DOR? PARA QUÊ? - Débora Moraes (PADES - Programa de Acolhimento da Doutrina Espírita)

Comunhão Espírita de Brasília 05/05/2020 (há 6 anos) 24:23 376 visualizações

DOR? PARA QUÊ? - Débora Moraes (PADES - Programa de Acolhimento da Doutrina Espírita) Inscreva-se e participe das Lives no Canal do PADES - Comunhão Espírita de Brasília Acesse: https://www.youtube.com/channel/UCb__F1F8il50_Hyfpec0b7A #PADES TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

e aí o olá amigos boa tarde aqui estamos mais uma vez no nosso projeto pa diz que o programa de acolhimento da doutrina espírita estamos aqui hoje para convidar vocês você meu amigo minha amiga para que possamos juntos conversar um pouco sobre as questões da vida sobre as questões que dizem respeito a todos nós seres humanos hoje eu estava pensando exatamente nisso como é que tudo absolutamente tudo que diz respeito à espécie humana e nos interessa nos importa e esses nossos bate-papos essas nossas conversas através desses vídeos pelo projeto tardes tem no dentre outras finalidades essa também de nos unirmos de nos vermos como irmãos como parte de um só grupo que é o grande grupo humano né que é a grande família humana então os assuntos que vamos aqui trazer para conversar com vocês são assuntos de nós todos ah e hoje o que eu gostaria de conversar com vocês hoje é sobre dor não é e no mundo de provas e expiações e dificilmente nós encontraremos alguém né que não tenha já esperimentado a dor que não esteja experimentando a dor ou que tão irá em algum momento da sua vida experimentar a dor de certa feita eu assisti uma palestra de um reumatologista e dentre as especialidades médicas a reumatologia talvez seja uma das que mais lida com a dor então a dor aguda dor crônica dor de grande intensidade a dor de intensidade moderada em todos os tipos de dor fazem parte do universo dos pacientes reumatológicos dos reumatologistas e esse reumatologista era inclusive o reumatologista espírita e ele abria uma palestra sobre dor trazendo um questionamento para plateia então ele ele perguntava para as pessoas né que estavam ali quais daquelas pessoas já haviam experimentado dor é um número considerável deles levantou a mão né e ele pediu que trouxessem os seus relatos de forma muito sucinta então cada um foi contando mais ou menos né bem rapidinho as experiências que haviam tido e o quando agradáveis haviam sido não é e em sequência o reumatologista pergunta qual de vocês gostaria de não sentir dor nesse momento

o mais ou menos né bem rapidinho as experiências que haviam tido e o quando agradáveis haviam sido não é e em sequência o reumatologista pergunta qual de vocês gostaria de não sentir dor nesse momento praticamente sem por cento da plateia levantou a mão e obviamente nós se lá estivéssemos também teremos levantado a mão não é porque quem é que gosta de sentir dor salvo aqueles que têm distúrbios né emocionais no campo das emoções e da se que e dificilmente alguém responderá que gosta de sentir dor não é e aí então esse médico traz uma doença começa a explanar para aquelas pessoas acerca de uma doença que as pessoas que são portadoras dessa doença não tem as vias de conexão entre a parte periférica do corpo e o sistema nervoso mais central então os estímulos dolorosos que vem do meio eles não conseguem chegar até o centro de dor a ponto de serem notificados e o cérebro emitir uma resposta para que aquele organismo se proteja daquele elemento e sendo assim essas pessoas não sentem dor e essa é uma doença tão grave tão séria que via de regra morrem antes as essas pessoas morrem antes de completarem 20 anos então o que que o que o médico queria dizer não é com esses questionamentos e trazendo no final deles essa grave enfermidade ele queria alertar que apesar né de ser desagradável apesar da sensação que nenhum de nós gosta de se sentir a dor é necessária no caso da dor física ela é imprescindível à vida humana uma vez que se não sentíssemos dor e tu podes ver se a físico estaremos vulneráveis a uma série de agressões que tornariam a nossa vida biológica impossível bem então nos conseguimos entender perfeitamente o caráter de alerta que a dor física tem não é nos dizendo que algo em nosso corpo algo em nosso organismo biológico não vai bem qualquer um de nós quando sentimos uma dor qualquer podemos não saber de onde vem podemos não saber qual a causa mas nós iremos buscar ajuda vamos ao médico queremos saber o que que tá acontecendo então a dor cumprir nessas situações o

