EMANCIPAÇÃO DA ALMA, TRANSFIGURAÇÃO E BICORPOREIDADE - José Lício [PALESTRA ESPÍRITA]
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aqui [música] para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza. de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, queridos irmãos em humanidade. Agradeço a presença dos irmãos aqui presente, agradecendo mesmo do fundo do coração nesse nosso auditório Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília, essa nossa casa do caminho. E claro, agradeço também aos internautas que nos assistem ao vivo ou que nos assistirão depois pelo canal tvcomunhão.com.br, pela plataforma do YouTube ou por outras. Ah, e lembro que as pessoas poderão também nos ouvir ao vivo pela Rádio Comunhão, né, lá pela internet, né, radiocomunhão.com.br. br. Bem, hoje é segunda-feira, 16 de fevereiro, data em que costumeiramente se comemora no Brasil o Dia do Repórter, uma data onde se busca valorizar os profissionais de comunicação. E aqui eu coloquei entre parênteses aqueles sérios que pesquisam e investigam fatos de interesse público. Outras comemorações ou fatos relacionados a essa data é o dia de Santo Onésimo, conhecido como um escravo fugitivo que se tornou bispo. E ainda o Dia Internacional do amor não correspondido, visando abordar o lado menos exposto dos relacionamentos. Quero desde já esclarecer que a versão do livro Obras Póstumas de Allan Kardec, na qual nos ancoramos para esse estudo, é uma tradução de Guilon Ribeiro, sendo uma publicação da FEB, né, Federação Espírita Brasileira, em sua 41ª edição, primeira impressão que fora publicada em julho de 2019. Essa publicação foi caracterizada como edição histórica por destacar o valor documental e a fidelidade da tradução a partir do original em francês, né, após a desencarnação de Kardec. Então, queridos irmãos, sem mais delongas,
erizada como edição histórica por destacar o valor documental e a fidelidade da tradução a partir do original em francês, né, após a desencarnação de Kardec. Então, queridos irmãos, sem mais delongas, iniciarei propriamente falando o nosso estudo palestra. O tema é emancipação da alma, transfiguração e bicorporeidade, que está lá entre as páginas de 46 a 55 da edição em questão. Allan Kardec. Allan Kardec trata desses assuntos no item 22, quando escreveu os per, perdão, os perespíritos das pessoas vivas gozam das mesmas propriedades que as dos espíritos livres, ou seja, desencarnados. Como já foi dito, os daquelas não se acham confinados no corpo, corpo físico, irradiam e formam em torno destes uma espécie de atmosfera fluídica. Ora, pode suceder que em certos casos e dadas as mesmas circunstâncias, eles sofram uma transformação análoga, semelhante a a já descrita, a forma real e material do corpo se desvanece, desaparece sobela camada fluídica, se assim nos podemos exprimir. e torna por momentos uma aparência inteiramente diversa, mesmo a de outra pessoa ou a do espírito em si, né, daquele corpo que combina seus fluidos com os do indivíduo, podendo também dar a um semblante feio, um aspecto bonito e radioso. ao fenômeno é o que se designa pelo nome de transfiguração. Foi aquilo que aconteceu com Cristo, né, que aparece relatado na Bíblia, bastante frequente e que se produz principalmente quando determinadas circunstâncias provocam mais abundante expansão do fluído ou fluido. O fenômeno da da transfiguração pode operar-se com intensidades muito diferentes, conforme o grau de depuração do perespírito, grau que sempre corresponde a da elevação moral do espírito. às vezes a uma simples mudança de aspecto geral da fisionomia, enquanto deutras vezes se dá ao perespírito uma aparência luminosa e esplêndida. A forma material pode conseguemente desaparecer sob o fluido perespirítico, sem que se faça para isso necessário que o fluido assuma outro aspecto. o filósofo e médium de Lião, cujo nome
