CUIDANDO DO TEMPLO DA ALMA - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão foi nessa [música] casa que aprendi. Toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui da comunhão, aqueles que vão nos assistir, porque nós estamos eh não tá sendo eh transmitido, mas assim que terminar, que tiver condições, a comunhão transmite, mas quando for transmitir também que eles sejam bem-vindos, né? Para começar esse nosso momento, vamos fazer uma leitura que tá nesse livro Recados de Anacleto, já é da produtora da comunhão, né, editora da comunhão. Esse é pela Hilda Alonso, pelo espírito Anacleto, onde ele fala: "As curas dependem da fé". E tem uma parte aqui que uma fala do Mateus, capítulo 9, versículo 21, que fala assim: "Se eu tão somente tocar o seu vestido, ficarei sã". Aí o ancleto, o espírito anacleto, vem falando para nós o que que quer dizer essa partezinha, essa essa frasezinha de Mateus aqui. Se tiverdes a pé do tamanho de um grão de mostarda, podereis transportar montanhas, disse o Cristo. E nós vos recordamos que é indispensável aos doentes, tanto faz doentes da alma, doentes do físico, os doentes emocionais, né? É indispensável aos doentes manter acesa a chama da fé para alcançar a cura desejada. é a fé que irá movimentar os recursos necessários ao tratamento, estabelecendo aquelas ligações vossas maiores com os planos espirituais. Esses mensageiros encarregados dos trabalhos de cura nessa casa ou qualquer outra casa, não podem prescindir dessa colaboração efetiva, que é a vossa confiança na proteção do Pai, que não abandona jamais os seus filhos. Deveis estar atentos ao relatos evangélicos, nos quais se verifica que todas as curas foram movidas pela fé. Segundo a afirmação do próprio Cristo, a tua fé te salvou. Era assim que dizia o Mestre ao tocar os enfermos para os curar. Se não
icos, nos quais se verifica que todas as curas foram movidas pela fé. Segundo a afirmação do próprio Cristo, a tua fé te salvou. Era assim que dizia o Mestre ao tocar os enfermos para os curar. Se não fosse pela sua força de vontade e credibilidade, eles não seriam atingidos pela bênção do meigo Nazareno. Por isso vos dizemos: apurai a vossa fé através da leitura dos textos evangélicos. Conhecendo-os, tereis alcançado o raciocínio que vos fortalecerá o espírito cristão. Fazei o vosso esforço, o vosso trabalho, construindo na vossa mente aqueles elementos positivos que vos aproximarão do Cristo, o grande médico. Confiai nele e alcançareis grandes graças, como ele vos prometeu. Que Jesus seja sempre o vosso companheiro. É linda as mensagens do Anacleto. Ele é simples, mas é tão meigo no falar para nós, né, de uma coisa que nós precisamos tanto de ouvir. Então vamos fazer a nossa prece inicial, voltar para dentro de nós, né, e agradecer a esse Jesus. Esse Jesus que um dia disse sim para estar aqui conosco. A esse que falou: "Olha, deixa que eu lá vou estar com aqueles irmãos de jornada, que eu vou ajudá-los naquilo que for necessário, que eu vou trazer as leituras que são os evangelhos, a palavra para que eles possam seguir. É como se fosse uma cartilha para nós. E nós perguntamos para nós mesmos, será que a gente tem estudado nessa cartilha? Será que nós usamos ela pro socorro quando a dor bater, quando a doença chegar, quando a dificuldade estampar na nossa frente? Será? Então vamos continuar rogando a Jesus que possa estar conosco, nos orientando cada vez mais, porque um dia, com toda certeza, nós vamos estar bem melhores do que estamos hoje, porque nós vamos começar a ler essa cartilha e aprender na hora da dificuldade que lata toda a receita para a nossa felicidade possível nesse planeta de provas. expiações. Então, que a doce paz de Jesus esteja conosco. E nós agora vamos passar a palavra paraa Carla, mas a Carla Daniela, que é uma palestrante das 18 horas, que nós estamos falando em
