ECOARTE 2025 | ABRARTE

FEBtv Brasil 07/04/2025 (há 1 ano) 2:30:36 232 visualizações

🌱 O maior encontro de arte e consciência ambiental está no ar! 🎶🎨✨ Junte-se a nós nesta celebração especial pelo Dia da Terra! 🌎💙 Uma programação repleta de música, dança, teatro, poesia, artes visuais e reflexões inspiradoras para toda a família. 📅 Data: 06 de abril de 2025 ⏰ Horário: 9h às 11h (Horário de Brasília) 📍 Onde? Aqui, AO VIVO, no nosso canal do YouTube! 📢 Traga sua família, amigos e comunidade para essa experiência única! Vamos ecoar juntos essa mensagem de amor, arte e compro...

Transcrição

เฮ uh levante o coração, é coarte. Levante sua mão é coarte. Levante a paz, o amor e a vida. Seja você a mão que cuida. A terra canta e pede ajuda. Grande este coro de ternura. As peres da terraam bondade. As águas da vida com mais piedade todos os cantos só planeta, todos os cantos, um só planeta. у cart levante sua mão. Éteante a paz, o amor e a vida tem você o dom da cura. Separe ee a pedra bruta. uh oh. Levante o coração, é coarte. Levante sua mão. É coarte. Levante a paz, o amor e a vida. Seja você a mão que cuida. A terra canta e pede ajuda. Grande couro de ternura. As peres da terra imploram bondade, as águas da vida por mais piedade, todos os cantos só planeta. Todos os cantos, um só planeta. Oh uh oh oh oh oh oh oh oh. Levante o coração. É coarte. E levante sua mão. É boarte. Levante a paz, o amor e a vida. Sinta em você o dom da cura. Separe e reci pedra bruta ao acolher com mais doçuras. A arte renova do berço ao berço. O belo integra os versos diversos, todos os cantos, o sol planeta, todos os cantos o sol planeta. o terra é você cuide de você. A terra somos nós. Cuidemos de nós. Cuidando da terra, do planeta Terra. É com artea, é com amor em toa, é com paz em toa. A é espiritual. Ah, somos todos, somos todos a terra. Somos um só coração, animais, pessoas, mares. Que união não há maior, menor. Somos iguais. Canções divinas, seres tão vitais. O rio me chama, a árvore me abraça, a brisa me ensina, a flor nunca passa. A arte nos une em doce amizade e o amor pelo mundo vira verdade. De todos os cantos, uma só canção, falando de amor, cuidado e união. Se a terra sorrir, sorrimos também e junto fazemos o mundo do bem. Eu sou a leiturina. Sou uma menina de cabelos pretos e longos e cheios de tranças com laços de fitas amarela. Tenho pele morena, olhos pretos, uso uma camisa azul com o nome Ecoarte, escrito com duas borboletas, uma em cada parte. E agora eu vou chamar a minha amiga tia Carol. Vem, Carol. Olá, pessoal. Bom dia. Prazer imenso estar aqui com vocês

uma camisa azul com o nome Ecoarte, escrito com duas borboletas, uma em cada parte. E agora eu vou chamar a minha amiga tia Carol. Vem, Carol. Olá, pessoal. Bom dia. Prazer imenso estar aqui com vocês nesse domingo de muita arte e muita natureza. Eu sou Carolina Medeiros e sou morena de pele clara, olhos castanhos, cabelos longos à altura da cintura. Utilizo uma camisa de alça verde que tem um brilho em cetim, uma saia azul rodada e olha, muito amor no coração. Seja bem-vindo você que está aqui conosco nesse evento, nesse movimento, em prol da natureza que une arte, educação ambiental e mobilização por aquela que a nossa casa, é a nossa mãe terra. Hoje teremos muitas informações para você. Teremos artistas de vários lugares do Brasil. Esse movimento começou, olha, tudo online e agora tá chegando para você na sua casa. Mas olha como é que vocês estão, como tá esse coração para você que está nos acompanhando de casa. Vamos hoje, ó, vibrar bastante, mandando muita energia para o nosso planeta. Uma história assim, não começa sozinho. E, ó, para contar um pouquinho desse movimento, eu chamo ela, a nossa tia Silvia. Vem com a gente, tia Silvia. Carol, bom dia. Olha, calma aí, tudo bom? Que alegria poder estar junto com vocês participando desta manhã. Eu gostaria de, primeiramente me apresentar. Eu sou a tia Silvia, conforme a Carolzinha colocou, mas sou atual presidente da Associação Brasileira de Artistas Espíritas, que estamos assim orgulhosos por este momento. Então, primeiramente peço licença eh para adentrar o seu lar, a sua casa espírita e participar de alguns momentos da sua manhã de domingo. Eu preparei um pequeno texto para não fugir muito ao roteiro. Então, tá bom, Carozinha. Então também vou fazer a minha autodescrição. Sou uma mulher branca de meia idade, cabelos assisentados na altura do ombro, um tanto grisalhos. Hoje estou usando óculos redondos, meus óculos são vermelhos. Uso blusa azul marinho e estou de calça preta e também descalça por estar em minha casa. Então, para nós é uma

ombro, um tanto grisalhos. Hoje estou usando óculos redondos, meus óculos são vermelhos. Uso blusa azul marinho e estou de calça preta e também descalça por estar em minha casa. Então, para nós é uma alegria estar aqui hoje para refletir sobre um tema que é muito importante para todos nós, ecologia e arte. Quando pensamos em ecologia, muitas vezes pensamos nas árvores, no no meio ambiente, nos animais, mas nós vamos observar que isso é vai além de só pensar sobre isto. é sobre a nossa relação como planeta e também com os outros seres vivos, como nossa querida Carol falou, a nossa terra mãe, e também falar de como as nossas ações afetam o mundo ao nosso redor. Combinando arte e ecologia, podemos criar algo realmente incrível. E esta é a proposta do projeto Ecoarte, um projeto conscientemente planejado, visando possibilitar muitas reflexões sobre como ações positivas envolvendo a arte podem aclarar consciências e desdobrar em muitos meios viáveis em prol do cuidado com o nosso planeta. E sendo a arte uma forma poderosa de expressar nossas ideias e emoções, ela pode nos inspirar a pensar de forma diferente e agir de forma mais consciente, tornando o nosso poder transformador pela arte. Imaginemos neste momento se todos nós, independente de onde estamos, onde vivemos, qual fé professamos, possamos nos unir em uma só voz para proteger o nosso planeta. E é este convite que fazemos a todos vocês, você criança querida, papai, a mamãe, aos nossos papais de coração, aos evangelizadores, aos dirigentes de casas espíritas e a todos os outros dirigentes das outras vertentes religiosas, a você, espírito ou não, a todo irmão de caminhada, que possamos nos unir neste momento e refletir sobre todas as mensagens que foram preparadas com carinho por um grupo de amigos talentosos e dedicados. Que toda mensagem que trarão nesta manhã, através das nossas artes, possam contribuir para conscientizar muitos corações amigos, amar e respeitar mais e mais o nosso planeta, agradecê-lo com gratidão e cuidar dele

agem que trarão nesta manhã, através das nossas artes, possam contribuir para conscientizar muitos corações amigos, amar e respeitar mais e mais o nosso planeta, agradecê-lo com gratidão e cuidar dele como ele com muito zelo. Então, nós chamamos todos vocês de todos os cantos do nosso planeta para nos juntarmos neste momento. Eu desejo a todos uma excelente manhã cheia de arte. Um beijo a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Da Silvia pra gente, né? E é sobre isso, é sobre sensibilizar, é sobre educar, mas também se mobilizar pela natureza. E o Ecoarte começou convidando artistas de todo o Brasil para produzir, falar, ecoar esse canto. Então vamos começar com arte. Vem aí o nosso primeiro bloco. Mandala 1 de Carlos Mariolane. Arte digital abstrata. Sobre fundo quadrado cresce uma mandala cinética e concêntrica. A partir de um círculo branco com contorno dourado, nascem pétalas ponteagudas em tons amarelos, azuis e vermelhos. Minhas douradas sombreadas cruzam-se entre si, criando desenhos orgânicos em contraste dinâmico, que evoca tanto suavidade quanto intensidade. Na extremidade, as cores amarela, azul, laranja, violeta, rosa e vermelha tornam-se mais vibrantes. Yeah. Guarda fita em toda a terra, céu e mar, como um tesouro. Cuida bem, sei que você vai precisar para pensar. Não é só dessa vez que quando voltar vai se arrepender. Porque não zelou? Hum, hum. Tudo se agrafou. como um tesourança vai deixar para quem vier como um tesouro. Seu exemplo vale mais do que disser, nem é só dever proteger, mas necessidade em sobreviver. Quando retornar irá se surpreender. Hum. Consciência não é lei que une, é o que vai transformar. Na ilusão de se manterem, perda maior vai suportar. Não é só viver proteger, mas necessidade em sobreviver. Quando retornar irá se surpreender. Consciência não é lei que une, é o que vai transformar. Na ilusão de se manterem o da maior vai suportar. Como um tesouro guarda fita em toda a terra. Terra, céu e mar, como um tesouro. Cuida bem. Sei que você vai

