DESAPEGO FAMILIAR - Norma Nelly [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Olá, queridos amigos. É sempre uma alegria estar aqui nesse momento, esse momento da pausa, da pausa do meio-dia, da pausa entre as atividades da manhã e as atividades da tarde e o momento para nos alimentarmos, descansarmos um pouquinho e também, quem sabe pensar um pouco na nossa vida, ter algumas ideias que possam nos ajudar a viver melhor. Vamos começar com uma pequena prece, agradecendo a Deus esse lindo dia, agradecendo a Deus essa vida que temos, agradecendo a todos os afetos que vieram conosco, aqueles que nós conquistamos aqui, que também vieram, obviamente, no período que a gente tá aqui, mas que não são aqueles nossos familiares, são pessoas que amamos e que escolhemos para que fossem nossos familiares, não de sangue, mas de afeto e agradecendo também muitas vezes as vicissitudes que temos, as dificuldades, porque elas nos ajudam a estarmos vivos, a estarmos atentos, a podermos crescer como seres humanos. Então, obrigada, meu Deus, por tudo isso. Agradeço imensamente a tuada, os passos que me trouxeram até aqui. Assim seja. Então, hoje a gente vai falar um pouquinho de família. Eu tenho para trazer o tema do capítulo 44 do livro Renovando Atitudes. E é interessante porque o título já diz assim: "Epa, opa, que que é isso? Desapego familiar". Nossa, mas desapego é uma coisa tão complicada, faz a gente pegar as coisas que a gente não quer mais ir por fora e doar, não acumular. Como isso? desapego familiar, vamos doar os nossos parentes. Nossa, que isso? Não é bem isso. Bom, nesse livro Renovando Atitudes, a espiritualidade nos ensina o conceito de desapego. A primeira coisa que tem no capítulo, capítulo 44. Quem tiver o livro em casa, quiser rever depois e pensar, fazer suas próprias reflexões, fique inteiramente à vontade. No no no logo no início do capítulo, eles coloca o termo desapego, o termo como está sendo utilizado. A gente sabe quando a gente pega o dicionário, vai ver uma palavra, tem duas, três, às vezes quatro significados diferentes. O desapego aqui é é entendido como a
go, o termo como está sendo utilizado. A gente sabe quando a gente pega o dicionário, vai ver uma palavra, tem duas, três, às vezes quatro significados diferentes. O desapego aqui é é entendido como a capacidade que a pessoa tem de discernir, de saber o que que é o que deve ser feito e o que se quer fazer, certo? Então vamos trabalhar mais por esse lado do que seria melhor que fizéssemos o que devemos fazer. Então começa o capítulo com a fala de Jesus. quando ele estava numa casa a fazer uma pregação, a falar do reino de Deus na sua, no seu período missionário, né, em seu período de de falar com o povo e trazer a ideia do evangelho, do evangelho índigo, trazer através do que foi feito um evangelho a ideia do reino de Deus. E ele está nessa casa e havia muita gente, muita gente em volta dele. Tinha sentado no chão pertinho, gente mais longe em pé, até gente em cima da árvore próxima à casa. Tinha, tinha gente em tudo quanto era canto. E chegam para procurá-lo, para buscá-lo. Assim é dito no evangelho, a sua mãe e seus irmãos. E lá de fora, porque não conseguiam chegar perto, anunciaram: "Nós estamos buscando a Jesus. Avise que é sua mãe e seus irmãos". E aí a pessoa veio trazendo a mensagem até cá dentro, diz assim: "Sua mãe e seus irmãos estão aí fora" e o chamam e o reclamam. E Jesus então olha em volta de si. Olha as pessoas que estão ali à sua volta enquanto ele estava falando das belezas do reino de Deus, das do que se espera da de cada ser humano a após, bom, obviamente após o seu desencarne, mas que pode ainda implantar hoje no seu modo de ser. E ele diz assim: "Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? Aqui está minha mãe, minha irmã, meus irmãos, todos aqueles que cumprem a vontade de Deus, nosso pai, são minha mãe, minha irmã, meus irmãos". É uma fala que às vezes a gente fica assim meio sem jeito quando lê, né? Diz assim: "Puxa vida, mas Jesus amava tanto sua mãe, que também era tão devotada a ele, como ele vai dizer que que ali estão sua mãe e renegara a que veio buscar."
