Deus e a destinação do ser - Alberto Almeida
Acompanhe a abertura da 28ª Conferência Estadual Espírita, promovida pela Federação Espírita do Paraná, que em 2026 tem como tema central “O problema do ser, do destino e da dor”, inspirado na obra e no pensamento de Léon Denis, homenageado pelos 180 anos de seu nascimento. O encontro reúne estudiosos e conferencistas do movimento espírita para reflexões profundas sobre a existência humana, o sofrimento, o destino e as possibilidades de crescimento espiritual à luz da Doutrina Espírita. 📅 Realização: 13, 14 e 15 de março de 2026 🎓 Promoção: Federação Espírita do Paraná (FEP) Seja membro deste canal e ajude a Mansão do Caminho: https://www.youtube.com/channel/UCwrG3IHZaEaFCHY1lXnPS9g/join Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/
Tá, queridos amigos, caros companheiros de caminhada, constituindo a mesa, internautas conectados pela rede mundial de computadores, a minha alegria de poder trazer fazer o açaí a opinião. Não corras, não tenhas pressa. Aonde tens que ir é só a ti. É Juan Jimenees, o poeta, fazendo-nos menção a necessidade da presentificação. Somos aqueles que não nos damos conta do que representa a nossa existência. A um olhar estreito, nos perdemos na sombra que se revela através do nosso corpo concreto, demasiadamente concreto, mas profundamente vazio numa visão da física. A nossa Constituição requer o repouso de mais de sete octilhões de átomos, que representa a bagatela de 7 x 10 + 27 zeros para configurar aquilo que representa a nossa estrutura corpórea e que composta com um pouco mais de 10 átomos. retémbilionada do ponto de vista da eletrônica, a tal ponto do espírito Emanuel dizer que nós caminhamos carregando um turbilhão eletrônico. Essa estrutura, ela tem uma conformação extraordinária a partir de um encontro afetivo entre um espermatozoide e um óvulo numa extraordinária caminhada, num périplo, aonde o espermatozoide, depois de ser lançado no lago seminal, no interior da vagina, faz uma caminhada de muitas horas até alcançar a trompa de Falópio. e poder fazer o seu encontro com aquela que é a representação da feminilidade, o óvulo ali esperando para esse encontro nupcial, por assim dizer. Esse mergulho, configurando como a fecundação estrutura um ponto, parágrafo numa folha em branco, se pudéssemos olhar de tão pequeno que é. Esta célula inicial, uma célula tot potencial que tem todo o poder, vai se multiplicando numa perspectiva de divisão geométrica. 1 2 4 8 16 32 64. E assim ela vai ciclopicamente, enquanto que uma esteira, através de pequenos filamentos que se constituem nas trompas de Falópio, fazem a movimentação dessa estrutura agora que se mostra incapaz de fazer qualquer movimentação contrário àquilo que se estabelecia com espermatozoide, que foi ao encontro do óvulo para fecundá-lo.
o, fazem a movimentação dessa estrutura agora que se mostra incapaz de fazer qualquer movimentação contrário àquilo que se estabelecia com espermatozoide, que foi ao encontro do óvulo para fecundá-lo. Agora, essa estrutura é trazida para o interior do útero e são esses batimentos ciliares que levam a estrutura do ovo ou zigoto ao encontro do útero para uma extraordinária movimentação. Depois de que s dias se decorrem, ele mergulhar como se fosse num tapete muito felpudo, estruturando um conjunto de folículos que vão se desdobrar de um modo até hoje incompreensível para a biologia, para a embriologia, para tudo que se possa debruçar sobre o ser humano. Como é que uma célula única ela pode se desdobrar em tantas outras manifestações, conformações e funções? Qual aquela que o corpo físico haverá de dispor depois do seu desenvolvimento adulto. Depois de se constituir dentro do útero, constituindo o embrião e exatamente entre o quarto, quinto, quinta semana até a oitava, vai se estabelecer aquilo que se chama o período embriogênico, aonde se formata o que será aquele que vai ser mais tarde o adulto. É como se fosse uma estrutura através da qual, depois, virando o embrião afeto, haverá apenas o desenvolvimento e a maturação de toda aquela estrutura constituída rascunhada no período embriogênico. Esse é um período fantástico, quando a dobrada do mês, quando avança para a nona semana, nós entramos no período fetal. aonde a estrutura daquele ser vai se constituindo, se concretizando em tamanho, em maturidade, para que depois de 9 meses ela possa emergir no primeiro túnel que ela deve atravessar, que é o canal vaginal para emergir no mundo. Absolutamente desafiador. ou através de uma cesárea, ela é abduzida pela mão de alguém que traz para esse mundo de uma forma um tanto traumática para que ele em se colocando no mundo seja mais um para fazer uma jornada. Esse corpo que na sua estrutura mais terminal de um adulto constituído vai dispor de 100 trilhões de células com as características mais diversificadas
