DESAFIOS DO CAMINHO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
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Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs aqui presentes, bem como aqueles que nos vem, nos ouve através da TV e Rádio Comunião Espírita de Brasília, sejam todos bem-vindos. É com alegria que os acolhemos. E hoje para nossa imensa alegria temos a nossa irmã Márcia Silitou, que estará aqui conosco blindando com uma palestra Desafios da Vida. Muito que é importante que vamos prestar bem atenção, porque ela nos estará nos trará muitas coisas lindas a respeito desse tema. E aí, como preparo de ambiente aqui no livro Calma, do pelo Espírito Emanuia de um querido e falecido Chico, nós vamos ler o tema Passando pela Terra. Sempre útil não te esqueceres de que te encontrem em estágio educativo na terra, jornadeando nas trilhas da evolução. Não é o tempo que passa por ti, mas inversamente as criatura que passa pelo tempo. Conserva esperança em teus apetrechos de viagem. Caminha trabalhando e fazendo o bem que puderes. Aceita os companheiros do caminho, qual se mostram, sem exigir-lhes a perfeição, a qual todos nos vemos ainda muito distantes. Suporta as falhas do próximo com paciência, reconhecendo que nós, os espíritos ainda vinculados à terra, não nos achamos isentos de imperfeições. levanta os caídos e ampara os que tropecem. Não te lamentes. Habitue-te a facear dificuldade, problemas de ânimo firme, assimilando-lhes o ensino de que se façam portadores. Não te detenhas no passado, embora o passado deve ser uma lição inesquecível no arquivo da experiência. Desculpa, sem condições, quaisquer ofensas. Sejam quais sejam, para que consigas avançar. Estrada fora, livre do mal. Auxilie os outros quando estiver ao teu alcance e repete semelhante benefício tantas vezes quanto isto te for solicitado. Não te sirvam de estorvos ao trabalho evolutivo, as calamidades e provas em que te vejas, já que te reconheces passando pela terra a caminho da vida maior. Louva, agradece, abençoe e serve sempre. E não nos esqueçamos de que nossas realizações constituem a nossa própria bagagem onde estivermos. E
te reconheces passando pela terra a caminho da vida maior. Louva, agradece, abençoe e serve sempre. E não nos esqueçamos de que nossas realizações constituem a nossa própria bagagem onde estivermos. E nem ouvidemos que das parcelas de tudo aquilo que doamos ou fazemos na terra, teremos a justa equação na vida espiritual. Mensagem linda, né? Então, vamos fechar os olhos e fazermos a nossa prece para que logo após possamos entregá-la a nossa querida Márcia. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso santo divino nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no espaço infinito. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação. Livra-nos de todos os malus e de todos os males. Porque seu é o reino e a glória para todo sempre. Que assim seja. E aí passamos a palavra para a nossa querida Márcia. Ouçamo-la. Os amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos. Eu gostaria de propor para nós todos hoje uma reflexão sobre o que a gente espera da vida. Nós, eu tô aqui com a minha amiga querida de infância, que tava comigo hoje, veio aqui me dar alegria de estar aqui e tava pensando, quando a gente é criança, adolescente, a gente tem uma ideia do que vai viver, né? Tem sonhos, tem projetos. Alguns já enfrentaram algumas dificuldades nessa época, mas a maioria nem tanto. E nós temos aquela expectativa do que vai ser a nossa vida, que que eu vou trabalhar, em que que eu vou me envolver. E nessa época assim, vamos dizer, de sonho, nós não imaginamos os desafios que a vida nos propõe. Muitas vezes acabamos fantasiando algum tipo de vida. E quando a gente começa, os anos vão passando, a gente vai vendo que precisa apresentar algum tipo de fortaleza moral diante desses desafios. A gente vai percebendo, como foi lido aí na nossa mensagem de abertura, que a gente convive com pessoas que têm defeito e por elas terem defeitos, elas vão nos decepcionar, porque nós também temos
