Conemat 2025 Sádabo manhã

Feemt Play 22/06/2025 (há 9 meses) 1:57:24 772 visualizações

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Transcrição

se abram para que os benfeitores possam nos colocar essa amorosidade, essa energia curativa. Sejam todos muito bem-vindos. Juína, a comunidade espírita de Juína, está muito feliz por ter vocês aqui. Sejam bem-vindos. Vamos orar. Querido mestre Jesus, digno médico, amigo de todos nós. Senhor, envolva-nos na tua paz, não mais a paz do mundo, mas a tua paz, Senhor, que enche os nossos corações de esperança, de alegria. Querido mestre Jesus, temos ainda muitas limitações, mas tu nos conhece intimidade. Sabeis, mestre, das nossas necessidades. Pedimos, Senhor, tende misericórdia de todos nós, mas também, mestre, nestes momentos de tanta luz, tanta alegria, queremos agradecer-te, Senhor, por todo este envolvimento, por toda essa energia amorosa, por toda essa dedicação dos benfeitores amigos que nos aconte. Queremos pedir, Senhor, que abençoe a cada coração, a cada família, que abençoe toda a nossa região, noroeste, norte, enfim, todo o nosso Mato Grosso Espírito. E que possamos ver, Senhor, reconhecidos por muito nos amar, que o Senhor esteja nos envolvendo durante todo o dia de hoje e que o Senhor traga para cada um de nós a paz tão esperada. Que a tua as tuas bênçãos caiam sobre todos nós. Assim seja. Muito obrigada pela atenção. Vamos, Teremos agora um momento especial aguardado por todos nós. Nosso convidado José Teixeira, é natural de Niterói, Rio de Janeiro, é licenciado e mestre em física pela Universidade Federal Fluminense, doutor em educação e professor aposentado, fundador da Sociedade Espírita Fraternidade. Raul é reconhecido por sua atuação no movimento espírita, tendo divulgado o evangelho de Jesus. em mais de 45 países e psicografado mais de 35 livros. Seu trabalho une clareza, profundidade e compromisso com a caridade e o esclarecimento espiritual. sua presença constante nas polemáticas, contribuiu e continua a contribuir para o nosso esclarecimento e convite sincero a nos desenvolvermos conforme as orientações de Alan Café. É com profundo carinho que chamamos ao

ante nas polemáticas, contribuiu e continua a contribuir para o nosso esclarecimento e convite sincero a nos desenvolvermos conforme as orientações de Alan Café. É com profundo carinho que chamamos ao palo Raúo Teixeira. Ah. Meus irmãos, é com prazer que eu estou em Juína. muito devo a essa cidade muito devo a federação. pelo carinho, pela fraternidade esse ano. Temos um evento maravilhoso, um livro da codificação espírita. O céu e inferno. Um prêmio para nós. Palavra do codificador Alan Kardec. O céu inferno. Quarta obra do Espiritismo. Allan Kardec. fala com umaia sobre o porvir nada sobre o temor da morte sobre céu, inferno, purgatório. fala também sobre o passamento, os anjos, os demônios, E Kardec nos blind um rol de espíritos. Espíritos felizes, espírito em condição mediana. espíritos sofredores, suicidas, para nós, para nós essa obra é uma missão. Quando vejo oso subscidas e o Kardec trabalhando com eles. Muitos suicidas vem a mediunidade falar dos dramas, dos dramas que eles no plano espiritual. Esse livro merece ser estudado. O livro é uma lição para nós. Kardec fala no livro sobre o mundo expiatório. Nós somos de Deus. Muitas pessoas não vive como filho de Deus. Muitas pessoas vivei. vive como falhas da redenção. Nós estamos numa encarnação para aprendermos, não é para a dor. Todos nós estamos aqui no mundo para aprendermos. Por isso, Kardec nos trouxe esse do livro, o o inferno, o céu e inferno. Senhor, a justiça divina sobre a terra. Todos nós temos as fases de expiações, as fases das provas. Muita gente fala que a vida dela é o inferno. Se é o inferno, vamos tratar de ser um céu. Em dezembro último, eu estava na mansão, fui visitar Novo Divaldo. que tava na cama na cama com uma alegria enorme. na cama sofrendo dores. Ele queria brincar comigo. Eu sei que ela ele tava com dores. Eu tava com um casal, sobrinhos meus para fazer um um passe debal. O Divaldo recebia o passe orando. O Edivaldo estava nas vasca da morte. Para ele, ele cumpriu a missão. Se eu vou, se eu vou