e esplêndida. A forma material pode conseguemente desaparecer sob o fluido perespirítico, sem que se faça para isso necessário que o fluido assuma outro aspecto. o filósofo e médium de Lião, cujo nome de batismo era Hipolite Leonizar Rivel e que posteriormente adotou o codnome de Allan Kardec, passa a tratar agora no inciso 4, item 24 do tema emancipação da alma. Conta-nos que durante o sono apenas o corpo repousa. O espírito esse não dorme. Aproveita-se do repouso do primeiro e dos momentos em que a sua presença do espírito não é necessária, para atuar isoladamente e ir aonde quiser. Gozo então da sua liberdade e da plenitude das suas faculdades. Durante a encarnação, o espírito jamais se acha completamente separado do corpo, né? Qual é o nosso caso aqui de todos nós espíritos encarnados? Enquanto o espírito está num corpo, ele não se acha completamente separado do corpo. Lógico, porque se estivesse, aconteceria a morte do nosso corpo físico, né? Aí Kardec prossegue dizendo qualquer que seja a distância a que se transporte, no caso do sono, né, que ele vem relatando, conserva-se preso sempre a aquele, o corpo físico, por um laço fluídico, conhecido também como cordão prateado, que o adverte e o faz voltar. a prisão corpórea, desde que a sua presença ali se tornea. E é esse aviso, no caso, é como se uma pessoa batesse na porta do quarto, que o o espírito em questão esteja dormindo ou que ele eh seja despertado, digamos, por algum barulho, digamos, até por um incêndio, uma coisa assim qualquer. E aí o espírito imediatamente é avisado e instantaneamente retorna ao corpo, né? E prossegue Kardec dizendo: "Esse laço só a morte o rompe". E transcreve-nos Kardec a questão 402 do capítulo 8, segunda parte de O livro dos Espíritos. Durante o sono, a alma se liberta parcialmente do corpo. Quando dormimos, ficamos temporariamente no estados em que nos acharemos de maneira definitiva após a morte. Os espíritos que depois da morte se desligaram da matéria, tiveram sonos inteligentes.
rpo. Quando dormimos, ficamos temporariamente no estados em que nos acharemos de maneira definitiva após a morte. Os espíritos que depois da morte se desligaram da matéria, tiveram sonos inteligentes. Aqueles quando dormem juntam-se à sociedade de outros seres que lhe são superiores. Viajam, conversam e se instruem com eles. trabalham mesmo em obras que quando morrem acham inteiramente acabadas. Isso deve ensinar-vos a não temer a morte, pois que morreis todos os dias, como disse um certo santo, assim é com relação aos espíritos elevados, quanto à massa geral dos homens que, por ocasião da morte têm de passar por aquela perturbação, onde vos chamam antigas afeições, que goz arão de prazeres ainda mais degradantes, mais do que os de sua predileção, quando na carte na carne vão à caça de doutrinas mais nocivas do que as que entre vós professam. O que gera na Terra a simpatia é apenas o fato de que o Espírito ao despertar se sente vinculado pelo coração aqueles em cuja companhia acaba de passar oito ou 9 horas de ventura. Por outro lado, o que também explica essas inversíveis antipatias que uma criatura às vezes tem por outra, é que ela sente dentro do seu coração que os que lhe são antipáticos possuem uma consciência diversa da sua e que os rejeita sem jamais ter visto. Essa diferença nasce da circunstância de não nos interessar os grangeios de novos amigos, quando sabemos que outros que nos amam e nos querem bem. Numa palavra, o sono influi mais do que supondes nas vossas vidas por meio do sono. Os espíritos encarnados estão sempre no mundo dos espíritos. Isso é que faz os espíritos superiores, sem grande repugnância, de reencarnarem entre vós. quando se acham em contato com o vício, eles possam vir retemperar-se na fonte do bem, para não suceder que também venham a falir, quando o que lhes cabe é instruir os outros. O sono é a porta que Deus lhes abriu para irem ter com seus amigos. é o recreio após o trabalho, enquanto aguardam a grande libertação, a libertação final que os restituirá ao
