Apresentação do resultado das oficinas | 2ºENER
2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo Tema-geral: “Pedro, tu me amas?” (Jo 21:15) Local e data: Federação Espírita Brasileira — 19 a 21 de setembro de 2025 🎤 Palestra Título: Apresentação do resultado das oficinas Este vídeo integra a série de publicações individuais do 2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo, realizado na sede da Federação Espírita Brasileira (FEB). O encontro promoveu confraternização, avaliação e aprofundamento da metodologia do projeto O Evangelho Redivivo, uma ...
Convidamos os representantes de cada grupo para a apresentação dos resultados das oficinas com os desafios e soluções identificados pelos mesmos. Primeiro grupo é o grupo da caridade. Bragato, socorro, por favor. 5 minutos, né? Boa tarde. >> Bom, o nosso grupo é a caridade e a o versículo inspirador do nosso grupo foi do Tiago, capítulo 2, versículo 26. Porque assim como o corpo sem espírito está morto, assim também a fé sem a obra é morta. E aí nós temos três questões a apresentar como síntese. A primeira é a síntese da pergunta principal. Então a pergunta era: Como tornar o Evangelho Rede Vivo mais ativo, resultando em gestos concretos de caridade no grupo ou na comunidade? E a resposta do grupo, né, como consenso foi muita coisa pra gente fazer, como exercitar, né, para gata. Houve uma discussão bem calorosa, todo mundo participou e a resposta é a seguinte: como é que a gente torna o evangelho redivo, mais vivo do que a nossa própria história? Exercitando a paciência para esperar primeiramente o tempo de cada um. Coragem para perseverar. Sabedoria para conquistar, inclusive a direção da casa, quando esta não ainda aceita o Evangelho Rede Vivo. explicar coletivamente e individualmente qualificação permanente nas instituições espíritas com bastante reflexão sobre o cotidiano de nossa existência mediada pelo estudo permanente do Evangelho Rede Vivo. Essa é a síntese da mensagem. A fé sem obras de nada vale, é morta. E qual foi o desafio? Vários. E eles são comuns os desafios. Primeiro, metodologia devido costume, que a metodologia, a mediação dialógica, é o diálogo, é a conversa, não há um professor, né, há uma pessoa mediando, né, a discussão. Então, a metodologia ainda devido ao costume da maioria de apenas ouvir a passividade diante das palestras, dos cursos e das aulas do modelo tradicional. resistência da casa espírita. Em alguns casos, implantar é outro desafio, o evangelho rede vivo, mas manter é um desafio ainda maior. A falta de conhecimento sobre o evangelho Rede Vivo que redunda em
resistência da casa espírita. Em alguns casos, implantar é outro desafio, o evangelho rede vivo, mas manter é um desafio ainda maior. A falta de conhecimento sobre o evangelho Rede Vivo que redunda em concorrência, achando que o Evangelho Segundo Espiritismo vai concorrer ou o Evangelho Rede Vivo vai concorrer com o Evangelho Segundo Espiritismo. Isso é um desafio porque falta o conhecimento e ainda falta espaço às vezes na casa espírita, disponibilidade de horário para a implantação do RV e de trabalhador, né, Brag? Eh, qual a solução? E aí nós estávamos para cá, tava fazendo os resumos, né, e a gente conversando, tem muitas soluções e vamos lá. Primeiramente, uma bem fácil, ter conhecimento da doutrina esférica, do estudo permanente como aprendiz, sentir-se permanentemente aprendiz para nunca parar de estudar, ter flexibilidade, uma certa habilidade na coordenação dos grupos, criação de um ambiente de confiança, estabelecer laços de fraternidade no grupo como comemorando aniversários, fazendo festinhas. Não é só festa não, viu? festinhas de confraternização, abrir as câmeras quando for virtual pra gente ver o rostinho, conversar com a pessoa. Tudo isso foi sugerido. Buscar utilizar, aprender e saber utilizar a Bíblia, especialmente compreender capítulos, versículos e buscar ferramentas de pesquisas. Outra solução, ter atitudes permanentes de acolhimento, laços de fraternidades e se sentir pertencente ao grupo. Então, essas foram as soluções todas muito fáceis, a gente muda de um dia pro outro, né? E os desafios também bem comuns, né? Pessoal, a gente gostaria de pedir que os nossos caridosos irmãos lá da sala da caridade se levantassem para que todos possam ver quem participou lá. Uma palma pra caridade. Valeu. Isso aí. Obrigado. >> Obrigado, amigos. Agora chamamos o grupo da misericórdia. Cecília, Rosâ e Carmen, por favor. >> Boa tarde a todos. Então, como Daí já falou, o nosso a nossa virtude trabalhada foi a misericórdia. E nós queremos agradecer ao grupo, né,
