CURA: O PROCESSO DE REENCONTRO COM DEUS - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]
Sua alma anseia por CURA ESPIRITUAL e um profundo REENCONTRO COM DEUS? Descubra que o adoecimento muitas vezes é um convite divino à TRANSFORMAÇÃO INTERIOR! Aprenda com a impactante história de Lázaro e Jesus como ativar sua capacidade de CURA e encontrar a verdadeira PAZ INTERIOR. Sua jornada de BEM-ESTAR e reconexão começa agora! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Sejam todos bem-vindos a essa casa de Jesus. Boa tarde aos irmãos que nos acompanham pelas mídias sociais, por aqueles que vão ter oportunidade de nos assistir em outra ocasião. É sempre muito bom estarmos juntos, né, assim, nesse nesse meio da tarde para podermos parar um pouquinho, renovar as nossas energias. para continuarmos a nossa jornada, o nosso dia, né, com gratidão e com alegria. Então, é sempre muito bom estar aqui com vocês. E o nosso tema de hoje é um tema dentre aqueles que tem muita coisa boa disponível para estudo, seja nos canais, nas mídias sociais, seja em na internet, de maneira geral. que é uma temática voltada à cura. Volta e meia nós estamos em busca dessa tão sonhada cura, né? Então o nosso tema de hoje é para falar um pouquinho da cura como um processo de reencontro com Deus. Será que é mesmo? Será que não é, né? Vamos tentar refletir nesses breves minutos um pouquinho sobre isso e convido a todos a pesquisarem também a as mídias para aprofundarem um pouquinho mais sobre o tema que é muito rico e para que nós possamos bem receber a energia curadora de Jesus que de diversas formas nós viemos buscar nessa casa, nessa tarde ou estamos em busca quando acessamos uma exposição doutrinária como essa nas mídias sociais, né, em busca de reorganizar a nossa energia, em busca de de direcionar os nossos caminhos, em busca de aliviar as nossas dores, as nossas angústias. Então, que nós possamos silenciar um pouquinho o nosso barulho interno, a nossa confusão mental aí da correria do dia, buscando a figura desse médico das nossas vidas, esse médico de almas, né, como nós conhecemos, que é o nosso querido mestre Jesus, da forma como cada um concebe. Então vamos, quem se dispuser, tiver confortável, fechar um pouquinho os olhos e nós fazemos isso num movimento de olharmos para dentro de nós, desligarmos um pouquinho do mundo externo, ouvir, né, ouvir o nosso ser, ouvir a nossa alma falando conosco, ouvir Deus nos respondendo às diversas perguntas ao longo do dia.
armos para dentro de nós, desligarmos um pouquinho do mundo externo, ouvir, né, ouvir o nosso ser, ouvir a nossa alma falando conosco, ouvir Deus nos respondendo às diversas perguntas ao longo do dia. Querido mestre, aqui nos encontramos reunidos nesta casa de luz, na tua casa. E aqui estamos com um coração sequioso pelos teus ensinamentos, pelas tuas respostas, pelo teu consolo, pelos teus lenitivos. Sabemos que há uma parte que cabe a cada um de nós para bem receber tudo isso que o Senhor tem a nos oferecer com a autorização do Pai. nos ajude então a termos coragem, bom ânimo e disposição para fazermos a parte que nos cabe e que possamos receber com gratidão, com alegria, tudo aquilo que viemos buscar nesta casa na tarde de hoje. Que a espiritualidade amiga nos envolva, cuide de nós e que nós possamos oferecer a nossa energia de agradecimento, a nossa energia de fraternidade para os trabalhos do plano invisível em curso nesta casa. E assim, nessa corrente de amor possamos ser todos, todos acolhidos pelo teu infinito amor, pela tua infinita bondade. mestre, permaneça conosco e nos ajude para que possamos permanecer contigo hoje e sempre. Que assim seja. Eu penso que a grande maioria que já nos visita sabe que essa casa permanentemente tem trabalhos, né? trabalhos no plano invisível e trabalhos conduzidos pelos nossos irmãos do plano físico. E durante o momento que nós permanecemos aqui reunidos, recebendo as boas energias, as boas vibrações, os cuidados que a espiritualidade aqui presente tem a oferecer a cada um aqui, encarnado e desencarnado, nós também temos a oportunidade de oferecer da nossa energia, da nossa vibração para esses trabalhos que estão acontecendo. Então, que nós possamos estar sintonizados, harmonizados no bem, acolhendo o evangelho de Jesus no nosso coração para que a gente crie essa força energética de luz em favor de todos nós que somos assistidos nessa casa nessa tarde. Lembrando que ao final desse nosso momento de reflexão, aqueles que se