be é instruir os outros. O sono é a porta que Deus lhes abriu para irem ter com seus amigos. é o recreio após o trabalho, enquanto aguardam a grande libertação, a libertação final que os restituirá ao meio que lhes é próprio, a pátria espiritual, nossa verdadeira morada. O sono, o sonho é a lembrança do que o espírito viu durante o sono. Notai, porém, que nem sempre sonhais, porque nem sempre vos lembrais do que vistes ou de tudo o que vistes, é que a vossa alma não se acha plena de todo o desenvolvimento de suas faculdades. não é muitas vezes mais do que a lembrança da perturbação que experimenta a partida ou a volta. Se assim não fosse, como explicariais os sonhos absurdos que tanto os mais sábios como os mais simples têm também os maus espíritos se servem dos sonhos para atormentar as almas fracas ou pulcilânimes. A incoerência do sonho ainda se explica pelas lacunas resultante da recordação incompleta do que durante o sono foi visto. Dá-se então o que se daria com uma narrativa da qual apresentariam. Em suma, dentro em pouca vereis desenvolver-se outra espécie de sonhos tão antigos como as que conheceis, mas que ainda ignorais o sonho de Joana Dark, o sonho de Jacó, os sonhos dos profetas judeus e de alguns adivin Vinhos indianos são lembranças de que a alma inteiramente desprendida do corpo conserva dessa outra vida de que vos temos falado. Prosseguindo, queridos irmãos, é na sequência, no item 25, Kardec escreve que a independência e a emancipação da alma se manifestam de maneira evidente, sobretudo no fenômeno do sonambulismo natural e magnético, na catalepsia e na letgia. catalapsia, eh, no caso é aquela doença que algumas pessoas têm que de repente ficam como se estivessem mortas e às vezes se prepara o sepultamento, eh, coloca a pessoa isso antigamente, hoje em dia tem que abrir, né? Porque se aí fosse hoje em dia, aí a pessoa morreria mesmo, né? Mas antigamente mesmo, como no caso de Lázaro, era uma um caso de catalapsia, né? Cristo sabia que ele não estava morto, né? e por isso
Porque se aí fosse hoje em dia, aí a pessoa morreria mesmo, né? Mas antigamente mesmo, como no caso de Lázaro, era uma um caso de catalapsia, né? Cristo sabia que ele não estava morto, né? e por isso o chamou e ele acordou e veio. Então, catalepsia já houveram no Brasil casos quando não tinha essa situação de da se fazer autópsia que a pessoa era colocada no caixão levado e aí na hora do velório a pessoa acordava. Aí imagina o que que acontecia, né? Todo mundo saía doido a renda da da capela lá do velório, né? Então prossegue Kardec dizendo que a lucidez sonambúlica não é senão a faculdade que a alma tem de ver e sentir sem o concurso dos órgãos materiais. É um de seus atributos essa faculdade e reside em todo o seu ser, não passando os órgãos do corpo de estreitos canais, por onde lhe chegam certas percepções. A visão à distância que alguns sonâmbulos possuem provém de um deslocamento da alma que então vê o que se passa aures. Em suas peregrinações, ela, a alma ou o espírito. Lembrando aqui que alma é quando o espírito está encarnado. Então, o próprio Kardec explica que durante o os livros dele, ele quando se refere à alma, está se referindo ao espírito encarnado, né? Então ela, a alma, ela estaria no caso de um em um deslocamento. E durante essas suas peregrinações, a alma se acha sempre revestida do seu perespírito, agente de suas sensações, mas que nunca se desliga completamente do corpo, como já foi dito. O afastamento da alma produz a inércia do corpo, que aí fica dormindo e que às vezes aparenta estar sem vida durante um sono, né, principalmente num sono pesado. Tão raro prossegue Kardec já no item 27, a emancipação da alma amortece tanto as sensações físicas que chega a produzir verdadeira insensibilidade que nos momentos de exaltação lhe possibilita suportar com indiferença as mais vivas dores. provém essa insensibilidade do desprendimento do perespírito, agente transmissor das sensações corporais. Então aqui nós estamos falando, né, e Kardec está explicando, fala sobre o espírito,
