Denizard de Souza | SOBRE A MORTE E O MORRER [COMUNHÃO INSPIRA]
O Comunhão Espírita de Brasília apresenta uma entrevista com Denizard de Souza, que discute "Sobre a Morte e o Morrer" no evento Comunhão Inspira. Denizard explora a morte como um fenômeno biológico de transformação e envelhecimento do corpo, contrastando-a com o morrer ou desencarnação, um processo espiritual de transição da alma. 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti para o comunhão inspira deste mês de abril. Hoje recebendo o nosso amigo Denisar de Souza, que vai nos falar sobre o tema sobre a morte e o morrer. Não precisam ter medo do tema, porque se tem uma coisa que é fatalidade na nossa vida é esse dia, né? Mas também não se preocupe que no nosso caso vai demorar bastante, está combinado já. Então, sejam todos bem-vindos, vocês que estão aqui no salão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. Eh, quero dar as boas-vindas também a aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão. E hoje eu quero mandar um abraço especial para alguns ouvintes que nos contactaram, falaram que nos acompanham mensalmente no Comunhão Inspira e que também acompanham o nosso programa O livro dos Espíritos em nossa vida. E é um programa sobre o livro dos espíritos, produzido também aqui pela comunhão espírita de Brasília, que vai ao ar toda terça-feira às 18:45 também nos canais da comunhão espírita de Brasília. E esses amigos são
ma sobre o livro dos espíritos, produzido também aqui pela comunhão espírita de Brasília, que vai ao ar toda terça-feira às 18:45 também nos canais da comunhão espírita de Brasília. E esses amigos são o Ricardo Vieira, que nos acompanha lá de Recife, na Bela capital pernambucana, a o Maurício e a Carmen que nos acompanham lá de São José do Rio Preto, lá no interior de São Paulo, a Maria Ivani, que nos acompanha lá de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A Denise, um pouco mais longe, ela mora lá na cidade de Indianápolis, capital do estado de Indiana, nos Estados Unidos. E outros mais que de vez em quando nos contactam e fala que são nossos ouvintes. Então, a todos o nosso abraço e o muito obrigado, não só por nos assistir, mas principalmente por divulgar esse trabalho que é nosso, né? É responsabilidade nossa divulgar a doutrina espírita. O nosso programa continua com a mesma dinâmica. Todos vocês podem encaminhar perguntas para o nosso convidado. Nós temos ali uma colaboradora com aquela batinha azul. Ela tem papel e caneta. Quem quiser encaminhar alguma pergunta, levanta a mão. Ela vai até vocês, anota a pergunta e traz aqui pro Denizar. Tá bom? Agora vamos passar a palavra para a nossa amiga Flaviana, dar algum aviso se tiver e fazer a nossa prece inicial. Seja bem-vinda, Flaviana. Obrigada. Boa noite, Ricardo. Boa noite, Denisar. Uma grande alegria estar com os dois aqui. Boa noite a todos. Boa noite aqueles que nos acompanham também pelos canais. Aqui estamos acompanhando. Se quiserem mandar pergunta. Débora, nós temos um um recado. Essa semana, sexta-feira, nós vamos ter um convidado que vem de outro estado, chama Roosvel Thaago e ele faz uma palestra maravilhosa. Ele vai falar sobre amor, a centelha divina. Estão todos convidados sexta-feira às 20 horas. Então vamos à nossa prece. Convido todos que nesse momento se sintam à vontade em fechar os olhos. Vamos respirar profundamente, percebendo as vibrações amorosas desta casa, trazendo a consciência para esse
vamos à nossa prece. Convido todos que nesse momento se sintam à vontade em fechar os olhos. Vamos respirar profundamente, percebendo as vibrações amorosas desta casa, trazendo a consciência para esse momento. E elevemos o nosso pensamento ao mais alto e vamos agradecer. Obrigada, Senhor. Obrigada, Pai Jesus, nosso mestre. Nós agradecemos por estarmos aqui hoje reunidos para falar em teu nome. Na à luz desta doutrina maravilhosa, neste mês em que comemoramos o mês do Espiritismo. Agradecemos pela vida, agradecemos por cada oportunidade que nos chega. pelo consolo desta doutrina maravilhosa e pelos seus esclarecimentos. Pedimos, Senhor, as tuas bênçãos a cada um de nós, aos nossos irmãos que nos acompanham pela internet e de todos os lugares, né, deste Brasil e também fora daqui. Que todos sintam as bênçãos e o nosso carinho dessa querida casa, casa do caminho, comunhão espírita de Brasília. Pedimos a inspiração e a proteção para esse momento e que as os nossas reflexões de hoje possam ressoar no coração e nos transformar. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. OK. Vamos começar o nosso bate-papo agora com o nosso convidado, o Denizá. Ele além de ser um trabalhador espírita, ele é palestrante aqui nesta casa e em outras casas também de Brasília. Ele é psicólogo clínico, trabalha com área da psicologia e nos trouxe, sugeriu este tema pra gente tratar hoje sobre a morte e o morrer. Seja bem-vindo, Denizar. Muito obrigado, Ricardo, pelo gentil convite estar nesse programa que o próprio título já nos deixa e nos convida a todos à inspiração que é o comunhão inspira e ainda mais para conversarmos sobre tema de tamanha importância, de tamanha universalidade na vida humana sobre a morte e o morrer. Uma alegria estar com você aqui no Comum Espírita e com os nossos amigos que nos acompanham no Auditório Bezerra de Menezes e aqueles que assistem pelo YouTube. Muito obrigado por ter aceitado o convite, Denisar. Para começar o nosso bate-papo, vamos conceituar o objeto do nosso