m dores. Eu tava com um casal, sobrinhos meus para fazer um um passe debal. O Divaldo recebia o passe orando. O Edivaldo estava nas vasca da morte. Para ele, ele cumpriu a missão. Se eu vou, se eu vou antes de você, eu vou, eu vou visitar você. Muitas gente tem notícia do Divald, deixa o Divaldo em paz. Muita gente, o Dival já manifestou na na sua Não, o Divaldo tá em paz com a família dele espiritual, por o nosso movimento momento cria histórias. Quando Chico desencartou, todo mundo recebe o cultivo. Que isso? Deixa os missionários em paz. Nós somos filhos de Deus. O Dival também. O o Chico também. Nosso movimento precisa de parar com essa mania. Todo o missionário fala da casa dele. Deixa os missionários em paz. Quando eles puderem vir para nos ajudar, eles vem agora um mês o divaldo do plano espiritual, O Divaldo está muito feliz. Deixa o missionário em paz. Quero agradecer a vocês pelo carinho. Quero agradecer vocês. Eu tô muito emocionado. Ontem cheguei aqui, fui abraçar duas trabalhadoras, elas estavam fazendo o infeito. Quando eu olho, olho e vejo o capitão sargento, temente, com um monte de espírito trabalhando para esse evento, muitos espírito da região. Estamos com muitos espíritos da região aqui. Porque quando os missionários podem, eles vêm para nos ajudar para ele. para elo. Ele era um fã do Divaldo. era fã do Praheiro. Quando eu conheci o Praieiro em Cuiabá, ele me falou: "Eu vou convidar para fazer parte da diretoria da federação, ele ficou e o Lacé foi vice-presidente. O pariro tinha no jovem uma confiança. jovem que estuda a doutrina. Vejo muitos centro que não tem mocidade, porque muitos sendo que não tem evangelização que preguiça não acredita nessas coisas quando estava avião indo para Nova York, um voo noturno. Eu era, eu tava no banheiro e com a marca de dorme na mão. Quando eu afentei-me, senti um relâmpago. relâmpago apagou a voz do pretinho. Eu não podia falar, não podia me mexer. Eu vi a minha mãe no avião orando. Eu vi meu guia caminho me olhando.

orme na mão. Quando eu afentei-me, senti um relâmpago. relâmpago apagou a voz do pretinho. Eu não podia falar, não podia me mexer. Eu vi a minha mãe no avião orando. Eu vi meu guia caminho me olhando. Eu vi a minha vida toda desde neném até agora. Eu tô morrendo. Eu aprendi no espiritismo. Eu tô morrendo. Aí o caminho me olhou. Eu fiz a pergunta. Camilo, eu vou morrer. E o Camilo não respondeu. Ele sai que dia, meu Deus. O médico tá morrendo. Ele faz. Eu tô esperando uma resposta aí quando ele vem com Dr. Bezerra. Agora, meu filho, pergunta para ele. Aí eu perguntei, Dr. Peter, eu vou morrer? Ele riu. Agora não, R. Agora não. Se eu não posso morrer no avião, no céu, com minha mãe, o meu guia, porro. Depois no Brasil eu perguntei ao Camilo: "O que o senhor procurou o Dr. Bezerra? Meu filho, Dr. é tutor de muitas reencarnação e é tutor da sua vida. Você pode morrer ou não? Agora o Dr. Bezerra pediu a Jesus um tempo para você. tempo. Se eu estou falando há 14 anos, eu tô fazendo tratamento da voz para falar da doutrina espírita. Por isso, todos nós temos mentores que deixam os céus para para nos que há na terra. Todos nós, todos nós somos filho de Deus. Todos nós somos de Deus. Estamos em Juína. Quero agradecer a vocês pela paciência. Quero agradecer a Jesus pelo prêmio que ele me deu, mas uns dias na terra para que eu possa possa falar do evangelho de Jesus, possa falar da doutrina espírita, possa falar a vocês. Muito obrigado, meus irmãos. Muito obrigado. e da para um seminário. Me dá umzinho. A esperança é efeito natural da fé que lhe serve de suporte e vitalidade. A vida sem esperança descolores-se, perdendo as suas elevadas motivações, porquanto ela dá-lhe forças para enfrentar os desafios e vencer as vicissitudes que surgem a cada passo. Joana de Angeles do livro Momentos de Esperança. Og do nosso Divaldo do nosso convidado, Geraldo Campete Sobrinho é vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, coordenador da Fé Editora e responsável pela biblioteca de Obras Raras e Museu

nça. Og do nosso Divaldo do nosso convidado, Geraldo Campete Sobrinho é vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, coordenador da Fé Editora e responsável pela biblioteca de Obras Raras e Museu da Fé. É apresentador dos programas Livros que Iluminam, Entre Dois Puntos na Tv. com longa trajetória no movimento espírito, Campete reconhecido por seu trabalho de divulgação, pesquisa e estudo da doutrina espírita. para a palestra. O cultivo da esperança e a fop por vir como instrumento da superação da dor. Convidamos o amigo Geraldo Queridas e queridos amigos irmãos, bom dia a todos. Queridas e queridos, bom dia. Bom dia. Melhor assim, quando é espontâneo, né? A gente já tomou o café da manhã, nós já estamos aqui, não é? Todos juntos, reunidos, emocionados após esta fala do nosso querido amigo, irmão Raul Teixeira, a quem nós tanto devemos. E certa feita eu falei com Divaldo e com Raul, dizendo que para mim, como acredito seja para todos nós, um privilégio nós sermos contemporâneos. de Chico, de Divaldo e de Raquíra. Um privilégio, oportunidade, um privilégio, responsabilidade, mas é uma responsabilidade que nos deixa alegre, porque o evangelho de Jesus, a boa nova, é a mensagem da alegria. É a mensagem que nos inova, que nos renova, que nos transforma, que nos melhora. É a mensagem da esperança. Vocês já ouviram falar em Pandora? Na caixa de Pandora? Se manifestem, por favor. Tá. Muito obrigado. Então, Pandora, ela é uma jovem princesa da antiga Grécia. Era muito bonita e muito inteligente e despertou a inveja de alguns deuses que resolveram lhe dar um presente, um verdadeiro presente de grego. E lhe dera uma caixa misteriosa e disseram para ela que ela não poderia abrir a caixa. Você imagina, você fala para um adolescente não fazer alguma coisa, é a mesma coisa de estimulado, não é assim? E ela resistiu, resistiu até que Pandora não resistiu mais à curiosidade. Ela então abre aquela caixa para dar uma espiadinha no que havia dentro. E quando ela abre, a caixa libera os vícios da humanidade, as

