De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

Conecta Espiritismo TV 04/06/2025 (há 9 meses) 2:24:41 35 visualizações 11 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

เฮ เ Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Estamos aqui com ele que colocou no nome aqui, Jorgito, Jorgito Elará, Álvaro Mor e professor Severino Celestino. Pessoal, antes de mais nada, deixa eu pedir desculpas aqui que nós entramos muito atrasados por minha culpa. Eu até me comuniquei com o pessoal aqui na no nosso grupo WhatsApp. Eu eu tenho crises de câimbra, não é não é câimbra de que às vezes nós conhecemos câra, né, professor Severino Celestino, como a dormência, não é? Aquela câra que o músculo faz Uhum. contração muscular forte. E eu vejo todas as estrelinhas do céu quando me d essas crisesado. E me pegou agora. Por isso que eu eu estava na garagem, fiquei um tempão lá para me recuperar. agora que eu consegui eh eh me organizar para entrar, então eu peço desculpas a vocês, ao público que está nos assistindo. Eh, mas estamos aqui para mais um programa da série de Moisés a Kardec, quinta temporada e Jorgito Elará, Álvaro professor Severino Celestino, boa noite, tudo bem? Boa noite a fala Álvaro. Fala Álvaro você. Boa noite, Jorgito Elarrá. Prazer imenso em revê-lo. Boa noite Álvaro Modern. Boa noite Adriano. Que você não tenha mais essas crises de câro assim na hora de que a gente comece a trabalhar, mas como não existe horário para isso, né? As coisas acontecem. Boa noite nossos queridos. internautas, queria dizer da minha alegria de estar aqui mais uma vez com vocês, agradecendo a Deus, a espiritualidade por mais esta oportunidade. Tá com frio, Jorgito? Aqui tá frio. Aqui tá frio. Professor Severino, se o senhor está feliz, imagine a minha alegria, imagine a minha felicidade. Eu estou triplamente feliz. Primeiro que eu tô em casa aqui, ó, o meu cenário aqui atrás é quando eu tô em casa. Tô em casa, tô com a Sâmbia, tô em casa, tô na minha casa. Que maravilha. Segunda razão, eu troquei a câmera do meu celular, do meu notebook, era uma câmera horrível, pior do que eu. E dava umas imagens. E a terceira

om a Sâmbia, tô em casa, tô na minha casa. Que maravilha. Segunda razão, eu troquei a câmera do meu celular, do meu notebook, era uma câmera horrível, pior do que eu. E dava umas imagens. E a terceira razão é que eu curei da minha gripe. Gente, eu passei quase um mês doente. Se vocês lembrarem, as duas últimas oportunidades, eu não participei direito, tava com muita febre e eu curei quando eu cheguei em casa, graças a Deus. Então, mas você teve você teve você tomou antibiótico, Jorginho? Chegou a tomar antibiótico? Todo mundo agora. todo mundo agora. Uhum. É por isso, meu filho. Essas gripes quando chega ela me pegou, mas no primeiro dia logo eu entrei com antibiótico, com a a moxilina mais clavulanato. É uma receita que eu tô dando de graça. É isso que eu tô tomando. Pois é. Esse negócio aí que eu não sei repetir o nome, a moxilina mais ácido clavulânico. É a moxilina mais clavulanato, que é um ácido que é clavulanato de potássio, que é uma substância que atua não só contra as bactérias positivas, então também as grandes negativas e são aquelas que são oportunistas porque ela não mata o vírus, mas o vírus diminui a resistência e elas invadem. Então a gente tem que atacá-las para poder sobreviver. Aí eu recebi visita do Dr. Bezerra de Menezes. Recebi visita desse pessoal todo que veio me ver perguntando se já eu queria já era para ir, sabe? Um monte de gente vestido de branco veio me visitar. Foi uma coisa maravilhosa. Meu Deus. Mas eu Mas ficou um homem de bem. Ô Jorginho, ô Jorgino. É mais ou menos como aquele meme, né? Se eu esticar a mão, se eu levantar a mão, se eu levo, levo. Olha, eu fui para um evento em Natal agora, esse final de semana eu fiquei com febre o evento inteiro. Nossa, teve uma tem uma teve uma parte do evento que eu disse: "Olha, eu vou deitar nesse sofá aqui e quando for a hora de eu falar, vocês me falam que eu levanto e vou. Eu tive febre os dias inteiros que eu estive lá. Eu passei muito mal. Nossa, foi bem, foi bem puxado. Bem puxado. Nossa. Você foi

e quando for a hora de eu falar, vocês me falam que eu levanto e vou. Eu tive febre os dias inteiros que eu estive lá. Eu passei muito mal. Nossa, foi bem, foi bem puxado. Bem puxado. Nossa. Você foi para Natal ainda esses dias? Fui meu Deus. E parece uma peregrinação doida. Eu eu saí daqui de Curitiba, fui para fui para Sorocaba. Sorocaba fui a Taubaté. Taubaté. Eu voltei para para Porto Velho. Quando eu cheguei em Porto Velho, eu peguei um um avião indo para Belém. Aí de Belém eu emendei de volta, rapaz, pr para mendei de mendei para Natal, Natal para Fortaleza e de Fortaleza vem para casa. Aí foi muitas viagens e o o corpo não gostou da ideia, ele não amou. A questão é, Jorgito, gripe quer repouso. Se você não tem repouso, meu filho, não fica bom. Entendeu? Fio, não fica não. Eu fiquei preocupado quando eu vii a última vez, porque a minha não durou uma semana, porque eu entrei logo no primeiro dia com antibiótico. Quando foi no quarto dia, ela já tinha pegado o avião de volta para onde ela veio. Que danada, hein? Eu tomei umas vitaminas, entrei com vitamina B, com a a B12, com tudo. E aí ela também, graças a Deus, me recuperei rapidinho, rapidinho, porque eu com febre eu não tenho nada. Não sei como que você conseguiu falar com febre. É muito ruim. Eu já fiquei preocupado quando eu vi vocês assim que eu falei: "Meu Deus, vai ser eu e o Adriano". Então não, mas mas eu voltei do túmulo. Eu quero dizer para vocês que tudo bem que a reencarnação é uma verdade, a reencarnação, mas a ressurreição também é, professor. É, é. Na verdade, Kardec explica bem. Lázaro, a filha de Jairo, o filho da viva de Naim, foi tudo ressurreição. Muito bom. Mas o nosso povo tá aí. Eu quero dar meu boa noite pro nosso pessoal que tá aí nos assistindo. Jorgito, deixa, deixa eu só pedir o Álvaro para fazer às vezes desse boa noite. Só como é que é, ô Álvaro, como é que é o boa noite. Boa noite, Adriano Máximo. Boa noite, Jorginho Telá. Boa noite, professor Severino. Tem que ser com o braço assim, Severino Celestino.

e boa noite. Só como é que é, ô Álvaro, como é que é o boa noite. Boa noite, Adriano Máximo. Boa noite, Jorginho Telá. Boa noite, professor Severino. Tem que ser com o braço assim, Severino Celestino. Ó o detalhe pro braço. Boa noite, Teca Filizola. Boa noite, TT Moreno, Paulo Wter, GLI, Dona de Norá e Maria Badia Fabiano. Um beijo no coração de vocês. Silvana, você tá aqui conosco. Guilherme faz do Cisco de Luz. Ana Elisea, são tantos nomes. Se eu for falar todos os nomes aqui, a gente passa o resto da noite. Pronto. É desse jeito aí. Só que você ainda não percebeu uma coisa, que quando eu faço assim com a mão, uma mão é mais do que a outra. Quando eu faço assim, a não é a mesma coisa. Eu eu tenho que olhar para tentar corrigir, porque fica assim. Ei lá é com você o boa noite. Boa noite, o meu é o o meu o meu é aprendiz de boa noite. Eita! O oficial é seu. Eu eu ainda estou. Jorgita, agora o original. Não, eu ainda tô me preservando no meu boa noite, porque se eu gastar o meu boa noite, eu vou gastar toda a energia nele. Guarde bem, viu, Jorgito? Guarde bem. Vamos nos consolar com o genérico de de Álvare. É, já genérico dele já deu. Na próxima eu vou estindo. Olha como é que fica. Tá vendo? É, é verdade. Esse genérico de Álvaro deixou a desejar, mas eu vou conseguir. Graça Lazarini, muito boa noite. Nice Ber, boa noite. E para minha queridíssima Silvana Godói, boa noite, maravilhosamente. Boa noite para você. tão falando. Eu sou só um aprendiz de boa noite. Agora começamos o episódio Moisés. Agora começamos. Ó, antes de mais nada, deixa eu pedir pro Álvaro fazer a nossa prece inicial. Pode ser? Bom, é bom. Vamos fazer a nossa prece um pedido de amparo a cada um de nós, onde quer que estejamos nesse momento, recebendo todos os fluidos amorosos da espiritualidade superior, sob inspiração para o entendimento, sob inspiração para a transmissão do conhecimento, sobo para as para todas as necessidades ocultas. de nossas vidas, que os nossos lares, que os nossos carros, que onde quer que

o para o entendimento, sob inspiração para a transmissão do conhecimento, sobo para as para todas as necessidades ocultas. de nossas vidas, que os nossos lares, que os nossos carros, que onde quer que nós estejamos possa se preencher de luzes, de bálsamos diante desse trabalho tão importante de estudo da Bíblia, de estudo e entendimento da doutrina dos espíritos, diante da oportunidade de, acima de tudo, nos reunirmos entre irmãos fraternalmente, oferecendo o amor de nossos corações entre todos aqui reunidos. E que assim seja, que assim seja. É isso aí. Que bom que estamos aqui. Sim, sim, Jorginho, antes de nós começarmos, eu quero dizer o seguinte, que eu fiquei doente, não é? E aí eu tomei o o remédio que o professor Severino falou, o tal do não sei o que com não sei o que mais. Aí me deu de pirona, me deu mais um remédio para espirrar no nariz, um outro para lavar o nariz, eu eh um outro para dor forte, um outro pro meu ouvido que também inflamou. Ah, eu além de tudo isso tive eh os cuidados da Sâmia, eu tive todo um conjunto de coisa para que eu me tratasse, me curasse, mas não foi nenhum desses que me curou. O que me curou foi um negocinho de espirrar na boca que a Nair me deu quinta-feira lá no Centro Espírita. Rapaz, eu dei uma borrifada na minha boca e parece que eu tinha bebido um um fogo na bichu me queimando todo. Pronto, curei só com aquele negóci de outro negócientol. Mentol foi uma borrifada e eu fiquei curado na hora que o bicho é forte. Você sabe que o avô da Nair está no livro Nair, não sei se você sabe disso, no livro Materializações Luminosas de Dante Labat. está lá escrito errado o nome Alberto Misrarre e tá contando ali nas reuniões a do grupo Espírita Sheila, como ele foi um dos convocados para fundar o Hospital Psiquiátrico André Luiz em Belo Horizonte. Nair, não sei se você sabe disso, mas tá lá. Materializações luminosas de Dante Labate. Tem acho aqui na Amazon tem usado em tem alguns lugares. Bacana, né, Elahá? Muito bom. Mas eu acho que ela

onte. Nair, não sei se você sabe disso, mas tá lá. Materializações luminosas de Dante Labate. Tem acho aqui na Amazon tem usado em tem alguns lugares. Bacana, né, Elahá? Muito bom. Mas eu acho que ela sabe disso sim, que acho que a gente conversou sobre isso uma vez. Eu acho. Estudo, eu estou ávido. Eu estou ávido. Estou ávido. Amigos, a bola está com a bola está com vocês. Eu vou eu vou me ausentar um pouquinho aqui. Deixa eu fazer um alongamento para ver se eu sobrevivo. Eu tô eu tô com essa crise de câra aqui. Tá doendo demais. Eu Jesus Cristo, eu vou deixar a bola com vocês aí na retaguarda. Faz uma massagem com qualquer coisa nas pernas, o o no local, com talco, com foco, alguma coisa pra circulação e vai dando uma a uma pressão e aproxamento na musculatura que ele relaxa e passa. Muito bem. Muito bem. Nós estamos eh estudando para aqueles que estão perdidos na nossa nossa live, nós estamos estudando o quinto, tá? que é o livro de Deuteronômio. Inclusive, esse tem sido o livro que a gente tem feito o estudo mais meticuloso. Outros, nós fizemos estudos mais o Paulo tá dizendo que a live tá parece um pronto socorro, mas eh os outros livros a a gente fez um estudo mais focado nas para-chotas e neste aqui a gente tá fazendo um estudo mais minucioso, tomando os versículos e fazendo um aproveitamento até muito mais saboroso desses conteúdos. E nós estamos agora, para quem não acompanhou a última das lives, nós estamos no capítulo 17, o livro de Deuteronômio, no capítulo 17, aqui no versículo 8, aonde nós paramos, não é? E e a gente vai encontrar aqui logo no começo do capítulo algumas recomendações com relação a sacrifícios, oferendas e essas relações com relação a a essa esse trato com Deus, né? E só para resgatar, porque eu não tava aqui, existe aqui esse primeiro versículo que fala que não sacrificarás ao Senhor teu Deus boi ou boi ou gado miúdo que tenha defeito alguma coisa má, pois a bobinação é ao Senhor teu Deus. E aí a gente até comentou isso outras vezes, mas eu quero

ala que não sacrificarás ao Senhor teu Deus boi ou boi ou gado miúdo que tenha defeito alguma coisa má, pois a bobinação é ao Senhor teu Deus. E aí a gente até comentou isso outras vezes, mas eu quero só destacar que o objetivo de ser perfeito não é porque Deus só quer o que é perfeito, é porque na verdade o objetivo era mostrar o quanto você era capaz de abrir mão do que é perfeito para entregar ao Senhor. Por para não aparecer aquela situação em que a pessoa diz assim: "Olha, tem que dar roupa pro pro bazar". Aí a pessoa pega aquela roupa mais inservível, aquele trapo que já rasgou, que ninguém vai poder usar e na verdade não está nem nem doando, ela tá se livrando, né, do material e tá punindo o pobre, né? É, eu eu lembro uma vez que eu assisti uma paldo, Divaldo contando que ele recebeu uma doação. Mulher disse: "Olha, você pode ir em casa e eu tenho, eu vou doar camas, tudo que tem lá". E aí, aí ele levou uma equipe do da mansão para fazer pegar o material para levar. Ele disse: "Nada prestava". Aí o pessoal disse: "E agora se nós vamos limpar a casa dela?" Eles chamaram um uma caçamba de lixo, né? Pegaram o caminhão, levaram, aí chegou lá, botaram tudo uma caçamba de lixo e limparam toda a casa dela. Ela pediu só uma limpeza. Então é para que isto não aconteça, você tem que entregar aquilo que de melhor para dizer do que que eu sou capaz de abrir mão em favor do Senhor, meu Deus. Eh, então isso é muito importante, né? E aí ele já vai colocando isso logo no começo do capítulo. E tem uma referência disso também no livro de Malaquias, o último dos profetas, em que ele diz: "Por acaso achas que a que enganas a Deus quando entregas para o sacrifício um boi cego ou cao, um animal que tem uma mutilação na perna, entregues ao Senhor aquilo que é oferta pura, né?" Então aqui é mais nesse sentido. E aí também vai comentar nos versículos, antes do versículo 8 sobre algumas práticas ritualísticas que são de outros povos, como reverência à lua, reverência a Sol e e toda essa coisa que que diz