uma dor qualquer podemos não saber de onde vem podemos não saber qual a causa mas nós iremos buscar ajuda vamos ao médico queremos saber o que que tá acontecendo então a dor cumprir nessas situações o seu papel principal que é de alertar de chamar atenção é de finalizar para algo que não vai bem para algo que provavelmente está errado e precisa ser corrigido a tempo não é então fazendo uma analogia com a dor física nós gostaríamos de perguntar e a dor moral não é será que a dor moral teria também uma finalidade seria um objetivo fim útil nas nossas vidas e seu questionamento o que nós provavelmente já nos fizemos em inúmeras vezes qual de nós quando é defrontado pela dor quando é defrontado por uma situação desafiadora e não se pergunta a razão daquilo oi e essa é uma pergunta extremamente importante porque dependerá da resposta que der mos e a condução daquele processo e muitas vezes ao sermos chacoalhadas pela dor moral e nós nos fechamos dentro da nossa imaturidade dentro da nossa infantilidade espiritual e nos comportamos como verdadeiras crianças birrentas rebeldes insubmissas a o ilustre enchemos de revolta muitas vezes nos acreditando desprivilegiados ou então nos acreditando esquecidos pela providência divina outras vezes nós nos envolvemos quando somos defrontados pela dor e movimentos paralisantes em conflitos desnecessários por exemplo a culpa e quantas vezes nós não não nos comportamos dessa maneira ou não vimos criaturas talvez muito próximas a nós se comportando é dessa maneira frente a uma situação dolorosa então aquele que se entrega a um movimento paralisador da culpa hoje ele se considera um sofredor alguém que é tão e tem tanta de valia alguém se dá tamanho desvalor que não se considera merecedor da bondade de deus acredita ser então um pecador alguém que tem cometido a deslizes muito sérios e que deus agora tem por objetivo castigá-lo o nilo e como se isso fosse verdade nós sabemos que deus é um pai amoroso e bom e não nos pune não nos castiga muito pelo

cometido a deslizes muito sérios e que deus agora tem por objetivo castigá-lo o nilo e como se isso fosse verdade nós sabemos que deus é um pai amoroso e bom e não nos pune não nos castiga muito pelo contrário deus nos dá inúmeras oportunidades de enxergar mos os nossos equivos antes mesmo que a dor seja necessária antes mesmo que adoramos alcance mas muitas vezes nós estamos tão insípidos nas nossas paixões tão esse descidos nas nossas opiniões o que não conseguimos enxergar as benesses de deus então a dor muitas vezes chega com aquele chacoalhar necessário como aquele sinalizador tá o qual a dor física é um sinalizador para quando algo no corpo físico não vai bem quando algo na nossa conduta no nosso caráter na nossa maneira de lidar com a vida não vai bem e quando desviamos nossas rotas das leis que regem o universo das leis de deus bom então muitas vezes a dor irá representar esse sinalizador esse despertador nos dizendo algo não está bem não é necessário avaliar a sua função é necessário avaliar essa dor para nas entrelinhas dela descobrirmos o que há de errado conosco para que possamos então corrigir esse caminho corrigir essa conduta é assim que as coisas acontecem outras vezes nos entregamos a um outro movimento paralisador que é muito conhecido nosso é o da desculpa quando então terceirizamos a nossa dor e entregando para outrem responsabilidades que são apenas nossas porque nós sabemos através da doutrina espírita que tanto nos esclarecem acerca disso que somos os únicos responsáveis e por aquilo que nos acontece de bom ou de ruim o cristo já dizia a cada um será dado segundo as suas obras portanto somos herdeiros de nós mesmos então apesar do nosso discurso ancestral ah eu estou assim porque minha mãe ajuda essa maneira eu estou assim nessa dor tamanha porque eu não tive acesso a essa ou aquela facilidade eu estou assim porque eu não fiz um bom casamento por aí vai vamos desfiando não é verdade as nossas terceirizações é mas a vida vem nos dizer que não é