os. A gente vai percebendo, como foi lido aí na nossa mensagem de abertura, que a gente convive com pessoas que têm defeito e por elas terem defeitos, elas vão nos decepcionar, porque nós também temos defeitos. e também decepcionamos o outro. Então, precisamos ir desenvolvendo em nós uma certa capacidade de nos ajustar às situações que são complicadas. E a gente lembra que o nosso mestre Jesus quando passou, quando esteve entre nós, ele também não nos enganou, não. Ele não falou que olha, me sigam e vai ser tudo mil maravilhas, né? me sigam e vocês não vão mais sofrer. De jeito nenhum. Ele falou para nós: "Na vida tereis tribulações." Ou seja, na vida o bicho vai pegar, a coisa vai ficar difícil, às vezes vocês vão ter problemas. Mas ele falou assim: "Mas tende de bom ânimo, eu venci o mundo". Então ele veio nos propor uma maneira da gente atravessar a vida, sabendo que as coisas iam dar algumas vezes certo, outras vezes iam dar errado. E ele veio nos propor essa atitude mental do bom ânimo. Porque, meus amigos, é muito fácil a gente ter bom ânimo se tá tudo bem, se eu acordei, tá tudo do jeitinho que eu queria. Ah, mas eu não tive um aborrecimento. Ah, que bom ânimo que eu tenho, que disposição. Mas quando a gente começa a ter uma contrariedade aqui, a outra colar, aí o nosso bom ânimo começa a ficar balado. Então, por isso é tão importante a gente lembrar de Jesus nos falando: "Olha, tem um bom ânimo, eu venci o mundo, ou seja, eu dei conta, eu passei por isso e vocês também vão passar. e nos propôs que nós caminhássemos ao lado dele. Então, a gente vê, todo mundo que já tem mais assim de 25, né, já conseguiu perceber que a nossa vida é uma sucessão de acontecimentos. Tem coisa boa? Claro que tem, lógico, né? A vida de ninguém é só infelicidade, mas tem coisa difícil. E esses acontecimentos eles vão se sucedendo. Às vezes a gente pega uma maré de tranquilidade, aí de repente começa a coisa pipocar, dá errado. Meu Deus do céu, o que que aconteceu? E a gente vai cultivando esse bom ânimo e
eles vão se sucedendo. Às vezes a gente pega uma maré de tranquilidade, aí de repente começa a coisa pipocar, dá errado. Meu Deus do céu, o que que aconteceu? E a gente vai cultivando esse bom ânimo e vai tentando superar as nossas adversidades. E como esses acontecimentos vão vindo para nós, bons, ruins, a gente começa a perceber e poderíamos falar que a vida não é só uma sucessão de acontecimentos, ela é também uma sucessão de escolhas. Porque o que eu vivo agora tem a ver com o que eu escolhi lá atrás. A gente tá aqui nessa segunda-feira ensolarada porque a gente escolheu tá aqui. Poderíamos estar fazendo qualquer outra coisa, mas a gente quis, a gente escolheu e isso gera uma consequência para todos nós, nesse nosso caso, positiva, porque a gente tá aqui reunido para que juntos, irmanados, tudo bem, só eu que tô falando, mas a gente tá irmanado nos pensamentos. Então, os nossos pensamentos e sentimentos, eles se influenciam reciprocamente e nós vamos assim juntos, aprendendo, estudando. Então, nós escolhemos. E essa sucessão de escolhas, ela traz resultados também bons e ruins. Às vezes a gente escolhe certo: "Ah, que bom, que coisa boa." E temos bons resultados. Às vezes a gente faz escolhas que não são as mais acertadas. Tem algum problema? nenhum, porque de nós é esperado também o erro. Nós não somos seres perfeitos, então a gente vai sim errar. A pergunta é: diante do meu erro, como é que eu vou me olhar? Como é que eu vou me encarar? E diante daquele meu erro, qual providência que eu vou tomar? Eu vou sentar, ficar me lamuriando e me culpando, me achando a última das criaturas? ou eu vou procurar redirecionar o rumo da minha vida. Essa é a reflexão que nós trazemos hoje. E é interessante porque Chico Xavier contava uma história que o José Carlo de Luca repete no livro dele: "Alguém me tocou". Ele vai contar essa história e vai fazer algumas considerações. A gente vai pegar a história que o Chico contava falando sobre dor, sobre sofrimento. Que que é o sofrimento na