do no mundo seja mais um para fazer uma jornada. Esse corpo que na sua estrutura mais terminal de um adulto constituído vai dispor de 100 trilhões de células com as características mais diversificadas possíveis, tendo aquelas que desempenham a função mais delicada do cérebro, guardada num escrínio, que é a calota craniana e a coluna vertebral, o chamado sistema nervoso central, que depois se ramifica para todo o corpo, sustentando a ligação de uma psique com uma estrutura física. Há um olhar hoje da psicologia, da psiquiatria, da da biologia, que se mostram na tentativa de decifrar esse ser tão complexo, tão enigmático, que é o corpo humano expresso na sua manifestação mais madura, adulta. São 87 bilhões de neurônios que coordenam toda a estrutura física e a neurociência hoje ganha destaque na academia para significar aquilo que somos e ganha um status às vezes demasiadamente grande, porque as ciências de então elas se debruçam para estudar a estrutura física. A academia ainda se detém majoritariamente, grandemente, para estudar o corpo físico, a matéria, porque para além dela falece-lhe as observações, os instrumentos de aprofundamento para poder, de algum modo esclarecer o que é este tão grandioso, tão extraordinário chamado ser humano. Portanto, numa perspectiva, num olhar filosófico, nós vamos encontrar no mundo, nesses dias este ser sendo definido por uma ótica ou por outra ou por outra, que faz menção a sua forma de observação do que ele significa e para que ele veio, qual a sua destinação. E é nesse olhar que a doutrina materialista, a filosofia materialista e ate dadas, definem-nos como um corpo físico pura e simplesmente, e como o cérebro, como suando sendo a estrutura fundamental que nos caracteriza e de que os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, saudade, manifestações emocionais, afetivas, sentiment mentais, psicológicas, pensamentos, tudo derivam do cérebro. A estrutura básica do ser é o corpo. No corpo, a estrutura cerebral o define e tudo que advém são satélites
emocionais, afetivas, sentiment mentais, psicológicas, pensamentos, tudo derivam do cérebro. A estrutura básica do ser é o corpo. No corpo, a estrutura cerebral o define e tudo que advém são satélites da expressão dessa estrutura neurológica. É assim que o materialismo trata, define e caracteriza aqueles que se movem sob esse olhar filosófico. Desse modo, nós não temos nenhum peixo de, em, olhando a filosofia materialista, desconsiderar aquilo que é o ser depois do 14º dia de fecundação no útero, porque ainda não há nenhuma célula nervosa formada e que, portanto, não existe vida, porque o cérebro ainda não está constituído, já que o neuroblasto, a primeira célula nervosa, surge mais ou menos em torno do 14º dia. Este olhar é um olhar que define, portanto, a vida para o materialista. Mas mesmo que siga o corpo se desenvolvendo, o cérebro ainda não tem uma estrutura madura e é possível, portanto, eliminar o ser do útero, desde que sob esse olhar caracterize-se de que aquele ser está se desenvolvendo anômalamente. Basta fazer uma pesquisa do líquido amniótico e poder perceber que ali desenvolve-se um ser que traz a trissomia do cromossomo 21, que caracterizar a síndrome de Dal. Quando ser emergir, ele trará essa síndrome ou a síndrome de Patu, ou diante de uma outra sonografia que lhe falte uma parte do cérebro. E, portanto, é alguém que não tem uma parte do cérebro nervoso central, caracterizada erroneamente pela medicina como um anencéfalo. Ele tem cérebro, mas não tem completamente. Ele não é um ser sem cérebro, porque se ele fosse sem cérebro, ele não conseguiria se constituir. Os ditos anencéfalos descobertos através de uma outra sonografia autorizam a filosofia. materialista a excluir aquele embrião ou agora feto do ser que está posto dentro do ventre materno, porque é uma vida inviável. O anencéfalo deverá emergir e viverá alguns dias, quando muito, alguns meses, mas não será um ser que terá vida de relação, terá uma vida como que vegetativa e, portanto, não temos por
vida inviável. O anencéfalo deverá emergir e viverá alguns dias, quando muito, alguns meses, mas não será um ser que terá vida de relação, terá uma vida como que vegetativa e, portanto, não temos por incluí-lo como um ser humano. E por isso o Supremo Tribunal Federal, numa atitude infeliz em seu tempo, poôde definir a autorização legal do aborto para os ditos fetos anencéfalos. É uma visão filosófica materialista que vendo um feto, não tendo os pés, autorize a mãe a tirá-lo. Ou uma síndrome cromossômica, ou uma alteração genética, ou uma alteração que apresente qualquer teratologia, é possível tirá-lo porque ele será um ser deficiente. É um olhar bem espartano que olha mais para o ser que vai para guerrear do que um ser que vai para viver a estética, a ética, a alegria de viver. É Esparta que não deu nenhum geômetra, nenhum poeta, nenhum filósofo para a humanidade. É uma visão filosófica materialista que enseja de que estejamos é ameaçados quando estamos no escrinho mais importante, mais sagrado, que se converteu num campo de concentração chamado útero. E quando o ser consegue viver essa fase, porque se apresente normal do ponto de vista anátomo fisiológico, quando ele surge para o mundo, a visão materialista o condulo sempre com esse olhar. E se ele vai no envelhecimento, a exemplo do renascimento ou do nascimento na visão materialista, é também aí que a visão materialista apruma o seu olhar para definir a vida como um corpo e não titubeia nos países às vezes de maior desenvolvimento do ser humano na terra consagrado, para que a eutanásia possa se constituir o suicídio assistido desde que o indivíduo ou a família se o queiram e os profissionais podem fazê-lo com a chancela do Estado. É a visão materialista. E se no decorrer da existência aquele indivíduo com esse olhar faz com que a vida seja reduzida à matéria. E se ele for subtraído, por exemplo, por uma intervenção injusta dentro da família, ele não tubeia. em tirar a vida de alguém que de algum modo feriu a sua
