutiu e apontamos um desafio e uma sugestão. >> Vamos lá. Enfim, a sugestão é de o
estilo, o jeito de falar, a voz é a forma como a pessoa expressa gênero ou gêneros. Enfim, no nosso grupo a gente discutiu e apontamos um desafio e uma sugestão. >> Vamos lá. Enfim, a sugestão é de o exercício do acolhimento sincero. E quando eu digo acolhimento sincero, não é aquela maquiagem que às vezes algumas pessoas fazem, >> não é a máscara, o verniz. >> Exatamente. Porque assim, é um exercício de todo dia você pensar nas diferenças e entender que aquela pessoa ela é um espírito imortal e que ela é seu irmão, mesmo que não seja como você. E eu acho que essa é a parte mais importante, apesar de todos os mecanismos que nós temos hoje, eu acho que no sentimento, no coração, na nossa energia, é onde dói a ferida. Isso é difícil de fazer. Então assim, o acolhimento, o exercício do acolhimento, acho que é primordial pra gente poder ultrapassar essa barreira. E como desafio, eh, nós apontamos, eh, pera que eu esqueci a palavra, eh, o nosso próprio preconceito de acordo com a expressão de gênero que ele diz, as roupas, o estilo, o jeito de falar. >> Então, assim, quando nós batemos o olho, nós já fizemos o julgamento, >> já. Nós não falamos, mas a nossa energia já contou, a nossa expressão às vezes já contou, a outra pessoa já sentiu. Ali você já minou qualquer possibilidade de uma conexão. Então assim, olhar de verdade para nós e sermos sinceros conosco mesmos, sim, eu tenho esse preconceito, sim, eu tenho que erradicar isso, porque enquanto a gente não fizer isso, a sociedade não vai mudar. Nós não vamos ser espíritas com letra maiúscula. Então gente, acho que é isso. >> Olha o que a gente ia perder, né? Palmas para Dominique, para esse grupo. Muito obrigado, gente. Obrigado, querida. Desculpa mais uma vez, gente, a relevância disso que a gente tá trazendo aqui, porque se nós observarmos, não é comum a gente ter travestis palestrando no centro espírita, né, transexuais aplicando passe e algumas coisas dessa questão. Então, para nós, esse letramento aqui, ele é necessário sim. E
varmos, não é comum a gente ter travestis palestrando no centro espírita, né, transexuais aplicando passe e algumas coisas dessa questão. Então, para nós, esse letramento aqui, ele é necessário sim. E hoje a gente só fez um aperitivo de letramento que ele precisa continuar e precisa ser disseminado a fim de que esse entendimento maior ele vença esses atavismos, esses ranços, esses preconceitos infelizes que a gente construiu e que são tão dolorosos. Eu tenho certeza que ninguém de vocês ficou imune à aquele vídeo que eu mostrei do teste da boneca. Eu todas as vezes eu já conheço aquilo há anos, eu olho e me dá vontade de chorar. com aquilo que tá ali, meu Deus, a dor dessas crianças. E isso acontece com todas as pessoas que a gente não tem a coragem como espíritas e o discernimento de olhar e reconhecer ali o valor de toda a vida, de toda a alma, igual ao nosso. Muito obrigado, querido. Palmas para vocês de novo. Agora sim, podem voltar paraos seus lugares. Obrigado. Nós já estamos caminhando pro fim aqui. Eu tô cronometrando 1 hora 4 da hora que a gente começou. Ainda tenho 11. Eu sou pessoa que cronometra, eu sou terrível. Advogado produz advogado produz prova, né? Mas eu vou correr aqui. Não, a gente já tá indo pro finalzinho, gente. A gente vai andando nessas questões todas e precisa chegar num ponto de reflexão que é esse aqui. Eu não vou conseguir aumentar a minha compreensão da sexualidade do outro a ponto de tornar natural e efetivo o seu acolhimento se eu não fizer isso em relação a mim. E eu também não posso transferir para o outro aquilo que eu eventualmente tenha comigo. O que que eu quero dizer com isso? Se identificando em mim alguma manifestação de sexualidade que eu queira transformar ou que seja para mim um elemento de reflexão, isso não me autoriza a impor essa questão àquele que chega, adotando uma postura de doutrinar as pessoas. O que a gente pode fazer e deve fazer é acolher e orientar na medida do interesse, porque fora disso a gente vai estar
mpor essa questão àquele que chega, adotando uma postura de doutrinar as pessoas. O que a gente pode fazer e deve fazer é acolher e orientar na medida do interesse, porque fora disso a gente vai estar reditando as práticas religiosas em que nos equivocamos no passado. Então, muito cuidado. Olhar paraa tendência em si, acolher-se, aceitar-se, amar-se e ir transformando aquilo que nós quisermos e entendermos necessário. Agora com o outro, o nosso exercício ele é de acolhimento e respeito. Vou tomar mais precisa, né? Oi, Cuiabrasa, né? E aqui, gente, algumas questões por onde vocês passaram no Centro Espírita para ficar como sugestões nossas, né? O centro espírita precisa ser um ambiente salutar de diálogo. Eu não posso continuar excluindo as pessoas aos guetos em que elas vão se sentir à vontade para falar de si, da sua sexualidade, porque ali também está edificado algum tipo de preconceito. Não, eu não posso ser mais uma instituição que deixe qualquer pessoa à margem. Ali tem que ser o oasis de acolhimento sempre, né, no atendimento espiritual, no centro espírita. Conversarmos sobre isso nos nossos, nas nossas formações de atendentes fraternos, de aplicadores de passe, de recepcionistas no estudo da doutrina espírita, na comunicação social espírita. E eu coloquei ali o trabalho no bem, porque a gente tem que parar de olhar também para as manifestações diversas da sexualidade só na condição de pessoas a serem atendidas pelo centro espírita. A gente precisa olhar como potenciais trabalhadores para todos nós, porque a gente tem alguma condição de contribuir se tiver o esforço. Isso é igual para todos. Importante, né? E agora sim, chegando no nosso final, eu quero convidá-los. Posso contar uma história para vocês pra gente encerrar o nosso trabalho? Essa é a história do passeio da estrelinha azul. Não é uma estrela que tem ali. Só que essa história eu só sei contar se vocês contarem junto comigo. Pode ser? A estrelinha azul era uma estrela que vivia lá no onde é que vivem as estrelas
inha azul. Não é uma estrela que tem ali. Só que essa história eu só sei contar se vocês contarem junto comigo. Pode ser? A estrelinha azul era uma estrela que vivia lá no onde é que vivem as estrelas mesmo? Lá no céu. E lá no céu onde ela vivia, ela ficava olhando para um planeta azul tão bonito que tinha, mas ficava distante lá embaixo, que era o planeta Terra. Ela tinha tanta vontade de fazer um passeio, de visitar a terra, pensava: "Eu tô aqui em cima, a terra tá lá embaixo". E num desses dias que ela admirava a terra com muita vontade de vir aqui, ela ouve um barulho que fazia assim, ó, zum, como é que era? Era mais forte ainda. Quem era o amigo vento? O amigo vento chegou até ela e disse: "Olá, estrelinha azul, como vai a estrela mais linda do universo?" Ela disse: "Vou bem, amigo vento, mas eu tô olhando lá pra terra, eu tinha tanta vontade de ir até lá". E ele disse: "Ué, mas eu estou indo lá agora mesmo soprar umas nuvens em cima do Rio Grande do Sul, onde chove muito, e levar até Cuiabá para dar uma refrescada. Você gostaria de ir comigo? Que que vocês acham que ela respondeu? Ela disse, é claro. O amigo vento tomou a estrelinha nos braços e saíram fazendo. A viagem era longa e de repente, não mais do que de repente, a estrelinha azul se viu caindo numa coisa fofinha. Era uma moita verdinha, eles haviam chegado. O amigo vento disse a ela: "Eu vou lá soprar aquelas tais nuvens e você fica aqui e faz o passeio que sempre sonhou. Quando eu terminar, eu volto para te buscar." Saiu o amigo vendo fazendo e a estrelinha viu o seguinte, tá tudo escuro aqui e eu estou começando a ficar com medo do escuro. Mas ela lembrou que ela é uma e que as estrelas podem. Ela foi brilhando, iluminando tudo a sua volta. Viu a sua face refletida num lago. Ouviu um barulho que fazia uh uh. O que era? A dona coruja. viu a aranha tecendo a sua teia, foi se maravilhando com aquilo e pensou: "Agora vou fazer o passeio que eu sempre sonhei". Mas nesse momento ela ouviu um outro barulho que fazia: "Buá, buá buá".
uja. viu a aranha tecendo a sua teia, foi se maravilhando com aquilo e pensou: "Agora vou fazer o passeio que eu sempre sonhei". Mas nesse momento ela ouviu um outro barulho que fazia: "Buá, buá buá". O que era isso, gente? Era um bebê chorando. Era um bebê, quem diga que era um sapo, mas não, era um bebê chorando. E ela viu que aquele barulho vinha de uma casinha lá longe, tinha uma luzinha acesa, muito fraca. Ela foi até lá, ponta por ponta, porque Estrela não tem perna, tem ponta, né? Chegou na beira da janela, existia uma menina bem pequenininha que chorava muito e o irmão um pouquinho maior e ela dizia: "Eu estou com medo, tá ficando escuro e o papai e a mamãe não voltam". A Estrelinha pensou: "Ela está com medo do e eu sou uma, então eu posso". Brilhou da janela, discretamente iluminando a casa. A menina se acalmou e ali ela ficou. Até que depois de um tempo ela ouvia um outro barulho que fazia v que era isso. E quem é que vinha no carro? Os pais. A família se reencontrou, a menina ficou tranquila e a estrelinha pensou: "Agora eu vou fazer o passeio dos meus sonhos". Quando ela se vira, ela ouve aquele barulho conhecido que fazia. Quem era o vento. Ele disse: "Estrelinha, já soprei as minhas nuvens e agora nós voltaremos para o céu". Ela saiu com ele nos braços e ele fazendo e perguntou: "Você fez o passeio que sempre sonhou, estrelinha?" E ela explicou que não, que ela ouviu uma menina chorando. A menina tinha medo do escuro, ela foi brilhar na janela e ele disse: "Ah, estrelinha, mas não tem problema não. Eu volto à terra, muitas vezes eu posso levar você comigo, mas eu preciso lhe dizer uma coisa. Você nunca esteve tão brilhante, tão azul, tão cintilante, tão bela. E vocês sabem por que ela tava assim? Porque ela fez o bem, porque ela fez a caridade. E me digam vocês, tirando os cabelos, quantas pontas tem a estrelinha azul? Vocês me fariam a gentileza de ficar em pé? Todos abra um pouquinho assim as as pernas aqui, os braços. Vamos contar quantas pontas a gente tem. Vamos lá comigo.