dele: "Alguém me tocou". Ele vai contar essa história e vai fazer algumas considerações. A gente vai pegar a história que o Chico contava falando sobre dor, sobre sofrimento. Que que é o sofrimento na nossa vida, por que a gente sofre? E aí o Chico contava uma história assim: vamos imaginar um pastor de ovelhas. Ele tem lá várias ovelhas para cuidar. Tem um cão que é o cão pastor, né? Aquele cão que tá ali cuidando, cão boiadeiro, eu acho que chama, né? cuidando ali do rebanho. Quando uma ovelha se desgarra, vai para longe, o pastor não larga todo mundo e vai atrás dessa ovelha que se desgarrou. Isso na vida prática, no dia a dia, né, de alguém que tá cuidando daquele rebanho de animais. Que que ele faz? E solta o cachorro. Aí o cachorro vai atrás dessa ovelha que se desgarrou. Então ele conta essa história para que a gente possa refletir nas nossas ações, nos acontecimentos que a gente enfrenta e no sofrimento que a gente enfrenta. E o Chico dizia assim: "Olha, esse cachorro que o pastor manda é a dor, é o sofrimento que vem nos chamar de volta, nós ovelhas, quando a gente se desvia do bom caminho. É a maneira do pastor se fazer presente nas nossas vidas. Ele, ele manda o cão ir lá nos buscar e assim vem o sofrimento, nos convidar, epa, pelo menos a uma reflexão, por que isso tá acontecendo? E aí existe aquela proposta muito interessante, né, da gente em vez de falar, de se perguntar por isso tá acontecendo comigo, que a gente troque fale para que isso tá acontecendo comigo? O que que esse sofrimento vem me convidar a olhar que eu ainda não vi? Qual é a lição que tem nesse sofrimento? Porque o sofrimento é um castigo e aí Deus é cruel e punitivo, né? Ah, veio para pagar. Ou nós que já conseguimos ter a bênção do entendimento do evangelho do Cristo, que já conseguimos ter a bênção do esclarecimento da doutrina espírita, a gente já percebeu desde Jesus que falou que Deus era o Pai, que Deus é amor. Então, ele não quer que a gente sofra para sofrer, para pagar. Olha aqui, é o troco. Não, não
mento da doutrina espírita, a gente já percebeu desde Jesus que falou que Deus era o Pai, que Deus é amor. Então, ele não quer que a gente sofra para sofrer, para pagar. Olha aqui, é o troco. Não, não tem isso. Ele quer o quê? A nossa felicidade. E o sofrimento é esse cão que vem nos buscar. E às vezes é o cão mesmo, né? Que vem nos buscar para que a gente faça essa reflexão. Pera aí, que que eu tenho que mudar? Que que eu posso fazer? Mas nós temos uma outra situação diante do sofrimento. Muitas vezes a nossa atitude é a de rebeldia. Quando a gente fala: "Ah, por que isso aconteceu comigo? Não aceito, como é que pode?" E a gente começa a se sentir a última das criaturas. E é essa atitude de rebeldia que não nos ajuda. É essa atitude de rebeldia a responsável porque a gente se coloque em uma situação de continuar o sofrimento. Ele vai ter um período para passar, mas ele pode passar mais rápido ou mais devagar, dependendo da nossa atitude, a nossa rebeldia de falar: "Não, não quero, não aceito, Deus é injusto." E aí a gente pode tentar compensar aquela situação de sofrimento partindo paraas ilusões. E aí a gente tem tantas a ilusão da da inércia, a ilusão da gente ficar o dia inteiro eh imerso em alguma distração que não nos deixe lembrar que nós viemos aqui para crescer, para progredir. as ilusões das todas as substâncias entorpescentes, as ilusões, enfim, do materialismo, tantas a gente a gente vive no mundo de cercado de ilusões e aí nós deixamos de direcionar a nossa visão para perceber que que eu posso fazer por mim. É essa rebeldia que ainda nos atrapalha. E José Carlos Geluca fala assim para nós: "Por que que a gente é rebelde? Qual é essa rebeldia? É a nossa dificuldade de aceitar as coisas como elas chegam. Não quer dizer que eu vá aceitar tudo, falar assim: "Não, manda mais sofrimento, isso tá ótimo, não tem problema não, não sou mais rebelde, tem problema nenhum." Não é isso. É o que o espírito Joana deângeles vai falar para nós, que é uma resignação ativa. O que que é isso?