de provas. expiações. Então, que a doce paz de Jesus esteja conosco. E nós agora vamos passar a palavra paraa Carla, mas a Carla Daniela, que é uma palestrante das 18 horas, que nós estamos falando em torno do mestre, é esse livro aqui que a gente fala tanto nele que é do Vinícius, né? Ele daqui a pouco ele já termina e a gente passa para outro, né? Então, quem vem aqui sempre quarta-feira 18 horas sabe que nós temos lições desse livro que são lições muito importantes. Hoje ela vai falar cuidando do templo de Jesus. Então a palavra tá com ela. Então com você, Carla. Obrigada. >> Muito obrigada. É sempre muito bom estar aqui para falar um pouquinho da doutrina espírita do evangelho de Jesus e de Vinícius, esse livro que eu gosto tanto em torno do mestre, que me inspira muito. E esse capítulo de hoje realmente traz muitas reflexões pra gente. Ele fala sobre o nosso templo, o templo da nossa alma, do nosso espírito. E uma coisa que eu sempre gosto de lembrar, eu também dou aula aqui no ESD, né? facilitadora do ESD da fase 2A, que a gente fala das leis morais e já participei da fase 1A também, que são os princípios básicos do espiritismo. E uma coisa que eu digo pros meus eh pras pros alunos, né, do ESD, é que a gente nunca pode se esquecer que nós somos espíritos. Nós não temos um espírito. Nós somos espíritos que temporariamente estão nesta veste de carne. Então eu estou, Carla Daniela, hoje porque eu nasci com esse corpo, com essa veste e ele vem me acompanhando pelos últimos 51, quase 52 anos e me facilitando o trabalho do meu espírito aqui enquanto ele é necessário aqui na carne. Então, eu tenho temporariamente esse corpo e essa personalidade que o meu espírito está vivenciando agora, mas nós somos espíritos. Eu digo, olha, a gente deve colocar isso no espelho, pregar um papel no nosso armário e lembrar todos os dias, né? repetir pra gente mesmo no espelho. Eu sou um espírito. Eu sou um espírito. Porque a gente age, a gente pensa, a gente se comunica, a gente tudo
um papel no nosso armário e lembrar todos os dias, né? repetir pra gente mesmo no espelho. Eu sou um espírito. Eu sou um espírito. Porque a gente age, a gente pensa, a gente se comunica, a gente tudo que a gente faz, a gente faz como espírito. Toda comunicação é espiritual. Toda ação vem do espírito e, claro, se dá por intermédio do corpo. Então, a gente precisa se preocupar com o corpo, precisa se preocupar com as situações aqui da Terra, com as circunstâncias, né? Nós estamos no mundo, como dizia Jesus, mas eu não nasci no momento em que minha mãe me deu a luz e não vou morrer no momento em que eu baixar ao túmulo. Eu existo muito antes disso e existirei para muito além do momento em que o meu corpo de carne me deixar ou que o meu espírito deixar o meu corpo de carne, o meu corpo irá à sepultura ou irá ser cremado. A gente ainda vai decidir isso, mas o meu espírito continuará existindo, porque nós somos espíritos imortais. Eu brinco também com os meus alunos, não eternos, porque eterno apenas Deus, né? É aquele que não teve início e não terá fim. Mas nós somos imortais porque tivemos início, fomos criados por Deus, que é o criador encriado, mas nós não teremos fim. Por isso Caibachutel diz que nós somos a obra prima de Deus, porque tudo passará das galáxias aos mais belos templos, mas os espíritos não passarão. As estrelas todas que a gente vê no céu passaram, passarão, algumas já passaram, a grande maioria delas, né, são apenas reflexos que a gente vê, mas nós ainda veremos milhares e milhares de estrela, veremos milhares e milhares de civilizações, milhares e milhares de mundos, né? Uma vez perguntaram pro Chico o que que aconteceria se a Terra fosse destruída. Ele diria: "Nós, enquanto humanidade continuaríamos existindo, talvez precisássemos migrar para outro planeta". Mas não deixaríamos de existir como humanidade. Muitos de nós já vieram de outros planetas e poderão vir para próxima, mas nós existiremos para sempre. A terra daqui alguns milhões de anos, se a gente não antecipar, vai
de existir como humanidade. Muitos de nós já vieram de outros planetas e poderão vir para próxima, mas nós existiremos para sempre. A terra daqui alguns milhões de anos, se a gente não antecipar, vai terminar, mas nós não. Nós continuaremos existindo. O sol vai terminar, mas nós continuaremos existindo. Por isso a gente deve ter essa dimensão. No capítulo 2, itens 5 a 7 do Evangelho, diz que o nosso principal, a principal contribuição que a doutrina espírita tem para dar é o ponto de vista. A gente deve sim, como eu falei, se preocupar com aquilo que é da do mundo, aquilo que é aqui da Terra, aquilo que é transitório, porque a gente precisa ter os meios para viver. Eu digo que se a gente precisa passar uma hora numa fila, a gente já procura um lugar para sentar, uma sombra, um lugar para se encostar, porque a gente precisa de conforto para que a gente possa ficar bem ali. Imagina a existência toda, né? A gente precisa cuidar da gente e cuidar do nosso corpo, porque ele é um grande presente que nós recebemos e que nos é dado em uso fruto, talvez o maior dos nossos talentos e que nós