s acompanham no Auditório Bezerra de Menezes e aqueles que assistem pelo YouTube. Muito obrigado por ter aceitado o convite, Denisar. Para começar o nosso bate-papo, vamos conceituar o objeto do nosso estudo de hoje ou os objetos. Gostaria que que você começasse falando sobre o que é a morte e o que é o morrer, que a gente pode entender por esses dois. Muito bem. A morte, ela é, por um lado, fenômeno biológico, com várias dimensões. Nós podemos falar da deterioração do tôus vital ou da energia vital ao longo da existência de qualquer organismo vivo, dar-se um processo de diminuição do tôus vital dos órgãos em medicina, em anatomia, patologia clínica. É possível observar-se a deterioração ao longo das décadas, ao longo da existência corporal do tônus vital dos órgãos, né? Seja ele o sistema digestivo respiratório ou o sistema nervoso central. E antes se acreditava que é os neurônios não se sabia que morria. Depois descobriu-se que eles morrem e depois descobriu-se que os 80 bilhões de neurônios se renovam, morrem e renascem. Então a morte ela tem um sentido de transformação biológica. Ela tem um significado de transformação existencial. Se nós observarmos com atenção, ainda que seja uma metáfora, nós podemos dizer que a criança que nos habitava na infância, de alguma maneira, ela morre para renascer no adolescente, ainda que essa morte deixe registros e poderosos registros da infância, assim como adolescente, ele morreu. para renascer o jovem adulto. O jovem adulto de alguma maneira morreu na fase da idade madura. Vamos colocar aí a a idade mais avançada dos 60 anos em diante. Todas essas transformações são biológicas, são processos pelos quais a vida nos leva ao ponto final da existência corporal, que é a morte. Todos sabemos que a morte é identificável na medicina pela morte encefálica, pela supressão dos batimentos cardíacos, pela ausência de oxigênio no cérebro. O fato é que num dado momento dar-se a morte corporal, mas a primeira observação que faço é que esse fenômeno
encefálica, pela supressão dos batimentos cardíacos, pela ausência de oxigênio no cérebro. O fato é que num dado momento dar-se a morte corporal, mas a primeira observação que faço é que esse fenômeno morte já vinha acontecendo ao nível biológico. Isso é a morte. uma progressiva aproximação por sucessivas aproximações de transformação biológica, inclusive através do envelhecimento bastante avançado do corpo, não é? Qualquer pessoa atenta sabe que a energia vital de um homem de 80, 90 anos de idade, por mais que ele tenha se cuidado qualidade de vida, atividade física, ele perdeu parte da sua energia vital. E essa perda faz parte do processo da preparação, faz parte do processo que culminará na outra ponta, que é o morrer. Por enquanto, nós falamos da morte como um fenômeno biológico que nos acompanha desde quando nascemos, pelas transformações biológicas que a maturação do organismo impõe. Agora o morrer, que é a tua a segunda parte da tua pergunta. Agora nós abrimos uma janela para falar morrer nos termos da desencarnação. Aí agora nós fazemos uma pergunta. Qual é o oposto de de morte? É nascimento, não é vida. O oposto de morte é o nascimento. Todo ser que nasce necessariamente vai morrer e vai passar pelo processo da desencarnação. A desencarnação é o resultado da morte. Kardec, é claro, não é a partida do espírito que determina a morte do corpo. É a morte do corpo que tornando prescindível, que tornando dispensável a presença do espírito, determina o desenlace. E este desenlace, essa desencarnação, nada mais é do que o efeito oposto da reencarnação. No livro dos espíritos, quando pergunta: "O que mais tememos? O que o que mais tememos? O nascer ou morrer? Livro dos espíritos. E os espíritos sábios nos surpreende a todos, dizendo que tememos muito mais o renascer do que o desencarnar no plano espiritual. Porque o renascer significa uma jornada que não necessariamente dará certo, que envolve riscos, que envolve tremendos riscos por causa do fenômeno das escolhas e do livre arbítrio e da linha
piritual. Porque o renascer significa uma jornada que não necessariamente dará certo, que envolve riscos, que envolve tremendos riscos por causa do fenômeno das escolhas e do livre arbítrio e da linha temporal que seguimos. Mas a desencarnação começa o processo depois que cessa as funções vitais e o organismo está iniciando o processo da cadaverização. Aí agora é o morrer que que vai variar ao infinito. Ao infinito. Vamos aquilo ilustrar que muito nos mobilizará. Pensemos a desencarnação do Papa do Papa Francisco, estar aí a nos comover a todos, né? Ora, um homem que dedicou à existência inteira a renunciar aos seus próprios desejos para cumprir uma missão, a renunciar à sua satisfação egóica para cumprir uma tarefa, desprendendo-se progressivamente de tudo que era do mundo material ao ponto D. Quando chegou a hierarquia máxima da igreja e disporia do poder de governança do Vaticano, renunciou a todos estes poderes e disse: "Eu quero ser o pastor de almas. Eu quero estar junto com todos, assemelhando-me a todos, vinculado ao humano. Então, uma desencarnação, ao invés, nesse caso, de ser uma ruptura, porque toda a ligação está com a materialidade ou com a espiritualidade, nesse caso, com a espiritualidade. A desencarnação se torna como uma lâmpada que se apaga, como um pássaro que voa e se liberta de uma matéria densa pela desencarnação. Esse é o morrer. A morte é biológica, um fenômeno do organismo. A a morte é universal, a desencarnação é subjetiva, morte é biológica. A desencarnação é espiritual, a desencarnação é da alma, do sujeito e da sua jornada. E tão somente dele. E tão somente dele. Subjetivo. É o o a morte. Então, é um processo, né, Denisá? começa, como você disse lá, com no nascimento, na reencarnação, a gente começa a morrer no momento que nasce. Então, porque a partir dali nós já vamos consumindo diariamente o nosso tôus vital. O organismo físico vai se deteriorando dia a dia até chegar na ruptura final, que é o fenômeno da morte. É isso, é isso. E é um