ão é lei que une, é o que vai transformar. Na ilusão de se manterem o da maior vai suportar. Como um tesouro guarda fita em toda a terra. Terra, céu e mar, como um tesouro. Cuida bem. Sei que você vai precisar para pensar, mas só dessa vez que quando voltar vai se arrepender. Melhor proteger com tudo vai se perder. proteger ou tudo vai se perder. Melhor proteger ou tudo vai se perder. Hum. Melhor proteger com tudo vai se perder. Poema Ser como Sol. Era manhã e só a gaivota, além do sol, sabia que o homem não esqueceria da beleza da paisagem que existe na natureza. E a sonhadora gaivota perguntou ao sol: "Mas por que morrer todas as tardes se as noites com o luar são também belas?" E ele, o sol, sabiamente a respondeu: A morte, amiga, só existe para aqueles que nela creem. Voie, voe o mais alto que puder e desfrute de todos os conhecimentos adquiridos, mas depois desça até a praia e ensine a aqueles que ainda não aprenderam a voar. Sou uma cota corta a velhota. Meu poder é a fofoca. Você já deve ter ouvido falar no assunto, mas sempre é bom lembrar, o lar onde a gente mora precisa de cuidados. Quer ajudar? Hum. Não sabe como. Vejamos. Há gestos simples que fazem toda a diferença. Por exemplo, jamais usar o vaso sanitário como lixeira. Ele é uma evolução para o saneamento básico se descartarmos nele apenas o xixi e o cocô. Está lançar lixo pela janela do carro? Nem pensar. Agardar para jogar o lixo no local apropriado. Evita pimentos em boeiros, mau cheiro, multiplicação de animais pensentos. Ah, fechar a torneira enquanto escova os dentes ou boa a louça. É tão básico e tão fácil de fazer. Sempre que sair para passear, guarde o lixo que por acaso for gerado com você para descartá-lo em local apropriado. Desligar aparelhos eletrônicos que não estejam sendo usados no momento e apagar as luzes se não houver ninguém no ambiente em que estão. Simples, não? E a gente às vezes se esquece disso. E até mesmo quem mora em lugares pequenos é possível ter uma plantinha no vaso e auxiliar assim o banco de

o houver ninguém no ambiente em que estão. Simples, não? E a gente às vezes se esquece disso. E até mesmo quem mora em lugares pequenos é possível ter uma plantinha no vaso e auxiliar assim o banco de carbono. É claro que ações maiores dependem também de empresas e governos, mas ainda assim a gente pode mobilizar a opinião da maioria e direcionar para uma melhor solução. Afinal, tudo que fazemos afetará a nossa existência e ninguém gosta de morar em lugar sujo, fedido. Por isso, a fofoca de hoje é de cênica, que nos diz: "Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre. Se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico. Felizmente, proteger a natureza e cuidar do meio ambiente está em nossas mãos. Você pode ajudar? Até o nosso próximo encontro. Quanta arte linda. Parabéns a todos os artistas que produziram, falaram sobre a natureza. Para você que tá chegando agora, nós somos o Ecoarte, um movimento que busca unir arte, educação ambiental e mobilização em prol da natureza. Aproveita, deixa aí nos seus comentários de onde você está falando. Queremos saber quais lugares do Brasil estão ecoando a nossa mensagem. Mensagem esta que foi maravilhosa, né, leiturina? Sim, sim. Poxa, que é que você achou? Eu amei, Carol. Eu amei. Quantas dicas importantes para o meu ambiente, né? E tão fácil. Olha que tantas obras lindas com uma arte diversa em sua linguagem. Quem não gosta de uma boa história? Eu amo, não é mesmo? Você gosta, Carol? Mas olha, bom mesmo é cuidar da natureza. Se liga nessa dica do Ecoarte com meu amigo Xelu. A sustentabilidade não é só uma escolha ambiental, mas uma escolha espiritual que reflete nosso compromisso com as leis divinas e o futuro da humanidade. Nossa dica ecoarte de meio ambiente maravilhosa, né? maravilhosa. Anotou? Anota essas dicas. Responsabilidade ambiental, educação ambiental, é tudo que a gente precisa para garantir para as nossas futuras gerações um planeta lindo e belo, né, Leiturina? Sim, Carol, isso é importante. Com certeza. E olha, vamos

mbiental, educação ambiental, é tudo que a gente precisa para garantir para as nossas futuras gerações um planeta lindo e belo, né, Leiturina? Sim, Carol, isso é importante. Com certeza. E olha, vamos de mais arte. Vamos. Eu adoro arte. Mais arte coarte para você. Só Deus sabe o que nos falta acontecer para que mundo seja um só coração. Só Deus sabe o que nos falta acontecer para que a guerra deixe de ser opção. Não é o bastante para te fazer entender. Uh! Não é o bastante para te fazer entender. Só Deus sabe o que nos falta aprender para que cada ser seja importante. Só Deus sabe o que nos falta aprender a ser grato por cada instante. Uh! Não é o bastante para te fazer entender. Uh! Não é o bastante para te fazer entender quão simples é o amor. Não importa o que eu sou, só importa o que juntos podemos ser. Não é o bastante para te fazer entender quão simples é o amor? Não importa o que eu sou, só importa o que juntos podemos ser. Redenção de Mariana Pimentas, técnica mista de pintura acrílica sobre tela e colagens de tecidos, desenhos e imagens impressas. Ao centro superior, imagem frontal de Jesus Cristo, um homem negro de pele não retinta. com olhos, cabelo, barba e bigodes castanhos e lisos. Sua mão esquerda está com a palma aberta e veste uma túnica branca com traços amarelos e rosas, que se abre exibindo o horizonte azul e um jardim com flores brancas e vermelhas que saem de seu tórax e abdômen. Acima, cinco anjos dourados nis. Mulher negra com arco-íris na cabeça, carrega cestos de palha nas mãos e uma criança nas costas, enquanto olha para mulheres vestidas de branco em processão com vestes brancas. Abaixo, Chiva toca a flauta para duas pessoas negras e um pavão, que apoia em sua cauda o Adão de Michelângelo, que com seu dedo indicador toca uma paisagem campestre com dois bois malhados. Ao lado, um cavalo branco sobre um forno a lenha que ferve uma chaleira e uma idosa branca segura um prato. Uma ampulheta branca com o coração rosa ao centro está ao lado de

re com dois bois malhados. Ao lado, um cavalo branco sobre um forno a lenha que ferve uma chaleira e uma idosa branca segura um prato. Uma ampulheta branca com o coração rosa ao centro está ao lado de um anjo ajoelhado e sustenta uma roda cigana e a sombra negra de um peregrino que carrega uma vieira de Santiago. Uma coruja marrom com os olhos arregalados é sustentada por um capoeirista sorridente que toca berimbau frente a uma mancha avermelhada e é acompanhado por um outro capoeirista com berimbau que traz uma cruzata acima de sua cabeça. Um beijaflor beija um pássaro de fogo. Um lord ganeixa adourado olha frontalmente e o deus Ra observa o faraó tutancamon com sua rainha. Logo acima, uma mancha avermelhada e à esquerda, uma menina de cabelos cacheados. Olha a imagem do Cristo. No canto superior direito, três mulheres negras com vestes coloridas carregam cestos e o deus de Michelângelo toca uma criança negra enquanto é observado pela mãe que o carrega nas costas. Ao fundo, uma profusão de cores pinceladas, riscos e linhas. Audiodescrição. Roteiro e narração. Rejan Menezes. Consultoria David Monteiro. Lucubrações de um poeta qualquer. Há coisas que mexem comigo sobre maneira. Chego a pensar em perder as estribeiras. Uma delas é ver o meu planeta azul em perigo de morte. Confesso, meu amigo, fico sem norte quando vejo o mar com dificuldade para respirar. Manchado desse óleo que não para de vazar. Quando vejo a mata tomada pela fumaça, isso me faz perder a graça. Eu juro que choro por dentro. É tão insano esse lento movimento da justiça do homem egocêntrico, que come, dorme, se satisfaz tão somente com coisas materiais, que nutre sua hipocrisia dia a dia. Isso é cruento, eu não aguento. O jeito é mergulhar na poesia. Dá licença, mas eu vou subir na mesa. Do salão azul, verde, amarelo. Acabaram de atropelar um cão caramelo. Vou eu mesma chegar de assalto no palácio, na planície, no planalto e antes que minha voz esmoreça, por mais insano que pareça, quero discursar a

verde, amarelo. Acabaram de atropelar um cão caramelo. Vou eu mesma chegar de assalto no palácio, na planície, no planalto e antes que minha voz esmoreça, por mais insano que pareça, quero discursar a minha indignação de um poeta qualquer em evolução. Vou gritar bem alto nos ouvidos desses encaltos. Parem já com essa ação. Não veem que vocês estão matando a mãe natureza, arrancando o seu coração, manchando sua honra com sangue? Ela está em sangue. Que tristeza. Inocentes são as serpentes. As onças pintadas, coitadas, imploram por uma gota d'água no rio Amazonas. Nessa zona morreu a Iara. A vida não para, a morte não cessa, a justiça não tem pressa. A reencarnação propicia outra peça, mesmo que você não peça, ao palco irá retornar e sua tarefa retomar. Quissá sentirá o extravazar da natureza. Possivelmente você também irá se indignar e subir na mesa. Isa Santos, Itabaiana, Sergipe. Ai, quanta arte linda, muita poesia. Leiturina, qual é a arte que você mais gosta? Ah, eu gosto de pintar. Eu gosto de tanta coisa, Carol. Para você que tá em casa, qual é a arte que toca seu coração que você consegue expressar aquilo que você está sentindo, hein? Coloca, compartilha com a gente, né? A gente quer saber porque eu, amiga, eu gosto é de música e de alegria. Solta o som. Dança com a gente. Vai, sai. Levante o coração, é coarte. Levante sua mão. É coarte. Levante a paz, o amor e a vida. Eita coisa boa. Vai. Seja você a mão que cuida. Balança leiturina. A terra tem pede ajuda. Ah, coisa maravilhosa. Ó, bacana, bacana, bacana. E ó, você sabia que o Ecoartou a se conectar com várias casas pelo Brasil? É isso mesmo. Você que tá nos ouvindo, saiba que você pode se tornar uma casa, amiga e coarte. E nós vamos chamar agora diretamente do Rio de Janeiro. Vamos ver como tá a alegria de quem tá acompanhando o Ecoart. Vem com a gente. Terra tem. Vamos lá. Vamos pintar. A gente vai pintar terra Brasil. Vamos desenhar o Brasil. Tem outro planeta não quer o Brasil. Um desenhar o nosso país.

