De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

Conecta Espiritismo TV 17/12/2025 (há 3 meses) 2:37:13 81 visualizações 16 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

เฮ เ Que estrela é essa? que surge e desce imponente corredeira de luz. Ah, é a divina promessa, é o santo amor que nos vela. O anjo que nos conduz. É o olhar puro em carinho que volta compadecido a aliviar nossa cruz. É o nosso guia perfeito, nosso mais puro modelo. É nosso irmão. É Jesus. Vem atender ao chamado dos tantos desesperados que clamam por redenção. Vem pelas mães que suplicam. Cura Jesus, o meu filho, das quedas na ilusão. Também pelos felizes que oram, Jesus nos visite nesta noite especial e faz em definitivo de nossa alma. O teu ninho nasce Jesus é Natal. E faz em definitivo de nossa alma. O teu nasce Jesus é Natal. Olá, muito boa noite. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui para mais uma noite de estudos e essa noite é uma noite muito especial porque nós estaremos fazendo eh o último episódio, né, da série neste ano de 2025, a despedida de 2025. E deixa eu já chamar pro nosso palco, professor Severino Celestino. Se como é que é? Seja bem-vindo, professor Severino Celestino. >> Boa noite, Adriano. Boa noite, queridos irmãos internautas. É uma alegria muito grande estar com vocês aqui, porque nós estamos num momento, como bem Adriano colocou, um momento muito especial. Hoje nós encerraremos o nosso ano de estudo de Moisés a Kardec. Eu, Álvaro e Galará, tivemos a felicidade de Deus ter nos permitido junto com você, com a Denise Balô, a gente concluir mais um ano de estudo. E essa quinta temporada que nós estamos, vamos dizer assim, no apagar das luzes do Deuteronômio ou da obra que em hebraico chama Devarim com palavras. Então, para mim é uma alegria assim imensa, uma gratidão plena a Deus, a Jesus, ao espírito da verdade, a Moisés, a Kardec, a todos esses vultos que Jesus colocou em nossas vidas como modelo, testemunho, eh, incentivadores da nossa vida, da nossa luz e da nossa paz. E a você, Adriano, uma gratidão especial pela forma sensata, racional, lúcida, que tem nos dirigido, nos conduzido como

delo, testemunho, eh, incentivadores da nossa vida, da nossa luz e da nossa paz. E a você, Adriano, uma gratidão especial pela forma sensata, racional, lúcida, que tem nos dirigido, nos conduzido como uma, eu, eu diria, um anônimo na expressão da palavra, que está sempre ali nos bastidores dando todo o apoio e sem você isso também não aconteceria, que na verdade você é o nosso médio de mídia, né? é aquele que faz com que a gente continue aqui no ar, né? Quando ninguém lhe vê, é porque você tá trabalhando mais do que aqueles que estão vivendo, né? porque sem a sua mão tecnológica, nós não teríamos essa condição. Então você, sua família, sua esposa, aqueles que com você convive de uma forma direta ou indireta, merece o nosso respeito, a nossa gratidão e as nossas maiores e melhores vibrações de luz e de paz. >> É isso aí. Mas professor, eu na verdade não passo de um espírito zombeteiro está aqui no meio de vocês, né? Eu acho que a espiritualidade olha, fala assim: "Jesus amado, não tem tu, vai tu mesmo, né?" E para mim e eh é é lógico, por um por um motivo que eu não gostaria que que fosse o que o que motivou a minha vinda para o de Moisés a Kardec, né? que foi o afastamento da Denise por um por uma situação familiar dela, tá cuidando da mãe dela, né, que que está que está passando por uma um um processo de enfermidade. Então, ela precisou se ausentar da do trabalho aqui no de Moisés Zé Kardec. Mas assim, eh eh para mim foi um presente, viu? um presentaço que Deus me deu de me permitir compartilhar aqui o de Moisés da Kardec, com o Elará, com o Alvinho, né, e com todo esse pessoal que nos assiste, que a gente vê aqui através do chat que tem muita gente, a grande maioria talvez tá com a gente toda segunda-feira, eh, desculpa, toda terça-feira, né, de de a cada duas semanas. Eh, e isso é motivo de muita alegria. Eu fico muito feliz, viu? Muito feliz de ter tido essa proximidade com o senhor, com Elará, com Alvinho. Para mim, assim, é uma oportunidade muito bacana. Estamos aqui

isso é motivo de muita alegria. Eu fico muito feliz, viu? Muito feliz de ter tido essa proximidade com o senhor, com Elará, com Alvinho. Para mim, assim, é uma oportunidade muito bacana. Estamos aqui então para esse último episódio do de Moisés a Kardec, né, quinta temporada. Estamos então no último episódio de 2025. E quanta gente, né, já se manifestou aqui através do chat, né, professor? Quanta gente que tá no tá acompanhando vocês desde o início. É muito bacana ver isso, né? >> Uhum. É, é um é um é um incentivo, é uma responsabilidade aumentada. Não, não podemos pensar nem em nenhum privilégio, nenhuma vaidade, nenhum orgulho. Não, não, não. Nós somos apenas aqueles que estamos. Se à frente estamos, é porque devemos mais. Os que devem mais tem que trabalhar mais, tem que servir mais, tem que amar mais. Então eu eu me vejo assim como um instrumento ia mais ainda, um instrumento desafinado que procura sempre, apesar de desafinado, trazer os acordes e as notas musicais da melhor forma possível, logicamente dentro dos limites da nossa pequenez e do nosso desconhecimento de tanta coisa bela que existe no universo. na mensagem de do Cristo, na mensagem de Moisés, dos patriarcas, Abraão, Isaque, Jacó e todos aqueles que de, como bem diz o nosso programa de Moisés a Kardec, nos legaram tanta coisa boa que a gente ainda, apesar dos nossos, nas nossas incapacidades de assimilar tudo, mas o pouco que a gente assimila a gente transfere para vocês com todo carinho, com todo amor, com toda vontade de ser útil da melhor forma possível. >> É isso aí. Por falar em acordes, né, em música, eh, Deus me abençoou com a música que eu acabei colocando aqui, que eu não conhecia, na verdade. >> Ah, da esposa do do Ela. Que coisa linda essa música, né? >> Que música bonita. Que música bonita. Falei, nossa, a a assim, a melodia, a voz da da intérprete. Nossa, que música bonita. até colocar ela no final de novo, viu? >> Eu acho que sim. Não seria demais, pelo contrário, seria um coroamento, uma vez

nossa, a a assim, a melodia, a voz da da intérprete. Nossa, que música bonita. até colocar ela no final de novo, viu? >> Eu acho que sim. Não seria demais, pelo contrário, seria um coroamento, uma vez que hoje a gente tá pensando, programamos para esse último programa do ano ser um programa dedicado à festa que se aproxima, ao Natal, né, que é a festa que é comemorada entre nós, que é uma festa que foi colocada nessa data por o uma iniciativa romana, né, colocou-se o dia 25 de dezembro, o dia do calendário solstício, né? Festa do solstício, do sol que morria, renascia e que chegou muito bem, porque com o tempo a humanidade assimilou. Não importa que não tenha sido nesse dia que Jesus nasceu, mas só pela ideia, pela possibilidade de ter sido e de se comemorar, é que a natureza fica mais suave. mais bela, mais primaveril, mais, eu diria assim, emotiva, né? É um chamamento aos nossos espíritos para reflexão, as nossas famílias para a importância de sentar à mesa e relembrar aquele que é o verdadeiro dono da festa, que é Jesus, que pelo seu amor, pela sua dedicação, pela sua forma humilde e simples de visitar o planeta é encarnado, porque ele até então, até Malaquias Ele estava no mundo espiritual se preparando para descer e de uma forma que ele pudesse relembrar o que Moisés ensinou da forma correta e nos preparar para receber a sua mensagem de testemunho, de amor, de fraternidade, de afetividade, doçura e tudo mais que se possa colocar. e ainda nos preparar uma terceira revelação, como ele diz lá em João 14, na sua última refeição, com aqueles 12 que ele escolheu, que estavam já compromissados com ele desde épocas remotas, nenhum daqueles que ele escolheu estava fora do programa. Foi um reencontro. Foi um reencontro pela forma como aconteceu. Como é que se chama 12? Nenhum diz não. Como é que um homem chega na beira da praia, chama quatro adultos que não era mais criança, com exceção de João, que era o mais menino, mas tinha o seu irmão mais velho, que tava ali, o Tiagão, vamos dizer assim.

m homem chega na beira da praia, chama quatro adultos que não era mais criança, com exceção de João, que era o mais menino, mas tinha o seu irmão mais velho, que tava ali, o Tiagão, vamos dizer assim. E ninguém disse não. Deixou pai, mãe, rei, mulher, família, Zébedeu, Salomé, quem tinha pela frente, eles deixaram e foram seguir o verdadeiro mestre. Isso já diz muito da do planejamento perfeito que Jesus fez para realizar esse projeto de libertação. Eh, eu diria assim, nesse intervalo, né, entre o último profeta e a sua chegada entre nós para renovar, ressuscitar, explicar, sem destruir a Torá e os profetas, que estavam sendo destruídos por aqueles que não entenderam a mensagem que Jesus enviou por esses grandes espíritos que se comprometeram com o projeto dele. Por isso que ele veio botar uma certa ordem na casa com amor, com paciência, com perdão, com esclarecimento e foi embora. voltou, mas deixou um legado aqui indiscutivelmente perfeito para que se nós pudéssemos ou quisermos realizá-lo da forma como ele orientou, estamos com certeza naquele naquilo que ele chamou a porta estreita, que levará com certeza ao reencontro com ele. >> E como Jesus nos emociona, né? E tem a esses filmes sobre Jesus que passam aí todo final de ano, tem um que é o o clássico, eu acho que até o nome é só Jesus Cristo, se não me engano. Um deles aí que é mais clássico do que os do que os outros. >> Deve ser o Jesus de Nazaré. Não, >> é Jesus de Nazaré. >> Eu acho que sim. E eu todas as vezes que eu assisto e praticamente todos os anos eu assisto, tem que não, não, não, não é lenço não. Tem que deixar um pano de Tem que deixar um pano lado, porque eu eu choro copiosamente, viu? Como me emociona. Nossa, não tem jeito. Eu já sei o que eu vou ver. Vejo quase todo ano. Já sei o que eu vou ver. E mesmo assim a emoção sempre é muito forte. Eh, aliás, esses filmes, né, esses filmes de época, esses filmes que tratam dessa época de nosso Senhor Jesus Cristo aí, são filmes maravilhosos, né? >> Você está me ouvindo, Adriano?

e é muito forte. Eh, aliás, esses filmes, né, esses filmes de época, esses filmes que tratam dessa época de nosso Senhor Jesus Cristo aí, são filmes maravilhosos, né? >> Você está me ouvindo, Adriano? >> Eu estou eu estou ouvindo o senhor, mas não tô vendo. >> É, será que eu eu não sei o que é que houve aqui que eu acho que eu caí, eu caí? >> Eu é, eu caí em imagem, mas eu estou bem sentado aqui no mesmo lugar. Já que vocês estão me ouvindo, eu vou pedir perdão para reorganizar e voltar para que vocês me vejam. >> Certo. Certo. Só só um minutinho, querido. >> Tá, joia, professor. Eh, enquanto o professor então entra novamente, eh, eu tô vendo aqui que a Eli se manifestou, né, falando que está desde o do desde o primeiro episódio. Que bacana. Que bom, Eliete. Valeu demais. Obrigado. Eh, a Dolores tá falando aqui e ela é de Juiz, Juiz de Fora, Minas Gerais. Eu vi, Dolores, muitos vídeos aí e eh de Juiz de Fora, eh vídeos mostrando a chuva, né, que caiu aí em Juiz de Fora. Realmente, Juiz de Fora foi acometido aí por uma chuva fortíssima, né? Não sei se foi anteontem, enfim, o Juiz de Fora sofreu muito >> com fortes chuvas. Espero que esteja tudo bem com você e com os seus aí, né? Enfim, com todo mundo aí do Juiz de Fora. Tomara que o estrago aí não tenha sido tão tão grande quanto quanto parece que que pode ter sido. Ah, deixa eu ver que mais aqui. Eu já tô marcando. Eliete deixou uma pergunta para nós e aí a a Dolores tá falando aqui que espera que a internet não caia. Dois, viu, Dolores? Porque eu também espero que a minha não caia. Aliás, tal da internet aqui tá tá complicada. E e aqui tá chovendo muito. Em Goiânia tá chovendo muito, viu, professor? Aí também >> não. Aqui só chuva de prata da lua, certo? Mas graças a Deus aqui tá tudo muito bem. Não tá chovendo, não tem, não tem. Só tá vento é que tá uma beleza. Tem bastante. Se você quiser alguma, algum moinho eólico, eu empresto o vento para você aí. Mas chuva não, tá muito tá tudo tranquilo. Eu não sei. Aqui tá a

, não tem. Só tá vento é que tá uma beleza. Tem bastante. Se você quiser alguma, algum moinho eólico, eu empresto o vento para você aí. Mas chuva não, tá muito tá tudo tranquilo. Eu não sei. Aqui tá a notícia da daqui de de Maria José Arantes, né? Ela disse que o Álvaro vai se atrasar bastante porque o o centro dela dele parece que tá muito cheio. >> Isso. A Nadir também. Não sei se é o Nadir ou a deve ser a Nadir, não sei. Nadir Giovanini. >> É. >> Eh, também avisou aqui, professor. >> É, né? >> O cisco de luz está lotado e o Álvaro deve atrasar bastante. >> E o Jorge, você tem notícia do Jorge? Então, Jorgito me parece que está numa, pelo que eu entendi, ele está numa kitnet num kitnet e assim com muitas pessoas lotad, talvez com família, não sei, enfim, não sei. E ele disse que tá impossível fazer, tá impossível entrar, que até pelo barulho que está lá no, né, no local, não, impossível para ele, que ele não vai nem ouvir. Ah, então, meu filho, vamos tocando aqui, conversando, eu e você a respeito do de do do nosso do nosso, eh, vamos dizer assim, objetivo da noite. Eu também me atrasei um pouco porque hoje foi encerramento na nossa casa. >> Certo. Certo. >> E foi eu cheguei aqui, eu era para chegar aqui 10 paraas 9, cheguei 9:25. Você veja, porque eu venho daqui para minha para para o centro, dá uns 40 minutos de carro. Então eu eu não tinha não tinha como, eu fui que abri, eu fui que fechei, eu teve confraternização e que foi assim muito emocionante, mas a gente pode fazer aqui uma uma eu e você uma reflexão a respeito. >> Bacana, >> né? >> Bacana. você pode eh podemos dialogar, trocando ideias, mas antes do nosso diálogo, eu queria fazer um umas observações, agradecendo logicamente a acolhida dos internautas, a compreensão deles pela impossibilidade do Álvaro não ter chegado e do Jogit, pelo jeito não vi. para quem a gente já deseja particularmente muitas felicidades pelo o ano que eles nos proporcionaram de boa companhia, de fraternos irmãos, eh, que dividem