mento, isso tá ótimo, não tem problema não, não sou mais rebelde, tem problema nenhum." Não é isso. É o que o espírito Joana deângeles vai falar para nós, que é uma resignação ativa. O que que é isso? Aconteceu comigo, não é injusto, veio para mim. que que eu posso fazer para me ajudar, para melhorar a minha situação? E aí a gente começa, usa a nossa inteligência, usa a nossa vontade, usa as nossas emoções positivas, usa a nossa rede de auxílio para a gente se ajudar. Isso é resignação ativa. Não me acho a última das criaturas, não me acha mais injustiçada, porque já aprendi que a lei divina é a lei da justiça e do amor, que existe a lei de causa e efeito. O que nós experimentamos agora é o efeito das nossas escolhas de antes. Ah, mas agora eu só escolho coisa boa e tô sofrendo tanto. Aí vem a o problema da nossa impaciência. Porque nós queremos plantar e a gente já quer que o fruto esteja ali pra gente colher. Então, outra situação que a gente precisa dedicar nossas nossa atenção para ver, puxa, como é que anda o meu nível de paciência. Eu tenho pensado, sabe, meus amigos, que a gente às vezes tá cercado de criaturas mais difíceis, né, na família, às vezes é no trabalho, às vezes é um vizinho crenqueiro, né? E eu tenho pensado muito ultimamente em o que é ser um mestre. A gente sabe, né, os mestres que nos ensinam as diretrizes da nossa vida, nosso grande mestre é Jesus. Então a gente pode dizer os mestres com Músculo, mas essas pessoas encrenqueiras, essas pessoas que a gente não consegue às vezes suportar que a gente tem que conviver, será que elas não são também mestres aí com Músculo, os mestres da nossa paciência? Aquele que veio me ensinar, olha, ou você é paciente ou é, não vai ter jeito, vai ter que ser paciente. Que veio me ensinar, você perdoa, perdoa, porque não tem jeito, meu amigo. Enquanto você não perdoar, você tá com essa encrenca no seu coração. Você tá envolvido nessa nessa rede com essa pessoa que te ofendeu, que te magoou. E aí, como é que a gente vai seguir adiante? Então, a
anto você não perdoar, você tá com essa encrenca no seu coração. Você tá envolvido nessa nessa rede com essa pessoa que te ofendeu, que te magoou. E aí, como é que a gente vai seguir adiante? Então, a gente precisa perdoar ou perdoar, claro, cada um de nós no seu tempo. Claro, depende do nível da ofensa, depende da relação que a gente tem com aquele que pisou no nosso pé. É pessoa muito querida, às vezes a gente até consegue perdoar mais rápido. É pessoa que eu já não via muito com a cara dela, é difícil, vai demorar mais, mas sempre colocando em ação a nossa vontade. E qual é a causa da nossa rebeldia? diante do sofrimento. Por que que nós às vezes não aceitamos o que tá acontecendo e a gente se revolta? Aí nós vamos estudar lá no Evangelho, no livro dos espíritos, que um dos maiores problemas nossos é o nosso egoísmo. É o que mais nos causa a infelicidade. E como ele se revelam diante dos acontecimentos da vida? Eu quero que a minha vida e as pessoas ao meu redor se manifestem da maneira que me agrada. Quando sai do meu agrado, ah, já não ficou bom. Não é o egoísmo que tá falando aí. Então, é esse egoísmo que é a causa principal do nosso sofrimento e a causa principal da nossa rebeldia. Mas se eu tenho essas atitudes, eu vou receber também da vida o que eu tô plantando. E Jesus falou para nós a cada um segundo suas obras, não foi? Então, precisamos ter a paciência de perceber o que que nós estamos plantando. E nós espíritas, nós temos uma uma dificuldade, temos uma facilidade muito grande, porque a gente já consegue compreender que nós tivemos outras resistências na matéria e que nessas outras existências a gente agiu muito bem e agiu muito mal e colhemos os frutos dessas ações. Excelente. Isso nos ajuda a compreender muito melhor o que nos acontece. Essa parte boa. A parte complicada dessa visão, se ela não for bem compreendida por nós, é que nós podemos cair numa situação de um certo comodismo, de falar: "Tudo que me acontece é a vida passada. Ah, tem uma pessoa no trabalho