m tá acompanhando o Ecoart. Vem com a gente. Terra tem. Vamos lá. Vamos pintar. A gente vai pintar terra Brasil. Vamos desenhar o Brasil. Tem outro planeta não quer o Brasil. Um desenhar o nosso país. Que legal, né, essa mobilização de arte e educação pelo nosso planeta. Agradecemos já a todas as casas parceiras que estão retransmitindo o Ecoarte dentro da sua instituição, ó. E não vamos parar, não. Vamos de mais arte. Ecoarte para você. Poluir o meio ambiente é não compreender as leis divinas de preservação. Vamos agir com responsabilidade, cuidando do nosso lar comum. De todo canto a ver de Rafael Agostini. Pintura óleo sobre tela. À direita de uma árvore, uma criança branca sentada com as costas nuas, cabelo castanho escuro, preso em um coque baixo, olha e segura um galho de limoeiro. Em suas costas repousa a cabeça um cachorro preto deitado. Ambos estão sobre a grama, folhagens marrons e verdes. Ao fundo, o horizonte em linhas verde, amarela e azul. No rodapé direito, Rafael Agostini. Audiodescrição, roteiro e narração. Rejan Mines, Consultoria, David Monteiro. Mandala 2 de Carlos Mariolane. Arte digital abstrata. Sobre fundo quadrado, um círculo branco contornado de dourado. A partir dele, pequenas pétalas azul, verde, amarela e creme fecham-se em um círculo irregular. Outros formatos orgânicos se entrelaçam em sequências circulares. Toda a figura está contornada de dourado e preenchida em creme, transmitindo intensidade e suavidade em uma arte cinética. Nas extremidades, finalizando o quadrado, estão formas que remetem a orquídeas, iniciando com uma gota amarela ou rosa e pétalas vermelhas vibrantes em degradê, chegando ao rosa e tons de azul e amarelo. Natureza sagrada, o amor que corre como um rio de Carolina Medeiros. Olho sobre tela. Sobé azul e branco, copas de árvores de uma floresta se camuflam em meio à névoa. À esquerda e no topo direito, árvores vibrantes em tons de amarelo, verde e marrom conversam entre si. À direita, uma árvore sépia se abriga atrás de arbustos

uma floresta se camuflam em meio à névoa. À esquerda e no topo direito, árvores vibrantes em tons de amarelo, verde e marrom conversam entre si. À direita, uma árvore sépia se abriga atrás de arbustos verdes. Ao fundo, entre a fauna frondosa, planta com folhas avermelhadas, relva e terra. Nasce um rio sinuoso que se divide em pequenas cascatas, com sua água translúcida esverdeada e passeia por entre as pedras amarronzadas. Audiodescrição. Roteiro e narração. Rejan Menezes. Consultoria David Monteiro. Lagueira. Valheira. Banheira, muita vida tens para dar a quem faz o merecer. É cativante o teu olhar, majestoso o teu lugar, virtuoso teu viver. Te vem campo misterioso teu saber. E garapéis em profusão fora e falta deão. Amazônia do querer. Vem querer. Querer querer. Sou em te ver. Sou em te ver. Sou em te ver. Son verira la sev da vida, não permita que aha o po. O abandono, o abandono do viver. Se você é favor da vida, não permita que a Amazônia pode abandono, o abandono do viver. A Amazôn está queimando, o fogo alimenta o plano da elite criminosa iludida pelo poder. É o ponte que vamos ver que vamos ver que vamos ver que vamos ver. Esta canção respira a vida e ela pela proteção desse lindo ser. É para ser a paciência para resgatar a consciência e fazer acontecer. É madeira da ciência para resgatar a consciência e poder acontecer. рая laia fro da vida, não permita que a Amazônia vire o pó do abandono. abandono do viver. Se você é favor da vida, não permita que a Amazônia abilhe o pó do abandono, o abandono do viver. A Amazônia está queimando. O fogo alimenta um plano da elite criminosa iludida pelo poder. É o tipo que vamos ver que vamos ver que vamos ver que vamos ver. Essa canção respira a vida e dela pela proteção desse lindo ser. É parceira da ciência para resgatar a consciência e fazer acontecer. É parte da ciência para resgatar a consciência e fazer acontecer. Ларая laрея laera Somos espíritos imortais, caminhantes de um ciclo infinito de aprendizados. A cada dia, a vida nos

fazer acontecer. É parte da ciência para resgatar a consciência e fazer acontecer. Ларая laрея laera Somos espíritos imortais, caminhantes de um ciclo infinito de aprendizados. A cada dia, a vida nos oferece um novo campo a cultivar. Escolhamos, então, as sementes que plantamos, gestos de afeto, palavras gentis, a paciência de compreender e a coragem de perdoar. Assim como um jardim exige a atenção, nossa alma precisa de cultivo. Amar não é apenas sentir, é agir. É cuidar de si com a mesma ternura que dedicamos ao outro. É respeitar o tempo de cada flor, sem pressa, sem cobrança, permitindo que cada um flores à sua maneira. No vasto campo da existência, aquilo que oferecemos ao mundo retorna a nós. O amor que damos é o amor que transforma. E assim seguimos estação após estação, cultivando nosso jardim interno, renovando nossas cores, espalhando a beleza por onde passamos. Porque no fim de um ciclo, a vida não se mede pelos dias que vivemos, mas pelas flores que deixamos no caminho. O amor é assim, brota silencioso, como uma semente que encontra solo fértil no coração. Cuidado, respeito e intenção de fazer o bem é assim que cresce, floresce. e transforma. O amor é tudo. Um amigo Ecoarte. Multiplique essa mensagem a arte pela natureza e leve para sua casa camisas, kits eco para você e a família. Todo valor arrecadado será para promover a sustentabilidade financeira desse movimento, para que mais e mais pessoas possam ser sensibilizadas com a nossa mensagem. Acesse nosso site www. abr.org.br e escolha o seu Ecoart. Todos os cantos, um só planeta. Coisa linda. E ó, a nossa loja Equarte está no ar. Solta aqui pra gente o nosso QRcode. Você que tá nos acompanhando pode adquirir um dos nossos produtos e ajudar para que essa mensagem ecoe para mais e mais pessoas. Acessa também o nosso site www.abrat.org.br e adquira a sua. Sabe por quê? Porque eu tô vendo que tem gente já com seu produto Ecoarto. Isso mesmo, Carol. Eu já peguei a minha camiseta já, ó. Tô aqui vestida. Menina,

nosso site www.abrat.org.br e adquira a sua. Sabe por quê? Porque eu tô vendo que tem gente já com seu produto Ecoarto. Isso mesmo, Carol. Eu já peguei a minha camiseta já, ó. Tô aqui vestida. Menina, que camisa linda com o nome é Coate. Ai, leiturina, eu tô tão feliz com esse movimento, porque eu tenho certeza que com, ó, as crianças que estão nos ouvindo vão bater no coração essa sementinha que a gente tá plantando, hein, amiga? Sim. E quando construímos o ecoart, pensamos sempre o que não poderia faltar. O Ecoart é inclusivo e diverso e respeitando olhares. inspirando artistas e fazendo com que nossa mensagem alcance a todos, não é, Carol? Perfeito, leiturina ter chamado essa fala, porque, ó, uma mensagem como essa da natureza tem que alcançar a todos, de todas as idades e de todas as condições sociais, culturais. Então, ecoarte, sim, promove a inclusão e a diversidade. Então, você quer saber mais sobre isso? Acessa o nosso site porque o Ecoart vai trazer uma plataforma 100% inclusiva com todo esse conteúdo que a gente tá trazendo e de novos conteúdos que serão produzidos pelos nossos artistas espíritas. Olha, bacana, não é, leitorina? Sim, sim, sim. Tia Carol, oi. Vamos para mais uma dica. Adoro. Agora eu vou chamar o meu amigo Zé Pretinho. A degradação ambiental é consequência do egoísmo e da falta de caridade. Virtudes que devem ser cultivadas para a preservação da terra. Não foi? Olha gente, em 2024, em outubro o nosso Brasil ardin chamas. As queimadas levavam a extermínio nossa fauna, flora, vidas que habitavam aqueles lugares dentro da Abra. Seis amigos que se sensibilizaram por essa causa se perguntaram: "O que nós podemos fazer para mudar esse cenário? Levar informação, promover sensibilização é o nosso papel enquanto trabalhadores do Cristo, trabalhadores do bem. Todos os seres são iguais perante as leis divinas e por isso tem o direito de viver livre, feliz a nossa terra em toda a sua abundância. Esse projeto que começou com seis, se multiplicou para 30, para 40 e hoje nós

são iguais perante as leis divinas e por isso tem o direito de viver livre, feliz a nossa terra em toda a sua abundância. Esse projeto que começou com seis, se multiplicou para 30, para 40 e hoje nós temos várias instituições parceiras dentro desse trabalho. A FEB e a área de artes FEB foi uma mão que deu para nós um movimento para essa Ciranda. Vamos ouvir o recadinho do tio Geraldo e do tio Marco Lima. Olá, queridos. Aqui quem tá falando é o tio Geraldo. Tudo bem com vocês? Olha, vocês sabem o que a natureza é como se fosse a nossa mamãe? Não é bonito isso? E como é que a gente tem que tratar a nossa mamãe? A gente traça a mamãe com muito carinho, com respeito, com amor, não é? Porque a mamãe faz tudo de bom para nós, cuida da gente. A natureza também é assim. Ela fornece tudo que a gente precisa pra gente viver bem. O que a gente precisa também fazer da nossa parte é ajudar a natureza. Por exemplo, não jogando o lixo no chão, não é? Colocando no lixo direitinho, separando aquele lixo que é o que a gente chama de orgânico. Por exemplo, sobrou um pouco de comida que vai apodrecendo, vai jogar fora, joga num lixo. Vai jogar aquele lixo seco, por exemplo, um papel. né? Um plástico, joga noutro lixo para poder já fazer a separação dos lixos e a gente poder consumir também só o que é necessário, não desperdiçar, não jogar as coisas fora, a gente aprender a também doar para as pessoas que precisam mais do que nós e isso vai fazer um bem muito grande. A natureza agradece os rios, os lagos, os oceanos. Olha como é coisa boa. As árvores, a vegetação, as plantinhas, os passarinhos, os animais, sabem? São todos nossos irmãos, todos filhos de Deus e que precisam ser bem cuidados. Então, vamos aproveitar para fazer a nossa parte, amando a natureza, como a gente ama a nossa mamãe. Olá a todos. Marco Lima da Coordenação Nacional de Arte da FEB, aqui para compartilhar uma novidade muito importante, empolgante, diríamos. Estamos em parceria com a BRT, unindo forças em uma iniciativa essencial para

o Lima da Coordenação Nacional de Arte da FEB, aqui para compartilhar uma novidade muito importante, empolgante, diríamos. Estamos em parceria com a BRT, unindo forças em uma iniciativa essencial para um futuro mais sustentável, o projeto Ecoarte. Acreditamos no poder transformador da arte e suas diversas linguagens na educação. Juntos podemos inspirar, conscientizar e queremos convidar você a se juntar a nós. A área de arte da FEB está com as portas abertas para os diálogos, as construções, as colaborações e projetos que ecoem a sustentabilidade através da arte. Vamos construir um mundo mais verde e criativo, unidos e unificados nesse ideal. Nossa, que bacana esta união, Carol, diante deste tema que é tão importante, a natureza. E sempre é um prazer ter a Federação Espírita Brasileira junto ao Ecoart, né? E agora vamos chamar o grupo Abrigo na Arte, que é de Belo Horizonte e tem anos de trabalho pela arte para nós, crianças. Aí vem o tio Luís e a tia Júlia. Olá, pessoal. Bom dia. Bom dia. Nós somos o grupo Abrigo na Arte. Eu sou o Luís Henrique. E eu sou a Lúcia Júlia. Então é um prazer pra gente tá aqui participando desse evento que fala da importância da natureza, né, da gente cuidar da natureza. E essa música que a gente vai tocar chama O amor é minha natureza. É pra gente lembrar também que essa natureza está dentro da gente, nós também somos parte dela. E descobrindo esse amor que é nossa natureza, a gente pode se integrar melhor com a natureza, não é verdade isso. Então vamos lá. Vamos lá. Essa música é feita pra gente cantar junto. Tem um momento para todo mundo participar. Vamos crianças de todas as idades, viu? Isso. Traz a sua criança aí. Puxa ela lá de dentro. Vamos junto. Um, dois tr laá la l laá la laá l laá la laá. Amor, força para criar. Amor, caminho para cuidar. Sentir saudade de alguém, querer e fazer o bem. Amar compartilhar momentos, enxergar o valor que há por dentro, aceitar para curar a encontrar sua força interior. O amor é minha natureza. Amor é o que sou.

