Encontro de Qualificação ‘Caminhando com Jesus no Sistema Prisional 2' | Tarde

Feemt Play 12/04/2025 (há 11 meses) 3:32:33 336 visualizações

Junte-se a nós em um dia de imersão, onde aprenderemos a semear amor e esperança nos corações de nossos irmãos privados de liberdade. Inspirados nos ensinamentos de Jesus, vamos construir um espaço de convivência baseado no amor, perdão e fraternidade. 🗓️ Data: Sábado, 12 de abril 🕘 Horário de Cuiabá: 9h às 12h | 15h às 18h 👩‍🏫 Facilitadores: Afro Stefanini II, ⁠Edvaldo Roberto, ⁠Emanoel Flores e Hélio Blume Mediadoras: Silvia Tomaz e Solange Montanha. 🤝 Aceite este convite e seja uma candeia a iluminar novos caminhos. Vamos juntos transformar dor em amor e construir um futuro mais justo e humano! 💖✨

Transcrição

Eu ando afastado de ti. Faz algum tempo, Senhor, que eu ando afastado de ti, meio atolado, girando, girando, e por isso eu sofri. É que o tempo não para, a vida não para e a lei é viver. Mas de repente é a gente que para e pergunta por quê? Que vida é essa que a gente levanta e já tem que correr com medo do emprego ou do desemprego. Com medo do quê? Por isso eu venho, ó Senhor, estar ao teu lado. Por isso eu te peço perdão por estar tão cansado. Por isso eu venho, Senhor, estar ao teu lado. Por isso eu te peço perdão por estar tão cansado. De sol a sol, a gente segue adiante tentando esconder o sofrimento que é tanto, que é tanto, que é tanto pros filhos não ver. Mas é que às vezes a dor é imensa, não dá para aguentar. E os meus olhos se enchem de água. Eu começo a chorar. Minha mãe já dizia: "Meu filho, harmonia está em Jesus". Quem é que aguenta dizer que perdoa pregado na cruz? Se a vida para ele foi pesada e difícil, pra gente também. E é nele que eu tiro essa força de mãe, que eu te mostro o meu bem. Por isso eu venho, Senhor, estar ao seu lado. Por isso, eu te peço perdão por estar tão cansado. Por isso eu venho, Senhor, estar ao seu lado. Por isso eu te peço perdão por estar tão cansado. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Dando continuidade no Caminhando com Jesus no Sistema Prisional dois. com o convite amoroso do nosso irmão Mário Barbosa e ele sempre nos convidava. Antes de orar, a gente canta. Então, ouvindo afro aqui novamente, a música que ele cantou pela manhã ao vivo. E neste momento eu e Solange vai ler mais uma carta do Caminhando com Jesus, sistema prisional 2. Cadê o microfone? Não tem dois. O sentido do trabalho do bem na minha vida. Bem, esse trabalho significa muito para mim. Eu tenho certeza que eu recebo muito mais do que os reducandos, do que os assistidos, porque eu aprendi em terapia que quando eu estou ajudando a curar a dor do outro, eu estou curando a minha. Então, eu estou curando o presidiário que existe dentro de mim. Estou curando

os assistidos, porque eu aprendi em terapia que quando eu estou ajudando a curar a dor do outro, eu estou curando a minha. Então, eu estou curando o presidiário que existe dentro de mim. Estou curando o privado de liberdade, porque ser privado de liberdade não é simplesmente estar traficando dentro de uma cela, porque de muitas maneiras, muitas vezes, nós estamos também vivendo como presidiários, como pessoas que estão traficadas dentro de situações envolvendo preconceito, envolvendo baixa autoestima e tantas outras coisas. Então esse trabalho para mim é importantíssimo, porque cada vez mais eu me sinto realizado, auxiliando os meus irmãos em Cristo para que eles possam atravessar este momento árido das vidas deles. Inclusive, eu digo para eles a seguinte metáfora: deserto é lugar para se morar? Daí eles respondem: "Não, deserto é lugar para se atravessar? Tá? Então, nós estamos aqui no deserto dessa prisão. Eu estou junto com vocês. No deserto quando a gente encontra um oasis é muito bom que a gente vai se fortalecer para continuar a travessia. E nesse momento, a quem estamos reunidos, encontramos um oasis. Então, é isso que dá forças para eles e dá forças para mim para que eu possa enfrentar os meus desafios de um irmão que trabalha no sistema prisional. Convidamos neste momento para a prece do início da tarde nosso irmão Maurício de Cotriguaçu. Boa tarde a todos. Vamos orar. Querido mestre Jesus, dando continuidade, Senhor, a esses trabalhos maravilhosos do dia de hoje, nós te pedimos, Senhor, que o Senhor continue a nos orientar, a nos inspirar, para que aqui possamos aprender, para que aqui possamos compartilhar experiências, nos fortalecendo para continuarmos o nosso trabalho dentro do sistema prisional do estado de Mato Grosso. Nós sabemos, Senhor, que não somos ainda merecedores de tanta graça, de tanto que temos recebido pelas nossas dificuldades internas, mas o Senhor pode ter certeza de contar com a nossa boa vontade. É isso que nós podemos te oferecer, querido Jesus.

ores de tanta graça, de tanto que temos recebido pelas nossas dificuldades internas, mas o Senhor pode ter certeza de contar com a nossa boa vontade. É isso que nós podemos te oferecer, querido Jesus. E que o Senhor e que os seus bons espíritos possam bem fazer uso para que sejamos a sua carta viva de esperança, de dias melhores para aqueles que hoje estão temporariamente privados da liberdade. Gratidão pela oportunidade no trabalho do bem. Esteja conosco, Senhor, por hoje e por todo sempre. E que assim seja. Gratidão, Maurício. E neste momento nós dando continuidade ao caminhando com Jesus no sistema prisional 2, nós vamos convidar neste momento o Hélio Brum da Federação Espírita Brasileira. Ele vai estar dialogando conosco sobre a importância do atendimento espiritual na assistência espírita, no sistema penal e socioeducativo. É com você, Hélio. Um grande abraço. Gratidão pela sua presença conosco. Obrigado, Silvia. Eu só queria confirmar se tá chegando bem o áudio aí, porque a tela deve tá boa, mas áudio tá OK? Tá sim. Excelente o áudio. OK. Então, queria agradecer acima de tudo pela oportunidade que a gente tem de poder colaborar aí tão bela iniciativa que vocês tem aí no Mato Grosso. A gente precisa mais do que nunca dar atenção a essa questão. é uma área já de muito tempo e agora, felizmente a gente tá encontrando alguns trabalhos que continuam, trabalhos pioneiros, né, de alguns irmãos nós e que a gente possa colaborar aqui. A área do atendimento espiritual tem um comprometimento com isso, porque senão não justificaria a área música ajudar as necessidades que se fazem, todos aqueles que buscam melhor compreender. Mas eu vou projetar um conjunto de slides que vai me ajudar, porque as imagens vão ajudar vocês entender melhor e depois eu reservo uns minutos lá no final pra gente poder eh conversar, para poder dialogar sobre algo que eu tenha falado e que eventualmente não tenha sido bem compreendido. Então eu vou de início aqui compartilhar. Tô compartilhando e vou

pra gente poder eh conversar, para poder dialogar sobre algo que eu tenha falado e que eventualmente não tenha sido bem compreendido. Então eu vou de início aqui compartilhar. Tô compartilhando e vou jogar em tela cheia, que agora eu acho que deve est aparecendo aí. E eu fiz questão de colocar este primeiro um documento que nos orienta a atuação dentro da área, que é o que está a esquerda do nosso vídeo aí, e depois aquele abraço caloroso que de Jesus para de alguma forma simbolizar o que a gente vai procurar colocar aqui. Nesse sentido, então nós estamos vivendo um tempo especial. sempre eu foi, mas atualmente com os meios de comunicação, com tudo que a gente tem sendo trabalhado de energias magnéticas, a gente tem que refletir sobre a nossa influência no mundo e sobre a influência que o mundo exerce em nós. Por que que eu tô falando isso? Muitas vezes aqueles irmãos que nós vamos buscar atender e vamos buscar conversar com eles no sistema prisional, eles de uma certa forma não resistiram a tantas situações que se fizeram. E aí eu chamo atenção. Nós estamos num momento de um magnetismo, a Terra inclinando o seu eixo magnético e outras situações que explicam e justificam algumas situações que nós enfrentamos. Quando nós colocamos isso de uma certa forma na linha do tempo e aí nós temos uma linha traçada entre conhecimento, afetividade moral, nós entendemos porque que o Cristo foi importante e porque que ele continua sendo importante. Se eu for ver na linha de evolução a humanidade evoluindo nesses bilhões de anos, aí há 2000 anos atrás nós tivemos essa luz maior nos visitando. Aí nós evoluímos, né, com tudo que a gente aplica do evangelho do Cristo, mas estamos aqui hoje, nos dias de hoje e nós precisamos crescer nesse aspecto de moralidade, afetividade. E eu aproveito para citar Cláudio Narango, é um psiquiatra chileno que tem a pedagogia da afeto e vai nos mostrando que nos menores lugares, casas, escolas, como nas maiores universidades, isso é o que pode fazer uma grande diferença. Eu

ango, é um psiquiatra chileno que tem a pedagogia da afeto e vai nos mostrando que nos menores lugares, casas, escolas, como nas maiores universidades, isso é o que pode fazer uma grande diferença. Eu sei que vocês aí que já se envolvem com a atividade, trabalham esse campo da afetividade, mas muito daqueles que são trabalhados por nós, eles não têm noção da importância disso. se sente e a gente pode ter certeza. E nesse cenário espiritual, se nesse cenário atual, nós vemos mais do que nunca uma interação entre os dois planos da vida. Alguns de vocês sabem, a FEB publicou a cada mês do ano passado uma mensagem de ex-presidentes que começou com o Tissen, Francisco Tis de janeiro do ano passado, onde ele diz: "Nós estamos precisando dos encarnados para ajudar essa população espiritual e que se encontra contrariado em função das salvações prometidas e não atingidas em função de uma série de coisas. Nós precisamos muito que vocês nos ajudem. Esse cenário aqui daquele livro chamado Volveio, onde nós temos o Federico Figner e temos aí vários autores presentes relacionando e observando o que se passa no plano dos dois campos na nossa vida e na nossa cotidiana, no assunto cotidiano. Então, a gente pode se colocar no lugar dessa figura e que a gente mais do que nunca está mergulhado nesse campo vibracional. É claro que quando nós entramos num presídio, quando nós entramos em lugares, nós precisamos nos dar conta, tá cientes disso e estarmos de alguma forma cientes de que nós temos uma fonte divina, que é o nosso coração, que são os nossos sentimentos, que a nossa vontade junto com as nossas palavras, aquilo que a gente conhece, a gente pode colocar a serviço do bem e que é objetivo maior, eu tenho certeza, de todos vocês. Então, mais do que nunca, essas influências que a gente recebe mais do que nunca são recíprocas. Quem dá o bem recebe o bem. Quem não quem não consegue sofre várias questões. Então, o que que nós temos? Uma situação que nós precisamos refletir. E nesse sentido,

e mais do que nunca são recíprocas. Quem dá o bem recebe o bem. Quem não quem não consegue sofre várias questões. Então, o que que nós temos? Uma situação que nós precisamos refletir. E nesse sentido, então, nós temos as leis universais que não adiantam nós querermos mudar porque elas estão aí, onde semelhante atrás, semelhante. Então, toda vez que nós vamos trabalhar com os nossos irmãos e independente das situações, do lugar, que a gente esteja com uma sintonia boa, que a gente consiga passar porque a lei, né, a lei da sintonia e aí eh ajudar aqueles que eventualmente não tão bem estarem. E aí nós temos uma situação de situação de mana que eu trago aqui que ele cita como uma expressão de João que no capítulo 1, versículo 38 quando ele disse: "E Jesus voltando-se, vendo que eles o seguiam disse-lhes: "Que buscais?" Então, Em faz uma correlação e diz: "Aonde quer que nós estejamos hoje, falando em nome de Jesus, de alguma forma Jesus nos auxilia e sempre nos faz a pergunta: Sim, mas o que que vocês buscam? O que que vocês querem?" E por aí vamos. Nesse sentido, então, como diz aqui a mano, ninguém ouvide a verdade que o Cristo se encontra no umbral de todos os tempos religiosos do mundo, perguntando com interesse que buscais. e ele tá aí como governador. Então, por que que eu tô fazendo isso? Tô situando a a importância que nós temos inseridos neste processo de programação divina para um planeta no qual nós estamos vivendo. E foi ele mesmo que nos disse naquelas palavras inesquecíveis que nos penetraram os corações, razão pela qual nós estamos hoje, Silvia, Solange, Afro e tantos que estamos envolvidos nestes aspectos. Por quê? De alguma forma as palavras do Cristo nos tocaram e a gente precisa auxiliar, fazer com que isso auxilie os nossos irmãos que estão em sistema. Mas aí somos convidados a refletir com Fred Flintston sobre qual é o nosso olhar para isso que a gente tá enxergando e principalmente olhar pro avante, pro depois, porque vejam bem, se nós estivermos munidos de um sentimento

a refletir com Fred Flintston sobre qual é o nosso olhar para isso que a gente tá enxergando e principalmente olhar pro avante, pro depois, porque vejam bem, se nós estivermos munidos de um sentimento otimista, automaticamente, sem querer e até menos pelas palavras, mais pela nossa vibração, nós vamos estar transmitindo aquele que nos ouve no sistema prisional o otimismo. E a gente não pode nunca fazer como faz a vestruzosa. A situação complicou, coloco a cabeça no buraco para me esconder, fazer de conta que eu não tô vendo. Não. A nossa sociedade, até como diria Jesus, dela eu entendo, porque nem todos sabem que são espíritos imortais, mas nós que já estamos a trabalhar ao trabalho do Cristo, nós temos que refletir sobre isso. E aí entra a área do atendimento espiritual, essa área composta por esta colmeia que bem expressa aí os trabalhos. Então essa comeia está a serviço e deve, obviamente, com tantas situações, auxiliar no trabalho da assistência espírita no sistema penal e socioeducativo. De que forma? Muito tempo ficamos restritos aos centros espíritas. ótimo. Ele precisa continuar existindo porque é um ponto vital de trabalho pros trabalhos maiores, obsessão, essas coisas todas. Mas a rua nos chama, os presídios nos chamam, a sociedade nos chama e a gente precisa estabelecer essas linhas de conexão com essas chamadas. Me recordo da irmã Veneranda que sempre nos auxilia. E a irmã Veneranda diz o seguinte, abre aspas, as ordens imediatas de Deus para convosco são a situação que o dia vos apresenta. Fecha aspas. Veja bem, quantas situações no dia a dia, e eu perguntaria, estamos aproveitando, estamos conscientes, estamos auxiliando a responder e principalmente refletindo que muitas vezes pode ser alguém em nome do Cristo, o próprio Cristo procurando para saber como nós estamos. E a gente sempre inclui essa questão vibracional, que ela não se resume mais ao centro espírita, claro que é um ponto chave de vibração, mas temos as nossas casas, temos as vias públicas e nos ajuda a

E a gente sempre inclui essa questão vibracional, que ela não se resume mais ao centro espírita, claro que é um ponto chave de vibração, mas temos as nossas casas, temos as vias públicas e nos ajuda a entender quando ele diz aqui no livro Caminho, verdade e vida, o Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina. Então, consideremos oficina o sistema penal. Toda a terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho ao mesmo tempo. Por louvá-lo nas igrejas e menoscabá-lo nas ruas, é que temos naufragado mil vezes por nossa própria culpa. Todos os lugares, portanto, podem ser consagrados ao serviço de venda. Dessa forma, gente, o atendimento fraterno num sistema prisional e sento feito, né, com foco na troca de energias de corações amorosos que estão servindo, nós vamos conseguir muitas vezes muito mais do que com esquemas e muitas vezes palavras, porque nós somos cartas vivas do Cristo. Quanto mais amorosos estivermos, quanto mais nós colocarmos energia em nossas palavras e quanto mais nós conseguirmos fazer o que vocês fazem aí de estarmos junto com os irmãos e compartilhando essas energias benditas, melhor nós vamos fazer o trabalho de auxiliar os nossos irmãos. Então, por esse atendimento fraterno, qualquer que seja a situação, o nosso compromisso é consolar, é restaurar e equilibrar. E eu sei que vocês buscam fazer isso. Nós estamos falando a um número maior e nós pedimos que a gente reflita muito. Dr. Bezerra sempre nos ajuda. Quando nós falamos em consolar, ele nos lembra que a doutrina espírita é consoladora. E quando nós abrimos o óleo e meio que fizemos uma carinha de espanto, ele nos diz: "Por que ela não está conseguindo eh consolar?" E ele diz: "Então, verifique, porque algo está fora do lugar. A gente pode e deve usar essa doutrina para ajudar, restaurar, equilibrar e por aí vai. Joana, que tanto nos ajuda, diz: "É uma porta de serviço para essas criaturas que muitas vezes t muitas dificuldades e se perderam ou se perder em si mesmas.

judar, restaurar, equilibrar e por aí vai. Joana, que tanto nos ajuda, diz: "É uma porta de serviço para essas criaturas que muitas vezes t muitas dificuldades e se perderam ou se perder em si mesmas. Estabelecer essa conexão com o divino, eu acho que é fundamental. É um campo de trabalho solidário entre quem pede e aquele que doa. Então, gente, estejamos atentos, mas eu sei que vocês bem já sabem, mas tô reforçando aqui a nossa grande dificuldade, às vezes a ouvir. Nós colocamos o nosso ouvido físico para ouvir, mas não colocamos a nossa alma para ouvir. E aí, saudoso, o Chico sempre nos falava que a gente precisava ouvir com a acústica da alma, ouvir com o coração, ouvir com perespírito, com os nossos espíritos. E a gente tem que trabalhar essa faculdade. E também o saudoso Rubens Alves é aquele que sempre nos lembra. Nós somos muito háis, falamos muito bem porque fizemos curso de oratória, mas nós esquecemos de fazer curso de escutatória. Então a gente acima de tudo ouvir as situações, a gente costuma dizer que resolve a metade dos problemas. Então, no sistema prisional, estarmos com o coração aberto e ouvindo com empatia, nós vamos conseguir, sem estabelecer juízos pré-julgados, nós vamos conseguir muitas vezes resolver. Por quê? que nós temos todo um plano espiritual que está no presídio e muitas vezes esse plano, obviamente recebendo as nossas impressões, vendo o coração pulsar luminoso, né, com o pulso da vibração cristã, há uma sensibilização desse plano espiritual e que nós bem sabemos também em desalinho e nós podemos ajudar. Hoje nós temos o que a gente chama de atendimento fraterno à distância. E nós podemos orar pelos nossos presídios. Nós podemos fazer a partir do centro espírita, a partir de nossas casas, emanar emanações fluídicas, boas energias pros nossos irmãos que estão em necessidade. E se pudermos, é óbvio, no momento que nós nos encontrarmos com ele, não deixar de fazer essa oração seguido de um atendimento fraterno. E consolar nas lembranças de Bezerra de Menezes é

necessidade. E se pudermos, é óbvio, no momento que nós nos encontrarmos com ele, não deixar de fazer essa oração seguido de um atendimento fraterno. E consolar nas lembranças de Bezerra de Menezes é oferecer condições que o atendimento espiritual deve oferecer para que os nossos irmãos voltem a se sentir filhos de Deus e de uma certa forma, obviamente, irmãos do Cristo, amados e amparados por este. Então, reflitamos sobre isso que nós podemos alcançar. E de uma certa forma a gente precisa insistir, a gente precisa auxiliar os nossos irmãos a reencontrarem Jesus. Talvez não aquele Jesus punitivo, aquele Jesus preso na cruz, aquele é Jesus que está numa bela página do evangelho ou numa bela lição, mas aquele Jesus irmão, aquele Jesus que nos sustenta o coração, está vivo entre nós, nos facultando potenciais, trabalhando elementos em nós, porque foi ele que nos disse: "Ide e pregai a Deus a gloriosa tarefa que ele vos confiou". Então, gente, nós temos inúmeros lugares para trabalhar e o presídio, sistema penal é uma situação que exige atenção, o que vocês já fazem muito bem, mas estamos buscando também falar para mais gente que nos ouve, inclusive do plano espiritual, para que eles nos auxiliem a evoluir nos nossos trabalhos. A questão de transmitir uma energia boa que possa ser somada a partir de nós, com as nossas energias humanas, somadas às emanações de vidas. encontrar uma reposição fluídica para aqueles irmãos que estão aí. Eu acompanhei duas ou três cartas que vocês leram. São situações que nos remetem a reflexão pra gente de uma certa forma eh então trabalhar e nós podemos a irradiação uma espécie de passe à distância. Então nós podemos atuar irradiando pros nossos irmãos. Por quê? Porque o fluído cósmico universal tá aí. E ele pode ser impressionado num bom sentido por nossas orações e não tem limite para isso. Não existe limites e ele alcança os nossos irmãos. Pensemos numa situação delicada, num irmão que precisa de sustentação e coloquem-nos em nação, conectando-nos com o poder divino