sso coração para que a gente crie essa força energética de luz em favor de todos nós que somos assistidos nessa casa nessa tarde. Lembrando que ao final desse nosso momento de reflexão, aqueles que se dirigirem à cabine de passe vão estar ali recebendo a culminância do tratamento. Porque André Luiz vai dizer pra gente nas suas obras que os trabalhos começam aqui nesse ambiente. Por isso que é tão importante a gente buscar estar com foco, estar atento ao que está sendo dito, ao que está sendo refletido, buscando converter as nossas, os nossos pensamentos, a nossa atenção para esse momento que é nosso, só nosso, tá bem? Para que nós possamos ser esses colaboradores na seara do Mestre, falando da cura. a cura como processo, né, de reencontro com o pai, com o criador. É importante e nós vamos tentar fazer um pouco dessa distinção usando as informações e os conteúdos da benfeitora Joana de Angeles, o espírito que foi mentora do nosso irmão Divaldo Franco. Então, Joana de Ângeles no livro Dias Gloriosos, lá no capítulo séo, ela faz uma distinção entre recuperação e cura pra gente entender do que é que nós estamos falando, não é? E ela vai dizer que é importante distinguir recuperação orgânica do nosso corpo e cura. A recuperação orgânica é o refazimento dos equipamentos celulares que, desajustados recompõ-se e voltam a funcionar com equilíbrio, nem sempre significando retorno à saúde. Então, recuperação orgânica é o fato, é aquele movimento do nosso organismo físico de reajuste das células por meio dos medicamentos que tomamos, das terapias a que somos submetidos quando as respeitamos, né? Não necessariamente nos diz Joana que esse reajuste do corpo físico signifique a recuperação da saúde. E aí ela vai fazer a distinção, enquanto a cura se verifica nas engrenagens mais delicadas da constituição celular. Então, ela já nos dá uma dica aqui, que cura é um movimento mais profundo para além da manifestação desse corpo. O processo de cura ele é, e nós falamos em processo porque ele é, ele tem
ição celular. Então, ela já nos dá uma dica aqui, que cura é um movimento mais profundo para além da manifestação desse corpo. O processo de cura ele é, e nós falamos em processo porque ele é, ele tem etapas, ele requer movimentos, não é algo que se concretiza em nós de um dia paraa noite. Vamos observar o nosso movimento nas diversas encarnações, buscando nos curarmos, reencontrar, fazer o processo, o movimento de caminhada com a nossa essência. Ela vai falar que se verifica nas engrenagens mais delicadas da constituição celular. Então é algo, é um movimento mais profundo. Ela vai dizer ainda que é uma operação profunda de transformação interior. Então, quando nós nos deparamos com as nossas próprias doenças ou daqueles com quem convivemos nas diversas modalidades, seja o adoecimento do corpo físico, seja o adoecimento psíquico, quando nós estamos refletindo sobre a cura, nós estamos falando num processo de transformação que gerou esse adoecimento lá na nossa essência. E que muitas vezes o nosso irmão Alberto Almeida, que é um orador do Pará, ele diz que nas nossas encrencas com Deus e em alguns momentos no Antigo Testamento e no Novo também, nós vamos ver esses processos de adoecimento significando que o homem, o ser humano, adoeceu por um processo de encrenca, de confusão com o criador. Ah, então você tá dizendo, Patrícia, que o adoecimento é um castigo? Não estou dizendo que no nosso processo de confusão, de agressão, de rebeldia com o nosso criador, nós fazemos igual o filho pródigo, nos afastamos dele, vamos para longe e estar longe nos traz feridas, adoecimentos, dores, machucados. Por isso, nós estamos aqui tentando propor, pensar a cura como um processo de retorno. O momento em que eu decido voltar à casa, me reencontrar com aquele que é a minha origem, que está, que é luz divina dentro de mim, que é essência em mim, eu começo então a fazer um movimento de iluminar, de tratar, de poder espargir uma energia que repara, que cuida, que trata de dentro lá do meu íntimo para fora.