quantas pontas tem a estrelinha azul? Vocês me fariam a gentileza de ficar em pé? Todos abra um pouquinho assim as as pernas aqui, os braços. Vamos contar quantas pontas a gente tem. Vamos lá comigo. Uma, duas, 3, 4, cco. Sabe por quê, meus amigos? Porque nós também somos estrelas para brilhar nesse céu de ignorância, de preconceito, dificuldades, mas para levarmos hoje daqui uma luz acesa, como nos conclama Jesus. Fazei brilhar a vossa luz sobre as dores, sobre a ignorância, sobre as iniquidades e os preconceitos. Se cada um de nós sair daqui hoje com esse compromisso de, através do seu esforço, da reflexão, do letramento e do trabalho, construirmos uma sociedade mais fraterna, nós vamos brilhar com essa estrela. E não é à toa que nós reencarnamos na pátria do Cruzeiro do Sul e do Evangelho. Foi para brilhar. Estrelinhas, bom trabalho para vocês. Muito obrigado. >> Obrigada, Gabriel. excelentíssima explanação que nos fez refletir muito, né, na tarde de hoje. E nesse momento, pessoal, nós vamos para o nosso intervalo. Agora eu pergunto, Lorena, são 10 ou 15 minutos que nós temos agora? Eh, >> agora dá para continuar com os 15 minutos. Vamos fazer 15 minutos de intervalo, né, porque é um tempo razoável paraa gente fazer, né, eh, tomar um lanchinho, esticar as pernas e o pessoal também da que tá na internet, a gente retorna em 15 minutos e o pessoal que tá no presencial, nós vamos tirar uma foto com todos logo mais, tá? Então, só para vocês ficarem atentos quando a gente chamá-los para foto, OK? né, colega, >> mas a gente >> em um mundo repleto de informações, conexões instantâneas e notícias incessantes, onde buscamos constantemente ente respostas e orientações. Surge uma questão essencial. Estamos realmente recebendo as mensagens que mais precisamos? Estamos fazendo parte dessa rede de divulgadores e apoiadores de bons conteúdos, boas mensagens e boas ações? ou sendo arrastados pelo mar de ideias que nos afastam dos verdadeiros propósitos do espírito imortal. Te apresento o Gotas do Bem, uma
res e apoiadores de bons conteúdos, boas mensagens e boas ações? ou sendo arrastados pelo mar de ideias que nos afastam dos verdadeiros propósitos do espírito imortal. Te apresento o Gotas do Bem, uma iniciativa da CENT, Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, que tem o propósito de auxiliar e ampliar o trabalho de divulgação da boa nova do Cristo para todos os cantos do planeta. Essa iniciativa precisa de recursos financeiros para alcançar o seu lar. estar no seu dia a dia e no dia a dia de todos aqueles que vivem em busca de dias mais leves, palavras de ânimo e estímulo para levantar com o pé direito e dar o seu melhor. Se você também acredita no poder da boa mensagem, junte-se a nós no Gotas do Bem. Sua doação pode fazer a diferença na sua vida e na vida de milhares de pessoas. Visite nosso site ou ligue para o número que está na tela e faça parte deste movimento de amor. Somente juntos podemos fazer a diferença. Somente juntos podemos levar consolo e esclarecimento às pessoas que, como nós, eu e você, precisam de histórias felizes. Junte-se a nós no gotas do bem e seja uma gota de amor no oceano da vida. อ o M. อ Olá, boa tarde a todos. Eu acho que tem que falar mais forte, né? Porque depois do intervalo. Boa tarde. Agora sim, para despertar, né, pessoal? Porque agora nessa terceira oficina que estaremos juntos no presencial e também no online, nós vamos tratar sobre tecnologia com propósito, incluir e ensinar, ouvir e adaptar. E essa oficina será transmitida a todos nós pelos nossos amigos eh e facilitadores Wilker Crist e Mateus Amorim. Por favor, Mateus, a palavra contigo. Vamos aproveitar o máximo sugar essa oportunidade do sugar o Mateus para poder saber dessas oportunidades que a gente pode, que envolve a tecnologia dentro do centro espírita. Boa tarde a todas. Boa tarde a todos. É uma alegria iniciarmos essa última rodada de oficina agora trabalhando tecnologia com propósito. Incluir é ensinar, ouvir e adaptar. E a gente já inicia a nossa oficina indagando a vocês
de a todos. É uma alegria iniciarmos essa última rodada de oficina agora trabalhando tecnologia com propósito. Incluir é ensinar, ouvir e adaptar. E a gente já inicia a nossa oficina indagando a vocês que a questão, o que que vocês acham que tecnologia e o nosso foco aqui hoje à tarde vai ser hoje à tarde não passa tão rápido que é neste momento, neste momento o nosso foco vai ser inteligência artificial. Então a tecnologia com o foco na inteligência artificial. O que é que vocês acham que isso tem a ver com o nosso tema central do evento que envolve acolhimento, inclusão às pessoas? Que que vocês acham que será que existe relação entre uma coisa e outra? E qual é? Podem falar a forma de comunicar. Que mais? Boa tarde. Eu penso que tem dois pontos. um que se ajuda a chegar mais fácil, né, universalizar o conhecimento. Agora também tem outro ponto que nem todo mundo tem tanta facilidade ao acesso da internet. >> Exato. Que mais? mais uma opinião ali, depois a gente já avança. Eh, eu vou, só pra gente eh dinamizar o nosso momento, porque nas outras oficinas nós tínhamos o tempo todo o a palavra em aberto, mas aqui acho que eu vou precisar limitar por conta da passagem do microfone, tá bom? Mas aí vocês levantam a mão e a gente vai conduzindo esse momento. >> A importância da inteligência artificial enquanto espíritas, como acessar esse conteúdo efetivamente doutrinário e utilizá-los paraa divulgação doutrinária? >> Eh, esse é um ponto que seria a segunda pergunta. a Solange já nos adiantou e aqueles que quiserem contribuir também fiquem à vontade. É o que que a inteligência artificial tem a ver com doutrina espírita? Por que que nós resolvemos passar esse conteúdo, ser um dos temas da das nossas oficinas na tarde de hoje? Então, a Solange já trouxe a sua contribuição. Quem mais pensa alguma forma sobre isso? Por, Neio, por gentileza. Olha, dentro o movimento espírita, ele nós sabemos que a evolução ela é parte integrante de da nossa vida. Então essa a comunicação, a tecnologia e tudo mais
orma sobre isso? Por, Neio, por gentileza. Olha, dentro o movimento espírita, ele nós sabemos que a evolução ela é parte integrante de da nossa vida. Então essa a comunicação, a tecnologia e tudo mais que é de vir dela, é nós precisamos aprender a utilizar em nosso favor. Toda essa tecnologia aí que muitas pessoas às vezes acham que é prejudicial, ela tem ela tem um valor imprescindível, né? mensurável na nossa vida. Se nós soubermos aproveitar com responsabilidade. >> E quem é que já utiliza inteligência artificial no seu dia a dia, seja no aspecto profissional ou no doutrinário, quais ferramentas vocês utilizam? Pode só declinar agora sem o microfone, só pra gente saber aqui o chat GPT. Que mais? >> Copy >> copilot. Que mais? Gama geminai. Qual? Perplex notebook. LM. Ótimo. São algumas das ferramentas mais disseminadas. Não são todas, porque todos os dias surgem novas ferramentas, umas parecidas com as outras, outras com eh ou outras vertentes que a gente não que a gente ainda não conhecia ou não utilizava. O fato é que com o avançar da tecnologia, todos os dias surgem, né, o mercado disponibiliza a todos nós várias ferramentas de inteligência artificial que t o objetivo de nos auxiliar no nosso dia a dia, como nós veremos adiante. Então, nós aqui exploraremos a intersecção entre a tecnologia eh com foco na inteligência artificial e os valores do espírito. E nós iniciamos com essa frase que se encontra no capítulo 19 de O Evangelho Segundo o Espiritismo e também no Fronispício. Fé inabalável só é a que pode encarar frente à frente a razão em todas as épocas da humanidade. O que que essa frase tem a ver com inteligência artificial e com o nosso foco dessa oficina? Alguém o microfone? Só um momentinho. >> Acredito que a inteligência artificial está vindo como um instrumento que não tem mais volta, né? Então a gente precisa saber lidar com ela, saber eh o que que ela traz de correto ou não correto, o que que ela traz. Tem um vídeo da Anete Guimarães na internet que
umento que não tem mais volta, né? Então a gente precisa saber lidar com ela, saber eh o que que ela traz de correto ou não correto, o que que ela traz. Tem um vídeo da Anete Guimarães na internet que ela fala que ela pediu um termo espírita, acho que espiritismo, e apareceu muita coisa, só que dentro da doutrina precisava fazer o filtro >> adequado. Então >> é é encarar de frente essa tecnologia nova aí e saber como lidar com ela. >> Exatamente. Quando nós espíritas temos acesso a essa frase, a lemos, a utilizamos, a gente sempre vai falar de um aspecto eh inerente à doutrina espírita, que é a fé raciocinada. Essa frase, ela nos convida justamente a entender o aspecto da fé raciocinada da doutrina espírita. A gente sempre fala que o espiritismo nos ensina a fé raciocinada, não aceitar aquilo que está posto somente porque está posto, mas eh entender, comparar, analisar, refletir. E é com base nesse espírito da fé raciocinada que nós devemos utilizar as ferramentas de inteligência artificial que estão à nossa disposição. Porque ao contrário da fé raciocinada, a fé cega ou a fé irrefletida, ela vai nos atrapalhar e fazer com que o e em vez de ser um instrumento de progresso, as inteligências artificiais elas sejam instrumentos de perturbação, de confusão na sociedade. Então, a partir de hoje, o nosso ponto de partida na utilização das ferramentas de inteligência artificial deve ser também a fé inabalável, que encara a razão frente à frente, em todas as épocas da humanidade, trocando, resumindo, a fé raciocinada em todos os momentos. Se não houver a racionalização, o raciocínio, o discernimento a partir daquilo que nós estamos obtendo das ferramentas, nós não estaremos utilizando com base nos princípios espiritistas que Kardec nos ensina, que é justamente o da análise, o do exame minucioso, eh, do conteúdo espiritista e de tudo aquilo que está à nossa disposição. Então essa frase ela vem e a partir do de hoje nós vamos sempre nos lembrar dela quando estivermos de fronte de uma
