Depressão na infância, o que podemos fazer? | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 04 de outubro de 2023, abordaremos o tema "Depressão na infância, o que podemos fa...
Olá meus irmãos Boa noite a todos que nos assistem nosso programa família no ar esse espaço em que discutimos temas de interesse da família à luz da doutrina espírita todos os meses trazemos temas que são pedidos pelos nossos assistentes Pelas nossas equipes e na noite de de hoje não vai ser diferente vamos trazer um tema muito importante para o nosso cotidiano depressão na infância excelente tema não é Nelson e vamos ter dois convidados muito especiais conosco na noite de hoje é isso mesmo Cris boa noite a você boa noite à aqueles que nos assistem e vamos chamar esses dois trabalhadores espíritas tão queridos seja bem-vinda susel verdelli que é Mãe da Letícia é dentista trabalhadora da am Planalto e do departamento de família da AM Brasil então boa noite Nelson boa noite Cris boa noite Boa noite a todos todos vocês que estão aí do outro lado nos assistindo é uma grande alegria poder estar com todos vocês essa noite pois é vamos dar boa noite à Márcia também que já apareceu aqui boa noite Marcinha um grande beijo para você o nosso outro convidado também é trabalhador da am é o nosso querido irmão Wesley Assis que é psiquiatra trabalha na AM Goiânia e também tem várias atuações no movimento Espírita pela am em todo o país seja bem-vindo Wesley Boa noite a você microfone fechado Wesley isso boa noite a todos com alegria estar aqui novamente contribuindo espero que a gente aprenda muito possamos informar esclarecer é alegria muito grande contribuir com esse trabalho coisa boa seja bem-vindo Wesley meus amigos segundo dados da Organização Mundial de Saúde o número de casos de depressão em crianças na faixa etária entre 6 e 12 anos aumentou Olha só de 4,5 para 88% em uma década Isso parece bastante preocupante né mas antes de nós discutirmos esses números Eu gostaria de pedir uma gentileza a vocês vocês esclarecessem ao nosso público o que é a depressão e como ela se manifesta na infância OK posso começar pode então vamos lá né bom meus amigos quando a gente fala na na
dir uma gentileza a vocês vocês esclarecessem ao nosso público o que é a depressão e como ela se manifesta na infância OK posso começar pode então vamos lá né bom meus amigos quando a gente fala na na depressão para a medicina a depressão ela é uma doença que tem como origem diversos fatores e que além disso tem repercussões físicas e comportamentais dentro da visão espírita Nós aprendemos que a origem da depressão Ela está na alma sendo as alterações que acontecem cerebrais comportamentais os seus efeitos e não as suas causas nós sabemos que tem uma série de evidências que comprovam que mostram que realmente lá no cérebro daquele que está deprimido existem sim alterações químicas Principalmente quando nós olhamos os neurotransmissores né aquelas substâncias que transmitem os impulsos ao longo das células mas mas meio ao contrário do que a grande maioria pensa esses fatores psicológicos e também os fatores sociais muitas vezes eles são mais a consequência e não a causa da depressão quando a gente pensa quando a gente Olha esses números né Nelson que você trouxe realmente é algo que preocupa demais é algo muito grave porque quando nós olhamos a infância quando Nós pensamos na infância a gente já pensa na infância como Aquela fase tão gostosa né Eh tão encantadora é uma fase de de muito conhecimento de um grande desenvolvimento de de ter muitas muitos aprendizados muitas vivências então geralmente a gente correlaciona a criança a diversão a alegria né a brincadeiras então quando a gente se depara com um padrão que tá um pouco diferente quando existe uma mudança nesse comportamento é o momento momento da gente Ligar a chavinha ligar o alerta o que a gente mais percebe quando a gente vai olhar a depressão na criança uma das grandes características seria essa mudança de humor né então a gente pode ter sim uma criança que ela pode começar a se apresentar mais retraída querer ficar mais ali isolada não ligar mais isso é importante não ligar D mais paraas coisas pela qual
mor né então a gente pode ter sim uma criança que ela pode começar a se apresentar mais retraída querer ficar mais ali isolada não ligar mais isso é importante não ligar D mais paraas coisas pela qual ela tinha interesse coisas que dava prazer a ela né não quer brincar não quer ficar junto aos amigos por outro lado nós podemos ter também uma criança que apresenta-se de forma mais agressiva pode apresentar irritabilidade ter umas explosões de raiva né de agressividade ter aqueles rompantes da tristeza de melancolia então a gente pode ver ainda fora isso a gente pode ver alterações de sono alteração de apetite nós podemos ver também uma certa eh uma certa lentidão tanto no na questão motora quanto na questão eh psíquica né queda de desempenho escolar é muito comum a gente ver a criança deprimida ela começar a apresentar sintomas físicos né queixas de dor abdominal queixas de dor de cabeça e às vezes os pais ficam levando no pediatra e não descobre o que tá acontecendo com aquela criança né não não acha um porque isso começa a ficar frequente recusar-se aí na escola fica muito mal humorada muito reclamona né se mostrar sempre negativa Então tudo isso são algumas coisas que se apresentam que caracterizam essa depressão na infância e que às vezes pode passar até como algo incompreendido Ai a coisa da idade Ah não ele sempre foi quietinho né então isso tem que ser muito os pais têm que estar muito atento a essas nossas crianças até também para não confundir esses sintomas com outras questões né A acho que o Wesley tem muito mais a a falar pra gente sobre isso com você Wesley bem o a criança na na área da Medicina eh Há uma distorção muito grande né então hoje as pesquisas brasileiras aquelas que mostram prevalência mesmo eh tem descrições baixas a incidência baixa de depressão na infância nessa primeira infância 2% né os dados eles são aglutinados pela Organização Mundial de Saúde e tem uma variação nova Quando você vê dados muito Ampla variação pode saber que tem viés
