Diálogo na família | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 01 de novembro de 2023, abordaremos o tema "Diálogo na família". Os convidados de...
h Olá amigos sejam muito bem-vindos ao nosso programa família no ar é com muita alegria que estamos aqui nessa noite com você para conversarmos sobre assuntos que tenam a ver com o nosso cotidiano com nossa vivência em família e na noite de hoje nós vamos conversar sobre o diálogo em família as contribuições que a doutrina espírita pode nos trazer para entendermos melhor como podermos nos relacionar de uma maneira mais amorosa mais íntima com aqueles que nos são colocados dentro do ambiente doméstico e hoje nosso programa tá muito diferente hoje nós vamos ter um bate-papo nós temos um convidado aqui conosco que é o Marco leite que é diretor Nacional da da diretor da FEB coordenador Nacional da área da família e ele hoje vai estar aqui conversando conosco nós dois vamos estar dialogando aqui com vocês sobre esse tema a família e o diálogo seja bem-vindo Marco Olá Cris tudo em paz né é exatamente isso vamos tá fazendo um bate-papo até por conta de nós dois estarmos juntos criando nossos filhos né Então vamos estar trocando algumas ideias aí com os nossos amigos que estão nos assistindo sobre esse assunto como é que é esse diálogo em família até por conta de uma coisa que eu sempre coloquei e até mesmo quando os meus meninos os nossos meninos né eram pequenininhos Conversando a gente se entende e a proposta é exatamente essa porque quando a gente dialoga quando a gente conversa as coisas se facilitam dentro da família como é que isso acontece Vamos bater papo e a doutrina espírita tem várias reflexões sobre esse assunto né então nós vamos começar nossa nosso bate-papo Marquinho Lembrando aqui de André Luiz na aquele maravilhoso livro sinal verde ele tem duas passagens que nós vamos conversar sobre elas na noite de hoje a primeira delas é quando ele nos fala auxilia Aos familiares com sua palavra de entendimento e esperança se você tem algum Tem qualquer mágoa remeco da véspera comece o dia a maneira do Sol esquecendo a sombra e brilhando de novo na tua variação Marc os diálogos
om sua palavra de entendimento e esperança se você tem algum Tem qualquer mágoa remeco da véspera comece o dia a maneira do Sol esquecendo a sombra e brilhando de novo na tua variação Marc os diálogos dentro da família tem aplicado esses dois princípios né de trabalhar com o entendimento esperança e deixando a mágoa de lado é interessante porque quando a gente fala do Diálogo eu colocaria até pela nossa experiência tanto familiar quanto profissional Opa caiu a câmara aqui que o grande problema é as nossas emoções né Nós não somos educados desde pequenos A tá coordenando essas nossas emoções e o que André luí nos coloca aí é exatamente isso quando estamos magoados O que que a gente faz nós não deixamos aquela mágoa até por conta de uma coisa de um dia pro outro né deixa os espanhóis sem muito uma situação da ele falou assim deixe a noite vir e no dia seguinte você resolve o problema e é muito interessante essa proposta porque às vezes você fica querendo resolver o problema naquele determinado momento e você eh está com a emoção A Flor da Pele né deu um tempo deu um tempo só que nós não somos educados a fazer isso na na nossa própria família e nos deixamos ser levados por esse processo emocional e aí o que que acontece o diálogo não ocorre quando as pessoas no seu cotidiano terminam trazendo a ideia da gestão da emoção eles facilitam esse processo da conversa eles facilitam esse processo de poder ouvir o outro buscar entender o outro e a partir de então estruturar uma conversa entre duas três quatro cinco pessoas dentro da própria família mas nem sempre a gente faz isso né então o que é que tem atrapalhado muito essa questão dos nossos diálogos são os nossos fatores emocionais nós somos seres emocionais e muit das vezes não coordenamos essas emoções que temos dentro de nós e deixamos que elas nos coordenam né Eu estou com raiva de você e aí a pessoa hum Fecha a boca não quer conversar faz cara feia né reconhecer que tem raiva interessante Lógico que sim negar que tem raiva de jeito nenhum não vai
rdenam né Eu estou com raiva de você e aí a pessoa hum Fecha a boca não quer conversar faz cara feia né reconhecer que tem raiva interessante Lógico que sim negar que tem raiva de jeito nenhum não vai adiantar nada negar que tem raiva entendeu então Eh o grande problema quando você pergunta isso tem acontecido nas nossas famílias no número nós foros ver porque tem faltado muito essa questão do processo educativo do Diálogo fraterno dentro do nosso lar e Colocaria a pergunta também para você Cris eh e no que você tem visto até nos seus atendimentos profissionais de família de Mães de pais de esposa como é que você enxerga isso complementando o que a gente falou é na na colocação do André Luiz e ele traz dois aspectos que eu acredito que são fundamentais né Essa questão da gente procurar trabalhar com os nossos você falou das emoções né n nossas mágoas das nossas tristezas de uma maneira mais positiva podendo Trazer isso para a conversa para o entendimento sem aquela o que os adolescentes hoje em dia falam né do do ranço traz aquilo ali ruim e aí o entendimento fica muito difícil de ser feito porque se você já está magoado foi curtindo aquela aquela situação aquela ação dificilmente você parte para entendimento adequado e hoje o que a gente vê muito dentro das famílias e dentro dos relacionamentos de uma maneira geral São essas mágoas que são levadas ao longo do tempo e às vezes a pessoa até fala assim ah porque eu tenho uma mágoa que eu carrego do meu pai da minha mãe a 20 anos né e aquilo ali literalmente é um detrito que ele regga e isso vai azar qualquer possibilidade de entendimento e aí a palavra já não vem uma palavra livre ela vem uma palavra pesada carregada daquela daquela emoção mal trabalhada ao longo do tempo mas eu queria destacar que é uma disciplina que a gente tem que ter que é buscar trabalhar ser um sol na vida das pessoas e na nossa própria vida e isso é possível na medida em que a gente deixa essa possibilidade de movimentar isso que tá está nos fazendo mal nos