precisamos investir e cuidar, mas cuidar também do nosso espírito, sobretudo cuidar da saúde, da higiene, da integridade do nosso espírito, que é aquele que não perece. E aí eu me lembro dos gregos que dizem, né, falavam do corpo são em mente sã. Falavam que só era possível ter um corpo s se a gente tivesse uma mente sã e vice-versa. E na filosofia grega eles levavam isso muito a sério. Inclusive os filósofos, a grande maioria era também atleta. Todo mundo já ouviu falar do filósofo Platão. Mas vocês sabiam que Platão não era o nome dele? Esse era o apelido dele e por o nome dele era Aristoclis ou Aristocles, eu não sei bem como é que eles pronunciam isso no grego, né? E por que que o nome dele era Platão? Porque ele tinha ombros largos, né? Vem de homoplata, ele tinha ombros largos. E por que que ele tinha ombros largos? porque ele fazia exercícios físicos muito regularmente. Então ele, assim como os filósofos
le tinha ombros largos, né? Vem de homoplata, ele tinha ombros largos. E por que que ele tinha ombros largos? porque ele fazia exercícios físicos muito regularmente. Então ele, assim como os filósofos daquela época, levavam isso muito a sério. Quando eu era mais jovem ou jovem há menos tempo, vamos dizer assim, era comum. Hoje em dia a gente valoriza muito mais a questão da saúde e dos cuidados com o corpo e fazer exercícios que hoje a gente entende. Mas na época que eu era assim universitária pela primeira vez, era quem era intelectual não podia cuidar do corpo. Tinha uma certa vergonha disso, né? Você tinha ou você ia pras bibliotecas ou você ia paraas academias. E quem era filósofo, quem era estudioso, quem era intelectual, tinha vergonha de dizer que ia para as academias e geralmente não ia mesmo, né? A gente dizia que malhava a mente e que não podia perder tempo cuidando do corpo. Hoje em dia não. Hoje em dia a gente sabe que tão importante quanto cuidar da nossa intelectualidade, do nosso aprendizado, é também cuidar do nosso corpo, porque isso é uma questão de saúde. Então a gente compreende muito bem essa dimensão, assim como Platão, de ter ombros largos no corpo e no espírito, de cuidar da nossa saúde física e da nossa saúde espiritual. Mas a gente precisa relembrar isso a todo momento, né? E aí eu pergunto, todo mundo aqui toma banho todo dia? Senão não precisa responder, viu? Não quero constranger ninguém. Todo mundo escova os dentes regularmente, todo mundo faz, né? Lava as mãos. Mas será que a gente faz isso também com o nosso espírito? Será que a gente cuida de higienizar o nosso espírito, de higienizar os nossos pensamentos, de higienizar os nossos alimentos? A gente compra alimentos e higieniza antes de comer, né? Deve fazer isso, pelo menos, né? Deve cuidar e ver cada processo que é necessário. Mas e os alimentos do nosso espírito? Será que a gente higieniza? Meime tem um livro que eu adoro que se chama Pai Nosso. Ela pega os versos, é um livro para crianças, mas
a processo que é necessário. Mas e os alimentos do nosso espírito? Será que a gente higieniza? Meime tem um livro que eu adoro que se chama Pai Nosso. Ela pega os versos, é um livro para crianças, mas que é são verdades simples e belíssimas. Cada verso do Pai Nosso, ela conta uma ou duas histórias que são ricas demais. E quando fala do Pão nosso de cada dia, ela tem um capítulo que se chama Alimento Espiritual. É uma história que eu já contei várias vezes em vários lugares, mas que eu não me canso dela, que é a história de uma um professor que tinha uma turma muito danada, muito muito mesmo, que eles falavam coisas assim, falavam palavrões, palavras de baixo calão, eles xingavam uns aos outros, viam filmes e liam coisas que eram terríveis mesmo, né? que eram muito pouco edificantes e tornavam o clima muito difícil, muito violento, praticavam bullying uns contra os outros, embora naquela época ainda não tivesse esse nome, mas é o que hoje a gente definiria como bullying, né? Xingavam, faziam, diminuíam as pessoas, enfim, tornavam o clima muito difícil a ponto de inviabilizar muitas vezes o convívio e a e o conteúdo, né? que ele ministrasse o conteúdo. Então, um dia ele resolveu fazer o seguinte, ele propôs pros alunos fazer um café da manhã. Ele disse: "Nesse dia vocês nem precisam tomar café em casa, porque eu vou fazer um lanche aqui para vocês. Um lanche por minha conta mesmo, por conta da escola e vai ser um banquete, não precisam se preocupar". E aí os alunos ficaram super animados, né? Quem é que não fica, né? Eu sou dessas também, né? quer me conquistar, pode me dar comida boa que me vai me ganhar para sempre. E aí eles chegaram, quando eles chegaram no primeiro tempo da aula, né, seria no intervalo, já tava aquela mesa bonita, posta e coberta, totalmente coberta, os alimentos cobertos ali e todo mundo ali animado, doido para que a aula acabasse. Foi o dia mais silencioso, né, porque eles queriam que o professor acabasse logo. Mas quando ele interrompeu a aula e foi