minucioso, eh, do conteúdo espiritista e de tudo aquilo que está à nossa disposição. Então essa frase ela vem e a partir do de hoje nós vamos sempre nos lembrar dela quando estivermos de fronte de uma de um resultado de uma busca em ferramentas da inteligência artificial. Então o nosso primeiro tópico, ferramentas de a incluir é ensinar. A inteligência artificial tem o poder de democratizar o saber e o aprendizado. Guiado por instruir-vos, exploramos o útil uso ético da Iá como caridade intelectual, tornando conhecimento inclusivo e acessível a todos. Então, o primeiro aspecto da utilização da inteligência artificial no que diz respeito à inclusão das pessoas, ao acolhimento, é justamente o que já foi trazido aqui na interação, é esse aspecto de democratizar o saber e o aprendizado. Quando nós pensamos nessa eh oficina de inteligência artificial, nós pensamos como um contraponto à oficina que vocês já passaram por ela, que é da inclusão do jovem. Porque o movimento espírita precisa incluir o jovem. Isso vocês já concluíram. Por quê? Porque o movimento espírita, o público majoritário, qual que é? um público adulto mais idoso. E esse público adulto mais idoso também precisa e merece ser incluído nesse avanço eh eh tecnológico no qual nós nos encontramos. o público idoso que trabalha fazendo as palestras, o público mais adulto que trabalha conduzindo os grupos de estudo. Então é para esse grupo que hoje nós estamos dialogando, claro, com a ajuda daqueles que conhecem com profundidade o tema, que também em sua maioria é a juventude, mas para que o acesso às ferramentas de inteligência artificial sejam eh acessível a todas as pessoas. E isso é muito comum quando nós vamos comparar pessoas de diferentes níveis sociais, de diferentes eh eh idades, diferent eh na forma mais diversa possível. Todos nós que temos o uso de um celular, por exemplo, podemos utilizar a inteligência artificial. No nosso WhatsApp a gente tem a inteligência artificial da meta ou buscando ali a as ferramentas do chat
dos nós que temos o uso de um celular, por exemplo, podemos utilizar a inteligência artificial. No nosso WhatsApp a gente tem a inteligência artificial da meta ou buscando ali a as ferramentas do chat GPT que a maioria conhece. eh, e outras que estão à nossa disposição. E a ferramenta e as ferramentas de inteligência artificial nos atenderão todos da mesma forma. Daí então eh democratizar o saber e o aprendizado. E no que diz respeito a nós, trabalhadores espiritistas, trabalhadores do movimento espírita, as ferramentas de inteligência artificial, elas tem esse objetivo de nos auxiliar enquanto formadores de conteúdo, enquanto trabalhadores, para levar esse conhecimento espírita às pessoas que nos assistem, como um meio que também foi colocado aqui na primeira interação, o meio de divulgação da doutrina espírita de uma forma muito mais ampla, seja por meio das redes sociais, utilizando Canva e as inteligências artificiais que o Canva utiliza para criação de materiais eh midiáticos, seja por meio do auxílio na elaboração de roteiros de palestra e na ampliação desse conteúdo eh nas nossas reuniões doutrinárias. Emanuel, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, entretanto, nos alerta em o consolador: "A ciência, sem a evangelização do sentimento pode converter-se em perigoso instrumento da maldade e da destruição." E aqui a gente já inicia o nosso primeiro ponto de atenção no uso das inteligências artificiais. A inteligência artificial, ela existe na humanidade como um resultado do progresso, da própria lei do progresso. E Deus permitiu que ela aqui estivesse conosco na atual conjuntura humana, social, na na no ápice da transformação da humanidade do pro mundo de regeneração, justamente para o nosso crescimento e pro nosso aprendizado. Mas nós a devemos utilizá-la como meio de progresso e não como meio de perturbação. Para que a inteligência artificial seja utilizada como meio de progresso e não como meio de perturbação, é necessário o mesmo uso que nós fazemos das demais
e progresso e não como meio de perturbação. Para que a inteligência artificial seja utilizada como meio de progresso e não como meio de perturbação, é necessário o mesmo uso que nós fazemos das demais ciências, evangelizando o sentimento e o uso que nós fazemos dela, moralizando o uso da ferramenta. Porque a inteligência artificial, nós veremos mais à frente, ela é neutra em si mesma. É o uso que nós fazemos do celular, por exemplo, que é neutro em si mesmo. Ou aquilo que Kardec coloca em a gênese acerca dos fluidos que são neutros em si mesmos. Nós podemos poluir os nossos fluidos por meio dos nossos pensamentos e sentimentos, ou podemos moralizá-lo por meio dos nossos sentimentos ou eh eh dos sentimentos e pensamentos. Da mesma forma que o celular ele pode ser um instrumento excelente de comunicação, de aprendizado, de acesso a pessoas e coisas, mas também pode ser um instrumento de perturbação quando nós utilizamos para aplicar golpe nas pessoas ou para compartilhar eh desinformação, por exemplo. Da mesma forma, a inteligência artificial precisa ser moralizada, evangelizada, para que ela não seja um instrumento de maldade e de destruição. E esse instrumento de maldade e destruição, ele não ocorre somente quando nós temos, por exemplo, pessoas que consultam eh o chat GPT como se psicólogo fosse, ou se ou questionam ao chat GPT, como é um caso do acho que, se eu não me engano dos Estados Unidos. como fazer para eh assassinar um amigo? Ela também será ferramenta de maldade e de destruição quando no nosso dia a dia nós não fizermos uma análise mais acurada daquilo e não separarmos o joio do trigo daquilo que ela nos traz como fonte de informação. E talvez numa palestra, em vez de informar, nós passemos a desenformar, mesmo que num aspecto bonito, doutrinariamente falando. A tecnologia com propósito é uma extensão da caridade intelectual. Ferramentas de a são instrumentos poderosos para a divulgação da doutrina, criação de materiais acessíveis e tradução de obras fundamentais. Então,
om propósito é uma extensão da caridade intelectual. Ferramentas de a são instrumentos poderosos para a divulgação da doutrina, criação de materiais acessíveis e tradução de obras fundamentais. Então, as ferramentas de inteligência artificial hoje são instrumentos riquíssimos para que nós possamos eh levar a doutrina espírita para as pessoas de forma mais facilitada, auxiliando, como nós já colocamos acerca do Canva, na divulgação doutrinária, na criação de materiais acessíveis às pessoas que estão nos centros espíritas ou querem conhecer o espiritismo. Esse é um dos pontos que nós a utilizaremos no decorrer do nosso conteúdo. Nós falaremos de outros mais que podem ser utilizados, mas sempre com um ponto, facilitar a nossa vida, não para que nos tornemos instrumentos de preguiça. A doutrina espírita nos convida a ser operosos, nos convida a ser trabalhadores, não preguiçosos. Então, nós não devemos utilizar a inteligência artificial tão somente para tirar uma responsabilidade que é nossa. O objetivo é nos auxiliar para facilitar a nossa vida e nós aproveitarmos o restante do nosso tempo livre para outros afazeres, outras ocupações mais profundas ligadas à criação daquele conteúdo. Wilker. Dito isso, então, todo esse processo que nós compreendemos já nesse início de que a própria ensinar é uma forma de inclusão, nós vamos chegar na compreensão também de que não basta utilizar, não basta tê-la disponível e começarmos a perguntar e começarmos a tirar respostas dali, utilizarmos na nossa vida, especialmente quando falamos falamos de doutrina espírita sem fidelidade doutrinária. Fidelidade doutrinária nos convida muito mais a responsabilização com o conteúdo e com o material que estamos eh buscando. nos convida a nos responsabilizarmos profundamente com conhecer, com buscar ir além para que possamos compreender bem tudo aquilo que a esses recursos tecnológicos e a ferramenta de inteligência artificial nos fornece. Então ela, a Iá, na divulgação e estudo do espiritismo exige
além para que possamos compreender bem tudo aquilo que a esses recursos tecnológicos e a ferramenta de inteligência artificial nos fornece. Então ela, a Iá, na divulgação e estudo do espiritismo exige responsabilidade, sim, porque a responsabilização nossa em buscar conhecer, não transferir para Iá para que ela nos responda como que ela, se ela fosse um oráculo que dá todas as informações e sabe de tudo. E não precisamos do nosso esforço dedicado em entender todo aquilo que ela está nos oferecendo. vigilância e discernimento para preservar a autenticidade da doutrina. vigilância, porque não basta ouvir, precisamos ouvir, sim, mas a vigilância é o cuidado para que a doutrina espírita sempre se mantenha ali como o recurso que consola, que conforta, que auxilia, sem mistificações. E a mistificação, neste momento passa a ser uma nova natureza, uma nova conotação. por acreditarmos que a ferramenta artificial ela é capaz de nos dar tudo aquilo de que acreditamos que eh precisamos, quando na verdade ela vem como um potencializador, um recurso que vai nos auxiliar a conhecermos, aprofundarmos na investigação, nos auxilia inspirando para que a gente possa crescer e nos desenvolver. Então ela acaba se tornando um amplificador das nossas próprias sombras ou da nossa própria luz, porque ela vai nos auxiliar a reproduzir tudo aquilo que buscamos. Então, se eu estou utilizando ela sem critério, ela vai transmitir, ela vai replicar aquilo que eu estou buscando. Então, nós vamos perceber aqui que a necessidade de vigilância constante, a IA é uma ferramenta poderosa. Nossa responsabilidade é assegurar que ela complemente e não substitua a essência doutrinária da codificação, tá? Então, a essa vigilância nos convida sempre estar atento, porque a ferramenta ela não é algo que eh possa nos dar respostas eh sem qualquer falha, porque ela é um um ela foi produzida por nós, seres humanos, com permissão divina que para que possamos crescer e evoluir. Nós somos imperfeitos. Então ela é um
os dar respostas eh sem qualquer falha, porque ela é um um ela foi produzida por nós, seres humanos, com permissão divina que para que possamos crescer e evoluir. Nós somos imperfeitos. Então ela é um recurso também falho, imperfeito, que está seguindo o progresso da humanidade conforme nós também estamos. Então ela vai trazer informações ainda que não são precisas e ela não está aqui para suprir a nossa própria investigação, para suprir tudo aquilo que devemos fazer de cuidado. Então discernimento e razão por quê? Incluir a ouvir. E nós devemos ouvir a tecnologia. Nós devemos utilizá-la para nosso crescimento. Nós devemos buscar através de dos diversos meios o crescimento espiritual. E ela vai potencializar nos auxiliando, principalmente nesse mundo que cada dia nos exige muito mais, exige muito mais rapidez na informação, no desenvolvimento da do conhecimento, de agilidade nas respostas. ela vai auxiliar nesse momento, mas ela não supre a nossa busca, o nosso conhecimento, a nossa, o nosso cuidado. Então, incluir é ouvir a tecnologia como um filtro da com o filtro da razão e do conhecimento, evitando a automação do pensamento e a interpretações equivocadas. Quando nós automatizamos, transferindo toda a responsabilidade, tudo para Iá, coletando todas as informações dela e retransmitindo, replicando como verdadeira, nós estamos falhando, porque o convite nosso é que a gente possa discernir como Kardec nos ensina. No livro dos médiuns temos a doutrina espírita trazida por Kardec ali. Ele trazendo que a mensagem espírita ela deve ser eh deve haver o controle universal das mensagens. E aqui nós devemos fazer o mesmo com as com as informações, com o uso da dos recursos artificiais. Ter um controle muito profundo, muito coerente, racional, nos questionando. Essa informação é lógica? Essa informação é correta. Essa informação é coerente, duvidando, colocando sempre um ponto de interrogação, porque isso vai no evitar que possamos divulgar informação que está incorreta, porque a a IA ela pode
