DEVO POSTAR NAS REDES SOCIAIS A CARIDADE QUE FAÇO? - Marlos Batista [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, >> boa tarde a todos. Vamos fazer uma prece para iniciar a nossa palestra, pedindo a Deus todo- poderoso que conduza essa explanação para que possamos atingir os corações necessitados dessa mensagem, que possa provocar as alterações necessárias. para a conduta no caminho do Cristo. Que todos nós sejamos abençoados pelos espíritos de luz dessa casa. O tema da palestra de hoje é se por acaso devemos postar nas nossas redes sociais a caridade que nós fazemos. Eu vi um podcaster falando a seguinte, inclusive ele não é cristão, ele é ele é judeu. Ele falando que ele achava uma palhaçada esse pessoal que ficava postando nas redes sociais, que a caridade que fazia, etc., que o foco dessas pessoas não era praticar o bem e sim chamar atenção para si próprios. Ou seja, uma forma de de elevar sua vaidade, de melhorar a sua própria imagem, enfim, perante os os outros, de mostrar que é uma pessoa do bem, etc e tal. E esse mesmo podcast, ele falou que mudou de opinião quando foi apresentado a ele, a ideia de que você colocar nas redes sociais dessa eventual caridade que você faz, eh, serve de inspiração para outras pessoas fazerem o mesmo, para as pessoas até se sentirem melhor ao saber que tem pessoas fazendo, realizando esse tipo de ação, etc. E acabou que ele mudou de opinião sobre essa postura de postar ou não nas redes sociais a caridade, a ajuda que faz ao próximo, etc. Nós espíritas temos no Evangelho Segundo Espiritismo uma passagem específica sobre esse tema em que Jesus no Evangelho no no capítulo 6 de Mateus de 1 a 4 ele fala o seguinte: "Tenham cuidado de não praticar suas obras justas diante de outros para serem visto por eles. Tenham cuidado na hora de praticar suas obras justas diante dos outros para serem visto por eles. Se fizerem isso, vocês não terão nenhuma recompensa do Pai Celestial. Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrado pelos outros. Eu lhes garanto que eles já receberam sua
ial. Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrado pelos outros. Eu lhes garanto que eles já receberam sua plena recompensa. Mas quando você der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o que está fazendo à direita, de forma que você preste a sua ajuda em segredo e seu pai que vê o que é feito em segredo o recompensará. Mateus capítulo 6 versículo de 1 a 4. Aqui já fica praticamente a nossa resposta. Então essa palestra se resume já nessa passagem de Jesus e falar assim: "Não, não devemos postar nas redes sociais". Não é bem assim. O que Jesus tá falando aqui de forma bem direta e objetiva é que se você faz uma ação para ajudar ao próximo e você publica isso, ou seja, dá publicidade para todos saberem o que você tá fazendo, que você tá ajudando esse próximo, a sua recompensa já foi dada, que é massagear o seu ego e o seu orgulho. Então, não devemos postar nas redes sociais. Calma, vou chegar lá. Aqui fica muito claro que se o nosso objetivo é a nossa vaidade de mostrar que somos boas pessoas, a recompensa já tá dada. Qual a recompensa? dos outros virem isso na gente. Então, não vai ser o nosso pai, o nosso Deus que irá nos recompensar isso lá na frente. Quando eu era apenas um estudante ainda universitário, isso já vai um bocado de ano, provavelmente algo em torno foi logo no começo do meu curso, então já vai uns 19 anos atrás. Eu tava no restaurante universitário e um amigo meu que tem uns 2 m de altura, ou seja, ainda mais alto do que eu, ele vinha falando, eu lembro perfeitamente que eu tava na fila para passar na catraca para ir almoçar. falando bem assim, que as pessoas fazem caridade é por vaidade, é por egoísmo, porque ou elas estão fazendo para poder chamar a atenção das outras pessoas de que ela é uma boa pessoa, ou se não é esse caso, ou seja, em segredo, é para se sentir bem. Então essa pessoa está praticando essa caridade com intuito de satisfazer o seu eu interior, ou com aprovação do próximo ou