ter chegado e do Jogit, pelo jeito não vi. para quem a gente já deseja particularmente muitas felicidades pelo o ano que eles nos proporcionaram de boa companhia, de fraternos irmãos, eh, que dividem conosco seus conhecimentos e a gente aprende, eu tenho aprendido muito com eles e isso, eu acho que para mim já foi um ano de vitórias, porque a gente pôde ter conosco esses irmãos tão queridos que nos incentivam nos são fraternos, são acessíveis, são realmente sintonizados com a busca da verdade que liberta e ao mesmo tempo são muito compreensíveis com os nossos limites e nos dão muito apoio. Isso é o que tem deve ser aqui, eu acho, da minha parte registrado. Eu gostaria, eh, Adriano, se você me permitir, vamos fazer uma prece. Isso, isso que eu ia pedir pro senhor agora. >> É, vamos fazer uma prece a Jesus, eh, agradecendo a ele por mais esta noite, onde nós nos encontramos embuídos da maior boa vontade, Senhor Jesus, de poder transmitir a esses irmãos queridos o nosso sentimento de gratidão, de reconhecimento por tudo que tu tens feito por este planeta. tão amado por ti, a quem tivesse a honra, como declaras em João 17, de recebê-lo das mãos de Deus para transformá-lo num planeta de expiação e prova, em um planeta de regeneração. E neste momento, Jesus, que se aproxima a comemoração da tua descida entre nós, nós te agradecemos do fundo da nossa alma este momento onde vamos tentar transmitir os nossos sentimentos de felicidade e alegria por um dia ter te conhecido e por esse mesmo dia ter transformado as nossas vidas nessa busca incessante de que não desejamos em nenhum momento nos afastarmos de ti. Temos em ti, pai querido, a luz da proteção que tanto nos anima, tanto nos deixas felizes por saber que tu prometeste que estarias conosco até a consumação dos séculos. E acreditando nessa tua promessa que nós aqui nos encontramos, eu, Adriano, o Álvaro Elará, de forma indireta e todos esses teus filhos, nossos irmãos internautas, que juntos, unidos, reunidos, em comunião ou comunhão com os teus

ssa que nós aqui nos encontramos, eu, Adriano, o Álvaro Elará, de forma indireta e todos esses teus filhos, nossos irmãos internautas, que juntos, unidos, reunidos, em comunião ou comunhão com os teus preceitos e ensinamentos, já te agradecemos pela feliz oportunidade de estarmos todos nós preparando um momento para a tua chegada, para que nós possamos cada vez mais te honrar com a nossa fidelidade, submissão e vontade de acertar na vivência da seara do teu evangelho. Gratidão, Jesus. Continua conosco, inspira-nos, ilumina-nos, faz com que possamos ser um instrumento cada vez mais afinado na sintonia com a tua mensagem de amor e de libertação. Ser conosco, Jesus esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Graças a Deus. Professor, tem pergunta aqui. Eu já vou passar. >> Cadê? Cadê? Cadê? Ã, pessoal tá perguntando. Maria Helena perguntando pelo pelo Elará. Parece que ele não vai conseguir entrar, tá? Maria Helena, vamos ver. Ele está num local que me parece que ele não vai conseguir entrar, mas vamos aguardar que talvez ele tente aí e vamos ver se ele vai conseguir. Ã, deixa eu ver aqui. Tá. A Eliete fala, tá falando aqui da pergunta. Então vamos lá. Deixa eu fazer a pergunta aqui que a Eliete colocou. Professor, ela tinha direcionado para para o Elará, mas depois ela falou assim: "Não, faz pro professor". Ela mandou uma outra mensagem posteriormente aqui, ó. No estudo, a expositora diz que Adão é o representante da Terra. Eva veio de capela e a serpente veio com Eva é a primeira obsessora do planeta. Isso procede. >> Olha isso, Eliet, né, Eliet? Eu eu não conheço o que o espírito, o objetivo da expositora, as circunstâncias em que ela fez essa metáfora, porque isso é uma metáfora. Uma vez que Adão nunca existiu, Eva também não, a serpente na concepção muito menos. Porque se a gente se a gente fizer, eu vou fazer uma análise cabalística, uma análise um pouco mais profunda, racional com relação à doutrina espírita em cima da colocação da irmã que fez essa exposição

rque se a gente se a gente fizer, eu vou fazer uma análise cabalística, uma análise um pouco mais profunda, racional com relação à doutrina espírita em cima da colocação da irmã que fez essa exposição com as seguintes colocações. O quadro que é colocado lá no capítulo 3 do livro do Gênesis, depois da criação do homem, criação da mulher, tudo colocações metafóricas, profundas da inscrição de Moisés e que a gente nunca pode estudá-la literalmente, nem muito menos transferi-la como se isso partisse de uma realidade. Ah, na verdade a palavra Adão vem do hebraico Adamá. Adamá é solo. A terra, a palavra terra em hebraico, aretes é a terra bruta, tá certo? Que que Deus diz segundo Moisés, no em um princípio criou Deus as águas e a terra. Água aí representa oceano, rio, mar, tudo que você imaginar. A Terra representa o solo ou a parte que é 1/3 do planeta que é exposto três d'água e um de terra, solo. Na hora da criação do homem já aparece o nome Adamá. Adam não é a terra bruta, é o solo já aperfeiçoado. Porque dessas estruturas aperfeiçoadas, que é o Adamá, se criou o Adam, que é o homem, que Kardec diz com muita propriedade na Gênesis, que representa a humanidade. Então aí já tem, a gente já pode dizer que tanto Adão como Eva são filhos da terra. Então, quando se fala da palavra Adam, AD, em hebraico, significa homem e mulher juntos, porque a diferença é só o sexo, mas a estrutura física, a a a fecundação, a multiplicação celular, toda a histodiferenciação, morfodiferenciação naquela cadeia de multiplicação milagrosa, vamos permita esse termo, ele vai cada um se diferenciando. cada coisa pro seu lugar no impulso criador fantástico que nada dá errado. No final, cada coisa está no seu devido lugar, partindo de que nós fomos uma célula ovo, que é depois que o espermatozoid pecunda o óvulo. Então aí nós temos o homem, o Adam que representa homem e mulher, porque em hebraico homem, a palavra homem é ich e mulherá. Então aí é que diferencia, porque no na criação do Gênesis ele diz Zachar

. Então aí nós temos o homem, o Adam que representa homem e mulher, porque em hebraico homem, a palavra homem é ich e mulherá. Então aí é que diferencia, porque no na criação do Gênesis ele diz Zachar Venekevar, homem, Zacha masculino, Nequevá feminino. Então Deus os fez homem e mulher. Zaá Venequevá. Isso no Gênesis. Depois aqui o homem recebe o nome de I e a mulherá. Mas isso numa concepção metafórica de que o primeiro casal se chamou Adão e Eva. Isso aí já é uma derivação da palavra Adão. E Rava, que é Eva, é aquela que dá dá vida, concebe. O homem gera e ela concebe o filho. Agora veja bem, vamos agora vamos falar da pergunta da Eliete partindo dessa dessa base que Adão representante da Terra, certo? Até aí, do ponto de vista original, Adão aí seria no plural já são os representantes da terra, homem e mulher. Eva de Capela. Aí já já estamos já estamos derivando para a história dos exilados de Capela, de de Garmonte, de de Emanuel, já é uma derivação. E a serpente veio com Eva, a primeira obsessora do planeta. Veja bem, a palavra serpente em hebraico significa narrach. Een narrasche, no quarto nível de interpretação eh da Cabalá, narra eh tem o mesmo valor numérico da palavra masar, que é o Messias. Então a serpente é a consciência messiânica entrando na humanidade. É Jesus em nós, porque nós fomos criados simples e ignorantes. Questão 115 do livro dos espíritos. E lá na história do paraíso, Adão e Eva estavam no paraíso, estavam nus e não sabiam. Eles estavam nudos, mas não tinham consciência da nudez, porque eles eram simples e sem conhecimento. A serpente simbolicamente é Jesus em nossas vidas, já no capítulo 3 do Gênesis, para trazer o livre arbítrio e a consciência do certo e do errado, simbolizado na árvore do conhecimento do bem e conhecimento do mal, transferido para o Deuteronômio 30, que diz que eu coloquei diante de ti os dois caminhos. Nós temos opção para escolher, não, para semear, para plantar, só não tem para colher. Daí, porque a gente tem que

ferido para o Deuteronômio 30, que diz que eu coloquei diante de ti os dois caminhos. Nós temos opção para escolher, não, para semear, para plantar, só não tem para colher. Daí, porque a gente tem que trabalhar e plantar bem. Mas agora vamos falar um pouquinho da história de Adão e Eva, desse mito que eu me dou direito. Eh, >> professor, assim, só para aproveitar esse gancho >> que que para mim isso foi isso aqui foi uma coisa muito impactante. Eh, cadê, cadê, cadê? Ah, tá aqui. Isso aqui para mim foi uma coisa muito impactante. A primeira vez que eu estudei e possivelmente e talvez vocês já até até tenham falado disso. Eu eu não ter um contador aqui. Deixa eu tentar tirar. Ã, cadê? Cadê? Pronto. Vamos ver se agora se agora agora sim. Eh, gente, cadê o danadinho, ó? Não, não, não consegui aqui. Vamos lá. Eu vou tirar uma parte aqui. Vamos ver se vai dar. Temporizador desligado. Vamos lá. Eu tô apanhando um pouquinho aqui, mas vai dar certo. Então, eh tem uma uma parte aqui, o o eh Gênesis 3:21. Isso aqui eh eh eu eu antes de ter estudado num grupo estudos essa parte aqui, eu tinha outra visão, né, dessa dessa dessa passagem e para mim foi muito interessante a visão do, né, do que o pessoal trouxe, né, com os estudos e tal. Eu queria que o senhor falasse disso aqui. Deixa eu só tentar. Bem, eu tô apanhando um pouquinho aqui, mas vamos ver. Deixa eu ver se agora vai dar aqui. Pronto. Principalmente essa parte aqui, professor. >> Hum. >> Ah, Gênesis 3:21. Então, teve toda aquela confusão, né, lá no no no paraíso, né, e a serpente e tal e não sei o quê. E Adão e Eva, então, eles foram expulsos do paraíso. E o Senhor Deus fez para Adão e sua mulher umas vestes de pele e os vestiu. Que que significa isso, professor >> Adriano, eu vou ter que começar do Gênesis 3. Você tá fazendo 3:21. Aí já se desenrolou todo o processo, >> certo? da da do que aconteceu no paraíso. A gente tem que revisar o que aconteceu, >> não? Beleza, beleza, beleza. >> Vamos revisar. >> Só vai, só vai chegar aqui, né?

e desenrolou todo o processo, >> certo? da da do que aconteceu no paraíso. A gente tem que revisar o que aconteceu, >> não? Beleza, beleza, beleza. >> Vamos revisar. >> Só vai, só vai chegar aqui, né? >> Claro, claro. >> Então, tá. >> Eu eu espero eh poder chegar, tá certo? Porque quando você vai estudar do ponto de vista, eh, eu diria literal, a história de Adão e Eva, vamos lá. Veja que coisa. Se você for ler a história de Adão e Eva de uma forma, >> professor, deixa eu interromper o senhor só um pouquinho para colocar uma surpresa aqui para nós. >> Uhum. Só um pouquinho. Deixa eu ver se vai. Cadê? Cadê aqui? Deixa eu ver. Eh, não, não conseguiu conexão. Não tinha até uma tem uma surpresa para nós. O senhor vai falando e a hora que a surpresa entrar aqui eu coloco ela, tá? >> OK. Vamos lá. Vamos analisar. o capítulo três que eu não vou nem ler. Eu podia pegar minha Torá para ler, mas não. Eu tenho uma certa, eu já tenho alguma coisa na cabeça que eu já estudei isso um pouco mais na visão cristã. >> Surpresa, surpresa. >> Ai, minha nossa. >> Ai, professor, que saudade, professor. >> Você não morre mais esse ano, nem no ano que vem, viu, Den? Que coisa boa. Eu eu entrei justamente para ouvir isso, professor. Eu acabei de falar em você na introdução do programa. Você >> e Adriano, né, dizendo do meu carinho de ter passado esse ano com você e com os meninos. Você não terminou, mas a gente não deixa de cobrar sua presença aqui. E você já me deu meu presente de Natal para esse ano. Preciso ocupar. Eu também já ganhei meu presente, mas eu achei que eu fosse chegar aqui dar de cara com ela com Álvaro. Meu Deus do céu. No dia que eu venho, cadê os dois? >> Alguém os amarrou por aí? Não sei onde, mas eleou. Eu espero que eles sejam soltos a tempo da gente ribeiros. Eu já tinha combinado com com o Adriano assim, Adriano, eu vou pelo menos no no último episódio de 2025, eu tenho que estar lá junto com ele justamente para >> Ele tava justificando há pouco tempo, ele justificou a tua ausência, sua

Adriano assim, Adriano, eu vou pelo menos no no último episódio de 2025, eu tenho que estar lá junto com ele justamente para >> Ele tava justificando há pouco tempo, ele justificou a tua ausência, sua senhora, sua mãe tá com problema e tudo mais. >> É. >> E agora você me dá assim de sai de >> de repente, né, professor? De repente eis que >> sufoca-me o sentimento, viu? Viu, Denise? Eu tava com saudade, professor assim, gente, eu tenho que pelo menos no último episódio eu tenho que estar junto lá, filha. >> Porque a gente fica com saudade. Meu Deus do céu, nem fala. Olha, >> obrigado, mas muito obrigado pelo presente. Seja muito bem-vindo. E não saia daí não, porque você vai conversar até que que aparece. >> É, pois é, eu entrei, eu entrei aqui agora. Tô, tô, tô entrando de, de gaiata no navio. >> Não, entrou de, entrou na hora certa, na, na, na proa do navio e segura aí. Não é o Titanic. Vamos embora. Vamos navegar >> e vai falar mais do que o homem da cobra, aliás, para ficar dentro do contexto, o homem da serpente, porque a gente tá falando serpente lá da gênia aqui, aqui é na raste mesmo, serpente. >> Professor lá com a Eva estão, vocês estão lá, vocês estão lá junto com a Eva. É isso? >> É, nós estamos exatamente junto com a Eva. E e o pessoal pediu pra gente falar da questão do Natal, né, no contexto espírita, no contexto judaico, enfim, depois fazer uma >> É, a gente vai, eu tô respondendo uma pergunta que foi feita aqui de uma >> hum >> da Como é o nome dela? Desculpa, querida. >> Eliete, né? Foi da Eliete. É, >> a Eliete fez uma pergunta sobre que ela ouviu numa palestra, eh, que que Adão era o responsável pela terra. Eva veio do planeta Capela e trouxe a serpente como obsessora. >> Nossa, >> foi isso que >> aí eu tô tentando de uma forma, >> não sei quem foi, mas eu acho que isso foi uma metáfora, mas é uma metáfora partindo já de uma outra metáfora, porque Adão nunca existiu, Eva nunca existiu e a serpente muito menos. >> É que é uma grande parábola, né,

mas eu acho que isso foi uma metáfora, mas é uma metáfora partindo já de uma outra metáfora, porque Adão nunca existiu, Eva nunca existiu e a serpente muito menos. >> É que é uma grande parábola, né, professor? Exato. Uma grande metáfora. Então, eu vou querer eu vou aproveitar e eh >> e e fazer uma uma análise literal e cabalístico, racional, eh, doutrinário, à luz da racionalidade de Aran Kardec, que diz que o a gênese de Moisés tem que ser estudado com seriedade, respeitando >> a o princípio de que a sua ideia cosmogônica é aproveitável. mas que a gente não deve tomá-la ao pé da letra, como diz o rabino David Cooper, que é um cabalística que eu respeito muito e outros estudiosos. Eu sou apenas alguém que analiso e aquilo que eu vejo racionalidade, eu começo a fazer parte dela, porque eu aprendi com a doutrina espírita a usar a lógica, a razão e bom senso de tudo, tá certo? Então, voltemos à história da serpente ali da Adão e Eva. já disse antes de você chegar que a a palavra Adamo vem de Adam. Aá. Então, Adama é homem e mulher junto, não é um o primeiro homem, é humanidade, como diz Kardec na Gênesis, porque no hebraico tem a palavra homem, a ich, mulherá. E lá na criação, Gênesis 1:26, Deus os fez macho e fêmea, Zahar, Venequevá. Então tá bem separado que tanto Adão como Eva são Adões. Se a gente pudesse colocar, porque a Eva também é uma Adão, porque veio de Adamá, como você veio do pó da terra, eu e o Adriano também viemos. O que muda na gente é o sexo, mas o sexo não tem absolutamente nada a ver com a criação, nem com a determinação exatamente da nossa situação aqui como espíritos encarnados. Partindo disso, vamos estudar eh de uma forma literal, analisando que se você fosse estudar a história de Adão e Eva de uma forma literal, seria um um história poeril, tá certo? Seria a história do Chapeuzinho Vermelho, mais ou menos, né? que quando eu era menino eu ficava instigado. Eu eu não gostava de ouvir a história de Chapeuzinho Vermelho, porque eu dizia >> era, eu dizia, essa menina não teve nem

