DIÁLOGOS INCLUSIVOS: ESTRATÉGIAS INCLUSIVAS NA CASA ESPÍRITA - COM SANDRA SANTIAGO

FEBtv Brasil 01/03/2026 52:43

DIÁLOGOS INCLUSIVOS: ESTRATÉGIAS INCLUSIVAS NA CASA ESPÍRITA - COM SANDRA SANTIAGO Bem-vindo ao Diálogos Inclusivos, um podcast feito para você! Todo mês, um convidado especial traz reflexões e trocas incríveis sobre inclusão, acessibilidade e diversidade. junte-se a nós neste bate-papo cheio de descontração e aprendizado! Curta, comente e compartilhe para levar essa mensagem ainda mais longe! #Inclusão #Acessibilidade #DeficiênciaVisual #Libras #TEA #Diversidade #Audiodescrição #Empa...

Transcrição

Caros ouvintes e internautas, sejam bem-vindos. Dentro de instantes iniciaremos a nossa transmissão. O Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita em parceria com a Federação Espírita do Estado de Alagoas e com a Federação Espírita Paraibana, apresentam programa Diálogos Inclusivos. No programa deste mês, o tema será estratégias inclusivas na casa espírita. Teremos como convidada Sandra Tantiago, mediadora Sônia Lima, intérprete de Libras, Diana Toledo. Sejam todos bem-vindos. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos ao programa Diálogos Inclusivos. muito feliz por estar junto com vocês. É com muita alegria, né, esse reencontro. Nosso programa eh está no segundo ano das atividades. O ano passado foram 12 programas com temas voltados para a inclusão e esse ano seguiremos com a mesma proposta. Somos muito gratas pela companhia de vocês. O programa Diálogos Inclusivos é uma promoção do sistema de comunicação espírita Deus conosco e é realizado pelas federativas espíritas do estado de Alagoas e da Paraíba, com a colaboração dos das demais federativas do Nordeste. Eu sou a Sônia Lima, sou uma mulher de pelarda, eh uso óculos, meus cabelos hoje estão presos e são grisalhos. Eu uso um batom na cor marrom. Eh, estou usando uma blusa de gola na cor azul. Tem umas listinhas brancas e com botões dourados. Também estou usando um brinco eh com várias pedrinhas na cor be. Ao fundo uma parede branca. Ao meu lado está a nossa querida Diana Toledo, intérprete de Libras. Mulher de pele parda, usa óculos. Os cabelos dela são pretos e curtos. altura aqui do pescoço, usa uma blusa azul escura com decote V e manga curta e ao fundo uma parede branca, né? Então esse programa é um bate-papo, né, bem bem gostoso, como a gente pode dizer. Ele tem o objetivo de disseminar saberes e práticas sobre a inclusão e acessibilidade, de modo que cada pessoa que nos acompanha adquira, desenvolva ou aprimore competências inclusivas. E quando falamos de um mundo inclusivo, estamos falando, nos referindo a um

nclusão e acessibilidade, de modo que cada pessoa que nos acompanha adquira, desenvolva ou aprimore competências inclusivas. E quando falamos de um mundo inclusivo, estamos falando, nos referindo a um mundo onde o respeito, o amor e a fraternidade são os principais recursos para uma vida plena e feliz. E nós acreditamos eh que todos temos um papel na transição planetária e na construção de uma nova terra. Esse é o convite do Mestre Jesus. Desse modo, a cada mês, no último sábado, das 20 às 21 horas, teremos um bate-papo com convidados, estudiosos ou especialistas na área. Numa conversa aberta, direta e franca. Todos e todas aprenderemos juntos o que fazer e como fazer para colaborar na construção de um mundo mais fraterno e feliz. Então, coloque na sua agenda, não vá perder, né, essa oportunidade e não perca nenhum programa. divulgue nos espaços espíritas eh em que você frequenta. Você pode acompanhar de forma de vídeo ou podcast. E nesse programa, nosso bate-papo será sobre um tema, como todos os temas importantíssimos, mas o tema desse mês será estratégias inclusivas na casa espírita. E para conversar conosco hoje, eh, convidamos a nossa companheira Sandra Santiago para estar aqui juntinho conosco. Querida Sandra, que maravilha ter você aqui juntinho com a gente, né? Então, a Sandra, ela é pedagoga, psicopedagoga, mestre e doutora em educação inclusiva. Trabalha na Universidade Federal da Paraíba, eh, no Movimento Espírita e Assessora, é assessora de inclusão e acessibilidade na Federação Espírita Paraibana. atua como intérprete de Libras em alguns projetos espíritas. contribui como palestrante em algumas casas espíritas do estado da Paraíba e mantém o projeto A Ponte, uma escola de educação infantil que atende crianças em situação de vulnerabilidade social na periferia de João Pessoa, dentro de uma perspectiva espírita inclusiva e é uma das idealizadoras desse programa junto comigo. Seja bem-vinda, Sandra, ao programa Diálogos Inclusivos. Saúde, d palavra aqui para o público e