oa pessoa, ou se não é esse caso, ou seja, em segredo, é para se sentir bem. Então essa pessoa está praticando essa caridade com intuito de satisfazer o seu eu interior, ou com aprovação do próximo ou com se sentir bem internamente. Ou seja, é egoísmo. Foi essa a a frase dele e que eu me lembro, eu passando pela catraque, eu pensando, eu já espírita, eu nasci numa família espírita, tive essa sorte de de nascer dentro de um pai e mãe espírita e de começar a ler ess livros espíritas desde os 14. E essa altura eu devia ter uns 19 anos, talvez. E naquela ocasião eu fiquei calado porque fazia todo sentido que ele tava me falando. Pô, realmente se eu tô fazendo para aparecer, eu tô tendo uma recompensa que é ter a visibilidade, ser honrado pelos outros, pela minha boa ação. E se eu não tô fazendo para aparecer, ou seja, as escondidas, tô dando as escondidas, digamos assim, é para satisfazer a mim mesmo, ao meu eu interno de que eu sou uma boa pessoa, ou seja, é egoísmo. E eu fiquei sem resposta, almocei sem resposta. Passei meses sem resposta como bom espírito e hoje, claro, na época eu refleti muito, mas hoje para mim é muito claro de que sim, o meu o meu irmão, o meu colega de de de curso, ele estava correto em partes, porque de fato, se a gente faz a caridade esperando a aprovação do próximo, ou seja, mostrando ao próximo, assim, a recompensa já está aí. Mas e na lógica interna? O meu egoísmo de fato satisfazer apenas o o meu ego, entre aspas, também é egoísmo. Ele tava certo? Não, não tava. Hoje para mim é muito claro dizer que ele não tava certo, que porque sim, apesar de ter essa satisfação interna, essa sensação de dever cumprido que o nosso corpo carnal, material, físico, nos recompensa através da dopamina, toda vez que a gente realiza uma tarefa, que a gente cumpre essa tarefa, o cérebro dá uma descarga de dopamina e recompensando como animais que somam daquela tarefa realizada. Ao praticar um ato de caridade, esse tipo de recompensa também vem no nosso cérebro.
essa tarefa, o cérebro dá uma descarga de dopamina e recompensando como animais que somam daquela tarefa realizada. Ao praticar um ato de caridade, esse tipo de recompensa também vem no nosso cérebro. Sabe quando vem essa recompensa? Também quando a gente tá no celular, que a gente tá passando feed, que a gente dá risada de alguma coisa, vem essa recompensa. Quando a gente tá com a pilha de louça para lavar, que a gente vai lavar aquela louça e consegue lavar, dá uma recompensa. Só que obviamente a pilha de louça demora mais para ver essa recompensa, porque é grande o celular o tempo todo e a gente meio que vicia também nesse ato. Mas esse tipo de recompensa não tira o mérito no que as próprias palavras de Jesus diz de ser em segredo pra mão esquerda não saber o que a direita faz. não tira o nosso mérito do ato bem realizado, que ainda que seja para satisfação pessoal, uma recompensa cerebral, é uma boa atitude. E o fato de não estar procurando a recompensa alheia, ou seja, o reconhecimento alheio, tem um mérito muito grande aí, porque no livro dos espíritos, enfim, em toda a doutrina espírita, nós sabemos que a pior, o pior defeito hoje presente na humanidade é o orgulho. O orgulho está intimamente relacionado com a vaidade. O egoísmo vem a galope junto desses dois. Por que que o orgulho é o principal defeito para o espiritismo? Porque o orgulho é o que nos impede de reconhecer os nossos defeitos, as nossas falhas. Se nós não temos a capacidade de reconhecer os nossos defeitos, as nossas falhas, como nós vamos aprender e melhorar? Se o objetivo do do segundo espiritismo nosso é de como o espírito sempre tá evoluindo, se melhorando, principalmente moralmente, mas também intelectualmente, o orgulho, ele é o principal impecílio. Quando lemos algum livro espírito, algum de repente em alguma reunião mediúnica que temos oportunidade de ver algum espírito sofredor manifestando lá, ele pode estar com ódio, ele pode estar com rancor, ele pode estar com muito sentimento, mas a base é o orgulho que