eu não tive acesso a essa ou aquela facilidade eu estou assim porque eu não fiz um bom casamento por aí vai vamos desfiando não é verdade as nossas terceirizações é mas a vida vem nos dizer que não é assim que as coisas acontecem que na verdade nós somos os únicos responsáveis pelas nossas dores bom então quando compreendemos essa verdade e quando entendemos então algumas falas de alguns benfeitores quando nos dizem que a dor é uma benção que adora uma bênção que deus enviou aos seus eleitos eles querem dizer que adora uma benção quando ela é verdadeiramente reconhecida como esse alerta como esse sinal que nos faz modificar o nosso caminho modificar a nossa conduta dessa maneira a pessoa então que se reconhece como o principal elemento como quem está na frente da condução da sua vida e portanto responsável por modificar a sua trajetória ele se veste a imagem e se lança no movimento proativo de traçar então as balizas do seu auto conhecimento e as questões que passam então a fazer são qual o aprendizado que há por trás dessa situação o que há em mim que precisa ser trabalhado para que eu então não sinta tanta dor a respeito dessa ou daquela circunstância a pessoa começa a fazer mergulhos para dentro de si e analisar a vida segundo a perspectiva daquele que compreende que tudo à nossa volta que todas essas experiências ester e elas representam na verdade gatilhos elas representam na verdade elementos para despertar o quê por dentro de nós precisa ser trabalhado e esse é o principal objetivo que nos traz aqui a terra não é nós sabemos que em linhas gerais estamos aqui para evoluir mas o elemento prático que temos para a evolução são essas experiências a convivência o trato com outro vivenciando as dificuldades do dia a dia e quando a dor nos visita de uma forma mais assertiva que possamos perguntar não a pergunta que temos feito de forma frequente o deus do céu porque eu mas que possamos nos perguntar meu deus para que essa dor o que ela vem me dizer o que eu preciso

rtiva que possamos perguntar não a pergunta que temos feito de forma frequente o deus do céu porque eu mas que possamos nos perguntar meu deus para que essa dor o que ela vem me dizer o que eu preciso indireitar dentro de mim para que as coisas sigam de forma menos dolorosa de forma mais harmônica está nas nossas mãos e deus nos dá todos os elementos para que possamos se enxergar esses pontos e nos colocarmos na postura do aprendiz daquele que vê na dor um elemento de direcionar um elemento direcionador de trajetórias e e aí eu tenho uma história que eu gosto muito de contar e provavelmente todas as turmas de padres que passam lá pelo nosso horário às quintas às dezoito horas já devem ter ouvido eu contar essa história porque eu acho interessante demais certa feita um senhor foi abastecer o seu carro num posto de gasolina enquanto estava ali com carro parado abastecendo ele ouviu um gemido não é um gemido doloroso e olhando de onde poderia estar vindo aquele som ele vê um cachorro ali gemendo e tudo eles chamam o frentista vamos escuta esses gemidos estão vindo de onde né o frentista fala é daquele cachorro ali olha ele falar também que eu vi realmente pensei que não é fosse mas o quê tá vendo porque que está livre medo tanto não sabe o que que é é que ele tá ali deitado num prego aí o senhor fica admirado né e pergunta por frente isso não pelo amor de deus porque que ele não sai dali aí o frentista vem com toque de mestre que eu adoro ele diz assim não é o seguinte a dor é suficiente para fazê-lo gemer para fazer um reclamar mas não tá doendo suficiente para fazê-lo levantar dali então meus amigos é uma anedota claro mas que ela serve muito para o assunto que nós estamos tratando hoje que as nossas dores não nos façam apenas gemer o que as nossas dores não nos façam apenas reclamar mas que elas nos sirvam de alimento para nos colocar de pé para fazer com que a gente saia de onde estamos para fazer com que nos afastemos dos pregos entre aspas que na verdade são como irá nos dizer allan kardec no

sirvam de alimento para nos colocar de pé para fazer com que a gente saia de onde estamos para fazer com que nos afastemos dos pregos entre aspas que na verdade são como irá nos dizer allan kardec no capítulo quinto de o evangelho segundo o espiritismo são as nossas imperfeições morais tenho que possamos fazer essa análise se estamos hoje enfrentando uma situação de dificuldade se estamos atravessando alguma dor moral né se temos algum prego nos trazendo dores desconforto que vamos que pôs é realmente saber onde está esse prego qual é o ponto não é de o ponto doloroso onde é que eu tenho que lançar o meu olhar quais são as imperfeições que eu trago ainda dentro de mim que estão sendo batizadas que estão sendo trazidas à baila não é pela minha condução pela minha forma de agir pela minha forma de me conduzir frente à vida bom então o que possamos todos pensar sobre isso e que não nos paralise temos que possamos aproveitar todas as oportunidades que não cheguem de progresso de avanço e que a dor possa representar para nós esse sinalizador é mas que da mesma maneira que a dor física a ela quando é tratada quando é diagnosticada a elas essa que a dor moral possa também ser diagnosticada que possamos nos analisar com muita sinceridade com muita clareza que possamos nos passar em revista sempre que estivermos frente a frente com a dor ea pergunta que saia de nossas bocas de nossos corações de nossas mentes seja o que há para aprender com essa situação

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