dentro de mim, que é essência em mim, eu começo então a fazer um movimento de iluminar, de tratar, de poder espargir uma energia que repara, que cuida, que trata de dentro lá do meu íntimo para fora. Por isso Joana deângeles fala do processo de transformação interior. Fica um pouco mais fácil se nós pensarmos em alguns irmãos que muitos de nós devemos conhecer que passam por processos de adoecimento e que nos dizem o quanto se modificaram nesse processo, o quanto se transformaram. Porque aquele que se transforma, aquele adoecimento cumpriu a sua tarefa. Aquele que não se transforma adoece, adoece de novo e de novo e de novo e de novo, tantas vezes quantas forem necessárias, até fazer o movimento do filho pródigo, cair em si e decidir. Não, agora é a hora de voltar. Pra gente entender um pouquinho esse esse processo, nós trouxemos aqui a passagem do Evangelho que tá lá em João, capítulo 11, da ressurreição de Lázaro, para ver se a gente consegue fazer alguns links com a nossa vida. Lázaro era um amigo querido de Jesus, muito querido. E Jesus fala, né, do amor que se devota aos amigos, o amor que ele devota a nós. E Lázaro morava em Betânia. com a sua com as suas irmãs Marta e Maria. E num determinado momento Lázaro adoece e mandam avisar a Jesus que aquele que ele amava, né, Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas. É a mensagem que pedem para levar até Jesus. Aquele que ele ama estava enfermo. Ele tava enfermo ainda, mas Jesus estava distante. Quando Jesus recebe essa notícia, já haviam se passado dois dias. E ele continua onde ele estava, fazendo o trabalho que ele fazia, concluindo a tarefa, porque todos são importantes e amados por Jesus. E ao término ele retorna. Aí ele vai a Betânia. Ele estava a uma distância mais ou menos de uns 40 km e ele volta caminhando, né? Então é é foi uma boa caminhada. Jesus demora mais dois dias. Então, quando Jesus chega a Betânia, já haviam quatro dias que aquela primeira mensagem de que Lázaro estava enfermo havia sido
hando, né? Então é é foi uma boa caminhada. Jesus demora mais dois dias. Então, quando Jesus chega a Betânia, já haviam quatro dias que aquela primeira mensagem de que Lázaro estava enfermo havia sido encaminhado para ele. E Jesus chega, Lázaro já estava morto e sepultado. Quando Jesus chega, Marta, uma das irmãs de Lázaro, corre até Jesus e diz a ele: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido." E como o evangelho é cheio de mensagens pra gente, nós podemos pensar um pouquinho nessa fala de Marta. Senhor, se tu estivesses aqui, meu meu irmão não teria morrido. E aí nós podemos pensar que talvez essa seja uma expressão de fé, né? Conf, se Jesus tivesse aqui, não teria morrido. Mas nós também podemos pensar que essa é uma expressão de rebeldia. Por que é que tu não estavas aqui quando mandei te chamar? Quando nós adoecemos, às vezes alguns de nós temos esse comportamento para com o criador, não é? Por que é que deixou que isso acontecesse comigo? Por que comigo? E aí a nossa relação com o pai não é uma relação de filhos, é como se Deus fosse nosso mordomo. Eu quero recuperar o bem-estar do meu corpo físico, alivia essa dor, tira isso de mim. E aí nós vamos recitando o que nós queremos para que o mordomo nos sirva. Então essa fala de Marta nos faz a pensar qual tem sido a nossa relação com Deus, o criador, nosso pai, quando as vicissitudes nos visitam, nós também questionamos: "Tu não tá fazendo exatamente o que eu quero que faça". Ou nós nos colocamos na condição, se tu é meu pai e sabe o que é melhor para mim, me ajuda a viver com dignidade esse momento e a sorver dele os aprendizados que eu preciso. Porque se o Senhor que me ama permitiu que essa dificuldade chegasse até mim, há um propósito amoroso nisso. Me ajuda a enxergá-lo e a vivê-lo. Como é que nós nos relacionamos como Marta? ou como filhos, muitas vezes filhos rebeldes, infantis, como crianças, né? E aí nós esquecemos de algo precioso. Tem uma fala no livro Boa Nova que eu adoro. Ela foi inclusive tema do nosso