ter que é buscar trabalhar ser um sol na vida das pessoas e na nossa própria vida e isso é possível na medida em que a gente deixa essa possibilidade de movimentar isso que tá está nos fazendo mal nos trabalhando eh eh eh de uma maneira mais sincera mais eh aberta reconhecendo que o problema não tá no outro problema começa em mim então eu tenho que começar trabalhar comigo mesmo né no meu cotidiano tá eu queria dar boa noite para os nossos amigos que entraram aqui eh mandem perguntas pra gente vai ser muito bom para que nós possamos conversar aqui sobre sobre esse tema bom Cris nós temos uma questão aqui muito interessante quando esse assunto de hoje foi anunciado uma colega Nossa trabalhadora da do campo experimental aqui no Brasília da área da família terminou falando Opa log que vocês vão falar sobre isso Eh tenho uma pergunta boa para fazer até por conta de questões dentro da própria família dela né E aí Ela traz uma pergunta muito direcionada a você mesmo né então é Cris Quais das perguntas que ajudariam mais os filhos adolescentes a se abrirem nessas conversas porque ela chega a afirmar que tem dificuldade de trabalhar temas que normalmente preocupam os pais nessa fase da vida dos seus filhos como sexualidade a drogadição a questão das festinhas né que é muito comum nessa fase você poderia começar um pouco falando sobre isso depois a gente até ajuda a nossa companheira a ter isso mais fácil dentro da sua família vamos lá o que que você poderia dizer pra gente muito bem e ela tava tão preocupada com essa questão que ela até gravou um vídeo Viu Marco vou pedir pro Ito soltar o vídeo pra gente ela tem dois vídeos de perguntas dela para nós solta pra gente o primeiro ito que ela M perta PR eu sou angé Amaral falo de Brasília Distrito Federal e é com prazer que venho trazer algumas questões levantadas aqui na praça 21 de Abril na Açu eh sobre o tema diálogo em família e que será abordado hoje no programa família no ar pela FEB TV FEB lives irmãos Cristina leite e Marco Leite estão para
s levantadas aqui na praça 21 de Abril na Açu eh sobre o tema diálogo em família e que será abordado hoje no programa família no ar pela FEB TV FEB lives irmãos Cristina leite e Marco Leite estão para nos responder teve uma questão que me chamou muita atenção e quando Foi questionado qual temas importantes para falar em diálogo em família A pessoa respondeu que o mais importante é sobre religião e que a partir daí os pais conseguem falar sobre diversos temas com base nisso nós queremos saber de vocês nossos irmãos Cristina Leite Marco Leite Qual é a importância do diálogo para a formação da família em relação à visão da doutrina espírita é com vocês ela mandou mais essa pergunta pra gente é importante essa questão da da da formação e da da da conversa sobre Esse aspecto religioso dentro do lar não apenas né no nosso caso da doutrina espírita não é uma questão ritualística mas muito mais um aspecto de de de como a gente pode trabalhar para crescer para evoluir para se relacionar melhor e a doutrina espírita nos traz tantas contribuições sobre isso conversar sobre isso sobre religião nessa perspectiva é um grande avanço também é eh eu trago o nosso querido Emanuel na introdução do livro Nosso lá lá na penúltima página da introdução Emanuel nos coloca uma coisa muito interessante ele fala assim o mundo precisa de espiritismo sim precisa mas precisa muito mais de espiritualidade né ou seja independente da religião que a gente professe o que precisa é de estarmos vivendo a vida com valores espirituais Esse é o ponto a pessoa pode ser católico judeu evangélico Espírita budista Qual é a religião não importa nessa hora mas o que é importante a gente tá trazendo esses valores espirituais para essa conversa lógico se a pessoa professa uma religião específica é importante a gente tá trazendo a os valores dessa religião não tenho dúvida nenhuma mas conversar sobre valores espirituais valores espiritualistas é um grande foco que a gente tem que ter nos dias de hoje a nossa querida doutrina espírita e
es dessa religião não tenho dúvida nenhuma mas conversar sobre valores espirituais valores espiritualistas é um grande foco que a gente tem que ter nos dias de hoje a nossa querida doutrina espírita e Kardec nos traz isso nos dizendo que o grande inimigo da humanidade e que a gente termina tendo como Espírita tá trabalhando Contra isso é o materialismo né então ter esse tipo de conversa esse diálogo no nosso cotidiano dentro da família eu diria que não é só importante mas é essencial a gente tem que tá trazendo os valores espirituais ou os valores espiritualistas para o seio da nossa família porque senão as pessoas vão ficar dentro do lar com os valores da matéria por exemplo hã vamos est trazendo aqui às vezes uma conversa de uma mãe com adolescente que tá naquele momento de definição de vida profissionals vezes se aquele garoto tem um valor materialista qual vai ser o direcionador dele para escolher uma profissão o ganhar dinheiro né praticamente ou muitas das vezes exclusivamente esse foco e quando a gente traz um valor espiritualista eh nós vamos estar desconsiderando o ganhar dinheiro lógico que não é necessário a o pagamento aqui na terra o o a remuneração pelo nosso trabalho profissional não tenha dúvida nenhuma Mas esse vai tá sendo o nosso grande foco não né tem muito mais coisa que a gente precisa trabalhar em cima disso na hora que você você traz os valores espirituais ou até mesmo os valores religiosos termina direcionando aquele jovem para que ele possa pensar em algumas outras coisas que não só o dinheiro na questão do da definição da profissão né eu lembro do garoto que tava fazendo medicina e ele queria fazer Pediatria e na própria faculdade os próprios professores falaram assim mas filho pediatria não é uma profissão médica que dê dinheiro ele falava assim ó eu tô fazendo medicina não é pelo dinheiro é por gostar disso e eu sempre desde pequeno falava que ia ser médico para ser é médico de criança era o que ele tinha dentro dele né e lembro de alguns