sistiu, resistiu até que Pandora não resistiu mais à curiosidade. Ela então abre aquela caixa para dar uma espiadinha no que havia dentro. E quando ela abre, a caixa libera os vícios da humanidade, as doenças, enfermidades, o crime, o desespero, a inquietação. O Deus compadecido permite que Pandora feche a caixa, guardando nela o antídoto, o antídoto fundamental, para que a gente nunca perdesse o que nós temos de principal na nossa essência, que é a plenitude e a felicidade. Pergunto a vocês, qual é esse antídoto? Olha, o Pentecostes aqui está frag, viu? Já não se faz mais Pentecostes como antigamente, não é? Qual é esse antídoto para todos os males da humanidade? Ah, olha, o pessoal tá falando em amor. Olha que coisa linda, a vivência do amor. Esse livro do nosso querido está disponível na livraria. Daqui a pouquinho vai ter autógrafo maravilhoso. E é a nossa querida Joana quem faz a apresentação. Joana deângeles, a mentora espiritual de Edivaldo Franco, para dizer que nunca desistas de amar, especialmente nos momentos desafiadores, que não pareça ter a melhor solução. O sol do amor aquece e jamais perde a potência iluminativa de que se constituiu. Por isso é que a vivência do amor para nós aprendermos a amar no cotidiano das nossas relações. É bem que poderia ser o amor, porque na verdade o amor é a base de tudo, é o princípio e o fim de tudo. Segundo Leão Deni, o poeta e o filósofo do Espiritismo, a belíssima obra Depois da Bótic. Mas esta, este antídoto, alguém já falou e eu vou dar uma dica para facilitar, para que a gente não tenha nenhuma dúvida, começa com ex e acaba com perança. Fala para nós, André. Esperança. Esperança. Diz o ditado popular que a esperança é a última que morre. Poucos de nós nos esquecemos ou nos lembramos de que a esperança é sempre a primeira que renasce. A verdade, Adão, a esperança nunca nunca morre, porque esta é uma qualidade, é uma virtude que, como todas as virtudes, não vem de graça sem um esforço. Não vem de graça como se a gente não precise,

. A verdade, Adão, a esperança nunca nunca morre, porque esta é uma qualidade, é uma virtude que, como todas as virtudes, não vem de graça sem um esforço. Não vem de graça como se a gente não precise, não precisasse trabalhar, porque ela é uma virtude que deve ser conquistada. E toda conquista exige trabalho, esforço, suor e muitas vezes lágrimas, não é isso? Então a virtude que a gente vai conquistar vai depender de nós mesmos. As respostas que nós buscamos, certamente estão apresentadas num tempo especialíssimo, que não é propriamente o tempo humano, mas é o tempo de Deus, como o nosso querido Raulografa. Este livro belíssimo publicado pela Fábia está disponível aqui também na nossa livraria, tempo de Deus pelo espírito a quem ele aqui reverenciou, né? O Camilo que nunca o abandonou, não é assim, querido, mesmo tendo buscado bezerra de bebesses, não é? A gente vê aqui em Camile, né? O espírito orientador do nosso espiritual trazendo tempo de Deus. Deus nunca nos deixa sem resposta, mas essa resposta nem é sempre como a gente gostaria que fosse no atendimento à nossa idiossincrasia ou ao nosso capicho. Tempo de Deus tem sempre a melhor resposta para nossa vida e é aquela resposta que é adequada à nossa necessidade. Por isso, esperança, porque a esperança é como se fosse a luz do luar, como nos ensinem no livro Consolador. Assim como a fé é a luz do sol, a esperança é a luz do luar. Porque naquele anoiteceiro e naquela noitinha e naquela madrugada haverá de apontar uma alvorada, porque a luz retornará e nós jamais estaremos abandonados, largados, esquecidos à beira do caminho, porque nós somos de Deus, somos filhos de Deus, temos a potencialidade divina registrada na nossa intimidade com o DNA deste pai que nos criou. E ao tempo que nos cria, a vida, já nos concede o dom da imortalidade. É por isso que nós só temos uma única vida. Nós somos criados e jamais sabemos de existir, porque somos espíritos imortais. E quando nós temos essa consciência tudo fica mais fácil. O nosso

rtalidade. É por isso que nós só temos uma única vida. Nós somos criados e jamais sabemos de existir, porque somos espíritos imortais. E quando nós temos essa consciência tudo fica mais fácil. O nosso ár não é assim do salmo, psicografou a obra espíritos imortais, não é isso? Nós somos espíritos imortais, um espírito imortal. Fomos criados por Deus um dia, mas jamais deixaremos de existir. Isso nos traz uma lente, nos traz uma expectativa, nos traz a visão prospectiva de que não há fim. Por isso não há necessidade do desespero. Quando nós nos desesperamos é porque a gente está enxergendo aquela realidade momentânea naquele momento, como se ele fosse o crucial, como se ele fosse único e não tivesse qualquer outra possibilidade. E a gente então sei desespera que é o contrário da esperança. Quem tem esperança tem serenidade, tem paz, tem paciência, sabe entender que a vida sempre apresentará respostas. As respostas da vida, como a gente vê nesta belíssima obra aqui de André Luiz na psicografia do nosso cânido Chico Xavier, uma publicação da Fé Editor em parceria com o Ideal. Diz assim André Luiz em dado momento de uma forma muito interessante, naqueles instantes mais difíceis que a gente sente, parece a vida se perder, em que nós não conseguimos enxergar um caminho a seguir, que parece não há solução para os problemas aqueles instantes mais desafiadores, recomenda André Luiz, nas dificuldades do dia a dia. esqueça os contratempos e siga em frente. A gente costuma fazer o contrário, né? Nas dificuldades do dia a dia, a gente se lembra dos contratempos e nós esquecemos de agir com paciência, com serenidade. Porque nos dizes esperando? Recordando que Deus esculpiu em cada um de nós a faculdade de resolver os nossos próprios problemas. Ora, é uma mensagem linda de Bezerha de Belez que nós somos o problema, mas também nós somos a própria solução. Quantos e quantos problemas a gente arruma e quantas soluções a gente também não precisa encontrar, não é assim? Quem tem a vida absolutamente calma, a existência