omo Marta? ou como filhos, muitas vezes filhos rebeldes, infantis, como crianças, né? E aí nós esquecemos de algo precioso. Tem uma fala no livro Boa Nova que eu adoro. Ela foi inclusive tema do nosso seminário do grupo Acolher na semana retrasada e é uma fala: Jesus diz aos discípulos: "Quem governa o mundo é Deus e o amor não age com inquietação. Quando nós nos relacionamos com Deus como pai, nós nos lembramos disso. Quem governa o mundo é Deus. E o amor que é Deus não age com inquietação, com perturbação. E aí nós podemos então abandonar essas cobranças como Marta. Se tu tivesses aqui, meu irmão não teria morrido, não é? E aí nós vamos pensar a partir daí em alguns pontos desse episódio, desse registro no Evangelho que acontecem em relação a Lázaro. O primeiro é que Jesus então se dirige, elas avisam para ele que Lázaro já tá sepultado e ele se dirige até o local que eram eh cavernas, né, que se colocavam lacrados por uma pedra. Então essa era a forma de sepultamento à época. E Jesus chega atéonde Marta e Maria sinaliza para ele. Jesus chora. Jesus chora. Jesus não se desespera. Então, chorar pela dor que alcança, pela dificuldade que alcança aqueles que amamos é muito legítimo. Ele não se desespera porque ele sabe do propósito. E aí Jesus diante da do túmulo de Lázaro, ele tem uma atitude interessante a nos dar um primeiro primeira possibilidade de reflexão. Ele chega diante do túmulo e ele pede, ele diz assim: "Tirai a pedra". Toda vez que nós estudarmos o evangelho, nós vamos lembrar que nada está ali ao acaso. Por que que Jesus fala tirai a pedra? Ele solicita aqueles que estavam ali em redor, porque havia um grupo de pessoas ali em redor. E aí Jesus dá pra gente uma primeira possibilidade de reflexão, que o sagrado, o divino nos visita. E ele nos visita quando nós nos encontramos nos nossos túmulos. Qual é a metáfora dos túmulos que nós podemos pensar nas nossas tempestades, nas nossas dores, nas nossas dificuldades que nós estamos lá nos achando abandonados?
s nos encontramos nos nossos túmulos. Qual é a metáfora dos túmulos que nós podemos pensar nas nossas tempestades, nas nossas dores, nas nossas dificuldades que nós estamos lá nos achando abandonados? O sagrado nos visita, ele vai ter conosco, mas ele não retira a pedra, ele pede auxílio aos que estão em deror, nos mostrando que na nossa caminhada na terra nós dependemos uns dos outros para lidarmos com as nossas dificuldades, com as nossas dores, para tratar das nossas feridas. Nós dependemos uns dos outros. Para tirar a pedra dos nossos túmulos ou lacre ou a vedação, nós dependemos uns dos outros. Nós não estamos nesse mundo para vivermos isolados uns dos outros. O nosso processo de transformação profunda interior, como disse Joana de Angeles, passa pela nossa relação uns com os outros. Então, quem nos ajuda a lidar com os nossos túmulos, com as nossas trevas, com as nossas dificuldades, são os os nossos irmãos de jornada. E quando nós adoecemos e precisamos tanto uns dos outros, mas às vezes não queremos, né? Achamos que damos conta de tudo sozinhos. Alguns de nós são aqueles que estão sempre disponíveis a ajudar os outros, a ajudar a tirar a pedra do túmulo dos outros. Mas acha que não precisa. Eu dou conta. Eu dou conta de mim. Não precisa ser cuidado é um uma dificuldade, é uma um sacrifício, porque não se permite, né, no exercício da humildade. Então, cabe-nos nessa metáfora do Cristo ajudar a abrir os túmulos dos nossos irmãos. Sejamos nós aqueles que estendem as mãos, mas também saibamos aceitar as mãos estendidas quando o túmulo for nosso. E esse é um passo extremamente importante no processo de cura, a humildade. Reconhecer-se limitado, não dá conta sozinho. E não damos mesmo. Pedimos amparo, auxílio. E quando rejeitamos esse auxílio, gastamos uma energia louca para afastar esses que querem e nos oferecem ajuda. Então, deixem-nos ser cuidados, sim, e saibamos cuidar quando for a oportunidade. Um outro momento é que eles tiram a pedra e aí Lázaro tá lá dentro.