im ó eu tô fazendo medicina não é pelo dinheiro é por gostar disso e eu sempre desde pequeno falava que ia ser médico para ser é médico de criança era o que ele tinha dentro dele né e lembro de alguns professores ele contando isso pra gente de alguns professores tentando o convencer dele mudar de Pediatria porque porque falava assim você como pediatra não vai estar ganhando dinheiro porque não tem procedimento né ele falou assim tudo bem eu vou tá ganhando o que eu preciso ganhar e acabou né porque ele tinha dentro dele outros valores que não exclusivamente aquilo que é a a a visão material os valores materiais nós fos ver esse garoto era um garoto religioso ele era escudo e tinha educado dentro do lá com outros valores que não v espmente maté o que o ajudou muito nessa definição de firmar a posição de falar assim eu vou ser pediatra e tem sido pediatra a gente tem acompanhado esse garoto ao longo desses anos né Eh um bom pediatra tem dado muito certo e qual é a consequência não era o foco dele mas ele tem ganho ou sendo pago eh com naturalidade e é interessante que no final ele terminou ganhando muito mais dinheiro do que alguns colegas que são cardiologistas outros que são ortopedistas né E como pediatra Porque no momento em que você faz algo e tá dentro de você com o coração gostando que você faz porque você veio com isso ou Deixa Eu Brincar o universo né conspira a seu favor e termina de trazendo a o os benefícios dessa sua posição de valores espiritualistas u então é importante a gente tá conversando sobre a religiosidade ou esses valores espiritualistas não resta dúvida nenhuma só que tem um detalhe né Cristina não adianta você querer conversar com um adolescente trazendo isso quando ele tá com 16 quando ele tá com 18 anos porque ele já estabeleceu dentro dele alguns valores que naquele momento você trazendo isso talvez seja difícil quando é que esse diálogo tem que ser iniciado é naturalmente né quando você tá falando aqui do do do diálogo e aqui a nossa irmã Marcel Steves fala que a
omento você trazendo isso talvez seja difícil quando é que esse diálogo tem que ser iniciado é naturalmente né quando você tá falando aqui do do do diálogo e aqui a nossa irmã Marcel Steves fala que a doutrina espírita é uma porque ela nos consola esclarece educa realmente Marcela e esse esclarecimento essa educação que a gente tem que fazer eh essa conversa dentro do Lar Isso precisa ser algo natural que envolva e que possa envolver várias coisas que a religião ou essa visão mais espiritualizada vai estar contemplando porque quando você trabalha esses valores espirituais dentro do ambiente doméstico eles vão estar presentes na na conversa que você tem com o filho sobre o comportamento dele na escola eh a conversa que você tem com com com o seu filho ou com ele em relação a você quando você se vê interpelado numa situação no trânsito tudo isso vai estar permeando porque são valores que vão estar sendo trabalhados com a naturalidade de quem vivencia aquilo ali e é importante que a gente entenda que mais do que nunca eh filhos e pais precisam compartilhar dentro desse diálogo eh essas histórias que fizeram com que ele se tornassem essas pessoas que são hoje em dia e a religião Passa muito por isso né talvez no nosso caso né mar que a vida foi muito eh marcada por todos esses aspectos eh que deram muito sentido pro nosso dia a dia dessa questão da da da religiosidade eh isso foi naturalmente sendo trabalhado no cotidiano dentro do Lar e é importante que isso seja trazido realmente para dentro dos lares sej seja conversado independente da convicção religiosa que aquela família tem mas quando você compartilha isso em família isso fortalece os laços familiares com certeza mas a nossa irmã Angélica tem a segunda pergunta que é ela gravou um videozinho mais ou menos com aquela pergunta que ela tinha mandado antes Marco vamos pedir aqui pro Ito passar pra gente agora a segunda pergunta outras questões levaram-se bastante o questionamento em relação a sexo uso de bebidas alcoólicas e drogas
a tinha mandado antes Marco vamos pedir aqui pro Ito passar pra gente agora a segunda pergunta outras questões levaram-se bastante o questionamento em relação a sexo uso de bebidas alcoólicas e drogas são preocupações de Pais principalmente quando os filhos começam a sair em festinhas na fase da adolescência a pergunta é quais tipos de perguntas e questionamentos devemos fazer aos jovens aos nossos adolescentes para que eles se abram mais em eh em relação ao diálogo em relação a esses temas é com vocês interessante a colocação da da da Angélica e ela fala bastante né sobre essa essa dificuldade dessa abordagem que você vai falar com o filho né E aqui novamente nós vamos estar pensando aqui numa coisa que ajuda muito nesse nesse diálogo que é você realmente ter o interesse primeiro de saber o que que o jovem pensa as inseguranças que ele tem as dificuldades que ele tem porque nós vamos imaginar que esse adolescente ele tá saindo pro mundo com uma série de de dúvidas também de questões a serem trabalhadas e questões que que são todas elas novidades são a as os convites do mundo as tentações os impulsos também que ele traz né a gente fala da da questão da sexualidade os hormônios todos ali por e os pais precisam estar olhando essas situações e trabalhando com a naturalidade que elas com a qual elas precisam ser trabalhadas agora também temos que nos perguntar a gente tá dando conta de fazer isso porque muitas vezes o pai tem tanto medo de falar que em vez de ajudar ele pode até atrapalhar bloquear ele vai falar mas aí ele quer na verdade ele quer proibir ele não quer escutar o que o menino tá sentindo E aí Aquele momento que poderia ser um momento de abertura de um canal de comunicação pode acabar funcionando completamente ao contrário Então é preciso que você também se prepare para isso você concorda sim eh e aí é uma coisa que a gente tem que ver eu lembro de uma situação já tem um bom tempo isso de um pai certa vez falando ass não meu filho tá peo e eu tenho que nesse momento da vida me