r saudade de alguém, querer e fazer o bem. Amar compartilhar momentos, enxergar o valor que há por dentro, aceitar para curar a encontrar sua força interior. O amor é minha natureza. Amor é o que sou. Laá laá laá laá. Um abraço de tamandoá. Um beijinho para dor passar. Contar histórias na hora de deitar. Cantar pro neném na. Olha, todo mundo faz de conta que tá segurando o neném assim, bem devagar, bem baixinho. Vamos cantar para ele dormir. Cantar, cantar. O amor, o que é o amor para você, L? Hum. O amor para mim é cuidar de todas as árvores que estão aqui na minha casa. E o que é o amor? Qual é você, Luiz? Para mim é levantar cedinho e passear com as minhas duas cachorrinhas. É agora todo mundo de casa, cada um para e pensa aí. Que que é o amor para você em em comunhão com a natureza? Isso. O o que é o amor para você? Agora tem uma pessoa aqui com com a gente que vocês não estão vendo, que tá assistindo é a Isa. Vamos perguntar para ela o que é o amor para você, Isabel. Isabel, o amor para mim é fazer uma caminhada no mar. Ah, ela falou que ia fazer uma caminhada na praia, no mar. Ora mais uma. Quem não quem não quem não falou ainda é sua chance. Vai lá. O que é o amor para você? Sonhar com o mundo mais bonito e melhor, fazendo o que é possível para que assim seja entre nós o amor. O amor é minha natureza. Amor é o que sou e para onde vou. Lai laá. la la. Eita, que alegria Olha, olha, olha, gente, o Ecoarte tá lindo, tá vivo, tá, vamos voltar aqui pros estúdios. Eu quero car na tela. Coisa linda, maravilhosa. Beijo grande, amigos queridos, né, que trabalham pela arte na infância, um lugar tão relevante, necessário para o nosso movimento, né, não só da natureza, mas pelo movimento do amor do Cristo. Parabéns por essa iniciativa, esse legado pela arte espírita infantil e assim emoção enorme tá falando com vocês, né, diretamente da Casaco Coarte para quem tá em casa e com vocês aí em casa. Mas me diga uma coisa, Lu e Ju tá em dia com as ações pelo meio ambiente aí em casa, tá fazendo o dever

falando com vocês, né, diretamente da Casaco Coarte para quem tá em casa e com vocês aí em casa. Mas me diga uma coisa, Lu e Ju tá em dia com as ações pelo meio ambiente aí em casa, tá fazendo o dever direitinho, cuidando do lixo, né? Olhando a sua área ao redor dos animais. Tá em dia com a natureza? Tá chegando para eles. Produção. Oi, pessoal. Chegou. Tá me ouvindo, Luiz? Eu só não ouvi a pergunta. Ah, eu faço de novo, meu filho. Tem problema não, viu? Que aqui tem que dizer a verdade. Em casa, em casa tá em dia com os cuidados da natureza. Ah, olha, a gente não, o áudio não chegou muito bem, mas eu entendi, está em dia com os cuidados com a natureza. A gente tem o privilégio de estar aqui numa casa que é em Lagoa Santos, a cidade pertinho de Belo Horizonte, com muito verde. E é uma e é uma uma bção, né? A gente tem que aproveitar vocês que estão aí também no Nordeste, né? a gente teve oportunidade de visitar uma natureza maravilhosa. Então, é a oportunidade que a gente tem de entrar em contato com esse amor aí do criador por nós. Um beijo para todos. Olha, quem tá em casa, dá tchau para o tio Luiz e a tia Júlia. E, ó, agradecemos essa colaboração porque é sobre isso, né, gente? É sobre construir, multiplicar, ecoar essa mensagem. E a arte é uma grande ferramenta para conectar corações e mobilizar pessoas. Então, não vamos parar, não. Vem aí mais um bloco de arte do Ecoarte. Mandala Vida de Luciana Barreto. Desenho e pintura com lápis de cor aquarelado sobre papel cançon. Sobre um grande retângulo lilás, uma mandala simétrica e concêntrica, de onde saem seis pétalas vermelhas com contorno preto, contendo pequenas linhas pretas, saindo do centro e das extremidades. Atrás, pétalas maiores lilazes contornadas em preto separadas por pétalas azuis menores. Ao fundo, semionéis amarelos e verdes com contornos marrões. A estrutura repousa sobre um grande círculo lilás com contorno interno vermelho preenchido com laranja e contorno externo marrom. Cada pétala e anéis possuem três

relos e verdes com contornos marrões. A estrutura repousa sobre um grande círculo lilás com contorno interno vermelho preenchido com laranja e contorno externo marrom. Cada pétala e anéis possuem três pontos marrões. Fora da mandala há pequenos pontos direcionados às pontas das pétalas. No rodapé, Semente da vida, entre parênteses variação. E a data 4 de setembro de 2024. A paz de Deus habita em mim. Sou sua criada o amor de Deus sua compaixão bem zal por nós. Bem cuidar. Poder de Deus está aqui. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Comparti o amor de Deus a mim. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Compartilho o amor de Deus a mim. Mestre de Sabrina e vossa luz. iluminar mentas vem todos não so paz pois está aqui. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Compartilho o amor de Deus a mim. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Comparti o amor de Deus a mim. A paz de Deus. vitamin sol sua crizou o amor de Deus, sua compaixão. Vem zar por nós, vem cuidar. Poder vida está aqui. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Compartilho o amor de Deus a mim. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Comparti o amor de Deus a mim. Mestre sabia e vossa luz fazem iluminar os mentos bem todos não soal paz pois teus está aqui. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Compartilho o amor de Deus a mim. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Eu sou luz. Comparti o amor de Deus a mim. Ah. Vem ver em toda parte a beleza. Canta e dança toda a natureza. Existe arte por todo lugar. É só olhar e ver os passarinhos deslizando. E as borboletas que rodopeiando formam arco-íris azul. Do céu, a poesia colorida e bela. Juntando tudo face uma aquarela. E dentro dela estamos nós também. E dentro dela estamos nós também. Ah, vem ver em toda parte a beleza. Canta e dança toda a natureza. Existe arte por todo lugar. É só olhar e ver os passarinhos deslizando e as borboletas que rodopeiando formam arcoíis no azul. Do céu, a poesia colorida e bela juntando

Canta e dança toda a natureza. Existe arte por todo lugar. É só olhar e ver os passarinhos deslizando e as borboletas que rodopeiando formam arcoíis no azul. Do céu, a poesia colorida e bela juntando tudo faz uma e dentro dela estamos nós também. E dentro dela estamos nós também. E dentro dela estamos nós também. Estamos nós. Estamos nós também. ohโ Quem foi? Quem foi que fez esse mar azul? Eu gosto tanto do mar. Quando eu olho para o mar, ele me passa a sensação de cuidado. Cuidado com toda a vida do mar. É tudo tão perfeito. Cada pedrinha, a urga, os seres vivos que estão em cada lugar. Tudo me deixa em paz. Eu fico feliz porque sei que não estou sozinha. E as ondas que batem e batem. Eu olho e me sinto tão completo. Quem foi? Quem foi que fez na areia? Quando a gente anda, deixa pegadas. Será que toda essa natureza é a marca de alguém? Quando eu vejo uma montanha, eu não tenho medo. A vida parece tão pequeno quando se é criança, mas nós sempre queremos saber mais o que tem além do horizonte. Eu me pergunto, quem foi? Quem foi que fez? Minha mãe diz que tudo que existe de natural foi feito com amor. Já meu pai diz que tudo é só matéria. Não sei. Isso é tão confuso. Eu que sou criança, já sei o que eu preciso saber. Os adultos não sabem de tudo. Aí eu paro e penso. Pergunto: "Quem foi? Quem foi que fez você e eu?" Foi Deus quem fez e fez com amor para que a gente fosse feliz. Foi Deus. Foi Deus quem fez. Olha que coisa linda. E eu quero saber se você conhece essa. Quem foi que fez esse lindo mar? Foi Deus que fez e fez com amor para que a gente fosse feliz. Foi Deus. Foi Deus quem fez. Ô que amor a educação do espírito, a evangelização é alma viva, né, que reverbera nos nossos corações. E olha, eu tô sabendo que tem casa espírita conectada com Ecoarte diretamente do Rio Grande do Norte. Vamos colocar na tela quem é que tá chegando aí diretamente aqui do nosso Nordeste. Oi, pessoal. Nós somos o núcleo Abraço RN e estamos aqui unidos assistindo aqui de representante de vários grupos