ssão na infância nessa primeira infância 2% né os dados eles são aglutinados pela Organização Mundial de Saúde e tem uma variação nova Quando você vê dados muito Ampla variação pode saber que tem viés de pesquisa então Eh crianças menores 2% à medida que ela vai crescendo os índice depressão Até chegar na adolescência de quat a oito como a Organização Mundial de Saúde coloca o que nós sabemos é que as descrições de depressão na infância começou na década de 70 mas começaram mesmo na Segunda Guerra mundial com crianças separada dos Pais mostrando para nós pra gente aprender que eh o contexto onde a criança está é extremamente importante e quando eu falo contexto eu falo do pediatra que atende do odontólogo falo dos Pais familiares e cuidadores eu falo do psicólogo dos professores evangelizador todo mundo que entra no Universo da Criança vai perceber que algo não tá bem que algo vai mal então essa visão coloca que se a criança tá triste se tá deprimida é muito difícil eh separar isso na criança por causa do desenvolvimento ela é um ser em desenvolvimento Portanto ele não tem condições de elaborar muitas coisas então na psiquiatria da Infância e adolescência a gente evita olhar para diagnóstico Francisco Assunção até fala isso né se a gente for olhar para diagnóstico de criança a gente abandona ela então que a psiquiatria da infância adolescência eh que baseia em diagnóstico ele faz uma uma análise da criança da fundura de um piris ou seja superficial Então hoje eles colocam problemas da criança problemas da família problemas da escola se você analisa uma criança e ela tá desadaptada nesses três ambientes pelo menos a gente já entende se ela tá tá desadaptada só na família Ela ainda tá bem na escola a gente pensa naquilo que é mais comum em criança que é patoplastia a criança então de 2 anos pode ter muita reação ao ambiente em que ele vive e não uma psicopatologia como a gente vê no adulto e mais todos os critérios de depressão infância adolescência são critérios de
iança então de 2 anos pode ter muita reação ao ambiente em que ele vive e não uma psicopatologia como a gente vê no adulto e mais todos os critérios de depressão infância adolescência são critérios de adultos então não confie nos dados de manua de Diagnóstico eles não foram pesquisado em criança isso fica fechado entre nós aqui então a gente tem que olhar a questão dos vínculos que é um ser em desenvolvimento Então essas questões que a suzele colocou são interessantes porque fazem parte do Universo da Criança mas dizer necessariamente que esses sintomas são patológicos seria um erro porque muitas vezes ao analisar mais profundamente eh a famí o sistema da criança a gente vê a gente não precisa nem chamar eu já falei aqui não precisa nem chamar ele de paciente a gente chama ele de mensageiro ele é mensageiro do sistema de onde ele vem vai atrás que você acha por 2% gente 2% e 98% 2% da população a maior parte não é deprimida então se ele tá triste a primeira coisa que a gente tem que ver é como funciona os vínculos é um ser em desenvolvimento as habilidades para para elaborar resposta de enfrentamento São baixíssimas então crianças com em ambiente disfuncional vão fazer sintomas depressivos a gente tenha que saber eh achar aqueles que realmente T questão depressiva de verdade e elas existem 10% até 5.8% da América Latina de adultos são deprimidos e muitos deles falam paraa gente desde que eu entendo por gente eu sou assim então se ele tá falando isso né então e o universo não pode da criança não pode ser fechado pelo médico os pais familiares e cuidadores T uma obrigação muito grande de identificar esses sinais por quê Porque o que a suzele falou pode ser uma tristeza ou uma depressão a criança pode estar mais introspectiva e a gente tem que avaliar mais profundamente quase sempre quando a gente avalia insem separar da criança conversa com os pais a gente começa até mesmo por quem Traz ele na consulta e na avaliação como que ele comparece na evangelização né Como que ele está ali né E como ela a suzele
em separar da criança conversa com os pais a gente começa até mesmo por quem Traz ele na consulta e na avaliação como que ele comparece na evangelização né Como que ele está ali né E como ela a suzele falou a a mochila espiritual dele a bagagem espiritual que ele trouxe será que as vivências familiares despertaram conteúdos desarmônicos na pessoa por conta de estados alterados da Consciência em decorrente do ambiente familiar imprevisível então tem muita coisa ainda aí por trás de sintomatologia a gente deve eh ficar atento com elas para entender melhor eh as queixas né ampliar a nossa vivência e eh observar melhor né a investigação uhum Wesley quando vocês falam né Essa questão toda essa dificuldade mesmo de você chegar a a a ter né uma ideia de que a criança está com algum problema os números que nos aparecem e que nos alertam para eh precisamos orientar melhor pais e mães para estarem mais atentos à sua criança estarem mais com olhar mais aguçado então esses números seriam reais ou seja estamos tendo uma maior incidência ou o excesso de de de diagnóstico por conta de e até mesmo e eh esse estranhamento que às vezes acontece dentro da família sobre como é que aquela criança funciona como é que é a o patamar dela realmente o que a gente vê né hoje muito no consultório é se a pessoa se a criança receber um diagnóstico tá tudo resolvido a família não precisa mudar suas práticas não precisa mudar nada tá resolvido a criança foi encaixada Num caixote E ela ficou lá eu acho isso muito ruim porque na verdade nós vivemos num mundo onde as relações estão o tempo todo ocorrendo Uhum Então não a criança eh recebe um determinado diagnóstico então pra família tá resolvido isso não pode ser assim se a criança recebe um diagnóstico a gente tem que entender onde tá inserido isso o modelo de entendimento da Saúde Mental é um modelo integrativo é um modelo biopsico S espiritual as famílias Retornam junto Porque os grupos evolutivos caminham juntos uhum e trazem anteriores condições quando a criança