mação é correta. Essa informação é coerente, duvidando, colocando sempre um ponto de interrogação, porque isso vai no evitar que possamos divulgar informação que está incorreta, porque a a IA ela pode trazer mensagens muito belas, ela pode trazer citações do evangelho, mas podem estar erradas, não somente na no citação, como também no contexto. Apesar de belas, ela pode trazer uma uma frase, uma palavra que ela contradiz tudo aquilo que estamos buscando. Então, a necessidade do cuidado com as divulgação. E aí, então, nós vamos entender limites éticos e práticos, definir claramente os limites da IA para que ela atue como um auxiliar valioso e não como oráculo mantendo a coerência. E então o cuidado, misticar hoje a esse recurso que está disponível para todos nós, que entrou no movimento espírita, que entrou dentro da doutrina espírita no sentido de tá disponível para cada um de nós utilizarmos, ela é e deve, né, no sentido ser utilizada, mas com bastante coerência, com bastante cuidado para que ela possa promover o auxílio, o esclarecimento, o acolhimento, a inclusão daquele de todos e não uma divisão, a desinformação ou informação ou informações que sejam completamente contrárias ou que a longo prazo cause um prejuízo paraa própria doutrina pelo conteúdo que cada vez se multiplica. Então, vamos ter situações de canais, de páginas que na ânsia de manter seguidores, na ânsia de manter de manter eh pessoas ali curtindo, publicam às vezes sem cuidado doutrinário e aí temos desinformação ao invés de auxílio, de esclarecimento, de consolação. Opa. Então nós vamos compreender com isso que A e A tem falhas, tem os viés inerentes. Os modelos de A podem amplificar preconceitos, dados de treino, gerando informações distorcidas. Se nós somos imperfeitos e nós não utilizamos bem, não utilizamos de forma correta, buscando as bases doutrinárias, ela vai replicar as nossas próprias condições. Trazendo lá Emanuel, que diz no livro Pensamento e Vida sobre o pensamento, que o nosso mundo é construído pelo que
reta, buscando as bases doutrinárias, ela vai replicar as nossas próprias condições. Trazendo lá Emanuel, que diz no livro Pensamento e Vida sobre o pensamento, que o nosso mundo é construído pelo que nós pensamos. Então, quando nós utilizamos essas ferramentas sem o cuidado devido, ela tá replicando tudo aquilo que está em nós, as nossas próprias sombras. Se nós utilizamos essas ferramentas sem a verificação, ela vai tá sendo divulgada informações imprecisas e falhas, porque ela alucina. E essa alucinação o quê? ela vai buscar trazer uma informação que foi solicitado e essa informação, por vezes, é falha apenas para dar uma resposta. Se nós não utilizamos seja o prompt, como é muito comentado, né, eh eh o a pergunta, a construção do que nós estamos solicitando de forma adequada, ela vai dar uma informação às vezes incorreta, ela vai dar uma informação falha. Então, não é só o prompt que vai dar uma que vai trazer uma resposta boa, que vai trazer uma resposta coerente, mas os meus anseios, mas aquilo que eu estou transmitindo nas interações constantes que eu tenho com ela, ela acaba assimilando com o tempo aquilo que tem em mim, porque aquilo que eu estou, como eu estou interagindo com ela. Então, vamos compreender também que a inteligência artificial ela não é dotada de inteligência. Nós somos espíritos sim dotados de inteligência. Ela é apenas um recurso que foi codificado, que foi construído para analisar e trazer uma resposta com base em um conjunto de informações. E se nós alimentamos ela com informações às vezes equivocadas, com informações distorcidas, a resposta dela também vai ser com base nessas informações. Se ela não tem informação suficiente para responder, ela também vai trazer informações falhas. E aí quando não verificamos, não temos o devido cuidado, ela vai então ser um instrumento que é prejudicial. E aí a gente vai falta de compreensão profunda. E o que que significa isso? A Iá não consegue compreender conceitos profundos de amor, de compaixão, de
vai então ser um instrumento que é prejudicial. E aí a gente vai falta de compreensão profunda. E o que que significa isso? A Iá não consegue compreender conceitos profundos de amor, de compaixão, de caridade. Ela não consegue compreender porque ela decodifica, ela busca informações com bases em em uns critérios específicos, uma codificação. Então ela não detém sentimento, ela apenas vai buscar informação e reproduzir algo que estamos buscando. Então volto com Mateus. E aí a pergunta que nós fazemos, então, diante do que nós já falamos, a inteligência artificial é fator de progresso ou de confusão? Que que vocês acham? progresso ou confusão, depende de quem a usa. Então, ela pode ser de fato um fator de progresso. Ela é ela foi posta na humanidade como um fator de progresso, da lei de progresso, fruto do avanço da inteligência humana. Mas se nós não a utilizarmos adequadamente, ela pode ser um fator de perturbação. Então, ela impulsiona descobertas, otimiza processos e gera soluções inovadoras para o avanço humano. Ela auxilia o facilitador de grupo de estudo, ela ela auxilia o palestrante, ela pode otimizar eh eh rotinas do centro espírita. Então, se eu organizo, por exemplo, a minha escala de palestra, eu posso e e me dá muito trabalho fazer isso, pensar em temas de palestras, eu posso pedir para ela fazer. E é algo simples, simples de fazer, simples de eh corrigir e ela vai me trazer ali tão somente os temas encadeados. Eu posso falar que em setembro eu quero temas de valorização da vida. Em em março eu quero sobre o mês da mulher e em maio eu quero sobre mães e agosto sobre os pais. E ela já pode me trazer todos os temas ali. Ou eu posso falar assim: "Olha, eu quero todos os eu quero construir uma escala de palestra com base no livro Pão Nosso. Por favor, eh, com base no em todos os as semanas do ano, escolha os temas encadeados de uma forma lógica, coloque para mim e ela já me traz." E aí eu só vou colocando os palestrantes facil o objetivo de inteligências artificiais,
todos os as semanas do ano, escolha os temas encadeados de uma forma lógica, coloque para mim e ela já me traz." E aí eu só vou colocando os palestrantes facil o objetivo de inteligências artificiais, estimadas amigas, prezados irmãos, é analisar, é, é facilitar a nossa vida. Por isso ela é um instrumento de progresso. A gente vai mostrar ao final duas das ferramentas que nós temos utilizados, utilizado bastante, mas que poucos conhecem, porque o chat GPT, o Deepsic, muita gente já conhece. Mas eh outras eh ainda o Gemini também bastante gente conhece, principalmente para fazer foto, para compartilhar nas redes sociais, né? Mudar avatar, colocar asa, colocar não sei o quê. Todo mundo sabe fazer. Agora a gente vai compartilhar duas que vão nos auxiliar a entender conteúdos, a analisar conteúdos. E esse é o objetivo dessas ferramentas. centros, por exemplo, que fazem eh um trabalho mais próximo da sociedade, a partir de uma análise de dados, pode pedir paraa inteligência artificial traçar conclusões, traçar roteiros de trabalho, formas de atuação, tudo isso é, portanto, instrumento de progresso. Mas se nós a utilizarmos sem o discernimento, o que que pode acontecer? Ela pode aprofundar desigualdades, gerar informações falhas e desviar o foco espiritual. Então, o discernimento é a virtude que vai nos auxiliar a bem utilizar essas ferramentas, como o Yukker colocou, não como um oráculo. O espírita, na verdadeira acepção do termo, não deve utilizar a inteligência artificial como aquele que recebe respostas prontas, que recebe materiais prontos e entrega isso ao público que o assiste. De forma nenhuma. O espírita deve receber esses materiais. analisá-los, filtrá-los, melhorá-los, compará-los. E aí, se tudo estiver de acordo com a base doutrinária da codificação espírita, nós aí sim podemos utilizá-lo da melhor forma, porque a inteligência, como o Yuker colocou, ela pode cometer erros, ela pode fazer citações de autores que não são aquelas que realmente são. E isso em todos os
im podemos utilizá-lo da melhor forma, porque a inteligência, como o Yuker colocou, ela pode cometer erros, ela pode fazer citações de autores que não são aquelas que realmente são. E isso em todos os campos, não somente no campo do da doutrina espírita, mas até no campo profissional isso pode acontecer. Então, não nos enganemos, achando que ela vai estar facilitando a nossa vida. Ela vai facilitar se nós a soubermos, se soubermos a utilizar, porque senão ela será uma fonte de confusão quando nós não agimos com discernimento. E aí nós nos lembramos da responsabilidade de nós trabalhadores espíritas ao divulgarmos informações falsas. Seremos responsáveis por aquilo que fizer, que aquilo que adviermos nós feito a parte que nos cabia, que era corrigir, que era analisar, que era criticar, criticar aquela informação que tá posta ali. Não, isso está errado. Não, isso aqui não é desse autor. Não consta essa pergunta no livro dos espíritos. E aí a gente vai dando os comandos. arrume isso, corrija aquilo. Esse é, essa é a forma adequada, correta do espírita fazer o uso das inteligências artificiais na atualidade, sempre com o crio da razão. O crio que Allan Kardec nos ensinou quando, analisando diversas mensagens mediúnicas, ele as comparava umas às outras e extraía somente aquilo que estava de acordo com o quê? com a universalidade do ensino dos espíritos. É o critério utilizado pelo codificador e posto lá em o Evangelho Segundo Espiritismo. Hoje nós não precisamos comparar uma coisa com a outra, uma resposta do chat deptic, com a resposta do Geminai. Não precisamos desse trabalho. Basta a primeira resposta que vier nós observarmos. Isso aqui está de acordo com as questões postas em o livro dos espíritos, em o livro dos médiuns e nas demais obras de Allan Kardec? Se sim, OK. Se não, não. Então, o trabalho que o codificador fez lá atrás, analisando inteligências espirituais, nós somos convidados a fazer aqui, analisando as respostas que as inteligências artificiais nos trazem.