ido. E aí também vai comentar nos versículos, antes do versículo 8 sobre algumas práticas ritualísticas que são de outros povos, como reverência à lua, reverência a Sol e e toda essa coisa que que diz respeito ao ao processo de entendimento do que seja eh esses atos litúrgicos que os outros povos eh professam. E aqui existe um um ponto que eu não sei se foi comentado da outra vez, mas eu gosto muito quando isso aparece. Isso existe também no capítulo 4 de Deuteronômio, no verso 19. E isso aparece aqui mais uma vez, que é quando ele diz assim: "Não te curvarás ao sol, não te curvarás à lua e nem aos exércitos do céu." Que que é exércitos do céu? Exércitos dos céus são as estrelas. Esse é o exército dos céus. Então, quando você tem uma expressão em hebraico, atenção nair Misrar, o Senhor é o Senhor dos Exércitos, Adonait Sebaoto, esse exército não é um exército de homens, é o exército das estrelas. Então, eu poderia traduzir Paulo Wter Geli, o Senhor dos Exércitos, como o Senhor das estrelas. Aqui a gente encontra esta conexão de maneira muito clara no Deuteronômio. É a segunda vez que isso vai aparecer. apareceu no 4:19 e aparece agora novamente no capítulo 7, no verso 4, se não me engano, que é onde isso é citado, verso três. Então, é só essas observações que eu queria fazer com relação à adoração para que a gente possa passar em frente, mas é esta beleza para mim, essa beleza magnífica do entendimento de Deus como o Senhor das Estrelas, que inclusive aparece numa das músicas de Tim e Vanessa, né? Isso vai aparecer. É, aparece também no prefácio do evangelho. Os os espíritos do Senhor, qual estrelas cadentes, é, são as do céu. É muito bem, muito bem. Podemos entrar no 178. Muito bom essa recordação, porque no estudo passado ela você entrou rapidamente, eh, participou com a gente, mas rapidamente mais uma participação muito importante, porque você tem aí esse conhecimento mais próprio da narrativa. Foi uma live muito interessante. Agora assim, eu tava com uma coisa na minha cabeça, eu ainda

te mais uma participação muito importante, porque você tem aí esse conhecimento mais próprio da narrativa. Foi uma live muito interessante. Agora assim, eu tava com uma coisa na minha cabeça, eu ainda comentei com alguns amigos no centro, agora não dá para passar pano para Moisés. 178 até o 17 eh 14. Não dá para passar pano para Moisés. Mas eu olhei o texto aqui agora e eu li assim: Se a compreensão a respeito de um ponto da lei foge de sua corte local, seja essa aqui a tradução adaptada a minha um pouco, tá? A distinção entre o sangue puro e impuro, entre um veredito de inocência ocupa uma lesão pura, uma lesão impura, resultado de sábios confiantes em tua em tua cidade. Vá ao templo sagrado, lugar que seu Deus escolherá. Você irá aos sacerdotes são da tribo de Levi e para o juiz que existir naquela época. Então você os questionará. Então aqui eu ia falar, ó, a gente não dá para passar pânico, porque a gente vai ver mais à frente porque que eu disse isso nos próximos versículos. Então você obedecerá as palavras que eles dirão a você, obedecerá cuidadosamente tudo que eles lhe instruírem. Você não se desviará das palavras que eles disserem. E aqui mesmo que eles te digam isso aqui, eu tô colocando que a direita e é a esquerda e que a esquerda é a direita, é isso que quer dizer que tá escrito ali. Então assim, ó, eu eu li isso aqui, eu falei, não dá para passar pano para para Moisés agora, né? Mas tem algo sensacional, professor Severino Celestino. O que acontece no capítulo 10 do Evangelho de Mateus, quando Jesus vai em direção a um leproso, toca o leproso, se eu não tô enganado, é o capítulo 10, toca o Eu toca o leproso e fala: "Estás curado?" O que ele diz ao leproso? Vá e apresenta-te ao sacerdote. Ao sacerdote. O que Jesus está dizendo? Ele ia falar aqui não dá para passar pano. Mas aí Jesus passou para nós. Porque Jesus tá fazendo referência a essa passagem. tá falando, olha, vai lá no templo, se apresenta ao sacerdote, cumprindo aqui a lei judaica da época e falando ao ao leproso, ao

us passou para nós. Porque Jesus tá fazendo referência a essa passagem. tá falando, olha, vai lá no templo, se apresenta ao sacerdote, cumprindo aqui a lei judaica da época e falando ao ao leproso, ao impuro, que ele necessitava do aval, vamos assim dizer, da observância do sacerdote. Para quê? em respeito à organização da lei. Eu sei que eh eu tenho um amigo muito querido, trabalha conosco, agora vai dar risada. Ele é ele é um coronel, é um militar coronel, ele fala: "Ordem absurda não se cumpre". Ordem absurda não se cumpre. Eu sei que a gente não cumpre ordem absurda, mas aqui eh Jesus ele dá um exemplo de respeito ao entendimento que o meio comum obtinha, porque na realidade ele curou, ele tocou, ele tava puro. Ele não precisava de apresentarse para o sacerdote, ele não precisava de apresentar, não precisava de nada. Concorda? Mas a sociedade não reconheceria. Mas a sociedade, a sociedade não meceria, porque quando ele ficou doente, o sacerdote deu veredito que ele era impuro. Então ele nome dele e o nome dele constava como alguém que não podia conviver com a sociedade. Tinha que ficar segregado. Tinha que ficar segregado. Mas eu queria antes de falar desse caso do leproso, comentar este esta situação que tá aí. na qual eh Moisés eh traz no seu texto a seguinte informação: se você tiver alguma coisa que tiver muito difícil de resolver, se você não conseguir descobrir o que que é certo de fazer, procure os inspirados. Ouve as pessoas que estão inspiradas, porque entende-se aí o levita, entende-se o juiz como não como uma autoridade civil, mas é uma autoridade religiosa por ser alguém que teria melhor juízo para resolver a questão. Então, se você tá com um conflito e não sabe como é que resolve, né? É, o Paulo tá lembrando aqui para recuperar a cidadania. Sem dúvida nenhuma, ele não é cidadão quando ele tiver assim, porque o sacerdote determinou que ele era impuro. Mas antes disso, Paulo, eu queria só voltar ao aspecto lá eh de você procurar uma um um diálogo, um diálogo com alguém

cidadão quando ele tiver assim, porque o sacerdote determinou que ele era impuro. Mas antes disso, Paulo, eu queria só voltar ao aspecto lá eh de você procurar uma um um diálogo, um diálogo com alguém mais espiritualizado. Então, a proposta é a seguinte: tá difícil de resolver, não toma decisão sozinho. Procure alguém que tenha mais lucidez. que esteja melhor sintonizado com o bem para que ele te ajude a dizer o melhor a fazer neste caso é isso, que a pessoa fica, eu não sei como é que eu faço, não sei como é que eu resolvo isso. Tô com um conflito dentro da minha casa e eu não sei como é que eu resolvo. Eu tô em dúvida de para que lado que eu viro. Procura o sacerdote. Não é assim que acontece na Igreja Católica hoje quando uma pessoa tá com uma dificuldade, ela não vai se aconselhar culpada. Não é assim, professor Severino, você consegue? É assim, é o o o padre é quem determina na sua paróquia Sim. O regimento que já se submete ao bispado, que já submete ao arbispado e a um cardeal. Então aquela corrente hierárquica tem que prevalecer cada um na sua condição e na sua autoridade. E eu queria reforçar essa colocação do Alv e sua com o capítulo 12 do Evangelho de Lucas. Quando Jesus tá no meio da multidão, alguém vem abordado e diz assim: "Senhor, fala para meu irmão proceder à divisão da nossa herança". Não sei se vocês se lembram dessa passagem, tá lá em Lucas, capítulo 2. E Jesus diz assu, quem me constituiu com essa autoridade? Quer dizer, ele sabia muito bem que cada um tinha que exercer a sua autoridade. Por isso que ele mandou que aquele leproso, como tá colocando aí, procurasse o sacerdote, que ele era o capacitado para aquilo e não ele. Embora que aquele homem por ver Jesus com aquela sua condição de de arrebatar multidões, de ensinar as coisas, ele achava que ele também poderia fazer isso. Ele tinha autoridade para fazer isso. Mas ele mesmo disse que te disse que eu fui alguém me constituiu essa autoridade de de legislar sobre herança. Não é minha responsabilidade. Vai procurar a pessoa

Ele tinha autoridade para fazer isso. Mas ele mesmo disse que te disse que eu fui alguém me constituiu essa autoridade de de legislar sobre herança. Não é minha responsabilidade. Vai procurar a pessoa os sacerdotes para isso. Sacerdotes é bacana. E aqui é a mesma situação quando ele diz rolai a pedra, né? Isso é, vocês vão fazer, perdão, vocês vão vocês vão fazer aquilo que vocês são capazes de fazer. Eu entro onde não der. Então, eh, eu, eh, como essa questão do litígio, essa questão do litígio é uma questão humana, vocês vão resolver lá do jeito que tá estabelecido. Isso não é da minha alçada, senão eu vou querer assambarcar todas as decisões em cima de mim. Meu Deus, não dá para ser assim, né? Isso é outra lição para muita gente que quer abandonar a medicina da cura física misturando com a cura espiritual. que é que a a a o espiritismo cure um mal físico. Sim. E muitas vezes o problema tem origem na doença física e não é competição da doutrina fazer isso. É competência. Exatamente. A doutrina tem a responsabilidade de orientar que aquilo pode ser um débito do passado, que ele tem que estar submisso, aquilo pode ser um recado de Deus para ele, mas não é a doutrina que vai resolver esse problema. As pessoas gostam muito de misturar as coisas e Jesus colocou cada na expressão nordestina, cada macaco no seu galho. E aqui, ó, o Wilson tá perguntando, a mulher hemorroísta também não é o exemplo? De certa forma, sim, porque essa lei aqui eh também ela é uma questão eh tem um um tratado do Talmudo que chama-se Macerret Nidá. E o Serretnidá vai tratar sob essa impureza do sangue ou não. Então aqui o caso da mulher hemorroía, ela também teria que se apresentar. Só que aqui também tem uma outra questão, porque ele vai falar assim: "Olha, se o juiz da tua cidade, da tua região, então hoje é normal você ter eh, vamos assim dizer no Brasil, varas cívil, criminal, etc. É normal você ter a em cada cidade um tribunal e é normal alguns dos assuntos não poderem ser resolvidos dentro da localidade.

mal você ter eh, vamos assim dizer no Brasil, varas cívil, criminal, etc. É normal você ter a em cada cidade um tribunal e é normal alguns dos assuntos não poderem ser resolvidos dentro da localidade. Então, quando Kardec lá no princípio do Evangelho Segundo Espiritismo, lá no no fim da introdução, ele escreve que Moisés tem leis cíveis e leis divinas. Aqui nós estamos encontrando um pouco disso, porque o que tá sendo instituído por Moisés parece que é pouco, mas é como o mundo se organiza ao entorno de leis, ao entorno de magistrados e daqueles que precisam ser ouvidos. Agora assim, a o que nós temos que entender? Jesus tá fazendo uma referência. E aqui o Paulo escreveu: "Dá de César o que é de César". Mas eu preciso dizer uma coisa que está no nosso livro sobre da César. O que é de César? Um homem, diz o Talmud, que um homem está andando, é um sábio, um alguém reconhecido por ser um sábio. E ele vê um homem muito feio no caminho e ele olha e se assusta. Era uma pessoa que realmente era muito feia, assim, assustadora. E ele diz assim, não. E ele diz assim, isso é uma parábola, tá gente? E ele diz assim: "Nossa, como de onde tu vens? Todos são assim ou é só tu? Eh, todo mundo assim feio. E o homem feio responde: "Pergunte ao criador que me fizeste dessa forma se a tua obra é perfeita ou não". E quando ele chega, conta que ele é ovacionado na cidade, esse sábio. E e o o homem feio disse, fala: "Mas vocês estão venerando alguém que não sabe encontrar a beleza na obra do criador?" Então, o que que, qual é a grande lição por detrás dessa parábola? Que quando o sábio olhou ao exterior, ele não viu que dentro daquela daquela figura figura havia uma centelha divina que habitava. Quando é perguntado para Jesus, que que eu devo fazer? Pagar o tributo a César ou não pagar? Se Jesus tivesse virado, isso é uma armadilha para que Jesus fosse preso. Se ele virasse, fala: "Não paga não, então vamos lá, já crucifica agora. Nem tem vida pública nenhuma. Vamos crucificar ele agora". Então Jesus

virado, isso é uma armadilha para que Jesus fosse preso. Se ele virasse, fala: "Não paga não, então vamos lá, já crucifica agora. Nem tem vida pública nenhuma. Vamos crucificar ele agora". Então Jesus tinha uma maneira muito inteligente de responder. E essa maneira é quando ele diz: "O que tem na moeda?" O que que tem na moeda? O rosto de César. O que que tem dentro do César? Uma centelha divina igual habita no homem feio da parábola. Então ele tá dizendo, dá a Deus o que é de Deus. Em todos os homens você encontra a figura de Deus. Então se a pessoa falasse assim: "Pera aí, eu não vou pagar o o tributo, mas eu vou ajudar com caridade". Você tá entregando para quem? Paraas centelhas divinas. E se você falar: "Não, eu preciso de cumprir para não ser preso". Tá bom? Para outras sentas divinas. Então assim, aqui a gente costuma dizer que d César é o que é o que é de César. Jesus tá falando, tem que pagar o imposto, mas não é isso. Ele tá falando, você tem que entregar a todas as centelhas divina o seu processo de servidão. E foi a maneira de dele escapar. Por que que eu tô dizendo isso? Porque se você vai para uma Alemanha na década de 40, final da década a de 30 e início da década de 40, você tem uma lei que diz assim: você não pode bater num animal, num cachorro, então você vai preso, mas em compensação num judeu, você pode bater. Aí você fala: "Tudo bem, dá de César, que é de César. A lei humana permitia, mas aqui existe uma lei divina maior. Então, quando Moisés está fazendo uma referência a esse processo, é porque é uma condição, como disse o Elará, de estrutura espiritual, mas também é uma organização cívil. Mas essa organização em momento algum lesa a lei divina. em momento algum les a lei divina, porque senão eu mesmo diria, falava: "Ó, eu diria por mim, eu não cumpro essa lei." E, por exemplo, ao tempo a da Inquisição, quando era-se obrigado em países da Europa sancionados pelo rei, que as pessoas que não a fossem cristãs deveriam ser queimadas. Claro. O que que eu se na consciência de hoje,