nto da Saúde Mental é um modelo integrativo é um modelo biopsico S espiritual as famílias Retornam junto Porque os grupos evolutivos caminham juntos uhum e trazem anteriores condições quando a criança renasce ela já traz conteúdos com ela e esses conteúdos são amplamente instigados pela convivência com a família às vezes os laços de simpatia como diz Kardec ajudam os pais a oferecer ajuda mas e naqueles onde anteriores antipatias segundo Kardec também Já construiu uma dificuldade de oferecer ajuda e maternar E patern então nesses casos essas crianças podem desde Terra idade 7 anos 8 anos já pode evocar conteúdos que ela não sabe entender conteúdos fortes gerando introspecção tristeza alteração e desadaptação nos ambientes né então muitas vezes eh os modelos né Como diz a már os modelos parentais eles são muito importantes os estilos principais né da família então a a educação tem que ser olhada tem a questão biológica a educação a a a depressão mas é preciso também olhar os aspectos psicológicos o desenvolvimento psicossocial da criança alterado pelas vivências num ambiente que não oferece uma um segurança Então tudo isso gera tristeza sintomas que podem permanecer né fortes O que houve no mundo dentro da função pensamento a humanidade tá muito ligada a Isso foi um aumento das especialidades das subespecialidades foi o aumento também eh das da do exercício profissional dos estudos das pesquisas e aí um aumento também de Diagnóstico eu acho que essa forma nozol essa forma reducionista que a medicina fez faz essa epidemia de critérios não é mais Dimensional é por isso que aumenta muito os diagnósticos né sabend tudo tá atrelado a centrado na alma Então a gente tem que buscar essa essa causação ascendente não a descendente que é reducionista uhum perfeito perfeito segue aí Nelsinho josele quer falar um pouquinho sobre isso eu acho muito importante essa questão que que o ess trouxe porque a gente vê nos dias de hoje eh muita correria né Dias muito acelerados Aquela coisa né E aquele
ele quer falar um pouquinho sobre isso eu acho muito importante essa questão que que o ess trouxe porque a gente vê nos dias de hoje eh muita correria né Dias muito acelerados Aquela coisa né E aquele muito aquele pensamento né dos Pais em querer sempre oferecer o melhor sempre oferecer o que tem de mais moderno que tem de mais perfeito essa essa mentalidade tá muito utida nas pessoas né E às vezes isso pode est acabando também atrapalhando um pouquinho esse ambiente familiar essa situação do convívio né Essa questão do querer ter de mais e ser de menos né então acho muito importante nós falarmos realmente desse ambiente familiar da criança porque a gente sabe que por aí fora Nós temos muitas famílias iis né como bem trouxe o w Bem lembrado pela pela Márcia nós temos sim pais permissivos nós temos sim pais negligentes ainda temos pais autoritários e isso tudo acaba gerando problemas conflitos carências emocionais é é como o falou acaba que o ambiente não é um ambiente seguro não é um ambiente estável não é aquele chamado ai a minha casa é o meu porto seguro né porque a gente tem que lembra Será que embora criança a criança também ela vai passar por algumas situações que às vezes vão gerar angústias né às vezes vão certo Abalo né a chegada do irmãozinho a separação dos pais e a criança ela não tem muitas vezes condição de lidar com esses fatores Então os pais têm que estar prestando atenção nisso tem que est observando isso então aquela necessidade mesmo da observação constante não negligenciar as coisas para poder avaliar realmente identificar realmente E assim se necessário buscar ajuda né Uhum uhum se me permitem Nelson o seguinte vamos avaliar dentro disso que a SUS falou vamos avaliar a variação normal do humor que para nós adultos é mais fácil da gente entender mas a criança num ambiente então a variação do humor é como se fosse duas paralelas uma assim sobre a outra Então nesse sentido a gente pode sentir tristeza decorrente de um evento negativo da vida a gente pode
nça num ambiente então a variação do humor é como se fosse duas paralelas uma assim sobre a outra Então nesse sentido a gente pode sentir tristeza decorrente de um evento negativo da vida a gente pode sentir alegria decorrente de um evento positivo da vida mas nós vamos lá e voltamos para essa meio dessas duas paralelas onde o humor varia um dia mais triste um dia mais alegre nós variamos Então nesse sentido eh Vamos considerar a criança como um ser em desenvolvimento com características inatas que traz na forma de e características de caráter e outros princípios e Valores que ele adquire com o exemplo familiar vamos dizer que esses conteúdos recebidos ajuda ele a mediar isso aqui junto com as tendências e reminiscências então o humor varia nesse tempo e se ele viver num ambiente onde os eventos negativos faz ele entrar em tristeza com muita frequência tão frequência que talvez ele não consiga elaborar esse estado de coisa recorrente as Quem deveria trazer segurança estão presos as suas imaturidades dificuldades e aí Eles não conseguem gerar entrando num estado assim essa explicação é compreensível se a gente olhar os modelos parentais se a gente olhar o estágio evolutivo que a criança tem as dificuldade dos Pais em em trazer esse ambiente previsível com regr com limite E também o a capacidade de afetividade de estar ter presença real junto da criança então Imagine que essas figuras de vinculação essas que que a criança reconhece como protetora não estejam ali no momento que ele precisa nessa situação de vulnerabilidade o humor deprimido aparece de ent a dinâmica do processo a evangelização as questões espirituais elas emergem Nesse contexto né Uhum é vocês vocês trouxeram na verdade um um cenário né em que nós precisamos estar atentos à indícios ao ambiente né são a criança ela se encontra em diversos ambientes Vocês trouxeram isso com muita propriedade a suzele falou do ter e do ser e quando nós nos deparamos com todo esse cenário uma pergunta nos surge que é muito importante nos dias de hoje a