faz com que a vida seja reduzida à matéria. E se ele for subtraído, por exemplo, por uma intervenção injusta dentro da família, ele não tubeia. em tirar a vida de alguém que de algum modo feriu a sua filha, o seu filho, a esposa ou o seu esposo. Arma-se, portanto, como estratégia que define a legítima defesa para poder eliminar alguém, mesmo que seja um assunto de só menos importância, eliminando o indivíduo, divina-se o problema. E se o indivíduo for um psicopata, apresente um transtorno de personalidade antisocial, tenha um defeito na sua formatação de caráter, esse indivíduo, considerado na psiquiatria como um mau caráter, não só deveria ser eliminado quando não colocado numa reclusão, numo para detê-lo, para que ele não prejudique a sociedade, mas por que mantê-lo nozocomio guardando prejuízos econômicos para a sociedade onde ele está inserido, eliminá-lo e promover, portanto, a exterminação de um indivíduo que tenha essa performance faz todo sentido numa visão materialista. Mas ainda a visão materialista olha o ser humano, portanto, definindo como sendo só a matéria. E assim sendo, quando tem uma brutal decepção e a sua estrutura cerebral não lhe dá consistência para fazer o enfrentamento de uma traição, por exemplo, da esposa, do esposo, ele também não titubeia de matar os filhos, matar-se a si mesmo, se possível matar a esposa antes de de promover o genocídio doméstico, se ele tem uma visão materialista que não dê conta de poder lidar, por exemplo, com uma frustração, Porque o seu cérebro gerou-lhe emoções de impulso. Não lhe guarda, portanto, com coragem para poder fazer o enfrentamento social de uma desgraça. E ele promove uma desgraça, mas que está autorizada pelo materialismo, pelo ateísmo, porque a sua crença é a crença na matéria. Então ele faz, portanto, da sua vida neste ou naquele episódio, um instrumento que lhe define o comportamento através de uma atitude que considera o outro apenas o corpo. Nós nos movimentamos hoje no mundo com uma grande fração de pessoas
este ou naquele episódio, um instrumento que lhe define o comportamento através de uma atitude que considera o outro apenas o corpo. Nós nos movimentamos hoje no mundo com uma grande fração de pessoas que se entregam ao materialismo. Algumas derivam para o agnosticismo, que não é a mesma coisa, mas que muitas vezes o comportamento se equipara ou se aproxima. E é assim que essa filosofia materialista é perversa, porque ela conspira, conforme os espíritos disseram a Allan Kardecou a questão da lei do progresso. Porque nós não temos por fazer esforço para cuidar de um pai que já é envelhecido, que já viveu a vida. perdermos tempo cuidando de alguém que envelhecidos guardou, por exemplo, a estrutura de uma amnésia ou de um Alzheimer ou de qualquer outra mutilação física que o deixe numa cama. Esse olhar, portanto, esfria qualquer vínculo emocional. Porque fazer um esforço para atender o outro que já viveu a vida e um jovem, filho ou neto que ainda não viveu, para que fazer esse esforço? Se ele já viveu a vida e eu ainda não vivi? conspira do ponto de vista dos grupos sociais, falece os vínculos de família e por isso o materialismo estimula as filosofias que às vezes descambam para ideologias que se contrapõem à estrutura da família, não só a de Deus, mas a estrutura da família e de qualquer aceno que aponte do ponto de vista da fé, porque a fé do materialista é a fé circunscrita ao seu corpo. Essa é uma maneira de definir o ser biológico anatômico que se constitui no mundo sobre o olhar do materialismo e do ateísmo. Mas o mundo é povoado por pessoas que são espiritualistas, admitem que para além do corpo nós somos um ser transcendente. a presença de Deus e a alma virge presente nesse corpo são as doutrinas que se manifestam religiosas, seitas, filosofias que admitem de que há para além do corpo algo subjetivo que conectado com o corpo e criada por Deus haverá de sobreviver após a morte. são os espiritualistas nos seus diversos semblantes e que se movem no mundo, nada obstante,
além do corpo algo subjetivo que conectado com o corpo e criada por Deus haverá de sobreviver após a morte. são os espiritualistas nos seus diversos semblantes e que se movem no mundo, nada obstante, como se fossem materialistas, porque fazem dessa conexão com o divino, com com o divino, uma conexão estranha, estreita. Há uma onda que estimula o olhar para a matéria e quando se olha para o divino, tem-se a necessidade de se concretizar essa fé. E essa fé exercida frequentando-se um lugar de forma regular, como alguém que dá de algum modo uma atenção a Deus para que Deus nos atenda, diminuindo a nossa tensão de viver. Esses são os espiritualistas que vivem uma vida como se fossem materialistas. Eles sabem que não vão morrer do ponto de vista da alma, que o corpo morre, mas vivem um pouco diferente dos materialistas. Mas o estilo de vida é material. Há uma soberania da matéria sobre a alma. As pessoas se relacionam com Deus. circunstancialmente, sempre buscam-no pedindo e fazem da sua religiosidade uma religiosidade simplesmente social, de encontros circunstanciais ou para celebrações daquilo que são os ritos de passagem, o nascimento, a morte, uma conjugação e