E se hoje fosse o seu último dia de vida? - Questões da Vida #01
E se hoje fosse o seu último dia de vida? A certeza da imortalidade da alma nos auxilia a compreender o magnífico mecanismo das experiências pelas quais passamos, que nos convidam constantemente ao aprimoramento íntimo por meio do desenvolvimento das virtudes. Que sentido haveria se tudo isso fosse perdido com a morte corporal? Afro Stefanini II, médium e facilitador do Projeto Espiritizar nos auxilia a compreender a questão no primeiro episódio da série Questões da Vida... ___ Conheça: http://www.espiritizar.org/ Acompanhe: http://www.facebook.com/espiritizar/ O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso (Feemt). Conheça: http://www.feemt.org.br/
Olá, amigos das redes sociais. Eu quero fazer uma pergunta. E se hoje fosse o último dia da sua vida na Terra? Para onde você iria? Conta-se que Francisco de Assis, cego, capinava o jardim. E Frei Leão pergunta-lhe: "Senhor, paizinho seráfico, se hoje fosse o último dia da sua vida, o que você faria?" E Francisco de Assis responde: Eu continuaria capinando o meu jardim. Quando nós temos certeza da imortalidade, convicção de que nada perece, tudo permanece e que não há sentido em tantas conquistas do sentimento, tantas conquistas da inteligência, tanto aprender, tanto amar e também tantas dores a superar. Se depois o nada, o fim, o túmulo, o vazio, qual o sentido da vida produzir tanto investimento dentro de nós para depois simplesmente aniquilar? Isso não faz o menor sentido. Então, Francisco diz: "Eu continuaria capinando meu jardim, porque a imortalidade da alma nos dá certeza de que nós não temos para onde fugir, nem precisamos fugir para lugar nenhum." Aquele que cultiva o sentimento da imortalidade da alma dentro do coração, sabe viver o eterno presente, viver cada coisa no seu tempo, usufruir das experiências, da convivência com as pessoas naquele momento em que ela está com as pessoas. Isso desenvolve em nós um senso de mortalidade, porque nós sabemos que sempre há uma oportunidade para experimentar o amor. Então, não tenho pressa. A ansiedade se dissolve. Eu não fico pensando no futuro de uma forma que isso me angustie. Eu também não fico preso ao passado de uma forma que isso me traga aflição. Eu vivo sempre o eterno presente, porque eu sou espírito imortal. e desfruto da minha imortalidade, aproveitando as lições que a vida me traz no hoje, no aqui e no agora. Essa noção nos dá a dimensão de que se nós podemos fazer escolhas que nos façam felizes, é porque nós temos a capacidade de pensar melhor em também realizar essas escolhas com base na nossa imortalidade. pensar em escolhas imortais que possam produzir em nós hábitos imortais, de maneira que esses hábitos imortais nos
de de pensar melhor em também realizar essas escolhas com base na nossa imortalidade. pensar em escolhas imortais que possam produzir em nós hábitos imortais, de maneira que esses hábitos imortais nos preencham de sentido existencial. Porque nós estamos vivendo atualmente a pandemia da falta de sentido existencial. Se tem muitas coisas, se conquistas, se conquista muitas coisas de fora, mas essas coisas de fora não estão preenchendo o essencial que está dentro. Porque esse essencial, ele não vai buscar aquilo que faça sentido no ter, mas no ser. Então existem muitos teres humanos e nós somos convidados a nos tornarmos seres humanos. Pessoas que somos. Somos o quê? Muito mais do que o nome que temos, muito mais do que o corpo, muito mais do que a posição social, muito mais do que títulos, cargos, aparências. Nós somos a essência do que sentimos, do que pensamos. Nós somos espíritos imortais. Essa imortalidade não apenas existe enquanto estado em nós, mas também ela pode ser sentida e ela pode ser desenvolvida pela nossa percepção de desfrutar do eterno presente, desfrutar dos valores que estão íncitos dentro de nós, do amor, da caridade, da mansetude, da benevolência. Tudo isso é o que realmente espiritualiza a criatura humana. Espiritualizar-se não é ter uma religião apenas. Isso é apenas um recurso. A religião é algo bom. A religião é uma ferramenta. Mas o que eu me torno na religião é o que importa. E isso é desenvolver o nosso senso de imortalidade, nos espiritualizando cada vez mais, alcançando essa consciência profunda de quem somos, de onde eu vim, quem eu sou e para onde eu vou. Muita paz e até o próximo vídeo.
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