e. Vamos colocar na tela quem é que tá chegando aí diretamente aqui do nosso Nordeste. Oi, pessoal. Nós somos o núcleo Abraço RN e estamos aqui unidos assistindo aqui de representante de vários grupos de Natal, artistas espíritas e a gente não podia ficar de fora dessa causa. Estamos adorando. E você se liga. Nó. Olha só. Ah, o pessoal do Arena é mobilização, é transformação, energia positiva. E ó, eu sei que o pessoal do Rio quer voltar de novo e mostrar como tá a sua evangelização com Ecoarte. Eartarte, gente, adoro. Adoro porque vocês embarcam mesmo, né, nessa energia. Ó, você que tá nos acompanhando de casa aí, da sua instituição, não deixa de registrar esse momento. Tira sua foto, faz o seu vídeo e manda, marca pra gente, ó, aqui colocando a nossa rede do Instagram para você marcar e aparecer nas nossas redes aqui na divulgação e na promoção do Ecoart todos os cantos, um só planeta. Mas agora pega o caderninho que tem dica do Ecoart. Reduzir o desperdício é um ato de respeito à criação divina, menos consumo, mais harmonia com o planeta e com o próximo. Vamos. Então, quantas obras belas! Estou emocionada com tanta beleza na telinha e gostei muito da dica sobre a reciclagem e principalmente as novas ideias sobre esse tema. Por isso chamo minha amiga tia Juliana do movimento MV, que há 17 anos atua em prol de temas como a natureza e a ética animal. Nossa, para este movimento todos os seres vivos são iguais e, portanto, todos merecem ser cuidados e respeitados. Vem cá, tia Ju. Olá, bom dia a todos, a todas, grandes e pequenos. É um prazer enorme a gente estar aqui com vocês e trazer uma pequena reflexão, né? Porque a arte ela é a coisa muito importante para todos nós. Desde que a gente cresce envolvido em arte, ela nos inflama, ela nos envolve, ela faz a gente crescer, se expandir. Mas é muito importante assim, a gente pensa a arte dentro de uma ideia muito assim grande do nosso contexto, do lugar em que a gente vive, onde a gente tá, no nosso tempo. A arte, desde o

se expandir. Mas é muito importante assim, a gente pensa a arte dentro de uma ideia muito assim grande do nosso contexto, do lugar em que a gente vive, onde a gente tá, no nosso tempo. A arte, desde o princípio dela, ela tem um papel de despertar consciências, um papel de envolver as emoções, os sentimentos e refletir o contexto, o tempo, o conhecimento da gente no lugar onde a gente está vivendo. Mas não só isso, a arte ela engaja, ela gera movimento, energias e é o elemento perfeito para ativar desde a criança até o adulto o amor e também colocar esse amor em ação, incentivar a participação socioambiental do cidadão espírita. Todo espírita é um cidadão. Vive numa cidade, vive num campo, vive num país, tem muito a fazer e muito a contribuir. Refletir as virtudes, mas também denunciar os erros do nosso tempo, mobilizar as pessoas, propor mudanças, unir ideais. Tudo isso é arte em movimento. Por isso que a arte espírita seja motor de engajamento paraa ação regeneradora. Porque a ciência tá dizendo pra gente que a gente vai precisar regenerar a Terra, regenerar o nosso planeta que a gente destruiu, que a gente precisa mudar os solos que foram também destruídos, cuidar das águas, do ar, cuidar das sociedades para que sejam mais fraternas, mais amigas, mais juntas, mais coletivas, mais unidas em tudo que tem que fazer. E a gente precisa mudar o sistema que oprime, que causa dor e sofrimento para seres humanos e para seres não humanos, pros animais, pros vegetais. A gente precisa cuidar de tudo, porque muitas pessoas e muitos animais estão sendo escravizados, estão sofrendo. Às vezes a gente precisa pensar que os animais não são só os nossos pets, os gatinhos, os cachorrinhos. Os animais são todos os animais. Os que estão na floresta, os que estão nos pastos, os bois, as galinhas, os porquinhos, todos eles são filhos da mesma criação, são filhos do mesmo pai e tem mesmo valor para Deus. Deus chama todos pelo nome. Isso é importante porque Deus ama todos os seres igualmente. Então, a gente precisa

s eles são filhos da mesma criação, são filhos do mesmo pai e tem mesmo valor para Deus. Deus chama todos pelo nome. Isso é importante porque Deus ama todos os seres igualmente. Então, a gente precisa tomar cuidado com todos aqueles que a gente explora, com todos aqueles que a gente oprime ou que faz sofrer. Porque a gente precisa parar com isso. A gente precisa que o amor seja a grande expressão da arte. A arte que engaja, a arte que faz movimentar, a arte que faz produzir transformação e felicidade para todos os seres. E é isso que é importante e é isso que a gente veio falar aqui para vocês hoje, para crianças, para papai, mamãe, pros artistas, né? a arte seja engajamento do seu tempo, seja comprometida com o amor para que todos os seres, como diz a questão 729 do livro dos espíritas, para que todos os seres tenham a possibilidade de experimentar a necessidade de viver, de se reproduzir e de conduzir as suas vidas em plenitude. Um abraço e um beijo muito grande e que seja o Ecoarte, sim, um movimento cada vez mais expandido para alcançar mais corações. Obrigada tia Carol. Obrigada a todos. Ai, Juliana, prazer imenso. Assim, enquanto a BRTE, nós estamos extremamente felizes, né, desse dar as mãos a um movimento tão relevante, tão importante, que traz a ética animal, né, o respeito à natureza, trazendo a ciência como norteadora, a alegria muito muito bacana, né? E e também e também Juô eh sentir de você aí, porque assim, você nos desperta esse olhar pela natureza. Mas e você com a arte? Tá em dia também? Como é essa sua relação com a arte? E de repente esse lugar da arte como ferramenta, né, do reciclar, reutilizar? confessa aqui um pouquinho pra gente se o seu dia a dia com a arte também está 100% atualizado. Confessa aí. Tá sim, Carol, com certeza, né? Eu desde muito pequena sempre fiz muito artesanato, muitas coisas assim. Mas não só isso, eu tenho um olhar de trabalho com design também, com uma série de coisas que a gente elabora e a arte, principalmente através dessa expressão

iz muito artesanato, muitas coisas assim. Mas não só isso, eu tenho um olhar de trabalho com design também, com uma série de coisas que a gente elabora e a arte, principalmente através dessa expressão engajada que eu falei, essa arte que tem uma ação, vamos chamar assim, cidadã, né, ela é importante. Então, é nessa arte que eu mais eh trabalho. Então, quando a gente tá dentro do MVE, é, que é o novo momento pela ética animal espírita, toda a expressão que a gente faz de sensibilização, ela passa por um momento de tocar os sentidos, de envolver os sentimentos e as emoções. E a arte tem essa expressão, né? Essa arte faz essa mágica. É por isso que a gente utiliza assim, com certeza. Ai, Ju, um beijo grande para você. mãos dadas. Vamos ampliar esse discurso. Ó, quem tá em casa acompanhando, anota, anota essa dica aí para você, porque não tem como a gente pensar em sustentabilidade em planeta e preservação da nossa vida sem ter a ciência do nosso lado, né, nos orientando nos caminhos, a espiritualidade nos trazendo a paz e a serenidade para o despertar da nossa consciência, mas acima de tudo com ação, mobilização e transformação no dia a dia. da nossa casa, da nossa escola, da nossa sociedade. Pega o caderninho, tem mais dica e coarte para você e depois mais arte. Claro renovação, refletindo a própria evolução do espírito. Ao reciclar também regeneramos o meio ambiente. Raios do sol viajando Aquecer, dourar as folhas, corpos, luzes, o espaço azul, levando ao azul suas frases. Azul a terra é azul. Quando os líos lá dos cantos liberam o aroma. Vem no vento e o vento vem e arrasou. Quando os homens não cuidarem mais da guerra, verão em seus dedos Auréel lançou. Azul a terra é azul. L dar a vida ven leve flutuar leve meu corpo. Leve no azul leve flutuar leve meu corpo leve no azul. Se azul é o céu, na terra do seu céu tens o céu azul. Quando os trios lá os campos liberam a lomar, vem no vento e o vento vem a quando os homens não cuidar. Mais carta verão em seus dedos aurel azul.

Se azul é o céu, na terra do seu céu tens o céu azul. Quando os trios lá os campos liberam a lomar, vem no vento e o vento vem a quando os homens não cuidar. Mais carta verão em seus dedos aurel azul. Azul a terra é azul. Terra azul. a vida. Vem azul, vem azul. Terra azul, terra azul. Dentro do que olhares, verás, verás. Sou uma ricota a velhota. O meu poder é a fofoca. Uhum. Estou queimadinha de sopa porque acabei de voltar da praia. O que está duvidando? Ah, não vou mostrar minha marquinha não. Mas sabe o que eu pude perceber? Lembra aquele canudinho plástico que às vezes as pessoas usam por aí ou aquela garrafinha, o copo descartável que alguém deixa na areia da praia? Menina, faz um estrago tão grande no lugar que conheci. O quê? Você acha que porque é um só não agride o meio ambiente? Pois eu vou lhe mostrar onde é que essas coisas vão parar quando não são descartadas corretamente. Conheça a grande mancha de lixo do Pacífico. É, é tão grande que seu descobridor, Charles Moorevou sete dias para atravessá-la por completo. Levado pelas correntes marítimas, o lixo fica situado entre a Califórnia e o Havaí. e já é maior que a Amazônia, permanecendo em constante crescimento. Mata milhares de animais marinhos e causa um enorme impacto ambiental. E olha, não são só elementos grandes como garrafas, não, viu? Essa ilha é formada por minúsculos pedaços de lixo plástico que afeta diretamente a vida marinha e consequentemente a nossa, pois já está dentro dos pescados e no próprio sal marinho que chega o nosso consumo. Mas como isso é possível, Maricota? É, somos milhões e milhões de seres. Se cada um fizer o que lhe der na cabeça sem responsabilidades e consciência, estará tornando insustentável a vida em nosso planeta. Imagine que você encontrou um pequeno formigueiro em seu quintal. Quantas e quantas formigas vivem ali e como elas afetam seu jardim? Agora imagine que o jardim seja o planeta Terra e que as formiguinhas somos nós. Multiplique essa sensação de invasão que você teve ao descobrir o