imentos cobertos ali e todo mundo ali animado, doido para que a aula acabasse. Foi o dia mais silencioso, né, porque eles queriam que o professor acabasse logo. Mas quando ele interrompeu a aula e foi partir pro banquete tão esperado, que decepção. Tinha bolos lindíssimos, pães maravilhosos, frutas maravilhosas. Só que as frutas estavam apodrecidas, os bolos estavam cheios de bolor, os pães ruídos por por animais e mofados. Tudo tava apodrecido ali. E o professor então disse: "Mas tão bonitos esses bolos, tão bons esses pães, essas frutas da estação tão ricas, vocês não querem comer?" E eles reclamando, falando, virando a cara, não querendo conversar, diz: "Ah, professor, como é que a gente pode comer essas coisas? Como é que a gente pode comer essas frutas já mordidas por animais, esses bolos apodrecidos e como é que a gente pode comer os alimentos dessas formas? E aí ele disse: "Pois é, vocês se preocupam com isso com relação aos alimentos do corpo, aos bolos, aos pães, às frutas, aos queijos e aos frios que a gente trouxe, mas vocês não se preocupam com relação aos alimentos da mente e aos alimentos do espírito." Porque o que eu vejo aqui nessa turma é que vocês falam coisas, né? vem, leem, eh, dizem coisas que são apodrecidas, emboloradas, são ruídas e corroídas também. E vocês não se preocupam com relação aos alimentos do espírito, não se preocupam com o que vocês recebem e não se preocupam também com o que vocês dão. Então, que tal a gente começar a ter a mesma preocupação que a gente tem com os alimentos também, com os alimentos do espírito? Aí, claro, né? Aquele professor tirou aqueles alimentos dali e trouxe o que era o verdadeiro lanche, alimentos bonitos, saborosos, doces e lindos, com o qual eles se regozijaram. E com certeza, depois disso, o clima da turma melhorou bastante. E isso serve pra gente como inspiração também. Será que nós estamos nos preocupando com a qualidade dos alimentos que nós recebemos? Será que nós estamos preocupando com a higiene das nossas
bastante. E isso serve pra gente como inspiração também. Será que nós estamos nos preocupando com a qualidade dos alimentos que nós recebemos? Será que nós estamos preocupando com a higiene das nossas relações, do nosso sono, do nosso corpo, de tudo o que nós cuidamos? Será que damos atenção ao que o nosso espírito recebe? Será que vemos, pensamos sobre o que lemos, os filmes que assistimos, as redes sociais, a o as nossas mensagens e grupos no WhatsApp, aquilo que recebemos, aquilo que damos, o que ouvimos e o que falamos? Qual é a qualidade disso? O que nos alimenta e também o alimento que nós ofertamos para as pessoas que convivem conosco? Será que nós temos alimentos de boa qualidade ou será que nós temos aqueles alimentos já corroídos? Na minha infância também era comum biscoito que era dos monstrinhos CCK, né? Que era um biscoito que quando a gente recebia ele já vinha mordido, que não era mordido de verdade, né? Mas ele era se tinha uma marca de uma mordida. E a gente recebia aquilo e era interessante porque a gente sabia que não era brincadeira, mas era como se os bichinhos já tivessem testado tudo e comido antes que a gente chegasse, né? Será que isso também é real? Será que a gente entrega mesmo por inteiro aquilo que a gente dá, aquilo que a gente vem? Ou será que a gente guarda sempre um pouco, né? Que a gente fica com aquilo que a gente deveria entregar. Então isso são reflexões que a gente tem que fazer também. E a nossa casa, né? A nossa casa também é uma grande metáfora para o que é a nossa vida, o que é o nosso ambiente. Hoje nós, né, eu tô estudando psicologia e gosto muito de análise do comportamento e a gente estuda muito os estímulos do ambiente e do que a gente faz e de que forma que isso altera a nossa mente, como nós influenciamos o ambiente e como nós permitimos que o ambiente nos influencie e determine as nossas escolhas também. E é importante a gente pensar nisso. Qual é o ambiente que nós cultivamos e que nós criamos? Quais são as relações que nós criamos?