os ambientes Vocês trouxeram isso com muita propriedade a suzele falou do ter e do ser e quando nós nos deparamos com todo esse cenário uma pergunta nos surge que é muito importante nos dias de hoje a gente tem se deparado com isso né com que eu vou falar aqui agora em diversos lugares nas ruas nos shoppings nas escolas é o que a gente mais vê né a excessiva exposição das Crianças às telas especialmente o celular e o isolamento no âmbito familiar poderiam ser esses caus da depressão na infância quer começar pode ir Wesley pode ir na verdade e o excesso de tela ele é consequência e não causa excesso de tela é consequência de ausências Então as ausências é que levam a isso não tem coisa mais feliz mais alegre que uma criança brincar com seus pais não existe nada mais gratificante pra criança ela quer repetir todo dia Então na verdade o excesso de tela não é causa nós falamos agorinha Nelson que o o modelo de entendimento de Sofrimento psíquico ele é integrativo ele é multidimensional é multideterminado Então nesse caso a tela pode fazer parte a gente observa uma mãezinha chegando com com a criança e para consultar ele para atender a gente tem um esforço muito grande tirar ele do tablet ou do celular uhum porque na verdade eh eh excesso de tela é ausência igual a escuridão ausência de luz é ausência a criança não tem área pré-frontal para exercer papéis adultos gente é o ambiente que modula é o ambiente e o me ambiente é formatado por presença real de cuidadores a função cuidadora uhum se você pega o estilo negligente o estilo passivo baseado no Mimo e o estilo autoritário não tem presença real junto da criança só o autoritativo tem por quê ele autoriza a autoestima a responsabilidade E assumir as coisas Então nesse caso uma criança que tem a presença real de alguém ela pode até deprimir mas na verdade ela tem mais chances de ter apoio afetivo e se envolver não existe perfeição diz o evangelho não exige conhecimento técnico é baseado no modelo e afetivo que é amor Então nesse caso eu penso que
rdade ela tem mais chances de ter apoio afetivo e se envolver não existe perfeição diz o evangelho não exige conhecimento técnico é baseado no modelo e afetivo que é amor Então nesse caso eu penso que a tela aí é só consequência de um ambiente disfuncional e às vezes é colocado assim não eu dou faço o menino ter a tela no no no final de semana ele vai ver o celular no final de semana el mas na verdade ele tem 2 anos e já tem celular ou já tem um tablet Então não é bem uma decisão assim a criança ela vai estar geralmente presa ao ambiente que o formata que vai envolvendo ele tem a tela não é opção de Quem brinca de quem sai de quem tem atividade quem tem motricidade então acho que ela deve ser considerada um efeito colateral Nelson e eu acho que com o tempo a gente vai perceber que são os valores e princípios e aquilo que eu falo sempre né Márcia até já falou que eu sempre cito Porque é importante é o divórcio emocional é a separação emocional é o isolamento em recintos da casa né Uhum não há uma prática uma prática rotineira de convivência onde os valores e princípios são intercambiáveis então isso gera né muitas vezes eventos que trazem tristeza e com o tempo essa tristeza se repete se estrutura e aí a gente acaba chegando na depressão da infância com eh um ambiente muitas vezes familiar que não dá conta de atender a criança quer dar um medicamento e tá resolvido não tá porque a criança precisa de afetividade ela respira isso e uma coisa que a gente também tem que observar né Wesley eh Às vezes a os próprios pais já tem aquele hábito aquele costume de estar o tempo inteiro diante da da tela e a criança tá vendo aquilo né então para ela Aquilo é o o normal né Porque em vez de tá todo mundo junto tá cada um no seu lugar e cada um com seu aparelho né as conversas o que tem paraa janta é pelo WhatsApp não é ô mãe o que que tem pra janta né Cada um comendo no quarto Então a gente tem que Observar isso então quando a gente fala de tela a gente sabe sabe que excesso de tela realmente tem eh esse
tsApp não é ô mãe o que que tem pra janta né Cada um comendo no quarto Então a gente tem que Observar isso então quando a gente fala de tela a gente sabe sabe que excesso de tela realmente tem eh esse lado ruim né que que é importante mas a gente sabe também que eh tem que ver dentro de casa que nem o Wesley falou tem que ver dentro de casa se não tá havendo esse estímulo e esse exemplo também em volta né Uhum E outra coisa gente presta atenção no que que essas crianças estão vendo na internet presta atenção tipo de joguinhos que elas estão jogando porque isso também vai gerando muito muito estímulos né Não só visuais mas estímulos né nesse cérebro Zinho e construção então isso também tem que ficar bem claro É principalmente pelo que o Wesley falou de não ter o filtro ainda para poder ter o discernimento adequado a criança realmente fica muito mais exposta a todo esse contexto que que ela tá colocada ali bom são alertas muito importantes pros pais e para as mães que nós estamos passando na na noite de hoje eu queria saudar nós temos uma uma telespectadora lá da Argentina que tá aqui com a gente que nos saudou aqui a Marcela esteve seja bem-vinda também a nossa irmã margi lá de do Rio Grande do Sul a Mônica de Oliveira também muito boa noite a vocês mandem as suas perguntas e as suas colocações para nós isso é muito importante nosso programa família no ar tem que estar muito M perto das necessidades de todos vocês Bom infelizmente nós temos visto também são sintomas mas são sintomas importantes eh ouvido falar de automutilação inclusive sendo praticado já muito precocemente né E algumas crianças que também têm apresentado eh problemas relacionados à Baixa estima por conta do peso a binia uma série de coisas todo esse contexto tá tudo interligado aí mas eu acho que seria muito importante a gente colocar pros pais quando eu tenho um filho que eu percebo que está praticando por exemplo automutilação Como eu como pai como Mãe posso trabalhar essa situação e dentro desse contexto a relação de tudo isso