grupo da misericórdia. Cecília, Rosâ e Carmen, por favor. >> Boa tarde a todos. Então, como Daí já falou, o nosso a nossa virtude trabalhada foi a misericórdia. E nós queremos agradecer ao grupo, né, que foi muito participativo, foi uma construção coletiva muito gratificante, né, muito emocionante e todos fomos muito misericordiosos uns com os outros. E a pergunta especial do nosso grupo foi: "O que a misericórdia desperta em mim?" E nessa construção coletiva, nós tivemos assim muita participação, muitas respostas, mas todas elas ligadas a sentimentos, aos sentimentos que foram despertados em cada um, como a compaixão, a aceitação, a tolerância, o autocontrole, desapego, paciência, resiliência, empatia, carinho, né? eh indulgência, acolhimento e vários outros. E nesse e mas temos um desafio, né? Porque como Socorro falou aqui, a gente não muda de uma hora para outra, não é só porque a gente medita um pouquinho sobre a virtude que a gente já se transforma. Então, o maior desafio que o grupo trouxe, que nós construímos coletivamente, foi aceitar o outro com acolhimento e amor. em todas as falas nós eh ouvimos essa f, mas também tivemos uma solução, um caminho apontado, que foi cada um meditar, porque nós fizemos uma dinâmica, né, fazendo essa pergunta e cada um disse esse sentimento que foi despertado e fizemos um compromisso de cada um meditar sobre o sentimento que foi despertado em si e pensar como a misericórdia pode ajudá-lo, né, nos ajudar a vivenciar esse sentimento. Então, em gratidão a esse grupo, né, que tanto eh nos ajudou hoje nessa construção coletiva. Também vou pedir como Marco que se levante para que recebam os aplausos de todos. Obrigado, gente. >> Coisa linda, né, pessoal? Que energia. Pois bem, agora, meus queridos amigos, nós vamos chamar o grupo da da >> da humildade. Marluci e Marcelo, por favor. chamo já os humildes, tá? Eh, então nosso grupo, é, eu aqui, Marcelo, foi eh muito participativo, muitas falas emocionantes, algumas falas impactantes
da >> da humildade. Marluci e Marcelo, por favor. chamo já os humildes, tá? Eh, então nosso grupo, é, eu aqui, Marcelo, foi eh muito participativo, muitas falas emocionantes, algumas falas impactantes e nos trouxe assim muita alegria de estarmos juntos compartilhando, porque aqui neste evento é a Galileia das Nações, não tem todos os sotaques, todos os estados e na nossa sala não foi diferente. Então, a nossa, o nosso versículo inspirador foi: "Quem quiser ser o maior seja o servo de todos". Marcos 10:44. E a nossa pergunta de reflexão depois de todas as os diálogos foi: Como superar o orgulho espiritual e construir grupos de estudo com humildade e serviço mútuo? Difícil essa colocação, mas nós encontramos várias soluções. Eh, o desafio central, pouco conhecimento dos dirigentes das instituições espíritas sobre a importância e necessidade do evangelho rediv vivo na transição planetária. Esse foi o grande desafio. algumas soluções importantes, mais incentivo da FEB junto às federativas para que possam orientar melhor as casas espíritas. Outro outra solução, necessidade de tornar mais simples a metodologia do evangelho Red Vivo, visto que muitas pessoas acham complicados. Talvez a gente, né, dá um sinono para mautica socrática, dialógica, estudo dialógico, dá no mesmo. Não vamos mudar a metodologia, mas falar algo assim, conversando a gente se entende. E um outro um outra outra solução foi a continuidade dos estudos do evangelho rediv vivo. Às vezes a gente começa, não termina, acha difícil e são 27 livros para a gente estudar. A gente vai terminar quando? No plano espiritual com André Luiz, Emanuel. Tem melhor coisa melhor? Então, meus amigos, é difícil, né, na transição planetária, como foi dito aqui, a gente eh sair do passado do estudo professoral para o estudo dialogado, onde todos participam, porque não sabemos as a nossa trajetória, de onde a gente vê o que estamos trazendo de contribuição para esse mundo novo, para essa nova era. E o grupo dos humildes, quer dizer,
