De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 07/05/2025 (há 10 meses) 2:15:27 463 visualizações 109 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino !!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

เฮ Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui para mais uma noite de estudos e deixa eu já trazer aqui pro nosso palco professor Severino Celestino. Seja bem-vindo, professor. Tudo tranquilo? Tudo tranquilo, graças a Deus, Adriano. E você conosco, você quer logo o máximo, tudo fica mais fácil ainda, né? Uma boa noite pros nossos queridos internautas, para o Ela e o Álvaro que estão chegando por aí, se Deus quiser. Com muita alegria, agradecendo a presença de todos, cumprimentando todos esses irmãos que nos trazem tanta responsabilidade e ao mesmo tempo felicidade de poder estar dividindo com eles esse trabalho que tem toda uma característica libertadora para nossas vidas, não é isso? É isso aí. É isso aí, professor. Antes de mais nada, eu vou pedir pro senhor fazer a nossa prece, OK? Meu filho. Vamos bora. Vamos começar orando a Deus. Que sua infinita misericórdia permita a cada um de nós nesta noite ser instrumento da sua luz, do seu amor e da sua paz. E que os conhecimentos aqui advindos que nós receberemos da espiritualidade e do nosso trabalho sejam proveitosos para todos aqueles que buscam a verdade. Que Jesus em sua infinita misericórdia e amor nos inspire, nos assista e derrame sobre cada um de nós, sobre sobre mim, sobre o Álvar, sobre Arrai, sobre você e todos esses queridos internautas, a paz e a luz de que necessitamos para que através dos nossos estudos e conhecimentos possamos trazer libertação para esta humanidade e que a paz reine entre os dirigentes deste planeta tão amado por Jesus, que nós nós possamos ver os homens despertarem para o amor, para o entendimento, para a fraternidade. E Jesus esteja conosco esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Graças a Deus. Muito bem, pessoal. Então é isso, estamos aqui para mais um episódio então da quinta temporada da série de Moisés a Kardec, sempre aí com o professor Severino Celestino, Jorge Elarrá e Álvaro Morenhai. O Álvaro já deve estar

o é isso, estamos aqui para mais um episódio então da quinta temporada da série de Moisés a Kardec, sempre aí com o professor Severino Celestino, Jorge Elarrá e Álvaro Morenhai. O Álvaro já deve estar entrando por agora, né? Eh, hoje então nós temos o o nosso estudo, mas nós temos dois momentos diferentes. Nós vamos apresentar aí um um um material especial aí para vocês. Então, a gente pede que vocês fiquem aí eh na audiência, não saiam daqui porque nós vamos apresentar um material muito bacana. Tenho certeza que vocês vão gostar. Eh, primeiramente dar aí o boa noite a todos os que estão nos acompanhando, inclusive ele, Álvaro Mori. Olá, meu amigo, seja bem-vindo, meu irmão. Tudo tranquilo? Tudo em paz. E você? Tudo joia, graças ao bom Deus. Já fizemos a prece, viu? Você já foi agraciado aí com a com a prece do professor Severino Celestino. Estamos todos protegidos. Graç ao bom Deus. Que bom, meus amigos. Meu amigo, você chegou a subir aquele aquele eh link, aquele vídeo? Está está no ponto, meu irmão. É, mas é claro. Inclusive, foi por isso. Inclusive, foi por isso que nós atrasamos aí. Não sei se dois ou três minutos. Ah, você sabe que eu eu tava estava no centro e às vezes tem dia que enche um pouquinho mais e e aí fica um pouco difícil de eu chegar, mas lembrando que toda terça-feira você tem um trabalho lá no centro, né? É. E e aí você apronta uma correria aí para poder chegar para fazer a nossa live. A gente começa às 5:30 lá da tarde e vai até 9:30. Então, professor Severino Celestino, que tons mais belos em seu cabelo, meu amigo. Você já começa me provocando só porque o Elará não chegou ainda. Você já está, como a gente diz aqui no Nordeste, bulindo comigo. Não faça isso. Seja muito bem-vindo. Você sabe que eu lhe amo. você é um filho querido, um filho espiritual na expressão da palavra, mas você não chegue já torrando a minha eh torrando a minha a minha figura, a minha pessoa, porque assim como eu lhe prezo, eu quero que você também dê um pouco de de menos atenção aos meus

a palavra, mas você não chegue já torrando a minha eh torrando a minha a minha figura, a minha pessoa, porque assim como eu lhe prezo, eu quero que você também dê um pouco de de menos atenção aos meus cabelos, que ele não merece atenção, não. Mas são tão lindos, professor. Mas eu já eu já tô sabendo que o nosso amigo Jorgito tá com muita febre. Talvez ele não possa entrar na nossa noite, mas eu sei que você eh e nós vamos sentir muita falta se ele não puder entrar conosco, mas a gente vai tentar suprir a ausência do Jorge, se for necessário, para que a gente não não permita que o nosso estudo perca, vamos dizer assim, a essência e a sequência natural que a gente sempre dá a esse trabalho. Um abraço muito fraterno para você. Boa noite, Álvaro Morterrai. Boa noite, Adriano. Só já que o Jorginho não tá aqui, eu quero com muita pobreza de de de apresentação, pelo menos imitar um pouquinho aquele entusiasmo dele que apresentação, né? Mas a gente tá feliz por estar mais uma vez aqui. Se ele não puder vir, que ele melhore o quanto antes. E eu também passei há dois, se 15 dias atrás por uma gripe forte, não sei se lembram. E isso é são coisas que a gente passa, um bom antibiótico, um bom chá, um bom repouso, muito líquido e logo logo o Jorgito estará, se Deus quiser, com a febre baixa e à disposição e sempre aquele carisma indispensável ao nosso estudo que faz realmente uma diferença grande a presença dele entre nós. Ó, só ressaltar aqui a mensagem da Maria das Graças, Lazarini. Ela ela tá falando aqui que ia passar a transmissão paraa TV, eh, porque nós ficamos mais bonitos. Faça isso, por favor. Maria das Graças. Diga, Maria das Graças. Ol, Maria das Graças, que oração é grande, mas a televisão vai fazer ficar mais feio ainda, a gente maior. Na minha conce, na minha concepção, eu não vou melhorar. Eu já peço desculpa porque eu só tenho esse essa essa cara, esse rosto, mas o Ávre não tá aí cheio de vida, jovem, como diz o Ela, né? Pretendido por muito, hein? Cheio de vida. Eh, ah, e aqui e aqui tem

já peço desculpa porque eu só tenho esse essa essa cara, esse rosto, mas o Ávre não tá aí cheio de vida, jovem, como diz o Ela, né? Pretendido por muito, hein? Cheio de vida. Eh, ah, e aqui e aqui tem uma questão técnica. Eh, eu vi alguns comentários de que não estaria transmitindo a live, mas a aí os pelos comentários posteriores eu entendi que tá tudo normal. Gostaria de pedir que vocês deem esse fe, eu acho que eles disseram que não que não tava transmitindo, estão acompanhando, tá bom? Teve uma mensagem que falou que tinha recomeçado a transmissão. Enfim, deem esse feedback pra gente, pra gente entender aí se tá tudo OK, se tá transmitindo normal. Eh, eu acho que está, viu? Viu? Porque eu falei aqui do Jorge e as pessoas já estão desejando melhoras para ele aqui. ACA tá falando aqui tudo normal. É, boa noite. Obrigado pela presença. Presença de todos vocês que estão nos acompanhando. Nós temos um material. Sim, sim, professor. Não, eu acho que as pessoas estavam falando isso porque nós atrasamos 2 minutos. Isso mostra a ansiedade daqueles que estão esperando o programa. E ele não entrou ainda, não tinha entrado ainda. 8:32, né? Então a gente agradece o feedback e também o interesse, mostrar que as pessoas estão ligadas e realmente estava ansiosa para que a gente começasse. Eu creio que é isso, viu, Adriane? Porque já tá todo tá todo mundo aí já dando feedback de que está tudo em ordem. Ó, olha, nós temos um momento especial com convidadas especiais. Já trago Álvaro, para para pro nosso palco. Trago as meninas para cá. Olha, vamos lá. Boa noite, meninas. Boa noite. Boa noite, boa noite, Clícia. Sejam muito bem-vindas para pelo menos rejuvenecer a nossa tela essa noite. Tô competindo com Álvora aqui e vocês chegaram e vencer de 2 a 0. Isso é muito bom. Sejam bem-vindos. Professor, sa o senhor sabe que outro dia um espírito falou que eu sou um médium widre? Eu acho que ele fez menção às bochechas. É possível. É possível. É possível. O que a Graça falou que ia assistir na televisão, eu fiquei

abe que outro dia um espírito falou que eu sou um médium widre? Eu acho que ele fez menção às bochechas. É possível. É possível. É possível. O que a Graça falou que ia assistir na televisão, eu fiquei pensando, espero que seja white screen. E aí eu me lembrei. É isso, gente. Deixa eu contar para vocês quem é a Nicole e a Clícia. Eu estive em uma casa espírita lá em São José do Rio Preto, fomos convidados a um seminário de mediunidade, chama Francisco de Assis. E nós tivemos uma empatia grande com os trabalhadores, com a casa, mas eu fiquei muito feliz quando eu vi um acampamento para jovens e eu falei: "Gente, que legal!" E eu fiquei tão entusiasmado que eu mal pude esconder o desejo de ser convidado para o acampamento. E aí falava: "Você não quer vir?" E eu falei: "Ah, já que vocês insistem, eu venho". Então, nós tivemos um final de semana junto a um trabalho assim verdadeiramente maravilhoso, da qual a Cliss e a Nicole juntas com uma equipe da casa organizaram. E foi um trabalho assim tão encantador, onde 80 jovens, 81 comigo. Eu era o mais bagunceiro, tenho certeza. Ah, nem e nem tão jovem também, né? jovem há mais tempo, jovem há mais tempo, onde eu fiquei tão encantado com o trabalho e eu falei paraas meninas, a gente precisa multiplicar esse trabalho e elas então falaram que isso seria possível, porque elas têm tudo organizado. Então, meninas, eu vou pedir para passar o vídeo e vocês podem fazer um comentário, contar para quem tá aqui conosco, tá Jo? Primeiro vídeo, então pode ser. Depois as meninas falam. Isso. Primeiro vídeo, depois elas falam. Vai lá, Adrian. Vamos ao vídeo, então. โ ohโ oh오 e 오 oh오 oh오 Yeah. Olha, eu vi eu vi um jovem das antigas no meio do pessoal aí de camiseta preta. Mas tava soltinho, hein? Hã? Folgado fez pitão em boca de banguela. Tava, tava. Meninas, fiquem à vontade. Falem do que significa isso. É uma alegria muito grande pra gente tá aqui com vocês. A gente agradece muito por essa oportunidade. Vou começar falando um pouquinho como surgiu essa

, fiquem à vontade. Falem do que significa isso. É uma alegria muito grande pra gente tá aqui com vocês. A gente agradece muito por essa oportunidade. Vou começar falando um pouquinho como surgiu essa ideia. A Nicole vai falar depois mais do acampamento, né? A gente, nós estamos aqui à frente da evangelização do Francisco de Assis já há alguns anos e a gente sempre teve mocidade, pré-mocidade, mas a gente sabe que é um grande desafio a gente reter os jovens, né? manter eles ali dentro da casa espírita interessados em estar se envolvendo e tá participando com a gente. E a gente inspirados pelos nossos irmãos católicos evangélicos, fazendo esses encontros incríveis que movimentam uma juventude enorme, a gente começou a pensar junto o que que a gente pode fazer de parecido, né? Então a gente montou uma equipe para cuidar dos jovens fora da casa espírita. Então, além dos evangelizadores que a gente tinha dentro da casa, a gente quis estruturar uma turma para que olhasse para eles fora, para que a gente fizesse eventos, levasse eles para conhecer os trabalhos da casa, colocasse eles para trabalhar também. E aí surgiu a ideia de fazer esse encontro, né? E a gente foi assim com a cara e com a coragem, na verdade, sem experiência nenhuma. A gente fez o primeiro acampamento em setembro do ano passado. A gente abriu vaga para 50 jovens e no começo ninguém se inscrevia e a gente insistiu. Começamos a divulgar no Instagram, nas palestras da casa, fizemos alguns vídeos engraçados, né, para chamar a atenção deles. E um desses vídeos acabou dando muito certo. Um começou a compartilhar com o outro, aquelas inscrições foram chegando e a gente conseguiu atingir a marca de 50 jovens. Depois até alguns quiseram eh participar já próximo da data, a gente não conseguia mais incluir, né? Então assim, a gente fez o primeiro acampamento para esses 50 jovens. A gente estipulou um tema que seria autoconhecimento, né? Trabalhamos ali muito o olhar deles para dentro de si mesmo, né? Entenderem ali tudo que tem

fez o primeiro acampamento para esses 50 jovens. A gente estipulou um tema que seria autoconhecimento, né? Trabalhamos ali muito o olhar deles para dentro de si mesmo, né? Entenderem ali tudo que tem que está legal, aquele grande desafio da gente tentar reconhecer o que a gente precisa melhorar. E a gente trabalhou muito isso durante o acampamento, através das dinâmicas, das dinâmicas que a gente fez. E depois a gente falou muito sobre autoestima, reconhecer o que se tem de bom, né? E ali a gente conseguiu, a gente viu que a gente conseguiu criar um vínculo com eles, né? Foram três dias, sexta, sábado e domingo. Então, a gente teve esse tempo para criar um vínculo maior com eles e para eles criarem entre eles também. Então, depois desse primeiro acampamento, a gente viu que a nossa mocidade dentro da casa espírita bombou, né? a gente encheu de jovens porque eles queriam estar juntos, eles queriam estar com a gente, eles queriam estar entre eles. E aí foi muito legal o resultado. A gente no primeiro acampamento a gente acolheu casos ali de depressão profunda, de jovens que a gente não tinha ideia que passavam por aquilo, né? Aí a gente animou muito, vamos fazer dois por ano. Então a gente fez o primeiro em setembro, fizemos o outro agora em abril e aí a gente aumentou para 80 jovens. Pegamos o tema imortalidade da alma e falamos muito sobre reencarnação, sobre os propósitos que a gente tem que ter pro espírito e não só aqui pra matéria. Falamos muito de mediunidade e tivemos muitos casos ali de jovens com mediunidade que não entendiam o que estava acontecendo com eles, né? foi um dos casos que mais nos impactou ali no acampamento e tivemos mais essa grata surpresa, essa alegria deles terem curtido, aproveitado muito e estarem se envolvendo cada vez mais com nós, né? Vou deixar Nicole falar um pouquinho mais sobre o acampamento mesmo que acontece lá. Boa noite para todo mundo. Meu áudio tá OK? Esqueci. Eh, então a nossa programação ela é desenvolvida bem antes, assim, a