concorda sim eh e aí é uma coisa que a gente tem que ver eu lembro de uma situação já tem um bom tempo isso de um pai certa vez falando ass não meu filho tá peo e eu tenho que nesse momento da vida me preparar e me preparar mesmo porque quando ele tiver na adolescência ele vai precisar muito da gente é verdade né mas o que que tava acontecendo esse preparar que ele tava falando era de se organizar Principalmente no trabalho principalmente na questão financeira para quando o filho tivesse na adolescência ele tivesse um pouco mais de tempo para estar com o filho mas qual era o grande x da questão que ele tava nos indicando que nessa fase do filho pequeno ele não tava se dedicando a ele porque ele iria se dedicar ao filho quando ele estivesse na adolescência E aí qual foi a minha resposta para ele falei assim ó você tá certo quando ele tiver na adolescência ele vai precisar muito de você mas ele não vai querer mais você como assim por uma coisa muito simples você o deixou na infância você não esteve com ele na infância você não o preparou para nesse momento da adolescência de vocês estarem juntos então quando a gente traz muito essa questão do diálogo e e eu vejo eh essas dificuldades que Muitos pais têm para trabalhar com os seus filhos adolescentes o grande A grande questão quando a gente até pergunta é como é que foi esse diálogo na infância né porque eles não prepararam a família para um processo de diálogo contínuo na infância tava muito naquela de firmar posição deliberar né Hã Ainda tem as coisas dos dias de hoje que eu até brinco da síndrome do Imperador em que o alguns pais tratam a criança como reizinhos e em vez de estar dialogando a criança eh que impõem as coisas e os pais terminam deliberando aquilo que a criança tá querendo sem diálogo né E muitas das outras vezes são os pais que determinam então tem aquela possibilidade ou a preparação do diálogo para esse momento da adolescência o adolescência vai precisar muito muito mesmo E por que que ele precisa muito a questão 3 85 do Livro
rminam então tem aquela possibilidade ou a preparação do diálogo para esse momento da adolescência o adolescência vai precisar muito muito mesmo E por que que ele precisa muito a questão 3 85 do Livro dos Espíritos Kardec nos dá essa explicação né inclusive falando que nesse momento da adolescência Muitos pais viram assim meu Deus esse jovem que eu tenho em casa não é a criança que eu criei né O que é que está acontecendo e Se nós formos ver qual é a explicação nós vamos ter aí às vezes a medicina querendo explicar pelas questões hormonais a psicologia quendo explicar muito por questão de grupos né uma série de outras coisas nos dando algumas boas explicações o que também auxilia muito nessas explicações Mas qual é o grande foco nós vamos encontrar isso na doutrina espírita quando Kardec traz na resposta dos espíritos na questão 385 que nessa fase da existência o espírito encarnado ele começa a trazer os valores e vidas PR essas E aí vai ter questionamento subconsciente ou inconsciente né dos valores que ele recebeu na infância com esses valores que começam a aparecer na adolescência E aí é o que a gente fala o adolescente entra em crise fica confuso e se nós não tivermos estabelecido muito claramente eh essa complicidade familiar essa possibilidade do diálogo entre pais e filhos entre irmãos né entre aquelas crianças com os mais velhos dentro do ambiente doméstico nesse momento de intranquilidade na adolescência eles não vão aceitar mais o diálogo entu eu diria assim tem como consertar is lógico que tem Lógico que tem agora é muito mais difícil muito mais difícil para quem ainda tem os filhos pequenos a orientação que a gente dá é se dediquem nesse momento e muito troquem com os filhos orientem estabeleçam os diálogos por exemplo uma das coisas às vezes com o adolescente né se ele não foi ensinado na infância o adolescente ele vai tá sendo guiado pelas emoções né vai ser guiado pelas emoções aconteceu alguma coisa dentro de casa ele ficou com raiva da mãe de duas uma né ou ele vai se fechar
ado na infância o adolescente ele vai tá sendo guiado pelas emoções né vai ser guiado pelas emoções aconteceu alguma coisa dentro de casa ele ficou com raiva da mãe de duas uma né ou ele vai se fechar e não vai querer fazer mais nada ou vai brigar e aí como é que se faz uma situação dessa né tem que tá trabalhando primordialmente essa questão que é o que a gente tá falando Não existe um diálogo mesmo em família se a pessoa não Começar a se autoconhecer vê o jeito que ele atua no cotidiano sabendo que ele tá chateado ficou magoado nã e o que é que ele vai fazer com isso a pergunta é sempre essa né o diálogo em família iniciado no momento eh idealizado nessa fase do processo educativo vai favorecer esse indivíduo pro resto da vida Uhum é você usou aí umas palavras que são chave cumplicidade o autoconhecimento o trabalhar o vínculo E acima de tudo entendendo que que o conflito que aparece não é necessariamente destrutivo essa diferença de de de de opiniões ela pode ser usada de uma maneira construtiva para que você possa realmente conhecer ser melhor o outro entender o que que tá passando na cabeça da daquela outra pessoa de uma maneira respeitosa de uma maneira adequada né Eh falando de adolescente a Carla mandou aqui uma pergunta pra gente que é o seguinte o que que podemos oferecer no Evangelho no Lar para os adolescentes E aí eu vou começar e depois o Marco completa eu lembrei Aqui Carla Quando vi essa sua pergunta daquele Evangelho no Lar que se não me engano é retratado no livroos mensageiros onde a mãe coloca eh um tema do cotidiano para ser debatido no Evangelho no Lar que foi uma mocinha que cometeu suicídio e ela leitura do jornal né Exatamente é feita a leitura do jornal e a família debate no Evangelho no Lar aquele tema a luz do Espiritismo então é importante que o nosso Evangelho no lá ele possa estar se se conectando com essa necessidade que a família identifica né do que deve que pode ser trabalhado hoje em dia nós temos diversos livros interessantes que que trazem perguntas e