r pros pais quando eu tenho um filho que eu percebo que está praticando por exemplo automutilação Como eu como pai como Mãe posso trabalhar essa situação e dentro desse contexto a relação de tudo isso com a depressão também na infância aí a gente começa pela su que falou pouquinho da outra vez falei pouquinho não isso isso é muito importante porque quando a gente fala né nesse nesse sofrimento psíquico né Eh que não existe barreira etária vamos falar assim né então ela pode se apresentar em várias faixas etárias é claro que de forma diferente né então o que você vê na criança é uma coisa o que você vê no adolescente é outra Quando você vê no adulto é outra na questão principalmente bulemia a automotivação fica sempre esse alerta de realmente prestar muita atenção porque o comportamento ele muda o wes ele vai poder falar muito bem aí da da da automutilação mas o que a gente tem que pensar é essa substituição a substituição dessa dor física para aquela dor interna né é quando a gente tá falando seja de de bulemia seja de de de automutilação nós estamos falando de pedidos de ajuda então há necessidade de se realmente prestar atenção criança do nada não quer tirar mais um moleton né usa só a calça comprida vamos dar uma observada vamos ver se que que que que pode estar acontecendo né isto é importante da da gente est eh avaliando e e pensando também que quando isso acontece principalmente acontece na criança o membro mais jovem da família isso faz com que a família Ela dê uma balada acaba interferindo então há necessidade de se avaliar realmente essa dinâmica familiar ali né porque todo mundo mundo precisa se adaptar um se adaptar a uma nova situação modificar talvez comportamentos talvez hábitos né Além disso poder também gerar certos conflitos porque às vezes pai e mãe não entende o que tá acontecendo aí fica aquela questão né brigando não então tem que tá prestando atenção nisso que esses conflitos necessitam de cuidados então cada vez mais a gente percebe que diante
o entende o que tá acontecendo aí fica aquela questão né brigando não então tem que tá prestando atenção nisso que esses conflitos necessitam de cuidados então cada vez mais a gente percebe que diante de uma situação como essa diante de uma depressão que também muito ligado a gente pode pensar que a família inteira precisa entrar nesse processo aí que é um processo de tratamento é um processo terapêutico mesmo né para que todo mundo seja Tratado de forma individualizada mas que todo mundo possa receber um esclarecimento de como lidar com essa situação perfeito vai lá Wesley a automutilação ela ela é uma condição que de forma geral ela tem bom prognóstico 90% das crianças e adolescentes que se mutilam param de fazer isso com a adolescência e o final da adolescência 10% continuam se mutilando geralmente tem alguma comorbidade associada transtorno de ansiedade depressão ou transtorno de personalidade mas aqueles que se mutilam eh tem vários fatores é multideterminado mas de todo jeito a automutilação representa uma saída que para nós parece um absurdo mas pro adolescente ou a criança que se mutila é uma busca de alívio imediato muito coerente com o estado de maturidade a busca de de de de Equilíbrio da mesma forma que ele vai para as mídias vai para para para ficar sem pensar el pode ficar lá num jogo num Avatar ali sem pensar ele sente alívio pode ficar maratonando um adolescente uma série pode ficar preso a automutilação a tricotilomania a ru unha nos quadros de ansiedade então de todo jeito a automutilação Tá no contexto eh da da ansiedade no contexto da busca de alívio de um sofrimento sentido como insuportável Então dentro de um contexto de neurodesenvolvimento a criança vai achar essa saída eh importante as e vai fazer não deve ser penalizado deve ser acolhido porque ele tá ali tentando achar uma solução para aquilo muitos acham automutilação tem a ver com suicídio e não tem as únicas pessoas que que tem automutilação que suicída são os quadros de depressão na adolescência né o criança em estado
lução para aquilo muitos acham automutilação tem a ver com suicídio e não tem as únicas pessoas que que tem automutilação que suicída são os quadros de depressão na adolescência né o criança em estado muitas vezes de Sofrimento intenso ou conflito familiares ou outra condição em que ela da automutilação vai pro suicídio mas não é graças a Deus Essa é evolução natural as pesquisas têm mostrado e nós falamos esse assunto na cartilha da am lá crianças e adolescentes então é importante que a gente tem essa noção da automutilação apenas como um evento essa aí apenas como um evento e que pode ser abordado Sim mas precisa de muito amor dos Pais dependendo do engajamento da família essa condição ela pode ser resolvida com mais tranquilidade existe várias formas de automutilação que os jovens fazem que nem é conhecido por automutilação beber em binja é uma automutilação eh overdose de cocaína no adolescente é uma automutilação e tem aquelas que são autorizadas né como culturalmente brinco né Eh piercing etc tatuagem tudo são formas de automutilação mas aqui especificamente eh na depressão é a busca de alívio e gratificação imediata decorrente de uma imaturidade ainda do sistema nervoso e das suas estratégias de enfrentamento Uhum é você me sugeriu aí a ideia da gente fazer um programa sobre tatuagens e piercings e e e escarificação isso dá pra gente conversar muito sobre isso eu queria só incluir uma um um um uma necessidade de uma pergunta aqui que é o seguinte a questão da criança que sofre abuso sexual né Eh a criança ou o adolescente como é que vocês vem a a possível eh eh o desencadeamento disso em termos de intenso sofrimento psíquico em um possível quadro de depressão é algo que podemos eh isso pode nos chamar atenção também hoje mesmo avaliei uma uma criança de 14 anos com essa história né na verdade o que a gente tem que considerar o que nós chamamos na na história dos traumas de carga alostática uma criança que não tem um amadurecimento ela entra em contato com abuso emocional físico ou sexual ela
que a gente tem que considerar o que nós chamamos na na história dos traumas de carga alostática uma criança que não tem um amadurecimento ela entra em contato com abuso emocional físico ou sexual ela pode experimentar um estado de stress constante como ela não vai dar conta de elaborar e tornar aquilo só uma uma lembrança uma memória ela fica acontecendo aquilo na vida dela na cabe e ela vai desenvolvendo um Luto à avessas é como se ele ela não conseguisse nunca sair do LOP ela fica ali e aquilo não vai para seu passado história biográfica e fica ali mais ou menos aguardado fica acontecendo o cotidiano dela e ela a partir dali ela vai tendo Amparo ou desamparo aqui no centroeste é comum no Brasil desamparo a família apoia que às vezes é um membro da família apoia ela tem que conviver com tudo esse looping que eu falei esses essa carga Essa mola que fica entre subindo e descendo e ela tem isso vai interferir no neurodesenvolvimento dela na Capacidade ela começa então com automutilações muitas vezes ansiedade desadaptação escolar fala que não tem interesse na escola a coordenação olha de superfície e manda para coordenação pune e a criança tá convivendo com abusador Então essas condições recorrentes é são muito encontradas nos transtornos de personalidade e a medicina reducionista gosta de falar borderline gosta de falar isso mas na verdade a gente tá vendo ali é desamor e muitas vezes os abusos fazem uma coisa que nós da do Espiritismo temos que ficar lembrando o abuso leva a criança de forma re interada a um estado de transe psíquico e ela acessa conteúdos do passado espiritual dela num processo de espurgo que vem lá com força numa idade geralmente na adolescência na fase adulta esses conteúdos vê pra gente mas se numa criança de 7 anos 8 anos ela não tem nenhum então isso tem um impacto na no corpo como depressão Mas se a gente olhar espiritualmente o tratamento tem que ser ampliado porque é um quadro fluídico magnético espiritual e neurobiológico o medicamento vai