tas formigas vivem ali e como elas afetam seu jardim? Agora imagine que o jardim seja o planeta Terra e que as formiguinhas somos nós. Multiplique essa sensação de invasão que você teve ao descobrir o formigueiro por milhares e milhares de seres que somos. Então, cada vez que você estiver curtindo aquele churrasquinho, piquenique ou passeio qualquer, saiba que suas atitudes são muito maiores que aparentam. E lembre-se da fofoca de hoje. Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante. Deu o exemplo, se preocupe com o seu quintal. Afinal, não é constrangedor pensar que o responsável por verdadeiros cataclismas à humanidade pode ser o próprio lixo humano. Então, seja limpinho até o nosso próximo encontro. De todo canto haver dois. de Rafael Agostini. Pintura óleo sobre tela. Um cachorro preto com as orelhas em alerta, costelas definidas e patas dianteiras brancas. Olha para o horizonte. À sua frente, uma criança sentada de perfil esquerdo, pele clara, cabelo preto estilo moicano e usa uma calça azul. Cactos de jardim no canto direito e plantas rasteiras compõem a paisagem que tem o fundo rosa e bege. No rodapé esquerdo, Rafael Agostini. Nossa, quanta quanta sensibilidade, né? Eh, na pintura, na poesia, na música. Eu tô muito emocionada, leitorina. Eu também, Carol. Movimento, não é? Quantos aprendizados, né, que nós estamos tendo nesta manhã de domingo. Com certeza. Muitas sementes sendo jogadas e espalhadas pelo nosso Brasil. Na verdade, quanta conexão do Brasil inteiro. Com certeza. Reforçar a leiturina, quem quiser adquirir, né, um produto do Ecoart, que a leiturina tá aqui com a camisa linda dela. Eh, acessa o nosso site www.abrate.org.br. br, você vai tá ajudando, além de levar o produto super especial para casa, você vai estar ajudando a multiplicarmos essa mensagem por mais e mais tempo. Ô leitorina, hum, amiga, fala, pode falar, Carol, você tem uma dica com a arte pra gente daqui a pouco. Aham. Quem está

a, você vai estar ajudando a multiplicarmos essa mensagem por mais e mais tempo. Ô leitorina, hum, amiga, fala, pode falar, Carol, você tem uma dica com a arte pra gente daqui a pouco. Aham. Quem está conosco vai ser, olha, o grupo arte do Gan. Nossa, o arte nascente. Adoro. E olha, ainda tem Santos. Sim. Santos. Uhum. Rossandra Kendle, meu amigo daqui de Campina Grande. Um beijo para você. Para vocês também, claro. E muito mais. E vamos de mais uma dica Ecoarte para você. Para você. Consumir de forma consciente é um reflexo de nossa evolução moral. Cada escolha deve respeitar os recursos naturais que Deus nos confiou. Eita! Olha, cuidar da natureza é cuidar um bem que nos foi confiado. Pensa nisso. Que bem precioso é esse e quem nos presenteou. Respira, se movimenta e traz a natureza para dentro de você, porque você é natureza. Somos todos a terra. Vamos de arte. Com vocês mais um bloco dos nossos artistas da natureza. Voa, passarinho, voa, voa, passaro, voa para longe da terra, para longe das guerras que há. Bate tuas asas nos ares que te agasalham. Mostra o teu canto, a felicidade para lá. No voo pous branta a força do fogo apagar. Quem canta a fé, seu povo levanta no voo cantando pássaros a voar. No voo pouso a branca a força do fogo apagar. Quem canta a fé, seu povo levanta no voo cantando pássaros a voar, pássaros a voar, passaros a voar. Ouve, Senhor, o teu Brasil que se ajoelha e de norte a sul te implora a interna oração. para os irmãos das estações subrasileiras que hoje sofrem o afogarse do seu chão. Ouve, Senhor, as muitas súplicas que sobem dos corações que esperam em cima dos telhados, enquanto abaixo vem as águas que os consomem. Na fé vislumbram a esperança em serem salvos. São irmãos que choram o transbordar do rio amado. Lamentam as águas que afogaram os poucos sonhos. Lagrimam a perda dos pertences conquistados e inconsoláveis planteio a morte dos seus anjos. E olha, Senhor, pelos heróis, os voluntários, pelos anônimos que com seus próprios braços enfrentam as águas, se

mam a perda dos pertences conquistados e inconsoláveis planteio a morte dos seus anjos. E olha, Senhor, pelos heróis, os voluntários, pelos anônimos que com seus próprios braços enfrentam as águas, se arriscam, acolhem, salvam e assim praticam o amor ao próximo ensinado. Também desperta, meu senhor, os indiferentes, os que ressecam o amor no próprio coração. Sequer escutam o pranto de um Brasil que geme. Prisas do orgulho desconhecem a compaixão. cura enfim o solo e os rios hoje sangram, para que o povo desse tão nobre rincão se erga mais forte e com a força dos que amam reerga mais próspero e majestoso o amargo chão. Cabôclo das Matas de Nha Quiniama. acrílicos fluorescentes e fotoluminescentes sobre tela de 1 m por 1,5 m. Sobre fundo preto em cores fluorescentes, um homem afroindígena está agachado em meio a uma mata, mirando arco e flecha para a direita. Na cabeça, um adereço de penas, pele de onça, grandes dentes, uma franja curta sobre os olhos. Usa gargantilha com búzeos no pescoço, dorso nu, cinturão de penas e saiote marrom com losangos amarelos de tamanhos diferentes sobrepostos sobre a perna direita e setas também sobrepostas na esquerda. Duas pequenas flechas com as pontas viradas para baixo, presas com a pulseira de panturrilha decorada com um búzio na perna direita. Encontra-se envolto a variados cachos de plantas retorcidas verdes, rosas e amarelas, jagubes, palmeiras e samambaias aos seus pés e espadas de no canto direito. Ao fundo, grafismo dos povos Cariri Chocó e Unicui em azul. Sobre a pintura Nequini Ama. De todo canto a ver três de Rafael Agostini. Pintura digital produzida com o programa Crypta e tablet Wa. Uma menina clara de pele amarela, cabelo castanho liso abaixo do pescoço, está sentada na areia na posição borboleta em perfil esquerdo e olha fixo para a frente. Usa trage preto estampado e apoia o braço direito. O seu ombro esquerdo traz um lagarto tatu amarelo e preto e o alisa com indicador esquerdo. Sua sombra é lilás e ao fundo tons de azul e

ra a frente. Usa trage preto estampado e apoia o braço direito. O seu ombro esquerdo traz um lagarto tatu amarelo e preto e o alisa com indicador esquerdo. Sua sombra é lilás e ao fundo tons de azul e verde. Audiodescrição. Roteiro e narração. Rejane Menezes. Consultoria David Monteiro. เฮ Você se sente triste e sozinho ouvindo a notícia da televisão, falando que o nosso triste destino está sem rumo, sem direção. Sabe, dentro de você existe uma chama capaz de iluminar essa multidão. Você é voz que toma e clama da natureza. Você é um guardião. Vem reconstruir. Vamos cuidar do planeta Terra. Vem cantar essa canção que semeia a boa ideia, que florece o coração. Faz entender que todos nós somos a terra. Precisamos dela. Vamos ecoar uma mensagem de igualdade a todo se que é nosso irmão. Fazendo a nossa parte e uma futura geração que a terra de ser só felicidade. Tens riscar, transformando o lixo em arte, vamos conseguir se preservar o que nos resta. E florestando a floresta vamos consumir sem destruir, desvoluindo rios e ares por todos os sete mares, lá vamos nós proteger. E no pico da montanha o sol renasce a esperança. Vamos cantar e egoar. Vem reconstruir. Vamos cuidar do planeta Terra. Vem cantar esta canção que semeia boa ideia. O coração, faz entender que todos nós somos a terra, precisamos dela. Vamos ecoar uma mensagem de igualdade a todo ser que é nosso irmão, fazendo a nossa parte. Dura geração que é terra de seu solicidade. Oh, oh. Oh. Oh. Oh. Oh. Nossa, que mensagem linda essa música da Carol, né, gente? Olha, temos que plantar árvores. Temos que plantar árvores. E aí, vamos fazer uma combinação. Quem tá aí no YouTube assistindo o nosso programa, vão botando árvore aí, árvores, flores, pássaros, muitas árvores, árvores, árvores, árvores. Estamos precisando eh plantar, deixar tudo verdinho e colorido para todos os animais e colorir o nosso planeta. E aí, gente, enquanto vocês estão colocando isso aí, essas árvores no chat, vão botando esses dedinhos aí. Muitas árvores. Tô esperando, hein? A

lorido para todos os animais e colorir o nosso planeta. E aí, gente, enquanto vocês estão colocando isso aí, essas árvores no chat, vão botando esses dedinhos aí. Muitas árvores. Tô esperando, hein? A gente vai para mais uma dica da Ecoartes. Se liga aí. As mudanças climáticas são reflexo do nosso desequilíbrio. Precisamos agir com responsabilidade para restaurar a harmonia do planeta. OK. Ai, leitorina, eu tô tão emocionada. Estamos indo para praticamente 1 hora já e 40 minutos de programação. Nossa, sucesso, hein? Sucesso. Agradecemos a você que tá em casa, nos acompanhando, replicando, compartilha, né, leiturina, essa live que vai ficar gravada para alcançar mais e mais corações. E foram tantos artistas colocando sua alma, né, seu sentimento pela natureza, não é verdade, amiga? Isso, isso foi muito, tá sendo muito emocionante. Você tá sentindo vibrações positivas, menina? Eu tô sentindo tanta coisa que eu não vou nem lhe, eu não vou nem lhe contar. Você sabia que eu tô toda arrepiada? Essa é sua música então, Carol. Que música, hein? Que coisa linda. Vamos ver de casa quem também tá vibrando com a gente. Vem cá. Nossa, leiturina, quantos comentários, muitos corações, muitas árvores, muitas árvores de todos os tipos também. Olha que coisa mais linda. Olha, gente, eu não vou conseguir nem dizer o nome de todos que estão nos acompanhando, mas eu tô vendo família, eu tô vendo amigo, eu tô vendo trabalhador do Ecoarte que tá acompanhando aí de outros lugares do Brasil. Eu tô vendo criança, eu tô, nossa, emoção enorme, viu, leiturina? E ó, bota árvores nosso planeta, porque é sobre isso. Às vezes você pensa que é só, né, uma carinha aqui no no YouTube, mas na verdade é um comprometimento seu com a natureza. E para falar disso, leitorina, vamos de mais arte? Vamos sim, mais arte. Então, eh, mas qual seria a que viria nesse momento? Hum, vamos com os nossos artistas da natureza. É claro. Casa Jardim Cecília, Florescer entre ruínas de Ana Rita Araújo. Fotocolagem digital. De uma profusão de flores que