onde todos participam, porque não sabemos as a nossa trajetória, de onde a gente vê o que estamos trazendo de contribuição para esse mundo novo, para essa nova era. E o grupo dos humildes, quer dizer, da humildade. Se levante, por favor, os humildes do Senhor. Maravilha. Pois é, nós estamos no primeiro degrau bem-aventuranças. OK. Humildade. Obrigada. Então, meus amigos, dando continuidade, nós vamos agora para o grupo. Qual é o grupo que falta mesmo? >> Paz e amor. Paz e amor. Muito bem. Grupo da paz. Euzita, Eusi e Nazaré. Ele perguntou qual o grupo que falta. O grupo da paz, a falta, a paz falta para todos nós. Então eu queria que os nossos pacificadores, porque uma conclusão que nós chegamos é que saímos lá do refeitório, do refeitório como pacíficos e resolvemos que a nossa meta era atingir um um uma atuação de sermos pacificadores em nossas vivências. Grupo da Paz, por favor, de pé. Vamos aplaudir. É, muito obrigada. A Euzia Nazaré. Vamos me deixar sozinha. Olha só, pessoal. Eh, nós tivemos eh a caridade e a misericórdia de recebermos com muito amor na nossa equipe a grande humildade do professor Severino Celestino. E adivinha? Isso foi a grandeza do trabalho da nossa equipe. O pessoal curtiu, adorou a participação do professor Severino, que trouxe fechamentos fantásticos e muito preciosos. Então eu vou chamar aqui Deulinda e Laura que vão trazer as nossas conclusões e pedir a Tamara, por favor que coloque porque em uma das dinâmicas que nós fizemos o grupo dentro desse trabalho do versículo inspirador, Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou, constante em João 14:27, gerou na definição de paz esse conjunto de palavras que baseadas no evangelho faz com que todos nós possamos realmente construir o projeto de pacificação em nossas almas. E as meninas, por favor. >> Obrigada. Boa tarde. Boa tarde. >> Então, o nosso desafio foi falar sobre a paz, né, mas muito bem tutelados e com colegas de classe, Severino que o diga a SAS maravilhosos, né? Então, o nosso desafio inicial foi a
tarde. Boa tarde. >> Então, o nosso desafio foi falar sobre a paz, né, mas muito bem tutelados e com colegas de classe, Severino que o diga a SAS maravilhosos, né? Então, o nosso desafio inicial foi a frase de João 14:27: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou". E aí nós fomos convidados em grupo a cada um dizer um sinônimo paraa paz. E aí a gente fez aquela construção coletiva ali, onde estão todas as palavras faladas pelos nossos colegas. Bom, o segundo desafio grande que nós tivemos foi responder a essa pergunta. Como o Evangelho Rede Vivo pode ajudar a pacificar o coração dos participantes do grupo de estudos do Evangelho Rede Vivo, considerando tantos desafios que a gente tem? E aí atualmente, né, a questão da ansiedade, dos conflitos interiores, a pressa, a falta de tempo, os interesses particulares e assim sucessivamente. E aí surgiu a ideia da importância da construção e da reconstrução do conceito de pacificação em nós, o que é, na verdade a paz. E aí nós fizemos essa construção no sentido de no sentido de considerarmos que a paz deve começar e terminar em nós mesmos, tanto física quanto emocionalmente. E veio a proposta de que em todos os lugares que adentrarmos, adentremos com paz. E que de todos os lugares que saiamos, saiamos com paz. E que a paz habite o nosso coração de tal maneira que ela seja uma mensagem pacífica, pacificadora de paz. E aí a paz conosco mesmos em primeiro lugar, como que a gente vai trazer paz ao grupo de estudo se nós não estivermos em paz? E como estarmos em paz se nós também vivemos nesse mundo conturbado atualmente? Então, a gente tem que ter um trabalho pessoal, um exercício pessoal de conseguirmos trazer pro nosso grupo de estudos somente aquelas coisas boas e positivas que o grupo o grupo merece e necessita e deixarmos do lado de fora, então, as nossas próprias ansiedades e conflitos. Então, para isso, a gente tem que ter paz conosco mesmos. Em primeiro lugar, a paz com o próximo. Como um ponto de partida, a gente deve utilizar a própria