o tempo a da Inquisição, quando era-se obrigado em países da Europa sancionados pelo rei, que as pessoas que não a fossem cristãs deveriam ser queimadas. Claro. O que que eu se na consciência de hoje, na de antigamente eu tava lá queimando os outros, tá? Não sendo queimado. Eu falo: "Não, então então tá bom". Então condição da época, né? É a condição da época. Eh, então o que que eu tô querendo dizer aqui? Eh, tudo se encaixa muito bem, mas quando deixa explícito que se a ordem for absurda, não cumpra. Então, nesse versículo, eu digo aqui, nesse versículo 12, 12, não, eh, versículo final do versículo, é versículo final do 11, eu diria que nesse caso, você tem o risco de entrar por um dogma. Então eu olharia pro texto e falaria aqui eu preciso de repensar para entrar o para encontrar o espírito por detrás da letra. Eu posso entender que se, por exemplo, eu estiver contra a minha vontade, mas isso for construtivo espiritualmente, a disciplina deve me conduzir. Beleza? Fiz uma leitura, OK? Mas se fala não, mesmo que for absurdo e esteja distante da realidade, aqui nós entraríamos ao caráter dogmático. Então é um versículo perigoso. Esse versículo 11 é um versículo perigoso e que nós devemos olhar para ele com o sentido e o entendimento de que para compreender se devemos seguir por aquele caminho, devemos tentar entender o sentido espiritual, a amplitude dessas ações. Não sei se eu confundi mais ou enrolei muito. Não, melhorou. melhorou pelo seguinte, você veja o que diz eh o o conforme o mandado da lei te ensinar e conforme o juízo que te disser farás, não te desviarás da sentença que te anunciar, nem para a direita, nem para a esquerda. E o homem que o fizer com malícia para não ouvir o sacerdote que está ali para servir o eterno, teu Deus ou tal homem morrerá. e eliminará o mal de Israel. Quer dizer, na dúvida, na incerteza, procure o capacitado que é o sacerdote. Aí sim, nessa tradução. Boa. Concordo, professor. É isso aí. Bacana, né, pô? E eu eu tava pensando nesse ver nesse

Israel. Quer dizer, na dúvida, na incerteza, procure o capacitado que é o sacerdote. Aí sim, nessa tradução. Boa. Concordo, professor. É isso aí. Bacana, né, pô? E eu eu tava pensando nesse ver nesse coisa, essas duas semanas eu fiquei pensando nessa passagem assim, refletindo alguns momentos, mas olha e eu achei que era uma passagem isso aqui. A gente podia entre aspas tirar, mas olha quanta a riqueza, não é? Ela exatamente aí mostrando que Jesus nunca tirou a autoridade de ninguém, tá certo? Ele não foi contra a hierarquia. Lembre-se que ele diz sobre os os fariseus e os escribas que eles gostam de sentar na cadeira de Moisés. Eles gostam de sentar na cadeira de Moisés, de ensinar o que Moisés, sentar na cadeira, quer dizer fiel ensinamento de Moisés e transmitir. Aí Jesus disse: "Façam o que eles mandam, aprendam o que eles ensinam, porque Jesus não tá dizendo que ele está ensino, eles estão ensinando errado. tinha autoridade para Jesus não tirou a autoridade deles, mas chamou a atenção para não são o que a o fingimento dizer uma coisa e fazer outra, mas aprendam com eles, obedeçam a eles, façam o que eles mandam. Agora não sejam como eles, porque eles dizem uma coisa e fazem outra. Quer dizer, Jesus não tirou o conhecimento, a o conhecimento nem a autoridade, mas condenou o fingimento, a falsidade. Aquele que tem a capa de de cordeiro, ou melhor de de cordeiro, lobo, não é? Tem a capa de cordeiro, mas age como o lobo ou a capa de ovelha e age como os bodes. Essa é a contar para vocês, professor. Um belo dia, a gente sabe que todos nós já estudamos o livro dos médiuns. A gente sabe que lá Kardec explica como se constitui uma uma sociedade espírita com espíritos afins voltados pro mesmo ideal. Então eu fui para, claro que isso é seguido a risca em todos os ambientes e eu fui para uma reunião de diretoria de uma casa espírita, onde havia uma proposta, uma proposta sobre um trabalho, trabalho que em em face ali era o trabalho de caridade da casa. E alguém propõe uma mudança, olha, eu acredito

diretoria de uma casa espírita, onde havia uma proposta, uma proposta sobre um trabalho, trabalho que em em face ali era o trabalho de caridade da casa. E alguém propõe uma mudança, olha, eu acredito que o trabalho deva ser feito diferente, porque dessa forma a gente tá beneficiando parcialmente. A gente pode ampliar a maneira de assistência com os mesmos recursos, mas trazendo um pouco mais de evangelho, trazendo um pouco mais eh de assistência a principalmente, né, a as necessidades, tá um pouco mais próximo. E aí então abriu pra votação e o pessoal começou a votar, outros diretores. E eu fiquei assustado porque eu falei assim: "Se me chamassem para votar em um setor da casa que eu não tenho conhecimento, ou seja, eu nunca estive no trabalho, como era o caso de de alguns diretores que estavam votando, eu me calaria falar: "Olha, eu não tenho autoridade, vocês eu me abstenho do voto e então eu acho que quem tá envolvido deveria definir se não traz nenhum nenhum prejuízo, nemum honeração, etc, etc. E as pessoas quiseram, algumas pessoas, pelo fato de ter que votar, levaram o voto sem conhecer. Esse capítulo tá falando sobre isso. Se foge a sua autoridade, não esteja na decisão, na condição de quem opina. Exato. É exatamente o que ele tá dizendo aqui de de fizer com malícia para não ouvir o sacerdote. É irresponsabilidade assumir ou determinar ou decidir alguma coisa para alguém que você não conhece o que é que você está decidindo para aquela pessoa, se ela é capacitada, se está apta, se é ou não é. Abster-se nesse caso é racional. Aí você tem eleição na casa espírita, professor. Eleição ganhou o partido oposto. Como já estamos contra Kardec, não existe partido oposto, não existe oposição, porque são todos no mesmo ideal. Já tá errada, já tá com já tá antidoutrinária, vamos assim dizer. você já tá distante da essência e da proposta inicial da casa espírita. Aí você fala, aí as pessoas brigam e ficam de cara feia. Eu não tô dizendo isso apenas nisso, mas isso serve pro lar, isso serve paraa decisão.

ante da essência e da proposta inicial da casa espírita. Aí você fala, aí as pessoas brigam e ficam de cara feia. Eu não tô dizendo isso apenas nisso, mas isso serve pro lar, isso serve paraa decisão. Quero falar. Fala, eu quero. Eu sabia que você ia falar. Eu tava te provocando para você falar. Livro Bagavad Guita Krishna. 5200 anos. Bagavadita Krishna, 5200 anos. Eu vou ler um trecho paraa nossa reflexão. Capítulo 2, item 42. Guardem este número porque será muito útil, diz Cristina. Número cabalístico, como todos os outros. 42 é cabalístico, que é o número de de letras do primeiro versículo, é o número de estações do Egito até chegar no destino. É 6 x 7, é 14 x 3, é um monte de coisa. Mas vamos lá. O o versículo aqui da do Bagavadita diz o seguinte: "Vejam isso aqui tem 5.000 anos. Vej se tem alguma aderência com que vocês estão aí comentando. Muitos há que saciando-se com as letras das Sagradas Escrituras e das doutrinas e não podendo perceber o seu verdadeiro sentido interior, acham grande deleite em controvérsias técnicas. a respeito do texto, em definições monstruosas e interpretações absurdas. O cara lê o texto religioso e ao invés de se apropriar da sabedoria que o texto tem, o cara vai para discutir o externo, debater controvérsias, se satisfazer na divergência, como se isso fosse o propósito da Escritura Sagrada. 5000 anos esse texto. E nós estamos falando neste momento de coisas assemelhadas em que nós estamos nos apropriando de conhecimentos espirituais e estamos nos comportando como se nós não soubéssemos o que estamos estudando e nos colocamos muitas vezes uns contra os outros. atualizadíssimo texto, sem falar que muitas vezes a discussão está girando em um texto mal traduzido do do original. Mal traduzido. É verdade. Exatamente. Agora que que válido, né? Que importante e que válido. Nós deveríamos levar um pouquinho, pelo menos aos dirigentes, a quem tá envolvido, um pouquinho disso paraas nossas vidas, pra gente, quem sabe pacificar um pouco mais, porque o

portante e que válido. Nós deveríamos levar um pouquinho, pelo menos aos dirigentes, a quem tá envolvido, um pouquinho disso paraas nossas vidas, pra gente, quem sabe pacificar um pouco mais, porque o nosso coração é belicoso, sabe? Eh, eu ouvi de um de um amigo do Gláuscio, ele falou que certa feita eh eles perguntaram ao Chico, ah, Chico, se aquele negócio de reencarnação, ah, seria Paulo reencarnação de fulano e etc. E eu e o a fala do Chico, 2000 anos seria pouco tempo para pacificar um coração de um espírito como de Paulo. Provavelmente um degredado de capelas envolvido em muitos, muita belicosidade. O nosso coração, olha a história do nosso planeta, é belicoso. Ele é belicoso ainda. Então, às vezes, eu não consigo ainda, sou hipócrita, tô falando isso com muita hipocrisia. A, às vezes recuar um pouco diante desses momentos é muito válido para que a gente perpetue assim a união do grupo, a gente possa est ali unido no mesmo propósito e reduzindo os nossos personalismos. Porque aqui quando tá sendo colocado isso é uma referência à direção, eh, a condução, como disse o Ela, de quem tá quem sabe um pouquinho mais preparado, como disse o professor Celestino. Eh, dá para tirar bastante coisa desse trechinho, né? Muito bom, muito rico, mas rico mesmo. Tem um texto na sequência aí muito interessante sobre a implant que essa malícia, qual é? Essa é doante. Pode falar, pode seguir. Não, ô Jorge, eu não vi o que você falou, querido. Não pode seguir, professor. Maria Teresa passou aí atrás, viu? Não, porque aqui foi Maria Teresa eh é completa, ela é discreta e fora de hora. Professor, mas aqui ele tá falando do homem que o fizer com malícia, ele morrerá e assim você eliminará o mal de Israel. Olha como uma uma ideia contrária à fomentação de um ponto de vista destruidor que desune. Isso é muito é muito importante, não é? Agora eu vou eu vou voltar à colocação do de J que tá atualizadíssimo. Nós estamos 5000 anos depois e a gente ainda encontra numa doutrina como é o espiritismo,

Isso é muito é muito importante, não é? Agora eu vou eu vou voltar à colocação do de J que tá atualizadíssimo. Nós estamos 5000 anos depois e a gente ainda encontra numa doutrina como é o espiritismo, disensão, desentendimento. pessoas que, pelo seu ponto de vista pessoal não faz nenhuma cerimônia em dividir. E o quem conhece o espiritismo não é para dividir absolutamente nada. é uma doutrina de somar sempre, nunca dividir. Então, exatamente a a preocupação de Jesus é é sobre esse versículo 12 do Deuteronómio. Eu gostaria de fazer uma observação importante que o Robson Bim, o buchechudo mais bochechudo de Atlanta, acaba de entrar. Um abraço. Bim. Que legal. É, professor. Muito bem observado. Agora continua o assunto. Ela é queria puxar a parte do rei porque nos versículos seguintes ele fala o seguinte, do 14 ao 20. É, quando vocês chegarem na terra que o Senhor, vosso Deus vos dará, vocês vão querer colocar no povo de vocês um rei. E isso é muito curioso, porque quando eles chegam nesse lugar, não lhes é dado um rei. Eles vão viver um período só de juízes. Não tem rei em Israel. Mas chega um momento que o povo insiste tanto que quer um rei que o Senhor diz: "Eu não queria dar um rei para vocês, mas vocês querem um rei dar o que vocês querem. Mas eu não lhes daria um rei, eu continuaria com juízes." Mas beleza, tudo bem. Então, nesse trecho aqui, ele vai dizer o seguinte: "Quando vocês chegarem lá, vocês vão querer ter um rei". E nessa hora há alguns pontos que a Torá destaca do comportamento do rei que os reis não seguiram. Ele já coloca aqui o que é que o rei tem que fazer. Essas hã balizas para o comportamento do rei não foram seguidas. Os reis que Israel teve, os mais poderosos e maravilhosos e cuuosos que a gente possa falar, não seguiram também. São ordenações que não foram observadas. Olha só o que diz o texto. O texto diz assim: "Ah, quando entrares na terra que o que te dá o Senhor, teu Deus e a possuíres e nela habitares e disseres, não é que Deus vai dar?"