ara afastar esses que querem e nos oferecem ajuda. Então, deixem-nos ser cuidados, sim, e saibamos cuidar quando for a oportunidade. Um outro momento é que eles tiram a pedra e aí Lázaro tá lá dentro. Qual seria possivelmente o nosso comportamento nesse momento? Talvez o de adentrar rapidamente ali para tirar aquele ser amado lá de dentro, não é? E socorrê-lo, colocá-lo no colo, ampará-lo. Mas Jesus tem uma outra atitude. Lázaro tava lá dentro já há quatro dias, devia estar um pouco cego, né? De ficar muito tempo no na escuridão, assim, a gente fica com com a com a com dificuldade de enxergar. devia estar com sede, com fome. Mas Jesus não entra no túmulo. Jesus fala lá de fora, gritou em voz alta: "Lázaro, vem para fora". Jesus não entra no túmulo, gente. Ele chama Lázaro, vem para fora. O que que pode representar pra gente esse convite de Jesus, né? Jesus é imperativo. Vem, dá uma ordem a Lázaro. Sair do túmulo é o trabalho de quem se colocou lá. Se eu me adoeci, quem vai trabalhar no processo de cura? Sou eu mesma. Se tudo acontece sob a nossa responsabilidade para o adoecimento também o é pra cura. Quem se colocou no túmulo tem a tarefa de sair de lá por si mesmo. A ajuda vai estar sempre disponível. Nós não estamos abandonados, nunca tivemos. Mas a espiritualidade amiga não faz nada por nós. Tem um uma passagem, não sei se vocês já viram o filme sobre o Divaldo Pereira Franco, no início, né, da do processo do trabalho mediúnico dele, do trabalho de exposição doutrinária, ele aceita o convite para fazer uma palestra do qual ele não tinha conhecimento do tema. E ele vai fazer a palestra e quando ele se coloca diante das pessoas, salvo engano, em Sergipe, tá aquele branco, né? E aí Humberto de Campos aparece para ele e o ajuda. Então ele faz a palestra. Depois o Humberto de Campos chama a atenção dele. Nunca mais faça isso. Se prepare. A espiritualidade vai estar sempre aqui para ajudar, mas faça sua parte. esteja em condição de receber o auxílio. Esses somos nós. É isso que Jesus tá nos
enção dele. Nunca mais faça isso. Se prepare. A espiritualidade vai estar sempre aqui para ajudar, mas faça sua parte. esteja em condição de receber o auxílio. Esses somos nós. É isso que Jesus tá nos fazendo a pensar quando ele diz: "Lázaro, levanta e sai, vem para fora." Nós vamos ter sempre apoio, sempre. Emânuel vai dizer que nós temos uma nuvem de testemunhas, de colaboradores que torcem, que nos ajudam, que nos orientam. Verdade. Mas ninguém vai fazer por nós aquilo que nos cabe fazer, por mais que nos ame. Há momentos nos nas obras de André Luiz que nas excursões que ele está fazendo, percorrendo no plano espiritual, que existem irmãos pedindo auxílio e que o orientador daquele grupo diz: "Ainda não é o momento". E ele não entende. Depois eles explicam para ele, ainda não é o momento desse irmão ser socorrido. Ele ainda não está em condição. Ele ainda não fez a jornada dele para isso. Então é importante nós nos lembrarmos que quando nós estivermos lá em oração pedindo Deus, tira isso de mim, não. Senhor, me dá força para eu fazer aquilo que eu preciso fazer em em favor do meu processo de cura. O que que me cabe fazer? Qual a transformação cabe em mim para que eu possa de fato promover a recuperação celular na essência do meu ser? É isso que essa que esse essa passagem, essa chamada de Jesus nos faz pensar. A ajuda está disponível, mas aquilo que nos cabe fazer é tarefa só nossa. E aí Jesus está nos fazendo pensar que é imprescindível no processo de cura a firme decisão de ser curado. Por isso nós vamos ver em várias passagens, é quando Jesus pergunta: "O que queres que eu te faça?" Jesus indaga: "Nem sempre aquele que clama quer ser curado. Nem sempre aquele que tá em sofrimento quer ser retirado dali. Tem uma passagem que eu gosto muito e se eu já tiver contado aqui, quem já ouviu me perdoe, mas eu penso que ela é ela é muito ilustrativa pra gente entender isso, que nem sempre nós estamos de fato disponíveis para sermos curados. Conta que havia uma pessoa viajando aí