s também nós somos a própria solução. Quantos e quantos problemas a gente arruma e quantas soluções a gente também não precisa encontrar, não é assim? Quem tem a vida absolutamente calma, a existência material calma nesse instante, por favor, vem aqui à frente e se justifique agora. É porque todos temos problemas, todos temos dificuldades. Todos temos dificuldades assim são provas. E como nos é cinemano pela psicografia de Chilo, a prova carrega lição. Nenhuma prova é destituída de razão. Tudo tem propósito, finalidade na nossa existência. Então, tudo tem uma razão de ser. Quando a gente atravessa uma prova, aquilo é para o nosso próprio benefício. Diz mais, André Luiz, a vida é aquilo que você deseja diariamente. Que eu estou desejando da minha vida, que eu estou pretendendo a minha existência, como é que eu estou agindo, pensando? Qual a minha postura, minha atitude? Qual o meu comportamento? Quais são as palavras que eu erito? Qual é a forma que eu tenho de ter relação com o meu semelhante, com o meu próximo e com todos os seres da natureza? Porque isso vai fazer diferença. Como eu acordo cada dia aqui nesta joina linha, não é isso? V. bem avuturados é o segundo maior itens. Por que que é tão grande assim? Será se eu perguntasse aqui para vocês, tem alguém aflito aqui, gente? Talvez a pergunta, né, aqui devesse ser diferente. Não tem alguém que não está aflito aqui mesmo. Quem vai dar o atendimento espiritual, provavelmente tem alguma que nós estamos envolvidos nas necessidades que nós trazemos. Nós criamos o nosso próprio mundo, mas nunca falta para o auxílio. Por isso que a gente vai ver esse capítulo trazendo para nós uma bênção consoladora. E o Raul citou aqui a belíssima obra O céu e o inferno. Está fazendo 170 anos de publicação da primeira edição, que é de 1865. Nós estamos em 2025, portanto, 160 anos. E esta obra desenvolve a quarta parte do livro dos espíritos, que é a principal obra de espírit doutrina dos espíritos aqui na terra materializada por Alan Kardecador.

mos em 2025, portanto, 160 anos. E esta obra desenvolve a quarta parte do livro dos espíritos, que é a principal obra de espírit doutrina dos espíritos aqui na terra materializada por Alan Kardecador. Karnec não é o fundador do espiritismo. O espiritismo não é uma ceia, é uma doutrina, né? É uma doutrina cristã toda fundamental no evangelho de Jesus, tomando como base as virtudes por excelência que são humildade e caridade. Aí a bandeira do espiritismo fora da não há fora da caridade salvação. Vai dizer fora da prática do bem. Não há felicidade. Nós só seremos felizes. Única paraa felicidade, a caridade, que é o caminho do amor ao próximo, do amor a Deus, do amor a nós mesmas. Quando a gente tem esse caminho aberto, tudo fica mais fácil. O nosso olhar vai ser um olhar da esperança. Ali coloca das esperanças das solas. Esse livro belíssimo de duas partes que desenvolve a cada parte do livro dos espíritos. A gente vai ver esse relato como Raul tava destacando na segunda parte Так. Er de Jesus na terra. Se alguém entendeu alguma coisa, pode explicar, por favor. O consolador prometido é a onipresença de Jesus na terra. Pare dizer que esse consolador que é o ele está presente em todos os lugares aqui na fé é a presença de Jesus em todos os lugares. A começar do nosso coração, da nossa mente, porque Jesus deve se manifestar através de nós, nas nossas ações, do que nós estamos fazendo, do que nós estamos pensando, do que nós estamos sentindo e como nós falamos. Por isso, a esperança ela é exatamente a expectativa que nós temos, mas uma expectativa otimista. Nós temos a esperança como vai nos assentuar na obra belíssima colocando na fala personagem inesquecível que é, como que é o nome dela? Agora esqueci. Começa com mal e acaba com sil. Muito obrigado. Aí aí ela vai dizer assim que a esperança é imbatível, nada supera, nada vence a esperança, porque a esperança é imbatível, ela é indescrutível. É essa esperança que nunca morre e sempre renasce como se fosse a sucessivas existências encarnações que