não foram observadas. Olha só o que diz o texto. O texto diz assim: "Ah, quando entrares na terra que o que te dá o Senhor, teu Deus e a possuíres e nela habitares e disseres, não é que Deus vai dar?" São eles que vão dizer: "Porei sobre mim um rei. Não é que o Senhor vai dar, mas eu eu porei sobre mim um rei, assim como tem todas as nações que estão em redor de mim. Porque as nações no entorno de Israel tinham reis e Israel não tinha rei, o que era uma coisa muito desconfortável. Eles queriam ter um rei. Então ele diz assim: "Vocês quando chegar, é profética essa fala, vocês quando chegarem na terra, vocês vão dizer que querem colocar um rei sobre vocês." Beleza? Vocês vão colocar, então eu vou dar algumas dicas. Regra número um. Porás certamente sobre ti como rei, aquele que escolher o Senhor, teu Deus, aquele que Deus vai escolher dentre os teus irmãos, orás rei sobre ti, mas não poderás pôr homem estranho sobre ti que não seja de teus irmãos. Então, não era não era eh estabelecido na visão de Deus que nós fôssemos constituir um de um rei em Israel que fosse estrangeiro. Ah, pega um cara lá de Gaza e ele vai ser o rei. Pega um filisteu para ser o rei de Israel. Pega um egípcio para ser um rei de Israel. Não, não pode ser um estrangeiro. E aí eu lembraria aqui, professor Severino Celestino, que quando nós temos o reino do norte e ali nós vamos ter Jezabel, Geroboão como rei, né? Jeroboão, Jeroboão como rei. Rei e Jezabel como rainha, ela veio da Fenícia. E, e, e assim, mas por que que não pode ser uma pessoa de fora, cara? que Jezabel fez, aprontou, importando a cultura do povo judeu, foi um negócio absurdo. Ela veio da Fenícia, trouxe uma série de crenças religiosas profundamente distintas das crenças de Israel e entortou o reino do norte todo. O reino vai viver um período de profundo afastamento das relações com Deus pela presença de Zorobabel, que é um Jezebel, de Jezebel, que é fenícia e adoradora de Baal. Aí nós temos aí eh outras expressões de de reis que

m período de profundo afastamento das relações com Deus pela presença de Zorobabel, que é um Jezebel, de Jezebel, que é fenícia e adoradora de Baal. Aí nós temos aí eh outras expressões de de reis que também não pertenceram. Então, é necessário que quando você fizer um rei, que você retire do de dentro do povo quem será aquele que vai exercer o mando dentro dele, né? Então, aí nós estamos vendo a primeira orientação. Tem várias depois, mas aqui já tem uma que não foi seguida. Seguindo o texto, só para poder eu deixar vocês comentarem. manda abasa. O segunda parte do texto diz, eh, ele não multiplicará para si cavalos. Cavalo não se de riqueza. Não multiplicar para si cavalos, nem fará o voltar o povo ao Egito para multiplicar cavalos. Ou seja, ele não volta para trás, ele não abandona as regras daquilo que foi estabelecido para Israel. Nós vamos ter reis em Israel que vão fazer alianças com outros povos, não exatamente o Egito, mas trazendo a cultura de outros lugares para se mesclar com a cultura eh judaica. Então aqui não não fará isso porque não voltareis por esse caminho. E aí vem o 17. tampouco para se multiplicará mulheres. Qual deles não teve comcubinas, não teve tantas esposas? E aí ele explica porquê. Tão pouco para si multiplicará mulheres para que o seu coração não se desvie. Então ele não pode ter muitas mulheres para que ele não desvie o seu olhar do foco que ele tem que ter. E selando tudo isso, ele diz: "Nem prata e nem ouro multiplicará para si". Ou seja, não buscará os prazeres da terra, a riqueza da prata, a riqueza do ouro, a busca dos prazeres da sensualidade com múltiplas esposas, muitos cavalos. Se quiseres ter um rei, que ele seja simples, que ele não se perca do roteiro. Porque eh Moisés não teve muitos cavalos, Moisés não teve muitas esposas, Moisés não quis voltar para o Egito. Então é esse o perfil da liderança que se esperava para o rei, para o rei de Israel. E isso não aconteceu quando os reis aconteceram dentro do povo. Muito bem. Quer mandar abrazo? Manda abraço,

Egito. Então é esse o perfil da liderança que se esperava para o rei, para o rei de Israel. E isso não aconteceu quando os reis aconteceram dentro do povo. Muito bem. Quer mandar abrazo? Manda abraço, professor. Não, eu vou fazer um breve comentário, depois você fecha ou com certeza você deve ter muita coisa boa para acrescentar. Mas aqui a primeira coisa que a gente leva, pode levar em consideração também é porque não tinha eh não estava no projeto o povo de Israel ter rei, tá certo? Não é a primeira coisa que é colocada, mas Deus já sabia que o povo ia querer, porque senão ele não teria deixado as recomendações. Isso é o é a primeira coisa. A questão é profeta, não poderás sobre ti, como você tá dizendo a ti, um homem estranho, um homem estranho. Aí você fala de Jeroboão lá no reio do Sul com Jezabel. Essa essa essa questão de Jezabel foi tão forte que se você pegar a carta, a carta que João recebe de Jesus sobre a comunidade de Tiatira, ele fala em Jezabel lá no Apocalipse foi muito marcante. Exatamente. Ele fala quantos mil anos depois ele já como espírito ditando e falando para João, teu somado, Jorge. Abrir aí para você fazer as suas observações também. E aí ele diz que Jezabel desviaria ou desviou os seguidores da comunidade de Tiatira, fazendo eh promovendo promiscuidade aos seguidores de Jesus, bem como comendo carne de de ídolos, tá certo? emolados, que era proibido para eles, e levando os seguidores da comunidade de Tiatira a promiscuidade, dizendo que não tinha nada de anormal e e é e é chamada inclusive de prostituta. Então você observe como essa questão de estrangeiro Jesus utilizava já em espírito no mundo espiritual revesando e reificando aqui o o versículo 15 do Deuteronômio 17. Ó, eu queria fazer um comentário. Pode fazer. Existe uma palavra que a gente usa em português e nem tem noção de como é que esse negócio surgiu quando fala assim: "Ah, porque fulano foi defenestrado, né? Ah, f defenestrado, foi retirado, né? Ah, foi foi defenestrado, foi retirado." Esse

tuguês e nem tem noção de como é que esse negócio surgiu quando fala assim: "Ah, porque fulano foi defenestrado, né? Ah, f defenestrado, foi retirado, né? Ah, foi foi defenestrado, foi retirado." Esse termo surge com Jezabel. Que que aconteceu com ela? Quando ocorre uma revolta, ela se esconde na torre e a revolta está acontecendo lá embaixo e ela fica lá de cima fazendo pouco dos que dos revoltosos. E é quando então os revoltos conseguem convencer os servos a jogarem ela da janela. Então fenestra é janela. Defenestrar é jogada a janela. É porque nessa italiana é é é janela, né? É o que ela foi jogada na janela da torre lá de cima. É que no francês chama fenetre. É mais ou menos, né? É melhor. Ah, é lefenetre a janela. Então ela foi defenestrê, ela foi defenestrada, foi jogada. Jogaram ela lá de cima da torre pelo pela janelinha da torre. Os servos pegaram e jogaram a rainha lá em cima. Ela veio se batendo pela torre. O seu sangue foi espalhando pela parede da torre até embaixo. Quando ela caiu no chão toda quebrada, os cães ainda comeram parte do corpo dela. Foi um negócio coisa de Deus. Ó, o que eu tenho a dizer aqui? Quando a gente vê alguém, quando eu olho, por exemplo, vou dar um exemplo, eh, quando eu olho o professor morando naquele mar belo de João Pessoa, com água de coco na porta da sua casa e aquela aquele ambiente fantástico, a gente fala assim: "Nossa, é a vida de um rei. Eu queria ter a vida de um rei. Agora, eh, muitos de nós já encontramos muitas rainhas e reis reencarnados. E eu tenho pena quando eu encontro alguém dessa forma, porque quando a gente olha, vou sair um minuto, tá bom? Quando a gente olha a vida dos reis no passado da nossa humanidade, eh, eu não encontro grandes referências. Grandes referências. São raríssimas as exceções daqueles que carregaram intelectualismo e moralidade. Mas a gente fala assim: "Ah, professor, que vida o senhor quer?" Eu quero a vida de um rei. Poucos dizem que querem a vida de um servo. E no sentido de vida de

carregaram intelectualismo e moralidade. Mas a gente fala assim: "Ah, professor, que vida o senhor quer?" Eu quero a vida de um rei. Poucos dizem que querem a vida de um servo. E no sentido de vida de rei, de abundância econômica, de eh pessoas nos servindo lá, fazendo, abanando de todas as condições em relação à sexualidade. E aqui o que tá sendo trazido, como disse o Ela, é muito diferente disso. Aquele que governa deve obter o controle do seu desejo sobre a matéria, do seu desejo sobre as paixões. E vai dizer mais que esse rei tem obrigação. É um mandamento que o rei tenha que copiar, escrever a Torá duas vezes e uma dessas, uma dessas cópias ficam com ele, a outra ele entrega aos sacerdotes para serem conferidas se foram feitas de maneira adequada. E além disso, o rei tem o dever de ler todos os dias, todos os dias trechos da Torá. E ele deve ter reverência a Deus. Provavelmente tá escrito aí, temor a Deus. E ele não pode ser arrogante. Ele não pode ser simplesmente o que dá a última palavra. Ele tem que ser o que exemplifica e que arrasta pela força moral e não pela sua condição, vamos assim dizer, eh, de dominante, de subjulgador. Ele não pode desviar de nenhum dos mandamentos. Ele não pode ir nem paraa direita, nem pra esquerda. E ele então deve por longo tempo governar sobre os filhos de Israel. Aqui tem muita coisa interessante, porque primeiro ponto, o que ele tá falando, o rei, quem está em qualquer tipo de direção, quem está à frente de qualquer movimento, deve ser o primeiro a colocar a mão na massa, a estudar, a buscar compreensão, a controlar as suas paixões, a ter o controle sobre si. Agora, quando a gente vai lá pro primeiro capítulo do Sefertânia da Racidut, da Cabalá, explicada, como ele vai trazer uma parábola de grande conhecimento, vai falar: "O corpo do homem, o o nosso corpo é um ambiente de disputa de dois reis, um intelecto, outro emotividade." Parece que ele leu pensamento e vida antes de escrever. E essa disputa entre esses dois reis deve se dar a partir dos

sso corpo é um ambiente de disputa de dois reis, um intelecto, outro emotividade." Parece que ele leu pensamento e vida antes de escrever. E essa disputa entre esses dois reis deve se dar a partir dos esforços de dominar as suas paixões. Então a emotividade ela aqui no texto do Sefertânia, do livro de Tânia, tá muito conectada essa emotividade. Que que significa dizer? que o rei para dominar a si, ou seja, você para dominar a sua vida, você precisa de controle sobre as suas paixões. Dedicação, dedicação para a o estudo, o aprendizado, oferecimento desses elementos todos em favor do próximo, amor, instrução e disciplina. Se nós pudéssemos colocar em outras palavras e isso. Oi, meu amigo. O Paulo Itar tá dizendo que esse reinado poucos aceitariam. Se for colocar desse jeito, ninguém quer, porque tá muito rigoroso. Tá muito rigoroso. E é sobre isso, porque ele tá dizendo sobre primeiro você governar o seu espírito dentro de um corpo de carne. Isso é um desafio gigantesco. Ou a frase o mal que eu não quero eu faço. O bem que eu quero ou não faço, é de alguém pouco esforçado paraa constituição dos valores evangélicos, é de Paulo. Então, o que tá sendo oferecido aqui é primeiro tem autoridade moral, depois a condução será natural, será a partir da sua autoridade moral. Eu achei muito, eu achei bem bonito isso, né? Eu achei interessante aí a parte do texto em que ele recomenda o estudo para o rei. De que maneira? Vai fazer uma cópia dos textos? Duas. É para que ele aprenda, né? Porque assim, eh, não sei se alguém já tentou aprender matemática lendo. É uma coisa maravilhosa. Você pega, você pega o livro de matemática, aí você vai lendo, tá? E aplica a fórmula aqui, divide. Mas beleza, já entendi, já entendi. Eu já li, já entendi. Experimente estudar matemática lendo para ver a beleza que vai ser o resultado. Não tem jeito. Até mais você tem que pegar o problema, botar aqui e resolver, sentir a dificuldade, lembrar da fórmula, aplicar, fazer conta, jogo de sinal. Então, querer aprender apenas

o resultado. Não tem jeito. Até mais você tem que pegar o problema, botar aqui e resolver, sentir a dificuldade, lembrar da fórmula, aplicar, fazer conta, jogo de sinal. Então, querer aprender apenas passando o olho no texto não aprende. Que que ele sugere? que o sujeito pegue o texto e faça as duas cópias para que ele se aproprie de cada pedacinho que o texto tem e que ele leia diariamente. Ele tem que fazer um estudo diário desse material, né? Ele lerá todos os dias de sua vida para que aprenda a temer ao Senhor seu Deus e para guardar todas as palavras dessa lei, seus estatutos para cumpri-lo. Olha como é interessante isso. mostra de maneira muito clara que eh o o processo, na verdade era uma estrutura teocrática, porque Deus era, perdão, o rei, ele era rei, mas ele estava sujeito a um processo de o o Paulo tá falando que é um esde no Velho Testamento. É um do Velho Testamento. Você vai pegar o texto e vai copiar. Porque igual cidade, para você aprender a andar numa cidade tem que andar a pé. Se você andar de carro, você não aprende. É andando a pé que você vai dominando sequência de rua, o que que tem em cada lugar. É a pé que a gente domina. Então assim também é quando a gente vai fazendo as os estudos diários dos conteúdos. é que a gente vai se apropriar disso e o rei tem que ser sujeito a essa lei. Não tem essa de rei que quer eh reger a o povo divorciado daquilo que está apresentado nos estatutos divinos. Muito, muito, muito, muito interessante. Fantástico. Aí você chega assim pra pessoa e fala assim, ela ah, a gente vai fazer um estudo. Qual? Vou usar o o estudo sistematizado do Paulo. É, vamos começar o tom um. Ah, eu já fiz. O rei tem que estudar todos os dias. Se você quiser governar, você precisa de estudar todos os dias. Livro dos espíritos. Ah, eu já li, eu já já estudei. Você precisa de estudar todos os dias em primeiro ponto. Em primeiro ponto. Todos os dias. Você vai ter que copiar, não duas vezes. Duas vezes. E você vai precisar de aplicar isso na sua vida.

studei. Você precisa de estudar todos os dias em primeiro ponto. Em primeiro ponto. Todos os dias. Você vai ter que copiar, não duas vezes. Duas vezes. E você vai precisar de aplicar isso na sua vida. É, é o que, o Paulo tá dizendo. Eu entregaria a coroa. Sabe por que nós entregaríamos? Porque o modelo de rei que alcança isso que a Torá tá dizendo vestiu uma coroa de espinhos. E nós não estamos tão dispostos aos sacrifícios porque rei em hebraico é o ungido. Os reis eram ungidos. Todos foram, né? Todos. Messias é o ungido, é o rei que contempla essa condição toda. É, se você não precisa se você preferir pode ser guia e modelo, pode ser desse jeito também. Você pode entender como guia modelo, ou seja, essa instrução é paraa nossa vida. Exato. Eu queria fazer algumas observações aqui dentro do que vocês colocaram, que o rei tinha que ler, estudar todos os dias. Ele não dá para entender. A primeira coisa que tem aqui dito é que não multiplicarei os cavalos, nem vará o povo voltar ao Egito para multiplicar cavalo. Por quê? Porque os cavalos não existiam em Israel. Tinha tinha que voltar ao Egito para poder adquirir cavalos. Ah, seria uma retro, seria retroagir a escravidão por um desejo material. Com relação às mulheres, não dá para entender que se Salomão copiou isso como ele teve 1000 mulheres. É outra colocação que a gente tem que fazer aqui, né? Ele não via, ele pulou esse, não sei. Ele tinha muitos cavalos também. É. E era muito rico, versículo e era muito rico. Agora vamos pegar o que o que Alo tá dizendo aí com relação ao rei que era ungido, o Maia, que usou uma coroa de espinho. E vamos ver um pouco da história dele. Ele na sua meditação diante de Jericó, ele ouve a voz de um adversário que diz assim: "Eu te darei todos os reinos do mundo, se prostrados me adorares." Ele em Jerusalém, ele foi chamado a julgar adúltera segundo a lei material. E ele julgou segundo a lei espiritual. Sabe por quê? Porque lá em João 18, quando ele vai dialogar com Pilatos, que ele pergunta: "Tu é rei?"