em limite para isso. Não existe limites e ele alcança os nossos irmãos. Pensemos numa situação delicada, num irmão que precisa de sustentação e coloquem-nos em nação, conectando-nos com o poder divino e servindo de intermediário para que esses fluídos cósmicos universais possam ser mobilizados e assistir os nossos irmãos aqui numa representação de Martins Peralva. Toda vez que fizermos, estivermos orando por este alguém, né, e a gente tem o auxílio do irmão espiritual. vamos estar associando essas energias, direcionando elas pros nossos necessitados. Então, é claro que a gente sugere que nossos atividades de radiação a gente inclui os nossos irmãos e, se possível faça eh reuniões de radiação onde a o ponto focal sejam eles para poder ajudar e trabalhar principalmente os elementos fluídicos espirituais e depois alcançar os nossos irmãos que estão aí encarnados. E por fim levar o que eu sei também fazem é a possibilidade de fazer uma oração, uma leitura de uma lição. E aí nós estamos falando do evangelho nesse sistema. Por que isso? Porque ele é um ele é um antídoto, como diz aí o Mateus, contra todos os males do mundo. Então, gente, se nós conseguirmos agir, não precisa de de forma complexa, ao contrário, tem que ser amoroso, com coração em serviço, que nós vamos ajudar aos nossos irmãos e abrir espaço para que Jesus possa se fazer. Se nós abrirmos em nossos lares, em nossos recantos, onde fomos conduzidos pela providência divina, para nós apararmos as nossas arestas e evoluirmos, nós vamos ver que nosso evangelho do lar, nós temos a oportunidade de também fazer essas reuniões chamadas de radiação na hora do evangelho, reservar uns minutos, orar pelos nossos irmãos. Por que isso? Porque Jesus não continua ausente. Jesus mais do que nunca é aquele irmão que tá presente. O seu coração pulsa. E aí lembramos Emanuel que diz: "Vamos colocar o nosso coração a pulsar em serviço e aí ele vai se anelando a outros corações e por sua vez a gente vai fazendo um corolário de luz e

seu coração pulsa. E aí lembramos Emanuel que diz: "Vamos colocar o nosso coração a pulsar em serviço e aí ele vai se anelando a outros corações e por sua vez a gente vai fazendo um corolário de luz e alcança o coração de Jesus." E aí as dúvidas somem. Nós temos uma sensação de consciência tranquila, de uma energia equilibrada e nós sentimos muitas vezes, como diz a Jangelos, extremamente leves e sem saber, né? Você imaginar toda a energia e todo o fluxo, todo o poder das emanações que vem de Jesus. E muitas vezes quando nós fizemos boas coisas ou belas coisas, nós entendemos que é nosso e nós temos que nos lembrar. Muitas vezes somos inspirados, muitas vezes somos intuídos. Então, as nossas diferentes situações, inclusive as nossas capacidades, nossas aptidões hoje estão apoiadas em trabalhos que fizemos ao longo do tempo. Quem já não errou, quem já não se enganou. E aí nós temos pelo exercício do amor a capacidade de resolver isso. E eu chego na solução do nosso problema, que é essa questão do amor, um amor início, né, que nós temos uma forma bastante próxima do divino, que é o amor filial, conjugal, paternal. E temos aos poucos a divinização disso se transformando neste amor incondicional que é o amor cristão, que é o amor de um irmão que está a serviço e nos oferece uma possibilidade enorme. Em verdade, muitas vezes, por não experimentar e não aferir o valor disso, nós não sabemos de todo o potencial que esse amor tem. Então, nós temos nos campos das pesquisas científicas hoje em elementos como universidades, trabalhos e que mostram que amurecer-se ajuda a gente resolver uma série de problemas que estão aí criados. É uma força magnética de expansão. Ela não se acaba, ela não diminui. Quanto mais usamos, mais ela se amplia e promove a capacidade, né, biopsicossocial de todos nós e a favor dos nossos irmãos também. Então nós vamos acabar descobrindo que o amor é essa força que continua impulsando, impulsionando e criando. E aqui nós temos várias referências sobre

de todos nós e a favor dos nossos irmãos também. Então nós vamos acabar descobrindo que o amor é essa força que continua impulsando, impulsionando e criando. E aqui nós temos várias referências sobre os filhos do amor ou as equivalências do amor. Então, na forma de uma gratidão, muitas vezes somos filhos ingratos e levamos esse sentimento até para dentro do sistema prisional, mas sendo gratos ao nosso pai por tudo que ele nos oferece, nós vamos conseguir transmitir isso num sistema de benevolência, de indulgência, que nós sabemos por causa do Bip, eh, no sistema de perdão, resignação, obediência. Aqui eu sugiro sempre a leitura do capítulo 9 versículo 8, o item oito, melhor dizendo, do Evangelho Segundo o Espiritismo, onde Lázaro, este mesmo Lázaro ressuscitado pelo Cristo, que tem mais três mensagens importantes, uma delas é a lei do amor, outra é a questão, né, de pena lá, de situações de duelo, onde ele nos lembra tantas coisas bonitas, especial nessa que eu falei, ele nos lembra que já somos Somos obedientes, obedecemos as coisas, mas somos pouco resignados às vezes. E a resignação, ele diz que é o consentimento do nosso coração. Colocando o coração a serviço, vamos nos transformando. Atualmente, com esse momento bélico da humanidade, lutas, irmãos, que violência cresçando, nós estamos sendo lembrados pelos espíritos que a fabilidade é uma condição que tem que ser trabalhada. E por fim, humildade, por exemplo, que a virtude mãe que a gente chama e que dizem os espíritos que nós ainda não aprendemos o valor disso e nos recordam que a lição da manjedoura é uma lição ainda não bem compreendida, nem a lição da Santa Ceia, onde o Cristo estava começando a se despedir de nós. E aí nós temos essas questões. Então, como medida terapêutica, nos centros de auxílio, nos diferentes gabinetes do mundo, nós temos isso. E nós temos essa possibilidade de levar isso para dentro do sistema prisional para ajudar. E a partir então da convivência, da do esclarecimento e da boa vibração, nós buscamos ajudar. O que

mos isso. E nós temos essa possibilidade de levar isso para dentro do sistema prisional para ajudar. E a partir então da convivência, da do esclarecimento e da boa vibração, nós buscamos ajudar. O que nós vemos na rua muitas vezes é mais complicado em determinados momentos que o que nós esperamos encontrar no nosso tema penal. Nós estamos hoje numa situação de guerra silenciosa, de pensamentos contra pensamentos, de situações que nos reclamam a presença. E já nos lembraram de que as as modernas ciências da alma, que penetram a essência mais profunda de todos nós, inclusive dos apenados, eles são visitados pelo amor, eles são resolvidos, não da forma muitas vezes como nós esperamos, mas nós conseguimos ajudar e que tenho certeza que está na raiz dessas manifestações que essas cartas que vocês estão recebendo e até falando. E o amor deve realmente ser essa energia, sem condição, sem julgamento, sem prejuízo, a gente possa amar mais. E temos esses exemplos belíssimos dessa criatura, como a irmã Dulce, por exemplo, que soube sempre nos ensinar o quanto isso é importante. E a gente precisa, então, não lutar contra o ignorante, mas lutar contra a ignorância. E a gente deve então buscar nos sistemas que a gente percebe que há uma ignorância disso que a gente tá falando, a gente tem que trabalhar pela educação. E é um trabalho que muitas vezes não resulta daquilo que esperamos, mas a semente é plantada e aos poucos ela vai germinando. Então o crime ele precisa de alguma forma diminuir, mas como? Auxiliando aqueles que estão, né, sendo penalizados o sistema penal e por aí vai. as calamidades que existem aí na forma inúmera, né, de mal de mais sensações de doenças. E o que que a gente precisa trabalhar, como diz aqui mais adiante a Joana de Angeles, o infrator, o portador da conduta, a fim de que adquira os valores, auxiliá-los na reparação do mal. E o amor, por exemplo, não acusando, corrigindo, não atemorizando, mas ajudando e não punindo, mas educando. Ele vai nos ajudar. E na verdade salva, né? Muitas

alores, auxiliá-los na reparação do mal. E o amor, por exemplo, não acusando, corrigindo, não atemorizando, mas ajudando e não punindo, mas educando. Ele vai nos ajudar. E na verdade salva, né? Muitas vezes nós não ficamos satisfeitos com o resultado da nossa ação dentro de um presídio, mas precisamos lembrar que nós talvez trabalhemos com essas almas, elas estão em silêncio, estão em reflexão, em processo de internalização. Jesus sempre nos ensinou isso, que só o a única única lição que o mal atende e entende o amor. Então, que a gente consiga processar o bem amoroso, etc., para que ele possa nos libertar. E nesse sentido, então, existe as inúmeras curas destes que estão em atividade. Se pudermos mobilizar um pouco dos nossos conhecimentos, diríamos assim, para nos acalmar, para nós entrarmos em atividade no sistema penal em melhores condições, onde espontaneamente automaticamente vamos estar oferecendo que os nossos corações carregam. E aí, gente, existem estudos que mostram, se eu estou a menos de 3 m do presidiário, ele sente do apenado, ele sente a minha vibração. E aí muitas vezes eu não preciso nem falar, é meu coração que fala com o coração dele e nós temos essa transfusão de energias positivas. Existe muito sofrimento, existe angústia, existe medo. Se nós aguardarmos que a sociedade trate isso com a devida questão, nós vamos passar mais alguns séculos. O que nós precisamos ser essa energia bendita, esse fermento que vai ajudando levadar essa massa e ajudando reequilibrar, ajudando a melhorar esse ser integral. E nunca nos esquecendo que os irmãos que estão sendo visitados por por nós no sistema penal são acima de tudo, né, irmãos que erraram e que tem condições, obviamente de reparar e nós temos que alcançar a nossa possibilidade, o nosso auxílio para facilitar o trabalho de redenção das suas almas. É claro que isso passa muitas vezes por uma espécie de cura orgânica, de problemas que existem, psíquica, emocional. E aí temos mais uma vez, né, o amor e as forças do

alho de redenção das suas almas. É claro que isso passa muitas vezes por uma espécie de cura orgânica, de problemas que existem, psíquica, emocional. E aí temos mais uma vez, né, o amor e as forças do bem se somando paraa gente trabalhar tantas vulnerabilidades que existe. E temos em vários campos de estudo terreno a comprovação disso. Para quem ainda precisa da comprovação, nós temos mais do que nunca um momento de elucidação. É um processo, né, onde nós, seres humanos estamos sendo resgatados como um todo. eventualmente os nossos irmãos, alguns estão apenados, mas nós perguntamos, muitos de nós fora dos presídios, estamos mais presos do que eles e a gente precisa de uma certa forma também aproveitar esse momento e nos libertar porque o conhecimento nos auxilia nisso. espiritualidade, religiosidade, torce figura de São Francisco, que mais do que nunca ele sempre nos ensinou e continua nos ensinando que eu quero muitas vezes, faça até uma prece para ter assistência espiritual. E aí eles perguntariam para nós, o que que você tá fazendo com o amor residual, com aquilo que você já tem. Então, é dando o que a gente recebe, é compartilhando que a gente vai ser compartilhado, ajudado. Então, pr criar um vácuo em nós e a melhor forma de fazer é já colocar em serviço o nosso amor, praticar amorterapia para que a gente possa ser preenchido por esse amor mais luminoso, divino, que a espiritualidade maior tem nos oferecido. Então, muitas vezes esse é um mecanismo que nos ajuda a entrar numa harmonia maior e é trabalhando que muitas vezes nós vamos nos ajustando às leis divinas, reparando, etc. E aí o trabalho com os apenados eh vai ser um trabalho que vai fazer muito bem para ambos, inclusive para nós, obviamente. Por quê? Porque o amor ajuda a desenvolver em nós mesmos. A medida que estamos professando, falando e emanando de nós, nós vamos nos enriquecer com o amor que estamos recebendo. Então o coração fica como esse coraçãozinho aqui, todo feliz, sorrindo diante do amor. E esses

stamos professando, falando e emanando de nós, nós vamos nos enriquecer com o amor que estamos recebendo. Então o coração fica como esse coraçãozinho aqui, todo feliz, sorrindo diante do amor. E esses espíritos, Víor Hugo, por exemplo, está entre nós auxiliando-nos a trabalhar esses elementos. Mas como é que a gente consegue descobrir, colocar em serviço esse amor? é ajudando, é aprendendo, servindo, desculpando, amando. Pelo que nós estamos eh que vocês estão trabalhando, objetivo do nosso encontro aqui, nós precisamos aprender a ser refletidores, por exemplo, do da luz que existe e os nossos corações mais abertos. Mas eu coloquei esse slid, sim, mas e aí no final de contas, como é que eu faço isso, né, que a gente tem procurado falar? Então, nós precisamos ainda educar as nossas emoções, sentimentos. Podemos fazer isso, podemos trabalhando melhores hábitos, lendo, estudando, melhorando o nosso intelecto e acima de tudo ver experiências aonde onde há necessidade, onde nós podemos colher mais e melhor os resultados dessa convivência chamada fraterna e da autorrealização. Quantos e quantos irmãos nós não temos entre nós que se harmonizam, se reequilibram no serviço. Então o cabuco tem uma expressão quando ele diz, põe essa carroça com essas melancias para andar, elas vão se ajeitando. Então a gente vai reparando que existe essa possibilidade da gente usar tudo que nós conhecemos no neutrina espírita e pedir o concurso dos bons espíritos para ajudar tantas situações de recalques, de neurosees, deonias que nós temos dentro do cena prisional e fora dele, né? e buscar essas forças de autoconhecimento. Por exemplo, quantos de nós muitas vezes temos também as nossas fragilidades, mas na medida que vamos nós progressivamente eh acoplando a vivência evangélica, a nossa essência vai ficar mais luminosa e vamos melhorando e por fim, né, transformando ainda de uma certa forma um homem velho que somos na maioria das vezes nesse novo que coloca espiritualidade acima disso e consegue

ficar mais luminosa e vamos melhorando e por fim, né, transformando ainda de uma certa forma um homem velho que somos na maioria das vezes nesse novo que coloca espiritualidade acima disso e consegue ajudar o Cristo a fazer o trabalho, porque enfim nós somos instrumentos dele. Quanto mais limpo estivermos, mais a imagem dele se faz para aqueles que estão em companhia conosco. essa multidão de desencarnados, inclusive no plano, né, no sistema penal, em qualquer situação, como os próprios encarnados, que a gente reflita sobre isso e acabar reparando um pouquinho para pensar nessa força interior que todos nós temos, inclusive eles, os nossos irmãos apenados, eles continuam tendo no coração, em sua força interior, uma força bendita que pode fazer como esse ovo simboliza e recuperar uma condição de vida, de valorização da vida através do da manifestação e do rompimento da força interior. Nós já sabemos disso, né? Na verdade, nós somos uma casa espiritual, nós temos as nossas telas mentais e a gente diz: "Como é que eu trabalho isso?" Primeiro vontade, né? Foi por um acaso. Quando Jesus nasceu na manjedoura entre nós, várias espíritos superiores de vários planetas reunidos entoaram aquilo que todo mundo presente naquela época ouviu e que nós toca o coração nos dias de hoje. Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens. Fecha aspas. Então, gente, de onde é que veio isso? Tá escrito que todos ouviram que essas essas essas vozes vieram do espaço. Então temos que refletir sobre isso. E e Leandirin nos ajuda quando ele diz que muitas vezes temos dúvidas sobre a nossa condição de ter inteligência suficiente para resolver os problemas aqui e ali, inclusive no sistema eh eh prisional. a nossa imaginação. E como ele lembra no livro, no destino, no seio destino da dor, que eu acho que eu trouxe aqui, nós temos essa lembrança de que esses gabinetes aqui eles são governados pela vontade. Então, boa vontade não podemos desprezar nunca. E com isso resolvemos

ino da dor, que eu acho que eu trouxe aqui, nós temos essa lembrança de que esses gabinetes aqui eles são governados pela vontade. Então, boa vontade não podemos desprezar nunca. E com isso resolvemos iluminando esses gabinetes de ação mental. E aí vamos descobrindo, como diz Leon Denin, todas essas forças íntimas que muitas vezes estão eh em latência e que precisamos abrochar. E nós somos um potencial divino. Pensemos sobre isso. Segundo passo, estar mais atento, prestar atenção e no sistema prisional, por exemplo, estarmos atentos às reações, expressões, situações, que eu acho que vocês fazem muito bem, mas ajudar até inclusive os nossos irmãos que estão dispostos a trabalhar, a estarmos atentos para nós aprendermos e conseguirmos ajudar a trabalhar essa atenção. E por último, a questão de, tipo assim, descruzar os nossos braços mesmo, nos colocar em prática tudo que já sabemos e melhorar as nossas próprias atitudes. Então, muitas vezes podemos até sair insatisfeitos de uma visita ao sistema aprisional, mas se sairmos ali, fizermos uma oração e continuarmos vibrando em favor dos nossos irmãos, com certeza que a transformação aos poucos vai se processando. Então, o que na verdade nós precisamos para aqueles que são sistema penal e esses que estão fora presos a tantas convenções humanas, a tantos modismos, a tantas amarras religiosas, a tantas situações, nós precisamos nos libertar. E nada como desenvolver, então, este homem de bem que tem responsabilidades, mas tem um projeto individual de voltar a ser um filho de Deus e como ele se comportar, de valorizar a vida. Nós temos n procedimentos que tentam evitar com que a situação mais difícil da humanidade aconteçam. E a gente percebe que é pela falta da valorização da vida. Algumas propostas, nós temos aqui o Manuel Filomeno, aproximar-se ao que vocês fazem, estar junto, estender a mão o que a gente pode fazer. E eu sei que vocês já relataram, muitas vezes um abraço pode mais do que muitas palavras. Acolher e sou erguer no rumo do bem.