ue a partir dali nós já vamos consumindo diariamente o nosso tôus vital. O organismo físico vai se deteriorando dia a dia até chegar na ruptura final, que é o fenômeno da morte. É isso, é isso. E é um processo que obedece a leis biológicas, obedece a genética. Nós sabemos que 50% do câncer, por exemplo, que pode culminar com a morte corporal é genético, que as doenças são hereditárias. Então, a morte é um processo, é um processo e um processo lento de desgaste do tôus vital e de desgaste da conexão entre o corpo físico e o duplo etérico, que é a camada de energia que está entre o perespírito e o corpo físico. Uhum. Esse duplo etérico que o André Luiz identifica como uma bioenergia intermediária, ela existe em todos os organismos vivos e ela é detectada pela fotografia da aura. Quando se fotografa aura, não se fotografa a alma, não se fotografa o perespírito, fotografa-se a energia que se exala do duplo etérico. E o duplo etérico, esse intermediário entre o corpo físico e o corpo espiritual, ele é um garantidor da energia vital do na interface. E ele também passa por transformação e ele também diminui a sua energia vital. E essa diminuição vai se refletir no envelhecimento que se espera seja significativo do corpo e da maturação do sujeito. Denisar, o a morte, o tema morte desde sempre e hoje continua ainda sendo um tema tabu, né? Muita gente, muitas pessoas não gostam de falar da morte, outros, bom, enfim, o espiritismo ele trata do do tema com muita naturalidade, como você acabou de dizer, é um fenômeno natural, é uma coisa eh eh eh simples do ponto de vista do processo. Podemos dizer que o espiritismo banalizou a morte, ou seja, tornou a morte um objeto comum, trivial, com o qual a gente não deve se preocupar eh eh sobre a ótica do ah, eu vou sofrer mais ou vou sofrer menos. Vamos começar pela primeira parte da tua questão. Por que será que esta civilização moderna tem um nível de pavor em relação à morte que torna esse tema um tema recalcado, escondido. Eu faço um desafio para
começar pela primeira parte da tua questão. Por que será que esta civilização moderna tem um nível de pavor em relação à morte que torna esse tema um tema recalcado, escondido. Eu faço um desafio para vocês. Quando saírem da palestra, coloquem no Google e façam uma pesquisa quantas palestras aconteceram hoje no mundo com o tema morte, morrer. Com esse tema, morte ou morrer. Agora coloque todos os outros temas da cultura humana. Sabe o que vai acontecer? milésimo de percentual de conferências, palestras, cursos ou discursos sobre a morte. Ninguém fala sobre a morte. A morte no ocidente moderno é um tema tabu. Na hora de falar da morte, sabe o que que a ciência faz? Ela dá um nome elegante, tanologia, ciência da morte. Você faz pós-graduação nos Estados Unidos em tanatologia. Trouxe aqui o livro de uma das autoras, Elizabeth Cliberros, fundadora da tanatologia, ciência da morte, já coloca tânatos, que é para esconder a morte. Não se fala da morte. E por que que não se fala da morte? Porque o ocidente moderno é a única civilização na história da humanidade que excluiu os mortos do cotidiano, que excluiu a vida espiritual da vida cotidiana. Todas as outras culturas pré-modernas, inclusive a idade média. O tempo todo chamava-se um sacerdote para libertar alguém de um demônio. Na antiguidade, demônios, espíritos, fadas, mortos povoavam o cotidiano da vida. as sociedades, as culturas, as culturas maias, incas e as secas tinha os mortos no no cotidiano. As culturas aborenses de todo o planeta, a cultura asiática, africana, francesa, tudo o que for pré-moderno inclui os mortos e a morte sem nenhum problema. Vocês teram a ideia? Na época do Cristo não se usava o a roupa preta, era o branco. E em muitas culturas a morte é um lugar de festejo. A civilização ocidental moderna, o que que ela fez? Ela nos impôs uma visão de mundo materialista e tirou da vida social a vida espiritual. Você vai falar da vida espiritual no pós trabalho à noite na sua igreja. na comunhão espírita, mas no
e ela fez? Ela nos impôs uma visão de mundo materialista e tirou da vida social a vida espiritual. Você vai falar da vida espiritual no pós trabalho à noite na sua igreja. na comunhão espírita, mas no cotidiano não tem vida espiritual. Então, na hora que a vida espiritual foi excluída, nós recalcamos a morte, nós colocamos debaixo do tapete e desistimos de estudá-la, porque o materialismo diz: "Não há resposta para a morte". Então, essa a primeira parte, é, uma questão cultural. Na hora que nós reinserirmos o mundo dos espíritos, o mundo da vida espiritual, a ideia de sonhos, gente, por que que não se fala de sonhos da modernidade? Todas as culturas, os indígenas fazem roda de sonhos. O que esse sonho tem a ver com a morte? Tudo, tudo tem tanto a ver que os gregos chamavam a divindade que nos trazia o sono, hipnos. A divindade que nos trazia a morte, tánatos. Quando é que a alma morria na Grécia antiga, quando ela dormia, hipnos hipnotizava e tânatos vinha buscar. Hipnos e tânatos na Grécia antiga são irmãos. Porque o sono é irmão da morte e os sonhos é uma janela para a imortalidade. Os sonhos é o processo pelo qual nós experimentamos aquilo que vamos experimentar após a morte corporal. Todos os dias você morre. Todos os dias você faz o que a morte vai te trazer. Você vai, desdobra-se, a alma entra em contato com o mundo dos mortos, faz a viagem astral, morre parcialmente e volta. Um dia você vai fazer essa mesma viagem, só que você não vai voltar em nenhum de nós. Você faz isso todos os dias. E se nós fôssemos uma cultura mais atenta aos sonhos, mais escutássemos os sonhos, saberíamos que todos nós sonhamos com os mortos, que a maioria de nós já conversou com os seus mortos, que boa parte de nós já se viu além do corpo físico, que nós dialogamos com a vida espiritual quando dormimos. Todos, todos de um, de um modo ou de outro. Mas o que fez o materialismo científico? Tonho é um problema privado que reflete no máximo o inconsciente. Freud ainda salvou o sonho e disse: "Olha, o próprio Freud disse:
um, de um modo ou de outro. Mas o que fez o materialismo científico? Tonho é um problema privado que reflete no máximo o inconsciente. Freud ainda salvou o sonho e disse: "Olha, o próprio Freud disse: "Não sei por, mas as pessoas sonham com seus mortos o tempo todo". E ele escreveu a interpretação dos sonhos em 1900. Foi o que sobrou dos sonhos para modern modernidade, foi a psicanálise, mas os sonhos virou um lugar sem importância. Quem é que fala dos sonhos? Os próprios psicanalistas. Observe o discurso deles. Eles não falam muito do sonho quando vão fazer palestra, porque se falar do sonho tem que falar do do mundo dos mortos, porque é uma uma é uma interdimensionalidade. Então, os sonhos. Então, primeira parte é isso. Nós desencantamos. A nossa cultura materialista destruiu a possibilidade de contato com a vida espiritual. Destruiu. O espiritismo é a única doutrina que nos resgata o mundo espiritual no cotidiano. É a única. E as culturas antigas todas sempre fizeram isso. Respondemos à primeira parte do medo. Por isso não temos uma educação para a morte. Natas sabemos sobre a morte, morrer. Agora, a segunda parte, o espiritismo banalizou a morte. Eu vou pegar carona nessa excelente provocação do nosso Ricardo para dizer o seguinte: o ocidente moderno banalizou a vida. O ocidente moderno tornou a vida uma coisa tão materialista que banalizou a vida. E aí nós estamos nos matando pelo uso de drogas. nos matando pelo trânsito, entupindo-nos em medicação e fármacos em relação aos nossos problemas mentais. E a morte, ela não é banalizada pelo Espiritismo, mas ela é deslindada, interpretada. Lembra do do mistério da esfinge? Explica-me ou devoro-te. A morte é assim. Ou você entende a morte, segundo o Heideger, o grande filósofo alemão, ele diz: "Eu sei a morte". Enquanto você não tem uma resposta para a morte, sua vida vai ser o esforço sistemático para evitá-la. E você vai morrer de medo de morrer, algo da ordem do inevitável. Como já disse o Ricardo, você vai viver
você não tem uma resposta para a morte, sua vida vai ser o esforço sistemático para evitá-la. E você vai morrer de medo de morrer, algo da ordem do inevitável. Como já disse o Ricardo, você vai viver uma contagem regressiva para tentar não morrer. Então o espiritismo ele interpreta, esclarece e diz: "Dormir é morrer parcialmente. O sono é irmão da morte. Só nos resto agora lidar com a morte de outro jeito, integrando os mortos em nossa vida. Na hora que os espíritos invadirem o cotidiano, na hora que os espíritos estiverem autorizados a falarem com todo mundo sem medo e ninguém mais temer o mundo dos mortos, nós já sabemos que eles são nossas companhias diárias. O Kardec pergunta: "Qual é o sentimento que prevalece no homem no momento da morte? A dúvida, o desespero ou a esperança? Os espíritos sábios responderam: "A dúvida para os incrédulos, o desespero para os cruéis, a esperança para os homens de bem. Qual é o motivo da dúvida? Não temos experiência de mortalidade. Ou fazemos contato com o mundo espiritual e abrimos as portas da mediunidade para que aconteça aquilo que está na profecia. No final dos tempos, vossos velhos terão sonhos, vossos jovens terão visões. A Bíblia é o livro dos mortos. A Bíblia é o mundo espiritual tá na Bíblia do começo ao fim. O rei Saul entra em contato com o espírito de Samuel na gruta do endor. Jesus depois da morte corporal aparece. Os espíritos se manifestam. Os demônios estão lá. Tá tudo tranquilo. O mundo espiritual tá lá. O contexto é outro. Claro que é. Os espíritos são chamados de divindades nas religiões mediúnicas afrodescendentes. Qual é o problema? Nomenclatura, cultura. Os espíritos eram chamados de divindades na Grécia antiga ou de demônios ou de demônio. Diamond. Socrates dizia: "Eu tenho um diamond que me acompanha". Os demônios estão no texto bíblico, eles estão no mundo espiritual e acabou. Então vamos abrir as portas do mundo espiritual e vamos fazer com que a morte deixe de ser infamiliar para ser familiar. É conceito do Freud, gente. O Freud diz
les estão no mundo espiritual e acabou. Então vamos abrir as portas do mundo espiritual e vamos fazer com que a morte deixe de ser infamiliar para ser familiar. É conceito do Freud, gente. O Freud diz que nós vivemos os nossos fantasmas, os fantasmas que são infamiliar. Na hora que ficou familiar, tá tudo bem. Na hora que você se familiarizar com a morte, você começar a treinar a sua mente, orar e meditar antes de dormir, aprender a ter sonhos lúcidos, conversar com o mundo espiritual durante os sonhos. Mas pera aí, eu já tô vivo aqui mesmo. Hora que eu perder essa outra parte o corpo. E daí? Aí sim, nesse sentido, a gente pode dizer em metáfora, claro, o espíritismo matou a morte, não é? É claro que a morte permanece com a sua gravidade, porque ela é o fim da existência genética de um ser único, não é? O professor Hermógenes, que escreveu 30 livros na área da yoga, foi um grande sábio, já desencarnou, ele dizia: "Eu não sou Hermógeno, eu estou Hermógeno". Cada um de nós pode dizer isso. Eu não sou Denizá, eu estou Denizá por um tempo, sei lá, 60 anos. Denizá foi embora e tá aí. Eles oram por mim um pouquinho, depois nem lembram mais. né? E depois a gente diz antes dele, antes dele do que eu a vida. Agora eu não sou Denizar, eu estou Denizar, estou aqui de passagem. Se a passagem for de 90 anos, tô ótimo. Se for de 60, tô bem. Já tô com 55, vou fazer 56, já vivi bastante, mas enfim. Então, e nesse sentido, o espiritismo nos diz que nós estamos, não somos. E na hora que eu estou, eu posso deixar de estar. Na hora que eu sou, aí você se pergunte: "O que que você é? Que que nós somos, gente? Quem sou eu? Nem quem não quem sou eu? Eu sou espírito mortal, pré-existente e sobrevivente. Na hora que eu preisto, esse self que preiste determinou a personalidade. A personalidade Denisá só existe porque é um espírito preexistente. É ele que o demandava e que o inunda, mas não é todo o espírito, toda a individualidade. Essa, desculpa interromper o teu raciocínio, mas esse conceito, esse que