soa, dentro de uma perspectiva espírita inclusiva e é uma das idealizadoras desse programa junto comigo. Seja bem-vinda, Sandra, ao programa Diálogos Inclusivos. Saúde, d palavra aqui para o público e faça a sua audiodescrição. Olá, pessoal. Boa noite a todos, a todas que nos acompanham. Boa noite a Sônia. Boa noite, Tiana. Nossa gratidão, né, de estar aqui juntas. pensar este programa, mas também realizar o programa, né? Então, é muito bom fazer parte desse projeto. É uma honra iniciar 2026 numa nova perspectiva, numa nova ideia, numa nova visão, né, do projeto. E estamos juntos, né, que a gente torce que hoje seja aquele dia de muitos aprendizados e de muitas reflexões. Minha audiodescrição, eu sou uma mulher de pele clara. Cabelos cacheados, castanhos abaixo do ombro. Tô usando uma blusa cinza com a gola alta de mangas. Tô usando um fone de ouvido. E atrás de mim é possível ver uma cortina, uma estante com alguns livros e um armário. Muito bem, minha querida Sandra. Para nós é uma honra contar com a sua presença. Eh, e estamos certos de que serão momentos incríveis, de muito aprendizado, de muitas reflexões para nós e para todos que nos acompanham. E vamos começar, né, a parte aqui do programa, que é assim que deixa todo mundo aqui já na expectativa. São as perguntas e as perguntas vieram de várias partes aqui do Brasil. Vamos começar com o nosso com a nossa querida irmã Vera Lúcia de Pernambuco. Eh, primeira pergunta: o que podemos entender pelo termo estratégias inclusivas? O que elas significam na prática, para que servem? >> Fundamental essa pergunta que a Vera fez, né? Eh, é o início da nossa conversa realmente, o que seriam as estratégias inclusivas? Às vezes a gente pensa que é uma coisa assim muito complexa, muito difícil. Esse pensamento ele é muito ruim, Sônia. Muito ruim. Por quê? Porque quando a gente pensa que é uma coisa difícil demais, a gente nem tenta, a gente nem quer começar, porque a gente acha que não tem as condições para fazer. E hoje a ideia é simplificar

Por quê? Porque quando a gente pensa que é uma coisa difícil demais, a gente nem tenta, a gente nem quer começar, porque a gente acha que não tem as condições para fazer. E hoje a ideia é simplificar esse conceito. Então, uma estratégia inclusiva é aquela que inclui, é aquela que facilita, é aquela que dá acesso a quaisquer pessoas que necessitem desse acesso. Então, para que que elas servem? Do que que elas tratam? Elas tratam de direito, porque todo mundo tem direito de estar. Todo mundo tem direito de ser como é. Então, uma estratégia inclusiva é qualquer coisa que eu faça, seja por um recurso, por um material, por um comportamento, por um pensamento, por uma palavra, é qualquer coisa que eu utilizo e que eu tenho como meta, como objetivo, facilitar a participação do outro, tirar os obstáculos que existirem. Se tem um obstáculo, uma estratégia inclusiva, quer fazer o quê? Retira esse obstáculo e dá acesso às pessoas. Então, quando eu penso assim, fica mais fácil a gente fazer a inclusão onde quer que a gente esteja, inclusive na casa espírita. >> Perfeito, Sandra. Eh, é paraa gente refletir e ver que não é um problema e uma dificuldade que tanto ah, não, é simples. É o que você nos trouxe agora. Qualquer coisa que você possa fazer que mude a vida daquela pessoa que está vindo de encontro a gente aqui no Centro Espírita. mude uma coisa simples, então que a gente possa, né, refletir sobre essa essa colocação que você nos trouxe. Vamos agora paraa segunda pergunta. A segunda pergunta é do Geraldo do Maranhão. Eh, na sua opinião, as casas espíritas têm condições de utilizar estratégias inclusivas? >> Sim, sim, sim. Baseado nesse conceito que a gente falou agora? Claro que sim. Algumas casas às vezes dizem assim: "Ah, mas é muito difícil. A gente não tem pessoal qualificado, a gente não tem isso, não tem aquilo, não tem aquilo." Sim, a gente nunca tem tudo de uma vez. Claro, isso aí a gente não tem. Então, mesmo quando eu não tenho parte das coisas que eu preciso, às vezes eu tenho outras. Eu

não tem aquilo, não tem aquilo." Sim, a gente nunca tem tudo de uma vez. Claro, isso aí a gente não tem. Então, mesmo quando eu não tenho parte das coisas que eu preciso, às vezes eu tenho outras. Eu só preciso ter um olhar mais atento, um olhar mais carinhoso em relação às diferenças que chegam na casa espírita. Como é que eu sei o que é que eu posso fazer? Antes disso, eu preciso saber quem está lá na casa espírita e o que ela tá precisando. Se eu sei o que o outro precisa, aí eu sei o que eu preciso. Mas a inclusão não pode ser feita só do meu lugar, de dirigente, de trabalhador. Pensa, eu sou trabalhador, eu sou dirigente. Ai, o que que eu posso fazer? pergunta para o outro que quer ser incluído. Presta atenção no que ele necessita. Se a gente tiver atento, a gente vai perceber. Então, é muito relativo o que cada casa espírita precisa fazer como como primeira etapa, como segunda, como terceira, porque são coisas variadas, mas a gente não precisa ter tudo para começar. A gente tem que fazer conforme a gente dispõe. O ideal, ah, seria ótimo que todas as casas tivessem todos os tipos de acessibilidade. Mas se eu não tenho todas, quais eu posso ter agora já? Quais eu posso ter daqui a um mês a 6 meses? Quais eu posso ter daqui a um ano, a 2 anos? Então é preciso ter metas. Toda administração, seja da nossa casa, seja da casa espírita, ou seja do do trabalho, de um negócio, de uma empresa, qualquer administração, ela precisa de planejamento, precisa de metas, senão a gente não alcança aquilo que a gente quer. Então, quando a gente quer fazer algo, a gente precisa traçar os passos, as metas, os caminhos. Então, toda casa espírita tem condições de usar estratégias inclusivas? Sim, claro que sim. Depende de por onde você vai começar. Então, a casa onde a Diana atua pode escolher começar por determinadas estratégias. A casa que a Sônia atua, ela já deve ter começado por outras estratégias. Já a casa que a Sandra atua, outras estratégias, mas alguma tá fazendo melhor que a outra. Não, não tem