lá ele possa estar se se conectando com essa necessidade que a família identifica né do que deve que pode ser trabalhado hoje em dia nós temos diversos livros interessantes que que trazem perguntas e respostas que não precisam ser necessariamente eh a gente pensar só Ah eu vou estudar o Livro dos Espíritos não não vamos estudar o evangelho sim mas eu posso trazer tem um livro muito interessante do do do Raul Teixeira chamado minha família meu mundo e eu né Eh problemas diários eh Temos vários livros Richard simonette tem alguns livros muito interessantes tem o não PIS na bola entre outros livros que são livros escritos para o público adolescente sente e que podem ser trabalhados também no Evangelho no ar então nós temos que que imaginar que o momento do Evangelho ele tem que ser um momento que seja atraente que seja enriquecedor que seja um momento de aprendizado então quando nós podemos trazer para esse diálogo no Evangelho no Lar o que tá acontecendo o que tá passando na cabeça das pessoas que estão ali participando isso pode ser muito útil eu fico imaginando por exemplo trazer fatos atuais nós temos agora tantas situações interessantes a serem debatidas como a questão das provações coletivas que nós estamos passando como as guerras nós temos questões de comportamento que podem ser trabalhadas no Evangelho no Lar como por exemplo feminicídio Podemos trabalhar a questão hoje relacionada da falta de autoestima que faz com que muitas pessoas comecem a se se desvirtuar para parecer com essa Ou aquele aquele ídolo para poder ser aceito ser mais popular Então são tem tantos temas que a doutrina espírita pela sua riqueza ela oferece pra gente condições de diálogo muito enriquecedora em relação a isso concorda Marquinho é interessante quando você traz essa questão do Evangelho eu lembro de uma família que o pai primordialmente terminava usando o momento do Evangelho lar para est resolvendo problemas confusões que ocorreram na família durante a semana e aí o que acontecia o evangelho
de uma família que o pai primordialmente terminava usando o momento do Evangelho lar para est resolvendo problemas confusões que ocorreram na família durante a semana e aí o que acontecia o evangelho ficava pesado né porque os jovens Às vezes as crianças não queriam participar Porque terminava sendo sermão que ele aproveitava o momento do evangelho para fazer sermão né quando você traz essa questão da gente ter no momento do Evangelho a o trabalhar os problemas eu diria que a gente enquanto pai enquanto Mãe nós vamos estar trabalhando nesses problemas de uma maneira genérica sem est apontando o dedo para um comportamento do nosso filho lógico se um filho se algum outro participante trouxer o assunto a gente trabalha mas nós não podemos estar utilizando aquele momento do Evangelho do lá para compensar a falta de diálogo em família que às vezes o que acontece é exatamente isso né como a família não tem eh essa situação do Diálogo termina se aproveitando aquele instante e para bater em alguns problemas então são as situações que a gente vai ter que est se observando no nosso dia a dia no nosso cotidiano quando se Traz essa ideia do Evangelho inar primordialmente quando tem adolescentes participando então é nós não vamos estar utilizando o evangelho doar para compensar a falta de diálogo trazendo problemas familiares que às vezes aqueles adolescentes estão gerando E aí vamos estar Relembrando Às vezes o problema não tá no adolescente mas de nós mesmos enquanto pais tá por não termos a possibilidade do Diálogo a gente acredita que esteja com eles quando na verdade nós somos os causadores do problema em si então fica só o alerta nesse momento Ok bom Marquinho eh André Luiz também no livro sinal verde ele nos fala sobre o nosso tom de voz E ele fala a voz descontrolada pela Cólera no fundo é uma agressão e agressão jamais convence converse com serenidade e respeito colocando-se no lugar da pessoa que ouve e educará suas manifestações verbais com mais segurança e proveito como é que nós podemos né
ssão e agressão jamais convence converse com serenidade e respeito colocando-se no lugar da pessoa que ouve e educará suas manifestações verbais com mais segurança e proveito como é que nós podemos né pensar nessa educar a nossa a nossa voz a nossa fala para que ela não seja e é conduzida pela agressividade nós vamos entrar numa coisa que é muito apregoado e muit das vezes pouco utilizado né que é a empatia se a gente tivesse no lugar do outro aí é a regra de ouro sempre né que Emanuel nos traz que isso existe em todas as culturas é coloque no lugar do outro se você tivesse no lugar do outro e a outra pessoa fizesse isso contigo o que é que você sentiria né normalmente a gente não faz isso nós naquele instante eh do processo em que estamos passando e aí é Relembrando mesmo nos deixamos ser levados Pelas nossas emoções tão chateado estamos com raiva e aí a gente vai agredir o outro né quando trabalhamos muito essa questão do diálogo e a espiritualidade é muito forte nisso que nos diz que para você poder dialogar você tem que estar se conhecendo você tem que poder eh saber daquilo que passa dentro de você para que você possa eh se segurar a fala anterior de André Luiz era muito nesse sentido né na psicologia não é muito diferente quando a gente estuda essa situação então para você dialogar você tem que ter serenidade e respeito e quando você traz essa proposta de serenidade e respeito você vai parar para ouvir muit das vezes numa situação dita de diálogo eu falo e você tem que me ouvir e algumas pessoas ainda falam assim você tá me entendendo tá eu tô falando Claro você tá me entendendo pessoal isso não é diálogo né então como é que fica essa situação o diálogo é você se colocar permitir que o outro se coloque né Óbvio Ah mas o outro tá chateado eu tenho que aumentar minha voz o erro do outro não justifica você errar também né E às vezes a gente faz exatamente essa situação o diálogo termina não acontecendo Então é às vezes quando você se conhece você tá chateado Você tá com