ão, não. Então, o trabalho que o codificador fez lá atrás, analisando inteligências espirituais, nós somos convidados a fazer aqui, analisando as respostas que as inteligências artificiais nos trazem. Incluir, portanto, é adaptar. E o que que nós somos convidados a adaptar hoje? O nosso papel é guiar a tecnologia. Adaptamos a nossa consciência e moralidade para o bem comum, conforme orienta a doutrina espírita. Então, é utilizar das leis divinas que se encontram inscritas na nossa consciência para a divulgação doutrinária a partir das inteligências artificiais, visando o bem comum como instrumento da caridade, da caridade agora intelectual que nós somos convidados a desenvolver. Talvez seja um novo aspecto da caridade que há o o mundo espiritual superior esteja nos convidando a utilizar. Passamos pela caridade das coisas, né, do pão, da sopa. Agora estamos, talvez, no momento da caridade intelectual, de levar o conhecimento ampliado da doutrina espírita a todas as mentes e corações que nos buscam no centro espírita. Aprofundamos nas reflexões que nos guiam a usar a inteligência artificial com responsabilidade, integrando ao nosso desenvolvimento moral e espiritual, sem esquecer a essência do ser. Então, é muito importante nós não esquecermos da nossa essencialidade, do espírito imortal que somos, não nos tornarmos artificiais com a própria inteligência artificial, não nos tornarmos eh eh mecânicos nas nossas atividades espíritas, mas eh eh ressaltamos utilizar aquele material e tudo aquilo que as as diversas inteligências artificiais nos trazem como propostas de melhoria, como auxílio na otimização do nosso tempo para que nós, por nossa vez, fazendo esse trabalho de raciocínio, de análise, de reflexão, possamos aprofundar os conteúdos que estão apostos. A inteligência artificial é um instrumento neutro da lei do progresso, um desafio à nossa maturidade espiritual. Sua aplicação no mundo material é um reflexo do nosso livre arbítrio, podendo impulsionar o avanço moral ou a
ial é um instrumento neutro da lei do progresso, um desafio à nossa maturidade espiritual. Sua aplicação no mundo material é um reflexo do nosso livre arbítrio, podendo impulsionar o avanço moral ou a confusão, né? Já abordamos essa questão da neutralidade das ferramentas tecnológicas. Elas podem ser usadas tanto para o bem quanto para o mal. A humanidade, na verdade, ela já sabe isso. Desde todos os tempos nós sempre temos os dois caminhos a percorrer. Foi assim com o átomo que criou a bomba atômica, né, e tantos outros meios que a humanidade cria como fator de destruição ou como fator de crescimento de progresso. Civilizações do passado sucumbiram por progresso intelectual sem o moral. A inteligência sem o amor é destrutiva. Adaptar-se é equilibrar a inteligência da máquina com a sabedoria do coração, buscando um futuro mais justo e mais fraterno. Esse, portanto, a nossa meta. A mesma meta que já está posta lá em livro dos espíritos, quando os benfeitores espirituais nos ensinam que a inteligência e eh o intelecto e o moral, eles não caminham na mesma velocidade, mas que nós somos convidados a utilizar do nosso lado intelectual, do nosso avanço, da nossa inteligência intelectual para puxar, para alavancar o nosso progresso moral. Então, agora em que nós já temos conhecimento a tecnologias de ponta, nós somos convidados a uma vez mais, com mais facilidade adaptarmos essa inteligência da máquina, utilizando-a com a sabedoria do coração, com o nosso lado amoroso, com o nosso lado consciencial das leis divinas, buscando um futuro mais justo e mais fraterno. Nós sempre devemos nos perguntar o que é que nós podemos fazer a partir desse conhecimento que está posto para nos tornar melhor aquele companheiro, aquela companheira que está na casa espírita. Como é que esse conteúdo pode me ajudar, trabalhador espiritista, a chegar e me tornar mais humano, mais acolhedor, compartilhando dos conhecimentos com as pessoas que nos assistem? E as respostas nos conduzirão exatamente a essa a
e ajudar, trabalhador espiritista, a chegar e me tornar mais humano, mais acolhedor, compartilhando dos conhecimentos com as pessoas que nos assistem? E as respostas nos conduzirão exatamente a essa a resposta desse futuro mais justo e mais fraterno, nos aproximando desse momento mais justo e mais fraterno. Então, gente, eh precisamos mesmo da Iar. E aí, o que que vocês acham? Eh, a IA ela veio, está aí, não só a IA, mas todos os recursos tecnológicos estão disponíveis para podermos bem utilizar, nos auxiliando a nos desenvolvermos através do ensino, do aprendizado, do conhecimento, nos nos auxiliando potencializar aquilo que nós estamos aqui buscando, que é caminhar para perfeição. Ele está aqui também para ouvirmos ela e ouvirmos o nosso próximo, porque a partir do momento que e ouvimos um recurso que tem como que tem como finalidade é potencialização de nós mesmos como seres eh individu individualizados na criação para caminhando para a perfeição. Estamos aqui logicamente para o nosso crescimento. Estamos aqui também para nos adaptarmos que cada momento, como diz na Gênese, são chegados os tempos novos, os tempos onde todas as coisas se mudarão, a transição está acontecendo. Então, esses tempos novos, a Iá é faz parte disso. Aíá e todos os recursos tecnológicos que Deus permitiu que através da nossa inteligência pudéssemos trazer ao mundo, pudéssemos desenvolver, ela está disponível para que possamos nós bem utilizarmos para crescer. Então, a essência, acima de tudo, é o propósito. A questão crucial é: precisamos mesmo da Iá, mas a resposta reside não na tecnologia em si, mas em nós, em nossos valores e propósitos como seres espirituais. Qual a finalidade que eu busco utilizar essas ferramentas? Qual que é o meu meu objetivo quando eu tenho ela à minha disposição e eu passo a utilizá-la? A doutrina espírita nos guia destacando a caridade e a reforma íntima como verdadeiro critério de progresso. E a e esses recursos está nos auxiliando para a reforma íntima, para realizar a o
ilizá-la? A doutrina espírita nos guia destacando a caridade e a reforma íntima como verdadeiro critério de progresso. E a e esses recursos está nos auxiliando para a reforma íntima, para realizar a o nosso progresso, para realizar a caridade, seja nas nossas vidas, seja para com o outro? Ou este recurso, ele vem nos potencializar o nosso orgulho, o nosso egoísmo, a vaidade, a divisão, os preconceitos, as perturbações, os desequilíbrios sociais entre os povos. É onde nós iniciamos a nossa reflexão. Então, não é na porque ela, como já foi mencionada e todos os outros recursos tecnológicos, ela não é má em si. O avião ele não foi criado para guerra, ele foi criado para romper distâncias, para nos aproximarmos. Aíá, os recursos tecnológicos também foi, mas quem conduz a utilização disto somos nós. Então, ela vai replicar como um espelho aquilo que está em nós, as nossas limitações, as nossas imperfeições. Então, é como nós utilizamos. Então nós vamos perceber aqui que a IA e a essência humana dentro neste tópico que o que não pode ser replicado na IA. A perspectiva humanista nos convida a refletir sobre o propósito da tecnologia. A inteligência artificial é um avanço significativo, mas sua verdadeira necessidade reside em nos tornar mais humanos. Então, como estamos buscando utilizá-la? justos e inclusivos. Estamos utilizando ela para sermos mais justos, para incluir ou para separar. quando nos desumaniza ou gera dependência, ela falha em seu propósito. ela falha porque nós estamos direcionando ela para para esse uso equivocado, porque nós nos tornamos às vezes como máquinas apenas agindo autonom irrefletido, sem cuidado, buscando apenas nos elevarmos, nos acharmos melhores, superiores, através de que eu tenho acesso, através do que isso me torna superior, com mais conhecimento. que o outro. Então, quando nós buscamos esses recursos para o nosso crescimento, ela é um recurso extremamente importante e ela contribui muito para o desenvolvimento, porque ela não vai fazer isso que nós somos
. Então, quando nós buscamos esses recursos para o nosso crescimento, ela é um recurso extremamente importante e ela contribui muito para o desenvolvimento, porque ela não vai fazer isso que nós somos convidados, o abraço consolador. Ela vai nos auxiliar a compreender como melhor fazer. Ela vai potencializar entendermos a dor humana no sentido de que vai mostrar, trazer a doutrina espírita quando olhada com critério para que possamos compreender mais profundamente e assim podermos estreitar os laços com o nosso irmão, podermos socorrer o outro. Ela vá, ela não tem a intuição inspiradora, porque ela não é um espírito para transferirmos a ela como um espírito que traz mensagens pra gente simplesmente divulgar diretamente, sem o cuidado devido. Amor incondicional, ela também não tem, somos nós. O afeto de um evangelizador ao contar uma parábola é insubstituível. Então, quando nós utilizamos ela para criar vídeos, materiais que seja mais eh acessível para a criança, nós estamos bem utilizando ela. Nós estamos exercitando a caridade, então ela passa a ser um recurso necessário. Quando nós utilizamos ela como reforço para nós nos reformarmos espiritualmente, para nós nos transformarmos, ela tem sido um recurso essencial. Então, o esforço individual para o aprimoramento moral é intransferível. É, pessoal, nós realizamos, ela só vai dar subsídios. E aí, então, o cuidado é quais subsídios eu estou oferecendo para ela, o como eu estou interagindo com com este recurso que está disponível. Eu estou utilizando para o bem, interagindo, buscando valores elevados para minha vida ou estou buscando às vezes as divisões, os desequilíbrios que apenas está em mim já. A perspectiva espírita e há a serviço da caridade. Fora da caridade não há salvação. É o que o Cristo nos convida. O evangelho traz muito enfaticamente. Então ele é o nosso supremo guia. Ele é o caminho que nós devemos trilhar a utilizar todos os recursos que nós temos, a guiar as nossas vidas, porque através de exercitar a caridade,