erminadas estratégias. A casa que a Sônia atua, ela já deve ter começado por outras estratégias. Já a casa que a Sandra atua, outras estratégias, mas alguma tá fazendo melhor que a outra. Não, não tem melhor, tem diferenças, porque as necessidades de cada casa é diferente. O que é que não pode acontecer? O que não pode acontecer é a gente cruzar os braços e dizer assim: "Ah, precisa de muita coisa aqui, eu não tenho isso, não tenho, não tenho." Só olhar pro que não tenho. A gente precisa olhar pro que a gente tem. E quando a gente olha para o que a gente dispõe, aí as estratégias elas de fato vão chegar, porque existem formas diferentes e estratégias diferentes. E por onde eu começo? Bom, depende das necessidades que estão se apresentando em cada lugar, já que a gente não tem condições de fazer tudo de uma vez. Então, Geraldo e os demais que nos escutam, tenha certeza, toda a casa espírita tem condições de usar estratégias inclusivas. Tenha certeza. Precisa só estar atento para quais serão as suas estratégias de hoje, as de amanhã e depois. >> Perfeito, Sandra. Não tem, não deixou tudo bem claro, não tem como a gente ter dúvidas, não tem. Então agora vamos para a terceira pergunta eh do nosso irmão Osglei, Osglei da Federação Espírita de Pernambuco. Instrumentos como rampas, corrimão, vaga de estacionamento, etc. são consideradas como estratégias inclusivas na casa espírita. >> Sim, essa pergunta do Osgley, ela é muito boa, né? Porque ela dá dá condições pra gente esclarecer algumas coisas. Os exemplos que ele usou são estratégias inclusivas, sim, só que elas são estratégias inclusivas que vão remover determinadas barreiras. Então tem dois conceitos que são muito importantes pra gente entender. Agora, quando a gente fala de estratégias inclusivas, a gente tem que saber primeiro que uma estratégia inclusiva é uma coisa que eu faço que vai remover uma barreira que existe. Barreira. Então essa palavrinha barreira é importantíssimo a gente entender o que é uma barreira.

primeiro que uma estratégia inclusiva é uma coisa que eu faço que vai remover uma barreira que existe. Barreira. Então essa palavrinha barreira é importantíssimo a gente entender o que é uma barreira. Qual a barreira que a Sônia enfrenta? É diferente. A barreira que a Diana enfrenta. É outra barreira. A barreira que eu enfrento é outra barreira, né? Então, quando a gente tá falando de inclusão, a gente tem que entender que existem barreiras. E quando eu uso uma estratégia inclusiva e tiro essa barreira, eu gerei acessibilidade, tirou a barreira, criei acessibilidade. Simples assim, simples. Então, o que que eu tenho que ver agora? Eu tenho que olhar quais são as barreiras que existem na minha casa espírita. Porque aí quando eu souber quais são as barreiras que eu tenho, aí eu vou escolher estratégias que removem estas barreiras. Aí dá tudo certo. Então eu não posso simplesmente escolher uma estratégia inclusiva que não vai afetar muito na minha instituição. Eu tenho que escolher estratégias que elas vão ajudar a remover barreiras que eu sei que estão lá. Se eu não sei quais são as barreiras, eu eu devo perguntar as pessoas que usam a casa. elas vão dizer quais as barreiras que elas enfrentam para chegar até lá, para participar. Então, olha o caminho como é interessante, né? Então, quando eu tenho uma rampa, quando eu tenho uma vaga no estacionamento, quando eu tenho um corrimão para eu subir aquela rampa segurando, eu tenho estratégias inclusivas que removem barreiras. Mas que barreiras arquitetônicas, arquitetônicas do ambiente, do local, são físicas. Então, quando o nosso amigo aí pergunta ter corrimão, ter rampa, é estratégia inclusiva? Claro que é. Por quê? Porque elas removem barreiras. E se elas removem barreiras, elas são estratégias inclusivas. Tá feito a inclusão 100% dela. 100% não, porque esta é só um tipo de barreira. A gente tem outras barreiras. Eu preciso enxergar que existem barreiras. A própria legislação brasileira fala dessas barreiras. Quando as casas espíritas colocam lá uma