ele foi chamado a julgar adúltera segundo a lei material. E ele julgou segundo a lei espiritual. Sabe por quê? Porque lá em João 18, quando ele vai dialogar com Pilatos, que ele pergunta: "Tu é rei?" Sim, sou rei, mas meu reino não é deste mundo. Então, o que ele está querendo para nós aqui, gente, é que a gente nessa briga que Álvaro falou aí dos dois reis que dois reis que existem em nós, aquele que que é material e é como a música de de Gonzaguinho, um lado carente dizendo que sim, essa vida da gente dizendo que não. Há uma luta entre o bem e o mal dentro de nós que Chico Xavier dizia certa ocasião em em diálogo com aquelas senhoras que vieram de São Paulo conversando com ele, falando de violência, falando de de que o mundo tava perdido, ninguém saía mais de casa, eu morro de medo, eu não ando mais sozinha. Cada uma dissesse uma justificativa para não ter paz por onde caminhava, pela violência. E alguém cai na na na na observação, diz assim: "Mas o Chico não tem medo de nada. Você tem medo de alguma coisa, Chico?" Savorou outro a perguntar. Aí a outra já respondeu: "Não, Chico não tem medo de nada." E Chico respondeu: "Tenho medo sim, minha irmã, de um monstro que mora dentro de mim chamado Chico Xavier, de eu não poder dominá-lo". Então, é esse que a é esse monstro que a gente tem que aprisionar o nosso ID na classificação da psicologia, da da psiquiatria, etc. Para que a gente possa dizer: "Meu reino não é desse mundo." Porque a gente aprende com a doutrina espírita, que é a única verdadeira vida é a espiritual. Estamos aqui de passagem. Se a gente abraçar o material, a gente não vai chegar a lugar nenhum. Não é que sejamos indiferentes ao material. A gente precisa de de roupa, de condições de vida, de moradia, de condições normais, sem como Jesus ensinou ser escravo do dinheiro. Porque ele podia ter todos os reinos do mundo. Ele podia ser o maior rei do mundo, mas ele negou tudo isso porque o reino dele é um reino espiritual. E exatamente baseado nisso aqui. Ele não, Jesus não andou de

podia ter todos os reinos do mundo. Ele podia ser o maior rei do mundo, mas ele negou tudo isso porque o reino dele é um reino espiritual. E exatamente baseado nisso aqui. Ele não, Jesus não andou de cavalo, andou de jumento. Entrou em Jerusalém montado no no burricinha. Filho do jumento, não é? Segundo ridícula, segundo Zacarias 9, porque ninguém podia chamá-lo de conquistador. Um conquistador entra com um cavalo poçante, com a espada na mão e não montado no jumento, com a jumentinha junto na com um símbolo de paz. Então essa pena vai puxada para cima. Exatamente. Exatamente. É bem típico do pacifista, né? Daquele que é pacífico, que não vem destruir ninguém, nem agredir ninguém, porque o jumento é lento, é preguiçoso, é pequeno, não tem porte e nada mais. É o símbolo da humildade, porque realmente trazia um reino espiritual. Por isso que as pessoas gritaram Xiana, salva-nos, por favor. Eu eu não sei vocês, mas eu acho que a gente deveria perguntar se o nosso querido Adriano Mas eu queria contar mais um mais um negocinho só antes, porque tudo isso é muito bom. Mas por que que o povo que tem o o, vamos assim dizer, o criador do universo, a consciência cósmica de Deus tá querendo um cabra de carne e osso, como diz lá na terra do professor Celestino, para que que o povo quer esse cabra de carne e osso? Aí eu vou perguntar, por que que nós criamos ídolos? Por que que nós adoramos os portadores da mensagem e não adoramos a mensagem em si? Por que que a gente cria movimentos de idolatria em torno de médiuns, palestrantes? Por que que nós criamos idolatria em torno de govern de governantes? Por que que a gente se desentende em função de todas essas razões? Por que que a gente vive dessa forma? Porque a nossa visão ainda é muito estreita. Porque o dia que eu olhar pro Elahá, pro professor Celestino, e eu deixar de enxergar dois amigos queridos e enxergar a salvação em persona e eu acatar aquilo sem racionalismo, é porque talvez eu me perdi no mesmo ambiente, na mesma condição. Rei Salomão, ele é uma grande

r de enxergar dois amigos queridos e enxergar a salvação em persona e eu acatar aquilo sem racionalismo, é porque talvez eu me perdi no mesmo ambiente, na mesma condição. Rei Salomão, ele é uma grande contradição, porque ele em muitos desses aspectos materiais, ele não cumpriu o que a Torá diz, mas por sua vez nós nos colocamos aqui como rei Salomão, tendo uma grandiosidade espiritual e querendo dizer assim para nós, não é da mesma forma que Daniel se tornou governador de 1/3 da Babilônia. Não é sobre a matéria, não é sobre o quanto de matéria você tem ao seu dispor, não é sobre esses elementos, é sobre como você controla o íntimo do seu espírito. Rei Salomão, na sua essência, ele descumpriu muitas mulheres, muitos cavalos, muita riqueza, mas no seu interior ele deixa mensagens extremamente importantes, como cântico dos cânticos, eclesiastes e assim por diante. acima disso, um exemplo de pacificação e uma conduta de construção de um templo, porque ele havia paz em seu coração. Então, não é sobre o exterior, não é sobre quantos quantos números tem o salário ou a conta do Jorge Elará, é como ele lida com o desprendimento no dia a dia. Porque tem gente que tem pouca matéria e é muito apegada. E tem gente que governa impérios, administra grandes ah fortunas ou movimentos, empresas e etc. E na sua condição é a vamos assim dizer e um de exatamente. Por sua vez, existem aqueles síndrome do micropoder de Foucault. Existem aqueles que diante da do micropoder, isso não acontece com síndico, não acontece com dirigente de casa espírita, não acontece com quem tem o carro maior no trânsito, isso não acontece com quem tem qualquer tipo de autoridade. Na síndrome de micropoder, muitas vezes a pessoa revela a sua essência porque ela ainda não tem dominação, ainda quer a condição do mandar, do ser o a última palavra e assim por diante. Eu digo tudo isso por mim. Tudo isso que eu tô dizendo não é sobre os outros, é sobre mim, é sobre as minhas dificuldades humanas. Então, dentro dessa síndrome do micropoder

alavra e assim por diante. Eu digo tudo isso por mim. Tudo isso que eu tô dizendo não é sobre os outros, é sobre mim, é sobre as minhas dificuldades humanas. Então, dentro dessa síndrome do micropoder aqui, o rei é um servidor. Às vezes com pequenos cargos, nós nos tornamos autoritários. Então é sobre tudo isso que tá falando, sobre realidade algo que se encontra na essência do espírito e não nas exterioridades. Então a figura de rei Salomão emblemática, ela traz esses elementos importantes. Certo, meus amigos? Será que já temos que chamar o nosso querido? Eu acho que ele tá dormindo, Adriano, com essa essa conversa da gente. Ele pegou no sono. Acho que ele já foi. Ah, não. Tá de for de forma alguma. Ele colocou. Como é que tá sua, sua câra? Passou? Não, não totalmente. Eu tô aqui com a perna esticada nesse momento. É porque é porque Paulo disse que a gente tem que fechar esse pronto socorro. Aí a gente tem que ver aí antes de encerrar. Foi, não foi Paulo disse que a conversa da gente tava mais para pronto socorro. É Paulo conversa geriátrica, sabe? Aí um disse: "Ah, eu tô com problema na coluna e eu que tô com problema". Mas é assim, eh, Adriana, tem alguma pergunta? Tem alguma? Tem algumas perguntas, mas antes antes vamos deixar registrado que a gente encerrou o capítulo 17, não foi isso? É, encerramos o 17. Semana que vem, se Deus permitir, na próxima próxima 18 começaremos o capítulo 18, né? É isso. Muito bem. Vem, Paulo, vem aí, Aleando. Inclusive, só para já o pessoal já anotar aí, né? Já inserir na agenda eletrônica, dia 17 de junho, próximo programa, tá bom? Dia 17 de junho. Vamos lá. Vamos com essa aqui, ó. Maria Oliveira, professora Ela, tome juízo. Lembre-se que Kardec exagerou e desencarnou. Você tem grande missão. Não exagere no trabalho. Não é uma pergunta, mas uma observação que é o aí. Aí, maldosamente eu coloquei aqui na É, mas tem vários tem tem vários vários pontos a corrigir aí, né? Tem vários pontos porque eh eu não tenho grande missão para fazer. Tem,

ma observação que é o aí. Aí, maldosamente eu coloquei aqui na É, mas tem vários tem tem vários vários pontos a corrigir aí, né? Tem vários pontos porque eh eu não tenho grande missão para fazer. Tem, tem, senhor. E ela e eu vou fazer igual ela. Puxa sua orelha se você exagerar também. Tenha cuidado. Concordo. Concordo. Concordo, professor. É, mas foi foi a meu velho pai dizia uma coisa. Viu? Ela, meu pai, velho pai, tinha umas profecias de interior, mas que era uma coisa, uma semanalfabeta, ele dizia: "Soldado doente não serve a pátria". Então você tá doente, recolha, tire sua farda, vá paraa enfermaria, fique bom e depois você volta. Porque as pessoas e a doutrina precisa de você com saúde. Ninguém exige que você trabalhe doente. Não é positivo, não é justo. Eu quando eu não estou bem, eu me entrego, vou me refazer para poder voltar à tarefa. Porque nem Jesus quer, nem que eu, você ou Álvaro, qualquer um trabalho doente. Será? Todas as vezes bem, se você se você assim o quer, trabalhe agora. Eu quando me estou me sentindo bem, lamento, eu vou me refazer, gente. Eh, Chico foi até o fim das suas forças, Kardec foi até o fim de suas forças, todos que foram até o limite de suas forças foram muito bem recebidos e compreenderam que o espírito é muito maior que a matéria. E o Evangelho Segundo o Espiritismo tem um capítulo sobre isso que é belíssimo, que é belíssimo. Eu ouço os espíritos dizer assim: "Vai até o limite de suas forças, até o limite de suas forças". Quando você tiver no limite, a gente te dá um pouco mais de força. Então, Fabiano de Cristo, eh, todos os grandes, Paulo, eh, todos os Rivaldo, Rivaldo até 9, mas eu não quero, eu não tô discordando do senhor, viu, professor? Eu não, eu não vou trabalhar doente. Eu quero viver 100 anos trabalhando. Sim, eu vou aí buscar o senhor, mas doente não vou trabalhar para ninguém, nem para Jesus, que ele não quer. Eu eu fui citado, eu tenho direito de resposta. A questão é a seguinte, eh, todas as vezes que eu viajo para

scar o senhor, mas doente não vou trabalhar para ninguém, nem para Jesus, que ele não quer. Eu eu fui citado, eu tenho direito de resposta. A questão é a seguinte, eh, todas as vezes que eu viajo para para Porto Velho, eu eu realmente adoeço todas as vezes, que é a situação que eh não é a mesma daqui de casa. Então, quando eu vou, quando eu volto, eu venho bem bem ruim. Às vezes eu venho mais, às vezes eu venho menos. E dessa vez eu eu adoeci, né? Mas eu tô bem atento, tô bem atento com relação a isso. Eu estou muito bem agora, não tô sentindo mais nada, mas eu passei três semanas bem ruim, gente, bem ruim, muita febre, sino muito mal, mas agora já tá tudo resolvido. Aí eu prometo a todos que vou prestar bastante atenção com relação a isso. É, Jorgito, olha, eu trabalhei com vocês aí uma terça-feira que eu não estava bem, mas eu não estava com febre. A febre é um sinal que deve ser muito respeitado. O corpo tá gritando contra alguma coisa, uma agressão forte. O seu hipotálo. Deixa eu falar um pouquinho de de o centro termorregulador do hipotálo. Tá dizendo para você, sua temperatura está acima do normal. Ele aquece exatamente para pedir um um antitérmico. Daí você toma um antitérmico, ele basta, você transpira, a febre vai embora e você vai trabalhar. Mas trabalhar com febre não é aconselhável, é sobrecarga, diminui a resistência do seu organismo e a temperatura alta coagula as proteínas. Por isso que a febre nunca pode chegar a 40º. Isso aí é fisiologia humana. Eu me lembro quando veio a pandemia, eu me calei. Hoje eu posso dizer porque já passou mesmo. Todo mundo falou: "Eu vou parar de trabalhar". Eu falei: "Eu vou continuar trabalhando e se eu morrer, eu quero morrer trabalhando." Hoje os espíritos me dizem: "Você acha que você tinha mérito para morrer trabalhando, fazendo a caridade? Você não tem mérito para isso. Por isso, se fosse um homem de bem, teria morrido. Eu acho que essas explicações são muito racionais, mas diferem muito dos grandes exemplos, inclusive do codificador. Tiveres

ão tem mérito para isso. Por isso, se fosse um homem de bem, teria morrido. Eu acho que essas explicações são muito racionais, mas diferem muito dos grandes exemplos, inclusive do codificador. Tiveres mérito, vá até o fim de sua vida. Eu lembro do exemplo de Fabiano de Cristo que tinha Elisipela e é descrito na sua biografia que ele se arrastava pelo convento de Santo Antônio. Ele se arrastava. Eu eu sei que para isso precisa de muito mérito. Socorro foi você tá falando, você tá falando aí de vultos elevados. Tá falando essa da geral comer tá falando do Tá certo? Então vai vai se tratar Elá. Olha olha só um vulto tiveres méritos. Tô falando de vulto, eu sou só um vulto, eu me chamo dependente da caridade espiritual. Esse é meu nome. Eu dependo da qualidade dos espíritos. Eu não tenho nenhum mérito para querer ser um Fabiano de Cristo, Divald Pereira Franco, Xavier, porque aí eu vou me chamar de obsediado. Tem nove perguntas. Vamos resumindo, gente. OK. Muito obrigado pelos cuidados. Agradeço o carinho de vocês. Prometo que vou me cuidar, tá bom? Mas eu quero dizer a vocês que eu já estou bem, não tô mais, Graças a Deus. E na toda a turma ali quer bem. E a e a gente aqui mais ainda, viu? Corre, parece que só eu que não é lá. Essa essa conversa essa história outra prateleira, viu? Essa conversa tá em outra prateleira. Eu como espírito zometeiro que sou, vamos voltei pra academia, né? Eh, eh, fui além dos meus limites e agora tô do jeito que eu tô aqui. Mas tudo bem. Vamos lá. Vamos lá. Ó, a Sueli tá perguntando aqui. Professor Severino, me esclareça, por favor. No estudo do Evangelho Rede Vivo, foi comentado que o senhor teria falado que no sermão do monte Jesus teria ido pregar na sinagoga, mas estando lá muito cheio. Aí ela continua aqui na outra mensagem. Eh, e por isso Jesus subiu ao monte. Onde está essa informação, Sueli? Eh, quando você vai estudar o que é uma sinagoga no judaísmo, você vai entender um pouco mais dessa sua dúvida. Não precisa nem de obras, basta a história. A sinagoga,