to enfaticamente. Então ele é o nosso supremo guia. Ele é o caminho que nós devemos trilhar a utilizar todos os recursos que nós temos, a guiar as nossas vidas, porque através de exercitar a caridade, utilizando ela para isso, é que nós poderemos bem direcionar a esses recursos que nós temos disponíveis, potencializando ele para o auxílio do nosso próximo, para estreitar os laços que nó que nos convida a socorrer, a consolar. Então aqui nós teremos a caridade de ensinar, de seminar conhecimento e o evangelho, criando conteúdo educativo e acessível. Então, quando ela nos proporciona eh pegar um texto a e fazer um resumo ou produzir o material a partir daquilo que seja mais acessível para aquela pessoa que tem dificuldade, ela é um recurso necessário. Ela é um recurso importante quando nós produzimos material através dela, eh, para divulgação com critério, com fidelidade doutrinária, para ampliar que a nossa caridade com a doutrina espírita, ela está servindo como meio de caridade. E aí nós temos a caridade de ouvir, então, amplificar vozes marginalizadas e apoiar necessitados através da tecnologia. Como nós fazemos isso? Nós estamos buscando estreitar esses laços. Nós estamos buscando socorrer aquele que necessita. Nós estamos buscando orientar caridade de adaptar, construir um mundo inclusivo, superando barreiras e e tantos recursos que nós temos para poder fazer isso. Nós temos, por exemplo, hoje ferramentas que fazem Libras, né, que fazem a produzem material que é acessível para que eles têm necessidade, já em português, que há pouco tempo não se tinha. Então, nós conseguimos trazer a fazer a inclusão com mais pessoas. que às vezes estavam sendo privadas do conhecimento, privadas da consolação. Então, aí é um recurso necessário neste momento. E aí a gente já caminha paraa conclusão. A jornada pela intersecção entre tecnologia e propósito nos revela um caminho de responsabilidade e oportunidade. A tecnologia e inteligência artificial são ferramentas e seu valor reside na
onclusão. A jornada pela intersecção entre tecnologia e propósito nos revela um caminho de responsabilidade e oportunidade. A tecnologia e inteligência artificial são ferramentas e seu valor reside na forma como utilizamos para o progresso moral, intelectual. Caridade material quando a gente dá o pão, mas também quando a gente cria meios através dela para podermos socorrer o necessitado para auxiliar. caridade intelectual no sentido de levar conhecimento, de nos esclarecermos primeiro, porque tudo começa em nós, de nos prepararmos para poder auxiliar, para poder orientar, para podermos estarmos equilibrados e bem com conhecimento, com base para poder às vezes consolar aquele que tá precisando. Então, ela é um instrumento. Aí a gente vai ver incluir a ensinar, utilizar a IA para expandir o acesso ao conhecimento, simplificar informações e democratizar educação, sempre com as bases em fontes fidedignas, ou seja, a doutrina espírita nas fontes básicas, no pentateuco. Aí nós temos as revistas espíritas, que são recursos, são bases para que nós possamos utilizar. incluir é ouvir, praticar o discernimento ativo, questionando os viés da IA e reconhecendo suas limitações para proteger a autenticidade doutrinária. não somente proteger a autenticidade, mas também cuidar das nossas próprias sombras para que ela não venha refletir as nossas sombras, as nossas limitações, replicando e eu está replicando essa informação. Como por exemplo, já tivemos casos eh relatados de nos Estados Unidos, pessoas utilizando, jovem utilizando e que foi cometeu suicídio após utilizar e buscar através dela meios. Então assim, o cuidado de como utilizando e tava apenas replicando a aquilo que estava nele. Pessoas hoje utilizando ela como recurso para psicológico, para tratamento, né? Ela vai replicar o que? as dores, as dificuldades que a pessoa tem. Então ela não vai gerar uma informação nova, porque aquilo que tem em mim, aquilo que eu estou compartilhando com ela, é apenas as minhas limitações.
o que? as dores, as dificuldades que a pessoa tem. Então ela não vai gerar uma informação nova, porque aquilo que tem em mim, aquilo que eu estou compartilhando com ela, é apenas as minhas limitações. Então, o cuidado que nós devemos ter, incluir é adaptar, evoluir com a tecnologia, integrando-a com sabedoria e ética, para que ela sirva como valioso auxiliar na construção de um mundo mais fraterno. E ela está aqui. Fraternidade através da caridade para com todos. é um mecanismo, um recurso para nós construirmos um mundo melhor, para estreitar laços, produzindo resumos, produzindo os vídeos, produzindo material que possa auxiliar, socorrer. Então, para finalizar, que possamos utilizar para um futuro consciente, que a tecnologia guiada pela ética e pelo amor construa um amanhã mais fraterno como um instrumento a serviço do espírito, potencializando nossa capacidade de amar e servir. Então, lembramos disso, amar e servir para o bem, para o auxílio, para o socorro, para ser instrumento de progresso do nosso mundo e não de divisão, de conflitos, de perturbações. E para concluir, a gente deixa um tempinho no final também para podermos compartilhar duas ferramentas, né? Eh, que nós utilizamos, eu acho que bem eh eficiente para colaborar não somente com neste momento, mas para colaborar com todos nós que utilizamos aí nas nossas atividades, que é o gama. E para vocês verem, este material foi produzido direto nele. Logicamente o conteúdo nós levamos para a o gama e nele foi produzido os o layout, os slides. Então, vejam que ele traz uma produção muito boa de material. Isso facilita, né? Falando de palestra, a IA pode produzir um um resumo, pode. Ela pode produzir um relatório, um uma um corpo de um de uma palestra, pode, mas aí cabe a nós utilizarmos a fidelidade, cuidado para que não seja construído com bases erradas. E aí nós temos o notebook LM, eu acho que das principais ferramentas que eu vou compartilhar no meu computador. Só um instante aqui. Ele é voltado para estudo.
e não seja construído com bases erradas. E aí nós temos o notebook LM, eu acho que das principais ferramentas que eu vou compartilhar no meu computador. Só um instante aqui. Ele é voltado para estudo. Wilker. Eh, eh, só para concluir aí. Então, vocês pegaram eh fizeram a palestra, jogaram lá somente para fazer os slides. É isso. >> Sim. >> Tá. Então, não foi para como utilizado e e não está sendo utilizado para preparar as palestras. Isso que eu queria entender, porque assim, eh, algumas vezes a gente tende a a utilizar dessa forma. Eh, eu mesmo, por exemplo, a primeira vez que eu usei no chap GPT, o gama eu tenho, mas não acho, eu particularmente acho ruim, não sei se é porque as versões minhas são gratuitas, tá? Então, não sei se tem uma diferença grande. Ouvi dizer que tem uma diferença enorme, não é nem grande, tá? Na no resultado. Ou até talvez vocês ensinarem, né, a fazer um promp melhor, porque que é o que falo, né, fazer a pergunta, mas eu coloco lá, prepara uma palestra com base na na nos ensinos espíritas detalhadamente e não vem detalhadamente assim, entendeu? Então assim, eu não sei o que pode estar ocorrendo. Eh, e aí talvez vocês criarem alguma coisa, eh, algum tema de palestra aqui agora do que vocês não tão preparados. Ah, qual tema? A gente escolhe aqui e, tipo assim, faz um promp normal e um promp mais detalhado para que a gente possa entender isso, tá? Eu digo porque e eu não consigo, tá? Eu só tive uma vez que saiu alguma coisa interessante. Obrigado. >> Como que é o nome do senhor? Rafael. O, vou falar do gama especificamente, eh, ele de fato ele cria conteúdo. Eu utilizo bastante o gama, mas eu não o utilizo como um criador de conteúdo, especificamente o conteúdo doutrinário, porque das minhas análises, ele não faz de fato, como o senhor colocou, uma criação tão fidedigna quanto outras ferramentas de inteligência artificial. Então, o que que eu prefiro fazer? Eu prefiro gerar o a parte a do subsídio doutrinário no ou no chat GPT, mas não gerar o
a criação tão fidedigna quanto outras ferramentas de inteligência artificial. Então, o que que eu prefiro fazer? Eu prefiro gerar o a parte a do subsídio doutrinário no ou no chat GPT, mas não gerar o subsídio em si, mas os tópicos que serão trabalhados, as questões de o livro dos espíritos. E aí eu jogo esse subsídio no gama tão somente para ele criar o layout para mim, porque de fato ele deixa muito a desejar no que diz respeito ao aspecto doutrinário. Embora e quando a gente coloca que que eu já fiz, eu crio estudos e eu pego o roteiro lá que eu vou dar da do ESD, eu pego aquele roteiro, eu insiro no gama anexando, e aí eu dou alguns comandos do tipo assim, não quero que você crie frases, não quero que você crie nada, eu quero que você tão somente utilize palavras, frases, conteúdo desse material. Aí ele tende a ser mais fidedigno ao conteúdo doutrinário. Mas de ordinário, a gente até num outro grupo fez uma palestra sobre família espírita. Nós não lemos o que ele criou, mas certamente quando a gente for ler lá a gente vai encontrar bastante impropriedade que talvez não seja doutrinária, mas talvez seja superficial ou esteja com citações não adequadas. eh eh equivocadas também, não do ponto de vista doutrinário, mas talvez do ponto de vista da fonte. Então, quando eu peço para ele criar algo, eu ou mando o material, o texto, e aí eu sempre dou esse comando. Não crie absolutamente nada, utilize apenas o texto eh que está no material, que está no anexo. pro gama. No chat EPT, ele é melhor para essas criações, ele é um pouco mais elaborado nesse sentido, mas o chat deptides, os slides que ele fala que vai criar são terríveis, né? São só textos. Eh, mas também e principalmente lá a gente tem que dar uma uma analisada mais aprofundada e as questões de ser gratuito ou ser pago, isso tem um impacto de fato. Eh, e é, eh, às vezes a gente precisa, principalmente no gama, questões de layout, essas coisas são mais e e quantidade. Se a gente prepara um estudo toda semana, por exemplo, é