ixar Nicole falar um pouquinho mais sobre o acampamento mesmo que acontece lá. Boa noite para todo mundo. Meu áudio tá OK? Esqueci. Eh, então a nossa programação ela é desenvolvida bem antes, assim, a gente tenta fazer de uma forma bem leve para que para que a gente fale com eles com essa linguagem mesmo de jovem, né? De jovem para jovem. E é bem bacana que a gente consegue atingir realmente profundamente. E aí lá a gente tem uma programação bem bem completa, a gente trabalha com teatro e aí quando a gente monta o cronograma a gente fala: "Nossa, mas será que eles vão fazer gente um teatro?" E é incrível assim, o teatro é o que mais rende, sai cada história e todo mundo chora e é muito legal assim. Eu acho que isso é o que eu mais gosto do acampamento, como que fica todo mundo com as emoções bem afloradas, assim, até os mais quietinhos, os mais tímidos, em algum determinado momento vai demonstrar um pouco mais de sentimento ali, vai chorar, vai perguntar, todos participam, todos se entregam. Eh, a gente tem a gincana, que é o momento que eles se divertem, né? A gente traz tudo com muito significado, sempre voltado, lógico, pra doutrina espírita, né? sempre tem uma uma lição ali, mas com muita diversão. Eh, a gente tem a nossa estação da prece, que são momentos muito tocantes, muito profundos, que eles levam umas lições até pra vida deles. Assim, eu acompanho as aulas da Mocidade e é legal ver o relato deles falando: "Nossa, eu lembrei". Inclusive, Álvaro, uma das minhas alunas no domingo a gente falou sobre o acampamento e aí eu perguntei o que eles mais gostaram, qual eles são o que mais ficou. E aí ela citou você, falou assim: "Nossa, aconteceu uma coisa comigo na minha vida pessoal". E aí eu lembrei o que o Álvaro falou lá na hora que ele tava dando a palestra dele. Eu falei assim: "Nossa, olha que interessante, né? Às vezes a gente olha ali para aqueles rostinhos e eles estão realmente prestando muita atenção e levam lições paraa vida, né? Eh, a gente fez a brincadeira noturna,

"Nossa, olha que interessante, né? Às vezes a gente olha ali para aqueles rostinhos e eles estão realmente prestando muita atenção e levam lições paraa vida, né? Eh, a gente fez a brincadeira noturna, que foi um momento de de bastante descontração. Álvaro se entregou bastante nesse momento. Ele brincou com a moçada lá, deu uma assustada. Nicole, eu diria que como médium eu incorporei o meu papel. Isso. Você incorporou o personagem. Eh, a gente trabalhou com os vícios, né, com as virtudes. Eles tinham que procurar as virtudes, só que no meio do caminho tinham obsessores que eram os vícios e que estavam atrapalhando essa missão. E no fim a gente quis falar que essa é a missão da reencarnação, eh, que a gente vai encontrar muitos desafios, mas que no fim dá tudo certo. Eles tinham os espíritos para resgatar, eles resgataram e foi muito bacana. A gente teve o Lual também, que a gente trabalhou com música. Então é isso, assim, trabalhar com jovem é dinâmica. muita música, né? Diversão, brincadeiras, teatro, eh, e a gente tem que tirar realmente eles da tela. Eles têm muito potencial para mostrar. É que a gente não dá oportunidade. Tem muitos pais que às vezes falam: "Nossa, o que que vocês fizeram com os meus filhos? Eles voltaram transformados". A gente deu atenção, a gente olhou no olho, a gente eh abraçou, a gente acolheu, a gente fez eles mostrarem a capacidade real deles. E tem muita capacidade, tem muita coisa para ser mostrada. precisa explorar muito a mocidade. E é isso, esse é o nosso, esse é o nosso sonho, assim, levar isso, evangelizar cada vez mais. E esse é o nosso intuito, né? Replicar o acampamento, conexão espiritual em todo o Brasil e se possível no mundo. E eu quero voltar a palavra pra Clícia para que ela fale dos impactos aí na nossos jovens. É, a gente, eu acho que uma das coisas que mais eh que mais impactam a gente assim, né, realmente ver o feedback dos pais depois da transformação deles, né? Então a gente, eu tive eh mães que mandaram mensagem para mim falando:

das coisas que mais eh que mais impactam a gente assim, né, realmente ver o feedback dos pais depois da transformação deles, né? Então a gente, eu tive eh mães que mandaram mensagem para mim falando: "Clissa, que que vocês fizeram com a minha filha?" Porque eu tô vendo os dentes dela que eu não vi há um tempo, porque minha filha não tava sorrindo em casa, né? A gente teve eh relatos de pais que a família tava muito conturbada, eles estavam brigando muito, né? E a mãe falou para nós que, nossa, fazia tempo que eu não tinha um período de paz como a gente tá tendo agora e equilíbrio em casa. A gente tenta sempre no final do acampamento trazer muito lado da família, né? Fazer eles refletirem sobre o o a valorização que eles têm que ter dos pais, o respeito que eles têm que ter pelos pais. E aí a gente consegue trazer um momento de muita emoção ali que eles refletem muito, recebem mensagem dos pais e e eles se emocionam muito. Então a gente consegue ver também essa essa mudança dentro da família, né? A gente sabe que quando a gente volta pra nossa rotina, pro nosso dia a dia, a vibração vai baixando, a gente, né, tá com todos aqueles desafios envolvidos. Mas eu acho que quanto mais a gente fizer isso, trazer eles para perto da gente dentro do centro espírita, eh, eu acho que a gente vai conseguir atingir cada vez mais eles, as famílias, os pais, né? Teve uma uma da das meninas que que participou do nosso acampamento agora, que tem bastante mediunidade, não entendia o que acontecia com ela. Ela voltou muito transformada e a mãe me mandou uma mensagem falando: "A minha filha chorou compulsivamente por uma hora até conseguir dizer que eu e meu marido não conseguimos entender o que foi feito na vida dela nesse fim de semana, porque ela entendeu o que acontece com ela, né? Então assim, foi é é muito além das nossas expectativas. A gente iniciou isso sem nenhuma pretensão de que fosse o que tá sendo, né? Nós estamos tomados de surpresa e a gente tá muito feliz com isso, porque o que a

oi é é muito além das nossas expectativas. A gente iniciou isso sem nenhuma pretensão de que fosse o que tá sendo, né? Nós estamos tomados de surpresa e a gente tá muito feliz com isso, porque o que a gente quer agora é replicar. Tá pronto o nosso modelo. A gente sabe tudo. A gente sabe o cronograma inteiro que tem que acontecer em cada momento, quantas frentes de trabalho a gente tem que ter, quantos voluntários, quanto custa fazer tudo isso, porque a gente tem todos os gastos. Então assim, a gente consegue replicar. Eu vi o Álvaro falando, é que nem um modelo de franquia, tá pronto para ser replicado. E é isso mesmo. E é isso que a gente quer fazer agora. A gente quer ter essa oportunidade de estar compartilhando com outras casas espíritas de outras cidades, de outros estados, pra gente poder levar isso para muito mais jovens do que só aqui em Rio Preto, na nossa casa espírita, né? Já teremos um do Cisco de Luz. O Cisco de Luz já tá se organizando. A gente vai fazer um aqui em São Paulo esse ano ainda, se Deus quiser. E eu quero ser padrinho do segundo em Rio Preto. Terceiro acampamento. Já tá convocado. Federativas, dirigentes de casa espírita, quem trabalha com os jovens. Segue. O professor tá travando. Só sou eu ou ele? Ele é ele, é ele. Ah, então dirigentes de casa espírita, todos aqueles que têm interesse, como a gente encontra vocês? Qual é o Instagram de vocês, meninas? Onde você a gente pode encontrar? Álvaro? A gente vai eh passar para vocês o Instagram do CEFA primeiro, que é da nossa casa espírita, né, que é CEFA SJ Rio Preto, que é onde a gente vai estar divulgando todos os trabalhos da casa, o trabalho com a mocidade que a gente faz, a evangelização e tudo mais. A gente tem um outro Instagram que é o espiritizando, que é onde a gente tá compartilhando o nosso trabalho, mas a gente também traz conteúdos doutrinários mais voltados pra juventude, de uma forma bem leve, descontraída. É isso. É isso. Então, uma mensagem com o nome, Adriana, se você quiser colocar pro pessoal

a gente também traz conteúdos doutrinários mais voltados pra juventude, de uma forma bem leve, descontraída. É isso. É isso. Então, uma mensagem com o nome, Adriana, se você quiser colocar pro pessoal seguir. Gente, se nós tem um i aqui ou ou é mudo mesmo? Ah, não tem um I. Tem um I. Tem um I e dois os no final. Ah, iizando. Ah, pronto. Que aí eu vou compartilhar aqui. É isso aqui. Vamos lá. Isso. Isso. Isso mesmo. Bacana. Só, só para eu entender. Então, vou, eh, esse, esse evento ele aconteceu em Rio Preto, São José do Rio Preto. São José do Rio Preto. Bacana. Vocês são da mesma casa espírita? Sim. Francisco de Assis. Isso. De São José do Rio Preto. Aham. Isso mesmo. Bacana. E aí vocês receberam jovens aí de de São José do Rio Preto, enfim, de outros de outros municípios eh próximos aí também. Como é que funcionou isso? A gente recebeu alguns de fora de Rio Preto. Sim. Eh, no nosso primeiro acampamento foram muitos jovens da nossa casa, né? Outros depois começaram a frequentar. Eh, agora nesse segundo acampamento, a gente tentou incluir muito evangelizadores de outras casas espíritas para eles já conhecerem o que a gente tá fazendo, né, fazerem também. Então, a gente trouxe jovens de Rio Preto, mas de outras casas espíritas também dessa vez. Bacana, bacana demais. Eh, que legal. Eu eu acho que assim, vocês têm que tocar essa ideia, né? Eh, não esmorecer, não é fácil. os obstáculos eles vão aparecendo, né? E a gente tem que ir superando. Esse trabalho com o jovem, ele é fundamental, fundamental. Eh, eh, eu vejo que muitas vezes o movimento espírita não se preocupa tanto, né, com com esse trabalho e eh da juventude. E eu presenciei em reunião de movimento espírita, dirigente de uma certa idade, né, de uma idade mais avançada, relatar que a casa espírita iria fechar as portas se não houvesse uma renovação. não tinha jovem na casa espírita, né? E ele até estava fazendo ali um pedido de socorro para entender o que que ele precisava fazer ali para colocar a gente dentro da casa espírita, especialmente

ção. não tinha jovem na casa espírita, né? E ele até estava fazendo ali um pedido de socorro para entender o que que ele precisava fazer ali para colocar a gente dentro da casa espírita, especialmente jovens. E e o relato dele foi muito impactante e emocionante nesse sentido. Ele falou assim: "Olha, a casa vai fechar como nós temos inúmeros exemplos de que fecharam, fecharam, o trabalho acabou porque não houve renovação. Então esse trabalho com Jov é fundamental, fundamental. E Adrianos, a gente tem é nós somos abençoadas, eu, a Nicole e toda a nossa equipe, porque a diretoria da nossa casa, eles estão dando uma abertura tão grande pra gente trabalhar. Eles chamam a gente, eles perguntam o que que a gente quer fazer. Eles pediram pra gente assumir as redes sociais da casa agora, que é o CFA, porque eles viram o espiritizando e aí eles falam: "Não, a gente quer que vocês tragam esse conteúdo, a gente quer a carinha de vocês aparecendo". Então, todas as ideias que a gente dá, a casa abraça muito. Então, eles estão nos dando essa oportunidade, né? A gente, eles têm muita experiência, a gente tem o maior respeito do mundo por tudo que eles construíram. Então, a gente se sente muito honradas, né, eu, a Nicole e toda a nossa equipe de evangelizadores, por tá tendo essa oportunidade de tá tão à frente assim dos trabalhos e dando ideia e as ideias sendo abraçadas por eles. Então, se todos os dirigentes, né, fizessem isso também, tivessem esse olhar, essa abertura no coração pro pessoal mais novo que tá chegando, é o que anima a gente mesmo de estar fazendo cada vez mais e contribuir cada vez mais com a casa. Bacana. Muito bem. Ô, olha o seguinte, nós aqui pelo IGES e por outro instituto aí que está sendo criado, que vou deixar como surpresa, nós temos a intenção de fazer um programa voltado para o jovem espírita. Então, quem sabe de hoje aí, Álvaro, surge hoje aí uma sementinha para um projeto nesse sentido, a gente fazer um programa que seja mensal. Enfim, tudo a ser discutido pra gente um