que o ambiente nos influencie e determine as nossas escolhas também. E é importante a gente pensar nisso. Qual é o ambiente que nós cultivamos e que nós criamos? Quais são as relações que nós criamos? Do que nos alimentamos nos ambientes em que vivemos, né? Será que a nossa casa mental e a nossa casa física também são casas limpas, organizadas, casas onem que a gente convive com qualidade de vida, né? Ou será que são casas que a gente não permite, eh, que a gente não consegue viver bem? Eh, Chico Xavier dizia que a casa eh mais limpa não é aquela que mais se limpa, e sim aquela que menos se suja. E com isso ele dizia que a gente deve evitar cortar o mal pela raiz, né? Evitar que a sujeira entre, evitar que ela se prolifere, evitar que ela adentre a nossa casa. O Jana de Angeles fala isso, né, que nós recebemos os estímulos do mundo, do ambiente. É inevitável que a gente receba, que a gente receba uma palavra grosseira, que a gente receba algo que desestimule uma negativa, eh um desamor que nos desequilibra. Mas mesmo que nós não possamos dominar o que nós recebemos do mundo, nós podemos dominar aquilo que nós permitimos que entre em nós, que entre na nossa casa. E como ela diz, nós não precisamos oferecer uma cadeira para essas esses sentimentos e essas pessoas entrarem, né? A mente é uma casa que só se abre por dentro. Entra na minha mente aquilo que eu permito que entre, mas a gente permite por desavisadamente que muitos estímulos, muitas pessoas, muitas situações, muitos sentimentos, muitas emoções entrem na nossa mente sem que a gente perceba e sem que a gente cuide delas, né? Cung dizia que a gente eh vive inconscientemente, a gente permite que o nosso inconsciente nos domine e chama isso de destino. A gente pode escolher, a gente tem essa possibilidade de cuidar do que entra na nossa casa, cuidar do que entra na nossa mente, de não permitir que se suje a nossa mente, o nosso corpo, o nosso espírito, de filtrar aquilo que nos entre, de conviver num ambiente limpo,
ue entra na nossa casa, cuidar do que entra na nossa mente, de não permitir que se suje a nossa mente, o nosso corpo, o nosso espírito, de filtrar aquilo que nos entre, de conviver num ambiente limpo, no ambiente de emoções puras, de relações na medida do possível feitas e edificadas por por sentimentos que são eh proveitosos e edificantes para nós. Claro que nós temos vulnerabilidades e essas vulnerabilidades nos tomarão de vez em quando. E por isso, quando o nosso ambiente está tomado por por coisas que não são boas, é a hora de a gente pedir ajuda também. Não sei se vocês viram um filme que também é um pouco antigo, mas é muito bonito, chamado eh O amor além da vida, que era com Robin Williams, em que ele como espírito, né, ele não é spoiler, logo no início ele sofre um acidente e morre, né, os filhos dele já tinham morrido e vai mostrando a chegada da dele no mundo espiritual e como ele constrói a vida dele no mundo espiritual, né? Então, como ele vai pelos por meio dos pensamentos dele, construindo a casa e a habitação dele ali no plano espiritual, né? Ele escolhe a esposa dele que ele amava, era pintora. Então ele praticamente se muda para dentro de um quadro dela e passa a construir com tintas e pincéis aquilo que seria a nova morada dele. A esposa dele passou por um processo depressivo muito grande pela primeiro pela morte dos filhos no acidente e segundo pela morte do marido. Por isso ela não conseguiu manter a manter-se diante da vida. E foi interessante, isso me marcou muito, porque ela tinha uma casa, eles tinham uma casa linda, maravilhosa, bonita, eh cheia de de com jardim maravilhoso, lindo mesmo, né? Era uma casa perfeita, mas para ela aquela casa estava devastada. Então, quando ele encontrou ela no plano espiritual, ela morava num ambiente que remetia completamente. Era a mesma casa, só que a imagem que ela tinha daquela casa era completamente bonita da eh o contrário daquela casa bonita, ensolarada, com jardim maravilhoso que existia no concreto. Era