m já ouviu me perdoe, mas eu penso que ela é ela é muito ilustrativa pra gente entender isso, que nem sempre nós estamos de fato disponíveis para sermos curados. Conta que havia uma pessoa viajando aí pelo interior, vou colocar da minha Minas Gerais, e parou num num posto de gasolina para abastecer. Quando desceu para abastecer o carro, ouviu um cachorro ivando de dor. Sabe? Já ouviram? Já tiveram essa nessas? É uma sensação assim ruim, aquela dor, né, do animalzinho, aquela choro profundo e ele se ouvia, tava ali ouvindo aquele animal chorando. Aquilo foi incomodando de tal maneira que ele perguntou pro frentista: "O que que tá acontecendo com esse cachorro?" Aí o frentista: "Ah, é porque ele tá deitado em cima de um prego." Ele falou: "Mas ele tá deitado em cima do prego?" Futar, mas por que que ele não levanta de lá? Porque dói o suficiente para ele ivar, mas ainda não dói o suficiente para ele levantar. Muitas vezes nós somos o cachorro ivando. Reclamamos, pedimos, falamos e blasfemamos, porque nós ainda não queremos ser curados. Então, para ser curado é necessária a disposição firme, o movimento de sair do túmulo. Por isso Jesus convoca Lázaro, sai daí. Como Jesus fala pro para para os outros, você levanta, carrega teu leito e segue. É o nosso movimento, a decisão firme, mas não é só, não estou dizendo de querer. Vocês devem ter observado, nós não falamos aqui a palavra querer, é decidir, decisão firme, interna de transformação. E Jesus chama Lázaro, ele sai, ele tá envolto, né, em gases, que ele tava enfachado. E aí Jesus olha para ele, olha novamente pro grupo, pros irmãos nossos de jornada e dizem para ele: "Soltai-o e deixai-o ir". O que que é isso? Mais uma vez nós que decidimos firmemente, com responsabilidade, que queremos ser curados e vamos fazendo esse movimento em favor disso, vamos contar com o auxílio daqueles que estão no nosso caminho, aceitar ajuda, aceitar ser cuidado, aceitar o cuidado dos outros, mesmo nas nossas limitações, mesmo nas nossas dificuldades.
vor disso, vamos contar com o auxílio daqueles que estão no nosso caminho, aceitar ajuda, aceitar ser cuidado, aceitar o cuidado dos outros, mesmo nas nossas limitações, mesmo nas nossas dificuldades. Nós não estamos incapacitados de fazer a nossa parte, mas podemos e devemos aceitar o cuidado daqueles que podem nos auxiliar. Só que auxilia e deixa ir, porque é isso que Jesus diz, ajuda-o e deixai oo ir. restitui a aquele que estava debilitado. Porque muitas vezes nas nossas dores, nas nossas doenças, nós estamos debilitados e não temos condições de fazer muitas coisas por nós mesmos. Precisamos de auxílio e vamos lembrar, é sempre, sempre uma limitação passageira. Sempre aceitemos a ajuda amorosa daqueles que cuidam de nós. Mas restabelecida a nossa capacidade de darmos conta de fazer o que temos que fazer, façamos a nossa parte. Ou seja, novamente não nos apropriemos dos nossos irmãos em dificuldade, adoecidos, como se eles não tivessem vontade, como se não fossem pessoas com as suas próprias vontades, com seus próprios desejos. vai fazer isso, vai fazer aquilo. Não, já tem condição, já tá em condição de fazer aquilo que tá em condição de fazer, deixai o ir, deixai o fazer. Isso é um processo de construção de amor. Porque quando nós amamos verdadeiramente como Jesus nos tem amado, nós saibamos respeitar o limite e as potencialidades do outro, assim como queremos ter respeitado os nossos limites e as nossas potencialidades. Nesse processo, nós vamos caminhando de volta paraa casa do pai. com a confiança irrestrita de que podemos fazer o que nos cabe, de que contamos sempre com o apoio dos nossos irmãos de jornada, encarnados e desencarnados. E que o nosso projeto de transformação, de restabelecimento da nossa essência, é o processo de nos tornarmos inteiros para podermos realizar os planos de Deus a nosso respeito. Esse é um pouquinho dessa passagem do Evangelho de João, que eu convido a todos visitar assim que possível e que vocês possam tirar dele as suas próprias