icada dessa visão, se ela não for bem compreendida por nós, é que nós podemos cair numa situação de um certo comodismo, de falar: "Tudo que me acontece é a vida passada. Ah, tem uma pessoa no trabalho que eu me dou muito mal. Ah, é inimigo de pr meu Deus, voltou. é lá da minha reencarnação, minha celular de quando que apareceu. E aí pode até ser que isso realmente seja verdadeiro, mas o problema é que essa minha atitude me impede de ver o que que eu estou fazendo no presente para gravar essa minha condição. E a gente vai lá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5to, e vai estudar as causas das aflições. Existem dois terços, as causas atuais e as pretéritas. E quando a gente vai estudar sobre as causas atuais das aflições, eu acho que essa lição, talvez para mim, com certeza para mim é a que me causou mais perplexidade. Porque quando eu li lá no Evangelho que a maioria dos nossos sofrimentos tem a causa no presente, eu falei: "Meu Deus, Jesus amado, e agora?" Porque no evangelho Kardec vai nos falar assim: ou tal situação que te traz sofrimento, não com essas palavras, ele vai falar de uma maneira mais elegante, eu vou falar aqui do meu jeito, poderiam ser evitadas se a gente não tivesse sido tão imprudente ou tão precipitado ou tão egoísta. Então, vejam que o nosso compromisso é que a gente possa se conhecer e perceber que aspectos da nossa personalidade a gente já consegue modificar, porque nós já entendemos que o que nós vivenciamos de negativo não é um castigo, mas é uma consequência natural e uma maneira da lei nos convidar a progredir, a lei divina nos chamar o progresso. Puxa, eu fui por aqui, foi ótimo. Agora eu fui por aqui, deu errado. Ai, não vou mais por aqui, me machuquei. Então, vou fazer diferente. É a lei divina nos impulsionando a fazermos melhores escolhas, a fazermos escolhas que possam cuidar de nós, da nossa felicidade, que possam cuidar da nossa paz de espírito. Que escolhas que nós temos feito ultimamente. E aí nós lembramos, meus amigos, eu queria contar aqui para
has que possam cuidar de nós, da nossa felicidade, que possam cuidar da nossa paz de espírito. Que escolhas que nós temos feito ultimamente. E aí nós lembramos, meus amigos, eu queria contar aqui para vocês de uma outra situação que é narrada no livro que eu gosto muito dele, que se chama Terapias da Paz. E esse livro eh tem uma pequena história que eu gostaria de dividir com vocês. É uma história de um grande mestre da antiguidade e que ele eh estava em peregrinação para um local sagrado e ele levava com ele um discípulo junto com ele e aí ele estava andando naquelas estradas, né, para chegar no local sagrado. E aí foi ficando à noite, eles precisavam de um abrigo e aí andaram um pouquinho e viram assim a margem da estrada, um terrazinha, um sítio, né, simplesinho, eh, umas uma cerca ali mal cuidada, uma coisa, mas tinha uma casinha lá pequenininha, uma luzinha acesa, tem gente, então vamos lá pedir abrigo, né? É meio abandonado, mas alguém tem lá. E aí foram pedir abrir. Encontraram lá o dono desse pequeno sítio que morava com a mulher e alguns filhos, três, quatro filhos, não lembro bem tanto de filho. E aí perceberam que era uma uma lugar de extrema pobreza. E aí o dono do Cío falou: "Olha, aqui a gente não tem muita coisa não. A gente tem aqui eh um pouco de leite e nós queremos dividir com vocês. Nós somos pobres. A gente tem uma uma única vaca que ela é a responsável pelo nosso sustento da família inteira. Então a gente vende esse leite lá na cidade e aí a gente vai se mantendo dessa maneira." E aí o mestre agradeceu muito e o discípulo também. E aí tiveram uma noite de tranquilidade, mesmo naquela simplicidade daquele lugar. E o discípulo fala assim: "Mestre, mas olha, mas que pobreza, eles não fazem nada, tem aquela terra e aí ficam com aquela vaca e ninguém sai do lugar." E o mestre fala assim: "Não se preocupe, porque quando nós não queremos progredir, Deus se encarrega de nos colocar em condições de progredir, se encarrega de nos forçar ao progresso."