pletamente. Era a mesma casa, só que a imagem que ela tinha daquela casa era completamente bonita da eh o contrário daquela casa bonita, ensolarada, com jardim maravilhoso que existia no concreto. Era uma casa devastada, escura, sombria, com as árvores todas é acabadas, as flores já não havia nem sombra delas, folhas secas pelo chão, insetos, que ela tinha muito medo daqueles insetos, porque para ela aquela casa já estava vazia, já estava devastada, já estava triste e sombria. Então, é isso que a gente deve se preocupar com a nossa casa também. Como é a casa espiritual que a gente vive? Será que a nossa casa é bonita, ensolarada, cheia de amor, cheia de cor, cheia de vida? Ou será que a nossa casa é sombria, cheia de animais, insetos, cheia de coisas que nos devoram e que nos obscurecem a consciência? Onde é que nós moramos de verdade? Onde é que vive o templo da nossa alma? O templo físico do nosso corpo, o templo do nosso espírito, o templo da nossa casa, da nossa mente? Será que nós cuidamos da limpeza da nossa casa, da limpeza do nosso corpo, da limpeza do nosso espírito da forma como deveriam? Será que nós percebemos esses estímulos e trabalhamos para evitar que eles entrem em nós, que eles entrem na nossa casa? Joana de Angeles diz isso que quanto mais cedo percebemos, mais rápido agimos e menos danificados nós somos por esses estímulos. E daí a importância do autoconhecimento, porque você já percebe, opa, tem algo diferente aqui. Isso me desestruturou, isso me desequilibrou, isso me atingiu de uma forma que eu preciso trabalhar e termos a humildade de perceber que precisamos de ajuda. Todos nós precisamos de ajuda. Aqui nós temos um trabalho que é na sexta de manhã que se chama mãos estendidas, que ajuda pessoas em situação de rua. Quando a gente conversa com essas pessoas em situação de rua, a gente percebe que eles são pessoas que muitas vezes tiveram família, tiveram emprego, formaram, foram milionários, às vezes tem doutorado, escreveram livros, mas que em
s pessoas em situação de rua, a gente percebe que eles são pessoas que muitas vezes tiveram família, tiveram emprego, formaram, foram milionários, às vezes tem doutorado, escreveram livros, mas que em algum momento da vida se desestruturaram, se desestruturaram mentalmente, emocionalmente, espiritualmente e caíram na margem. O nosso eh a nossa filosofia evangélica vem da parábola do bom samaritano, porque o que a gente diz é que todas as pessoas podem estar um dia à margem, né? Ali na parábola do bom samaritano, Jesus não descreve, não dá a descrição daquele homem. Ele só fala que era um homem que estava viajando, indo de um lugar pro outro. Mas ele não disse: "Esse homem era rico, era pobre, era solteiro, era casado, para onde ele estava indo, o que ele estava indo fazer. Era um homem que estava vivendo a sua vida normalmente e foi assaltado. Assaltado, perdeu a possibilidade. Ele podia ter muitas pessoas que o amavam, mas naquele momento ele não pôde nem não teve forças, não teve capacidade de entrar em contato com essas pessoas. E ficou ali à margem. Ninguém sabia quem ele era. Ele era só um homem à margem. E nós espíritas nos vemos muitas vezes à margem e sabemos que a gente pode passar muitas vezes encarnações à margem da vida, né? Podemos ser pessoas firmes, fortes, potentes, ricas, amadas, mas algo nos coloca à margem e nós precisamos de ajuda, como ele precisou da ajuda daquele samaritano. E quando a gente precisa de ajuda, nós precisamos estender as mãos também. Eu digo que há duas formas de estender as mãos. Quando nós podemos, nós estendemos as mãos para auxiliar. Quando nós precisamos, também precisamos estender a mão para receber apoio, para receber auxílio. Na harmonização, eu digo sempre, né, que eu faço às vezes a palestrinha da harmonização. Eu digo pro pessoal, eu tô aqui hoje falando com o microfone. Amanhã eu posso estar aqui sentada precisando de um passe, precisando de um trabalho espiritual que me socorra. precisando de alguém que me auxilie,