ia a que viria nesse momento? Hum, vamos com os nossos artistas da natureza. É claro. Casa Jardim Cecília, Florescer entre ruínas de Ana Rita Araújo. Fotocolagem digital. De uma profusão de flores que se alternam entre laranjas, amarelas, brancas e violetas, nasce um sobrado abandonado com telhado de duas águas. sobre um sótam, sendo um com a peciana de vidro e outro com a pequena janela. Flores amarelas decoram à direita a divisão de andares. Um deles é verde musgo com quatro janelas de vidro e uma cinza. Logo abaixo, janelas seladas por madeirite bege e persianas brancas e uma varanda. A edificação nasce de um jardim com flores rosas, amarelas, laranjas, brancas e violetas, com pequenos botões e galhos verdes. Audi descrição. Roteiro e narração. Rejan Menezes. Consultoria David Monteiro. Existem riachos tristonhos. Nos olhos da gente, o cinza ofuscando paisagens na ausência do verde. As aves em bando, buscando um ninho perdido. E a voz, a voz do silêncio abafando. Um grito sentido, um salso chorão que há tempos deixou de sorrir. campo que em seu desencanto cansou de florir as dores da terra latentes em sofrida tez e o sonho de pintar em verde toda a palidez, mas brilha no céu. do planeta, um raio de luz, um canto de amor e esperança ao sol de Jesus, a arte afagando o orbe a reverberar e consciências despertas no amor a criar Recriar. que a arte, a arte tem esse poder, renascer, renovar, o dom de ecoar mais além, ser do bem, semear, fazer do deserto do mundo primavera em flor. E a vida mais verde, mais viva na força do amor. O mundo, o mundo espera da gente visão, vez, ação, atitude consciente, um pouquinho de nós. Ser uno, ser verso, universo, com mãos de cuidar, que o homem, o homem é terra que anda, é ar, céu e mar. 아주 아주 Fica aí, levante, siga adiante, continue a caminhar. Tristeza, mande embora, jogue fora e não queira nem pensar. Mude seu ag, deixe fluir as energias. positivas. Espante a depressão com vibração e valorize a sua vida. Perdoa quem errou. Traz a paz para si mesmo

, mande embora, jogue fora e não queira nem pensar. Mude seu ag, deixe fluir as energias. positivas. Espante a depressão com vibração e valorize a sua vida. Perdoa quem errou. Traz a paz para si mesmo também. Libertar-se da dor, se alegrar se os outros estão bem. O amor transforma as almas sem rancor nem odeio por ninguém. O amor eleva os sentimentos, então ame para ser amado também. No coração de quem faz a guerra, nascerá uma flor amarela. Como um girassol, como um gira sol, como um gira sol. Amarelo. Amarelo como um girassol. Como um girassol. Amarelo. Amarelo. Vamos estudar, aprender a servir, praticar o amor e a paz com a fé raciocinada. é dia da evangelização que alegria é dia da evangelização. E alegria é tão bom. Ai gente, eu amo a essa flor. Ai gira só. É a minha preferida. Mas olha, eu vou contar uma novidade maravilhosa. Sabe qual é? Eu vou chamar o grupo Arte Nascente Gan. E vocês sabiam que desde 1988 eles vêm trabalhando com Jesus? Hum. Atuam com música, teatro, dança e artes visuais, conquistando os corações pelo mundo. Realiza campanhas contra drogas, a favor da vida e contra a depressão. Alegria de viver. Isso sim é que é trabalho. Visuais, trabalhando com pop rock, musicais, teatro musicais, levando a temática eh contra suicídio, contra drogas e contra o aborto. Então, trabalhamos com alegria de viver, valorização da vida e muito amor, muito perdão. E essa música Arte Nascente, ela é um reg que fala que a arte é como uma flor, que ela tem que nascer dentro de nós junto com o amor, porque o artista, principalmente o artista espírita e a Abra sabe muito bem disso, tem ainda uma missão, além de fazer uma arte bela e boa, fazer também com propósitos do evangelho de Jesus. Então, esperamos que vocês trabalhando com pop rock, musicais, teatro musicais, levando a temática eh contra suicídio, contra drogas e contra o aborto. Então, trabalhamos com alegria de viver, valorização da vida e muito amor, muito perdão. E essa música arte nascente, ela é um reg que fala que a arte é como uma

ídio, contra drogas e contra o aborto. Então, trabalhamos com alegria de viver, valorização da vida e muito amor, muito perdão. E essa música arte nascente, ela é um reg que fala que a arte é como uma flor, que ela tem que nascer dentro de nós junto com o amor, porque o artista, principalmente o artista espírita e a Abra sabe muito bem disso, tem ainda uma missão, além de fazer uma arte bela e boa, fazer também com propósitos do evangelho de Jesus. Então, esperamos que vocês trabalhando com pop rock, musicais, teatro musicais, levando a temática eh contra suicídio, contra drogas e contra o aborto. Então, trabalhamos com alegria de viver, valorização da vida e muito amor, muito perdão. E essa música Arte Nascente, ela é um reg que fala que a arte é como uma flor, que ela tem que nascer dentro de nós junto com o amor, porque o artista, principalmente o artista espírita e a Abra sabe muito bem disso, tem ainda uma missão, além de fazer uma arte bela e boa, fazer também com propósitos do evangelho de Jesus. Então, esperamos que vocês go trabalhando com pop rock, musicais, teatro musicais, levando a temática eh contra suicídio, contra drogas e contra o aborto. Então, trabalhamos com alegria de viver, valorização da vida e muito amor, muito perdão. E essa música arte nascente, ela é um reg que fala que a arte é como uma flor, que ela tem que nascer dentro de nós junto com o amor, porque o artista, principalmente o artista espírita e a Abra sabe muito bem disso, tem ainda uma missão, além de fazer uma arte bela e boa, fazer também com propósitos do evangelho de Jesus. Então, esperamos que vocês trabalhando com pop rock, musicais, teatro musicais, levando a temática Nas e flor sin arte nascendo amor. ai nascente do amor. Obrigada pessoal. Alegria imensa a família Gan aqui com a gente, né? É um trabalho lindo que precisa ser valorizado, divulgado, que vai para a juventude, né? E temas tão carentes, tão urgentes também da nossa sociedade. Um beijo grande toda a família da Abra, da Ecoarte para vocês

o lindo que precisa ser valorizado, divulgado, que vai para a juventude, né? E temas tão carentes, tão urgentes também da nossa sociedade. Um beijo grande toda a família da Abra, da Ecoarte para vocês do Gan. E aproveitando também para agradecer aos nossos parceiros, né, o nosso apoio institucional com a FEB, a Federação Espírita Brasileira, a Arte Feb, ao Movimento MV e também o Letra Espírita. É isso mesmo, esse canal de difusão da doutrina espírita editora, né, que dá voz aos aos aos escritores independentes. Procure nas redes sociais, está nos apoiando, distribuindo o nosso sinal, a nossa comunicação. A vocês inicialmente, um grande abraço. E, ó, estamos aí caminhando pro final, mas não terminou não. Agora com a gente vai ver ele que é psicólogo e abraça tantas causas importantes por vários projetos humanitários e a natureza não podia ficar de fora. Vem com a gente, Rossandro Clinger. E se você soubesse a resposta que gera o motivo das maiores dores humanas? E se você entendesse quais são os meandres que estão por trás de tantos traumas, de tantas angústias? Na verdade, a maior dor que nós sentimos são provocados por um sentimento de não fazer parte, de não pertencimento. Quando você não sente que pertence a uma família, você tem um sentimento de dor, de menos valia, que gera angústias, traumas que vão se reproduzir nas outras relações. No fundo, no fundo, esse primeiro ecossistema chamado família é um treino paraa vida em sociedade. Quando não funciona, quando você se sente excluído, não pertencente, essa dor vai reverberando nesse corpo social que nós conhecemos como mundo. Assim também acontece quando nós não sentimos que pertencemos à terra, a nossa casa, esse grande útero que Deus nos permitiu se plantar para germinar, frutificar e evoluir como ser, como espírito eterno. Parte das dores humanas e do que nós estamos vendo em tragédias no mundo inteiro tem a ver com a colheita de um plantil que insistentemente fazemos e nos sentirmos separados da natureza. Nós

o eterno. Parte das dores humanas e do que nós estamos vendo em tragédias no mundo inteiro tem a ver com a colheita de um plantil que insistentemente fazemos e nos sentirmos separados da natureza. Nós fazemos parte de um todo. Nós fazemos parte desse projeto divino, esse grande jardim, que também é uma oficina de trabalho, que também é uma escola, que também é um hospital, deve ser cuidado. Imagine frequentar um hospital que tá todo sem funcionar, com os equipamentos quebrados, ou então tem uma escola que o quadro não tá inteiro ou que os recursos pedagógicos não estão disponíveis. Ou então você viver numa oficina de trabalho que não tem os instrumentos necessários. Como se sentir bem para estudar nesse ambiente, para se cuidar nesse ambiente e para trabalhar nesse ambiente? É isso que nós estamos fazendo com o planeta. É preciso que a gente entenda que esse presente deve ser construído e ao mesmo tempo explorado, mas com recursos que possam ser vistos com dignidade. Ao mesmo tempo que nós possamos entender que essa exploração não é o esgotamento do planeta, na verdade é aquilo que o planeta nos oferece para sustentar a nossa vida física. Mas se nós esgotarmos os recursos, como vai ser a nossa vida física? Estamos aqui para lembrarmos através do Ecoarte que nós vivemos num mundo em que nós compartilhamos o mesmo planeta, que nós vivemos nessa grande família universal e que estar nela implica ter responsabilidades para ser um agente de transformação e ao mesmo tempo um agente de conservação. Do mesmo jeito que nós precisamos cuidar da nossa família e não ser só cuidado por ela, nós precisamos cuidar do nosso planeta e não apenas ser recebido por ele. que essa esse momento possa ser o despertar de consciência de algumas pessoas. Alguns dizem que talvez nós já tenhamos passado de um ponto de inflexão sobre as mudanças climáticas. Outros dizem que nós podemos assim ainda fazer coisas. Não importa de que lado você está no sentido de se já nós já atravessamos um limite ou ainda estamos