, as nossas próprias ansiedades e conflitos. Então, para isso, a gente tem que ter paz conosco mesmos. Em primeiro lugar, a paz com o próximo. Como um ponto de partida, a gente deve utilizar a própria família. Como é que a gente vai ter paz no grupo de estudos se em casa nós não tratamos os nossos familiares à base da pacificação? Outra coisa importante a gente considerar a paz com responsabilidade, reconhecendo o nosso próprio papel na construção dessa paz enquanto grupos de estudo, aceitando o tempo do outro em aceitar ou não a paz que nós oferecemos, levando em conta a necessidade da compreensão que temos que ter, o acolhimento nas especificidades e nas características de cada um. A gente oferece a paz, aceitar quem quer, né? E aí uma frase maravilhosa colocada pelas nossas coordenadoras é: "Como está a construção do seu Homo sapiens pacificador?" Profunda, né? E para terminar, então, fica a mensagem que o nosso brilhante colega de turma, o professor Severino, deixou pra gente. Ele nos disse de cinco palavras que a gente nunca deve esquecer e diz ele que a importância nesse nessa ordem necessariamente ouvir, calar, assimilar, praticar e ensinar, preferencialmente, por exemplo, né? E aí ele fez uma última colocação brilhante também, que a gente não poderia deixar de colocar para nós. E se Jesus chegasse para Pedro e em vez de perguntar: "Pedro, tu me amas?" Perguntasse para Pedro: "Pedro, tu estás em paz?" Então, maravilhosamente caridoso, ele sabe que nós, ainda nossa maneira um tanto insípida e iniciante os o amamos. profundamente com todas as fimbras do nosso coração. E por isso que nós estamos aqui hoje. E que nós possamos, levando esse amor, essa convicção que nós temos aos nossos grupos de estudos para aqueles com quem nós teremos o privilégio de conviver como facilitadores ou como meros participantes também, que nós possamos lembrar que o foco principal de tudo é Jesus e Jesus nos deu a paz dele. E eu acredito que alguém deve se perguntar como é que se dá a paz. Será que a paz é
eros participantes também, que nós possamos lembrar que o foco principal de tudo é Jesus e Jesus nos deu a paz dele. E eu acredito que alguém deve se perguntar como é que se dá a paz. Será que a paz é uma coisa que a gente consegue dar para alguém? Hum. Bom, hã, tem uma coisa que eu faço desde criança, então se vocês me derem a oportunidade, eu vou compartilhar com vocês agora. Cultivar a paz entre os homens. com amor e acolhimento, para que vivam em harmonia como as estrelas do firmamento. Brilham todas unidas, cada uma com sua luz, porque conhecem o caminho que nos ensina o mestre Jesus. sem vaidades ou melindres, sem brigas ou invejar, pois aprenderam que unidas é que podem multiplicar, respeitando umas as outras com suas próprias realidades e sabendo que em conjunto é que constróem a verdade. Sigamos esse exemplo, revivendo o Cristo amado, conhecendo, meditando e sentindo o seu legado. A vivência vem um dia, mas comecemos agora com vontade e alegria. Não percamos mais a hora. Pacifiquemos a nós mesmos e compartilhemos esse dom que é a divina paz do Altíssimo, ensinada por Cristo. Shalom. Para finalizar fica um mantra que também o professor Severino nos passou, shalom. Daí ele disse que já tem essa pronúncia, né, shalom, nessa sonoridade e que isso pode ser usado nos momentos em que nós tivermos com dificuldade de colocar a pacificação em ação e que nós então mentalizemos. Shalom, shalom, shalom e que a paz esteja conosco. Muito obrigado, meninas. E nós queremos registrar também a participação preciosa da equipe da música, que durante todo o nosso momento nos abrilhantou, nos acompanhou e fez com que as nossas dinâmicas tivessem realmente um brilho de muito acolhimento. Então, a todos vocês, shalom. Ó, gente, que coisa linda. Bom, falta falta um grupo, né, meus queridos amigos. Então é o grupo do >> amor. >> O grupo do >> amor. >> Eline e Geraldo. Obrigado. >> Boa tarde. >> Boa tarde. >> Nosso grupo é O amor e a gente já vai conhecê-los. Eu vou começar já pelos