nho Vermelho, mais ou menos, né? que quando eu era menino eu ficava instigado. Eu eu não gostava de ouvir a história de Chapeuzinho Vermelho, porque eu dizia >> era, eu dizia, essa menina não teve nem pai. É porque o pai, o o pai de de Chapeuzinho era um filho desalmado, porque só tinha uma velha, uma mãe fez a pobre da mulher morar depois de uma floresta onde tinha um lobo mal terrível, que ninguém chegava lá. E teve o dia todinho para mandar essa menina levar uns doces pra mãe dele. Deixou passar o dia, só mandou no fim da tarde para passar numa floresta onde tinha um lobo mau. Quer dizer, a vítima dessa história todinha era o lobo, porque ele foi vítimo. Ele foi morto depois para um caçador para tirar a pobre da mulher da barriga. Então eu achava uma história assim, não me conta essa história porque não cabe na minha cabeça. Por pior que fosse aquele por por por mais rava que eu tivesse da minha mãe, eu não ia colocar ela tão distante de mim, né? E se eu amasse minha filha, jamais ela ia sozinha 5 horas da tarde. E Chapeuzinho também não era boa da cabeça, ainda saiu cantando pela estrada fora. Eu vou, quer dizer, é uma história realmente toda sem lógica. Não é diferente se a gente analisar literalmente a história de Adão e Eva da Serpente. Vamos, vamos, vamos por partes. Primeiro, Deus criou um paraíso belo, sem problemas, que ali se tinha tudo que precisasse, tá certo? Ali eles poderiam desfrutar de tudo, tinham direito a tudo, mas não tinham direito de comer da árvore, do conhecimento do bem e do mal. Quer dizer, já começava a não ter direito a tudo, tá certo? E segundo, veja bem, sendo o paraíso o lugar de paz, proteção divina, como é que Deus enviou uma serpente para criar todo o problema que criou? Já não era um lugar de paz nem de proteção. Se fosse a serpente jamais teria condições de chegar e fazer o que fez. É já a primeira coisa. Segundo, se Deus achava, se ele não queria que Adão e Eva comesse fruto do bem e do mal, porque ele não criou uma árvore com 50 m de

teria condições de chegar e fazer o que fez. É já a primeira coisa. Segundo, se Deus achava, se ele não queria que Adão e Eva comesse fruto do bem e do mal, porque ele não criou uma árvore com 50 m de altura e deixou o fruto lá em cima que ele não queriam ter acesso? Será que ele não podia fazer isso? Quer dizer, a história que que é criada acaba conduzindo a gente para exatamente para o acontecimento que que alguém psicologicamente queria trazer pra gente. E uma história muito machista, né? A perdição do homem foi a mulher, tá certo? A serpente, que é outra que aparece como se fosse o o o elemento destruidor da paz do paraíso também para mim era uma demente, porque ela é apresentada como a mais astutas dos animais. Mas é para mim ela era era muito burra. Porque qual o que qual é o que é que ela disse para Eva? Porque Deus disse a Adão e Eva: "Não coma do fruto da árvore, do conhecimento do bem e do mal". Porque se você comeu, você vai morrer. Ora, não existia morte. Como é que eles iam ter medo de morrer ou não morrer se ele não existia morte? Até ali eles nunca nunca tiveram conhecimento do que seria a morte. Mas Deus disse a ele, se eu comer, vai morrer aí a serpente diz assim: "Se você comer do fruto, você não vai morrer não. Você vai ficar tão sábia, tão inteligente quanto o próprio Deus. Não é a serpente. Agora vamos raciocinar essa serpente é uma inconsequente ou uma burra, porque se ela sabia que quem comesse do fruto ia ficar tão conhecimento e a altura de Deus, porque ela não comeu em vez de dar para Eva? Eu >> serpente fala, professor. Serpente fala >> isso aí já. Eu não tô nem falando, não cheguei ainda aí porque nós estamos em pleno século XX. >> Pois é. >> Eu tô aqui com vocês no no meu gabinete, tudo fechadinho, mas se eu visse uma serpente chegar ali e dar boa noite, vocês iam ficar sozinho. Ia correr. Eu saí do ar na hora, tá certo? E eu já ouvi >> e eu já ouvi falar dentro da serpente para convencer e foi e aí não teve como >> que a serpente falou para Eva: "Come,

cês iam ficar sozinho. Ia correr. Eu saí do ar na hora, tá certo? E eu já ouvi >> e eu já ouvi falar dentro da serpente para convencer e foi e aí não teve como >> que a serpente falou para Eva: "Come, boba!" Emagrece aí ela comeu a maçã. Quer dizer, é uma porção de de informações que não tem cabeça >> na primeira, >> né? E aí vem, e tem mais as consequências da queda. Ela comeu. Aí diz que ela foi na onda da serpente, comeu do fruto e aí começou a ver. Ele não era cego. Ele nunca disse que Adão andava guiando Eva e Eva guiando Adão no paraíso. Como é que ele diz assim? Aí eles viram que estavam dois. Não, o termo original diz assim: souberam que estavam dois. Tomaram conhecimento. Agora sim. E não que eles viram, porque eles já viram. Os animais estão no campo, tudo sem roupa, a vaca, o boi, o jumento, a girafa, mas eles não tem noção do que é nudez. Eles não são cego. Eles apenas, como eles eram, eram simples e sem conhecimento, é que eles eh só tomaram conhecimento que estavam nus depois que comeram. Segundo a história do fruto. Então, mas não é por ter comido do fruto. O próprio Jesus de lá em João 8:32: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Então, a serpente, na verdade, é a consciência crística entrando em nossa vida. Daí, porque a palavra serpente e a palavra Messias tem o mesmo valor numérico no quarto nível de interpretação, se você somar as letras da palavra na e as letras da palavra, que é a serpente, vai dar o mesmo valor numérico. Quer dizer, a serpente é a consciência messiânica entrando em nossas vidas. é o livre arbítrio aparecendo como consequência do conhecimento, porque você só pode optar quando você conhece. Sem opção você erra porque você não tem conhecimento. A partir daí nós, partindo do nosso livre arbítrio, tomamos conhecimento das coisas. Agora vamos fazer uma uma pequena uma ligeira análise ainda sobre aquilo que eles chamam a queda. Depois que Eva come do fruto, Deus a ele, eles descobriram que tava no foram se esconder. Esconder de quem? De Deus. Mas aí diz

pequena uma ligeira análise ainda sobre aquilo que eles chamam a queda. Depois que Eva come do fruto, Deus a ele, eles descobriram que tava no foram se esconder. Esconder de quem? De Deus. Mas aí diz que se ouvi os passos de Deus caminhando no paraíso e Deus que é espírito, fazia barulho quando pisava. Aí tem mais um detalhe. Ele chega e diz assim: "Adão, onde estás?" Deus não conhece nada. Deus é um Deus que nem é onisciente, nem onipresente e e não sabe de nada. Como se assim, menino treloso, onde é que tu anda? Que fosse te esconder, não é? A a expressão a expressão hebraica é aá. Aá é acróstico da palavra ani e odeia col racodote, ou seja, eu conheço todos os segredos. É o que está escrito lá nessa frase no capítulo 3 do Gênesis, significando Deus não disse onde estáais. Adão, eu agora sei que você errou porque você foi se esconder. Agora tinha uma justificativa. E aí sim, depois disso vem as consequências que é dito lá no Gênesis. Diz assim: "Olha como você me desobedeceu. Porque quando Deus começa a cobrar, aí Eva disse: "Foi, foi a serpente que me deu e eu comi". E Adão diz, eu comi porque a mulher me deu. Naquela época já começa o jogo do empurra empurra, onde ninguém quer assumir responsabilidade pelo que faz. terceirização de responsabilidade. >> Responsabilidade. E outra coisa, surgiu ali aquela história de livrar, né, o o flagrante. Foram se esconder. Ainda hoje o homem quando erra, ele foge, ele arruma um jeito de escapar do do que se chama flagrante, né, judicial. E aí quando começa o jogo do empurra empurra, aí Deus diz para o homem, por causa da tua desobediência, primeiro expulsa eles do do paraíso e por causa da tua desobediência, a partir de hoje trabalharás para ganhar o pão com o suó do teu rosto, como se o trabalho fosse uma punição. O trabalho é uma forma de oração. O trabalho é que dignifica o homem. Trab, ganhar sem trabalhar é ociosidade, é falta de responsabilidade. Então, não dá para para se entender o primeiro nível, essa essa colocação. E

forma de oração. O trabalho é que dignifica o homem. Trab, ganhar sem trabalhar é ociosidade, é falta de responsabilidade. Então, não dá para para se entender o primeiro nível, essa essa colocação. E segundo, e você, mulher, por causa do que você fez, você agora vai sentir a dor do parto. A partir de hoje terás, sofrerás a dor do parto. Ora, será que o animal também não sente dor no parto? A vaca não sente dor no parto. A égua não sente dor no parto. A dor do parto é uma punição. E então não era para ter se criado uma cesárea com anestesia que ninguém sente dor nenhuma. É outra coisa que não procede. E a serpente e você diz Deus pra serpente, você vai se arrastar o resto da vida e comer o pó. te arrastarás e comerás o pó do solo pelo pelo fato de ter sido a geradora daquele processo. Aí eu pergunto, qual foi o pecado da minhoca? Que e a cobra ia só andar por cima da terra e a minhoca já vive atolada dentro da terra até hoje. Então ela deve, o erro dela deve ter sido destruído uns 20 paraísos num dia só. E e sem contar, né, professor, que Deus esse é bem punitivo, é um é um Deus que castiga, que não perdoa. >> O amor passou longe, né? >> Exato. Expulsou para não voltar jamais. Tá certo? Então nós temos que analisar isso de uma forma bem diferente, da forma cabalística. Lá no quarto nível você vai encontrar que o primeiro casal simboliza a união de um homem e de uma mulher. é um símbolo metafórico, é o o preâmbulo da constituição da família que Jesus cobrou tanto quando era quando iam cobrar dele o divórcio. Quando for cobrar a questão do divórcio, ele disse eh qualquer um que deixar sua mulher e se unir a outro, vai adulterar e vice-versa. E aí os saduceus, os fariseus, diseram ele, mas e Moisés não não não ordenou da carta de divórcio. Jesus disse, Moisés não ordenou. Moisés permitiu por causa da dureza dos vossos corações, mas no princípio não era assim. Então Jesus volta ao início, ao primeiro casal, como exemplo de uma de uma base de uma família que deve viver em felicidade, em

por causa da dureza dos vossos corações, mas no princípio não era assim. Então Jesus volta ao início, ao primeiro casal, como exemplo de uma de uma base de uma família que deve viver em felicidade, em harmonia. enfrentar as adversidades trabalhando, que o trabalho é uma forma de oração, vencendo os desafios da vida. nunca a fazer uma armadilha. Porque eu vou dizer uma coisa, eu fico pensando, você tem seu filho ou sua filha que você ama, você tem um um menino com com 8 anos de 7 se 5 anos de idade, louco pro sonho de Vals. Aí você dá um vai vai trabalhar, digo: "Ol meu filho, vem cá, tudo isso aqui é seu." Você quiser aqui dentro de casa, você pode pegar. Agora esse sonho de valsa que eu vou deixar aqui em cima da mesa, você não pode pegar. Ora, imagina se o se o papai disse que ele podia pegar tudo, porque que ele não pode pegar o sonho de v porque ele chamou atenção daquele sonho de valso, só daquele sonho de valo. Então aí há uma tendência natural de que Deus ou a a onisciência, a onipresença de Deus, ele testa a nossa fidelidade a ele. Ele quer que a gente ame incondicionalmente, mas submetido às normas daquilo que é certo na nossa condição e no nosso caminho para ele. E se você errar aí, Adriano, aí agora que vem que você fez uma pergunta lá no versículo 21 que Deus teceu vestes, né? fez para Adão e sua mulher umas vestes de pele e os vestiu. Ora, ali mostra proteção divina, mostra que mesmo depois do erro, mesmo depois de toda aquele toda situação na vida que a gente puder fracassar, Deus está nos esperando porque ele nos ama. Ele não nos criou para punir. Eu costumo dizer que eh nós somos falíveis. Eu tenho filhos, você tem filho, Denise tem filhos. E a gente jamais colocaria um filho nosso, apesar do nas nossas deficiências, da nossa inferioridade, da nossa situação, que a gente não vai se comparar com Deus jamais. Nem com espírito superior a gente pode querer se comparar, nem com o Chico, nem com Madre Teresa de Calcutar a gente não pode se comparar. Mas nenhum de nós colocaria nosso filho

arar com Deus jamais. Nem com espírito superior a gente pode querer se comparar, nem com o Chico, nem com Madre Teresa de Calcutar a gente não pode se comparar. Mas nenhum de nós colocaria nosso filho para morar, para ser vizinha de um cara que é doido e f fabricando dinamite. Tu tu colocava teu filho para ser vizinho de um rapaz desse, mas Deus colocaria. Então Deus é esse aqui, ó. fez para Adão e sua mulher vestes de pele e os vestiu. Trouxe proteção apesar do fracasso, acolhimento, perdão. Isso aqui tudo é perdão, tá certo? Então é como se ele dissesse assim: "Eu tava brincando, eu já reclamei de vocês, mas eu amo vocês". Então, a Bíblia é um livro que para se ler a gente tem que ter muito cuidado para não não se perder no primeiro e no segundo nível de interpretação, porque são quatro níveis, primeiro e o segundo. O primeiro é o literal, é aquele que tá escrito. E esse é o que todo mundo interpreta. E esse é o que menos valor tem no processo. Porque aí é o é o pechat, que é o chamado palavra pardez. São os quatro níve. P R, D e S. O segundo nível é o remê, é das entrelinhas. Quando você diz assim: "Em um princípio criou Deus as águas e a terra". Você sabe que a terra foi criada em um princípio. Agora, você não sabe como, quando, né? Você não sabe qual foi o processo que aconteceu por trás disso tudo. Então, eu não me arvoro no direito de querer conhecer tudo Bíblia, porque eu não sei nada da Bíblia. Agora eu não me perco nas fantasias. A gente tem que entender. Você veja que Jesus era tão sábio que ele ensinou no terceiro livro da Bíblia, que é o livro eh midrástico ou metafórico, que são as parábolas. Agora tu repara que Jesus contou a história há 2000 anos e a gente ainda não conhece a essência do significado dessa história dele. Agora, a história literal que foi trazida em código, porque as letras hebraicas cada uma não é um representa um vocábulo, mas um código, porque cada código tem um valor numérico. E distribuído isso nos cinco livros de Moisés, você tem ali tudo que tem no