a o jovem espírita. Então, quem sabe de hoje aí, Álvaro, surge hoje aí uma sementinha para um projeto nesse sentido, a gente fazer um programa que seja mensal. Enfim, tudo a ser discutido pra gente um programa que pode até ter esse nome de jovem para jovem, juntar uma turma bacana aí e eh da juventude. Vocês são comunicadoras natas, vocês falam muito bem, que bacana, parabéns. E eu acho que seria muito bacana a gente criar um programa nesse sentido, sabe, para falar com o jovem. Depois o Álvaro passa meu contato aí para vocês e a gente vai conversando, quem sabe sai alguma coisa boa daí, tá certo? Combinado. Obrigado, meninas. Então, quem quiser saber mais, quem quiser saber quanto custa, como faz, como organiza, as meninas estão a à disposição para poder orientar. Então segue aqui embaixo esse esse Instagram. Tem o Instagram da Casa Espírita também e elas podem ajudar. Se alguém não conseguir não achar o Instagram delas, pode me mandar mensagem no celular, no WhatsApp, no meu Instagram e a gente tá à disposição para poder multiplicar esse trabalho que eu se impactou a minha vida e eu vi aquilo na vida dos jovens. Eu gostaria que pudesse alcançar tantos outros, tantos outros, porque se a gente tinha uma dúvida sobre como trabalhar com os jovens, acho que nós já tivemos uma primeira resposta. Então, meninas, muitíssimo obrigado por virem, por estarem conosco. Obrigada. Obrigada pela oportunidade. Olha, olha, foi e foi, como diria o Didi, aí já não é da época da név falar de Didi, os trapalhões não é da época delas, né? Eh, mas ontem a nossa live do Gés falando de espiritismo, o do a nossa live do Gés falando de espiritismo, né? Eu ia falando transmimento de pensação, que o Didi falava transmimento de pensação. Eh, a nossa live foi sobre arte espírita. E aí a gente tava conversando, né? E eh não tem como você sou eu que caí agora. Acho que foi acho que foi ele da live. Eu fiquei pensando que era eu que tava travado, gente. Caiu o professor Celestino, o Elará, só estamos nós aqui e os espíritos. A gente

ocê sou eu que caí agora. Acho que foi acho que foi ele da live. Eu fiquei pensando que era eu que tava travado, gente. Caiu o professor Celestino, o Elará, só estamos nós aqui e os espíritos. A gente tá no capítulo 17 do livro de Deuteronômio. Vamos estudar. Vamos estudar. Eu espero que alguém volte, senão a gente fica aqui com ling eterno. Ai, mas que bom, meninas, que bom que vocês vieram e que bom poder divulgar. Espero que obrigada, Álvaro, muito legal se interessem por isso. Gente, caiu todo mundo. Gostaria de aproveitar e agradecer os comentários que chegaram aqui, o pessoal apoiando. Eh, obrigada a todo mundo que prestou atenção aí, que ouviu e quem quiser saber mais, estamos à disposição. Vamos replicar, gente. Eu eu já já tô procurando o lugar. Já estamos, já temos uma primeira opção. Ai, que bom. A gente vai para aí para organizar tudo com você. A Júlia tá aqui. Vem cá, Júlia. Não, ela não quer. Ah, queria ver a Júlia. Lá ela, ela fez assim, contar. É só dos bastidores. Ela filma tudo, ela conta tudo pra gente, conta os detalhes. Muito legal. Muito legal. Eu tô falando, o Adriano mandou o programa está rolando, entra aqui de novo. Aqui para mim cai professor, caiu Ela. Estamos nós aqui. Ô Álvaro, você já vai se preparando, hein pro encontro, pro próximo. Eu tô esperando a data e quem quiser participar pode participar, pode se inscrever. Claro, com certeza. A gente, a gente ainda não tem a data definida, mas assim que a gente bater o martelo, a gente vai mandar para você e a gente vai divulgar também, pessoal se preparar, tá? Ótimo. Vai ser muito bom. Vai, vai ser muito legal. Será que eu vou ter que fazer a live sozinha? Sozinha? Tô achando. Cadê o professor Celestino para entrar aqui conosco? Deixa eu ver ligar para esse povo. Não estou conseguindo entrar, gente Deus. E pior que eu não consigo operar esse Instagram, esse stream. Ah, é. Professor. Oi. Tá conseguindo entrar? O senhor tá ao vivo? Todo mundo ouvindo? Tá, né? Eu estou tentando porque eu eu desliguei o meu roteador e

não consigo operar esse Instagram, esse stream. Ah, é. Professor. Oi. Tá conseguindo entrar? O senhor tá ao vivo? Todo mundo ouvindo? Tá, né? Eu estou tentando porque eu eu desliguei o meu roteador e religuei agora. Tô esperando analisar para entrar, porque o meu não caiu, não caiu todo mundo, o meu não caiu, mas como você pediu para desligar, eu desliguei, liguei o roteador. Caiu até o Adriano agora. Pois é. Então o processo do problema não é aqui no meu. Não, acho que não. Pode ser em algum dos dos computador das meninas, né? Não, entro. É culpa é delas. Tem muita gente. Pesou demais a live. Pesou. Ah, tá bom, professor. Tenta entrar de novo. Eu vou ver, tentar falar com a Adriana, porque eu não consigo operar esse streamard. Ah, sim, tem que ser com ele. Eu eu vou eu vou tentar reentrar o meu, acho que meu roteador já carregou. Tá bom. Aí eu vou tentar entrar, tá bom? Deixa eu tentar ligar pro Adriano. Eu acho que nós bom, qualquer coisa vocês me ajudam, meninas. Eu vou deixar mais, eu vou deixar mais fácil. Vocês participam comigo? Falando sério. Nós estamos. Bom, vamos lá. Então, meninas, vocês vão participar comigo. Eu vou deixar mais fácil o texto e vocês vão participando comigo. Nós estamos no capítulo 17. Então, essa essas lives já estão chegando em 4 anos em que nós estamos juntos, eu, professor Severen Celestino e o Elará. E nós passamos pelo livro de Gênesis, Êxodos, ah, Números, Levíticos, Números. E agora estamos no último livro Deuteronômios, capítulo 17. E nessa última semana, aliás, na última, 15 dias atrás, nós falamos um pouco sobre esse texto que é um tanto quanto difícil, o texto de da Parachatim, que a gente chama de do texto do trecho de juízes. E a gente explicou sobre as designações do texto no sentido de que existam guardas e juízes, mas que no futuro, quando a humanidade assim estiver depurada, quando nós estivermos já em um mundo regenerado, o sentido será muito mais no autojulgamento de nossas consciências e não na imposição de normas que precisem

uando a humanidade assim estiver depurada, quando nós estivermos já em um mundo regenerado, o sentido será muito mais no autojulgamento de nossas consciências e não na imposição de normas que precisem eh, vamos assim dizer, vincular-se e normatizar a sociedade como um todo. E a gente falou que todo esse processo serve tanto no âmbito civil, já que Allan Kardec nos diz que a lei de Moisés, ela tem suas condições na questão cívil e também nós encontramos as questões trazidas ao nosso espírito. E aqui eles vão vai ser trazido por nós ah no texto alguns elementos das quais ah nós vamos encontrar como sendo importantes na normatização de uma sociedade. E para que não pareça que essa organização de juízes, que essa organização a da sociedade seja única e exclusivamente cível, a primeira preocupação onde capítulo 17 versículos 21 22, capítulo 16 versículo 21 22 e 17 vai ser falado assim: "Não plante para si uma árvore de idolatria. e muito menos deverá você adorar. Não plantea nada no monte do templo, perto do altar onde você fará para si. Você não construirá para si um monumento, um altar. você não oferecerá para Deuses. Aí ele vai falar alguns sacrifícios com a intenção errada, pois essa é uma abominação para Deus. Então, esses três versículos, do que que eles vão falar? Primeiro ponto, o livro de Salmos, capítulo número um, ele compara o homem a uma a ele compara o homem a uma árvore. Então, nós podemos entender o povo de Israel no Antigo Testamento sendo comparado a uma videira, a uma figueira e assim por diante. Mas o livro de Salmos, número um, não diz que somente o povo de Israel é comparado a uma árvore, mas o homem individualmente, cada um de nós é comparado a uma árvore. E aqui nós falamos sobre sacrifícios no Antigo Testamento e a gente falou que isso se chama corbam. Corban significa sacrifício e ele vem da palavra carov. Carov significa aproximar-se. Como que a gente ensina a um povo, ou melhor, a uma humanidade como um todo, já que o povo de Israel ali é pioneiro, a um povo a em alguns

cio e ele vem da palavra carov. Carov significa aproximar-se. Como que a gente ensina a um povo, ou melhor, a uma humanidade como um todo, já que o povo de Israel ali é pioneiro, a um povo a em alguns aspectos, tanto quanto necessitado de aprendizado, mas em outros aspectos, um grande farol de luz, como diz o espírito mordei, na revista espírita para toda a humanidade. Como a gente pode eh entender esse sentido de sacrifício? Nós entendemos como sendo a aproximação de Deus. Mas como eu me aproximo de Deus? É como se nos primeiros estágios da humanidade nós estivéssemos nos apoiando na ideia da construção de mecanismos que eles vão sedimentando no nosso espírito, na nossa evolução anímica. E depois nós podemos assim tirar as muletas que nos fazem caminhar. Ou seja, quando se fala em ofertas de eh ovelha, obam. Já começamos já começamos. Estamos te ouvindo. Já comentaram. Já já começamos. Eu peguei, professor, onde a gente parou, capítulo 16, 21 e 22, 17, capítulo primeiro. Aí eu pensei que você Mas os comentários aí sobre a apresentação das meninas, quais foram? Ah, quer comentar, professor? Comente o senhor, depois a gente Gostaria, eu gostaria. Eu achei um trabalho belíssimo necessário na doutrina. Eu conto com jovens aqui no carnaval, durante o carnaval nós tínhamos COJEP com fraternização de jovens espíritos da Paraíba era feito durante o carnaval não era assim como elas fizeram um acampamento, mas se reuniam num quartel ou numa faculdade, alugávamos mesmo na Universidade Federal da Paraíba, eu consegui muitas vezes alugar determinados blocos da universidade e a gente fazer um encontro essa natureza. Eu acho isso atual, indispensável, porque as coisas além do progresso estão está em todos os os locais. Então, o que vocês fizeram aí, eu me senti muito feliz, muito sensibilizado e acho que precisa ser imitado em todas as partes do Brasil e que vocês se disponham a orientar aqueles que queiram fazer. como é que foi? Eu acho que isso vai ser muito importante. Deixem um link, deixem um

que precisa ser imitado em todas as partes do Brasil e que vocês se disponham a orientar aqueles que queiram fazer. como é que foi? Eu acho que isso vai ser muito importante. Deixem um link, deixem um telefone, deixem um site, um um qualquer um meio de de comunicação, mas são José presa do grupo para que as pessoas que tenham interesse de copiar, de imitar e adequar sua situação. O importante é que o espírito tem muito que oferecer esses jovens, porque se eles já se encontram, com todo respeito e outras religiões, nós temos oferecer a mesma coisa sem nenhuma propaganda, mas pontos importantes como a reencarnação imortalidade da alma, fora da caridade, não há salvação. Então, e esse testemunho aí que a como foi a segunda que falou, desculpa o nome, não, a outra Nicole. Nicole. Nicole. o os testemunhos aí que ela falou e você também, Cris, que vocês trouxeram eh de pais que viram as transformação dos filhos. Isso mostra exatamente a importância desse encontro, porque o jovem ele é inteligente, ele tá buscando alguma coisa para ele se sustentar. um momento difícil na vida dele, esse adolescente, a época hormonal, a época que a gente chama aqui do Nordeste, não de adolescência, mas aborrescência, mas eles vão se identificar cada um com a sua situação e esses encontros oferece mais ainda, que é exatamente o o testemunho que você disse aí da questão da mediunidade, que às vezes os pais estão tendo dificuldade com seus filhos, exatamente porque fal esse canal que não é oferecido em muitas religiões, aliás, que eu acho que nas cristãs é o espiritismo e os cultural brasileiro que oferece um canal bem único no encontro desse. Então aqui no MIEP em Campina Grande já existe. Todo carnaval tem de jovem. Esse ano mesmo eu falei desse grupo de jovem. O Al já deve ter testemunado que teve aqui, mas é algo que precisa, a casa espírita precisa abrir as suas portas para os jovens porque ela tem muito que oferecer. E amanhã ou depois, quando a gente sair da nossa atividade, quem vai

e teve aqui, mas é algo que precisa, a casa espírita precisa abrir as suas portas para os jovens porque ela tem muito que oferecer. E amanhã ou depois, quando a gente sair da nossa atividade, quem vai nos substituir? precisamos deixar um legado de conhecimento e investir nesse grupo jovem, nessa juventude está nunca esteve tão necessitada de um norteamento dessa natureza. Esse a minha, essas são as minhas humildes palavras ou pequenas palavras ou poucas palavras, mas cheia de entusiasmo. Eu falo, eu estou falando com o coração com o que eu sinto, porque eu tenho uma, o perío coordena uma casa espírita e há uma dificuldade muito grande de aderir à casa desse jovem. E esses encontros praticamente seriam um ponto de acolhimento e de despertar para eles, para saber que a casa espírita tem o que oferecer o que eles quiserem, evangelho, medio unidade, mostardada da alma, todos esses princípios que a as religiões possuem. Mas muita gente não presta atenção que muitas vezes o jovem tá com problema com a sua mediunidade, na sua faculdade forando e ele não tem apoio muitas vezes na sua religião por preconceito, por desinformação. E a o espiritismo dá oferece mais ainda esse elo e esse leque de muitas opções de atendimento à necessidade de cada um desses jogos. Parabéns a vocês. Repitam isso. Distribuam, repiquem na expressão para palavra a todo o país espiritismo é um só no mundo todo. E vamos preparar essa turma para enfrentar o amanhã, porque a é a única coisa certa que todos eles serão. Ó, tá aí a imagem, tá? Tá aí a imagem do perfil lá do lá do Instagram. Espiritizando. Espiritizando com dois os no final, tá? Espiritizando com dois pos no final. Tá aí a imagem. Quando você entrar no Instagram e jogar na busca, vai ser o primeiro perfil que você vai encontrar. Então, tá facílimo. Já estou seguindo, viu, meninas? Já estou lá seguindo vocês. Ai, obrigada. Obrigada. Eu não sou muito, eu não sou muito não, mas sou mais um, viu? Garanto que sou mais um. Estarei com vocês no Instagram, OK? Obrigada mais uma vez