assim vai. Os espiritualistas de todos os tempos fazem de Deus um culto exterior, externo e da sua relação com o divino circunscrita há momentos, encontram intermediários entre si e Deus. E essa relação tanto burocratizada faz com que os espiritualistas não se dejam não se deem conta de que muitas vezes são explorado por esses intermediários. que também olhando os seus interesses pessoais próprios, fazem da religião o uso e o abuso em prol de si mesmos. O que fez Allan Kardec dizer em a gênese de que as religiões estiveram a serviço da dominação. Esse olhar dos dos espiritualistas que se colocam no mundo de uma forma estritamente material. Quando a fé é chamada a ser exercida, são em circunstâncias muito especiais. Mantém uma relação como se fossem simplesmente caminhantes da vida, mas sem nenhuma preocupação profunda sobre
te material. Quando a fé é chamada a ser exercida, são em circunstâncias muito especiais. Mantém uma relação como se fossem simplesmente caminhantes da vida, mas sem nenhuma preocupação profunda sobre aquilo que advirá como consequência das suas escolhas enquanto andam, enquanto vivem, enquanto caminham. E quando se aproxima a velhice, acontece o que eu vi na Europa, a primeira vez que fui, porque entrava nas catedrais e não via ninguém, a não ser os turistas, salvo quando havia algum tipo de celebração. Mas eu percebi que nas celebrações estavam só pessoas idosas. Então, refletindo, eu dei-me conta de que quando a gente vai envelhecendo, a gente se aproxima de Deus, porque tá chegando a hora. Não tem mais aonde investir, a não ser no divino, porque o corpo começou a definhar, o gozo já não é da mesma expressão e a vida como que se vai extinguindo. Então, salve-se quem puder, procurando Deus. E é nessa circunstância que os espaços religiosos são coroados pela presença de pessoas idosas. São esses os espiritualistas que se colocam com esta perspectiva de análise, de visão e que fazem da religiosidade mais um estereótipo do que uma relação de autenticidade. O encontro com divino está sempre periodicamente posto e não continuamente estabelecido. Essa visão ela domina a humanidade que vive como que na experiência da matéria, circunscrevendo-se as suas atitudes, circunstâncias e objetivo às coisas materiais. Qualquer achaque físico de algum modo compromete a sua produção e a sua relação com Deus sempre vem para que a pessoa cure-se do corpo, mas poucas vezes para que o olhar vara ao encontro da alma. São, portanto, estes espiritualistas, dos quais a humanidade está cheia, que fazem valer o como a sociedade se organiza na dimensão familiar, se encontram, mas só para os ritos de passagem. Não há o cultivo interno de uma religiosidade contínua. E assim, a religiosidade dos jovens escassiam. Eles não aceitam mais com a racionalidade que tem um Deus que se lhe é apresentado daquele jeito e eles
o cultivo interno de uma religiosidade contínua. E assim, a religiosidade dos jovens escassiam. Eles não aceitam mais com a racionalidade que tem um Deus que se lhe é apresentado daquele jeito e eles derivam para o materialismo ou então criam uma concepção própria e ficam no agnosticismo, nesse culto à relação com a vida vivendo desse jeito. Porque as famílias não se lhes apresentaram uma relação com o sagrado que pudesse ter correspondência de autenticidade. Mas há um olhar que também concebe a alma, que considera o corpo, mas que faz valer uma percepção existencial mais dinâmica e que Leão Deni trouxe de uma certa medida numa fala evolutiva, porque nesta perspectiva a alma não é criada junto com o corpo, a alma é criada pelo divino e ela Fale-se do corpo tantas vezes quantas forem necessárias para alcançar o seu suprasentido, que é o seu processo iluminativo. Então, Leondeni diz que este ser que a alma, ela dorme na pedra, sonha nos vegetais, agita-se nos animais e desperta no homem para fazer valer essa dinâmica evolutiva que os espíritos definiram muito bem a Allan Kardecou dos três reinos e assinalou na questão 607 subsequente de que O princípio espiritual, ele faz uma caminhada pré-humanidade, no qual ele vai se elaborando, se constituindo, até que num dado momento ele emerge como espírito e ele o faz nos outros reinos. Então, nesse olhar, essa perspectiva de compreensão do ser humano que somos, faz-nos entrever que esse corpo, esse turbilhão eletrônico revela uma vestimenta pobre que fala da nossa essência, habitando uma existência. Este ser que somos, não iniciamos a nossa conexão quando o cérebro começa a ser formado na formação do neuroblasto, este ser preexiste como um programador diante do computador. Ele seleciona o espermatozoide, seleciona qual óvulo do ovário, daqueles três, quatro, cincos, estão em processo de maturação. Qual é aquele que deve emergir, trazendo a carga genética mais adequada do ponto de vista biológico para formatar o seu tecido, o seu