orque as letras hebraicas cada uma não é um representa um vocábulo, mas um código, porque cada código tem um valor numérico. E distribuído isso nos cinco livros de Moisés, você tem ali tudo que tem no planeta Terra. Como foi, como não foi. Nós é que ainda não tivemos condições de ter acesso e conhecer em essência o significado >> daquele desse código divino. >> Porque Kardec disse na questão 59 do livro dos espíritos que a Bíblia não contém erros, não. Olha a prudência dele. A Bíblia não contém erro quando ele vai analisar Moisés e a gênese dele, sua Gênese com Moisés, ele diz que a Bíblia não contém erro. Nós nos equivocamos a interpretá-la. Essa aqui é a verdade. Então, é por isso que a gente escuta tantas, tantas interpretações que fogem de qualquer lógica. Porque muita gente, como diz Kardec logo na introdução da Gênesis, no primeiro capítulo, itens 59, ele diz que na Bíblia muita gente só quer encontrar aquilo que ele preconcebidamente quer que ali esteja. Então ele fica vagueando num versículo com o dedo rodando, rodando até achar ali o que ele pressupostamente acha que está ali e não o que realmente está escrito. Então o Kardec para mim com essas com essas colocações dele já disse tudo. Então eu eu não tudo que eu tô trazendo aqui são eh eh eu diria conclusões minhas que são muito pobres, são muito pequenas. Você for ver um rabino, se você for escutar alguém que conhece com propriedade, acabalará, que eu sou apenas um uma pessoa que busco a minha verdade dentro dos meus limites, agora não aceito tudo que está ali na condição que muitos que não sabem nem traduzir. >> Uhum. >> interpretam o seu modo e toca paraa frente como se fosse uma verdade incondicional. Não sou dono da verdade. Agora as verdades que t me aparecido de outros não tem preenchido a minha ansiedade de conhecimento e a verdade que eu busco. >> É. E de mais a mais, professor, como como diz o próprio Emanuel, que diz que até hoje no mundo espiritual eles ainda estudam o evangelho. Então, para você

de conhecimento e a verdade que eu busco. >> É. E de mais a mais, professor, como como diz o próprio Emanuel, que diz que até hoje no mundo espiritual eles ainda estudam o evangelho. Então, para você ver que quanto mais a gente estuda, mais profundo é, porque a sua visão vai mudando, a sua experiência de vida aumenta, o seu entendimento vai crescendo. Então, cada vez é é como se a gente lê um livro. Você lê um livro hoje, se o senhor for ler ano que vem, o, o entendimento é outro e é o mesmo livro. né? Então, a mesma coisa acontece com a Bíblia. Hoje a gente tem um entendimento, >> mas daqui a um tempo a gente vai ter outro e depois que a gente chegar no mundo espiritual, o entendimento da gente vai ser outro também. Quer dizer, então >> e quando a gente chegar lá, nós somos recém-chegados, desconhecidos, sem saber de nada. É nada. Ainda tá engatinhando, professor. >> É como meu pai dizia, é o burro solto no sarcado alheio. Tá perdido, não conhece nada, somos nós. >> Bem isso, bem isso. >> Mas é impressionante, né? Como a gente, assim, o que a Denise falou, você pega um livro que você leu há 5 anos atrás e vai ler novamente, parece que é outro livro. E assim acontece com um filme, com uma música. Não. E você, às vezes eu me sento para assistir o o congresso, uma palestra, aí o camarada diz lá uma faz lá uma observação no livro dos espíritos, cita a questão, por exemplo, 914, que é muito conhecida, 758. Aí diz uma coisa que tem lá, eu digo: "Pera aí, >> não tá lá não. >> Não, isso eu não, isso não tá lá não. Eu já passei ali umas 10 vezes, não vi isso >> bem assim. E e como eu sou verificador, aí eu vou lá. Ô gente, não tava nele. Acredito. >> Aleluia. >> Ai, que saudade, gente. Barra, >> acredito. >> Eu vim matar minha saudade e não encontro vocês aqui. Assim, a gente não >> meu Deus. Você vem nos alegrar, mas encontra alegria maior que a tá vendo aí, >> você tá vendo o que é que você perdeu nos 40 minutos? Você não teve entre nós? Problema deu. >> Hoje foi puxado o trem total escabelado.

m nos alegrar, mas encontra alegria maior que a tá vendo aí, >> você tá vendo o que é que você perdeu nos 40 minutos? Você não teve entre nós? Problema deu. >> Hoje foi puxado o trem total escabelado. >> Para mim também foi. >> A moçada, a moçada nos avisou aqui pelo chat que a coisa tava pegando lá. Foi ou entrou alguém que saiu de lá? >> Foi. Entrou e avisou se olha o Álvaro vai chegar muito tarde. Que tá sim o circo de luz. >> Se eu sair do circo de luz, do cí tava cheio. Muita gente. Eu acho que o vai atrasar e muito. >> E muito. >> Quando ela disse muito eu digo 3 horas. Mas o foi >> quem será que foi? >> Foi 40 minutos. Eu não me lembro quem foi. Tu lembra? Mas aqui vou vou achar. >> Ah. Ai o >> não tinha só um c uma trave, viu? Viu a trave? Oh Denise, que felicidade. Que bom que >> eu acho que foi elet. Não foi não. >> Não, não tem ninguém. >> Eu vou, eu vou achar aqui. Depois, depois eu vou encontrar. Foram duas pessoas, duas pessoas que, >> que deram notícias aqui. Depois eu vou encontrar. Ô, ô, mas que coisa boa. Desculpem um atraso. >> Nada, eu tava aqui fazendo uma, respondendo uma pergunta sobre Adão, Eva e o paraíso, sabe? >> Nadir, Nadir, >> Nadir. Tá ali, ó. Nadir. >> Nadir Geovanini. >> Pronto, foi isso mesmo. >> Mas teve uma outra pessoa também que essa foi até o professor que viu, que também falou. Foi exatamente, não foi só nadir não. >> Mas aí, ó, a gente nós estamos lhe aguardando também porque a gente agora a partir daqui, depois dessa, eh, vamos dizer assim, suave análise que eu fiz do Gênesis 3, aí a gente vai que agora vamos falar alguma a respeito do Natal, >> vamos falar do rano, cara. Ô professor, antes disso, deixa eu só colocar a lenha na fogueira aqui. >> Eu ouvi em um estudo, eu ouvi em um estudo que essa coisa, vamos lá, eu vou falar bem na grosso modo, bem de forma bem resumida para não tomar muito tempo. Então, vamos lá. essa questão do de Adão e Eva no paraíso. Eh, aí veio a serpente, comeram a a maçã, né, o fruto proibido e aí foram

grosso modo, bem de forma bem resumida para não tomar muito tempo. Então, vamos lá. essa questão do de Adão e Eva no paraíso. Eh, aí veio a serpente, comeram a a maçã, né, o fruto proibido e aí foram expulsos do paraíso e receberam túnicas de peles. Então, o que que seria isso? seria o espírito que foi criado simples e ignorante. E como ele ainda não tinha errado, ele estava no paraíso, ele estava num num local onde ali não ainda não existia, né, o o o mal, por assim dizer. Só que aí eles sofreram a influência, esses os esses espíritos sofreram sofreram a influência eh eh eh para cometer o erro. Como eles se equivocaram, foi necessária a encarnação e por isso eles foram expulsos do paraíso. E as túnicas de pele são justamente o corpo físico. Que que que vocês me dizem? Isso aí >> tem lógica. Uhum. >> Para mim tem lógica. >> Uhum. >> É aquilo que eu lhe disse, o ângulo que muita gente vê às vezes é racional e às vezes não é. Esse eu acho racional essação que você faz trazendo aí >> que também é, né, é uma interpretação, é, né? >> É, é. os vestiu, os vestiu de corpo de carne para que eles pudessem saudar, reparar a queda, né, a desobediência e etc. Tem lógica. E aí vieram as necessidades materiais, né, a questão do trabalho, a questão da dor do parto, enfim, >> né, a as consequências materiais disso a partir do momento que eles receberam as túnicas de pele. >> Eu acho interessante. Achei uma coisa assim que me f tirar o espírito da letra, né? >> Exatamente. São várias interpretações, né? Todo o texto bíblico tem diversas interpretações. É porque a gente precisa tomar cuidado de não fazer o seguinte, de não virar e falar assim: "Ah, o fulano falou que é assim, então é assim". >> É. >> Não, a gente vai criando referências que expandem a forma de compreender. >> Então, >> eh, isso é muito importante sempre com o entendimento de um guia da moral, de etc. Eu quero falar uma coisa para vocês. Nós fizemos um algumas lives, até a Denise chegou a participar e o Adriano também, onde foi

muito importante sempre com o entendimento de um guia da moral, de etc. Eu quero falar uma coisa para vocês. Nós fizemos um algumas lives, até a Denise chegou a participar e o Adriano também, onde foi se falado sobre quem é o espírito verdade, foi perguntado algumas vezes. Eu quero dar uma resposta hoje depois de publicado que ninguém precisa ter medo de falar que é Jesus, porque nesse livro que foi publicado pela FEAL, o Espiritismo, nesse mês, o Espiritismo é obra de Jesus, estão os manuscritos que Kardecou escrito de próprio punho sob diversas reencarnações, onde conta, por exemplo, da sua proximidade com Jesus. aos dias de sua encarnação e os vínculos escritos aqui tem o originais, as traduções comentadas. E aqui Kardec deixou isso escrito, foi para Canuto de Abreu que comprou seu espolho. Chico teve acesso a todos esses, comentou com o auxílio de Emanuel e foi instruído a deixar isso guardado para a publicação em tempo certo. Kardec não publicou ao seu tempo para que não atrapalhasse a divulgação da obra e então vai contar das encarnações de origens, não com, mas de encarnações importantes de origens, de outro espírito junto à biblioteca de Alexandria, vai contar sobre sua encarnação no mundo grego e como a tendo Jesus ao seu dispor e a o seu choque em saber sobre isso. Então, gente, super recomendo. O espiritismo é a obra de Jesus. >> Quem é o autor? >> É isso que eu tô vendo. >> São 11 autores. Paulo Henrique Figueiredo. São 11 pesquisadores da Fundação André Luiz. Eu quero deixar aqui recomendado. Eu ganhei o livro, eu ainda não terminei de ler. Eu comecei ele a leer, mas eu queria poder a poder, eu queria muito poder ler em três minutos. Então vai falar aqui de tantas encarnações importantes e agora a gente vai poder falar assim: "Não, Kardec era fulano ao tempo de Jesus, que eu não vou falar quem é, mas tá aqui e eu vou falar a transfiguração do monte já dizia porque >> ali estava Moisés Kardec, quer dizer, eh, Elias, o profeta do Antigo Testamento. que reencarna como João Batista primo de

uem é, mas tá aqui e eu vou falar a transfiguração do monte já dizia porque >> ali estava Moisés Kardec, quer dizer, eh, Elias, o profeta do Antigo Testamento. que reencarna como João Batista primo de Jesus. Então, gente, tá demais, tá demais. textos originais que ficaram guardados por mais de 150 anos, aguardando o momento certo da publicação para que a gente possa ressignificar escritos de próprio punho de Kardec das nossas concepções. Vai dar o que falar, viu gente? >> Ótimo. >> Só respondendo aqui a Maria Eugênia, né? Ela ela perguntou que essa pele não seria um invólucro para o espírito para viver encarnado aqui na Terra? Dentro da concepção que eu falei, é o é o corpo físico, viu, Maria? >> Então essa túnica de pele, essa pele seria a pele do corpo físico, tá? Dentro dessa interpretação, ó. E eh eu vou buscar uma água para mim. Vocês aceitam? >> Eu aceito uma água, >> tá? Eu eu tinha esquecido de trazer uma água. Vou lá buscar rapidinho. >> Eu já tô tomando a minha aqui, pode ficar tranquilo. >> Falemos, falemos sobre o principal personagem, aliás, o personagem que dá sentido a tudo isso, né? Em última instância é que dá sentido a tudo isso. Nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos lá, Álvora, vamos começar. >> Eu acredito que a gente podia falar de Hanuca, né, professor? >> Também, >> porque hoje é a segunda noite de Hanuca. Comece, você fale um pouquinho de Hanuca e depois a gente, nós temos aí 22:50, a gente vai ter um tempinho ainda para falar sobre o Natal de Jesus, que é o objetivo da noite. >> Vamos falar sobre >> porque, sabe por quê, professor? >> Uhum. Porque apesar de ser fundamental e muito importante, acredito que poucas pessoas vão poder ouvir falar sobre o Hanuca. E eu acredito que todo mundo vai fazer live sobre o Natal, sendo de Moisés a Kardec. Acho que vale a pena trazer a história dessa >> noite muito importante. >> É porque eu por exemplo não sei o que que é, o que que seria essa noite. >> Vamos, vamos lá. Na realidade, o Hanuka ele é celebrado tradicionalmente.

zer a história dessa >> noite muito importante. >> É porque eu por exemplo não sei o que que é, o que que seria essa noite. >> Vamos, vamos lá. Na realidade, o Hanuka ele é celebrado tradicionalmente. Eu trouxe uma Hanuquia bem assim, eh, simpleszinha, que é que a gente usa assim no dia a dia, mas tem as bem bonitas. Aqui a gente tem uma vela que se chama chamache. Essa vela é como a luz dos homens. a gente acende ela e quando a gente vem acender na primeira noite uma vela, a luz que se entrega, ela não diminui, mas ela multiplica. Quem entrega amor não diminui o amor, multiplica. Essa luz é multiplicada pra primeira vela. São oito noites. Então, primeiro dia acende-se essa e a primeira. Segundo dia, acende-se o chamacha. primeira e a segunda, terceiro dia, chamaste a primeira, segunda, a terceira, chamaste primeira, segunda, terceira, quarta e assim por diante durante oito dias. Essa é uma festa muito importante para o povo de Israel. Por quê? Ela se dá no momento em que o império toma o conta de Israel, macula ou leva impurezas para o templo, impurezas, eh, animais impuros, sacrifica porco, coloca estátua. E para um judeu, isso era um absurdo. Mas muito mais do que isso. Ali o império celucida impede o povo de Israel de colocar a sua tradição religiosa em prática. Então o povo de Israel é proibido de realizar circuncisão, é proibido de comer comida caché, é proibido de estudar a Torá, de transmitir todos esses eh elementos. Então, o que nos acontece nesses dias? nasce um movimento primeiro de mártires, que esses mártires são relembrados na revista espírita pelo espírito Morterai. Ele vai falar sobre estes e Paulo vai trazer na carta aos Hebreus referência a estes primeiros. A gente vai encontrar uma série de profetas falando sobre aqueles que verdadeiramente viveram a essência do judaísmo e, por tantas vezes, entregaram as suas vidas em martírio. Era proibido eu ia viver isso, mesmo que me custasse a vida. Esses mártires seriam os mártires que inspirariam os mártires do cristianismo

mo e, por tantas vezes, entregaram as suas vidas em martírio. Era proibido eu ia viver isso, mesmo que me custasse a vida. Esses mártires seriam os mártires que inspirariam os mártires do cristianismo primitivo. Os primeiros mártires da última hora, aliás, é da última hora. Ah, nós vamos encontrar esses mártires sendo importantes e fundamentais durante essa época, impedidos de jogar eh de falarem sobre o judaísmo, criou-se a tradição desse. Esse é uma representação de um benfeitor que nos auxilia, só que na mãozinha dele, deixa eu ver aqui. Na mãozinha dele, ele tá segurando um peão. Um peãozinho. Dá para ver? >> Uhum. >> Esse chama-seivon. Tem até a musiquinha. S so sivon gira, gira, gira. E aí em cada uma dessas laterais, ele tem quatro lados, existe uma letra escrita. Nun é uma das letras. Gimel, outra das letras. Hei, outra das letras. Shim, outra das letras que formam as iniciais de nes, gadol aá cham. Um grande milagre lá aconteceu. Que milagre é o milagre de Hanuca? ou se você preg qual foi o grande efeito físico que fez com que, vamos assim dizer, o povo de Israel pudesse verificar a presença de Deus no propósito de trazer esse farol de luz à humanidade com a primeira revelação. Então, acabei de falar do livro, a gente vai encontrar a aqui escrito no manuscrito de Kardec que ele foi um desses profetas, o profeta Elias, depois encarnando como a João Batista. Isso está no manuscrito escrito com as letras de Kardec, as comunicações. Então, quando nós falamos da grande luz do Espiritismo, não podemos apagar a grande luz da primeira revelação. Então, que eu quero dizer que esses mártires acenderam uma luz que o espírito Mordi na revista espírita de 1861 vai dizer que esses são os mártires esquecidos da humanidade. E quando a gente se lembra que o maior propósito é servir sem reconhecimento, nós devemos e verdadeiramente abençoada da memória a esse passado que nos ilumina, a estes mártires que nos iluminam até hoje. O Império Celeucida foi expulso por um movimento que talvez não tenha recorrido