ao que vocês fazem, estar junto, estender a mão o que a gente pode fazer. E eu sei que vocês já relataram, muitas vezes um abraço pode mais do que muitas palavras. Acolher e sou erguer no rumo do bem. Acima de tudo, eu estando bem, eu vou automaticamente sendo um degrau a evolução dos nossos irmãos. Eh, Vicente de Paula sempre nos falou: "Nossos esforços de elevação deve se destinar contra o vício e não contra o vicioso." Então, não perdermos tempo, nem gastarmos energia, procurando entender, classificar, julgar e aí o julgamento inevitável de situações que encontramos nos presídios, mas simplesmente amar os nossos irmãos, auxiliá-los com a melhor parte de nós e é um trabalho maravilhoso. fim seguir este que entre nós continua caminhando, porque o Cristo se faz na vaguarda. Todos os nossos problemas são também problemas dele e ele está caminhando. E muitas vezes quando nós não sentimos a presença dele é que é porque estamos sendo carregados por ele. Então pensemos nas inúmeras situações onde somos assistidos e obviamente seguir os seus passos é uma lição primordial. Nós temos convites inúmeros. ele não veio para estar junto com aqueles que são eh doutos e muitas vezes estão afastados da humildade, mas ele veio para todos aqueles que precisam do remédio. Então, não nos esqueçamos disso. A sua amorosidade, a sua vibração, seu jeito de abordar a mulher samaritana no poço de Jacó nos ajuda a entender a importância do amor, o envolvimento sem os julgamentos. E essa mulher volta só com esse contato do amor cristão, volta pros seus e faz um trabalho belíssimo, né? Por quê? Porque ela encontrou-se com amor. Aí muitos podem dizer: "Ah, mas eu não sou Jesus, mas nada nos impede, porque ele mesmo nos disse: "Tudo que eu faço vós podeis fazer". Respeitadas as proporções, pensemos nisso. E é tanto na chegada, com exemplo da manjedoura, humildade, como no final, aqui na última ceia, quando ele faz isso que está sendo mostrado. E é para nos dar uma lição do quanto que a humildade é eh um, diríamos

a chegada, com exemplo da manjedoura, humildade, como no final, aqui na última ceia, quando ele faz isso que está sendo mostrado. E é para nos dar uma lição do quanto que a humildade é eh um, diríamos uma vibração, né, uma virtude mãe que cria e nos aproxima desse amor maior aí. resgatar em nós os exemplos primeiros grupos cristãos que não julgavam, não condenavam, mas o problema de um era do outro. são elementos importantes e aí a gente precisa refletir, cuidar de nós para poder melhor servir. Somos um constante, né, eh, mundo vibracional, energias inúmeras nos visitando e a gente reflita sobre isso e faça, de uma certa forma a melhoria da nossa condição para servirmos melhor dentro dessa desses ambientes. E nós estamos constantemente em relação com aqueles que nos sercam, transferindo e recebendo energias. Reflitamos sobre isso. E sempre nos chama atenção o que Paulo falou a Barnabé lá na igreja de Antioquia, que está no livro, quando ele, no livro Paulo Estero, ele diz o seguinte: "Poderemos atender a muitos doentes, ofertar um leito de repouso aos mais infelizes, mas sempre houve haverá corpos enfermos e cansados na terra." Na tarefa cristã, semelhante esforço não poderá ser esquecido, mas a iluminação do espírito deve estar em primeiro lugar. Aqui o grifo é meu para eu enfatizar exatamente aquilo que a gente já vem numerando. Quanto melhor eu estiver, mais carta viva, positiva, luminosa, radiosa eu sou. Nós não temos ideia do nosso potencial energético para ajudar esses nossos irmãos em nessa cidade. Então, mais ou menos de acordo, tinha preparado aí uns 10 minutinhos aí eh finais pra gente poder trabalhar. Estas mãos iluminadas aqui, elas são por conta de São Francisco de Assis, que sempre nos diz: "Abre aspas". o conhecimento do evangelho, essa sabedoria maior vai lhes facilitar a condição, boas ideias, melhores pensamentos, aumentando a nossa capacidade de discernir, de fazer cognições, mas isso não é suficiente. Isso precisa visitar os nossos corações e aí equilibrar as nossas emoções e

oas ideias, melhores pensamentos, aumentando a nossa capacidade de discernir, de fazer cognições, mas isso não é suficiente. Isso precisa visitar os nossos corações e aí equilibrar as nossas emoções e iluminar os nossos sentimentos para que as vossas mãos se iluminem no serviço cristão. Então, nós não temos ideia do potencial que nós temos de tornar estas mãos luminosas como o Francisco o fez. E antes que me esqueça, a lembrança vou falar. Nós tivemos série de informações espíritas lembrando que o Papa Francisco tá pedindo muitas orações e aí eu já vou descompartilhando porque este é o slide final. Aliás, tinha mais um de de desejando muita paz a vocês, mas eu vou sair daqui para poder retornar a minha tela aqui. E nós temos um bastante relação e na quinta-feira passada o padre Cistor ainda esteve conosco, ele nos disse, né, que a gente precisa orar muito por Francisco, porque quem de vocês acompanham o Divaldo viu que o Divaldo já falou isso também. O Papa Francisco em um dos 200 franciscanos escolhidos por Jesus, né? E que ele pediu para Francisco de Assis também escolher. E o Francisco está entre esses 200 que estão na terra trabalhando. E se a gente for ver as rupturas, tudo que ele fez na Igreja Católica, ele nos eh emana e nos faz recordar isso. E especialmente então que a gente reflita sobre o que eu mencionei. Muitas vezes nós sentimos-nos sem condições de assistir os outros, muito mais ainda nos tema chamado prisional. Mas se nós confiarmos mais, que somos, é o que os espíritos nos dizem, confiem e vão. E é o que Jesus nos falou, a multidão na época encarnado, que vinha sentindo que estava se aproximando os momentos afinais da presença do Cristo, o homem entre nós. Ele vendo a nossa aflição, o nosso medo no olhar, ele simplesmente diz: "Abre aspas, confiem e vão." Fecha aspas. Somos convidados então a fazer o que o São Francisco de Assis também diz: "Ide e pregai o evangelho, se necessário, usai as palavras". Olha a importância disso dentro de um presídio, onde muitas vezes

Somos convidados então a fazer o que o São Francisco de Assis também diz: "Ide e pregai o evangelho, se necessário, usai as palavras". Olha a importância disso dentro de um presídio, onde muitas vezes eu não consigo falar tudo que eu quero, mas eu consigo emanar, que os nossos corações estejam alinhados. Eu não tenho dúvidas que o trabalho de vocês vai ser abençoado. Nós temos toda uma espiritualidade muito atenta a isso, auxiliando a construir essas redes de solidariedade, de assistência, de luminosidade na terra e nós jamais vamos estar desassistidos. Então, muita paz para vocês e me coloca à disposição. Se houver algum questionamento, fico à vontade. Gratidão, Hélio, pela sua exposição amorosa, pela sua autoridade. E nós temos uma pergunta do movimento espírita para você. Como vencer o preconceito e o medo dos espíritas para o atendimento espiritual junto aos irmãos privados de liberdade? É o alguns irmãos nos dizem, entre eles, vou citar primeiro o presidente Godinho da FEB, ele diz o seguinte, simplesmente não dá muito valor para isso. Vá e faça o serviço, porque é natural que muitos reflitam e nós somos a sentimos essa questão da aflição, mas a gente precisa confiar. E aí, gente, do ano passado para cá, inúmeras mensagens desses espíritos luminosos, eles dizem: "Expresidente da FEB, o Giovanir Borges, o próprio Nestor, o próprio Guilhão Ribeiro e tantos hoje dizem: "Vocês precisam confiar mais". E nessa hora eu diria e que a gente confiar mais é talvez a melhor forma, porque não há receitas de bolo, não há metodologias específicas. Quando nós colocamos o coração a serviço e sabemos que ele está conectado a outros corações, sentimos isso, nós vamos acabar fazendo o que precisa ser feito. Muitas vezes nós temos uma ideia de conduzir um determinado momento com uma determinada solução e às vezes toma um diferente. Por quê? que existe uma programação maior e que a gente saiba ouvi-la, que a gente afira isso. E aí eu me lembro do saudoso do Chico, quando o Chico dizia:

minada solução e às vezes toma um diferente. Por quê? que existe uma programação maior e que a gente saiba ouvi-la, que a gente afira isso. E aí eu me lembro do saudoso do Chico, quando o Chico dizia: "Onde quer que nós sejamos, nós podemos exercitar isso. Eleve o pensamento ao Pai Criador e alguém em nome dele, em nome de Jesus, vai se fazer e vai te ajudar." Então o que que eu tô querendo dizer? Primeiro momento, dá menos valor. E aí eu me lembro de André Luiz. André Luiz diz o seguinte: "Que que te importa o que os outros falam, dizem ou pensem? Importa o que você faz." Então, nós vemos uma época de desafios, de testemunhos, onde somos convidados a fazer, né, o crescimento dos nossos sistemas de fé. Mas veja bem que Paulo fala de forma operante, colocando-nos em serviço e a gente vai se fortalecendo. Daí a pouco eu vou sentindo uma coisa que a Jana de diz que é pouco comum e que eu sei vocês aí, Solange e a Silva e tantos outros já devem ter sentido. A Jona disse que a gente não costuma sentir uma sensação calorosa que nos visita o espírito e de repente nós estamos assim mais leves, estamos até felizes e meio que não percebemos e de consciência tranquila, ela diz: "Esta é a presença da espiritualidade benfeitora dos benditos irmãos, é todas as forças do amor que vos visita". Então, gente, parar para chorar as pitanga, como a gente diz no ditado popular, já não temos mais tempo para isso. A gente precisa se colocar em situa em ação, claro, com reflexão, né? Sempre movidos de uma boa vontade, da amorosidade, e nós vamos ser instrumentos do bem, porque as situações são tantas que não nos cabe eh eh gastar. E aí eu me lembro de Mano quando ele diz, "Nós não podemos gastar com essas observações, às vezes até críticas, as energias que nos são destinadas. Mobilizemos todas elas, canalizamos por serviço do bem. Quanto mais instruídos estivermos, quanto mais soubermos como proceder, melhor a espiritualidade vai achar a condição de nos usar como instrumentos. Então, nunca

elas, canalizamos por serviço do bem. Quanto mais instruídos estivermos, quanto mais soubermos como proceder, melhor a espiritualidade vai achar a condição de nos usar como instrumentos. Então, nunca tá dispensado, obviamente, o estudo, o entendimento disso. Eu sei que no dia de hoje vocês tiveram fala sobre isso, todas as importantes situações que nós temos no Evangelho e que estão citadas e aí estão para reflexões nossas e serem reeditadas. Em especial, eu cito uma, né, de Erasto, que nos diz vocês precisam reditar tudo aquilo que Paulo falou com os meios de comunicação, com as visitas, com seminários que vocês fazem nos dias atuais. Então, gente, confiemos e prossigamos. Vamos trabalhar que a espiritualidade vai nos preencher nas nossas maiores necessidades e vamos ter condições de ser instrumentos do Cristo nessas situações. De uma certa forma é isso, Solange. Gratidão, Hélio. Continuando a nossa jornada com muita gratidão, com amparo da espiritualidade, queremos chamar a nossa Silvia e o nosso afro para o diálogo sobre as diretrizes do movimento espírita brasileiro na assistência espírita ao sistema penal e soeducativo. E o nosso Hélio pode continuar conosco. Obrigado, Solange. Mas eu estou na Comissão Regional Sul e eu tenho que voltar à minha ação, minha sala porque eu vou exatamente falar do que vocês estão falando aí para um grupo da regional sul, esses estados do sul. Então, boa sorte ainda o trabalho, Silvio. Muita luz, Solange, e fiquem com Deus. Gratidão. Em nome da Luía Leontina, nós enviamos todas as nossas energias de amor para você, meu amigo. Um abraço ao Afro também aí, viu? Bom, fique com Deus aí. Gratidão. Então, Nati, tem mais um microfone para nós. Essa aqui acabou a bateria. precisar de mais uma aqui. Então, neste momento, eh, eu aqui, o Afro e a Sulâ, nós vamos conversar um pouco eh sobre como está a assistência espírita no sistema prisional no estado de Mato Grosso. E nesse sentido, com a fala do nosso Hélio, ele trouxe para nós eh extremamente eh visual, né? esse convite

uco eh sobre como está a assistência espírita no sistema prisional no estado de Mato Grosso. E nesse sentido, com a fala do nosso Hélio, ele trouxe para nós eh extremamente eh visual, né? esse convite eh da importância da assistência espírita no sistema prisional e em especial o atendimento espiritual, como nós no planejamento nós reunimos várias vezes e conversando entre nós eh sobre e esse formato, né? pela manhã teve uma pergunta sobre a mediunidade, mas diferente de uma reunião mediúnica, o atendimento espiritual ele é super possível de estarmos realizando ali no sistema prisional. Nati, eu vou pedir que você coloque a apresentação, por gentileza, tá? Então, nesse eh no convite que o Hélio fez para nós, nós vamos visualizar agora como é como que está o mapa eh do estado de Mato Grosso, onde nós estamos, onde eh se encontra as eh unidades prisionais no estado, onde eh encontra as unidades femininas e onde está os centros espírita. Eu eu eu acredito que vocês estão visualizando também pequeno, mas o mais importante desse mapa é visualizarmos eh onde está os centros espírita. Nós estamos na parte eh azul clarinha. Esse é onde tem os centros espíritas no estado que está localizado do lado direito da tela aqui onde nós estamos visualizando neste mapa. Por que que nós organizamos e sistematizamos esse mapa? Justamente para aqueles trabalhadores espírita que ainda não consegue estar eh no sistema eh prisional, estar dentro de um presídio, estar numa cadeia, estar numa penitenciária, que para muitos eh tem muita gente que tem medo, que não consegue estar lá, mas ao mesmo tempo nós temos trabalhadores que têm esse convite especial para estar lá. aceita esse convite como a nossa equipe que já está desenvolvendo esse trabalho hoje. E aí, se vocês visualizar também eh o pontinho eh eh preto que tá aí branquinho no meio são as penitenciárias do estado e a Federação Espírita ela está em azul clarinho. E o azul escuro é onde nós já passamos e onde nós estamos, onde nós já levamos livros, porque

tá aí branquinho no meio são as penitenciárias do estado e a Federação Espírita ela está em azul clarinho. E o azul escuro é onde nós já passamos e onde nós estamos, onde nós já levamos livros, porque assim, como é que nós desenvolvemos esse trabalho no estado? E nós vamos conversar um pouco mais detalhado, mais no finalzinho da tarde, mas neste momento para que nós possamos ver geograficamente como que está organizado este trabalho, como que nós que estamos assistindo eh esse esse esse encontro e nesse sentido tem um planejamento neste encontro de estarmos já um pouquinho, já vimos que você tá aqui conosco também, você já vai falar conosco aqui. Então, e este encontro caminhando com Jesus no sistema prisional dois, ele tem eh o objetivo de estarmos qualificando os trabalh os eh promover um amplo diálogo sobre a assistência espírita no sistema prisional, dialogando sobre eh as diretrizes, eh fazendo essa imersão, esse convite, essa revisão na literatura espírita. acerca eh do do trabalho que foi realizado nos tempos de Kardec hoje e também eh na década de 40, quando a Idinda de Aguiar Matos, que nós o Chico Xavier, que o Afro citou e tantos outros espíritas também que iniciou este trabalho. E aí nós fomos, eh, várias federações no Brasil foi convidado a escrever essas diretrizes para assistência espírita no sistema eh prisional e socioeducativo. Então, foi feito de uma forma bastante simples, se vocês visualizarem, depois a gente vai estar colocando aqui. Mas neste momento este encontro nosso tem três objetivos e um dele tá bem relacionado a essa essa esse mapa, essa visualização que é incentivar a formação de cinco coordenação regional para os estudos das diretrizes da Federação Espal Brasileira. Nós já estamos com Maurício Contotra Iguaçu, que é lá no finalzinho do mapa ali do Mato Grosso, lá em cima. Ele já tá lá. Ele vai toda quarta-feira pro presídio, ele sai de Cotriguaçu e vai até Conisa, né? Dá 150 km de terra. Ele já tá escrevendo daqui um pouco. A gente tem até um livro dessa experiência

a. Ele já tá lá. Ele vai toda quarta-feira pro presídio, ele sai de Cotriguaçu e vai até Conisa, né? Dá 150 km de terra. Ele já tá escrevendo daqui um pouco. A gente tem até um livro dessa experiência dele aí, o quanto é significativo. Então nós já estamos lá. Barra do Garças. Eh, nós estamos também com Silemar, que já começou o estudo. Então, a nossa perspectiva hoje na Federação Espírita do Estado de Mato Grosso é começar esse estudo e começando esse estudo fazendo essa vibração amorosa às penitenciárias do estado de Mato Grosso. O Éton tá aqui conosco, que é o diretor eh do presídio, o primeiro presídio que nós começamos o trabalho. Já já nós vamos dialogar com Éton. Gratidão, viu, Éton? Então, nós estamos eh e assim, nós temos uma um objetivo eh bastante complexo, que é implantar o trabalho nos presídios do estado de Mato Grosso e ainda este ano eh iniciarmos o trabalho na penitenciária central do estado, né? Eh, esse é um dos é este ano é o objetivo. Como é que nós estamos, como que nós vamos no estado todo com as caravanas, né? No ano de 2023, nós, eu e Solange, nós entramos em todos os presídios que tinha as caravanas e por isso que tem já o azul e tem os livros que nós levamos lá, com exceção aqui de Cuiabá, que nós estamos todo mês no presídio feminino, nós já entregamos eh aproximadamente uns 3.000 livros deste trabalho que nós estamos realizando. Então, nesse sentido, eh além de implantar o trabalho e de estarmos, eh, dialogando com todas as as fentes regionais, nós estamos aqui pensando nas macro, né, e qualificar os trabalhadores, porque não é um trabalho tão complexo como as pessoas pensam. Quando a Solange faz a pergunta pro Hélio do medo, do preconceito de estarmos nos presídios, elas falam assim para nós: "Não precisa ter medo", né? Então assim, mas as pessoas têm medo, uma grande maioria ainda tem medo. Eu até tava comentando com Afro e com a Solange hoje, eh, que no último sábado que nós fomos, no último sábado do mês de de março, eh, nós ficamos das 8 até

êm medo, uma grande maioria ainda tem medo. Eu até tava comentando com Afro e com a Solange hoje, eh, que no último sábado que nós fomos, no último sábado do mês de de março, eh, nós ficamos das 8 até meio-dia. Eu só saí de lá porque me chamaram, mas se deixasse eu ficaria ali o tempo todo com elas naquela sintonia. Aí tem uma outra questão eh desse trabalho que algumas pessoas a eu não me sinto bem no presídio, né? Então há necessidade dessa preparação, né, Afro, o Afro tava comentando algumas questões aqui dessa visualização. Vou passar para ele para que ele possa também trazer para nós esse olhar que eh é importante estarmos nessa sintonia. Eu ainda não consigo estar em uma das penitenciárias do estado, mas eu já consigo no meu meu evangelho no lar, nas minhas orações diária e também eh nas reuniões mediúnicas fazendo essa vibração ou nos estudos do atendimento espiritual nos centros espíritas. Então, é nesse sentido que nós estamos neste momento convidando os espíritas do estado de Mato Grosso. Sabemos que tem eh alguns trabalhadores também de outros estados brasileiros, né? A Amanda entrou em contato conosco para que esse trabalho ele nós começamos esse trabalho de uma forma um pouco diferente. Nós levamos a doutrina espírita para o sistema prisional através das nossas mãos amorosas. Nós entramos pelo conselho da comunidade, a execução penal de Cuiabá. Hoje nós estamos na PAC. Então nós fomos entrando ali no sistema, aproximando e eu costumo dizer que Manuel Flores foi quem entregou a chave do sistema prisional para nós. Vou passar pro AF para ele fazer uma reflexão e depois nós vamos continuar aqui, Solange também e aí chamar o Everton também para ele fazer uma fala aqui conosco. Quando nós nos permitimos compreender as questões a partir de uma ótica, aliás, a partir da natureza verdadeira de que somos espíritos imortais, nós nos damos a oportunidade, Solange, Silvia, todos nós aqui, de compreender um detalhe muito importante. Nós todos ainda somos prisioneiros das

a natureza verdadeira de que somos espíritos imortais, nós nos damos a oportunidade, Solange, Silvia, todos nós aqui, de compreender um detalhe muito importante. Nós todos ainda somos prisioneiros das reencarnações por prova e expiação. estarmos reencarnando ainda nas condições em que estamos, ainda faz com que nós estejamos em condições que a lei do progresso, a lei de amor, justiça e caridade nos coloca a observar que estamos estamos todos prisioneiros ainda das consequências que fizemos contra nós mesmos. ou contra outrem. Isso nos dá uma dimensão de que quando nós enxergamos os nossos irmãos privados de liberdade dentro de um presídio, nós estamos, na verdade nos vendo num aspecto restrito e geográfico, o que todos estamos num aspecto amplo e existencial. Aí nós nos perguntamos, mas quem é que tem medo do vizinho ali ao lado? Quem é que tem medo do colega do trabalho? Quem é que tem medo? Bom, como nós falamos na parte da manhã, uma das características interessantes do daqueles que participam deste trabalho dentro do presídio é que todos os interessados e interessadas que estão lá, até porque a nossa metodologia, a metodologia espírita, como a própria carta do nosso irmão inaugural da nossa do nosso evento disse, é um método dialogal, é um método convidativo, é um método voluntário do ponto de vista essencial mesmo. Todos aqueles que se interessam em estar conosco ali estão num nível de abertura sobre paradigmas de vida muito profundos. são os interessados, as interessadas reais no movimento de transformação devida. São interessados em entrarem na sua própria estrada de Damasco, converterem-se poderosamente sobre os rumos responsáveis da sua existência. Claro que quando muitas vezes nós olhamos de maneira restrita, mas ela fez isso ou ele fez aquilo. Mas a diferença entre às vezes um irmão dentro do presídio, uma irmã dentro do presídio, é que ela lembra o que fez nessa existência e nós não lembramos o que fizemos nas existências passadas. Se abrir a caixa de

nça entre às vezes um irmão dentro do presídio, uma irmã dentro do presídio, é que ela lembra o que fez nessa existência e nós não lembramos o que fizemos nas existências passadas. Se abrir a caixa de Pandora, muitas vezes nós vamos nos dar conta que os santos são eles. Então aí nós vamos começar a perceber que toda a resistência a isso, a este trabalho, conceitualmente falando, é também um nível de reflexão diminuta sobre o que é a profundidade da lei de causa efeito, de estarmos na reencarnação, de estarmos hoje a partir da lei do esquecimento como uma misericórdia. E aí nós todos vamos começar a dar a cada um de nós uma visão de que somos sim chamados a sermos prisioneiros do Cristo. Pode ficar. Eh, Nati, coloca o Éton. Eu estou aqui, Éton. Tá com os nossos diálogos de 6 anos. Estou aqui revivendo os nossos diálogos e visualizando aqui eh das primeiras visitas realizada ao Centro de Custódia de Cuiabá, né? E eu lembro aqui eh de uma das primeiras visitas que foi o dia 22/06/2019. Tá ali no carner. Que bom, gratidão que você está aqui conosco, né? Obrigado. Isso. E nesse convite amoroso, eu quero aqui também agradecer porque foi aí que onde tudo começou, né? Onde o nosso trabalho começou e nós gostaríamos de ouvir você, como foi esse trabalho. Eh, você sempre era muito atencioso conosco, muito acolhedor, né? e assim sempre deu a oportunidade para que os espíritas pudessem estar no sistema prisional realizando assistência espírita. E hoje, no início das nossas atividades, Everton, foi lida uma carta de um irmão privado de liberdade que ficou 5 anos no sistema prisional no CCC e na época que você estava lá. Então a gente passa para você, para você dar uma palavra aqui conosco, conversar um pouquinho conosco, sinta à vontade, esteja na sua casa. Amém. Obrigado. Obrigado, Silvia, parceira. Obrigado ao senhor Manuel Flores, que também é um amigo, mais do que tudo um amigo. Gratidão porque eu estava, eu estou em Chapada agora, tô longe de casa, tô aqui ajudando parente num batizado. Mas