as? Já estou lá seguindo vocês. Ai, obrigada. Obrigada. Eu não sou muito, eu não sou muito não, mas sou mais um, viu? Garanto que sou mais um. Estarei com vocês no Instagram, OK? Obrigada mais uma vez pela oportunidade. Estamos à disposição de todos. Ontem com a gente. Parabéns a vocês. Parabéns aos irmãos lá de São José do Rio Preto, a esse grupo, essa casa espírita que está com essa iniciativa tão positiva e que ela não morra, pelo contrário, ela se multiplique. E parabéns ao Álvaro pela acessibilidade de trazer isso para o nosso nosso estudo, porque aqueles que nos seguem, eu já eu já estive olhando aí nos comentários, a maioria tá se manifestando além de a favor, dizendo: "Minha cidade, meu estado, meu bairro tá precisando exatamente de algo dessa natureza". É, eu vou falar uma coisa. A gente conhece o movimento espírita, tem viajado já há alguns anos pelo Brasil todo e nós encontramos belíssimos trabalhos com jovens. Mas, gente, eu posso dizer para vocês, é realmente uma inovação, é realmente uma forma diferente se trabalhar com os jovens. Então, eh, se eu pudesse dizer, eu falaria a todos que são evangelizadores. Por mais que já tenham trabalhos, tenta entrar em contato, porque às vezes vocês não querem replicar o trabalho todo, mas quem sabe uma parte, algumas das atividades, mas a ideia da imersão no acampamento é fantástico, é maravilhoso, tá gente? Então, eh, eu quero, ah, quem sabe esse ano, como estamos pretendendo, já fazer o primeiro aqui em São Paulo ou próximo a São Paulo, em Álvaro. E com a facilidade que nós temos hoje, né, e para comunicar, comunicarmos uns com os outros, eh, às vezes aí uma equipe de uma mocidade, de uma federativa, né, entra em contato aí com as meninas através lá do espiritizando e combina uma reunião, tem Zoom, tem Meet, enfim, tem vários aplicativos aí que podem ser utilizados para as meninas relatarem a experiência. vocês devem ter um um esqueleto aí de organização do evento para tá, né, passando, replicando. Então assim, é um trabalho sensacional e que

odem ser utilizados para as meninas relatarem a experiência. vocês devem ter um um esqueleto aí de organização do evento para tá, né, passando, replicando. Então assim, é um trabalho sensacional e que com certeza vai gerar muitos, muitos, muitos frutos. Deus quiser. As meninas vão continuar no estudo ou elas estão liberadas? Como é que vai ser? Vocês que sabem, meninas, quiserem ficar, pode ficar. Vamos deixar os mestres falarem os três quietinhos, só esperando Jesus se pronunciar. A gente vai ficar ouvindo, com certeza. Parabéns a vocês pelo trabalho. Eu vi lá vocês atuando no filme, né? O ávinha me passado, eu assisti hoje rapidamente, hoje à tarde e tô muito feliz de poder entendido que eu já suspeitava que se tratava, um trabalho assim muito rico, pelo que a gente observa, né? E que o grupo participante eh demonstrava assim uma alegria muito grande, uma energia muito positiva, pessoas se abraçando, pessoas eh trocando ideias. Então isso é realmente algo, os grupos de teatro, aquelas apresentações, tudo aquilo, eu senti assim uma energia muito positiva. Eu acho que é o caminho para o futuro da doutrina. Se a gente não plantar hoje assim nesses jovens, os nossos centros vão se esvaziar no futuro e precisamos oferecer a ele algo que seja realmente positivo e transformador. Parabéns a vocês e mandem o nosso abraço lá para toda a equipe do Centro Espírita Francisco de Assis, né, aí de São José do Rio Preto. Abraço bem forte aí a a a todo mundo que faz parte do trabalho lá. A gente manda assim, eu vou falar para vocês só pra gente concluir que um dos principais motivos de dar certo é porque nós que somos voluntários, a gente se ama muito, a gente ama estar junto, a gente ama trabalhar junto e a gente tá com o coração aberto o tempo todo. A gente fala assim que a gente brinca falando que nós não vamos ser a brecha dos espíritos que não querem que dê certo. Então, qualquer coisa que começa a surgir, qualquer sentimento negativo entre nós, a gente foge dele e a gente alimenta cada vez mais esse amor que a

brecha dos espíritos que não querem que dê certo. Então, qualquer coisa que começa a surgir, qualquer sentimento negativo entre nós, a gente foge dele e a gente alimenta cada vez mais esse amor que a gente sente um pelos outros, porque só assim a gente vai ter amor sobrando para poder dar pros jovens. Então esse envolvimento dos voluntários um com os outros é essencial para que essa vibração que até no vídeo a gente sente aconteça. Realmente obrigada gente, mais uma vez obrigada pela oportunidade. Contem muito com a gente. Nós estamos à disposição de todo mundo aí que quiser saber mais e a gente não vê a hora de poder compartilhar pra gente espalhar isso pelo Brasil todo, se Deus quiser. Parab vocês, viu? Ó, já estou seguindo vocês. Ah, não é conversa de ouvir dizer, não. Tá aqui, ó. Obrigada, professinos, bom estudo para vocês. Tchau, tchau. Obrigado. Gratidão pela presença de vocês. Deus os abençoe e dê sempre essa força que vocês não olhem para trás. Peg o arado, como diz Jesus e vão em frente que paz para vocês. Obrigada. Tchau, tchau. Tchau. E elas falaram algo muito importante, né, professor Adriano, que é o amor, né? O reino dos céus é como uma senhora que coloca uma pequena porção de fermento e leveda a massa toda. Essa pequena porção de fermento é amor. Então, quando existe amor num trabalho de jovens, numa reunião mediúnica, num estudo, na unidade de pensamento da casa, a gente realmente encontra caminhos para que tudo se multiplica. multiplique. Nós sempre oferecemos migalhas, mas o amor faz com que toda a massa venha levedar. A multiplicação dos pães é com o amor. Muito bem. Ô Álvaro, tinha uma informação as fotos de da Selma que eu pedi para o eu dei o endereço do do Adriano para ela e eles combinaram e ela mandou. Seria bom também chamá-la para ela trazer as explicações das fotos. Professora, ela acabou de me mandar uma mensagem, ela tá convalescente. Me parece que ela até passou por um problema, uma situação cirúrgica e ela tá meio, né, tá meio dodói e ela

plicações das fotos. Professora, ela acabou de me mandar uma mensagem, ela tá convalescente. Me parece que ela até passou por um problema, uma situação cirúrgica e ela tá meio, né, tá meio dodói e ela pediu para que a gente deixe para Ah, sim, tudo bem. É, seria bom ela rata junto, né? Ela ela vai estar mais apta aí para eu pedi para ela, eu pedi para ela para ela entrar, né? Porque afinal de contas ela vivenciou, né? Tá ali. Claro, ela vai explicar melhor cada situação, sentimento, né? É isso aí. Tá bom, meu filho. Ela, ela tem explicações interessantíssimas para passar pra gente. Vocês vão vão ver. Bom, Celminha, saúde, se recupere. Você você tem muita energia, você no instante vai ficar de pé. Eu até desconfio que antes da terminar essa live, você já tava com condições de entrar. Mas tudo bem. Aguardamos uma próxima oportunidade. Saúde para você, querida. Saudade. Sação para ela. Abração para ela. Bom, amigos, vamos começar. Então, vamos, meu filho. Vamos lá. Com vocês, então. Tá bom. A gente te chama já, viu? Então, tá. Professor, eu estava dizendo que o capítulo 21, 22 do capítulo versículo 21, 22, capítulo 16 e versículo primeiro do capítulo 17, ele vai falar sobre uma coisa que é a estrutura das oferendas e sobre a proibição de se construir um altar e de fazer oferenda a Deus. e o que vai acontecer mais à frente com esse processo que é denominado idolatria? Então, eu estava falando, professor, que quando a gente fala de corbam, eh, de sacrifício no passado da humanidade, 3.500 anos, é uma forma de estruturar, de edificar na evolução anímica do espírito, na evolução do ser uma forma daquilo que vem a palavra sacrifício ou corbov, aproximar. Então, a raiz da palavra sacrifício e aproximar-se é a mesma. Por quê? Porque quando você fala naquele passado remoto, sem tecnologia agrícola suficiente, sem melhoramento de sementes, sem transgênico, sem os defensivos agrícolas, sem uma previsão do tempo bastante precisa, sem todos esses elementos, sem as tecnologias e o

ecnologia agrícola suficiente, sem melhoramento de sementes, sem transgênico, sem os defensivos agrícolas, sem uma previsão do tempo bastante precisa, sem todos esses elementos, sem as tecnologias e o entendimento científico sobre a agricultura, nós podemos entender que tudo era muito precário. que o povo de Israel é um povo que tem uma terra, que tem um uma nação, mas até agora o povo de Israel tava peregrinando e pouco ficou em sua terra. Passou mais tempo no Egito e no deserto do que na sua própria terra. E o povo vai adentrar essa terra que emana leite e mel. Mas a realidade espiritual ainda é um deserto. E quando você fala em ovelha, você não tá falando do sangue do animal, você tá falando do significado desses elementos para uma sociedade onde a população vivia em dificuldades, vivia em grandes dificuldades. A fome é uma realidade do mundo até os nossos dias, mesmo com grande produção agrícola. Mas naqueles dias era maior, era mais ostensiva a minha necessidade. Então, quando você fala em levar um sacrifício, não é sobre o que você leva ao templo naqueles dias, é muito mais sobre o que é que você oferta para se aproximar a Deus. Fala: "Quer entender o que é isso? Oferta a sua internet, oferta o seu tempo, oferta as suas coisas." Eu sempre digo, tenho um espírito muito querido, professor, acho que já esteve com ele, o Jacózinho, e ele nos conta algumas questões, ele na sua forma a de se expressar, ele fala assim, ele brinca, fala: "Eu adoro jogar xadrez, mas um dia eu não vim trabalhar na reunião mediúnica que eu fiquei jogando xadrez. E então Sheila, irmã Sheila, me disse que eu precisava aprender a controlar as minhas vontades para que eu possa trabalhar mais para o Cristo. Ele não tá falando dele, ele tá falando que nós perdemos o nosso tempo com muitas questões que muitas vezes são fúteis. E jogar xadrez é uma forma de nos chamar atenção paraa estratégia da evolução espiritual e para nos atentarmos àilo que os mentores nos oferecem. Então, por que que eu tô dizendo isso? Porque ele

eis. E jogar xadrez é uma forma de nos chamar atenção paraa estratégia da evolução espiritual e para nos atentarmos àilo que os mentores nos oferecem. Então, por que que eu tô dizendo isso? Porque ele tá dizendo: "Esse espírito, eu precisei sacrificar aquilo que eu muito gosto." Então, hoje a gente não leva sacrifícios. Nem o povo de Israel há mais de 2000 anos. O povo de Israel, aliás, mais não, quase 2000 anos, o povo de Israel não faz mais sacrifício. Então, não é sobre o sacrifício, é sobre o espírito por detrás da letra e não sobre a literalidade. E o que que a gente tá querendo entender com isso? A gente tá querendo entender que o homem no seu formato e na sua eh simbologia de ser uma árvore, ela não deve ser plantada para que nós venhamos a idolatrar seres como nós, criaturas como nós. Nenhuma criatura deve ser adorada. E mais à frente vai falar sobre os reis. E aqui o intuito é de dizer, por mais que alguém tenha inspiração, seja médium, por mais que alguém tenha ostensibilidade, por mais que alguém governe sobre outros, por mais que alguém tenha qualquer tipo de diferencial diante dos olhos dos homens, não devemos adorar e idolatrar pessoas e muito mais. Não devemos criar altares para adorar o que não seja real. Qual é o altar que nós devemos edificar? O altar dos nossos corações, o altar em nosso espírito. Os verdadeiros adoradores adorarão a Deus em verdade e espírito. O que nós devemos oferecer? o nosso egoísmo, o nosso orgulho, o nosso tempo, as nossas questões que ainda não são edificantes, para que a gente possa deixar de orbitar a nossa adoração em elementos como vaidade, em elementos como a o orgulho, em elementos como o egoísmo. Nós elegemos muitas vezes o ídolo da violência, o ídolo da do ímpeto, do imediatismo. Nós elegemos uma série de ídolos no nosso espírito quando nós deveríamos única e exclusivamente estar erguendo, elevando o altar do nosso coração aos sacrifícios dos do que nos sobra, dos muitos, ao sacrifício de nossas questões pessoais para que a

to quando nós deveríamos única e exclusivamente estar erguendo, elevando o altar do nosso coração aos sacrifícios dos do que nos sobra, dos muitos, ao sacrifício de nossas questões pessoais para que a gente venha a corbando, a sacrificar para iot ioter cararov para estar mais próximo de Deus mais próximo de Deus. Então, esses três versículos, professor, eu destacaria isto. Gostaria de ouvir o senhor Álvaro? Eu eu vejo esses três versículos dentro dessa colocação que você fez com muito significado. Primeiro aquele que você colocou o povo com muita fome, com muita necessidade, oferecia aquilo que podia ser um alimento que ele tinha de melhor a Deus. o desapego, a renúncia, a a vontade de servir a espiritualidade que todo ser humano tem. Agora você pega Mateus, Marcos, Lucas e João e você observa lá no início do capítulo 4 de Mateus, no capítulo número um de João, no primeiro de Marcos, eh João, o Batista, aquele que foi enviado, Jesus disse que foi o Elias que voltou, ele no deserto da Judeia, lá em Betânia do Jordão, ele convidando as pessoas para a transformação. para a reforma. E vem Jesus de lá da Galileia se apresentar no meio daquela multidão para ser identificado por João. E João, inspirado pela espiritualidade superior, ele vê Jesus se aproximando e diz: "Eis o cordeiro de Deus". uma simbologia de alguém que representava toda renúncia, toda dedicação, um ser que mostrou como servir, como amar, como perdoar, como ser útil. E dentro desse corbão ou dessa aproximação desse carovo, como você falou aí, a gente vê Jesus depois dele ter ensinado, feito. Tudo que fez, ele se autoferece o seu próprio corpo como fosse cumprindo a visão identificada por João Batista. É como disesse assim: "Olha, acabou o sacrifício físico, eu já deixei toda a receita para a mudança interior, para o amor, para o perdão, para indistintamente servir ao necessitado." Foi isso que ele fez em todos os três anos que ele ficou na sua grande missão, seu ministério na Galileia, na Judeia, Samaria, Além