ridos amigos. Então é o grupo do >> amor. >> O grupo do >> amor. >> Eline e Geraldo. Obrigado. >> Boa tarde. >> Boa tarde. >> Nosso grupo é O amor e a gente já vai conhecê-los. Eu vou começar já pelos desafios e soluções, porque a gente quer ir logo pro nosso a nossa resposta à pergunta. E nós discutimos no nosso grupo que alguns dos desafios que temos enfrentado nas nossas federativas envolvem manter-se no método. E nós discutimos que isso é próprio do processo de transição de um estudo ou de uma palestra, de uma atividade mais expositiva para uma atividade mais interativa de construção coletiva. Falamos do tempo que isso leva para se concretizar, mas também falamos da habilidade do facilitador para poder entender os participantes, respeitar os seus perfis, proporcionar sempre a inclusão, mas respeitar o tempo de cada um. Então, foi bem bem interessante. Na sequência, a gente passou para a necessidade de trabalhadores para que a gente tenha implementação de mais grupos de estudo. E junto com essa colocação também já foi vindo muita resposta, porque o próprio Evangelho Rede Vivo vai proporcionando que a gente se insira em atividades, que a gente sinta no nosso coração, exis-me aqui, né? Então, as pessoas mencionaram as capacitações virtuais, o quanto elas têm ajudado para que a gente tenha esses novos trabalhadores até que isso se torne uma realidade mais integrativa. E por último, onde nós nos detivemos mais tempo foi na resistência encontrada em algumas lideranças, seja no centro ou no movimento espírita. E nós ali entendemos o processo e nós nos sentimos eh valorizados por Deus por termos sido tocados em nosso coração e aqui estarmos. E dentro das falas nós entendemos que não há um acaso de estarmos aqui. E às vezes nós podemos nos sentir sozinhos onde nós estivermos, mas não estamos. Então, nós temos os grupos virtuais que estão facilitando isso para que muitos corações sejam tocados e que hora vencida essas resistências, os corações já estão preparados para o serviço do
estamos. Então, nós temos os grupos virtuais que estão facilitando isso para que muitos corações sejam tocados e que hora vencida essas resistências, os corações já estão preparados para o serviço do amor. E o nosso versículo, quer dizer qual que é o nosso versículo? Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. João 13:35. Por isso, chamamos as nossas amigas Gláuscia e Vanessa, e pedimos a todos da equipe do amor se levantarem. Tamara querida, a resposta à nossa pergunta. A pergunta do grupo Amor é: Como cultivar o amor entre os participantes, promovendo um ambiente de acolhimento, escuta e união nas reuniões do Evangelho Rede Vivo? E ela vai ser respondida assim. >> Eh, vamos eh ensinar a melodia, todo mundo canta junto e aí quem souber faz segunda voz, terceira voz, quarta voz. Fique à vontade para liberar a sua musicalidade, improvisar conosco, tá bom? Ó, deixa eu, deixa eu lembrar a melodia aqui, ó. Permitir sentir o amor. É isso. Cadê que é inato no teu ser? Quem gravou aquela hora? Cultivar e acolher para pra semente florescer. Não, aqui ela não é assim não. A melodia dela, gente. Ela vai ensinar de novo para nós. É assim. Permite sentir amor que é inato no seu ser. cultivar e acolher para essa semente florescer, permitir sentir amor que é inato no teu ser, cultivar e acolher para essa semente florescer, permitir sentir o amor que é inato no teu ser. colher para semente florescer. Olha, gente, que maravilha, né? tão gostoso. Foi assim, esse fecho, ele foi espontâneo. A gente, a Elane tava fechando, pessoal todo assim, né, envolvido, participando e de repente eu violão, falei: "A menina podia, né, assim, fiz um toque". Ela foi logo tirando o violão ali com a maestrina e com a musicista. Aí de repente vão fazer uma letra diante daquilo que eu tava conversando. Aí veio aquela estrofe, né? aquele, né, conjunto de quatro versos ali, maravilhoso. E a menina que começou, soltou a voz ali que ela cantou aqui para falei, gente, deve ser
lo que eu tava conversando. Aí veio aquela estrofe, né? aquele, né, conjunto de quatro versos ali, maravilhoso. E a menina que começou, soltou a voz ali que ela cantou aqui para falei, gente, deve ser musicista profissional, que coisa linda. E aí todos nós aprendemos a música rapidinho, como a gente aprendeu aqui. Isso é o amor.
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