erro do outro não justifica você errar também né E às vezes a gente faz exatamente essa situação o diálogo termina não acontecendo Então é às vezes quando você se conhece você tá chateado Você tá com raiva Você vai falar assim ó vamos vamos pegar aqui uma situação trazendo eh de uma de uma de um pai querendo orientar uma filha né nesse início de definição profissional a filha quer fazer e uma definição pra sua vida e o pai não aceita aquilo né como é que fica a filha fica injuriada nesse momento fala assim meu pai não me entende ele não tá aceitando que eu tô corendo Op O que é que ela trou para ela a raiva trendo que o pai não a entende que o pai não a aceita quando na verdade se a gente for verificar eh esse adolescente aí é onde a gente termina não sendo educado para isso o pai quando faz um negócio desse o que é que ele tá querendo na verdade é uma proteção né minha filha pensa melhor quer dizer que o pai está certo não quer dizer que o pai tá errado também não ele tá fazendo papel que ele acha que seja certo né no que Ele tá dizendo ele pode tanto tá certo quanto tá errado mas às vezes por ele tá contrapondo um desejo nosso a gente já entra no confronto em vez de est entrando num diálogo Poxa pai não é desse jeito Ah o senhor tem que entender que o que eu tô querendo é isso que tá dentro de mim né e óbvio óbvio eh na no no processo do Diálogo família uma das orientações que a gente sempre passa é o chamado metacognição né O que que é essa metacognição é a gente pensar sobre o que a gente está pensando naquele momento que normalmente a gente não faz tá acabou o instante F assim eu fiquei com raiva do meu pai porque ele não me aceitou ó eu tô começando pensar sobre o que eu pensei pensar sobre o que eu senti normalmente a gente não faz isso e como nós não fazemos isso a gente não se educa a resolver os problemas que muit das vezes estão dentro de nós mesmo que é a meta cognição né Por que que eu fiquei com raiva do meu pai o meu pai naquele momento ele estava era não me
te não se educa a resolver os problemas que muit das vezes estão dentro de nós mesmo que é a meta cognição né Por que que eu fiquei com raiva do meu pai o meu pai naquele momento ele estava era não me aceitando não ele pensa diferente mas se for ver meu pai tava querendo ela me orientar só que o que ele tá me orientando não é o que eu quero da minha vida n né Lógico Você tem toda possibilidade de estruturar o que você quer mas você tem que estar conversando consigo mesmo e aí é uma coisa muito bacana né nesse processo nosso de autoconhecimento e até saber se ouvir sobre o que está acontecendo não entrou no diálogo entrou no confronto então depois que você sai daquele confronto não se resolveu para vai fazer uma avaliação sobre o que aconteceu faça essa meta cognição pense sobre o que você pensou pense sobre o que você sentiu conclua algumas coisas e depois você Opa Pai olha aqui sobre a conversa de ontem né aconteceu tal coisa assim assim eu pensei sobre isso Ó você tem toda a razão em querer me ajudar em querer me orientar mas eu tô querendo seguir o que eu acho que seja o melhor para mim nesse momento entendeu E aí você começa um diálogo a invz de um confronto o grande problema é quando a gente não aceita a posição do outro isso não dialogar né né porque você tá querendo na verdade é que o outro aceite a sua posição e não que você não está aceitando a posição do outro então o problema tá onde No outro ou em você né então fica pra gente tá analisando essas questões é mas ouvindo você falando eu fiquei pensando também naquelas situações em que há um um Franco desentendimento e às vezes muito desrespeito porque uma Gride de um lado outro agride do outro um grita de um lado outro grita do outro e muitas vezes dentro desse processo todo de uma maneira tão intensa as pessoas literalmente não se escutam E aí nem pode fazer metacognição porque ela tá tão eh eh eh eh necessitando tanto de vencer aquela discussão de impor-se em cima do outro que que a a possibilidade de entendimento fica realmente bastante
í nem pode fazer metacognição porque ela tá tão eh eh eh eh necessitando tanto de vencer aquela discussão de impor-se em cima do outro que que a a possibilidade de entendimento fica realmente bastante bastante distanciada e nos dias que nós estamos vivendo hoje em que às vezes uma situação muito pequena parece que solta uma fagulha para algo extremamente maior né de agressividade tanto no ambiente doméstico quanto muitas vezes no ambiente fora do Lar mas a gente tá falando muito dentro do Lar quantas agressões eh eh que poderiam ser evitadas dentro do Lar se o diálogo envolvesse essa questão do respeito do entendimento do reconhecimento de que eu posso não concordar com o que você fala mas isso não me dá o direito de desqualificar o que você falou que eu não posso est em cima disso eh eh trabalhar com com a situação de uma maneira eh belicosa né então nós temos que trazer de novo a pacificidade que Jesus nos ensina né a linguagem do amor e da compreensão Sim nós temos aqui h fala Desculpe é é até trazendo isso que você nos colocou eu tô lembrando de um trabalho que noss femos em setembro no campo experimental da febre aham em que a gente recebeu muitas demandas dos pais dos responsáveis pelos adolescentes que estavam na nossa juventude lá na evangelização e muito curiosa falava eh um entiado que buscava o pradas para o p pad Opa faltou aqui né padras né para conversar sobre a sua vida pois ele sentia é dificuldade de estar conversando com os pais biológicos né Isso foi uma coisa muito curiosa nesse trabalho que a gente fez e aí uma pergunta para você que trabalha muito com essa questão de família né qu Qual é a melhor maneira de agir nessa situação para que outros problemas não sejam gerados e por outro lado para que o jovem Não se sinta desamparado porque ele tem uns pais biológicos separados né Eh ele tem a dificuldade de estar conversando com esses pais biológicos e terminou tendo ali no padrasto a pessoa com quem ele poderia estar conversando isso pode tá gerando algum problema