io, daqueles três, quatro, cincos, estão em processo de maturação. Qual é aquele que deve emergir, trazendo a carga genética mais adequada do ponto de vista biológico para formatar o seu tecido, o seu instrumento de expressão, que é o corpo? E dessa conjunção, com a ajuda de especialistas espirituais, este ser mergulha no processo fecundatório, sendo ele o protagonista para então celebrar a formação de um corpo mais adequado às suas necessidades, que pode ser a de um anencéfalo, pode ser de alguém que não tenha os braços ou que tenha uma alteração no coração e exige uma intervenção cardíaca. Enquanto a mãe está no seu processo de gestação, pode ser alguém que traga uma síndrome que deverá consagrar a vivência apenas de alguns dias, como na síndrome de Patu ou a síndrome de Dal, aonde a pessoa poderá viver longamente. Este ser que traz esse corpo, esse corpo é a sua expressão daquilo que ele é em essência. O cérebro não define o ser nessa perspectiva de visão. Ele é expressão mais materializada do que é o ser sutil, o espírito mortal, que através do seu corpo espiritual modela o corpo físico. E o cérebro é como se fosse a parte mais material do perespírito. Logo, a psic, o ser, o espírito, ele o detentor da emoção, do amor, da saudade, da alegria. Não é o cérebro que o define. O cérebro é um é fenômeno da psique, do espírito mortal. Ele é, portanto, aquilo que o revela e que o impacta naturalmente num processo dialético de interferência. Mas o elemento causal é o espírito que define esse corpo antes de renascer e que ele traz em si toda uma estrutura filogenética desenvolvido nas entrâneas das diversas encarnações na noite dos milênios para agrupar átomos originário das estrelas e conjugá-lo num organismo físico para apresentar-se ao mundo e fazer uma caminhada que tem um sentido existencial. Esse olhar fala-nos da nossa ligação com o divino, uma ligação que necessariamente é de urna de que essa relação com o sagrado, ela não é uma relação circunstancial. Essa fé, ela é decorrência de uma
Esse olhar fala-nos da nossa ligação com o divino, uma ligação que necessariamente é de urna de que essa relação com o sagrado, ela não é uma relação circunstancial. Essa fé, ela é decorrência de uma compreensão da nossa sagrada origem e da nossa destinação. E a ser religioso não não é apenas ter uma religião, é poder viver as leis que regem o universo, as leis de amor, as leis naturais da vida. Esse olhar então nos permite compreender de que o ser que vai se formando desde a concepção até aquele que vai na finalização da sua existência corpórea, no esgotamento das suas energias vitais, merece cuidado, respeito, apoio, aconchego, de que a medicina paliativa não é simplesmente para cuidar de um corpo, é cuidar de uma alma. cujo corpo está no processo de esgotamento. cuidar daquele indivíduo e dos outros que os congregam nos satelizando na composição de uma família, de que toda a vida ela é respeitável, ainda que ela se apresente sem um pedaço do encéfalo ou com um al caráter naquele que traz a caracterização psiquiátrica mais grave do transtorno de personalidade antisocial ou de uma esquizofrenia desagregante. que surja na adolescência. A modalidade da esquizofrenia ebrefrênica, ela traz, ela revela através do corpo um ser espiritual que está ali fazendo a sua caminhada existencial no intervalo de tempo necessário, usando um corpo para um período de aprendizagem, através do qual ele, se valendo desse corpo, experimenta as diversas vicissitudes, as diversas essas circunstâncias, as diversas relações que são necessárias para o seu processo evolutivo. O olhar é sempre um olhar para diante. O olhar é um olhar que tem uma perspectiva, tem uma meta, tem um objetivo, mas ele está centralizado no aqui, do agora porque o significado da existência está posto nas escolhas que fazemos no aqui, no agora. Vejam que é muito diferente do olhar anterior espiritualista que considera a alma, o corpo, mas que não considera a reencarnação. É nessa, nesse viés que nós vamos compreender que nós não somos seres
Vejam que é muito diferente do olhar anterior espiritualista que considera a alma, o corpo, mas que não considera a reencarnação. É nessa, nesse viés que nós vamos compreender que nós não somos seres humanos fazendo uma jornada espiritual. Somos seres espirituais fazendo uma jornada humana. Estamos habitando circunstancialmente um corpo e qualquer alternância que se apresente no nosso corpo impacta o nosso espírito positivamente ou negativamente, dependendo da escolha que fazemos. Então, o autoestermínio, o extermínio do outro, homicídio, as questões que envolvem o abortamento, a eutanásia, aquilo que sucede na legalização das penalidades que executam a vida, a pena de morte. Todas essas expressões, elas falecem, não encontram a autoridade ética para serem legalizadas nesse olhar da filosofia espiritualista, reencarnacionista, que faz com que compreendamos que o amor sem reencarnação ele não dá conta de se constituir, de que quando o amor, a primeira palavra do alfabeto divino se alia à segunda reencarnação, a A vida ganha um sentido existencial e tudo passa a ser importante. De que o parceiro, a parceira que convive com você, de que o filho que veio trazendo uma alteração, uma deficiência ou alguém que trouxe uma genialidade, não foi uma circunstância biológica nem genética que o colocou ali um ser apresentando alguma deformidade ou alguma competência inabitual para a humanidade. tudo sincroniza e de que a melhor forma de lidar com a vida é poder estar vivendo a vida como ela se apresenta no seu significado positivo para fazer dela um sentido que nos coloque num percurso de iluminação, de amadurecimento. Não é para ganharmos um céu além, é para ganharmos a plenitude agora, o bem-estar agora, que se revela na consciência tranquila de alguém que faz o que precisa fazer, o que é o certo. E nesse olhar, como tudo se encadeia, a família, segundo os espíritos disseram Allan Kardec, é lei da natureza. Não é construção social circunstancial a serviço do poder, é lei da natureza. É