ste porque é um espírito preexistente. É ele que o demandava e que o inunda, mas não é todo o espírito, toda a individualidade. Essa, desculpa interromper o teu raciocínio, mas esse conceito, esse que você tem da morte, ele é ele é fruto apenas de uma de um desenvolvimento teórico, é consequência do teu do teu estudo ou você teve alguma experiência já que te deu essa consciência, alguma equ, alguma experiência de quase morte ou coisa parecida? Bom, ah, a única experiência que eu tive com uma visão completa do meu corpo, estando na vida, estando conectado a ele, mas desdobrado, a única. Eu vi integralmente meu corpo. Eu vi um grande susto. Vou logo dizendo para vocês. Eu estava dormindo na minha casa de madrugada eu me vi na suí no meu quarto e eu me vi na suí e disse: "Curioso, não me recordo ter lembrado, ter não me lembro ter levantado. tava era suí, olhei pro pra roupa, era o pijama, tava em pé. E na hora que eu disse isso, eu voltei. E quando eu voltei, o que é que eu vi? Aquela coisa estática sobre o Ededron, que até hoje eu tenho. Ededron deve ter mais de 30 anos, aquela coisa estática, morta, parada lá. Aí eu olhei, eu estava aqui, aquela coisa tava ali e ali foi uma visão completa, eu em espírito e o corpo físico, né? Essa foi completa no trabalho mediúnico. Nós temos a oportunidade de ver, né, de de psicografar espíritos, de estar em contato com os espíritos, de ouvi-los, mas a experiência de per si que qualquer um de vocês pode ter, inclusive treinando a ideia do sonho lúcido, qualquer um de nós, através da oração, da meditação, do do desenvolvimento do sonobolismo lúcido, pode chegar à experiência que se vê em espírito além do corpo físico. na experiência de quase morte que o nosso Ricardo nos traz. Essa então é da ordem da pesquisa científica. Milhares de casos, gente, milhares. Recentemente o cinema colocou isso na película aí. Não sei se vocês assistiram. O sujeito passa 2 minutos e 40 segundos num processo de ressuscitação. Vocês lembram, né? Você tem uma parada
milhares. Recentemente o cinema colocou isso na película aí. Não sei se vocês assistiram. O sujeito passa 2 minutos e 40 segundos num processo de ressuscitação. Vocês lembram, né? Você tem uma parada cardíaca, qualquer um de nós está sujeito a isso. Parada cardíaca, chega no hospital e os médicos começam a ressuscitação. Nesse 2 minutos e 40, 1 minuto e 40, 1 minuto 50 segundos, quantos metros ressuscitam, o sujeito desdobra, anda pelo corredor do quarto. Contei um caso aqui da o caso mais famoso da norte-americana Rony R, enfim, aconteceu nos anos 60 mais completo, registrado. E aí ele anda pelo corredor, ele vê o médico, quando ele volta, ele relata tudo que aconteceu e tudo que ele não podia saber. Ele diz: "Olha, eu vi o instrumento tal, o senhor fez isso, o senhor falou isso pra enfermeira, ela disse que eu ia morrer. Minha esposa tava chorando, não sei quem entrou no quarto, você tava com tal roupa, você descreve tudo." Ele não podia saber naquele estado, porque durante a parada cardíaca o córtex não está ativado. corta ele, o cérebro tem oxigênio e tem precário oxigênio. E até hoje os materialistas dizem assim: "Não, isso é falta de oxigênio no organismo no cérebro ou então é excesso em química." Foi toda a medicação que foi jogada na corrente sanguína gerou estado alucinatório. A a os fármacos podem gerar alucinação no coma, mas não pode gerar uma percepção lúcida, cronologicamente delimitada. com fato não pode. Bom, bobagem. Fármacos não provoca eh percepção lúcida. E a ETM traz tudo isso. E aí o sujeito traz todas as informações, ele viu tudo. E parte dessas pessoas, não são todas elas. Os Estados Unidos faz estatística de tudo. Já foi feita a estatística, aproximadamente 67% das experiências de quase morte transforma completamente o sujeito. Ele muda de vida. O estilo de vida dele é outro. Ele não tem mais pavor da morte. Ele não quer mais saber das coisas materiais. Ele vira um sujeito espiritual. 67%. Os demais não mudam. É uma experiência de quase morte,
estilo de vida dele é outro. Ele não tem mais pavor da morte. Ele não quer mais saber das coisas materiais. Ele vira um sujeito espiritual. 67%. Os demais não mudam. É uma experiência de quase morte, né? Uma experiência de per si que qualquer um de nós espero que não tenha. E se tiver voltem para contar pra gente, de preferência. Ótimo. Eh, no começo da sua fala você falou da das experiências mediúnicas, né, do nosso contato nas reuniões mediúnicas. Os médiuns estariam mais preparados para essa experiência com a morte daizar? E e se se você acha que sim, por quê? Por que que a atividade mediúnica nos prepararia para isso? Bom, vamos começar com Chico Xavier, né, que aí a gente fica num território perfeito. Eh, o J Soares um dia perguntou o Chico Xavier, né, Chico, você tem medo de morrer? Aí o Chico disse: "Não tenho medo da morte. Nem poderia por causa do convívio com os meus amigos espirituais. Eu não tenho medo da morte, mas também não tenho pressa. Aí o J Soares sorriu muito. Depois ele disse assim: "Jô, quando eu desencarnar, eu vou pedir aos meus amigos que coloquem na lápide do meu túmulo aqui já Chico Xavier, muito a contragosto. Mas isso era o o mineiro que fazia piada de si e que brincava com essas coisas, não é? Mas é claro que o médium e já viu os espíritos que que é o médium autêntico, que vivencia a experiência de dobramento, ele tem uma relação com a morte diferenciada, né? O Arigó, Dr. Frits, avisou para ele e avisou para ele que ele se despedisse naquele ano, que ele ia desencarnar no logo em seguida. E ele desencarnou, só não disse como, né? O Emanu disse pro Chico, Chico, você vai desencarnar no dia que o Brasil vai estar em festa e o povo feliz. Aí o Chico disse: "Vai ser nunca, porque a população vive sofrida e ele desencarnou no dia que nós ganhamos o penta campeonato, né? Claro que o Herman disse, claro que ele sabia. E o último dia de vida Xavier se despediu de todo mundo, ligou para todo mundo, tomou o cafezinho dele, fez a oração e partiu. Sabia sim, sabia da