ião mediúnica que temos oportunidade de ver algum espírito sofredor manifestando lá, ele pode estar com ódio, ele pode estar com rancor, ele pode estar com muito sentimento, mas a base é o orgulho que lançou ela naquela situação. É o orgulho. o orgulho, porque de repente o que agora ele é o gozo, outrora foi ao gozo dele, ou seja, o fez mal, teve o orgulho ferido. E ele dentro desse orgulho se sentiu na necessidade de buscar a vingança. E é nessa busca da vingança que os espíritos obsidiam, perseguem, tentam acabar com a vida, estragar com a vida, principalmente depois que já estão desencarnados. E quando a gente vê esses irmãos manifestando ou nos livros ou próprio nas reuniões mediúnicas, toda a base daquele sentimento que ele vem é o orgulho que estar por trás. Não por acaso quando esse espírito ele começa a estar numa situação que é espiritualidade superior, os espíritos que o o o bem querem, que o querem que ele saia daquela situação, é justamente quando ele começa a ter algum nível de arrependimento. Se você tem orgulho, você não tem condições de arrepender, de se arrepender e procurar se melhorar. Então, esses irmãos quando já começa a demonstrar o nível de arrependimento, é justamente quando ele vai quebrando esse orgulho que existia nele. E aí, finalmente os espíritos superiores começam a ter o acesso a ele, que é quando geralmente leva para um hospital no mundo espiritual ou quando no nível mais material que precisa de um de um choque material e até uma comunicação material. Saibamos que há vários níveis. Há muitas moradas na casa do do meu pai, mas no mundo espiritual a vários níveis. Um espírito numa situação mais material, para não dizer mais trevosa, ele não percebe, ele não vê e ele não percebe, ele não sente a presença de espíritos mais superiores. Eles não vê, simplesmente não vê, porque ele está no nível de depuração, entre aspas, menos material. Porque vale lembrar o seguinte: os irmãos desencarnados é material. O perespírito é material. Mas como assim? Eu não consigo ver o
, porque ele está no nível de depuração, entre aspas, menos material. Porque vale lembrar o seguinte: os irmãos desencarnados é material. O perespírito é material. Mas como assim? Eu não consigo ver o perespírito. O fato de não conseguirmos ver o perespírito não quer dizer que ele não seja material. O espírito que é a centelha de sabedoria, ele sim, mas todo espírito aqui na terra, ele ele é coberto de um envoltório material chamado de perespírito, que é o que faz a ligação com o corpo quando nós estamos encarnados. Esse perespírito, por ser material, ele é moldável. Não por acaso. Quando a gente desencarna, geralmente a gente leva o mesmo formato do nosso corpo. A gente tá lá no mundo espiritual com esse mesmo formato porque moldou esse perespírito. Porque a nossa mente, que é o que é o espírito em si, ele entende que a forma minha é essa, com dois braços. Então, quando você está nesse mundo espiritual, esse esppera espírito que é material e o espírito que tá numa condição mais material, para não dizer trevosa, porque quanto mais baixo o nível evolutivo do espírito em questão, menos ele consegue perceber espíritos de nível superior. Vale lembrar que no no miss Missionário da Luz, não, perdão, eh em nosso lar, no primeiro livro nosso lar de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, a mãe de de André Luiz, quando desce de nível superior para ir para nosso lar, ou seja, já deixa claro que nosso lar não é exatamente o céu na terra, tem níveis ainda maiores. Na realidade, nosso lar está na nas fronteiras do umbral. E quando a mãe de de André Luiz desce para finalmente conversar com ele, quando ele finalmente já tá pronto para poder entrar em contato com a mãe, ela relata que o pai de André Luiz está num umbral com dois espíritos obsessores que foram amantes dele e que ela já vinha há anos tentando contactar com ele, conversar com ele, ter algum nível de acesso a ele e não conseguia. não conseguia simplesmente porque ele estava embebido naquele sentimento baixo e autoobsessão entre ele e aquelas duas