o certo. E nesse olhar, como tudo se encadeia, a família, segundo os espíritos disseram Allan Kardec, é lei da natureza. Não é construção social circunstancial a serviço do poder, é lei da natureza. É por isso que se contrapõe as visões materialistas, ateísta, tentando destruir a família como se ela fosse uma circunstância ocasional social. Os espíritos colocaram Allan Kardec de que os seres que estamos no processo evolutivo, na condição da humanidade, reunirmo-nos em família é lei da natureza, que, portanto, aquele que está ao seu lado em casa é a pessoa mais especial que você deveria encontrar, ainda que ele seja um perrapado, como a gente costuma dizer lá no norte, ainda que ele seja um peraluta ou que ele seja alguém magnífico nas suas expressões. Tudo faz parte dessa construção em que a família promove o reencontro de espíritos que devem alicerçar afetos, superar animosidades e um deve contribuir com o outro nesse processo evolutivo. E pai e mãe detém um dever inalienável. intransferível no cuidado das suas da sua próle, daqueles a quem Deus o confiou, de que o mais sagrado está em casa. E é em casa que está a grande revolução social que poderemos empreender, porque aquele filho mais tarde vai ser o homem público, vai ser o empresário, vai ser o artesão, vai ser o presidente da República. Ele emergiu de um lar e quando a gente olha o lar, ali está a base da construção de uma humanidade melhor. E este lá, sobesse olhar da reencarnação proposta nesse processo evolutivo pelos espíritos que Leonit definiu muito bem, faz-nos entrever de que a fé não é um artigo de circunstância que se circunscreva apenas a um encontro no centro espírita ou apenas ao evangelho no lá feito de uma forma regular uma vez por semana, de que permeia-nos a ética todos os dias até quando dormimos. Como dizia um amigo, Alberto, é muito difícil ser espírita. Eu digo: "Mas você é uma pessoa tão especial?" Disse: "Não, eu sou um toco, grosso". Eu digo: "Como você é grosso?" Não, eu vou te contar o que aconteceu comigo. Eu
erto, é muito difícil ser espírita. Eu digo: "Mas você é uma pessoa tão especial?" Disse: "Não, eu sou um toco, grosso". Eu digo: "Como você é grosso?" Não, eu vou te contar o que aconteceu comigo. Eu estava recebendo um amigo do interior que vinha aqui paraa nossa instituição aprender no nosso trabalho de desobsessão e cuidando dele, levei- pra reunião mediúnica. E quando chegou na reunião mediúnica, aconteceu um fato muito desagradável. Na noite anterior eu me vi saindo do corpo e um homem que parecia um armário, que me deu um bofete e me alcançou. E eu fui caindo por cima da cama e aquele homem foi para cima de mim e me engarguelou, me engasgou. E eu engasgado supliquei ajuda e me vi livre. E quando me vi livre, acordei estertorando na cama, respirando fundo. Olhei a minha esposa, continuava dormindo. E eu fiquei pensando no que aconteceu, porque aqueles aquelas cenas se passavam na minha cabeça com nitidez. E foi me dando uma raiva daquele homem. Eu disse, "Se eu tivesse um porrete, eu saía correndo da nesse cara". E ele disse: "Aberto, a medida que eu fui dizendo isso, eu fui me vendo fora do corpo com um porrete e eu saí atrás do homem e ele varava as paredes, eu varava as paredes atrás dele e ele foi, eu fui atrás dele até o deput. Acordei suarento, a minha esposa acordou junto porque eu estava muito inquieto." Ela disse: "O que foi?" Eu contei o sonho, disse: "Ah, foi um pesadelo qualquer." E quando no na noite subsequente, naquele mesmo dia pela noite, na reunião mediúnica, a primeira entidade que se manifestou se dirigiu a mim e disse: "Como tu és grosso?" E ele disse: "Sim, todos nós somos. Tivemos vivências no passado de muita agressividade. Ele pensava que o espírito tava falando de outras vidas. O espírito tava falando de um ato que fazia menos de 24 horas. E ele continuou tentando argumentar com o espírito, achando que o espírito se referia a uma outra existência, até que o espírito disse: "Hoje tu saíste correndo atrás de mim com um porrete". Ele disse: "Aberto, eu fiquei tão
argumentar com o espírito, achando que o espírito se referia a uma outra existência, até que o espírito disse: "Hoje tu saíste correndo atrás de mim com um porrete". Ele disse: "Aberto, eu fiquei tão envergonhado que eu não conseguia dizer mais nada. Eu silenciei a minha testemunha que veio do interior para ver como é que se faz desobsessão. Tinha flagrado uma experiência demasiadamente grosseira. Eu sou um homem muito grosseiro, tosco ainda. Felizmente, os espíritos se compadeceram e mostraram para ele que a minha filha que eu adotei era o grande amor da vida dele. E esse fenômeno foi se desdobrando, enquanto que eu, no meu silêncio sepulcral, não conseguia dialogar com o espírito. a experiência dos espíritos lidando com aquela entidade e fazendo essa revelação, fez com que o espírito amolecesse. Todos nós trazemos essas sombras para serem definidas, diluídas. A sombra sempre é uma encrenca que a gente carrega ou é uma imaturidade que a gente precisa trazer, despertar como potencialidade e amadurecer. Todos nós trazemos. E é em casa que esse fenômeno mais está testemunhando se o nosso trabalho que