em um impacto de fato. Eh, e é, eh, às vezes a gente precisa, principalmente no gama, questões de layout, essas coisas são mais e e quantidade. Se a gente prepara um estudo toda semana, por exemplo, é melhor um conteúdo pago do que um conteúdo gratuito e etc. você quer? >> Eu queria só colaborar só porque assim, eu uso muito gama, aliás, eu só uso gama hoje. Eh, eu queria te falar assim, então, como >> Alô, alô, tá ouvindo? >> Como assim? Eh, para você fazer as versões, às vezes é uma falta de costume, tá? E você só vai aprendendo fazendo costume. Às vezes as letras ficam, não ficam do tamanho que você quer, mas você vai aprendendo a aumentar. Isso é uma coisa que às vezes atrapalha as pessoas. Eu gosto de letra grande, mas o que eu vejo no gama, por exemplo, a gente faz um um livro do estúdio Viva, do livro Estúdio Viva, eu pego alguma lição, eu ponho a lição inteira no gama e peço para eles montar um slides referente à aquela lição, fica excelente, entendeu? Mas eu não pedi para ele elaborar uma palestra, é diferente. Aí eu quando eu vou fazer uma palestra, eu faço como Mateus, eu vou com a minha ideia própria, meio que vou pego algumas ideias do chat GBT, que ele vai mostrar aí provavelmente como que usa e aí sim eu elaboro a palestra. A minha experiência com gama é muito boa. Hoje eu pago, eu pago, mas no começo eu fazia sem pagar até eu ver que eu queria mesmo. Eh, a minha experiência particularmente é muito boa. >> Eh, deixa eu só a a passar aqui porque já tá encerrando o nosso tempo >> e e aí a gente não consegue o horário é 18:30 pra gente encerrar. >> OK. Pode fazer. Depois a gente conversa. >> 18:20. nossa, 18:30, tá? Eh, duas questões. Realmente existe diferença no no contexto, que é assim é a quantidade de informação que a paga e a gratuita vai levar em consideração na hora de trazer a resposta. Existe também a informação que você tá disponibilizando para que ela possa te responder. Quanto mais informação e não quer dizer aí, prompt aquele a solicitação sua não quer
hora de trazer a resposta. Existe também a informação que você tá disponibilizando para que ela possa te responder. Quanto mais informação e não quer dizer aí, prompt aquele a solicitação sua não quer dizer que você tem que fazer gigantesca porque acaba se perdendo também, mas é uma é informação clara, precisa, direta e anexo de material que auxilia porque ela vai fazer te responder com base no material. Existe uma outra questão, aquecimento da da IA, né? Você vai preparar ela para que ela possa entender o contexto, para que ela possa entender a sua solicit o que você tá em mente de modo geral para depois ela te responder. Se você for direto, me dê isso, ela vai te responder muito vaga, impreciso, ela não vai ser clara e realmente vai ficar sempre frustrado. Gama de modo geral, né? também me frustrei lá atrás que eu fui testar, eu gosto de testar tecnologia, eu fui testar, né? Muito ruim que eu achei ela. No entanto, a a tecnologia tem evoluído de uma forma assim impressionante. Em alguns meses, ela evoluiu incomparavelmente. É uma outra, é uma outra ferramenta em termos de qualidade e produção. Para vocês ver este material, os slides foi produzido nela. Tá? Ela consegue fazer resumo, alterar as informações, aí o cuidado, avaliação. Então a gente volta no que nós estávamos falando. Não adianta nós simplesmente jogarmos e esperarmos que ela te dê o material pronto com fidelidade, com base doutrinária. A gente tem que buscar depois validar, corrigir e ter atenção às vezes na em como você tá solicitando. E aí um outro ponto, o eu no contato com ela, né? Como quem sou eu? como eu estou lidando com ela. As minhas interações também fazem com que ela passe com o tempo identificar. Ele gosta disso, ele ele ele pensa nisso, ele tem isso. E aí com base nessas identificações, ele também vai identificando quem você é, vai te respondendo. Então é as sombras ou a luz que que tem em mim que vai influenciar também no processo de resposta dela. Por isso, cuidado. Ela é um instrumento para
vai identificando quem você é, vai te respondendo. Então é as sombras ou a luz que que tem em mim que vai influenciar também no processo de resposta dela. Por isso, cuidado. Ela é um instrumento para potencializar o nosso crescimento. Não dá para transferirmos para ela as respostas da produção. Esse material, ele tinha um texto, ele tinha um uma um material antes para que ele pudesse produzir esses slides. Mesmo assim, no momento ele ainda trouxe uma configuração de uma palavra falha ali que a gente precisou corrigir. E eu já identifiquei outra coisa que ele precisa corrigir ali, ou seja, a nossa o nosso cuidado, a nossa revisão na utilização desses daí. Gama gratuito produz 10 cards, ou seja, 10 slides. O gama pago ele produz mais. É, logicamente as empresas vão vão privilegiar quem tá pagando para ela, né? É diferente. Eh, aqui a gente tá mais para não simplesmente ensinar o uso, porque o uso faz parte do dia a dia, da minha, do cuidado, da busca de ar e colocar em prática. Aqui a gente tá porque assim, se a gente pegar todas as IAS, a gente não consegue num dia e meio nem falar sobre todas elas e muito menos ensinar e sair todo mundo daqui prático na utilização de algumas poucas, de tão assim amplo que são as informações e todo o conjunto de bases que precisa. Aqui a gente vai trouxe mencionou o gama porque assim é algo que pode facilitar e auxiliar. E e depois eu vou pedir paraa Nat ajuda para mim colocar uma outra tela que foi do outro grupo que nós produzimos o material. Mas agora vou compartilhar do Notebook LM, este aqui, esta ferramenta, né? Notebook LM é um é um recurso que é voltado para estudo, eh, e ele auxilie muito porque ele vai produzir com base naquilo que nó na informação que eu tô dando para ele, né? Por exemplo, aqui. Eh, nossa, esse daqui tá, deixa eu voltar aqui. Vou cuidar aqui. N, eu consigo trocar a tela porque eu não encho daqui. Pera aí, tem que compartilhar de novo porque tá no outro aqui, não é neste daqui. Tem que parar remover. Tá aqui. Eu acho que ele ele puxou
aqui. N, eu consigo trocar a tela porque eu não encho daqui. Pera aí, tem que compartilhar de novo porque tá no outro aqui, não é neste daqui. Tem que parar remover. Tá aqui. Eu acho que ele ele puxou inteira. É quando você abrir qualquer OK. Está aqui. Isso. Olha só. Eu é que eu na verdade tava trocando do meu perfil aqui, que é o que eu normalmente utilizo predominantemente o notebook LM. Eh, ele, por exemplo, este aqui, notebook LM, como se fosse livros, né, ou podemos se dizer assim, ou caderno de anotações. Eh, e ele consegue, né, cada pasta dessa e você consegue gerar um estudo. Antes eu gerava um específico para cada estudo que eu queria, né? Agora eu tô utilizando de uma forma diferente. Eu trouxe, por exemplo, todas as obras básicas aqui. E aí, com base nisso, eu vou fazendo as solicitações daquilo que eu preciso aqui. Aí, neste campo, eu venho aqui, faço a minha solicitação, ele traz um resumo com base nesse material e aí eu posso selecionar aquele material que eu quero que ele faça a pesquisa. E feito a pesquisa aqui, eu posso vir aqui e gerar um resumo em áudio sobre esse material, que vai fazer com base no material que nós temos aqui gerado, tá? Então ele é voltado para estudo mesmo. Então posso escolher as várias formas que eu preciso que ele faça. Aí que vem a diferença, gente. O prompt, o prompt sou eu. O prompt é o eu que estou buscando, é como eu estou me conectando e como que eu estou eh fazendo a solicitação, que aí a gente vai aprender com o tempo. Não adianta a gente falar: "Faça assim, ah, me dá um modelo". Porque sou eu, é, é o, é o meu jeito que vai direcionar paraa resposta que eu preciso também, porque eu posso passar um prompt aqui que vai atender como eu gostaria, mas não é como que cada um gostaria de, como cada um espera esse material, tá? Aí aqui nós temos também pode ser produzido resumo em vídeo, a mesma coisa. Eu escolho o modelo, vou trazer a o prompt, ele pode gerar mapa mental, relatórios. interessante, por exemplo, eh, esses
tá? Aí aqui nós temos também pode ser produzido resumo em vídeo, a mesma coisa. Eu escolho o modelo, vou trazer a o prompt, ele pode gerar mapa mental, relatórios. interessante, por exemplo, eh, esses cartões didático que eu vou abrir aqui, ã, isso daqui ele produz questões para estudar e aí ele te dá a resposta também, então consigo estudar. Então, uma ótima ferramenta voltada especificamente para para estudo e para pra gente na doutrina espírita ele auxilia muito. Não, ele não é voltado para isso, né? a apresentação em si, não, mas, por exemplo, eh, pode produzir às vezes resumo, né? Pode produzir resumo que me auxilia a compreender melhor aquilo, a aquele tema. Ele vai, por exemplo, eu vou voltar aqui, ele vou voltar aqui no outro aqui. Ã, parábola da figueira. Só foi específico sobre isso que eu fiz. Eu produzi o material em uma outra ferramenta e nessa outra ferramenta eu juntei Parábolo da Figueira, conciliando com a gênese, livro dos espíritos, livro dos médiuns, as obras básicas. Ele produziu um material linkando todas essas informações. E aí a diferença, eu dei eu dei o material para ele, eu falei: "Esses livros está aqui, ó, anexei". E ele foi lá e pesquisou e trouxe. Aí eu trouxe aqui e montei um resumo. E aí montei um resumo em áudio também sobre isto. Então ele me trouxe um resumo baseado naquilo que eu tô solicitando de informação direto, tá? E é interessante porque, por exemplo, o o mapa mental, ele vai me auxiliar às vezes a desencadearem uma ideia para estudo. Então eu vou abrindo cada tópico que ele gera. >> Só pegar um gancho. Eu adoro os vídeos. Resumo. Quem é facilitador de grupo de estudo aqui? Só uma dica. Obrigado. Quem é facilitador de grupo de estudo, o teste esse daqui para fazer um resumo do início, para fazer uma introdução de um assunto ou para fazer o fechamento com os resumos em vídeo. Ele é fantástico. Eu particularmente sou apaixonado. É, não, ele não é um vídeo assim trazendo personagens, essas coisas, mas ele vai compilando as ideias