ctar com ele, conversar com ele, ter algum nível de acesso a ele e não conseguia. não conseguia simplesmente porque ele estava embebido naquele sentimento baixo e autoobsessão entre ele e aquelas duas entidades. E a mãe de André Luiz no nível mais depurado, simplesmente era imperceptível para ele. Qual a solução que esse espírito mais evoluído achou de demonstrar o amor dela por aquele ex-marido e as duas amantes? Nós vamos reencarnar. que eu vou tornar a ser esposa dele e mãe dessas duas irmãs que agora se se obsidiam lá no umbral, ou seja, uma demonstração mais pura de amor. Então, muito claro que não há esse nível de acesso. Então, os irmãos desencarnados, quando eles estão nesse nível, é quebrando o orgulho e que você consegue finalmente trazer algum nível de arrependimento para aí sim começar a trabalhar o sentimento daquele daquele irmão encarnado ou desencarnado para daí sim ele ter algum nível de perspectiva, de evolução, de reconhecer os próprios defeitos e de traçar de forma até às vezes intelectual, enfim, racional, qual o caminho que ele precisa cumprir para espiar. Estamos no planeta de provas e expiações. E a palavra espiar vem justamente daí. Espiar que nada mais é do que pagar aquelas dívidas que a gente acumulou ao longo de várias existências. Eu tenho certeza aqui, irmãos, que todo mundo, encarnado e desencarnado, que tá nessa sala e que tá na internet nos vendo, fez alguns, para não dizer centenas de crimes deiondos ao longo de outras encarnações. Eu tenho certeza. Por mais que nessa vida, graças a Deus, espero que todos ainda não não já tenham superado essa fase, mas se não superou, todo mundo pode ter um novo fim, não pode não ter um conseguir fazer um novo começo, mas todos temos a possibilidade de fazer um novo fim. Mas eu tenho certeza que em alguma vida a gente já fez alguma eh maledicência, enfim, que acabamos com vida de outras pessoas e provocamos às vezes mortes em massa e etc. Isso é muito comum porque no processo de aprendizado do exercício do
a gente já fez alguma eh maledicência, enfim, que acabamos com vida de outras pessoas e provocamos às vezes mortes em massa e etc. Isso é muito comum porque no processo de aprendizado do exercício do livre arbítrio, a gente erra e requer inteligência para aprender com os erros alheios. É difícil. É difícil aprender com os erros alheios. Parece fácil, mas não é. Logo, quando a gente traz paraa lógica da caridade, nós temos a essa passagem aqui do espírito da irmã Rosáia, uma psicografia no livro Evangelho Segundo o Espiritismo, que ela traz praticamente é o segundo mandamento de Jesus. Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que queríamos que nos fosse feito. É basicamente amar o próximo como a ti mesmo. E ela fala assim como Jesus, toda religião, toda moral se encerra nesses dois preceitos. Toda religião, toda moral se encerra nesses dois preceitos, trazendo paraa lógica da caridade de ajudar ao próximo se eu devo ou não postar nas redes sociais ou da publicidade aquela ação que eu tô fazendo. Aqui a gente já tem uma reforço da noção, o seguinte: se eu estou recebendo ajuda, estou numa situação miserável, necessitado, obviamente algum nível de orgulho, porque o orgulho ainda é comum a nós aqui no planeta Terra, nesse planeta ainda de provas e expiações, eu vou me sentir satisfeito em ter o meu rosto estampado numa rede social da minha miséria de que eu estou sendo sendo ajudado pelo próximo, seja lá qual qual esse nível de ajuda. Via de regra não. Via de regra não. Aí você pode falar n Então você só tá conduzindo essa palestra toda para dizer que não, não devemos postar nas redes sociais a caridade que a gente faz. Calma, eu vou chegar lá. Via de regra, não, porque além do nosso orgulho, enfim, que a gente tem que quebrar com ele, o oposto do orgulho é a humildade, a gente não gostaria de ser recebido dessa forma. E Allan Kardec, nessa, nesse capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec ele fala com todas as palavras assim que eu acho que aplica muito a nós