esta é só um tipo de barreira. A gente tem outras barreiras. Eu preciso enxergar que existem barreiras. A própria legislação brasileira fala dessas barreiras. Quando as casas espíritas colocam lá uma vaga garantida para uma pessoa com deficiência estacionar, ela tá cumprindo uma lei. É preciso respeitar porque é uma lei. A gente tem leis que asseguram isso. A gente tem o decreto 5 296. 5296 de 2004, que é, ele fala tudo de acessibilidade, ele fala que a altura tem que ficar uma janela, qual é a largura de uma porta, como é que tem que ser a maçaneta. Ele vai dando várias orientações, porque ele vai dar trazer associado a ele esses conceitos, ele vai mandar a gente procurar na ABNT, que são normas brasileiras técnicas, todas as medidas de tudo que a gente tem que fazer. Então, o decreto orienta e as normas técnicas, vamos dizer as medidas exatas. Então, quando a gente tá falando de barreiras físicas, tem tudo lá dizendo pra gente, explicadinho na lei, como é que tem que funcionar. Só que as barreiras não só são físicas. As barreiras não só são físicas, tem barreiras de outro tipo. Tem barreiras atitudinais. É o jeito que eu me comporto, sabe? É o meu comportamento que cria uma barreira. E quando a gente tá falando aqui de barreiras, a gente tá dizendo só para as pessoas com deficiência, não. Às vezes a gente cria barreiras em relação a outras coisas, a outros seres humanos, a outros grupos. Vamos pensar aqui as pessoas idosas. Quantas vezes as pessoas idosas enfrentam barreiras? Então, a inclusão é para todos. É para pessoas com deficiência? Sim, claro, porque elas sofrem muito mais essas barreiras. Mas também é para as pessoas que não t deficiência, que também sofrem. Vamos pensar aqui em outra pessoa, vou dar outro exemplo. Pensa aí nas pessoas obesas. Será que elas sofrem barreiras? Sofrem sim. Às vezes as cadeiras que estão lá não são compatíveis com as necessidades dessa pessoa. Ela senta com medo, ela prefere ficar de pé ou ela não vai mais pro centro espírita, com medo de passar

rem sim. Às vezes as cadeiras que estão lá não são compatíveis com as necessidades dessa pessoa. Ela senta com medo, ela prefere ficar de pé ou ela não vai mais pro centro espírita, com medo de passar um constrangimento. Então assim, barreiras elas sempre são prejudiciais para toda e qualquer pessoa, é pra sociedade de modo geral. Essas que o nosso colega cita são barreiras físicas do ambiente e usar estratégias inclusivas para retirá-las, para adaptar é perfeito, é maravilhoso. Agora, a gente tem que ampliar a nossa visão e enxergar outras barreiras que a gente às vezes também estabelece no nosso comportamento, na nossa comunicação. Se a gente num programa esse não tem a Diana aqui interpretando, a gente colocou uma barreira, colocou uma barreira para comunidade surda, que como é que o surdo, que faz uso da língua de sinais como sua primeira língua iria acompanhar? Não iria acompanhar. Então a gente criou uma barreira. Que que a gente tá fazendo aqui? usando uma estratégia inclusiva, colocando uma inérprete conosco para que a gente remova a barreira da comunicação e consequentemente de acesso à informação e de acesso ao conhecimento. >> Perfeito, Sandra. Perfeito, minha irmã, que nós possamos remover as barreiras que nos limitam a ter atitudes que venham a trazer o mínimo de acolhimento, conforto, amor para com o nosso irmão. que nós possamos tirar essas barreiras que nos impedem a exercer verdadeiramente a o o que Jesus veio nos ensinar, o que eles nos mostrou, que nós possamos nos sentir no lugar do outro, que nós possamos verdadeiramente, sem precisar, muit das vezes, um parente, um filho ou nós próprios vivenciar alguma deficiência, porque hoje eu enxergo com as minhas limitações, mas amanhã eu posso estar cega ou cega surda ou posso estar com a limitação reduzida numa cadeira de rodas. Então, ninguém está livre. Então, que nós possamos despertar enquanto tempo, enquanto tem programas como este e tem muitos que nos trazem com clareza eh explicações maravilhosas,

uma cadeira de rodas. Então, ninguém está livre. Então, que nós possamos despertar enquanto tempo, enquanto tem programas como este e tem muitos que nos trazem com clareza eh explicações maravilhosas, como a Sandra está nos trazendo. Vamos despertar, meus irmãos. Precisamos. Já é hora. Próxima pergunta. Disponibilizar. É a quarta pergunta. Disponibilizar cadeira de rodas é uma estratégia inclusiva? Essa é pergunta do Osgley, da Federação Espírita de É do de Pernambuco. >> Sim, assim como a rampa, a cadeira de rotas também é uma estratégia inclusiva, inclusive por lei, um ambiente, um espaço público, público no sentido assim que recebe público, um público variado, né? Todo ambiente que recebe um público variado, que tá aberta à participação pública, ele deve ter como estratégia inclusiva, uma cadeira de rodas disponível, porque ele não sabe se em algum dia, em algum momento, alguém possa precisar. Não só precisar porque tenha deficiência física, mas precisar porque se alguém passa mal, se alguém cai, se alguém se machuca, a cadeira de rodas é necessária para fazer o deslocamento dessa pessoa. Então é sim uma estratégia inclusiva e bastante importante. >> Perfeito, Sandra. Vamos agora paraa quinta pergunta. Essa pergunta é da nossa querida Diana Toledo, é lá do Rio de Janeiro, né, Niterói. A pergunta que ela nos traz é a seguinte: além das preocupações arquitetônicas, quais ações são indispensáveis para o acolhimento da pessoa com deficiência na casa espírita? A Diana, é esta Diana que tá aqui conosco, a própria. >> Oh, que bom, Diana. Tem alguém que pergunta que tá aqui conosco, né, para participar desse momento, perguntando e ouvindo a resposta e ainda interpretando. Então, maravilhoso eh esse trabalho que você tá fazendo, né, de participação nesse programa. Então, Diana, eh, claro que quando você tá perguntando assim, eh, além das questões arquitetônicas, né, além, além dessas questões físicas que a gente citou, que apareceram nessas perguntas, tem mais coisa, tem, como a gente bem já