assim meio sem jeito quando lê, né? Diz assim: "Puxa vida, mas Jesus amava tanto sua mãe, que também era tão devotada a ele, como ele vai dizer que que ali estão sua mãe e renegara a que veio buscar." A verdade é que na realidade aquele os irmãos Jesus teve outros irmãos tinha alguns eh meio irmãos que eram filhos de José antes de casar-se com Maria. José foi um viúvo que casou-se com a moça nova, com a moça ainda não desposada, com uma virgem que era Maria. E depois de Jesus também, Jesus o primogênito desse novo casal. E depois disso vieram outros filhos e filhas, mas ess principalmente esses irmãos que eram do primeiro casamento de José, pelo que já a espiritualidade já nos trouxe, eram pessoas que não combinavam muito bem com Jesus, não entendiam eh qual seria o papel dele, não entendiam aquela situação dele ser contemplativo, dele ser tão amoroso, dele não se encaixar na vida, no papel de um homem judeu daquela época. Jesus era fora do padrão e eles queriam arrastá-lo todo custo para casa porque disseram: "Está, perdeu o seu juízo, perdeu o espírito, perdeu o seu juízo, vamos arrastá-lo para casa". Essa era a situação em que eles foram buscar Jesus. Bom, então tão explicad essas coisas. A gente vai pensar no tal do desapego familiar, a capacidade de saber o que deve ser feito em contraposição ao que se quer fazer. Bom, consideremos dentro da doutrina espírita que nós, cada um de nós, cada ser humano já viveu em muitas famílias. A sua identidade continua a mesma. Você muda de nomes, você muda de CF, você muda de nomes, você muda de pai, de mãe. Você um dia é pai, no outro dia você vai ser mãe, num dia você é irmão, no outro dia é irmão. Tudo isso acontece conosco. Ou seja, nós não recordamos de vidas passadas, mas obviamente não fomos pessoas criadas apenas para essa existência. A doutrina espírita nos explica que nós fizemos várias e várias e várias romagens, não apenas na Terra, mas também em outros planetas. E outra, chegamos hoje e hoje, como todos estamos
ssa existência. A doutrina espírita nos explica que nós fizemos várias e várias e várias romagens, não apenas na Terra, mas também em outros planetas. E outra, chegamos hoje e hoje, como todos estamos num padrão, num intervalo de entendimento da vida, de entendimento, eh, entendimento da vida mesmo, um padrão de vibração, vamos botar dessa forma, um padrão de vibração. Nós estamos juntos na Terra. E aí nós estamos aqui, como já estivemos outras vezes, e da e como eu falei, cada vez nós tínhamos uma posição no núcleo familiar, algumas vezes com essas pessoas que estão conosco agora, outras vezes com outras pessoas. daí a grandeza de criarmos diversos vínculos afetivos e morais com diversos espíritos, de modo que cheguemos a um ponto de entender a humanidade como uma grande família, como uma grande família, onde todos somos filhos do mesmo pai. E com isso nós chegamos a seguinte à seguinte situação. Como apegar-se tanto à família que estamos agora? O apego não é eh aquela aquele agarramento todo, aquela dependência psicológica afetiva da de uma ou outra pessoa, do núcleo familiar. Ela não é boa pro nosso desenvolvimento. Não tô dizendo que devemos renegar pai e mãe, que devemos esquecer que temos irmãos, não. eles podem ocupar um uma posição bastante elevada, uma posição bastante proeminente dentro da nossa vida atual, dentro do que do que fazemos e como eh amamos, mas também vamos ter um espaço às vezes até maior para uma pessoa ou outra, para um amigo, para alguém que ou cresceu conosco ou alguém que foi conhecido há pouco pouco tempo, mas parece que sempre o tivemos próximo. São os laços que já foram montados, ó, em outros momentos, em outras esferas. Talvez aquelas pessoas tenham sido afetos consanguíneos de outro momento. E a dependência, a gente sabe que não causa uma boa eh vida adulta, vamos dizer. vida independente. Quando a pessoa é extremamente eh vinculada, submissa dentro do núcleo familiar, ela muitas vezes não consegue tomar uma decisão sozinha, precisa sempre do aval