sso tem um impacto na no corpo como depressão Mas se a gente olhar espiritualmente o tratamento tem que ser ampliado porque é um quadro fluídico magnético espiritual e neurobiológico o medicamento vai resolver uma questão de 10% 20 no neurobiológico mas o tratamento tem que ser fluídico tem que ser né psicoterápico porque tem que abordar essa criança e tem que acolher a família Jesus deu esse exemplo lá acolhendo a mulher adúltera e acolhendo a turba que tava ao lado querendo apedrejar então ele fez todo um trabalho sistêmico então dessa forma eh esse caso eh de crianças eh abusadas crianças que sofrem maus tratos isso é muito sério pelo pelas consequências que envolve e geralmente o capital de recuperação de apoio dessa criança é empobrecer uhum perfeito su quer quer acrescentar algo só a gente parar e pensar que é um sofrimento muito grande pela criança que passa por isso e lembrar sempre que a criança ela às vezes não tem condição de tá pedindo ajuda de tá então daí a grande necessidade desse acolhimento que o Wesley falou do acolhimento da criança da percepção dessa criança e fazer todo todo o tratamento necessário porque senão isso vai gerar reflexos para toda uma vida então não vai ser só um caso de depressão na na na infância vai ser um caso de uma vida sempre deprimida então é necessário realmente essa atenção esse cuidado esse carinho esse consolo Ele trouxe pra gente a necessidade de ter uma ajuda né Eh tanto ajuda médica mas também a gente nós estamos aqui na casa espírita as casas estarem Preparadas para receber e acolher essas famílias acolher essas crianças e até saber identificar quando uma criança tá passando por uma situação dessa bem como o ambiente escolar né porque a criança ela passa muito tempo na escola então tudo isso junto ali ajudando a criança a passar por essa fase e a família também uhum eh a nossa irmã Marcela Steve está colocando aqui para nós Infelizmente nem todas as crianças têm possibilidade de receber essa assistência integral e
ça a passar por essa fase e a família também uhum eh a nossa irmã Marcela Steve está colocando aqui para nós Infelizmente nem todas as crianças têm possibilidade de receber essa assistência integral e muitas vezes não expressam o que aconteceu isso é verdade e daí a importância é que o do que tanto a suzele quanto Wesley colocarem eh o esclarecimento aos pais o alerta que pode ser dado na tanto na escola quanto na casa espírita para algumas mudanças de comportamento às vezes um TR raiment a evitação de uma determinada pessoa que pode est sinalizando alguma coisa que que não tá bem em relação a isso nós precisamos estar muito atentos a esse sofrimento que a criança pode estar passando e não ficarmos eh eh inertes diante de tudo isso então o objetivo do nosso programa quando a gente discutir isso é que nós tenhamos força para estarmos colocando a criança e sua família mais amparada seja pela casa Espírita seja pelas outras instituições que cercam a vida dessa criança né a escola e o ambiente mesmo onde ela frequenta dentro da sociedade segue daí Nelsinho perfeito Cris muito bem colocado a Wesley e a suzele trouxeram reflexões incríveis aqui pra gente né O Wesley já falou eh sobre eu vou repetir falei agora H pouco sobre o meio né Às vezes a escola às vezes o próprio Lar Mas e quando na verdade o impacto chega lá né pode haver repercussão da depressão no rendimento escolar né ao invés de da depressão ela ter se originado por algum fato dentro da escola ou no lar esse a depressão ela atrapalhar o rendimento da escola fazer com que essa criança tenha dificuldades em fazer a amigos isso tem relação né com a depressão a depressão ela pode ocasionar isso a gente pode eh elencar o mesmo os mesmos fatores integrativos para ver fatores causais a gente pode também é por isso que o fator integrativo é tão importante a gente pode fazer também a a a o entendimento a partir do modelo biopsico sócio espiritual a gente pede que olhe aquil que é mais próximo do Universo da Criança Família
r integrativo é tão importante a gente pode fazer também a a a o entendimento a partir do modelo biopsico sócio espiritual a gente pede que olhe aquil que é mais próximo do Universo da Criança Família individualidade da Criança e escola esses três ambientes só que permeando esses três ambientes tem em decorrência de vivências precoces que são vivências quando a criança não dá conta de de dar um enfrentamento o entendimento daquilo as vivências precoces traz também junto conteúdos traumáticos de vidas passadas conteúdos emergentes que vem para a consciência da criança na forma de ões sentimentos retraimento e muitas vezes vinculada a familiares ou vinculados a entidades né muitas vezes é associado uma mediunidade ostensiva que a criança tem né isso faz com que os quadros ganham dimensão muito grave Nós estamos vendo casos no consultório de mediunidade ostensiva eh idad cada vez mais precoce com fenômenos físicos alarmantes com estilhaço de vidros na casa toda com situações muito alarmantes então todos esses conteúdos impactam na criança no aproveitamento escolar temos que abrir um leque de intervenções integrativas de forma que eles possam ser eh inclusivas né atividades inclusivas para que a criança não tenham tanto prejuízo nessas repercussões elas existem e no contexto tem no sono tem na capacidade cognitiva no aprendizado na atenção gerando inquietude muitas crianças a medida que a a idade avança a irritabilidade nos quadros depressivos são mais frequentes mais recorrentes de forma que o estado alterado da consciência muitas vezes leva essa criança a faltar na escola não não dorme direito então o impacto existe e precisa ser minimizado pela atenção no sistema todo da família envolver todo mundo engajar né então a história da do tratamento como um ouvinte falou agorinha é realmente precária Mas quem tem uma abordagem médico Espírita consegue oferecer recursos imensos por quê Porque a medicina não não integra isso então o tratamento Espírita ele é complementar não é alternativo é a única