as dores. provém essa insensibilidade do desprendimento do perespírito, agente transmissor das sensações corporais. Então aqui nós estamos falando, né, e Kardec está explicando, fala sobre o espírito, perespírito, corpo físico. Volta a lembrar aqui apenas assim de maneira grosseira, nós aqui, espíritos encarnados nós temos, só para falar inicialmente três corpos, né? é o nosso corpo físico, esse aqui, o nosso corpo perespiritual, que é a casa que vai eh manter, ou seja, aconchegar o espírito, que é uma luz, uma energia, que é a consciência, é a chama viva. Esse perespírito, ele tem a aparência translúcida e ele praticamente tem a aparência do nosso corpo físico, né? Então aí nós temos três corpos, né? Esse corpo físico é o mais grosseiro, visível, temos o perespírito, que ele pode se apresentar, alures, né? Quem tem evidência pode ver até o corpo físico de um espírito encarnado e o espírito, que é a chama viva que Deus soprou em nós quando nos criou, que estaria inserida, entranhada nesse perespírito, que por sua vez ele se entranha também nesse nosso corpo material. Eh, grosseiramente falando, seria isso, né? O, aí Kardec explica que estando a alma ausente, o espírito não sente as feridas feitas no corpo. Agora no item 28, Allan Kardec afirma em sua manifestação mais simples, a faculdade que a alma tem de emancipar, emancipar-se, ou seja, separar-se, produz o que se denomina o devaneio em vigília. A pessoa está vendo coisas, está em devaneio, né? Ou seja, mesmo estando acordada. Algumas pessoas, essa emancipação também dá a preciência, né? A a preciência, a pessoa sabe com antecedência de coisas que vão acontecer, né? que se traduz pelos pressentimentos em graus mais ou menos avançados de desprendimento. E isso produz o fenômeno conhecido pelo nome de segunda vista ou vista dupla ou ainda sonombulismo vígio, ou seja, que vigia ou vela, que está vigilante. Já no item 29, irmãos, o codificador escreveu que o êxtase é a emancipação da alma no grau máximo. Então, a alma se desprendeu
ainda sonombulismo vígio, ou seja, que vigia ou vela, que está vigilante. Já no item 29, irmãos, o codificador escreveu que o êxtase é a emancipação da alma no grau máximo. Então, a alma se desprendeu quase que totalmente. Ela só não se desprende totalmente do corpo físico, porque senão haveria a morte do corpo físico. Então, ela se emancipa no grau máximo e transcreve o que escrevera em livro dos espíritos. Na questão 455, Kardec diz: "No sonho e no sonambulismo, a alma erra, ou seja, viaja pelos mundos terrestres. No êxtase, penetra no mundo desconhecido, no mundo dos espíritos etéreos, com os quais entra em comunicação, sem todavia poder ultrapassar certos limites. E ela não pode ultrapassar certos limites sem ultrapassar eh situações que a desprenderiam do corpo físico. Cercam na um brilho resplandescente e desusado fulgor. Elevam-se harmonias que na terra se desconhecem. Invade a indefinível bem-estar. dado-lhe é gozar antecipadamente de beatitudes e celestes e bem se pode dizer que põe um pé no limear da eternidade. No estado de êxtase é quase completo o aniquilamento do corpo. Já não resta, por assim dizer, senão a vida orgânica. E percebe-se que a alma lhe está presa apenas por um fio, que mais um pequeno esforço faria partir-se. No item 30, Kardec escreveu: "A razão disso reside na imperfeição. Melhor, no item 30, ele escreveu: "Como em nenhum dos outros graus de emancipação da alma, o êxtase não é isento de erros, pois que as revelações dos estáticos longe estão de exprimir sempre a verdade absoluta." Queridos irmãos, aproximando-nos da conclusão, porque eu tenho que me adiantar um pouco, né? O sinal já foi aceso, eh desejo compartilhar alguns pontos do subtópico Aparição de Pessoas Vivas. bicorporeidade. Pois bem, Kardec nos afirma no item 32, inciso 5, que a faculdade que a alma possui de emancipar-se e de desprender-se do corpo durante a vida, pode dar lugar a fenômenos semelhantes aos que os espíritos desencarnados produzem, enquanto o corpo se acha