ível, nada supera, nada vence a esperança, porque a esperança é imbatível, ela é indescrutível. É essa esperança que nunca morre e sempre renasce como se fosse a sucessivas existências encarnações que nós temos. Cada encarnação que nós temos, cada encarnação a que nós somos submetidos, é um processo de esperança, expectativa na realização do bem, na conquista da felicidade, no que nós podemos fazer de melhor. Por isso, quem é na época do cheque aqui? três pessoas. Muito obrigado pela sinceridade. A gente falava de fazer um cheque assinado em como é que vocês sabem? Ninguém fala assina o cheque branco. Se entregaram. Então é mais ou menos assim. O Camilo lá em Raul, né? Assinou o cheque em branco ali. Branco um precio, só assinatura do caminho. Olha que lindo, né? francês aí vai lá assida e aí agora é contigo, vai acompanhar, vai orientar, mas quem tem que caminhar é o orientando, não é isso? Quem tem que fazer é aquele que está encarnado aqui fazendo a sua parte. E há uma expectativa esperançosa para que tudo caminhe da melhor forma, igual as oportunidades. Que maravilha que nós sempre temos, porque nunca somos esquecidos abandonarse. tirar, gente, a beleza de nós termos um amigo, uma amiga espiritual, o consolo que a gente pode ter receber orientação e não nos sentimos desamparados além dessa figura amorável, imbatível e insuperável, que a esperança por essência que é o coração de mãe. Quem é mãe aqui? Bem, quem é filho aqui? É, alguns não levantam a mão. Eu não sei em que estado se encontra. É nascido, mas não é filho. Então, bom, com certeza todos somos filhos de Deus. Todos somos de Deus, viemos de Deus e para Deus voltaremos. Então, este capítulo que é o de número dois do Evangelho Segundo o Espiritismo vai trazer para nós ali uma mensagem no item cinco que é muito interessante, que vai falar: "Olha só, que a felicidade não é deste mundo, meu reino não é deste mundo, mas vai trazer no item cinco o ponto de vista. Esse ponto de vista, como nos ensinaria Leonardo o teólogo, é a vista sobre um

"Olha só, que a felicidade não é deste mundo, meu reino não é deste mundo, mas vai trazer no item cinco o ponto de vista. Esse ponto de vista, como nos ensinaria Leonardo o teólogo, é a vista sobre um ponto. Esse é o ponto de vista. Desejo de Menes vai nos ensinar que quando nós somos ponto de vistas, nós estamos isolados. Porque o ponto de vista, gente, é a nossa vista de um ponto sobre uma referência. O outro pode estar noutro ponto de vista e ver aquela referência ou é ou aquele objeto de uma forma distinta. Quem é que tem a verdade? Por isso que a gente precisa sempre ter potência vigilância, porque não somos donos da verdade, mas o espiritismo é a revelação da verdade. Como esse cinemano é o consolador citado, né, Chico Xavier publicado pela fé editora. A verdade é a essência da vida imortal. Quando nós temos essa confiança, nós nos tranquilizamos, nós nos acerenamos. Então, Kardec vai colocar: "Se nós víssemos a nossa existência sobre o ponto de vista espiritual, tudo seria diferente, porque aí a nossa fé seria robusta." Como o próprio Cristo disse, se nós tivéssemos a fé de um tamanho de grão de mostarda, diríamos a esta montanha: "Transporta-te daqui para ali e ela se transportaria." Isso significa esta palavra tão simples, apenas com duas letras, uma só sílaba e com um acento F é assento fé. Repitam comigo. F é assento fé. F é assento fé. Fé. Fé. Eu tenho fé. O que é a fé? A fé tá vinculada à esperança, porque é expectativa, mas é aquela expectativa de quem espera obrando, porque a fé sem obras é morta. A fé tem que ser ativa, tem que ser viva, não é isso, Lara? Então é a fé que traz esta esperança, mas não só de expectativa, como se eu fosse um mero espectador da realidade, cruzando os braços ao assistir tudo que está acontecendo. Eu sou agente de mudança. A fé lhe dá a condição daquele ser que é ativo, porque ache, porque tem uma fé realizadora. É a ópera, ela é operosa, ela é didica. Ela então impera na realização de se fazer o melhor ao seu alcance. Até tem a ver com confiança,

le ser que é ativo, porque ache, porque tem uma fé realizadora. É a ópera, ela é operosa, ela é didica. Ela então impera na realização de se fazer o melhor ao seu alcance. Até tem a ver com confiança, tem a ver com credibilidade, tem a ver com esperança. Eu acredito mais que isso, eu espero. Mas eu não espero só esperando sem fazer nada. Eu espero no verbo esperançar, porque eu sou ativo. Eu sou aquele que vão fazer a diferença nas minhas próprias ações e escolhas da minha existência. Tem a ver com confiança, porque eu acredito esperando confiantemente que Deus vai me ajudar. A minha fé, ela é de vida. A minha fé na espiritualidade é em Jesus. A minha fé no meu espiritual, não estou só. A minha fé também ela é humana porque eu acredito eu acredito naqueles que estão ao meu redor, na minha família. Mas no espiritismo, a fé tem uma conotação especial que eu queria que você me dissesse qual é. Porque a fé, sim é esperança. Fé e esperança caminho juntos. Fé credibilidade, é crença. Eu acredito. Quando eu digo fé, eu acredito fé. É também essa confiança. Toda a cura que Jesus realizou, ele dizia que foi a tua fé que te curou. Então, a fé é cura, porque as obras, né, os milagres são obras da fé, como estava no espiritismo. Esse dinamismo todo para que se realize, para que aconteça, para que a gente possa chegar a ponto. Mas no espiritismo tem uma especificidade. A fé, fé, duvido que vocês sabem. A fé é mãe da caridade. Que bonito, né? É isso mesmo. A fé caminha junto com a caridade porque é o amor em ação. Que mais? Atransporta montanhas. Tá bem. Quanto vocês vão pensando, eu vou ler aqui. Aperfeiçoamento pede esforço. Panorama dos simos pede ascensão, subir. Se aspiramos ao clima da vida superior, adiantemo-nos para a frente, caminhando com os patrões de Jesus. Tá no livro Fonte Viva, capítulo do 13. E aqui espelhado em um minuto com Chico X. Um minuto passa rápido, mas pode salvar uma vida e esta vida pode ser a sua. Um minuto consigo Xavier que pode nos fazer felizes. Então tá disponível na livraria