vemos e verdadeiramente abençoada da memória a esse passado que nos ilumina, a estes mártires que nos iluminam até hoje. O Império Celeucida foi expulso por um movimento que talvez não tenha recorrido às melhores formas, mas era o que cabia. movimento dos Macabeus, tornaram-se guerreiros e expulsaram os gregos, vamos assim dizer, da terra de Israel. E ali o templo foi mais uma vez ocupado. Quando o templo foi ocupado, havia óleo apenas para queimar, amenorar um candelabro de sete braços por um dia. E o povo orou e pediu. Tal qual houve a multiplicação dos pães e dos peixes, aqui houve a multiplicação do azeite, >> do azeite que demorava 7 dias, mas demoraria 8 dias para ficar pronto o azeite extra virgem adequado para aquela aquele ritual, vamos assim dizer. E assim o óleo de um dia queimou por ito dias. Se você for a todos os lugares do mundo, na Avenida Paulista, em todos os lugares do mundo, você vai ver, se você tiver olhos atentos, Hanu Kyot, são esses candelábrios de oito braços são acesos publicamente. Lamentavelmente, agora houve um grande atentado onde mataram 12 pessoas, 12 judeus em uma tentativa, mais outra vez, de obscurecer a luz trazida pelos profetas. Aqui a gente dá, a gente até consegue entender a 276 do Consolador. Os profetas do Antigo Testamento eram diretamente inspirados pelo Cristo. Só vou dar mais um spoiler. Também tem escrito que Kardec foi Platão aqui com a própria letra dele, tá gente? Eu falei, os espíritas vão balançar, mas se a nossa fé raciocinada, como diz Kardec, como nos traz Kardec, a a gente precisa de verdadeiramente colocar isso à prova e se for preciso, reconstruir o nosso orgulho para novos entendimentos. Então ali queimou a vela, as velas, ou melhor o azeite por 8 dias nessa tradição judaica. E essa é a festa que representa a grande superação do povo de Israel a, vamos assim dizer, ao materialismo dos dias de antigamente, a esse materialismo e sobrevivendo através da festa de rano, significa a vitória das luzes sobre a treva.

nde superação do povo de Israel a, vamos assim dizer, ao materialismo dos dias de antigamente, a esse materialismo e sobrevivendo através da festa de rano, significa a vitória das luzes sobre a treva. Disse-me um espírito amigo chamado Jacó. Jacózinho. E quando Jesus falou sobre colocar a a candeia sobre o alquere, fazia uma menção direta sobre a festa de Hânuca. Porque as velas ou o candelabro que não eram com velas, eram com azeite. Algumas pessoas acendem até hoje com azeite. Então, minha mãe às vezes acende com azeite, às vezes depende do ano, às vezes acende ah com velhinha mesmo. Apesar da gente saber que o espiritismo não traz os rituais, nós estamos explicando o judaísmo. A a essas ranquar deve ser colocado na janela, voltada para a área pública, para que não esteja escondida a luz da missão espiritual do povo de Israel que se completa, se completa na condição da doutrina espírita e assim quando estivermos em regenerados, terá completado a sua missão. Então, essa luz fica exposta e não deve ser escondida. Essa luz é uma luz que não deve ser utilizada como a luz de Sabbat para se ler um livro ou para qualquer coisa do tipo. Ela é a representação da luz espiritual. Então, o próprio tabernáculo tinha as suas janelas pequenininhas do lado de dentro e aumentando para o lado de fora. Dessa forma a gente eh entende que a luz do povo de Israel, da resistência desses primeiros trabalhadores da primeira hora, ela não deve ser apagada, ela deve ser divulgada. E não há dúvida, não há dúvida. Eu tenho, eu digo isso com todo, com toda a amorosidade que aquele que se encontrou na primeira, na segunda, e reencarna para codificar, a terceira revelação, traz o seu amor como já esperávamos. E aqui a nossa explanação sobre a festa de Hanok. Muito bem, Álvo. Excelente, Deniseo. Você ficou, você viu aí que Álvares colocou eh mostrando a simbologia de acender velas, mas o símbolo de Israel é um candelário de sete braços que chama menor, é o aonde você vê qualquer eh eh relacionamento com o judaísmo, aparece

ares colocou eh mostrando a simbologia de acender velas, mas o símbolo de Israel é um candelário de sete braços que chama menor, é o aonde você vê qualquer eh eh relacionamento com o judaísmo, aparece aquela menor com sete braços. E no ran é tem uma menorá com oito braços. A diferença que uma é a que se assenta no Shabato e aquela que representa o povo de Israel. Mas quando você vê com oito, é exatamente a libertação do povo hebreu por Judas Macabeu. Foi aí que surgiu também o livro do primeiro e segundo livro dos Macabeu. É um livro apócrifo para o judaísmo, mas que a Igreja Católica adotou. E aí através do do >> Vou mostrar para vocês uma coisa. Pode falar, professor. >> Através do do que aconteceu, os soldados mortos em Jerusalém para a defesa, para a libertação de Israel, Judas Macabeu vai orar pela alma deles. E aí é que surge a missa de sétimo dia, de 30º dia, orando pelos mortos na Igreja Católica, que os protestantes não oram, não fazem isso porque eles eles não têm o livro dos Macabeus. no na sua Bíblia. A Bíblia Protestante só tem 66 livros. A católica tem 73, tem sete livros a mais. E na na Católica que tem o livro dos Macabeus. É tanto que para você, como a história é conhecida, como você conhece toda a história do Macabeu, uma forma de você saber se uma Bíblia é protestante ou católica, veja se ela tem ou não o livro dos Macabeus, que é o livro mais, vamos dizer assim, conhecido, né? os outros. É, é, é o, o, o o livro de de agora eu esqueci os outros sete, né, que é que representam que estão na igreja católica e não tem na protestante. Ecclesiásti para vocês. >> Ecclesiástico não é eclesiaste esse. Eclesiastes tem na Bíblia protestante e tem na Bíblia católica. Mas eclesiástico só tem na Bíblia católica. >> A Júlia quis montar uma árvore de Natal e eu falei: "Eu monto", mas tem que ser uma árvore de rano, tal. Então eu falei, tem que ter uma estrela de Davi em cima. >> Isso. >> Tem que ter a Hanuquar. Deixa eu ver se dá para ver. No quear tem que ter o cvivon que eu falei para

e ser uma árvore de rano, tal. Então eu falei, tem que ter uma estrela de Davi em cima. >> Isso. >> Tem que ter a Hanuquar. Deixa eu ver se dá para ver. No quear tem que ter o cvivon que eu falei para vocês, >> é o peão que >> tem que ter o sufganiot. Como multiplicou o óleo, então fez-se aqui a fez-se aqui a tradição de comida com óleo, comida em óleo. Então aqui tem até o carrinho, ó. Cadê? Tem até o carrinho com uma magen Davi e com os rabinos. segurando uma ranquia e o servivon. Eu falei, vamos fazer uma árvore, mas tem que ser uma árvore de ranu para comemorar o rano e o Natal juntos. E aí, que coisa maravilhosa, a gente tava montando a árvore, sentimos uma emoção e um espírito amigo nos disse posteriormente. Na hora a gente sentiu uma presença, mas eh suspeitei e falei: "Ah, acho que é fulano tá aqui." E depois foi contado que tanto a minha avó judia e a avó dela cristã vieram, foram autorizados a nos acompanhar na montagem da árvore. >> Ai que lindo isso, Álvaro. >> É >> por isso a emoção toda. Então >> foi essa é nossa árvore de rano, tal. Tá, tu tá sem somado, Adriano, o microfone. >> Opa, agora sim. Professor, confirma para mim aqui agora os livros que constam na Bíblia Católica e que não estão na Bíblia protestante. Tobias, Judite, >> Macabeus 1, Macabeus 2, >> sabedoria de Salomão, >> Eclesiástico ou Cirácida. Isso. >> Baru incluindo a epístola de Jeremias. >> E tem acréscimos em Ester e em Daniel. >> Isso. Exatamente. >> É perfeitamente. >> E o professor sabe todo o decor. >> Bacana, bacana, bacana. E aí, meninos, que mais vocês vão falar pra gente aí sobre >> Eu queria aproveitar agora para comentar com Álvaro uma uma coisa que eu acho muito interessante, que é o tabernáculo. O tabernáculo é uma estrutura que foi foi recebida por Moisés no capítulo 25 do Êxodo, quando ele estava no deserto com o povo, que ele precisava quando ele criou o grupo dos 70 para ele não legisar sozinho. E ele passou a parte espiritual para Arão, apesar de ter havido todo aquele

do, quando ele estava no deserto com o povo, que ele precisava quando ele criou o grupo dos 70 para ele não legisar sozinho. E ele passou a parte espiritual para Arão, apesar de ter havido todo aquele problema do povo não aceitar Arão. Mas depois, eh, Deus mandou uma um sinal que Arão era era o o o escolhido para cuidar da parte espiritual. Mas aí com a criação do tabernáculo, Deus desce lá do alto e fica entre o povo >> povo >> e o e o e o e o o tabernáculo ficava no centro. Ele era era um retângulo. Cada parte do retângulo tinha três tribos. Como são quatro lados, 12 tribulos com o tabernáculo no meio. E essas tribos elas se mudavam de acordo com a uma um um sinal de fumaça que aparecia além da nuvem de fogo que protegia o povo no deserto. Isso por 40 anos. Então Deus desceu do alto e ficou entre o seu povo por 40 anos até eles entrarem na terra prometida. tem uma parábola do movimento racídico, que a Álvaro, inclusive a escola rabínica dele era racídica, >> que é de de Lubavit, do Rebit de Lubavit. Eles têm uma parábola que o título dela é Rameller Bçadê, o rei está no campo. Porque existe um mês judaico chamado Elul. que é o mês que precede o mês do Rocha Raná, que é o ano novo judaico. Então é mais ou menos o mês de agosto, porque o mês de de setembro é o mês em que quase sempre cai o Rochi Racha, que é o ano novo judaico. Quer dizer, um mês antes, o rei, nessa parábola, armava o a sua barraca no campo, porque durante os outros meses do ano ele estava em palácio. do palácio, ninguém tinha acesso a ele porque ele era eh muito protegido por por seguranças, por ministros e etc, etc. Mas no mês de Elul ele descia, armava sua barraca no campo. Daí porque Ramel, quer dizer, o rei Badê está no campo. Então ali ele, as pessoas tinham acesso, todo mundo queria falar com o rei, tá? tava ali no meio do povo. Agora vamos trazer isso para Jesus. Jesus desce no mês de dezembro, que é o mês que precede o ano novo, que é o nosso, da mesma forma, só que Jesus armou também um tabernáculo,

va ali no meio do povo. Agora vamos trazer isso para Jesus. Jesus desce no mês de dezembro, que é o mês que precede o ano novo, que é o nosso, da mesma forma, só que Jesus armou também um tabernáculo, porque segundo João lá no capítulo prólogo do seu evangelho, o verbo se revestiu de carne e tabernáculou entre nós. A palavra tabernáculo em hebraico é mcan. E vem do verbo sharan em hebraico, que é é tabernacular, é morar em barraca ou em tabernáculo. Então Jesus também desceu e tabernaculou entre nós, porque muita gente traduz como habitor, quem habita mora fixado e dali não sai, tá certo? Mas o tabernáculo não, você arma, desarma, vai embora. Jesus foi realmente, ele dizia, o filho do homem não tem uma pedra onde recostar a cabeça. Então ele foi um tabernáculo entre nós, da Judéia, para Galileia, para Samaria, para Pereia, para todas Decápolis. Ele não teve um local fixo. E Jesus desce humilde numa manjedoura lá em Belém e arma o a sua barraca, o seu tabernáculo entre os mais pobres, os mais humildes. Procura os o os pastores de ovelha, parodiando o Salmo 23 de Davi, que o Deus é meu pastor, ele não me faltará. E Jesus lá em João 10, ele diz: "Eu sou o bom pastor, eu estarei convosco até a consumação dos séculos". Então Jesus é um rei que desce do alto e vem tabernacular entre nós para que a gente tenha acesso a ele. Isso não só metaforicamente, mas na prática. Ele foi para a região da cirofenícia, aonde recebe a mulher cirofení que tava com a filha doente, que só teve acesso a ele, porque ele saiu da da Galileia e foi para armou sua barraca lá naquela região para receber essa mulher e curar a filha dela. Depois ele recebe o centurião. Depois ele vai à adúltera. Depois ele vai a Jericó para libertar o Zaqueu. Então ele esteve no campo dando acesso e condição de que todos chegassem a ele. E escolhe para comunicar que ele tinha chegado. Os primeiros a receber a notícia foram os humildes pastores de ovelhas de Belém. É muito curioso isso, que ele ele venha ele seja simbolizado com a estrela de 14

para comunicar que ele tinha chegado. Os primeiros a receber a notícia foram os humildes pastores de ovelhas de Belém. É muito curioso isso, que ele ele venha ele seja simbolizado com a estrela de 14 pontas, que é uma uma declaração, não, uma explicação que está lá na genealogia do Evangelho de Mateus, 42 gerações. Você chega em Belém hoje, a estrela tem, a estrela de Davi tem seis pontas, né? Salomão, alguns dizem que tem cinco, mas a de Jesus na manjedura tem 12, tem 14, porque 14 gerações de Abraão a Davi, 14 de Davi ao cativeiro da Babilônia e 14 do cativeiro até Jesus. Então ele é retratado por Mateus como o Messias, como o rei que desceu e se instalou numa humilde manjedoura em Belém. Então, eu acho que a primeira primeira coisa que a gente precisa registrar pra gente entender Jesus entre nós, essa semelhança entre Deus num tabernáculo, no deserto e ele numa humilde manjedoura em Belém, descendo nos campos, nos campos da de Belém, onde Davi foi pastor, onde Davi foi escolhido partir dali por Samuel para ser o Messias, para ser o rei, aliás, sucessor de Saul, como também foi chamado para desobsidiar o rei Saul, que ele era um rei fracassado e não tinha eh não seguiu as regras do alto, desobedeceu a Samuel, realizou cerimônias que não era para ele realizar. Foi um, há tanto que diz o livro do do do dos reis que ele eh o espírito de Deus se afastou dele e um espírito sofredor, obsessor, se aproximava dele. Ele entrava em desespero. Foi um obsediato. E quando ele estava nessa situação, nenhum dos feiticeiros, nenhum daqueles que era assistente dele conseguia acalmá-lo. Mas foram buscar em Belém Davi, um pastor de ovelha, humilde, que tocava sua harpa e o espírito mal se afastava e ele se tranquilizava. Então, nós temos em torno de Jesus assim coisas maravilhosas. Quando você chega em Belém, você constata isso. Você se lembra que ali foi a terra de Rute, a Moabita? Você se lembra que ali foi aonde Raquel foi enterrado o grande amor de Jacó? Você sabe que ali foi a cidade