. Obrigado ao senhor Manuel Flores, que também é um amigo, mais do que tudo um amigo. Gratidão porque eu estava, eu estou em Chapada agora, tô longe de casa, tô aqui ajudando parente num batizado. Mas quando apareceu o convite de Emanuel, que para mim não é um convite, mas uma intimação, falei: "Não, faço questão de participar". Ele falou: "Se você participou, você foi um dos percursores juntamente com a Silvia, dona Silvia, que Ave Maria, pelo amor de Deus, me ajudou". Se o CC conseguiu ajudar pessoas, foi graças ao conselho da comunidade, na pessoa da dona Silvia, que ajudou várias pessoas. Hoje quando vou, por exemplo, no centro de custódia, no centro de custódia no na Fundação Nova Chance, vejo pessoas já fora do sistema, trabalhando, produzindo e falar, ó, aquela passagem no centro de custódia, a a a as reuniões espíritas, o o a a o a possibilidade de conversar com Deus, de estar com Deus, ajudou muito. E assim, eu só tenho agradecer porque eu vejo pessoas que tinham que t e eh vi na fala do afro aí, pessoas que t receio, temor. Ah, deve ter. Assim, a gente não consegue ajudar todos. Infelizmente a gente não consegue ajudar todos, mas eu eu tenho para mim que de um que a gente conseguir ver em boa situação, trabalhando, produzindo, realmente ressocializado, é um é um ganho pra gente. A gente tem que eh tentar esquecer, cortar, dissipar essa essa ideia do perigo. Tem que ter um um respeito. Tem pessoas lá privada de liberdade que realmente assim, infelizmente não querem eh ajuda, mas tem pessoas lá que querem, precisam e contam com a gente aqui fora que possa levar esse tipo de ajuda. Quer seja espírita, quer seja qualquer outro tipo de ajuda que a gente possa levar lá para dentro, eles precisam, eles são carentes disso aí. e pessoas como a Silvia, como a Emanuel, que tem essa sensibilidade, porque é muito fácil você pegar, eu sou policial penal a pouco mais de 20 anos, é fácil você pegar, trancar, dar um castigo, cerciar de liberdade e tudo mais. Mas eh eh será que isso aí só isso

idade, porque é muito fácil você pegar, eu sou policial penal a pouco mais de 20 anos, é fácil você pegar, trancar, dar um castigo, cerciar de liberdade e tudo mais. Mas eh eh será que isso aí só isso aí resolve, ajuda? a gente consegue ressocializar, eh, reeducar, eh, reinsercir essa pessoa no mercado de trabalho ou na na no no dia a dia. Acho que não. Acho que a gente precisa de pessoas que tenham essa sensibilidade, que consigam eh eh passar pra gente que tá aqui lado de fora. as pessoas os privados liberdades precisam de ajuda, quer seja num só no na questão de na questão laboral, mas numa uma uma questão muito maior espiritual, eh eh de uma de uma evolução para que se cortem aquele vínculo com o que é errado, com o que é que faz mal e consigam voltar pra sociedade com o coração aberto, plenos, para assim buscar o que de melhor a gente pode oferecer aqui. aqui. Então, quero fazer uma pergunta para você. Como que era quando nós saíamos lá do do presídio? Eu vou te falar, Silvia, antes do que antes da de você e e e no se tornar uma parceira da gente, antes daquele do da das reuniões espíritas, era assim, eu vou te falar, dias de visita, era aquela coisa assim, busca da visita e só aquele aquela é aquela satisfação temporária acabou e a busca da comida, de um ver qu após aquele início daquele trabalho da da visita, da questão espírita, da busca com Deus, do do da calma, do da busca da da calma no espírito, a gente via assim a um rendimento muito maior, muito maior e muito mais ordeiro na visita, no dia a dia, no trabalho, porque a gente tinha vários frentes laborais, a assim através de da sua pessoa, você sabe melhor do que ninguém. a gente conseguiu desenvolver trabalhos na na época da pandemia, que foi um um um período muito tenso da nossa da do Brasil, de uma forma geral. Você nos ajudou muito, mas a gente via eles renderem muito mais do que um dia, uma segunda-feira pós, que era um dia de visita, que no domingo eles tinham a visita, na segunda-feira era um dia para

l. Você nos ajudou muito, mas a gente via eles renderem muito mais do que um dia, uma segunda-feira pós, que era um dia de visita, que no domingo eles tinham a visita, na segunda-feira era um dia para laborar, para voltar a fazer as atividades normais. Mas quando tinha a quando a gente conseguia ter essas visitas espirituais, você via eles estarem mais calmos, mais plenos. Tanto que a gente melhor melhor do que ninguém sabe disso, porque a gente passava informações para ele. A gente não tinha problemas de álcool, de drogas, de uso de celulares. A gente foi interpelados na época, Dr. Geraldo Fedelos fez intervenções lá, não tínhamos problemas com celulares, com uso de de drogas ilícitas. a gente via que a a unidade ela transcorria numa normalidade assim, graças a Deus, não é só porque eram pessoas assim de nível superior, mas tinham pessoas lá que tinham nível superior, mas que tinham crimes assim, infelizmente que eles erraram na vida. Isso aí a gente não cabe a gente a julgar, mas a gente via uma calmaria pós essas visitas que eram assim muito boas. A gente via que a a rotina da unidade, a gente como policial penal e os colegas e os demais colegas na época vimos que a rotina era muito mais calma, era muito mais saudável. a gente não tinha esse problema, igual nas unidades hoje de de ansiedade, de buscar o que tá como que tá aqui a rua a rua, como que tava a família, o a o toque que a que as reuniões levavam para eles ajudavam demais na na na paz. A ver, a palavra é essa, paz. Existi uma paz na unidade um compromisso, mas eu quero narrar para vocês só uma ligação de um advogado que nós recebemos e que eu quero dizer da Solange, da Sandrinha, do Afro, de toda a equipe que nós temos ali. A gente começa, né? a Silvas é um trabalho de Jesus, é um trabalho da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Nós recebemos uma ligação de um advogado e depois ele eh se tornou meu amigo, hoje é meu amigo, e ele queria saber o que é que eh nós estávamos fazendo no Centro de Custódia de Cuiabá,

de Mato Grosso. Nós recebemos uma ligação de um advogado e depois ele eh se tornou meu amigo, hoje é meu amigo, e ele queria saber o que é que eh nós estávamos fazendo no Centro de Custódia de Cuiabá, que ele há muitos anos vinha conversando com com o o privado de liberdade, que era o cliente dele, e ele falava sempre e ele não conseguia fazer o que ele pedia. E ele falou, depois que vocês começaram a frequentar tudo que eu falava para ele, ele começou a fazer. Na verdade, tudo isso eh é um convite mesmo de cada um deles, né, da conexão com as leis divinas, né, com a aproximação e essa conexão com Deus, né, eh, a presença amorosa de Deus na vida deles. Eu sei que você é evangélico, né, e eu sei da sua da sua eh do seu trabalho. E você tinha assim, eu tenho uma eterna gratidão eh pelo seu acolhimento, pelos abraços que você acolhia a toda a nossa equipe da Federação Espírita. O Afro tá aqui, nós iniciamos lá o trabalheio, o Afro, o Marquinhos e o e o Mateus, né? Gabriel também. Gabriel foi, lembro do Mateus. Isso, Mateus também. Passamos o aniversário do Marcos, né, no no CCC e teve várias histórias depois desse aniversário, porque na unidade também tinha aqueles que ficavam com a com a com a pensão alimentícia, né, entrava no dia sair no outro dia, ficava no máximo 30 dias na unidade, né? E o interessante também dessa unidade, Éton, é que chegou o momento que a gente tava com 100% dos privados de liberdade participando das atividades conosco. Era uma roda que nós temos uma única foto que Manuel tirou de longe pra gente que depois eu vou mostrar essa foto aqui. Mas Silvia, sem querer te interromper, eh teve um período que os os privados de liberdade do Centro de Ressocialização, que era o nosso vizinho do do amigo Winkler, eh, eí eles tinham contato com com o pessoal que tava conosco lá no centro de custódia, porque não podia misturar, porque eram pessoas de nível superior. Aí eles falavam, aí eles trocavam ideias entre eles, falavam assim, mas por que que eles não vêm aqui no eles ficavam

tro de custódia, porque não podia misturar, porque eram pessoas de nível superior. Aí eles falavam, aí eles trocavam ideias entre eles, falavam assim, mas por que que eles não vêm aqui no eles ficavam tipo assim, aquela aquela guerrinha boa, né? Mas por que que esse pessoal não vem aqui no centro de ressocialização? tem que falar para você trazer esse pessoal aqui, também quer esse tipo de trabalho. E era bom, quer dizer, via que via assim, eh, eles tinham essa, eu vi essa interação do pessoal do centro de custódia com o pessoal do centro de ressorcialização e eles buscavam e assim isso e a gente conversou com o Hler e assim você via que ajudava, que realmente ajudava, que você via que fortalecia eles espiritualmente. É, é assim, é, sua fala é muito emocionante, viu, Everton? Sua fala, ela é a representação para nós eh do espírito do Cristo sendo aplicado na prática. Você representa para nós o espírito do Cristo sendo aplicado quando você traz eh a partir da tua visão sensível, a partir da tua visão humanista eh e da tua visão realista, o que era observar ali eh eh dedicadamente a transformação de cada pessoa que você poôde contribuir, que você poôde ver o trabalho né, deste agrupamento aqui da federação também contribuir. Tem algum caso que você gostaria ou lembraria ou algum diálogo que você lembraria que para você ficou marcante? Tenho, graças a Deus eu tenho. Olha, fui assim quando Emanuel falou comigo hoje pela manhã, eu já estava com a minha de chapada, aí eu tava no trânsito, aí parei o carro, não consegui, aí consegui pegar um sinal bom. Aí ele falou comigo, falou: "Ó, a Silva tá precisando da gente e tal". Falei: "Amém, agora, agora, agora". Coincidentemente é coisa de 22 dias, 25 dias atrás, Silvia conhece, eu acho que a pessoa, não sei se eu posso falar, acho que posso, porque a pessoa tá bem, graças a Deus ela está bem. Philip que ela conhece, trabalha hoje na Nova Chance, tá assim a pleno vapor, graças a Deus, contribuindo lá na unidade. E ele fala assim, ó, é, eh, a gente

pessoa tá bem, graças a Deus ela está bem. Philip que ela conhece, trabalha hoje na Nova Chance, tá assim a pleno vapor, graças a Deus, contribuindo lá na unidade. E ele fala assim, ó, é, eh, a gente conversando tudo, porque às às vezes a gente a gente encontra com, eu vou para mais de 20 anos, mas naquele período que Silvia cita ele entre centro de custódia e centro de ressocialização, ao longo desses 20 anos, mas eu acho que esses 6 anos, 7 anos que eu passei ali é o melhor desses 20, porque eu consegui ter um contato maior com eles, consegui ajudar muitos deles, tenho contato com muitos deles. hoje, mas Filipe é um cara, uma pessoa assim grata, porque eu encontrei ele, ele lembra de todo, de tudo, de tudo, do período que ele ficou mais trancado, depois quando ele é convidado a a contribuir, da da das reuniões, das do trabalhos laborais, ele fala assim: "Obrigado, obrigado por eu estar aqui hoje". Porque hoje ele contribui com assim, se a se a pessoa não souber da vida pregressa dele, não deve o que ele tinha que pagar para justiça, ele tá, graças a Deus, ele está pago. Ele fala: "Obrigado, obrigado por você ter entrado na minha vida. Obrigado por tudo que aconteceu. E assim, ele lembra de Silvia, ele lembra de de no caso ali entre nosso contato, eu, ele, caso de Silvia que pedi, a, não sei se se se Silvia se lembra, na época ali da da pandemia, a gente precisava bolar uma arte, uma alguma coisa para pros pros lavatórios que a gente desenvolveu na época. Ela falou assim: "Eberton, fala com Philip, não sei se ela se lembra, ela falou: "Fala com Philip que busca, suga dele alguma coisa boa ali, que eu sei que tem alguma coisa boa dele, alguma arte, alguma palavra que ele possa nos contribuir." E dito e feito, graças a Deus, os lavatórios foram eh um achado, ajudaram onde puderam chegar. Graças a Deus, Emanuel teve essa sensibilidade na também na época. Silvia nos ajudou através do Conselho da Comunidade e Felipe é uma grata eh pessoa. Eu posso falar um amigo porque

de puderam chegar. Graças a Deus, Emanuel teve essa sensibilidade na também na época. Silvia nos ajudou através do Conselho da Comunidade e Felipe é uma grata eh pessoa. Eu posso falar um amigo porque hoje encontro ele é um amigo, encontro com ele, converso com ele, tenho com ele como uma pessoa privada de liberdade que eu conheci do prestado. Aconteceu, aconteceu. Não, não sou eu que vou julgá-lo. Eu eu julgo o que ele me ajudou. E hoje ele tá aqui reinserido na sociedade. Graças a Deus. Gratidão, Everton. A a importância de trabalho de assistência espírita no sistema penal e sócioeducativo é essa parceria, porque ela não se realiza sem aí o trabalhador do sistema penal, sem a secretaria de justiça, né? Nós temos as reuniões com a secretaria, com os diretores, nós temos sido muito acolhido com as outras religiões, né? Os evangélicos, os católicos. Porque todos somos filhos de Deus, aprendizes da vida, espíritos imortais. Então, quero destacar neste momento a importância deste desta parceria. Quando nós adentramos as unidades prisionais, somos apresentados anteriormente, fazemos reuniões, quando a gente chega lá, todo o acolhimento que a gente recebe dos policiais penais, a experiência que a gente tem tido no feminino já há alguns anos, essa alegria que a gente vê com os policiais penais do plantão, nos direcionando, nos acompanhando nas atividades, orando conosco, fazendo as as músicas. Então assim, isso é um ponto muito importante que a gente precisa respeitar as regras, os horários, né, as documentações, tudo isso, mas é um trabalho que tem trazido a todos nós muito acolhimento ao coração e o aprendizado, né, eh, de todas as áreas da doutrina espírita, atendimento espiritual, a a área da arte, a área da assistência promoção social e espírita, a gente tem conseguido executar graças a essa parceria Então fica aqui a nossa gratidão, pelos frutos e que a gente continue nesse trabalho fazendo bem que nos faz bem. Éton. Amém. Felipes é o meu amigo. Sim. Um grande amigo. A gente

raças a essa parceria Então fica aqui a nossa gratidão, pelos frutos e que a gente continue nesse trabalho fazendo bem que nos faz bem. Éton. Amém. Felipes é o meu amigo. Sim. Um grande amigo. A gente dialoga praticamente todos os dias. Sua mãe se tornou espírita também, uma grande amiga. Todos os dias ela manda uma mensagem e outro dia ela disse assim: "Você salvou o meu filho". E eu disse, não é o trabalho do Cristo. Nós estamos aqui eh sendo um pedacinho aí da construção da nossa própria, iluminação, né, para que nós possamos chegar um dia e estar melhor do que hoje e amanhã. Então, meu irmão, gratidão imensa. Você está em nossos corações, como o Afro disse, né, como um dos pioneiros deste trabalho. Aguardamos você aqui na federação pra gente tomar um café. Então, é só me convidar, tá bom? Então, em nome da da presidente da Federação Espírita Luía Leontina, recebo o nosso abraço, o secretário, eh, o chefe de gabinete, nosso irmão Emanuel Flores. Gratidão imensa, viu, Tton? Muito obrigado para você. Obrigado pelo convite. Estou à disposição. Gratidão. Obrigado. Isso. Então, nós agora vamos um momento para que nós possamos sensibilizar os nossos corações através da música. E a nossa equipe está aqui, Gabriel, Guida, se vocês quiserem vir para cá, vamos pegar uma cadeira e aproximar, porque é uma roda de conversa que a gente vai dar continuidade aqui, eh, num diálogo de como nós estamos no estado de Mato Grosso. Vamos fazer algumas reflexões aqui depois da música acerca da carta que foi escrita sobre o trabalho no sistema. Dando continuidade àela fala que a Silvia fez de manhã, ela até pediu para eu tirar o óculos, né, falar do olhar e tal. Essa é a música. Olha só, o teu olhar me traz tanta paz, só ele é capaz. de me dar direção. A tua voz desata os nós que trago tão fundo no meu coração. Viajo pelo tempo, volto para Genesaré. Seus cabelos pelo vento, seu olhar feito de fé. De longe já vem chegando a sublime embarcação. Eu na praia te esperando, no meio da multidão.

ndo no meu coração. Viajo pelo tempo, volto para Genesaré. Seus cabelos pelo vento, seu olhar feito de fé. De longe já vem chegando a sublime embarcação. Eu na praia te esperando, no meio da multidão. Bem-aventurados, vós sois o sal da terra e a luz do mundo. Amai e perdoai. Orai a quem te persegue, a si mesmo se negue: "Tomai a tua cruz, levanta-te e vai. Bem-aventurados, vós sois o sal da terra e a luz do mundo. Amai e perdoai. Orai a quem te persegue, a si mesmo se nege. Tomai a tua cruz, levanta-te e vai. Oh oh. Levanta-te e vai. Levanta-te. Legal então e vou ficar aqui quar colocar um também no coloca lá tá transmitido. Não lá nó também. Põe Jesus também. Pega na mão do afro. Abriu. Estamos aqui neste momento com o convite de Jesus. pela manhã, um irmão no canal do YouTube perguntou o que estava escrito na camiseta do Afro, né? Está escrito caminhando com Jesus no sistema prisional. Então, que nós nesse instante aqui simbolizamos essa caminhada, né, com Jesus no sistema prisional. Estamos aqui olhando para Jesus, nos acolhendo, envolvendo de forma amorosa, com o seu sorriso, com um doce olhar suave para cada um de nós e que possamos, nesse instante olhar para Jesus e conversar com ele e dizer se ele chegasse aqui agora para nós, como ele fez com Paulo na estrada de Damas. O que queres que eu faça? O sistema prisional no estado de Mato Grosso e no Brasil? Qual seria a nossa resposta afro, Sandrinha? Solange, qual seria esse convite, convocação de Jesus hoje da Federação Espírita Brasileira para todos nós, com esse olhar amoroso aqui entre nós, quatro que estão aqui representando a nossa equipe, né? Pode passar, Nati. E aqui Jesus, ele está sempre conosco e ele nos convida que o nosso julgo é leve num dos capítulos mais encantador do Evangelho segundo o Espiritismo. Vinde a mim e a todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o seu julgo e aprendei comigo. E sou brando e humilde de coração. E acharei o repouso para vossas