sai do lugar." E o mestre fala assim: "Não se preocupe, porque quando nós não queremos progredir, Deus se encarrega de nos colocar em condições de progredir, se encarrega de nos forçar ao progresso." E aí, meus amigos, eu queria lembrar aqui para vocês, essa questão tá lá no livro dos espíritos, é a questão 783, quando Kardec pergunta sobre o aperfeiçoamento da da humanidade, se esse aperfe aperfeiçoamento segue sempre a mesma marcha, progressivo, lento. E aí os espíritos respondem assim: "Eu vou ler só essa esse pequeno trecho que é o progresso natural que resulta da força das coisas, lento e regular. Quando, porém, um povo não progride tão depressa quanto deveria, Deus o sujeita de tempos em tempos a um abalo físico ou moral que o transforma." É o que o mestre falou pro discípulo. Quando as criaturas não progridem por si mesma, Deus, através dos mecanismos da justiça divina impulsiona essas criaturas ao progresso, nos impulsiona a progredir. E aí, fechado esse parênteses, a gente então volta pra nossa história. O mestre falou assim pro discípulo, no dia seguinte se despediram, foram embora, tomaram rumo lá do lugar sagrado que eles iam. Muito bem, passou-se um ano e lá estão lá os dois, o mestre, o discípulo, voltando por aquela mesmo estradinha. Aí lembraram com tanto carinho, lembra aquele pessoal lá daquele sítio, quem sabe a gente não vai lá pernoita lá de novo. Tão simpáticos, tão amorosos, pobrezinho, mas a gente foi recebido com tanto carinho, com tanto amor e a então vamos passar por lá. E aí chegando perto do local onde era o sítio, eles olharam: "Meu Deus do céu, mas que diferente! Tinha uma cerca toda ajeitadinha lá, algumas plantações, nossa, até alguns animais tinha lá também. Que maravilha. Será o mesmo lugar? E eles resolvem entrar e encontram um amigo dono do sítio e a sua família. Meu Deus, que que aconteceu? Que maravilha. Ele falou: "Ah, meu amigo, nem te conto. Lembra aquela vaquinha que a gente tinha, que eu falei que era nossa única fonte de sustento?"
tio e a sua família. Meu Deus, que que aconteceu? Que maravilha. Ele falou: "Ah, meu amigo, nem te conto. Lembra aquela vaquinha que a gente tinha, que eu falei que era nossa única fonte de sustento?" Pois é. Ela foi pro brejo, literalmente tinha um brejo ali, a vaca foi pro brejo e se atolou. E a gente tentava tirar, não conseguíamos. Infelizmente ela acabou morrendo. E aí nós nos desesperamos porque ela era a única fonte de renda de que nós tínhamos. E a gente começou a se desesperar e a rezar e a cavar essa terra, cavar aqui, cavar lá, aquele desespero passando fome, até que nós encontramos um olho d'água. E aí esse olho d'água, com esse olho d'água, nós podemos plantar alguma coisa. E aí a gente plantou e cresceu e a gente já conseguiu vender na feirinha, já comprou alguns animais, conseguimos arrumar aqui, pintar a casinha, botar uma cerca. Essa história, meus amigos, eu acho mais bonitas, porque ela nos fala desse momento de dificuldade, o momento em que a vaquinha foi pro brejo. E eu pergunto para vocês, alguém aqui em algum momento já viu a sua vaca ir pro brejo? A minha já foi várias vezes. E aí é difícil porque a gente se desespera, a gente não vê saída. Mas vejam o exemplo dessa história. Eles começaram a cavar. A gente não vai sair por aí cavando aqui no Jardim da comunhão, né? Não é isso que a nossa historinha nos pede para fazer. A gente vai cavar no terreno do nosso coração, no momento de dificuldade, no momento em que as coisas não saíram como nós esperávamos. É nesse momento que a gente precisa lembrar de Jesus. tersis tribulações, vai ter problema, vai ter confusão, mas tenham bom ânimo. Cavem dentro do próprio coração as soluções. Cavem a fim de descobrir qual o motivo daquele sofrimento. A aquele animal que pereceu, morreu, se atolou e morreu, parecia o quê? Uma grande desgraça. Não foi uma bênção ao final? E quantas desgraças nós passamos e quando o tempo transcorre, a gente vai ficando mais velho, a gente às vezes olha, fala assim: "Olha, foi difícil, mas até que eu