o, né? Claro que o Herman disse, claro que ele sabia. E o último dia de vida Xavier se despediu de todo mundo, ligou para todo mundo, tomou o cafezinho dele, fez a oração e partiu. Sabia sim, sabia da desencarnação. Os espíritos podem avisar o médium, inclusive quando ele vai desencarnar, não tem problema nenhum nisso. Então, uma existência de convivência com o mundo espiritual cria uma certa habitualidade. Quanto mais as experiências sejam autênticas, profundas, você vai aprendendo a fazer isso. Agora, qualquer um de nós pode fazer algo independente da mediunidade, que é o desapego, né, gente? O desapego é a arte da despedida, né? Nós somos criaturas que nos apegamos, né? Não sei se conhece aquela brincadeira, sujeito tá lá e na hora da morte ele é comerciante, né? E ele diz assim, todo mundo em torno dele, o médico já o desenganou dos últimos minutos ele pergunta quem é que tá na lojinha. Ele está morrendo, ele quer saber quem tá cuidando da lojinha. Então o desapego é isso, é você treinar-se para ir se liberando, né? O envelhecimento, por exemplo, a maioria de nós não gosta de envelhecer, né? Mas o envelhecimento é o preparo para a desencarnação e o acidente moderno quer que a gente não envelheça, né? É o mito da eterna juventude, né? Então, envelhecimento significativo, desenvolvimento da arte do desapego para a desencarnação. Mas os médiuns têm sim experiência de mortalidade. Isso é uma consciência não identificada com ego, mas de imortalidade mesmo. Tem sim. E qualquer um de nós pode ter e as pessoas deviam se interessar mais pela mediunidade, estudarem mais. As pesquisas nesse campo não tem limite, não é? Eu vou me permitir rapidamente, gente. Os pesquisadores da ciência estudaram a mediunidade assim. Pega um sujeito que se notabilizou no campo da ciência. Willam Cruz, presidente da Real Sociedade Científica de Londres, recebeu o título de sir da rainha Tória época. 1879, ele tá pesquisando em laboratório a as materializações do espírito Kate King através da médio Florence Cook.
Real Sociedade Científica de Londres, recebeu o título de sir da rainha Tória época. 1879, ele tá pesquisando em laboratório a as materializações do espírito Kate King através da médio Florence Cook. Vimos isso aqui, o Dr. Paulo Futuoso falou de materializações. Então o espírito se materializava completamente no laboratório de William Cruz e nada mais é do que o descobridor do To. Peguem a tabela periódica. Tá, foi ele que descobriu o inventor do radiômetro, o inventor da ampola de Cruz e um sujeito que eram foi um dos maiores cientistas da do século XX. Quando ele fez as pesquisas com materializações do espírito Gate King, o mundo todo ficou sabendo que ele voltou pra realciedade científica de Londres e disse: "Os fatos espíritas não são possíveis, eles são reais". E ele perdeu o cargo de presidente da Real Sociedade Científica. E o nome dele continua incomodando os cientícios, porque aí disseram que ele estava louco. Não, o Dr. Clu está louco. Ele se apaixonou pela média, um homem de 70 anos, casado. As reuniões eram feitas no laboratório dele, que era na casa dele, na presença da esposa. Militaram de tudo. Aí o Jung, Car Gustavo Jung, estava jovem vivo à época no no século no final do século XIX, n disse: "Olha, que o Cru tá pesquisando o mundo espiritual chamado de louco." Então você tem o Enérzano, você tem o César Lombroso, o Alitandov, não dá tempo. Seria 300 cientistas foram os atuais que pesquisaram o mundo dos mortos e nós deveríamos nos dedicar a isso. Aí a mortearia familiar. Problema da morte, o Freud já explicou, é infamiliar. Tudo que é infamiliar vira fantasma. É infamiliar o trauma que eu recalquei, escondi, nunca mais falei. Fantasma, sofrimento. É familiar a memória que me assusta da infância. fantasma, vira sofrimento. O que é infamiliar mete medo. O mundo espiritual é infamiliar para as pessoas. Na hora que tornase familiar, eu convivo com ele, eu sei dele, eu incorporo ele no meu dia a dia e eu sei que ele tá colado comigo. Mas o que que fez a tradição
spiritual é infamiliar para as pessoas. Na hora que tornase familiar, eu convivo com ele, eu sei dele, eu incorporo ele no meu dia a dia e eu sei que ele tá colado comigo. Mas o que que fez a tradição oficial do cristianismo? E agora a culpa é do segundo concílio de Constantinopla. 5 de maio de 555, onde muita coisa mudou e os mortos foram considerad uma crença da Grécia antiga. Foi a igreja tradicional romana que em 23 concílios disse: "Não, os mortos é coisa do helismo, da Grécia antiga, não é do cristianismo." E aboliu, aboliu mesmo. Aí houve um interdito. E a igreja só aceita a comunicação dos santos. Os santos da igreja era aceita até hoje, os milagres, mas não as pessoas comuns. Só podem os santos e os demônios. Os pessoas comuns não. E na hora que a tradição colocou o céu lá em cima e tirou ele do cotidiano, entende? Aí dá para entender, né? Se você pegar o céu, o lugar que o papa está e joga lá para cima, eu acho curioso as pessoas falarem do céu olhando para cima. Esse céu que a gente tá vendo é atmosférico, é a luz do sol, então as nuvens aponta para cima como se o céu tivesse um lugar lá em cima. Curioso isso. O céu tá lá em cima, bem distante de nós. Isso não é coisa boa, porque se tá distante, eu não sei nem o que que vai ser. Eu não sei, né? Quer dizer, eu vou virar o quê? Quando eu morrer? Anjo eu não sou, não vou pro céu. Demônio também acho que não sou, não vou pro ferro, vou para onde? Qual é a natureza? Um dia até se eu perguntei um sacerdote, gente, o que que acontecia quando a pessoa dormia? Eu não sabia que o sacerdote pensava isso, só que ele disse, torneo. O sacerdote da Igreja Católica me respondeu que quando o corpo dorme, a alma dorme junto. Eu não sabia. Eu tomei um susto. Porque se tem uma coisa que não pode dormir é a alma. O FR, que era um materialista completo, ele sabia que a alma não tava dormindo e ele não acreditava na alma, mas ele acreditava que tem uma dimensão em nós que fica acordada durante o sonho. Mas acredita se a alma está dormindo com o