Vinde a mim e a todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o seu julgo e aprendei comigo. E sou brando e humilde de coração. E acharei o repouso para vossas almas, pois é suave o meu julgo e leve o meu farto. Mateus, muitas vezes árvore, muitas vezes sandrinha, muitas vezes sol. Nós chegamos nos presídios e encontramos alguns irmãos, algumas irmãs, como aquela foto ali no chão, literalmente. Quantas vezes presenciamos nos presídios algumas irmãs que não queriam sair da cela. Tivemos que entrar até a cela para que elas pudessem estar conosco. Na sequência, Nati. E nessa imagem, Afro, o que que passa para nós? Ele indo ao encontro do sofrimento dela, ele entendendo o que estava acontecendo com ela. Ele compreendendo que se para as pessoas de fora o que espantava, o que chocava ou até o que revoltava as pessoas de fora, dentro dela era dobradamente destruidor. E ele foi ao encontro do lugar onde mais dói. Aliás, essa é a característica de Jesus. Jesus sempre vai escolher o lugar que mais dói dentro da gente, o lugar que a gente mais precisa dele. Não lugar mais confortável, não um lugar mais aplaudido. Não é esse o lugar que nós vamos encontrar Jesus. Nós vamos encontrar Jesus onde ninguém vai. onde ninguém quer, onde quase ninguém busca. É só observar quantas vezes a criatura caída no chá, como essa imagem, nos dá a dimensão de quem é o mestre real que todos nós buscamos esperar. é a prática da sua metodologia sublime ir ao encontro das necessidades mais dolorosas da criatura. Ele é feito da fonte de misericórdia. É isso que ele nos traz. E é assim o Cristo consolador. E é assim que Jesus que nós estamos caminhando com Jesus. esse abraço amoroso, esse olhar fraterno entre a nossa equipe e que nós também estamos no sistema prisional. Muitos pergunta: "Mas como vocês abraçam esses irmãos, essas irmãs? É tão natural para nós, como disse no no início da manhã, quando elas olha para nós, já vem com os braços abertos. Na carta de manhã, isso não é

nta: "Mas como vocês abraçam esses irmãos, essas irmãs? É tão natural para nós, como disse no no início da manhã, quando elas olha para nós, já vem com os braços abertos. Na carta de manhã, isso não é natural no sistema prisional. E aqui para que nós possamos aprofundar um pouco mais nesse convite, na caminhada com Jesus no sistema prisional. E aqui simbolicamente o Afro, Sandrinha e Solange seguimos. Se analisarmos ao longo da história os encontros terapêuticos que Jesus eh nos traz, tá aí no no Fora da Caridade, Nossa Salvação Três, é um seminário belíssimo, onde nós possamos entender e compreender eh alguns entraves, alguns desafios que para viver e ser como espírito imortal e no sistema prisional, no Fora da Caridade, num salvação três que Foi um seminário que nós trabalhamos, o afro e o alírio, reflexões profunda acerca de encontros terapêuticos para que possamos caminhar e desenvolver o autoamor, a autoestima, o autoderdão, nós possamos visualizar aí no centurião, né, a autoconsciência, o caminho para libertação do espírito imortal. Então é nesse sentido, né, Solange Sandrinha, que nós estamos desenvolvendo o nosso trabalho com Maria de Magdala, a culpa, né, como eh trabal superar a culpa. Muitos e muitas das nossas irmãs e os nossos irmãos privados de liberdade tem a culpa eh muito premente, né? Está ali real. eh quando eh nos dá um abraço, eu lembro eh que o que nós nós sempre convidamos que elas possam refletir sobre o que fizeram, mas não na culpa, mas sim na busca do perdão. Então, nesses encontros terapêuticos, nós buscamos Jesus ali com Marta e Maria, né, o ser autoconsciente, né, para que a gente deixe de estar na fuga existencial, que nós estamos aqui também, né, e esse e esse convite, o jovem príncipe também com o autoengano, né, que Jesus traz ali essa referência para que nós possamos nos libertar. e Pilatos, né, e depois Pedro, né, a dubedade de caráter. Então, esses encontros terapêuticos para nós que vamos desenvolver os trabalhos no sistema prisional, nas diretrizes da

possamos nos libertar. e Pilatos, né, e depois Pedro, né, a dubedade de caráter. Então, esses encontros terapêuticos para nós que vamos desenvolver os trabalhos no sistema prisional, nas diretrizes da FEB, tem várias temáticas e nós estamos trabalhando essas questões aqui, eh, nas atividades e convidando nessa caminhada. Jesus comigo, Jesus com você, Afro, Jesus com você, Sandrinha, Jesus com você, Sol, né? E Jesus com o próximo e Jesus com o todo. Esse é o nosso convite no sistema prisional para que nós possamos estar em conexão conosco mesmo, trabalhando todas essas questões. Pode passar, Nati, por gentileza. E neste momento eu vou convidar Solange aqui também, Afro, todos nós, para que nós possamos eh refletirmos um pouco mais sobre a carta que nós lemos no período da manhã do nosso irmão que escreveu. Ele narra nesse ambiente essa rotina que embrutece, mas ali na cela, né, com as mãos na grade, ele começou a estudar as leis de causa e efeito. E o espiritismo ensinou para ele que é sempre possível mudar e evoluir moralmente e espiritualmente, reparar o mal com o bem, né? que a reencarnação ofereça novas oportunidades para isso. Então, nesse sentido, vocês possam visualizar aqui como está o nosso trabalho de assistência espírita no estado de Mato Grosso. Esses ensinamentos, ele diz na carta, me ajudou a lidar com o sofrimento, a solidão e o arrependimento. poderia trazer para nós algumas reflexões sobre esse essa parte do sofrimento, a solidão e o arrependimento, porque me parece que é aí que ele passou a ver a expiação não como castigo, mas como um processo de aprendizado e de crescimento. E nós trabalhamos alguns encontros no sistema prisional, é, no presídio feminino e você esteve presente, você também, Solange e Sandrinha, onde nós trabalhamos o arrependimento. Como que a gente refletiu lá? Você lembra? A questão que você traz é muito interessante, né, Silvia? Porque veja, ah, o processo do arrependimento, ele é muito diferente do remorço, né? O arrependimento já é a própria

refletiu lá? Você lembra? A questão que você traz é muito interessante, né, Silvia? Porque veja, ah, o processo do arrependimento, ele é muito diferente do remorço, né? O arrependimento já é a própria consciência querendo fazer algo com aquilo que aconteceu com ele. O remorço é apenas a mente roendo em tipo de lembrança uma tortura íntima. Então, quando ele está naquele processo ainda de tortura íntima, fazendo com que as coisas fiquem cada vez mais dolorosas e as lembranças sejam problemáticas e sejam culposas, ele está num processo, ele está num processo verdadeiramente ainda de autoculpa. Quando ele tem uma intenção de fazer algo com aquilo que lhe aconteceu e com aquilo que ele fez, ele começa a ver a luz no fim do túnel. Então, já não é mais o remorço, é o arrependimento. E a pergunta é: o que acontece entre essa linha aqui, ó, entre o remorço, no qual eu só lembro de ficar pensando em tudo que eu fiz, como eu sou cruel, como eu sou ruim, como eu sou mal e esse lugar aqui diferente, tá? Eu sei que fiz o que fiz, não foi nada bom que fiz. Me sinto mal com o que fiz, mas agora eu quero fazer alguma coisa em mim a partir disso. Aqui entra uma coisa linda, maravilhosa, que é quando ele consegue se dar conta que o ser que ele é não está condenado no que ele fez. A partir do momento que ele entende que o ser que ele é continua produzindo história na vida, porque ele é a própria vida. Ainda contando a sua história, ele não se sente trancafiado no ato. Ele lembra do ato, sabe do ato, do ato, recebe as consequências do ato, mas ele não se sente mais trancafiado no ato, porque alguma coisa ele já quer fazer com ele de bom. Aí entra a doutrina espírita, as obras básicas, o trabalho de acolhimento, a sensibilidade. Solange é uma alma muito sensível. Todas as vezes que eu tive com vocês lá, consolange especial, vendo a atitude dela, eu via assim dentro do silêncio, da fala, do toque, parecia que ela era uma compulturista das emoções dentro do presídi de você falando baixo e aqui do

s lá, consolange especial, vendo a atitude dela, eu via assim dentro do silêncio, da fala, do toque, parecia que ela era uma compulturista das emoções dentro do presídi de você falando baixo e aqui do lado e ali auxiliando o ser a se sentir capaz de se querer. Porque esse é um dado importante. Antes de nós nascermos, a vida já nos queria antes da gente mesmo se querer. Mas quando é que a gente passa a se querer? Quando eles não têm dimensão dentro deles de que eles podem fazer alguma coisa sobre o que eles fizeram, eles não se querem, eles se rejeitam. Quando eles se dão conta que eu ainda consigo ser. Nossa, uma vez eu me lembro que um privado de liberdade me perguntou assim: "Afro, eu quero saber se se um dia eu sair da prisão, será que eu vou parar de me sentir prisioneiro? Me ver como prisioneiro?" Falei: "Por que você tá me perguntando isso? Porque eu queria me sentir alguém de novo se eu sair da prisão. Aí eu perguntei para ele: "Quem quer sentir?" Eu. Eu? Quem? Eu. Quem está te impedindo de querer? Ele parou e falou assim: "Não, ninguém, ninguém me impede de querer. E por que você se sente livre para querer?" Não sei porque você pode. Você se sente livre para querer porque você pode ser quem você quer ser. Então esse é o ponto central. Ao estudar a lei de causa e efeito, a leitura das obras espíritas me convidava diariamente à autoanálise. tinha tempos de sobra para olhar para dentro, repensar atitudes, sentimentos, pensamentos, hábitos e vícios. A leitura das obras espíritas no sistema prisional tem trazido muito reflexão pros nossos irmãos privados de liberdade e também para nós trabalhadores. Certa vez distribuindo as obras básicas ao terminar a apresentação, um privado de liberdade chegou até mim e falou assim: "Eu quero o céu e o inferno. Eu quero entender que inferno é esse. E essa reflexão que a gente tem feito no junto às obras básicas tem trazido muito acolhimento para todos nós. Quando o livro dos espíritos, com 1019 perguntas, certa vez uma privada de

inferno é esse. E essa reflexão que a gente tem feito no junto às obras básicas tem trazido muito acolhimento para todos nós. Quando o livro dos espíritos, com 1019 perguntas, certa vez uma privada de liberdade que passava por muitos conflitos, ela falou: "Eu quero esse livro, eu tenho muitas perguntas. Depois de algum tempo, diante das reflexões, havia uma transformação no seu olhar, no seu comportamento. Hoje ela já está em liberdade, seguindo a vida dela com a verdadeira liberdade, porque eles dizem: "Aqui eu aprendi que eu sou livre para amar, para mudar a minha atitude, mesmo estando entre as grades." Então essa reflexão que o Felipe faz aqui traz também a autoanálise. Então é importante aqui neste momento, eh, porque aqui quem tá aí no canal do YouTube, quem ainda quer desenvolver esse trabalho, pergunta como é que nós vamos estudar as obras básicas no sistema prisional. E eh eu vou dizer para vocês que eh nos centros espíritas nós eh demoramos um tempo estudando uma obra, né? E nós percebemos no sistema prisional que é rápido a leitura e eles assimilam as obras de uma forma muito diferente. Parece que o tempo deles é outro e as reflexões elas são diferentes porque as máscaras não existem ali, né? Então, a realidade que eles trazem para nós é muito significativa. Então, vamos dar continuidade aqui para que a gente possa compreender esse convite amoroso de como que a doutrina espírita auxilia esses irmãos privados de liberdade. Aqui nós temos uma foto, quando a gente podia tirar a foto, né, representando aqui o amor, onde nós estamos ali, a equipe e ah tem uma privada de liberdade conosco, ela sempre eh coordena as atividades conosco lá dentro. Se vocês perceber, os policiais penais com uma rosa e com um livro. Então, sempre a nossa equipe está unido de um livro ou de uma rosa, de um abraço e de um olhar fraterno. Pode seguir, Nati, por gentileza. E aqui também a nossa equipe, eh, a equipe ela sempre, eh, começa com bastante trabalhadores, né? Os últimos serão os

e uma rosa, de um abraço e de um olhar fraterno. Pode seguir, Nati, por gentileza. E aqui também a nossa equipe, eh, a equipe ela sempre, eh, começa com bastante trabalhadores, né? Os últimos serão os primeiros. Olha essa foto, as visitas eh dos espíritas na penitenciária feminina na Maria do Culto. Olha paraa alegria, o olhar, a serenidade desses irmãos e dessas irmãs que estão prestes a entrar. Pode seguir na narrativa do nosso irmão Everton. Ali está a foto que eu disse para vocês. Essa foto foi tirada 22/06 de 2019. Olha lá, eles todos numa roda. Já imaginamos os espíritas num sistema prisional, numa roda, como a gente faz nos centros espíritas, entregando uma rosa? E o nosso convite sempre é: você aceita a presença da Federação Espírita? Você aceita essa rosa? Você aceita um abraço? Então, começa as nossas atividades aqui na carta que nós recebemos, lembro com nitidez da primeira vez em que recebemos a sua visita na prisão. As visitas do movimento do movimento espírito não transformava apenas as pessoas, mas o ambiente interno. Era algo quase palpável. Até os policiais pareciam mais serenos. E aí a gente tem várias narrativas de policiais que recebiam os livros, que liam os livros e depois falava dos livros, né? Eh, Paulo Estevan é um dos livros que nós levamos, tem eh tinha um espaço no presídio feminino que todas as vezes que a gente fazia visita, ultimamente nós não fomos lá, mas era uma privada de liberdade que ela tinha uma pena que ela tinha que ficar eh individual, era como se fosse eh uma uma pena eh de um de uma penitenciária eh federal. Então, ela tinha que ficar sozinha. Todas as vezes que a gente ia lá, a gente levava uma obra de Emânio para ela, para que ela pudesse ler. Eh, se eu não engano, nós levamos todas as obras de Emânuel para ela. Então, esses momentos aqui são momentos que lembro também um do que nós saíamos do presídio todas as vezes. Antes tem um planejamento, depois que nós saímos, tem as reflexões do sentido do trabalho nas nossas vidas, não o sentido do trabalho

ue lembro também um do que nós saíamos do presídio todas as vezes. Antes tem um planejamento, depois que nós saímos, tem as reflexões do sentido do trabalho nas nossas vidas, não o sentido do trabalho pra vida delas, mas pras nossas vidas. Lembro como se fosse hoje, abraçando o Afro, olhando para ele, onde ele sempre falava: "Por que que vocês não vêm aqui todo final de semana?" E aí, um dia desses, na porta do presídio, foi nos convidada a uma reflexão pelo um amigo no plano espiritual, dizendo que era pra gente continuar uma vez por mês, porque eles também estariam ali no trabalho da preparação, do acolhimento, da presença. Então, meus irmãos, este trabalho nós só somos aqui eh o instrumento desse trabalho, a substância, né? Essa substância valiosa entre uma sinfonia de Mzera, a gente só consegue observar a substância linda de uma sinfonia de Mozer ou de Bethouver. Betovem, porque entre uma nota e outra existe o silêncio. Cada vez que a gente ia, e agora eu tô aqui olhando pro meu irmão Gabriel, muitas vezes que eu fui, o Gabriel também estava junto e a gente via acontecendo aquilo na realidade, né? a gente vê acontecendo aquilo na realidade das almas dela, que era a natureza de como cada vez que se chegava, o nível de interesse aumentava em esperar o próximo encontro. Esperar o próximo encontro. Esperar o próximo encontro. E aí essa questão crescia em cada uma delas ali na Ana Maria do Coutto o sentimento da espera. E esse sentimento da espera, ele tem uma no outro também, é, ele tem uma substância de afeto. nessa longe, nessa tem uma substância de afeto que é uma substância que nós precisamos eh trazer para nós e trabalhar com essa substância porque é aquele lugar onde reencontro tem um toque de saudade e essa saudade acontece, né, na prática. A visita dos espíritas, mesmo antes do início das atividades, já no acolhimento, era possível sentir a transformação acontecendo. Olha aí, éramos recebidos com flores, abraços e tratados com uma empatia que muitos de nós já nem sabíamos mais reconhecer.

vidades, já no acolhimento, era possível sentir a transformação acontecendo. Olha aí, éramos recebidos com flores, abraços e tratados com uma empatia que muitos de nós já nem sabíamos mais reconhecer. É tão interessante ver tudo isto acontecer, porque eu trabalhei também no presídio por 22 anos lá na enfermaria e vi esse processo acontecer com muita alegria, porque a gente sabe como é um sistema, o sistema prisional. a disciplina, h rigidez, eh talvez pelo entendimento ainda nossa atualidade, mas sabemos que isso pode ser transformados e e vendo os nossos encontros, como a Silvia, a Solango, o Afro falou, são encontros terapêuticos, não só para elas, mas para a gente também, porque ali tem uma assistência tão grande e um preparo espiritual muito grande. Antes do de acontecer, ele já existe para que a gente chegue até lá. Então, é um processo de muita harmonia. E eu via isso na na segunda-feira, quando eu chegava lá, que eu ia para enfermaria e via aqueles rostinhos sorrindo e via mais leveza, porque o sistema, como diz, é meio brutal, né? porque eles precisam estar ali eh se humilhando, olhando para baixo, se sentindo diminuídos, talvez até para que eh eles e o sistema penal tenha como exercer esse papel assim, mas saber que elas foram abraçadas ou eles foram abraçados, isso deixava uma leveza. E eu sentia a mudança, eu sentia a mudança da do daquele sábado que a gente estava lá naqueles corações com os olhinhos mais brilhantes e que esse olhar era um olhar de que eu posso ser como eu era antes, eu posso Não, eu posso estar no lugar de dignidade, eu posso me tornar uma pessoa melhor. Isso não se sucedia só com as meninas reclusas, né? Acho que com sistema penal mesmo, essa energia que o Hélio falou, ela mudava, ela mudava muito, ela já, a ambiência muda. Então, nós precisamos estar no sistema penal para que possamos mudar essa ambiência de peso para leveza, de rigidez para amor, de crueldade para benevolência. Nós estamos lá também é aprendizado. Não é eles que estão

samos estar no sistema penal para que possamos mudar essa ambiência de peso para leveza, de rigidez para amor, de crueldade para benevolência. Nós estamos lá também é aprendizado. Não é eles que estão aprendendo, é nós que estamos tendo a oportunidade de tocar a nossa alma. Porque quando eu toco uma alma, eu toco a minha primeiro também. Então este momento é tão significativo, não só para elas, mas para nós também. É um momento de que também eu me renovo. Porque quantos de nós não estamos realmente aprisionados pela tristeza, pela impaciência, por vícios internos e ao estudar ou ao preparar como nós preparamos, todas as vezes que vamos fazer essas visitas, nós estamos tocando a nossa alma. juntamente com a delas e mudando essa sintonia tão importante que o no atendimento fraterno se fala, né? Quando pontuando o que a nossa Sandrinha falou, mesmo antes do início das atividades, nós nos reunimos todas as terças-feiras. Fica o convite aí para quem tá no YouTube Fent Play nos assistindo. Pode entrar em contato conosco aqui na Federação Espírita, porque a gente estuda o material da Federação Espírita Brasileira. A gente eh prepara as nossas atividades, assim como quando você vai fazer o estudo, tem toda uma preparação, uma didática. Quando você vai fazer uma preparação para uma evangelização, da mesma forma, a atividade no sistema prisional, ela tem o passo a passo, desde quem vai fazer oração, quem vai fazer a música, quem vai fazer eh o tema que a gente vai trabalhar doutrinário naquele momento. Então, agora aqui tem uma foto de uma das caravanas onde nós fomos à região sul, na verdade ali que é Rondonópolis. Rondonópolis. Nós estivemos na penitenciária com 150 homens, eu e Silvia, abraçamos todos junto com o diretor da da unidade que foi acolhida ali naquele momento. Nós entregamos o Evangelho Segundo Espiritismo para todos eles. Foi um momento muito especial, muito acolhedor. A gente entregou rosas também e havia irmãos que ficavam algo intimidad quando a gente chegava para entregar a obra, fazer o