ndo você tá perguntando assim, eh, além das questões arquitetônicas, né, além, além dessas questões físicas que a gente citou, que apareceram nessas perguntas, tem mais coisa, tem, como a gente bem já citou, né? tem as questões comunicacionais, então tem as questões atitudinais, tem as questões metodológicas e tem as questões tecnológicas. Olha só. Então, não é só a gente criar a questão física e deixar lá tudo bonitinho, a vaga tá lá pintadinha, aí tem uma rampa pra pessoa chegar, mas quando ela senta para assistir a palestra, acabou, acabou a inclusão, ela vai ficar ali, mas ela não tá entendendo por várias questões. Então, vou dar alguns exemplos para ser bem objetiva. Às vezes a questão metodológica não ajuda a pessoa. Por quê? Porque vamos pensar que muitas vezes o jeito que o palestrante tá fazendo a palestra, a linguagem que ele tá usando, uma pessoa analfabeta, semanalfabeta, sem muita escolaridade, às vezes ela não consegue acompanhar, ela não consegue entender, porque o nível tá muito difícil para ela. Então, metodologicamente, ele criou uma barreira, porque nem todos ali vão conseguir acompanhar. Se a gente chega aqui num momento como esse, ó, gente, esse aqui onde nós estamos falando de um tema desse tão importante e a gente começa a usar só termos técnicos para falar a quem a gente vai de fato atender. Vocês acham que vai realmente ajudar todas as pessoas? a gente tem que pensar nisso. Então, metodologicamente, a casa espírita também precisa pensar na inclusão. Ela precisa pensar nos cursos que ela faz, a metodologia tá dando acesso a todo mundo, todo mundo tá ou tá sendo uma barreira, porque se tiver sendo uma barreira para alguém, essa barreira precisa pouco a pouco ser removida. Claro, não dá para tirar tudo de uma vez. Todos nós, todos nós, todos neste planeta estamos aprendendo. A gente não sabe ainda ser inclusivo. A gente tá aprendendo a ser inclusivo. Então, claro que não dá para tirar tudo, mas a gente precisa ficar atento. Às vezes é a minha atitude, é o meu olhar

dendo. A gente não sabe ainda ser inclusivo. A gente tá aprendendo a ser inclusivo. Então, claro que não dá para tirar tudo, mas a gente precisa ficar atento. Às vezes é a minha atitude, é o meu olhar que eu estou dirigindo aquela pessoa. Vamos pensar numa pessoa trans. às vezes ela chega num ambiente, todos já começa a olhar diferente, um olhar de reprovação, de julgamento. Então, nossos olhares podem ser barreiras que a gente tá criando para aquela pessoa continuar indo ali, porque se ela se sente constrangida, ela não vai querer mais ir ali, né? Então, não é só isso, a gente precisa deixar isso bem claro, não é só as pessoas com deficiência que t direito à inclusão. São todos os seres humanos. Porque o evangelho de Jesus é para todos. Ele não disse que era para um grupo e para outro, não. É para todo mundo, principalmente aqueles que são mais discriminados. os excluídos é a quem ele mais dedicou sua atenção, porque ele disse: "Eu não vim para os sãos, eu vim para os doentes. E doentes somos todos nós de um jeito ou de outro, né? Então tem muita coisa que dá paraa gente fazer, porque não é só o físico. Aí a pessoa pode dizer assim: "O diretor da casa espírita, mas eu não tenho dinheiro para colocar rampa aqui." Mas você tem tempo e condições de capacitar as pessoas para acolher melhor. Acolher. Você pode buscar junto a outras federativas no movimento de unificação mesmo, buscar ajuda de quem já tá fazendo alguma coisa. Por exemplo, tem um pessoal na Bahia fazendo cursos de Libras, estudos em Libras paraa comunidade surda. A gente precisa se agregar porque ele já tem a expertise, já tem a condição de fazer. Então, que tal se juntar? Aí se tem uma outra federativa que já tem um trabalho com cegos, vamos se juntar. Então essa união das federativas para aproveitar o que já tá sendo produzido. E hoje em dia a gente tem a internet para facilitar um monte de coisa. A gente queria fazer tudo pessoalmente, né? Ali juntinho. Mas se não dá, olha só, tô eu aqui em João Pessoa, na