ui espelhado em um minuto com Chico X. Um minuto passa rápido, mas pode salvar uma vida e esta vida pode ser a sua. Um minuto consigo Xavier que pode nos fazer felizes. Então tá disponível na livraria também, livro de bolso dá vontade da gente tão bonito que é, né? E aí qual é a palavra? Qual é a palavra que faz a distinção da fé no conceito espírita? Oi? Maturidade é uma questão de maturidade espiritual. A fé é raciocinada porque nós acreditamos sabendo no que acreditamos e o por que acreditamos e o para que acreditamos. Porque o espiritismo nos traz as causas que são os porquês, as causas dos sofrimentos, das dores, dos problemas, das provas, das expiações. Mais que isso, o espiritismo nos explica as finalidades, os propósitos, o para que, o que vem, se eu sei que existe alguma razão fal que eu estou atravessando agora o porquê causa. Esta causa pode ser presente na atual existência, como pode ser pretérito de outras existências, como explica o início do capítulo cinco, bem-aventurados aflitos nas causas presentes, né, atuais e causas anteriores pretéritas das nossas provas e expiações. E nós temos o da agora paraa frente, o doravante, como é que vai ser aí? A finalidade, é um propósito. Eu estou atravessando isso porque, olha, eu tenho lá uma causa no passado, eu ti alguma coisa, agora estou aqui resgatando, tô pagando algumas contas, tô espiando. Mas para que que isso está acontecendo? Qual é a finalidade? É o propósito da melhoria, da ascensão desta evolução. A fé raciocinada porque não é cega, não é cega. A fé cega nos leva ao fanatismo. A fé raciocinada nos leva ao discernimento. E o discernimento é para distinguir o certo e do errado, no mal. Por isso a gente faz escolha. Tem o livro bíbl somos responsáveis. Mas parando de enrolar, vocês estão enrolando, não? Qual é a palavra? Uau! Oerão esse eis que se manifesta. É, é como é que é a voz direta mesmo que a gente fala? Só uma voz direta ali. É, olha, a fé, a fé inabalável só é aquela que pode enfrentar face a

al é a palavra? Uau! Oerão esse eis que se manifesta. É, é como é que é a voz direta mesmo que a gente fala? Só uma voz direta ali. É, olha, a fé, a fé inabalável só é aquela que pode enfrentar face a face a razão em todas as épocas da humanidade. Kardec destaca isso no capítulo da fé e coloca no fronteío como epígrafe desta obra maravilhosa que é o evangelho espiritismo. Fé inabalável. Sol pode enfletar face a face a razão em todas as épocas da humanidade. Então, qual é a palavra chave que a gente pode dizer pela razão? Por ser inabalável? É porque para além da crença, para além da confiança, para além da esperança, que são extremamente importantes e necessários, a fé espírita, a fé raciocinada nos dá a ser. Muito obrigado. Então, vamos se esquecer nunca mais essa palavra. A certeza. Fale completo comigo. Certeza. A certeza é a convicção. A fé espírita é certeza, é convicção. A gente até diz assim: "Eu não acredito porque eu sei". Mas eu não expresso, eu sei numa petulância, né? um sa cognitivo como se eu fosse superior, nada disso. Mas é na oportunidade do aprendizado que a gente tem, na certeza de afirmar que aquilo é o que nós sabemos. E aí nós não temos dúvida. E quando não temos dúvida, não há que vacilar. Então, diante da dor, do sofrimento, diz alguns estudiosos, poetas, literários, que a dor ela é obrigatória, mas o sofrimento é opcional, porque entendida a dor com o processo de acisolamento, de desenvolvimento, de aperfeiçoamento, de fazer com que aquele ser que é criado, embora filosoficamente perfeito, mas não completo, se assim podemos nos expressar, porque a obra divina ela é perfeita, porque senão não seria divina. Deus só faz o que é perfeito, mas não é completo, que nos dá oportunidade de seres inteligentes, racionais, como somos, de nós colaborarmos na cocriação, plano maior ou menor com Deus. está na questão 132 de O livro dos Espíritos para dar sentido à própria vida. O nosso propósito, a nossa finalidade é colaborarmos com Deus na criação. Daí a