ê chega em Belém, você constata isso. Você se lembra que ali foi a terra de Rute, a Moabita? Você se lembra que ali foi aonde Raquel foi enterrado o grande amor de Jacó? Você sabe que ali foi a cidade de Davi. Se você sabe que Jesus era da tribo de Davi, que era a tribo de Judá, porque chega humilde nãoedora em Belém. Então, e e esse esse panorama ou essa estrutura, ela representa muito bem quem é Jesus em nossas vidas, o e como ele preparou todo esse projeto de uma forma perfeita. Porque nada do que aconteceu tava fora do programa que ele traçou. Veja que ele ele vai lá, ele prepara na Mesopotâia um povo, três povos distintos, babilôniaos, assírios e sumérios. Os babilíos, os babilônios e os assírios, povos guerreiros. os sumérios, povos espiritualizados e inteligentes, povos que cuidavam da agricultura, povos que cuidaram da escrita, povos que cuidaram da religião. A epopeia de Gilgalme ela um grande exemplo que através dele que Gilgame era o rei de Uruque, um um uma cidade da da aquela região da Mesopotâmia que não conhecia a morte. Então ele saiu para caçar com seu companheiro Equidu e Equidu morre e ele entra em pânico quando vê o companheiro dele morrer, que ele não conhecia a morte. Ele é é a mesma história de Adão no paraíso, Adão e Eva e simples ignorante, que é a questão que tá lá 115 do livro dos espíritos. E quando ele viu a morte, ele foi procurar exatamente a imortalidade da alma. Mas surge a semente ali naquele povo, naquele sumério. Foi dali daquela região também que surge Abraão, o pai do mandateísmo e da fé. Tudo isso projeto de quem? de Jesus que envia os patriarcas, os profetas, Moisés para trazer a primeira revelação. Depois ele vem, traz a segunda, ama, perdoa, auxilia, mostra como ele não veio destruir a Torá, nem os profetas, mas veio mostrar que o amor, a misericórdia tá acima muitas vezes até da justiça, como a parábola dos trabalhadores da vinha, que ele dá mais valor a a a bondade e a misericórdia do que propriamente a justiça. E e nesse nesse

or, a misericórdia tá acima muitas vezes até da justiça, como a parábola dos trabalhadores da vinha, que ele dá mais valor a a a bondade e a misericórdia do que propriamente a justiça. E e nesse nesse patamar a gente vai descobrindo como ele não só trouxe um evangelho como código de vida para quem quer chegar até ele, como também ele ainda preparou uma terceira revelação que ele disse um consolador que viria lembrar o que ele ensinou, ensinar coisas novas. E Kardec diz que a doutrina espírita se enquadra muito bem sobre tudo aquilo que se falou do consolador prometido. Então, e e aí eu acho bonito o que a Álvaro tá dizendo aí, porque eu sempre defendi que no no Monte Tabor tinham apareceram três, Moisés, Elias e Jesus. um representando a primeira, outro a segunda e outra a terceira revelação. >> Então você observa que tem muita lógica. E quando perguntam a Jesus na descida do monte da bola lá em Mateus 17, o diz que diz os escribas que Elias viria primeiro. Jesus diz: "Elias virá para restaurar todas as coisas". E quando ele se refere em João 16 sobre o Consolador, ele diz: "Ele vai vir para relembrar tudo que eu disse e ensinar coisas novas". E aí, essas revelações que Al tá trazendo aí, eu quero até que você traga, se você tiver condições, você vier para cá esse livro para eu dar uma >> Não, eu eu vou mandar um pro senhor de presente. E olha que interessante, alguém poderia dizer: "Ah, mas sem a universalidade das informações é só uma história". Então eu vou ler o pergaminho traduzido. Kardec pergunta a Fulon. Os espíritos me disseram várias vezes que eu fui Yan Rus. Diga-me, por favor, querida senhora Fulon, o que acha disso? Ela responde: "Eu acredito." Kardec então disse, "Mas no meu estado espiritual e no grau em de elevação em que você se encontra, você deveria saber com certeza se é verdade ou não. Não me importo com isso, mas como fato gostaria de saber se é confirmado." E ela responde: "O espírito de Fulon: Temo enganar-me ao falar por mim mesmo?" pergunta aos espíritos mais avançados do

não. Não me importo com isso, mas como fato gostaria de saber se é confirmado." E ela responde: "O espírito de Fulon: Temo enganar-me ao falar por mim mesmo?" pergunta aos espíritos mais avançados do que eu e me dizem: "Sim, ele foi Yan Ross". Kardec então pergunta: "Quem eu fui antes?" "E antes disso você vê o que eu fui?" Disseram-me muitas vezes de Kardec, mas como não há provas materiais, não é sem interesse recolher o maior número número possível de opiniões. Universalidade das informações. Madame Fulão responde: João Batista, o precursor >> e antes >> é >> depois Platão foi o que me disseram muitas vezes de Kardec. Então gente, que coisa linda. Sabe para que que serve isso? Porque é fantástico. É como se Kardec tivesse preparado na sua condição sob orientação direta hoje descrito por ele identificado, explicado pelo próprio espírito verdade ser Jesus, que no futuro o espiritismo passaria por crises e que quando nós passássemos e corrêssemos o risco de nos distanciar da essência como fizemos com com o cristianismo, primo, Nós deveríamos ter não a referência por curiosidade, mas para entender a matriz do pensamento do codificador e a razão da doutrina espírita codificada. Então, a moral do Cristo, a razão filosófica da obra, todo o propósito, você consegue entender quando percebe quem são aqueles que estão por detrás dessa obra, que fomos chamados por muitas vezes, por muitas vezes eu recebi mensagens onde os espíritos nos falavam: "Vocês são chamados pelo próprio Cristo tal qual os apóstolos ao entorno do lago de Genesaré, vocês são chamados como discípulos para se tornarem apóstolos. Então aqui quando diz o professor o espírito do Messias tabernaculou, habita entre nós, dá para entender porque o Chico dizia que o Espiritismo é Jesus de novo no meio do povo andando por entre nós e que esse é o anunciador do ex, do Cristo em espírito. E o profeta Isaías, professor, nos diz que se chamaria aquele que revela Emanuel. E aí cada um vai entender do jeito que quiser, porque isso não tá escrito. Isso

unciador do ex, do Cristo em espírito. E o profeta Isaías, professor, nos diz que se chamaria aquele que revela Emanuel. E aí cada um vai entender do jeito que quiser, porque isso não tá escrito. Isso é o texto de Isaías dizendo que a gente pode entender quem é Emanuel nessa obra e sobre quais aspícios ele auspícios ele operou pela mediunidade do Chico. Muitas vezes eu ouço comentários de pessoas que dizem: "Não, o evangelho estão transformando o espiritismo em uma obra religiosa". É claro que nós temos os nossos atavismos, mas acima de tudo, o espiritismo é a obra direta do Cristo. É o melhor tema, melhor título que o livro podia ter. Corre porque só tem 2.000. Eu não tô ganhando nada para falar isso, tá gente? Só tem 2.000. E não é uma obra fanática, é uma obra de pesquisadores. E é fantástico muito do que tá sendo trazido aqui. O professor que tem profundo conhecimento sobre teologia, ele vai entender melhor sobre a origens e sobre outros tantos que ali aqui são. Origens, Origens foi um defensor incansável da reencarnação, não com esse nome, mas ele dizia abertamente que a doutrina do karma e do renascimento é uma doutrina cristã. Isso lhe custou caro, né? Porque ele foi ele foi heretizado por isso, sofreu bastante, mas depois foi canonizado. A igreja teve muito disso, foi o que fez com Jonas Dark, foi o que fez com tantos outros, né, que que traziam ideias avançadas, Galileu, né, e tantos outros. E o que me o que me é de o que me é conhecido é que quando a gente fala que no século V um concílio proibiu a reencarnação, na realidade não é isso. Eu não existia esse nome. O que foi proibido nesse concílio são as ideias de origens. É, então as ideias de daqueles que venha trazer a representação, a representação, gente, eu tô apaixonado, eu tô assim feliz de saber essas coisas, mas entusiasmado. E realmente dá pra gente sentir esse chamado no coração, dá pra gente entender porque realmente o Espiritismo nos dá caminhos de transformarmos. E porque essa é a obra que independente

s entusiasmado. E realmente dá pra gente sentir esse chamado no coração, dá pra gente entender porque realmente o Espiritismo nos dá caminhos de transformarmos. E porque essa é a obra que independente do que fizermos dele, apesar de sermos responsabilizados, independente disso, nós estamos chamados verdadeiramente com os trabalhadores da última hora. Então, quem tiver força, dedicação, disciplina, fé e prosperar, mesmo quando for perseguido por essas ideias, será chamado de bem-aventurado. E eu não tenho dúvida que sentarão na mesa dos justos e lavando os pés, eu não tenho dúvida que estarão dois espíritos, o Cristo e o nosso codificador Kardec. que como disse Jesus, se você quiser entender quem for Kardec, dos nascidos de mulher és o maior, João Batista? É verdade. E olha que que eu acho interessante, porque Elias Elias não tem nenhum livro na Bíblia do profeta Elias. Não tem livro de Elias, mas é o único profeta que os outros profetas falam nele. >> Isaías 40 diz que ele é a voz que clama no deserto. Malaquias diz: "Eis que vos enviarei o profeta Elias antes que venha o grande e temível dia do Senhor." Lucas, o anjo Gabriel diz para para Zacaria que ele viria com a força e o poder de Elias e ferindo-se a João Batista. E Jesus de Mateus 11 versículo capítulo 11 versículo 7 a 14 que João Batista dentre os filhos de mulher foi o maior. Se vocês querem entender é ele o Elias que devia voltar. Não, não tem palavra reencarnação não, mas tá direto aí, gente. Só não, só não vê aqueles que não tm olhos para, para ver e ouvidos para entender. Porque Jesus ainda sabendo da dificuldade que essa frase não seria entendida, ele ainda conclui essa frase dizendo assim: "Quem tiver ouvidos para ouvir que ouça". Isso é uma expressão profética que significa analise o que eu tô dizendo. Preste atenção, seu quadrado. Preste atenção que eu tôendo. São João Batista é o Elias que devia voltar. Jesus não teve aqui para para pregar reencarnação. Isso não foi o objetivo dele. Isso já era conhecido dos antigsimos.

drado. Preste atenção que eu tôendo. São João Batista é o Elias que devia voltar. Jesus não teve aqui para para pregar reencarnação. Isso não foi o objetivo dele. Isso já era conhecido dos antigsimos. Certo? Nós aqui ainda ficamos hoje. Nós espíritos somos os únicos do ocidente que divulgam isso, defendem pela lógica e pela razão. Mas os outros ninguém quer saber que o povo quer levar vantagem. A maioria quer ir pro céu pela porta da cozinha, mas ninguém consegue. Cada um tem que construir o seu caminho. Essa é a razão da coisa. Valvinho tá apaixonado, mas eu tô encafifado aqui que só o professor Severino, viu Denis? merece presente Natal porque vai mandar o livro só para ele. Boa lembrança, Adriana, boa observação essa, sabe? Eu não falei nada, só tô ó Álvaro. Aqui no aqui no Nordeste se chama don de cotovelo. >> Ai tá >> a gente assume é só de cotovelo mesmo. A gente assume. Pronto. É esse. >> Eu mando para vocês com maior com maior com maior assim felicidade. assim que gente a gente vai ouvir. É, é, é a letra de Kardec, é ele falando. Ô, ô, >> coisa linda, né? Imagina o cuidado dos espíritos >> para preservar isso, >> não? E temor, né? Quando quando você diz isso, eh, tem uma passagem lá numa obra de Canuto de Abreu, num diálogo entre São Luís e Kardec, quando ele falando do Evangelho Segundo o Espiritismo, ele pergunta eh eh que pensarão ou que pensará o clero? Espírito São Luiz diz assim: "Heresias dirão, mas vai em frente". Aí diz assim: "Eu estou à altura de tamanha responsabilidade", pergunta Kardec: "Olha a humildade de Kardec, né? Já tava no evangelho, já tinha feito o livro dos espíritos, o livro dos médicos, já tava no evangelho. Eu estarei à altura." O espírito da verdade disse: "Tu tens a fé do que dos que transportam montanhas e tu não sabes quando é tu que falas ou espírito da verdade que fala por ti." Olha como eles estavam. Que medidade, meu Deus. >> Que medidade. >> É. >> E a gente fica como? E a gente fica como? >> É, é verdade. E eu digo isso e eu fico

s ou espírito da verdade que fala por ti." Olha como eles estavam. Que medidade, meu Deus. >> Que medidade. >> É. >> E a gente fica como? E a gente fica como? >> É, é verdade. E eu digo isso e eu fico numa todo arrepiado quando eu leio determinadas coisas assim que me tocam bem no íntimo, né? Um diálogo desse, né? Kardec que fazia pergunta, ele tá falando com o o o espírito, ele no interior da França, o espírito em Paris, ele consultando o espírito que assistia a obra sobre a pergunta que ele faz, que pensais da obra que eu estou realizando? Eu não disse nome, não disse o que era. Fez a pergunta do estilo dele. Que pensai? Nem nem a nem a esposa dele sabia. Nem a esposa dele sabia que ele tava fazendo esse trabalho. Que pensar da obra que eu estou realizando? O espírito diz assim: "Essa obra fará com que o planeta Terra deixe de gravitar entre os planetas das sombras. E você tá se referindo a evangelho segundo o Espiritismo. >> Então aí aí eu eu não me preocupo que que quando as pessoas dizem que a gente tá querendo religiosidad ou vamos dizer assim a a doutrina espírita, não. Essa obra não é obra paraa religião do espiritismo. Essa obra é uma obra acima disso. Por isso que Kardec escolheu dessa obra o ensino moral de Jesus. Ele se ele pegou todas as outras questões polêmicas e deixou de fora e escolheu uma obra que une, porque essa obra é o campo em que todas as crenças do planetas irão se encontrarem. Então não tá falando de uma religião, tá falando de que todas as religiões se encontram no Evangelho Segundo Espiritismo, porque nela está o ensino moral de Jesus. E ele e ele e ele e ele justifica na introdução da obra dizendo assim: "Todos os outros pontos, a a os as palavras que se viram do código da igreja, as profecias, o o o as parábolas, todas foram motivo de contendas. de interpretações ambíguas, mas no ensino moral de Jesus todos se encontram. Então, quem disse que a gente tá querendo transformar o espiritismo em religião é porque não entende que a maior ética espiritual da doutrina é a

guas, mas no ensino moral de Jesus todos se encontram. Então, quem disse que a gente tá querendo transformar o espiritismo em religião é porque não entende que a maior ética espiritual da doutrina é a moral. E aí a saída de tudo é o caminho para tudo. >> E eu vou falar para vocês, eu já sabia desses manuscritos e porque tinha visto, tinha alguns amigos que falaram sobre eles e tiraram foto do pergaminho. Dois amigos. >> Você falou isso para mim. >> Eu contei isso pro senhor, né, na época. E o pessoal da FEAL ou alguns amigos tiveram nos visitando a cerca de, acho que alguns meses atrás, seis meses, eu falei: "Vocês precisam tanto divulgar aqueles pergaminhos? Nossa, aonde tá? Eu gostaria de ir lá conhecer. Ah, eles está estão em estudo, tem foram 11 anos de pesquisa para publicar. Eh, e aí ele eles foram nos visitar, até estavam hoje eh alguns deles lá no Cisco e e falaram: "Olha, você perguntou a vez passada, trouxe em primeira mão, porque foi lançado esse essa esse mês do livro e e tô muito feliz propósitos dizer pelo espiritismo por Kardec. Imagina ele que não deve ser ansioso porque senão não tinha esperado 60. >> Ele tinha publicado nas melhores revistas da época. Ele tem uma revista na mão, né? Ele teve uma revista quantos anos, né? E nunca >> Ai, meu Deus. Kardec ansioso é demais. >> Menina e meninos 23:35. >> Uau! Ó, o tempo passa, a gente nem sente, né? Meu Deus do céu. 11:30 da noite, partindo para a reta final ou vamos abordar mais algum algum tema aí? >> Vocês estou exorderem. Para mim não tem, não tem comigo não tem go criança. >> Como diz o Elarrá, o povo já foi até dormir, gente. Só tá nas quatro. Só tá nas quatro. É bom. Nem vai dar recorte e confusão o que eu falei porque ninguém ouviu. Quatro. >> Você só contou as novidades para nós, para nós três aqui, né? Já foi o povo todo, já fui dormir. Ah, meu Deus do céu. >> Tem uma tem uma gal, >> tem uma galerinha aí que faz corte, bate em vocês mesmo, viu, amigo? >> Ó, começou. Tô aqui, tô aqui, ó. Lá lá.