não gostaria de ser recebido dessa forma. E Allan Kardec, nessa, nesse capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec ele fala com todas as palavras assim que eu acho que aplica muito a nós irmãos espíritas, que ele fala assim que muitas vezes a pessoa que tá dando com a mão esquerda deixa rastros para que a direita saiba o que foi que ela deu com a mão esquerda. Esse ainda pior. E aí acho que aplica muito a nossos irmãos espíritas que muitos a gente nós fazemos essa caridade deixando um rastrinho para que alguém ali próximo da gente, etc. Uma pessoa que a gente admira, etc. Saiba que a gente tá fazendo essa caridade. Não, mas foi escondido. Eu não queria que ninguém soubesse. Ó, que você descobriu? Não, não, não sou nada disso. Aquela falsa modéstia, orgulho, vaidade, ainda manipulando o próximo para parecer que a caridade é genuína. Mas você, meu Deus do céu, Marlos, eu já fiz isso. Eu já fiz isso. Acredito que todos nós já fizemos, porque a gente quer ser descoberto que a gente tá fazendo o bem. E qual é o e que eu vou pagar por isso? Meu Deus, agora eu tô pecando. Não, nós espíritos não temos esse conceito de pecado. Mas e aí o que que acontece? Já foi pago, meu irmão. Essa caridade que você fez, que eu fiz, já foi paga. Paga como? Com o reconhecimento daquele que tava próximo, de de enxergar você com a visão de alguém, de repente mais caridoso do que de fato é. Eu posso falar por mim, porque eu sempre tive muita resistência de dar dinheiro na rua quando alguém vi me pedir. Ou porque aparentemente, visivelmente a pessoa ela tinha um aspecto de de eu tá perdida no alcoolismo ou nas drogas. E aí eu já parto daquele princípio, não, eu não vou dar porque eu vou estar contribuindo para pro alculismo da pessoa, pra droga da pessoa. Ou de não isso de falar assim, essa pessoa é um pedinte profissional, é a profissão dela pedir, eu não vou estar reforçando isso, ela tem que procurar um emprego que é melhor para ela. Eu não passei meses meditando sobre isso, foram anos.
ssoa é um pedinte profissional, é a profissão dela pedir, eu não vou estar reforçando isso, ela tem que procurar um emprego que é melhor para ela. Eu não passei meses meditando sobre isso, foram anos. E a conclusão que eu cheguei antes disso, eu tive um tapa na cara fortemente de um primo meu que uma vez no na porta-luva do carro dele eu abri tinha um pacotinho de dinheiro, não devia ser muito, mas algo em torno assim de de uns R$ 200 em notas pequenas. Falou: "Rapaz, porque você deixa isso aqui no no seu porta no seu porta-luva, tá maluco? Alguém pode roubar esse trem aqui?" Ele falou: "Não, é porque como a gente anda muito de cartão agora e Pix, eh, não, na realidade na época nem tinha Pix, era cartão mesmo. Tô pagando tudo no débito, no crédito. Eu deixo esse pouquinho de dinheiro aqui para toda vez que aparecer alguém me pedindo, eu tenho eu tenho de onde dar imediatamente. Então, tapa na minha cara violento aquilo ali. Claro, naquela época eu já tinha meditado muito a respeito, já eh eh pensado muito a respeito, porque hoje realmente com Pix, então aí que eu não ando com dinheiro mesmo. E aí, e aí meditando muito a respeito desse tema, eu cheguei à conclusão o seguinte: primeiro, tem um exemplo de Chico Xavier no livro, acho que é a biografia dele mesmo ou é por trás do velho do Baía, não lembro, não vê esses dois livros, em que Chico Xavier na fila, fazendo a caridade do do dinheiro que ele recebia, dos livros, tantos livros que ele publicava, eh ele fazia fila e dava desde alimento, roupas, enfim, dinheiro vivo, inclusive. E ele lá na fila junto com com os outros ajudantes dele dando dinheiro. Chegou uma das ajudantes, falou assim: "Chico, tem uma fulana que está ali na fila que o pai que o marido dela trabalha, ele não ganha mal não. E ela tá aqui na fila para poder pegar ainda o pouco que tem para dar pros pobres e ela não é pobre. Eu posso tirar ela da fila?" E Chico, e Chico respondeu: "Não, não tire não, porque a eh, irmão, a gente não sabe quem é realmente necessitado."