o amor, para o perdão, para indistintamente servir ao necessitado." Foi isso que ele fez em todos os três anos que ele ficou na sua grande missão, seu ministério na Galileia, na Judeia, Samaria, Além Jordão, eh, Decápos e etc, etc. ensinou tudo e agora diz: "Olha, com o meu oferecimento ao teu oferecimento, eu realmente, como João disse, eu sou o cordeiro de Deus". Eu encerro aqui o sacrifício físico e chamo vocês para a dedicação para sufocar e sacrificar o orgulho, a inveja, o egoísmo. Porque esses elementos é que nós precisamos sufocar ou sacrificar ao templo divino que é Deus, que nós somos centelhas divinas dele. Então, esses três versículos eu vejo resumido esse corban. que não era só ovelha, tinha outro sacrifício, mas a ovelha era aquele que tinha de mais precioso, de mais identificado com com o, dizer assim, de maior importância para doar ao templo os rebanhos, os pastores ali, era tudo que mais se sustentava aquele povo numa numa região tão árida que são os desertos de de Neguev, da Judeia e etc, etc. Então eu vejo aí o convite de Jesus para trocar o sacrifício físico pela renúncia de todo mal que pode atrapalhar o nosso progresso e oferecer exatamente o que ele deixou como roteiro através do seu evangelho. Tá desligado o teu microfone. São três versículos aí desse princípio. E eu acho que a gente podia passar pro capítulo 17, versículo 2, 3, 4, 5, 6, até o sete, quando ele vai falar sobre qual é a pena para aquele que vive a idolatria. Então, se for encontrado entre você ou em uma das cidades que Deus, seu Deus, está dando a você, um homem, uma mulher que faz mal aos olhos de Deus e viola o seu pacto, pacto da unicidade, que tenha idolatrado deuses ou o sol, a lua, qualquer corpo celeste, se informando disto com testemunhas. E o caso sendo investigado por elas por completo, você deverá ouvir as declarações e elas devem ser consistentes, verdadeiras. Então o que vai acontecer nesse caso? Você levará aquele homem, aquela mulher a cometer este mal fora dos portões. Você golpeará

deverá ouvir as declarações e elas devem ser consistentes, verdadeiras. Então o que vai acontecer nesse caso? Você levará aquele homem, aquela mulher a cometer este mal fora dos portões. Você golpeará com pedras? E aqui o texto é agressivo, eles morrerão. E então diz, estará sujeito a pena de morte e apenas única e exclusivamente, se testemunhas, duas ou três, forem verdadeiras, convictas, trouxerem fatos. E não será apenas condenado alguém por um simples testemunho. Agora, professor, a gente quando lê o Antigo Testamento fala: "Ah, eu não entendo, é muito agressivo". Como a gente falou do sacrifício, quando a gente fala de sacrifício, a gente fala assim: "Ah, não pode fazer sacrifício. Isso é coisa de passado, coisa de espírito. A a que não é evoluído. Moisés é ô, não sei que tem. Isso a gente já tá ouvindo há muito tempo, apesar que não tem muito tempo a gente tá fazendo sacrifício, mas a gente já tá ouvindo há muito tempo. E a gente percebe que tem um espírito por de trás da letra que traz preciosas lições aqui também. Por quê? Porque quando se fala em pena de morte na Torá se fala de caret. Caret em hebraico ou pena de morte. Caret não é uma pena de morte física, é uma pena de morte espiritual. E diz o Talmud que explica, regula as leis que um único tribunal que tivesse condenado em 70 anos uma única pessoa, faria com que todas as gerações obtivessem sangue em suas mãos. Ou seja, o débito não seria do tribunal, seria de toda a geração. Por quê? Porque aqui ele vai falar sobre testemunhas. E quando você abre o Maced, o tratado San Redrin, que se fala dos tribunais a a e que vai falar sobre as penas de morte, nós vamos encontrar, sendo importantes as testemunhas, não apenas para a acusação, mas para a defesa. Então, quando a gente lê lá o livro Paulo Estevan, Emmanuel faz questão de escrever que com panos eh de cor púrpura ou violeta, algo nesse sentido, é ostentado em dado momento do apedrejamento de Estevon. Por quê? Porque as cores púrpuras elas servem para invocar toda a população para que o

panos eh de cor púrpura ou violeta, algo nesse sentido, é ostentado em dado momento do apedrejamento de Estevon. Por quê? Porque as cores púrpuras elas servem para invocar toda a população para que o testemunho não seja única e exclusivamente ofertado contra, mas que o testemunho seja a favor. Quando uma pessoa no judaísmo, se nós encontrássemos a pena de morte sendo exercida, ela foi executada, é porque essa pessoa, ela foi dada primeiro um longo período de tempo para que ela se arrependesse. Não houve ninguém que pudesse dizer nada de bom sobre ela. Por isso que aqui mais uma vez é tido no judaísmo como toda a população sendo culpada por alguém que foi condenado à morte. Porque todos nós devemos ter a condição de oferecer de oferecer algum argumento favorável todos. Então, professor, essas duas testemunhas são duas testemunhas de acusação, mas da mesma forma, para anular isso, trazemos testemunhas de defesa e nós sempre nos utilizamos da ideia de que a idolatria ela é uma pena de morte no sentido espiritual, carete. Então, professor, quando a gente lê lá que cuspiam raca para os publicanos, é porque eles tinham recebido careta, perna, pena de morte, mas estavam vivo, estavam vivo, mas a pena de morte é espiritual. Estavam falando: "Olha, esse corpo, ele é vazio de espírito. Ele cometeu tantos equívocos que era melhor que tivesse morto." O sentido é esse. E quais são as idolatrias que aqui estão falando das idolatrias? físicas, mas o que nos interessa no sentido de idolatria são as idolatrias do espírito. Porque tá escrito assim nos 10 mandamentos: Loé, Eloim, Herim, Alpanai, não terás diante de tua face outros deuses. Deus, que deuses são esses? O deuses, o Deus do orgulho, da vaidade. Se você é um baita de um servidor espírita, de um dirigente, de uma casa espírita, de um médium, e você se torna egoísta e orgulhoso e vaidoso, professor, o que acontece? Catástrofe, né? catástrofe. É quase com uma bem entre aspas, uma morte espiritual no sentido poético do texto.

, de um médium, e você se torna egoísta e orgulhoso e vaidoso, professor, o que acontece? Catástrofe, né? catástrofe. É quase com uma bem entre aspas, uma morte espiritual no sentido poético do texto. Ah, e se nós nos tornamos então egoístas no nosso lar, orgulhosos nas nossas relações, a gente acaba matando o outro ou matando a nós mesmos. É uma pena de morte ofertada pelo nosso livre arbítrio e não que alguém vai matar alguém. Porque como eu disse, é todo tribunal que era organizado nunca foi feito para matar. E a Torá, a lei nunca ofertou isso, mas ela queria alertar sobre os riscos que nós podemos encontrar. Quer colocar algumas coisas, professor? Claro que quer. Quero. Quero sim. Quero sim. Esse episódio é muito importante e as tuas observações estão de acordo exatamente com aquilo que eu penso. Isso é pensei eh a nossa a nossa nossa primeira obra, As parábolas, a gente tem uma segunda parábola que a gente analisou foi do joio do trigo, uma parábola que nos ensina a separar o bem do mal, o que é certo do que é errado, o que é metáfora, do que é realmente eh literalidade, do que é metáfora e do que é profundidade de entendimento. Então, quando você fala disso, a gente observa a importância, Álvara, do que a gente tá fazendo aqui. Nós estamos estudando de Moisés a Kardec. E a gente não sai de Moisés para Kardecar por Jesus. Naturalmente, a gente tem que começar com Moisés, entrar em Jesus e e terminar na doutrina espírita. Esse é o grande objetivo do nosso estudo e pertinente a essa situação que você tá colocando aí de julgamento e duas testemunhas, de que tem que haver eh eh um respaldo que a lei não existe para matar, para dar direito à aquele que errou de se defender. E a gente tem nesse nesse contexto um caso que você conhece, que todo mundo conhece, que tá lá no capítulo oito do Evangelho de João, que é o caso da mulher adúltera. Olha, olha que semelhança com que a gente acaba de ler aí que dá aquela situação em que trouxeram uma mulher em adultério e já chegaram dizendo que Moisés mandava

oão, que é o caso da mulher adúltera. Olha, olha que semelhança com que a gente acaba de ler aí que dá aquela situação em que trouxeram uma mulher em adultério e já chegaram dizendo que Moisés mandava apedrejar. E Jesus observa que tava havendo muito erro ali. Moisés nunca mandou apedrejar ninguém que não fosse julgado coerentemente, que não passasse por um tribunal e que para poder se defender, ter testemunhas para depois então se executar, se fosse necessário aquilo que que diz a lei, passando eh por todo crio da misericórdia da da condição do outro se defender. Jesus encontra um grupo de pessoas sem nenhum sentimento, só falsidade, superficialidade, querendo apedrejar uma mulher que foi pega em adultério, mas a mulher sozinha. Quando a própria Torá disse que tinha que ser os dois que fosse peg em adultério, tinha que ser apedrejado e não só um, ali só estava uma mulher. E Jesus reverte a situação utilizando a própria Torá, né? Porque ele vai, como você bem disse, não ao literal, mas ao espiritual. Quem de vocês não tem erro? Aquele que não tiver nenhum erro, que atira a primeira pedra. E como realmente todos nós o temos, Jesus convenceu aquelas pessoas que antes dela julgar alguém, julgassem a seu a si mesmo. E quando nesse julgamento ninguém escapou, porque todos nós temos defeitos e algo a reparar, Jesus apresenta a coisa mais bela que ele sempre apresentou, o perdão. Chama aquela mulher e pergunta: "Ninguém te condenou?" Eu também não te condeno. Eu estou aqui para repetir o que Moisés trouxe na Torá, mas ao mesmo tempo mostrar misericórdia, justiça com misericórdia e amor, porque essas três coisas superam qualquer dificuldade. As pessoas que acham que podem, que estão na condição de tirar a vida de alguém, talvez não tenha passado pelo alto crio de justiça, perdão e misericórdia e amor. Então, nós temos aqui exatamente um exemplo prático do que você acaba de falar aí a respeito dessa colocação que está no versículo até o versículo sete, né, se eu não me engano, não, oito, né, por depoimento,

ós temos aqui exatamente um exemplo prático do que você acaba de falar aí a respeito dessa colocação que está no versículo até o versículo sete, né, se eu não me engano, não, oito, né, por depoimento, seis, por depoimento de duas testemunhas. Sete, a mão das testemunhas será primeiro contra ele para matá-lo e depois a mão de todo o povo, e assim exterminará o mal do meio de ti. Então Jesus mais ou menos relembra o que está nesses versículos e mostra a misericórdia, a justiça, o perdão e o amor. Então a gente não pode deixar de tá desligado teu som teu som, querido. E é interessante que uma serra de San Redrin que trata sobre essas penas, eh, o Talmudo, o tratado do Talmudo que trata sobre essas penas, ela vai falar que se a pessoa admitir a culpa, se a pessoa admitir a culpa, ela não pode ser executada também. Se ela admitir que ela se arrependeu, ela não pode ser executada. Se outras testemunhas testemunharem ao seu favor, ela não pode ser executada. Então, é interessante, professor, que existe eh uma grande identidade entre duas passagens. Um, Jesus foi entregue a um tribunal romano. Jesus não foi julgado por judeus. judeu, Jesus foi julgado por um tribunal romano. E tendo sido julgado por um tribunal romano, isso constitui uma violação da lei judaica. É por isso que Gamalielo, professor de Paulo de Tarso, intervém dizendo, mas a gente não pode entregar ele a um tribunal romano. Ele tava defendendo a lei, então mas não tem a lei judaica, ele é entregar entregue ao tribunal romano e ele foi então traído, foi vendido. E é é dito que quando alguém entra nessa condição, ele precisa ficar numa gaiola. eh, passa por um processo de sofrimento, né, durante a sua prisão, que deve ser longo tempo, anos e anos e anos. Por que anos e anos e anos? Porque é o tempo, ah, vamos assim dizer, de que a pessoa se arrependa. E então nós vamos encontrar uma passagem onde uma jovem, ela foi uma grande líder de uma nação que estava entregue às guerras e entregue à guerra dos 100 anos. Tô