spiritismo para todos eles. Foi um momento muito especial, muito acolhedor. A gente entregou rosas também e havia irmãos que ficavam algo intimidad quando a gente chegava para entregar a obra, fazer o convite, como a nossa Silvia falou. Você aceita a presença da Federação Espírita aqui? Você aceita essa rosa? Você aceita um abraço? Nós ouvimos de um irmão que ele nunca imaginou que ele receberia uma rosa no presídio, que ele só a receberia quando ele morresse. Então assim, o aprendizado é muito profundo, a amorosidade, a presença espiritual como aquela luz que aparece ali é muito grande. E complementando a nossa irmã Sol, nesse dia nós duas saímos, a gente olhava uma pra outra, a gente só chorava porque eh talvez esse foi o encontro que de fato ali nós consolidamos esse convite. Marquinhos acabou de chegar, pega uma cadeira, vem para cá, porque essa roda você vai estar conosco, né? Pode ficar aqui, Sandrinha. E nesse momento que eu lembro quando nós chegamos na preparação do planejamento, o ano de 2023 foi um ano de virada do nosso trabalho, porque eu e Solange, a equipe eh assim no planejamento para viajar e nós duas, né, nós vamos, nós vamos entrar, mesmo que não tenha trabalhador que queira estar naquela região sul. Então nós começamos este trabalho e ali tinha um senhor que eu lembro dele, ele parecia muito com meu pai e eu cheguei até ele e ofereci ofereci o evangelho. Ele não aceitou o evangelho e não aceitou o abraço. Mas no final dessa atividade, nós solicitamos que eles troquem o evangelho. E ele foi trocar o evangelho comigo e disse assim: "Eu aceito o seu abraço. Eu aceito a presença de vocês aqui. Isso não tem preço. É, é um trabalho de muita simplicidade, mas é um trabalho de muito preparo e de muita entrega para estarmos numa atividade como essa. Eh, eu visualizo muito esse momento, foi o momento que a gente teve com mais privado de liberdade, porque o convite aos diretores e existe, nós vamos conversar um pouquinho já mais sobre como fazer, como estar lá nessa

uito esse momento, foi o momento que a gente teve com mais privado de liberdade, porque o convite aos diretores e existe, nós vamos conversar um pouquinho já mais sobre como fazer, como estar lá nessa sistematização, mas é um diálogo institucional, não é a Silvia com o diretor, não é a Solange com o diretor, é institucional. Então este trabalho ele acontece de uma forma muito harmoniosa, porque tem a liderança do sistema prisional convidando esses irmãos para estar conosco. Aí o convite, o aceite vai ser eles que vão aceitar. Então não tem imposição da nossa parte e nem queira ter imposição, porque este convite não vai ser pro 150, vai ser para cinco. Cinco vai aceitar esse convite, né? Mas eu aprendi com Afre Stefanini que os encontros são únicos, os momentos seja 5 minuto, mas que seja 5 minutos eterno em nossas vidas. Então esse convite amoroso de como nasce a PAC, a PAC também nasce de um convite de uma rosa no sistema prisional. Depois v conversar um pouquinho com o Marquinhos. Pode passar, Nati. Então, coisa rara na cadeia. O que que é coisa rara na cadeia? Eles nos coloca os espíritas de uma forma diferente, diferente dos culto ou das missas. Os encontros não tm ritos, não tem dogmas ou hierarquia. Os ensinamentos nasciam de uma conversa simples e verdadeira, como nós estamos aqui dialogando aqui, Solange, Sandrinha, Gabriel que tá ali, que não quis vir para cá, Marquinhos que chegou, tem uma cadeira aqui, Marquinhos, vem para cá, né? Então, eh, e aqui quem vinha ensinar acabava aprendendo algo. Por isso que eu disse que o trabalho, o aprendizado é da Solange, é da Silvia. E lá a Solange não é médica. A Silvia não é assistente social, a Sandra não é a dentista. O afro não é o psicólogo. O afro é o ser essencial, o espírito imortal em evolução. Ao voltarmos para as celas, ainda carregávamos aquela vibração elevada. Os ânimos mais calmos às vezes até uma noite de sono bem dormida, coisa rara na cadeia. Raro esses irmãos dormirem em paz. dormir sem ter barulho naquele

s, ainda carregávamos aquela vibração elevada. Os ânimos mais calmos às vezes até uma noite de sono bem dormida, coisa rara na cadeia. Raro esses irmãos dormirem em paz. dormir sem ter barulho naquele espaço, um espaço que hoje nós estamos tratando como lar temporário. Certa vez, no Centro de Ressocialização de Cuiabá, nós estávamos ali fazendo um trabalho onde o Afro foi fazer uma palestra com os os privados de liberdades que iriam trabalhar. naquele momento de uma vibração harmoniosa e uma equipe espiritual trazendo para nós naquele momento a humanização do sistema prisional. Então, quem sabe esse lar temporário chegará com muita paz, onde eu consiga dormir tranquilamente, sem medo, sem culpa, sem adubedade de caráter, mas sim tratando arrependimento de uma forma amorosa, né? O sofrimento, trocando o sofrimento pela dor. A dor é benfeitura. Todos nós vamos passar por ela um dia, como diz Joana de Ângeles. Pode seguir, irmã. Já já, meu pai, pode falar. Como a nossa Silvia colocou, o lar temporário, a gente fazer o evangelho no lar temporário dos nossos irmãos, como fizemos no nos raios, nas celas, é um método fácil de também utilizar. Uma outra questão é o Cine Liberdade, né? A gente passou já a o filme Nosso Lar e isso trouxe um impacto muito grande dentro daquela realidade, muitas reflexões profundas. Então o método de trabalho é muito significativo. Pode ser utilizado o filme, pode ser utilizado eh as parábolas podem ser utilizadas, tá? OK. Então eu vou passar aqui, tem uma foto, né, de vários momentos nossos no Centro de Custódia de Cuiabá, na penitenciária feminina, eh junto como os policiais penais ali. Então sempre fundamental a gente colocar essa parceria para que o nosso trabalho ocorra em harmonia junto aos trabalhadores do sistema. Essa foto também ela traz algo muito especial que Joana de Angeles nos convida sobre amizade e terapia. Este trabalho tem uma intensidade muito grande entre nós, os trabalhadores. Eu vou chegar um pouquinho aqui para eu ler, porque eu não tô conseguindo

na de Angeles nos convida sobre amizade e terapia. Este trabalho tem uma intensidade muito grande entre nós, os trabalhadores. Eu vou chegar um pouquinho aqui para eu ler, porque eu não tô conseguindo enxergar. Depois dos 40 a gente não enxerga, não. Posso ir, né? Então, o relacionamento que as pessoas adquirem através da amizade possui um grande significado emocional que auxilia no desenvolvimento de uma vida feliz, encontrando grandes estímulos para o crescimento moral e espiritual. Joana deângeles, aqui, se vocês visualizar, tem eh uma das primeiras fotos do CCC. E eu quero registrar aqui Jorge Tadeu, que é hoje desembargador e foi juiz, não tô dizendo do dos títulos dele, mas do quanto este homem ajudou este trabalho. E também Orlando Perri, que tá ali numa foto conosco, ele esteve conosco no presídio feminino em um dos primeiros momentos. E se vocês visualizarem na mão das das policiais penais, ali tem as obras de Emânio e também num almoço especial da nossa convivência com as nossas irmãs e a alegria da nossa equipe que novos trabalhadores vão chegando conosco. Então, este trabalho com o Cristo, ele é estímulo de crescimento moral e espiritual para nossa equipe, né, Marquinhos, Gabriel, que chegou aqui agora. E essa energia de estímulo moral e espiritual, nós conectamos com os irmãos e as irmãs privadas de liberdade. E isso faz tanto sentido para nós que o desejo e a vontade de continuar dentro de um presídio, todas as viagens que eu faço, mesmo de férias, eu quero visitar um presídio. Essa conexão com os meus irmãos e as minhas irmãs privada de liberdade, eu penso que me estimulou tanto o meu crescimento moral e espiritual, que quando eu sinto a dor delas no último encontro, Silvia, eu perdi a conta de quantas pessoas eu assassinei. E aí quando a gente olha para ela, e aí o que que a gente faz, Marquinhos, numa hora dessa, Gabriel? O que que a gente diz? Como é que a gente dialoga? É Jesus. É Jesus que está conosco. Porque como que Solange na sua doçura, na sua amorosidade, Silvia,

ente faz, Marquinhos, numa hora dessa, Gabriel? O que que a gente diz? Como é que a gente dialoga? É Jesus. É Jesus que está conosco. Porque como que Solange na sua doçura, na sua amorosidade, Silvia, Marquinhos e Gabriel, o que que nós vamos dizer para elas? Certa vez também no carnaval, nós passamos o carnaval todo no presídio no ano passado e nós eh visitamos os 10 raios entregando livros, 300 livros individual para cada uma delas e flores. E uma disse: "Como é que o espiritismo pode me ajudar a não matar mais ninguém? Porque na facção eu tenho essa função. E ali nós recorremos aos encontros terapêuticos de Jesus para dialogar com elas, trazendo essa palavra de conforto, muitas das vezes ouvindo, mais ouvindo. E a nossa equipe está desenvolvendo a escuta, porque este é um trabalho de escuta. Nós avaliamos quando nós saímos de lá, se todas falaram, porque o mais importante é a fala delas para nós. E nós levamos a pérola do tesouro a descobrir. Estão nas obras básicas. Então esse convite, Nati, é muito especial para que nós possamos dar continuidade nesse trabalho de estarmos conectados. Marquinho, você estava ali, como que você traz esse estímulo de moral espiritual para você neste trabalho? É um crescimento interior muito grande, até porque é, precisamos assim ser bem sinceros. cheguei naquele momento com muita dificuldade existir ali uma bagagem social, uma bagagem preconceituosa e de diversas situações. Mas à medida que a gente vai acompanhando e vai percebendo que os aprisionados, na verdade, muitas vezes somos nós que estamos aqui fora e aprisionados emocionalmente, aprisionados na no orgulho, na vaidade, nos vícios. E a gente vai percebendo que a diferença é que um foi alcançado pelo Estado, né, pelo cometimento de crime e outros não foram alcançados pelo Estado. Então me senti, inclusive nesse encontro foi foi muito significativo para mim porque era fora do meu âmbito, era uma outra cidade. Saímos daqui durante a madrugada para chegar lá. Então existe todo um esforço mental que a gente

esse encontro foi foi muito significativo para mim porque era fora do meu âmbito, era uma outra cidade. Saímos daqui durante a madrugada para chegar lá. Então existe todo um esforço mental que a gente pensa, pensando assim, porque eu não fiquei na minha cama, por que que não continuei na minha casa? E aí, ao chegar lá, ao encontrar essas pessoas que estão privadas de liberdade naquele momento, a gente se dá conta que existia sim um grande propósito, desconhecido pelo meu olhar, ainda muito restrito, mas muito bem compreendido pelos espíritos superiores, por Jesus, em me fazer chegar até lá e perceber. Inclusive tinha um, acho que vocês vão lembrar que ele era, ele não era da cidade de Pon Lacerna, estava preso preventivamente e que nos sensibilizou muito, né, e também ficou muito sensibilizado pela pelo encontro ali ofertado, dizendo que jamais tinha visto ouvido falar de algo tão significativo para ele, né? E ele relatou da dificuldade de homem na concepção masculina dele, eh, de receber uma flor, de aceitar aquela flor. E ainda assim ele chegou a dizer no no final o quanto aquilo foi significativo para ele ao receber aquela flor que não parecia para ele ser apenas uma flor. A gente sabia aos nossos olhos o que significava, mas ele ainda não. Marquinhos, pela manhã, eu e o Afro, nós, porque assim, eh, Solange, Gabriel, eh, Marcos, Sandrinha, todos nós que estamos aqui, eh, nós nunca vamos conseguir trazer para vocês o que nós vivenciamos lá. O que a gente tenta trazer aqui é para que a gente possa estimular. Hoje já tem uma uma nova trabalhadora aqui de assistiu o encontro de manhã já está aqui conosco, já está no grupo, tá aqui com as lágrimas na sua face. Esse é o convite amoroso do Cristo. A pergunta de manhã, o que está escrito na camiseta do palestrante caminhando com Jesus no sistema prisional? Marquinhos, como que foi para você naquele encontro em 5 minutos falar sobre o evangelho? Em 5 minutos falar sobre o céu e o inferno? Em 5 minutos falar sobre a Gênesis, em 5 minutos

istema prisional? Marquinhos, como que foi para você naquele encontro em 5 minutos falar sobre o evangelho? Em 5 minutos falar sobre o céu e o inferno? Em 5 minutos falar sobre a Gênesis, em 5 minutos falar sobre o livro dos médiuns. E em 5 minutos falar sobre o livro dos espíritos. traz para nós essa experiência, porque nós gravamos, eh, nós temos gravado essa atividade, porque essa foi uma atividade que nós desenvolvemos ela em todos os encontros que nós realizamos e eles têm o encantamento pelo céu e inferno e a Gênese. E lá em Pontes Lacerda nós não tínhamos a Gênese. a nós ganhamos tinha uma gênese antiga, grande e nós entregamos. Naquele momento a gente não tinha muitos livros, né? Depois almas caridosas que estão assistindo. Se quiser doar livros para nós, né, passa essa luz adiante. Como foi, Marquinhos? Como foi? Como é essa atividade? Que com certeza essa foi uma atividade eh que os nossos amigos espirituais nos intuiu a desenvolver? Desafiador, não tem outra palavra. Falar sobre o Pentateu Cartequen em 5 minutos foi muito trabalhoso. 15. Ah, é para cada um. 15. Foi 15, não foi cinco, não. É cinco para cada foi. Mas assim foi, deu trabalho. Mas foi interessantíssimo porque eu precisava, nós precisávamos resumir a pessoas que não conheciam, não tinham noção do que era a doutrina. espírita, trazida pelos espíritos e apresentar essas pessoas de uma forma desmistificada. Mas ao mesmo tempo, como muito bem pontuou a Silvia, a espiritualidade nos auxiliou. Na verdade, ela conduziu. A gente só foi seguindo o script que ela escreveu mesmo. Então, nesse sentido, conseguimos trazer ali para elas uma explicação de uma forma muito rápida, mas que despertasse a curiosidade. Era esse o objetivo, que elas ficassem tão intrigadas em pensar, existe uma pergunta que vai falar sobre o aborto dentro desta obra e vai me trazer uma resposta. Sim, tem. Então elas ficaram todas estimuladas naquele momento. Acho que a primeira vez que nós fizemos isto foi no CC, foi no CCC, depois fizemos no

to dentro desta obra e vai me trazer uma resposta. Sim, tem. Então elas ficaram todas estimuladas naquele momento. Acho que a primeira vez que nós fizemos isto foi no CC, foi no CCC, depois fizemos no feminino, no no P Laerde e fomos passando exato. fazer isso nos nos outros encontros, que a intenção, além de despertar a curiosidade, é para que eles buscassem por meio destas obras a possibilidade de visualizar o que às vezes, pelas experiências de vida não tinham ainda tido a oportunidade de experienciar. falar sobre a gênese numa concepção trazendo a roupagem da doutrina espírita, desmistificando aquele olhar muitas vezes miraculoso em que nós trazemos das questões religiosas e que muitos de nós já professamos e trazer esse olhar científico, mas ao mesmo tempo religioso, ao mesmo tempo trazendo a filosofia junto, foi tão interessante a ponto de no feminino, eu lembro de uma das internas pedir uma das obras emprestad para ler. Tinha um monte de romance ali à disposição, mas ela foi em busca de uma das obras básicas, justamente pela curiosidade de ter ali ou de obter uma resposta que a a doutrina espírita muito bem nos orienta nesse momento. Então, acho que é uma atividade, inclusive uma sugestão para que a gente possa, eh, organizá-la e trazer como sendo uma sugestão para que todos os encontros feitos, seja pelo nosso grupo, por outros grupos a ser desenvolvidos, que busquem fazer esse esse resumo, essa síntese das obras básicas. Ele ele é realizado, Marquinhos, nosso horário tá indo aqui, a roda de conversa eh conversamos e o tempo vai, né? Tempo voa. E foi assim, meus irmãos, estudando o espiritismo, atrás das grades que eu encontrei algo que jamais imaginei, a verdadeira liberdade, com gratidão profunda. E assim terminamos a carta que nós recebemos. Estamos com mais cartas para receber de vários amigos. Se visualizarmos ali atrás das grades, né? grades com espinho, grades com uma uma cerca, tipo uma cerca com espinhos. Essa é a característica. Eu desconheço o lugar que a dor, dor não, o sofrimento é

Se visualizarmos ali atrás das grades, né? grades com espinho, grades com uma uma cerca, tipo uma cerca com espinhos. Essa é a característica. Eu desconheço o lugar que a dor, dor não, o sofrimento é mais presente do que num presídio. Mas essas obras elas são extremamente significativas e hoje, com toda a certeza, o nosso trabalho está na base de todas essas obras. Pode continuar. eh a importância da doação de livros, né? A gente tem a campanha Passe essa luz adiante. Qualquer casa espírita pode se tornar um um ponto de doação. Aqui na Federação Espírita a gente recebe essas obras e com a entrega a gente faz diretamente para para os irmãos privados de liberdade. E nos nossos encontros, muitos depoimentos a gente ouve. Eu entendo agora a minha vida, eu entendo o que aconteceu comigo. Eu tenho um novo sentido paraa minha vida. me do outros livros, eles entregam os que já leram. Então isso é muito significativo, apresentar o consolador. O Cristo não se esquivava. Aquele que se dirigia a ele, quem quer que fosse, não era arrepelido. A mulher adúltera, o criminoso, todos eram por ele socorridos. Nunca temeu que sua própria reputação viesse a sofrer com isto. O Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 21, 11, amar o próximo como a si mesmo. E tem 12. Esse é um é uma um capítulo do Evangelho. Eh, e o nosso amigo falou de manhã eh sobre o Edivaldo Roberto, né? E a gente traz aqui para fazer uma reflexão sobre como nós, esse trabalho é desafiador no próprio movimento espírita de como este trabalho e e o Afro tem falado conosco, né? Eh, nós trabalhamos neste encontro sem ansiedade de ter números de participantes, mas que nós pudéssemos participar e que nós pudéssemos ter essa conexão com o Cristo, porque o Cristo ele ele nunca temeu a reputação dele. E nós, uma vez minha mãe disse assim: "Como eu vou ficar preocupada com você? Vou embora. Você dentro desses presídios, você visita eh eh matador de aluguel? Ele matou tantas pessoas. Falei: "Mãe, hoje ele não mata mais ninguém. Hoje ele