sendo produzido. E hoje em dia a gente tem a internet para facilitar um monte de coisa. A gente queria fazer tudo pessoalmente, né? Ali juntinho. Mas se não dá, olha só, tô eu aqui em João Pessoa, na Paraíba. João Pessoa. João Pessoa. Tô eu aqui em João Pessoa na Paraíba, tá a Diana no Rio de Janeiro e a Sônia lá em Alagoas. Alagoas. Olha só. Então você você tem noção que coisa maravilhosa? Agora vamos dizer que a gente só pode fazer isso aqui pessoalmente. Como é que eu, Sônia Diane ia se reunir? A gente não ia, talvez a gente nem ia se conhecer. Talvez a gente nem ia aprender. Então vamos aproveitar o que cada um já tem produzido. Vamos divulgar, vamos trazer. Esse programa quer fazer isso durante este ano, trazer as coisas que a gente tá produzindo em relação à inclusão, divulgar, divulgar para que a gente possa dar as mãos e assim a gente cumprir aquele aquele objetivo que é nosso como cristão, né? esse objetivo que é disseminar o amor, a paz, a fraternidade que Jesus tanto pregou e espera de nós, né? É mais ou menos isso. >> Perfeito, Sandra. Vamos para mais uma pergunta de Diana, eh, que é a sexta pergunta. Quando o tarefeiro da evangelização recebe uma criança ou adolescente com alguma deficiência e não tem conhecimento na área, quais atitudes práticas podem ajudar de início? Ah, eu vou procurar ser assim bem objetiva, né, nas respostas. É, são assuntos tão maravilhosos que a gente queria ficar falando, falando, falando, falando, falando, mas não dá, né? A gente tem que ser objetivo. Então assim, o que é que dá para fazer? A primeira coisa que dá para fazer, a primeira é que ali na sua frente trabalhador você tem uma criança. Esquece a deficiência, esquece por um minuto, não se preocupa muito em saber o que ele tem. E lembra assim, é uma criança. Bom, mas se você trabalha com o jovem, é um jovem. E se você trabalha com o adulto, é um adulto que tá na minha frente. Vou dar um exemplo pensando na criança. Tá lá o trabalhador da evangelização e recebe uma criança e ele não sabe muito

é um jovem. E se você trabalha com o adulto, é um adulto que tá na minha frente. Vou dar um exemplo pensando na criança. Tá lá o trabalhador da evangelização e recebe uma criança e ele não sabe muito bem o que essa criança tem. Mas antes de tudo, você sabe que você tem uma criança na sua frente. Então você sabe do que criança gosta. Você sabe do que criança gosta? Criança gosta de amor, de afeto. Criança gosta de carinho. Criança gosta de simplicidade. Criança é feliz no simples, numa bobagem, ela faz uma festa. Criança tem pensamento mágico, criativo. A gente pode pensar na criança com o maior, com a maior dificuldade de interação, de socialização, assim como no transtorno do espectro autista. tem muitas dificuldades. Ainda assim, pelo amor de Deus, é uma criança. É uma criança. Lembre, então o brincar, o brinquedo, o lúdico, a arte, a música pode encantar, pode chamar atenção. Então, por menos que eu saiba, eu preciso saber que é um ser humano. Não coloque um rótulo na frente, não coloque um laudo na frente para poder lembrar o que é que eu vou fazer. Não, é uma criança, é uma pessoa. Então, antes de qualquer coisa, é uma pessoa. Esse é o conceito, pessoa com deficiência. Pessoa com, por que esse conceito é tão importante? pra gente não botar a deficiência na frente de tudo e começar a pensar que a não sei porque é um cego, não é uma pessoa primeiro. Então se é uma pessoa, eu posso tentar descobrir, interagir, proporcionar experiência e com ela eu posso descobrir o que é que dá certo. Na maioria das vezes não são os livros que vão dizer para você qual é a melhor estratégia. Na maioria das vezes, na minha vida como professora de pessoas com deficiência, da minha experiência, que são de 40 anos, eu aprendi muito mais com eles. Não teve livro que me desse todas as respostas, mas com eles eu encontrei as melhores estratégias inclusivas, que é diferente de um para outra pessoa. Então eu acho que qualquer trabalhador em qualquer área que esteja trabalhando no movimento espírita, qualquer área,