dizer, de que a pessoa se arrependa. E então nós vamos encontrar uma passagem onde uma jovem, ela foi uma grande líder de uma nação que estava entregue às guerras e entregue à guerra dos 100 anos. Tô falando de Joana Dark, que liderou exércitos e são descrito exércitos de espíritos que lutavam lado a lado com ela. Leonir traz trechos que estão descritos na história da guerra do 100 anos, quando ele escreve o livro Joana Dark a médium. E ele vai falar sobre o processo. E estendo sido Joana Dark a reencarnação de Judas, já em um estado de redenção, já em um nível de consciência bastante alto, a gente vai encontrar Joana Dark sendo traída, sendo vendida, sendo julgada pelo mesmo número de juízes que tinha no Sinédrio. Ela é julgada por 70 pessoas da igreja. E essas 70 pessoas vai ser descrito que colocam ela em uma jaula. E que jaula é essa? A mesma que deveria ou cela ou que quer que seja. Eh, que que cela é essa? A mesma que deveria ser colocada segundo a lei judaica. E eles eh questionam. Então a gente percebe que quando sem querer é descrito o processo de Joana Dark e da sua execução, depois ela é queimada viva, essa pena de morte não existe eh no judaísmo. Eh, e as penas de morte por apedrejamento também não é jogar a pedra na pessoa, é jogar a pessoa na pedra diferente. Quando é descrito tudo isso, eu enxergo uma consciência pesada, necessitada de expiação e de passar pelos mesmos processos que, entre aspas, ele em outra encarnação teria ofertado a alguém e não simplesmente alguém, ao Cristo, apesar de que o tribunal era romano e não judaico. Mas isso tudo se aproxima. Então, vale muito dizer, vale muito dizer, talvez caret, pena de morte seria da seguinte forma. Imagine que eu tenha méritos na minha vida, beleza? E eu tomo caminhos errados. E eu peço a espiritualidade, se um dia eu for manchar o nome do espiritismo, da mediunidade, eu, se eu tiver méritos, eu peço que minha vida seja abreviada para que não venha a causar essa vergonha aos ao espiritismo que não merece. Então,

eu for manchar o nome do espiritismo, da mediunidade, eu, se eu tiver méritos, eu peço que minha vida seja abreviada para que não venha a causar essa vergonha aos ao espiritismo que não merece. Então, imagina que eu tenha méritos e eu tomo o caminho errado, a minha vida é abriviada, isso seria uma pena de morte. Eu fui riscado do livro dos vivos. em função dos atos que cometi. Eu peço que seja comigo se acontecer antes. Então isso estaria mais próximo da pena de morte. São processos que trazem um grande sinal vermelho. Então, se em alguns momentos nós tivermos sinais laranjas, amarelo, os sinais laranja e amarela é atenção, cuidado para não errar aqui. A pena de morte tá falando, atenção, se você ultrapassar essa linha, se você cometer essa transgressão, é o mesmo que a sua morte espiritual. É para que nós venhamos aprender a responsabilidade da vida, porque todos nós erramos. Mas a atenção ao livre arbítrio é a grande proposta dessa punição por idolatria, já que aqui sim tá se falando de idolatria física, mas como eu disse, a grande proposta de enxergar o espírito por detrás da letra é perceber como nós temos ídolos diante de Deus. Quantas vezes a gente não tem o ídolo da vaidade, do orgulho, do egoísmo, como eu disse, da agressividade, os tantos ídolos que nós colocamos à frente da lei divina e falamos assim para Deus: "Deixa o altar do meu coração intacto. Eu quero nesse momento o altar das minhas paixões. Eu quero o altar aonde todos venham a me servir e não onde eu seja um servidor." Porque o que Jesus tá demonstrando ali na Páscoa, onde era sacrificado o cordeiro, o cordeiro dos homens, mas ele é sacrificado como cordeiro divino, é nesse ponto eu lavo os pés, sou eu o servidor. Eu levo o exemplo. Eu ofereço a minha vida em sacrifício em favor do despertar da humanidade como um todo, em favor do despertar do nosso núcleo familiar, da nossa a do nosso agrupamento, grupo espírito da de todos ao meu redor. Eu ofereço o altar do meu coração em devotamento sincero e em sacrifício através de

vor do despertar do nosso núcleo familiar, da nossa a do nosso agrupamento, grupo espírito da de todos ao meu redor. Eu ofereço o altar do meu coração em devotamento sincero e em sacrifício através de servir até a exaustão, de servir sem que eu venha recolher nenhum tipo de benefício. servir diante da máxima do amor, diante da máxima de colocar a minha vida como alguém que anula a sua persona, a sua pessoa, para que possa crescer o Cristo, ao ponto de dizermos: "Sacrifiquei tanto quanto sacrificou Paulo, que já não sou eu mais que vivo em Cristo, é Cristo que vive em mim, porque eu sacrifiquei tudo que era personalístico para que venha a nascer outro. E por eu assim o fez, porque por tantos outros passados, por tantas outras reencarnações, eu idolatrei a mim. Eu fui um ególatra. Eu fui aquele que alimentou as suas paixões e agora eu quero ressarcir tudo isso a partir do processo de servidão. É exatamente, concorde com suas palavras que a gente precisa sufocar esses egoí, matar, em outras palavras, apedrejar o nosso orgulho, a nossa inveja e o nosso egoísmo em favor da nossa evolução espiritual. Porque o sacrifício não é o material que é importante. É tanto que adulto aí entra no espiritismo. A a caridade material nem sempre é é imputada como caridade. Por isso que tem caridade material e caridade espiritual. A caridade material é aquela que você dá e comete um ato de justiça, como se fala no judaísmo. Já a caridade espiritual, ela é aquela que você é o doador. Porque você dado o material que lhe sobra não tem muito mérito. Isso não é caridade, é justiça, igualdade perante Deus. Mas a você oferecer o perdão, o amor, o abraço, a fraternidade, o acolhimento, aí sim é o espiritual que você está elevando. Então, é mais ou menos o que eu entendo com esses versículos que você que nós acabamos de comentar com relação ao sacrifício ou ao corban ou a ovelha, que o maior sacrifício foi do próprio Jesus, trocando o seu corpo físico oferecido espontaneamente para chamar a atenção do planeta para a sua mensagem,

relação ao sacrifício ou ao corban ou a ovelha, que o maior sacrifício foi do próprio Jesus, trocando o seu corpo físico oferecido espontaneamente para chamar a atenção do planeta para a sua mensagem, para os seus ensinamentos. Não foi para morrer e a gente tá fora de qualquer necessidade de fazer ainda mais algum esforço, não. Ele deu a vida para não para nos salvar graciosamente, mas para nos indicar indicar o caminho que a gente pode se libertar praticando o que ele fez, ensinando, amando e perdoando. E olha que interessante, professor, quando existe uma pena dessa e alguém testemunha a favor, não, ela precisa morrer. Essa pessoa precisa morrer porque fez isso, isso, isso. Sabe o que que é interessante? Que a pessoa que é a testemunha, que será o executor da pena. Não existe pessoas que executam. Aqui é quem acusa que executa. Por quê? Porque é um peso na consciência tão grande que aquilo leva a a reonsabilidade daquele ato cometido. E gente, eu vou dizer uma coisa, isso tá no tal mundo. Se houve se houve alguma condenação, foi por equívoco humano, porque a lei não foi estruturada para condenar ninguém. Ela foi estruturada para alertar, para deixar as pessoas responsável ao processo. A gente tá falando não de um povo rebelde, a gente tá falando de uma humanidade rebelde. Olha o quão próximo tá o homicídio das nossas vidas. Talvez a gente não precisa de uma, duas, três encarnações para trás, como era naqueles dias. Então, a gente tá falando de uma humanidade extremamente rebelde, onde são necessárias leis disciplinadoras, leis que oferecem condição de eh verdadeiramente trazer esses elementos. Professor, o que que o senhor acha? Nós continuamos ou nós pela ausência do Elará? Eh, eu acho que a gente deve chamar o Adriano porque já são 11:0 8, né? pra gente responder as perguntas. E é, já são 23:06, então tá na hora da gente fazer uma um apanhado e responder as perguntas que tem aí e desejar ao Jorge pronta a recuperação e aguardar ele a partir do versículo 9. É isso do

guntas. E é, já são 23:06, então tá na hora da gente fazer uma um apanhado e responder as perguntas que tem aí e desejar ao Jorge pronta a recuperação e aguardar ele a partir do versículo 9. É isso do 17. É. Quando alguma lei desconhecido de juízo, se um sangue for puro ou impuro, uma causa justa ou injusta. É, então a gente começa a partir, recomeça de hoje a 15 a partir do versículo 8. OK? OK. Vamos lá, Adrianos, nós temos duas perguntas, só duas só. Eu eu encontrei aqui só duas, a não ser que alguma tenha passado batido aqui, mas eu vou revisando. Da Sara Patcini, ela pergunta aqui, ó, a morte espiritual no judaísmo, então, seria o que os espíritas chamam de segunda morte? Não, porque segunda morte ela tá fazendo referência à obra de André Luiz. Eu acho que ela tá fazendo referência à obra de André Luiz. Seria Apocalipse também. Apocalipse fala de uma segunda morte. É no na obra de André Luía, o que o que é essa segunda morte? Quando o espírito alcança o estado de pureza, alcançando o estado de pureza, então o espírito poderia, o espírito poderia, então encontraria, aliás, a morte e e uma depuração muito maior, falando bem, grosso modo. Então, não é isso. O careta, morte espiritual. no sentido de que a sua transgressão foi aonde não deveria ir. Então, quando o povo de Israel adora o bezerro de ouro, eh Moisés pede misericórdia para que o povo ainda tivesse a condição de continuar a sua jornada. Ou seja, o erro foi grave demais. Moisés fez uma prece de intercessão, falou: "Eu quero muito, eu quero muito a a eu quero muito conseguir que vocês tenham a possibilidade de continuar a jornada mesmo tendo se equivocado." E aí o que que acontece na sequência? O povo constrói, é ordenado a construir um tabernáculo, ou seja, um local onde a presença de Deus encontra-se lá, entre aspas. E ao mesmo tempo ninguém enxerga, mas você pode sentir porque é o processo de aprendizado de que Deus não se encontra na matéria, mas Deus a gente deve sentir. Ele não vai, a gente não consegue adorar ele no mundo através de

enxerga, mas você pode sentir porque é o processo de aprendizado de que Deus não se encontra na matéria, mas Deus a gente deve sentir. Ele não vai, a gente não consegue adorar ele no mundo através de nos dobrarmos para uma estátua. Inclusive aqui nesse texto tem algo interessante, porque quando ele tá falando no versículo 17, no capítulo 17 versículo 3, ele vai falar que nós não devemos nos postrar para os deuses. Então vou trazer aqui uma explicação disso. Livro de Daniel, capítulo 4. Daniel, ele então é chamado para decifrar o sonho do filho do de Nabuco Donossor. Daniel também fora chamado para identificar o que significava aquela mão que se materializou e escreveu teca tecam o farsim. E ele se torna, então ele ganha o prêmio, torna-se governador da Babilônia. A Babilônia era o maior reinado do mundo. Seria como ao tempo de Jesus o império romano. Então ele se torna governador de 1/3 do maior império do mundo, da Babilônia. E é dito então que seriam oferecidas correntes de ouro, eh, peplos de púrpura e linho, roupa de púrpura e linho. E o texto é bem claro e diz: "Daniel não aceitou". Daniel não aceitou as correntes de ouro. O que são correntes de ouro? São as algemas a vaidade e aquilo que oferece o poder quando mal executado. Ele não aceitou correntes de ouro. Ele não aceitou governar com poder, mas ele aceitou governar com humildade e sabedoria. E ele não aceitou todas as glórias que o poder pode oferecer. Ele se usou do poder para se tornar um um servidor do povo como um todo. Então, o que o texto tá dizendo? Olha a estatura espiritual de Daniel, o profeta. logo na sequência vai dizer que os outros queriam a corrupção, queriam o poder, queriam as condições mundanas, vamos assim dizer, e as paixões exacerbadas governando. Eles mandam pautado nesse versículo que não se pode prostrar para ídolos, colocar a estátua de um homem, que é uma das questões que a gente viu nos últimos versículos. Mandam colocar lá uma estátua de um homem. Para quê? para que as pessoas se

se pode prostrar para ídolos, colocar a estátua de um homem, que é uma das questões que a gente viu nos últimos versículos. Mandam colocar lá uma estátua de um homem. Para quê? para que as pessoas se prostrem. Todo mundo era obrigado a se prostrar à aquela estátua. E quem não se prostrasse iria encontrar a pena de morte. O que Daniel, o grande apóstolo, o grande profeta faz, ele não se prostra a estátua porque ele se virava a Jerusalém no sentido de que se prostrava ele ao Deus único. E ele tá querendo dizer nessa figura simbólica, o poder, o mundo, tudo que a matéria pode te oferecer é o que você deve recusar, mesmo que te custe a vida. É isso que os mártires fizeram, tanto no judaísmo quanto no princípio do cristianismo. Os mártires do cristianismo primitivo levaram esses valores, mesmo que lhes custasse a vida orgânica, mas ganhavam a vida eterna e uma condição luminífera que até hoje os raios dos mártires e esses mártires ébrios de esperança e de amor puderam oferecer por nós para que o cristianismo se eternizasse. Ali Daniel tá fazendo com que a unicidade de Deus seja eternizada. Daniel é condenado a quê? A ser jogado na cova dos leões. Ele é jogado na cova dos leões famintos. E os leões estão sempre famintos em nosso espírito. É a nossa agressividade, é a nossa rebeldia, a não aceitação, tudo aquilo que a gente coloca como força destrutiva e devoradora do próprio bem que deveria ser executado. Mas Daniel, ele tava pacificado diante de si. Ele possuía, diz o as interpretações, o espírito do Cristo ou do Messias junto de seu coração. E esse espírito amansça, pacifica, traz mansuetude a aqueles leões. Então, o que fez Daniel? O exato contrário disso. Ao invés de se dobrar para encontrar vida na terra, ele adorou ao Deus único e recusou os ídolos de pedra, de barro, os ídolos dos homens, os ídolos da vaidade, os ídolos da das grandes fortunas que servem apenas a si. Ele recusou tudo isso para que ele pudesse eternizar a sua vida através desse amor e dessa proposta de

dolos dos homens, os ídolos da vaidade, os ídolos da das grandes fortunas que servem apenas a si. Ele recusou tudo isso para que ele pudesse eternizar a sua vida através desse amor e dessa proposta de transformação. Então, punição por idolatria depende. Para Daniel, ele foi punido aos olhos dos homens por ter negado a idolatria mundana, mas ele foi glorificado aos olhos de Deus. E o texto descreve que a natureza, os leões famintos se dobram a autoridade moral alcançada por Daniel. Então, idolatria, pena de morte, depende quantos de nós tivermos encarnações onde nós obtivos grandes cargos na Igreja Católica e nós nos condenamos à morte espiritual, carregando um grande peso até os nossos dias. Quantos de nós tivermos cargos administrativos no mundo e tivemos riqueza e nos condenamos à idolatria? Nos condenamos à idolatria por termos recusado ouvir a voz da consciência e o chamado para servir na lei divina. Quantos de nós, professor Celestino, eu pergunto, nós trocamos a moral do Cristo, o evangelho do Cristo para então idolatrarmos as questões mundanas? E eu falo isso como aquele que precisa enxergar na sua vida os cuidados necessários para que não se torne mais uma vez alguém que idolatra posições, organizações, homens e não o evangelho do Cristo em sua essência. Essa é a grande proposta dessa passagem, entender que a idolatria é punida em nosso espírito pela lei de causa efeito. E que na realidade quando nós negamos o mundo, nós estamos sacrificando no altar divino para que a gente possa viver, estar diante dessa sintonia superior com as leis divinas. E se a gente olha assim, que coisa mais linda essa tal de Torá, com palavras que a gente se perdeu por tantos milênios, não compreendendo o que é sacrifício, o que é idolatria, o que é pena de morte, mas nós estamos vivendo isso como leis divinas. Só que o texto escreve em uma linguagem trincada, em uma linguagem não para um mundo ocidental 3500 anos depois do texto. Então é isso que eu acho que nós deveríamos entender.