sgraça. Não foi uma bênção ao final? E quantas desgraças nós passamos e quando o tempo transcorre, a gente vai ficando mais velho, a gente às vezes olha, fala assim: "Olha, foi difícil, mas até que eu cresci, viu? Naquele momento, até que não sei nem como eu aguentei." Às vezes a gente fala assim, não é? Sei nem como é que eu dei conta, gosto nem de lembrar. Mas são dessas dificuldades que nós tiramos o alimento para o nosso crescimento, não é da tranquilidade, claro, na alegria a gente evolui. Claro que sim. Não vamos também ser masoquista, né? A só evoluir no sofrimento. Não. Alegria, amorosidade, a amizade é um fator para a nossa evolução. Mas a superação que a gente precisa apresentar diante das dificuldades pode também ser um fator de crescimento. Todo sofrimento vai nos fazer crescer? Não. Todo sofrimento com certeza vai doer. Não tem sofrimento que não doa? Eu vou crescer com sofrimento. Escolhas. Minha escolha é crescer. Minha escolha é ficar reclamando. Minha escolha é me achar a última pessoa do mundo, injustiçada. É me revoltar. Ou minha escolha é sair cavando no terreno do meu coração e das oportunidades que a vida me oferece. Como eu vou ter instrumentos para me superar? Porque nós viemos aqui para aprender. Nosso único objetivo aqui na Terra é a nossa evolução. E que a gente possa também, tá no livro dos espíritos, contribuir para o avanço nosso como humanidade. Ah, mas eu contribuí como, gente? Eu sou tão assim, né? Pequenininho, perfeita, toda capenga. Contribuir. Ah, que arrogância. Contribuir fazendo a nossa parte. É o que Emanuel chama, que eu acho linda essa expressão, o passo de luz, que a gente dê esse passo de luz é a nossa contribuição. Então, nos momentos em que as coisas ficarem complicadas, que a vida nos trouxer esses desafios, vamos nos lembrar. Todos nós viemos a essa terra abençoada para nos renovar, para crescer. E a bondade do Cristo, a bondade do nosso pai nos oferece os instrumentos para o nosso crescimento. Nossa escolha, a gente aproveita ou a
viemos a essa terra abençoada para nos renovar, para crescer. E a bondade do Cristo, a bondade do nosso pai nos oferece os instrumentos para o nosso crescimento. Nossa escolha, a gente aproveita ou a gente desperdiza. Aí é com a gente. Mas com certeza temos uma torcida enorme dizendo assim: "Aproveita, aproveita, façam o que é necessário ser feito, contem com ajuda. Nós todos temos essa ajuda e temos muita, mas muita proteção para realizar as tarefas que já não podem mais ser adiadas por nós, porque estamos no momento de dar esse passo. Meus amigos, eu agradeço a todos essa tarde e desejo a vocês um ótimo fim de dia. Nós agradecemos a nossa querida irmã Márcia pelo carinho que ela nos atendeu ao convite para fazer uma palestra aqui à tarde e com toda certeza ela alcançou as nossas expectativas porque trouxe aquelas mensagens que gostaríamos de ouvir, aquelas mensagens de conforto, de esperança, de harmonia. Portanto, sairemos daqui mais convicto que podemos realizar mais coisas, tá? Podemos seguir adiante porque estamos instrumentalizados pela doutrina dos espíritos. Muito obrigado pela presença de todos e que ao sairmos daqui desse recinto permaneçamos na paz do Senhor com essa alegria, essa essa paz que conquistamos nesse poucos minutos que aqui estivemos e que possamos levar esse sentimento fraterno, aqueles a quem mais amamos, que estão à nossa retag guarda. Sigam em paz. Que a alegria de Jesus jamais deixe extinguir-se em nossas almas, porque a conquista é objetivo nosso, amar, amar e amar. Sigam em paz. Muito obrigado pela presença e esperamos revê-los para nossa alegria na próxima segunda-feira. Muito obrigado. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o
sica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu
ra continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
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Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
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Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
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