"Como eu vou ficar preocupada com você? Vou embora. Você dentro desses presídios, você visita eh eh matador de aluguel? Ele matou tantas pessoas. Falei: "Mãe, hoje ele não mata mais ninguém. Hoje ele necessita de um abraço e de um afeto. Então, este é um trabalho que requer de nós na nossa caminhada com os nossos irmãos de outras federativas, dialogando com os os trabalhadores, até assusta quando a gente fala: "Eu me sinto bem em estar dentro de um presídio, porque eu sinto ali do meu amor, doando aquilo que eu recebi e eu receber, eu recebi muito na minha vida". Então, este é um trabalho que requer de nós essa caminhada junto a esses irmãos privados de liberdade. Seguindo, amiga Gabriel. Meus amigos, a mensagem do Evangelho cabe em todo lugar. Ivone, é, né? Ivone, dona Ivone Pereira. sempre recomenda por onde passa a oração pelos suicidas. A Idalida de Aguiar, por onde passa, também pede oração pelos presidiários. Porque o que Jesus nos pede é: todas as vezes que fizerem algo pelos pequeninos, é aí, é a mim mesmo que o fazem. Aí tem a imagem, né, da Ivon de Pereira, né, que serviu como médium. de 1926 a 1980, aidaliui de Matos e de 1926 a a 1980. Este é um convite muito especial nessa a e da Linda de Aguiar no nas diretrizes da FEB, tem uma mensagem que ela escreve, né, e ela e ela fala dos presidiários como suicidas morais, né, Ivon Pereira. Ela convida a todos nós a orar por um suicida e a Idalinda de Aguiar Matos na década de 40 instituiu mais de 20 escolas espíritas no no sistema no Rio de Janeiro e ela nos convida a orar por um suicida moral. E foi assim que nós iniciamos a nossa manhã, eh convidando aos espíritas do Mato Grosso e do Brasil que possa vibrar amorosamente para as penitenciárias no Mato Grosso e no Brasil. Pode passar, Nati. E a gente tá finalizando essa primeira etapa. Como nós chegamos lá? Pode seguir na preparação, como a Solange falou, nas reuniões, né? O estudo do material pode passar e conheça um pouquinho desse trabalho como que o porqu Mato Grosso é um pouco diferente

chegamos lá? Pode seguir na preparação, como a Solange falou, nas reuniões, né? O estudo do material pode passar e conheça um pouquinho desse trabalho como que o porqu Mato Grosso é um pouco diferente eh dos outros dos outros estados, né? Eh, a gente leva aí a cura da depressão, do o amor, a rosa e a entrega. Nesse pode passar, Nati. E nesse trabalho aqui, eh, nós estimulamos e orientamos os os centros espírit a desenvolver este trabalho eh para o atendimento espiritual da população prisional no estado e também desenvolver as competências para a atuação no sistema prisional. Então, não é um trabalho simplesmente eu tenho, eu quero trabalhar, mas nós precisamos, né, eh, estimular a implantação de projetos em todos os presídios no estado, onde ainda não existe. Na nossa preparação, surgiu uma ideia do Afro de fazer o Cine Liberdade, onde nós já estamos com uma amiga espírita que já começou a escrita desse projeto para que a gente possa estimular este trabalho que ele é um pouco menos trabalhoso, mas você vai ter que entrar nos presídios para desenvolver, né, e ampliar as equipes e promover a sustentabilidade das tarefas realizadas. Este encontro tem esse convite, né, Solange Marquinhos, Gabriel, para que nós possamos estar desenvolvendo esse trabalho e com cooperando também com a ressocialização no estado de Mato Grosso. É quando a gente trabalha, quando a gente faz esse trabalho, nós estamos conectados também na sensibilização de trabalhadores e voluntários para atuar, né, nesse segmento e proporcionar assistência espírita necessária a essa população que precisa dos espíritas, que necessita de nós, como o Chico dizia, que possamos sair das quatro paredes do Centro Espírita, abrir as portas, abrir os portões das casas espíritas. Este ainda é um trabalho que tá aqui na federação pelo uma orientação também da FEB. Pode passar, Nati, de estarmos conectados nesse trabalho. Então, pode passar, tá? Pode passar. Então, aqui pra gente entender e compreender da da internet, a gente já já responde a

ação também da FEB. Pode passar, Nati, de estarmos conectados nesse trabalho. Então, pode passar, tá? Pode passar. Então, aqui pra gente entender e compreender da da internet, a gente já já responde a pergunta, né? Então, eh, nós começamos, como É falou, ele disse para nó eh falou muito do conselho da comunidade, falou muito nome, pergunta, como começou o trabalho aqui, ó. A assistência ao irmão privado de liberdade em Mato Grosso começou pela federativa? Sim, começou pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, eh, com uma convocação do juiz da execução penal para que a Federação Espírita do Estado de Mato Grosso participasse do Conselho da Comunidade da Execução Penal de Cuiabá. E na época eh eu fui eh participar dessa dessa indicação, fiquei lá não sei quantos anos, né, Marquinhos, muitos anos ali. E contribuímos muito e construímos amizades interexistenciais. com muitos eh diretores dos presídios, irmãos que foram eh atacados e que nós nesse trabalho de visitas, né, nós visitamos a todos que estão no presídio. Então nós começamos eh visitar eh o o sistema prisional por aí. Então, nós entramos no Conselho da Comunidade da Execução Penal. Hoje nós continuamos, mas não estou mais na presidência do conselho. Marquinhos foi o braço direito que ajudou eh muito nesse trabalho. A Federação Espírita do Estado de Mato Grosso eh ajudou aí na execução de mais de 26 milhões na reforma eh estrutural do sistema prisional no estado de Mato Grosso. Hoje eu e Solange nós continuamos, mas não mais eh como na liderança com com cargos. Hoje nós estamos só com encargos e hoje a nossa missão, o nosso trabalho, nós não temos missão também com assistência espírita, a missão é conosco, mas eh o propósito de estarmos lá é para estarmos mais próximo também eh de todas as questões que são desenvolvidas no sistema prisional. Pode passar, Nati. E aqui eu trouxe uma foto eh aqui também para vocês visualizar a composição dos membros do conselho, né? quem faz parte eh de todo o conselho,

ão desenvolvidas no sistema prisional. Pode passar, Nati. E aqui eu trouxe uma foto eh aqui também para vocês visualizar a composição dos membros do conselho, né? quem faz parte eh de todo o conselho, tem as instituições religiosas, né, e as outras instituições eh do governo do estado e e as e do movimento social também no poder judiciário. A gente tem que agradecer o poder judiciário do estado do Mato Grosso, em nome eh do Dr. Orlando Perri, que hoje lidera é o grupo de monitoramento e fiscalização nos presídios, que tem apoiado Dr. Geraldo Fideles, Dra. Josane, né, tantos outros. amigos que estão aí eh no poder judiciário do estado. Pode passar. E aqui essa foto eu trago para vocês. Todas as fotos, toda foto aqui só tem uma mulher na foto. Todos os outros são homens. Nós estávamos numa reunião com os empresários no estado de Mato Grosso e foi aqui nessa foto que nós começamos o trabalho com a costura no feminino. E nesse momento eu não tenho a permissão dele para dizer, mas eu vou falar aqui. Eu acho que quando ele ouvi isso e eu vou ligar para ele que eu disse, eh, o Aires do Estofá dos Santos nessa reunião com o governador, com poder judiciário e todos os empresários do estado. E ali o governador estava pedindo para que pudéssemos abrir as portas das empresas para o sistema prisional. E eu ouço Aires contar a narrativa da sua vida. E ele disse: "Eu quero ajudar os irmãos privados de liberdade. Hoje ele está na costura no presídio feminino. As meninas não recebiam no presídio feminino para trabalhar na costura. Hoje nós temos 10 privadas de liberdade, começou com 10, não sei se hoje tem 10, mas estão trabalhando. Esse é um dos primeiros empresários que entrou no sistema, depois entraram outros. Nós ajudamos na na contribuição da criação da lei Vida Nova, que é eh construir em volta dos presídios indústrias. Nós hoje tem a indústria no presídio feminino, tem quase tem 100 vagas, também não sei se tem 100 meninas, mas eh nós podemos dizer que tem a energia da Federação

ir em volta dos presídios indústrias. Nós hoje tem a indústria no presídio feminino, tem quase tem 100 vagas, também não sei se tem 100 meninas, mas eh nós podemos dizer que tem a energia da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Então, foi assim que nós chegamos no sistema prisional e levamos a doutrina espírita nas nossas ações primeiro, sem falar dos dogmas, dos que e a nossa intenção também não é transformar ninguém em espírita, mas ele por si só conecta com Cristo como Paulo o fez. Pode passar, Nati. Solâ adora falar da da da campanha. Vou passar para ela. Já falou aqui no início. Eu falei já vai chegar. Nosso irmão Diego fez essa essa imagem que vocês estão aqui. Então, para destacar, passe essa luz adiante, a campanha de arrequidação de livros espírita para os irmãos eh no cárcere. algum algumas questões. No começo a gente recebia obras eh e fomos fazendo seleção, né? Algumas obras eram antigas, eh, do ponto de vista de papéis. Então, a gente foi selecionando e aí a gente já entregou mais de 3.000 livros. A gente tem a continuidade dessa campanha. Então, qualquer casa espírita pode ser um ponto de arrecadação, podem também caminhar aqui paraa Federação Espírita e a gente dá preferência às obras básicas, aos romances, obras aí com eh os espíritos Emanuel, com Joana dees, com André Luiz, livros como Vida Feliz, a coleção Pão Nosso, eh Vinha de Luz, são livros muito solicitados por elas quando a gente vai entregar outras obras, elas às vezes fazem troca esses livros, elas gostam de ficar com elas porque são mensagens diárias e é muito importante isso, porque quando o nosso tempo com elas é um tempo pequeno, só que o tempo que elas têm depois para fazer as reflexões daquela semente que a gente levou com as obras básicas, esse é o infinito. Nós aqui fora, não privados de liberdade, sempre falamos que a gente não tem tempo. E aí quando a gente leva a semente lá e a gente vê as reflexões profundas que elas fazem com aquilo que foi levado, a gente também reflete o que

de liberdade, sempre falamos que a gente não tem tempo. E aí quando a gente leva a semente lá e a gente vê as reflexões profundas que elas fazem com aquilo que foi levado, a gente também reflete o que que a gente tá fazendo do nosso tempo. Então fica o estímulo aí pra campanha. E tem mais uma pergunta que é para você aqui, Marquinho. Como começou a APAC no estado de Mato Grosso? Nós vamos passar já já para essa parte. E eu quero chamar toda a equipe aqui pra gente terminar essa etapa e nós vamos começar outra já. E a gente vai falar da PAC, por isso Marquinho tá aqui. Vem aqui, Abro. Isso. Vem aqui, Sandrinha. Vem aqui, Guida. Isso. Então, pra gente finalizar essa etapa, nós, como Cristo, né, sempre fez, e esse é o convite que nós estamos eh neste convite amoroso aqui, olhando cada um aqui para nós, né, e tentando também visualizar todos que estão aí no canal do YouTube da Federação Espírita. Que neste momento você possa olhar para você e dizer: "Eu me acolho." Vamos aqui. Eu me acolho. Eu te acolho. Eu me aceito. Eu te aceito. E juntos iremos aproximar para aprender a amar nossos irmãos privados de liberdade. Gratidão por estar aqui agora. Então, encerramos este momento e vamos dar sequência aqui para finalizar o nosso encontro com Afro. Eh, Marquinhos e Solange continua aqui conosco, tá? Pra gente dar continuidade nesse trabalho. Nat, você coloca aquele outro que eu coloquei. Vamos lá. O tempo voa, gente, ou é nós que falamos de mar? Tempo voa, né? Certinho, né? Então, neste momento, nós vamos, a pergunta da PAC vai ser depois. Só Nati, coloca lá na página, deixa eu ver qual que você tá aí. Nós agora nós vamos fazer algumas perguntas que tem eh no livro, né, nas diretrizes. Não é um livro, são diretrizes, não é imposição, mas é um convite amoroso que a Federação Espírita Brasileira organizou. Nati, você passa, por gentileza, ali na no índice. Tá conseguindo? Ah, você pegou o outro. Eh, pega o outro. O outro. que aqui nós vamos fazer algumas perguntas para que nós possamos eh

ira organizou. Nati, você passa, por gentileza, ali na no índice. Tá conseguindo? Ah, você pegou o outro. Eh, pega o outro. O outro. que aqui nós vamos fazer algumas perguntas para que nós possamos eh pensar nessa sistematização deste trabalho no sistema prisional. Como que nós eh podemos desenvolver esse trabalho? quem tá aqui conosco de uma região ou de outro estado brasileiro, conhecer eh as diretrizes da Federação Espírita Brasileira para que nós possamos como iniciar este trabalho. Vai no índice, Nati, por gentileza. as orientações para assistência espírita no sistema penal e socioeducativo. Como eu disse no início, nós cooperamos com a escrita dessas diretrizes. Pode passar, amiga. Vai lá no índice. Aqui é um é um ele é super simples a leitura aqui. Eh, ah, dá um zoom nele aí para nós, né? Então ali na na página 34 nós temos o método e esse convite você consegue dar um zoom a mais amiga, para deixar ali no método? Isso. Pode ir, pode ir. Isso aí. Aí, isso. Então, qual é a metodologia deste trabalho? como nós e esse modelo aqui nas diretrizes, nós fizemos um convite para realizarmos o trabalho que o samaritano desenvolveu, de aproximar, de conhecer a realidade, né? E e conhecendo essa realidade, como é que a gente inicia essa atividade, Solange? como é que a gente organiza e sistematiza Marquinhos, eh, Afro, como é que a gente, eh, mantém essa atividade? Então aqui foi organizado e sistematizado eh orientações simples e clara para que o movimento espírita brasileiro pudesse desenvolver essas atividades. Uma das questões essenciais aqui para desenvolver esse trabalho é o que nós estamos fazendo no Mato Grosso, que tenha uma coordenação geral na Federação Espírita para que as regiões possa estar desenvolvendo esse trabalho. Como é que a gente realiza esse trabalho, Solande? Eh, como é que a gente, se a gente perceber aqui como é que a gente fez esse trabalho e ali tem tudo? Parece que assim, e lógico, a gente ajudou a construir, mas não foi só na base da realidade do Mato Grosso que

ue a gente, se a gente perceber aqui como é que a gente fez esse trabalho e ali tem tudo? Parece que assim, e lógico, a gente ajudou a construir, mas não foi só na base da realidade do Mato Grosso que nós desenvolvemos essa atividade, mas é necessário aproximar da secretaria. Você quer falar um pouquinho? Só na própria diretriz da Federação Espírita, a gente tem algumas orientações importantes em relação ao início da atividade, que é as relações institucionais. Então, como nós já antecipamos aqui, a gente faz reunião com a Secretaria de Justiça, houve mudança do secretário, a nossa equipe foi em nome da Federação Espírita mandou o ofício e fomos presencialmente com secretário de justiça, apresentar o nosso trabalho. Então, a primeira questão é institucionalizar, porque esse trabalho é um trabalho da Federação Espírita junto ao sistema prisional. Então, tem eh as unidades prisionais, a Secretaria de Justiça dialoga com os diretores, os diretores são eh aí a ponte com a gente depois para a continuidade do trabalho. E a equipe, o trabalhador pode ser de qualquer área, mediúnica, atendimento espiritual, infância e juventude, área de arte, como a nossa coordenação, tem trabalhadores de todas as áreas nas casas espíritas. Isso é muito importante a gente pontuar. Você não precisa sair da área em que você trabalha na casa espírita. É uma atividade que qualquer área pode estar envolvida. E a gente tem o estudo do material. Todas as terças-feiras nós nos reunimos. Então é muito importante a qualificação do trabalhador. Não é um trabalho que você chega, você vai faz a identificação e entra dentro do presídio, não. Isso é muito importante, toda a preparação. Em nenhum momento eh eh a gente deve ser imprudente em começar um trabalho desse. Então, esses passos da relação direta, ela é fundamental. E é isso, Lange. Eh, neste neste ponto, as relações interitucionais e institucionais é fundamental para não ser um trabalho das pessoas. Às vezes a gente ouve falar muitos nomes, né? E até a Afro saiu da

isso, Lange. Eh, neste neste ponto, as relações interitucionais e institucionais é fundamental para não ser um trabalho das pessoas. Às vezes a gente ouve falar muitos nomes, né? E até a Afro saiu da mesa e falou: "Vamos deixar os trabalhadores tá aqui." Então, neste trabalho, como a Solange falou, deve ser de todas as áreas. quando da orientação aqui, eh, convida a que todas as áreas dos centros espíritas estejam conosco na atividade. Por quê? para ter a unificação do trabalho, para não criar outra área eh na federação, mas sim fazer a unificação deste trabalho, como a Solange disse, né, essa estruturação, montar a equipe para desenvolver o trabalho e realizar as visitas, como nós pontuamos ali, e as qualificações, né, qualificar os trabalhadores para manter no trabalho. E Marquinhos, como que você visualiza essa atividade, é, de como manter o trabalhador espírita em uma atividade como essa? Visualizo assim de uma forma que primeiro que o trabalhador espírita ele precisa estar em constante qualificação quanto a essa temática, deixá-lo bem muito próximo a essa realidade, até porque a visita a uma instituição eh prisional é muito distinta de uma visita numa instituição, como por exemplo, um asilo em que abriga idosos ou crianças. Existe algumas particularidades que envolvem a segurança do Estado em relação a essa unidade. Então, a aproximação do trabalhador de forma integral, ele precisa de uma qualificação, ele precisa compreender e acompanhar isso, e se atualizar. o grupo, a direção geral, possivelmente vai lhe trazer grandes orientações, inclusive o atualizando. Muda-se muito a forma de atuação. Às vezes, por questões de segurança, se altera determinadas a atividades ou situações internas da unidade prisional e que o grupo vai seguir naturalmente. Então, nesse sentido, o trabalhador espírita muito bem qualificado, muito bem preparado, não só do âmbito formal, quanto a qualificação, a orientação trazida pela pela FEB, trazida pela federativa, mas também o seu preparo

o trabalhador espírita muito bem qualificado, muito bem preparado, não só do âmbito formal, quanto a qualificação, a orientação trazida pela pela FEB, trazida pela federativa, mas também o seu preparo emocional e espiritual. Eh, e digo isto porque às vezes a gente acha que é só uma visita, mas essa só visita pode ser um um grande momento, tanto para ele quanto para aqueles que estão lá dentro. E é importante, o Marcos tá narrando essa questão, porque a gente já teve a experiência de levar pessoas só paraa visita e a pessoa junto conosco espírita, mas a pessoa tava interessada nos crimes das pessoas, queriam perguntando paraa outra que estava do lado sobre o que cometeu, o que aconteceu, o que ela estava fazendo ali. Então, é muito importante como manter os trabalhadores neste trabalho e eh nessa organização institucional e interinstitucional eh da Federação Espírita com a a as unidades, as as penitenciárias do estado, não é que eu tirei da boca aqui. Eh, nós estamos com uma reunião marcada com todos os os diretores dos presídios pro dia 22/04, para que nós possamos eh estar eh colocando para eles esse planejamento. Então, também há necessidade de elaborar um plano de trabalho, um plano de ação para desenvolver esse trabalho. Como é que você faz isso? Quem vai fazer o trabalho? Quem vai estar organizando? Quem vai manter essa equipe ali nessa nessa sintonia? paraa organização do trabalho. E aí você segue, né, como você realiza essa atividade e realizar a atividade. Nós eh colocamos várias questões ali porque assim eh nas diretrizes não tem eh uma receita. você vai entrar, você vai fazer isso, você vai fazer aquilo. O convite é caminhando com Jesus no prisional e buscar todas as referências que nós temos, essencialmente das obras básicas. E nós vamos levar, como nós colocamos de manhã, eh, o sentido da música, da arte, do afeto, do amor no desenvolvimento desse trabalho e a abordagem de assuntos. Como é que nós vamos abordar esses assuntos? Isso também depende muito de como é que os privados de

o da música, da arte, do afeto, do amor no desenvolvimento desse trabalho e a abordagem de assuntos. Como é que nós vamos abordar esses assuntos? Isso também depende muito de como é que os privados de liberdade vai fazer essa conexão. Quando nós começamos o trabalho, nós começamos com o livro Estudos Espíritas, todos os temas do estudo espírita. Hoje nós, eh, raramente a gente leva algum livro para leitura. Nós optamos por um período de ler os o Evangelho, fazer leitura do Evangelho no início, no meio. Então assim, tem um planejamento de todas as atividades e também nas orientações traz para nós questões que precisamos estar atentos, né? como eh os trabalhadores se comportar ali dentro, a vestimenta, questões que em uma visita, em qualquer lugar requer de nós esse olhar. Mas tudo que nós estamos falando aqui, de forma resumida, porque a gente já colocou ali na experiência que nós fomos narrando, eh nós eh estamos aqui trazendo para vocês para que vocês possam olhar ali no material, nas diretrizes. Eu vou pedir pra Solange passar esse material para todos que estão inscritos no evento, aqueles que não conhecem, ela já vai colocar no grupo ali. Então essa parte aqui ela não é trabalhosa, né? Como você, eu vou dizer para vocês que é mais trabalhoso você manter a atividade do que iniciar a atividade. E eu sei que em outros estados brasileiros não tem a abertura que o estado de Mato Grosso dá para os espíritas. Aí vocês podem pensar, mas por que pela federação e não pelo um centro espírita? para que o trabalho tenha a unificação. E aí quando, porque nesse trabalho nós temos vários centros espíritas que estão conosco. Então este convite inicial aqui para nós eh da metodologia do modelo, que o modelo é o Cristo, né? Aqui no material, ele tá nas diretrizes, ele traz a parábola do samaritano, mas nós convidamos também aos trabalhadores a refletir sobre a parábola do semeador, a parábola dos dois filhos e os modelos, os encontros terapêuticos de Jesus que nós refletimos ali e nessa organização, nessas três