nde está essa informação, Sueli? Eh, quando você vai estudar o que é uma sinagoga no judaísmo, você vai entender um pouco mais dessa sua dúvida. Não precisa nem de obras, basta a história. A sinagoga, na época de Jesus já o templo existia, mas as sinagogas eram escolas que no sábado tinha os horários que cada um ia fazer seu ensino na sinagoga. Jesus começou em Cafarnaum, na sinagoga. Isso é público e notório. Qualquer guia que não tenha tanta cultura em Israel sabe disso, de tudo isso, porque conhece o judaísmo e conhece a história do povo hebreu e sua essência. A sinagoga de de de Cafarnaum era uma sinagoga imensa. Ainda hoje a as ruínas tem tem um primeiro andar, era muito grande e ali havam vários mestres da aula e Jesus tinha um horário. Isso no sábado que a a os estudos só podiam ser no sábado porque durante a semana as pessoas trabalhavam no Shabat. é que as pessoas iam paraa sinagoga fazer as suas orações. E quando Jesus não foi aceito na sinagoga de Nazaré, porque ele se lendo o profeta Isaías, ele disse que a o capítulo 60, o capítulo 61 se referia a ele, ele foi quase que execrado e aí ele criou foi desfenestrado. Exato. Ele não foi fenestrado, mas foi desmontanhado a outra montanha e jogaram ele lá de cima embaixo. As pessoas disse que não jogavam, tentaram, não jogaram, mas Jesus não tava preso ali da gravidade. Ele era se de tudo. Ele não era a hora dele. Ele saiu dali e foi embora caminhando numa boa. E aí como ele não conseguiu apoio, ele foi para Nazaré. Ele foi em Nazaré, sua terra, seu povo, onde ele se criou. Ele mudou-se para Cafarnaum, foi paraa casa de Pedro e aí ele nos sábados ele ia pregar na sinagoga. diz que quando ele pregou segunda semana já não cabia lugar para ele. Porque Mateus diz lá no capítulo 4 versículo 25, multidões o seguia da Galileia, da Judeia, da Samaria, de Além Jordão, de Decápolis, de todas aquelas regiões, que a fama dele cresceu muito. Jesus trouxe uma mensagem diferenciada. E quando ele chega no sábado, essa é uma história que qualquer

a Samaria, de Além Jordão, de Decápolis, de todas aquelas regiões, que a fama dele cresceu muito. Jesus trouxe uma mensagem diferenciada. E quando ele chega no sábado, essa é uma história que qualquer guia em Israel conhece, viu? Suel não precisa de livro para ter isso. Quando ele chegou, tinha tanta gente esperando por ele que ele observou aquele aquele aqueles corações aflitos pela opressão romana. Povo esperando que viesse um auxílio do exterior. Achava todas as esperanças foram depositad em Jesus. E como a sinagoga não fica longe do monte das beatitudes, estava dentro do limite que que o judeu pode se deslocar num dia de sábado, Jesus simplesmente marchou para o monte e todos lhe acompanharam. E Mateus narra isso muito bem no capítulo 5, vendo as multidões. Que multidões? Eu tava esperando ele para a aula dele na sinagoga, mas não tinha espaço. Aí ele sobe ao monte, senta como um bom rabino e começa assim o maior o maior sermão de todos os tempos. Isso é a história corriqueira, viu Sueli? Lá em Israel, quem quem passar naquela região de Cafarna vai escutar essa história de qualquer guia. É uma história muito geral e muito comum. E tá o Álvaro aí para para me dizer e confirmar. Ele estou em estivar e ele sabe e mais especificamente hoje que não tem mais um templo, né? Naquela época já era assim. Imagine hoje que a sinagoga substituíram os templos. Muito bom. Próxima, ó. Vamos lá. A mulher hemorroíça também é o exemplo, não é? Quando Jesus pergunta quem me tocou? É aí foi dito na hora que a gente estava comentando do leproso e todas as pessoas que ele interagiu nesse momento, né? É porque ela, como tem uma hemorragia, ela discriminada também por causa da questão de dela ser impura, porque o sangue tá lá no levítico. Não é só a mulher que torna o homem impuro, não. O homem também se torna, torna as pessoas impuro nas suas na sua ejaculação, na sua, nas suas nos seus líquidos corporais que ele espele. Então, na aquela mulher especificamente, você pode observar no Evangelho que ela

torna, torna as pessoas impuro nas suas na sua ejaculação, na sua, nas suas nos seus líquidos corporais que ele espele. Então, na aquela mulher especificamente, você pode observar no Evangelho que ela diz assim: "Se eu tocar em uma das suas vestes ou nas nos filatérios do seu do seu chale ou do seu talite, eu só quero isso. Eu não quero, na cabeça dela, conhecia todo o problema, eu não quero tocá-lo no corpo para não torná-lo impuro." Essa era a preocupação dela. Então, por isso que Jesus sente sair alguma coisa dele, apenas ela tocando nas suas vestes. Aí é o mesmo caso ela aí depois ela foi se apresentar. Aliás, essa essa essa tema, eu acho que é o capítulo três item quatro de de de de de Shosen, que tem a história dessa mulher. É muito muito bonita. E e os autores ali, os escritores fizeram a situação bem parecida com aquilo, aquela cena que as mulheres viviam naquela época. Essas mulheres, no caso, ela que já tinha 12 anos de que aí tem mais alguma coisa no evangelho, porque ela tinha 12 anos e Jesus depois de curá-la, ele vai e ressuscita Talita, que também tinha 12 anos. 12 anos. É falava. Vale a gente observar que Jesus estava encarnado em um corpo como nós, mas as suas condições e a força e a capacidade espiritual, o espírito é incomparável de qualquer médium. Mas se nós tivéssemos observando a lição do ponto de vista eh de um médium de cura como Jesus o foi, a nós estaríamos observando alguém que quando é tocado dele sai virtude. Aí eu pergunto, ectoplasma mesmo, porque a liberação de ectoplasma tem um capítulo no livro dos médiuns que diz que ela pode ser espontânea ou a pode ser educada e o médium pode potencializar isso, mas ela é espontânea. Ou seja, houve necessidade de cura. O médium de cura, a revista espírita, vai dizer que o médium ele caminha liberando fluidos. Ele libera fluíos o dia todo. Capítulo 17 do livro Mecanismo da Mediunidade vai dizer que os médiuns de cura nascem com um guia, um espírito protetor muito mais próximo de igual elevação, para proteger

le libera fluíos o dia todo. Capítulo 17 do livro Mecanismo da Mediunidade vai dizer que os médiuns de cura nascem com um guia, um espírito protetor muito mais próximo de igual elevação, para proteger a esse espírito para para est em conta em contato com ele a todo instante, trazendo inspiração, trazendo discernimento, já que o risco, vai dizer André Luiz, de obsessão é muito grande. Eu estou dizendo caso de Jesus, talvez isso não sirva, mas quando ele toca, quando ele é tocado, aliás, e o que sai a virtude, é éoplasma no sentido mais benéfico, mais benfaz que pode existir na pureza de fluidos, espontaneamente agindo sobre o processo de cura. o que Kardec vai explicar na revista espírita e André Luiz vai trazer as contribuições. Passando aqui pro questionamento do Carlos Fontes. Outro dia eu ouvi o professor Severino dizer que Moisés representa a primeira revelação, Jesus a segunda e Elias a terceira. Elias esteve presente na codificação? Sim. Agora eu passo para vocês, gente. A a minha visão nem sempre coincide com a de outras pessoas, mas tudo que eu falo eu tenho eh, vamos dizer assim, respaldo naquilo que eu encontro no evangelho e na história. O próprio, o próprio Ela que está aí presente, Elará, não, desculpa, o Morderai, ele deixa uma uma mensagem, não apareça, ele deixa uma mensagem no Evangelho Segundo o Espiritismo, lá no primeiro capítulo, quando ele fala, esse primeiro capítulo traz Moisés, Elias ou desculpe, Moisés, Jesus e a doutrina. E quando ele encerra a mensagem dele com o título espírito israelita, ele diz que Moisés iniciou a obra, Jesus continuou e o Espiritismo arrematará, mostrando que as três revelações se completam, cada um a seu tempo, na sua forma compatível com a evolução de cada um. E onde é que Elias entra aí? Porque Elias, segundo a gente sabe, Jesus fala em Mateus, capítulo 11, versículo 7 a 14, que João Batista é o Elias que devia vir. Eli é um espírito comprometido com Jesus desde a criação do planeta que ele está presente. Eu não extrapolo as

fala em Mateus, capítulo 11, versículo 7 a 14, que João Batista é o Elias que devia vir. Eli é um espírito comprometido com Jesus desde a criação do planeta que ele está presente. Eu não extrapolo as encarnações de Elias, que eu não gosto muito de ir além daquilo que eu conheço, que é daquilo que Jesus falou, eu não posso ser contra. E tá e tá dito. Se Malaquias disse que Elias vinha, se Isaías 40 fala que ele é a voz que clama no deserto. João Batista é a voz que clama no deserto. E Jesus disse que João Batista o Elias que devia voltar. patente que o espírito é o mesmo. Só que lá no capítulo 17 de Mateus, quando Jesus desce do monte, depois da transfiguração, os discípulos, os três discípulos estavam com ele, perguntaram: "Senhor, por que dizem os escribas que Elias deverá vir primeiro?" E Jesus responde: "Elias virá para restabelecer todas as coisas". Quer dizer, parece segundo Jesus que tinha alguma missão para Elias ainda, que ele não tinha eh realizado nem como Elias, nem como João, tá certo? E como ele fala lá em João 16, que o Espírito da verdade viria relembrar todas as coisas que ele disse, ensinar coisas novas, eu vejo perfeitamente que Jesus na sua coordenação maior, ele escalou João Batista ou o próprio Elias, que é o mesmo espírito, para trabalhar com Kardecção. Então ele representa a terceira revelação. Tô assinando embaixo e digo simplesmente em parábola, o Elias vem para anunciar o Messias. Ele o Anavi, ele o Aguiladi, eliatespi e o Eleno e Maia Ben David. Então claramente ele vem pronunciar revelação isso, né? Jesus, Jesus assina embaixo, ele carimba, ele já veio. João Batista, Lucas começa o evangelho falando sobre isso. Ele virá com o poder e a força de Elias quando fala dia do nascimento de João Batista. Maria, Maria é questionada por Isabel, mas a senhora vem até mim? Você que tá com o Messias, o meu só vem anunciar. Só falta ela dizer assim, mas deve ter falado que não quiser escrever. Mas depois ele ele disse depois ele disse aí eu digo para nós, se o

em até mim? Você que tá com o Messias, o meu só vem anunciar. Só falta ela dizer assim, mas deve ter falado que não quiser escrever. Mas depois ele ele disse depois ele disse aí eu digo para nós, se o espiritismo é o Messias em espírito, é como diz João no seu evangelho, é tabernaculando, ou seja, Bethém entre nós. É o espírito do Messias entre nós. Quem anuncia o espírito do Messias? Elias, de qualquer forma, não tô ensinando nada, tô ensinando nada, mas eu só tô dizendo, o espírito de Elias é presente. A obra da redenção da humanidade é constituída por uma pleade de espíritos que nós chamamos de plade de espíritos da verdade. Uhum. Esses espíritos não abandonam a tarefa. Fala: "Não, não, pera aí, agora eu vou para Júpiter que lá a vida tá mais feliz". falam: "Não é sacrificante, vou ter que ficar, vai, não vou ter força, vou encarnar, vou até o fim, vou dar minha vida, vou ser mártir, não vou ser compreendido". Essa é a questão desses espíritos. E o Elias é esse espírito que anuncia o Messias de alguma forma, seja em espírito, seja encarnado, mas de alguma forma eu concordo, professor, em gênero, número e grau, sem querer ensinuar nada, mas deixando aberto todas as hipóteses, inclusive a de estarmos equivocados. Mas eu concordo com o senhor perfeitamente. Profeta Elias está Betorem, está entre nós anunciando o Messias. E Jesus disse que ele é mais que um profeta, o mensageiro de Deus. Ela fala com a gente, pode falar o contrário. Tá tudo bem. A gente se discorda fraternalmente. Não, eu tenho ouvido algumas algumas falas e e eu ouço e eu guardo na gaveta. Então, por exemplo, eu vejo muitas pessoas falarem que Kardec é Chico. Eu ouço e guardo. Ouço os argumentos que são a favor, ouço os argumentos que são contra e simplesmente não me envolvo nessas discussões. Assim como também eu ouço discussões de pessoas que eh levantam a hipótese de que Kardec seja a reencarnação de Elias. Eu ouço e simplesmente coloco na gaveta, né? A Sâmia tem uma frase que ela gosta muito de usar. Ela diz assim: "Meu Deus,

pessoas que eh levantam a hipótese de que Kardec seja a reencarnação de Elias. Eu ouço e simplesmente coloco na gaveta, né? A Sâmia tem uma frase que ela gosta muito de usar. Ela diz assim: "Meu Deus, será que Jesus tem tão pouca gente que tem que tá repetida essa galera para fazer o serviço?" E eu até compreendo a posição que ela tem. E assim, eh, eu na verdade não sou muito interessado nesses assuntos de se Lutero é reencarnação de Paulo, se Chico é reencarnação de Francisco de Assis, se Francisco de Assis foi João, se João foi Daniel. E aí se se João foi Daniel e João eh foi Francisco de Assis e Francisco de Assis foi Chico, então Elias foi Kardec, Kardec foi Chico, então tu vai ficar tudo num sol, né? Porque vai amarrando, vai costurando, vai prendendo, no final vai ter um só. Existem aqueles que fala que Krishna, que Buda, são reencarnações de Jesus. Eu eu ouço, não vai mudar a minha vida. Eu ouço, guardo essas informações. Elas não me são informações que serão de grande importância para a produção da minha vida. Então eu ouço e guardo, né? Fico com a questão 14 de O livro dos Espíritos, que diz assim: "Não busqueis um labirinto de onde não lograriais sair. Isso não vos tornaria melhores antes, mais orgulhosos, porque acreditariais saber quando, na verdade nada sabeis. Buscai aquilo que vos tocam mais de perto, que vos será mais útil do que querer penetrar, no que é impenetrável. Eu fico com a questão 14 e fico aguardando um dia que eu evoluem a ser uma preocupação para mim. Por enquanto eu eu apenas ouço e e guardo. Você é advogado do diabo. Eu concordo com você. É porque eu ouço, as pessoas falam. Eu concordo com você, mas eu acho que nós temos que lidar com algumas questões. Não tô dizendo que você tá errado, você tá certo, eh eu acredito que desde que o assunto não venha a ferir o outro, não venha a gerar disputa intelectual para ver quem tá certo, quem tá errado, e desde que o assunto não venha atrapalhar o caracter consolador, não existe nada de nocivo nela. Eu acho