isso como leis divinas. Só que o texto escreve em uma linguagem trincada, em uma linguagem não para um mundo ocidental 3500 anos depois do texto. Então é isso que eu acho que nós deveríamos entender. Ô, ô, Álvaro, eu fiquei com uma dúvida aí quando você falou sobre a segunda morte, segundo André Luiz, você explicou aí a segunda morte, segundo André Luiz, eu não entendi bem como foi que você falou. A segunda a morte, segundo André Luiz, eu não me lembro qual obra que está de cabeça e eu vou falar bem a grosso modo por não ter me debruçado nisso com muito empenho, mas tendo lido superficialmente, a segunda morte é quando o espírito ele se torna puro. Então ali ele encontra uma segunda morte, a morte do seu perespírito totalmente materializado, totalmente não, ainda material, semimaterial, para entrar no nível mais sublime que pode existir, per espiritual. Então, André Luiz traz algo nesse sentido. Ah, sim. É quando o perespírito se confunde com o espírito, não é isso? Isso aí. É, tem razão. Ótimo. Ótimo. Tá sem voz, Adriano. Tá desligado o microfone. Agora sim. Vamos lá. Eh, tem essa aqui, ó, da Maé. Como pode Elias e Moisés serem o mesmo espírito e aparecerem ao mesmo tempo no Tabor? Professor Severino uma live e tem no livro no universo e vida do espírito áureo, livro da FEB. Olha, a gente tá falando de perespírito aí, não de espírito. O espírito não aparece. Quem aparece é o perespírito. Exato. E quem identifica a identidade do espírito é o perespírito. Então, um espírito, cada encarnação que ele tem, ele tem um perespírito diferente, um biológico, um corpo biológico formado de forma diferente. Pode ser mais alto, pode ser mais baixo, pode ter uma característica diferente, pode ter é tanto que o o lá no Tabô aparece o perespírito de Moisés com as tábuas e Elias não aparece com tábuas, não aparece com o livro, eh, de forma que se identifica a os dois o mesmo espírito, com dois perespíritos para identificar cada um a encarnação que teve naquela aquela condição física e também na

uas, não aparece com o livro, eh, de forma que se identifica a os dois o mesmo espírito, com dois perespíritos para identificar cada um a encarnação que teve naquela aquela condição física e também na missão espiritual. E aí você pode ver que ambos, tanto Moisés como Elias, tiveram eh influências semelhantes, defenderam o monoteísmo. Moisés trouxe a Torá, Elias trouxe a defesa do monoteísmo perante o o sacerdote de Baal. Então, ambos, o espírito tinha uma dedicação e um compromisso com Deus e nas diversas encarnações. Depois ele também de Elias foi João Batista, mas por que ele não apareceu como João Batista? Porque João Batista já foi o intermediário do Novo Testamento e eles representavam ainda a monoteísmo da Primeira Revelação. E tem mais um detalhe, como João Batista foi degolado. Segundo, já ouvi algumas, não posso dizer a vocês a fonte, mas eu já li algumas explicações que eu achei lógica que como ele ficou com eh o perespírito, eu diria assim, traumatizado com uma marca muito forte, porque ele foi degolado, ele não poderia ainda aparecer, mas poderia muito bem ter João Batista, Moisés, Elias e João Batista. Cada um teve uma característica. Inclusive, João Batista se vestia de pelo de de de camelo, comia mel silvestre, gafanhoto no deserto, cada um com a sua característica. Logicamente as minhas encarnações anteriores não tem a minha aparência, mas só é o mesmo meu mesmo espírito transitando por eh encarnações diferentes com corpos físicos diferentes. Lembremos, Kardec diz na Gênesis que Jesus na ressurreição apareceu com o corpo perespiritual. Foi o perespírito dele, não foi o espírito. Eu quero falar uma coisa, professor. E assim, gente, o que o professor tá falando? O que o professor tá falando deveria ser entendido com naturalidade, mas quando alguém fala de reencarnação de alguém, a gente fica tudo de não, mas que diferença faz. Mas aí quando a gente sai de cena, a gente conversa com o coleguinha, vocês ficam sabendo que fulano é fulano de tal. Todos nós

reencarnação de alguém, a gente fica tudo de não, mas que diferença faz. Mas aí quando a gente sai de cena, a gente conversa com o coleguinha, vocês ficam sabendo que fulano é fulano de tal. Todos nós espíritas adoramos esse tipo de informação. Nós gostamos de saber e de especular quem foi quem. E gente, isso não tem que ser motivo para briga, para desmerecer ninguém, para fazer fogo amigo, para se desamar. O professor tem uma opinião e ele tem uma uma tese fundamentada para se compreender. Eu ouço a tese dele. Eu não tenho uma opinião formada, mas eu admiro ele ter uma tese e ele trazer essa tese, porque às vezes a gente é muito hipócrita e quando alguém fala: "Ah, mas que diferença faz? Não dá 30 minutos, a gente sai e tá conversando com um coleguinha sobre possíveis encarnações de outras pessoas. Se eu tiver falando mentira, professor, segundo a sua observação dos últimos 40, 50 anos do movimento espírita, me corrija sem problema nenhum o senhor dizer: "Áv, eu acho que você tá errado". E Adriano, eu eu digo o mesmo a você, sem problema nenhum. Vocês concordam com o que eu disse ou não? Sim, eu concordo. Sem problema nenhum. Sim, sim. É isso aí. Deixa eu ver aqui. Pode gente concordar, viu? Não precisa de concordar. Não preciso ter. Tem uma questão que Sim, sim. Pode ser uma opinião própria. A gente pode falar, gente, olha, como curiosidade, como tese, olha, eu acredito que pareça e tá tudo bem. Ah, que diferença faz? Depende. Se você tiver procurando entender o perfil psicológico de João Batista, por exemplo, e Elias, qual o problema? Se você tiver tentando entender as leis divinas por detrás disso, André Luiz não chama isso de curiosidade, chama de curiosidade investigativa. Isso é admirável. Agora, curiosidade van, dizer por dizer, isso sim merece a nossa atenção. A nossa atenção no sentido de modificar. Mas a curiosidade que enaltece o ganho de conhecimento e o entendimento, ele devia ser natural, devia ser normal, como a gente condena um monte de coisa que

o. A nossa atenção no sentido de modificar. Mas a curiosidade que enaltece o ganho de conhecimento e o entendimento, ele devia ser natural, devia ser normal, como a gente condena um monte de coisa que devia ser normal até a comunicação mediúnica. Sem sem a curiosidade nós não teríamos as descobertas. Is é simples assim. Exatamente. Para que chegamos as grandes cobertas da humanidade que teve um curioso, aliás, vários curioso e é uma curiosidade investigativa. Sim, exatamente. É isso. Eu vejo lógica na na curiosidade. Eu vejo lógica porque sem querer eh eh mas só acrescentando um ponto, o que identifica eu e você hoje, Álvare. Se alguém perguntar como é que o árvore estava vestido, vamos dizer, tava com a com a blusa, a camiseta preta e o professor tava de uma camisa de mangas compridas. Assim é o nosso perespírito para o espírito. O Álvaro amanhã pode estar com a camisa branca, continua sendo Álvaro. É o mesmo Álvaro com a camisa branca. É o mesmo espírito com outro perespírito de acordo com a encarnação que ele teve. Então eu vejo isso muita racionalidade, uma vez que o perespírita é um ser material. Só que é quinto essenciado, ele não é visível para todo mundo, porque ele é uma matéria altamente purificada. Já o espírito é luz, então ele usa o perespírito como sua identificação. E é muito fácil de a gente saber que um era Moisés, o outro era Elias. Na própria história, na os discípulos não tiveram dificuldade de identificar. Por quê? Por causa do espírito, não. Por causa do perespírito que cada um trazia. É só mais um refúgio. E o senhor traz algo interessante, professor, porque olha só, nós estávamos em um estudo na nossa casa, eh, que ocorre alternado com essa live e a gente faz uma reunião e sempre tem um estudo. E a gente tá estudando o capítulo 10 do livro Missionário da Luz, que fala sobre materializações, eh, sobre uma reunião de materialização específica. E ali é descrito pelos espíritos que eles pegam como se fosse gesso, que na época era o que tinha assim de modelar, de modelo a

bre materializações, eh, sobre uma reunião de materialização específica. E ali é descrito pelos espíritos que eles pegam como se fosse gesso, que na época era o que tinha assim de modelar, de modelo a se modelar, e eles formam uma garganta ectoplasmática pro processo da voz direta, um fenômeno de efeito físico traduzido por Allan Kardecumatofonia. Uhum. Ou voz direta. Então ali eles fazem isso e ele descreve e os espíritos falaram através do objeto. E aí eu falei: "Eita, pera lá". Então a voz direta não é a materialização perespiritual da garganta do espírito através do do ectoplasma do médium? Não, porque ele vai descrever que muitos espíritos se usam daquele objeto. Aí eu me recordo de uma reunião onde nos encontrávamos e uma placa luminosa ela volitou na sala e materializaram-se duas mãos grandonas, as mãos de Zé Grosso. Elas materializaram assim como eu faço com a minha mão na Inclusive a Ivana tava junto, tá? Nessa reunião, a a as mãos se materializaram assim. parcialmente só as mãos e ficaram luminosas e p viraram 10 pares de mãos luminosos na sala, todos iguais. E aí eu pensei, se ele materializou a mão em duplicidade, ele pode materializar a garganta. Então, a mão também é o objeto. E aí um espírito nos disse: "Olha, do mesmo jeito que quando Kardec trata, por exemplo, da mão que pressiona a tecla de um piano ou dos espíritos que fazem uma mesa volitar, alguns médiuns poderiam ver espíritos de menor envergadura ali, como se estivesse fazendo força. Porém, os espíritos manipulam o ectoplasma e a sua força mental pelo pensamento. Ou seja, ele não precisa do dedo para apertar a tecla, ele precisa da força mental. Ele não precisa da mão para levitar fazer uma sessão de mesa girante. Ele precisa da força mental. E aí se o ectoplasma obedece o pensamento, por que não ele não poderia se materializar em forma de mão? E agora o senhor trazendo isso. E eu fiquei me perguntando, poderia o espírito se materializar eh em bicorporedade? Bicorporedade é pro encarnado. É pro encarnado. O biquidade

ializar em forma de mão? E agora o senhor trazendo isso. E eu fiquei me perguntando, poderia o espírito se materializar eh em bicorporedade? Bicorporedade é pro encarnado. É pro encarnado. O biquidade é pro espírito. E na materialização de espíritos, ele poderia se materializar em dois lugares ao mesmo tempo, com dois corpos semelhantes na mesma sala? Eu não sei dizer, mas pelo que o senhor tá dizendo, faz total sentido que a resposta da minha pergunta esteja conectada com algo semelhante ao que o professor acabou de trazer. Então, eu só tô trazendo algo que estava pensando. Eh, volta e ouve mais umas 10 vezes, se você não entendeu o que eu expliquei, mas isso tudo tá no livro dos médiuns, tá na obra de André Luiz. É isso aí. Nós temos aqui uma pergunta da Salete. Não tem eh a ver com o tema que vocês, né, estudaram, mas vamos lá, ó. Boa noite, luz e paz a todos. Pergunta eh visão. Eh, pergunta visão. Eu eu vi vindo em minha direção raios de cor roxa. Isso é bom. ou ruim. Eu vou te fazer a pergunta. Qual foi a sua sensação? Porque os espíritos conseguem fazer cor roxa, consegue aparecer eh na cor, o perespírito é plástico e eles conseguem, como eu disse, manipular isso a depender do nível intelectual do espírito. Agora, o que os espíritos não conseguem enganar quanto a sua vibração? Então, qual foi a sua primeira percepção? Ah, eu tava no centro e eu me senti super bem e vi, ah, eu tava na minha casa, eu senti uma paz profunda, um amor tão grande e vi uma luz roxa. Ótimo, isso é bom. Ah, não. Eu tava no caos, eu vi a luz roxa e aquilo me causou desconforto. Então, não é a cor da luz, é a sensação que ela te traz. Eu diria isso, professor. Eu concordo com você, Álvaro. O que vai dizer a energia que envolve aquele momento, a sua sensação de leveza, de alegria, de satisfação, de emoção ou então mal-estar ou algo que não não agradou, um susto, sei lá, você ficou intranquilo diante daquela luz. Então ele, se bem que sempre eh raios luminosos denotam espíritos boys. Exato, né? Na