e a faculdade que a alma possui de emancipar-se e de desprender-se do corpo durante a vida, pode dar lugar a fenômenos semelhantes aos que os espíritos desencarnados produzem, enquanto o corpo se acha mergulhado em sono. O espírito transportando-se a diversos lugares, pode tornar-se visível e aparecer sobo, quer em sonho, quer em estado de vigília acordado, pode igualmente apresentar-se sobível ou pelo menos com uma aparência tão idêntica à realidade que possível se torna a muitas pessoas entrarem, estarem com a verdade ao afirmarem tê-lo visto ao mesmo tempo em dois pontos diversos. Isso já aconteceu comigo quando a rapazote ainda, uma vizinha que eu tinha, ele com efeito, estava em ambos, mas apenas num local se achava o corpo verdadeiro, achando-se no outro espírito que deu essa aparência do corpo físico, né, que pessoas outras viram. Foi este fenômeno, aliás, muito raro, que deu origem à crença nos homens duplos e que se denomina de bicicporeidade. O espiritismo, um dos casos de bicorporeidade ou bilocação, mais conhecidos e estudados por Allan Kardec, foi o de Santo Afonso de Ligori. Este é um exemplo clássico de muito discutido na doutrina espírita, inclusive na revista espírita intitulada de bicorporeidade. O evento ocorreu em 1700 74. Santo Afonso, um bispo e doutor da igreja, estava em estado de êxtase em seu quarto, nem arienzo estalha. E durante esse momento, ele foi visto noutro lugar e visto por pessoas a quilômetros de distância e estava na cidade de Vico, assistindo o Papa Clemente 14 em seu leito de morte. O fenômeno foi amplamente documentado na época com testemunhas em ambos os locais. Isto foi um exemplo histórico. Outro caso famoso e mais recente ocorreu no Brasil com o médium Chico Xavier. Há relatos de que o famoso médio mineiro também tinha faculdade de bicorporeidade. Já vista que testemunhas reletaram encontros e conversas com Chico Xavier em diferentes cidades de Minas, como em reuniões de materializações de espíritos em Caratinga, enquanto seu
de bicorporeidade. Já vista que testemunhas reletaram encontros e conversas com Chico Xavier em diferentes cidades de Minas, como em reuniões de materializações de espíritos em Caratinga, enquanto seu corpo físico estava em repouso em outro local, geralmente em Pedro Leopoldo ou Uberaba. A história narra diversos casos semelhantes e ele cita o de Santo Ligori, que foi canonizado antes do tempo por haverse mostrado simultaneamente em lugares diferentes e isso foi considerado um milagre. Santo Antônio de Pádoa estava na Espanha em pregação quando seu pai ia ser suplicado em Pádoa após ser acusado de assassinato. Nesse momento aparece Antônio demonstrando a inocência de seu pai e revelando o verdadeiro criminoso que mais tarde veio a sofrer o citado castigo. Posteriormente, foi constatado que, no mesmo instante Santo Antônio estava na Espanha. Concluindo, queridos irmãos, trago aqui uma explicação espírita do bondoso codificador Allan Kardec. diz ele, no espiritismo, a bicorporeidade não é um milagre, mas um fenômeno anímico, ou seja, da alma, do espírito, no qual esse espírito se desprende temporariamente do corpo físico, que permanece em estado de sono ou êxtase e se projeta em outro local. A imagem vista é, na verdade, a do perespírito, o do corpo fluídico do indivíduo, pode adquirir a aparência exata do corpo físico. Allan Kardec explicou detalhadamente esse fenômeno em o livro dos médiuns. Ele finaliza dizendo: "Por muito extraordinário que seja, tal fenômeno como todos os outros, se compreende na ordem dos fenômenos naturais, pois que decorre das propriedades do perespírito. E isso é uma lei natural". Bem, queridos irmãos, agora só me resta despedir-me, rogando ao boníssimo Pai Criador que nos abençoe e proteja a todos. Dado o avançar do tempo, eu me sentarei ali e ouvirei juntamente com vocês, eh, ou seja, tomarei juntamente com vocês, né, o passe virtual e em seguida ouviremos a prece o Pai Nosso. Muito obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de
, ou seja, tomarei juntamente com vocês, né, o passe virtual e em seguida ouviremos a prece o Pai Nosso. Muito obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música]
cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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