precisamos fazer evolutivo está sendo feito. Não é nesta ou naquela tarefa, é na tarefa de viver. Por isso, mais uma vez evocando Leon e numa certa medida parafraseando-o, o o templo do espírita é o universo, o altar é a consciência, a imagem é Deus e a lei é a caridade. A caridade não é aquela circunstância de um trabalho programado aonde eu faço uma vez por semana. A caridade é um contínuo de um amor que é exercido dinamicamente, que está desde o bom dia até o anoitecer, no dia em que tem a tarefa ou não. A tarefa é apenas uma outra atividade que eu faço, programada, organizada, em que eu me disponho a ser útil como um voluntário. Mas o meu exercício de transcendência, de espiritualidade, da minha fé, ela consta na vigência de tudo que eu faço, incluso do que quando eu estou dormindo. Porque quando eu estou dormindo, eu continuo espírito. Apenas o corpo dorme, a alma pode se
tualidade, da minha fé, ela consta na vigência de tudo que eu faço, incluso do que quando eu estou dormindo. Porque quando eu estou dormindo, eu continuo espírito. Apenas o corpo dorme, a alma pode se deslocar e mostrar-se tal qual é. E sintoniza-se com o céu ou com o inferno que muitos esperam encontrar apenas quando vai desencarnar. aqueles que estamos caminhando nesses dias de muita loucura e de desafios incomparáveis, onde surge de todas as áreas, em todas as instâncias, em todos os países, contribuições, pensamentos, filosofias, manifestações que pretendem ser científicas e religiosidades que às vezes se apresentam de forma mutil. Ada. O mundo está cheio disso e pela internet todo mundo se conecta, podendo então ser capturado ou não. Mas também é por esse mundo de agora, nesses dias de internet que essa filosofia que o Espiritismo abraça na sua estrutura reencarnacionista, que é guardando a divindade como sendo a expressão do criador, pato maternal que nos ama, que nos acolhe, que nos beneficia, que nos cuida e deixando-nos nesse cuidado que possamos ir aos poucos no exercício do nosso livre arbítrio, seguindo a consciência, que é o altofalante de Deus, concretizar o nosso passo melhor hoje, não é amanhã, não é quando desencarnar, porque a desencarnação será apenas uma consequência. É no agora, no desafio do sono, do sonho, da vigília, do contacto social, do trabalho em casa. É, portanto, um desafio para o espírita ser espírita 24 horas por dia e não selo quando frequenta o centro espírita, porque disse-nos também o espírito em Belém. Tinha que ser em Belém. Vocês quando estão fora daqui, aqui vocês parecem santo, mas fora vocês são anfíbios, pessonhentos. Quando estão aqui, vocês até viram um rosto, oi. E eu percebi que tem muita gente que só vira o rosto quando tá dentro do centro espírita. Fora o rosto, o o o pescoço e a cabeça tá empinada, mas dentro do centro espírita parece estar com torce. Oi, oi. O estereótipo não comparece no centro espírita ou não deveria comparecer porque a doutrina
o rosto, o o o pescoço e a cabeça tá empinada, mas dentro do centro espírita parece estar com torce. Oi, oi. O estereótipo não comparece no centro espírita ou não deveria comparecer porque a doutrina espírita nos ajuda a ser espírita onde estivermos. Não quero dizer com isso que a gente seja truculento, se a gente é truculento em casa, de que a gente no centro espírita vai quebrar a cadeira, não é isso. Porque quebrar a cadeira em casa até é um desatino de alguém que perdeu de si mesmo, desconectou-se da divindade. E numa era de conexão, de internet, de satélites, a conexão mais extraordinária que podemos fazer é com o divino, aonde estivermos só acompanhado. E essa conexão, ela nos permeia desde o exercício da mediunidade até o sono, o sonho até no trato com as crianças e no trabalho onde passa grande parte do tempo vivendo, convivendo com outras pessoas. O espiritismo vem e se nos apresenta para que a caminhada possa ser mais segura, um protótipo daquele que vem e nos garante que o divino nos cuida com previdência, com providência. E aguardando que possamos fazer um nexo com o divino, tudo deveria estar de acordo com aquilo que manifestássemos enquanto fé e enquanto melhor escolha. Olhai os dias do campo. Não fiam. Mas nem Salomão em toda sua glória se vestiu como algum deles. Olhar as aves não trabalham, não guardem celeiro. Qual de vós é capaz de acrescentar-lhes um milímetro, um côvado, 1 centímetro a sua estatura? Ó homens de pouca fé, por que estás preocupado com o que comer, com que vestir? Não é a vida, o próprio alimento, o corpo, a própria vestimenta. Buscai os reinos dos céus e a sua justiça, e tudo mais vos será acrescentado. Para nós espíritas não há moleza, não há pechada. Ou você faz, os espíritos podem interceder, mas eles não vão substituir você. A mãe de André Luiz visitou durante 8 anos, mas não tirou ele de lá, enquanto ele não fez o que precisou fazer e depois seguiu com todas as consequências resultado do que ele fez nas vidas anteriores e mormente na vida