cocriação, plano maior ou menor com Deus. está na questão 132 de O livro dos Espíritos para dar sentido à própria vida. O nosso propósito, a nossa finalidade é colaborarmos com Deus na criação. Daí a razão da existência de nós existirmos e Deus tem nos criado. Então, a obra não está completa porque Deus permite que nós a completemos com a nossa ação. Isso é um gesto de misericórdia, porque nós somos de Deus. E ele não fez apenas no sentido de uma criação que é de deleite, que é de prazer para brincar jogando dados simplesmente, mas é porque tem uma razão maior, superior, transcendente, que nós vamos compreendendo à medida que a gente evolui. Então, passamos pela dor da descoberta, como nos fala a dor revelação no livro Problema do Seu, estino da dor, do filósofo, poeta Leão Dani, para trazer para nós que a dor tem esse sentido como uma potência da nossa alma para nos conectarmos com Deus. Mas no livro material de construção, na psicografia de filier, editado pelo espírito de publicado pelo grupo espírita em Jeobu tem uma frase lá em que ele fala assim: "O sofrimento é um constante convite da vida, a fim de que aceitemos uma entrevista com Deus". Eu usava sempre essa expressão algo sendo a dor. Depois eu fui consultar o original. É sofrimento que ele fala. Interessante, porque a dor ela é necessária paraa nossa evolução. O sofrimento não, porque o sofrimento é como se fosse um prolongamento espontâneo ou deliberado da dor. Nós escolhemos prolongar a dor que não precisava ser prolongada, então caímos no sofrimento. conceitos aqui, nós estamos psicólogos, terapeutas, médicos aqui, então a gente precisa conceituar e delimitar. Nesse sentido, o sofrimento seria desnecessário, porque é um prolongamento da dor por uma vontade própria, por um desequilíbrio, uma fragilidade, seja o que for. Bom, e aí nós temos esta passagem maravilhosa que vai nos dizer do sofrimento mesmo esse que nós escolhemos. Ele é um constante convite da vida. para aceitarmos uma entre. Então, não há uma enfermidade casual,

nós temos esta passagem maravilhosa que vai nos dizer do sofrimento mesmo esse que nós escolhemos. Ele é um constante convite da vida. para aceitarmos uma entre. Então, não há uma enfermidade casual, mas sem causal. Não há uma prova que seja aleatória sem significada. Toda prova, todo teste, todo desafio, toda oportunidade, todo problema, todo impecível, todo obstáculo tem uma razão de ser. E a gente não precisa necessariamente errar para aprender, porque o erro não está nos estatutos divinos do planejamento evolutivo do ser humano como explica. Não foi Deus quem criou o erro, porque Deus não criou o mal. A gente viu na explicação do Elará ontem a questão de número 120 de livro dos espíritos é para se chegar a fila do bem, o espírito precisa passar pelo caminho do mal. A resposta é do mal não, mas pelo da ignorância. Nós somos gravos simples ignorância, mas não precisamos errar para aprender, mas temos o dever de aprender com os erros cometidos. Confere? Isso é pacífico para nós. Então a gente vai ver que muitas vezes as escolhas equivocadas que nós fazemos é que vai gerar o sofrimento. Código Penal da Vida Funda da Explico, na primeira parte do capítulo séo, que a gente poderia tomar bem aqui para o presente, vai nos dizerem 33 artigos, finalizando Kardecidificador, de pedagogo e educador por excelência no artigo 33 que o sofrimento é inerente à imperfeição do espírito. Então nós só sofremos porque somos imperfeitos. À medida que a gente vai se aperfeiçoando, a gente vai sofrendo menos. Olha que interessante. Mas este sofrimento acaba sendo uma história nossa, porque poderíamos passar pelo processo da dor nessa condição de perfecilidade. Então, o processo ascensional da evolução espiritual que todos estamos destinados a chegar à permissão relativa seres criados por Deus. Vão acompanhando, gente? Tão acompanhando? Então, vejamos. Nós estamos ali diante da oportunidade de empreender, de engendrar, de cocriar com Deus o nosso próprio destino, porque temos liberdade. Por isso que

panhando, gente? Tão acompanhando? Então, vejamos. Nós estamos ali diante da oportunidade de empreender, de engendrar, de cocriar com Deus o nosso próprio destino, porque temos liberdade. Por isso que alguns caminham mais presso, outros mais devagar, porque cada um tem o seu ritmo. Todos somos de Deus, todos chegaremos ao mesmo ponto dentro das condições de cada um, no tempo de cada um. Por isso, o tempo de Deus é esse tempo abençoado que nos assiste a todos. E a gente vai caminhando gradativamente e vejamos, nós vamos sentir que a misericórdia de divina está olhando por todos nós. Cada filho, e veja, nós somos filhos de Deus porque fomos criados por Deus. Mas a conquista da titularidade da filiação divina é aquilo que nós buscamos. Porque aí vem do mérito. Eu conquistar esse título, porque eu já sou filho de Deus, mas eu preciso referendar para mim mesmo esta filha santa deal. Deus é meu pai. Eu preciso honrar isso com a minha própria dignidade de vida, de exemplo, de cotidiano nas relações interpessoais e com todos os seres da natureza. Porque eu vou aprender então diante das agudas, dos problemas, das provas, a não me desesperar, porque a des o desespero é fruto da desesperança, que é oo contrário desta confiança, dessa crença e mais ainda dessa certeza de que nada me faltava. Eu sou filho de Deus. Deus é o meu pai e Deus quer o meu bem. Ele não quer que eu sofra, nem quer que eu chore, mas ele quer ver o meu sorriso. Lembram-se da música interpretada pelo padre Marcelo? Não é isso? Quando fala das noites traz zoeiras. Então é isso que nós temos este sorriso que Deus quer. O sorriso que vai nos fazer alegres efetivamente, porque é a manifestação da saúde espiritual. E diante da prova da dificuldade, da dor, da enfermidade, do problema que a gente enfrenta e nós possamos trabalhar a nossa intimidade e vencer a nós mesmos com esforço, com dedicação, com amor. Ninguém está só, ninguém está desamparado. Por isso a gente vai aprender que a esperança é a mensageira poderosa da vida, segundo