s realizar os planos de Deus a nosso respeito. Esse é um pouquinho dessa passagem do Evangelho de João, que eu convido a todos visitar assim que possível e que vocês possam tirar dele as suas próprias reflexões, os seus próprios insites, né? Suas próprias junções de ideia. Para quê? Para levantar, pegar o leito de cada um e seguir em frente, porque nós estamos aqui para seguir em frente com Jesus sempre. porque ele está sempre conosco. Então, vamos agradecer a oportunidade desses minutos, desse convite à vida e à vida em abundância que a espiritualidade veio nos fazer nessa tarde. E seja qual for a dor que esteja visitando cada um de vocês aqui presente, que possam sempre se lembrar, quem governa o mundo é Deus. E o amor não age com inquietação. Querido mestre Jesus, nós te pedimos que nos fortaleça nessa tarde para que tenhamos a coragem de tomarmos a decisão em favor da nossa vida, da nossa iluminação, do nosso mergulho interno, para que possamos ir nos reconstruindo, nos reestruturando, nos transformando, para que nós possamos fazer a parte que nos cabe no nosso nosso processo de iluminação e de transformação, seguindo, Jesus os teus passos, o teu exemplo, os teus conselhos, as tuas orientações. Ajude-nos a termos ouvidos de ouvir e coração de acolher os teus ensinamentos, as tuas diretivas. abençoa cada irmão, cada irmã presente aqui nesta casa, encarnado, desencarnado. Cada irmão que nos acompanha pelas mídias sociais e suas famílias, proteja cada um de nós e que nós possamos ser luz, ainda que vaga a luz nesse caminho ainda sombrio, mas fazendo o movimento de todo dia por sermos pessoas melhores, inteiras, integrais e efetivamente sadias, mas que tenhamos paciência, Senhor, na construção dessa saúde em nós, com o teu amparo, com a tua orientação. Que o Senhor nos abençoe e com a sua permissão nós interrompemos este encontro entre irmãos aqui nesta tarde e te pedimos que nos ajude a permanecer sempre contigo. Que assim seja, meus irmãos. A casa pede que nós divulguemos no próximo dia 12 de julho,
terrompemos este encontro entre irmãos aqui nesta tarde e te pedimos que nos ajude a permanecer sempre contigo. Que assim seja, meus irmãos. A casa pede que nós divulguemos no próximo dia 12 de julho, sábado próximo, às 19 horas, aqui no salão Bezerra de Minezes, vai ser apresentada a peça A capa de Santo. O texto é baseado num conto de Humberto de Campos, do livro Contos e Apólogos. Então, Humberto de Campos é de uma riqueza incrível e esse essa peça é baseada num conto de Humberto de Campos. A capa de santo, sábado às 19 horas aqui no nosso salão. Divulguem, compartilhem, se puderem estar presente, vai ser um prazer recebê-los. senão nos acompanhe pelo canal da TV Comunhão. E nós relembramos também que a casa dispõe do atendimento fraterno que acontece de segunda a domingo em horários diversos, sempre disponíveis nos nossos quadros, disponíveis na na exposição pelas mídias sociais, tem os horários do nosso atendimento fraterno, mas basicamente pela manhã de 8:30 às 10:30 de segunda a sexta, de segunda a quinta, de 15:30 às às 21 horas e na sexta de 13:30 às 21 horas. O atendimento fraterno é o serviço disponível de escuta atenta, aqueles irmãos que estão em sofrimento, que t dúvidas, que tem curiosidade. Então, a casa sempre tem uma pessoa com o coração de Jesus ou no esforço disso para recebê-los. Então também quem precisar pode nos procurar e também divulguem para aqueles que necessitados possam nos alcançar aqui. Uma boa tarde, um beijo no coração e permaneçam assim em silêncio, celular desligado, vibrando na sintonia dos nossos irmãos do plano invisível para que o trabalho de passe conclua com o trabalho já iniciado aqui. Uma boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o
sica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome,
tinuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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