adulta, vamos dizer. vida independente. Quando a pessoa é extremamente eh vinculada, submissa dentro do núcleo familiar, ela muitas vezes não consegue tomar uma decisão sozinha, precisa sempre do aval de alguém, precisa sempre que alguém lhe dê autorização, precisa que alguém sempre lhe traga as proposições para aquela escolha. Então daí você, essa pessoa pode desenvolver uma inicialmente uma dependência de dizer: "Ai, mas eu não sei, eu não sei se eu vou sair agora ou não. Eu bem que queria, mas não sei." Tá buscando a aceitação do outro, tá buscando que o outro diga: "Não sai assim, olha, o dia tá bonito, aproveita, vai dar um passeio." Ou a pessoa que diz assim: "Meu Deus, é, hoje tem um aniversário, ah, eu nem sei que roupa eu ponho. E precisa que alguém diga: "Olha, aquela roupa é tão boa, fica tão bem". Você é mesmo? Você acha? Ah, então vou usar. Entendeu? Muitas vezes, quando você fica muito dependente do núcleo familiar, fica difícil até de você escolher seus caminhos. Se você não consegue escolher a roupa, que tirar seus caminhos. que dirigi suas decisões para trabalho, suas decisões para um novo relacionamento afetivo, constituição de uma nova família, é complicado. Bom, e vamos mais adiante. Por que que as pessoas acabam ficando assim? muitas vezes porque os pais são super protetores, os pais estão ali eh tentando dirigir os passos dos seus filhos desde pequenos. Ah, não. Ah, eu queria fazer judô. Mas que isso? Uma menina fazer judô? Não, vamos embora fazer um balé. Ou um menino dizer que gostaria de, sei lá, fazer uma trit dança para rapaz. Não, que isso, meu filho. Bora jogar futebol. Eu vou com você todo fim de semana no campo, a gente joga junto ou eu vou a ver seus jogos sempre, ó, tá lá apoiando. Mas o menino talvez não goste tanto de futebol, ele gosta de um rap. E aí são situações que vão eh desvirtuando a vontade de cada um, porque nós sabemos que nós temos as nossas programações eh reencarnatórias que fizemos em outro momento, que fizemos antes de encarnar e
aí são situações que vão eh desvirtuando a vontade de cada um, porque nós sabemos que nós temos as nossas programações eh reencarnatórias que fizemos em outro momento, que fizemos antes de encarnar e que aqui teremos que dar vazão a isso. São os nossos compromissos. E se a gente não for utilizar a nossa vontade, não for eh desenvolver os nossos pendores para essas eh para essa situação, nós vamos chegar lá pela metade. Em uma outra encarnação teremos que fazer aquilo que ficou faltando. Bom, por outro lado, nós temos também pais muito eh lenientes, pais que permitem que a criança faça tudo. É uma regra bastante, tem que ser equilibrada. Ou seja, por isso que pais e mães devem ter um a maturidade suficiente para entender que eles não tem só um bebê bonitinho no corpo. Aquilo dali dura um ano no máximo. A partir desse momento, o espírito vai cada vez mais se eh se tomando posse de si, ao ponto que ao final da adolescência, início da vida adulta, já está completamente fechada essa sua nova encarnação. Então, cabe aos pais não ser nem extremamente eh superprotetores, nem extremamente lenientes, que permitam que o filho faça qualquer coisa, porque também na época dele ter algum direcionamento, ele não terá construído dentro dele a capacidade de decisão, a capacidade de não apenas de decisão, mas a capacidade de Eh, como dizer, a capacidade de esperar, a capacidade de batalhar, de ir atrás, de ter a força, a vontade de realizar aquilo que deseja realizar, porque tinha tudo como dado e pronto, não precisava de tanto trabalho. E assim vemos que nós, pais ou qualquer outro tipo de educador, principalmente os pais, mas também os tios, os padrinhos, os avós, que muitas vezes eh assumem a posição de pais, nós precisamos ter o uma visão de orientação sem que essa orientação tolha. a capacidade do espírito ir atrás de seus seus objetivos que foram tratados na na eternidade. E também temos que ser eh suficientemente liberais, abertos para entender que não é aquilo que eu quero que meu filho
e do espírito ir atrás de seus seus objetivos que foram tratados na na eternidade. E também temos que ser eh suficientemente liberais, abertos para entender que não é aquilo que eu quero que meu filho seja. Meu filho será aquilo que ele decidiu e que ele está decidindo ser. Então eu vou orientá-lo e cuidar para que ele possa buscar esse seu caminho. É uma tarefa bastante fácil. Não é fácil não. Honestamente não é fácil. muita, muitos casais se lançam em situações de de família, né, de montar uma família sem a necessária eh reflexão sobre esse papel. A muitos se preocupam apenas com a questão financeira. Ah, eu eu tenho eu ganho o suficiente para sustentar um filho ou dois filhos para pagar a escola. E muitas vezes até fazem mais sacrifícios pessoais para prover financeiramente o lar, fazendo com que às vezes a criança se rinta do apoio, se rinta da do suporte que o pai ou a mãe podem dar. Então eu deixo aqui