ontrei as melhores estratégias inclusivas, que é diferente de um para outra pessoa. Então eu acho que qualquer trabalhador em qualquer área que esteja trabalhando no movimento espírita, qualquer área, primeiro veja a pessoa e com ela descubra o que eu posso fazer por você. Se eu fizer assim, tá bom? Ou não é legal? Me diga um jeito que eu posso fazer. O que está faltando para que você realmente participe, se sinta à vontade? É com a pessoa. E se a criança for bem pequena, pode ser com a família, conversa com a família. Todo o trabalho social, ele envolve a família. Sozinho a gente não faz nada. A criança vai passar uma horinha, uma horinha lá. A família ficou às 23 com ela. Então vamos perguntar pra família. Ela vai te dar dicas importantíssimas. E a outra coisa mais importante é que a gente nunca ache que sabe tudo e não tenha vergonha de não saber. Não faz vergonha. Não sei. Tô com essa criança, vou pesquisar, vou perguntar alguém, vou procurar um especialista em algum lugar que tenha. Na própria casa espírita tem tanta gente, será que tem aqui um professor, um especialista dessa área? Vai lá. Então assim, não precisa ter vergonha, não precisa saber de tudo. Tem um monte de coisas que a gente não sabe. O universo do que a gente sabe é muito pequeno, mas a humildade pode fazer toda a diferença. Porque sendo humilde a gente vai em busca, a gente vai atrás, a gente pesquisa na internet, a gente vai buscar um curso, a gente pede paraa casa espírita fazer um momento, uma palestra, um evento, um minicurso. Vai atrás de pessoas, assiste o programa Diálogos Inclusivos. acompanha que você vai aprender muito. E se quiser mais, chama a Sônia, chama a Sandra. A gente vai ter o maior prazer do mundo de conversar, de estabelecer uma parceria, de ajudar a tua casa espírita. >> Perfeito, perfeito, Sandra. É, é emocionante, viu? É, é muito forte. Todas as perguntas e as respostas são muito impactantes. Vamos agora para a pergunta do nosso querido irmão Osley, a sétima. Se a instituição tiver que escolher apenas

cionante, viu? É, é muito forte. Todas as perguntas e as respostas são muito impactantes. Vamos agora para a pergunta do nosso querido irmão Osley, a sétima. Se a instituição tiver que escolher apenas uma prática ou estratégia inclusiva para implantar, qual deveria escolher? Se bem que você já anteriormente já deu algumas pinceladas sobre isso. Já foi respondido, né? respond. >> Qual é que eu vou escolher? Eu vou escolher aquela que é mais urgente, que tem uma pessoa lá precisando mais. Se for a rampa que seja, mas se não for a rampa, for um curso. Se não for um curso, for, por exemplo, colocar legendas, né? Colocar um piso tátil, colocar um aviso com letras maiores, depende do que eu tenho. Eu tenho uma pessoa com baixa visão, então eu tenho que aumentar as letras para que ela tenha acesso às informações. Ah, eu tenho pessoas cegas, eu tenho que fazer audiodescrição de tudo, né? Procurar material em braile. Então, a minha estratégia inclusiva depende de quem tá precisando dela. >> Perfeito. Perfeito. Muito bacana. é um complemento, né, da da de da resposta que você já deu lá no início. Então, vamos agora para uma pergunta da nossa querida irmã Verônica Lima do Rio de Janeiro. É, a pergunta é: de que forma a casa espírita pode acolher e incluir a pessoa surda no estudo e na vivência do evangelho? Considerando o uso da Libras, a mediação comunicacional e o envolvimento ativo nas atividades espirituais, >> a gente tem que chamar Verônica para fazer aqui um programa, né, este ano, trazendo a experiência dela também. maravilhoso. Mas a gente, né, a gente vai ter um programa muito legal também, já tá confirmado com >> o Elmo Costa lá da Bahia, que faz aí um trabalho maravilhoso, né? Mas eh essa questão que a Verônica traz, assim, eu vou também procurar ser objetiva por causa do nosso tempo, mas é assim, eh como é que a casa pode fazer esse acolhimento? A gente gostaria que todas as pessoas fossem bilíngues, né? Que todo mundo soubesse língua de sinais. soubesse Libras e a comunicação fluísse,

assim, eh como é que a casa pode fazer esse acolhimento? A gente gostaria que todas as pessoas fossem bilíngues, né? Que todo mundo soubesse língua de sinais. soubesse Libras e a comunicação fluísse, eh, a gente tem que começar a fazer o quê? Disseminar esta língua dentro da casa espírita, sobretudo com formações continuadas dos trabalhadores para eles se familiarizarem. Não é para eles virarem inérprete, é para onde eles estiverem eles se comunicarem e acolherem essas pessoas. Agora, nos cursos especificamente, não basta que a gente tenha só a língua. A língua carrega consigo muitas outras questões, questões metodológicas tem que tá associada à língua. Então não basta eu ter um curso, né, para surdos, mas simplesmente eu ponho o intérprete. Eu falo assim: "Ah, o surdo pode participar, eu coloquei o intérprete." Não, não é suficiente, porque eu tenho que mexer na metodologia. Se eu mexo na metodologia mais a língua aí, OK? Porque essa língua, ela exige de nós um universo de conhecimento que é captado através do visual e não do auditivo. Então, na hora que a gente muda a língua, é evidente que a didática, a metodologia, os recursos, os materiais precisam ir juntos. E claro que o profissional que tá fazendo isso também, né? porque é ele que vai fazer a mediação. Não adianta o material, não adianta a língua e não ter o profissional. Então é um conjunto de coisas. Mas como é que a gente constrói isso? A gente constrói isso aos poucos. A gente constrói isso oferecendo formações. Então, se a Casa Espírita não tem ninguém que sabe do assunto, convida uma pessoa de fora que é especialista no assunto para dar uma assessoria para ajudar nas adaptações para que aquele material, aquele curso, aquela atividade fique acessível de verdade. >> Perfeito. >> Então assim, repito, a gente não precisa saber tudo. A gente só precisa ter humildade para buscar em quem tem o conhecimento. E eu vou ter que dizer: "Assiste o programa Diálogos Inclusivos". Mas não perde nenhum, porque a cada programa a gente traz um