to de inflexão sobre as mudanças climáticas. Outros dizem que nós podemos assim ainda fazer coisas. Não importa de que lado você está no sentido de se já nós já atravessamos um limite ou ainda estamos próximos dele. Não importa. Nós precisamos agir, nós precisamos ter consciência ecológica e responsabilidade para que a gente possa merecer esse lindo planeta que Deus nos permitiu eh vir como escola, que nós possamos fazer por onde merecer essa joia rara que cerca a nossa vida com luz, calor, chuva, com ondas do mar, com barulho das florestas, com os rios que correm alimentando como veias a vida na terra. para que nossa escolha não seja ir para um deserto ádo e doloroso, construído por nossas mãos, ou melhor dizendo, desconstruído diante da beleza do mundo que Deus nos deu. Agradecemos a sua mensagem tão consoladora, né, e tão e tão sensível para nos encararmos, né, dentro desse ecossistema. E o ecossistema família, né, como podemos ir ao mundo, buscar a preservação, o cuidar da natureza, se nós não conseguimos cuidar dessa primeira célula matter, né, da sociedade, que é o nosso ninho família. Então fica para você que tá nos acompanhando essa sensibilização que nós somos terra, mas a terra está dentro de nós também nesse ecossistema que precisa acontecer de forma harmônica, solidária e muito humanizada. Agradecemos a sua participação aqui no Ecoart e falando em Ecossistema Família, claro que seria a vez dele, ele que canta com a sua irmã, levando música, amor, paz em canções que tocam o nosso coração. É com a gente que essa alegria transborda-te em receber você na nossa casa coarte, um tema que foi versado tantas vezes em suas canções e agora vai de presente para quem tá em casa. É com você. Muito obrigado, Carol. Bom dia a todos. Uma alegria estar aqui, né, nessa corrente aí de espiritualização, de conscientização da nossa casa bendita, como disse roçando aí nosso mundo escola, né? Eu vou trazer uma canção para vocês de Lúcio Jabriel, um poema que ele fez muitos anos atrás, que fala

alização, de conscientização da nossa casa bendita, como disse roçando aí nosso mundo escola, né? Eu vou trazer uma canção para vocês de Lúcio Jabriel, um poema que ele fez muitos anos atrás, que fala dessa questão eh nossa de lei de destruição, conservação e de reprodução. Chama-se súplica de um galho. Um galho assustado, decepado de uma árvore promosa. Quem enfeitava o jardim de mansão, rica e formosa. Não sei o porquê da violência, nem falo do susto ou da minha dor. Apenas trago nas fibras sensíveis uma súplica de amor. Na ânsia de fintar raízes, o solo fértil eu possa encontrar. para flores só sabes a vida eu vou te adoar. Mas se por tua vontade minha força se esgotar, permita que eu apodreça, tornando o solo a fertilizar. Alimentarei os vermes bem seis misturados ao lixo abundante. Minha seiva como se tornará novo verde surgirá iluminado e vibrante. E as sementes novas saltando alegres as mãos do semeador. Da mãe natureza a resposta a vida renovada. A bênção do criador. Alimentarei os vermes bem. Misturado ao lixu abundante, minha seiva como se tornará. Novo verde surgirá iluminado e vibrante. E as sementes novas saltando alegres das mãos do semeador. Verão da mãe natureza a resposta à vida renovada. A bênção do criador. Eita! Que a gente respira, né? a gente respira porque nos nos sentimos todos florescidos com a mensagem tão linda. Tam. E olha, eu vou quebrar o protocolo, viu? Porque eu sei que em casa tem muita gente querendo ouvir mais uma. É possível? Sim. Ah, então vamos mais de uma canção com é com você. Então, vou trazer mundo escola. que é uma canção também dessa dessa nossa questão ecológica interna e externa, essa conexão nossa, essa esse processo da vida maravilhoso. Olha para ele. Essa é Glad. Mundo escola, teu endereço é o sistema solar. Bem terceiro, és nave de águas e terras e fogos e ares e homens. Mundo escola sobe o bem. Toda a vida errou. Com drama que se oculta. Anjos meninos são livres para escolher. Todos têm o seu destino e o seu tempo

o, és nave de águas e terras e fogos e ares e homens. Mundo escola sobe o bem. Toda a vida errou. Com drama que se oculta. Anjos meninos são livres para escolher. Todos têm o seu destino e o seu tempo de chegar. A mão divina vemegar e quebrar. Dezeros de ouro e após brantos de interção haverá. Um verdadeiro altar dentro de nós. Terra a regenera. A mão divina vem cegar e quebrar. Vezi ouro e após prantos e redenção, haverá um verdadeiro altar dentro de nós. Terra a reseneira. Mundo escola, teus grãos maduros já vão germinar. Pela aprendida humildade na rotação, translação do amor será. Bendita espera da vida, universidade da paz. A mão divina vem cegar e quebrar bezerros de ouro. E após prantos de redenção, haverá um verdadeiro altar dentro de nós. Terra a regenera. A mão divina vem secar e quebrar. Desugusou e após brantos haverá um verdadeiro altar dentro de nós. Terra a regenera. Ai, eterna gratidão, por mensagens tão consoladoras. Abre aí o som para o time me escutar. Tá me ouvindo? tá me ouvindo agora? Tô ouvindo. Ah, joia. Agradecer a essa mensagem tão consoladora, tão fortalecedora para os nossos corações, né? E agradecer imensamente a sua parceria com o Ecoartina aqui, viu? Vamos estreitar os nossos laços, porque natureza é isso, né? É raiz, é caule, é copa e são passarinhos. Assim é a árvore da vida. Então o nosso abraço da família Coarte. E ó, você que tá em casa, tá com o coração apertadinho. Pois é, essa é a emoção que se sente quando a gente tá preenchido por Deus. Esse esse preenchimento de dentro para fora. P, um beijo enorme para você, viu? Muito obrigado, uma alegria. Parabéns pelo trabalho. Eita, leiturina, amiga. Estamos chegando ao final. Ah, tava tão bom. Foi tão gostoso essa manhã, não é verdade? Sim, sim, Carol. Muito, muito. E eu tenho uma pergunta. Valeu a pena? Nossa, quanto aprendizado, né? Quantas dicas, né? Verdade. É verdade. Olha, vamos fechar. Hum. Vamos fechar você deixando uma mensagem para todas as crianças que estão nos ouvindo agora. E aí, você, uma menina de 10

prendizado, né? Quantas dicas, né? Verdade. É verdade. Olha, vamos fechar. Hum. Vamos fechar você deixando uma mensagem para todas as crianças que estão nos ouvindo agora. E aí, você, uma menina de 10 anos, que mensagem você quer deixar para o mundo sobre a natureza? que todo esse aprendizado que nós tivemos hoje, nessa manhã, eh, permaneça não só dentro da gente, mas em ações, porque hoje fomos eh tomados pela consciência do que o nosso planeta é a nossa casa mãe e nós somos responsável por isso. Então, que todos possam entrar na ação, já nos alimentamos, portanto vamos fazer disso uma realidade, salvar o nosso planeta. O ecoarte era apenas uma semente, um sonho que para alguns poderia ser um devaneio. Acreditando, semeando e fortalecendo o solo, essa semente se transformou em movimento. Nós nos tornamos agradecidos por você que nos acompanhou até agora nessa manhã de domingo, dando seu amor, dando seu tempo, essa vibração pela natureza para assim reverberar o nosso planeta. Agradecemos também a Abra, a Associação Brasileira de Artistas Espíritas, que comprou, incentivou nós associados a levar essa bandeira verde, florida pela natureza adiante, compreendendo a importância da arte, nos sensibilizar e educar. Agradecemos a FEB pelo apoio e a caminhada juntos unificados com a arte e Febre que h de promover essa mensagem para mais e mais semeadores da arte pela natureza ao move pela confiança de atrelar a ele o nosso movimento. movimento move é um movimento sério de anos e que há tanto tempo vem batendo nessa porta do nosso coração para olhar para a terra não como algo para nos servir apenas, mas para construir uma vida plena para todos, onde nenhuma espécie está acima da outra. Isso é Deus, isso é o Cristo. Que possamos reverberar e agradeço ao Letra Espírita por ecoar essa nossa mensagem e também a todos os canais. São mais de 25 canais que estão levando ecoarte para todo o Brasil. casas espíritas que estão se tornando amigas do Ecoarte, levando esse discurso, essa sensibilização para

e também a todos os canais. São mais de 25 canais que estão levando ecoarte para todo o Brasil. casas espíritas que estão se tornando amigas do Ecoarte, levando esse discurso, essa sensibilização para dentro das suas evangelizações, para dentro do nosso movimento espírita. Agradeço as federativas que também apoiaram a nossa iniciativa. E por último e não menos importante, agradecemos a Deus por estarmos aqui hoje plenos, consciência ativa para ecoar essa mensagem de amplidão, de gratidão, né, de conexão do eu, o nós e o todo. Nós agradecemos a você que acompanhou essa programação e convidamos a você também se tornar um guardião da terra dentro do seu lar, dentro do seu bairro, da sua escola, da sua empresa. A terra clama por nós. Clama para que coloquemos todos os nossos esforços e talentos para manter o equilíbrio do nosso planeta. Porque nós somos planeta, nós somos Terra. Um abraço enorme a todos os trabalhadores que silenciosamente estiveram hoje conosco durante esses s meses de trabalho e que foram mãos, ideias, ideais, sonhos. Nós conseguimos construir esse movimento e você que tá em casa agora faz parte dele. Vamos lá juntos e todos os cantos, um só planeta. Até a próxima. Ciao levante o coração, coarte. Levante sua mão, coarte. Levante a paz, o amor e a vida. Seja você a mão que cuida. A terra canta e pede ajuda. Cante couro de ternura. As peles da terra imploram bondade, as águas da vida por mais piedade, todos os cantos só planeta, todos os cantos, um só planeta. ente o coração. É coarte. E levante sua mão. É boarte. Levante a paz, o amor e a vida. Sinta em você o dom da cura. Separe e rece ao acolher com mais doçuras. A arte renova do berço ao berço. O belo integra os versos diversos, todos os cantos, o sol planeta, todos os cantos do sol planeta. uh terra é você cuide de você. A terra somos nós. Cuidemos de nós. Cuidando da terra, do planeta Terra. É com arte boa, é com amor em toa, é com paz em toa. A é espiritual. เฮ

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