pleto, ele sabia que a alma não tava dormindo e ele não acreditava na alma, mas ele acreditava que tem uma dimensão em nós que fica acordada durante o sonho. Mas acredita se a alma está dormindo com o corpo, aí não, aí não tem condição. Aí aí as coisas ficam complicadas no espiritismo não. Corpo dorme, alma desdobra e pode estar lúcida. comunicação dos espíritos entre vivos e com os mortos. Eana podemos nos encontrar em desobramento espiritual. Eu vou terminar com isso agora, essa parte. A segunda experiência que tive, meu pai desencarnou. Meu pai se chama Rivail. Gente, eu gosto de contar isso porque eu venho de família espírita. Então, o orgulho é grande no bom sentido da palavra. Meu pai se chamava Rivail porque meu avô é espírito. Eu tenho um irmão chamado Rivail. E eu sou Denis, junta todo mundo, não dá 1% do Kardec, mas é o nome. E meu pai desencarnou e eu tive um sonho com ele. Fantástico. Eu sonhei com meu pai e as perguntas eram: "Papai e o tio fulano de tal, como é que tá? Já desencarnado?" "Ah, seu tio, eu sou que tá reduzindo o tamanho do corpo espiritual. Vai reencarnar. E meu avô?" "Ah, seu avô tá muito bem, já nos encontramos." E agora? Legal hein, rapaz. O Divaldo Franco. Divaldo, nós assistimos palestra dele aqui no mundo espiritual, foi a resposta que eu tive. Dentre outras, eu fiz umas outras perguntas, as outras é muito familiar, não vou contar para vocês. E ele respondeu tudo com toda a lucidez na hora. Então, meus amigos, ama não pode dormir durante o sono, senão complica tudo. Ótimo, Denisar. Eh, já que a gente tá falando de morte, o o livro dos espíritos, a doutrina espírita, de maneira geral, fala que há uma perturbação, né? Nós temos um período de perturbação no na reencarnação, no processo de reencarne e temos uma perturbação também no momento do desencarne. Isso para mais que quiser aprofundar um pouco esse tema da perturbação, tá lá na questão, a partir da questão 165 o livro dos espíritos. Que perturbação é essa? Como é essa perturbação?
do desencarne. Isso para mais que quiser aprofundar um pouco esse tema da perturbação, tá lá na questão, a partir da questão 165 o livro dos espíritos. Que perturbação é essa? Como é essa perturbação? Muito boa pergunta. Eu vou eu vou contar uma história para vocês, depois a gente entra na perturbação porque vai esclarecer a história. Dr. Bezerra de Menezes desencarnou no ano 1900. 1900. Ele era presidente da Federação Espírita Brasileira, o grande médico dos pobres, Dr. Bezerra de Mineiro. Ele desencarnou de manhã e à noite ele psicografou uma mensagem através de um médico chamado Frederico Figner. que a Federação Espírita Brasileira guarda como verdadeiro tesouro. À noite, desencarnou de manhã e à noite ele psicografou. Bom, bom, a perturbação a que se refere não é o que vai acontecer com parte da humanidade que vai ficar perturbada, né? Uma parte de nós, vocês não, vocês são gente boa, mas tem uma parte de nós que pode ficar perturbada, mas essa perturbação é o grau de materialidade do ser. O conceito de perturbação a que se refere o livro dos espíritos é uma certa vertigem, é aquilo que implica o desentranhamento do corpo físico e da questão do do duplo etérico. Que observe, segundo o André Luiz, o duplo etérico, que é a bioenergia, fica por 72 horas em torno do corpo espiritual. Então o André Luiz diz: "Olha, não faça cremação depois das antes de 72 horas, porque tem um corpo vital. O que é o corpo vital? A bioenergia. 72 horas essa bioenergia não tem mais. A perturbação que o livro dos espíritos fala é a vertigem. Isso tá em Platão já. Platão dizia: "Nascer é morrer, morrer é renascer". Platão dizia que quando a alma renasce ela sofre de uma vertigem. Ela entra numa vertigem. nascer, dá uma vertig, esquecimento. Nós ficamos aqui meio, para usar uma expressão muito pobre, abobbalhado, achando que somos esse corpo de matéria, porque a gente perde, né, parte das faculdades espirituais e na desencarnação tem que se desentranhar, né? É nesse sentido, é a vertigem, é o interregno entre o
chando que somos esse corpo de matéria, porque a gente perde, né, parte das faculdades espirituais e na desencarnação tem que se desentranhar, né? É nesse sentido, é a vertigem, é o interregno entre o desentranmento, o sono e a lucidez. Muitos entram em estado de sono e acordam em estado de vertigem, né? Até recobrar a lucidez, né? Nós temos um caso recente, até recebemos uma psicografia, mas eu vou entregar primeiro a família e depois outra ocasião eu trago para vocês verem. aqui que é uma pessoa importante da comunidade espírita que desencarnou, recebeu uma psicografia dele e ele desencarnou e ele conta que a primeira pessoa que ele viu foi um grande amigo dele, um professor da Bahia, grande amigo dele. E ele perguntou ao professor, ele estava sorrindo ao lado dele, tô sonhando? E ele disse não. Quando ele disse não, e ele estava assim percebendo-se na cama dele, da casa dele, não tá, não está eshando. Ele ali entendeu que não era sonho. Mas enfim, eh, essa lucidez vai acordar, vai recobrar e sair da perturbação, que é só vertigem. perturbação no sentido de complicação do estado de consciência. Aí é outra coisa, em que região espiritual o sujeito está. E não se preocupe que ninguém vai para umbral, sabe por quê? Porque quem vai para umbral já está no umbral. O Andrea Luiz diz que umbral é a porta de entrada, é a primeira camada e a maioria de de nós está maioria não fui pessimista. Par de nós ou nenhum de nós ou alguns de nós já está conectado com um Brau. Não vai, já está nele e já estava durante os sonhos. Só que tá tão brutalizado que não percebe. Já tá no umbral, já está. Só vai descobrir que estava nele por causa da sintonia, porque não é lugar geográfico, tem que ter cuidado. Às vezes o espírita quer fazer localização geográfica do mundo espiritual. Isso não é correto. O mundo espiritual é um mundo quântico, padece da não localidade quântica. Tudo aquilo que está acima da velocidade da luz é não localidade quântica, né? O universo existe no espectro da luz,