moção ou então mal-estar ou algo que não não agradou, um susto, sei lá, você ficou intranquilo diante daquela luz. Então ele, se bem que sempre eh raios luminosos denotam espíritos boys. Exato, né? Na prática. E às vezes que eu tive oportunidade de ver raios roxos ou violácios foram de espíritos que aprenderam a amar profundamente. Qual é a cor? A Maristela deve est aí. Ela lembra outro dia dessa pergunta. Qual a cor dos espíritos mais evoluídos? rubro vermelho. Então o roxo tá mais próximo disso. E o Carlos, Carlos Campos, ele deixou aqui que tem a ver com o tema inicial, né? Como resolver essa questão com os jovens após formados, buscam emprego e abandonam a casa para trabalhar ou quando permanecem se ausentam para atividades em outros locais ou países? Olha, Carlos, eh o papel da evangelização infantil e juvenil é despertar o que você tem de melhor no jovem. Agora, se o jovem precisa de se afastar temporariamente em busca do seu trabalho, eu não vou dizer abandonar, mas se afastar, estar menos presente, não ausente, menos presente por uma formação profissional que também vai servir, também será bom. A gente pode fazer o quê? obter a certeza que nós devemos evangelizar pelo exemplo. Então, que nós não sejamos os desertores, que nós não sejamos aqueles que se afastam, que nós sejamos aqueles que amam profundamente. E o que deixa marcado a a juventude são as experiências que possuem eh um cunho emocional, é a memória afetiva. Então, as crianças que foram nesse eh acampamento viveram ali dois dias dois dias e meio de lembranças afetivas, memória afetiva profunda com o espiritismo. Você pode ter certeza o espiritismo nunca mais sai dela. A os valores do espiritismo nunca mais saem dela. A gente precisa de envolver os jovens para que eles possam estar presentes. E esse envolvimento deve ser pelo exemplo, deve ser pelo amor, deve ser pela inclusão e pelo entendimento que os jovens são protagonistas e não coadjuvantes. Concordo com você, Al. Só queria acrescentar alguma algumas observações

pelo exemplo, deve ser pelo amor, deve ser pela inclusão e pelo entendimento que os jovens são protagonistas e não coadjuvantes. Concordo com você, Al. Só queria acrescentar alguma algumas observações sobre isso aí. Uma pergunta muito boa, Carlos. Excelente pergunta. A questão é, meu irmão, preparado o jovem na casa espírita? Se amanhã, pel uma questão ele não é, ele é um ser encarnado, ele tá sujeito às questões da vida, ele precisa trabalhar, precisa se formar, construir uma família, tem uma atividade social, uma atividade no trabalho, só que se ele for um chefe de uma repartição qualquer, se ele for um diretor de sessão, se ele for um chefe de de RH, ele vai ser os pessoas diferenciadas, vão ser mais justas, mais éticas, porque levam a cimento do evangelho seu coração. Então, se ele for para qualquer local, outros países, ele vai levar a luz do evangelho consigo. Vai ser um bom, um bom pai como esposo, vai ser um bom trabalhador, vai ser um bom professor, vai ser uma pessoa preparada na casa espírita para que amanhã seja alguém útil na sociedade aonde estiver. Ele não é por por ter frequentado uma casa espírita, não sei o que você quis dizer isso, mas ele não tem nenhum contrato de fidelidade aquela casa. Ele tá sendo preparado e o o evangelho de Jesus é universal. Ele está tanto no oriente como no ocidente. Aonde ele estiver, a semente que foi plantada em seu coração vai render frutos. Tenha certeza. Vai ser diferente daquele que não passou pela casa espírita. É isso aí. Deixa eu só fazer uma observação aqui. A Estela, ela indicou aqui a questão 88a de O livro dos Espíritos, né? A questão 88 é: Os espíritos têm forma determinada, limitada e constante? Resposta para vós: não. Para nós sim. O espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão ou uma centelha etérea. Letra A. Essa chama ou centelha tem cor? Resposta: tem uma cor que para a voz vai do escuro ao brilho do rubi, conforme o espírito é mais ou menos ouro. Engraçado. Interessante, né? Tem uma pergunta aqui da Íria 23 e 26.

ou centelha tem cor? Resposta: tem uma cor que para a voz vai do escuro ao brilho do rubi, conforme o espírito é mais ou menos ouro. Engraçado. Interessante, né? Tem uma pergunta aqui da Íria 23 e 26. Tem uma curios. Quer ler para nós, amigo? Tem uma curiosidade. Se João Batista era Elias e João já havia desencarnado, porque ele apareceu na montanha para Jesus com Moisés, como Elias? Não é estranho? Não. Não é estranho não. Por que não é estranho? Porque está escrito assim: Elial Anavi, Elial atjbi, Elial agiladi, bimerai voeleno emasi ben David. Elias, o profeta, Elias o tisbita, Elias o guiladita, que ele venha a nós com uma com o Messias, filho de Davi. Se ele tivesse vindo como João Batista, ele não teria cumprido a profecia. que assim tanto aguarda a vinda do Messias com o profeta Elias a anunciar. Então não é estranho. Ele é isso é necessário para que se cumpra a profecia. Se não fosse dessa forma, poderia ser questionado, porque o profeta, todo mundo sabia quem era. João Batista, pouca gente sabia quem era. E e tem mais um detalhe, ali estavam representad as três revelações. Exato. Moisés representando a primeira, Jesus a segunda e Elias a terceira. É outra forma que eu deduzo pela lógica, pela razão e pelo bom senso. É isso daí a gente encontra, se eu não me engano, é versículo eh 23 e 24, capítulo 3, do livro de Malaquias, se eu não tô enganado. É Maria 3:24. Aí logo no começo ele diz: "Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande, temível do Senhor". É esse, é esse versículo e capítulo. É, é, é, eu não lembrava. É o capítulo 3, versículo 24. E as em algumas Bíblias que não tem esse versículo tem logo no começo, o profeta Elias. E o próprio Lucas quando começa a anunciar a chegada de João Batista, ele diz que ele vem com o espírito e o poder de Elias, que é o que o anjo Gabriel diz a Zacarias lá no templo sobre a chegada de João. E depois Jesus em Mateus 117 a 14 confirma que João Batista é o Elias que devia voltar. Isso aí. Bacana, né?

r de Elias, que é o que o anjo Gabriel diz a Zacarias lá no templo sobre a chegada de João. E depois Jesus em Mateus 117 a 14 confirma que João Batista é o Elias que devia voltar. Isso aí. Bacana, né? Tudo se encaixa. Só a gente dar uma passeada depois dos versículos que a gente encontra tudo. E Jesus ainda dizendo lá em Mateus 17 Elias voltará para restaurar todas as coisas. E do espírito da verdade é digo, é dito. Quando ele vier, ele vai relembrar o que eu ensinei e ensinar coisas novas. João 16. Eh, quer dizer, tá em todos os locais que você encontra falando de um e do outro. reforça e reencaixa a missão de cada um. Todos sob a égede do grande mestre Jesus, como Álvaro fala aí que Elias estaria ao lado do Messias. Então é isso, finalizamos aqui, né, as perguntas, as observações e agradecemos, viu, viu, Adriano, pelas perguntas muito pertinentes. É bom estudar com vocês. Vocês fazem a gente pensar, isso é o que me interessa. Jesus ensinou a amar e Kardec ensinou a pensar. Então, vamos pensar, vamos raciocinar, né? Vamos chegar aquilo que ele realmente quer de nós. Gratidão a todos vocês pelas belas e importantes perguntas, porque eu estou aprendendo com vocês também a pensar. É, são essas perguntas que enriquecem muito. Quando eu digo eu somos nós e o áudio é lá e eu gosto. É tão bom quando perguntam, né? É, eu gosto muito acreditado, né? Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar, né? Exatamente. Concordo. É isso aí. Muito bacana. Reta final. Reta final. Agora eu abri e o Álvaro encerra com chave de ouro. Deixa eu só confirmar aqui. Hum. Próximo programa. 20 de maio. 20 de maio. Com Jorge de volta. Jorgito. Um chazinho quente de limão com mel e alho e um um paracetamol. manda embora qualquer gripe e derrota qualquer febre, tá? A receita aí, possivelmente com apresentação de um material sensacional, hein? Vai ser com certeza. Com certeza. Eu vou de ver como é, eu vou ver como é que eu vou me virar. Eu vou ver como é que eu

? A receita aí, possivelmente com apresentação de um material sensacional, hein? Vai ser com certeza. Com certeza. Eu vou de ver como é, eu vou ver como é que eu vou me virar. Eu vou ver como é que eu vou me virar, que é o dia do aniversário do meu primogênito. Então eu vou eu vou ver como é que eu vou ter que me organizar. vai ter que organizar capítulo 7, versículo 8, nós continuamos, né, do capítulo 17, versículo 8, a partir do versículo 8. Ótimo. É isso aí. A Dolores quer conhecer vocês, Álvaro e professora Severena, em Juiz de Fora em agosto, onde estaremos lançando o nosso volume dois do livro Parábolas de Jesus e reeditando o volume um. Já corrigida a segunda edição, né, professor? Graças a Deus, tudo pronto. Só tô esperando a sua palavra e a dos editor, eu tô aqui em cima, mas tô de olho vocês lá embaixo, como é que anda as coisas? Como é que anda as coisas pra gente? Porque as cobranças tem chegado, pedido, muita gente pedindo, não só primeira como o segundo. E a gente tem muita gente esperando. Aguardem porque vão chegar, estão muito bons, não é? Modesta parte, a primeira edição já agora recorrigida e a segunda já também recorrigida por nós e prontinho. Eu tô esperando as capas paraa gente decidir e o Álvaro dar o aval e tome, botar no forno e haja livre, se Deus quiser. É isso aí. É isso aí, pessoal. Bom, então, reta final da da live de hoje. Álvaro Mornerai. Prece de encerramento. Prece de encerramento, meus amigos. sempre felizes e gratos pela oportunidade de aqui nos encontrarmos de diante de tantos amigos buscarmos a luz dos ensinamentos e da compreensão. Encontramos oportunidade de aprendizado a cada questionamento, a cada reflexão e diante dos espíritos, nós pedimos continuidade na inspiração. Nós rogamos a nosso Deus a sua misericórdia diante de nossas poucas capacidades de interpretar, de conhecer. de mergulhar diante do texto sagrado, mas a gente entende que para isso nós obteremos os muitos e longos anos de trabalho. Não podemos nos esquecer que o

oucas capacidades de interpretar, de conhecer. de mergulhar diante do texto sagrado, mas a gente entende que para isso nós obteremos os muitos e longos anos de trabalho. Não podemos nos esquecer que o dever de estudo e a busca do entendimento é milenar. Por que não agradecer a todos aqueles que então inspiraram as escrituras sagradas, missionários da humanidade que vieram sem serem compreendidos ao seu tempo. Alguns, mesmo tendo ofertado a vida em nome de Deus, do sacrifício e da educação da humanidade, são incompreendidos até o dia de hoje. Nós sabemos que esses elementos tornam esses irmãos que caminham e caminharam à nossa frente, ainda maiores do que servindo sem o reconhecimento, sem o entendimento, se tornam os servidores mais autênticos que nós poderíamos encontrar em suas personalidades. Assim nós pedimos, Senhor, inspiração para que sejamos como esses que caminham frente ao seu tempo, sem que possam ser compreendidos nos dias de hoje. Pois quanto antagonismo é ofertado para aquele que busca com a maior de todas as purezas oferecer o altar de seu espírito como templo para divinizar o mundo. e oferecendo tantos desses que mártires da primeira revelação, mártires esquecidos se tornaram, mas nem por isso a luz que deixaram se apagou diante de nós. Obrigado a todos aqueles irmãos que vibram em conjunto com esse estudo com os nossos espíritos. com a participação de cada um dos facilitadores, a todos que se dedicam a trazer luz divina. Há letras que por si só são mortas, mas que vivificam o espírito do próprio Cristo e o caminho da redenção, traçado e trilhado por aqueles que nós chamamos de missionários. Que assim seja. Que assim seja. Graças a Deus, pessoal. Então é isso. Eh, estaremos de volta, então, no dia 20 de maio. Se eu não estiver, alguém estará me substituindo. Alguém eh eh muito melhor que eu, vai que vai estar com os meninos. Aí vamos ver como é que as coisas vão se organizar. O o meu o meu primogênito se chama, ó, o tamanho da responsabilidade. O o primogênito é o

eh muito melhor que eu, vai que vai estar com os meninos. Aí vamos ver como é que as coisas vão se organizar. O o meu o meu primogênito se chama, ó, o tamanho da responsabilidade. O o primogênito é o Mateus e o caçula é o Lucas. É só nome, só nome pesado, viu, professor? Você só pensa pequeno, né? Só pesado, né? Não é, não é brincadeira não. Ele pensa o máximo que pode. Não, e ainda tem essa, né? Mateus Máximo e Lucas Máximo. Ai ai pessoal, então é isso. Grande prazer mais uma vez estar com vocês, meninos. Como a gente fala aqui no aqui no Goiás, né? É junto e junto dos bã que que nós fica mió. Então para mim é sempre bom participar aqui do programa, engrandece demais. Então, obrigado. Beijo dos corações, Álvaro. Professor Severino Celestino. Valeu demais todo mundo que mandou mensagem, todo mundo que acompanhou, muito, muito, muito obrigado. Façam sempre assim. Estejam sempre conosco acompanhando essa quinta temporada da série de estudos de Moisés a Kardec. Então, até o dia 20 de maio. Lembrando sempre, todo esse trabalho é feito com muito carinho, muito amor para vocês, por vocês. Beijos nos corações e até a próxima. Deus abençoe. Gratidão a todos.

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