, né? Já foi o povo todo, já fui dormir. Ah, meu Deus do céu. >> Tem uma tem uma gal, >> tem uma galerinha aí que faz corte, bate em vocês mesmo, viu, amigo? >> Ó, começou. Tô aqui, tô aqui, ó. Lá lá. >> Ô, Adriano, mas é eh no Viagem Espírita de 1862, tá uma coisa linda lá. Você sabe que às vezes eu tava respondendo as mensagens que me postavam no Instagram, aí Kardec fala assim: "Não precisa responder, eles são os responsáveis pela divulgação. Atacando divulgam então". >> Sim, sim. Exatamente. >> Que maravilha. Obrigado pelo maravilhoso trabalho de divulgação. Fazer a nossa voz chegar onde talvez não alcançaria com tanta facilidade. >> É verdade. Não foi a mesma coisa que ele recebeu no Alto de Barcelona, né? foi >> dis que foi o que divulgou muito o espiritismo. Quando eu tive no congresso, do congresso de Valença e na Espanha, eu achei interessante porque as exposições dos livros, elas estavam distribuindo livro dos espíritos, todas as obras de Kardec. E na entrada tinha uma um monte de livros feito lá pela Federação Espírita da Espanha, um monte de livro da doutrina, aquele aquela montanha de livro. E eu olhei assim e você acredita que eu vi chamas >> entre os livros >> como se eles estivessem sendo queimados. >> Queimados. Olha, tive aquela aquela aquela visão do passado e de repente as labaredas pararam e aí a voz veio e disse assim: "Agora eles estão reparando o que fizeram no passado, porque foi um congresso na Espanha e ele uma montanha de livros, todos os livros da doutrina fizeram aquela aquele monte e fotografaram e era o cartaz do congresso." >> Mas a intenção foi essa, né, professor? É, >> intenção foi essa. >> Que coisa maravilhosa. Tudo tem seu tempo. Álv. Não, não adianta a gente ter pressa. >> É, >> né? >> Até que a Felizola perguntou mais uma vez qual é o livro. O Espiritismo é obra de Jesus. >> Então tá escrito Paulo Henrique Figueiredo. São Mas são 11 autores. Autor >> Paulo Henrique Figueiredo. Eh, eu conheço Paulo, ele é da editora das Casas André Luiz. Ele trabalhava, ele

ra de Jesus. >> Então tá escrito Paulo Henrique Figueiredo. São Mas são 11 autores. Autor >> Paulo Henrique Figueiredo. Eh, eu conheço Paulo, ele é da editora das Casas André Luiz. Ele trabalhava, ele faz, ele faz, ele faz programa na TV Mundo Maior. >> Exato, professora. Mas são é ele é um grupo e realmente o grupo, o livro é da FEAL, da Federação Espírita André Luiz. Sei que essas cartas ficaram >> Fundação Espírito André Luiz Feal >> foi de era de Canuto, né? Parte do espólio de Kardec foi dividido em dois. Canuto abriu as obras dele sobre o trabalho dele sobre Kardec é inigualável. Foi isso foi dividido em dois, duas pessoas compraram o espóo de Kardec, o que ficou depois da Segunda Guerra. Parte foi para Canuto, parte tá em posse eh de uma outra associação aqui de São Paulo que fomos até lá, tivemos a oportunidade de conhecer. lugar fantástico, eh, Instituto de Cultura Espírita aqui de São Paulo. E olha que coisa linda, a gente tava lá e e eles contaram: "Ah, quando morre algum, alguém que é espírita e a família não sabe para quem deixar, muita gente fala para deixar pra gente as coisas." E aí eles mostraram, então a gente pega os livros, higieniza, jornais, revistas e guarda. Tem isso armazenado lá. E tem uma sala assim gigante, gigante, sentos metros quadrados, cheio de prateleira. E eu falei, a gente pode andar para ver? Pode. Vi um negócio escrito Mirabell, médium de efeitos físicos aqui do Botucatu. E aí eu falei: "Que legal". Eu falei: "Eu posso ver isso aqui? Essa pacotinho?" Pode. Aí eu peguei, tava escrito álbum de fotos Mirabell, família. as fotos dos espíritos materializados originais lá. Eu peguei >> eu vi isso lá, achei sensacional, fantástico. Então tem mais cartas, mais esposo de Kardec e na propriedade do Instituto de Cultura. Então, o Oceano Vieira teve parte disso, passou para FEAL e outra parte tá no Instituto de Cultura. É, é um patrimônio dos espíritas, precisa virar lume. Não sei se sabia, desculpa, mas eu tenho impressão que o Mirabell

ira teve parte disso, passou para FEAL e outra parte tá no Instituto de Cultura. É, é um patrimônio dos espíritas, precisa virar lume. Não sei se sabia, desculpa, mas eu tenho impressão que o Mirabell psicografava em hebraico sem conhecer o idioma. >> É, não é o Museu Espírita de São Paulo, não. Eh, não é esse daí, não. Eh, é, é Instituto de Cultura. Fica ali próximo. Puxa, acho, acho que é João Dias o nome daquela. Eu não lembro. Eh, eu não lembro assim com muita precisão. É Instituto de Cultura Espírita de São Paulo. Muito bacana, gente. Então, bom, Kardec, 150 anos esperando. Ele não foi ansioso. Se as próximas tiver que esperar 150 anos, eu vou ficar ansioso. Vai entrar encarnações, encarnações, ansioso, né? que 150 anos. Quem faz a prece de encerramento? Álvaro. É, >> posso fazer se vocês >> só me permitam assim, vamos vamos paraas considerações finais primeiro. Aí o Alvinho faz a prece de encerramento. Pode ser? >> Pode. >> Tem aquela música maravilhosa do início que eu vou colocar no final. Não, que música bonita, hein? >> Meu Deus, eu já fico mais. Ouv? Que música maravilhosa. Tá >> aqui. E aí a gente deixa a mensagem de Natal aí, de final de ano para todo mundo, né? >> Antes da prece aí o Alvin faz a prece pra gente. Só lembrando então que o nosso retorno será no dia 13 de janeiro, não é isso? Isso. >> 13 de janeiro. É que eu tenho impressão que o Álvaro já vai fazer direto de João Pessoa. Vamos fazer junto aqui, né? Que is >> se Deus quiser. >> É, estaremos. >> Então, ó, o próximo programa, se a gente for seguir a sequência de 14 em 14 dias, seria no dia 30 de dezembro. Só que 30 de dezembro, convenhamos, não tem jeito, né? estaremos todos envolvidos aí com as questões familiares, né, de final de ano, enfim. Eh, e aí então nós vamos retornar no dia 13 de janeiro de 2026, tá bom? Vamos começar então as nossas considerações finais, deixar a nossa mensagem de final de ano, enfim, de Natal, de de passagem de ano com xenize para os índios. Genise para os índicos.

de 2026, tá bom? Vamos começar então as nossas considerações finais, deixar a nossa mensagem de final de ano, enfim, de Natal, de de passagem de ano com xenize para os índios. Genise para os índicos. Denise Balu. >> Ai gente, foi muito bom. >> Responda, responda você, responda você. A pergunta que a gente fica, tem que ficar respondendo aqui. Cadê Denise? Cadê Denise? Sei o qu. Responda. Verdade. >> Responda a Vossa Excelência. >> Pois é. Eu eu de coração eu tô aqui, mas né? Mas fisicamente a gente tem que, tô aqui em Jaraguá, ainda continuo eh eh com problemas com com a minha mãe. A minha mãe, a minha mãe no começo do ano de 2025, ela teve um câncer na perna >> e aí teve que fazer enxerto, enxerto necrosou, enfim, foi um um um problema. E aí quando foi mais ou menos em maio, a coisa já aí quando a gente pensar, ai agora, né, agora ficou bom, tá tudo solucionado. E aí obviamente que não foi bem assim, porque aí quando foi em junho, o câncer voltou e agora numa região muito mais complicada. E agora em janeiro, então ela passa pela terceira cirurgia, porque ela já teve o câncer no braço, teve em fevereiro na perna e agora então ele está na vulva, vai fazer uma tal de vulvectomia e também os linfonodos da da das duas virilhas. Então, e ela tem 84 anos, então é um negócio muito complicado, né? Então, eh requer eh eh atenção o tempo inteiro. Então, eu vou ter que me deslocar lá pra casa dela. Agora, no início desse ano, ela veio aqui para casa, mas agora como vai ser numa região muito complicada e aqui em casa tem escada, ela não vai poder ficar subindo e descendo, então eu vou ter que me deslocar pra casa dela, enfim. Então a gente ainda continua com esse com esse problema aí na na saúde dela, que requer realmente muitos cuidados, principalmente por causa da idade dela. Então eu ainda tô afastada justamente por causa por causa dessa dessa tensão toda, né? Mas eu sempre venho aqui para matar saudade quando o Adriano me disse que hoje então seria a o último episódio assim: "Ah, Adriano,

afastada justamente por causa por causa dessa dessa tensão toda, né? Mas eu sempre venho aqui para matar saudade quando o Adriano me disse que hoje então seria a o último episódio assim: "Ah, Adriano, eu vou justamente também para matar minha saudade de vocês três e do o o Elará, o Álvaro, o professor e o pessoal daqui do do chat, né, que a gente sempre também tem saudades da da de todo aquele nosso clima a de emoção, né? Porque de Moisés a Kardec é um grande ensinamento, a gente aprende muito, mas é também de muita emoção, porque quando você trata a a a espiritualidade é sempre muito tocante e obviamente que a gente evolui, porque cada vez que a gente aprende, isso tá trazendo evolução para todos nós, né? Então, a a minha mensagem é justamente essa de final de ano, eh, pra gente poder realmente nesse nesse período agora que é um período que nos deixa muito emocionado, que nos lá vou eu chorar porque isso faz parte, que mexe com o nosso coração justamente pra gente pensar, né? Eu gosto muito daquela passagem que diz que pena que eu não vou poder ler agora porque ela é muito comprida. Quando foi que Jesus nasceu para você, né? Então diz lá, fala sobre Madalena, sobre Paulo de Tarso, cada um teve o seu momento. E quando foi o nosso momento de sentir esta presença na vida da gente, né? Então, cada vez que a gente pensa em Jesus e que você consegue sentir a presença dele, porque ele está conosco, então esse momento é que você nasce, né, a com essa luz, com esse amor. Então a gente agora nesse período a gente tem que pensar, claro, a gente tá com a família, a gente troca presente, é o momento que a gente está sempre junto, mas ele ali conosco também a gente nunca pode esquecer de que ele está conosco, independentemente de ser Natal ou não, de ser agora em dezembro ou não, ele está conosco o ano inteiro, né? Então é essa presença que a gente tem que sentir, porque tudo se torna muito mais fácil. a gente gala os nossos sofrimentos, as nossas dores de uma outra forma, porque a gente sabe que

no inteiro, né? Então é essa presença que a gente tem que sentir, porque tudo se torna muito mais fácil. a gente gala os nossos sofrimentos, as nossas dores de uma outra forma, porque a gente sabe que está no colo de Jesus, né? Então isso é que a gente sempre tem que trazer em mente. Então eu já deixo aqui a minha saudade de vocês, do pessoal do chat, que eu sei que eles perguntam, tem essa preocupação, eu sei porque eu eu recebo mensagem de vocês. E esse carinho também é que nos conforta, esse carinho é que nos alimenta a fé, né? Porque essa tem que estar sempre fortalecida. E esses momentos é que fortaleça a nossa fé, a nossa confiança de que não estamos sozinhos nunca, seja fisicamente ou espiritualmente, né? Então eu agradeço mais uma vez a oportunidade, Adriano, de estar aqui. O professor, o Álvaro, o Elará, vocês moram no meu coração, isso é eterno. Não cobro nem aluguel, entendeu? Porque é de graça vocês morando aqui e eternamente eu vou fazer parte aqui de Moisés Kardec e de vez em quando eu vou aparecer aqui. Não foi hoje a primeira e nem será a última vez que eu venho aqui para matar minha saudade, né, gente? Então eu deixo um beijão para todos vocês e que o ano novo, no ano de 2026, a gente possa de novo se encontrar mais uma vez nessa telinha aqui, que é uma telinha pequenininha, mas o amor é enorme, gente, não é isso? >> Ó, eu vou eu vou tomar a palavra então para já deixar a minha mensagem final. Eh, agradecer demais a Denise, né, por ter participado com a gente hoje. Pessoal tava com muita saudade, tanto a a equipe aqui do de Moisés Zé Kardec quanto o pessoal do chat. E não é brincadeira, não, todo programa o pessoal, cadê a Denise? Cadê a Denise? Então, foi um presententão de Natal pra moçada toda aí, inclusive vários falaram isso aqui através do chat, né? Eh, dizer que em virtude, infelizmente, de todos os acontecimentos, né? né, Denis? Para você não deve ser fácil uma barra que você tá enfrentando, mas eh eh mesmo mesmo das das coisas das situações

é? Eh, dizer que em virtude, infelizmente, de todos os acontecimentos, né? né, Denis? Para você não deve ser fácil uma barra que você tá enfrentando, mas eh eh mesmo mesmo das das coisas das situações difíceis da vida, surgem coisas boas e e para mim foi uma coisa muito boa estar aqui no de Moisés a Kardec, né? Apesar que eu só tô esquentando o banco para você. Quando você puder, você vai voltar. Eh, para mim foi um presente, né, conhecer o professor Severino, o Álvaro, o o Elará, conviver com eles. Eu eu tenho aprendido muito, né? E nós temos uma convivência muito harmoniosa, assim, muito muito bacana, muito divertida. Isso que eu acho bacana, acho isso muito bacana nesse trabalho, né? A gente fala sério, fala de coisas, tenta falar de coisas profundas, mas ao mesmo tempo com leveza, com alegria, com, né, de de uma forma divertida, porque acho que facilita, né? Fica mais gostoso, fica bacana. Então, assim, para mim foi um presente muito grande integrar essa equipe aqui do de Moisés a Kardec, mas volto a dizer, o lugar é seu, tá te esperando, viu? Tá bom. e dizer que a gente que eu desejo que todos nós eh possamos aí refletir bastante aí nessa nesse Natal e e passagem de ano para que em 2026, 2026 não, a partir de agora, né, a gente sempre procure ali dois ensinamentos do evangelho, que é pedir, obtereis e buscai e achareis, né? Eh, porque pedir a a a Deus eh estar em conexão com ele, isso é muito importante para todos nós, né? Isso isso eleva o nosso padrão vibratório e nos deixa melhores, mais sintonizados, mais protegidos. Mas é preciso buscar. A gente não pode esquecer que tem que ter esforço da parte da gente. O buscar e achareis é não fica quieto, não. Age, faça acontecer. E isso serve paraa vida material e serve paraa vida espiritual. Busque, busque. Então, e eh eu sei que às vezes parece que o mundo aí tá e o mundo tá complicado mesmo, né? Se a gente, se a gente não tiver fé, se a gente só olhar as notícias de telejornal, aí você fala: "Meu Deus do céu, cai meteoro", né? Tem a brincadeira

o mundo aí tá e o mundo tá complicado mesmo, né? Se a gente, se a gente não tiver fé, se a gente só olhar as notícias de telejornal, aí você fala: "Meu Deus do céu, cai meteoro", né? Tem a brincadeira do cai meteoro? Mas vamos buscar e a gente tem que buscar sempre porque a gente tem muita coisa para fazer. E eu falo especialmente aqui por quem eh tem passado aí por momentos difíceis no no campo eh eh emocional, né? A gente sabe que tem muita gente com depressão, a gente sabe que tem muita gente angustiado, muita gente ansiosa. E se você existe, só de você existir, saiba que você é importante, porque você é filho de Deus. Deus te criou. Só por esse fato você é importantíssimo e você está aqui por um propósito. Deus não faz, não fez nada sem propósito e você é um propósito de Deus. Não se esqueça disso. Você é um propósito de Deus e busque. Às vezes você tá desanimado, né? tá sem forças, mas entra em contato com ele, pede, entra em contato com ele, pede essa força que com certeza ele vai te proporcionar e busque. Tem uma tem uma uma mensagem de Emanuel que é um pouco difermente o lever da massa toda. Vocês já pararam para observar o quanto às vezes a gente tá, né, desanimado ali no, por exemplo, no campo profissional e pensa assim: "Meu Deus, eu preciso agir, tá tá difícil e, né, eu nesse desânimo todo". E um pouquinho que você faz, as a roda começa a girar. Um pouquinho que você faz, a roda começa a girar. Faça um pouquinho, comece com um pouquinho. Você começando com um pouquinho, a roda vai começar a girar. Aí a roda vai começar a girar e você vai cancelerar o passo e de repente você vai estar realizando grandes coisas. Então não se esqueça disso. Você é importantíssimo para Deus. Você é filho dele. Não se esqueça disso. Professor Severino Celestino. >> Nossa, aprendi tanto hoje com vocês. Olha a o presente da Denise entre nós foi assim muito marcante. Vamos orar por você. meu filho, por a sua querida e mamãe. Eh, dizer que a você, não sei se você sabe, saudade não mata, mas maltrata,