correto. O mundo espiritual é um mundo quântico, padece da não localidade quântica. Tudo aquilo que está acima da velocidade da luz é não localidade quântica, né? O universo existe no espectro da luz, 300.000 km/sundo. Esse é o universo que conhecemos. Tudo que saí dessa velocidade, atravessou essa velocidade, sai do nosso universo, vai por hiperespaço. Os cientistas sabem disso. Eles fazem isso com partículas. No ano 2000, o laboratório de física de Genebra colocou partículas para acelerar e elas aceleraram, romperam a velocidade da luz e ela desapareceu. Experimento de laboratório. Qualquer objeto quântico, microscópico, quebrar a velocidade da luz desaparece. O que é o buraco negro? O buraco negro é qualquer coisa que estar além da velocidade da luz. E os cientistas sabem da existência dele. O que é o mundo espiritual? Eu falo isso há 30 anos. Dr. Paulo Frutuoso falou isso também, mas isso é o diálogo entre espiritismo e ciência. É qualquer coisa que estar além da velocidade da luz. Por isso que não é sensório. Por isso que estar além do mundo físico, porque ele estar além da velocidade da luz. Transcendência é outro espectro de partículas em outra velocidade, mas é matéria também. Ótimo, Denizar. Infelizmente o nosso tempo tá acabando. Não sei se o pessoal tá gostando do nosso bate-papo. Vocês estão gostando? A gente pode ficar aqui mais uma hora. Tudo bem para vocês? Brincadeira, gente. Mas, Denisá, eu quero te agradecer em nome da comunhão espírita, em meu nome também, eh, já deixar aqui meio que pré-agendado uma futura, um futuro retorno seu a comunhão inspira, pra gente bater papo sobre outras temáticas, para você dividir um pouco conosco toda a tua experiência, todo o teu conhecimento. E você tem aí uns 2 minutos pras suas palavras finais, para você se despedir do seu público. Gente, não temamos a morte, mas não a busquemos pela pulsão de morte. Pulção de morte é um conceito da psicanálise de Freud que dá conta de tudo aquilo que é destrutivo em alma humana.
do seu público. Gente, não temamos a morte, mas não a busquemos pela pulsão de morte. Pulção de morte é um conceito da psicanálise de Freud que dá conta de tudo aquilo que é destrutivo em alma humana. A pessoa que pega um automóvel, corre em alta velocidade, não pega, está sob efeito da pulsão de morte. A destrutibilidade inconsciente, a ideiação suicida inconsciente. Sujeito faz overdose, pulão de morte. Sujeito que busca autodestruição, pulsão de morte. Não busquemos a morte pela pulsão de morte, mas aprendamos que a morte natural, aquela que um dia vai nos acontecer, ela tem a ver com o que nós pomos e o que fizemos, com os sentimentos que portamos, com o nosso coração. Quando perguntar a Jesus: "Onde estar o reino de Deus?" Ele respondeu: "Ficai sabendo que o reino de Deus é um tesouro oculto. Ficai sabendo que o reino de Deus está dentro de vós, porém ele é o tesouro oculto que deveis descobri-lo." Então, está no seu coração o segredo da sua imortalidade, está na sua intuição, está na existência que nós levamos, da mentira que deixamos de falar, da crueldade que deixamos de praticar, do desprezo que não realizamos com o outro, da solidariedade que praticamos, do respeito. Um dia perguntar a Confúcio: "Qual a sua mensagem?" Ele diz: "Que tal a o conceito de compreensão mútua? Que tal nos entendermos? Que tal nos respeitarmos? E na subida da consciência, que tal sermos solidários uns com os outros? E o espírito da fraternidade ao nos reunir, vai fazer com que a gente fique mais leve e preparados para a grande viagem. No passado, alguns oradores espíritas terminam com essa brincadeira para terminar de forma leve, gostavam de dizer, eu não digo boa noite, boa noite, eu digo boa, não vou falar morte, desencarnação. Então o espírita não morre, o espírita sai a francesa e desencarna, é mais leve. Então que nós tenhamos uma boa desencarnação daqui a 100 anos, gente, o povo tá vivendo 150, 130. Eu desejo a vocês mais 100 anos de experiência, muita saúde e com muita esperança de
rna, é mais leve. Então que nós tenhamos uma boa desencarnação daqui a 100 anos, gente, o povo tá vivendo 150, 130. Eu desejo a vocês mais 100 anos de experiência, muita saúde e com muita esperança de mortalidade, para que descubramos que todos somos espíritos, mas estamos provisoriamente na vida corporal. Muito obrigado. Muito obrigado a todos. mais uma vez pela presença. Obrigado mais uma vez aqueles que nos acompanham pela TV, pela rádio comunhão e para encerrar o nosso encontro eu vou pedir ao Denizar para fazer a nossa prece de encerramento. Por gentileza, Denizar. Queridos amigos, irmãos amados, tão pertinho que todos vó todos nós reunidos estamos no abraço. passou aqueles que já partiram e que agora vos abraçam, dos amigos espirituais que permanecemos juntos a vós, dos mentores maiores que comandam as nossas atividades. estejamos juntos na mesma vibração de alegria e fraternidade e serenidade e gentileza e compaixão e solidariedade e recordando-nos a luz grandiosa daquele que retornou de além túmulo. para que nunca mais duvidássemos a imortalidade. Confiemos nele e na sua paz, na comunhão espiritual de quem permanece na prática cotidiana. Em Cristo Jesus, permaneçamos todos. Nele vivamos na alegria da humildade, na esperança da caridade, na claridade da imortalidade. Ele permaneça. E a paz de Jesus, a doce paz do meio rai da Galileia nos alcance o coração, enternecendo-nos a alma. Uma boa noite a todos e a gente se vê no próximo Comunhão Inspira no último sábado do mês de maio. Muita paz para todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir
irituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim
sso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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