o pouco que tem para dar pros pobres e ela não é pobre. Eu posso tirar ela da fila?" E Chico, e Chico respondeu: "Não, não tire não, porque a eh, irmão, a gente não sabe quem é realmente necessitado." E você, a gente meditando sobre essa, essa fala de Chico, a gente pensa o seguinte, tem duas opções. Ou o marido dela realmente tinha dinheiro, condições, ela realmente não precisava estar lá. E se ela não precisava estar lá e ela estava, Chico estava completamente certo. Ela é uma necessitada. Ela é uma muito necessitada de estar num ambiente para pegar uma fila, para poder pegar um dinheiro que ela não precisa, irmãos, ela é muito necessitado. Ou a segunda opção, que ninguém sabe o que tá no íntimo, se tá envolto em dívidas severas, que a pessoa às vezes tá faltando dinheiro até para poder comprar o alimento mesmo. Às vezes ela tava lá como necessitada também real, mas aí material de fato, precisando do dinheiro para poder comer, porque a gente não sabe exatamente o que dá. Então, qual o papel? É praticar caridade. A gente não sabe exatamente qual a cruz que a pessoa tá carregando. E a outra situação que me ocorreu foi o seguinte, o pedinte profissional que às vezes tá ali pedindo, que a gente às vezes pergunta assim: "Ah, não vou dar não, que ele já ganha muito dinheiro aqui pedindo". Aí eu me fiz uma essa pergunta algumas vezes, eu falei: "Eu no lugar dele, tendo a necessidade, eu ficaria durante horas ali pedindo embaixo do sol quente para ganhar, sei lá, 100, 150, talvez até mais, R$ 200 um dia? Com certeza não. Então, ainda que eles sejam pedite profissional, é um trabalho ádo ficar pedindo. Ah, mas isso não é trabalho. Ficar embaixo do sol sendo humilhado pelos outros. Não é um um trabalho difícil, inclusive. E a irmã Rosáliia, ela fala o seguinte: "A caridade moral consiste em vos suportardes uns aos outros. Ela fala da caridade material e vem falar da caridade moral, que essa é a mais maravilhosa pro nosso contexto atual, que cada vez menos pessoas estão necessitando do básico material.
s uns aos outros. Ela fala da caridade material e vem falar da caridade moral, que essa é a mais maravilhosa pro nosso contexto atual, que cada vez menos pessoas estão necessitando do básico material. A caridade moral consiste em vos suportardes uns aos outros o que menos fazis nesse mundo inferior em que estais momentaneamente encarnados. Há grande mérito, acreditai, em saber calar que o outro mais tolo, mais tolo, ela não tá falando com o outro tolo, não, o outro mais tolo, que também somos tolos, possa falar. É grande mérito em saber calar para que o outro mais tolo possa falar. Isso é também uma forma de caridade. E mais à frente ela fala, é das mais difíceis, inclusive. Ô irmãos, nesse tempo de de redes sociais, tanta coisa que a gente ouve das pessoas falando que a gente vai lá e redarguia, etc. e a briga fica completa no grupo de WhatsApp da família ou não. Às vezes é só porque a pessoa pensa politicamente diferente. Eu sou mais aliado à direita, é mais aliado à esquerda. O cara tá falando uma coisa lá que eu considero a maior besteira idiotícia do mundo. E eu vou lá e play, altero totalmente minha situação, fico nervoso. Os irmãos que estão em volta desencarnados, que às vezes não é nem obsessor, só querem ver a briga mesmo, só a desídia mesmo, vão lá ainda estimulam. Briga, briga, briga, briga, briga. A troco de quê? De nada. Ah, mas ele tava certo. Ah, mas ele me ofendeu. Caridade. Vamos praticar caridade moral que é mais difícil. A caridade moral é a mais difícil. Você quer ver onde é mais difícil ainda com aquele irmão, com aquele pai, com aquele tio, às vezes com aquele filho que vem cheio de razão, de autoridade, etc., falar uma pilera pra gente, uma uma um desaforo e a gente no alto da nossa razão entra lá em conflito, às vezes até nas vias de fato e a gente não praticou essa caridade de calar a boca. É uma caridade moral e é mais difícil de fazer. E a gente entrando nesse planeta de regeneração, descendo de provas e expiações, onde os problemas materiais