Mas quem tem uma abordagem médico Espírita consegue oferecer recursos imensos por quê Porque a medicina não não integra isso então o tratamento Espírita ele é complementar não é alternativo é a única forma da gente alcançar um equilíbrio da família da criança do ambiente familiar instaurar práticas mais eh saudáveis práticas mais espiritualizadas para entender que se é quanto menor a condição da criança mais grave a psiquiatria até fala que é orgânico eu não concordo quando mais novo mas a criança tá desamparada Então a gente tem que assistir o sistema como um todo não é culpar os pais de jeito nenhum é é dar atenção para eles eles sofrem daquele jeito a criança do jeito dela cada um a sua condição né então acho que a repercussão é grave muitas crianças não frequentam a escola essa que eu atendi faz 4 anos que não vai na escola Uhum não tem não tem interesse nenhum né não tem interesse em frequentar a escola e também tem como tem essa questão da da queda do rendimento às vezes até pela falta de atenção da entação Como disse Wesley né aí entra também memória entra raciocínio né Ele trouxe também tudo isso associado com uma noite que não não é bem dormida então tem esse cansaço tem outros estímulos outras questões tudo isso ainda dentro do ambiente escolar né aquela criança que de repente começa a decair no rendimento ela vai colher até as chamadas consequências sociais vamos falar assim porque os outros coleguinhas vão ficar reparando isso os outros coleguinhas talvez falem disso não a gente não te quer no grupo porque você a né não quero mais você aqui e tem a questão da a criança sentindo isso né tá percebendo que tá sendo ali mais ainda isolada ainda tem a frustração porque às vezes cria uma expectativa não eu vou conseguir não eu não vou conseguir né A questão desse desse de se depreciar né esse autoconceito né também fica lá lá embaixo né então o pai e a mãe que tá ali junto que tá estudando com a criança ela consegue notar que isso tá acontecendo que que tá acontecendo Olha
epreciar né esse autoconceito né também fica lá lá embaixo né então o pai e a mãe que tá ali junto que tá estudando com a criança ela consegue notar que isso tá acontecendo que que tá acontecendo Olha tá caindo as as tarefas não estão sendo bem feitas as as tarefas as atividades estão inacabadas o caderninho tá vindo todo bagunçado pera aí o que que tá acontecendo já aquele pai que não consegue estar ali junto ele vai receber a nota no boletim né não tem jeito aquilo vai chegar para ele então é é é dar essa também essa oportunidade de trazer para junto de perguntar acho legal pai e mãe perguntar como é que foi a sua escola né como é que foi como é que prestar atenção no que ele quer falar né em relação aos amiguinhos aos coleguinhas muitas informações a gente colhe desse jeito nas brincadeiras foi com quem você brincou Precisa perun pergunta aula hoje não vai tirando ali você brincou do que hoje né Qual foi a coisa mais legal qual foi a coisa mais chata que aconteceu e aí a gente vai colhendo ess essas informações porque tudo isso né wesle vai ajudando até mesmo para para para trazer mesmo aonde essa criança ela está enquadrada o que tá acontecendo ali né o ambiente escolar principalmente se tem ali eh uma equipe que tá prestando atenção um professor que é mais Atento que tá notando ajuda demais aham perfeito é e quando a gente gente fala de ambiente escolar a gente pode falar de uma série de eventos que a gente tem Às vezes a escola que que hipervalorização já falou bastante sobre essa visão mais ampliada que que o modelo médico Espírita integrativo traz mas como nós podemos né entender e trabalhar na na casa Espírita e a própria família buscar esse apoio que o espiritismo pode dar diante de tanto sofrimento que nós vemos E aí eu deixo para vocês dois aí vocês dois já fazem essa ponderação e junto com com isso a mensagem que vocês querem que a família leve para que a gente possa e aproveitar bem o tempo de vocês é eu penso que o tratamento ele precisa ser oferecido
fazem essa ponderação e junto com com isso a mensagem que vocês querem que a família leve para que a gente possa e aproveitar bem o tempo de vocês é eu penso que o tratamento ele precisa ser oferecido para todo o sistema então eu creio que o atendimento da Psicologia ou qualquer terapeuta às vezes uma criança se adapta melhor numa músico terapeuta ou numa terapeuta ocupacional ou às vezes numa arte terapeuta então às vezes a abordagem com esses terapeutas são muito importantes então outra questão também a psicologia né e e a questão de acolher a família com atividades psicoeducacionais você atende a criança e atende a família em separado e depois eh envolve eles na psicoeducação de base Espírita pede para frequentar normalmente a criança eu peço para os pais irem para reunião o avô fica em casa ou um dos pais fica e faz o tratamento intercessória pela criança para que ela permaneça em casa só quando eh o serviço espiritual os mentores orientam que naquele dia para levar a criança a gente leva mas no entanto a água fluidificada evangelização culto no lar orientado para criança leituras depois dos primeiros minutos de sono da criança que Divaldo sempre orienta isso eh e também a questão ão que às vezes pode ser feito medicamentosa mas muitas vezes a gente atrasa o uso da medicação e faz as outras intervenções e muitas vezes eh o tratamento se mostra com a evolução boa o quadro familiar muda o as relações tomam outro processo a família finalmente sai daquele luto daquela situação que estão vivendo né E aí a gente consegue eh incluir essas famílias num esclare né o tratamento espiritual e essas abordagens para a casa Espírita é de muita importância muita eu que ofereço o grupo de psicoeducação para os pacientes nunca me arrependo desse tempo envolvido nessa atividad porque as famílias estão ali 30 40 pacientes autista 15 20 pacientes com depressão assistindo a reunião de psicoeducação e se esclarecendo olhando mudando o prisma com que olha o problema né Então aí eles