a fazer o fechamento com os resumos em vídeo. Ele é fantástico. Eu particularmente sou apaixonado. É, não, ele não é um vídeo assim trazendo personagens, essas coisas, mas ele vai compilando as ideias principais, ele faz questionamentos, é como se ele tivesse dialogando com a turma. Eh, utilizem, vale bem a pena. Senhor, tem mais uma >> é só para entender aí pra gente nunca tinha nem ouvido falar desse >> e tem muito mais >> desse não. Sim, mas é eh esse notebook LM é para fazer o cadastro que nem faz no chap GPT e tudo mais. >> Se tem conta no Google, já tem ele disponível, só acessar. E onde que acessa isso que eu nunca vi? Você entendeu? São algumas coisas até às vezes tá fácil. Eu achei interessante. Mas aí uma pergunta, eu sempre tenho que levar o material, >> entendeu? >> Ah, ok. Então, >> tá OK. Você você pode entrar no >> antes, antes ele não tava disponível ali, você tinha que você tinha que pesquisar a parte, tá? >> OK. Então, mas aí a gente tem que sempre colocar o material para ele pesquisar ou a gente pode dar falar assim, ó, coloca material >> sempre tem que então você tem que tentar escanear ou separar um material, copiar, selecionar ele e colocar dentro para que ele possa ler. É isso. >> Isso. >> Tá. Então, eu não posso falar para ele, por exemplo, eu tô tirando a dúvida. Eh, eh, eu quero uma um resumo ou uma relação entre a pergunta tal e pergunta tal do eh pergunta tal do livro tal e pergunta. Ele não vai lá buscar não, >> não, não. >> É, é só para entender isso daí >> assim, até para se tornar mais objetivo e direto isso, forne essa informação até mesmo no chat e PT Gemini, porque cada um tem uma finalidade, cada uma dessas ferramentas, né? Sim. É o que eu tô perguntando. >> Então forneça sempre a informação onde que você quer que ele utilize para >> Não. Sim, mas eu tô, por exemplo, eh, eu quero um uma intercessão ou uma junção da do item tal, por exemplo, do evangelho, item tal e item tal do evangelho segundo o espiritismo. Faça alguma coisa com isso daí. Por exemplo,
r exemplo, eh, eu quero um uma intercessão ou uma junção da do item tal, por exemplo, do evangelho, item tal e item tal do evangelho segundo o espiritismo. Faça alguma coisa com isso daí. Por exemplo, lá nesse notebook LM não faz isso. Eu tenho que trazer os materiais e colocar lá dentro para poder fazer isso. É isso, >> sim. Eh, Wilker, só falar pro pessoal que, infelizmente, gente, se deixar, a gente fica aqui há muitas horas falando sobre isso, porque é um assunto extremamente estigante e a gente tem inúmeras dúvidas, mas eu vou te passar a palavra, Wicker, para você fazer um fechamento, porque nós já estamos passando da hora. realmente. Eh, só por último, no primeiro grupo que nós estávamos, eh, foi feito este material na no Gama, né? Passamos o tema e pediu para ele criar uma palestra, né, sobre o tema relações pais e filhos na visão espírit objetivo ao questionamento. Ele foi, trouxe, né, aparentemente está em conformidade com a doutrina espírita. aparentemente a necessidade a partir desse momento da verificação. E ele não é só para produzir material assim, ele vai lá, você pode gerar e trazendo e fazendo como se fosse no próprio PowerPoint. ele pode trazer os tópicos e aí a gente vai organizando ele melhor para poder eh preparar a o material, né, da exposição. Então, gente, é isso. Eh, eu sei que a que assim as ferramentas são muitas, as dúvidas são muitas, o objetivo não é exatamente nós trabalharmos na prática, porque a prática ela ela é o dia a dia, o desenvolvimento, é colocar a mão na massa, mas acima de tudo é a gente trazer a base com que nós iremos utilizá-la, né? este cuidado nosso, para que que ela, qual que é a finalidade dessas ferramentas, como utilizá-la, lembrando da fidelidade doutrinária, da destinação, de quais são os nossos objetivos, da caridade ao utilizar essas ferramentas. O objetivo principal nosso é dar para contribuir com vocês, com cada um, eh nesse direcionamento doutrinário da utilização. Aí cabe a cada um e necessário a gente a gente
o utilizar essas ferramentas. O objetivo principal nosso é dar para contribuir com vocês, com cada um, eh nesse direcionamento doutrinário da utilização. Aí cabe a cada um e necessário a gente a gente troca informação aí, mas é direcionar cada um para como tá tá utilizando essas ferramentas no seu dia a dia, beleza? E nosso horário aqui já tá me cobrando que a gente precisa encerrar. Beleza. Bom, pessoal, então chegamos ao final da nossa atividade deste sábado. E antes de fazer a prece, eu gostaria de informá-los mais uma vez que amanhã, domingo, nós continuamos com as nossas atividades. Iniciaremos pontualmente às 8 horas com a orquestra da fundação, que é uma orquestra belíssima, vocês não devem perder, tá? Então, estão todos convidados. E agora sim, para fazer o encerramento, nós convidamos a nossa amiga Lorena para fazer a prece final. Então, vamos orar. Senhor, agradecemos profundamente todos os ensinamentos recebidos no dia de hoje, pelas mãos construídas por esses voluntários que tanto nos beneficiaram com os ensinamentos, com as reflexões trazidas no dia de hoje. Abençoe, Senhor, esses facilitadores que se dedicaram tanto para este momento. O nosso muito obrigado. Lhe pedimos que estejamos durante a noite em pensamento, em sonho, conectados ainda, trabalhando esse esse tema tão importante para o nosso movimento espírita. que envolve o acolhimento, a inclusão, o valor de cada alma que muitas vezes é trazido ao centro espírita para definição de novos rumos existenciais. Ensina-nos, Senhor, a ouvir a voz desses sentimentos. da fraternidade e a cada dia mais inserirmos em nossa vivência diária os passos que tu ensinaste como o grande acolhedor de todos, independente de sua história pregressa, do que trazia de dores na alma do sofrimento. Tu nos acolhia um a um. que possamos aprender este exemplo e levar até os centros espíritas, até os nossos lares, os nossos trabalhos, para que possamos ser identificados como os verdadeiros cristãos que pregam, mas também que se esforçam
prender este exemplo e levar até os centros espíritas, até os nossos lares, os nossos trabalhos, para que possamos ser identificados como os verdadeiros cristãos que pregam, mas também que se esforçam por realizar aqui. aquilos que já ensinam, que já sabem. Obrigada, Senhor, por esta oportunidade e abençoa-nos hoje e sempre. Que assim seja. justamente para levar a mensagem de Jesus a cada vez mais pessoas que existe a área de comunicação social espírita. E nesse sentido, a gente atua em duas frentes de trabalho. A primeira de divulgação espírita. atua para que os grupos, para que as pessoas, para que os espíritas e as instituições ocupem as redes sociais, os canais digitais, divulguem a mensagem espírita, transmitam ao vivo as suas atividades, enfim, mostrem o espiritismo às pessoas e às comunidades. E a segunda é na reunião pública, uma atividade que acontece no centro espírita, que inclui a exposição doutrinária. Então, nós formamos palestrantes espíritas em Cuiabá, no interior, presencialmente, virtualmente. Nós existimos para que essas pessoas desenvolvam as suas atividades, cheguem a cada vez mais pessoas e façam isso com qualidade, com a qualidade que Jesus e Kardec recomendam. Isso não seria possível sem a campanha Gotas do Bem da Feente. É por isso que eu te convido, conheça essa campanha. A gente sabe que o que a gente faz ainda é pouco, mas o oceano certamente não seria o mesmo sem essa gota. Nos ajude a seguir adiante. Justamente para levar a mensagem de Jesus a cada vez mais pessoas que existe a área de comunicação social espírita. E nesse sentido, a gente atua em duas frentes de trabalho. A primeira de divulgação espírita. atua para que os grupos, para que as pessoas, para que os espíritas e as instituições ocupem as redes sociais, os canais digitais, divulguem a mensagem espírita, transmitam ao vivo as suas atividades, enfim, mostrem o espiritismo às pessoas e às comunidades. E a segunda é na reunião pública, uma atividade que acontece no centro espírita, que inclui
m espírita, transmitam ao vivo as suas atividades, enfim, mostrem o espiritismo às pessoas e às comunidades. E a segunda é na reunião pública, uma atividade que acontece no centro espírita, que inclui a exposição doutrinária. Então, nós formamos palestrantes espíritas em Cuiabá, no interior, presencialmente, virtualmente. Nós existimos para que essas pessoas desenvolvam as suas atividades, cheguem a cada vez mais pessoas e façam isso com qualidade, com a qualidade que Jesus e Kardec recomendam. Isso não seria possível sem a campanha Gotas do Bem da Feente. É por isso que eu te convido, conheça essa campanha. A gente sabe que o que a gente faz ainda é pouco, mas o oceano certamente não seria o mesmo sem essa gota. nos ajude a seguir adiante.
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