uma reflexão, uma reflexão para todos nós que somos pais ou que fazemos as funções de pais. Não é apenas dar um celular novo, um tênis bacana, não é apenas proveras uma viagem de intercâmbio, não é apenas eh quando mais tarde dar um carro, é ajudar a que ele sonhe o seu sonho e não o meu sonho e que ele consiga dentro das possibilidades que que ele tem como pessoa nessa encarnação realizar esse sonho e que o sonho seja bem construído durante a infância e a juventude. que esse sonho seja bem construído e esteja num patamar eh adequado à capacidade e aos talentos daquele filho. É difícil, muito difícil. Por isso, nós eh nos apoiamos em Deus, nosso pai, nos apoiamos na espiritualidade, nossa amiga, especialmente nosso anjo da guarda, porque eles nos trarão sempre as intuições que serão necessárias, de modo que a gente possa fazer bem esse papel, que a gente possa orientar bem aqueles que estão sobre nossa guarda. Tem alguma coisa que diz assim, um dito, não sei exatamente o que que é, mas tá em algum, ah, tá no Evangelho segundo o Espiritismo, mas eu não vou te dizer
r bem aqueles que estão sobre nossa guarda. Tem alguma coisa que diz assim, um dito, não sei exatamente o que que é, mas tá em algum, ah, tá no Evangelho segundo o Espiritismo, mas eu não vou te dizer onde é que é, porque eu não vou saber achar. Mas eu já li mais de uma vez que que se dissesse assim, como se ao chegar na na espiritualidade, a espiritualidade de Deus nos perguntasse que foi feito daquela alma que confiei a sua guarda. Muitos de nós não teremos não teremos resposta adequada, ficaremos até numa saia justa nesse momento. Mas vamos procurar sempre ter essa noção que nós temos sim que educar, com certeza temos que amparar. Muitas vezes temos que zangar, ralhar, dizer não. Vários momentos, vários momentos dizer não para buscar um melhor eh entendimento da vida adulta para esses nossos filhos, para esses nossos tutelados. E com isso nós precisamos nos apoiar na oração. Precisamos buscar boas leituras. que vão nos ajudar com diversas coisas. Você abre um livro, fala de orgulho. Olha, é bom a gente ter uma noção sobre o orgulho, uma noção sobre a vaidade, aquilo que isso é é pernicioso em nosso em nossa vida pessoal e futura. Porque às vezes temos um, vamos dizer, temos uma menina muito bonita e estimulamos que ela seja vaidosa e sempre dizemos: "Ai, você é tão linda, todos deviam te admirar isso e aquilo". Hum. Estamos estimulando vaidade em alguém que de repente não tinha esse pendor, não tinha esse esse trato. e outras coisas mais. Tô falando só da vaidade, porque é um talvez um um dos que pudesse ser chamado, apesar de estar entre os acho que está entre os sete pecados capitais, vamos dizer, mas talvez um pecadilho menor do que o egoísmo, mas eles sempre buscam os outros. as mais as mais inclinações sempre se alicerçam e se fortalecem com outras mais inclinações que às vezes seriam apenas um um traço menor do caráter ou da forma de ser. Então pensemos nisso. Oração, boas leituras. Atenção aos nossos filhos. Atenção aos nossos filhos. cuidados que passem do cuidado material,
riam apenas um um traço menor do caráter ou da forma de ser. Então pensemos nisso. Oração, boas leituras. Atenção aos nossos filhos. Atenção aos nossos filhos. cuidados que passem do cuidado material, cuidados que nos levem a estar próximos, estar perto, buscando um entendimento mais profundo com os filhos. E assim, talvez a gente consiga, não sei, realizar a tarefa por completo ou pelo menos ganhar uma nota, sei lá, seis se acima da média. Com certeza nem nós como pais seríamos perfeitos, nem eles como filhos são perfeitos, porque a perfeição ainda não é algo que possa acontecer no nosso mundo ou se acontece de uma forma muito rara. E aí deixo essas record, deixo essas eh ideias para todos. Vamos cuidar de desapegar na medida certa. Vamos cuidar de estar próximos, mas deixar voar. Esse é o momento para que a gente possa começar e quem já estiver no caminho para que possa fortalecer-se no caminho. Agradeço muito a companhia de vocês. Desejo um excelente dia, uma excelente semana. novamente, eh, enalteça a beleza do dia e agradeço a Deus por todas as boas situações que nos favorecem. E que assim seja. Obrigada a todos. Até um próximo momento. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo
o os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus,
e, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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