a ferir o outro, não venha a gerar disputa intelectual para ver quem tá certo, quem tá errado, e desde que o assunto não venha atrapalhar o caracter consolador, não existe nada de nocivo nela. Eu acho que essas conversas podem ser tidas abertamente. Eu não fui criado no movimento espírita, eu sou judeu. Então, para mim, quando eu me deparo com as pessoas, falam: "Ah, mas as pessoas são curiosas para com a mediunidade". Quem não é? André Luiz era o mais curioso. Escreveu a vida no mundo espiritual com curiosidade investigativa. Ele que diz. Então eu não, eu não critico a curiosidade com a mediunidade. Os espíritas, eu vejo muitos espíritas criticar. Agora, a curiosidade com o fenômeno, eu também tenho. Eu fico perguntando pros espíritos, mas como que se faz tal coisa? Mas como que se dá tal processo? Mas como que se dá a comunicação mediúnica? Mecanismo da mediunidade fala sobre isso, investiga, curiosidade investigativa sobre o fenômeno e sobre o processo. Então, eu não tenho problemas em falar, em ter uma conversa saudável falando assim: "Ah, eu acho que eh Kardec pode ter sido, eu não não vou dizer aqui publicamente eh nesse momento, certo? É porque eu não como nós estamos numa live que é um assunto que ficará para toda a eternidade, não é uma coisa de uma conversa. É, não tem por falar a opinião. Já tá. Mas, mas ela eu não vejo problema em conversar sobre o assunto e eu não acho que isso tira o foco. Eu, com sinceridade eu duvido quem não se faz essa pergunta no silêncio da consciência ou na conversa com os mais íntimos. Então eu não acho que você está errado, mas eu acho que nós espíritas somos um pouco hipócritas com alguns assuntos tabus, que na numa geração mais nova isso vem sendo discutido com mais naturalidade, concordando com tudo como você falou, respeitando tudo que você falou, mas trazendo uma opinião que se não servir de nada, eu não me importo em estar errado. Eu posso ser que eu esteja errado e daqui uns meses eu venho concordar com vocês. Exatamente. Da

que você falou, mas trazendo uma opinião que se não servir de nada, eu não me importo em estar errado. Eu posso ser que eu esteja errado e daqui uns meses eu venho concordar com vocês. Exatamente. Da mesma forma. Eu só tenho outra opinião nesse sentido. E e eu não tô falando se tá errado, tá? Pelo amor de Deus, não sou ninguém. Sim. Mas você entendeu o meu ponto de vista? Eu entendi. A questão é que, por exemplo, como nós estamos dentro de uma atividade que é uma atividade que é de grande público e que isso vai sendo ouvido, eu não falaria o que que eu acho. É, eu me reservo a trabalhar aquilo que é mais pacífico e que, de certa maneira não é controverso. Eu, só para ratificar, eu comecei dizendo que era a minha opinião. Ah, respeito a de todos. Agora eu não estaria falando isso aqui se não me fosse perguntado. Eu não saio por aí falando. Eu sou igual Raul Teixeira. Eu não vou responder nada que eu não fui perguntar. Se me perguntar eu respondo. Até onde vai o meu limite? Ainda digo mais assim: "Não me siga, não me acompanhe, tem todo o direito de discordar. Agora, por favor, verifique as minhas fontes." Só isso. Mais nada. E acho isso tão saudável e a minha felicidade é de estar dividindo isso com vocês que são irmãos queridos, com esse público que é grande que você acabou de dizer, mas são é um é um público que tem tá a mesma mesmo direito e a mesma condição e sede de saber que nós temos e que a nossa diferença para eles é só que a gente chegou uma semana antes deles. Só isso. É que como a gente tem o Charguil Lima, o portal das reencarnações, que fala claramente sobre, ah, fulano foi fulano, fulano foi fulano, é fulano foi fulano, é ali. É, é, eu tenho isso como um pouco natural. Eu tenho isso como um pouco natural, mas eu concordo. O ponto que eu toco é que existem muitas questões que se tornaram tabus e que precisam ser refletidas com amorosidade. É como eu faço com Elac, do qual eu tenho profundo respeito, e com o professor Celestino, que eu tenho profundo respeito. E eu concordo com

ornaram tabus e que precisam ser refletidas com amorosidade. É como eu faço com Elac, do qual eu tenho profundo respeito, e com o professor Celestino, que eu tenho profundo respeito. E eu concordo com ambos e tenho profunda admiração pela opinião, inclusive divergente. Exato. Exato. Mas isso é muito bonito. Isso por sinal. Sabio. Eu acho que isso é sabio. É uma das coisas mais saudáveis. Fidec. Tô brincando. Tem outras palavras. Tô brincando. Eu acho pessoal, eu sou ecumênico. Eu trabalho com pessoas de religiões diversas e eu aprendo muito mais com eles do que com aqueles que pensam igual a mim. Eles me ensinam muito mais. E eu tenho humildade de ouvir, analisar pontos de vistas e ângulos diferentes. Agora, se eu milito numa doutrina que fala na possibilidade de eu voltar mais de uma vez à terra, porque é que eu não posso procurar aqueles que voltaram mais de uma vez e me antecederam? Sim, sim, sim. É só isso. Tá desligado teu microfone, Adriano. Opa, agora sim. Eu não sei se agora as cartas de Kardec virem a público que a gente vai descobrir algumas dessas respostas. Eu não sei se foi isso que o Jorgito quis dizer. Se não for aí, aí fica só como uma opinião do Adriano. Eh, talvez ele ele ele, enfim, aliás, ele não, vírgula, o Adriano vai falar nesse sentido. O problema é o palpiteiro, né? Palpiteiro no sentido de dar o a sua opinião no sem qualquer embasamento, tipo fulano é reencarnação de fulano. Ah, é com base em quê? Ah, não sei. Não sei se foi isso que o que o Ela quis dizer, mas enfim. Eh, eh, a questão, Adriana, eu não elemento de extração, né? É isso que você quer dizer, sem sem qualquer embasamento, de qualquer jeito, enfim, né? Eh, eu acho que todo mundo tem um direito de se manifestar. Pode ser a maior bobagem da face da Terra. Todo mundo tem um direito de se manifestar. Tranquilo. Agora levar em consideração, aí a gente tem que, né, avaliar bem, ó, a gente trabalha as coisas e e evidentemente você pode apresentar como forma de hipótese, né? Por exemplo,

e manifestar. Tranquilo. Agora levar em consideração, aí a gente tem que, né, avaliar bem, ó, a gente trabalha as coisas e e evidentemente você pode apresentar como forma de hipótese, né? Por exemplo, exato. Existe um livro do Leon que fala que eh Jonad é reencarnação de Judas. Essa é a opinião dele. É opinião dele. A gente não tem a universalidade dos ensinos dos espíritos aí, mas a gente ouve, lê e põe na gaveta. O dia que confirmar, confirmou. Não confirmar, não confirmou. Porque se Joana Dark for ou Joana Dark não for, também não muda nada. Na pra minha vida não muda nada se ela é ou se ela não é. Se Paulo é é eh eh é eh é é Lutero ou se não é também não muda nada para mim, né? O agora nós podemos ter, evidentemente, e é muito saudável que a gente tenha os aspectos científicos de comprovação, aonde a gente consiga de fato bater o martelo e dizer na regressão, por exemplo, eu tenho um livro aqui, não tá aqui, Jesu Camilo Demolan. Jesu Camilo Demolan. ali, meu amigo, é para bater o martelo 10 vezes no dedo, igual eu bati no meu aqui. É bater 10 vezes o martelo e dizer: "É sim, Luciano dos Anjos, é Camilo Demolan". Eu eu eu vou até embaixo d'água em cima disso. Por quê? Porque as regressões de memória, a perfeição. Leiam o livro para vocês verem a profundidade da identidade. Ele deu endereço, ele deu o nome dos irmãos. Isso é um absurdo. Ele contou detalhes da Revolução Francesa, do cotidiano dele. Aí ele dizia assim: "Quando você foi preso, eh, você teve, você era, eh, espiritualista, acreditava em vida da pós morte?" Não, isso nunca me preocupou. Mas na prisão eu recebi um livro de fulano de tal que me foi dado e eu tentei ler, mas eu tava tão nervoso que eu não consegui nem ler. Mas era um livro de um cara que filosoficamente propunha a ideia da da imortalidade da alma. Aí o pesquisador vai atrás e acha e diz: "Tá aqui, ó, na biografia dele. Diz que ele quando foi preso." Então você vai encaixando as peças e vai te dando cada vez mais convicção que sim, Camilo Demolan, o

pesquisador vai atrás e acha e diz: "Tá aqui, ó, na biografia dele. Diz que ele quando foi preso." Então você vai encaixando as peças e vai te dando cada vez mais convicção que sim, Camilo Demolan, o revolucionário da Revolução Francesa, reencarnou como Luciano dos Anes. Por quê? que a regressão de memória exaustiva feita por Hermínio de Miranda e as comprovações científicas que eles tiraram na veracidade das memórias que ele teve não deixam dúvida nenhuma. Então, nesse caso aí eu digo, não é assim, esse tá tá amarradinho. Mas as hipóteses que o próprio Herminho de Miranda faz no livro As marcas do Cristo, que ele propõe que Lutero seja Paulo, é em cima de inferências, né? Em cima de daquilo que ele entende que seja semelhante. Eu ouço, eu vejo, digo, é, tá, mas não me é científico suficiente. É só is e no caso de Camille Demolan, ele demorou 10 a 15 anos pesquisando as evidências. Ele conta 10 a 15 anos e e escolhendo as evidências. Agora o que eu penso também vou falar: "Ah, eu acho que o meu cachorro foi a encarnação do cachorro do vizinho. Que diferença faz? Tá bom, eu acho. Não fala: "Não, eu sou uma figura pública." E falei: "E daí que diferença você faz no fim das contas?" No fim das contas não faz diferença. Existe uma outra coisa também, eh, aí até esqueci o que eu ia falar. Agora, o que eu concordo em gênero, número e grau com Elará, é que nós criamos trincheiras de guerra com algumas questões que são deveriam ser assuntos de curiosidade. Então, eu tenho um amigo muito querido, seu Carlos Sanchez, amigo professor Celestino, que ele fala assim: "A título de curiosidade". Ele fala: "A título de curiosidade". Curiosidade não é o título de uma informação que pode modificar a minha vida. Agora sim, eu exerço um estudo aprofundado sobre a vida de Paulo de Tarso, de Lutero, e essas informações são bem fundamentadas, como Hermínio, que cria uma hipótese bacana e isso me auxilia na transformação moral, porque pode me auxiliar numa transformação moral também. É interessante. Então,

informações são bem fundamentadas, como Hermínio, que cria uma hipótese bacana e isso me auxilia na transformação moral, porque pode me auxiliar numa transformação moral também. É interessante. Então, eh, eu, eu concordo com vocês dois. Eu só tenho uma opinião que às vezes a gente cria um tabu danado em cima de um assunto que deveria ser, deveria ser um assunto normal. Curiosidade humana. É, é. Não. E outra, a minha preocup a minha preocupação, não, a minha, eu acho a maior naturalidade disso é que a reencarnação, independente de religião, é algo provado, é algo que não é para se acreditar, é para procurar se viver. Os estudos de Banji, né? Ban Steve nos Estados Unidos. Pois é, a gente tem tanta coisa, o o Brian Weiss e e e aquele Patrick Droto na na França, a gente tem muito muito trabalho científico em cima disso, mas tem gente que não acredita. E e aí eu pergunto, por causa disso vai deixar de reencarnar? Deus por acaso pediu licença a ele para criar uma maravilha que é a justiça da reencarnação? E assim, eu acho issoário na importância que é a gente crescer espiritualmente e se amar e se respeitar. Isso aí é Exatamente. E tá tudo bem falar sobre o assunto. Ah, não, esse assunto não pode ser tocado. Pode, deve, deve ser discutido, conversado com respeito, com amorosidade. Tá tudo bem. V. O importante é segurar a mão dos coleguinhas e falar, vamos junto, te amo com as suas opiniões que divergem das minhas. Professor, também te amo. Adrian, te amo até com câra, meu amigo. Ó, mas uma coisa que eu extraio aí da da fala do Elará, né? É aquela é a história do jovem rebelde que quer mudar o mundo, mas não arruma sua própria cama. Então vamos começar do pequenininho, depois a gente vai. Então vamos discutir quem que a gente foi na encarnação passada. Ó, ó, vamos lá. A Gisele pergunta o seguinte: "Os tributos de um rei para Israel confirmam o dito em live passada sobre a escolha dos hebreus, como o povo com condições de guardar os preceitos necessários até a chegada do evangelho

ta o seguinte: "Os tributos de um rei para Israel confirmam o dito em live passada sobre a escolha dos hebreus, como o povo com condições de guardar os preceitos necessários até a chegada do evangelho de Cristo? Eu acredito que o que foi, os preceitos que foram apontados mostram a preocupação da espiritualidade na condução correta de seus respectivos soberanos. O fato deles não terem obedecido é outro problema. Primeiro que Deus não queria dar um rei, eles existiram e o rei veio. Então assim, os os tributos ou os atributos, na verdade, os atributos de um rei confirmam sim que eles foram eleitos porque teriam naquele momento a condição mais adequada. Os outros eram todos politeístas. Como é que a gente ia poder fazer um trabalho com povos politeístas que tinha uma série de crenças profundamente divergentes sobre mediunidade? os gregos cheios de uma mediunidade consultiva, os romanos desinteressados de espiritualidade, os egípcios extremamente místicos. Você ia botar isso aonde, gente? Você ia botar esse conhecimento aonde? Então, você precisava ter um local que pudesse ser um repositório mais satisfatório de conhecimentos espirituais. E naquele momento era aquele ali. As escolas espirituais do planeta, elas andaram, elas foram na Índia, elas estiveram no Egito, elas estiveram em Israel, elas foram hoje tá no Brasil, mas isso aí não quer dizer nada. É, é o, é onde o você concentra os divulgadores para o processo de ã divulgação verdadeiro daquele material que você quer passar para o mundo. Em cada fase é assim, tem nada de extraordinário. Naquele período, Israel era o momento, o ponto mais adequado. Eh, e mais, mais algum complemento, professor Álvaro? Não, não, não. Jorge comentou muito bem. Jorge fechou com chave de ouro aí o comentário dele. Não deu nada que acrescentar mais. Perfeito. Ô, Elarrá, me perdoe, mas essa eu vou ter que colocar da Carlcia Ferreira. Aí não tem jeito, eu tive que colocar. Tá certo. O que vocês não sabem é que quem corta meu cabelo é Sâia, ó.