eparados né Eh ele tem a dificuldade de estar conversando com esses pais biológicos e terminou tendo ali no padrasto a pessoa com quem ele poderia estar conversando isso pode tá gerando algum problema também na família ou não E como é que a gente pode tá eh orientando muito das vezes nessas situações de famílias reconstituidas não é verdade desse diálogo em família até mesmo com a família biológica é uma coisa que precisa tá claro né Marco a gente sempre sempre fala muito é que esse acordo do papel do padrasto da madrasta dentro da criação do enteado ele precisa ser bem pactuado do com o casal que tá ali envolvido né porque você tem tem um padrasto é porque tá casado com a mãe desse menino ou dessa menina e aí é preciso que esse casal converse dialogue muito sobre isso primeiro porque muitas vezes a gente vê alguns Alguns casais que nessas famílias reconstituídas em que eh a mãe ou o pai quer restringir aquela outra pessoa que está ali convivendo com o adolescente ou com a criança mesmo há um mero espectador né então é importante que que seja seja trabalhado essa amorosidade essa aproximação nós tivemos um programa sobre famílias reconstituídas com o Ricardo e a Verônica né E que esse acordo entre eles era um acordo muito colocado muito falado sem desrespeitar a figura do pai que existia o pai das da da das filhas né no caso das filhas de Verônica o pai biológico existia mas as filhas também tinham a possibilidade de conversar e falar sobre sobre os temas com eles mas isso tem que ter ser um acordo primeiro entre esse casal isso tem que ser conversado segundo ponto que eu vejo que é muito importante os valores que vão ser trabalhados ali não podem ser valores que que conflitem com que a mãe dessa desse adolescente falaria no no contexto mas às vezes essa facilidade essa possibilidade de de conversar com com esse padrasto com essa madrasta pode até ser explicada até pelo próprio reencontro da reencarnação porque pode não ter vindo daquela daquela linhagem biológica mas
ossibilidade de de conversar com com esse padrasto com essa madrasta pode até ser explicada até pelo próprio reencontro da reencarnação porque pode não ter vindo daquela daquela linhagem biológica mas uma linhagem espiritual de proximidade então é importante que isso seja conversado primeiro entre o casal antes até do problema aparecer quando a situação acontecer é importante que o casal tenha um espaço de troca Quanto quanto a isso desde que seja protegido uma questão de privacidade e sigilo do Adolescente porque muitas vezes ele foi falar uma questão que é uma questão muito íntima dele e que ele não pode ser exposto também então tem uma série de São uma série de aspectos que precisam ser colocados mas aí também temos que levar em consideração que o vínculo do casal pode ser abalado se não houver essa esse essa conversa depois do casal deveria ter ter havido antes mas também depois para que não tenhamos problema depois no próprio relacionamento conjugal porque essa mãe ou essa mãe pode se sentir traída né E pode aí também ter uma competição velada esse padr A tá querendo ser muito mais amigo e muito mais companheiro do que os próprios pais no sentido de ganhar um pouco mais de espaço é uma série de coisas mas é é é é mais conversa ainda que precisa ter em relação a tudo isso é E aí a gente vê que está em família tem uma razão de ser né o diálogo tem que tá aparecendo como um princípio normal natural necessário essencial Mas você trouxe uma coisa aí como o nosso tempo tá quase esgotando eh eu te passaria ainda mais uma questão que é sobre os casais que é a conversa entre os cônjuges você trouxe a ideia do dos Pais estarem conversando sobre a questão junto aos filhos mas trazendo os casais os cônjuges as dificuldade de comunicação que muit das vezes surge surgem né entre eles Cris é certo a gente afirmar que homens e mulheres usam códigos de comunicação diferentes e daí terminam nascendo alguns desentendimentos né a gente vê às vezes na brincadeira que quando a a mulher diz talvez ela tá querendo
rmar que homens e mulheres usam códigos de comunicação diferentes e daí terminam nascendo alguns desentendimentos né a gente vê às vezes na brincadeira que quando a a mulher diz talvez ela tá querendo dizer sim né e um homem quando diz talvez é talvez é isso mesmo n isso existem pesquisadores que estão se dedicando muito a isso inclusive chegando à conclusão que cérebros masculinos e femininos são muito diferentes né falam inclusive da questão da da evolução genética que nós temos E aí vemos todo todo toda aquela questão né de passarmos pela experiência no corpos masculinos e femininos porque tem um funcionamento diferente os espíritos nos falam sobre isso e hoje alguns pesquisadores têm achado têm chegado a essa conclusão de capacidade de ver ver uma situação é muito diferente do homem e da mulher então uma das questões de conflito de casais é o homem nunca acha o uma determinada coisa e a mulher vai lá pega imediatamente Olha tá aqui aí vai dar uma confusão muito grande e eh em relação a tudo isso porque Ah você só me demanda você me sobrecarrega né e do outro