intimidade e vencer a nós mesmos com esforço, com dedicação, com amor. Ninguém está só, ninguém está desamparado. Por isso a gente vai aprender que a esperança é a mensageira poderosa da vida, segundo Joana de Anteles, auxiliando o caminhante cansado no mundo que parece não ter fim. Nós, se tivermos esperança, se fortalecermos a nossa fé, nós sempre vamos encontrar a possibilidade de ver aquela luz adiante, aquele farol. como ecoiritismo. O que escri o evangelho de Jesus é o roteiro de nossas vidas. Sem dúvida alguma, indubitavelmente, e com toda a certeza, o espiritismo é a luz que nos permite seguir com segurança esse modelo. Então, diante da dor, diante da prova, diante da expensão dolorosa, que nós possamos erguer as nossas cabeças e olharmos para o céu, vislumbrando a beleza que a natureza expressa e alimentarmos-nos da esperança como aquele prelúdio, como se fosse um limar, uma alvorada de um novo tempo. que já raiva para que nós possamos nos alimentar dos ensinos fundamentais ao nosso equilíbrio, a nossa harmonia. Então, que não nos desesperemos, nem nos desesperanquemos ante as provas abençoadas da existência, que no planejamento reencarnatório nós mesmos, diante das nossas condições, ajudamos a ser para o nosso Deus, que é nosso pai só quer o nosso tempo. Nós não estamos aqui na terra para sofrer, estamos para ser felizes. E isto só depende de nós e depende de nós desde agora. Por isso, Madre Teresa de Calcá, sendo entrevistada, várias perguntas e duas delas que todos nós sabemos a resposta. Eu vou ser o repórter e vocês serão Madre Teresa, OK? Qual é o melhor dia? vai perguntar de novo porque ele não ouviu a resposta, né? Qual o melhor dia hoje. Qual a melhor hora? Agora. hoje e agora é o tempo que nós temos, porque também é o tempo de Deus que nos abre a possibilidade do aprimoramento, do acresolamento, do desenvolvimento, da evolução. É esse tempo do amor, o tempo da nova era que a gente pode dispor, porque é como se fosse no dizer do genial do cinema do Charles Chapy.

rimoramento, do acresolamento, do desenvolvimento, da evolução. É esse tempo do amor, o tempo da nova era que a gente pode dispor, porque é como se fosse no dizer do genial do cinema do Charles Chapy. Ao meditar sobre o que estava acontecendo, registrou que nós estamos diante do dia. E há um livro lindo de Raul, discografado, que está ali se chama Episódios Diários, não é Raul? Vale a pena a gente ler cada lição assim do dia a dia pra gente poder seguir. E é aquele momento em que nós estamos diante do dia, no desejo de Chapl. É um dia como se fosse um livro com as suas páginas abertas e que a gente precisa começar a escrever a nossa própria história. Então, o dia está aí diante de nós, um dia que pode ser de sol e eu posso reclamar porque está muito quente ou agradecer a potência divina que dá claridade, a energia, a vitalidade. É um dia de chuva, eu posso reclamar porque fica tudo mais difícil com a chuva ou agradecer porque a água também é vida. Eu tenho oportunidade de fazer tantas coisas. Eu posso diante do trabalho reclamar porque é peso e eu me sinto ainda tão fragilizado. Ou eu posso agradecer a oportunidade do trabalho que me dignifica de chave e o dia está aí para que eu possa ser o cocriador com Deus do que eu puder fazer de melhor ao meu alcance. E é exatamente o que a doutrina espírita nos diz. Porque reconhecemos em Jesus o nosso mestre e o nosso Senhor, o nosso guia e o nosso modelo. E nos dirigimos a ele dizendo do fundo do coração: "Ah, Jesus, quando a vida me anima, estou. É sempre tão fácil lembrar de visito as estrelas em meu pensamento. Não sofro, não choro, não há desalento. Porém, tenho medo te esquecer, Senhor, teu vulto ser lindo na hora da dor, quando a força do mundo eu senti record, meu honesto que estás a me amar e assim quando eu sofra, que eu te encontre aqui. junto ao meu peito. Ah, Senhor, que eu me lembre. Muito obrigado, amigo, irmã Jesus. Muito obrigado, amigos e irmãos, amigas e irmãs espirituais desta região que nos assistem com tanto desvelo e tanta

junto ao meu peito. Ah, Senhor, que eu me lembre. Muito obrigado, amigo, irmã Jesus. Muito obrigado, amigos e irmãos, amigas e irmãs espirituais desta região que nos assistem com tanto desvelo e tanta misericórdia. Muito obrigada a todos vocês que aqui estão presentes fazendo este momento tão lindo. Gratidão de coração. Queridos irmãos e irmãs, faremos agora um intervalo. Aproveite para visitar a livraria, adirir as obras e já receber o autógrafo dos nossos palestrantes, Geraldo Campédio, que traz esse livro excelente de anotações espíritas. Segundo ele, 10 missões que podem ser utilizadas em seminários, palestras, nossos. Também temos este livro extraordinário do nosso Raul, que exalta as benções sublimes do grande Simão Pedro, Atalaia Cristã, indicação do nosso campete. E o lançamento do livro do nosso querido Lago de Faade, nosso lançamento oficial que Mato Gross. Olha só. A vivência do amor. Temos também diversos livros, inclusive este que é o último livro publicado pelo nosso Edivaldo Franco. Faremos agora o nosso intervalo. Fiquem à vontade. A livraria Flávia. O autógrafo será no final do sala. Isso aqui neste salão. Tem café e tem café sento serv. Queria que mais. Você cortou aí. Hum. Que legal. Precisamos de um Precisamos de um carregador. Quem tem um carregador? Você He Er Er Er Er Er Er Er Er Er Er

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