A gente só precisa ter humildade para buscar em quem tem o conhecimento. E eu vou ter que dizer: "Assiste o programa Diálogos Inclusivos". Mas não perde nenhum, porque a cada programa a gente traz um especialista falando, trazendo estratégias e a gente vai ter um programa com o pessoal da Bahia que tá fazendo um trabalho lindo, maravilhoso, que tá sendo construído há anos e que tem muita coisa para trazer pra gente. E eu acredito que a gente vai ter um programa com a Verônica e eu acredito que a gente vai ter um programa com a Diana. Isso. Perfeito. >> Pra gente ir compreendendo. Olha esse exemplo, essa essa atividade, olha como ela fez. Então, o que o outro fez tem que ser uma fonte de inspiração e de guia para mim. Eu não preciso inventar mais nada. A Diana tá fazendo esse trabalho. Ai, Diana, me explica, me mostra que eu quero fazer também na minha casa. Então aqui é esse o lugar, né, Sônia, pra gente socializar as nossas experiências, as nossas dúvidas, os nossos conhecimentos e todo mundo crescer junto forte. Eu acho que a Sônia travou, pelo menos para mim, eu acho que ela travou. Para você também, Diana. Tá? Então eu vou seguir aqui porque ela me passou as perguntas. Então tem uma pergunta agora que é a última que é: Quais sugestões deixaria paraas instituições espíritas sobre esse assunto? Que sugestões a gente daria? A gente deu um monte, né? até agora a gente deu várias sugestões. Então eu acredito que uma das principais sugestões que a gente trouxe hoje para cá é que vamos aproveitar todos os espaços de construção de conhecimento, de saberes, como o programa como esse, como outros que existe aí na internet, né? Hoje em dia tem uma produção imensa, tem muitas coisas interessantes pra gente aprender, aprender junto com as pessoas. Então, se a gente tiver essa sensibilidade de buscar e essa humildade de reconhecer do que a gente ainda não tem, a gente vai buscar no outro aquilo que o outro já tem. Acho que essa é a principal mensagem para as casas espíritas. Se você tá aí

e buscar e essa humildade de reconhecer do que a gente ainda não tem, a gente vai buscar no outro aquilo que o outro já tem. Acho que essa é a principal mensagem para as casas espíritas. Se você tá aí na sua casa com alguma dificuldade, queria fazer inclusão, mas não sabe por onde começar, vamos conversar, vamos dialogar. procura a gente, faz contato. A gente não vai estar apenas aqui, né, no eh nesse programa uma vez por mês. Agora a gente vai ter também um Instagram. Olha só, é um espaço legal pra gente seguir esse diálogo, essa conversa. Vocês vão poder perguntar, vocês vão poder solicitar, né, informações, a gente vai ter sempre esse lugarzinho pra gente continuar o nosso o nosso bate-papo. Manda perguntas, escolhe temas, a gente vai ter um espaço muito legal. Então, se vocês usarem dos nossos canais de comunicação, vocês vão conseguir produzir esse programa junto conosco. E essa é a ideia, né? Agora que terminamos as perguntas e a Sônia por alguma razão caiu, a gente pode concluir aqui, Diana, né? A gente já sabe o que a gente precisa fazer. A gente precisa agora agradecer muito ao sistema de comunicação Deus Conosco, que é responsável, né, pela produção desse programa. A gente também agradece a Federativa de Alagoas e da Paraíba. porque é parceira nesse trabalho e a todas as outras federativas que cada vez mais estão nos ajudando, contribuindo, mandando perguntas, divulgando. E você que tá aí do outro lado, a gente também pede, divulga, divulga esse programa nas redes sociais, porque é muito importante a gente disseminar os conhecimentos sobre inclusão. E por fim, agradecer a interpretação da Diana, o trabalho lindo, maravilhoso que ela faz, não só aqui, né? Logo logo vocês vão conhecer mais a Diana. Ela tem outros trabalhos que a gente precisa conhecer e que tem tudo a ver com a inclusão. Agradecemos demais. Convidamos vocês a estar sempre conosco em todos os programas que virão. E olha que tem muita coisa boa. E seguir a gente no Instagram @ programa diálogos inclusivos. Tudo junto. Vou

radecemos demais. Convidamos vocês a estar sempre conosco em todos os programas que virão. E olha que tem muita coisa boa. E seguir a gente no Instagram @ programa diálogos inclusivos. Tudo junto. Vou repetir, tá? @ programa diálogos inclusivos. tudo junto. Segue, compartilha, curte, divulga e a gente espera vocês com coração assim muito aberto no próximo programa. Fiquem com Deus e até mais. >> Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em Pontas de Luz. >> O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou Programa Diálogos Inclusivos. O próximo programa Diálogos Inclusivo será dia 27 de março às 20 horas e terá como tema a literatura espírita como recurso de acessibilidade e inclusão. Teremos como convidado Paulo Yocanã. Mediadora Cristina Miranda. Inérprete de Libras, Cristiane. Aguardamos todos vocês. Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR Code da tela. A sua colaboração é muito importante para nos ajudar a levar para o mundo a mensagem do Evangelho de Jesus e a doutrina espírita.

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