lado é não a mulher tem alguns códigos que ela usa que é para ficar fazendo charme mas não é é uma questão realmente de de Cultura de educação e ou hoje a gente tá vendo que é muito mais profundo do que isso no fundo no fundo eu sempre coloco que nós temos que tentar aprender o idioma do outro nós vamos para um país e aí vamos fazer o esforço para entender as palavras principais daquele país o código cultural que tá ali para que a gente não cometa nenhuma impropriedade e quando nós nos relacionamos como casa com como casal nós estamos entrando em contato às vezes com um outro código completamente diferente do nosso que foi desenvolvido não apenas pela questão sexual Mas pela questão também familiar porque em algumas famílias eh os hábitos as formas de se colocar são muito diferentes são muito eh eh eh eh às vezes fiz hoos completamente diferentes você falou muito no começo do programa da da da questão da libera da
amílias eh os hábitos as formas de se colocar são muito diferentes são muito eh eh eh eh às vezes fiz hoos completamente diferentes você falou muito no começo do programa da da da questão da libera da da expressão da emoção que em muitas situações isso é mais permitido para mulher era muito mais permitido paraa mulher do que pro homem mas nós temos também essa questão de de Às vezes a estereotipia né Ah porque a mulher então pode ser dramática ser utor e o homem tem que ser mais durão mas existem realmente diferenças e às vezes Marco o que que eu vejo uma impaciência de ambos os lados em se apropriar desses códigos né então é ah mulher por que que você diz talvez Então diga logo o que que você quer mas para ela não é tão simples e quando ele fala o que ele quer na lata Às vezes a coisa fica muito difícil né Então eh eh ah você é é muito seco é muito direto né ou você não consegue fazer um comentário eh apreciativo a mulher gosta mais de elogio o homem não não se importa tanto com isso também é a controvérsia porque tem homem que gosta também de elogio então é é tá se apropriando desse código de cada um com a ideia de que a gente tá junto sempre para aprender com o outro então a gente aprende tanto com essa diferença se a gente se abrir para aprender com isso eh talvez tenha que ter o mesmo prazer que a gente tem quando vai aprender um novo idioma que é quando você descobre como funciona você fala assim Ah agora eu sei como é que funciona de repente se a gente olhar pro nosso cônjuge desse jeito a coisa vai funcionar melhor bacana bacana é eu diria assim linda essa tua fala da gente aprender o idioma do outro né Isso vai tá facilitando o diálogo na família porque às vezes eh queremos nós que o outro nos entenda mas nós não nos esforçamos para poder entender o outro só que isso não pode ser só do meu lado né quando você diz um tem que entender o idioma do outro é o marido tem que buscar entender o idioma da mulher a mulher tem que buscar entender o idioma do marido
que isso não pode ser só do meu lado né quando você diz um tem que entender o idioma do outro é o marido tem que buscar entender o idioma da mulher a mulher tem que buscar entender o idioma do marido quando esses dois vão estar nisso eu diia assim ó o diálogo começa a funcionar perfeito né Ou seja biologicamente a gente tem explicação nesses comportamentos de comunicação diferentes existe né sociologicamente como você colocou culturalmente também tá as pessoas terminam sendo educadas nesse sentido mas quando estamos em em família é importante que a gente possa estar compreendendo nesse processo de facilitar a família estamos juntos por quê né não é à toa não é à toa então se eu estou com a minha esposa essa esposa tá com o marido nós vamos est não ele pensa diferente não é igual a mim na verdade é ele pensa diferente de mim o que é que eu posso fazer para poder compreender o que ele tá pensando o que é que eu posso compreender para entender o que ela está pensando né Eu esforço para que o diálogo possa ser exatamente isso aí nã mas Cristina o nosso tempo está esgotada a gente já chegou ao fim do programa né hoje ia ser um bate-papo de nós dois e vamos fechar esse nosso momento né Na semana que vem o que é que nós temos só um minutinho Marco antes da gente passar para da semana que vem nós temos aqui um bate-papo muito interessante dos nossos operadores dizendo que um gosta de receber elogio e é um homem e a outra que é uma menina dizendo eu tenho dificuldade de receber elogio Olha só né aqui a prova que não é a biologia que que determina Mas a forma como a gente trabalha e aí eu vou vou compartilhar o que o o it diz aqui elogio com responsabilidade é importante Sim a gente reconhecer que todos nós temos virtudes e da mesma forma que a gente pode receber críticas vamos também distribuir elogios porque as pessoas também se nutrem disso mas Marco na próxima semana nós temos uma coisa muito legal nós vamos conversar aqui sobre a educação para pais começa no lar é é o
s também distribuir elogios porque as pessoas também se nutrem disso mas Marco na próxima semana nós temos uma coisa muito legal nós vamos conversar aqui sobre a educação para pais começa no lar é é o nosso tema da semana que vem tá educação para PIS até porque nós estamos momento conturbado no mundo né exatamente a paz tem sido questionada em muitos lugares bacana educação para paz não percam então próxima quarta-feira estejam aqui conosco Curtam o nosso programa presenciem preparem perguntas e aguardamos todos vocês um abraço e até a próxima beijo a todos tau tchau somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa é independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por todo uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas formas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do. febtv.com.br e faça sua doação eu quero
e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do. febtv.com.br e faça sua doação eu quero viver Y
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