o pessoal, eu tô aqui hoje falando com o microfone. Amanhã eu posso estar aqui sentada precisando de um passe, precisando de um trabalho espiritual que me socorra. precisando de alguém que me auxilie, porque todos nós temos os nossos momentos de dores, temos os momentos de vulnerabilidade, temos os momentos em que nós precisamos pedir socorro, pedir auxílio e precisamos de alguém que nos ajude. E é importante a gente lembrar também que Jesus é a boa nova, é o evangelho, a água nova, a água viva, a água que limpa. Falando em na filosofia grega, tem os 12 trabalhos de Hércules, né, que é uma história muito bonita. Um dos trabalhos de Hércules foi que ele foi mandado limpar os estábulos do rei. Eram estábulos que estavam sujos há muito tempo, há décadas não se conseguia limpar. Aqueles tinham gases tão venenosos que quem chegasse perto podia morrer. Então, ninguém conseguia ir lá e retirar aquilo. E eles fizeram, não adiantava a força que Hércules tinha e não se pensava numa forma. Mas o que que Hércules fez para ali? Ele, depois de muito pensar e pedir ajuda, ele percebeu que tinha um rio que passava ali perto. Então, o que que ele fez? Ele desviou aquela água do rio e ficou como um com um lava-jato de grande potência, né? Só que gigantesco. Ele desviou com toda a força e aquela água daquele rio foi e lavou aqueles estábulos. Ele nem precisou estar próximo, porque foi o rio que lavou. É uma lição pra gente que para limpar aquelas sujeiras que nós temos de nós, dentro de nós, aquelas mágoas, aquelas tristezas, aquelas dores que nos envenenam, que nos matam, que nos corroem, nós precisamos de água nova. Nós precisamos da boa nova, precisamos de coisas novas, precisamos das boas notícias que Jesus tem que trazer. O evangelho ainda é a boa nova, né? Quando perguntavam para Chico, que era médium e sempre trazia cartas, né? Chico, quais são as boas notícias? E ele dizia, né? A boa notícia ainda é o evangelho. A novidade ainda é o evangelho. Então, utilizemos a boa notícia, utilizemos a água pura, a água
razia cartas, né? Chico, quais são as boas notícias? E ele dizia, né? A boa notícia ainda é o evangelho. A novidade ainda é o evangelho. Então, utilizemos a boa notícia, utilizemos a água pura, a água viva, aquilo que existe de bom para limpar o nosso espírito, limpar a nossa casa. limpar a nossa vida e permitir que coisas boas, que coisas novas cheguem e nos tragam eh a a boa vida, que os gases que nos envenenam sejam limpos, limpos pelo que existe de bom, pelo que existe de novo, pelo que existe de belo na vida. Deixemonnos contaminar pelo que existe de bom. Deixemonnos auxiliar e auxiliar a nós mesmos também. E cuidemos sobretudo do nosso corpo e cuidemos do nosso espírito. Pensemos na nossa higiene e naquilo que nós podemos trazer de bom para nós. Que nos alimentemos do bem e alimentemos aqueles que estão ao nosso redor também com o bem. Que a luz contamine e ilumine a nossa casa, nem que entre por pelas pequenas brechas, né? Tem uma música do Roberto Carlos para finalizar que diz: "Senhor, quem sou eu para que entreis em minha morada? Mas um fio de sua luz numa telha quebrada pode iluminar uma vida para sempre. Então, que mesmo que seja pelas pequenas brechas, a luz entre na nossa casa e nos ilumine e nos dê aquilo que nós precisamos. Obrigada a todos e que estejamos sempre em paz. Bom, amigos, essa é a mensagem do do Vinícius, que na realidade ela tem um outro tema. Se vocês quiserem adquirir o livro, vocês vão estranhar que ele fala da religião, não da religião e da higiene, né? que a religião ela faz uma limpeza muito grande na gente e o evangelho é aquele que nos lava a alma, né? E por que não lavar o comportamento também, né? Que sempre Jesus tá falando. Então, quando nós precisarmos, porque é muito bom ouvir, né? Aí eu sento ali para ficar de frente, para eu estar captando mais, absorvendo mais essa energia que vem aqui do palestrante. Mas por que também não usar o evangelho? Que a gente faz assim uma campanha tão grande no atendimento fraterno do evangelho como remédio, né, como cura