. Olha a o presente da Denise entre nós foi assim muito marcante. Vamos orar por você. meu filho, por a sua querida e mamãe. Eh, dizer que a você, não sei se você sabe, saudade não mata, mas maltrata, né? você não fica muito tempo distante. >> Verdade. >> Não é porque a gente vai se é a gente fica, >> vai sentindo aquela ausência, mas o seu motivo é mais do que justo. Vamos orar pela sua mamãe para que nesse momento difícil Deus Jesus carregue ela e você nos braços, né? Porque esse é o momento que ele tá mais perto de vocês. >> Uhum. Uhum. E foi para mim particularmente, eu falo também em nome do Álvara e do Ela, foi um prazer que você ter passado o tempo que passou conosco e a gente ainda tem a esperança que você volte, né, na medida do possível. Lógico que o impossível não ninguém exige, né? Sobretudo quando a gente considera e ama as pessoas, a gente tem que respeitar a situação delas. O Adriano é assim um não um substituto, né? Que ninguém é substituível. Acho todo mundo é insubstituível, cada um no seu no seu na sua forma de ser. Mas ele preencheu a sua ausência assim com muita altivez, com muita dedicação, >> que a gente não sentiu aquela saudade maior porque ele conseguiu, eu até brinco com ele, ele já é o >> no nome, né? >> Ele é especial. Ele é um irmão que a gente aprende, Deus sabe o que faz, né? A gente queria só você para nós. Agora a gente tem você e Adriana. São duas saudades para ter, né? >> Tá, tem que dividir. A gente divide. >> Mas, mas o amor, o amor tá mostrado aí que não se divide na na ranai que o mostrou, né? a luz multiplica. Então, a gente vai multiplicando o amor e o respeito por vocês. E num momento como esse, eu não quero me estender muito, senão daqui a 3 minutos já é amanhã. Mas eu quero eh agradecer a todos vocês por esse dia, por este ano, ao Álvaro, assim que eu eu considero assim meu filho espiritual no eh pelo carinho, pela dedicação, pela a própria cronologia dele. A minha, a diferença realmente é dobrada, então ele podia ser meu filho

Álvaro, assim que eu eu considero assim meu filho espiritual no eh pelo carinho, pela dedicação, pela a própria cronologia dele. A minha, a diferença realmente é dobrada, então ele podia ser meu filho sem nenhum problema, mas ele, a família dele que eu prezo muito, dona Ana, Arcélio, o pai dele, o irmão dele e o Elará, que fez falta hoje muita, mas ao mesmo tempo mandou a Sâmia com uma mensagem de Natal, uma música belíssima que a gente vai ouvir daqui a pouco. E a gente sabe que tudo é dádiva de Deus. E no momento desse, que é Natal, vamos nos lembrar de reunir a família. E nessa reunião vamos valorizar e ser grato ao verdadeiro dono da festa, que é Jesus. Não é o, não é o vinho, não é a champanhe, não é o Papai Noel, nada disso existiria se não fosse ele o dono da festa. E que a gente reverencie a luz que ele é, o grande amor que ele representa na nossa vida. E sobretudo que Natal é festa de família, é o momento onde a gente senta ao redor da mesa e divide eh e multiplica a fraternidade, aumenta o carinho e o amor por aqueles que nos cercam. Então eu queria pedir a Jesus, não muito, que eu não tenho mais nada que pedir, eu acho que o senhor tô tô querendo demais, já me deu muito, mas que em 2026 ele permita a nossa convivência nessa nessa fraterna comunhão e união que a gente tem com vocês e com os nossos queridos internautas, que todos eles são motivo maior de estarmos aqui. Vamos rogar a Jesus que eles continue com essa sede de nos instigar a estudar, aprender, a trabalhar. Gratidão por tudo e que Jesus permaneça como esse grande tabernáculo que ele é nos lares de todos os brasileiros que o buscam. Ele quer que cada vez mais sejamos unidos. Meus discípulos são conhecidos por muitos se amarem. Vamos nos amar na medida do possível, o máximo que pudermos para poder a gente se sentir um pouquinho mais próximo dele. Gratidão a ele por existir vocês na minha vida, que sem ele não existiria e por fazermos parte de uma doutrina universal, fraterna e que abraça a todos como a galinha cobra os

uinho mais próximo dele. Gratidão a ele por existir vocês na minha vida, que sem ele não existiria e por fazermos parte de uma doutrina universal, fraterna e que abraça a todos como a galinha cobra os seus pintinhos debaixo das asas. Um feliz Natal para vocês e a gente se vê, se Deus quiser, no próximo ano, que não é muito, não vai ser muito demorar muito daqui a 15 dias ou três semanas. E gratidão a a todos aqueles que fizeram que esse ano de 2025 fosse tão rico na minha vida nessa nesse estudo de Moisés a Kardec. Feliz Natal. Ô Alvinho, antes, antes de você falar, só ressaltar que no pessoal do chat, né, pessoal que assiste, enfim, né, e a felicidade que vocês nos trazem assim e a gente passa a conhecer cada um, né, a gente vê os nomes aqui a cada programa e a gente passa a conhecer cada um. É muito bacana. O trabalho só existe por vocês, gente. Se vocês não estiverem aqui, não, não vai ter o trabalho como ele existe, né? Então, a gente gostaria de agradecer demais todos vocês que acompanham essa série. Eh, eh, vocês não sabem a alegria que vocês nos proporcionam, viu? Então, muito obrigado, Alvinho. Contigo >> a Teca Felizola escreveu assim: Denise, vou orar por sua mãe. Forca para você. Alvinho tá aparecendo. >> Ó, eu li, mas eu eu passei eu passei longe da forca. Eu li força. >> O Alvinho, o Alvinho. Eu sou espírito zumbiteiro, mas ele é também. Tá parecendo aquele memo de final de ano, professor, daquela criança que fala assim, né? Ah, que Deus elimine todos vocês. >> Eu li, li a forca. Olha, se ele não falasse, aí eu fui lá agora para L. É, realmente é a forca. >> Ta, vamos perdoar. Ela se ausentou. Eu vou até pô no mudo aqui porque eu não consigo. >> Ai gente, é, >> eu vou falar, >> eu vou falar uma coisa para vocês. >> É tão bom estar com vocês que a gente não precisa fingir sem que ser quem não é. É, >> as coisas boas da vida é a gente sorrir com aqueles que a gente tanto gosta e aprendeu a amar. Denise, você pode se afastar? É, não, não é o que desejamos. Você pode

ngir sem que ser quem não é. É, >> as coisas boas da vida é a gente sorrir com aqueles que a gente tanto gosta e aprendeu a amar. Denise, você pode se afastar? É, não, não é o que desejamos. Você pode até desencarnar, >> pode até enforca. Pode ser até enforcar. A lá a teca lá, coitada. Meu teclado ficou preocupada com a forca que ela >> se preocupa não >> o Áv força, mas ele quis mexer com você. O Áv é danado. Ele não perdoa nada. Ele perde o amigo, mas não perde a piada. Mas >> é exatamente. É bem típico de Álvaro Mer. >> Os passos daqueles que caminham juntos no bem. nunca mais se apagam. Então, Denise, você tá sempre conosco, vocês dos seus lares, alguns já quase 4 anos, encerrando mais um ano de Moisés a Kardec, >> começando despretenciosamente com uma live, eh, pode virar um momento muito importante. Se a Denise pode chorar, também pode chorar. Todo mundo pode chorar. >> Claro. >> Eu fico muito chateado de chegar atrasado por um lado, mas eu fico muito feliz quando a espiritualidade manda mais um espírito, mais uma pessoa para ser esperançada no cisco de luz. Então, quando termina que eu abro os olhos, porque eu fico em trans e eu não vejo o tempo passar, não, não tenho consciência do tempo. Primeira coisa que eu olho é o relógio e eu falo: "Vamos". E eu saio meio que sem falar tchau para ninguém, só tchau tchau, tchau para encontrar vocês. É sempre muito bom. E é tão bom que passa ano, começa, passa dia, hoje já é amanhã. E daqui na frente é cada vez mais cedo, então a gente fica aqui por horas. E quantas vezes, Denise, a gente desligou e ficou aqui até às 2 3 da manhã >> batendo papo, conversando, porque assim, não é encontrar o Ela, o professor Denise, o Adriano, vou falar os nomes que estão aqui, a Maé, a Terezinha, a Ana, a Teca, a Dolores, a Patrícia. Não é sobre isso, é sobre a gente reencontrar amigos. >> Uhum. amigos que estão caminhando juntos na seara do entendimento. Os meus votos é que o nosso conhecimento, o nosso esforço de adquirir intelecto se transforma em obras de caridade.

ontrar amigos. >> Uhum. amigos que estão caminhando juntos na seara do entendimento. Os meus votos é que o nosso conhecimento, o nosso esforço de adquirir intelecto se transforma em obras de caridade. Porque dias difíceis pedem homens no sentido de humanidade fortes, de fé. E a fé viva, ela apresenta obras. Então, que esse ano de 2026, que esse Natal, mais esse Natal possa se estender por todos os 365 dias à frente, todos os dias renascendo Jesus nos nossos corações. Que gente, trabalhar no espiritismo é bom demais, é difícil, tem suas dificuldades, mas a gente tá trabalhando para Jesus e só isso já vale a pena. Só isso já vale a pena. Então, que possamos reencontrar, Denise e a todos nesse ano de 2026, por muitas terças-feiras, para ouvir o Boa noite do Elará. Ei, já é meia-noite. O bom dia a todos passado a meia-noite. Um beijo no coração. Desculpem as minhas brincadeiras. Ai, mas eu não me divirto com vocês. Eu me divirto mesmo. Então, agradecidos por esse momento, por mais esse ciclo, esse ano que se aproxima do fim para essa série de estudos e, ao mesmo tempo de um novo começo daqui não muitas semanas. E que nesses dias possamos acender a luz verdadeira do propósito de nossas vidas, amando, perdoando, trabalhando, para que o evangelho se torne a obra viva de nossas vidas e que os nossos exemplos sejam o refletir de Deus. da sua imagem sobre os homens. Porque quando a gente se vê assim tão imperfeito e ao mesmo tempo chamados a cooperar na obra do Cristo, nós nos enchemos de entusiasmo e como os apóstolos seguiram entusiasmados e assim bom foi que nunca o perderam. A transformação se faz mais rápido. Os nossos caminhos se reencontram por mais vezes, porque conforme o tempo passa, nos tornamos como a chama de uma vela que não fica parada diante de Deus, que opera, coopera, trabalha e oferece sempre o melhor aos nossos irmãos. aos nossos amigos, a humanidade. Bom, como eu poderia deixar de agradecer aos espíritos benfeitores dessa série, que há anos tem nos acompanhado

, trabalha e oferece sempre o melhor aos nossos irmãos. aos nossos amigos, a humanidade. Bom, como eu poderia deixar de agradecer aos espíritos benfeitores dessa série, que há anos tem nos acompanhado e possuem propósitos especiais entre esses queridos irmãos. Agradecemos ao seu honor Honofre Abril. que faz-se presente por tantos reencontros, deixando a sua intuição em cada um de nós, aos espíritos que não podemos dominar, aqueles que por vezes vem do passado distante, relembrar os trabalhadores da primeira hora a nos fazer entender, compreender um pouco mais do texto que um dia foi incompreendido, mas Kardec nos trouxe a chave e através dessa chave do entendimento, temos clareado as nossas perspectivas, que Jesus seja vivo nos gestos, nas obras, nos pensamentos, nas preces e que a nossa reunião de estudos seja sempre em seu nome, para que jamais te falte a presença amorosa, amiga e companheira. Obrigado nosso Senhor Jesus, nosso codificador amigo e a todos aqueles que estudando compreenderam e muito mais do que compreender, sentiram o espiritismo em suas vidas e dedicaram a sua existência a manter essa chama viva que hoje depositada em nossas mãos, em nossa geração, almejamos contribuir para que ao mínimo uma centelha a mais possa brilhar com a dedicação e o empenho. a amizade dositores encarnados e desencarnados. Que assim seja. >> Graças a Deus. >> Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Deus, pessoal. Então é isso. Vamos ficando por aqui. Eh, lembrando então que estaremos de volta no dia 13 de janeiro de 2026 às 21:30, se Deus quiser, tá bom? Lembrando que todo esse trabalho aqui é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijos, xerize. Beijo, >> beijo, professor. Saudade. >> Beijo, beijo pro Elará. Receba o beijo lá. O Elará deve est, né, no tava no no ambiente onde ficou e ele ficou impossibilitado de participar. Beijo para ele também e todos vocês do chat. Beijo também. Tá bom. É isso aí. E nós vamos ficar com a música, aquela música

no tava no no ambiente onde ficou e ele ficou impossibilitado de participar. Beijo para ele também e todos vocês do chat. Beijo também. Tá bom. É isso aí. E nós vamos ficar com a música, aquela música bonita, né, professor, que a gente falou que ia colocar ao final. Nós vamos então ficar com aquela música bonita lá que a gente colocou no início. Nós vamos repetir ela aqui agora para vocês, tá bom? >> Opa. Opa. >> Então é isso aí. Vamos lá. Que estrela é essa que surge e desce imponente? Qual corredeira de luz? Ah, é a divina promessa, é o santo amor que nos vela, o anjo que nos conduz. É o olhar puro em carinho que volta compadecido. A aliviar nossa cruz é o nosso guia perfeito, nosso mais puro modelo. É nosso irmão, é Jesus. Vem atender ao chamado dos tantos desesperados que clamam por redenção. Vem pelas mães que suplicam. Cura Jesus, o meu filho, das quedas na ilusão. Também pelos felizes que oram, Jesus nos visite nesta noite especial e faz em definitivo de nossa alma. O teu vinho nasce Jesus é Natal. E faz em definitivo de nossa alma. O teu nasce Jesus é Natal.

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