mais. Perfeito. Ô, Elarrá, me perdoe, mas essa eu vou ter que colocar da Carlcia Ferreira. Aí não tem jeito, eu tive que colocar. Tá certo. O que vocês não sabem é que quem corta meu cabelo é Sâia, ó. com a máquina. Então vamos lá, ó. Próxima pergunta da Nair. Seriam essas orientações para um rei, um arquétipo, para nos orientar nas situações de poder na matéria? Com certeza. que vocês estavam, não vale só para o rei, mas vale para qualquer posto de mando, Nair, porque você não se fascinar pelo poder, não querer ter riqueza demais, não eh promover assédio sexual sobre as pessoas, eh não querer voltar para o passado das coisas, ser vocacionado a procurar Deus. Todas essas orientações valem não só para um rei de Israel, mas para qualquer um de nós, para que a gente possa se orientar na vida. Você vê que eh existe na história da rainha Ester o rei hã Açuero. Açoeiro. O rei açoeiro não era judeu, mas ele tinha o hábito de ter um caderno onde ele escrevia as coisas boas para o dia ele ler quando tivesse triste. Isso é uma prática que a gente às vezes não tem. Então, o rei açoeiro tinha um caderno para anotar as coisas alegres quando el E essa foi a sorte minha sorte, né? É, nossa, é a tua sorte é essa. Aí ele procurava o caderno para ler o que tinha lá e dizia: "Ai, é legal, puxa, é verdade. Para não ficar só com as lembranças tristes." Isso é muito bacana. ele não é judeu. E aí tudo isso são regras interessantes. Hoje na administração tem tanta regra que a gente tem e eu vejo cada vez mais quando a gente estuda eh administração moderna, gestão de pessoas, qualidade total eh todos esses fenômenos são todos eles uma versão travestida de cristianismo, a ouvir as pessoas, não perseguir ninguém, dar chance para gestão participativa, deixar todo mundo falar. Isso no fundo é essência do cristianismo. E eu tenho visto agora mais recentemente as pessoas procurarem apresentar os conhecimentos eh apresentar os conhecimentos cristãos com o nome de estoicismo. Para não dizer que é de

ia do cristianismo. E eu tenho visto agora mais recentemente as pessoas procurarem apresentar os conhecimentos eh apresentar os conhecimentos cristãos com o nome de estoicismo. Para não dizer que é de Jesus, el é ah, isso é estóico, ou seja, não guarda mágoa, não te apega aos bens. Eles estão chamando de estoicismo, mas o que tem ali dentro é a essência do cristianismo. Só que para não dizer Jesus, o cara diz: "Não, você precisa usar o estoicismo na sua vida para que o estoicismo vai dar a você felicidade. Esse estoicismo aí é só Jesus, só isso, né? É isso aí. Próxima. Professor Severino, queria saber se a tradução correta da palavra de Paulo na primeira carta aos Coríntios, capítulo 13, foi amor ou caridade, visto que tem duas versões. É uma boa pergunta, mas a a carta de Paulo no aos Coríntios foi escrita em grego. Aí a gente tem aí uma questão para se analisar. Agora eu vou fazer as duas análises na na questão de um Paulo judeu. Paulo judeu, ele não usaria aí a palavra amor, ele usaria, como ele diz, emuná, espera, fé, rat que vá, esperança e sedaká. Sedacá não é amor, é caridade, é justiça no judaísmo. Então, as palavras de de um Paulo judeu não usaria ravá, que em hebraico é amor. Agora, no grego, veja como é diferença a questão, é difícil a questão da tradução. O grego tem vários sinônimos para a palavra amor. Tem filos, tem erros, tem ágape. Quer dizer, você tem opções de perguntar ou de utilizar a palavra que você é lógico que se vindo de Jesus, o amor mais puro é o ágape. Aí as pessoas colocam que Paulo ou os tradutores ou quem escreveu ou quem copiou, porque Paulo de si mesmo, ele também tinha os seus amanoenses, copistas, é ocopistas. Então é difícil. Agora, usando a lógica, a razão e o bom senso de um judeu que escrevia sobre outro judeu, a palavra mais correta. Eu, você nunca vai me ver. Eu eu falo mando de fé, esperança e amor, porque o amor está muito acima. A caridade leva o amor. Então, se é uma palavra Deus nos ama, esse é o amor de Deus, é o maior,

ta. Eu, você nunca vai me ver. Eu eu falo mando de fé, esperança e amor, porque o amor está muito acima. A caridade leva o amor. Então, se é uma palavra Deus nos ama, esse é o amor de Deus, é o maior, mas o nós para com ele, esperança, a gente ainda tem uma diferença muito grande para dizer: "Eu amo Deus, eu amo Jesus, Ave Maria". Seria, da minha parte, seria uma palavra herética da minha parte. Eu digo que eu tenho o atrivimento de me considerar apaixonado por Jesus, pela sua obra, pelo que ele fez e de pedir a ele permissão para dizer que eu tenho paixão dele, porque amor, eu nunca provei isso para ele. Quando eu puder ter considerar com essa autoridade, talvez eu ainda não tenha condições de dizer que eu o amo, porque que ele me ama, eu não tenho dúvida nenhuma. quando ele eh eu tenho um irmão que é pastor e ele vem e ele ele diz: "Celestino, Jesus te ama". Eu digo, eu eu sei disso, meu irmão, desde que eu ouvi a primeira vez a falar dele, que eu sei que ele me ama. Agora, de lá para cá, eu tenho trabalhado para que eu conquiste ou considere ou consiga um dia amá-lo. Amá, porque ele mesmo diz: "Não é o que diz, Senhor, o Senhor que entrará no reino dos céus". Então isso aí é é muito difícil a gente entrar nessa nessa análise sem acabar dizendo o mesmo com cuidado alguma bobagem. Mas Sara, você deve ser judia ou descendente, né, por esse nome. É, mas Sara, a sua pergunta é interessante, mas se você é judia ou tem família judaica, vai saber que Paulo tava falando de Tsedacá e não de arravá e não de ágape, como chamam os gregos. Última pergunta, pessoal. Antes de mais nada, deixa eu só um minutinho, Adrian Álvaro e Jorgito pode querer colocar alguma coisa aí para complementar o É, eu acredito, professor, que o senhor eu acredito que o senhor tenha razão, mesmo se se nós pegarmos os fragmentos de pergaminho e em grego estivermos o o a palavra ága, amor. Por quê? Porque existe a dificuldade de tradução da ideia do hebraico para qualquer língua. Então, a construção que o Senhor

os fragmentos de pergaminho e em grego estivermos o o a palavra ága, amor. Por quê? Porque existe a dificuldade de tradução da ideia do hebraico para qualquer língua. Então, a construção que o Senhor faz, ela é benéfica. Agora, a, eu só tenho isso a dizer, que mesmo que seja amor ali dentro do judaísmo, tem mais sentido. Não, mas aí fé e esperança é caridade. Depois não tem como. É, é porque ele coloca uma divisão, ele coloca caridade é o amor em movimento, né? É, exatamente. Ó, vamos paraa última pergunta. Então eu vou só pedir para todos que estão nos acompanhando, valendo para esse programa e para todos os outros, pessoal, curtam o vídeo que nós temos poucas curtidas e as curtidas elas não vão beneficiar o Adriano, Elará, o professor Severino, o Álvaro. É para que esse conteúdo que é tão bom para nós seja indicado para mais pessoas, tá? Então esse é o intuito. A plataforma vai reconhecer isso e vai indicar para mais pessoas e vai fazer com que mais pessoas tenham contato com todas essas reflexões. Então fica esse pedido encarecido aí para que todos possam curtir, né, o vídeo, não só hoje, como sempre, sempre que vocês gostarem aí, por favor, deixem aí o joinha, tá bom? Então, última pergunta do Carlos Campos. Boa noite. Em que momento da história o povo judeu teve reis? E qual foi o primeiro? Bem, o primeiro rei foi Saul da tribo de Benjamim. é indicado por Samuel, que ele mesmo é que disse que ele ele não aprovava que tivesse um rei. E Saul, pela sua beleza, como se fala lá, que ele tinha uma beleza assim bem particular, foi o primeiro ungido por Samuel, mas foi um rei assim pela história, um fracasso como primeiro rei, né? O seu seu reinado foi de quedas da parte dele em muitos momentos que ele chegou a desgostar Samuel que ungiu Davi mesmo antes dele ter caído. Não, o mandato dele, o mandato dele arrumou espontaneamente um substituto à altura ou melhor do que ele muitas vezes, que foi o aquele que realmente foi marcante como rei, que foi Davi. que também teve lá su seus sinões,

o mandato dele arrumou espontaneamente um substituto à altura ou melhor do que ele muitas vezes, que foi o aquele que realmente foi marcante como rei, que foi Davi. que também teve lá su seus sinões, mas foi um rei muito positivo, foi quem eh conquistou Jerusalém, foi quem foi um rei assim que valorizou a tribo de Judá e que na genealogia ele referência como a 14 oração, a geração depois de Abraão. Ele foi a 14ª, depois de até o cativeiro mais 14 e até Jesus mais 14. Então eu sei que Álvore e Alará deve ter alguma coisa para colocar, mas eh o foi o primeiro rei de Israel foi Saul. Nome de Saulo. É Saulo. Saulo era da tribo dele também, né? Por isso daí o seu nome, né? Mesmo nome, né? É Saul. Mas eh deixa só só eu só colocaria uma coisa mais, professor. Ele pergunta: "Em que momento da história? Em que ano isso se dá da da do surgimento de Saú como re? Ixe, tem tempo. Tô brincando. Acho que é o quê? Uns quase 1000 anos antes de Jesus, né? 2015. Porque Davi foi mais ou menos 1000, né? É, ele é um pouquinho antes, mas botar 1000 também. É, ele cai nessa faixa. Salomão já foi 900, 900 e pouco. É, antes de Jesus, né? É mais de um milênio antes, né? Mais de É mais de Mas se for é bem pouquinho, não chega a 100. É porque parece que ele ele ele reinou pouco, não foi? Chegou a 30 anos, né, Saul? O reino dele eu acho que não deu 30 anos, não. É, não é, foi bem breve. e turbulento, coitado. A história dele é muito boa e tem muitas coisas interessantes que daria para falar, se conectam com o nosso estudo, mas eu eu acho que eu acabei não querendo entrar, por exemplo, processo de unção. É muito interessante como se dá com Saul, como se dá com Davi, eh, a questão de Jesus, Salomão, é, é, de Salomão, tem muitos pontos aí bem interessantes para para se falar tanto na vida de Salomão, tá bem correlacionado ao nosso estudo, mas temos outras lives a respeito. É, porque senão daqui a pouco, hoje já vai ser amanhã. É, é verdade. Bem, exato. Daqui para frente é cada vez mais cedo, né?

, tá bem correlacionado ao nosso estudo, mas temos outras lives a respeito. É, porque senão daqui a pouco, hoje já vai ser amanhã. É, é verdade. Bem, exato. Daqui para frente é cada vez mais cedo, né? É verdade, pessoal. Deta final. Então, vamos finalizando a live de hoje. Vamos. Considerações finais. Rapaz, as considerações finais. A gente discutiu tantas coisas tão diversas na noite de hoje. Esse capítulo foi tão rico em discussões diferentes sobre a relação do homem com Deus, sobre a relação do desse rei, sobre aqueles as dificuldades que a gente é, ele tá falando aqui que o Saul sofreu impeachment. É mais ou menos isso. Foi boa. É mais ou menos isso. Sofreu já tinha naquela época, né? Então assim, a gente discutiu coisas muito diferentes e aí se eu pudesse chave como palavras finais, seria o sentido de nós refletirmos nesses conteúdos nas nossas vidas e na utilização desses saberes. como foi bem colocado pela pela Nair quando ela perguntou, essas essas leituras são leituras para a nossa vida como um todo, não só para os reis de Israel, mas que a gente então se aproxime disso e aproveite de maneira efetiva esse conhecimento para nossa vida prática. E eu acho que essa é a finalidade, né, Jorginho? Porque se for pra gente ficar aqui só, né? Essa é a finalidade, né? É. Pronto, finalizou. Pronto. Por mim, tá? Por mim Jorgite já fechou. Não, como ele tá dizendo, falta 3 minutos para hoje ser amanhã. Então, tá bom. E para pouparmos Jorgito que ainda está pouquinho, pouquinho, mas ainda está dodói. Um pouco bem pouquinho, mas ainda está um pouquinho dodói. Professor Severino Celestino, vou pedir para fazer a nossa preste de encerramento. OK, meu filho. Amigos queridos, mais uma vez chegamos ao término de uma riqueza de mensagens que a espiritualidade nos convoca. a reflexão, como disse o companheiro Jorge Alar, para que possamos fazer desse estudo algo válido em nossas vidas, para que possamos amanhã ser melhor do que hoje. Agradecidos somos porque cada vez mais descobrimos que conhecemos e

heiro Jorge Alar, para que possamos fazer desse estudo algo válido em nossas vidas, para que possamos amanhã ser melhor do que hoje. Agradecidos somos porque cada vez mais descobrimos que conhecemos e sabemos menos. que nem sempre temos condições de afirmar categoricamente coisas tão profundas, porque ainda fogem, por mais evoluídos que sejamos, ainda foge do nosso alcance espiritual, mas não deixamos de apresentar a nossa gratidão a Deus, a Jesus, ao Espírito da Verdade e a todos os irmãos que conosco estiveros reunidos esta noite. Abençoa Jesus cada um de nós. A mim, ao Álvaro, ao Jorgito, ao Adriano, que nós possamos nas nossas tarefas termos a simplicidade e a humildade de acatar todas as observações positivas que venham enriquecer as nossas vidas. E para que possamos cada dia sermos um pouco melhor do que o dia que passou. Agradecidos que somos, Jesus, te pedimos paz para este planeta azul que tu tanto amas. Tendimento entre os homens que possam descobrir que só o amor constrói e que o sonho de Isaías possa acontecer. possamos ver o leão deitado com a o cordeiro e a criança brincando com a serpente. Acreditamos perfeitamente que a paz que Jesus sempre nos prometeu chegará um dia. Nunca perderemos a nossa esperança. Saúde para as nossas famílias, para o Brasil. Muita luz para todos nós. Que os dirigentes religiosos saibam que a religião é só um caminho, mas o amor e a fraternidade universal deve estar acima de tudo, porque esse foi o sonho de Jesus, um só pastor, um só rebanho, que mesmo depois de viajar para o mundo espiritual continua firme na construção do seu reino espiritual. Desta forma, tenhamos todos uma boa noite, um despertar cheio de luz e de paz. E que amanhã seja mais um dia novo em nossa existência. Muita luz para todos. Ser conosco, Jesus hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja. É isso aí, pessoal. Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Tá bom, Jorginho? Beijo no coração, Álvaro. Beijo no coração, professor Severino

. É isso aí, pessoal. Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Tá bom, Jorginho? Beijo no coração, Álvaro. Beijo no coração, professor Severino Celestino. Beijo no coração e beijo a todos vocês que estiveram nos acompanhando. Eu vos declaro que hoje já é amanhã. Opa. Então vamos encerrando, né, o programa de hoje, neste dia 4 de junho. Exatamente. Vamos encerrando o programa de hoje, tá bom? Beijo, pessoal. Até dia 17. Próximo programa da quinta temporada de Moisés da Kardec. Tá bom? Até lá. Paz.

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