z visitou durante 8 anos, mas não tirou ele de lá, enquanto ele não fez o que precisou fazer e depois seguiu com todas as consequências resultado do que ele fez nas vidas anteriores e mormente na vida última. Seremos aquilo que buscarmos. O espiritismo, sem apavoramento, sem terrorismo, mas sem nenhum tipo de bajulação ou de pechada, nós seremos o que fizermos de nós mesmos com os outros no exercício de uma amorosidade que Jesus foi nos entregue para nos inspirar a seguir nesses dias tão alucados. Por isso Jesus tem sido tão gravemente achincalhado, humilhado na tentativa patética de se lhe apagar a luz, como fizeram no seu tempo, matando-lhe o corpo. Mas ele emergiu da essência, mostrando que o corpo era apenas um corpo. e continuou nos amando desde aqueles tempos, dizendo que estaria conosco até o fim dos séculos do mundo. Não nos apartemos da figura excelsa de Jesus. Não esse Jesus que vai nos salvar porque morreu, mas sim desse Jesus que vai nos salvar porque nos ensinou como viver, seguir as suas pegadas. Não se nesse Cristo crucificado, mas nesse Cristo andante que fez em 3 anos uma revolução que nós ainda não conseguimos entender e compreender e viver em toda a sua extensão. Nossa proposta para os dias atuais é resgatarmos a nossa entrega ao divino buscando, tendo como referência esse portal de luz, fazendo as nossas melhores escolhas e tanto quanto possível contribuindo com a microciedade aonde estamos inserido, a maior e melhor delas e, se possível, mais além das fronteiras do nosso lar. E assim fazermos uma trajetória através da qual possamos sair num dado momento desse corpo, não só para receber as benéces divinais, mas porque já estamos usufruindo em cada passo que damos, continuar o exercício do amor para além do corpo, porque o melhor para o espírita é agora. Não tenhas pressa, não corras. Aonde tens que ir é só a ti. A nossa libertação não está ali nem ali nos falsos profetas de agora. está disponível nessa doutrina veneranda que nos honra e que nos responsabiliza ao
ressa, não corras. Aonde tens que ir é só a ti. A nossa libertação não está ali nem ali nos falsos profetas de agora. está disponível nessa doutrina veneranda que nos honra e que nos responsabiliza ao mesmo tempo para que possamos fazer as nossas melhores escolhas. Ainda que o parceiro de trabalho, de família, de trabalho profissional, religioso, comunitário, não faça as mesmas escolhas. Amos nós porque vamos viver a vida com um sentido, não para chegarmos apenas no amanhã e desfrutarmos de um galardão. Estamos tecendo o galardão e usufruindo desde agora, ainda que o momento possa ser de dor, porque em cima da dor que funcionando como crisol, nós depuramos a alma e é capaz da dor se transformar em dom e o amor emerge da situação que estamos vivendo para engalanar a nossa alma de mais força, mais poder sobre nós mesmos, não sobre os outros, e fazermos essa caminhada distribuindo solidar edade, fraternidade e falando do sagrado nesse universo que é o templo espírita, seguindo a consciência e exercendo o amor como caridade, para que a nossa vitória sobre nós mesmos não faleça, não seja ou adiada, como foi feita em outrora. E se conseguirmos isso, vamos entender a angústia do poeta. Que maravilhado haveria de dizer: "Quem foi que fez o sol tão vivificador e sua luz tão brilhante, cheia de fugor? Os trilhões de estrelas que sentiram nos céus e as nuvens vaporosas como densos véus? A mecânica celeste, o arcano profundo da eterna ciência que equilibra os mundos, os microrganismos em crescimento e os órbes gigantescos em deprerecimento, o átomo e a nebulosa, a ameba e o serafim, e as origens das coisas que nunca terão fim, a virtude impoluta que não se modifica e a possante energia que a tudo vivifica. Quem foi que fez o vento, a chuva, o raio, o trovão, a primavera, o outono, o inverno e o verão, o perfume das flores, o som, o ar, o campos, as florestas, a terra, o céu e o mar, o infravermelho e o ultravioleta, e fez da lagarta surgir a bela borboleta. Quem foi que fez o rouinol do seu cantar
o perfume das flores, o som, o ar, o campos, as florestas, a terra, o céu e o mar, o infravermelho e o ultravioleta, e fez da lagarta surgir a bela borboleta. Quem foi que fez o rouinol do seu cantar matinal, trazendo na aurora o bem de outrora? Quem foi que fez as feras bravas, a asa de um inseto, a beleza de um ninho deu agilidade a incrível pulga saltitante fez o passo lerdo tardo do elefante e o colibri com ní a sutileza sugando o mel das flores com tal delicadeza, o tatu escavando a covem que se abriga e a faina inesgotável da minúscula formiga, o inquieto macaco e o fogoso corcel e a abelha trabalhando na construção do mel. o golfinho, o tubarão, a baleia e a ingenhosa aranha tecendo a sua teia e o instinto de conservação como búfula infalível de orientação, guiando com acertos irracionais, sem nunca transgredirem as regras naturais, as maravilhas do reino mineral, o leito onde repousa o reino vegetal, os prodígios da animalidade e um elo mais acima nossa humanidade e tantos outros reinos. que nós desconhecemos, sistemas de mundo que nós nem nos apercebemos, os gênios tutelares, arqueangelicais, imersos dos nos dos segredos dos planos fiderais. Que maravilha é esta que eu não posso descrever com todo o dramatismo que eu pudesse ter. Artista inimitável, sublime, ilimitado. Me ponho de joelhos e contemplo abismado e pergunta a mim mesmo com estupefação, quem criou tudo isso com tanta perfeição. Quem dá sem perder nada? paga sem dever e a tudo movimenta sem nunca se mover. Formando e transformando, criando e dirigindo. Quem tem tanto poder? Pergunto a outras vozes: "Quem me podeis dizer?" E as vozes me respondem: queridos meus, foi Deus, foi Deus. Foi Deus. Obrigado.
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