os também aos trabalhadores a refletir sobre a parábola do semeador, a parábola dos dois filhos e os modelos, os encontros terapêuticos de Jesus que nós refletimos ali e nessa organização, nessas três perguntas aqui, como iniciar, como realizar e como manter. Então, nas diretrizes isso está bem claro e objetivo. desce um pouquinho que também é a primeira vez que a a federação pode baixar ali no anexo o modelo da PAC. É a primeira vez, pode deixar ali no modelo. É a primeira vez que eh em uma das orientações de da Federação Espírita Brasileira que tem um modelo que não seja o modelo das diretrizes espírita, mas o modelo da APAC. E nós vamos passar pro Marquinhos. para ele trazer para nós aqui. Eh, é óbvio que a gente vai trazer de uma forma resumida, mas a gente vai deixar aí os contatos daqueles que têm interesse de estar conosco nesse trabalho. Hoje eu estou na vice-presidência da PAC Cuiabá, que vai ser uma PAC, primeira PAC feminina do estado de Mato Grosso. Marquinho também é um dos diretores da PAC, então ele vai falar e depois o nosso Afro vai trazer um convite muito especial da nossa Dália para encerrar o nosso encontro. Amigos, para falar de APAC, é preciso a gente primeiro falar de algo muito importante e aí é direcionado para nós espíritas. muito claro. Se nós verdadeiramente acreditamos que a vida não se limita a essa experiência terrena, vamos compreender profundamente a reencarnação e todos os aspectos das leis agindo sobre nós, coisa que nós espíritas já fazemos esforços de compreender isso há muito tempo, desde que as obras básicas estão claras e dispostas para todos nós. É possível compreender a evolução da humanidade em determinadas áreas e não compreender que determinadas outras não evoluam? É possível a humanidade ascender nesse processo de um mundo de regeneração em todas as áreas, menos em uma. Não é possível. Não é possível conceber um mundo regenerado em que, por exemplo, determinados espaços, como as unidades prisionais, não tenham ali indivíduos

generação em todas as áreas, menos em uma. Não é possível. Não é possível conceber um mundo regenerado em que, por exemplo, determinados espaços, como as unidades prisionais, não tenham ali indivíduos regenerados. Compreendendo isto para nós espíritas, não tô nem falando pro Joãozinho lá da esquina, tô falando para nós espíritas que estamos aqui hoje ouvindo isto a a desde manhã cedo, compreendendo isto, é dever moral do espírita ao se lançar para o progresso da humanidade, compreender que desde a unidade prisional, a unidade de saúde, a unidade de educação, todos eles devem vem caminhar para e passo na evolução. Não tem como as evolutivamente, deixando de lado aqueles que hoje estão retidos dentro da unidade prisional. E foi pensando nisto, claro que com outro olhar, o olhar espírita vem refinar o pensamento, vem refinar e dar sentido que muitos ainda não tinham naquele aspecto. surge esta organização chamada APAC e que surge na ideia dentro das hóstas católicas, mas que surge com esta ideia de dar um renovo, um novo pensamento a esses aspectos dentro da unidade prisional. Isso nós estamos falando de há muito tempo atrás. Com isto foi-se passando o tempo e essa metodologia foi se criando e melhorando, se ampliando a ao passar do tempo. Tanto que hoje é um método aplicado não só no nosso país, embora tenha nascido aqui, mas também aplicado em outros países. Qual é a intenção desse método? É compreender que o indivíduo que lá se encontra vai sair também. E esse é um outro aspecto. É possível o espírita conceber, desejar e até mesmo apoiar. E aí vai muito do do pensamento realmente espírita profundo cristão. A pena de morte. A gente vai observar, inclusive estudando as obras básicas, que não é possível uma humanidade, à medida em que ela avança moralmente ainda cultuar e pensar na ideia da pena punitiva com a morte. Nisto o indivíduo então vai sair de lá. Se o indivíduo vai sair de lá, é dever moral. Então, reerguer este indivíduo, inclusive sob orientação daquele que é o nosso mestre. modelo e

itiva com a morte. Nisto o indivíduo então vai sair de lá. Se o indivíduo vai sair de lá, é dever moral. Então, reerguer este indivíduo, inclusive sob orientação daquele que é o nosso mestre. modelo e guia para a humanidade. Estive preso e fostes me visitar. E os o então os discípulos perguntam: "Mas quando é então que o Senhor esteve preso e fomos te visitar, Senhor?" E aí ele rebate, como muitos já conhecemos, quando fizestes a todos aqueles, em outras palavras, presos, fizestes a mim também. Nesse sentido, se é uma orientação direta do mestre, não vai adiantar nós postergar postergarmos esta orientação por muito tempo. Inclusive, hoje estamos no sistema prisional, mundialmente falando, caótico, por assim dizer, com dificuldades, com conflitos, justamente porque fomos postergando ao longo do tempo assumir esse compromisso. Daí surge a APAC. Hoje em Mato Grosso, em Cuiabá, a APAC, ela tem uma contribuição muito intensa dos espíritas, o que demonstra que a APAC, embora tenha nascido dentro de uma ideia religiosa, de uma religião específica, ela não pertence a uma ideia de uma religião. Tanto que uma dos seus pilares são 12. Um dos seus pilares é religiosidade, espiritualidade. A espiritualidade é justamente trazendo ou desfazendo esse véu. Não é só a religião X que pode atuar, é só a religião Y, mas não é a espiritualidade, já trazendo de que se o indivíduo vai sair de lá, vou me ocupar dele. A APAC nesse sentido, tenta de visuar que o trabalho, veja, veja como tá muito em sintonia com as leis de Deus. O trabalho é um dever para com todos que lá estão. Veja, a possibilidade da evolução sem trabalho, não tem como. Está profundamente em sintonia. Então, a ocupação do indivíduo deve ser de medida integral com a educação, a orientação, profundamente sintonia com as leis de Deus, o trabalho, ao mesmo tempo, os laços familiares permanecem. Isto é muito claro, principalmente quando a gente para para estudar sobre a lei de reencarnação. A oportunidade é trazida no seio familiar.

o trabalho, ao mesmo tempo, os laços familiares permanecem. Isto é muito claro, principalmente quando a gente para para estudar sobre a lei de reencarnação. A oportunidade é trazida no seio familiar. Aquele que está privado de liberdade deve trazer para a proximidade justamente os seus laços familiares para que o possa o reerguer e ao mesmo tempo servir de esteio para a sua existência. Seguindo dentro dessa ideia do método, ainda tem lá no final a libertação com Cristo. E a gente entende, mas Marco, essa libertação com Cristo não é um aspecto muito religioso? Embora nós estamos falando ali de um de uma de uma organização, a libertação com o Cristo não está distri uma religião específica. mas sim como trazendo como aspecto de que o indivíduo ele vai conseguir libertar de seus vícios íntimos internos, daquilo que ele traz enraizado. Inclusive a muitas existência que muitos de nós, inclusive nem sequer conseguimos compreender todas as nossas raízes, as raízes dos nossos vícios. Ele vai conseguir se libertar à medida em que ele se aproxima do evangelho de Jesus. uma orientação que o próprio Kardec traz para nós, que a o próprio livro do O Evangelho Segundo o Espiritismo traz para nós de uma forma muito clara. Por isto que a APAC é uma proposta que talvez não esteja no desenho específico de trazer a APAC para todas as unidades prisionais do Brasil. Pode ser que isso nunca aconteça. Está tudo bem. Mas o método, a ideia, a força dessa ideia, o sentido dela vai permear a todas as unidades. Porque embora nós hoje estejamos nesse momento de dificuldade dentro do sistema prisional, ele vai avançar, porque necessário é avançar. se nós nós nos manteremos retidos nesse processo evolutivo. Então, para avançarmos, devemos então nos ocupar, que aí então é o pilar principal, ou melhor inicial da APAC, a comunidade. E é por isto que a Federativa de Mato Grosso, a Federativa do Brasil tem se ocupado em dar sustento a esse pilar, a participação da comunidade. Não é possível auxiliarmos na restauração ou até mesmo

. E é por isto que a Federativa de Mato Grosso, a Federativa do Brasil tem se ocupado em dar sustento a esse pilar, a participação da comunidade. Não é possível auxiliarmos na restauração ou até mesmo na reintegração desse indivíduo ou até a integração dele para aqueles que estiveram à margem durante a sua existência por inteiro. compreender de que trazer esse indivíduo para para próximo da comunidade, nós sociedade, é justamente compreender que eu auxilio a mim na minha jornada, mas tenho também uma possibilidade de auxiliar aquele aquele outro na sua jornada também. Com isso, para finalizar, pensando em todo esse método estimulado ou criado pela AAC e que hoje fazemos o convite para que todos nós possamos conhecer e compreender, seja fazendo uma pesquisa na internet do que é esse método APAC, seja estudando a orientação, a assistência espírita no sistema prisional para compreender o que é esse método. Vamos compreender que é um método que busca muito além do estado em que nós estamos. O objetivo é verdadeiramente compreender que com Jesus caminhamos melhor no sistema prisional. Ainda há necessidade do sistema prisional. Se ainda há necessidade do sistema prisional para o nosso estado, para a nossa organização, necessário não apartar o indivíduo que ali está da figura mais importante na humanidade, aquele que é modelo, aquele que é guia. Se ele não tem modelo, se ele não tem um guia, como eu posso esperar que ele terá uma orientação para bem sair de lá. Posso contar uma história rapidinha? Muito breve. A primeira vez que eu fui numa unidade prisional aqui em Mato Grosso, eu fui na unidade principal do estado, inclusive sobre convite, não vou citar nomes, mas vou dizer muito próximo, dar dicas de quem foi. Fui visitar essa unidade. Chegando lá, eu senti um cheiro muito forte, um cheiro que para mim era, com o perdão da palavra, era fétido, era um cheiro que me incomodava profundamente. E lá tinha as autoridades naquele momento. E eu lembro de uma das autoridades do poder judiciário

que para mim era, com o perdão da palavra, era fétido, era um cheiro que me incomodava profundamente. E lá tinha as autoridades naquele momento. E eu lembro de uma das autoridades do poder judiciário perguntar chegando próximo à cela quantos tem aí dentro e e uma voz lá, porque eles ficam todos de costas para nós como um método de segurança interno. Ficam todos de costa para a grade as grades. A gente só ouviu a voz 43. E aí ele olhou assustado, eu não sabia, tava chegando ainda naquele momento, primeira visita. E aí ele virou para o representante da da unidade, falou assim: "Mas quanto quanto é a vaga para estar nesse espaço?" São 12. São 12 camas e tem 43. Sim, são 12 camas, são 12 espaços e tem 43. Eu já me assustei nesse momento e a gente continuou, eu continuei sentindo aquele cheiro, me continuou me incomodando. E aí por fim, em dado momento, foi nos permitido ter um pouco mais de liberdade. E aí eu perguntei para um deles assim, falei: "Nossa, rapaz, que situação difícil, né, você nessa situação? É, eu imagino a saudade de casa." E aí ele me deu uma resposta que me chocou profundamente. Ele falou assim: "Ô doutor, o senhor acha que isso aqui é diferente da minha casa?" "Não é não, doutor. Eu moro num barraco, ele citou um nome aqui na periferia de Cuiabá. Não é não, doutor. Eh, lá a gente, o banheiro fica na parte de fora. É igual aqui. O banheiro também não tem privado, não. Eh, lá em casa a gente divide, é minha mãe, aí tem os meus irmãos, os me os meus sobrinhos, é todo mundo mora no mesmo lugar, a gente mora num barraco. Então aqui pelo menos tenho comida. E isso me tocou muito profundamente, porque veja, o indivíduo não tinha experiências que pudesse trazer ele assim: "Nossa, que saudade de casa, nossa, que vontade de sair desse meio e poder retornar". Ele não tinha essa experiência. E aí foi quando, estando naquele momento, eu me dei conta, falei que se ele não tem essa experiência de proximidade da família, de um lugar agradável, de um ambiente salubre, ele

nha essa experiência. E aí foi quando, estando naquele momento, eu me dei conta, falei que se ele não tem essa experiência de proximidade da família, de um lugar agradável, de um ambiente salubre, ele vai ter como referência somente aquele espaço. E aí fui me dando conta o porqu das às vezes as reincidências de retornar por unidade prisional. Sai e volta, sai e volta, sai e volta. Justamente porque o indivíduo entra num ciclo e ele não tem nenhum outro que possa quebrar esse ciclo vicioso e demonstrar que é possível ter outras experiências mais saudáveis. E ao conhecer esse sistema APAC, que tem uma outra roupagem completamente distinta, o meu choque foi o inverso. Exatamente o que eu pensava lá atrás era o que eles me demonstravam, a saudade de casa. Mas ao mesmo tempo não dizendo a saudade da família, porque um dos pilares é a família próxima. Então a própria organização traz a família, estimula, olha, tem visita, traz a vítima também. faz inclusive o trabalho de amparo e assistência à vítima. E isso me fez perceber que é isto. Se existe algo hoje dentro da humanidade, de todas as nossas limitações, que pode ser um pouco mais próxima ao projeto iluminativo de Jesus, talvez seja este. Então, foi por isto que me encantou tanto ao perceber a distinção e e pensar que talvez seja esse a oportunidade que nós temos de minimamente contribuir para uma humanidade melhor. Eu quero agradecer em nome da Coordenação de Assistência Espírita do Sistema Prisional da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, a todos os irmãos que nos acompanham pela YouTube, Fente Play ou Facebook, os que estão aqui presentes, trabalhadores e a Jesus por este trabalho. Quero passar paraa nossa Silvia fazer as suas palavras finais e depois ao nosso afro para com a amorosidade, com a arte, com a música encerrar o nosso evento. É o Afro. Agora então, a minha gratidão imensa a todos os corações aqui presentes fisicamente, a todos os corações presentes virtualmente. Meu coração está muito feliz com o convite da nossa Silvia, da

o Afro. Agora então, a minha gratidão imensa a todos os corações aqui presentes fisicamente, a todos os corações presentes virtualmente. Meu coração está muito feliz com o convite da nossa Silvia, da nossa Solange, coordenadoras baloartes aqui do sistema prisional no estado de Mato Grosso, por meio do Espiritismo. Me lembrei, meu pai sempre lia o Evangelho Segundo o Espiritismo, todo dia que ele acordava. Era uma cena que para mim é uma âncora de luz até hoje ver meu pai orando e depois ficando mais ou menos meia hora na mesinha dele orando, lendo o Evangelho Segundo o Espiritismo. E tem uma prece que Kardec carinhosamente coloca justamente para nós espíritas darmos atenção. página das preces espíritas, o codificador dedica em uma dessas preces por um criminoso. E a prece, o prefácio diz assim: "Se a eficácia das preces fosse proporcional à extensão delas, as mais longas deveriam ficar reservadas para os mais culpados. Porque mais lhe são elas necessárias do que aqueles que santamente viveram. Recusá-las aos criminosos é faltar com a caridade e desconhecer a misericórdia de Deus. julgá-las inúteis. Quando o homem haja praticado tal ou qual erro, fora prejulgar a justiça do Altíssimo. Então, encerrando o nosso dia singular, modificando um pouco aqui a programação, a gente iria ler uma mensagem da nossa Dália, mas fica para o encontro prisional. Caminhando com o encontro prisional com Jesus. Três. Pronto. Respeitando o horário programado na federação, o compromisso de todos, principalmente dos nossos queridos amigos aqui que operaram toda a parte técnica, toda a parte operacional desse evento. Vamos orar. Jesus, acolha as nossas almas cativas, prisioneiras ainda. dos débitos, íncitos em nosso espírito ao quebrado e fragilizado. Auxilia-nos, Senhor, a compreender a necessidade profunda de nos libertarmos das algemas da culpa. e das grades dos erros para sentir o perfume da liberdade interminável do teu reino de amor, entre as celas de nossas próprias periculosidades morais.

profunda de nos libertarmos das algemas da culpa. e das grades dos erros para sentir o perfume da liberdade interminável do teu reino de amor, entre as celas de nossas próprias periculosidades morais. Está sem dúvida a cela da indiferença, que ainda nos afasta uns dos outros, induzindo-nos ao sentimento de preconceito. e dificultando o acesso sincero aos ensinos que tem nos convocado há tanto tempo. que possamos, mestre, perceber que a atual experiência, que a misericórdia de Deus nos confia, no seio de nossos compromissos familiares, voluntários, sociais, e humanos nos conclama a um espírito de universalidade, além das paredes fechadas de nossas inclinações particularistas. Auxilia-nos a compreender que todos somos espíritos encarcerados em compromissos intensos de autotransformação. para que sejamos capazes de promover a empatia indeclinável a todos aqueles que ainda estão mergulhados no sofrimento com Tomás e indescritível nas penitenciárias do mundo, a semelhança do apóstolo convertido. Inspira-nos a escrever as nossas epístolas nos atos vivos de nossa coragem. moral. Perdoa. Se porventura trazemos a ideia distorcida de superioridade sobre qualquer irmão da caminhada. E ajuda-nos a ver aquele que sofre no cárcere das lembranças mais amargas, o teu próprio chamado direto. ao nosso coração. Assim nos sentiremos verdadeiramente livres e como libertos. Seremos teus instrumentos. para a liberdade de todos aqueles que a tua bondade nos oferecer a dádiva da convivência. Que assim seja. เ em um mundo repleto de informações. conexões instantâneas e notícias incessantes, onde buscamos constantemente respostas e orientações. Surge uma questão essencial. Estamos realmente recebendo as mensagens que mais precisamos? Estamos fazendo parte dessa rede de divulgadores e apoiadores de bons conteúdos, boas mensagens e boas ações, ou sendo arrastados pelo mar de ideias que nos afastam dos verdadeiros propósitos do espírito imortal. Te apresento o Gotas do Bem, uma iniciativa da CMT. Federação

eúdos, boas mensagens e boas ações, ou sendo arrastados pelo mar de ideias que nos afastam dos verdadeiros propósitos do espírito imortal. Te apresento o Gotas do Bem, uma iniciativa da CMT. Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, que tem o propósito de auxiliar e ampliar o trabalho de divulgação da boa nova do Cristo para todos os cantos do planeta. Essa iniciativa precisa de recursos financeiros para alcançar o seu lar, estar no seu dia a dia e no dia a dia de todos aqueles que vivem em busca de dias mais leves, palavras de ânimo e estímulo para levantar com o pé direito e dar o seu melhor. Se você também acredita no poder da boa mensagem, junte-se a nós no Gotas do Bem. Sua doação pode fazer a diferença na sua vida e na vida de milhares de pessoas. Visite nosso site ou ligue para o número que está na tela e faça parte deste movimento de amor. Somente juntos. Podemos fazer a diferença. Somente juntos podemos levar consolo e esclarecimento às pessoas que, como nós, eu e você, precisam de histórias felizes. Junte-se a nós no Gotas do Bem e seja uma gota de amor no Oceano da Vida. Bem-vindos à Livraria da Federação Espírita de Mato Grosso, um espaço dedicado ao conhecimento e à espiritualidade. A nossa livraria é mais do que um lugar para adquirir livros. é um ponto de encontro para aqueles que buscam conhecimento, inspiração e orientação espiritual, além de oferecer uma vasta seleção de livros espíritas de autores renomados, a livraria da FEM tem como missão contribuir para o desenvolvimento pessoal e o crescimento espiritual de seus frequentadores. A livraria desempenha um papel fundamental na construção de uma cultura literária espírita, na medida em que cada obra vendida é revertida para a ampliação das atividades de apoio ao Centro Espírita, seja por meio de apoio financeiro ou da orientação doutrinária. A livraria feente existe para que as livrarias espíritas em Mato Grosso também se multipliquem, levando os ensinamentos espíritas e promovendo o bem-estar das

financeiro ou da orientação doutrinária. A livraria feente existe para que as livrarias espíritas em Mato Grosso também se multipliquem, levando os ensinamentos espíritas e promovendo o bem-estar das comunidades. Convidamos a todos a se tornarem parte dessa missão. Ao adquirir um livro ou participar de nossos eventos, você está contribuindo para o crescimento da literatura espírita e para a disseminação da mensagem de amor, paz e fraternidade. Visite nossa livraria, participe de nossos eventos e junte-se a nós nessa jornada de crescimento espiritual e contribuição para o bem comum. A livraria da Federação Espírita de Mato Grosso, um espaço de luz e conhecimento. Juntos podemos fazer a diferença. Obrigada por fazer parte da nossa história. Obrigado. Yeah.

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