ue as famílias estão ali 30 40 pacientes autista 15 20 pacientes com depressão assistindo a reunião de psicoeducação e se esclarecendo olhando mudando o prisma com que olha o problema né Então aí eles Parece que fica mais longe dá para ver melhor o quadro todo então isso ajuda muito então é essa a minha percepção aqui nesses momentos finais sempre Grato pela oportunidade Sué e a gente a gente que pensa Então como o w falou pensa na família é aquela aquele momento né gente da da dose extra de amor né para tentar compreender da melhor melhor forma possível esse momento delicado em que a criança pode estar passando em que aquela família tá passando né é necessário muita paciência a paciência ela ela é fundamental para saber realmente lidar da melhor forma possível porque às vezes a família e a criança está espiritualmente enferma então é necessário eh que esse que que esse esse ambiente ele seja mais equilibrado ele tenha serenidade né se apega aí à preces a gente fala tanto do Poder da prece né isso o culto do Evangelho no Lar né que você faz e você consegue trazer para dentro das sua casa né a presença dos bons espíritos para fortalecer para passar com mais firmeza esse momento que é um momento mais delicado mais difícil tentar trazer sempre o respeito de entre os membros da família incentivar sempre aquele diálogo né o culto é muito bom para isso bota todo mundo na mesa vamos conversar vamos falar aqui sobre a leitura comal a sua visão o momento do Diálogo buscar que a gente precisa julgar menos que a gente precisa de mais tempo de qualidade junto que a gente precisa sim impor limite tem que falar não é não sim é sim mas se eu tenho que dizer Não eu tenho também que acolher a forma como a criança como adolescente vai receber sen não acolher essas emoções que vão partir daí né a gente tem que estimular realmente autoconfiança a autoestima a independência construir a espiritual idade No íntimo infantil cultivar esse contato com Deus ensinar isso para as crianças a necessidade de trazer Jesus e
imular realmente autoconfiança a autoestima a independência construir a espiritual idade No íntimo infantil cultivar esse contato com Deus ensinar isso para as crianças a necessidade de trazer Jesus e os seus ensinamentos para dentro do Lar cultivar amor perdão caridade eu acho que se a gente falar em depressão e pensar ai doença da Alma Tá então vamos tratar essa alma vamos cultivar perdão vamos cultivar amor vamos cultivar caridade dentro de cada um né E como disse o wer vão paraa casa Espírita vão fazer evangelização vão fazer passe é participar do passe água fluidificada assistir as palestras Tá bom então fica aí com minhas palavras finais tá tem uma pergunta aqui vou desafiar vocês a falarem bem rapidinho que é da nossa irmã Marcela esteve o que fazem com os pacientes que não conhecem doutrina espírita já que o esclarecimento dela faz muita diferença tipa da psicoeducação eh que eu tenho prática nesses anos aí Desde 2005 que eu faço psicoeducação com os pacientes 90% deles não são espíritas não eles eles vão ali porque a gente não tem esse interesse de formar proset a gente Segue o conselho de Kardec então o que que a gente fala a gente trabalha integra a neurociência coloca os princípios espíritas que são baseados na lógica no numa racionalidade num campo filosófico integr isso com conhecimento de neurociência então por isso que chama psicoeducação é uma palestra espírita encorpada junto com os valores morais doutrinários cristãos os pacientes Não TM problema nenhum com isso e é uma prática no mundo todo hoje dentro da espiritualidade na Psiquiatria e na saúde mental eles sentem acolhidos desde que a gente não queira fazer eles serem esse ou aquela segmento doutrinário a aí gente e nós não temos direito de fazer isso Jesus falou que era para bater o pé para aques não recebia e os apóstolos os disp ir para outro lugar nós também temos que ser assim na psicoeducação porque a pessoa já tá em sofrimento por trazer ele mais conflito numa hora dessa é falta de caridade então a gente tem
tolos os disp ir para outro lugar nós também temos que ser assim na psicoeducação porque a pessoa já tá em sofrimento por trazer ele mais conflito numa hora dessa é falta de caridade então a gente tem que acolher eles e e nesse sentido gente não tem no SUS que a maioria são evangélicos que estão ali Eles não têm resistência tem uma propaganda enganosa mas não tem Resistência é inclusive valorizando que ele frequente né a religião del ex Evangelho o Evangelho no Lar não tem que ser com Evangelho nosso né vai ler o Novo Testamento vai ler a Bíblia orar em família tudo isso ajuda e ajuda muito bom vamos passar aqui pro Nelsinho para ele encerrar nosso programa Pois é pessoal infelizmente chegamos ao fim né mas foi uma noite maravilhosa nó agradecemos a vocês meus irmãos que trer tantos conhecimentos esta noite e a vocês todos que nos assistiram até aqui boa noite a todos vocês eé a próxima quando nós falaremos sobre o tema a criança com doença crônica e sua relação com a família e para falar sobre esse tema nós receberemos nossas irmãs Márcia Leon que esteve aqui hoje com a gente e a Ana Paula Vec até lá beijo somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pariam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos
produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da febtv acesse do. febtv.com.br e faça sua doação jag G
Vídeos relacionados
#170 Pinga-Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat
#166 Pinga-Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat
#156 Pinga-Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat
#167 Pinga-Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat
Autismo - Compreensão espírita sobre o | Família no Ar
FEBtv Brasil
O que precisamos saber sobre as crianças e adolescentes com TOD? | Família no Ar
FEBtv Brasil
Como entender o TDAH? | Família no Ar
FEBtv Brasil
O suicídio diante da Lei de Conservação à luz do Espiritismo | Família no Ar
FEBtv Brasil