o mais essa energia que vem aqui do palestrante. Mas por que também não usar o evangelho? Que a gente faz assim uma campanha tão grande no atendimento fraterno do evangelho como remédio, né, como cura paraas nossas dificuldades. Por que não pegar o evangelho e começar dar eh estudar, né? A gente lê, lê passa, estudar fica, porque quando a gente estuda, lembra quando a gente estudava na escola, né? Já pensou se a gente lê só lição ou só visse a conta? O professor ensina, nos ensinava a fazer a conta, mas o que que ele passava? Aquele monte de exercícios, né, que a gente gastava o dia todo e chateados. Era aquilo que fixava, era aquilo que fazia a gente aprender. E assim é o evangelho de Jesus. Nós temos que estudar, não é? Difícil. Hoje a Carla Migliar, ela falou de servos amigos de Jesus. Ela falou muito sobre isto, sabe? E eu peguei, trouxe agora com a Carla, né? Ela falando. Eu falei: "Por que não estudar?" Ela falou: "Gente, estuda um pedacinho só e vai ali lê, vendo o que que aquilo encaixa nas nossas vidas, o que que aquilo serve para nos higienizar, né? Porque se nós somos espíritos, esse corpo aqui vai passar, né? Vai passar, como a Carla falou, né? Eh, cremado ou não ou qualquer outra forma e a gente vai continuar vivos em espírito. Então, nós precisamos de aprender sempre. Essa é uma oportunidade de aprendizado. A comunhão aqui, vocês aqui, eu aqui, a Carla, estamos aqui para aprender. Então, isso é muito importante. Esse é o cuidado do templo de Jesus, né? Esse é o cuidado do nosso templo e nada melhor do que usar esse comportamento para fazer algo melhor. Então vamos encerrando, agradecendo. Eu sempre agradeço. Todos os dias eu agradeço. Eh, eu às vezes eu nem abri os olhos, eu já agradeço porque abrir os olhos e ver que eu estou dentro da minha casa é o maior presente que eu posso ter, né? Então, eu sei que aquele dia já foi preparado para mim. Então, e termino aqui com vocês em agradecimento. Vou terminar daqui a pouquinho nos grupos de multuda em agradecimento.
e que eu posso ter, né? Então, eu sei que aquele dia já foi preparado para mim. Então, e termino aqui com vocês em agradecimento. Vou terminar daqui a pouquinho nos grupos de multuda em agradecimento. Então, a gente tem que agradecer porque estamos aqui com todas as oportunidades, todas as oportunidades até da dor, né, que é educativa. Então, para agradecer, nós fazemos o Pai Nosso, que a prece que esse mestre Jesus, esse amigo maravilhoso, nos deixou para que a gente lembrasse sempre dele. E lembrando dele, a gente lembra que ele tá aqui para nos ajudar, para nos envolver nesse amor grande que ele tem, pra gente faz, para fazermos a tarefa que viemos para cumprir. Então, segunda palestrante, antes da Daniela, que é antes da Carla, Daniela, que é a Daniela também, né? A Daniela Migliar, ela disse: "Vamos fazer um pai nosso bem sentido". Eu acho muito bom, bem sentido. É aquilo que cada palavra é absorvida. É como se caísse um flocozinho de neve. Nós não temos nerve, mas vamos imaginar, né? cai e a gente, o nosso organismo absorve a gente sai daqui bem melhor, bem mais leve, bem mais alimentado. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas nos livre de todo mal. Que assim seja. Vamos lembrar um pedacinho dele pedindo perdão e vamos perdoar também aqueles que nos ofendeu. Agora nós vamos deixar vocês entrega ao nosso amigo para que ele os acompanhe no passe. Uma boa noite e que a doce paz de Jesus esteja com cada um de vocês. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
liar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música]
tendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso [música] de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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