não praticou essa caridade de calar a boca. É uma caridade moral e é mais difícil de fazer. E a gente entrando nesse planeta de regeneração, descendo de provas e expiações, onde os problemas materiais de falta de alimento, de roupa, de etc, vão ficar cada vez menores, é este o nosso desafio atual, a caridade moral. E já finalizando, tem uma passagem também pelo espírito de Cheverus no Evangelho Segundo Espiritismo, que porque esse capítulo para mim resume completamente como deve ser feita a caridade. Rico dá do que te sobra. Dá do que te sobra. Faz mais, dá um pouco do que te necessário, porquanto que de necessitas ainda é supérfluo. O que você ainda acha que você necessita, ainda é supérflo. Quem é rico, mas dá com sabedoria. Dá com sabedoria. Não repilas o que se queixa. Não repilas o que se queixa. Quem te vem reclamando, escuta. Escutar é um ato de caridade. Com receio de que te engane. A gente tem medo. Ah, vou vou. A pessoa tá vindo reclamando aqui, pedindo dinheiro, não vou dar não, porque ela tá me enganando. Calma, não precisa ir. Vá à origem do mal. Como é que você vai à origem do mal do que a pessoa tá sofrendo, escutando? Isso requer tempo. Tempo é uma doação do seu tempo. É uma caridade. Alivia primeiro. Quem tem fome, você precisa de que alivia? Está doente, você precisa do remédio, precisa que alivia. Alivia primeiro. Em seguida, informa-te e vê se o trabalho, os conselhos, mesmo a afeição, não serão mais eficazes que a tua esmola. Ou seja, às vezes você dá o trabalho para aquela pessoa, você dá o conselho para aquela pessoa ou a afeição, afeto para aquela pessoa, às vezes ela o que ela tá mais precisando não é o seu dinheiro. Isso é caridade, porque requer tempo, requer cérebro, requer raciocínio. É você escutar uma pessoa ali falando um negócio, falar: "Meu Deus do céu, hora disso aqui, vou logo embora". É que entra justamente nessa lógica da caridade moral. Porque quando o irmão diz que não tem dinheiro, que muitos acontecem, ô tô apertado aqui, eu tô tô devendo cartão
a disso aqui, vou logo embora". É que entra justamente nessa lógica da caridade moral. Porque quando o irmão diz que não tem dinheiro, que muitos acontecem, ô tô apertado aqui, eu tô tô devendo cartão de crédito, meu salário desse mês já tá comprometido, do próximo eu não sei o que que eu vou fazer, mas você tem algum tempinho para dar para alguém, para ouvir, para as vezes dar um conselho, uma orientação para calar diante do mais tolo? E aí, irmãos, para finalizar, voltando paraa questão central, devo ou não publicar nas minhas redes sociais a caridade que eu faço? Em princípio, não. Por quê? Porque a gente arruma dentro da nossa inteligência subterfúgios, argumentos pra gente postar nas redes sociais e ter o reconhecimento, as honrarias do próximo de que somos pessoas boas. Mas de fato as redes sociais são uma forte ferramenta para ajudar como inspiração, como exemplo para que mais irmãos pratique a caridade. Então meu conselho aí, o conselho meu de Marlos, que vos fala é que já que tem esse poder que as redes sociais têm de influenciar, de trazer, não poste a sua caridade, poste a caridade do outro, de repente do grupo espírita, do grupo evangélico, de um padre que fez uma caridade bonita. de uma organização que tem um projeto maravilhoso, que ajuda o próximo. Sem a intenção é postar nas redes sociais, poste do próximo, pose do outro. Ah, mas eu quero postar do meu porque não tem problema, posto do seu, mas vai tá pago. Sua recompensa vai ser postar nas redes sociais, tá pago. É isso, irmãos. Muito obrigado. Obrigado pela reunião. Obrigado pela paciência. Obrigado pela oportunidade. Agora a gente vai ficar com a palestra, perdão, com o passe virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o
sica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome,
tinuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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MAYSE BRAGA - GENEROSIDADE [PALESTRA ESPÍRITA]
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COM PACIÊNCIA, TUDO VIRÁ... - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Leandro Irigonhê
EU SOU BOM - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto